Por Diego Escosteguy:
No mundo em que voa a Embraer, a maior fabricante de aviões da América Latina, são comuns pendengas por interesses comerciais contrariados envolvendo cifras vultosas. Desde o fim do ano passado, a Embraer está às voltas com um litígio assim. A empresa brasileira tornou-se alvo de uma ação da lobista colombiana Maria Juliana Buendía de La Vega, sócia da Eximco International, uma conhecida representante do comércio mundial de armas e equipamentos militares. Ela contratou um escritório de advocacia no Brasil para cobrar da Embraer uma suposta dívida de 18 milhões de dólares. O dinheiro, segundo ela, deveria ter sido pago como bônus de sucesso por um acordo que envolveu a venda ao governo da Colômbia de 25 aviões Super Tucano pelo valor de 234 milhões de dólares. Para uma companhia que tem uma receita anual de 7 bilhões de reais e emprega 23 000 funcionários, o valor da dívida não seria um grande problema. O que fere a Embraer é o fato de a Eximco afirmar que o negócio só se concretizou mediante o pagamento de “contribuições políticas” a autoridades colombianas.
No mundo em que voa a Embraer, a maior fabricante de aviões da América Latina, são comuns pendengas por interesses comerciais contrariados envolvendo cifras vultosas. Desde o fim do ano passado, a Embraer está às voltas com um litígio assim. A empresa brasileira tornou-se alvo de uma ação da lobista colombiana Maria Juliana Buendía de La Vega, sócia da Eximco International, uma conhecida representante do comércio mundial de armas e equipamentos militares. Ela contratou um escritório de advocacia no Brasil para cobrar da Embraer uma suposta dívida de 18 milhões de dólares. O dinheiro, segundo ela, deveria ter sido pago como bônus de sucesso por um acordo que envolveu a venda ao governo da Colômbia de 25 aviões Super Tucano pelo valor de 234 milhões de dólares. Para uma companhia que tem uma receita anual de 7 bilhões de reais e emprega 23 000 funcionários, o valor da dívida não seria um grande problema. O que fere a Embraer é o fato de a Eximco afirmar que o negócio só se concretizou mediante o pagamento de “contribuições políticas” a autoridades colombianas.
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“contribuições políticas”? bem mais bonito que os termos usados aqui…
Sobra alguma coisa neste país ainda feita sem uma mutreta?
mas e acomissão do senado não tem que investigar e por isso a limpo, com o devido acompanhamento da veja
COBRA MANDADA!
Quem duvida que é “cobra mandada”?
Dessa gentalha do governo pode se esperar tudo.
MEUS QUERIDOS O PROBLEMA É OUTRO, MUITO PIOR QUE IMAGINAMOS, BASTA
LEMBRARMOS DAS INDENIZAÇÕES QUE
OS TERRORISTAS ESTÃO RECEBENDO E A
FILA DOS TENTAM ENTRAR NA FESTA, EU
ACHO QUE ESSA TAL colombiana É PAU
MANDADO DOS GÊNIOS BRASILEIROS EM TRAPAÇAS, DEPOIS É SÓ REPARTIR O SAQUE.
Baiano
Estaria o PAPAGAIO DO JÔ em Brasília?
Sem propina? hoje nem sepultamento.
Reinaldo,
No mundo dos negócios internacionais que envolvem Estados, em uma ponta ou em ambas, raríssimos são aqueles em que alguma “gorjeta” não está presente. Tratando-se de armamento então, diria que nenhum. É coisa já institucionalizada, causa espanto que cause espanto.
O nome do Papagaio do Jô, era “CORRUPTO”.
Sempre que se fala em “propina”, a memória me remete à duas situações cômicas, primeira: àquele papagaio que o Jô Soares - no Viva o Gordo -trazia preso numa caixa e toda vez que ouvia a palavra “dólar” ele entrava em desespêro; a segunda: a história (com H mesmo, pq deve ter sido verdade) da reunião do Engenheiro/Arquiteto/Político,o 1º disse: Deus só podia ser um Eng. por ter construido o universo;o 2º retrucou, dizendo: não, antes de construir ele teve de planejar, portanto ele era um Arquiteto. O Político, tomando a palavra, foi logo perguntando: - O que é que havia antes Dele executar toda a criação? - O Cáos! responderam. Então, falou o Político: Quem vocês acham que foi o responsãvel pelo Cáos?
Sei não. A distinta será adepta do humanista chapolim colorado?