Blogs e Colunistas

10/02/2007

às 5:25

Veja 5 – A morte do menino João: se não agora, quando?

O bárbaro assassinato do garoto João Hélio Vieites está na capa de Veja. A questão é retratada em sua dramaticidade e brutalidade únicas, mas também é vista como um sintoma de um estado de coisas. Veja busca entender por que chegamos a esse estado de coisas e traz algumas respostas que a sociedade precisa dar agora, e não depois. Seguem trecho e link, por Marcelo Bortoloti.

• Limitar o horário de funcionamento de bares. Pesquisa feita em 2002 pela prefeitura de Diadema, uma das cidades mais violentas da Grande São Paulo, mostrou que 60% dos homicídios do município aconteciam a 100 metros de um bar. Ao fixar em 23 horas o horário-limite de funcionamento dos bares, a cidade conseguiu, em cinco anos, reduzir em 68% sua taxa de homicídios.
• Diminuir benefícios de presos como a redução do cumprimento da pena no regime fechado, por meio de progressão. “Hoje, até os autores de crimes hediondos são beneficiados com passagem do regime fechado para o semi-aberto após o cumprimento de somente um sexto da pena”, diz o promotor de Justiça das Execuções Criminais de São Paulo Marcos Barreto.
• Suspender o benefício dos indultos (de Natal, Dia das Mães…) para criminosos reincidentes ou condenados por crimes violentos. O cientista social e professor da Universidade de Brasília Antônio Testa lembra que a freqüência com que os indultos são concedidos hoje, além de aumentar o risco a que a população está exposta, obriga o Estado a dispor de mais policiais na rua e gera desvio de funções.
• Suspender o limite para a internação de adolescentes infratores em centros de ressocialização. Hoje, eles só podem ficar internados até os 18 anos. “Só deveriam poder deixar os centros aqueles adolescentes que estivessem realmente ressocializados. E isso poderia durar três, quatro ou dez anos”, afirma Testa.
• Criar uma rede multidisciplinar de assistência para jovens que começam a se envolver com a criminalidade, praticando pequenos atos de vandalismo ou participando de brigas de rua, por exemplo. “Nenhum jovem vira assassino da noite para o dia”, afirma o sociólogo Cláudio Beato. “Uma rede de professores, psicólogos e assistentes sociais treinados pode atuar nas escolas e comunidades, dando suporte e orientação ao jovem ainda nessa etapa do processo”, diz.
• Priorizar o policiamento comunitário. “O policial comunitário ganha a confiança dos moradores, é mais bem informado sobre a criminalidade no bairro e, portanto, consegue agir com mais eficácia”, afirma o sociólogo Beato. No bairro Jardim Ângela, considerado uma das regiões mais violentas de São Paulo, a adoção da medida ajudou a reduzir o número de homicídios em 57% entre 2001 e 2005.
• Criar varas especiais que possibilitem o julgamento mais ágil de policiais acusados de corrupção e outros crimes: “Um agente suspeito que permanece trabalhando, enquanto aguarda julgamento por um longo período, contribui para aumentar a sensação de impunidade e afastar a polícia da sociedade”, afirma Ignacio Cano, pesquisador do Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Assinante lê reportagem aqui

Por Reinaldo Azevedo
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65 Comentários

  1. Anônimo

    -

    11/02/2007 às 18:56

    vendo casos como esses me pergunto aé onde vai a violencia do nosso país????
    A indignação..revolta..e dor q sentimos é imensa..
    pessoas como essas ñ podem ser consideradas pessoas e sim monstros..
    ñ deveriam ser presos acusados e dps libertos ñ..mais sim MORTOS!
    Pessoas assim ñ devem estar na sociedade? pra q???? para cada vez mais tirar vidas de pessoas inocentes como do João Hélio??

  2. NoBomber

    -

    11/02/2007 às 17:35

    Paulo Coelho (q pobreza de espírito e às burras de sofista), quer nos seduzir (sic) pela “Máxima do Suplicyo”:
    “- Perdoa-me por Me traíres!”

  3. NoBomber

    -

    11/02/2007 às 17:19

    JUSTIÇA!!!!??
    Em qual alínea ou parágrafo a esconderam???

  4. Anônimo

    -

    11/02/2007 às 13:50

    TENHO 20 ANOS …E QUERO VIVER…..

    No dia em que morri a noite estava linda, aberta para a alegria de viver que sempre tive. Lembro-me que sai da Faculdade e fui à casa de minha namorada, lá pelas 22:00 horas me despedi . Ela me perguntou. “Não vai avisar seu pai que esta aqui?” Respondi que não precisava, pois, eu estava dentro do meu horário normal e não tinha necessidade de avisar meu pai ou minha mãe. Queria voltar para casa e sai com todo o cuidado para a av. Giovani Gronch. Meu pai me avisou que esta região é muito perigosa, por causa dos assaltos e que já haviam ocorrido assassinatos nestes locais. E com toda a cautela segui em frente. Ao me deparar com um farol de transito fechado na altura do no. 5500 parei. Não vi na esquina escondidos na vegetação 04 indivíduos, dois pularam na frente do meu carro e dois ficaram ao lado. Puxei o freio de mão e coloquei o carro em ponto morto. Ouvi um tiro e os 04 indivíduos fugindo. Meu corpo sentiu um calafrio muito forte e um grande susto, depois tudo sumiu numa escuridão. Acordei, ao meu lado pessoas e policiais apressados me levaram para o pronto socorro do Campo Limpo. Meu corpo estava perfurado por uma bala, disparada por aquele cara que eu não conhecia, que não fiz nada, que nunca vi antes, e não entendi porque fez isso comigo. Todos estavam apressados em me socorrer. Curioso, eu não sentia dor, não sentia nada. Ao chegar no pronto socorro os médicos me examinaram e cobriram-me com um lençol. Hei tirem isso de cima de mim, tirem-me desse mármore frio! Não consegui erguer-me, não consegui mover um dedo sequer. Eu não posso estar morto, tenho apenas 20 anos. Meu pai, minha mãe, minha irmã e nossa cachorrinha me esperam. Quero viver, tirem esse lençol que me incomoda, deixe-me sair daqui. Ninguém me ouvia, não sei porque. Levaram-me para outro prédio, outro lugar e localizaram o projétil por uma chapa de raios-X, meu Tio Eduardo estava comigo e também não me ouvia. Arrumaram-me o melhor possível e fomos para outro lugar muito cheio de gente. Meu pai com o rosto lavado em lagrimas e muito abatido. Minha mãe, minha irmã e minha avó, soluçavam de desespero sobre o meu rosto e meu peito. Amigos e parentes passavam por mim, fitavam-me com tristeza , minhas amigas e minha namorada acariciavam minhas mãos, rosto e cabelos. O Silvio pediu minha ajuda para encontrar os seres que me assassinaram, não entendi muito bem. Por favor eu preciso acordar. Ajudem-me, tirem-me deste caixão e deixe-me sair. Tenho apenas 20 anos, quero viver, tenho uma vida inteira pela frente. Quero namorar, passear, estudar, ser jornalista, quero o amor de meus pais, de minha irmã, de minha avó, de meus parentes e amigos.Quero jogar bola, gosto disso, quero ver meu time do coração campeão. Meu Deus, dê-me mais uma chance. Tudo o que quero é VIVER esta linda vida que eu vivia. Já falei, tenho 20 anos e quero viver!

    Rodrigo Balsalôbre Damús-Jovem, trabalhador, estudante do 2o. ano de jornalismo, assassinado na av. Giovani Gronch, alt. no. 5500, em 27/09/1999, por um menor de idade e mais três co-autores maiores de 18 anos, tinha apenas 20 anos e queria viver.
    RODRIGO E MUITAS OUTRAS VÍTIMAS VIRAM APENAS UM NÚMERO NAS ESTATÍSTICAS, SERÁ QUE É ISSO QUE QUEREMOS PARA NOSSOS FILHOS? NÓS, CIDADÃOS ORDEIROS, ATÉ QUANDO SEREMOS ASSALTADOS EM NOSSOS DIREITOS E NA RUA PELOS ACIMA DA LEI? ATÉ QUANDO CONTINUAREMOS IMPASSÍVEIS, MEDROSOS, DENTRO DA LEI. ACORDA, BRASIL!!! REAÇÃO JÁ!!! ATÉ QUANDO A POPULAÇÃO SUPORTARÁ CRIMES COMO ESSE SEM REAGIR? PARECE QUE ESTÃO TODOS ANESTESIADOS! SERÁ QUE CADA FAMÍLIA BRASILEIRA TERÁ QUE PERDER UM FILHO OU FILHA PARA AGIR? ESPERO QUE NÃO!!!
    Não se mata somente com armas brancas ou de fogo.
    Mata-se com gestos, palavras e omissões.
    Mataram o sonho, mataram a esperança. E o Estado prevaricando de suas atribuições vira co-autor dos crimes e da impunidade que impera.
    Mataram portanto, as chances de que justiça seja feita.
    Crime para o qual o castigo

  5. Anônimo

    -

    11/02/2007 às 11:12

    Quando o filho de um político, em Brasília dirigindo em alta velocidade, atropelou e matou um pedestre, o advogado dele com a maior desfaçatez alegou que de nada teria adiantado ele ter retornar e prestar socorro, pois o atropelado já estava morto. Assim ficava descaracterizada a omissão de socorro.
    Em alguns momentos de emoção, experimento algum desvio ideológico e chego a vacilar na minha posição de condenação à pena de morte. Isso acontece nos momentos de grande indignação tal como o da notícia da morte do Vinícius ou da família morta queimada em Bragança Paulista.
    Depois, refletindo melhor, volto à razão e à certeza que a prisão perpétua em regime disciplinar fechado, sem qualquer benefício ou direito especial deveria ser uma alternativa a ser experimentada por um longo período. Monstros como todos esses não têm a mínima condição de convívio social, pois lhes falta a noção mínima do respeito, sentimento e emoção.
    Chego a pensar que uma atitude firme e uma tentativa de solução só seria viabilizada se uma epidemia de barbáries como essas atingisse apenas as famílias de legisladores e juízes em todo País.

  6. Anônimo

    -

    11/02/2007 às 11:06

    A esquerdalha insiste em dizer que o problema é social. Se pagamos a maior carga tributária do mundo quem é o responsável pelo propalado “problema social”?

    ________________

    Ruy Pinheiro.

  7. Anônimo

    -

    11/02/2007 às 9:05

    A diferença no nosso sistema penal de países como o Estados Unidos se faz com uma única pergunta: Qual é o objetivo da pena de prisão ?

    Sim, pois a pena tem como meta principal a punição severa para o culpado e mostrar para o resto da sociendade que condutas como aquelas não serão toleradas ( a “cura” do preso é uma conseqüência). Aqui, a pena tem caráter de “ressocialização” do facínora e não a sua punição.

    Assim, é necessário que Estado atenda os anseios da sociedade e mude esta visão “humanista” (pró bandido, apenas) de aplicar as penas para esta laia.

  8. Anônimo

    -

    11/02/2007 às 0:26

    (REPASSANDO MENSAGEM RECEBIDA VIA EMAIL)

    PETIÇÃO ON LINE PARA REFERENDO SOBRE PENA DE MORTE E PRISÃO PERPÉTUA

    Caro Amigo,

    Se você é um brasileiro cansado de assistir, dia após dia, nossos filhos, mães, pais, avós e irmãos serem assassinados, torturados, queimados, violentados, de maneiras cada vez mais cruéis e monstruosas…

    Se você está cansado de ouvir nossas autoridades afirmando que não adianta nada diminuir a idade penal, aumentar as penas, extinguir a progressão de penas, restringir os indultos, entre outras atitudes…

    Se você está cansado de ver criminosos serem tratados como vítimas, e pessoas honestas permanecerem amedrontadas em suas casas…

    ASSINE A PETIÇÃO ON LINE!

    A petição solicita um referendum sobre a pena de morte e prisão perpétua em nosso país, mas você não precisa ser especificamente a favor dessas leis para assiná-la.

    Talvez, o referendo nunca venha a ser realizado, nem o Brasil venha a ter pena de morte ou prisão perpétua.

    O que importa é ter um número significativo de assinaturas para que o governo perceba que a sociedade está insatisfeita e exige mudanças!!

    Chega de ficarmos aguardando passivamente que nossas “autoridades” tomem alguma providência. SÃO OS NOSSOS FILHOS QUE ESTÃO MORRENDO! Se não fizermos nada, UM DIA CHORAREMOS OS NOSSOS NETOS!

    Juntamente com a assinatura, há espaço para manifestar a sua opinião, a sua indignação ou pedir outras providências relativas ao nosso Código Penal e à Constituição. Inclua também o seu comentário.

    Colabore, faça a sua parte! Divulgue para os seus amigos e familiares!

    APERTE UMA TECLA, ANTES QUE ALGUÉM APERTE O GATILHO CONTRA A SUA FAMÍLIA.

    http://www.petitiononline.com/hruodber/petition.html

  9. Otto

    -

    11/02/2007 às 0:23

    Anonimo das 7:25 AM - Não sei onde diabos você encontrou esse dado tão preocupante sobre prisões suecas e aposentadoria de 40 por cento. Recomendo que o senhor vá se informar melhor, porque, se a Suécia é onde a carga tributária é uma das mais pesadas do mundo, NÃO É VERDADE que suas aposentadorias sejam esse quadro que o senhor pintou. Há já algum tempo que a Suécia não é mais o paraíso socialista, cabendo à iniciativa privada a maior parte do ônus social, tanto que os trabalhadores têm hoje planos de saúde e de aposentadoria privados (caso assim desejem e hipóteses em que ele tem a carga tributária bastante diminuída); ainda cabe ao Estado a manutenção do sistema educacional e cada cidadão que vem ao mundo já tem seu lugar garantido nas escolas de lá. No caso das universidades isso já está acabando, porque a maioria delas tem um sistema misto, com pagamento de mensalidades etc. Nenhum cidadão fica abandonado à sua sorte sem assistência médica. Convém que o senhor faça uma visita ao país antes de começar a acreditar em tudo o que lê aqui no Brasil.

  10. Livia

    -

    11/02/2007 às 0:02

    Mestre, botar a boca no mundo é o melhor caminho para quem é apenas povo. Mandar e-mail para esses deputados e senadores SIM, mas com cópias às organizações internacionais de direitos humanos que possivelmente não sabem o que anda ocorrendo no país do molusco que eles tanto aplaudem lá fora. Não porque seja atualmente o governo dele, mas, dentro daquela linha do “quem cala consente”, ele e seus asseclas estão concorrendo para que as coisas continuem como estão.

  11. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 23:55

    Acrescente a essas medidas, educação básica com qualidade e regras disciplinares rígidas.O Brasil é um país que os cidadãos têm muito direitos e poucos deveres.

  12. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 20:41

    A esquerdopatia petralha vai se opor tenazmente à qualquer endurecimento da legislação penal no que se refere ao caso dos menores. Vai-se utilizar o mesmo argumento cafajeste e obtuso assacado durante o escândalo do mensalão para a não realização da reforma política: não se deve agir por impulso. Ora, esse raciocínio é duplamente canalha: 1) supõe que seria possível fazer reformas legislativas perfeitas em condições “normais”, em que imperasse a frieza e o cartesianismo;2)sugere que essas reformas perfeitas serão feitas depois de passada a crise.
    O que vemos é justamente o contrário. Passada a crise, nada é feito, o que leva a desmoralizações suplementares das instituições quando novas crises estouram. Enquanto juízes e parlamentares agem como se nossa realidade fosse sueca, a população desesperada passa a apelar para o tradicional “faça justiça com as próprias mãos”. Os linchamentos, execuções sumárias, torturas são a resposta à inoperância, ao descaso e à incompetência das autoridades. Resultado: chafurdamos cada vez mais na barbárie.
    Dá nojo ser brasileiro!

  13. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 20:00

    Concordo com o Macz.

    E que o diga o BBB7, líder de audiência…
    É uma verdadeira put….. e apologia da bebedeira.

  14. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 19:58

    DE QUEM É A CULPA?

    DO PRÓPRIO SER HUMANO OU DO MEIO EM QUE FOI CRIADO?

    Existe uma estória de um mendigo que vivia bêbado, caíndo pelas sarjetas, drogado, andarilho, que virou o pior dos bandidos.
    Perguntado sobre o porquê de ter virado esta escória da humanidade respondeu:
    - Meu pai era tudo o que sou e ainda um pouco pior. Violento, batia em mim e nos meus irmãos. Por ter vivido uma infância de horrores, não me restava outra coisa na vida a não ser me tornar o que sou hoje.

    Em outro lugar, vivia um homem da mesma idade, que estudou e se tornou um médico muito famoso, rico, cristão e que conseguiu formar uma família unida e feliz.
    Perguntado como havia se tornado um grande homem e realizado na vida peesoal e profissional respondeu:
    - Meu pai era um homem violento, que bebia e batia em mim e nos meus irmãos. Vivi uma vida de horrores. Por causa disso, decidi lutar por uma vida melhor. Com muita dificuldade, concluí meus estudos e consegui emprego. Meu patrão gostava de mim e me ajudou a conseguir uma bolsa de estudos na faculdade.
    Hoje, procuro ser totalmente diferente do que meu pai foi para mim.

    Moral da história?

  15. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 19:23

    Caros leitores,

    Se eu fosse pai ou mãe desta criança, ou daquela que morreu no carro incendiado, ou de qualquer filho ou filha que morre assassinado nestepaíz, tenham certeza:

    EU MATARIA OS ASSASSINOS. É A COISA MAIS SENSATA A SE FAZER NESTEPAÍZ SEM JUSTIÇA E SEM LEI.

  16. macz

    -

    10/02/2007 às 18:32

    Me desculpem os mansos mas O CRIME É UM DOS SEGMENTOS DA CULTURA DA CERVEJA. Machista, idiota, estúpida e ignorante. UÍSQUE DOZE ANOS PARA TODOS JÁ!

  17. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 17:07

    Por favor, escreva isso na proxima edição:
    Tenho um filho de 3 meses de idade,e sem pensar,mato qualquer um que tentar fazer algum mal pra ele enquanto ele não poder se defender.
    O problema é que a liberdade virou libertinagem,fanck de cadeieros exaltando o crime e gravadoras entereçadas nesse quinhão não dão a minima se essa cultura irá formar cidadões ou criminosos,emissoras de tv que colocam em seus programas infantis violência em forma de desenho animado. O que esperar dessa sociedade brasileira?
    Mato qualquer um que tentar fazer mal ao meu filho e, de uma forma violenta e sem humanidade nenhuma, pois assim posso estravasar minha justiça, pois a justiça que temos hoje, feita por meia duzia pessoas que se intitulam juristas e impõem suas ideias de justiça para 190 milhões de brasileiros só serve para criar mais e mais bandidagem. Fácil, moram todos em condomíneos com segurança e carros blindados.
    Se nosso comgresso não endurecer as leis sou a favor dos grupos de estermíneo e ate participaria de um, pois nesse país a lei é do cão, e a favor dos criminosos, sempre.
    Vocês já se perguntaram de onde vem o dinhero que paga os advogados desses criminosos? Será de forma lícita? Ou de sequestros,latrocínios,etc…?
    Porque o governo não bate em cima desses advogados?
    Não tenho nenhuma esperança de melhora para nossa sociedade e,temo que o martírio do João seja mais um de tantos que ainda estão por vir, pois até nosso presidente defende que uma CRIANÇA de 17 anos não sabe o que faz.
    Será?

  18. professor mauro

    -

    10/02/2007 às 16:32

    Caro Reinaldo:
    Consideremos o seguinte:
    a) todas as teorias sérias (porque científicas) sobre a natureza humana (Darwinismo, Etologia, Freudismo, etc.)tem base na constatação universal de que os seres humanos são os animais mais agressivos da natureza;
    b) as periferias dos grandes centros urbanos crescem a taxas malthusianas (acima de 3% aa.);
    c) uma parcela significativa das mães da periferia são solteiras e suas crianças via de regra são criadas sem a figura paterna;
    d))os crimes, em sua imensa maioria, são cometidos por jovens do sexo masculino entre 14 e 25 anos. Existem hoje, no Brasil, cerca de 18 milhões de jovem nesta faixa etária, nas cidades;
    e) uma ínfima parcela destes mesmos jovens está inserida no mercado-de-trabalho com empregos formais e perspectivas de mobilidade social ascendente;
    f)a lei penal brasileira é uma das mais benévolas do mundo, estimulando (ao invés de inibir), a conduta criminosa.
    Em síntese,sem atacar cada uma das causas arroladas acima, a violência urbana no Brasil tenderá a continuar crescendo sem controle.
    Saudações,
    professor mauro

  19. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 16:26

    Gostaria que osr. Antonio Pau se explicasse melhor. Vimos as mais diversas opiniões nestes comentários, mas nada de perto passando pela defesa ou justificativa dos criminosos.

  20. Tiago

    -

    10/02/2007 às 16:25

    Reinaldo!
    Ontem ao assistir o JN me deparei com uma estupidez atroz de todos os entrevistados a respeito da redução da idade penal. Presidente do senado, do STF, antropólogos, diretores de ONGs, enfim, todos abordaram a questão por um mesmo lado: o lado errado! Todos falaram que reduzir a idade penal não reduzia a incidência de crimes, que a solução se baseava na educação e toda aquela ladainha que nos faz sentirmos culpados (nós, a burguesia reacionária) das bobagens que esses marginais fazem. Mas niguém abordou a questão pelo aspecto mais simples e mais importante. Um assassino merece ser culpado por seus crimes? Sim! Um menor de 16 anos sabe que roubar um carro e arrastar uma criança de 6 anos por 7 km até a morte é crime? Sim! Ele usa essa lei estúpida como uma forma de se proteger enquanto não tem 18 anos? Sim!
    Pronto! Essa é a questão! Ele é um assasino, conciente do que faz e usa uma lei estúpida pra se proteger. Merece ser culpado! Independente se isso sirva de exemplo a outros ou se isso irá reduzir as taxas de criminalidade. É apenas umas questão de justiça. Apenas isso.
    Abraço

  21. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 15:06

    Caro Reinaldo,

    Vou tentar postar de novo meu comentário que vc não publicou ontem, porém, de maneira mais “civilizada”, menos emocional, se é que os queridos leitores me entendem.

    1. Eu sou contra a prisão perpétua, pq no Brasil, não existe cadeia, nem penitenciária, nem policiais, nem agentes honestos capazes de segurar um preso por muito tempo numa cadeia.

    2. Cadeia e penitenciária deveriam ser numa ilha deserta, onde os presos quebrassem pedra o dia inteiro, e se quisessem comer, deveriam plantar, colher e cozinhar a propria comida - eu diria, uma lavagem de porcos estaria de bom tamanho - e também esta ilha deveria ser cercada por tubarões. Fugiu, vira comida. E não esta vergonha que é ser preso no Brasil, com tanta regalia, onde o preso passa a pena arquitetando crimes pelo celular e com direito a visita íntima (que o diga o tal do Afro-X com a cantora SimOny: uma VERGONHA!!!!)

    3. Sou a favor, sim, da pena de morte nas seguintes condições: que o condenado morra com a mesma morte com que matou sua vítima!
    Dá pra ter uma idéia de como esses bandidos que arrastaram o menininho João iriam morrer não é mesmo? NAda de injeção letal, indolor.

    Eu garanto, que com estas medidas simples, o crime e a violência iriam diminuar 100%.

    O PRESO PRECISA TEMER A PUNIÇÃO!!!

    Esta é a solução para estepaíz.
    Vamos convencer a sociedade disto, por favor!!!!
    Chega de barbaridades.

  22. antonio pau

    -

    10/02/2007 às 14:50

    1)Reinaldo, eu quase vomitei quando li agora que o Ministério Público do Rio de Janeiro está tentando localizar os autores de uma comunidade no Orkut que abriram uma página para protestar contra a morte do menino.

    2) Dizem que eles estão mostrando como fazer parte de milícias (ou algo assim) para caçar bandidos.

    3) Enquanto isso as esquerdas que protegem os bandidos contam com milhares de ongs, associações e outras entidades da dita cuja “sociedade servil organizada” atuando em seu favor.

    4) Isto é que é “democracia”, o resto é confete.

  23. Buzian

    -

    10/02/2007 às 14:12

    Acho que nunca. Mais um crime horroroso, mais lágrimas derramadas por um inocente que morre violentamente, vítima da bestialidade dos seus agressores, que não vai dar em nada.
    Os responsáveis - políticos e afins - estão mais interessados em aumentar os seus salários que beneficiar a população.
    Por seu lado, a população omite-se. Só 300 pessoas numa manifestação pela paz? Numa cidade de milhões? Que queremos? Indignemo-nos! Reivindiquemos! Exigemos dos governantes aquilo para o qual foram eleitos: que governem a pensar na população!

  24. antonio pau

    -

    10/02/2007 às 13:47

    1)Precisamos de uma mudança radical com o endurecimento das leis penais para os autores de crimes bárbaros e seus cúmplices, pois eles estão, em todos os sentidos, cada dia mais ousados.

    2) A ousadia é tamanha que até os seus imorais e amorais defensores não se pejam de emitir opiniões públicas em seu favor, como percebemos até aqui mesmo neste blog.

  25. João Paulo Rodrigues

    -

    10/02/2007 às 13:25

    Ah, finalmente vozes sensatas. O difícil vai ser fazer o carro andar e tomar estas medidas. Mas sou mais otimista que pessimista. Com a devida pressão da mídia e da sociedade civil, os furos em nosso sistema penal podem ser sanados.

  26. rene escartes

    -

    10/02/2007 às 13:22

    Acabo de ler o texto do Paulo Coelho. Estou chocado com a falta de capacidade de interpretaçâo de todos que dizem que ele culpa a sociedade. Vocês nâo entenderam nada! O triste é que ele diz de outras formas o que muitos aqui diseram: que devemos dar um basta, que cabe a nós lutar contra este estado de coisas. Por um acaso muitos que ocriticaramnâo concordam quando le diz:
    Somos culpados porque vivemos em uma época de “tolerância”, e perdemos a capacidade de dizer NÃO.

  27. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 13:12

    É mesmo revoltante o crime praticado contra o pequeno João. Até quando, meu Deus, até quando este povo se deixará seduzir pelo discurso esquerdista que humilha a classe média, responsabilizando-a pelos verdadeiros psicopatas que habitam em nosso meio?
    Felizmente, pouco a pouco, cai por terra aquela “explicação” pseudo-sociológica, verdadeira crença que associa tão somente o crime à “desigualdade” social, na medida em que a razão e a estatística provam a incoerência deste equívoco. Mas infelizmente, quando o assunto é a segurança da coletividade, o Brasil ainda é o reduto da incompetência, em grande parte, porque os governos se deixam seduzir pelo discurso abstrato que desresponsabiliza o Estado de suas tarefas constitucionais, para lançar no mercado, no sistema ou na pobreza as causas da criminalidade e da violência, idéia defendida pelos “ociólogos” de plantão.
    Dito isto, se o governo pretende mesmo combater a “malandragem”, precisa embasar-se no conhecimento científico, em ações que realmente funcionaram. Deve se atentar ao estudo produzido pelos psicólogos cognitivos James Wilson e George Kelling, autores da “Broken Window” (Janela Quebrada), teoria publicada em 1982. Mais tarde conhecida como política de Tolerância Zero, tal prática foi adotada na década de 90 pelo então prefeito de Nova Iorque, Rudolph Giuliani, alcançando enorme sucesso, método utilizado posteriormente pelo Chile e México. A Broken Window entende a criminalidade como uma epidemia, sendo necessário que haja combate a todos os delitos, por menores que sejam, a fim de deter a proliferação destes, desencorajando a prática de atos mais hostis e de maior potencial ofensivo, evitando assim um efeito de “bola de neve”. Uma simples janela quebrada ou um muro pichado levam o meliante a perceber que determinada região enfrenta um clima de desordem, incentivando-o a efetuar novos delitos, culminando em mais crimes, cada vez mais perigosos, num efeito em cascata. Assim, devem ser inibidas desde as pichações (a “arte” do grafitismo, para os politicamente “corretos”); o uso de maconha e crack pelos jovens, além da bebedeira destes pelas ruas; bem como o irritante som alto em automóveis e o vandalismo. Enfim, tal teoria demonstra os benefícios do fim da impunidade, o que fez diminuir o número de assassinatos em Nova Iorque dos 2 mil a menos de seiscentos por ano! Resta-nos esperar que tal lição seja aprendida, a fim de devolver ao povo um mínimo de paz social.

  28. Rafael Mueller

    -

    10/02/2007 às 13:05

    Jornalismo engajado

    Veja a explícita manipulação que se está fazendo mais uma vez. No link http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/35218.shtml tem uma matéria cuja chamada é “Para presidente do Supremo, reduzir maioridade penal não é solução”. Agora compare isso com a frase da Ministra algumas linhas abaixo, na mesma matéria: “Não sei se é a solução. A solução, certamente, vem também com a agilização de procedimentos, com uma Justiça penal mais ágil. Uma justiça mais rápida com a aplicação de penalidades adequadas, inclusive para os menores infratores”. No Brasil, não saber se uma medida é ou não solução para algum problema é o mesmo que afirmar que a medida não é a solução… Essa é a maravilha do nosso jornalismo “engajado” e “progressista”.

  29. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 12:43

    O comentario de Cristal das 9:50 explica tudo: 10.000 ( a maior parte provavelmente bebados ou drogados reunindo com certeza pessoas de todas as classes )no bloco de carnaval do bola preta e apenas 300 em protesto contra a morte bruta e monstruosa de um menino de 6 anos !!!
    A abundância de comentarios dos canalhas idiotas que justificam um crime desses em funçao da miseria explica o resto. Todos, sem excecao, que se alinham com essa tese ou são imensamente burros ou são canalhas tão culpados quanto os monstros que assassinaram o menino.
    No que me diz respeito nao vou perder tempo discutindo o que deveria ou nao deveria ser feito pois ainda que hajam boas intencoes a maior parte é composta por canalhas ou cretinos e nada absolutamente nada vai mudar.
    Se para defender a minha familia eu tiver que matar um assassino vou faze-lo sem hesitar, assim como devem também ser mortos os que hipocritamente põe a culpa na sociedade pois são os mentores dos criminosos e mantenedores do ambiente em que se propaga a impunidade. São tão ou mais culpados que os proprios assassinos, pois os protegem e incentivam. São os verdadeiros barbaros que destroem a civilizaçao com a desculpa que a estao defendendo. Enquanto essa corja existir não haverá lugar para civilização. São um câncer e devem ser destruidos como quaisquer vermes que nos ameaçam.
    A tolerancia em relacao a esses canalhas so faz piorar a situacao. As pessoas de bem vivem acuadas enquanto eles proliferam. Com certeza não serão com discursos e passeatas que vamos mudar isto.

  30. GAA

    -

    10/02/2007 às 12:40

    Reinaldo pq vc não publicou meu comentário sobre a pena de morte, sei que vc é católico, mas é um ponto de vista importante.

  31. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 12:22

    O PT fez mais um cadáver. Desta vez, na Bahia.

  32. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 12:05

    Prezado Reinaldo.
    Admiro profundamente àquelas pessoas que acreditam que algo será feito para aumentar a segurança do contribuinte. Mas não faço parte dos que pensam assim. Os meus anos de idade dispensam esses sonhos. Depois de ler e ouvir os depoimentos das mais altas autoridades do país, cada qual indo para um lado e professores, educadores, cientistas socias, etc. argumentando que são necessárias políticas que ataquem a desigualdade social, que precisamos de uma educação condizente com as nossas necessidades, que as prisões não resolvem o problema da violência se não fizermos uma verdadeira reforma política, e blá blá blá, etc., etc.,etc.
    Conheço esse filme. Pertence à Atlântida e fazem parte dele Oscarito e Grande Otelo.Curiosamente, neles eu botava fé.
    Abraço

    Léo

  33. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 12:00

    Anonimo da 8:49, por favor tira o cedilha das palavras, parece, acontecem e financeiro. Doeu aos olhos.

  34. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 11:47

    Reinaldo
    Os “omissos” sequer deveriam ser ouvidos sobre matéria criminal. NÃO ENTENDEM NADA DO ASSUNTO. Essa conversa de redução da maioridade penal é cortina de fumaça, não precisa redução da idade penal para punir menores infratores, basta uma alteração no ECA: as mmedidas aplicadas (sócio-educativas?) nunca poderiam ser por tempo inferior à pena cominada ao delito praticado. Só isso. Completou 18 anos, sai da FEBEM, ou seja lá de onde for e completa o cumprimento da “medida sócio-educativa” na cadeia. A única diferença entre o “dimenor” e os criminosos é que os primeiros iniciariam o cumprimento de suas “penas” na FEBEM, enquanto menores. Nada mais, Simples, limpo e rápido, daí porque nunca tenha sido feito no país.

  35. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 11:40

    POBREZA MATERIAL NÃO É SINÔNIMO DE CRIMINALIDADE.
    É A DECADÊNCIA MORAL, DECADÊNCIA DA FAMÍLIA COMO INSTITUICÃO DE BASE, DECADÊNCIA DO INDIVÍDUO EM FUNCÃO DAS LADAINHAS ESQUERDISTAS DO POLITICAMENTE CORRETO (E MORALMENTE INCORRETO) PROPAGANDEANDO A RESPONSABILIDADE COLETIVA E ASSISTENCIALISMO PARASITÁRIO Q ESTÃO GERANDO TANTAS MAZELAS SOCIAIS NO BRASIL E NO MUNDO. 30 ANOS ATRÁS, HAVIA POBREZA, MAS AS PESSOAS PREZAVAM OS BONS COSTUMES E A BOA MORAL, NÃO HAVIA UMA LEGIÃO DE CRIANCAS ABANDONADAS.

  36. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 11:37

    Reinaldo,

    A indignação é tamanha que o portal Terra está divulgando uma comunidade no orkut que está repleta de manifestações de luto: ” Luto por João Hélio”.
    Acho que todos os internautas deveriam ir à esta comunidade e se manifestar. Precisamos pressionar os Deputados e Senadores para baixar a maioridade penal. Renam e Lula são contra, preferem fazer o papel hipócrita de “amigos dos injustiçados socias”. Na verdade fazem média com os cafetões da pobreza e da violência: Julio Lancelotti, comissões de Direitos Humanos etc. Esta é a hora.

  37. -

    10/02/2007 às 11:31

    Vincular a violência à questão financeira é de um pobreza mental equivalente a de dizer que escola( ou educação formal)é a solução.
    Pequenos delitos, furtos pra comprar comida é o que menos vemos. Basta perguntar aos ladrões por que furtaram ou roubaram. Podem até dizer q foi pra comer, mas instruídos por advogados.Quem tem fome rouba ou furta frutas na feira e galinhas do vizinho ( no interior). O resto é desculpa falaciosa.Suzane Louise von Richthofen era faminta, sem escola, sem família?( mãe psicanalista!!pai engenheiro!), o crime da Rua Cuba? o de Gil Rugai?os crimes em escolas daqui e os modelos importados de Columbine?
    Não tenhamos a ilusão de algum dia, em algum lugar consigamos controle absoluto das causas de certas tragédias, sejam naturais ou criminais,e que o sistema de prevenção , ainda que existente e eficiente, não possa falhar, em 99% de acerto resta 1% de falha e é aí neste espaço que a tragédia pode se revelar em toda sua extensão e crueldade.Nem colocando um superCop ao lado de cada pessoa, diuturnamente, poderemos evitar uma tentativa de delito leve, ou de um crime hediondo. O caso que nos chama atenção aqui não é mais como evitar o q JÁ FOI feito, mas o que fazer com aquele agente danoso à sociedade, um indivíduo, um grupo ou mesmo uma organização, uma empresa até,que mata, que fere gravemente.
    Se matar o assassino não traz a vida de João de volta, também não se pode ficar abrandando o ato criminoso, com a novela da vida do marginal, sua história familiar, se foi bom menino ou não, se era revoltado porque não tinha tudo o que queria.
    A coisa é simples: crime contra patrimônio, do roubo de um boné ao desvio de verbas públicas, são passíveis de ser revertidos e seus praticantes podem ter UMA ÚNICA chance de reintegração social. Crimes contra a vida, salvo em caso comprovado de autodefesa( ou defesa da família), não podem ser tratados como casos recuperáveis, se a vítima não tem uma segunda chance por que dar segunda chance ao assassino?sem essa de atenuantes, q estava drogado, bêbado,fora de si, que era bom filho, bom pai, bom vizinho,que é primário etc.
    Matou?matou. Foi provado? Há dúvidas quanto à autoria? Não.A pena é X e cumpra-se, de preferência eternamente…
    Ladrão que fique preso e trabalhando para indenizar a vítima( ou as), assassino, se não for morto, que fique preso até morrer, trabalhando pra se sustentar, pra vítima e sem direito de ter mais família. Família de bandido que se vire, ajuda só se nunca mais quiser saber do monstro que acabou com duas famílias: da vítima e por tabela a dele.

  38. Benedictus Blackwhite

    -

    10/02/2007 às 11:22

    VEJA pergunta “…não vamos fazer nada?”. O sujeito do verbo “vamos” é, naturalmente, “nós”. Eu gostaria de saber quem está incluído nesse plural, pois sei que não faço parte dele.

  39. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 11:19

    Sejamos mais ousados! Por que não proibir a comercialização de bebidas de vez? Logo depois poderíamos monitorar as emoções e a polícia investigativa que não existe no Brasil seria substituída por uma patrulha que identificaria sentimentos nocivos ao bem-estar e à ordem da sociedade.

  40. Benedictus Blackwhite

    -

    10/02/2007 às 11:18

    Um primor, a capa de VEJA. Igual àquela da semana em que a cratera do metrô se abriu, matando seis (ou sete) pessoas, dentre elas um traficante poderoso. Bem próximo ao prédio da abril.

  41. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 11:12

    Fique com Deus xará, descanse em paz!

    Jp

  42. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 11:08

    Decida-se anônimo das 7:07 AM . A razão da violência é a falta de dinheiro ou a impunidade ? Hehehe…

  43. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 11:04

    Reinaldo, você não acha que o governo (PT) que gosta tanto de criar grupos de estudo para fazer furo n’água poderia convocar pessoas de capacidade comprovada na sua área, sem politiquice explícita, para estudar medidas como as aqui citadas?
    Tenho certeza que a sociedade responderia prontamente a um esforço “já” para tentar frear a ferocidade que se mostra cada vez mais presente no nosso dia-a-dia.
    Algumas autoridades dizem que não se pode legislar no calor dos acontecimentos, como se os acontecimentos fossem esporádicos. E eles se repetem a cada dia, cada semana.
    Um crime bárbaro como esse cairá no esquecimento até o próximo evento a aparecer em cores na mídia, como foi com Champinha, com as pessoas queimadas de Bragança, com os assassinados em ônibus etc. e tal.
    Quando do episódio Champinha, o governador Alckmin foi a Brasília levando uma proposta para aumentar o prazo de internação do menor infrator de crimes hediondos ou qualquer outra medida que punisse de fato os menores responsáveis. O que foi feito a respeito, apesar do empenho do pai da garota?
    Apenas medidas sócio-educativas não resolverão os problemas.
    Tornar as famílias miseráveis, econômica e moralmente, capazes de educar sua prole é importante, mas acabar com a impunidade é indispensável para colocar um freio nas bestas-humanas que têm de ser afastadas da maioria das pessoas (de bem) que só querem viver em paz.
    MAN – S. Paulo-SP

  44. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 10:55

    Muito bem. Mas faltou uma coisa fundamental: que essas e outras medidas emrgenciais para diminuir a violência se apliquem a TODOS. Não só para os marginais de rua, mas também para quem é pego em flagrante com dólar do povo na cueca, com dinheiro do povo para uso próprio, com armação para compra de voto, e tudo o mais que vem acontecendo nesse desgoverno.

    Cadeia também para o incentivo à geração de filhos para troca de votos por bolsa miséria. Isso é crime eleitoral e crime contra a infância e a adolescência. Porquê o ECA que não proíbe isso?

    Enquanto persistir a IMPUNIDADE para bandidos de qualquer origem e classe, sejam bandidos comuns ou detentores inescrupulosos de poder a qualquer preço, nossos meninos João vão continuar sendo mortos brutalmente por outros meninos ou senhores “ensandecidos”. (Soube por aí que o Luiz Inácio chamou de “sandice”! É verdade??)

  45. antonio pau

    -

    10/02/2007 às 10:48

    1) Ao mandar distribuir camisinhas nas escolas é porque o governo, com seus “especialistas e paus-mandados”, acreditam que uma pessoa com 13 anos está apta a manter relações sexuais e fazer filhos.

    2) Por que então estas mesmas pessoas dizem que eles, nesta idade, não são resposáveis pelos seus atos criminosos?

    3) Só mesmo a jabuticaba nos salva e nos redime.

  46. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 10:45

    Alguém faça alguma coisa!
    Essa barbárie , esse “atirar só para ver o tombo” não podem continuar.
    Chega de retórica, deve ser implementado um conjunto de ações firmes (e não marketing ou discurso como fazem o Apedeuta e associadozzzz).
    Pecisamos de firmeza ! De decisão!

  47. -

    10/02/2007 às 10:39

    Matéria pífia.Tremendamente pasteurizada. A pior coisa que se faz nessa hora é consultar cientista social. Essa gente toda(sociólogos, assistentes sociais, religiosos do tipo perdoa que é divino,políticos [a maioria], psicólogos(é!!esses também) deve ficar fora de qualquer discussão a respeito.As soluções apontadas,são maquiagem, confeitaria.
    Parece até as matérias que temos visto nos telejornais nacionais,; poucos jornalistas apresentadores tomam o partido das vítimas., ela já foi mesmo, então vamos esticar a notícia tagarelando em cima dos…bandidos.
    Assim não dá.
    A doença é grave e o remédio deve ser amargo, o tratamento radical, imediato e não de médiooo ou longooo prazo, isso não interessa.
    Se há uma doença grave, e é certo que há, que se reúna não dois ou três, mas centenas, todos eles se possível, de psiquiatras e psicanalistas, que não sejam engajados politicamente, nem tenham religiões do tipo que aposta numa justiça pós-morte.Ahhh, do lado de lá a vítima será enfim justiçada e premiada o bandido mandado pro inferno, ou perdoado quem sabe, saindo ambos de mãos dadas, de bem, pra eternidade.
    Nada de juristas, sociólogos(todos doentes mentais, da alma), nem grupelhos religiosos que faturam com benesses aos bandidos, nem jornalistas metidos a especialistas em crimes. Jornalista faria apenas a mediação, a organização do debate, por quem têm traquejo na coisa.
    Chama atenção na matéria a falta de opinião das vítimas, de suas famílias. Nenhuma associação de vítimas da violência foi ouvida, nunca são , e sabiam que existem??Pois é.
    Enquanto o debate permanecer do lado errado , nada vai mudar.
    Nessas ocasiões reacionários não são ouvidos, os que defendem medidas duras e nada simpáticas, como alguns deputados que são até ridicularizados pela mídia como loucos, bizarros, exóticos, foi assim no debate do desarmamento.Os santinhos do sim X os demônios do não.Por puro acaso, venceu o não. Mas os partidários do sim, entre os quais figurinhas das artes, dos esportes, da política suja, não se conformaram não, vão continuar defendendo bandido até um dia entrem em suas casas, né Bonner?Aí…bem procurem saber o que aconteceu com os assassinos de Tim Lopes, os ladrões da casa do jornalista bonitão lá…
    Nos bastidores, ruas, em casa, todos preferem medidas nada corretas politicamente, mas nÃO fica bem falar publicamente, né não?
    Uma das piores partes da matéria da Veja,que ,infelizmente perdeu uma chance de se colocar ao lado de quem sofre, as vítimas, foi essa ” “Uma rede de professores, psicólogos e assistentes sociais treinados pode atuar nas escolas e comunidades, dando suporte e orientação ao jovem ainda nessa etapa do processo”, diz.
    Nada mais nojento, sempre o trololó de escola, psicólogo, assistente social… Ninguém na matéria contestou isso!
    Digam o que disserem, se não for visto o lado da vítima(que não seja bandido também, porque aí…)nenhuma discussão valerá a pena.
    Estamos em guerra, ações diplomáticas é coisa de frescos nessa hora.
    Talvez parte do problema seja mesmo este: falta uma revista de direita, um partido de direita, que defenda os direitos humanos de quem é direito.

  48. Bira

    -

    10/02/2007 às 10:12

    É um total nada.
    Todos meliantes são vitimas da sociedade neoliberal capitalista consumista - SNCC.
    Todos votam, inclusive suas numerosas familias.
    A média educacional é a 2 serie do fundamental.
    Massa de manobra?
    A esquerda nega.
    E nada faz.
    Até a próxima criança ou pai de familia.

  49. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 10:08

    Privatizar o sistema carcerário JÁ!

  50. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 10:02

    Caro Reinaldo, choca ler notícias como esta.Mas foi e será apenas mais uma das que virão pela frente. Tenha absoluta certeza disso, lamentavelmente. Depois de ter vivido (sou um herói “nestepaiz”)60 anos pensando que o dia de amanhã pudesse ser melhor que o de ontem sinto que perdi meu tempo que agora não dá mais para recuperar. Rezar nada ainda. Deus não virá aqui, nem com o apelo de Bento XVI, em nosso socorro. Chego a seguinte motivação: “nestepaiz” não há lei que se cumpra. Não há pessoas nem instituições que mereçam mais respeito do cidadão ( e olha que há muitos ainda que respeitam - sei lá por qual motivo), para que as existentes sejam cumpridas. O menino João, de hoje, será o Reginaldo, a Maria, de amanhã….
    Lei, “nestepaiz” foi feita para, com todo respeito, PPP….e não adianta o Apedeuta expressar os seus sentimentos. O seu partido criminoso escancarado, recheado de pessoas escrotas denunciadas pelo Ministério Público, etc e tal é o exemplo maior para ações como essas. Nada acontecerá aos bandidos. A não ser julgados e condenados por eles mesmo. E serão! Esses três já eram na regra do crime. Cartas fora do baralho. A justiça no crime se faz por ela mesma, já que a tal justiça constituída não existe na sua plenitude. Daí os PCC´s, CV e demais “partidos” agem como agem. Um cidadão rouba 3 bifes passa 4 dias na cadeia. Personalidades roubam, outras fazem de conta que não sabem de nada, e ficamos por isso mesmo…taí o resultado.
    Ações como estas serão cotidianas na segunda-feira. Será preciso que um João seja filho de algum Ministro do STF, do Presidente da República, do Governador, do Prefeito, do deputado, do senador, para que as coisas mudem…se é que mudariam.
    Pena que todo revolucionário mude de idéia quando chega ao poder, não fosse por isso concluiria que precisamos de uma outra revolução. Se o PT considera isso golpismo que se cuidem. Um golpe vem aí….ouçam as vozes dos rapps…uma moçada silente, hoje, se move, se estrutura, se organiza. Ao sinal dos MC´s da vida, atacarão as elites. Um caos! Que se acautelem meus filhos e netos.

  51. Cristal

    -

    10/02/2007 às 9:50

    Tio Rei !!!

    Ontem a noite teve uma passeata,na
    Cinelândia, organizada pelo movimento Rio de Paz,ocorreu em protesto a morte de João Hélio Fernandes.
    O movimento reuniu 300 pessoas e foi interrompido pelo Bloco Cordão do Bola Preta que reuniu 10 mil pessoas.
    Pois bem Tio Rei,300 pessoas foram ao Centro do Rio contra a violência e 10 mil pessoas foram embalados pelo Cordão do Bola Preta.
    Conclusão?!?!…

  52. Murilo Prado Badaró

    -

    10/02/2007 às 9:23

    Não dá para demonstrar com palavras a indignação e revolta.
    Acho que temos que rever a lei penal: Primeiro que funcione para todos, segundo, porque não a pena de morte e prisão perpétua?
    Sei que a pena de morte não resolverá a criminalidade, mas lavará alma da sociedade!
    Abs

  53. Publius

    -

    10/02/2007 às 9:03

    Hay que endurecer. E también perder la ternura.

  54. Paulo Boccato

    -

    10/02/2007 às 9:00

    RECEITA PRÁ ‘DAR CERTO’, INGREDIENTES:

    1-) NADA DE PALPITES DE SOCIOLOGOS,ANTROPOLOGOS E OUTROS “OLOGOS” !

    …SÃO TODOS DE ESQUERDA E QUALQER COISA QUE VENHA DAÍ TERÁ O GERME DO PSEUDO-HUMANISMO P. BANDIDO DISFARÇADO EM VERDADEIRA BENESSE PRISONAL OU LEGAL !

    2-) CPI DAS ONG´S INVESTIGANDO O VIVA RIO…DE ONDE VEM O DINHEIRO E AS “RAMIFICAÇÕES” DESTA MILHONARIA ONGUE ?!

    3-) EDIÇÃO JÁ DE DUAS “LEIZINHAS” BÁSICAS ENQUANTO NÃO VEM A REFORMA DO CÓDIGO PENAL

    A- “CESSAM POR COMPLETO E NÃO PODEM SER MAIS APLICADOS EM ABSOLUTO TODO E QUALQUER BENEFÍCIO PREVISTO NA LEI PENAL ,INCLUSIVE EM FASE DE EXECUÇÃO DA PENA, PARA SENTENCIADOS REINCIDENTES NO MESMO CRIME OU AINDA EM CRIME DIVERSO MESMO QUE SUPERVENIENTE.
    ANISTIA ,GRAÇA E INDULTO INTEGRAM O ROL DE BENEFÍCIOS NÃO APLICAVEIS”

    B-”A PENA PASSÍVEL DE SER APLICADA É DE NO MAXIMO ATÉ 60 ANOS DE CADEIA ,SENDO QUE PARA OS SENTENCIADOS A MAIS DE TRINTA ANOS , A MESMA ATÉ O SEU FINAL SERÁ CUMPRIDA INTEGRALMENTE NO REGIME FECHADO E SEM DIREITO A PROGRESSÃO OU BENEFÍCIOS.”
    (*A IDEIA É VALORIZAR O RÉU PRIMARIO E AGRAVAR O REINCIDENTE)

    4-)REFORMA DO CÓDIGO PENAL
    5-)REVOGAÇÃO TOTAL DO NEFANDO E INCONSTITUCIONAL “ESTABURRO” DO DESARMAMENTO (DOS HONESTOS)…

    6-)REFORMA IMEDIATA DO ARTIGO
    23 DO C.PENAL ACABANDO COM A TIPIFICAÇÃO DO “EXCESO DA LEGITIMA DEFESA” PARA OS CASOS EM QUE ESTA OCORRER NO DOMICILIO DIANTE DE COMPROVADA INVASÃO A ESTA .
    (QUERO VER UM VAGABNDO INVADIR MA CASA DEPOIS DISTO.HOJE TÁ MUITO FÁCIL,SÓ TRES ANOS QUE NA PRTICA NÃO DÁ NADA !)

    7-) AGRAVAMENTO IMEDIATO DA PENA PARA O CRIME DE INVASÃO A DOMICILIO;
    MINIMO 10 E SE COM INTENÇÃO DE FURTAR ,20!ROUBO…35 !!
    (NÃO ENTRA MESMO !VALORIZAMOS O ASILO INVIOLAVEL ,A INTEGRIDADE DO LAR E A CIDADANIA QUE MERECE PAZ FORA E DENTRO DE CASA)

    8-) CASTRAÇÃO QUIMICA PARA ESTUPRADORES
    9-)BANDIDO COMUM DEVE E PODE SER MOSTRADO A POPULAÇÃO COMO DFORMA DE ALERTA A ESTA.INCLUSIVE ,PEDOFILOS !
    10-)ADOÇÃO DO “GRILHÃO ELETRONICO”
    (GPS NO TORNOZELO) P. MONITORAMENTO DE PRESOS EM REGME DE LIBERDADE VIGIADA ,PRISÃO DOMICILIAR E OUTROS.
    11-)REFORMA DO E.C.A
    12-)REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL JÁ PARA 14 ANOS E ADOÇÃO IMEDIATA DO
    CONCEITO PSICOLOGICO P. APLICAÇÃO DA PENA COMO SE ADULTO FOSSE (NO BRASIL É MERAMENTE BIOLOGICA…PASSADO APENAS UM MINUTINHO APÓS 17 ANOS DE VIDA ,364 DIAS ,23 HORAS E 59 MINUTOS O CARA COMO QUE POR MAGICA FICA “INTELIGENTE” !)

    QUEM ACHAR QUE OS PONTOS ACIMA SÃO PERTINENTES TEM A MINHAS BENÇÃOS PARA VEICULAR POR TODA A REDE E ONDE MAIS QUISER !
    MAS DUVIDO QUE OS DEPUTADOS E SENADORES TENHAM CULHÕES OU SEJAM HOMENS DE VERDADE PARA ENCARAR UMA PROPOSTA ASSIM ,ALIAS ,EU OS DESAFIO AQUI PUBLICAMENTE A PROPOREM EM FORMA DE PROJETO “URGENTE-URGENTISSIMO”
    OS ITENS 3;5;6,7;8;9;10 E 12 !!

    DEPUTADOS E SENADORES ATÉ PROVA EM CONTRARIO ,E MINHA OPINIAO ,SE NAO FIZEREM JÁ ALGO COMO O ACIMA DESCRITO APENAS CONFIRMARÃO AS MINHAS SUSPEITAS DE QEE O CRIME DE ORGANIZADO JÁ ESTA NAS ALTAS CUPULAS !!

  55. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 8:49

    Este senhor Cano, pareçe que não quer ver o óbvio, alias como todo bom intelectual, tipo chico, tipo betti da vida, que vivem a dizer a larga que a sociedade é a culpada pelos males que aconteçem.

    Não senhor Cano o culpado é o governo que não dá assistencia ao cidadão que o lá colocou que não faz cumprir as leis já existentes, é culpado por não punir o mensalão, é culpado por pagar a banca internacional os bilhões que poderiam ser aqui aplicados ao invés de aumentar a riqueza lá fora e dos comparsas do mercado finançeiro aqui dentro.
    Esta é a causa da violencia neste pais, não a sociedade Sr. Cano…

  56. GAA

    -

    10/02/2007 às 8:47

    Que idiotice é essa do Rei da Banânia, “Não absolver o Estado Brasileiro”? A criminalidade está aí não por causa de condições sociais, mas por falta de punições eficazes.
    Será que algum grupo de “direitos humanos” foi visitar a família do João para prestar solidariedade? Certamente não, estão todos a serviço da vagabundagem.
    Existem países muçulmanos mais pobres e injustos que o Brasil. Vocês acham que coisas assim ocorrem lá? Podem ocorrer, mas garanto que o sujeito faz uma vez só. Pois eles matam e mutilam os criminosos. Esses animais não podem ser resocializados, a eles o cadafalso.

  57. enlil

    -

    10/02/2007 às 8:42

    Agora vai aparecer um monte de gente alegando que tudo é culpa dos problemas sociais, da miséria.
    Se todo miserável do mundo sair arrastando criança até a morte será o fim do mundo.
    O assassino teve escolha sim, o próprio pai tentou leva-lo de volta à escola, mas ele preferiu o crime. Será que é tão difícil aceitar a idéia de que há pessoas ruins?

  58. vagner

    -

    10/02/2007 às 8:27

    Eu nao acredito nessa conversa de problemas sociais. Isso e desculpa. O que falta e uma policia com poder de policia. No Brasil convencionou-se que a policia nao pode ser violenta. Os bandidos merecem exame de corpo delito antes de serem presos. Policial que mata um bandido, ao invez de receber uma medalha, e execrado. Isto nao e democracia. Isto e bagunca.

  59. Luciano

    -

    10/02/2007 às 8:00

    Por quê não criamos o sistema de prisão perpétua, com trabalhos forçados?Acho que isto inibiria o crime, porque bandido tem mêdo de ficar preso, e de trabalhar.O RDD deveria ser por tempo indeterminado, com isolamento completo do preso.O nosso código penal é muito brando, inclusive com os menores.Qdo completassem 18 anos, deveriam passar do “reformatório” para o regime de prisão fechada.

  60. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 7:25

    Querem as prisões no Brasil iguais as prisões suecas onde vi preso reclamando que não tem internet nem o último play-station, verdadeiros hoteis, quarto individual com tv, dvd e geladeira, mordomias pagas pela carga tributária de 25% até 75% dos ganhos do trabalhador e aposentadorias reduzidas até a 40% do salário do trabalhador dependendo tão somente da idade, não interessa se a aposentadoria é por total invalidez, azar da pessoa. Conheco caso de pesoas com 60 anos de idade completamente deformadas e com dores lacinantes pelo reumatismo que continuam trabalhando p não terem uma pensão de 40% do salário já tendo contribuido por 40 anos, simplesmente NÃO INTERESSA p o Estado e é mesmo AZAR SEU!!!

  61. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 7:12

    CARO REI, GOSTARIA DE TER SUA PRECIOSA VERSÃO DESTA M*… DE PC (PAULO COELHO, NÃO É PARTIDO COMUNISTA), DIGA-NOS PORQUE SERÍAMOS CULPADOS EM SUA FORMA LÚCIDA E RACIONAL DE VER O MUNDO:

    Mensagem de 10/02/07 02:34
    Por quem os sinos dobram

    Então estamos nos aproximando cada vez mais do Mal Absoluto. Quando rapazes, em pleno controle de suas faculdades mentais, são capazes de arrastar um menino pelas ruas de uma cidade, isso não é apenas um ato isolado: todos nós, em maior ou menor escala, somos culpados.

    Somos culpados pelo silêncio que permitiu que a situação em nossa cidade chegasse a este ponto.

    Somos culpados porque vivemos em uma época de “tolerância”, e perdemos a capacidade de dizer NÃO.

    Somos culpados porque nos horrorizamos hoje, mas nos esquecemos amanhã, quando há outras coisas mais importantes para fazer e para pensar.

    Somos os olhos que viram o carro passar, o medo que nos impediu de telefonar para a polícia. Somos a polícia, que recebeu alguns telefonemas através do número 190, e demorou para reagir, porque o Mal Absoluto parece já não pedir urgência para nada. Somos o asfalto por onde se espalharam os pedaços de corpo e os restos de sonhos do menino preso ao cinto de segurança.

    A cada dia uma nova barbárie, em maior ou menor escala. A cada dia algum protesto, mas o resto é silêncio. Estamos acostumados, não é verdade?

    Muitos séculos atrás, John Donne escreveu: “nenhum homem é uma ilha, que se basta a si mesma. Somos parte de um continente; se um simples pedaço de terra é levado pelo mar, a Europa inteira fica menor. A morte de cada ser humano me diminui, porque sou parte da humanidade. Portanto, não me perguntem por quem os sinos dobram: eles dobram por ti.”

    Na verdade, podemos pensar que os sinos estão tocando porque o menino morreu, mas eles dobram mesmo é por nós. Tentam nos acordar deste cansaço e torpor, desta capacidade de aceitar conviver com o Mal Absoluto, sem reclamar muito – desde que ele não nos toque.

    Mas não somos uma ilha, e a cada momento perdemos um pouco mais de nossa capacidade de reagir. Ficamos chocados, assistimos às entrevistas, olhamos para nossos filhos, pedimos a Deus que nada aconteça conosco. Saímos para o trabalho ou para a escola olhando para os lados, com medo de crianças, jovens, adultos. Entra ano, sai ano, mudam-se governos, e tudo apenas piora. O que dizer? Que palavra de esperança posso colocar aqui nesta coluna?

    Nenhuma.

    Talvez apenas pedir que os sinos continuem tocando por nós. Dia e noite, noite e dia, até que já não consigamos mais fingir que não estamos escutando, que não é conosco, que estas coisas se passam apenas com os outros. Que estes sinos continuem dobrando, sem nos deixar dormir, nos obrigando a ir até a rua, parar o trânsito, fechar as lojas, desligar as televisões, e dizer: “basta. Não agüento mais estes sinos. Preciso fazer alguma coisa, porque quero de volta a minha paz”. Neste momento, entenderemos que embora culpemos a polícia, os assaltantes, o silêncio, os políticos, o hábito, apenas nós podemos parar estes sinos.

    Nosso poder é muito maior do que pensamos – trata-se de entender que não somos uma ilha, e precisamos usá-lo. Enquanto isso não acontecer, o Mal Absoluto continuará ampliando seu reinado, e um belo dia corremos o risco de acreditar que ele é a nossa única alternativa, não existe outra maneira de viver, melhor ficar escutando os sinos e não correr riscos.

    Não podemos deixar que chegue este dia. Não tenho fórmulas para resolver a situação, mas sou consciente de que não sou uma ilha, e que a morte de cada ser humano me diminui. Preciso parar minha cidade. Não apenas por uma hora, um dia, mas pelo tempo que for necessário. E recomeçar tudo de novo. E, se não der certo, tentar não apenas mais uma vez, mas setenta vezes. Chega de culpar a polícia, os assaltantes, as diferenças sociais, as condições econômicas, as

  62. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 7:07

    A razão principal da violência está falta de dinheiro da população. A destruição da família por inanição da sua capacidade econômica, basta comparar o salário-mínimo desde a sua criação na década de 40, até hoje, corrigindo a moeda, constata-se, facilmente, a acentuada queda a patir de 1995. S.M. longe dos R$ 1.500,00 do DIEESE e todos os governos anteriores a FHC. Aliás, vários petistas conseguiram mandatos políticos e estão hoje no poder, porque defendiam o S.M. do DIESSE, enganando a população. O jovem não tem oportunidades e acaba aderindo ao mundo da criminalidade. O BRASIL não sai da humilhante TAXA de CRESCIMENTO ECONÔMICO de 2% aa(DOIS POR CENTO AO ANO) há DEZ ANOS SEGUIDOS.A economia nacional não tem como absorver os jovens com idade de entrarem no mercado do trabalho. Um indicador dessa miséria que o PT impõe ao país é o fato de que 70% da população economicamente ativa ESTÁ na INFORMALIDADE e/ou na OCIOSIDADE, milhões de pessoas dependuradas nos programas sociais sem qualquer controle e perspectiva de inclusão social. Some-se a isso o caos na SAÚDE PÚBLICA, a degradação da EDUCAÇÃO, a violência urbana totalmente sem controle, o aviltamento dos salários e aposentadorias. O nosso time petista do governo, comparado ao futebol, só ganharia do HAITI, no crescimento. Mas, o HAITI, pelo menos assume a sua condição e, apela por ajuda ao mundo.A solução do governo é sempre a mesma: isenção de impostos aos empresários, cujas renúncias fiscais passam de R$ 50 bilhões/ano, o detalhe, o governo dá à isenção sem qualquer garantia de empregos com carteira assinada.É só presente para as elites. O BRASIL ainda, esconde a sua miséria, como o HOLOCAUSTO de milhares de crianças pobres jogadas nas calçadas do RIO DE JANEIRO/RJ, infelizes explorados por falsos-mendigos,principalmente, crianças de colo, famintas e dormindo ao relento das madrugadas, nas calçadas da cidade. Como explicar, se somos a 14ª economia mundial. É simples, basta ver a parcela do orçamento federal destinada aos bancos. Até a véspera das eleições 2006, os jornais reportavam que LULA já havia gasto 70% dos recursos da Nação com os bancos. A CONSTITUIÇÃO FEDERAL estabelece auditorias anuais na DÍVIDA PÚBLICA pelo CONGRESSO. E, ai, o quê fizeram: NADA. Será que essa dívida está absolutamente CORRETA. O BRASIL é insuspeito de cometer qualquer ato corrupto, mesmo tendo NOTA 3,3 no índice de percepção da corrupção(considerado com “sérios” problemas de corrupção), a NOTA mais baixa desde PEDRO ÁLVARES CABRAL e, aqui nunca houve MENSALÃO/BB-VISANET/SANGUESSUGAS/FUNDOS-DE-PENSÃO saqueados/LAND-ROUBER do Silvinho/OKAMOTTODUTO/eticétaras…Os bancos batem recordes sucessivos, pagam menos de 1% de IR, aumentaram em 500% as tarifas bancárias com LULA, rentabilidade superior a todos os bancos americanos, benesses nos créditos e isenções fiscais…Ninguém enxerga tudo isso. Tente lembrar deste país da década de 70 ou 80, os mais velhos podem atestar, NUNCA HOUVE tanta miséria como nos dias de hoje. A TV explora o assassinato do garoro João, arrastado por 7 Km e morto no RIO. Eu chorei ao ver as imagens da criança, mas a imprensa não mostra a gravidade dos problemas sociais que levam o Brasil para o fundo do poço, como a falta de recursos na segurança pública, pois não havia policiamento nos 7 Km. A cidade do RIO, mesmo sendo considerada uma das mais violentas do mundo, pasmem, não tem presídio federal de segurança máxima(sem celulares e com regime disciplinar diferenciado), na prática, se houvesse cadeia pra valer, o bandido pensaria duas vezes antes de cometer esses crimes bárbaros, a maior motivação dos crimes é a absoluta IMPUNIDADE.

  63. Renan

    -

    10/02/2007 às 7:03

    A passividade do povo brasileiro é revoltante. Quase ninguém cobra do Congresso a votação de projetos positivos e urgentes para o país. Apenas assistimos as discussões sobre aumento dos próprios salários, repasse de dinheiro público para os partidos e coisas do tipo.
    Ninguém se lembra dos quase 40% de impostos que pagamos e que são despejados no ralo. Tá na hora do povo acordar. Aliás, já passou da hora. Tento, num país onde o “povo” elege um presidente como nosso, não perder as esperanças. Vou continuar na minha luta, tentando conscientizar as pessoas que elas possuem direitos, que podem reclamar e não apenas assistir os nossos “representantes” fazerem o que bem entender…

  64. Anônimo

    -

    10/02/2007 às 6:44

    PAULO COELHO CABECA-OCA CULPANDO A SOCIEDADE!!!

    Se pessoas trabalhadoras e zelosas de suas obrigacões, especialmente, como pais q cuidam de seu filhos, como eu sou, somos culpados pela bestialidade furiosa de fascínoras, então quero atendida minha reinvidicacão de q haja controle de natalidade rigoroso, precisando comprovar q possui condicões emocionais, morais e financeiras p garantir vida digna à crianca p ter autorizacão de parir e não mais nascerem criancas p sofrer as mazelas do abandonos e misérias emocional, moral e financeira.
    Se criminosos são vítimas, então quem os pariu é o primeiríssimo culpado, q seja punido ou, pelo menos, impedido de parir mais.

    Que estorinha de ‘direitos individuais de parir’ e responsabilidade COLETIVA de cuidar? Quem pariu mateus que embale.

    Qdo cada um assumia suas responsabilidades, o Brasil não era este caos, havia pobreza mas as pessoas eram responsáveis, trabalhadoras e respeitadoras. Agora, todo tipo de imoralidades é justificado como culpa da sociedadde e o criminoso não é punido.

    Se situacão financeira fosse causa de criminalidade, não haveria tantos criminosos no Planalto, no Congresso, Assembléias, moleques não colocariam fogo em índio, p.ex.


 

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