O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, solicitou nesta quinta-feira (21) ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o envio das Forças Armadas para ajudar na segurança do processo eleitoral no Rio de Janeiro.
Falta agora a aprovação do presidente Lula para que as tropas sejam enviadas para o estado. Após a autorização de Lula, caberá ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, fazer o planejamento que determinará quantidade de efetivo e data do envio das tropas.
A discussão sobre o envio de tropas para as eleições no Rio teve início com denúncias de candidatos a prefeito de que suas equipes estavam sendo impedidas de fazer campanha em comunidades dominadas por milícias e traficantes de drogas.
Na última quinta-feira (14), o TSE já havia autorizado o envio de homens das Forças Armadas para o estado. No dia 15, o TSE recebeu ofício do governador do Rio, Sérgio Cabral, em que afirmava considerar importante “todo o apoio na garantia de ir e vir dos eleitores”.
20 áreas sensíveis
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Roberto Wider, afirmou nesta quinta, em Brasília, que as forças nacionais de segurança deverão atuar em 20 áreas específicas do Rio de Janeiro. Segundo Wider, nessas áreas, que não serão divulgadas, habitam um milhão de pessoas.
Wider disse também que entre as “áreas sensíveis” estão favelas do Rio, além de locais específicos das cidades de Caxias, Nilópolis, São Gonçalo e Nova Iguaçu – todos na região metropolitana da capital fluminense. O presidente do TRE acrescentou que as forças poderão também atuar em Niterói, mas que esta análise será feita em um segundo momento.
Wider afirmou que dentre as 20 áreas sensíveis, há localidades com populações que variam entre 5 mil e 200 mil habitantes, como é o caso da Favela da Rocinha. Ele não teme que haja confronto de homens das Forças Armadas nas áreas críticas. “A principal idéia é inibir a ação das milícias e do narcotráfico. Se houver confronto, será lamentável”, afirmou
Roberto Wider também disse que irá analisar a possibilidade de proibir que os eleitores entrem nas cabines de votação portando telefones celulares. A medida afastaria o uso dos aparelhos como máquinas fotográficas, que poderiam registrar o voto do cidadão.









LEMBRAI-VOS DA PROVIDÊNCIA! NA HORA “H”, OS POLÍTICOS ABANDONARÃO O EXÉRCITO AO ESCÁRNIO PÚBLICO E AINDA TENTARÃO OBTER DIVIDENDOS SOBRE EVENTUAIS ERROS COMETIDOS POR SEUS INTEGRANTES.
Faltou dar rua e número onde estarão atuando.
A cidade do RIO DE JANEIRO é toda área sensível.
O RIO/RJ virou uma baderna. MARGINAIS ocuparam sinais de trânsito e vagas públicas de carros, para extorquirem motoristas, com mortes. Falsos-mendigos achacam pedestres nas calçadas, o tempo todo. No RIO/RJ aparecem 18.000 cadáveres/ano nas valas, fora os “cremados” vivos nos microondas das favelas. No RJ tem 70.000 mandados de prisão não cumpridos e 98% dos processos de homicídios não chegam à CONCLUSÃO.
Não há como as FFAA fazerem milagres, pois não existe comprometimento das polícias civis e militares com a segurança pública, bem como, qualquer interesse político em dar as mínimas condições ao cidadão de usufluir o seu direito de IR e VIR. Seria como enganar a população durante as eleições…
aliás. a investigação sobre o sequestro dos chineses, parou ? Porque ? Chegou à CUT ?
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No dia 1 de março de 2007, na página 12 de O Globo, Lula desculpava criminosos: “Ås vezes violência é questão de sobrevivência”. Ao lado, outra notícia: Menina de 13 anos foi baleada na rua.
O ir e vir de eleitores deveria ser garantido todo tempo e não somente nas eleições.
O lamentável não é a possibilidade de confronto e sim a inexistência de um estado que garanta permanentemente a segurança dos cidadãos.
A ameaça nessas áreas é constante mas as autoridades só enxergam ou tomam providências no período eleitoral.
Vou procurar abrigo em Kerbala no Iraque.
Ah, se fosse uma guerra!
E é, mas o lero-lero leva a um faz-de-conta. Só para inglês ver.
Se fosse só para o inglês, o presidente do TRE-RJ deveria se chamar Aberto Wider, nada melhor.
Mas Nelson Jobim dará o tom. Lula enviará a banda (podre?) … pobre moça feia que verá a Força Nacional cantando coisas de amor.
Carancho diz:
Por que ” pede a Lula”? A personalização de atos do governo é demasiada! É como se a Vontade Geral houvesse encarnado.
Até aqui no blog, às vezes, conta-se 4 ou 5 citações diárias do individuo.
Vamos deixar de fazer este jogo, o que aconteceu foi que o TSE pediu ao governo, ao executivo.
Chega!