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31/08/2010

às 6:37

Vejam quanto patriotismo de líderes sem-terra e de dirigentes do Incra

Querem saber como anda a reforma agrária no governo Lula? Querem saber como se comportam os patriotas que saem invadindo terra por aí? Então leiam o que segue.

Por João Naves de Oliveira, no Estadão:
A Polícia Federal prendeu ontem o superintendente regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Mato Grosso do Sul, Valdir Cipriano do Nascimento, além de outros quatro funcionários do órgão no Estado. Eles são acusados de venda e destinação ilegal de áreas que deveriam ser entregues a sem-terra.

Lotes da reforma agrária viraram chácaras de lazer. Assentamentos agrícolas do governo federal acabaram transformados em áreas de especulação imobiliária. Essas são algumas das irregularidades constatadas no programa de reforma agrária em Mato Grosso do Sul.

Nascimento e os outros quatro funcionários foram presos pela manhã, durante a Operação Tellus da Polícia Federal. Outras 15 pessoas também foram detidas, incluindo dois vereadores da cidade de Itaquiraí, extremo sul do Estado. Um deles é Joel José Cardoso (PDT), líder sem-terra e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade, e o outro, Arcélio Francisco José Severo (PDT. Também foi preso um empresário residente em Cosmorama, cidade do interior de São Paulo.

Prejuízo. O grupo era composto ainda por líderes dos trabalhadores rurais das cidades de Naviraí, Dourados, Ivinhema, Nova Andradina, Bataiporã e Angélica. Todos foram denunciados pelo Ministério Público Federal como membros ativos em esquemas criminosos que resultaram em prejuízos calculados até agora em mais de R$ 62 milhões aos cofres públicos.

Desse valor, R$ 50 milhões desapareceram em virtude das fraudes ocorridas durante um processo de abertura de estradas, construção de moradias e distribuição dos 497 lotes da Fazenda Santo Antônio, em Itaquiraí. No local, os melhores terrenos não foram entregues aos sem-terra, conforme a ordem de sorteio realizado para a posse das glebas. Nada menos que 425 sem-terra ficaram sem os lotes, que foram entregues para terceiros.

De acordo com a denúncia, os beneficiados são familiares e amigos dos líderes, um deles ficou com a sede da fazenda. Os restantes R$ 12 milhões correspondem ao valor de 300 lotes do Incra, que foram vendidos para políticos, comerciantes e pessoas sem o perfil exigido pelo programa de reforma agrária. Todos esses lotes foram “legalizados” fraudulentamente por funcionários do Incra de Mato Grosso do Sul.
(…)
A Fazenda Santo Antônio, com área de 16.926 hectares, divididos em 1.236 lotes, custou em espécie R$ 130 milhões ao Incra. Os melhores lotes não foram sorteados e ficaram reservados aos líderes dos movimentos sociais, havendo até mesmo casos de lotes contíguos destinados a integrantes de uma mesma família.

Um dos líderes, aliás, ocupa hoje a antiga sede da Fazenda Santo Antônio. Posteriormente ao sorteio, ocorreu a venda de lotes, que foi intermediada pelos líderes dos assentamentos e contou com a participação de servidores do Incra que formalizaram a venda, alterando os registros.

Dentre esses lotes ilegalmente negociados, diversos são usados como sítios de lazer, desvirtuando totalmente os objetivos da reforma agrária.

Por Reinaldo Azevedo

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31 Comentários

  1. Anônimo

    -

    01/09/2010 às 15:13

    http://www.youtube.com/watch?v=O7x-dzXVcOw

    Nunca na história da imprensa dita “séria” se viu algo tão patético como chamar ESPECIALISTAS p/ desmentir peça de humor.

  2. Jose Abreu

    -

    01/09/2010 às 12:50

    Aqui no Pará, a melhor moeda prá comprar um lote de um invasor, é uma motocicleta.

  3. Aida

    -

    01/09/2010 às 10:45

    Em Pernambuco eles fazem a mesma coisa : O MST ocupa, desapropriam e depois vendem a terceiros. Com a conivência do Incra. Só não vê quem não quer…

  4. De Honduras

    -

    31/08/2010 às 23:21

    Sr. Reinaldo, basta uma rápida pesquisa nos decretos assinados este ano, será comprovado que existe um Brasil disponível para a reforma agrária, de tantas fazendas decalradas de interesse para tal fim.

  5. flavio

    -

    31/08/2010 às 17:39

    se alguem chegar a um acampamento destes e perguntar quando e a epoca de plantar milho ninguem sabe. Aqui no nordeste este pessoal vive de bolsa familia, nao plantam nada.

  6. carlos

    -

    31/08/2010 às 17:26

    tudo em LA region DE LA NARCO FRONTERA
    UM PATROCINIO
    POSTO E ENTREPOSTO FERNANDINHO

  7. Maria Lucia Fernandes

    -

    31/08/2010 às 17:13

    Parabéns. Finalmente alguns ladrões de “colarinho branco” vão parar atrás das grades. Precisamos saber até quando!!!
    Há ainda muito a apurar dentro do INCRA e do MST.

  8. Twittesoteric

    -

    31/08/2010 às 17:10

    Os vídeos do @votoserio acabaram de sair do forno : http://www.youtube.com/votoserio

  9. Anónimo

    -

    31/08/2010 às 15:41

    Esse MST nunca quis terra, o que eles querem é ficar ricos à custa da condescendência do governo federal que trata criminosos como companheiros…

  10. Marcos F

    -

    31/08/2010 às 15:27

    Justo agora que eles fizeram “tudo direitinho”, dividiram irmanamente “o bom”, o pessoal vem reclamar!?
    Do quê? Eles podem tudo! O Chefe mandou!

  11. Jayme Ferrari

    -

    31/08/2010 às 14:19

    Desabafo de um produtor rural:
    Estranhamente o setor da agropecuária no Brasil , responsável por desempenho de excelência e divisas sem as quais o país jazeria natimorto, é, ele sim, criminalizado. O patrulhamento ideológico sistemático facilmente comprado por nossos estudantes, funcionários públicos, membros de ONGs (estes inocentes que servem a interesses desconhecidos), profissionais liberais e políticos de carreira oportunistas, assemelhou o “fazendeiro” empresário ( entendendo como tal qualquer cidadão produtor rural que não empregue sua família, nem seja índio ou quilombola ) a um verdadeiro bandoleiro.

    Os produtores rurais profissionais pagam todos os seus impostos, geram empregos e produzem alimentos para consumo interno e exportação. A empresa rural, no Brasil, é uma empresa de alto risco para os não apaniguados. Inexistem aqui os subsídios gigantescos garantidores como na Europa ou Estados Unidos, o clima é sempre um fator de dano potencial imprevisível e seguro agrícola é caríssimo para padrões normais. Possuímos políticas de preços mínimos, mas a operacionalização dos leilões, da estocagem governamental e do acesso aos custeios não prima pela eficiência. Sem a benesse governamental dada à agricultura familiar e aos assentamentos, a empresa agrícola comum é trabalho árduo de gestão, dinâmica administrativa, força coletiva de trabalho e vontade de produzir apesar de todos os percalços.

    O Brasil possui cerca de 65% de sua área continental em vegetação original. 10% de seu imenso território está entregue aos assentamentos rurais. A agropecuária abrange menos hectares que as áreas de reservas indígenas, ecológicas e assentamentos no país. Qual outro país pode bradar em alto e bom som estes números? Por que o país deve se sentir envergonhado pela sua identidade agrícola? Por que o desmatamento zero não pode ser realmente perseguido pelas autoridades brasileiras sem que tenham que se curvar e fazer o papel de vilão mundial? Pior ainda, por que a empresa rural é tratada genericamente como ilegal dentro do nosso território, regido ainda por uma constituição?

    Existem os empresários desonestos, sonegadores e que não cumprem sua função social. Existem em todos os setores e devem ser combatidos com todas as forças. Existem nas empreiteiras, existem na prestação de serviços e comercialização , existem na máquina pública, existem nas empresas rurais, existem nas ONGs, na mídia e existem na política.

    E, finalmente, por que a invasão de terras, crime comum, é protegida e assimilada pelo poder público? Isso apesar de ferir a cláusula pétrea de nossa constituição e de todas as demais no mundo democrático, que é o direito à propriedade? A invasão e ocupação sem sequer imissão de posse de uma empresa qualquer senão rural, como um supermercado, seria chamada de “saque” e ganharia outra conotação na mídia, sendo inquestionavelmente tratada como crime que é. Há provas de vandalismo, depredação e violência contra pessoas praticadas por invasores de terra. Terra esta muitas vezes declarada indisponível pela justiça para a reforma agrária. A entidade juridicamente inexistente denominada MST anuncia seus crimes com antecedência, faz política às claras e mitifica a idéia de revolução socialista com verbas dos contribuintes. Ao arrepio da constituição e nas barbas dos nobres juízes, promotores, deputados e senadores.

    Não quero aqui nem discutir se os assentamentos rurais produzem de fato, apesar de economicamente inviáveis. Gostaria sim de ver na mídia mais imagens como a da destruição na área da Cutrale, somente pela originalidade de se mostrar o lado que ninguém vê.

    Ao crime a lei.

    É só o que nos resta de esperança.

  12. Karina Luft

    -

    31/08/2010 às 13:43

    Eu achei a entrevista da Dilma um pouco confusa. Ela não me passou segurança. Ela falava como lento, parecendo que sempre avaliava muito as palavras que usava.
    Semana passada vi aqui um pessoal daqui de Minas divulgando o site http://www.somosmg45.com.b achei a iniciativa muito interessante. Hoje eles postaram um vídeo muito interessante la. http://migre.me/19wQG

  13. Ana Eliza

    -

    31/08/2010 às 12:52

    “Sorteio”? Sei! Deve ser o mesmo que fazem os institutos de pesquisas brasileiros em que o bairro dos Pimentas, e o município de Guarulhos, são SEMPRE os “sorteados” em São Paulo

  14. Gabriel

    -

    31/08/2010 às 12:52

    “Um dos líderes, aliás, ocupa hoje a antiga sede da Fazenda Santo Antônio.” Se deixarem esses paladinos da justiça social ao Deus-dará, sem fiscalização, logo, logo renascerão os escravos, as senzalas, os palanques, os capitães-de-mato, etc.

  15. Mario Mendes

    -

    31/08/2010 às 11:26

    No Pará, eles esperam a prefeitura colocar infraestrutura nos lotes “roubados” e depois vendem. São orientados por vereadores que cuidam de exigir da Prefeitura todo o apoio e legalização da invasão, proibição da polícia em cumprir ordens de desocupação e o fornecimento de cestas-básicas para as famílias assentadas. Eita Brasilzão!!! Vota na mulé do homi!

  16. Cordovero - em Desencanto Escatológico

    -

    31/08/2010 às 10:58

    Nos primórdios deste “movimento social” já se descortinava que acabaria em bandalha.
    E o que vem por aí merece um Post em favor da legalidade.
    Nos dias 01 a 07 de setembro ocorrerá o autoproclamado “Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade de Terra no Brasil”. A cédula deste “plebiscito” conterá apenas duas perguntas: 1 – Você concorda que as grandes propriedades de terra no Brasil devem ter um limite máximo de tamanho? 2 – Você concorda que o limite das grandes propriedades de terra no Brasil possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade?
    O objetivo desta matula é entregar o resultado ao Congresso, junto a um abaixo-assinado, com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) para que seja inserido um novo inciso no art.186 da CF limitando em 35 módulos rurais o latifúndio.
    Tudo resolvido por obscuros “comitês” e organizações rurais como as acima relatadas.
    Detalhe: Não há lista de votantes, urna lacrada, fiscais… nada.
    Tudo á margem do aparato legal. E nestes moldes querem nos impingir goela abaixo uma emenda constitucional. Pode?? Dormi no Brasil e acordei na Venezuela!!

  17. Porecatu

    -

    31/08/2010 às 10:45

    No Paraná, o INCRA também é caso de polícia, a representação abaixo é apenas a ponta do iceberg, mas o silêncio sobre o assunto é sepulcral:

    REPRESENTAÇÃO CRIMINAL Nº 2009.70.00.001076-0 (PR)
    Data de autuação: 15/01/2009
    Juiz: Flavio Antonio da Cruz
    Órgão Julgador: JUÍZO SUBSTITUTO DA 02A VF CRIMINAL E SFN DE CURITIBA
    Órgão Atual: 02A VF CRIMINAL E SFN DE CURITIBA
    Localizador: STOFELLA
    Situação: MOVIMENTO
    Assuntos:
    1. Concussão (art. 316, caput)

  18. lucinda

    -

    31/08/2010 às 10:40

    compra e venda de lotes dos sem-terra eu acho que existe em todos os assentamentos. Acho que a Veja deveria se interessar por isso e fazer uma boa reportagem. Os sem-terra têm muitos privilégios que os pequenos produtores rurais não têm, às vezes em sítios vizinhos.

  19. Zé da Pera

    -

    31/08/2010 às 10:38

    Desculpe a ignorancia do macaco. Só por curiosidade, alguem sabe em que lugar do mundo houve reforma agraria e a produção de alimentos melhorou?

  20. Darazoom

    -

    31/08/2010 às 10:24

    Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é bobo ou não tem arte.

  21. Jacor1976

    -

    31/08/2010 às 10:17

    Esta é a Reforma Agrária do tio lulla …bem ao gosto dos cumpanhero … também quero …

  22. Não revelado

    -

    31/08/2010 às 10:13

    Esta é a prática em todos os assentamentos de reforma agrária destepaiz. A CGU levantou que pelo menos 38 mil lotes são ocupados por servidores públicos — inclusive do executivo federal e do judiciário — o que é proibido por lei. Mas a informação não chegou à imprensa por manobra dos indicados políticos que ocupam os cargos de chefia das assessorias de comunicação destes órgãos. Abafaram o caso. É assim que agem esses patriotas. Depois, batem no peito para falar que nunca na história destepaiz houve tanta justiça e inclusão social.

  23. Julio Mad

    -

    31/08/2010 às 10:00

    Fico pensando, primeiro sobre o castigo que estes “rebeldes” da PF estarão sujeitos, ao trabalhar contra o partido. Segundo, sobre o destino destes outros aloprados PeTralhas. Serão beneficiados com a lentidão da “justiça” e futuro engavetamento do processo, além de ocuparem algum outro cargo diganos, “menos visivel” e até poderem se candidatar a cargos eletivos, como ocorreu com os mensaleiros petistas.

  24. Anónimo

    -

    31/08/2010 às 9:35

    Por aqui arrendam terras para usineiros.
    O candidato primneiro tem que provar ter aptidão na agricultura, segundo tem que ter suporte técnico, terceiro financiamento para produção (não pra comprar camionete chique).
    Seria em regime de concessão por cinco anos renováveis mediante resultado. Se atingir três resultados positivos ganharia a posse e escritura definitiva da terra.
    O que temos aqui não é reforma agrária , é farra!

  25. zoot

    -

    31/08/2010 às 9:32

    Essa gente nada tem contra o capitalismo. Eles na verdade só querem cobrar uma espécie de pedágio para ele. O calcanhar de Aquiles do Brasil tem nome: poder judiciário. Esse sim , responsável pelo epicentro de nossos males.

  26. frajola

    -

    31/08/2010 às 9:11

    BRASILEIROS E BRASILEIRAS,VEJAM AONDE ESTÁ INDO O SEU SUA
    DO IMPOSTO. AQUELES CINCO MESES DO ANO QUE VOCÊS TRABALHAM PARA
    PAGAR O LEÃO, QUE USA SUAS “PATINHAS” TAMBÉM PARA CHANTAGEM!!!

  27. MINEIRIN INVOCADIN

    -

    31/08/2010 às 8:39

    REINALDO,O APARELHAMENTO DO INCRA E SIMILARES PELA CORJA PETRALHA NÃO É RECENTE;EM BELO HORIZONTE,QUANDO O ministro “PRA TRÁS ANANIAS” ASSUMIU A PREFEITURA,ALÉM DE CRIAR VÁRIAS SECRETARIAS E OUTRAS TANTAS REGIONAIS COM STATUS E “QUADRO BURROCRÁTICO” SIMILAR,COLOCOU COMO “CHEFES” DE VÁRIOS ÓRGÃOS,COMO A CIA URBANIZADORA-URBEL-, EXATAMENTE OS LÍDERES DE INVASÕES DE TERRENOS E DE CASAS,OU SEJA,DEU A CHAVE DO DEPÓSITO DE LINGUIÇA AOS CÃES!NO DESGOVERNO mulla,CUIDOU-SE DE ABOLETAR EM SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DE TODOS OS MINISTÉRIOS INDIVÍDUOS DE CAPACIDADE DUVIDOSA MAS FILIAÇÃO CERTA,E AS REGIONAIS DO INCRA FORAM “PRÊMIOS” DEDICADOS AOS BADERNEIROS E MILITANTES SEM TERRA E SEM VERGONHA! EM MINAS,O MIMO FOI COLOCADO NO COLINHO DE GILSON DE SOUZA,LÍDER DOS INVASORES DE PROPRIEDADES NO TRIÂNGULO MINEIRO”! EIS O “JEITO PETRALHA DE ADMINISTRAR”!

  28. josé a.

    -

    31/08/2010 às 7:55

    REINALDO SO FALTOU FALAR QUE A PREFEITA DESTE MUNICIPIO ITAQUIRAI E DA QUADRILHA CHAMADA PT, FALTOU OS VEREADORES DO PT, PORQUE SO PDT, PODE INVESTIGAR QUE AI TEM, MORO NO MATO GROSSO DO SUL ESTE MUNICIPIO ITAQUIRAI E ADMINISTRADO PELA QUADRILHA A MAIS 16 ANOS.

  29. Antonio Augusto Carvalho

    -

    31/08/2010 às 7:32

    Eis o pt e o pdt. A cara de um, o focinho de outro!

  30. Anônimo

    -

    31/08/2010 às 7:21

    Isso é um preconceito contra o Mato Grosso, já que essa prática criminosa tem variações, mas é amplamente empregada em toda a república clepto-oligárquica-sindical.

 

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