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12/06/2012

às 7:01

Quem ama, pelo visto, mata! Desde que a vítima seja homem e rico, e a assassina, uma prostituta redimida! Eis um mundo bárbaro, boçal! Ou: O feminismo de faca na mão!

Vou tratar de um tema que, na aparência, nada tem a ver com política. Na essência, no entanto, não poderia ser mais político. Não o evento em si, mas o tratamento a que vem sendo submetido. Vejam como os tempos politicamente corretos podem ser estúpidos e condescender até mesmo com um crime bárbaro. Se acharem procedente, passem adiante e façam o debate.
*
Caras e caros, confesso que estou surpreso, e um tanto estupefato, com rumo que vai tomando o noticiário sobre o assassinato e esquartejamento do empresário Marcos Matsunaga. A razão, o decoro, a civilidade e o bom senso estão sendo devorados — lá vem barulho, eu sei, mas não posso fazer nada — pelo feminismo de botina e faca na mão que, tudo indica, tomou conta da imprensa. E pouco me importa se quem o pratica é homem ou mulher. Desde que Elize confessou ter matado o marido, começou o trabalho de construção da vítima e do vilão! A vítima, no caso, é quem matou. E o vilão é o morto!!!

Ontem, vi uma reportagem que sugeria que ela só deu um tiro na cabeça dele por legítima defesa. E por que decidiu fazê-lo em pedaços? É que tinha conhecimentos de enfermagem… Ah, bom! Quando operei o cocuruto, lembro de duas cenas com clareza: eu tentando ser engraçado instantes antes de levar Propofol na veia, que precede a anestesia pra valer, como se aquilo me acontecesse todo dia e não tivesse importância — todo mundo é meio idiota à beira do abismo, acho —, e o sorriso benevolente das duas enfermeiras que me acordaram, muitas horas depois, na UTI. Não eram esquartejadoras. Não eram, não! Depois eu levei flores e chocolates para elas. Pensei até em fazer uma poesia. Mas achei que a continuidade da rotina da vida não valia tanta solenidade. Melhor celebrar com as coisas que perecem: flores e chocolate! Volto ao ponto.

A história mexe com alguns clichês que foram sendo progressivamente abandonados até pelas novelas, dado o desgaste do enredo. A puta pobre conquistada pelo milionário já não rende fantasias, a menos que salte da telinha ou da telona para a vida real. É o caso. Elize era garota de programa, e Marcos, um cliente. Pelo visto, eles se apaixonaram, o que rendeu um casamento e uma filha — ele pai de uma criança de uma união anterior. Mas, oh desdita!, parece que o rapaz se sentia especialmente atraído pelo amor que ousa dizer seu preço. Já numa união estável com Elize — que sabia bem como o conheceu e tinha, portanto, pavimentado o caminho da desconfiança —, tornou-se amante de outra garota de programa, outra morena original (Elize havia se tornado uma falsa loura). Imagens gravadas por um detetive particular foram parar na televisão! À amante da vez, ele havia dado de presente um carro avaliado em R$ 100 mil! Era pródigo, pelo visto, nos amores que comprava.

O advogado de defesa de Elize deve estar rindo de orelha a orelha. A imprensa trabalha pra ele, de graça. A esta altura, Marcos, o assassinado e esquartejado, já está caracterizado como o marido infiel, colecionador de armas, viciado em sexo pago, que não soube — e este é seu maior pecado para o feminismo de faca na mão — reconhecer o valor da puta que se redimiu e se tornou a amante extremosa. O mais escandaloso nisso tudo é que a imprensa não está se dando conta de que as informações de bastidores saem só de um lado do conflito porque o outro já não pode se manifestar, não é mesmo? Essa imprensa que perde os limites não precisa de controle social, não! Basta um pouco de vergonha!

Atenção! Fosse Elize a dona de casa dedicada desde sempre, oriunda da mesma classe social de Marcos, que tivesse estudado em colégios caros, essa asquerosa simpatia que vem granjeando na imprensa não seria tão saliente, ainda que o comportamento do marido fosse o mesmo. O fato de ter sido garota de programa e de ter se tornado mãe de família e mulher ciumenta, ciosa do casamento (!), excita a estúpida imaginação politicamente correta de parte do jornalismo. “Coitada! Ela bem que tentou uma vida regenerada, mas ele não deixou, ele não permitiu; queria humilhá-la!” Há aí algumas fantasias cretinas que vão se combinando.

A primeira delas é a de que alguém se torna prostituta por alguma imposição do destino. Falso! Ainda que, excepcionalmente, possa ser assim, só continua no ramo quem quer — e o preço da remissão, obviamente, não há de ser um marido milionário. A segunda fantasia é a de que, na alma de toda puta, reside adormecida uma santa, esperando para acordar e passar lições de vida e moral. Não! Trata-se apenas de jeito nada digno de ganhar a vida. Ser mulher de empresário milionário certamente é mais fácil, e Elize, por óbvio, escolheu a lei do menor esforço, já que ele topou a parada. A terceira fantasia, dadas as origens dela e dele, é o confronto de classes. Se uma pobre — ou ex-pobre — mata um rico, supõe-se que, em alguma instância, isso representa uma forma de justiça e compensação. A quarta fantasia é mais difícil de detectar, mas compõe o substrato do noticiário e dá conta do espírito do tempo: de alguma maneira, Elize é a expressão, e não se espantem porque vou explicar direitinho, de um movimento de libertação da mulher — ainda que uma expressão trágica.

Ângela Diniz e Doca Street
Eu tinha 15 anos quando Doca Street matou Ângela Diniz, a “Pantera de Minas”, em 30 de dezembro de 1976, numa praia de Búzios, com quatro tiros. Ambos faziam parte da fina flor da elite brasileira. Ele foi julgado em 1979 e saiu livre do tribunal, condenado apenas por homicídio culposo. Beneficiado por sursis, foi solto imediatamente. Do lado de fora, foi saudado como herói. O advogado de defesa era o lendário criminalista Evandro Lins e Silva (o que Márcio Thomaz Bastos gostaria de ser quando crescer), que havia sido ministro do Supremo Tribunal Federal entre 1963 e 1969, aposentado compulsoriamente pelo AI-6. Lins e Silva era um monumento do pensamento progressista brasileiro e assim continuou, até a morte, em 2002. Em 1992, foi ele o advogado de Barbosa Lima Sobrinho, presidente da ABI ( Associação Brasileira de Imprensa), e de Marcelo Lavenère, presidente da OAB, autores da ação popular que solicitou à Câmara dos Deputados a abertura do processo de impeachment de Fernando Collor.

Por que lembro essas credenciais do ilustre criminalista? Porque, no julgamento de Ângela, ele defendeu a tese mais reacionária que estava a seu alcance: Doca matara Ângela para defender a sua honra. Hábil, Lins e Silva levou o júri a julgar a morta, não o assassino. Ela foi caracterizada como bissexual (era verdade), viciada em drogas (provavelmente verdade), promíscua (havia indícios de que sim), chegada a orgias (idem) etc. E ele? O homem apaixonado, que deixara um casamento estável com a milionária Adelita Scarpa, seduzido pelos ardis maléficos da “pantera”. Ainda me lembro de uma frase pronunciada por Lins e Silva: Ângela seria aquela que passava “mais tempo na horizontal do que na vertical”…

A promotoria recorreu, e um novo julgamento foi realizado dois anos depois. Aí a coisa toda já havia se invertido. Bastou esse tempo para que ficasse claro que “quem ama não mata”, nome de um movimento iniciado no país, especialmente por mulheres, que virou programa de televisão. No novo julgamento, Doca foi condenado a 15 anos de cadeia. Afinal, na história daquele “homicídio culposo”, havia um fato que a retórica inflamada de Evandro conseguiu minimizar: ele dera um primeiro tiro com a Beretta. A arma travou. Ele a destravou e desfechou mais três.

Volto aos dias de hoje
A imprensa faz com Matsunaga hoje o que Evandro Lins e Silva fez com Ângela no julgamento de 1979 — com a ajuda de certa imprensa sensacionalista. O jornalismo sério já se escandalizava, como prova
reportagem de VEJA, de 24 de outubro de 1979, que julgada, naquele caso, fosse a morta, não o assassino. A exposição que se fez da vida dissoluta de Ângela Diniz parecia — e, no fim das contas, era mesmo — uma espécie de justificativa da pena de morte que o amante decidira lhe aplicar. Ora, não é o que se está fazendo agora com Marcos Matsunaga?

Acho absolutamente indecoroso, asqueroso mesmo, que o filme gravado por detetives particulares contratados pela assassina, que mostram o empresário em companhia de uma garota de programa num restaurante, sejam exibidos na televisão. Digam-me: em que isso esclarece as circunstâncias da morte? ORA, ENTÃO ESTAMOS DE VOLTA AO ASSASSINATO “EM LEGÍTIMA DEFESA DA HONRA”? Há 31 anos, em 1981, no segundo julgamento de Doca Street, o país emitiu sinais claros de que não aceitava mais essa tese. Por que ela volta, agora, com essa força? Honra se lava com sangue?

Então agora volto ao ponto inicial. O pensamento politicamente correto — qualquer um — é uma evidente expressão do mais detestável reacionarismo, só que com sinal trocado. Não duvidem: um marido que tivesse feito picadinho de uma adúltera estaria sendo execrado pela imprensa — e, se querem saber, com razão. Ou de que sociedade, afinal de contas, estamos falando? Este é um país que tem uma lei chamada “Maria da Penha” para coibir e punir o espancamento de mulheres. Quando os casos chegam à imprensa, ninguém se ocupa — com acerto — de saber detalhes do desentendimento conjugal que acabou resultando na agressão. E nem seria mesmo o caso. Não é para agredir e pronto!

Mas é próprio do politicamente correto ignorar o fato e as personagens em si para se fixar num enredo protagonizado por categorias. Elize está sendo tratada, no fim das contas, como a mulher que conquistou “o direito” ao crime passional, atingida pela mesma honra ferida que levava, ou leva ainda, os homens a matar. Não me lembro de ter visto nada parecido! O caso Ângela Diniz trouxe um bom ensinamento ao país no segundo julgamento: o assassinato para lavar a honra é inaceitável, não importa se a vítima é puta ou santa.

Marcos Matsunaga, o esquartejado, está tendo agora a honra feita aos pedaços pelos supostos bons preconceitos do politicamente correto. Se, em vez de uma amante, ele tivesse 10, faria alguma diferença?

Encerro com um apelo: parem de levar ao ar filmes e detalhes da vida desse homem que podem servir a qualquer coisa, menos para explicar por que aquela senhora deu um tiro em sua cabeça e esperou a rigidez cadavérica para fazê-lo em pedaços, enquanto a filha brincava no quarto ao lado. Esquartejamento passional??? Depois pegou o cartão de crédito dele e foi comprar malas Louis Vuitton.

Texto publicado originalmente às 5h43
Por Reinaldo Azevedo

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416 Comentários

  • Lindalva Cordeiro Lopes

    -

    4/2/2014 às 10:52 am

    Ela não vai ser absolvida, pois é mulher, se fosse ao contrário com certeza não falariam do “legítima defesa da honra, mas tratariam de nas entrelinhas favorecer o réu alegando que o dito macho matou para defender a honra, culpando a vítiam.

  • Karenina Rapkwievich

    -

    18/11/2012 às 6:39 pm

    E o que não nos mata, nem matamos, nos fortalece !

  • dediana ferreira nunes

    -

    11/8/2012 às 8:27 pm

    nada justifica um crime. Amar não justifica matar alguém. A verdade é que elise não queria perder a boa vida que levava ao lado do empresario. Puta ou não, dona de casa ou não! Esposa ou não! Ela era uma possessiva a beira da loucura! Antes de uma outra jovem ‘puta’ como mencionado tomasse o posto de mãe e esposa perfeita, ela! Elise matou covardemente um homem que cometia o pesar de adorar estas profissionais do sexo, premeditando a morte dele friamente. Isso é amor? Amor de cú é rola!!! Ela deve ser punida e feminismo aqui não deveria existir…certamente quem rege a lei da midía ganha muito para proteger o monstro que algumas mulheres podem ser para seus respectivos parceiros. Elise não me parece um anjo de asas, uma mãe perfeita e muito menos deus para dar um castigo assim a alguém…a midia deve esclarecer os dois lados da moeda. Elise vilã e matsunaga vitima. Ela viva ele morto! É triste! Mas essa é a face da midia,das leis acerca dos crimes hediondos e da praga chamado feminismo.

  • arlete

    -

    20/6/2012 às 1:17 pm

    fico triste em ver que nos humanos podemos ser tão creis, matar depois esquartejar é muito cruel e demonstra muito odio e frieza, peço a deus saúde peara mãe de elize e que ela na caadeia pense um pouuco que dinheiro não é tudo , mas dignidade sim, compaixão também , poderia pedir a separação e lutar pela guarda de sua filha, mais fazer o que fez foi demais, sõ Deus salva esta senhora,

  • fabiano muniz

    -

    14/6/2012 às 9:30 pm

    excelente texto..excelente oportunidade também de se rever a preconceituosa e injusta LEI MARIA DA PENHA estendendo seus benefícios a homens vítimas de violência doméstica, seja física,moral e psicológica.Este caso e um soco na boca das FEMINAZISTAS QUE COMANDAM ESTE PAIS…Homens sofrem, calados e diariamente, diversos tipos de violência doméstica nas garras de psicopatas como essa ,só que dessa vez foi longe demais.Se fosse um homem que tivesse esquartejado a esposa, até a DILMA se pronunciaria, mas como a vítima foi um homem, vão dar um jeito de inverter a situação em favor da assassina. VIVEMOS EM UMA VERDADEIRA DITADURA FEMINAZISTA.Homens , fujam enquanto não os mandem a campos de concentração.

  • Ubirajara Kelly

    -

    14/6/2012 às 3:42 pm

    1. Quem ama não mata! 2. Há que se diferenciar amor de possessividade.
    #
    Vejam o que foi postado aqui (não sei a procedência das informações, mas se verdadeiro, demonstra a premeditação):
    #
    Solomon Borges – 12/06/2012 às 17:01
    Como diria o Chapolin Colorado: “Não contavam com minha astúcia!”
    #
    A premeditação de ELIZE:
    1º Comprou dias antes do “FATO” um freezer horizontal Electrolux H500 – 477L, com porta basculante.
    2º Comprou sacos plásticos especiais para lixo refrigerado (made in USA)
    3º Comprou malas rígidas e leves, apropriadas para objetos pesados (3 x 117 lts.), provavelmente Samsonite B-Lites.
    4º A faca de cozinha citada, é na realidade uma faca Collin com lâmina para amputação com 23 cm de só de lâmina.
    5º Misturou “coagulante” na bebida da vítima (fato relatado pela mesma nas primeiras confissões, agora suprimido).
    6º A pistola Taurus .380 ACP PT 938 já estava com um cartucho na câmara.
    7º Após dispara na cabeça da vítima à queima-roupa, usou um anti-hemorrágico na perfuração para estancar o sangue (provavelmente um agente hemostático tópico absorvível do tipo Avitene)
    8º Dividiu o corpo em oito partes e congelou por 10 horas para a completa coagulação.
    9º Conhecia a região da desova (Estrada dos Pires-Cotia) devido já haver por diversas vezes levado uma das babás em casa, moradora naquela mesma região.

  • Renato

    -

    14/6/2012 às 12:44 pm

    O japonês era bondoso, até casou com ela, dando-lhe um alto padrão de vida e graças a ele graduou-se em direito. Existem muitas mulheres lindas, gostosas e íntegras, que soubessem desse japonês, ficariam numa longa fila para viver com ele e mesmo ele traindo(muitos homens endinheirados fazem isso)jamais cometeriam uma barbaridade dessas que chocou o país.

  • Mauricio Trindade

    -

    14/6/2012 às 11:50 am

    É bem verdade que o principal argumento em favor de um crime passional “justificável” foi sustentada pelo advogado da assassina (aliás, chega a ser irônico, o advogado da acusada será pago com o dinheiro da vítima), é por isso as vezes penso que a advocacia é a profissão que menos se define entre o imoral e o ilegal. Pode ser que não seja a mídia que sustente a ideia de vitimização social da acusada, mas certamente muitos grupos sociais fazem isso.

  • carolina

    -

    14/6/2012 às 10:26 am

    concordo com a Mariana

  • Fritz

    -

    13/6/2012 às 4:33 pm

    Se a filha desta besta assassina é herdeira de uma considerável herança, sua avó e avô deveriam solicitar exame de DNA da garota. Seria muita interessante ver se ela tem mesmo sangue oriental. E se não possuir?

  • flavia

    -

    13/6/2012 às 4:18 pm

    Com certeza ela será heroina nessa historia.

  • Mariana

    -

    13/6/2012 às 3:59 pm

    sabe porque eu tenho certeza de ser um crime passional? Porque se não fosse por amor essa BURRA nunca teria matado um cara que dava para ela do bom e do melhor ,óbvio tratando-a como mercadoria … ela não poderia ter ciúmes uma vez que já sabia como ele era:já havia largado mulher e filha.Ou seja continuaria traíndo… Para mim ,se ela fosse tão exploradora assim teria assumido que era uma simples mercadoria e ficado quieta ,assumindo o papel de esposa de milionário que nas palavras do autor aí de cima ,é mais fácio do que ser ,como ela chama PUTA. Mas para mim esse artigo todo é sobre a desconfiança em relação a qualquer tipo de remissão feminina…é isso ! E ela “amava ” sim se não teria conseguido lidar com a situação e não MATADO ELE …

  • Josinaldo Porto

    -

    13/6/2012 às 3:09 pm

    Sensacional. A mais pura verdade. E a globo é quem encabeça esta lista.

  • João Batista

    -

    13/6/2012 às 1:14 pm

    Legítima defesa? Nem mesmo a assassina alegou legítima defesa. Quem foi esse iluminado?

  • Anna Justino Magalhães

    -

    13/6/2012 às 12:08 pm

    Engraçado, hoje pela manha ainda estava a pensar esse caso. fico aparvalhada como em algumas situaçoes, quem deveria ser a vitima passa para Algoz em um segundo na ótica da mídia. Essa mídia massificante, estagnada, preguiçosa, mídia do CTRL+C CTRL+V, essa mídia Google. Nossa imprensa em alguns casos, esquece o seu trabalho que é o de informar e passa a formar. fico pensando. Acho que vou virar garota (coroa) de programa, vai q dou sorte também de conhecer um milionario. Dps, mato ele, pico ele, desovo ele, mancho a memoria dele, assumo o crime e viro mártir.

  • Heloísa - a da direita

    -

    13/6/2012 às 10:41 am

    O caso do goleiro esquartejador já circulou, sim, recentemente e ligeiramente, pela mídia…

  • Enézio E. de Almeida Filho

    -

    13/6/2012 às 10:17 am

    Lux in tenebris!

  • Edmundo

    -

    13/6/2012 às 10:14 am

    Como sempre, Reinaldo tem a CORAGEM de falar o que a mídia esconde. Continue !

  • Mário Borges

    -

    13/6/2012 às 9:06 am

    Reinaldo, nada justifica o procedimento desta Senhora , sua vida passada nada tem com a morte do empresário,Ela agora é a viúva do falecido, também é formada em Direito, deverá ser julgada pelo seu ato, com agravantes e atenuantes, aliás, como todo mundo que senta no banco dos réus no Tribunal do Juri .

  • Lenilton Morato

    -

    13/6/2012 às 8:13 am

    Parece que existem pessoas que não sabem ler textos e comentam por aqui. Reinaldo Azevedo não está analisando os procedimentos da justiça (como alguém colocou aqui ao dizer que o goleiro Bruno está sendo posto vagarosamente em liberdade), mas o tratamento dado pela imprensa ao caso que é flagrantemente pró-assassina.

  • Paulo

    -

    13/6/2012 às 8:06 am

    Sou grande admirador seu e leitor assíduo do blog. Concordo com grande parte do que vc. falou. Mas acho que falta uma análise: o Marcos tem uma grande culpa ao tratar o ser humano como mercadoria, comprando-as de um lado, e descartando-as do outro. Quando se age desta forma, a reação é certa. Acho que, ao analisar sob este prisma, não se vilaniza a vítima ou vitimiza a vilã. Apenas coloca-se as coisas na perspectiva correta.

  • Lara Silva

    -

    13/6/2012 às 2:08 am

    Reinaldo concordo e discordo.
    Óbvio que uma assassina confessa nao deve ser tratada como vítima e o assassinado como vilao da história.
    No máximo, se comprovodo de forma legal, algo poderia ser usado como atenuante da pena da mulher. Por exemplo se a mesma estivesse sob o efeito de drogas pesadas, se estivesse em tratamento psiquiátrico por alguma doença etc.

    Por outro lado nao acho que a imprenssa esteja inocentando a mulher por conta de um espírito dos tempos, ou pelo politicamente correto ou o que valha.
    Ainda que possam existir jornalistas chinfrins que sigam essa trilha (tem de tudo, né nao?), acho que se for pra escolher um culpado maior, um motivo principal (ainda assim tenho minhas dúvidas sobre o peso e importancia desse motivo) eu apontaria o óbvio: vender mais jornal.

    Trazer a tona qualquer detalhe do caso, detalhes bestas, detalhes mentirosos ou suspeitos, detalhes politicamente corretos, detalhes negativos da vítima, detalhes positivos da assassina e etc, acho que tudo isso se deve a escolha (acertada ou nao) dos editores/chefes/donos em seguir o caminho que lhes parece mais dourado elucrativo.

    Eu confesso que fiquei surpreendida. O crime chama a atençao da gente pelos mais variados motivos que nem vou tentar explicar aqui. A curiosidade mórbida é quase uma unanimidade – quase ninguém se salva desse sentimento em algum momento da vida (eu incluida).

    Porém minha curiosidade mórbida é bem chinfrim também. Depois de alguns dias, depois de ler nos jornais, ver na TV e etc, essa curiosidade mórbida (ou busca por manter-se atualizada, risos eufemistas) reduz muito ao ponto de eu mudar de canal ou nao ler o milésimo artigo de jornal sobre o tema.

    Obviamente ficarei em stand by, interessada em saber o rumo dos acontecimentos e o gran finale: o resultado do julgamento. Mas já sem saco de escutar a mesma coisa uma e outra vez de novo.

  • Observadordepirata

    -

    13/6/2012 às 1:50 am

    Ela vai ser liberada junto com o pessoal do mensalão. Quem sabe não promovem uma festa juntos, num brinde macabro e debochado. Daqui, dessa cloaca, eu não espero nada.

  • @MyrianDauer

    -

    13/6/2012 às 1:39 am

    É raro mas acontece. Não gostei desse seu texto, discordo das razões feministas que você alegou e a repetição da palavra puta me incomodou.

  • Dirk

    -

    13/6/2012 às 12:58 am

    Tadinha, ela só saiu pra passear com o marido… dentro das malas de rodinhas.

  • ZOG

    -

    13/6/2012 às 12:22 am

    ZOG-Um crime como esse não tem sexo: seres humanos podem fazer isso sejam homens ou mulheres. Porém, quando se examina as circunstâncias, os motivos, a forma, não se pode deixar de inferir que seres humanos médios não fazem isso com frequência, felizmente. Assim, é lícito que se recorra a psicopatologia e ao seu arsenal de situações que explicam-ou tentam- o motivo que possibilita alguns seres humanos agirem com tal violência, frieza e premeditação (pode-se até argumentar sobre a passionalidade do disparo, porém, não o que aconteceu em seguida). Trata-se de ser humano extremamente perigoso e que deve ser mantido didtante do convívio social pelo maior tempo possível. Não se trata de uma mulher e sim de um homo sapiens incompatível -não se sabe por quanto tempo, talvez, para sempre- e perigoso para a vida social. At. ZOG

  • Lucas Torino

    -

    12/6/2012 às 11:38 pm

    Em tempo: a própria capa da Veja não cai um pouco no que você está criticando? Não é um tanto demais ter uma assassina dessas como capa da principal revista do país?

  • Lucas Torino

    -

    12/6/2012 às 11:34 pm

    Se bobear ainda convidam a moça para posar nua em alguma revista.

  • Justino Silva

    -

    12/6/2012 às 10:51 pm

    Para matar e esperar para ‘destrinchar’ o cara é necessário muita frieza glacial. A dessa senhora é impressionante! A essas alturas do campeonato, depois de saber da sua condição de profissional do sexo, creio que nem a menina é filha do pobre coitado, pois ela não nenhum traço de eurasiana. Era ele que deveria ter colocado detetive atrás dela. A polícia deveria procurar por uma terceira pessoa.

  • Nelson de Azevedo Neto

    -

    12/6/2012 às 10:43 pm

    Ao Fernando – 12/06/2012 às 21:05:

    Meu caro Fernando, saindo do mérito da matéria, mas nem tanto, já que seu comentário também se encaixa perfeitamente no contexto do mesmo tipo INVERSÃO DE VALORES, que tranforma a vítima em criminoso e vice-versa… Destaco também que a desfaçatez mal disfarçada dos desarmentistas chega ao cúmulo de tentar desqualificar a ação de uma senhora solitária de 87 anos que, recentemente, matou um meliante invasor – e com várias passagens pela polícia – dentro da sua residência, de magrugada, com 3 tiros (um fatal) para se defender, e por tabela, defender toda a sociedade… E veja que a absurda
    inversão de valores anda tão disseminada que atinge quase que completamente o aparelhamento do estado, inclusive no seu bnraço policial, onde além de escutarmos como se fosse um mantra o conselho das “autoridades”, diante da própria incapacidade, de não reagir e fazer tudo que os meliantes ordenarem… AAAAFFFFF!… E não fugindo a regra e a doutrinação estatal (ou lavagem cerebral)… PASMEM!… O próprio delegado, policial que lida diáriamente com o lado negro do ser humano e que saba o que é capaz de fazer um meliante, além de ter o pleno conhecimento dos antecedentes do meliante suicidado pela senhorinha octagenária… PASMEM 2!!!… ENTENDEU POR INDICIAR A SENHORA POR HOMICÍDIO DOLOSO, DEIXANDO A DECISÃO DE INOCENTÁ-LA POR LEGÍTIMA DEFESA PARA A JUSTIÇA… PORRA DELEGADO!!!… TÁ MALUCO!!!… OU TU VIVE EM OUTRA DIMENSÃO SIDERAL, OU TU É AMIGO DOS BANDIDOS… AFINAL DE QUE LADO VC ESTÁ?!?!?… E NÃO ME VENHA COM ESSA DE QUE É A LEI, PORQUE CONHEÇO O SUFICIENTE DELA PRA SABER QUE ERA TOTALMENTE LEGÍTIMO A AUTORIDADE POLICIAL OPTAR POR SEQUER INDICIAR AQUELA BRAVA SENHORA GAÚCHA!… ACHO QUE JÁ PASSOU DA HORA DA POLÍCIA DECIDIR DE QUE LADO ELA ESTÁ… PORQUE ASSIM NÃO DÁ!

    … E se o caro Reinaldo permitir, segue o link da matéria publicada pelo portal da globo.com que alcançou o número notável de mais de 400 comentários parabenizando aquela senhora, para o desespero dos desarmamentistas hipócritas e/ou levianos e/ou iludidos…
    http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/06/mulher-de-87-anos-mata-assaltante-dentro-de-casa-em-caxias-do-sul-rs.html

  • Maria Inês

    -

    12/6/2012 às 10:43 pm

    Reinaldo, interessante como aí em Sampa o pessoal gosta de esquartejar e colocar na mala. Este é o quinto caso? Vira e mexe aparece um caso desses! Lamentável! Horrível! Tenho pena de todos os envolvidos. Como as pessoas são burras e estúpidas!!!

  • Yuri Doslav

    -

    12/6/2012 às 10:29 pm

    Também noto o viés, não só na imprensa, mas na visão de mundo de muitos comuns e na produção cultural também.

    O filme “Crazy in Alabama” de 1999, com Melanie Griffith, por exemplo, narra a história de uma dona-de-casa que mata e decapita o marido “abusivo”, depois carrega sua cabeça em uma maleta por aí.
    Ao final, ela é amplamente defendida pelo juíz, que ameniza a sentença dela, entendendo que a insensibilidade do marido era uma forma de assassinato também.

    Que absurdo!

  • Caipira

    -

    12/6/2012 às 10:22 pm

    Mas hoje em dia, as prostitutas, gays, lésbicas, mst, pt são as pesssoas que tem valores, o cidadão de bem é o vilão.

  • gegra

    -

    12/6/2012 às 10:05 pm

    Ana,(21:45)

    Respeito a sua não aprovação. Mas antes mesmo da opinião do Reinaldo comentei com estranheza o comportamento da imprensa neste caso com minha família. Faltou indignação e sobrou complacência.
    Na sua maioria, concordo com você que a imprensa não é muito inteligente. Mas que é mal intencionada…ah! isto é!!

  • Ana

    -

    12/6/2012 às 9:45 pm

    Não vejo como você que a imprensa esteja fazendo tudo calculadamente para transformar a assassina em vítima. A imprensa brasileira não é tão inteligente assim. Pelo contrário.
    O crime é chocante, incompreensível para a maioria de nós. A imprensa publica tudo que é possível em relação ao crime por que a sociedade quer ver. Os fatos, por si só, são incríveis. A imprensa está mostrando em todos os detalhes esses fatos, por que a sociedade quer ver. Quer ver para tentar entender e por mais que veja, jamais entenderá. Pois nem como filme imaginaríamos tamanha cena de horror que foi esse crime.
    Eu acho que a imprensa não está desculpando a assassina, não, Reinaldo. A sua análise é interessante, mas exagerada.
    Não gostei.

  • Heloísa - a da direita

    -

    12/6/2012 às 9:40 pm

    Eu jamais participaria da “marcha das vadias”, ou coisa parecida, nem sou feminista “de botina ou faca na mão”. Mas, esse episódio macabro não está sendo tratado, aqui, com muitas certezas e muito ódio? O goleiro, também esquartejador, que fez uma Elisa em pedaços, já está com regalias e, devagar, escapando da prisão. E, protestos tão veementes não apareceram por aqui.

  • rodrigo

    -

    12/6/2012 às 9:38 pm

    muita frieza desta mulher… esquartejar uma pessoa do seu convivio diário com o propósito claro de se livrar do corpo… esse ser não merece o ar que está gastando….

  • Anónimo

    -

    12/6/2012 às 9:30 pm

    Kelly, a estranha.

  • Renata

    -

    12/6/2012 às 9:26 pm

    Perfeito! Este é exatamente meu sentimento em relação ao que se vê e ouve sobre este caso. Tudo profundamente lamentável.

  • Fernando

    -

    12/6/2012 às 9:11 pm

    Imaginem só a seguinte situação. Um sujeito tem em sua coleção cerca de 500 garrafas de vinho carinhosamente guardadas no porão de sua casa. Um dia ele é assassinado com várias garrafadas na cabeça… De quem é a culpa???

    Segundo os “especialistas” da Rede Globo e do “Sou da paix” a culpa é dele mesmo porque ele era… Colecionador de vinhos!!!

  • Fernando

    -

    12/6/2012 às 9:05 pm

    Reinaldo, não sei se você viu o Jornal Nacional de sábado a noite, a cara de pau dos jornalistas de araque da Rede Globo que tiveram a desfaçatez de chamar uma idiota do “Sou da paz” para (mais uma vez) faturar encima da questão do desarmamento!
    Imagine Reinaldo que eles tiveram a cara de pau de dizer que ele só morreu porque era… COLECIONADOR DE ARMAS!!!!
    O que o hobby do senhor Yoki tem a ver com o fato dele ser assassinado??? Ela ainda disse que podia garantir (Como? Ela tem bola de cristal? Ela é vidente?) que ele não teria morrido se não tivesse armas em casa.
    Ah é??? E a faca? Ela não esquartejou ele com a faca??? Será que eles acham MESMO que uma psicopata que corta em 10 pedaços o corpo de uma pessoa com uma faca precisa MESMO de uma arma de fogo para matar? Ela teria usado a própria faca do esquartejamento!!!
    E o delegado dizendo que ela era “exímia atiradora”. Ah tá, então para matar alguém com um tiro a queima roupa na cabeça precisa ser uma exímia atiradora???
    Eles ainda tiveram a ousadia de chamar o senhor Yoki de “gangster” só porque em seu acervo ele tinha uma metralhadora Thompson calibre .45 de carregador circular, aquela que ficou famosa nos filmes americanos e que nem é mais fabricada desde a década de 70.
    A verdade é que a Rede Globo N-U-N-C-A vai se conformar e aceitar que PERDEU o referendo de 2005 e sempre que houver um crime de grande repercussão ela vai sempre se aproveitar da situação e querer voltar a discutir o assunto com os “especialistas” da funerária Sou da paz!
    Meu conselho a família Yoki é que PROCESSEM essa emissora sem vergonha e também esses bandidos do Sou da paz, lobos em pele de cordeiro pra eles aprenderem a ter respeito pela memória de uma pessoa que foi VÍTIMA DE UM CRIME.
    E os CACs (colecionadores, atiradores e caçadores) que são frequentemente tratados como bandidos façam o mesmo. CHEGA DE ENGOLIR DESAFORO!!!

  • Abreu

    -

    12/6/2012 às 9:04 pm

    .
    Reinaldo,
    .
    Rari(“ssíssi”)mas vezes discordo dos seus posts, e quando isso eventualmente acontece fico a me perguntar: “como isso pode ser possível?”.
    .
    Neste caso, não chego a discordar do seu ponto de vista, uma vez que o que Você exorta é que não se absolva a assassina confessa criminalizando a vítima — notadamente pela forma como a imprensa trata do assunto.
    .
    No entanto (e sem qualquer prejulgamento), este caso parece reclamar muito mais do que simpatia à “ex”-garota de programa ou de antipatia ao milionário viciado em sexo pago.
    .
    Detesto julgar e (pior ainda!) pré julgar. O conjunto de fatos ou mesmo alguns deles destacados pode até desagradar, mas se efetivamente existiram, não vejo motivos para serem sonegados ao conhecimento de todos — e é sob este aspecto que tenho que discordar de Você: por qual motivo a opinião pública não poderia ser informada desses fatos? Eu creio que deva — com cuidado (até onde isto seja possível), mas sim, devidamente informada.
    .

  • Nelson de Azevedo Neto

    -

    12/6/2012 às 8:59 pm

    Não é de hoje que afirmo e alerto que caminhamos à passos largos para alcançar o ápice da INVERSÃO DE VALORES… E este caso do empresário fã do filme “Uma Linda Mulher” é um bom exemplo disso… E sem querer tripudiar em cima da tragédia, acho que ele pretendia repetir, no real, o roteiro do filme até conseguir o seu final feliz… Mas o “temperamental diretor Sr. Destino Cruel” parece ter lhe pregado uma peça… Mas voltando a realidade nua e crua, e de forma curta e grossa, à meu ver o executivo da Yoki passou à concorrer deliberadamente para o seu fim trágico quando resolveu assumir o risco de comprar e levar para dentro do seu lar o seu OBJETO DO DESEJO eleito como personagem principal da sua fantasia sexual… Pois na minha concepção o simples fato de sua eleita exercer a “profissão” de prostituta de luxo já denota uma personalidade conturbada, além de grave falha de caráter… Sem contar o fato que a mesma fugiu de casa aos 15 anos sem que, à princípio, houvesse uma motivação alheia a sua própria vontade… Pois bem, visto deste prisma o executivo errou e já pagou muito caro por isso… Mas nada disto, de maneira nenhuma, justifica e/ou serve para inocentar, ou pior, transformar em vítima, ou pior ainda, transformar em heroína ou “pop star” a esposa assassina, pelo simples fato que os seus agravantes superam em muito os seus atenuantes dentro de todo o contexto circunstancial… Aliás, só como parâmetro, apesar de eu REPUDIAR COM TODAS AS MINHAS FORÇAS toda a corja no Poder que trai deliberadamente a confiança pública, jamais cheguei ao ponto de desejar que algum deles fosse esquartejado e suas partes espalhadas aos quatro cantos pra servir de exemplo (mas, à bem da verdade, também não choraria por nem um deles se isso acontecesse), muito menos fazê-lo… Mas, como já disse, é notório que estamos vivenciando uma campanha institucional e MIDIÁTICA, velada em alguns casos, e descarada em outros, de inversão de valores que, se não for contida rapidamente, poderá levar a nossa SOCIEDADE TRIBALIZADA de volta aos tempos brutais das Cruzadas e/ou da Inquisição como forma de remediação… E QUEM PODERÁ NOS SALVAR, SE NÃO NÓS MESMOS?!?!?

  • Marco Antonio

    -

    12/6/2012 às 8:47 pm

    Obrigado! Eu pensei que estivesse ficando louco, assistindo o morto sendo julgado e condenado! O difícil seria prendê-lo, mas…

  • Ram

    -

    12/6/2012 às 8:40 pm

    Reinaldo, concordo com o que voce diz. Mas isto em nada tem a ver com feminismo, especialmente no Brasil. Tendo trabalhado em quatro continentes, posso dizer com tranquilidade que o Brasil e disparado o pais mais sexista do mundo no ambiente de trabalho. As mulheres sao rotineiramente sujeitas a coisas impensaveis aqui no Facebook ou na Google. E os desniveis salariais sao imensos em media. Claro que existem excecoes, como em bancos de investimento onde algumas mulheres sao muito bem sucedidas. Mas o nivel de talento que elas precisaram ter e muitas vezes maior do que o dos homens. Tendo trabalhado em um no Brasil, posso lhe garantir: nao e nada legal ser mulher por la… Por isso que nao entendo porque o ataque ao feminismo, que se trata da reafirmacao da posicao da mulher na sociedade. Isto nao pode ser igualado ao PT ou a defesa bizarra desta mulher esquartejadora… Realmente, ela cometeu um crime passional, e tera que se explicar na justica. Talvez a infidelidade do marido reduza sua pena de 200 anos para 100… So que porque isso ou o apoio de umas ONGs malucas, minimiza a questao da mulher no trabalho no Brasil?

  • Flavio

    -

    12/6/2012 às 8:33 pm

    Parece que o filme Jogos Mortais anda inspirando muitas mentes assassinas. Hoje foi encontrado mais um corpo esquartejado. Agora de uma mulher.

  • Priscila Garcia

    -

    12/6/2012 às 8:08 pm

    Parabéns, Reinaldo: acertou NO ALVO, mais uma vez.

  • Marcos

    -

    12/6/2012 às 8:08 pm

    Rei
    Há outra frase usada por Evandro Lins e Silva no primeiro julgamento de Doca Street.
    ” Angela Diniz cometeu suicídio por mãos alheias”
    Neste caso penso um pouco diferente de você. A imprensa, ou boa parte dela, não é parcial, em si, mas iconoclasta.
    E um tipo especial de iconoclasta , pois se não ídolos a serem posteriormente demolidos, é necessário criá-los.
    Ou seja, basta aguardar um pouco e assim que perceberem que Elize já estiver no ponto de ser beatificada, aparecerão novos fatos.
    Fotos dela nua em sites de “ciberprostituição” ; com suas principais habilidades de alcova ; histórias pouco nobres da fase em que migrou do interior do Paraná para Curitiba , e assim por diante.
    É só aguardar

  • Demiane

    -

    12/6/2012 às 8:02 pm

    Como sempre, Reinaldo, vc vai direto ao ponto abordando o primordial. Perfeita análise!

  • Janine

    -

    12/6/2012 às 7:54 pm

    Tambem nao entendi porque a amante foi chamada para depor? Deve ser porque a policia nao tem muito o que fazer!! Eles deveriam ir prender bandido na rua, pois nesse caso me parece que a assassina confessou e o trabalho da policia terminou.

 

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