14/05/2008
às 5:13República Sindical 3 - Ex-assessor de deputado tem sigilo quebrado
Por Fausto Macedo, no Estadão:
A Justiça Federal decretou a quebra do sigilo bancário e fiscal do lobista João Pedro de Moura, amigo e ex-assessor do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, e de duas organizações não-governamentais (ONGs) que teriam sido beneficiadas com R$ 119,5 mil repassados por integrantes do grupo acusado de desvio de recursos do BNDES.
Uma das ONGs é a Meu Guri, presidida por Elza Pereira, mulher de Paulinho. A outra é a Luta e Solidariedade que, segundo a Polícia Federal, é presidida por Eleno Bezerra, vice-presidente da Força Sindical e braço direito de Paulinho.
A Meu Guri recebeu R$ 37,5 mil de Moura, de acordo com registro bancário de 1º de abril. A Luta e Solidariedade captou R$ 82 mil, depositados por Marcos Mantovani, consultor do esquema BNDES que a Operação Santa Tereza desmascarou.
A PF está convencida de que as duas ONGs foram usadas pelo esquema BNDES para fazer o fluxo do dinheiro tomado a título de financiamento.
A quebra de sigilo foi ordenada pelo juiz Marcio Ferro Catapani, da 2ª Vara Criminal Federal de São Paulo. A pesquisa compreende os últimos cinco anos e atinge também Mantovani e sua empresa, a Progus Consultoria e Assessoria.
Foi decretada ainda a abertura dos dados da Termaq Escavações, da WE Original - boate que seria reduto do esquema - e de seu proprietário, Manuel Fernandes de Bastos Filho, o Maneco, que está foragido. Foi quebrado o sigilo fiscal do advogado Ricardo Tosto.
Ontem, o Tribunal Regional Federal (TRF) abriu inquérito contra o prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB). O caso foi distribuído para o desembargador Fábio Priteto.
A Justiça Federal decretou a quebra do sigilo bancário e fiscal do lobista João Pedro de Moura, amigo e ex-assessor do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, e de duas organizações não-governamentais (ONGs) que teriam sido beneficiadas com R$ 119,5 mil repassados por integrantes do grupo acusado de desvio de recursos do BNDES.
Uma das ONGs é a Meu Guri, presidida por Elza Pereira, mulher de Paulinho. A outra é a Luta e Solidariedade que, segundo a Polícia Federal, é presidida por Eleno Bezerra, vice-presidente da Força Sindical e braço direito de Paulinho.
A Meu Guri recebeu R$ 37,5 mil de Moura, de acordo com registro bancário de 1º de abril. A Luta e Solidariedade captou R$ 82 mil, depositados por Marcos Mantovani, consultor do esquema BNDES que a Operação Santa Tereza desmascarou.
A PF está convencida de que as duas ONGs foram usadas pelo esquema BNDES para fazer o fluxo do dinheiro tomado a título de financiamento.
A quebra de sigilo foi ordenada pelo juiz Marcio Ferro Catapani, da 2ª Vara Criminal Federal de São Paulo. A pesquisa compreende os últimos cinco anos e atinge também Mantovani e sua empresa, a Progus Consultoria e Assessoria.
Foi decretada ainda a abertura dos dados da Termaq Escavações, da WE Original - boate que seria reduto do esquema - e de seu proprietário, Manuel Fernandes de Bastos Filho, o Maneco, que está foragido. Foi quebrado o sigilo fiscal do advogado Ricardo Tosto.
Ontem, o Tribunal Regional Federal (TRF) abriu inquérito contra o prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB). O caso foi distribuído para o desembargador Fábio Priteto.
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1 Comentário
Incrédulo
-14/05/2008 às 8:14
com o perdão do nosso Rei, ‘grande bosta”. Já foi o tempo que os caras sse deixavam pegar pelo sigilo. agora é tudo negociação em moeda sonante. li aqui que parte do ap na praia foi paga em dinheiro vivo, uns 60 paus. quem lida com 60 mil em dinheiro vivo?