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31/01/2009

às 5:33

VEJA 5 - Embraer: cobrança suspeita

Por Diego Escosteguy:
No mundo em que voa a Embraer, a maior fabricante de aviões da América Latina, são comuns pendengas por interesses comerciais contrariados envolvendo cifras vultosas. Desde o fim do ano passado, a Embraer está às voltas com um litígio assim. A empresa brasileira tornou-se alvo de uma ação da lobista colombiana Maria Juliana Buendía de La Vega, sócia da Eximco International, uma conhecida representante do comércio mundial de armas e equipamentos militares. Ela contratou um escritório de advocacia no Brasil para cobrar da Embraer uma suposta dívida de 18 milhões de dólares. O dinheiro, segundo ela, deveria ter sido pago como bônus de sucesso por um acordo que envolveu a venda ao governo da Colômbia de 25 aviões Super Tucano pelo valor de 234 milhões de dólares. Para uma companhia que tem uma receita anual de 7 bilhões de reais e emprega 23 000 funcionários, o valor da dívida não seria um grande problema. O que fere a Embraer é o fato de a Eximco afirmar que o negócio só se concretizou mediante o pagamento de “contribuições políticas” a autoridades colombianas.

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Por Reinaldo Azevedo
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11 Comentários

  1. Anônimo

    -

    01/02/2009 às 8:05

    “contribuições políticas”? bem mais bonito que os termos usados aqui…

  2. Anônimo

    -

    31/01/2009 às 23:43

    Sobra alguma coisa neste país ainda feita sem uma mutreta?

  3. Anônimo

    -

    31/01/2009 às 22:17

    mas e acomissão do senado não tem que investigar e por isso a limpo, com o devido acompanhamento da veja

  4. Anônimo

    -

    31/01/2009 às 20:06

    COBRA MANDADA!

    Quem duvida que é “cobra mandada”?
    Dessa gentalha do governo pode se esperar tudo.

  5. Anônimo

    -

    31/01/2009 às 18:08

    MEUS QUERIDOS O PROBLEMA É OUTRO, MUITO PIOR QUE IMAGINAMOS, BASTA
    LEMBRARMOS DAS INDENIZAÇÕES QUE
    OS TERRORISTAS ESTÃO RECEBENDO E A
    FILA DOS TENTAM ENTRAR NA FESTA, EU
    ACHO QUE ESSA TAL colombiana É PAU
    MANDADO DOS GÊNIOS BRASILEIROS EM TRAPAÇAS, DEPOIS É SÓ REPARTIR O SAQUE.
    Baiano

  6. Anônimo

    -

    31/01/2009 às 17:09

    Estaria o PAPAGAIO DO JÔ em Brasília?

  7. Humberto

    -

    31/01/2009 às 15:51

    Sem propina? hoje nem sepultamento.

  8. Anônimo

    -

    31/01/2009 às 11:14

    Reinaldo,
    No mundo dos negócios internacionais que envolvem Estados, em uma ponta ou em ambas, raríssimos são aqueles em que alguma “gorjeta” não está presente. Tratando-se de armamento então, diria que nenhum. É coisa já institucionalizada, causa espanto que cause espanto.

  9. Anônimo

    -

    31/01/2009 às 11:06

    O nome do Papagaio do Jô, era “CORRUPTO”.

  10. Anônimo

    -

    31/01/2009 às 11:00

    Sempre que se fala em “propina”, a memória me remete à duas situações cômicas, primeira: àquele papagaio que o Jô Soares - no Viva o Gordo -trazia preso numa caixa e toda vez que ouvia a palavra “dólar” ele entrava em desespêro; a segunda: a história (com H mesmo, pq deve ter sido verdade) da reunião do Engenheiro/Arquiteto/Político,o 1º disse: Deus só podia ser um Eng. por ter construido o universo;o 2º retrucou, dizendo: não, antes de construir ele teve de planejar, portanto ele era um Arquiteto. O Político, tomando a palavra, foi logo perguntando: - O que é que havia antes Dele executar toda a criação? - O Cáos! responderam. Então, falou o Político: Quem vocês acham que foi o responsãvel pelo Cáos?

  11. maria, maria

    -

    31/01/2009 às 10:42

    Sei não. A distinta será adepta do humanista chapolim colorado?


 

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