Vamos dar nome aos bois? A revista a que Dantas se refere é a VEJA. E duas reportagens são fundamentais para entender o imbróglio.
A primeira foi publicada na edição 1956, de 17 de maio de 2005. Foi escrita por Marcio Aith. O título: “A guerra nos porões”. Você precisa ler o que segue em azul se quiser entender a bagunça:
O banqueiro Daniel Dantas está prestes a abrir um capítulo explosivo na investigação sobre os métodos da “organização criminosa” que se instalou no governo e o estrago causado por ela ao país. Seu nome voltou ao foco na quarta-feira passada, durante o depoimento de Silvio Pereira, ex-secretário-geral do PT, à CPI dos Bingos. Na sessão, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) revelou o teor de um documento no qual o banco Opportunity, controlado por Dantas, diz ter sofrido perseguição do governo Lula por rejeitar pedidos de propina de “dezenas de milhões de dólares” feitos por petistas em 2002 e 2003. A carta, escrita por advogados de Dantas e entregue à Justiça de Nova York, onde o banqueiro é processado pelo Citigroup por fraude e negligência, é só o começo de uma novela que, a julgar pela biografia de Dantas, não se resume a uma simples tentativa frustrada de achaque.
Para defender-se das pressões que garante ter sofrido do PT nos últimos três anos e meio, Dantas acumulou toda sorte de informações que pôde coletar sobre seus algozes. A mais explosiva é uma relação de cardeais petistas que manteriam dinheiro escondido em paraísos fiscais. Entre eles estão o presidente Lula, os ex-ministros José Dirceu (Casa Civil), Antonio Palocci (Fazenda), Luiz Gushiken (Secom), o atual titular da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, o diretor da Polícia Federal, Paulo Lacerda, e o senador Romeu Tuma (PFL-SP). A lista é fruto de um trabalho de investigação feito pelo americano Frank Holder, ex-diretor da agência internacional de espionagem Kroll. Ela apresenta uma série de números de contas, seus titulares, os nomes dos bancos e os saldos referentes ao primeiro trimestre de 2004. Holder disse ter comprovado a existência das contas por meio de depósitos. Além disso, Dantas compilou metodicamente não só os pedidos de propina como também as contratações e os pagamentos efetivamente feitos para tentar aplacar as investidas do atual governo sobre seus interesses. Se pelo menos uma parte desse material for verdadeira, o governo Lula estará a caminho da desintegração. Isso, é claro, se o Brasil ainda mantiver as aspirações a se tornar um país sério. Se o material for fruto de falsificação, Dantas vai afundar-se ainda mais na confusão policial na qual se meteu desde que contratou a Kroll para montar dossiês de seus adversários dentro do governo. Em entrevista ao colunista Diogo Mainardi, o banqueiro dá uma idéia do que tem em mãos. Seu arsenal é maior.
VEJA teve acesso à lista das supostas contas dos petistas em setembro de 2005, com o conhecimento de Dantas. De posse dela, a revista deu início a um exaustivo trabalho de apuração. A reportagem encontrou-se com Frank Holder uma vez em Zurique, na Suíça, e outras duas vezes em Buenos Aires. Holder tem uma longa história no mundo da investigação. Oficial de inteligência da Força Aérea dos Estados Unidos, ele transferiu-se para a seção de assuntos latino-americanos da CIA no começo dos anos 90. Nessa condição serviu na Embaixada dos EUA em Buenos Aires até desligar-se, em meados dos anos 90, para fundar a empresa Holder Associates, adquirida em 1998 pela Kroll, da qual se tornou diretor. Em 2003 e 2004, como dirigente da Kroll, supervisionou o trabalho feito para a Brasil Telecom. Foi nesse período que conheceu Dantas e saiu-se com a lista das supostas contas dos petistas em paraísos fiscais.
Na lista produzida por Holder e Manzano, para uso de Daniel Dantas, o presidente e outras autoridades aparecem como detentores de dinheiro em paraísos fiscais. VEJA usou de todos os seus meios para comprovar a veracidade dos dados. Não foi possível chegar a nenhuma conclusão – positiva ou negativa
Inicialmente, Holder explicou a VEJA que a lista fora obtida pela Kroll no curso da investigação de outro escândalo: o da quebra, no Brasil e na Itália, da companhia de laticínios Parmalat. Segundo ele, foram recuperados, nessa investigação, documentos que comprovariam detalhes do pagamento de propina da Parmalat a autoridades dos dois países. Desdobrados, esses dados teriam, por tabela, batido na rede de corrupção pessoal do governo do PT. Em dois encontros com a reportagem de VEJA, autoridades judiciais em Milão, encarregadas do caso Parmalat, afirmaram desconhecer essa conexão. Confrontado com a negativa italiana, Holder então mudou sua versão. Passou a dizer que as contas foram rastreadas por hackers pagos pelo ex-ministro argentino José Luis Manzano, símbolo da corrupção do governo Carlos Menem. Hoje dono do terceiro maior grupo de comunicações da Argentina, Manzano é freqüentemente acusado, em seu país, de manter uma equipe de investigadores privados para chantagear inimigos. Em conversa com VEJA, em Buenos Aires, Manzano confirmou ter entregue “algumas contas de brasileiros” a Holder, como um favor pessoal, e autorizou seus funcionários a fornecer novos papéis que comprovariam como as contas dos petistas foram hackeadas. Nesses papéis, os saldos eram bem maiores do que os que constavam na lista original e um novo nome surgiu: o de Duda Mendonça
Por todos os meios legais, VEJA tentou confirmar a veracidade do material entregue por Manzano. Submetido a uma perícia contratada pela revista, o material apresentou inúmeras inconsistências, mas nenhuma suficientemente forte para eliminar completamente a possibilidade de os papéis conterem dados verídicos. Diante de tal indefinição, e tendo em vista que o nome de Dantas voltou a aparecer na CPI, VEJA decidiu quebrar o acordo feito com o banqueiro do Opportunity e Manzano. O compromisso inicial era preservar o nome de ambos, caso se pudesse comprovar a veracidade das contas. Nada mais justo: a revelação seria um serviço prestado ao Brasil, uma vez que levaria grandes nomes da República a ter de explicar a origem do dinheiro depositado no exterior. Revelar agora que Dantas – e, por tabela, Manzano – está por trás de uma lista em que o presidente Lula aparece como dono de uma conta num paraíso fiscal viabilizará, acredita VEJA, que investigações oficiais sejam abertas. Ao mesmo tempo, isso impedirá que o banqueiro do Opportunity venha a utilizar os dados como instrumento de chantagem em que o maior prejudicado, ao final, seriam o país e suas instituições. No quadro da página ao lado, o elenco das contas foi reproduzido, com os números e nomes dos bancos propositalmente apagados. A revista só os cederá mediante requisição legal.
Voltei
A vagabundagem que se finge de jornalismo tentou imputar à VEJA o endosso às tais contas secretas. Repete a mentira exaustivamente para ver se cola. Ora, o objeto da notícia, obviamente, não são as contas secretas, mas justamente a guerra nos porões.
- a revista informa que Dantas se municiava de papelada, pouco importa se falsa ou verdadeira, para pressionar o governo;
- a revista deixa claro que investigou a existência das tais contas secretas; elas não puderam ser comprovadas;
- a notícia, entçao, era a batalha de bastidores entre o banqueiro e o governo, de que a tal lista com as contas era só um elemento;
- a revista fez mais: julgou, dadosm os motivos muito bem expostos acima, que era o caso de revelar a fonte.
- A revista cumpriu, em suma, a sua função. E observem que se antevê ali a guerra será sangrenta.
Dantas encontra Mário Thomaz Bastos
Falei de duas reportagens, não é mesmo? Sim, na semana seguinte, na edição 1957, Marcio Aith voltou ao caso. Leiam com atenção (em azul).
Em sua edição passada, na reportagem sobre o arsenal do banqueiro Daniel Dantas contra o governo, VEJA revelou que ele incluía supostas contas de autoridades brasileiras no exterior. Para ilustrar a matéria, a revista publicou a cópia de uma lista (à direita) enviada por ordem de Dantas a VEJA, que tomou o cuidado de apagar o número das supostas contas e o nome dos bancos. Ainda assim, o fato de tê-la publicado causou várias reações. Uma delas foi a afirmação de que a lista não provava nada. De fato não prova – nem VEJA pretendeu o contrário. Ao publicá-la, a revista quis tão-somente mostrar que tinha em seu poder papéis repassados por Dantas. Todos eles foram entregues ao procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. Ao longo da semana passada, os repórteres da revista empenharam-se em acompanhar os desdobramentos da crise causada pela primeira reportagem. Neste quadro, o leitor encontra um resumo da apuração.
A MÃO DO BANQUEIRO
A lista com as supostas contas de petistas não chegou à redação de VEJA por acaso – versão divulgada por Dantas, em acordo com o governo, e comprada por jornalistas ingênuos. Foi oferecida pessoalmente pelo banqueiro à direção da revista e entregue por seus espiões. A operação deixou gravações e rastros
ELE DOBROU DIRCEU
Documento inédito mostra Dantas numa conference call com o espião Holder, que o banqueiro afirma mal conhecer. O que diz Dantas nessa reunião? Que o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) se comprometeu a defender os interesses do Opportunity desde que não fosse investigado pela Kroll. Dantas também diz que alguns membros da Polícia Federal são corruptíveis e podem atuar como mercenários
DE NOVO NA CASA ERRADA, MINISTRO
Enquanto o governo e jornalistas ingênuos se ocupavam em atacar VEJA por causa de sua reportagem sobre o dossiê do banqueiro, Dantas teve um encontro secreto com o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, na noite da última quarta-feira, em Brasília. Eles combinaram uma trégua. Familiar? Sim: há dois meses Bastos participou da reunião em que o ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda) tentou apagar as provas da quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa
EM PODER DO PROCURADOR
Como registrou em sua edição passada, VEJA não dispõe dos meios legais necessários para conferir todas as informações do dossiê de Dantas. Por isso, remeteu tudo o que recebeu do banqueiro ao procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza – talvez a única pessoa hoje em Brasília isenta e confiável para analisar o material de 41 páginas, das quais constam 27 supostas contas de sete autoridades – com seus números, bancos, saldos e supostos caminhos utilizados pelos espiões de Dantas para localizá-las.
Encerro
É assim que se faz. VEJA não comprou a versão de Dantas ou de qualquer outro. Manteve seu compromisso com o jornalismo. E estava, de fato, fazendo a punção num abscesso da República, como provaram os eventos futuros.









Ram ram! rsssssssss
O anônimo referido no meu comentário das 8:10 PM é o das 4:20 AM.Só para esclarecer.
Obrigado,sr. Reinaldo Azevedo!
Ram ram! rssssss
Reinaldo
ASSINO Veja há muitos anos e janais considerei ser um “gasto”. Considero um investimento em cidadania.
É isto aí! ASSINAR Veja é INVESTIR EM CIDADANIA.
Parabéns à revista Veja e a todos que nela trabalham. Ela o antídoto contra a insensatez.
Anônimo,percebe-se que tu não sabes o que é Esquerdismo,Ateísmo,Humanismo,Iluminismo,Revolução Francesa,Agnosticismo,Gnosticismo,etc.
No dia em que souberes,e bem,o que representam semelhantes idéias,em termos de efeitos nefastos ao cristianismo,à moral judaico-cristã e ao pensamento do Mundo Ocidental,livre,democrático,etc.,aí sim,sentirás sentimentos que lhe provocarão alegria,contentamento;outros,pelo contrário,provocarão raiva,indignação,NOJO e revolta.
Afinal,tu pagas para ler uma revista que,espera-se,respeitará a tua inteligência,teus princípios,teus valores morais e cristãos,não é verdade?
A revista VEJA,ao menos para mim,é uma publicação que me desperta alegrias e tristezas,orgulho e vergonha,amor e ódio,etc.
Como tu deves saber,não é possível servir a dois senhores ao mesmo tempo!Por isto faz muito tempo que não compro mais a VEJA!
Quando esta parar de querer servir a dois senhores ao mesmo tempo,aí sim,dependendo de que lado ela se posicionar,talvez até assine a revista…
Aprecio a parte de política nacional(SÓ A POLÍTICA NACIONAL,mas com ressalvas,pois a mesma ocultou a existência do FORO DE SÃO PAULO durante todos estes anos),dos artigos do Reinaldo Azevedo e da maravilhosa escritora Lya Luft;quanto ao Diogo Mainardi,só aprecio suas análises e observações de natureza política.
O resto é o resto:antiamericanismo puro,defesa da descriminalização do aborto,ecoterrorismo,ecochatismo,bobajada científica,lixo cultural marxista,etc.,etc.,etc.
Esta é uma crítica construtiva para que a VEJA se decida sobre qual lado ficará!E não adianta vir com aquela conversa mole de que não tem lado!Chega de hipocrisia!A VEJA insiste em defender uma visão de mundo que é contrária ao pensamento majoritário do brasileiro!Brasileiro que é,em sua quase totalidade,cristão,católico e,portanto,de direita!
E não sou o único que pensa desta forma!
Por que não continuar com a orquestrada campanha para por na cadeia os ” terroristas da ditadura”?
Por que não continuar com a campanha via militantes contra o “jornalismo de direita”?
Por que não continuar com a propaganda oficial, cara aos cofres.Pouco importa se transmitida pela LULANEWS, Globo, Record ou Band ou outro meio qualquer.
O que eu posso esperar do que o Reinaldo chama de subjornalismo?
Se não for assim, as falcatruas não prosperam, e o “partido hegemônico” no poder fica numa corda bambissíma.
Sou descrente quanto ao futuro do país.Há um monopólio de todas as instâncias, inclusive na mídia. Basta ver onde estão o Franklin, o Amorim e o Nassif.Os partidos políticos todos cooptados, mesmo o PSDB que vez ou outra se faz de oposição. Mas, o que os políticos do PSDB falaram sobre as demarcações de Terras Indigênas? O próprio senador Vigílio , representante eleito pelo Amazonas criticou o General Heleno. Ficou com medo de perder sua boquinha no Congresso.
Não há uma oposição. Não há uma entidade organizada para se contrapor ao “método petista de governar”.
Lendo ou participando das reuniões, sejam de famíliares ou entre amigos,todos favoráveis ao regime democrático, não visualizamos solução que não passem pela única entidade organizada que pode dá um basta em tudo isto que são as Forças Armadas.
Vale lembrar matéria do Reinaldo já abordada aqui. Há um processo acelerado de desinstitucionalização no país.
Não há mais o que dizer.O que falta acontecer de falcatrua? Os assuntos trazidos aqui pelo Reinaldo , lendo com calma, são de uma gravidade inimagináveis.
Será que ainda vem mais novidades?
Reinaldo,
Confesso que ainda não engoli direito aquela reportagem de Veja. Concordo com a revista quase sempre, sou assinante, seu leitor assíduo. Isso não é adulação para ganhar a sua atenção. Como você já explicou em mais de um post, você não é um carente afetivo!
Se a coisa é como você resume no post, sinto que faltou ao texto de Marcio Aith a mesma clareza. Ali se levantavam vários pontos, mas não ficava claro qual o foco principal da reportagem. É como você dizia a seus alunos sobre argumentos e cebolas.
E há um outro problema. Quando Veja recebeu o dossiê anti-FHC preparado pela Casa Civil, fez a coisa certa que era publicar. E o foco da reportagem também foi o correto: na chantagem e não nos supostos gastos suntuosos. Se fizermos um paralelo com a “Guerra nos porões”, veremos que ali foi publicada a lista de supostas contas secretas, nomes e valores. Mesmo com a ressalva de não ter sido possível verificar a veracidade da informação. Mais uma razão para não publicar, exatamente como no caso do dossiê.
Minha teoria, se me permite, é que o foco não estava claro a Márcio Aith quando terminou sua matéria. Ele escolheu manter todos os possíveis enredos abertos, como um noveleiro esperto. Afinal, mais provas poderiam aparecer nas semanas seguintes…
Prezado Reinaldo
Não sabia desta encrenca de 2005. Afinal de contas, QUE PAÍS É ESTE?
SOCORRROOOOOOOOOO.
Não tenho mais nada a escrever, somente rezar para que nos livremos do PT e corja o mais rápido possível.
Desculpe, argargarg, acho que vou v…
BRASILEIRO INDIGNADO
Meu caro Rei,
Tudo isso é ficção, é fantasia, é imaginação…
No nosso paíz (ou será país?) chamado por alguns de Lulolândia, por outros de Banânia, por outros de Terra dos Duendes Petralhas… NÃO EXISTE NADA DISSO!
Isso é fruto da imaginação pervertida de algum jornalista Nerd!
São as famosas Teorias Conspiratórias!
Não. O Brasil (ou será Brazil, a “Terra do Nunca Antes neste Paiz”?) É UM PAÍS SÉRIO!
FORA PETRALHAS!
FORA COM A ANTA DO NOÇO MULLA!
Vlad
Ja li outras revistas como época e outras então istoé e carta capital nem se fala é petralhismo na veia só a revista veja eu consigo ler do começo ao fim sem passar raiva parabems revista veja
Convenceu não, Reinaldo.
Tenta novamente.
A REVISTA VEJA É UM SIMBOLO DO BRASIL
Nossa, Reinaldao!!
Essa humilhou muito as putinhas do lulla.
MTS
Pergunten ao COLLOR se ele esta felis.O primeiro presidente a perder esa mamata,por que foi mesmo?Cade os cara s pintadas,o Lu compro,trinta pra UNE,bom a mosada vai faser festa ate cuando,GAVEIRA leva pra vc,e insina como se planta,o resto eles ja saben demais,viva viva a demos~cracia
“BRASÍLIA - Desafiados pela Polícia Federal que, na terça-feira, algemou 32 presos da Operação Dupla Face, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram nesta quarta-feira, 13, em tempo recorde para os padrões da Corte, uma súmula vinculante que prevê punições severas para policiais e autoridades que algemarem pessoas sem necessidade e a responsabilização do Estado. Quem for vítima de abuso, pode reclamar diretamente ao STF. Num único dia, os ministros redigiram e aprovaram o texto.” [ESTADÃO]
Sou policial e diante das decisões do Supremo,os colegas já estão pensando em alternativas para não serem punidos em lugar dos criminosos. A “operação tartaruga” será a mais utilizada. A guarnição recebe determinação para ir ao local do crime,mas o motorista retarda a chegada ao local;vai a 20Km/h e por um trajeto mais demorado;ou simula pane na vtr. Quando chegar ao local, não há mais ninguém para ser algemado. Prevaricação? Sim! Mas será quase impossível prová-la.Salário na conta sem luta corporal,troca de tiro,processo para responder…
“And I think to myself what a wonderful world”
Sr. Reinaldo,
Não é lamentável que empresários tenham que se curvar aos corruptos para poder trabalhar em paz no país?
Caso não aceitem o resultado aí está e salve-se quem puder.
É muito triste e desabonador para o país.
Sabe como é… se não aceitam, tentam tomar a empresa do sujeito na mão grande. Estamos cansados de ver esse filme sem que alguma autoridade ou autoridades empeitem essas quadrilhas que se instalaram no poder com o único objetivo de enriquecer as custas do dinheiro do contribuinte ou de empresários.
Não fazem absolutamente nada pelo país. Legislam em causa própria.
Fico me perguntando que diabos está acontecendo?
Penso que está na hora do contribuinte ter a sua vez no bolo, não é não?
Imagine os investidores o que pensam do governo que aí está.
Basta observar o tratamento dispensado as autoridades que lá fora, se apresentam como representates do empresariado brasileiro.
Acho indecente o governo se apresentar como representante oficial da iniciativa privada.
De graça não estão trabalhando não. Não fazem nem pelo país imagine trabalhar de graça para empresários, não é mesmo?Ainda querem rever a lei de anistia é? Quem deveria pedir perdão e indenizar o contribuinte pelo estrago que fazem são eles ou não?
Não é fácil não.
Reinaldo,
Mas afinal, as tais contas não existem?
Para onde a dinheirama foi transferida?!
Isto tudo não deixa rastros?!!
Existe ‘viva’ alma que queira pegar esta corja?!!!
Sds.,
m
VEJA não é a revista.
VEJA é a informação correta.
Por mais que tentemos pensar que se trata de uma pequena “elite” de delinquentes, não dá para deixar de notar como o “sucesso” desse tipo de gente se alastra por toda a sociedade, juntando duas coisas muito poderosas hoje em dia: a vontade de ganhar muito dinheiro e a falta de vontade de trabalhar duro para obtê-lo. Existe, em tudo isso, um prato cheio para o pessimismo.
É POI ISTO QUE SOU ASSINANTE E LEITORA ASSÍDUA!!!!!!!
VIVA A VEJA E SUA DEFESA DO ESTADO DE DIREITO !!!!!
A VERDADE ACIMA DE TUDO.
REI, MUITAS VEZES COMENTEI COM MEU MARIDO SOBRE O “SUMISSO” DO DANTAS QUANDO ELE PODERIA TER DETONADO TUDO HÁ MUITO TEMPO….FOI DEPOIS DESTA REPORTAGEM.
O procurador-geral, Antônio F. de souza, parece que é o único que pode esclarecer essa xaropada de cambalacho. Tá em tempo ainda.
Como eu gostaria que explodisse esse governo. Limpar essa bandidadem toda, não importando o partido. Zerar esse país. Será que posso sonhar?
Maria Cristina SP
Alguém se espanta?