Desculpem-me a demora. É que estou aqui “estudando” um material muito interessante sobre o tal “Direito Achado na Rua”. Estou cada vez mais fascinado. Acho que descobri uma nova — e perigosa — religião. Que já chegou ao Ministério da Justiça.
Tio Rei cuida dos meninos de rua
quarta-feira, 30 de maio de 2007 | 17:03








Reinaldo, a única coisa que se acha na rua, além de buracos, são excrementos de eqüinos. Teria sido essa a origem de mais essa facção criminosa?
A legitimidade só pode ser alcançada via legalidade. A Justiça só pode ser realmente justa, quando legisladores entenderem que não podem existir “saídas alternativas”. Há poucos dias, em uma cidade do interior de São Paulo, um júri foi adiado para que se analisasse uma carta psicografada do assassinado, inocentando o principal suspeito preso. Essa seria um exemplo de “justiça alternativa”? Vai ser jurisprudência? Não se pode assegurar sem a menor sombra de dúvida que a carta psicografada seja “fake”. Nem se pode assegurar sem sombra de dúvida que seja verdadeira a comunicação post mortem…Em dúvida pró réu? A impossibilidade de negar o impossível seria admitir a possibilidade? (tem um filmezinho chamado “O exorcismo de Emily Rose”, que prega esta hipótese). Para uma mente lógica, absolutamente inadimissível… Se existirem “injustiças legais”, que as leis sejam revogadas. Jamais aplicar a “justiça alternativa” em “alguns casos”…Seria o início do caos…
tem uma série de vídeos do direito achado na rua. passaram isso aqui na ufms.
Como diria o Senador Mão Santa: Comunismo vem de Comunhão, que na Bíblia quer dizer: Repartir o Pão!!!
Eu “se divirto” com o Mão Santa.
Tio Rei, quero tirar uma dúvida:
Direito achado na rua é de quem achar primeiro ?
att.
EROTICUM GRADUS.
“Direito achado na rua”, “direito alternativo”, Eroticum Gradus.
Realmente tem gente tentando acabar com nossas referências em Direito.
A petralhado do Sul, que agora começou a ser varrida, é fã desse Direito Alternativo.
É um direito mais justo. Advoga que o pobre tem mais razão, mesmo quando está errado.
É a lógica do absurdo.
É uma idiotice que nem em países comunistas se aplica.
Deve ser um cruzamento de marxismo e teologia da libertação.
E o ministro Eroticum Gradus é fãzinho desse direito e disse, em entrevista, que não acredita muito no nosso direito e sim naquele “comunista” que o inspira.
Por que essa gente não vai iluminar
com sua sabedoria o Chávez, Fidel, etc?
Ficam aqui como burguesões, saltos salários, hipócritas, corrosivos, falsos, indecentes, chupando o sangue de quem paga impostos e espera uma Justiça decente.
Esse “Direito achado na Rua” deve ter sido criado por um “Torto Achado na Zona”.
Reinaldo,
esse tipo de bobagem é muito perigosa, concordo com você!
Em vez de proteger os mais fracos acaba por prejudica-los. É também prejudicial ao país como um todo.
Precisamos de segurança jurídica para viver em sociedade, investir e empreender.
Tio Rei,
“Direito Achado na Rua” e “Direito na Sarjeta” são a mesma coisa?
Reinaldo,
o mote do “direito alternativo” gaúcho, da década de 90, era
PELO DIREITO, AINDA QUE CONTRA A LEI!!!!
obviamente, a definição do que era ou não direito dependia do gosto e do arbítrio do advogado ou juíz….
Bela justiça, não???
Esse relativismo da lei vai levar o país para o buraco! Já está levando.
Direito “achado na rua”. Certamente achado pelas sras. progenitoras dos seus postuladores, quando “em expediente”!
Tio Rei !!!
Só nestepaiz se vê estrovengas como essa.
SOCORRO!!!
Que existem pelo mundo afora (e também no Brasil) leis esdruxulas, ou até mesmo aquelas que “esqueceram” de revogar, tudo bem. Algumas podem parecer, e até serem “injustas”. Bastaria então revogá-las.
Mas, a partir daí, passar a aplicar a “legislação alternativa” a bel prazer de magistrados, gerando “jurisprudência”, vai uma grande diferença. Não é sem causa que se diz´-”Dura Lex, Sed Lex”. O mais estranho é que essa “legislação alternativa” via de regra tem uma coloração avermelhada, não raro desbragadamente revanchista, adivinhem contra quem…O trabalhador de salário mínimo passa uma vida inteira pagando aluguel ou prestação da casa própria. Chega um outro que sem nunca ter contribuido um único centavo, arvora-se como sem teto, e reinvidica o “seu direito à moradia” - e surprêsa - tem o apoio desse pessoal do direito alternativo! Para o trabalhador - NADA…para o invasor - TUDO!. Tem alguma coisa errada…
Sugiro que seja criado um ALBERGUE para o Direito Achado na Rua.
Tales,
direito a dormir com a Angelina Jolie não vai dar, cara, sinto muito. Como ela é cidadã americana, a questão ingressa no campo do direito internacional privado (ou público, se pensarmos em proteção aos direitos humanos). Em todo o caso, valeria a lei americana, e lá eles não acharam o direito na rua…
E você acredita que algo achado na rua tem valor? E por que na rua? Esse povinho não pode procurar na Constituição? Ou ela já não basta? O problema, Reinaldo, é que você atacando o menino do Chicabon, vai somente fornecer um mártir pra seitinha deles. Se bem que a idéia de transformar todos esses cretinos do “outro mundo possível” em mártires não é tão ruim assim.
Estou atirando no escuro.
Mas aposto que na Universidade de Brasília há uma linha de pesquisa oficial, aprovada pela Faculdade de Direito e financiada pelo CNPq e pela CAPES, com esse título: “Direito de rua”.
Assim como nas Faculdades de Letras há linhas de pesquisa intituladas “Literatura da margem” ou coisa parecida. Trata da literatura escrita por gays, negros e mulheres (sic).
L.
Ê má vontade!
Já pararam para pensar que o “direito achado na rua” pode ser o passo inicial para essa gente resolver procurar o direito perdido nos subterrâneos?
Caro Reinaldo,
Trata-se de um novo e admirável enfoque do Direito: o Direito Declaratório. Basta declarar o Direito e, ei-lo constituído! Direito à terra, à casa própria, à alimentação!! Tudo isso sem precisar gastar um centavo!! Eu já declarei meu direito ao carro do ano e a dormir com a Angelina Jolie. Justiça também é um conceito em franca evolução. Justiça, pode anotar aí, é “tudo aquilo que me favorece”. O contrário se chama “discriminação odiosa”. Direito achado na rua, na sarjeta ou na lata de lixo é isso: os teóricos dessa nova doutrina estão prestes a instituir instrumentos jurídicos avançados como o pelourinho e a lapidação em praça pública.
Reinaldo, aproveite o tempo e estude o ministro Eros Grau. Foi publicado numa revista semanal (Epoca?) que além de escritor de um livro erótico ele também milita por um direito menos ortodoxo.
atc Carlos
Reinaldo,
você vai perder tempo com besteira!
Na minha época de faculdade, a moda era um tal de direito alternativo, um vento podre que soprava lá do Sul. É sempre a mesma babaquice. Os esquerdalhas não aceitam a lei enquanto não tomam o poder. Aí, eles se tornam os elaboradores e aplicadores mais severos da lei. Como faz o Chávez.
Sds. de Marcelo.
P.S.: cuidado para não se intoxicar.
Salvem a democracia no Brasil!
Faltam os homens e mulheres para gritarem o basta a esse processo de desagregação moral que está em célere curso.
Reinaldo,
Você deve estar lendo a Bíblia dessa religião: “Achados e Perdidos de um gari legal”
Tomara que nessas suas andanças pela rua, encontrei nosso direito de não ser governado por um apedeuta que pode, à semelhança do que o Sarney fez com o Maranhão, tornar nosso país o mais pobre do planeta. Não duvide que essa política financeira de juros altos possa nos levar a isso num futuro breve.
Eita! Lá vem bomba! Hehehe.
Q bom q voltaste..
Reinaldo e amigos do Blog
O “Direito Achado na Rua” (que nome é esse!?) não é a mesma coisa do “Direito Alternativo”? Vocês sabem o que é o “Direito Alternativo”?
No google tem vários links sobre o assunto… Tem até comunidade no Orkut!
Achei uma pequena definição:
Direito Alternativo
“Também denominado jurisprudência alternativa, trata-se de uma corrente de aplicação do Direito, desenvolvida por uma facção da magistratura do Rio Grande do Sul que defende a mais ampla liberdade do juiz na decisão das lides, podendo, mesmo, decidir contra legem, ou seja, contra lei expressa, em nome de uma justiça ideal. Tal doutrina evoca, em parte, a chamada Escola do Direito Livre, mas se identifica com as idéias de Paul Magnaud (1848-1926), magistrado francês apelidado o bom juiz Magnaud, em face de suas audaciosas e irreverentes decisões contra o texto expresso das leis, protegendo os humildes e verberando os ricos.”
Link: http://www.dji.com.br/dicionario/direito_alternativo.htm
Ou seja, é tudo a mesma estrovenga? Se for, a única diferença é que o “Direito Achado na Rua” está em formação intelectual e o “Direito Alternativo” já está em pratica há muito tempo! E isso é péssimo para o nosso país…
O Pensador
Oh may God.
Mais uma dessas maluquices que só existem no Brasil:
Santo daime, petismo, doações não contabilizadas, dollar em cuecas, e agora o DIREITO ACHADO NA RUA.
Socoooooooorro…….
EU AVISEI…OS CARA SAO PERIGOSOS E HOJE JÁ SAO ACEITOS E MUITAS BANCAS E NAO RARO ,INDICADOS EM SUA DOUTRINA NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO !
VOCE VAI SE ARREPIAR AINDA MAIS…
Rei,
Não tem nada a ver, mas tem uma galera aqui da Unicamp tratando do assunto com seriedade: http://parouparou.blogspot.com/
Eles estão colocando tudo que aparece na mídia, contra e a favor de decretos, greves, e ocupação. Desnecessário dizer que seu blogue é citado lá constantemente!
Abraços, continua falando da USP porque está muito bom!
Religião ou seita?