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01/06/2007

às 17:16

Uma questão de educação. Caros, a coisa é muito séria!

Atenção para o que vi abaixo. Trata-se de coisa muito séria. Existe um site chamado Escola Sem Partido (clique aqui), que reúne educadores e pais inconformados com a vagabunda doutrinação marxistóide das escolas, incluindo as particulares — muitas delas consideradas de elite e cobrando mensalidades astronômicas. Faz-se ali debate pedagógico, educacional, ideológico. Com a contribuição dos leitores.

Pois bem. Acompanhem o que relata o site (segue em azul):

Apesar de haver exercido sem qualquer restrição o direito de resposta garantido pelo site, o Sistema COC de Ensino, dizendo-se ofendido pelo texto Luta sem Classe, de autoria da jornalista Mírian Macedo, ajuizou ação judicial pedindo a condenação da jornalista, do coordenador do EscolasemPartido.org, Miguel Nagib, e dos responsáveis por dois outros sites que também divulgaram o texto (Mídia sem Máscara e Usina de Letras) ao pagamento de indenização por supostos danos morais. (Para quem não sabe, o COC é um dos maiores sistemas de ensino do país, com escolas parceiras em mais de 150 municípios e material didático utilizado por cerca de 200.000 alunos.)

Muito bem, leitores. Seguem, para a avaliação de vocês, o texto de Míran Macedo e a resposta que foi dada pelo Sistema COC. Voltarei no post seguinte:

O TEXTO DE MIRIAN MACEDO
Acabei de tirar minha filha, de 14 anos, do Colégio Pentágono/COC (unidade Morumbi – São Paulo) em protesto contra o método pedagógico “porno-marxista” adotado pela escola no ensino médio este ano. O sistema COC, que começou como cursinho pré-vestibular há cerca de 40 anos em Ribeirão Preto-SP, está implantado hoje em mais de 150 escolas em todo Brasil, atingindo cerca de 200 mil alunos. O Pentágono – que, além do Morumbi, tem colégios em Alphaville e Perdizes – é uma das escolas-parceiras.
As provas de desvio moral-ideológico são incontáveis. Numa apostila de redação, a escola ensina “como se conjuga um empresário” e, para tanto, fornece uma seqüência de verbos retratando a rotina diária deste profissional:

“Acordou, barbeou-se… beijou, saiu, entrou… despachou… vendeu, ganhou, lucrou, lesou, explorou, burlou… convocou, elogiou, bolinou, estimulou, beijou, convidou… despiu-se… deitou-se, mexeu, gemeu, fungou, babou, antecipou, frustrou… saiu… chegou, beijou, negou, etc., etc.”.

A página 4 da apostila de Gramática ostenta a letra de uma música de Charlie Brown Jr, intitulada Papo Reto (Prazer É Sexo O Resto É Negócio) – assim mesmo, tudo em maiúscula, sem vírgula. Está escrito:
“Otário, eu vou te avisar:/ o teu intelecto é de mosca de bar/ (…) Então já era,/ Eu vou fazer de um jeito que ela não vai esquecer”.

Noutro exemplo, uma letra de Vitor Martins, da música Vitoriosa:
“Quero sua alegria escandalosa/ vitoriosa por não ter vergonha/ de aprender como se goza”.

As apostilas de História e Geografia, pontilhadas de frases-epígrafes de Karl Marx e escritas em ‘português ruim’, contêm gravíssimos erros de informação e falsificação de dados históricos. Não passam, na verdade, de escancarados panfletos esquerdejosos que as frases abaixo, copiadas literalmente, exemplificam bem:
“Sabemos que a história é escrita pelo vencedor; daí o derrotado sempre ser apresentado como culpado ou condições de inferioridade (sic). Podemos tomar como exemplo a escravidão no Brasil, justificada pela condição de inferioridade do negro, colocado (sic) como animal, pois era ‘desprovido de alma’. Como catequizar um animal? Além da Igreja, que legitimou tal sandice, a quem mais interessava tamanha besteira? Aos comerciantes do tráfico de escravos e aos proprietários rurais. Assim, o negro dava lucro ao comerciante, como mercadoria, e ao latifundiário, como trabalhador. A história pode, dessa forma, ser manipulada para justificar e legitimar os interesses das camadas dominantes em uma determinada época”.

Sandice é dizer que a Igreja legitimou a escravidão. Em 1537, o Papa Paulo III publicou a Bula Veritas Ipsa (também chamada Sublimis Deus), condenando a escravidão dos ‘índios e as mais gentes’. Dizia o documento, aqui transcrito em português da época que “com authoridade Apostolica, pello teor das presentes, determinamos, & declaramos, que os ditos Indios, & todas as mais gentes que daqui em diante vierem á noticia dos Christãos, ainda que estejão fóra da Fé de Christo, não estão privados, nem devem sello, de sua liberdade, nem do dominio de seus bens, & que não devem ser reduzidos a servidão”.

Outra pérola do samba do crioulo doido, extraída da apostila de História:
“O progresso técnico aplicado à agricultura (…) levou o homem a estabelecer seu domínio sobre a produção agrícola em detrimento da mulher“.

Ok, feministas. Agora, tratem de explicar a importância e o poder das inúmeras deusas na mitologia dos povos mesopotâmicos, especialmente Inana/Ishtar, chamada de Rainha do Céu e da Terra, Alta Sacerdotisa dos Céus, Estrela Matutina e Vespertina e que integrava, com igual poder, a Assembléia dos Deuses, ao lado de Anu, Enlil, Enki, Ninhursag, Nana e Shamash. Na Suméria,”tanto deuses quanto deusas eram patronos da cultura; forças tanto femininas quanto masculinas estavam envolvidas com a criação da civilização. A realidade dos papéis das mulheres dentro de casa estava em perfeito acordo com a projeção destes papéis no mundo divino“. (Tikva Frymer-Kensky em seu livro de 1992, In the Wake of Goddesses: Women, Culture and Transformation of Pagan Myth. Fawcet-Columbine, New York.

Mais delírio marxista de viés esquerdológico:
Estas transformações provocaram a dissolução das comunidades neolíticas, como também da propriedade coletiva, dando lugar à propriedade privada e à formação das classes sociais, isto é, a propriedade privada deu origem às desigualdades sociais – daí as classes sociais – e a um poder teoricamente colocado acima delas, como árbitro dos antagonismos e contradições, mas que, no final de tudo, é o legitimador e sustentáculo disso: o Estado“. (Definição de propriedade privada, classes sociais e de Estado, em sentido marxista, no neolítico, nem Marx!).

Calma, não acabou: No capítulo sobre a Mesopotâmia, a apostila informa que o deus Marduk (grafado Manduque) ordenou a ‘Gilgamés’ que construísse uma arca para escapar do dilúvio. (Gilgamesh é, na verdade, descendente do Noé caldeu/sumério, chamado Utnapishtin/Ziusudra. É Utnapishtin que conta a Gilgamesh a história da arca e do dilúvio. Há versões em que Ubaretut, filho de Enki, é que é o verdadeiro Noé; Utnapishtin apenas revela a história do dilúvio a Gilgamesh).

Outro trecho informa que o “dilúvio seria enviado por Deus, como castigo às cidades de Sodoma e Gomorra”. (Em Genesis (19,24), lê-se: “O Senhor fez então chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra”. Além disto, a destruição de Sodoma e Gomorra nada tem a ver com Noé e sim, com o patriarca Abraão e seu sobrinho Ló).

Outros achados:

“Diz a tradição que Sargão era filho de um jardineiro, o que nos faz pensar que, nesta época, como era possível alguém das chamadas camadas baixas da sociedade, ter acesso ao poder?”. (Que reflexão revolucionária! E que estilo!).

No capítulo “Geografia das contradições” lê-se: “Uma das graves contradições relaciona-se à economia: na sociedade capitalista quase todos trabalham para gerar riquezas, mas apenas uma minoria burguesa se apropria dela (sic) (…) Por outro lado, é necessário compreender que a sociedade foi e é organizada por meio das relacões sociais de produção. Entre nós, e na maioria dos países, temos o modo de produção capitalista, em que a relação básica é representada pelo trabalho. Nele encontram-se os proprietários dos meios de produção e os trabalhadores que, não possuindo os meios de produção, vendem sua força de trabalho“. (Marxismo puro, simples assim).

O mais grave é que estas apostilas, de viés ideológico explícito, vêm sendo adotadas por um número cada vez maior de escolas no País. Além das escolas próprias, o COC faz parcerias com quem queira adotar o sistema, como aconteceu este ano com o Colégio Pentágono, onde minha filha estuda desde o primário. Estas apostilas têm de ser proibidas e as escolas-parceiras e o COC têm de ser responsabilizados. É a escuridão reinante.

A RESPOSTA DO SISTEMA COQ
O Sistema COC de Ensino lamenta profundamente o conteúdo do texto da Sra. Mirian Macedo, publicado nesse site.

Queremos esclarecer:
O estudo da História, enquanto uma disciplina do conhecimento, tem como um dos pontos de partida a elaboração de uma teoria desse conhecimento. Essa teoria norteia o trabalho de leitura e interpretação das informações, de elaboração e estabelecimento daquilo que chamamos fatos históricos.

Podemos dizer que há uma construção da narrativa histórica dentro de uma perspectiva espaço-temporal que envolve personagens particulares (reis, presidentes, líderes religiosos, revolucionários…) e personagens coletivos (povos, etnias, massas urbanizadas, comunidades religiosas…). Porém, o que define a posição desses sujeitos históricos e a valorização de seus discursos é, entre outros aspectos, a teoria assumida pelos historiadores. Infere-se, disso, a importância das teorias da História na legitimação dessa ou daquela representação do passado humano.

No que tange ao campo específico dessas teorias, encontramos, de forma basilar, dois caminhos distintos. Um valoriza as relações materiais de produção nas comunidades humanas como determinantes de elaborações sociais, políticas, econômicas e culturais específicas que constituem a condição humana num determinado momento. Esse caminho assinala a importância da divisão social do trabalho e dos mecanismos de controle da produção como definidores de um sentido histórico. Assim, as diferenças estabelecidas no âmbito econômico-social imprimem um movimento na História. Esse movimento é marcado por contradições surgidas dessa própria diferenciação econômico-social. Tais contradições, quando superadas, colocam o grupo humano em outro estágio de desenvolvimento e este redefine as novas contradições. É nesse jogo, chamado de dialético, que flui a História. O que tratamos aqui é da teoria marxista ou do materialismo histórico-dialético.

O outro caminho valoriza a criação das idéias na relação que os homens estabelecem com a natureza e seus semelhantes. São as idéias, nesse sentido, os valores assumidos por um grupo humano que busca definir-se no contato com o mundo (natureza/outros grupos), os pilares, os fundamentos do movimento da História. Esses pilares se constituem como mitologias, religiões, sistemas éticos, filosofias etc. Nessa teoria, a própria forma de produção, de divisão social do trabalho e de distinções sociais se estabelecem em relação a esses conjuntos de valores compartilhados e, às vezes, questionados, pois há também uma relação dialética nesse mundo das idéias. Essa perspectiva da História valoriza a cultura como o âmbito definidor de organizações políticas, sociais e econômicas dos grupos humanos no tempo e no espaço. Essa teoria pode ser chamada de idealista e teve como importante pensador Max Weber, intelectual alemão, considerado, com Karl Marx e outros pensadores, um dos pais das ciências sociais (humanas). Em relação à crítica feita ao material didático, mostramos capacidade e disposição em atender aos dois caminhos interpretativos da História, sem dar espaço para simplificações grosseiras e panfletárias.

Educação não é doutrinamento para um lado ou para outro, mas é o estímulo da inteligência da complexidade. Doutrinamento é simples repetição; inteligência da complexidade é, antes de tudo, articulação.

É em nome dessa diversidade cultural, do choque entre a cultura dos livros e a cultura da mídia, que o material de Língua Portuguesa contempla os mais diversos autores e estilos, desde clássicos da literatura mundial até poetas, letristas e – por que não? – artistas populares amplamente explorados pela mídia – principalmente rádio e TV – para que possam ser comparados, discutidos, sob a luz da escola e dos professores. Dessa forma, ao invés de negar a existência de tais textos e letras, colocamo-las às claras para que possam suscitar análises e reflexões, para que possam colaborar com o processo educacional além do instrucional.

Vale ainda ressaltar que o material impresso é parte do processo de ensino e aprendizagem, que conta também com conteúdo na Internet, Livros Eletrônicos, entre tantos outros recursos que se completam com a atuação dos professores, coordenadores, alunos e pais. As escolas parceiras também complementam o material didático do sistema COC com outras atividades. É o caso do exercício “Como se conjuga um empresário”, reproduzido na integra do vestibular da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), que não se encontra nos materiais da 1a série do Ensino Médio do Sistema COC.

No processo de produção editorial podem ocorrer falhas e imprecisões. Nós, do Sistema COC, temos o compromisso de fazer as correções, por meio do uso do material por professores e alunos, ou de leitura crítica. Erratas são enviadas às escolas parceiras, e na edição seguinte o material impresso é retificado. Honramos sempre tal compromisso.

Para finalizar, citamos algumas obras de referência nacional e internacional, as quais corroboram o conteúdo apresentado nos livros de História do Sistema COC de Ensino.
FAUSTO, Boris – História do Brasil, São Paulo, Edusp.
NEVES, Joana – História Geral – a construção de um mundo globalizado, São Paulo, Editora Saraiva. FIGUEIRA, Divalte G. – História, São Paulo, Editora Ática.
CASAS, B. de las – Brevíssima relação da destruição das Índias, Lisboa, Antígona. KOSHIBA, L. e PEREIRA, D. M. F. – História do Brasil, São Paulo, Atual. CAMPOS, F. de e MIRANDA, R. G. – Oficina de História, São Paulo, Editora Moderna. SODRÉ, N. W. – Formação histórica do Brasil, São Paulo, Editora Brasiliense.
José Henrique del Castillo Melo – Sistema COC

Alô, leitores
Volto no post seguinte ao tema.
Por Reinaldo Azevedo

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65 Comentários

  1. Anônimo

    -

    16/06/2007 às 21:59

    COQ?!
    Não é você que está merecendo um coque na cabeça, sir Gardenal?

  2. Rénço

    -

    05/06/2007 às 19:12

    Que medo!!

    A lavagem cerebral tá muito mais escancarada que na minha época. E a minha época não tem nem dez anos.

    Daqui uns 15 anos, não vai mais se chamar escola, vai se chamar “Centro Educacional do Partido”.

  3. Anônimo

    -

    05/06/2007 às 2:11

    Essa história é antiga. Eu já tinha detectado isso há algumas décadas. Essa contaminação ocorre em todos os níveis do ensino e é a responsável pelo nível miserável em que se encontra o desenvolvimento econômico do Brasil e de outros países. A maioria desses políticos e burocratas que nos governam, hoje, foram no passado contaminados nos bancos escolares pelo maldito vírus do socialismo marxista que agora colocam em prática. Somente eleitores assim doutrinados ou com os olhos tapados votam nesses políticos. E o vírus vai passando de geração em geração. E o Brasil vai perdendo uma oportunidade após outra de se tornar um país próspero e decente. E o vírus vai mantendo a perpetuação da miséria.
    Não posso me furtar ao dever de ser solidário a este site e a outros semelhantes na luta contra esses movimentos que conduzem os povos a repetidos fracassos econômicos no decorrer da História. Coloco-me a disposição para colaborar no que for preciso. Sou um pequeno empresário e publiquei um livro sobre esse tema.
    Meu nome: Francisco Sávio Rypl
    Título do livro: é por isso que o Brasil não vai
    Editora: AGE

  4. Anônimo

    -

    04/06/2007 às 0:19

    Caro Reinaldo, apesar de ter pouco tempo de internet, já havia descoberto o Mídia Sem Máscara, o Escola Sem Partido, o Mestre Olavo de Carvalho, dentre outros. A situação é preocupante e a única forma de combatê-la é atravéz da divulgação. Cada leitor dessa coluna procure comentar com pessoas sérias e equilibradas (não se rebaixem a discutir com esquerdistas, eles não são dignos de qualquer debate honesto), no fim o bem triunfará. Fiquem com Deus.

  5. renata

    -

    03/06/2007 às 19:41

    ô Tio rei,

    Não falei que precisam criar a terra do nunca ? A coisa tá se espalhando….
    Daqui há pouco não vai ter dinheiro suficiente para pagar chicabon para todo mundo.

  6. Anônimo

    -

    03/06/2007 às 19:40

    é por isso que matriculei meu filho em uma escola estrangeira. POis esta escola, mesmo sendo do país de origem de Gramsci, tem o bom senso de não ensinar suas besteiras.

  7. Felipe Dimer de Oliveira

    -

    03/06/2007 às 5:36

    Estudei física por que queria ser professor, nunca consegui terminar um curso da pedagogia. Todas a aulas eram mais ou menos como esse show de horrores. Larguei a carreira de professor e não sabia que tinha descambado para esse nível. Lamentável.

  8. Anônimo

    -

    02/06/2007 às 23:14

    Reinaldo, verifiquei os livros didáticos de meus filhos e “graças a Deus” não encontrei viés marxista…mas meu colega de clínica checou o dos filhos dele e descobriu as apostilas semelhantes a do COC, que realmente são ultrapassadas e totalmenten confusos.
    Quem montou essas apostilas deve ter vivido em Cuba e é petralha, mas gosta de dinheiro capitalista!!!!! Depois disso posso imaginar o que irá acontecer quando a TV do OTORIDADE franklin martins entrar em operação…hehehehe

  9. Márcia

    -

    02/06/2007 às 21:23

    Prezado Reinaldo.
    Não me considero grande leitora de Marx (embora, no Partidão, a gente bem que tentasse…), mas essa bobagem de divisão de classes e Estado corrompendo o neolítico… até o velho Karl encarnaria em algum médium mais engajado (se ele acreditasse em algum tipo de sobrevivência da consciência após a morte do corpo físico, o que não era bem o caso)… e processaria os tais “apostilentos” por se valerem de suas obras para escrever tamanho besteirol!…

  10. flowerpunk

    -

    02/06/2007 às 16:14

    Reinaldo, vamos lá depois que vc dissecou a greve da USP é ora de se aprofundar neste tema da invasâo gramsciana do ensino no Brasil. Sugiro duas frentes:
    - O direito alternativo (este vc já começou a atacar)
    - O lixo ideólogico usado para doutrinar os alunos do ensino fundamental à pós-graduação. Que tal começar pela base, com um artigo sobre Paulo Freire?

  11. Anônimo

    -

    02/06/2007 às 13:14

    Grande Reinaldo:

    Coitada desta senhora que se indignou e se indispôs com um bando de incompetentes que se instalaram no Brasil a partir do INCOMPETENTE MÓR, aquelle mesmo.

    Este instituto ou seja lá, deveria acrescentar um Ô em seu nome para melhor identificarmos o seu estilo, pensamento e a difusão de bobagens:

    Oficialmente passaria a ser chamado de COCÔ.

    É o que se verifica pelos textos ‘m’ que constam em suas cartilhas “revolucionárias”.

    É com pena imensa que vejo o Brasil entregue a estes porcos que irão definir o pensamento das futuras gerações.

    Triste Brasil

    Léopólis

  12. Rafael

    -

    02/06/2007 às 10:58

    ô Reinaldinho,

    isso nõ é só no COC, não.
    é no país todo.
    eu já tive mais de 10 professores de história/geografia e já passei por mais de 5 instituições de ensino.
    TODOS são assim.

  13. Anônimo

    -

    02/06/2007 às 9:34

    Bom dia Azevedo.
    Para completar e fechar com chave de ouro este assunto basta acrescentar “Ô” a sigla de tão importante entidade educacional.
    Fica a sugestão.

    Sincerus Renatus.

  14. Anônimo

    -

    02/06/2007 às 9:07

    Anônimo L.,
    visite o site do Mec. O que eles recomendam para o ensino de crianças é essa baba toda. É oficial, as escolas precisam cumprir, os livros didáticos precisam respeitar. Estudei história no colegial pelos livros do J. Jobson Arruda, que eram considerados fracos pelo meu pai. Perto do que usam hoje, os meus livros são a Bíblia.

  15. Anônimo

    -

    02/06/2007 às 7:57

    Sou professor de economia em uma universidade pública e convivo diariamente com aberrações desse gênero, todas mapeadas na filosofia da assim chamada PEDAGOGIA DO OPRIMIDO, resultado da OBRADEIRA SEMINAL do educador-picareta (ou seria picareta-educador?) Paulo Freire. A lavagem cerebral não tem limites e o resultado tem sido, muitas vezes, conflitos em sala de aula. Imaginem que um aluno, em um curso de microeconomia, exigiu que eu utilizasse o método construtuvista para ensinar equilíbrio-geral. Ao ver um teorema do ponto fixo, usado para provar a existência do equilíbrio walrasiano, um aluno levantou o seguinte problema: “Professor, nós, enquanto estudantes de economia, queremos aprender levando em conta nosso dia a dia. Levando em conta nosso quotidiano enquanto indivíduos inseridos no contexto de uma luta de classes”. É, amigos! Para ensinar (de forma séria e decente) no Brasil, temos de matar um leão por dia. Que o diga o Professor Abdalla, do Instituto de Física, da USP. No fim, ainda é gratificante ver que alguns sobrevivem a tamanha babaquice.

  16. Felipe

    -

    02/06/2007 às 3:45

    o COC na minha cidade está sendo processado por irregularidades em licitação pública…

    já explica muita coisa

  17. Anônimo

    -

    02/06/2007 às 2:17

    Reinaldo,

    Ligando os pontos:

    a) vários leitores sugerem que vc leia e comente apostilas “escritas” para escolas particulares da classe média. Têm toda razão.

    b) já sugeri, de diferentes formas: leia e comente a ementa das linhas de pesquisa da Pós-Graduação (PG) financiadas pelo CNPq nas aéreas das Humanas de qlqr gde universidade brasileira. Os textos de justificação são curtos e enxutos.

    O desenho do que está oculto, mas atuante pelo menos desde os anos 80, vai aparecer.

    As apostilas do sistema COC nasceram de gente formada nas novas linhas de pesquisa. Nestas, vc encontra o supra-sumo concentrado do que vai ser distilado depois…. em doses mais ou menos homeopáticas.

    Estamos vendo ENFIM o ninho de cobras criadas pela instrumentalização das AUFFs e AUSP pela CUT.

    L.

  18. Anônimo

    -

    02/06/2007 às 1:25

    Reinaldo,

    Esses caras do COC são tão ridículos que não tiveram nem a dignidade de admitir claramente os erros factuais das apostilas. Poderiam ao menos fazê-lo, se comprometendo com a correção. Ao invés disso, tergiversaram sobre a questão e jogaram a culpa no editora. Ora, tenham dó! Dizer que o dilúvio foi uma punição à Sodoma e à Gomorra não é erro de correção. É pura ignorância do autor! O cara escreve de orelhada! E que “baita” orelhas, hein?

  19. Anônimo

    -

    02/06/2007 às 0:53

    O conjunto da obra do petismo levará décadas para ser demolido. Era o que eu pensava antes de tornar-me leitor de Reinaldão. Nada desse obrar maligno escapa ao olhar do mestre. Que bom!

  20. Celso

    -

    02/06/2007 às 0:00

    Reinaldo,

    É preciso de uma vez por todas despertar o ímpeto daqueles que são contrários a esse viés esquerdopata. Os jurássicos da esquerda, embora sejam uma minoria ínfima, não são, em regra, rechaçados em nossa rotina diária. Basta observar um grupo de amigos conversando, em um bar, após o jogo de futebol, na saída do trabalho, nas festas de aniversários etc. Nestas situações, aquele que vem com as patacoadas do discurso socialista, se jactando de mais sensível com os problemas do mundo, deita falação enquanto os que dele discordam ficam calados ou balançando a cabeça, num sentimento quase que de vergonha em rebater as sandices que lhe são atiradas. Sandices porque a história já mostrou que são sandices. Ou por acaso há alguma experiência socialista que não possa ser etiquetada de tragédia? Tem sim, dirão os delirantes. Cuba. Ah! Aquele lugar onde quem fala contra o ditador que o dirige é fuzilado no paredão? Grande exemplo. Ou acordamos ou seremos engolidos por essa canalhada. Taí a Venezuela para nos servir de exemplo, onde o golpista do seu presidente mantém centenas de estudantes presos porque foram para as ruas em passeata protestar contra um ato do governo. Já pensou se a moda pega por aqui? Pior é que os defendentes no Brasil do golpista Chavéz são os mesmos que querem licença para fazerem badernas por estas bandas. Urge lançar-se uma campanha de apoio à jornalista Mírian Macedo. Que tal, também, encaminharmos escritos de repúdio às escolas que adotam o sistema COC em nossas cidades. Eu vou mandar o meu.

    Celso.

  21. flowerpunk

    -

    01/06/2007 às 23:25

    Anônimo das 7:33 PM, mandou Bem!
    “Quem sabe este texto sobre a rotina diária de um empresário não foi baseado no dono do COC?”

  22. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 23:23

    Alexandre às 9:19 PM disse:
    “Fui estudante do Colégio Pentágono durante a década de 80 e sinto-me enojado ao saber que uma escola que fez fama de pioneira no ensino de informática e seu corpo docente teve professores como Oswaldo Sangiorgi se render à esquerdopatia ignorante do lulo-petralhismo.”

    Caro Alexandre, agora entendi a fama da antiga COC: Mestre Oswaldo Sangiorgi não era para qq um.

    Que decadance sem elegance da coq modernosa. Q pobreza. E ainda precisa pagar por esse lixo extemporâneo.

  23. flowerpunk

    -

    01/06/2007 às 23:18

    Estou completamente chocado. Entrei no site do Escola Sem Partido e els exibinham um comentário de um idnivídua que era contrário ao site. Reproduzo uma parte:
    “Quer que as tua filha seja de direita coloque numa escola de direita.”
    O cara escreve em um site sobre educaçãousando esta concordância.
    Bem, voltando ao ponto principal. O assunto é gravíssimo. Dependendo de como esta ação será julgada, teremos um vislumbre do futuro deste país: se o COC vencer fomos pro buraca, se derrotado, ainda teremos esperança de permanecer no rol das naçôes civilizadas.

    Reproduzo aqui parte da resposta do site, pois este foi adamantino:

    ” Veja, leitor, o absurdo da situação. Tal como a imensa maioria das instituições de ensino privadas do país, o COC é um gigante de duas cabeças. Na área pedagógica, mandam os educadores de orientação marxista, que tudo fazem para satanizar o capitalismo e enlamear a classe dos empresários. Já no departamento comercial quem manda são os empresários, que, tendo a incumbência de defender o nome e os interesses da empresa, nos processam por criticarmos o viés ideológico — decididamente anti-capitalista e anti-empresarial — do material produzido e dos serviços prestados pela banda marxista. Ou seja: somos processados, em última análise, para que os marxistas continuem a desfrutar do “direito” de cuspir na cara dos empresários! Não é fantástico?”

  24. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 22:29

    Tio Rei em 24/05/2007, “Do correspondente do Ipen” no seu blog, comentei que nao era só na Universidade e citei essa doutrinação. Veja abaixo o que escrevi naquele dia( o anônimo, no caso, fui eu).

    Anônimo
    Façamos a nossa parte, é muito mais grave, do que aparenta.
    Quem disse que no nível médio(I e II) os professores não estão plantando a sementinha para fortalecer à esquerda? Desde a 8ª série , os professores começam a fazer “a cabeça”, para que cheguem às Universidades públicas mais receptivos para aceitarem serem massa de manobra. Comprovem: façam perguntas diretas e objetivas sobre determinados assuntos aos seus filhos e peçam para que reportem a abordagem dos professores( lógico que não são todos) Vejam nos textos das provas… o direcionamento da ideologia. O aluno que fizer uma redação não concordando com idéias esquerdistas, a correção é muito mais, digamos assim, “rigorosa”. Estou falando de escolas particulares( nível médio), onde a doutrinação, por incrível que pareça, é mais fácil. Pais que já perceberam ESTÃO DEFEDENDO A ESCOLA SEM PARTIDO ( a quantidade não é expressiva, ainda).
    Um exemplo, quando minha filha de 8ªsérie( terminou a 8ª com 14 anos) chegou falando de Arbex e do prefácio do livro feito por Stedile, percebi a extensão do problema e resolvi mostrar o outro lado. Já terminou o nível médio, está na Universidade Pública e esse ano os alunos conseguiram eleger uma chapa voltada para outros interesses que não fosse vinculada a partido político. Fácil? Não, uma verdadeira batalha, mas é preciso ter argumento também para combatê-los e mais, conseguir com argumentos mostrar os dois lados para os calouros, é um verdadeiro trabalho de formiguinha. E os insistentes convites para que visitem ( já na Universidade)acampamentos do MST? Engenharia Elétrica é um dos cursos preferidos para esse assédio, porque normalmente os alunos não aceitam a doutrinação, estudam muito, não têm tempo. Essa é a realidade que conheço, é uma Universidade Federal. Prefiro não falar o nome. Precisamos alertá-los antes de entrarem na universidade. Escrevam, pressionem os parlamentares, esse caso da USP tem que ser exemplar, sob pena de alastrar que nem vírus. Desculpem, escrevi demais, é revolta mesmo e indignação!
    10:51 PM

  25. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 22:16

    Dentro de 10 anos, as apostilas deste COC serão escritas pelos atuais grevistas da USP.

  26. Ruth

    -

    01/06/2007 às 22:08

    Reinaldo, o pior de tudo é ver a covardia desse povo do COC intimidando a mãe que criticou o material didático COC entrando com uma ação judicial contra ela e contra os sites que publicaram a matéria. Que coisa de louco! Onde é que fica a liberdade de expressão? Eles estão mais pra “Chavez fechando a rede de TV venezuelana” do que para “educadores”. Que desfacatez!

  27. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 21:58

    Patricia M, olhe, tenho filho em idade escolar e os livros que ele usa, em especial os de história e geografia, da editora moderna, não ficam muito longe desse material do coc. Veja no site do mec as diretirzes curriculares oficiais e as recomendações de material didático. Vc. cairá de costas. Reinaldo, é um bom tema para explorar, trata-se de mediocridade instituída por decreto. Quem criou essa eme foi o Paulo Renato. Algumas escolas de elite editam suas próprias apostilas, para fugir dessa imbecilidade. Se vc. tem filhos, dê uma olhada nos livros que ele usa.

  28. Jade

    -

    01/06/2007 às 21:49

    Muito obrigada pela divulgação do site.

    Eu não o conhecia, mas checo os livros didáticos da minha filha desde o primeiro ano. Quando percebo conteúdo ideológico, estudo com ela em casa sobre o assunto.

    Eu não gosto muito dos livros didáticos da minha filha (eles também tem pitadas marxistas), mas o conteúdo das apostilas é muitíssimo pior.

    Por favor, não abandone o tema.

  29. Alexandre

    -

    01/06/2007 às 21:19

    Fui estudante do Colégio Pentágono durante a década de 80 e sinto-me enojado ao saber que uma escola que fez fama de pioneira no ensino de informática e seu corpo docente teve professores como Oswaldo Sangiorgi se render à esquerdopatia ignorante do lulo-petralhismo.

  30. robespierre

    -

    01/06/2007 às 20:59

    Pela mediocridade dos professores, constata-se que tais escolas preparam os alunos muito bem: para se tornarem verdadeiros analfabetos culturais.
    Quanta imbecilidade!!!!

  31. zézão

    -

    01/06/2007 às 20:12

    Tem certeza que é mesmo uma escola esse Colégio Pentágono/COC…?
    Como vc disse: “Eu, hein…!!!”
    Vote…!!!

  32. ZÉLIA MARIA FREIRE

    -

    01/06/2007 às 20:00

    Estou aqui meio invocada com um ” ancião de triste figura”,seco de carnes, de poucos dentes e barbicha rala, lembrando Dom Quixote ( na imagem), que sempre aparece dando entrevista sobre a greve dos remelentos, ele é estudante? o que faz ele alí? Espero que na próxima passeata ele vá à frente montado num cavalo magro,que nem o Rocinante,tendo na cabeça uma panela velha,seguido pelos sanchos remelentos para que a coisa se torne mais divertida

  33. marcelo b merlo

    -

    01/06/2007 às 19:44

    Me despertou os instintos maisprimitivos chamar Weber de idealista! Esse cara é, antes de tudo, ignorante. Acho que nem Marxista bocó chama Weber de idealista. Que me prove onde,dentro da Ciência como Vocação, por exemplo, Weber é idealista.

    Todo apoio à mãe e a quem reproduziu os textos.

  34. Fernando - Rio de Janeiro

    -

    01/06/2007 às 19:44

    Excelente! Parabéns à jornalista.
    Obrigado, Reinaldo, pela dica do site.

  35. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 19:40

    O COC alega prejuízo comercial? Respondam processando o COC pelos prejuízos que sua péssima qualidade de ensino está causando aos alunos, ora!

  36. incrédulo

    -

    01/06/2007 às 19:39

    Em uma escala de valores , o aspecto ético/moral foi relegado ao último plano. Fiquei embasbacado ontem em um certo programa de tv , quando jovens aspirantes à um cargo executivo de uma agencia de publicidade da maior expressão , reagiram sem a menor indignação , à tentativa de suborno às autoridades proposta por um deles. Como já se falou aquí : banalizaram tudo o que se considerou errado no passado.

  37. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 19:33

    Quem sabe este texto sobre a rotina diária de um empresário não foi baseado no dono do COC? eheheheh

  38. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 19:33

    Boa Noite, Reinaldo, já havia lido o artigo da jornalista Miriam Macedo, e acompanhado o site Escola Sem Partido. Passei pela experiência com uma escola de meus filhos, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, que utilizava livros didáticos de ensino fundamental contaminados de viés marxista. Escola estadual. Foi durante a gestão de Olívio Dutra e o livro que me indignou era de história, para a quarta série.

  39. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 19:23

    Devemos perceber e combater que o brasileiro é educado para fazer concurso público e não para ser empresário, gerador de riquezas.

    (R)

  40. Maneco

    -

    01/06/2007 às 19:23

    Não é o sitema COC que vem fazendo sucesso em parcerias com escolas públicas? O COC entra com treinamento e material didático e as prefeituras com a infra-estrutura. Agora entendo porque algumas prefeituras petistas fazem pareceria com o COC, logo o PT que é estatizante.

  41. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 19:20

    A desconstrução de um país começa na escola.

    (R)

  42. simplesmente maria

    -

    01/06/2007 às 18:59

    Isso parece enredo de um filme de horror. E a resposta do tal COC veio na linha da “história e geografia achados na rua”. Senhor, livre-nos de tanto Mal. Nós, cidadãos, estamos nos limites de nossas forças e só temos Reinaldo, Diogo e Veja do nosso lado.

    Saúdo aqui a jornalista Mirian Macedo, uma heroína – tal como o nobre professor Abdalla.

  43. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:38

    Que bom que foi lá dar uma olhadinha. Postei um comentário que, graças a Deus, você (ou dona Reinalda) publicou. Mal acreditei quando abri meu mail e lá estavam vários sobre o assunto, achei até que fosse uma dessas armadilhas de spam , mas não era nãooo. Mandei um comentário de solidariedade, mas acho que isso não vai ser o bastante na Justiça, né?
    Será que podemos fazer algo? O Olavão já escreveu um texto sobre o “COQ”[corvo olhos come]hehehe.
    No meu comentários anterior, me esqueci de citar o Usina das Letras, me desculpe a falha; é que fiquei tão indignada… Processar sites por dar espaço pra que uma mãe/avó de aluna, pudesse ter “voz” e “vez” contra essa lavagem cerebral que assola a Educação é o fim da picada, e o CoC pode apostar que o tiro saiu pela culatra.

    P.S.: Achei até que já sabia.

  44. Impressionante !!

    -

    01/06/2007 às 18:32

    .

    Putz!!

    Uma escola que publica uma apostila de redação ensinando “como se conjuga um empresário” e, para tanto, fornece uma seqüência de verbos retratando a rotina diária deste profissional como foi descrito pela senhora Miriam, e depois se defende dizendo que
    ” Educação não é doutrinamento para um lado ou para outro, mas é o estímulo da inteligência da complexidade. ” deve achar que somos todos completos idiotas, alunos e pais.

    Mas vão se catar, comunistóides hipócritas.

    .

  45. BOOTLEAD

    -

    01/06/2007 às 18:30

    Hééé Reinaldo!

    Você não acha que só a forca é um castigo brando para essa gente?

    Eles estão destruindo o FUTURO de nossos filhos e netos, o que essa gente merece? Seja sincero, você acha que eles voltam atrás nos seus erros? Ou insistem cada vez mais em depravar com tudo que foi construído, com os valores, com a história, etc. pela civilização judaico-cristã durante séculos.

    Ou “NÓS” ou “eles”, esta é a decisão a ser tomada o mais rápido possível. Não há outra saída!

  46. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:27

    Hoje estou no último ano de medicina na UFPR. Cursei o terceiro ano do ensino médio na sede do COC em Rib Preto. Apesar de a área de exatas e biológicas apresentar bons professores a área de humanas não me traz boas lembranças. Lembro-me de um professor de história chamado Marcos, que trabalhou lá em 2000, hostilizando os candidatos a vagas dos cursos mais concorridos. Certa vez confessou que seu sonho era poder um dia ver médicos jogando truco no domingo e recebendo cesta básica. Como bom idiota latino-americano, tinha passado uma temporada em Cuba. Algumas vezes passava mais da metade da aula narrando as maravilhas do regime cubano. Repetia todas aquelas babaquices esquerdóides que já conhecemos bem. Suas aulas empolgavam os adolescentes debilóides que nunca tinham lido um livro. Mas o que me fez desistir de assistir a suas aulas e recorrer à direção do colégio foi uma aula em que ele afirmou que o ex-deputado Luís Eduardo Magalhães tinha morrido de overdose de cocaína. É de chorar, mas presenciei esta cena.

  47. Intelequitual COQue

    -

    01/06/2007 às 18:25

    Jacu, trouxa e irresponsável é quem paga uma grana grossa para manter os filhos matriculados numa escola dessas.
    Estão plantando o futuro dos filhos na competição do mercado profissional do século XXI em diante, globalizado, com uma instrução e um racionalidade do século XIX !!
    Seus filhos já largam nas últimas filas na corrida para o sucesso.
    E, na vida pessoal, despontam para serem chatos e piegas. Rebeldes sem causa. Isso ocorre na primeira década do século XXI.
    O pior: e pagam $$$$$ por mês para isso.
    tsc, tsc, tsc…

  48. FReaKNM

    -

    01/06/2007 às 18:23

    Tive um bom professor de Literatura. Ao começar um novo período literário, ele dizia sempre: “O realismo [exemplo] surgiu no final do sec. XIX, o Sistema Etapa diz que foi em 1857, no Objetivo vocês vão encontrar em 1865, o COC não diz nada, e mesmo que dissesse ninguém liga, porque o COC não é material”.
    E prosseguia a aula.

    O pior é que, como todo bom petelho, o COC vai, ao invés de redimir-se do seu erro, processar a moça.

  49. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:22

    Porque muitos professores são de esquerda? Porque ensinam aos filhos da classe média cujo pai ganha mais do que ele? Seria a luta inglória do escravo contra o senhor da fazenda? Porque muitos professores se julgam os transformadores do mundo? Será porque eles próprios não conseguiram mudar o mundo deles e buscam nos jovens os meios de atingir os objetivos em que fracassaram? Será que todo professor é de esquerda? Os professores holandeses, japoneses, suiços, italianos, serão de esquerda? Não seriam eles o retrato de uma esquerda-frustrada? Tomaram um caminho de mudança do mundo e ainda não conseguiram nada. Não sei. Mas estes professores são o oposto da inteligência de mercado. Eles desprezam aqueles que lhes pagam o salário. Eles realmente querem um mundo igualitário? Porque tem muito a dividir ou tem muito a receber? Não deixem que suas frustrações passem para seus alunos. Apenas ensinem. Deixem que eles escolham. Não é feio ser empresário. Não é feio ser político. Não é feio ser capitão de indústria. Feio é roubar. E roubar não vem no DNA. É moldado. É ensinado. Leva tempo. Por isso só ensinem. Deixem que seus alunos escolham entre o certo e o errado. A vida deles não lhes pertencem. Não lhes transfiram suas frustrações. Se você está descontente de sua vida, não culpe seus alunos ou os pais destes. Crie sua nova vida no Second Life. E pare de se apossar da vida dos outros. Desncarnem professores complexados. Apenas ensinem.

  50. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:18

    BRÁZIU!

  51. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:17

    Pois é Reinaldo. Mas você sabe qual a argumentação do magistrado? Que a COC está tendo prejuízo comercial!!!!!!!!!! Quer dizer que agora “vale tudo”?

  52. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:13

    VIVA! UM ASSUNTO NOVO!
    Pela resposta do COC, a mãe está coberta de razões. Há algum tempo visitei o site escolasempartido.org, mas lamentei que pouca gente dele participasse. Essas trincheiras precisam ser fortalecidas, embora o ensino marxista já domine a educação primária e secundária no Brasil. Pobre país…

  53. Julia

    -

    01/06/2007 às 18:11

    Eu já conhecia a história bizarra através do site. Agora é que eu quero ver, Rei. Esse COC, através de ação judicial, conseguiu obrigar o site EscolasemPartido.org a ocultar o nome COC do texto que estava lá. Parece que não foi suficiente e ainda querem indenização.

    Boa sorte.

  54. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:10

    Esses pulhas citam umas duas linhas do Boris Fausto em suas ridículas apostilas (sem pagar direitos autorais, é claro) e querem dizer que o historiador concorda com as maluquices que eles escreveram Acho que aquela profa. da USP que foi demolida pelo Gaspari deve ser a autora dessas apostilas.
    No mais, a moça não deve ficar muito assustada com o processo intimidatório do COC, pois ela tem provas suficiente para a exceção da verdade. Deve ter medo, sim, do poder econômico do grupo, pois o nosso judiciário parece ter se tornado um shopping center de sentenças. Vide o Hurricane…

  55. Cris

    -

    01/06/2007 às 18:09

    Veja, Rei

    Do G1

    Professores da Universidade de São Paulo (USP) decidiram, por ampla maioria, continuar em greve em assembléia realizada na manhã desta sexta-feira (1º). Eles lotaram o auditório do prédio da Faculdade de Geografia da USP. Cerca de 160 docentes votaram pela manutenção da greve, dez contra e três se abstiveram.

    A greve deve continuar pelo menos até a próxima assembléia de professores, que deve acontecer na segunda-feira (4). Os docentes decidiram cruzar os braços na última quarta-feira (23).

    No rodapé da matéria, entretanto, vem a informação:
    “A USP tem 37 unidades de ensino e pesquisa, 80.589 alunos matriculados (entre graduação e pós), 5.222 professores e 15.295 funcionários. Os dados são do anuário estatístico de 2006. “

    Opa, então a “ampla maioria” é de …3%??? Ah, vai ver que a ampla maioria é daqueles que apareceram para a assembléia! Po, então que seja dada a noticia correta, né?

  56. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:09

    Reinaldo,eu sou estudante do ensino médio de uma escola católica e sinto na pele a doutrinação feita pelos professores de diversas matérias que despejam sobre os estudantes os tipos mais absurdos de lixo marxistas,ajudados por um material didatico que extremamente anti-americano e que ignora valores basicos como a democracia,alem de relativizar os crimes da ditadura cubana e enaltecer a antiga União Soviética.

    Os professores são tão truculentos em suas opiniões que não aceitam qualquer tipo de divergencia,e todo aluno que venha discordar deles é ridicularizado e um minimo comenterio é encarado como ofença pessoal,até em aulas como religião onde o professor defende a teologia da libertação e ridiculariza sempre que possivel o papa.

  57. PATRICIA M.

    -

    01/06/2007 às 18:09

    Eh por isso que as pessoas nao deviam confiar a educacao de seus filhos a escolinhas que ensinam via apostila. Nunca fui fan de apostilas, eh uma grosseria. Por que nao adotam livros-texto??? Livros-texto sao muito mais confiaveis e em geral de qualidade bastante superior as tais apostilas…

  58. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:05

    Esse fato é revoltante. Crianças e adolescentes são ingênuos e presas fáceis para professores inescrupulosos. Só depois de uma certa idade é que você passa a perceber que muitos desses pedagogos moderninhos não passam de picaretas.

  59. Anônimo

    -

    01/06/2007 às 18:05

    Aí, hem! Conseguiu passar dos 5.000 votos na enquete.

  60. Daniel

    -

    01/06/2007 às 18:03

    Reinaldo.

    Se vc. ver as provas de algumas universidades, inclusive vestibulares vai se chocar ainda mais.

    Depois envio algums perolas.

  61. Cris

    -

    01/06/2007 às 17:57

    Rei,

    É muito sério e vem acontecendo em várias escolas, de forma diferente.

    Contei aqui prá ti que, nessa semana, os alunos do 1o semestre de Jornalismo da UFSC foram levados a fazer uma entrevista coletiva, pela profa de redação do curso, com uma dirigente do Sintufsc.
    Chegando ao local da entrevista, depararam-se com:

    . Foto do Chavez
    . Bandeira da Venezuela cobrindo a mesa
    . Um mapa da AL nas cores da bandeira venezuelana, com os dizeres “Republica Bolivariana”.

    O assunto da entrevista era “A terceirização”, mas os guris ouviram muito sobre a “democracia chavista” e das razões por que Chavez teria fechado a RCYV (tv das elites, etc, etc).

    Ve se pode!!!!

  62. igor prellwitz

    -

    01/06/2007 às 17:55

    Mas as coisas são assim mesmo, onde os procos vermelhos botam suas patas. Já vi conteúdos até mais insanos e perigosos do que estes do Sistema COC. Só que eram casos isolados, localizados. E COC, como bem sabemos, é um sistema bastante disseminado nas escolas particulares do Brasil. Temos, portanto, que não deixar cair a peteca e procuramos abranger o maior número de pais possível, com informações a respeito dessa verdadeira temeridade pedagógica. Não tenho mais filhos em idade escolar, mas mesmo assim, vou lutar com todas as minhas forças contra essa verdadeira porcaria; que se não fosse trágica e perniciosa, seria, no mínimo, risível e ridícula!

  63. Saulo Cachaça

    -

    01/06/2007 às 17:53

    O mais bacana de tudo foi o marxismo neolítico.

  64. Daniela • Brasileira Insone

    -

    01/06/2007 às 17:51

    Eu já tinha lido esse brilhante artigo da Mirian Macedo. A coisa é gravíssima. Por isso, Tio Rei, ficamos gratos se você não largar mais do pé das universidades. É lá que os ovos dessa praga são chocados.

    _____________________

    Link da comunidade “Escola Sem Partido” no orkut:
    http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=57972

    Este assunto já está sendo comentado lá também.

    Outro post (na comu do Olavo de Carvalho) com “pérolas” de arrepiar a nuca:
    http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=44668&tid=2512682788739402752&na=1&nst=1

  65. daniel

    -

    01/06/2007 às 17:50

    MIRIAN MACEDO existe mesmo? Pensei que fosse um daqueles textos apócrifos de internet.

 

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