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12/06/2012

às 7:01

Quem ama, pelo visto, mata! Desde que a vítima seja homem e rico, e a assassina, uma prostituta redimida! Eis um mundo bárbaro, boçal! Ou: O feminismo de faca na mão!

Vou tratar de um tema que, na aparência, nada tem a ver com política. Na essência, no entanto, não poderia ser mais político. Não o evento em si, mas o tratamento a que vem sendo submetido. Vejam como os tempos politicamente corretos podem ser estúpidos e condescender até mesmo com um crime bárbaro. Se acharem procedente, passem adiante e façam o debate.
*
Caras e caros, confesso que estou surpreso, e um tanto estupefato, com rumo que vai tomando o noticiário sobre o assassinato e esquartejamento do empresário Marcos Matsunaga. A razão, o decoro, a civilidade e o bom senso estão sendo devorados — lá vem barulho, eu sei, mas não posso fazer nada — pelo feminismo de botina e faca na mão que, tudo indica, tomou conta da imprensa. E pouco me importa se quem o pratica é homem ou mulher. Desde que Elize confessou ter matado o marido, começou o trabalho de construção da vítima e do vilão! A vítima, no caso, é quem matou. E o vilão é o morto!!!

Ontem, vi uma reportagem que sugeria que ela só deu um tiro na cabeça dele por legítima defesa. E por que decidiu fazê-lo em pedaços? É que tinha conhecimentos de enfermagem… Ah, bom! Quando operei o cocuruto, lembro de duas cenas com clareza: eu tentando ser engraçado instantes antes de levar Propofol na veia, que precede a anestesia pra valer, como se aquilo me acontecesse todo dia e não tivesse importância — todo mundo é meio idiota à beira do abismo, acho —, e o sorriso benevolente das duas enfermeiras que me acordaram, muitas horas depois, na UTI. Não eram esquartejadoras. Não eram, não! Depois eu levei flores e chocolates para elas. Pensei até em fazer uma poesia. Mas achei que a continuidade da rotina da vida não valia tanta solenidade. Melhor celebrar com as coisas que perecem: flores e chocolate! Volto ao ponto.

A história mexe com alguns clichês que foram sendo progressivamente abandonados até pelas novelas, dado o desgaste do enredo. A puta pobre conquistada pelo milionário já não rende fantasias, a menos que salte da telinha ou da telona para a vida real. É o caso. Elize era garota de programa, e Marcos, um cliente. Pelo visto, eles se apaixonaram, o que rendeu um casamento e uma filha — ele pai de uma criança de uma união anterior. Mas, oh desdita!, parece que o rapaz se sentia especialmente atraído pelo amor que ousa dizer seu preço. Já numa união estável com Elize — que sabia bem como o conheceu e tinha, portanto, pavimentado o caminho da desconfiança —, tornou-se amante de outra garota de programa, outra morena original (Elize havia se tornado uma falsa loura). Imagens gravadas por um detetive particular foram parar na televisão! À amante da vez, ele havia dado de presente um carro avaliado em R$ 100 mil! Era pródigo, pelo visto, nos amores que comprava.

O advogado de defesa de Elize deve estar rindo de orelha a orelha. A imprensa trabalha pra ele, de graça. A esta altura, Marcos, o assassinado e esquartejado, já está caracterizado como o marido infiel, colecionador de armas, viciado em sexo pago, que não soube — e este é seu maior pecado para o feminismo de faca na mão — reconhecer o valor da puta que se redimiu e se tornou a amante extremosa. O mais escandaloso nisso tudo é que a imprensa não está se dando conta de que as informações de bastidores saem só de um lado do conflito porque o outro já não pode se manifestar, não é mesmo? Essa imprensa que perde os limites não precisa de controle social, não! Basta um pouco de vergonha!

Atenção! Fosse Elize a dona de casa dedicada desde sempre, oriunda da mesma classe social de Marcos, que tivesse estudado em colégios caros, essa asquerosa simpatia que vem granjeando na imprensa não seria tão saliente, ainda que o comportamento do marido fosse o mesmo. O fato de ter sido garota de programa e de ter se tornado mãe de família e mulher ciumenta, ciosa do casamento (!), excita a estúpida imaginação politicamente correta de parte do jornalismo. “Coitada! Ela bem que tentou uma vida regenerada, mas ele não deixou, ele não permitiu; queria humilhá-la!” Há aí algumas fantasias cretinas que vão se combinando.

A primeira delas é a de que alguém se torna prostituta por alguma imposição do destino. Falso! Ainda que, excepcionalmente, possa ser assim, só continua no ramo quem quer — e o preço da remissão, obviamente, não há de ser um marido milionário. A segunda fantasia é a de que, na alma de toda puta, reside adormecida uma santa, esperando para acordar e passar lições de vida e moral. Não! Trata-se apenas de jeito nada digno de ganhar a vida. Ser mulher de empresário milionário certamente é mais fácil, e Elize, por óbvio, escolheu a lei do menor esforço, já que ele topou a parada. A terceira fantasia, dadas as origens dela e dele, é o confronto de classes. Se uma pobre — ou ex-pobre — mata um rico, supõe-se que, em alguma instância, isso representa uma forma de justiça e compensação. A quarta fantasia é mais difícil de detectar, mas compõe o substrato do noticiário e dá conta do espírito do tempo: de alguma maneira, Elize é a expressão, e não se espantem porque vou explicar direitinho, de um movimento de libertação da mulher — ainda que uma expressão trágica.

Ângela Diniz e Doca Street
Eu tinha 15 anos quando Doca Street matou Ângela Diniz, a “Pantera de Minas”, em 30 de dezembro de 1976, numa praia de Búzios, com quatro tiros. Ambos faziam parte da fina flor da elite brasileira. Ele foi julgado em 1979 e saiu livre do tribunal, condenado apenas por homicídio culposo. Beneficiado por sursis, foi solto imediatamente. Do lado de fora, foi saudado como herói. O advogado de defesa era o lendário criminalista Evandro Lins e Silva (o que Márcio Thomaz Bastos gostaria de ser quando crescer), que havia sido ministro do Supremo Tribunal Federal entre 1963 e 1969, aposentado compulsoriamente pelo AI-6. Lins e Silva era um monumento do pensamento progressista brasileiro e assim continuou, até a morte, em 2002. Em 1992, foi ele o advogado de Barbosa Lima Sobrinho, presidente da ABI ( Associação Brasileira de Imprensa), e de Marcelo Lavenère, presidente da OAB, autores da ação popular que solicitou à Câmara dos Deputados a abertura do processo de impeachment de Fernando Collor.

Por que lembro essas credenciais do ilustre criminalista? Porque, no julgamento de Ângela, ele defendeu a tese mais reacionária que estava a seu alcance: Doca matara Ângela para defender a sua honra. Hábil, Lins e Silva levou o júri a julgar a morta, não o assassino. Ela foi caracterizada como bissexual (era verdade), viciada em drogas (provavelmente verdade), promíscua (havia indícios de que sim), chegada a orgias (idem) etc. E ele? O homem apaixonado, que deixara um casamento estável com a milionária Adelita Scarpa, seduzido pelos ardis maléficos da “pantera”. Ainda me lembro de uma frase pronunciada por Lins e Silva: Ângela seria aquela que passava “mais tempo na horizontal do que na vertical”…

A promotoria recorreu, e um novo julgamento foi realizado dois anos depois. Aí a coisa toda já havia se invertido. Bastou esse tempo para que ficasse claro que “quem ama não mata”, nome de um movimento iniciado no país, especialmente por mulheres, que virou programa de televisão. No novo julgamento, Doca foi condenado a 15 anos de cadeia. Afinal, na história daquele “homicídio culposo”, havia um fato que a retórica inflamada de Evandro conseguiu minimizar: ele dera um primeiro tiro com a Beretta. A arma travou. Ele a destravou e desfechou mais três.

Volto aos dias de hoje
A imprensa faz com Matsunaga hoje o que Evandro Lins e Silva fez com Ângela no julgamento de 1979 — com a ajuda de certa imprensa sensacionalista. O jornalismo sério já se escandalizava, como prova
reportagem de VEJA, de 24 de outubro de 1979, que julgada, naquele caso, fosse a morta, não o assassino. A exposição que se fez da vida dissoluta de Ângela Diniz parecia — e, no fim das contas, era mesmo — uma espécie de justificativa da pena de morte que o amante decidira lhe aplicar. Ora, não é o que se está fazendo agora com Marcos Matsunaga?

Acho absolutamente indecoroso, asqueroso mesmo, que o filme gravado por detetives particulares contratados pela assassina, que mostram o empresário em companhia de uma garota de programa num restaurante, sejam exibidos na televisão. Digam-me: em que isso esclarece as circunstâncias da morte? ORA, ENTÃO ESTAMOS DE VOLTA AO ASSASSINATO “EM LEGÍTIMA DEFESA DA HONRA”? Há 31 anos, em 1981, no segundo julgamento de Doca Street, o país emitiu sinais claros de que não aceitava mais essa tese. Por que ela volta, agora, com essa força? Honra se lava com sangue?

Então agora volto ao ponto inicial. O pensamento politicamente correto — qualquer um — é uma evidente expressão do mais detestável reacionarismo, só que com sinal trocado. Não duvidem: um marido que tivesse feito picadinho de uma adúltera estaria sendo execrado pela imprensa — e, se querem saber, com razão. Ou de que sociedade, afinal de contas, estamos falando? Este é um país que tem uma lei chamada “Maria da Penha” para coibir e punir o espancamento de mulheres. Quando os casos chegam à imprensa, ninguém se ocupa — com acerto — de saber detalhes do desentendimento conjugal que acabou resultando na agressão. E nem seria mesmo o caso. Não é para agredir e pronto!

Mas é próprio do politicamente correto ignorar o fato e as personagens em si para se fixar num enredo protagonizado por categorias. Elize está sendo tratada, no fim das contas, como a mulher que conquistou “o direito” ao crime passional, atingida pela mesma honra ferida que levava, ou leva ainda, os homens a matar. Não me lembro de ter visto nada parecido! O caso Ângela Diniz trouxe um bom ensinamento ao país no segundo julgamento: o assassinato para lavar a honra é inaceitável, não importa se a vítima é puta ou santa.

Marcos Matsunaga, o esquartejado, está tendo agora a honra feita aos pedaços pelos supostos bons preconceitos do politicamente correto. Se, em vez de uma amante, ele tivesse 10, faria alguma diferença?

Encerro com um apelo: parem de levar ao ar filmes e detalhes da vida desse homem que podem servir a qualquer coisa, menos para explicar por que aquela senhora deu um tiro em sua cabeça e esperou a rigidez cadavérica para fazê-lo em pedaços, enquanto a filha brincava no quarto ao lado. Esquartejamento passional??? Depois pegou o cartão de crédito dele e foi comprar malas Louis Vuitton.

Texto publicado originalmente às 5h43
Por Reinaldo Azevedo

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416 Comentários

  1. Lindalva Cordeiro Lopes

    -

    04/02/2014 às 10:52

    Ela não vai ser absolvida, pois é mulher, se fosse ao contrário com certeza não falariam do “legítima defesa da honra, mas tratariam de nas entrelinhas favorecer o réu alegando que o dito macho matou para defender a honra, culpando a vítiam.

  2. Karenina Rapkwievich

    -

    18/11/2012 às 18:39

    E o que não nos mata, nem matamos, nos fortalece !

  3. dediana ferreira nunes

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    11/08/2012 às 20:27

    nada justifica um crime. Amar não justifica matar alguém. A verdade é que elise não queria perder a boa vida que levava ao lado do empresario. Puta ou não, dona de casa ou não! Esposa ou não! Ela era uma possessiva a beira da loucura! Antes de uma outra jovem ‘puta’ como mencionado tomasse o posto de mãe e esposa perfeita, ela! Elise matou covardemente um homem que cometia o pesar de adorar estas profissionais do sexo, premeditando a morte dele friamente. Isso é amor? Amor de cú é rola!!! Ela deve ser punida e feminismo aqui não deveria existir…certamente quem rege a lei da midía ganha muito para proteger o monstro que algumas mulheres podem ser para seus respectivos parceiros. Elise não me parece um anjo de asas, uma mãe perfeita e muito menos deus para dar um castigo assim a alguém…a midia deve esclarecer os dois lados da moeda. Elise vilã e matsunaga vitima. Ela viva ele morto! É triste! Mas essa é a face da midia,das leis acerca dos crimes hediondos e da praga chamado feminismo.

  4. arlete

    -

    20/06/2012 às 13:17

    fico triste em ver que nos humanos podemos ser tão creis, matar depois esquartejar é muito cruel e demonstra muito odio e frieza, peço a deus saúde peara mãe de elize e que ela na caadeia pense um pouuco que dinheiro não é tudo , mas dignidade sim, compaixão também , poderia pedir a separação e lutar pela guarda de sua filha, mais fazer o que fez foi demais, sõ Deus salva esta senhora,

  5. fabiano muniz

    -

    14/06/2012 às 21:30

    excelente texto..excelente oportunidade também de se rever a preconceituosa e injusta LEI MARIA DA PENHA estendendo seus benefícios a homens vítimas de violência doméstica, seja física,moral e psicológica.Este caso e um soco na boca das FEMINAZISTAS QUE COMANDAM ESTE PAIS…Homens sofrem, calados e diariamente, diversos tipos de violência doméstica nas garras de psicopatas como essa ,só que dessa vez foi longe demais.Se fosse um homem que tivesse esquartejado a esposa, até a DILMA se pronunciaria, mas como a vítima foi um homem, vão dar um jeito de inverter a situação em favor da assassina. VIVEMOS EM UMA VERDADEIRA DITADURA FEMINAZISTA.Homens , fujam enquanto não os mandem a campos de concentração.

  6. Ubirajara Kelly

    -

    14/06/2012 às 15:42

    1. Quem ama não mata! 2. Há que se diferenciar amor de possessividade.
    #
    Vejam o que foi postado aqui (não sei a procedência das informações, mas se verdadeiro, demonstra a premeditação):
    #
    Solomon Borges – 12/06/2012 às 17:01
    Como diria o Chapolin Colorado: “Não contavam com minha astúcia!”
    #
    A premeditação de ELIZE:
    1º Comprou dias antes do “FATO” um freezer horizontal Electrolux H500 – 477L, com porta basculante.
    2º Comprou sacos plásticos especiais para lixo refrigerado (made in USA)
    3º Comprou malas rígidas e leves, apropriadas para objetos pesados (3 x 117 lts.), provavelmente Samsonite B-Lites.
    4º A faca de cozinha citada, é na realidade uma faca Collin com lâmina para amputação com 23 cm de só de lâmina.
    5º Misturou “coagulante” na bebida da vítima (fato relatado pela mesma nas primeiras confissões, agora suprimido).
    6º A pistola Taurus .380 ACP PT 938 já estava com um cartucho na câmara.
    7º Após dispara na cabeça da vítima à queima-roupa, usou um anti-hemorrágico na perfuração para estancar o sangue (provavelmente um agente hemostático tópico absorvível do tipo Avitene)
    8º Dividiu o corpo em oito partes e congelou por 10 horas para a completa coagulação.
    9º Conhecia a região da desova (Estrada dos Pires-Cotia) devido já haver por diversas vezes levado uma das babás em casa, moradora naquela mesma região.

  7. Renato

    -

    14/06/2012 às 12:44

    O japonês era bondoso, até casou com ela, dando-lhe um alto padrão de vida e graças a ele graduou-se em direito. Existem muitas mulheres lindas, gostosas e íntegras, que soubessem desse japonês, ficariam numa longa fila para viver com ele e mesmo ele traindo(muitos homens endinheirados fazem isso)jamais cometeriam uma barbaridade dessas que chocou o país.

  8. Mauricio Trindade

    -

    14/06/2012 às 11:50

    É bem verdade que o principal argumento em favor de um crime passional “justificável” foi sustentada pelo advogado da assassina (aliás, chega a ser irônico, o advogado da acusada será pago com o dinheiro da vítima), é por isso as vezes penso que a advocacia é a profissão que menos se define entre o imoral e o ilegal. Pode ser que não seja a mídia que sustente a ideia de vitimização social da acusada, mas certamente muitos grupos sociais fazem isso.

  9. carolina

    -

    14/06/2012 às 10:26

    concordo com a Mariana

  10. Fritz

    -

    13/06/2012 às 16:33

    Se a filha desta besta assassina é herdeira de uma considerável herança, sua avó e avô deveriam solicitar exame de DNA da garota. Seria muita interessante ver se ela tem mesmo sangue oriental. E se não possuir?

  11. flavia

    -

    13/06/2012 às 16:18

    Com certeza ela será heroina nessa historia.

  12. Mariana

    -

    13/06/2012 às 15:59

    sabe porque eu tenho certeza de ser um crime passional? Porque se não fosse por amor essa BURRA nunca teria matado um cara que dava para ela do bom e do melhor ,óbvio tratando-a como mercadoria … ela não poderia ter ciúmes uma vez que já sabia como ele era:já havia largado mulher e filha.Ou seja continuaria traíndo… Para mim ,se ela fosse tão exploradora assim teria assumido que era uma simples mercadoria e ficado quieta ,assumindo o papel de esposa de milionário que nas palavras do autor aí de cima ,é mais fácio do que ser ,como ela chama PUTA. Mas para mim esse artigo todo é sobre a desconfiança em relação a qualquer tipo de remissão feminina…é isso ! E ela “amava ” sim se não teria conseguido lidar com a situação e não MATADO ELE …

  13. Josinaldo Porto

    -

    13/06/2012 às 15:09

    Sensacional. A mais pura verdade. E a globo é quem encabeça esta lista.

  14. João Batista

    -

    13/06/2012 às 13:14

    Legítima defesa? Nem mesmo a assassina alegou legítima defesa. Quem foi esse iluminado?

  15. Anna Justino Magalhães

    -

    13/06/2012 às 12:08

    Engraçado, hoje pela manha ainda estava a pensar esse caso. fico aparvalhada como em algumas situaçoes, quem deveria ser a vitima passa para Algoz em um segundo na ótica da mídia. Essa mídia massificante, estagnada, preguiçosa, mídia do CTRL+C CTRL+V, essa mídia Google. Nossa imprensa em alguns casos, esquece o seu trabalho que é o de informar e passa a formar. fico pensando. Acho que vou virar garota (coroa) de programa, vai q dou sorte também de conhecer um milionario. Dps, mato ele, pico ele, desovo ele, mancho a memoria dele, assumo o crime e viro mártir.

  16. Heloísa - a da direita

    -

    13/06/2012 às 10:41

    O caso do goleiro esquartejador já circulou, sim, recentemente e ligeiramente, pela mídia…

  17. Enézio E. de Almeida Filho

    -

    13/06/2012 às 10:17

    Lux in tenebris!

  18. Edmundo

    -

    13/06/2012 às 10:14

    Como sempre, Reinaldo tem a CORAGEM de falar o que a mídia esconde. Continue !

  19. Mário Borges

    -

    13/06/2012 às 9:06

    Reinaldo, nada justifica o procedimento desta Senhora , sua vida passada nada tem com a morte do empresário,Ela agora é a viúva do falecido, também é formada em Direito, deverá ser julgada pelo seu ato, com agravantes e atenuantes, aliás, como todo mundo que senta no banco dos réus no Tribunal do Juri .

  20. Lenilton Morato

    -

    13/06/2012 às 8:13

    Parece que existem pessoas que não sabem ler textos e comentam por aqui. Reinaldo Azevedo não está analisando os procedimentos da justiça (como alguém colocou aqui ao dizer que o goleiro Bruno está sendo posto vagarosamente em liberdade), mas o tratamento dado pela imprensa ao caso que é flagrantemente pró-assassina.

  21. Paulo

    -

    13/06/2012 às 8:06

    Sou grande admirador seu e leitor assíduo do blog. Concordo com grande parte do que vc. falou. Mas acho que falta uma análise: o Marcos tem uma grande culpa ao tratar o ser humano como mercadoria, comprando-as de um lado, e descartando-as do outro. Quando se age desta forma, a reação é certa. Acho que, ao analisar sob este prisma, não se vilaniza a vítima ou vitimiza a vilã. Apenas coloca-se as coisas na perspectiva correta.

  22. Lara Silva

    -

    13/06/2012 às 2:08

    Reinaldo concordo e discordo.
    Óbvio que uma assassina confessa nao deve ser tratada como vítima e o assassinado como vilao da história.
    No máximo, se comprovodo de forma legal, algo poderia ser usado como atenuante da pena da mulher. Por exemplo se a mesma estivesse sob o efeito de drogas pesadas, se estivesse em tratamento psiquiátrico por alguma doença etc.

    Por outro lado nao acho que a imprenssa esteja inocentando a mulher por conta de um espírito dos tempos, ou pelo politicamente correto ou o que valha.
    Ainda que possam existir jornalistas chinfrins que sigam essa trilha (tem de tudo, né nao?), acho que se for pra escolher um culpado maior, um motivo principal (ainda assim tenho minhas dúvidas sobre o peso e importancia desse motivo) eu apontaria o óbvio: vender mais jornal.

    Trazer a tona qualquer detalhe do caso, detalhes bestas, detalhes mentirosos ou suspeitos, detalhes politicamente corretos, detalhes negativos da vítima, detalhes positivos da assassina e etc, acho que tudo isso se deve a escolha (acertada ou nao) dos editores/chefes/donos em seguir o caminho que lhes parece mais dourado elucrativo.

    Eu confesso que fiquei surpreendida. O crime chama a atençao da gente pelos mais variados motivos que nem vou tentar explicar aqui. A curiosidade mórbida é quase uma unanimidade – quase ninguém se salva desse sentimento em algum momento da vida (eu incluida).

    Porém minha curiosidade mórbida é bem chinfrim também. Depois de alguns dias, depois de ler nos jornais, ver na TV e etc, essa curiosidade mórbida (ou busca por manter-se atualizada, risos eufemistas) reduz muito ao ponto de eu mudar de canal ou nao ler o milésimo artigo de jornal sobre o tema.

    Obviamente ficarei em stand by, interessada em saber o rumo dos acontecimentos e o gran finale: o resultado do julgamento. Mas já sem saco de escutar a mesma coisa uma e outra vez de novo.

  23. Observadordepirata

    -

    13/06/2012 às 1:50

    Ela vai ser liberada junto com o pessoal do mensalão. Quem sabe não promovem uma festa juntos, num brinde macabro e debochado. Daqui, dessa cloaca, eu não espero nada.

  24. @MyrianDauer

    -

    13/06/2012 às 1:39

    É raro mas acontece. Não gostei desse seu texto, discordo das razões feministas que você alegou e a repetição da palavra puta me incomodou.

  25. Dirk

    -

    13/06/2012 às 0:58

    Tadinha, ela só saiu pra passear com o marido… dentro das malas de rodinhas.

  26. ZOG

    -

    13/06/2012 às 0:22

    ZOG-Um crime como esse não tem sexo: seres humanos podem fazer isso sejam homens ou mulheres. Porém, quando se examina as circunstâncias, os motivos, a forma, não se pode deixar de inferir que seres humanos médios não fazem isso com frequência, felizmente. Assim, é lícito que se recorra a psicopatologia e ao seu arsenal de situações que explicam-ou tentam- o motivo que possibilita alguns seres humanos agirem com tal violência, frieza e premeditação (pode-se até argumentar sobre a passionalidade do disparo, porém, não o que aconteceu em seguida). Trata-se de ser humano extremamente perigoso e que deve ser mantido didtante do convívio social pelo maior tempo possível. Não se trata de uma mulher e sim de um homo sapiens incompatível -não se sabe por quanto tempo, talvez, para sempre- e perigoso para a vida social. At. ZOG

  27. Lucas Torino

    -

    12/06/2012 às 23:38

    Em tempo: a própria capa da Veja não cai um pouco no que você está criticando? Não é um tanto demais ter uma assassina dessas como capa da principal revista do país?

  28. Lucas Torino

    -

    12/06/2012 às 23:34

    Se bobear ainda convidam a moça para posar nua em alguma revista.

  29. Justino Silva

    -

    12/06/2012 às 22:51

    Para matar e esperar para ‘destrinchar’ o cara é necessário muita frieza glacial. A dessa senhora é impressionante! A essas alturas do campeonato, depois de saber da sua condição de profissional do sexo, creio que nem a menina é filha do pobre coitado, pois ela não nenhum traço de eurasiana. Era ele que deveria ter colocado detetive atrás dela. A polícia deveria procurar por uma terceira pessoa.

  30. Nelson de Azevedo Neto

    -

    12/06/2012 às 22:43

    Ao Fernando – 12/06/2012 às 21:05:

    Meu caro Fernando, saindo do mérito da matéria, mas nem tanto, já que seu comentário também se encaixa perfeitamente no contexto do mesmo tipo INVERSÃO DE VALORES, que tranforma a vítima em criminoso e vice-versa… Destaco também que a desfaçatez mal disfarçada dos desarmentistas chega ao cúmulo de tentar desqualificar a ação de uma senhora solitária de 87 anos que, recentemente, matou um meliante invasor – e com várias passagens pela polícia – dentro da sua residência, de magrugada, com 3 tiros (um fatal) para se defender, e por tabela, defender toda a sociedade… E veja que a absurda
    inversão de valores anda tão disseminada que atinge quase que completamente o aparelhamento do estado, inclusive no seu bnraço policial, onde além de escutarmos como se fosse um mantra o conselho das “autoridades”, diante da própria incapacidade, de não reagir e fazer tudo que os meliantes ordenarem… AAAAFFFFF!… E não fugindo a regra e a doutrinação estatal (ou lavagem cerebral)… PASMEM!… O próprio delegado, policial que lida diáriamente com o lado negro do ser humano e que saba o que é capaz de fazer um meliante, além de ter o pleno conhecimento dos antecedentes do meliante suicidado pela senhorinha octagenária… PASMEM 2!!!… ENTENDEU POR INDICIAR A SENHORA POR HOMICÍDIO DOLOSO, DEIXANDO A DECISÃO DE INOCENTÁ-LA POR LEGÍTIMA DEFESA PARA A JUSTIÇA… PORRA DELEGADO!!!… TÁ MALUCO!!!… OU TU VIVE EM OUTRA DIMENSÃO SIDERAL, OU TU É AMIGO DOS BANDIDOS… AFINAL DE QUE LADO VC ESTÁ?!?!?… E NÃO ME VENHA COM ESSA DE QUE É A LEI, PORQUE CONHEÇO O SUFICIENTE DELA PRA SABER QUE ERA TOTALMENTE LEGÍTIMO A AUTORIDADE POLICIAL OPTAR POR SEQUER INDICIAR AQUELA BRAVA SENHORA GAÚCHA!… ACHO QUE JÁ PASSOU DA HORA DA POLÍCIA DECIDIR DE QUE LADO ELA ESTÁ… PORQUE ASSIM NÃO DÁ!

    … E se o caro Reinaldo permitir, segue o link da matéria publicada pelo portal da globo.com que alcançou o número notável de mais de 400 comentários parabenizando aquela senhora, para o desespero dos desarmamentistas hipócritas e/ou levianos e/ou iludidos…
    http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/06/mulher-de-87-anos-mata-assaltante-dentro-de-casa-em-caxias-do-sul-rs.html

  31. Maria Inês

    -

    12/06/2012 às 22:43

    Reinaldo, interessante como aí em Sampa o pessoal gosta de esquartejar e colocar na mala. Este é o quinto caso? Vira e mexe aparece um caso desses! Lamentável! Horrível! Tenho pena de todos os envolvidos. Como as pessoas são burras e estúpidas!!!

  32. Yuri Doslav

    -

    12/06/2012 às 22:29

    Também noto o viés, não só na imprensa, mas na visão de mundo de muitos comuns e na produção cultural também.

    O filme “Crazy in Alabama” de 1999, com Melanie Griffith, por exemplo, narra a história de uma dona-de-casa que mata e decapita o marido “abusivo”, depois carrega sua cabeça em uma maleta por aí.
    Ao final, ela é amplamente defendida pelo juíz, que ameniza a sentença dela, entendendo que a insensibilidade do marido era uma forma de assassinato também.

    Que absurdo!

  33. Caipira

    -

    12/06/2012 às 22:22

    Mas hoje em dia, as prostitutas, gays, lésbicas, mst, pt são as pesssoas que tem valores, o cidadão de bem é o vilão.

  34. gegra

    -

    12/06/2012 às 22:05

    Ana,(21:45)

    Respeito a sua não aprovação. Mas antes mesmo da opinião do Reinaldo comentei com estranheza o comportamento da imprensa neste caso com minha família. Faltou indignação e sobrou complacência.
    Na sua maioria, concordo com você que a imprensa não é muito inteligente. Mas que é mal intencionada…ah! isto é!!

  35. Ana

    -

    12/06/2012 às 21:45

    Não vejo como você que a imprensa esteja fazendo tudo calculadamente para transformar a assassina em vítima. A imprensa brasileira não é tão inteligente assim. Pelo contrário.
    O crime é chocante, incompreensível para a maioria de nós. A imprensa publica tudo que é possível em relação ao crime por que a sociedade quer ver. Os fatos, por si só, são incríveis. A imprensa está mostrando em todos os detalhes esses fatos, por que a sociedade quer ver. Quer ver para tentar entender e por mais que veja, jamais entenderá. Pois nem como filme imaginaríamos tamanha cena de horror que foi esse crime.
    Eu acho que a imprensa não está desculpando a assassina, não, Reinaldo. A sua análise é interessante, mas exagerada.
    Não gostei.

  36. Heloísa - a da direita

    -

    12/06/2012 às 21:40

    Eu jamais participaria da “marcha das vadias”, ou coisa parecida, nem sou feminista “de botina ou faca na mão”. Mas, esse episódio macabro não está sendo tratado, aqui, com muitas certezas e muito ódio? O goleiro, também esquartejador, que fez uma Elisa em pedaços, já está com regalias e, devagar, escapando da prisão. E, protestos tão veementes não apareceram por aqui.

  37. rodrigo

    -

    12/06/2012 às 21:38

    muita frieza desta mulher… esquartejar uma pessoa do seu convivio diário com o propósito claro de se livrar do corpo… esse ser não merece o ar que está gastando….

  38. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 21:30

    Kelly, a estranha.

  39. Renata

    -

    12/06/2012 às 21:26

    Perfeito! Este é exatamente meu sentimento em relação ao que se vê e ouve sobre este caso. Tudo profundamente lamentável.

  40. Fernando

    -

    12/06/2012 às 21:11

    Imaginem só a seguinte situação. Um sujeito tem em sua coleção cerca de 500 garrafas de vinho carinhosamente guardadas no porão de sua casa. Um dia ele é assassinado com várias garrafadas na cabeça… De quem é a culpa???

    Segundo os “especialistas” da Rede Globo e do “Sou da paix” a culpa é dele mesmo porque ele era… Colecionador de vinhos!!!

  41. Fernando

    -

    12/06/2012 às 21:05

    Reinaldo, não sei se você viu o Jornal Nacional de sábado a noite, a cara de pau dos jornalistas de araque da Rede Globo que tiveram a desfaçatez de chamar uma idiota do “Sou da paz” para (mais uma vez) faturar encima da questão do desarmamento!
    Imagine Reinaldo que eles tiveram a cara de pau de dizer que ele só morreu porque era… COLECIONADOR DE ARMAS!!!!
    O que o hobby do senhor Yoki tem a ver com o fato dele ser assassinado??? Ela ainda disse que podia garantir (Como? Ela tem bola de cristal? Ela é vidente?) que ele não teria morrido se não tivesse armas em casa.
    Ah é??? E a faca? Ela não esquartejou ele com a faca??? Será que eles acham MESMO que uma psicopata que corta em 10 pedaços o corpo de uma pessoa com uma faca precisa MESMO de uma arma de fogo para matar? Ela teria usado a própria faca do esquartejamento!!!
    E o delegado dizendo que ela era “exímia atiradora”. Ah tá, então para matar alguém com um tiro a queima roupa na cabeça precisa ser uma exímia atiradora???
    Eles ainda tiveram a ousadia de chamar o senhor Yoki de “gangster” só porque em seu acervo ele tinha uma metralhadora Thompson calibre .45 de carregador circular, aquela que ficou famosa nos filmes americanos e que nem é mais fabricada desde a década de 70.
    A verdade é que a Rede Globo N-U-N-C-A vai se conformar e aceitar que PERDEU o referendo de 2005 e sempre que houver um crime de grande repercussão ela vai sempre se aproveitar da situação e querer voltar a discutir o assunto com os “especialistas” da funerária Sou da paz!
    Meu conselho a família Yoki é que PROCESSEM essa emissora sem vergonha e também esses bandidos do Sou da paz, lobos em pele de cordeiro pra eles aprenderem a ter respeito pela memória de uma pessoa que foi VÍTIMA DE UM CRIME.
    E os CACs (colecionadores, atiradores e caçadores) que são frequentemente tratados como bandidos façam o mesmo. CHEGA DE ENGOLIR DESAFORO!!!

  42. Abreu

    -

    12/06/2012 às 21:04

    .
    Reinaldo,
    .
    Rari(“ssíssi”)mas vezes discordo dos seus posts, e quando isso eventualmente acontece fico a me perguntar: “como isso pode ser possível?”.
    .
    Neste caso, não chego a discordar do seu ponto de vista, uma vez que o que Você exorta é que não se absolva a assassina confessa criminalizando a vítima — notadamente pela forma como a imprensa trata do assunto.
    .
    No entanto (e sem qualquer prejulgamento), este caso parece reclamar muito mais do que simpatia à “ex”-garota de programa ou de antipatia ao milionário viciado em sexo pago.
    .
    Detesto julgar e (pior ainda!) pré julgar. O conjunto de fatos ou mesmo alguns deles destacados pode até desagradar, mas se efetivamente existiram, não vejo motivos para serem sonegados ao conhecimento de todos — e é sob este aspecto que tenho que discordar de Você: por qual motivo a opinião pública não poderia ser informada desses fatos? Eu creio que deva — com cuidado (até onde isto seja possível), mas sim, devidamente informada.
    .

  43. Nelson de Azevedo Neto

    -

    12/06/2012 às 20:59

    Não é de hoje que afirmo e alerto que caminhamos à passos largos para alcançar o ápice da INVERSÃO DE VALORES… E este caso do empresário fã do filme “Uma Linda Mulher” é um bom exemplo disso… E sem querer tripudiar em cima da tragédia, acho que ele pretendia repetir, no real, o roteiro do filme até conseguir o seu final feliz… Mas o “temperamental diretor Sr. Destino Cruel” parece ter lhe pregado uma peça… Mas voltando a realidade nua e crua, e de forma curta e grossa, à meu ver o executivo da Yoki passou à concorrer deliberadamente para o seu fim trágico quando resolveu assumir o risco de comprar e levar para dentro do seu lar o seu OBJETO DO DESEJO eleito como personagem principal da sua fantasia sexual… Pois na minha concepção o simples fato de sua eleita exercer a “profissão” de prostituta de luxo já denota uma personalidade conturbada, além de grave falha de caráter… Sem contar o fato que a mesma fugiu de casa aos 15 anos sem que, à princípio, houvesse uma motivação alheia a sua própria vontade… Pois bem, visto deste prisma o executivo errou e já pagou muito caro por isso… Mas nada disto, de maneira nenhuma, justifica e/ou serve para inocentar, ou pior, transformar em vítima, ou pior ainda, transformar em heroína ou “pop star” a esposa assassina, pelo simples fato que os seus agravantes superam em muito os seus atenuantes dentro de todo o contexto circunstancial… Aliás, só como parâmetro, apesar de eu REPUDIAR COM TODAS AS MINHAS FORÇAS toda a corja no Poder que trai deliberadamente a confiança pública, jamais cheguei ao ponto de desejar que algum deles fosse esquartejado e suas partes espalhadas aos quatro cantos pra servir de exemplo (mas, à bem da verdade, também não choraria por nem um deles se isso acontecesse), muito menos fazê-lo… Mas, como já disse, é notório que estamos vivenciando uma campanha institucional e MIDIÁTICA, velada em alguns casos, e descarada em outros, de inversão de valores que, se não for contida rapidamente, poderá levar a nossa SOCIEDADE TRIBALIZADA de volta aos tempos brutais das Cruzadas e/ou da Inquisição como forma de remediação… E QUEM PODERÁ NOS SALVAR, SE NÃO NÓS MESMOS?!?!?

  44. Marco Antonio

    -

    12/06/2012 às 20:47

    Obrigado! Eu pensei que estivesse ficando louco, assistindo o morto sendo julgado e condenado! O difícil seria prendê-lo, mas…

  45. Ram

    -

    12/06/2012 às 20:40

    Reinaldo, concordo com o que voce diz. Mas isto em nada tem a ver com feminismo, especialmente no Brasil. Tendo trabalhado em quatro continentes, posso dizer com tranquilidade que o Brasil e disparado o pais mais sexista do mundo no ambiente de trabalho. As mulheres sao rotineiramente sujeitas a coisas impensaveis aqui no Facebook ou na Google. E os desniveis salariais sao imensos em media. Claro que existem excecoes, como em bancos de investimento onde algumas mulheres sao muito bem sucedidas. Mas o nivel de talento que elas precisaram ter e muitas vezes maior do que o dos homens. Tendo trabalhado em um no Brasil, posso lhe garantir: nao e nada legal ser mulher por la… Por isso que nao entendo porque o ataque ao feminismo, que se trata da reafirmacao da posicao da mulher na sociedade. Isto nao pode ser igualado ao PT ou a defesa bizarra desta mulher esquartejadora… Realmente, ela cometeu um crime passional, e tera que se explicar na justica. Talvez a infidelidade do marido reduza sua pena de 200 anos para 100… So que porque isso ou o apoio de umas ONGs malucas, minimiza a questao da mulher no trabalho no Brasil?

  46. Flavio

    -

    12/06/2012 às 20:33

    Parece que o filme Jogos Mortais anda inspirando muitas mentes assassinas. Hoje foi encontrado mais um corpo esquartejado. Agora de uma mulher.

  47. Priscila Garcia

    -

    12/06/2012 às 20:08

    Parabéns, Reinaldo: acertou NO ALVO, mais uma vez.

  48. Marcos

    -

    12/06/2012 às 20:08

    Rei
    Há outra frase usada por Evandro Lins e Silva no primeiro julgamento de Doca Street.
    ” Angela Diniz cometeu suicídio por mãos alheias”
    Neste caso penso um pouco diferente de você. A imprensa, ou boa parte dela, não é parcial, em si, mas iconoclasta.
    E um tipo especial de iconoclasta , pois se não ídolos a serem posteriormente demolidos, é necessário criá-los.
    Ou seja, basta aguardar um pouco e assim que perceberem que Elize já estiver no ponto de ser beatificada, aparecerão novos fatos.
    Fotos dela nua em sites de “ciberprostituição” ; com suas principais habilidades de alcova ; histórias pouco nobres da fase em que migrou do interior do Paraná para Curitiba , e assim por diante.
    É só aguardar

  49. Demiane

    -

    12/06/2012 às 20:02

    Como sempre, Reinaldo, vc vai direto ao ponto abordando o primordial. Perfeita análise!

  50. Janine

    -

    12/06/2012 às 19:54

    Tambem nao entendi porque a amante foi chamada para depor? Deve ser porque a policia nao tem muito o que fazer!! Eles deveriam ir prender bandido na rua, pois nesse caso me parece que a assassina confessou e o trabalho da policia terminou.

  51. Gesiane

    -

    12/06/2012 às 19:52

    Em minha opinião, ela é uma PSICOPATA e ponto final. As causas e circunstâncias não importam. Ela matou com frieza calculada e esse fato por si só já a condena. Concordo plenamente com o autor do artigo.

  52. Mariazinha

    -

    12/06/2012 às 19:31

    O esqartejamento sugere planejamento, não acham? E a arma estava à mão devidamente carregada no momento da discussão? Muito estranho e bizarro. Chamem a equipe do Criminal Minds!

  53. Antonio

    -

    12/06/2012 às 19:23

    Olha
    Eduardo – 12/06/2012 às 17:30,
    Hitler fazia tudinho dentro da lei… Se no teu entendimento esquartejar uma pessoa não é nada, melhor ficar bem longe de você.

  54. Antonio

    -

    12/06/2012 às 19:14

    Hediondo é chinelada na bunda de piá malcriado. Esquartejar o pai com a filha no quarto ao lado é “desabafo social”…

  55. Frodo

    -

    12/06/2012 às 19:11

    Crime passional, cometido por ambos dos sexos, é uma linha muito interessante de estudos da psicologia, psiquiatria e psicanálise. Ainda, que nesse caso seja crime passional – coisa que eu não acredito – os estudos sérios nunca têm como norte diminuir a culpa do criminoso.

  56. Gilson

    -

    12/06/2012 às 18:42

    Ainda vão provar que o “Japa” cometeu um suicídio doloso!

  57. richard smith -

    -

    12/06/2012 às 18:38

    .
    Tenho conhecimento, caro Paulo Duarte das 17:13, de mais este imenço pogrécio jurídico em favor da Família, da Justiça e da Sociedade, mas este entendimento tem sido contestado, porque como o casamento foi “elevado” a um simples contrato, ainda assim prevalece a teoria geral dos contratos, com relação à quebra dos mesmos e a responsabilização de quem deu causa.
    .
    E aproveito para um comentário pertinente, acredito: acompanhei, durante muitos anos, nas décadas de 60 e 70 a “cruzada” do Senador do MDB nélson carneiro, o “Apóstolo do Divórcio”, coisa a qual sempre era formalmente repudiada pela maioria dos brasileiros (os da época, é claro!).
    .
    Como argumentação sentimentalóide, o pralamentar, digo, parlamentar sempre vinha com histórias como: “É para tirar o estigma de ‘MULHER DESQUITADA’ das pobres separadas”; “É para resolver a questão dos filhos!”, etc.
    .
    Para os argumentadores mais sérios ou mais renitentes, vinha logo com a história: “Mas será UMA VEZ SÓ!”!
    .
    Sei…como diz um antigo e chulo ditado: “o órgão masculino não tem OMBROS, passada a cabeça…” e hoje temos a situação atual, como divórcios mediante simples comparecimento em um cartório e…pela Internet!
    .
    É muito mais complicado você dispensar um sócio e encerrar um quiosque de eletricista lá na esquina do que encerrar um relacionamento ao qual você jurou fidelidade, gerou filhos, etc. É muintcho pogrécio mesmo!
    .
    Citei isto apenas para fazer paralelo com a insidiosa campanha em favor do Aborto, capitaneada pela doce, “competenta” e “inocenta” presidenta e suas sequazes.

  58. luiz augusto carreira

    -

    12/06/2012 às 18:27

    Brilhante, Reinaldo!
    Pegando com pinça o nosso triste zeitgeist!
    Mais uma vez, tocando no superficial, você apanha a essência!

  59. Jacob Samuelson

    -

    12/06/2012 às 18:25

    Reinaldo, dizem que Elize, literalmente, sempre seguiu aquele ditado:
    “Em Briga de Marido e Mulher Não se Mete a Colher”.

  60. JOBRITTO

    -

    12/06/2012 às 18:16

    Muito bem, Reinaldo, sua análise está perfeita e desmascara a imprensa safada, que promove a inversão dos valores. Afinal, salvo em legítima defesa inquestionável, ninguém pode dispor da vida de outrem. O direito à vida é fundamental e inalienável. Não foi outorgado pelo estado, mas deriva da própria natureza humana. A constituição deveria se resumir à declaração dos fundadores dos Estados Unidos: todos têm direito à vida, à liberdade, à propriedade e a busca da felicidade. Mas, aqui pretende-se conceder a felicidade de graça, sem esforço ou trabalho, salvo para os pobres, que ficam apenas com migalhas (cestas, penduricalhos trabalhistas etc).

  61. richard smith - não sacaneando mais

    -

    12/06/2012 às 18:16

    .
    Se a hipótese ventilada pela “defesa” da família da vítima tiver mesmo consistência, ou seja, de que a filha do casal não seria do falecido aí estaria explicada, na minha opinião, a conduta da autora, que realmente estaria com risco de sair de “mãos abanando” do relacionamento.
    .
    E aí duas coisas veem-me à mente: primeiro, o que disse Nosso Senhor: “Quem não é fiel no pouco, não o será no muito”; depois: ô azar o do falecido, hein? Imaturo, de mau gosto, assassinado três dias depois de a empresa da família ser vendida por UM BILHÃO de dólares, morto em adultério …! Ô sina danada, seu!

  62. justice

    -

    12/06/2012 às 18:15

    O diabo travestido de mulher de programa. Prova de que o mal circula livre e cínicamente entre nós.

  63. chato de plantão

    -

    12/06/2012 às 18:13

    Há pessoas aqui que acreditaram na versão de parte da imprensa de que a assassina estaria “preocupada” com a filha.
    Sim, estava tão “preocupada” que deu um tiro na cabeça do pai da menina no quarto ao lado de onde ela brincava…
    E já imaginaram quando a menina compreender o que houve com o pai dela, quando tiver idade para entender o que é um esquartejamento?
    E a assassina estava “preocupada” com a filha!? Puta que pariu! É preciso ter bosta na cabeça para acreditar nisso!
    Vocês que creem nisso, tentem ler, aprendam a jogar xadrez, a tocar um instrumento musical, tentem exercitar um pouco a mente, porque assim não dá! Vá ser burro assim no inferno!

  64. anticorruptos e anticorruptores

    -

    12/06/2012 às 18:04

    Prezado Reinaldo Azevedo, acho que é uma Leucophaea maderae (barata cascuda), viciada em REINALDOX, pois esteve aqui só para xingá-lo:
    “TOM – 12/06/2012 às 16:17″

  65. Tom

    -

    12/06/2012 às 18:02

    Estou impressionado com a quantidade de gente com argumentos do tipo “quem procura acha”, buscando amenizar ou justificar o ato (“mexeu com a cria a mulher vira bicho”).
    Absurdo, falácias das mais grosseiras. Definitivamente, não é coisa de quem acompanha e lê Reinaldo Azevedo. Parece coisa de MAVs petralhas que tirariam print screen e depois diriam “tá vendo como os reaças capetalista duzianque são violentos?”
    Olho vivo, minha gente.

  66. Mary

    -

    12/06/2012 às 17:59

    Gostei muito da matéria escrita, a questão hoje é quanto o ser humano tem colaborado para se tomar vítima de si mesmo. Infelizmente no caso de Marcos Matsunaga ele foi vitima por subestimar a mente da mulher que dormia ao seu lado. Estou impressionada com os dados que o Sr. Solomon Borges descreve em seu comentário, parece que tem acesso a todo o inquérito!?!?!

  67. Angela

    -

    12/06/2012 às 17:59

    O post de Solomon Borges, das 17:01, tem que ser enviado ao advogado da familia de Marcos, pois mais planejado do que isso, não existe.

  68. Daltro

    -

    12/06/2012 às 17:49

    Prezado Reinaldo Azevedo, acho que vc tá viajando um pouco…. (sem querer ofender hein…) vc já pagou por sexo? sabe mesmo o que é uma “puta”?
    Acho que a questão não é como ela matou e sim o porque. Legitima defesa??? será? não sei… Mas de uma coisa tenho certeza, não ameace tirar o filho(a) de ninguém pois pode acabar dentro de uma mala… Não aprovo o que ela fez, poderia ter porcurado seus direitos. alias, ela poderia passar uns tempinhos em brasilia não é??

  69. Tom

    -

    12/06/2012 às 17:47

    Comentários violentos como os da [sandra - 12/06/2012 às 14:01] ou do [Nil - 12/06/2012 às 14:43] tem cheiro de “trabalho” dos MAVs petralhas…

  70. AdRiaNa

    -

    12/06/2012 às 17:42

    Reinaldo, se voce achou um absurdo o fato de mostrarem as imagens do Marcos com a atual amante, o que diria do fato da policia chamar a moça para dar depoimento? ABSURDO! O que esta moça teve a ver com o crime? Essa demagogia me causa nojo.

  71. medodissotudo

    -

    12/06/2012 às 17:41

    Tem um ditado greco romano que diz: “A diferença entre uma feminista e uma galinha penosa é que a penosa quando fica velha dá um bom caldo”. Eu não saberia reproduzir em latim. Mas Plinio o Velho já gostava muito; De galinhas enquanto jovem Plinio, e do caldo depois de Velho.

  72. Salvador V. da Conceição

    -

    12/06/2012 às 17:39

    A postura de vitimizar o assassino(a) e satanizar o morto é puro cinismo. Combina com as atitudes dos petralhas que é o predominante neste país. Quem foi nunca deixa de ser: o passado te condena.

  73. Eduardo

    -

    12/06/2012 às 17:30

    Reinaldo,

    Com a devida vênia, me permita fazer um comentário: Por outro lado temos o Datena gritando diarimente que a Elize é uma assassina esquartejadora.
    Na letra fria da lei, as circunstâncias judiciais envolvendo o caso favorecem a Elize, uma vez que a traição, bem como a discussão acalorada, antes do crime, eliminam a qualificadora do motivo fútil. Não merece melhor sorte a qualificadora do meio cruel, que só ocorre quando se impõe um sofrimento demasiado à vítima, o que parece que não ocorreu, já que a vítima teria morrido imediatamente em decorrência do tiro na cabeça. Caso tenha havido uma discussão nos termos relatados na confissão da acusada Elize, caberia a atenuante do homicídio privilegiado, ou seja, causado por violenta emoção, logo após injusta provocação da vítima. O esquartejamento não entra no crime de homícidio, mas, sim, no crime de ocultação de cadáver, com pena de 1 a 3 anos. Assim, na letra fria da lei, de acordo com a jurisprudência dominante, teríamos que a pena da Elise não seria tão exacerbada. Porém, sabemos que o Tribunal Popular do Júri não é um juizado técnico, sendo que o componente emocional dos jurados conta muito mais na hora de proferir o voto.

  74. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 17:26

    Enquanto isso, numa parte mais ao sul de Banânia, uma senhora de 87 anos é “abordada” por uma ladrão, que havia adentrado, obviamente, sem autorização, sua residência. Em reação, como não conseguisse se comunicar com a polícia, a senhora alcança sua velha arma e mata o ladrão. Resultado, corre o risco de responder por crime doloso. Afinal, quem mandou não fazer o que recomenda a polícia: obedeça sempre às ordens do meliante? É ou não é inacreditável? Não adianta, esse grupo que se apossou do país não atende nem de longe aos anseios da população, não a representa.

  75. Paulo Duarte

    -

    12/06/2012 às 17:13

    Tenho visto muitos comentários aí, sobre a possibilidade da criminosa ter flagrado o adultério, e aí pedir Divórcio e sair bem. Favor atualizem-se, a lei foi mudada pelo Sr. Lula da Silva enquanto era presidente, e adultério não é mais causa justificada para garantir direitos de partilha em divórcio, vejam como a m… petralha se espalhou neste país. Agora só matando mesmo, para ter algum direito…. putz…. Prendam o Matsunaga….

  76. natah

    -

    12/06/2012 às 17:07

    ela ter sido p… não implica ser sangue frio e assassina e, ele escolhe-lá para casar e ser colecionador de armas não pediu pra morrer; nada disso muda os fatos.

  77. Serjão

    -

    12/06/2012 às 17:07

    Só discordo do “parem de levar ao ar filmes e detalhes da vida desse homem”. Infelizmente isso é jornalismo cabendo a cada um ter o juízo do que assistir ou não. No resto está perfeito. Mas o que se tenta neste momento é a questão do MERECIMENTO como se alguém por mais crápula que fosse pudesse merecer morrer ainda mais como Yoki morreu. Como se algo pudesse justificar tamanha barbárie.

  78. teresa

    -

    12/06/2012 às 17:06

    Ele, o morto descansou e vai para o céu, sequer explorou o seu próximo, no caso a mulher assassina, pagou por tudo, até pelo amor que os uniu, já ela a assassina ré confessa, inicia seu inferno na terra, pois que padeça na masmorra pelo bárbaro crime cometido.

  79. Rute

    -

    12/06/2012 às 17:05

    A culpa seria da criança? Ele ameaçou tirá-la da mãe para sempre, pois o dinheiro compra tudo. Ela, sem a criança ficaria sem nada. Aí…
    E depois, mexeu com a cria de uma mulher, ela vira bicho..deu no que deu..

  80. Paulo Duarte

    -

    12/06/2012 às 17:02

    Eu só quero ver a justiça querer prender o Matsunaga, será que conseguirão levá-lo (e aí mantê-lo) no banco dos réus ?

  81. Solomon Borges

    -

    12/06/2012 às 17:01

    Como diria o Chapolin Colorado: “Não contavam com minha astúcia!”

    A premeditação de ELIZE:

    1º Comprou dias antes do “FATO” um freezer horizontal Electrolux H500 – 477L, com porta basculante.

    2º Comprou sacos plásticos especiais para lixo refrigerado (made in USA)

    3º Comprou malas rígidas e leves, apropriadas para objetos pesados (3 x 117 lts.), provavelmente Samsonite B-Lites.

    4º A faca de cozinha citada, é na realidade uma faca Collin com lâmina para amputação com 23 cm de só de lâmina.

    5º Misturou “coagulante” na bebida da vítima (fato relatado pela mesma nas primeiras confissões, agora suprimido).

    6º A pistola Taurus .380 ACP PT 938 já estava com um cartucho na câmara.

    7º Após dispara na cabeça da vítima à queima-roupa, usou um anti-hemorrágico na perfuração para estancar o sangue (provavelmente um agente hemostático tópico absorvível do tipo Avitene)

    8º Dividiu o corpo em oito partes e congelou por 10 horas para a completa coagulação.

    9º Conhecia a região da desova (Estrada dos Pires-Cotia) devido já haver por diversas vezes levado uma das babás em casa, moradora naquela mesma região.

  82. Elita Pereira

    -

    12/06/2012 às 17:00

    A Elize disse q se preocupou c/filha por isso matou o Marcos, tá difícil de acreditar. E agora,a filha tá c/outros longe dela e sem pai. Tá claro q ela é dissimulada, mentirosa e tenta ser esperta, embora seja burra.
    Só falta descobrir q a filha ñ é dele.

  83. CW

    -

    12/06/2012 às 16:56

    Quem estiver com dó, leva ela para casa e não deixe de fazer um churrasco !

  84. Alexandr

    -

    12/06/2012 às 16:55

    Eu não acho que a imprensa está a favor dela, pelo contrário, só está mostrando os fatos que levaram a cometer o crime.É lógico que ajuda a defesa, mas também conheço vários casos de homens que matam por traição e fica por isso mesmo. Por falar nisso e aquele caso do médico que matou a amante e esquartejou e colocou num freezer. Ele ainda está na cadeia? Deve estar né já que o Brasil é tão feminista…Já o caso do Pimenta Neves que é homem e rico estava certo? Pagou pelo crime na cadeia? Me respondam se puder.

  85. Elita Pereira

    -

    12/06/2012 às 16:53

    Falta quebrarem o sigilo telefonico dela. Ficar 12 hs rodando c/malas, será q a km rodada abrange tanto tempo ?
    E a faca de 30cm será q ela conseguiria cortar pelo menos um frango em degelo ?

  86. O Asno

    -

    12/06/2012 às 16:50

    uma
    cousa é uma cousa…
    outra coisa é outra coisa…
    em
    se tratando de direitoszumanos
    e
    de direitodosmanus,
    então
    eLLes tratam de RELATIVIZAR tudo… tudinho…
    relativizam tudo, desde que para eLLes seja conveniente…
    relativizam… relativizam… relativizam…
    assim,
    para eLLes é justo um terrorista comunista matar um vigilante de banco ou um sentinela de quartel que cumpre o serviço militar obrigatório,
    desde
    que seja para ganhar uma guerrilha e impor uma ditadura totalitária comunista stalista cubana e hereditária no Brasil…
    pois é…
    agora
    tem mais essa de ditadura comunista hereditária,
    a de Cuba é uma delas, tá passando do Castro para o Raul…
    tem de tudo, viu?
    Tem de tudo no meio deLLes…
    aliás,
    eLLes defensores de direitoszumanos,
    admitem
    até que se mate o próximo por motivos CULTURAIS…
    não
    é atoa que eLLes,
    os defensores dos direitoszumanos e dos direitosdosmanus,
    admitam e divulguem amplamente
    técnicas de como uma mãe pode matar seu próprio feto com as mãos…
    desde que o feto não seja um deLLes, claro…
    claro, né? Claro… claro… claro…
    porque clister no .. dos outros é refresco, viu?
    E
    ainda assim, eLLes
    têm a cara de pau, lustrada e encharcada com bastante óleo de peroba,
    para dizer que são os mais intransigentes “defensores” dos direitoszumanos…
    dos direitodosmanus…
    outro dia vi
    um deLLes dizendo que os pais dos índios podem matar e até enterrar filhos vivos,
    desde que as crianças índias tenham nascido com deficiências físicas,
    porque isso é NORMAL, é CULTURAL…
    então
    por que se assustar diante de tantas cousas abomináveis e reprováveis deLLes?
    eLLes, n’alma,
    não têm humanidade e fraternidade alguma…
    nunca acredite em nenhum deLLes…
    eLLes são dicípulos e seguidores de Stálin, de Castro, de Guevara, de Pol Pot, e doutros ditadores sanguinários…
    neLLes não há verdade nem espírito democrático…
    observe… observe… observe…
    leia seus discursos… veja a prática deLLes…
    então,
    admitir que é justo uma mulher matar e esquartejar com uma faca de cozinha um outro ser humano,
    seja homem ou outra mulher, porque teve raiva, ou porque discutiu, ou por outra causa qualquer…
    para eLLes é absolutamente justificável…
    eLLes se acham os donos da verdade…
    eLLes acham que podem decidir tirar a vida do outro…
    fujam deLLes…
    adespois vorto para dizer mais asnices…
    essa me deixou um pouco mais triste…

  87. Paulo

    -

    12/06/2012 às 16:44

    Uma fonte dessa fantasia que se traveste uma parte da imprensa na transformação de Marcos Matsunaga em culpado e Elize sua vítima assassina é o mito de “Jean Valjean”. Na verdade, Os Miseráveis estão muito bem representados nesta tragédia.
    O problema é que o livro é grande, as estórias inverossímeis e, Hugo tinha o hábito de parar a trama para dar aulas. Isso tudo faz com que seja possível – porém evitável – que se confunda as virtudes (potenciais) com os crimes (realizados).
    Entre os modernos (a partir do romantismo do século XVII), as idéias deixam de serem primordialmente mentais e passam a ser reconhecidas como existents per se. Vou ser mais claro: até o romantismo, o problema sempre seria a realizade. Após o romantismo, as idéias e sua influencia na realidade passam a dominar.
    Uma fábula de Victor Hugo passa a educar uma grande quantidade de generosas pessoas que passam a acreditar na virtude dentre a dificuldade e que passam a procurar o vício dentro da virtude. Isso seria apenas uma forma de se acreditar na humanidade, se a idéia não tivesse se expandido a ponto de se tornar verdadeira a declaração de que na dificuldade está a virtude e a degerenação está afluencia.
    Este momento de Victor Hugo está temporalmente inserido na industrialização e na transformação de uma sociedade que passou das batatas para a tecnologia. As idéias passam a ser mais importantes e Victor Hugo não é imune a esse canto de sereia que é: existem mais pobres do que ricos. Os pobres passam a se ver como repositório das virtudes.
    Os jornalistas nem são pobres. Mas passam a brandir a excessão como um evento que deveria ser mais frequente e esquecem da origem da virtude.
    No caso, Elize é apenas uma Cossette, ou uma Fantine ou mesmo Valjean. Depende do momento. Sua descrição e justificativa se troca a sabor das necessidades.
    A tentativa é uma só: caracterizar Elize como uma oprimida, que não tinha outra chance a não ser usufruir do dinheiro de Matsunaga.
    Uma pergunta fica: tinha uma fila de mulheres esperando pela chance de usufruir o dinherio de Matsunaga.
    Como resolver?
    Os jornalistas estão se mostrando inocentes como os adolescentes que passam as horas lendo novelas e livros de aventuras fantásticas. Como não conseguem estudar, passam a transformar as fantasias de um mundo brilhantemente idealizado por Victor Hugo em uma notícia que nada contribui.

  88. richard smith - não sacaneando mais

    -

    12/06/2012 às 16:43

    Agora falando sério:
    .
    O fenômeno que estamos assistindo era mais do que previsível para aqueles que, como eu, são observadores do, hum, panorama social atual. Estamos vivendo a época já posterior à do paradoxo cruel: o RELATIVISMO ABSOLUTO! Os valores e refenciais “já foram” e o que sobrou é um mar de perplexidade aonde boiam ou navegam o que há de pior em termos de comportamento e de valores invertidos.
    .
    Mas eu acho que estão sendo deixados de lado diversos aspectos psicológicos do fato tenebroso:
    .
    a) O camarada era uma pessoa insegura, aparentemente incapaz de um relacionamento adult e sadio, tanto que abandonou a primeira mulher com criança pequena para ficar com esta amante que já mantinha havia três anos.
    .
    b) A cuja, que, mesmo com um certificado de auxiliar de enfermagem, escolheu o caminho da “vida fácil”, tinha todos os motivos para temer um desfecho para o seu casamento como havia sofrido a sua “antecessora”, fato o qual, restou provado, aliás;
    .
    c) Os dois, enfim, pessoas imaturas e egocêntricas, incapazes de se desviarem, hum, de suas “paixões” primevas;
    .
    d) O normal, de uma pessoa simplesmente fria e egoísta, teria sido a coleta d eprovas contra o infiel e o divórcio litigioso, aonde, mesmo com o passado reprovável, mas com uma filhinha lactente ainda, no colo, haveria de arrancar-lhe as calças “pela cabeça” num tribunal qualquer.
    .
    É sinal de que a provocação foi grande e tocou nos tais famosos “núcleos neuróticos” da vivente. O resultado deu-se como se deu.
    .
    Enfim, acho que a tragédia tem de ser analisada bastante em profundidade, pois como numa família de japoneses tlahados para a disciplina e o trabalho duro, surge uma pessoa com personalidade tão desconstruída? E como uma pessoa que “serviu” por dinheiro, tem um comportamento tão selvagem e auto-lesivo?

  89. Michelle

    -

    12/06/2012 às 16:43

    Sinceramente, um cara milionário, casado, que escolhe trair a esposa e casar com uma prostituta, depois passa a humilhá-la, subjulgá-la e, pior de tudo, subestimá-la…Ainda a trai, com outra prostituta(ele pelo jeito gostava do negócio, literalmente…), dá armas nas mãos dela e a ensina a atirar…No mínimo, ele foi muito burro e arrogante! Ah! Pura bobagem…Se não fosse um milionário, não estaria dando toda essa polêmica…tem muita gente boa, de caráter e realmente inocente morrendo por aí e ninguém fala nem faz nada!!! Sabe a tal da hipocrisia? Pois é…

  90. CLAUDIUS

    -

    12/06/2012 às 16:43

    O motivo do crime foi o ciúme. O esquartejamento é do domínio da ira. Tudo clássico na literatura policial e se enquadra plenamente na psicopatologia da temibilidade. Desvio do ser consciente no momento do tiro e desestruturação do mesmo ser provocada pela ira. Nenhum destes eventos são causas de diminuição de pena. Pelo contrário, demonstra periculosidade.

  91. Célio

    -

    12/06/2012 às 16:36

    Tem cara que não percebe que gosta mesmo é de profissionias ativas, e não de profissionais inativas ou aposentadas.

  92. Angela

    -

    12/06/2012 às 16:34

    Assisti a uma entrevista com Flávio Borges D’Urso, advogado da familia de Marcos, em que ele diz que Marcos comentou com amigos que iria fazer exame de DNA, pois desconfiava que a filha não era dele, visto que não tem nenhum traço oriental.

  93. CLAUDIUS

    -

    12/06/2012 às 16:34

    O crime perpetrado pela acusada é clássico na literatura policial. Nem precisar ser comentado. O ciúme sempre foi péssimo conselheiro.

  94. CONTRIBUINTE REvOLTADO

    -

    12/06/2012 às 16:33

    Rei, gostei muito desse seu post, saindo da esteira estritamente política. Poderia nos brindar com um novo livro sobre as mazelas hipócritas da nossa sociedade?

  95. Gerson

    -

    12/06/2012 às 16:33

    A Elise, independente de qualquer coisa, até dá um caldo. Só não pode dormir prá não acordar em pedacinhos…

  96. Leonardo Genofre

    -

    12/06/2012 às 16:31

    Reinaldo, parece que o Ministério Público de SP ta com falta de trabalho… olha só o que li na folha on line agora “O Ministério Público de São Paulo entrará com uma ação civil pública na tarde desta terça-feira contra o governo do Estado pedindo indenização de R$ 40 milhões por conta da operação policial na cracolândia, iniciada em janeiro. “…. 40 milhões Reinaldo!!! por fazer o reforço da lei!!! Quis custodiet ipsos custodes ????

  97. Ampola

    -

    12/06/2012 às 16:29

    Rei, tem muita barata solta!!!! Está dando nojo!

  98. richard smith - sacaneando

    -

    12/06/2012 às 16:28

    .
    Sem querer pertubar a paz dos mortos e ser arrivista, mas lembro-me claramente que estava no Ginásio (faz tempo, hein?) e diziam que o caso Doca deveria ser julgado pela “Vara Botânica” por se tratar do parasita que havia matado a trepadeira!
    .
    (pano rápido)

  99. CLAUDIUS

    -

    12/06/2012 às 16:27

    Imperdível: o Collor na CPI comanda a Nau dos Loucos. O homem é doidinho da silva. Aquele olhar de ” ser consciente desestruturado” é clássico. Até para Lacan! Ataca o impoluto Policarpo Júnior; como é difícil cumprir com própria obrigação!O paciente Collor já ” com o seu ser completamente desestruturado, chegando às raias da catatonia” também ataca o Prucurador Geral da República Roberto Gurgel.
    O Collor, se passar em fente a um manicômio será, sem sombra de dúvidas, atraído para dentro dele.
    Ele está no timão da Nave dos Loucos levando todos da Casa do Espanto, a que se refere o vizinho Augusto, para a Nau dos Insensatos.

  100. Lucia

    -

    12/06/2012 às 16:27

    Tio Rei, bom texto e boa idéia comparar o caso de Doca Street com o de Elize , até porque os crimes são bastante parecidos. Eles mataram, atiraram em pessoas desarmadas e devem ser condenados. Para se condenar alguém no entanto é necessário verificar não apenas a prática do ato ( de matar), mas os motivos e os meios utilizados. Isto é o direito. Quando a imprensa divulgou inicialmente que Elize tinha matado Marcos, herdeiro da Yoki, ela divulgou que a policia achava que o marido da empregada estava envolvido no crime. Ou seja o motivo do crime seria o dinheiro da vítima. Matar alguem por causa de dinheiro é motivo torpe, pena de 12 a 20 anos de cadeia……A imprensa sensacionalista como voce mesmo critica, apresentou Elise como monstra que mata e esquarteja por dinheiro….Elize disse que matou porque era traída e humilhada, o detetive era a prova da verdade das alegações dela. Matar alguém por ciumes ou porque é traído não é motivo torpe, portanto a pena diminui, 8 a 20 anos de cadeia ( Doca foi condenado a 15 anos de cadeia). Então a imprensa sensacionalista faz o contrário agora: mostra as imagens de Marcos como um depravado. Marcos como Angela foi, é apresentado como vilão. Quanto às feministas , Tio Rei, o problema delas é outro: o fato de Elise ter sido garota de programa pode influenciar um juri popular, porque Elise irá a um juri popular, contra ela e Elise sofrer uma condenação maior do que a condenação que ela sofreria se fosse uma dona de casa. Então elas – feministas- também exageram no tom. A verdade Tio Rei é uma só: Elize não é uma monstra, como Doca não era, Marcos não era um conjuge cumpridor dos deveres matrimoniais, como Angela não era também. Doca matou e depois de dois tribunais do juri foi condenado, Elise será condenada com certeza no primeiro juri: que ela seja condenada pelos atos que ela praticou, levando-se em conta os motivos que ela teve e os meios que ela utilizou na pratica do crime da mesma forma que Doca foi. E que ela não seja condenada pelo passado dela. O crime condena, não o passado. Se isto acontecer da forma como eu coloco aqui, acho que nos teremos evoluído um degrau na escala da barbárie em que estamos nos afogando.

  101. CLAUDIUS

    -

    12/06/2012 às 16:24

    Imperdível: o Collor na CPI comanda a Nau dos Loucos. O hyomem é doidinho da silva.Aquele olhar de ” ser consciente desestruturado” é clássico. Até para Lacan! Ataca o impoluto Policarpo Júnior. como é difícil cumprir com própria obrigação.O paciente Color já ” com o seu ser completamente desestruturado, chegando às rais da catatonia” também ataca o Prucurador Geral da República Roberto Gurgel.
    O Color se passar em fente a um manicômio será, sem sombra de dúvidas, atraído para dentro dele.
    Ele está no timão da Nave dos Loucos levando todos da Casa do Espanto, a que se refere o vizinho Augusto, para a Nau dos Insensatos.

  102. Sandra

    -

    12/06/2012 às 16:18

    Acho que a ocasião até pode fazer um assassino, não que isso o inocente, mas não um esquartejador.

  103. TOM

    -

    12/06/2012 às 16:17

    Reinaldox na cascuda!

  104. Alessandro

    -

    12/06/2012 às 16:14

    Isso é coisa de esquerdopatia aguda: culpar a vítima e vitimizar a bandida.
    Ninguém que conheço caiu nessa. Aliás, tenho ouvido elogios ao Marcos Matsunaga, pela coragem de compor sua família com uma ex-prostituta.

  105. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 16:11

    Em tempos de PTralhas o lema é “Quem ama mamata.”

  106. ana muniz

    -

    12/06/2012 às 16:11

    Como não houve premeditação? Desconfiou, confirmou, contratou um detetive para documentar o motivo do assassinato a sangue frio. Vale lembrar que a dita é bacharel (bacharela como quer a outra) em direito, portanto, deve conhecer as atenuantes para um homicídio. Uma delas é enxovalhar o caráter da vítima e apresentá-lo como um putanheiro mulherengo que a traia como uma colega. A depender do contrato nupcial, ela tem direito ou não; a filha é legitima herdeira de parte da fortuna do pai e isso é inquestionável. Um único tiro certeiro na cabeça. Fosse passional, chamaria ou esperaria alguém chegar, até a própria policia, e confessaria; ou fugiria com a filha. Armou, e se deu mal. Pais que têm medo de perder a guarda do/s filho/s, somem no mundo com a/s cria/s, em lugar de cometer um ato insano que irá afastá-los daqueles que dizem querer proteger. Fosse inteligente, tiraria até as cuecas do marido (em sentido figurado) sem ele se dar conta.

  107. ivanor

    -

    12/06/2012 às 16:11

    Aqui se faz aqui ou acolá se paga.Um com a vida outro com a liberdade.Estando péssimos para ambas as partes,é russo mano para os parentes, aqui e agora. Depois? depois tudo passa.

  108. Cactus

    -

    12/06/2012 às 16:08

    Não há mocinhos nesta história. Ele já “pagou” pelo que fez, só falta ela pagar pelo que fez (claro, não deveria agir de forma violenta e assassina). Já pensou se ela tivesse que pagar na mesma moeda? Graças a Deus aqui ainda não existe pena de morte.

  109. Rodrigo

    -

    12/06/2012 às 16:06

    Evandro Lins? Ah, quando ele morreu Lula o homenageou qualificando-o como “um ser humano da raça (sic) superiÔÔÔÔÔÔ…”

  110. Anticomuna

    -

    12/06/2012 às 16:06

    Reinaldo. Acho que estamos chegando aos extremos! E… das coisas invertidas! O “feminismo” chegou para a desgraça do Brasil!!! Não é preciso ser “machista, nem feminista,” Basta SER MACHO e FÊMEA.Masculino e feminino.É uma ENORME BESTEIRA essa da mulher ser IGUAL ao homem e o homem se portar como mulher! Afinal Deus nos fez diferentes e um sendo o complemento do outro, OK? Odeio as demais posições.Estão completamente fora da normalidade.

  111. giovani véras

    -

    12/06/2012 às 16:04

    errata. escrevi uma crítica ao texto. Nela, por erro de digitação, digitei “imprenssa”. Peço que a moderação publique a retificação, pois o certo é imprensa.

    e outra cousa: o falecido não apenas tinha uma amante, como também deu um carro de presente a esta. e outra: a empregada é testemunha das agressões verbais e físicas que ele destinava à assassina. A tese de homicídio privelegiado, nesse cenário, é fortíssima. Só não vê quem não entende nada de direito ou quem pretende tirar desse episódio uma conclusão arbitrária e equivocada sobre um suposto feminismo de facas nos dentes.

  112. fernando floripa

    -

    12/06/2012 às 15:59

    Sugiro que a próxima lei do tipo seja a Lei Marcos Matsunaga…

  113. giovani véras

    -

    12/06/2012 às 15:58

    Caro Reinaldo,

    a imprenssa está dizendo exatamente o que aconteceu. o que morreu tinha, de fato, uma amante que era prostituta. O resto da história foi confessado pela própria acusada. A imprensa está dizendo exatamente o que aconteceu. E outra: quem entende um pouquinho de direito – e parece ser o seu caso – sabe que a prisão temporária da assassina confessa se tornou ilegal no momento em que a investigação encontrou seu termo. Agora, no máximo, decreta-se a preventiva dela. Mas o diabo é que os pressupostos dessa prisão cautelar não estão presentes. Se a lei fosse observada, essa mulher já teria ganhado o meio-fio. Além disso, se a mídia estivesse ao lado dela, não a teria apresentado à plateia como autora de um homicídio qualificado (motivo fútil e meio cruel). O ciúme não é fútil, até o mármore do foro sabe disso, nem houve meio cruel. Uma bala na cabeça é tudo, menos cruel para efeito de qualificação do homicídio.

  114. Pragmático

    -

    12/06/2012 às 15:56

    A moça é burra.Bacharel em direito, não atinou que era só fazer flagrante, reivindicar pensão e imóvel para a filha? O japinha sofreria mais vivo, comprando uma novo amor a cada cinco anos até não ter mais por onde pagar pensão.

  115. Gustavo

    -

    12/06/2012 às 15:55

    Besta foi esse Marcos. Com o cargo que ele tinha, neto do dono da Yoki, precisava buscar prostitutas para ser feliz? No minimo deveria travar na hora de falar com mulheres “normais”, talvez nem namoradinha tinha.

    E não é exemplo de pai tambem. Se ele tem um filho de tres anos, uma filha de 1 ano, nascida da Elize, ele continua procurando outras garotas de programa? Coitados dos filhos dele quando souberem a dura verdade.

    Não estou defendendo a prostituta, mas quem procura acha, ué. E procurou no lugar errado.

  116. Marco Santos

    -

    12/06/2012 às 15:54

    O crime foi premeditado e executado a sangue frio, com apenas um tiro na cabeça. Se fosse passional, teria descarregado a arma na vítima, provavelmente sem a mesma precisão. Na certa a decisão ja havia sido tomada há muito tempo, após o que ficou aguardando o momento mais oportuno, algum novo conflito para tomar coragem e cometer o crime, a sangue frio. Sabia, certamente, que seria decoberta cedo ou tarde. Como também sabe que se for presa, ficará atrás das grades por muito pouco tempo.

  117. Do Sul

    -

    12/06/2012 às 15:50

    Alto lá colega leitor Marcilio, o cara fez o que muitos homens fazem? Aventuras e cercados de mulheres, ok, até concordo que muitos façam isso, mas casado?
    Não importa se homem ou mulher, quem trai não honra o casamento nem a si próprio.
    Nada justifica o que ela fez, mas ele era rico e ACHAVA QUE PODIA TUDO! Tinha precedente, largou a esposas, pegou a p… e traiu a p…. Nada justifica o que ela fez, mas esse cara tinha que levar nos cornos mesmo!! Digo mesmo, paciência!

  118. dayha

    -

    12/06/2012 às 15:50

    Com certeza muitas mulheres, independetemente de serem ex garotas de programas ou não, são tão humilhadas e traídas pelos seus companheiros que só falta um pouco mais de coragem para praticar atos como esse realizado pela Elize!
    PARA ESSAS PESSOAS ….o que dizer …..INFELIZMENTE …..existem pessoas traidoras, pois até Jesus (o filho de Deus foi traido) qto mais nós meros mortais….. então….SAIBAM LIDAR COM ISSO, não matem, pois suas vidas… acabará junto!
    ISSO NÃO VALERÁ A PENA! Elize vai sentir por si só o peso errado de sua decisão! Era melhor o divórcio……perder sim……..mas é complicado aceitar que perdeu né? qdo ta acostumada a ganhar.. já que por sua causa o falecido havia destruido sua antiga união. É É…… SAIBAM LIDAR COM ISSO! PQ nada disso valerá a pena! Tudo é em vão!

  119. Marcos Cavalcante

    -

    12/06/2012 às 15:49

    Por favor, não deixem de ler!
    .
    E ninguém comenta nada a respeito do covarde assassinato do meu irmão Marcelo Oliveira Cavalcante, ex-assessor da ex-governadora Yeda Crusius do PSDB do Rio Grande do Sul, encontrado boiando no dia 17/02/09 as margens da ponte JK, Brasília, em condições suspeitíssimas, mas que recentemente o seu desfecho, após quase 3 (três) anos de “investigações” apontou vergonhosamente suicídio.
    .
    No início das “investigações” a oposição do Rio Grande do Sul contou também com a ajuda da grande mídia gaúcha ao tentarem jogar a culpa pelo assassinato em alguém ligado ao Governo Yeda, mas com o decorrer das “investigações” acabaram preferindo o silêncio, tanto a grande mídia gaúcha como a oposição, principalmente após a fácil vitória de Tarso Genro do PT, se desinteressaram em acompanhar o caso e também não noticiar nada a respeito do vergonhoso desfecho, mas que antes das eleições era diariamente e exaustivamente noticiado, abordado e explorado politicamente.
    .
    A oposição que, além do PT e do vice-governador Paulo Feijó do DEM, ferrenho opositor à Yeda desde o início do governo em 2006, era liderada também pelos caciques do PSOL gaúcho e pela ex-deputada Luciana Genro do PSOL, filha de Tarso Genro do PT, este que acabou sendo o principal beneficiário com a morte do Marcelo, tendo em vista a ampla campanha difamatória sofrida pela então governadora Yeda pela grande mídia gaúcha e pela oposição, que acabou minando suas pretensões rumo à reeleição ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
    .
    O mais grave nisso tudo não é somente o covarde SILÊNCIO da grande mídia gaúcha, mas a forma como a Polícia Civil do DF e o Ministério Público do DF conduziram em “verdadeira sintonia” as “investigações”, inclusive com laudos inconclusivos da causa mortis, ignorando a verdadeira família Cavalcante e os verdadeiros amigos do Marcelo, que têm 100% de certeza dele ter sido vítima de um covarde e premeditado crime político, mas blindando e acobertando os principais suspeitos de terem tramado a emboscada, principalmente as mentiras e contradições da principal suspeita da nossa família, mas intitulada pela grande mídia gaúcha de “viúva”, que conviveu tão e somente um ano e três meses com o meu irmão, mas que apresentou um contrato de união estável com Marcelo feito em menos de cinco meses de o corpo aparecer boiando as margens da ponte JK e que a nossa família desconhecia. Comparando ao que a tal “viúva” depôs no MPDF e na PCDF não dá para acreditar que ela tenha feito um contrato de união estável com o Marcelo
    .
    Não existem somente os casos do Celso Daniel e do Toninho do PT à espera da verdade, mas também existe o caso MARCELO CAVALCANTE ainda insepulto e clamando por Justiça! Também vale lembrar que a Justiça Divina tarda, mas não falha!
    .
    Marcos Cavalcante, irmão de Marcelo

  120. Márcia

    -

    12/06/2012 às 15:48

    Que parte da imprensa é doente, todos sabemos!
    Assim como essa pessoa que teve a frieza de matar, deixar o cadáver esfriar enquanto dormia tranquilamente, passar 4 horas recortando-o, enfiar em sacos plásticos e jogar num lugar qualquer. Essa pessoa não tem defesa possível.
    Acho que Doca não foi tão maquiavélico assim.

  121. Darcy

    -

    12/06/2012 às 15:43

    Parabens pela clareza e pelo conteudo de sua redação.
    Agradeço ter me apresentado esta visão, pois somos facilmente manipulados pela midia televisa e não enxergamos todo o contexto.

  122. medodissotudo

    -

    12/06/2012 às 15:42

    Não creio que fique mais do que 4 anos presa. Depois sai para gastar toda a fortuna. Afinal ela é uma mulher que matou o marido. E de acordo com o a justiça, ele tem culpa por ter casado com ela , né ? Se tivesse dado só uns tiros nele ela não ficaria na delegacia nem o tempo para tomar um cafézinho. E voce, será que sabe tudo sobre a mulher que botou para dentro de casa ? Ela não tem nada a perder … e você ?

  123. Fritz

    -

    12/06/2012 às 15:39

    Talvez aquele político paulista, que gosta de dinheiro, mas nem tanto como os petistas amam, diria: mata mas mão esquarteja!

  124. Thiago

    -

    12/06/2012 às 15:36

    Reinaldo,

    Sou seu leitor e gostaria de te fazer um favor. Não sei se conhece o blogueiro Ricardo Gama do Rio de Janeiro. Ele sofreu um atentado por motivos politicos. Atualmente ele esta sofrendo processos dos parlamentares Andre Lazaroni (acusado de curral eleitoral na rocinha) e Cidinha Campos. Não sei o que é possivel fazer para ajuda-lo, estou pedindo a sua encarecida ajuda para que ajude a noticiar esse escandaloso caso de perseguição as ideias! Além disso, cidinha campos disse que ira processar Daniel Fraga outro vlogguer de são paulo por defender Ricardo Gama. Acabo agora de ver o video e gostaria que você o visse: http://www.youtube.com/watch?v=L1_7A0DzYUE&feature=player_embedded#!. Desde ja eu agradeço a sua atenção. Obrigado.

  125. Victoria

    -

    12/06/2012 às 15:32

    O que me espanta é que as pessoas mal conhecem a estória e muito menos os envolvidos, e já tiram conclusões. Que coisa! Que mandonismo! Porque alguém não envolvido na estória tem que tomar partido? Dizer que o cara mereceu, a mulher é uma coitada ou vice-versa? Bando de crianças, massa facilmente manipulável.

  126. PAULO V

    -

    12/06/2012 às 15:29

    Caro Reinaldo. Concordo com tuas opiniões quase sempre. Neste caso, porém, uma ressalva. Não acredito que o esquartejamento tenha sido um ato de vingança; penso que foi apenas uma necessidade, sem o que não haveria como transportar o corpo. Também não vejo nisso requintes de crueldade, como falou o delegado, pois a morte em si foi (provavelmente) rápida.

  127. srasmith

    -

    12/06/2012 às 15:27

    Rei, belissima materia!! Viciada em vc!

  128. Nino (SP)

    -

    12/06/2012 às 15:27

    Reinaldo, você já percebeu como os homens são tratados como criaturas boçais, idiotizados e se tornaram verdadeiros sacos-de-pancada na publicidade brasileira?
    Observe como os homens levam foras, safanões, insultos, ofensas e assemelhados das mulheres nessa proliferação de gags supostamente cômicas que se tornou a publicidade brasileira atual.
    Comentei isso com minha santíssima esposa recentemente ao ver um comercial sobre um casal em um restaurante (a moça pensa que o rapaz vai pedi-la em casamento mas ele oferece um emprego de assistente de vendas, ela se retira ofendida…). Há outros filmes comerciais em que os homens literalmente apanham das mulheres e, no final, é tudo uma piada.
    Qual seria a reação das feministas de plantão se fosse o contrário? Será que a repercussão desse crime bárbaro não é apenas uma extensão dessa visão equivocada da relação homem-mulher, na qual o homem pode ser representado por um indivíduo primitivo e abobalhado que merece apanhar (ou levar um tiro e ser retalhado?) e a mulher surge sempre como a voz da temperança e da razão, que não se submete sequer aos jogos de sedução masculinos porque tem de ser representada como uma criatura superior?
    Eu pensei que o jogo era de “igualdade”. Eu, heim…

  129. Alexandre

    -

    12/06/2012 às 15:26

    Quero ver que tem a coragem de defender essa mulher, visto que somos uma sociedade que trai MUITO!!!! Tanto homens como mulheres!!!

  130. Elita Pereira

    -

    12/06/2012 às 15:23

    A menina é filha mesmo do Marcos ?

  131. Artur

    -

    12/06/2012 às 15:20

    Se todas as chifrudas do Brasil tivessem o direito de matar e esquartejar seus maridos, então teríamos metade da população masculina dizimada.Até no momento de furia disparar uma arma ,pode ser atitude aceitavel, mas esperar friamente a rigidez para esquartejar o corpo e depois colocar os pedaços em malas como se estivesse arrumando roupas?São capaz de dizer que a moça como era enfermeira e por ja ter participado de aulas de anatomia mexendo com cadaveres e dissecando-os ja estava acostumada a situação.É o fim da picada ,ou melhor da picadinha.

  132. The Cure

    -

    12/06/2012 às 15:19

    Nil – 12/06/2012 às 14:43

    Jesus! O cara é um psicopata. Deve ser petralha… e portanto nil.

  133. Arnaldo

    -

    12/06/2012 às 15:17

    O engraçado é que acusaram a repórter baiana de humilhar o preso mas o que a imprensa esta fazendo com a vitima neste caso, é o que?
    O advogado afirma não ver razão dela responder o crime presa, e o Bruno? Pq esta preso mesmo? E a justiça, mantendo ou soltando ela, pq o Pimenta Neves esta solto mesmo?

  134. Reginaldo Martins

    -

    12/06/2012 às 15:16

    Caro Reinaldo, A rede Goebells não poderia deixar passar um assunto destes sem esmiuçá-lo nos mínimos e mais sórdidos detalhes, pois isto é tudo que interessa a seus patrões, que não querem mídia em cima de : mensalão, cpi do cachoeira e muito menos na greve que assola as universidades federais, portanto existiria uma cortina de fumaça melhor que um assunto como este que parece mais um filme do nosso amado Zé do Caixão, que nem nos seus piores pesadelos imaginou folhetim mais sórdido!

  135. Ze Gomes

    -

    12/06/2012 às 15:13

    Pois é…
    Alguns detalhes são estranhos: o fato do empresário ter coleção de armas, não é estranho; só que eles mantê-las espalhadas e carregadas, é; estranho tbm é o fato dela ter entregue algumas para a guarda municipal justo neste período, o que fez chamar atenção para as armas que ele possuía… tem caroço neste angu…

  136. Orlando

    -

    12/06/2012 às 15:13

    Caro Rei:
    No site “G1″ estava lendo os comentários que seguem à notícia deste crime.Assustadores.
    Deboche, piadas, chamam o morto de “lixo humano”, mereceu morrer, há quem deu dicas de como não deixar vestígios em crimes similares, um absurdo atrás do outro.
    Percebi que, em nossa sociedade, há verdadeiros monstros que, talvez por covardia ou contenção ainda não mostraram suas feições de “feras humanas”.
    Muito triste o que a ignorância e a falta de valores fazem com uma sociedade.

  137. Steve Ling

    -

    12/06/2012 às 15:09

    Ela matou porque não queria dividi-lo com nínguem.

  138. Roger

    -

    12/06/2012 às 15:01

    Prezado Reinaldo e amigos:
    Esse pessoal inverte totalmente os valores (dos outros, claro!).
    Para nós, seres normais, é mais ou menos assim, em sequencia de prioridade:
    1: Direito à vida >
    2: Direito à integridade física >
    3: Direito à liberdade >
    4: Direito à propriedade >,
    etc.

    Já para os energúmenos:
    1: Direito do petralha >
    2: Direito dos índios, raça afro ou homossexualidade > ou , ,
    4: Direito ao assassinato de fetos ou inválidos >, ou ~, <, =, etc, são adotados de acordo com uma Medida Previsória, o Ministro do STF, pressão do MP, resolução da ONU, passeata de ONG ou Sindicato, parentesco com o Sarney ou na base do “eu tô sabendo de uma viagem sua à Alemanha, companheiro” mesmo.
    Abraços,
    Roger.

  139. Gil

    -

    12/06/2012 às 15:00

    Reinaldo,você não existe,cara…fala sério!

  140. Marcilio

    -

    12/06/2012 às 14:58

    Nada justifica esse crime odioso, violento e insano. Matsunaga apenas fêz com ela, o que fêz com a esposa e que faria novamente com qualquer outra. O cara era fissurado em conquistas amorosas, que ao que tudo indica, tinha dificuldade em sua adolescência. Como empresário, rico e caridoso com a mulheres, descobriu que tudo podia. Descuidou-se ao trazer para dentro de sua casa uma pessoa que mal conhecia. Matsunaga é vítima sim, de uma criminosa fria e calculista. Duvido que tenha tido acesso de ciúmes pelo marido, mas teve acesso de ciúmes por que viu que corria perigo e perder seu espaço (e dinheiro) na vida do rapaz. Ele fazia exatamente como muitos fazem: homens adoram aventuras, conquistas e estar cercado de mulheres bonitas. A maioria as mantém a distãncia, para evitar complicações. Essa mulher o fêz abandonar a esposa sem qualquer pudor. O aceitou assim, sabia que era um namorador incorrigível. Acho que pensava ser a dona da situação, mas se sentiu ameaçada, e o resto dá para imaginar. É criminosa e burra. Poderia ter se safado dessa com uma boa pensão. Ele foi ingênuo: deu sua casa e suas armas a uma sociopata.

  141. srasmith

    -

    12/06/2012 às 14:58

    Sandra,(12/06/2012 às 14:01), concordo com o Tom
    - (12/06/2012 às 14:15), ainda bem que não te conheço e que a vida me poupe desta infelicidade. Que amargor, e falta de sensibilidade…Vc precisa de oração.

  142. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 14:58

    Os representantes do politicamente correto também não disfarçam o ar de censura quando o assunto é a coleção de armas da vítima – o rapaz, é bom esclarecer. Referem-se à quantidade de armas mantidas por Matsunaga como um arsenal. Caramba, o homem era um colecionador, não um assassino! Será que não passa pela cabeça dessa gente que quem quer que se proponha a colecionar alguma coisa acabará juntando da coisa quantidade e variedade mínimas que justifiquem o nome de coleção? Além do mais, todas as armas estavam rigorosamente legalizadas – processo dos mais difíceis – quase impossível! – hoje em dia, o que mostra que nesse evidente particular o rapaz agia com a maior correção.

  143. Luiza

    -

    12/06/2012 às 14:52

    O que seria de nós, brasileiros e, da imprensa séria, se não fosse você Reinaldo, com sua análise sempre precisa dos fatos e com sua capacidade de escrever sobre isso com uma clareza invejável. Sinto que existe um plano nem tão secreto assim, de emburrecer o povo brasileiro, de nos fazer de idiotas que toma conta de alguns jornalões, graças a mediocridade de seus articulistas, repórtes, jornalistas, editorialistas e vendidos aos petralhas de modo geral… Deus o conserve com saúde, inteligência, lucidez e muita sabedoria. Amém.

  144. Marilda

    -

    12/06/2012 às 14:44

    Reinaldo, excelente texto. Concordo com seus argumentos em genero, numero e grau. ‘E muito triste constatar que a sociedade brasileira esta ha cada dia que passa com seus valores morais tao distorcidos. So espero que a justica brasileira tenha capacidade necessaria para julgar essa senhora por esse crime horroroso que ela cometeu.

  145. Nil

    -

    12/06/2012 às 14:43

    Se pelo que li dos relatos dela forem verdadeiros eu entendo completamente o que ela fez e acredito que eu faria o mesmo, dava um tiro no danado.
    Eu como pai se tivesse a guarda do meu filho sob ameaça faria qualquer coisa, ainda mais sendo humilhado por algo do meu passado e sendo usado contra mim por uma pessoa com poder para influenciar outras pessoas.
    Achei o texto preconceituoso e fraco, moralista demais, eu mataria qualquer um que viesse a me ameaçar, tirar as coisas que amo, jamais digo que nunca faria algo.

  146. Mairalur

    -

    12/06/2012 às 14:41

    O advogado de defesa fará ressurgirem – e esse é o papel dele, qual seja procurar atenuantes para o que a baranga fez – todas as cenas de dramalhão mexicano. “Vou mandar você de volta para o lixo de onde veio!” não é lindo? Esqueceram-se, ambos, morto e matadora, que cesteiro que faz um cesto, faz um cento. Ela, prostituta, destruiu o primeiro casamento dele. Ele, machão pra caramba,largou a esposa para aninhar-se com a prostituta. O que um poderia esperar do outro? Agora, para ele, a cova rasa. Para ela, o xadrezão. Por muito tempo seria o justo, mas não será.

  147. Gerson

    -

    12/06/2012 às 14:40

    Sem a Elise fosse negra e o japonês fosse gay e ambos petistas, como ficaria?

  148. Acir

    -

    12/06/2012 às 14:39

    Não há como desculpar o ato assassino. Excetuando-se os casos de legítima defesa, o que não parece ser o caso, não vejo explicação possível para se matar um ser humano. Sem dúvida a exposição na mídia do comportamento do casal, que deveria estar restrito ao inquérito policial, expõe os agravantes e atenuantes do crime ao pré julgamento do público em geral. Infelizmente, situação que se torna cada vez mais banal no mundo do Big Brother Brasil….

  149. patriota

    -

    12/06/2012 às 14:38

    ela esta na cadeia por que e burra eu no lugar dela sim estaria viuva e curtindo os bilhoes dele.ela vai ser condenada nao pelo o crime mas sim por burrice

  150. Pedro Luiz Luz

    -

    12/06/2012 às 14:34

    Boa tarde, Reinaldo.
    Concordo em gênero, número e grau, morto não fala e já estamos há mais de oito anos, numa justiça de inversão de papéis, ou, qualquer semelhança não é mera concidencia.
    Um abraço e parabéns pela matéira.

  151. cristiano

    -

    12/06/2012 às 14:34

    Por mais que tentem reescrever os fatos, isso de nada adianta. Tenho certeza que a justiça não vai ser enganada por essas opiniões distorcidas. Eliza vai pagar pelo que fez, mesmo com a imprensa do seu lado.

  152. Angela Tavares Puetter

    -

    12/06/2012 às 14:29

    Reinaldo Azevedo: simplesmente indispensavel!Fez uma analise precisa do tratamento dado aos personagens deste crime cruel.

  153. Lizia

    -

    12/06/2012 às 14:28

    Imagine a cena:esposa e marido vendo o noticiario do caso e ela comenta “olha o que uma mulher traida com raiva pode fazer…” e ensaia um meio sorriso. O marido e’ pego de surpresa,ficando com cara de bobo. Elize representa aquele impulso que no momento de muita raiva as mulheres traidas tem mas que reprimem por motivos obvios… Identificacao… Freud tbem pode explicar essa aceitacao da crueldade do caso.

  154. Memyself

    -

    12/06/2012 às 14:27

    Podem falar o que quiserem, a Veja até desencavou uma doença psiquiátrica para justificar que a mulher desse um tiro no marido e o esquartejasse 10 horas depois, o fato é que a mulher deu um tiro no marido, no pai de sua filha, que dormia a poucos metros da cenha do crime, e esperou 10 horas para então esquartejá-lo durante 6 horas e daí jogar os pedaços do corpo no mato! O assassinato teria sido em legítima defesa se a mulher estivesse em risco de vida, ou sua filha e ela agisse para salvá-la. A mulher simplesmente matou o marido porque temia ser abandonada por outra mulher. O assassinado podia não ser um modelo de marido, mas não tem feminismo que torne isso crime. Já matá-lo, é.

  155. João Carlos

    -

    12/06/2012 às 14:21

    É aquela velha história de sempre se repetindo. Basta ser uma mulher bonita( de preferência jovem e se possível loira) que vc pode cometer o crime que bem entender que todo mundo vai ficar do seu lado. Lembram da Vanessa? Aquela policial que foi pega com dinheiro escondido na calcinha e parou na Bandeirantes.

    O irônico é que essa postura de “fulana é uma criminosa, mas é uma vitima” é extremamente machista, uma vez que para defender essa postura precisa retratar a mulher como frágil e indefesa.

    Para quem não lembra do caso Vanessa:
    http://reflexoes-masculinas.blogspot.com.br/search?q=S%C3%ADndrome+da+donzela+em+perigo

  156. Gustavo

    -

    12/06/2012 às 14:18

    Eu acho que seus argumentos estão corretíssimos e com certeza ela deve passar muito tempo na cadeia. Mas não consegui ainda fazer um julgamento claro a respeito dos agravantes e atenuantes. Quando a imprensa mostra detalhes da vida do assassinado, não quer demonstrar os atenuantes? O próprio diálogo anterior ao tiro relatado por VEJA não demonstra um dentre vários fatos que incitaram a assassina a cometer o crime? Por outro lado, o esquartejamento, a espera pelo enrijecimento do corpo, fatos igualmente relatados na imprensa, não seriam os agravantes? Pela repercussão que tenho percebido nas pessoas, o rumo não está tão claro. Há opiniões de tudo quanto é jeito.

  157. Walter Calamita

    -

    12/06/2012 às 14:16

    ÔÔÔÔ Reinaldo!!!! Voce está se superando a cada dia! Parabens mais uma vez.

  158. Tom

    -

    12/06/2012 às 14:15

    Veja a sensibilidade e superioridade da mulher no comentário doce e humano da sandra – 12/06/2012 às 14:01

    Ainda bem que eu não te conheço…

  159. Eduardo Ferandes

    -

    12/06/2012 às 14:14

    Obrigado por trazer lucidez a tantas reportagens sentimentalistas. A matéria do Fantástico filmando a mãe da Elize com cancer, o album que ela fez para o Marcos com os momentos do casal colocando ela no papel dela de cinderella do submundo, foi, como vc disse, asceroso. Seu texto está excelente.

  160. Macabeu

    -

    12/06/2012 às 14:13

    Não bastasse o escopo da Lei 12.403/11 de desafogar presídios, agora só falta a legalização do assassinato. Trazer à baila o caso Angela Diniz me fez lembrar mais uma do Ivan Lessa: ” cada quinze anos, o Brasil esquece os últimos quinze anos”.

  161. Tom

    -

    12/06/2012 às 14:12

    Concordo plenamente.

    Segundo o Mapa da Violência, dos cerca de 50 MIL homicídios/ano que ocorrem no Brasil, 91,4% são de homens vitimados e 8,6% de mulheres (dados de 2010). Apesar disso, há anos eles publicam um caderno especial nesse mesmo Mapa da Violência, exclusivamente dedicado ao “feminicídio” que, segundo a ideologia feminista, ocorre por aqui.

    O feminismo é doentio e violento. Basta ver as fubangas mal-amadas que escrevem em blogs defendendo o aborto, fazendo campanhas de difamação sem um pingo de vergonha na cara, discriminando mesmo os homens.

    Feminismo, gayzismo militante, eco-terrorismo, cotismo racista, socialismo, anti-catolicismo, ateísmo militante, desarmamentismo, “maconhismo”… Várias frentes de um mesmo exército coletivista.

  162. Cesar

    -

    12/06/2012 às 14:12

    Ah, também: Marcos, óbvio, é 100% vítima. Mas que ele era um babaca perfeito, não há dúvida.

  163. anticorruptos e anticorruptores

    -

    12/06/2012 às 14:11

    No caso Matsunaga, além dos crimes de homcídio e de ocultação de cadáver, enxergo (não sou jurista) o crime de vilipêndio de cadáver.

  164. Fjits

    -

    12/06/2012 às 14:10

    Nada justifica um crime igual, mesmo que o marido tenha feito chantagem sobre o passado dela, mesmo que tenha ameaçado de tirar a criança. O que ela deveria ter feito era aproveitar do fragrante de traição, contratar um advogado e pedir o divórcio. Ela era garota de programa e ele gostava desse gênero, encurralou-a, ela surtou, e o fim foi trágico.

  165. Cesar

    -

    12/06/2012 às 14:10

    A prostituta nada mais é do que a versão feminina do criminoso masculino mais comum: o assaltante de rua, a mais desprezível categoria da estranha hierarquia do crime.
    Se premidos, ambos cometerão violência.
    Marcos se envolveu com uma mulher de índole criminosa. É compreensível, afinal, tá cheio de mulher por aí que gosta de malandro.

  166. sandra

    -

    12/06/2012 às 14:01

    Você tem que andar direito p/ que nada de mal venha acontecer com você!
    Ele procurou seu destino.
    Que sirva de exemplos para aquelas pessoas que tem dinheiro e acha que pode comprar tudo e a todos.
    Pessoas que tem poder elas acham que podem manipular e fazer o que elas quiserem.
    Não é bem assim.
    Ela vai pagar pelo crime.
    E ele pagou com a propria vida por achar que tudo ele podia por ter status.

  167. Vânia

    -

    12/06/2012 às 13:59

    Este leitor Marcos (das 11:19) tem características de psicopata.

    Reinaldox na cascuda!

  168. Side Show Bob

    -

    12/06/2012 às 13:59

    Fosse negra, a homicída provavelmente seria inocentada, afinal a sociedade branca patriarcal machista tem uma dívida milenar com os povos oprimidos. Talvez em breve ela alegue ser bi-sexual com transtorno de gênero então o movimento gayzista encampa a causa e garante a absolvição.

  169. MAYA

    -

    12/06/2012 às 13:59

    Parabéns Reinaldo,texto espetacular,não faltou uma virgula
    matou a cobra e mostrou o pau .

  170. Setembrino Aparecido de Jesus da Silva

    -

    12/06/2012 às 13:56

    Credo Reinaldo, dá uma lida com atenção no comentário do Marcos (11:19). Como você deixou passar aquelas palavras asquerosas?

    Reinaldox na cascuda!

  171. Felipe Araripe

    -

    12/06/2012 às 13:52

    A Justiça brasileira, principalmente a criminal, não costuma julgar fatos; prefere julgar caráter. A quem se interessar em comprovar essas afirmações, tire uma tarde de folga e vá assistir a uma sessão do Tribunal do Júri em sua cidade. Sim, a entrada é livre, o ato é público. O que se verá é um grotesco teatro de horrores no qual a promotoria pública procurará demonizar o acusado e a defesa tentará o mesmo com a vítima. Ganha quem pintar a criatura mais horrenda. E os fatos envolvidos no caso? Bem, estes são prosaicos demais e não servem para exacerbar nossos “instintos mais primitivos”, expressão cunhada pelo mensaleiro Roberto Jefferson.

  172. Ronaldo

    -

    12/06/2012 às 13:52

    Caro Reinaldo
    Apreciei seus comentários a respeito do crime. Lembrei-me anteriormente do caso Doca Street, mas não tinha todos os detalhes da época e voce os recuperou adequadamente.

    Quando vejo hoje as notícias sobre o assunto assim – Caso YOKI, fico me perguntando; o que tem a ver a empresa, a marca YOKI com isto?

  173. Leticia Jotta Piantino

    -

    12/06/2012 às 13:47

    Reinalo você é demais. O maior. Acesso seu blog todo o tempo. Amo de paixão. De onde você veio…, um beijo para sua MÃE. O Marcos e familia não meressem. Endosso o comen-tário da Sofia.Não voltarei a tecer comentario mas estarei sempre aguardando e curtindo seus escritos.Gosta-
    ia de fazer um bom cáfé para você. Obrigada por tudo.Nosso triste PAIS também agradece. Leticia

  174. Gaucho

    -

    12/06/2012 às 13:43

    Esse tipo de crime é diabolico, ela é má, e nao por ser prostituta. Ele foi burro e babaca( largou a mulher e o filho) pra se juntar com uma … desconhecida, e que sirva de liçao para nós, homens.

  175. pedro rodrigues

    -

    12/06/2012 às 13:39

    O pior é que na época minhas colegas defenderam o Doca, e a minha tese que era mesma sua foi contestada, aí perguntei, e se fosse com voces? Mesmo assim não convenci.O triste brasil.

  176. Marta Vil

    -

    12/06/2012 às 13:37

    Inscrivel como todo mundo tem opinião formada sobre a vida alheia. Acho que vou voltar e esperar meu disco-voador novamente.

  177. Marcelo

    -

    12/06/2012 às 13:35

    Rei, já disse aqui e aviso de novo: o feminismo está LONGE de sua proposta original. Tornou-se cada vez mais parecido com aquilo em que originou-se: o marxismo.

    Tornou-se politicamente incorreto criticar mulheres e o feminismo, e ambos utilizam o discurso facilitador da vitimização e invertem situações com frequência para criar argumentos (falsos). Fiquemos atentos!

  178. Gione Oigen

    -

    12/06/2012 às 13:33

    Só porque o cara deu uma escapadinha merece virara picadinho?
    Coitado do Cadinho da novela!!!!!

  179. Sandra Tay

    -

    12/06/2012 às 13:29

    Genial, Reinaldo! Como sempre! Vendo as cenas do empresário ontem com a “outra” (lembrando que a atual também já foi “outra”), fiquei impressionada pela forma como os valores morais estão invertidos. De repente, toda a sociedade está sendo conduzida a condenar a vítima. Todas as vezes que ouvi sobre as razões pelas quais a assassina praticou o crime, me vinha o questionamento: se matou por ciúme, o que a levou a fazer picadinho da vítima com tanto cuidado e planejamento?

  180. Pet

    -

    12/06/2012 às 13:29

    Desde que o mundo é mundo é assim,um sentimento de não poder existir sem a pessoa “supostamente amada”encontrar uma companhia é fácil,difícil é encontrar… o amor.
    Toda pessoa homem ou mulher que possui uma casa ou apto,e leva alguem para morar consigo,casado ou não,quando briga,a primeira coisa que faz,qual é? o que o dono do pedaço fala? pega tuas trouxas e vai embora.
    E quantos não estão nessa situação?(dependência)
    Faltou sabedoria,pois se você mora com alguem, reside em um lugar,não importa se seu,ou não,é colocado na rua…vai,pega tuas malas procura seu direito,se achar que vale a pena.
    De onde vêm o sentimento de querer matar alguem?,muito menos esquartejar?(coisa que diga-se de passagem não se aprende em curso nenhum,bom é o que eu acho).
    Lamentávelmente tira a vida(o maior dos milagres)de outro
    e sequer,pondera nas consequênçias!

  181. sandra

    -

    12/06/2012 às 13:25

    Nenhum testo explica a verdade da vida.
    Você tem que pagar suas divias corretamente, impostos, resumindo andar direito para que nada de mal venha acontecer com você.
    Não foi o que o grande empresário fez!
    Ele simplesmente largou a sua primeira mulher e pagava para ter quem ele queria mostrando que o dinheiro manda .
    Ela tem que pagar mas ele não é nenhum santinho.
    Muitas vezes você trabalhador sai de casa e nã sabe se vai voltar.
    Ele sabia com quem estava se envolvendo!!!!!!!!!
    Mas o lado animal falou mais alto!!!!!!!

  182. Roberto K.

    -

    12/06/2012 às 13:23

    Parabéns, Reinaldo! Mais uma vez, foi direto ao ponto. Estávamos minha esposa e eu comentando exatamente isso quando assistíamos aos telejornais de ontem. É certo que a sociedade muda os seus padrões ao longo do tempo mas, o que temos visto nos deixa preocupado. Será esse o nosso legado para as futuras gerações? Nossos filhos e netos terão que viver numa sociedade baseada nesses padrões? Que os céus os livrem e guardem!

  183. Rogerio

    -

    12/06/2012 às 13:22

    Ora Reinaldo, você se surpreende? Isto é a mesma coisa que o caso Isabella, quando o mensalão estava “pipocando a mil”. A mídia coloca o foco em coisas de “Notícias Populares” ao invés de focar no que realmente importa, que é o absurdo do Lula querendo chantagear o Supremo.

  184. Paulo Rodrigues

    -

    12/06/2012 às 13:19

    Reinaldo,

    Ótimo texto! Admiro quem se manifesta contra os excessos do feminismo de faca na mão.

    Se te chamarem de “machista” diga que na realidade és “masculinista”.

    Masculinista é todo aquele que ZELA PELA IGUALDADE DOS SEXOS, mas tem coragem de apontar os abusos do feminismo!

    Parabéns,

    Paulo

  185. Paulo Bento Bandarra

    -

    12/06/2012 às 13:17

    Não se pode chamar ela de puta porque as putas não cobram. Ela cobrava para fazer sexo com quem pagava e não sexo com quem queria. Muitos maridos ela atendeu tirando o seu dinheirinho. Muitas esposas ela passou para trás por dinheiro, não pode amor. Antes de engravidar as coisas já tinham degringolado. Provavelmente ela engravidou pensando que manteria o emprego com um filho do empresário.

  186. Eric Teixeira Gaigher

    -

    12/06/2012 às 13:12

    O texto nos ajuda a pensar quão grande é a força da imprensa que consegue “culpar” o assassinado e criar substrato para absolver a assassina.

  187. Nelson Lima

    -

    12/06/2012 às 13:11

    Perfeita sua colocação; Enquanto isso, na imprensa, sobre a velhinha de 87 anos que matou o assaltante que invadiu sua casa, só se vê, “não podia ter arma em casa”, “será apresentada denuncia por homicídio doloso”, “não deveria reagir e sim negociar e fazer as vontades do assaltante”. Palhaçada institucionalizada.

  188. Domenico DiCocco

    -

    12/06/2012 às 13:10

    Na minha opinião, ao invés de ficar “repercutindo” o fato a coisa é bem mais simples, matou vai prá cadeia e pronto. Não existe desculpa plausível para o assassinato, a tiros, esquartejando, envenenando, qualquer modalidade. Por raiva, paixão, vingança, honra, nada disso comporta o direito de tirar a vida de um ser humano. No máximo aceitaria uma legítima defesa e só ( que não é absolutamente esse caso). A discussão sobre o tema é que no final abre portas para filósofos da “justiça “. Lei é Lei, Crime é Crime.

  189. Heloisa

    -

    12/06/2012 às 13:10

    Reinaldo, li seu texto, mas não os comentários, portanto corro o risco de repetir algo que já disseram. Primeiramente, parabéns! Quanto às minhas considerações sobre o caso: outro dia ouvi no rádio que alguém da bancada havia dito, quando encontraram o corpo esquartejado, que aquilo era sinal de crime passional (sem saber de todos os desdobramentos que viriam depois). Crime passional é esperar 10 horas e esquartejar o corpo? É sair com o cartão do morto para comprar futilidades? Seguir a vida como se nada tivesse acontecido? Crime passional é o caso da senhora que matou o ladrão que invadiu sua casa. Uma pessoa que poderia ter feito tudo para se livrar da “humilhação” – bastava sair pela porta – prefere extirpar o causador da humilhação??? Ela planejou tudo, tim-tim por tim-tim.

  190. EV

    -

    12/06/2012 às 13:08

    Tio Rei, o mais chato de tudo isso é que Dostoyevsky abordou esses temas em Crime e Castigo há quase 150 anos. A diferença é que temos Raskolnikov e Sonietchka num mesmo personagem (a prostituta/culpada/redentora Elize) e a velha usurária/Pyotr Petrovich num outro (o usurpador/aproveitador-de-mocinha-ingênua Marcos). Como diria Diogo, que país aborrecido…

    E.V.

  191. Eliziana Santos Moreira

    -

    12/06/2012 às 13:07

    Excelente texto. Reinaldo, adoro você e sua visão coerente, objetiva e justa da vida.

  192. claudium tinoco

    -

    12/06/2012 às 13:00

    alguns textos seusn lavam a alma. este é um deles.

  193. domingos roberto

    -

    12/06/2012 às 12:56

    Concordo com seu texto, porém se não o tivesse esquartejado, com toda a certeza do mundo sairia livre.

  194. Chris-SP

    -

    12/06/2012 às 12:56

    Concordo em número e grau com o seu texto, Reinaldo.
    Compartilho, igualmente, da opinião do comentarista Rogério Viana – 12/06/2012 às 10:57.
    O tribunal do juri será implacável na sua condenação.

  195. Mari

    -

    12/06/2012 às 12:56

    Perfeito Reinaldo. Esta impressa que tenta explorar e desviar o verdadeiro fato.E o legal ou triste da história é que muita gente vai na onda e compra direitinho todas as idéias vendidas.

  196. aldo

    -

    12/06/2012 às 12:55

    estou surpreso que vc esteja surpreso com isso, os noticiários brasileiros sempre foram uma porcaria, não é atoa que o Brasil detém o título de maior vergonha da história do “jornalismo”: O Caso Escola Base e convenhamos, um país que permite que um programa como Brasil Urgente seja exibido as 17:00 é um país que apoia a violência, a truculência, a hipocrisia e a ignorância. Beijo na novela não pode, mas um sujeito incitando o crime e falando palavrão as 17:00 está tudo bem. Viva o país da hipocrisia, e viva o Messi, por provar que a Argentina é o país do futebol. Imagina se nesse caso tivesse sido o contrário, as feminazis estariam nas ruas e um bando de desocupados estariam na porta da delegacia querendo linchar o homem. Tem hora que realmente tenho que concordar com aqueles que dizem: éramos felizes e não sabíamos. Esse país está perdido… e tudo isso por não termos uma Constituição que estabeleça direitos e deveres.

  197. Graziele

    -

    12/06/2012 às 12:52

    Pensamento brilhante! Reinaldo Tu és O Mestre!
    Parabéns.

  198. norma sylvia

    -

    12/06/2012 às 12:52

    Outra coisa Reinaldo, segundo a imprensa, a assassina afirmou em seu depoimento no Inquérito Policial, que a pistola 380 com a qual abateu o marido ele lhe deu de presente. Quem garante isso? No meu ponto de vista ela subtraiu essa arma do local, um quarto em que ele guardava o seu arsenal de coleção, e colocou em um ponto estratégico da casa, no aguardo do momento oportuno de usá-la. E ninguém garante, pois não foi divulgado até agora, que ela não tenha atirado na cabeça do marido enquanto ele dormia ou comia pizza, ou assistia TV, ou telefonava. O delegado também não quebrou o sigilo telefônico dela, do esquartejado, dos empregados, da outra “periguete” com a qual ele estava relacionando-se.

  199. Henrique B. Neto

    -

    12/06/2012 às 12:38

    Texto irretocável.

    Essa coisa de “marcha das vadias” pregando supremacia de gênero e ódio aos homens, somado com esse caso estarrecedor e que é revolvido e invertido bem diante de nossos olhos me deixa com a certeza de que o tal do “politicamente correto” é realmente o Orwellianismo se fazendo presente em nossa sociedade.

  200. errata pensante

    -

    12/06/2012 às 12:38

    O ‘Brasil -PT ‘ vem fazendo a apologia do crime.Quando vi-lá pelos anos 2004-2005 aquele filme asqueroso ( O homem que copiava ) nem acreditei.Pois eles furtavam, falsificavam dinheiro, roubavam malotes de banco, matavam,com crueldade o pai de uma personagem e… terminavam,felizes e ricos,em um lugar bucólico do Rio, comemorando a vida nova que ‘conquistaram’. Outro filme do tipo é “Meu tio matou um cara”,feito na mesma linha de pregação,exaltação e glorificação do crime,pois todos os bandidos se dão bem,menos as coitadas das vítimas.Aquela novela da Globo em que a ‘lindinha’ Pitanga fez o papel de uma psicopata ,vigarista ,bandida e desonesta de 1ª linha não terminou com a dita cuja se dando bem,subindo até na hierarquia social ? E dizem que o autor ‘teve’ que dar esse ‘final feliz’ à novela,pois as pesquisas com as ‘vozes das ruas’ indicavam ser isso que elas(as tais ‘vozes) queriam.Noto, em minhas conversas aleatórias com gente do dito ‘povão’ que o brasileiro está torcendo pelo bandido,seja na vida real,seja na ficção ,coisa aliás que a maioria nem distingue. Várias pessoas defendem o goleiro Bruno,como se ele fosse uma vítima.Afirmam que não há provas contra ele, e etc.É um horror. E dizem assim : “Ah,gente,errar é humano. Todo mundo erra !” (Mesmo que o ‘erro’ tenha tido como resultado uma pobre vítima estendida morta e esbagaçada no asfalto,como no caso de uma manicure afro,que defendeu o causador de um acidente,que cruzara a preferencial (uma avenida onde estávamos..) E acrescento que a tal manicure foi ser,na semana seguinte-pasmem- instrutora de auto-escola (por indicação da cumpanherada é claro)! Na despedida, eu ainda a adverti :” Vê se não vai ensinar para seus alunos que cruzar a preferencial de uma movimentada avenida é ‘erro’. É crime.E, se causar morte ,é homicídio, é assassinato!” Claro que não adiantou. Esse povo anda cheio de razões que a civilização desconhece. Vejam o caso do pobre do Renê Sena : Vocês sabem que a ‘viuva-negra’(de loiros cabelos tingidos, foi absolvida,não sabem ? E sabem que ela realmente mandou matá-lo,não sabem? E que ainda ficou rica,com o dinheiro dele ! – Quem vem implantando essa nova barbárie, ese novo modo de ‘passar a mão nas cabeças dos criminosos?? Quem ?? ? -Os ideólogos do PT,é claro! Confesso que causa-me enorme compaixão ver aquele jovem herdeiro da Yoki em seus últimos dias de vida,tão feliz e dionisíaco,às portas do restaurante, fazendo cafunés na companheira. Era casado ? Era. Devia ter se separado antes? Devia. Milhões de maridos fazem isso e,quando muito,dá em divórcio. O adultério sequer é tratado como crime pelo atual ordenamento jurídico.Morrer,como morreu -assassinado e depois esquartejado -não foi justo e nem necessário.(Tenho uma teoria: faca de cozinha nenhuma esquarteja com tal precisão. Elize devia de ter um bisturi, previamente preparado . Acho que o esquartejamento foi premeditado,assim como o tiro e tudo o mais. Ela assumiu que seria culpabilizada,pois as pistas que deixou são irrefutáveis. Foi uma barbárie . Não tem perdão. Vitimizar a assassina é retrocesso. É escorregar ladeira abaixo nas lamas milenares da grossa sopa primal.A assassina usou seu cérebro reptílico ( aquele cérebro animal que ainda trazemos dos nossos tempos de fera ) ao invés de usar o atual cérebro civilizado de seres humanos evoluídos.

  201. antonio

    -

    12/06/2012 às 12:34

    Caro RA, lendo todos estes comentários percebo o quão preconceituoso o nosso Brasil. Basta ser “puta” pra ser culpada por um crime. Um crime tem antecedentes, um crime só acontece quando as condições para que ele aconteça são estabelecidas ou quando há uma predisposição para tal. E ao que parece não existiu tal condição. Houve um crime, e cabe a justiça investiga-lo sem paixões ou prejulgamentos. O resto é ideologia barata.

  202. Rosa Maria

    -

    12/06/2012 às 12:30

    Concordo em gênero, número e grau. Absolutamente NADA justifica um assassinato.Qualquer alegação em contrário é falaciosa, ridícula e absurda.Falta a essa imprensa politicamente correta(??)um mínimo de isenção e bom senso. Não há compromisso com a verdade, o compromisso único é com o escândalo e consequentemente a venda, o lucro. Lamentável!!!

  203. Fabio Sooner

    -

    12/06/2012 às 12:28

    Tio Rei, esquerdista disfarçado em 12/06/2012 às 10:44
    Só esquerdista para achar que quem lê esse blog vai se sentir ofendido por ser chamado de direitista e reacionário. Do jeito que essas palavras foram apropriadas pelo PT, pelo politicamente correto, pelo JEG e afins, tenho certeza que a maioria dos seus leitores adoraria ser chamada de “direitista” e “reacionária”, ainda que não sejam necessariamente direitistas (eu incluso).

  204. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 12:27

    Ela foi fria e praticou algo bárbaro: o esquartejamento. Porém, cruel, como disse a polícia, o crime não foi. crime é cruel quando produz na vítima muita dor e sofrimento. Seria cruel se o esquartejamento fosse em vida. Esse exagero da polícia termina ajudando a defesa da assassina.

  205. nei Brasil

    -

    12/06/2012 às 12:26

    Isso é para denegrir a capital S. Paulo, de menor taxa de homicídios entre as capitais, é fato: http://www.ssp.sp.gov.br.
    A redução de homicídios, para mim, é um excelente indicador de eficiência e probidade (grau) administrativa.
    Desde 2005, a capital S. Paulo já reduziumais de 70% o número de mortes violentas, inclusive contra mulheres…salvando mais de 2 mil mortes.
    O principal fator de redução de violÊncia….é a educação.
    O governo federal, com o ministro da Educação Haddad, em 8 anos não reduzir em 10% os homic´dios no país, segundo mapa da violÊncia ( e infeficiência em educação!)
    Não reelejam, elejam quem não reduz violÊncia , um ótimo indicador de eficiência em gestão pública.

  206. Marcos

    -

    12/06/2012 às 12:25

    Existem os assassinos com pedigree e os sem.
    Esta mistura de luta de classes com feminismo está mesmo insuportável. As cenas com amante não são de interesse público.
    A imprensa está ajudando a minimizar um esquartejamento. A que ponto chegamos.

  207. Regina

    -

    12/06/2012 às 12:20

    Reinaldo.
    Concordo com tudo o que vc escreveu, nada justifica esse ato.

  208. Aline gonçalves

    -

    12/06/2012 às 12:17

    Um otimo texto, com muitas explicaçoes, mas oque nao esta sendo levado em conta é que se isso fosse feito por um homem nao teria durado uma hora nem toda essa exposiçao!!! sabe por que? simplesmete ja virou rotina!! claro q isso nao justifica oque ela fez, mais não e porque ele era Rico que ele nao agredia traia ou outras coisas a mais q ele deve ter feito com ela que nao foi ao ar!!!e que levaram sim ela a fazer isso !!! mais que pode sim amenizar oque ela fez!!! por que se ela tivesse em algum momento feito um Bo contra ele por agreçao nao teria sido levado em conta devido a posiçao social da vitima!!! e voce concerteza se fosse ao contrario ele matado ela você nao teria escrito todo este texto!!!

  209. henrique coutinho

    -

    12/06/2012 às 12:15

    Olha,a vitimologia,ampara a atitude da imprensa,sabemos que o caso é de comoção nacional,portanto em época de CPI,encobre as novidades,retardando os acontecimentos.A Turma do PT adora essas noticias,ficam fora do FOCO.Só para concluir,O Dr Evandro Lins e Silva não foi o defensor do Doca no 2° julgamento,que resultou em condenação.Mesmo assim,Doca Virou Heroi e teve seguidores.

  210. norma sylvia

    -

    12/06/2012 às 12:15

    Isso mesmo Reinaldo Azevedo. O advogado de “Elize Picadinho” o qual, pelo visto, já era seu amiguinho, foi seu professor na Faculdade de Direito, e ambos tem um ao outro adicionado nas respectivas páginas do facebook, (Luciano de Freitas Santoro), quer transformá-la em “santa”, vitimizando-a e a mídia ainda fica dando “ar” para ele. Contudo, quem está pagando os honoráros dele? Será que é o espólio do falecido? Se for a assassina estaria beneficiando-se da sua própria torpeza.
    Porém, veja só o direito civil autoriza que essa amante do Marcos Matsunaga, codinome “Natália”, pode, querendo, entrar com uma ação para requerer a indignidade da outra sua matadora e esquartejadora para excluí-la da herança do Marcos Matsunaga, o assassinado.
    A Exclusão por Indignidade é feita por legítimo interessado, através de ação (movida após a morte). Ela atinge qualquer interessado. Não precisa ser herdeiro e nem legatário. A pessoa excluída será considerada pré-morta. A exclusão por indignidade não exclui o direito à representação. A filha herda a sua parte, porque ela não pode ser penalizada pela atitude da mãe (a pena não pode ultrapassar a conduta do agente). Contudo, ela nunca terá direito a usufruir ou a administrar estes bens. E ainda que a filha morresse, ela continuaria a ser considerada pré-morta. Se a filha morrer, os bens vão para os avós.

  211. nana

    -

    12/06/2012 às 12:14

    Ambos promiscuos e violentos.

  212. Jorge Marum

    -

    12/06/2012 às 12:12

    Como promotor de Justiça em SP, peço vênia para subscrever in totum.
    Meus parabéns.

  213. Pietro

    -

    12/06/2012 às 12:10

    Reinaldo, discordo da associacao do “politicamente correto” que e’ uma forma de descrever eventos com o sensacionalismo gritante nesse caso.
    O sensacionalismo busca as atencoes dos consumidores, ainda que seja preciso, aqui e ali, dar uma ajudazinha, vitimizar a culpada, criminalizar a vitima, etc.
    Os veiculos de midia precisam vender seu produto, mais ou menos o que experimentamos ao andar pela feira.
    Compramos daqueles comerciantes que temos por honestos e que tem historia de comercializar bons produtos, independente da gritaria dos vizinhos.
    Ja’ o “politicamente correto” seria a prudencia em esperar o resultado das investigacoes e o devido processo legal, sem se arvorar em juiz, meirinho, carcereiro e executor.
    Se a Historia recente nos ensina algo esta senhora sera’ poupada dos rigores da lei. E’ esperar para ver.

  214. Ronald Lokaker

    -

    12/06/2012 às 12:08

    Reinaldo; isso me lembra um ocorrido em um orgão governamental, quando uma senhora chegou espancada pelo marido para reclamar do acontecido. Logo a turma de assistentes sociais indignados começaram a tomar providências para punir o Marido. Em um momento perguntei o que teria havido com ela, sabe o que ela me disse? Que o marido bateu nela por que ela desconfiava de que ele teria um caso, e diante desta desconfiança, ela a mulher, ferveu 4 litros de agua enquanto o marido dormia para jogar em seu ouvido e no rosto dele! Final, o cara acordou antes e viu a mulher chegar com a panela e pulou da cama, a água de tão quente enrugou partes do plastico que ainda cobria o colchão por ser novo! Isso tudo ELA me contou!

  215. Ciro Saito

    -

    12/06/2012 às 12:07

    Brilhante texto Reinaldo! Como sempre.
    Uma explicação parcial para este julgamento prévio é a tendencia de (algumas) pessoas torcerem para o fraco, para o desfavorecido.
    Fazendo um paralelo, estão querendo impor cotas até em concursos públicos.

  216. Anderson

    -

    12/06/2012 às 12:07

    Excelente matéria, fantástico mesmo. Concordo com cada palavra escrita pelo autor. Infelizmente, hoje em dia, a inversão de valores está absurda, ridícula demais. O pior de tudo é ver a hipocrisia do povo brasileiro em achar que tem alguma moral, algum senso crítico pra quererem criticar as coisas, como dos políticos, por exemplo. Com essa inversão de valores que eles possuem e carregam? Aham… Tá bom… Enfim, excelente texto mesmo! Parabéns, sr. Reinaldo Azevedo, é muito gratificante ver que ainda existem jornalistas E ser humano como o sr. Parabéns.

  217. Brancaleone

    -

    12/06/2012 às 12:04

    Parabéns pelo artigo.
    -
    Há vários dias percebi a inversão descrita quando fiz a pergunta: e se fosse ele o esquartejador? Nesse caso monstro seria o adjetivo mais carinhoso que teria recebido. E temo que até insinuações racistas poderiam ter aflorado.
    -
    O caso do Raul Fernando do Amaral “Doca” Street foi muito bem lembrado. De fato a Pantera de Minas à época não tinha boa fama. Hoje ela seria uma mulher “normal”. Talvez fosse até uma petista de retórica liberal, afinada com o atual ministério feminista.

  218. Navarro

    -

    12/06/2012 às 12:01

    Essa mulher que matou o empresário Marcos Matsunaga é uma bestial assassina.

    Todas as pessoas que adotam a estupidez da onda desumana do pensamento politicamente (in)correto, para tentar ver algo de justificável nesse ato macabro, acabam abraçando o que lhes são próprio, a inversão de valores e a mentira.

  219. Adriano

    -

    12/06/2012 às 12:01

    Penso que ele fez o seu próprio destino,abandonou a ex mulher para viver com uma ex prostituta,quem cria cobra um dia acaba sendo picado,matar outra pessoa por ciumes não é,e nunca terá nenhuma justificativa,qndo ela descobriu a traição bastava ir embora e brigar na justiça pela gurada da filha, mais a … não quer largar a boa vida então que apodreça na cadeia.

  220. fontana

    -

    12/06/2012 às 12:00

    O fato dessa mulher , apesar de seu comportamento promiscuo, ter sido aceita como esposa e dona de um lar e uma família, torna a sua atitude um ato hediondo, cruel e animalesco.Cadeia e perda de todos direitos sobre os bens adquiridos após a união com o marido cruelmente assassinado. E o tal “feminismo”, que de feminismo não tem nada, mostra a verdadeira face.

  221. Marcelo - Poa/RS

    -

    12/06/2012 às 11:59

    Cana pra essa fatiadora de presunto por longos e longos anos.
    Sem peninha dela.
    No Brasil de hoje o vagabundo recebe mais comiseração do que suas vítimas. Tá tudo errado. O japa é que merece as nossas atenções. A açougueira merece o nosso desprezo. Quem gosta desse estilinho “puta oprimida” são os sociólogos do miolo mole e esquerdopatas em geral.

  222. SEMPRE ALERTA

    -

    12/06/2012 às 11:57

    REINALDO,
    NÀO SABES QUE O “POLITICAMENTE CORRETO” É ASSIM MESMO!!!!
    AQUI NO SUL,FIM DE SEMANA, UMA SENHORA DE 87 ANOS TEVE SEU APT INVADIDO POR UM ASSALTANTE (ENCONTRAVA-SE EM LIBERDADE PROVISÓRIA) PARA SE DEFENDER PEGOU UM REVOLVER DO SEU FALECIDO MARIDO E MATOU O INTRUSO (DENTRO DE CASA).
    R-E-S-U-L=T=A=D=O…… RESPONDE POR DOIS PROCESSOS (HOMICIDIO DOLOSO E PORTE DE ARMA). SÓ FALTA AGORA A FAMILIA DO ASSALTANTE QUERER UMA INDENIZAÇÃO (ESTÁ NA MODA)

  223. Eber Batista

    -

    12/06/2012 às 11:56

    Direitos humanos que invalida a Lei de D’us é o caos.

  224. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 11:55

    O reverendo da igreja anglicana que o casal frequentava declarou:
    “Assim como não se pode obrigar um psicólogo ou um advogado a revelar informações de seus clientes, por questões profissionais, o mesmo se aplica a um reverendo, por questões religiosas”

    O advogado de acusação, presidente da OAB, deveria saber disso.

  225. Milena

    -

    12/06/2012 às 11:55

    Mas as primeiras noticias diziam que ela era advogada. Afinal era garota de programa?

  226. Paulo

    -

    12/06/2012 às 11:53

    Reinaldo, a certa altura do texto vc diz “não me lembro de ter visto nada parecido!”.
    Mas já houve, sim, situação semelhante, quando do assassinato perpetrado pela atriz Dorinha Duval, tratada até hoje como vítima de um amante perverso, que a humilhava e ainda por cima ameaçava deixá-la! Dorinha foi exposta tambem como a garota pobre, que alcançara o estrelato mercê de seu esforço, e que tudo em seu ato atrabiliário se justificaria diante de um machão desrespeitoso com sua condição de mulher.

  227. Jorge G

    -

    12/06/2012 às 11:53

    Perfeito, Reinaldo, abordou cada ponto sobre que venho refletindo ao longo da semana.
    Ela era humilde em sua cidade, fez-se profissional técnica de enfermagem mas foi pouco. Virou prostituta. Acreditou que era a Julia Roberts de Uma Linda Mulher e que o roteiro lhe cabia. Não segurou a barra de um casamento de risco com um sujeito pervertido e nem soube tirar proveito da situação – casada e com filha!!
    Matou e esquartejou. Livrou-se do corpo e seguiu a vida sem pensar o que diria para a filha quando lhe perguntasse pelo pai.
    É indecoroso, imoral o que venho lendo. Daqui a pouco sai mais uma Marcha das Vadias em prol de Elise.

  228. Eduardo de Sousa Silva

    -

    12/06/2012 às 11:52

    Concordo em todos os sentidos. Estão querendo justificar um assassinato. Dentro em breve veremos outros crimes bárbaros sendo analisados pelo mesmo prisma que alguns da mídia querem nos vender.
    Qualquer bandido ou bandida vai poder “explicar” o seu crime: basta dizer que foi humilhado pela antes vítima, que será transformada em um verdadeiro lixo da sociedade.

  229. Marcos Daniel

    -

    12/06/2012 às 11:52

    Sensacionalismo, busca inescrupulosa de audiência. Acabam jogando água no moinho dos que defendem o controle da mídia em nome dos direitos humanos.

  230. lucas

    -

    12/06/2012 às 11:51

    não estou acompanhando muito esse caso,mas concordo com você Reinaldo,o executivo trair a esposa talvez seja errado moralmente,mas nao legalmente,se fosse o contrário que tivesse acontecido,se o executivo que tivesse matado a mulher,mesmo se ela tivesse vários amantes,ele seria tratado pela mídia como um monstro…Acho que esse tratamento que o caso está recebendo irá beneficiar a assassina,ela não será absolvida mas dificilmente pegará uma pena que mereceria receber por ter matado seu esposo…

  231. Fábio - SC

    -

    12/06/2012 às 11:50

    Olá
    Arrisco dizer que se Elize tivesse chamado o SAMU logo após o tiro, pedindo socorro, estaria livre de uma pena pesada e contaria com a simpatia da população.

  232. Soraia Streg

    -

    12/06/2012 às 11:49

    Sempre que vejo uma reportagem da revista Veja fico impressionada com as palavras e a forma de discurso usadas. Faço faculdade de Letras e me interessa muito o modo como vocês apresentam as reportagens. Sou fã de vocês, realmente consegue levar o leitor até onde desejam, singelamente, é claro. Colocam suas opiniões com fatos e mudam a opinião dos leitores, caso eles tenham alguma. Cada dia a Veja me surpreende mais, parabéns a todos vocês.

  233. Matou, tem que responder pelo crime que praticou.

    -

    12/06/2012 às 11:48

    Princípio Moral: MATOU, TEM QUE RESPONDER PELO CRIME QUE PRATICOU.
    Sem essa de homem, mulher, pobre, rico… o crime não tem sexo, estatus e outros gêneros de visão distorcida do comunismo, pela lógica tem ação de um indivíduo que praticou o crime.

  234. Elah

    -

    12/06/2012 às 11:47

    “E por que decidiu fazê-lo em pedaços?”

    Ora, Rei, para se livrar do corpo, é claro. E por isso a tese de que o crime foi premeditado, com a contratação de detetive e outros detalhes do crime, deve permanecer .
    O MP precisa indicar um Promotor experiente para esse caso, para que ela não se livre em um futuro julgamento, como a imprensa televisiva está pretendendo.

  235. Edilaine R

    -

    12/06/2012 às 11:42

    Bom dia.
    Concordo com a ideia central do seu texto. Crime é crime – passional ou não. Matar, picar, jogar fora, é cruel e perverso. Por óbvio, que a dinâmica psíquica desse casal tinha um componente ( ou mais )em torno da perversão.
    No entanto, vou além de modo bem simples, goste-se ou não: quem procura … acha.
    Abç.

  236. Nelson Simas

    -

    12/06/2012 às 11:40

    Esta senhora nos Estados Unidos da América seria prontamente apenada com uma prisão perpétua básica sem apelo, aqui pelo politicamente correto vigente é apenas uma vítima da sociedade e uma justiceira social, cada vez sinto mais asco de tudo isto.

  237. LG

    -

    12/06/2012 às 11:40

    Reinaldo, já que estamos a tratar de conduta da imprensa, eu gostaria de ler algumas palavras tuas e dos amigos comentaristas a respeito disto aqui:

    http://www.midiasemmascara.org/artigos/direito/13141-liberdade-de-expressao-em-jogo-no-stf.html

  238. o Vigilante

    -

    12/06/2012 às 11:38

    Caramba!!!É a primeira vez que venho aqui,e já fiquei viciado nos textos de Reinaldo Azevedo!rss…
    Onde já se viu UM ABSURDOS desses minha Gente!!!
    Se fosse mesmo assim,de agora em diante,todo homem traido poderá matar sua esposa;todo político mentiroso poderá ter sua língua cortada fora por mentiras e enganação e etc!
    Nenhum crime bárbaro e hediondo como o do empresário Marcos Matsunaga podem ser justificáveis!
    Por que a Assassina não se separou da Vítima,ao invés de cometer Justiça com as próprias mãos?!
    E Wilker Delgado,abre o olho com sua Mulher heim!!rsss…
    Se tem medo é porque nesse angu tem farofa.hahahaha…

  239. Ana Lucia

    -

    12/06/2012 às 11:36

    Para “Jackelize” não tem nhenhenhém! PREMEDITOU, MATOU, ESQUARTEJOU E OCULTOU O CADÁVER, PENA MÁXIMA!

  240. Paulo

    -

    12/06/2012 às 11:35

    Só uma coisa a dizer sobre o texto: CLAP, CLAP, CLAP!!!!!

  241. Claudemir Lima

    -

    12/06/2012 às 11:33

    Que texto incrível. Não, só por isso, e sim, por que realmente é isso o dito.

  242. Renata Oliveira

    -

    12/06/2012 às 11:33

    Até que emfim alguem lucido e inteligente na imprensa para pronunciar a verdade que esta louca e hipócrita sociedade tenta a todo custo evitar que apareça!

  243. Marcos Araujo

    -

    12/06/2012 às 11:30

    Olha só esse outro caso de inversão da mídia.

    “Ofensiva antiaborto cresce cada vez mais no Ocidente”
    http://oglobo.globo.com/mundo/ofensiva-antiaborto-cresce-cada-vez-mais-no-ocidente-5174950

    É sabido em todo o mundo, quanto a Fundação Ford, Rockfeler, Mc Arthur, Onu, UNESCO, Planned parenthood e praticamente toda a grande Midia financia e favorece a muitos anos todas as iniciativas a favor do aborto, controle populacional, gayzismo e etc, então algumas famílias resolvem protestar utilizando seu justo direito “jus esperniandi” como diria o Marco Aurélio de Mello, paasa a ser imediatamente classificada pela Midia como a “Grande Ofensiva Anti-Aborto” com grandes financiamentos (sic) e tudo. Quem conhece os grupos defensores pró-vida sabe da total falta de recursos financeiros e dos esforços individuais que são feitos para protestar a favor da vida, não raro sendo alvo de achincalhes, ameaças e agressões verbas e físicas.
    A situação é semelhante a da vítima pintada de vilão, só faltou no texto do Globo colocar como articuladores desse “vil estratagema” os próprios fetos da barriga das suas mães !
    É pura falta de decoro !!!

  244. Mena

    -

    12/06/2012 às 11:29

    A espetacularização e a troca dos papéis de vítima e algoz desse crime nada tem a ver com o feminismo.

  245. Andréa

    -

    12/06/2012 às 11:27

    Confesso que em dado momento pensei:”bem feito para ele que traiu a mulher” mas depois refletindo melhor, com certeza nenhuma atitude justifica o assassinato. Já pensou se toda mulher fosse fazer picadinho de homem que trai? Não haveria mais homem na terra. O seu brilhante texto, traz a lucidez do que a mídia faz com o telespectador: manipula as informações, transformando a vítima em algoz e nos faz perder a própria referencia de moral… massifica nossas idéias… Adorei o texto e a reflexão.

  246. CIDA NUNES

    -

    12/06/2012 às 11:27

    li neste texto, tudo que eu gostaria de ter escrito.. parabens!

  247. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 11:26

    Reinaldo, queria que você comentasse sobre a tentativa do advogado de acusação de quebrar o segredo de confissão convocando o reverendo da igreja anglicana que o casal frequentava:

    http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/amante-de-marcos-matsunaga-devera-ser-ouvida-amanha

  248. Eduardo

    -

    12/06/2012 às 11:25

    Tio Rei, acho que o senhor já conhece, mas segue o linck de um Texto do Olavo de Carvalho “A técnica da opressão sedutora” que fecha com o sentimento do seu texto.

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/111219dc.html

    Abraço !!!

  249. atlas

    -

    12/06/2012 às 11:24

    Reinaldox na cascuda!

  250. Ricardo

    -

    12/06/2012 às 11:23

    Reinaldo,
    O “pré-conceito” do politicamente correto é igual ao nazismo. Veja que ocorreu comigo neste final de semana:

    Tinha um show de um destes cantores populares encantadores de adolescentes na cidade.
    Minha filha de 15 anos, da qual eu tenho a guarda judicial, juntou suas economias e comprou o ingresso, o mesmo fizeram duas de suas amigas, que na véspera vieram para minha casa e “se produziram” todas, para que eu as levasse até lá e depois (já de madrugada) as buscasse, lógico, que com todos aqueles avisos e conselhos de pai (desesperado) para garantir sua integradade física lá no local.

    No dia seguinte, minha ex-mulher, casada com um policial atuante, conhecedor dos “pré-conceitos”, mas pouco de leis, me chamou a atenção que poderia ser preso numa “blitze” por transportar 3 meninas adolescentes em meu carro de madrugada… Poderia estar “abusando”delas. Pode??

    E no passado? … Quando esta mesma filha ainda era uma bebezinha fui proibido pela minha sogra de dar banho e trocar suas fraldas… Pode??

    Meus filhos criados só comigo, são meu orgulho, são destaque de bom comportamento e muito premiados pelas boas notas e rendimento na escola…
    Me considero uma pessoa normal, mas aos olhos da sociedade parece que tenho que sempre provar que não sou um pevertido sexual…
    Tem mulheres que não suportam ver homens dedicados aos cuidados de seus filhos e ser bem sucedido nisto…
    Que gente mais preconceituosa…

  251. Vanderlei Ricken

    -

    12/06/2012 às 11:21

    Meu amigo Reinaldo, eu aprendi a ler com você. Você é muito bom mesmo. Muito obrigado.

  252. Jacinto Armando - PE

    -

    12/06/2012 às 11:20

    Caro Reinaldo,
    há uma série de coincidências entre entre Elize (Matsunaga) e Eliza (Samudio). As diferença são o gênero de quem foi esquartejado e o fato de o corpo da amante do goleiro não ter sido achado. A defesa do Bruno, agora, recorre a tese de que o amigo dele matou Eliza por ciumes – o que, em tese, pode virar um crime passional.
    No caso do jogador, a imprensa foi implacável com os envolvidos – e não deveria ser diferente. Foi um crime bárbaro. No assassinato do herdeiro da Yoky, como você bem ressaltou, a vítima vai se tornando o culpado.

  253. xLuiz

    -

    12/06/2012 às 11:20

    Mestre Rei,
    Seu texto é uma verdadeira obra prima. Espero que o advogado de acusação da vítima( o morto!), tenha oportunidade de lê-lo na presença do corpo de jurados, aí a turma do politicamente correto vai ficar com cara de tacho.

  254. José Antônio

    -

    12/06/2012 às 11:20

    Penso que esse crime mostra exatamente como caminha atualmente a inversão de valores em nosso país.
    Na política então nem se fala. E o último exemplo foi o do Lula, se passando por vítima na tentativa frustrada de chantagear o Gilmar Mendes.E o perigo que vejo nisso tudo , é de um dia a sociedade achar que tudo isso é tá certo: matar, roubar, chantagear, formação de quadrilha igual ao mensalão pra roubar dinheiro público, político recebendo dinheiro e presentes de empresários e etc. É só alegar que a vitima não prestava, ou, que o partido adversário também fazia. Pronto, tá perdoado!

  255. Marcos

    -

    12/06/2012 às 11:19

    Reinaldox na cascuda!

  256. Affonso Sampaio

    -

    12/06/2012 às 11:18

    Concordo inteiramente com você;Deus nos deu o livre-arbítrio,sem o que não seríamos responsáveis por nossos atos.Dessa forma,se a moça assassina escolheu o caminho da prostituição,problema dela; não há de se acusar a “sociedade” e/ou a adversidade de vida por isto.Quantos souberam superar um meio adverso e se toranaram gente de bem,pessoas de escoal em todos os campos da vida?O meio condiciona sim,mas não determina a nossa conduta.Nossa conduta é determinada pela razão e pela vontade.A razão diz “o quê”, a vontade “eu quero” ou “não quero”.Quantas vezes temos visto pessoas minimizando crimes bárbaros,sob a alegação de o criminoso ter nascido em ambiente hostil; o “coitadinho” é vítima dessa “sociedade”injusta,vítima do “sistema”.Assim,abstrações, tornam-se concretudes reponsáveis pelos atos maléficos praticados por pessoas.São os “bodes expiatórios”das nossas culpabilidades.

  257. SHIRU

    -

    12/06/2012 às 11:14

    Quaisquer explicações servirão apenas para atenuar a pen porque o que haverá de se considerar mesmo é o julgamento para o momento do ato: um armado, outro não! O quaisquer serve, inclusive, mesmo para o caso de ter havido provocação… oral, pouco antes! E nada justifica a forma… a posteriori.

  258. Jorge S

    -

    12/06/2012 às 11:14

    Como disse um “notório” político: estupra , mas não mata.

    Alguns veículos estão divulgando coisas do tipo: o erro dela foi ter esquartejado o indivíduo.
    Ou seja, matar pode.

  259. Silva

    -

    12/06/2012 às 11:14

    Considerar prostituição uma escolha profissional legítima também dá arrepios de horror. A miserabilidade e a degradação da dignidade humana expressa-se de modo dramático nessa situação. Antigos e muitos atualmente usam a prostituição para matar a fome, principalmente nas regiões paupérrimas. Outro uso “comercial” do sexo já demonstra que há algo que não está nada bem tanto em quem compra como em que presta o serviço sexual. É muito pior do que usar o “serviço” para comprar um pedaço de pão.

  260. Paulão

    -

    12/06/2012 às 11:13

    Bom dia Reinaldo,
    As tevês de sempre vão dar destaque à notícia e aos detalhes sórdidos, enquanto renderem qualquer traço a mais no ibope.
    Já a Globo tem interesse em promover esse assunto, pois vai aumentar a audiência da próxima novela das onze (remake de Gabriela), onde ocorre um drama mais ou menos assemelhado, decorrente do triângulo amoroso Sinhazinha/Osmundo/Jesuíno.
    Tudo é ibope, vale tudo por audiência!

  261. vera

    -

    12/06/2012 às 11:13

    Ela deve pagar pelo que fez!Mais tem aquele ditado¨Quem se mistura com porcos farelo come¨.E pelo que vi ele não era nenhum santo.

  262. Cleto de Assis

    -

    12/06/2012 às 11:13

    Já podemos antever duas outras atitudes da criminosa: com a habilidade com que produziu um relicário fotográfico dedicado à felicidade do casal, ela deverá escrever um livro sobre a sua vida, a paixão deles e a morte dele. Em seguida, venderá os direitos autorais para a produçao de um filme ou, pelo menos, uma minisérie de TV, se não der para uma novela. Tudo com o incentivo e a compaixão do público que reza e canta “pour Elise”. Só que, à diferença de Beethoven, que compôs a bagatelle em lá menor,para piano,a nossa Elise fez sua partitura (ou partição) sem dó maior,para faca. Grandes diferenças de intenções e de instrumentos.

  263. Ary

    -

    12/06/2012 às 11:12

    Parabéns pelo texto. Nada mais lúcido!

  264. NICOLA FILHO

    -

    12/06/2012 às 11:12

    Tenho para mim que o motivo do crime começou a se delinear no momento em que a assassina descobriu que a rival andava cobrando muito caro pelos seus serviços. Afinal de contas, um automóvel de Cr$ 100.000,00 é pagamento que ela provavelmente nunca viu em seus tempos de dama de companhia. O resto é versão de defesa a que ela, claro, tem todo o direito.

  265. Alex Esteves da Rocha Sousa

    -

    12/06/2012 às 11:12

    Reinaldo,

    Esse é um dos melhores textos deste blog! Se a Sra. Elize Matsunaga matou movida por violenta emoção ou não, é impossível saber, por enquanto, porque só existe a versão dela. Mas não existe esquartejamento passional, como escreveu um colega em seu comentário.

  266. atlas

    -

    12/06/2012 às 11:11

    Reinaldox na cascuda!

  267. Sandra

    -

    12/06/2012 às 11:08

    Sou um pouco mais fria: acho que o rapaz deve ter dito a ela que não iria se dar bem numa separação, pois a atual amante estava no mesmo papel dela há um tempo. Não há nada que obrigue um casamento a dar certo. Fidelidade, que eu saiba, é uma obrigação moral, não legal. Ela não teve nenhum prejuízo com o casamento que justificasse uma gorda pensão. A obrigação do rapaz era com a filha.

  268. José

    -

    12/06/2012 às 11:08

    Reinaldo,
    Vc é um polêmico inveterado. Parabéns!!!

  269. Fernando Viana

    -

    12/06/2012 às 11:06

    Não assisto televisão com frequência, mas acho que a garota do vídeo em breve estará no Superpop.

  270. Ereny Beltrame

    -

    12/06/2012 às 11:05

    Brilhante seu texto Reinaldo!!!!! PARABENS!!!!!!Crime barbaro com requinte de crueldade sim!!!! O Brasil precisa urgente de PRISAO PERPETUA. A vitima deve ter sofrido bastante, e o preco que se paga pelas escolhas erradas na vida. A ganancia pelo o dinheiro, e a certeza da impunidade leva mentes ociosas a planejar crimes barbaros como esse. Sim porque se olhar pelos pontos determinantes como contratar detetive, e pelo que , o reverendo disse segundo noticias, de que Marcos se cuidasse , e porque ai ja havia um planejamento de assassinato.Se for aplicado a risca o artigo 1814 do Codigo Civil Brasileiro, pode criar em nos uma certeza de JUSTICA em parte.E completando , o comentario do Alex a meu ver e perfeito. Voce REINALDO e formador de opinoes comece uma campanha no Brasil para termos PRISAO PERPETUA o mais rapido possivel!!!

  271. Cactus

    -

    12/06/2012 às 11:05

    Ao emeesse às 9:35 -
    .
    Discordo de você, acho que o Alckmin deveria colocar policiais, não em cada restaurante, mas em cada esquina, para isso é pago com os nossos suados impostos, ou seja, para nos dar TOTAL segurança. Em vez deste governador sair na passeata gay e gastar o nosso dinheiro com esta estrovenga.

  272. SANTANA

    -

    12/06/2012 às 11:03

    Perfeito !

  273. capitão

    -

    12/06/2012 às 11:01

    Reinaldo, a idosa de 87 anos que atirou com três tiros e matou um invasor de sua casa,em Caxias do Sul, imediatamente chamou a polícia.
    A assassina do japonês (que gostava de fortes aventuras) esperou o corpo esfriar e gastou quatro horas no esquartejamento!!!
    Com a filha em casa, com uma babá, trancada no quarto ao lado.
    Concordo com você. Outros tempos.
    Ex-garota de programa ou não, ela se encaixa na descrição de TGP
    Transtorno Geral de Personalidade, ou de TTP Transtorno Parcial de Personalidade. Isto é: psicopata fria e sem afetividade.
    Gostar da criança é normal.
    Explosiva e possessiva. Alguns psiquiatras (li alguns textos idiotas) quiseram centrar tudo na reação de uma coitada que foi esbofeteada pelo marido. Teria sido uma tal catatonia.
    Houve tensão, forte tensão? Houve tiros? Houve morte? Imediatamente chamasse a polícia.
    A pobreza original é umacoisa, os desvios estruturais de personalidade são outra. E a vítima,apesar de rica, também tinhas seus problemas, convenhamos.

  274. Christina

    -

    12/06/2012 às 10:59

    Essa postura maquiavélica foi uma das razões que me levaram a abandonar o jornalismo televisado há 30 anos. E ainda hoje me causa ojeriza. Comentários como o seu fazem com que ainda tenhamos alguma esperança de que a verdade um dia triunfe sobre a hipocrisia. Infelizmente, somos uma minoria quase imperceptível. A grande maioria está totalmente submetida à manipulação insana da mídia, sem questionar coisa alguma, e aceitando goela abaixo tudo o que lhe é posto, acostumada que foi a não pensar. Parabéns a todos vcs, da Veja.

  275. Sergio Trentini

    -

    12/06/2012 às 10:58

    Ótimo texto! Cada dia gosto mais de tuas publicações, Reinaldo.

  276. Rogério Viana

    -

    12/06/2012 às 10:57

    Estou plenamente de acordo com sua posição, Reinaldo. A “Madalena arrependida” – puta ou santa, tanto faz – não matou para lavar sua honra – coisa que, aliás, ela sequer deve conhecer e entender seu real significado. Ela matou por matar. Matou por ciúme. Matou por saber que “a fila anda” e que seu então marido já a estava trocando por outra mulher. Nenhum dos motivos – nenhum motivo mesmo – justifica o crime brutal que ela cometeu. Já ter dado um tiro seria demais. A sequência dos fatos torna o caso ainda mais inaceitável e imperdoável. Como agiu com frieza e covardia, nada do que venham a apresentar poderá servir como atenuante da condenação e de uma possível longa pena a ser cumprida por ela. Se ela, puta redimida, estivesse mesmo disposta a ser outra pessoa, teria pegado suas malas e sua filha e ido embora. Fazer o que fez só mostrou seu lado sórdido, aquela semente do mal que nem sua aparente beleza poderia não deixar germinar.

  277. Wilker Delgado

    -

    12/06/2012 às 10:52

    Minha esposa disse docemente, com um leve sorriso no rosto, que aquele desfecho era por culpa do japonês. Ele procurou, e encontrou.

    Estou com medo dela. hahahaha….

  278. Uber

    -

    12/06/2012 às 10:52

    Ótimo texto, Reinaldo!
    Minha linha de pensamento segue quase o mesmo caminho.
    A conclusão que chego é que esse movimento politicamente correto na verdade se inspira na Lei de Talião e na vingança.

  279. Karin

    -

    12/06/2012 às 10:51

    Reinaldo.
    Só o fato de ela ser bacharel em direito já dava a ela a base para planejar este crime pensando no argumento passional, na traiçao, no fato de ela ser uma mulher de aparencia fragil de origem pobre…lutando contra um homem grande, forte , rico… um dragão oriental!!
    ahhh os pobres politicamente coretos hoje em dia estão com tudo e não abrem…
    Os conhecimentos de enfermagem deram a ela a pratica de saber esperar o rigor cadaverico, a maneira de DESTRINCHAR O CORPO COMO UM AÇOUGUEIRO.
    O jeito quietinho, doce , suave que ela tem, é tipico de uma psicopata em estado latente, na espera, no planejamento.
    Quando ela matou este homem ela ja sabia o que estava fazendo. Ela sabia como provocá-lo para conseguir o motivo para alegar legitima defeza , motivo passional e etc. Ela sabia que sua história iria comover e sedizir a imprensa, e que provavelme te ela iria ficar pouco tempo presa e depois viver muito bem com sua filha herdeira da fortuna do pai.
    Esta Eliza é UMA PSICOPATA PERIGOSA, e um psiquiatra experiente contratado pela familia do morto somado a bons detetives pesquisando o passado dela podem descobrir isto.

  280. LUIZ OLIVEIRA

    -

    12/06/2012 às 10:49

    Simplesmente brilhante o texto! Gostaria de ter escrito esse texto, se tivesse suficiente talento literário como você.

  281. Ricardo

    -

    12/06/2012 às 10:47

    Creio que o assassinato e posterior esquartejamento são consequências de erros sobre erros cometidos por ambos, marido e esposa. Não há vítima inocente e muito menos mocinho na história toda: o erro de um não justifica (autoriza) o erro (a reação) por parte do outro — e não adianta procurar pelo culpado “original” (quem errou “primeiro”), pois o fato já se perdeu no tempo e só Deus saberia dizer… Hmm… Lembra até a briga entre Judeus e Muçulmanos, né?

  282. BLOG DA CAMBADA DEMOCRÁTICA

    -

    12/06/2012 às 10:44

    A RESPOSTA QUE ACHO DESSA SITUAÇÃO,É QUE NO BRASIL CRIOU-SE O MITO MULHER E A PALAVRA DELA VALE MAIS ,MESMO QUE MINTA ELA VAI A UMA DELEGACIA E FALA O QUE QUISER E NÃO É QUESTIONADA SE FALA A VERDADE OU MENTIU OU PROVOCOU ,EM UM PAÍS QUE PELA NOSSA CONSTITUIÇÃO TODOS SÃO IGUAIS PERANTE AS LEIS ,NÃO EXISTE E POR ISSO SE CRIAM MAIS LEIS DIFERENCIAS ,SOBRE RAÇAS ,MAS APENAS UM LADO ,SOBRE SEXO MAS APENAS UM LADO E POR AI VAI ,AS LEIS SOBRE AGRESSÃO ,SOBRE HOMICÍDIO OU QUALQUER OUTRA NÃO PODE TER DIFERENÇAS E TEM QUE SER PUNIDO SEJAM QUEM FOR ,A LEI MARIA DA PENHA É UMA DELAS ,JÁ HOUVE CASOS DE UM DELEGADO USA-LA EM DEFESA DE UM HOMEM E QUASE FOI LINCHADO OU SEJA SE A MULHER AGREDIR UM HOMEM NÃO TERÁ PROBLEMA E MESMO QUE ELA MINTA QUE SE DANE AS LEIS ,POR ISSO QUE A JUSTIÇA NÃO FUNCIONA E MUITAS MULHERES SÃO ATACADAS E MUITOS HOMENS TAMBÉM ,MAS HOJE ELES TEM MEDO DE FALAR PORQUE VÃO PASSAR CARÃO E O QUE SEMPRE DEVERIA TER OCORRIDO É QUE A JUSTIÇA NÃO HAVIA ENQUADRADO AS POLICIAS PARA QUE COBRASSEM IGUALMENTE AMBOS OS SEXOS E ISSO QUE CAUSAVA A DISTORÇÃO DA FALTA DE PUNIÇÃO PARA O AGRESSOR SEJA QUEM FOR E PRINCIPALMENTE A MULHER NESSE CASO E NÃO HAVIA NECESSIDADE DE SE CRIAR LEIS QUE PUNEM APENAS OS HOMENS E NÃO TEM PUNIÇÃO SE A MULHER MENTIR POR EXEMPLO ,EU CONHEÇO VARIOS CASOS EM QUE A MULHER COM ÓDIO FEZ OCORRÊNCIAS FALSAS ,APENAS PARA FERRAR O SUJEITO E DEPOIS DE FEITO E O CARA INTIMIDADO ,NADA SE FEZ PARA PUNIR A MULHER QUE MENTIU E ISSO QUE NÃO PODE OCORRER E ALGO PARECIDO OCORREU COM A TAL DA ELISE ,MESMO QUE ESTIVESSE CERTA ,NÃO PODERIA MATAR NINGUÉM E AGORA TODOS VÃO SAIR EM DEFESA DELA COMO JÁ ESTÁ OCORRENDO,POR ISSO E MUITO MAIS QUE AS LEIS TEM QUE SER EXATAMENTE IGUAIS E DEFENDER O AGREDIDO E QUEM MENTE E SEJA QUEM FOR .

  283. carlos mattos

    -

    12/06/2012 às 10:41

    DESCULPE, QUIZ DIZER APEARAM

  284. Setembrino Aparecido de Jesus da Silva

    -

    12/06/2012 às 10:41

    Assassinato é assassinato e todos devem ser severamente punidos, e essa moça também deve ser. Tudo bem. Mas sinceramente, se eu tivesse que escolher punir severamente alguém eu puniria aquele “pai” que estuprou e torturou as filhas gêmeas de dois aninhos na Bahia, causando a morte de uma delas e a outra nem sei se morreu também, já que o caso não teve nenhuma repercursão nos tele jornais. No caso da Elise, ao menos pelo que nos foi passado até agora, o crime não foi premeditado e sim causado por um momento de extrema raiva por parte dela em uma discussão. Tem que ser punida? Sim. Mas há muitos monstros bem piores que ela por aí.

  285. carlos mattos

    -

    12/06/2012 às 10:41

    Lendo os comentarios desta turba inteligente que temos aqui no seu blog, cheguei a conclusao por que nao aperam o apedelta do governo na epoca do mensalao, ele era ( ainda e) um tadinho, ex pobre, pau de arara, dos agrestes, ex torneiro mecanico, que arrancou um dedinho para nunca mais trabalhar na vida

  286. O Culpado é o Morto!

    -

    12/06/2012 às 10:40

    Eu já vinha observando, meio enojado, que o morto é o culpado! Por ter casado com uma prostituta e por traí-la pagou com a própria vida! Uma troca justa, segundo alguns boçais. Precisamos muito mais do que essa Rio+20 para deixar-mos um país sério e decente para nossos descendentes.

  287. Sofia

    -

    12/06/2012 às 10:37

    Excelente jornalista, que artigo riquissimo, como advogada reverencio a sua sabiencia nos detalhes e corretissimo nas colocações, tenho certeza que muitos criminalistas de hoje, que tem muito a desejar, fizessem para defesa ou acusação uma tese tão rica. Por isso que, não tem como deixar de escolher para a primeira leitura e conhecimento do dia, entrar em seu bloig e ler, ruminar cada artigo que que o nobre jornalista escreve no decorrer do dia. Parabéns, que Deus lhe dê muita saúde para continuar a nos ajudar a ter algo bom para se saber, para se ler , para se tomar conhecimento do jornalismo limpo, verdadeiro e ético. Paz e Bem . abraço fraterno

  288. carlos mattos

    -

    12/06/2012 às 10:37

    Rei ainda tem o caso do Juca Mendes de BH, tambem saiu-se bem, acho que outra pessoa se acusou-se em seu lugar, nao me lembro bem, mas e da mesma epoca quaze

  289. Impagável.

    -

    12/06/2012 às 10:37

    O politicamente correto é o revestimento moderno para hipocrisia.

  290. DIAS

    -

    12/06/2012 às 10:34

    É O FIM DO MUNDO !!!!
    CADÊIA NESSA NEFASTA !!!

  291. Cactus

    -

    12/06/2012 às 10:34

    .
    As mulheres, de maneira geral, estão sendo masculinizadas, consequentemente vão se denegrindo, é o que há muito tempo venho afirmando.

    A palestra do Padre Paulo Ricardo vem corroborar com esta
    manipulação.

    Veja o vídeo:
    .
    http://vidaecastidade.blogspot.com.br/2012/04/video-do-pe-paulo-ricardo-sobre-o.html

  292. alex

    -

    12/06/2012 às 10:34

    Isso não foi homicídio e sim suicídio, porque um bilionário que casa com uma puta,enche a casa de arma e ainda por cima quer trair uma puta com outras putas, ele praticamente pediu pra morrer, porém agora ela tem que pagar pelo crime com cadeia perda da guarda da filha e nenhuma herança, que pra mim é o motivo do crime

  293. Marcelo - Vítima da Bancoop

    -

    12/06/2012 às 10:33

    Incrível como realmente a imprensa está invertendo a figura da coisa toda!
    Pelo que ouvi do comportamento do morto, não me agradou nem um pouco sua conduta: caçador, adúltero, etc. Mas daí a culpá-lo pela própria morte, é demais.
    Arrisco a dizer que essa moral deturpada, onde o pobre vira quase um inimputável devido à sua condição de “tadinho” é fruto de 10 anos de governo petista. Não que ela (essa moral deturpada) já não existisse antes: é que com elles, o processo se consolidou. É ou não é?

  294. AC

    -

    12/06/2012 às 10:31

    ” Melhor celebrar com as coisas que perecem: flores e chocolate!”. Bela frase para um cartao de Dias dos Namorados.

  295. Gione Oigen

    -

    12/06/2012 às 10:31

    Você, como sempre, acertou na veia.
    Só falta mandarem o morto para a cadeia, cercar o seu túmulo com grades para ele aprender de uma vez por todas a se comportar diante de uma lady.
    Temos que isolar da sociedade esse monstro que atenta contra as meninas indefesas.
    Até as falecidas que o cercam no cemitério correm perigo.
    Mereceu acabar em picadinho esse safado.
    Prisão nele!

  296. José Antônio

    -

    12/06/2012 às 10:31

    Parece que Na “caixa preta” do politicamente correto, o culpado sempre será o piloto do avião.

  297. Marcelo - Vítima da Bancoop

    -

    12/06/2012 às 10:28

    Tio Rei, veja lá: “para o feminismo de faça na mão”
    não seria “de faca na mão?”.

    Corrigido, obrigado.

  298. Bianca

    -

    12/06/2012 às 10:26

    As frações hipócritas do movimento de emancipação feminina – resguardadas as devidas e respeitáveis exceções relativas a esse movimento – que se esgueiram imprensa (e governo) adentro, em vez de buscar o devido reconhecimento da igualdade entre os sexos (e gêneros) e promover uma integração social harmônica, na verdade não querem mais, nem menos, do que vingança: se julgam legitimadas exercer a força e as atrocidades que lhes foram impunemente dirigidas por muito tempo. Por causa de uma contingência social maculada pela violência e pela humilhação, sentem-se no direito de, literalmente, inverter a situação, derrubando os algozes de seus postos e lavando uma honra ensangüentada com mais sangue. Ignoram o fato de que quando a vítima toma e assume o lugar do seu algoz, não é mais vítima, e àquele se iguala.

  299. Nino (SP)

    -

    12/06/2012 às 10:26

    Que bom que você escreveu sobre este assunto. Pensei que eu estivesse sozinho nos meus pensamentos. Ontem, proseando na fila do banco, tive de ouvir de uma distinta senhora o seguinte absurdo: “Ele deve ter ofendido muito essa moça para ela chegar a esse ponto”. Então tá.

  300. JEBANIEL WOLFF

    -

    12/06/2012 às 10:25

    Reinaldo, comungo inteiramente com seus argumentos. Acompanhei intensamente pelo noticiário da época o caso Doca Street. Ele, um bon vivant bem apessoado vindo de família abastada, certamente mimado desde o berço, matou sem qualquer motivo justificável a parceira sexual Ângela Diniz. Nas circunstâncias em que se deu o homicídio ele foi o vilão sanguinário, cazzo! Por mais promíscua que ela fosse, esse não é motivo para assassiná-la. O mesmo se dá com Elize Matsunaga. Não violenta emoção, coisa nenhuma. Ela é “sangue ruim” e merece ser punida com o extremo rigor da lei. Cada vez mais chego à conclusão de que advogado não é defensor da lei. É maquiador da verdade.

  301. Ellen

    -

    12/06/2012 às 10:19

    Foi um crime que abalou, nefasto mesmo. Concordo com sua análise que é mais um ponto a se ponderar nesta sordida reação humana. Pro outro lado espero que a justiça seja feita, porque com a sociedade que estamos vivenciando hoje é perigoso o “crime não compensa” realmente ser apagado da história. Agora, o que analisei no noticiário são os profissionais da área de psiquiatria darem o seu “diagnóstico” sem ter avaliado a pessoa, o máximo que eles poderiam falar numa entrevista é que seria necessário primeiro diagnosticá-la para depois dar seu parecer, da forma que Robert Hare tem feito, vai nos presídios e levanta um histórico da vida da pessoa e a classifica. A Justiça precisa ser feita sim, mas a mulher precisa passar por uma avaliação do profissional e se for o caso verificar se é imputável uma pena na cadeia ou hospício. Eu de minha parte não lanço juizo a favor da vitima e nem da assassina porque não conhecemos a intimidade do casal, mas uma coisa eu tenho firme: “O CRIME NÃO COMPENSA”.

  302. Emerson Tomio

    -

    12/06/2012 às 10:16

    Rei,
    Sei que não importa muito de ler o que outros escrevem, mas essa é do Stephen Kanitz. Fiquei assustado. Olha umna parte:
    “…
    A esposa está presa e só se fala dela.

    E a amante, ela não tem certa culpa no cartório, ela não é responsável em parte pela morte do coitado do rapaz?

    Vejamos. Uma amante de um homem casado sabe ou não que a descoberta da traição do marido irá deixar a esposa transtornada?
    …”
    http://blog.kanitz.com.br/2012/06/a-amante-do-esquartejado-deveria-ser-tamb%C3%A9m-presa-.html

    Abs

  303. Marcos Valadares

    -

    12/06/2012 às 10:16

    A coisa é muito simples de explicar..é só entrar na cabeça do homem pra entender..o cara era fixionado em sexo
    era muito rico. com grana pra pegar mulheres lindas,caras sonho de muitos homens, procurou no lugar certo pra achar
    a prostituta ideal. Só que a assassina, muito esperta, con
    seguiu amarrar o cara. Mas foi por pouco tempo..a rotina de uma mulher só não durou, e ele foi atrás de novas aventuras, novas mulheres gostosas..
    Mas a assassina não aceitou isto, era posessiva, não queria perder a vida nova..então a maçã cortou a àrvore e caiu junto..
    ele não a achou ma igreja ou em uma familia…achou onde costumava viver, no meio de prostitutas, era disto que ele gostava… a mulher mamãe, esposa do lar, não era o tesão dele.
    Se ela tivesse continuado a ser a mesma prostituta de antes, talvez ele teria demorado mais pra enjoar dela..
    o tirou de sua legitima esposa (que não o matou por isto)

  304. fabrice

    -

    12/06/2012 às 10:16

    Crime passional, “legítima defesa da honra”, etc, esta linha de feminismo da Marcha das Vadias não passa de bla´,blá, blá de aumento da audiência global e venda de publicações, no eterno jogo de pobre-e-rico. Matsunaga, por conveniência pessoal e economia de escala, teria tornado a garota de programa sua sócia numa “empresa” de capital e trabalho, ele com o capital pagante, ela com a prestação de serviço em domicílio ( a gravidez com resultado positivo, pelo lado dele, mais uma irresponsabilidade de moço rico, e dela, mais um investimento). O que detonou a relação comercial do casal foi a dispersão do dinheiro da “empresa” com outras possíveis sócias do mesmo naipe. Matsunaga traiu a confiança e a expectativa de lucro exclusivo da esperta Elize (com z). Ao advogado de acusação contratado pela família Yoki cabe esclarecer e sublinhar os fatos como os fatos são. Passional, no sentido de amor traído?! NUNCA! Que criatura amorosa, cessada a violenta emoção e o ímpeto assassino, cortaria o cadáver do amante em postas, ensacaria as partes depois de uma noite de sono ( a empregada recebeu ordens da madame em pijamas pela manhã), e r a c i o n a l m e n t e se poria a desfazer da prova do crime mais que brutal, de pura vingança? Para definir bem o perfil utilitarista da assassina, a polícia precisa ouvir o ex-deputado estadual do Paraná, Bradock ( a quem ela assessorou… aos 20 anos), que foi delegado da Polícia Civil naquele estado e que também conta no seu currículo o combate eficiente às invasões de propriedades rurais pelo MST no norte paranaense nos anos 90.

  305. Bene Barbosa

    -

    12/06/2012 às 10:14

    Reinaldo

    Não é fácil… Hoje a culpa, quase sempre, é atribuida à vítima. Morreu pois reagiu. Morreu pois tentou fugir. Morreu pois olhou fixamente para o assassino! Veja a matéria da Globo, que vive se desmanchando em amores pelo desarmamento… Qual a relação? NENHUMA!

    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/06/brasil-tem-mais-de-150-mil-armas-em-poder-de-colecionadores-e-cacadores.html

  306. joão batista de souza

    -

    12/06/2012 às 10:14

    No contexto, o que causa todo esse reboliço chama-se: dinheiro. As possibilidades dele, o dinheiro, esvair-se entre os dedos, ou adentrar pelos bolsos é o que causa as mais diversas reações dos participes no crime. estão todos interligados, o detetive particular que fez as fotos e filmes, trabalhou e ganhou o seu dinheiro; a puta que vendia o seu corpo à vítima, ganhou o seu dinheiro; a esposa que descobriu tudo e que sabia como funcionava o metier, perdia o seu dinheiro; a imprensa preguiçosa de matéria prima pronta, ganhou o seu dinheiro; os advogados espertos, veem no caso, principalmente no bolso da viúva, uma oportunidade única de ganhar: dinheiro.

  307. Cactus

    -

    12/06/2012 às 10:14

    Engraçado é a Globo fazendo aqueles desenhinhos idiotas, dando a entender que ela deu um tiro na cabeça do marido porque ele estava numa posição desafiadora. Vai ver, ele estava dormindo. Não é a toa que a empregada disse que a patroa, de maneira estranha, mandou lavar a roupa de cama, cobertor e ededrom.

  308. Kenji

    -

    12/06/2012 às 10:13

    Um tiro disparado, seja de que lado for, considerando o ambiente recheado de armas e discussões passionais, não me parece algo impossível e espantoso num como esse.
    Acho ruim não haver um vídeo do esquartejamento e da dispensa dos pedaços do corpo e da arma do crime para contrabalancear com os vídeos dos encontros amorosos da vítima.

  309. Geraldo de Freitas

    -

    12/06/2012 às 10:08

    É incrível como os crimes midiáticos “ocupam” a imprensa; é de dar engulhos.

  310. Bruno A

    -

    12/06/2012 às 10:06

    Só discordo de dizer que abandonar a prostituição é regenerar-se. Prostituição não é crime e é uma escolha profissional legítima. No mais, concordo com tudo que escreveu.

  311. Carlos

    -

    12/06/2012 às 10:06

    Sr. Reinaldo,
    O Senhor presta valoroso serviço à nação brasileira com seus valorosos e bem escritos artigos publicados num blog aberto ao público. Poderias publicá-los em livros e lucrar com isso, mas preferes fazê-lo da forma citada acima. Sinceramente, e acredito que falo pela grande maioria, espero que tenhas uma longa vida para que continues nos passando seus ricos conhecimentos.

  312. bastião

    -

    12/06/2012 às 10:03

    Cris,mãe é mãe e puta é puta.A mãe TRABALHA para sustentar a filha,a puta vai … achar um trouxa pra limpar a suas cagadas de vida.O cara foi assassinado por motivo torpe e esquartejado,ao lado do(a)filha.Seja no botéco ou no triplex não há justificativa.Isso é crueldade.

  313. LG

    -

    12/06/2012 às 10:02

    Reinaldo, o texto como sempre é muito bom e brilhantemente fundamentado, porém ouso descordar de você. Não vejo na cobertura da imprensa sobre o Caso Matsunaga um viés propriamente ideológico ou uma tentativa de forçar a mão especificamente em teses feminazis, mas sim a repetição da tradicional e lamentável falta de compostura, de limites, de decoro e de respeito pela esfera privada que sempre acomete os jornais, os jornalzinhos e os jornalões em casos que tais. Vender noticiário é preciso, o resto não é preciso, não é mesmo?
    E isto nem é fenõmeno exclusivamente brasileiro e nem apenas do nosso tempo, embora atualmente, na era das tais “redes sociais”, a esfera de privacidade das pessoas já não seja mais o relicário que já foi em outros tempos.
    Reinaldo, v. leu a excelente biografia do grande Nelson Rodrigues, “O Anjo Pornográfico”, escrita pelo ótimo Ruy Castro? Se não leu, faça-o já, pois trata-se de um livro imperdível. Se já leu, deve se lembrar da passagem em que Ruy Castro trata da nauseante cobertura pela imprensa do RJ do processo de desquite da socialite carioca Sylvia Seraphin e da forma como os jornais invadiram miseravelmente a vida da moça, especialmente o “Crítica”, que era o jornal de propriedade de Mário Rodrigues, pai de Nelson. Acusaram a moça publicamente de haver cometido adultério, sendo esta a causa do desquite, e deitaram falação sobre todos os detalhes mais íntimos da vida de Sylvia e de seu marido, dando inclusive o nome do médico que seria o seu amante. Isso, nos anos 20, foi sufocante e humilhante demais para Sylvia Seraphin, levando-a a cometer o ato tresloucado de assassinar o irmão de Nelson, o desenhista Roberto Rodrigues.
    A imprensa de hoje, com um vernizinho aqui e uma veselinazinha acolá, continua, na essência, agindo da mesma forma despudorada que o velho “Crítica” de Mário Rodrigues. E não somente no Brasil, como atesta o tradicional sensacionalismo dos repugnantes tablóides britânicos.
    O fato é que os jornalistas e os órgãos de imprensa deveriam mesmo é ter um pouco mais de respeito para com a esfera de privacidade das pessoas e para com os dramas e as dores que emergem de episódios como o desses infelizes Matsunagas. Como liberal, acho insuportável ter que assistir ao esmiuçar diário das vidas dos envolvidos, que não raro desce a detalhes contrangedores, e ao defloramento do círculo íntimo e doméstico de famílias inteiras, muitas vezes expondo crianças, tão-somente para satisfazer a sede de curiosidade mórbida da patuléia.
    Eis aí uma seara do jornalismo que está de há muito a merecer uma refundação: a cobertura policial.

  314. LIMA

    -

    12/06/2012 às 10:02

    REINALDO.
    O GRANDE PROF. DE DIREITO, DAMASIO DE JESUS, HÁ MAIS DE 40 ANOS, JÁ ENSINAVA QUE “CRIME EM DEFESA DA HONRA” NÃO EXISTIA. PARABENS PELO COMENTÁRIO, COMO SEMPRE PERFEITO.

  315. Roberta

    -

    12/06/2012 às 10:01

    maravilhoso e teu poder de síntese para esse caso! parabéns pela clareza do texto!

  316. Gaúcho

    -

    12/06/2012 às 10:00

    Desculpem, corrigindo os erros de digitação:
    A meu ver os dois pisaram na bola e feio, nenhum fica como santo nessa história, o que não justifica matar e esquartejar o cara. Assim penso.

  317. Marcelo

    -

    12/06/2012 às 9:59

    Eu achava que era o nico vendo que a Elize é que é a culpada. Não dá para justificar o assassinato, e muito menos o esquartejamento. Por mais problemas que o Matsunaga pudesse ter, não há justificativa para matar e esquartejar. Essa mulher é um monstro e não deve ficar na sociedade. Nem hj nem daqui há 30 anos.

  318. Eduardo

    -

    12/06/2012 às 9:59

    No caso da Eloá, o Lindemberg foi tratado e retratado como um psicopata frio e calculista, mesmo ele só atirando quando a polícia invadiu o local (versão da própria Nayara), ou seja, num momento de alta tensão.
    Já essa mulher, Elize, atirou na cabeça do cara, esperou dez horas, para ficar mais fácil de cortar o corpo, e então fez o picadinho que foi colocado em malas. Ela passou dois dias agindo naturalmente. Cadê reportagens sobre psicopatia para o caso dela? Por que ninguém fala o quanto ela foi fria e cruel? Estão usando esse caso para incentivar o desarmamento. Estão tratando como um “acidente” no qual a presença de armas permitiu que a “coitadinha” matasse o marido “malvado”. PQP!
    Se fosse um homem que fizesse o que ela fez, seria considerado um monstro frio e sanguinário, e teríamos várias manifestações contra o “machismo”, que estimulariam mais rigor em leis como a lei Maria da Penha (como já aconteceu no caso da denúncia e do processo ter passado a ser algo independente da vontade da mulher).
    Agora, com essa mulher, não! Com essa mulher todo mundo fica especulando o que a levou a cometer um crime desses e começam a supor as piores coisas do cara. Estão falando que o cara a traia, a humilhava, que ela tinha medo de perder a guarda dos filhos etc.
    Por que ninguém ficou especulando as motivações do Lindemberg e do Bruno? Por que tentam sujar a imagem da vítima quando ela é homem? Por que tentam aliviar a barra do ré, quando é mulher? Por que a ré é tratada como uma coitadinha e a vítima, como vilão?
    Acordem! Digam: NÃO AO SEXISMO! NÃO AO FEMISMO! NÃO AO FEMINISMO!

  319. Sandra

    -

    12/06/2012 às 9:58

    PERFEITO!!!

  320. Silva

    -

    12/06/2012 às 9:57

    Só corrigindo. Se fosse o marido que tivesse feito isso com a esposa. No progama Brasil urgente da Band todo dia aquele estúpido do Datena coloca imagems de mulheres espancadas pelos seu companheiros, passando a impressão de que todo homem é violento. O diretor(a) daquele programa deve odiar a figura masculina. A coisa esta realmente feia para o nosso lado.

  321. bastião

    -

    12/06/2012 às 9:52

    Ela mostrou que ama o filho(a) dando um tiro na cabeça do pai da criança.Agora esse negócio de dizer que o cara ia “manda-la de volta para o lixo” e pica-lo e ensaca-lo com sacos de lixo e joga-lo “fora” tem algo ritualístico.Assassina cruel,ela ficou alí “curtindo” o cadaver do pai da criançinha que ela matou e a criança no quarto ao lado.

  322. Antonio

    -

    12/06/2012 às 9:47

    Olá
    Reinaldo
    A ré neste caso tinha a faca e o queijo não mãos para usar e abusar com as provas que tinha do marido infiel, mas preferiu outro caminho o do ciúme, doentio que leva a pessoa a cometer até este bárbaro crime (Tiro e esquartejamento).
    O que a imprensa quer é este sensacionalismo barato do fraco contra o forte, o pobre contra o rico tão falado pelo ApeDELTA nos tempos em que presidia o Brasil.
    Deixar o coração falar mais alto do que a razão neste caso no meu entender são coisas de pessoas fracas da cabeça que não tem condições de raciocinar, que o ciúme não dá o direito de matar em hipótese nenhuma, quem busca este refugio.
    Nossa imprensa salvo algumas exceções é desprovida do senso de justiça em que ambas as partes tem que ser ouvidas para qualquer julgamento o julgamento antecipado ou o direcionamento dele para punir apenas uma das partes torna-se o pior dos piores neste mundo em termos de justiça.
    Vamos aguardar em que pé tudo isto vai ficar, penso que o advogado da ELIZE ira tentar reduzir a pena que lhes será imposta pelo argumento da infidelidade do Marido e que a ré foi movida pelo ciúme doentio.
    O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER ENXERGAR

  323. Gaúcho

    -

    12/06/2012 às 9:46

    Reinaldo e leitores, a meu ver, os dois pisaram na bola e feito, nenhum fica como sando nessa história, o que não justifica matar e esquartejar o cara. Assim penso.

  324. Albino

    -

    12/06/2012 às 9:43

    É, Reinaldo, a santa que mora dentro dela não se apaixonou pelo porteiro do prostíbulo, provavelmente lhe faltavam alguns atributo$…

  325. antonio

    -

    12/06/2012 às 9:41

    Me parece que está mesma cena foi descrito a mais de 2000 anos nos escritos da Arte da guerra, “Não se pode encurralar o mais fraco, pois ele se volta com toda a fúria e luta pela sobrevivência”. O Sr matsunaga devia ter previsto isto. Até porque os documentos da arte da guerra foram achados no Japão e por que era administrador.

  326. ems

    -

    12/06/2012 às 9:40

    é coisa da massa, que gosta de novelas e de falar da vida dos outros… é o sensacionalismo que rende ibope, ou melhor, que mede a cultura brasileira.

  327. Indignado

    -

    12/06/2012 às 9:40

    É, Reinaldo. Por essas e outras é que me recuso a assistir a programas sensacionalistas (lixos tipo Datena), a ouvir os noticiários do rádio e a ler matérias em periódicos diversos,voce sabe que a “mídia”, pelo menos certo tipo dela, não resiste a essas matérias. A mulher é assassina qualificada e pronto, e o marido, a vítima, era promíscuo e pronto. Nada além destas constatações afetarão o julgamento e a justa sentença. Ela deverá puxar uma cana de 30 anos, e ponto final, o resto é blablabla para vender jornal e audiência, não espere seriedade deste tipo de imprensa do grotesco.

  328. Noah Shuster

    -

    12/06/2012 às 9:39

    É isso que acho também. Eu nem assisto mais noticiário, é um show de horrores. As pessoas não se chocam mais. É um processo de perda de valores que a sociedade vai se submetendo. Eu não consigo mais ver esse show psicopata que passa nas TV´s.

  329. Paulo Fernandes

    -

    12/06/2012 às 9:38

    Prolifera no Brasil, já há algum tempo, um movimento de santificação das prostitutas à semelhança ao dos gays, com a eterna desculpa esfarrapada de que são vítimas da sociedade burguesa e capitalista.
    A assassina revelou-se uma pessoa extremamente fria para perpetrar o crime não demonstrando qualquer compaixão. E a vítima foi muito descuidada com a sua vida, e até bastante ingênua, pois sabia bem com quem estava se envolvendo. O fato dele ser mulherengo não diminue a culpa dela, que aproveitou muito bem a chance para ganhar um bom dinheiro fácil, como já fazia na sua profissão. Os JEG’s do jornalismo estão mais uma vez apresentado serviço para os canalhas do politicamente correto que os contratam.

  330. Paulo

    -

    12/06/2012 às 9:38

    Em um mundo ideal, criado com abundância e fartura, havia duas pessoas. Uma delas era tola, a outra maliciosa.
    Depois, eram quatro. Quem era tola continuou tola, quem era maliciosa continuou assim. Dos outros dois, um se tornou assassino e o outro a vítima.
    Trata-se do Genesis.
    A inveja sempre foi um problema, por isso, fica no começo da Bíblia: até os mais preguiçosos leram as primeiras páginas.
    A vítima, o Matsunaga é uma boa Geni, aquela do Chico Buarque Jabuti. Serve para dar empregos, serve para dar dinheiro para uma prostituta e serve para morrer. Assim como Geni, Matsunaga não sabia escolher amores. Do mangue e do cais do porto ele namorava. Namorava prostitutas. Conheço casos assim. Pelo menos dois deles. Nenhum chegou à morte. Só uma conta impagável no Café Photo.
    Matsunaga era um tonto. O tonto do Genesis. Era o que agradava a Deus (dinheiro) e por esse motiv foi morto.
    A inveja o mata. Essa mesma inveja o vilipendia agora.
    Os jornalistas que o estupram agora, fazem movidos pela intenção de serem deus. (explico).
    deus-ex-machina é um artifício de um roteirista ruim, que embaralhado com a trama, precisa recorrer a um evento surpresa para dar cabo de seu texto. O roteiro é simples: menina bonita precisa superar dificuldades. Chega a Curitiba, se envolve com políticos. Se atrapalha toda com prostituição e é demitida. Encontra o japa e se redime. Engravida da japa. Resolveu o problema.
    Felizes para sempre.
    Hmm. Não exatamente. Com a perspectiva de perder a boquinha, afinal o japa se apaixonaria pela outra prostituta?
    Ela o mata. Esquarteja. Elimina sua existência como gente. Ela o coisifica. Transforma em peças, como diz o jargão médico.
    Justo o japa que a tirou da prateleira – prostituição – é vítima do que mais a assusta: a coisificação. Ela não quer voltar á prostituição.
    Jornalista que não se conforma com os fatos tenta agora um mecanismo deux-ex-machina: existem fatos que não sabemos que justifica a morte de Matsunaga. Quais fatos não sabemos, nem saberemos, mas que existiriam – talvez – existiriam. Ninguém sabe se existem, mas também ninguém sabe se não existem. Pois é… fica equilibrado assim.
    A inveja é uma m…(cinco letras).
    É uma morte. A inveja é a morte da esperança. Ao invejar o invejoso se mata, posto que nunca alcançaria aquilo que inveja.
    Quem tem um ídolo o admira e quer fazer parte. Fará parte, seja comprando a camisa do Barça ou do Santos. Talvez se inspire nele e se torne um advogado, um médico ou mesmo um empresário.
    Quem inveja quer matar o invejado. Acha que a situação é injusta e o invejado não merece os – supostos – benefícios e vantagens que o invejado aparenta.
    Estao matando Marcos Kitano Matsunaga porque ele é invejado.

  331. joel

    -

    12/06/2012 às 9:38

    Reinaldo,

    Ao contrário do seu raciocinio, acho que as imagens mostradas na imprensa mostram que a assassina é cruel e fria, que na verdade o crime foi premeditado.

  332. marco

    -

    12/06/2012 às 9:35

    Sem falar em quem consegue culpar a presença de uma arma pelo crime.

  333. emeesse

    -

    12/06/2012 às 9:35

    Caro Reinaldo,
    não sei se vc perde seu tempo lendo o Gilberto Dimenstein; eu quando leio seus ( dele ) artigos me entristeço, pois constato como o ser humano pode ser tão desprezível.
    Hoje ele culpa o governador Alkimim pelos arrastões na capital.
    Na opinião dele em cada restaurante o Alkimim deveria colocar uma viatura na porta do estabelecimento e uns 6 PMs fardados dentro, desde o momento em que entra o primeiro funcionário até a saída do último; e em cada prédio de classe média, média alta e alta, idem com fritas.
    Só se ele agisse dessa forma estaria isento de responsabilidade pelos arrastões e ainda sugere como bom petista que o PT explore essa falha imperdoável do PSDB.
    E o cidadão se arvora de ter sido premiado aqui, acolá, mestre disso e daquilo, então para nós ignóbeis despremiados, devemos acatar suas opiniões como as maiores verdades de todas as verdades. Será que na creche ele foi premiado com estrelinhas, pirulitos ou no jardim? Tomara que sim. Ele merece.

  334. aldo soares

    -

    12/06/2012 às 9:33

    Verdade! o politicamente correto é um sensor sensibilíssimo às categorias; grupos, classes, minorias que,tentam conseguir que a emoção supere a lógica, a razão. Um enredo trágico,horrendo,indigno até de ser visto em filme de terror (não vejo). A frieza; a higidez pessoal de quem pratica tal monstruosidade, decepando seus membros, quebrando sua coluna, de maneira pericial; é a recompensa do prazer mórbido e a certeza da frouxidão das leis; dos “terços”, das progressões, do bom comportamento, onde; crimes hediondos,torpes fúteis,se beneficiam delas. Deve-se imputar o crime e sua gravidade ao indivíduo não importando; sexo,raça,classe social.etc. E não sei,por que tanto sensacionalismo da imprensa se o caso já foi elucidado.

  335. @Medeyer

    -

    12/06/2012 às 9:30

    CLAP!CLAP!CLAP! PERFEITO!

  336. Silva

    -

    12/06/2012 às 9:27

    Pois é Reinaldo, se fosse o contrario (o marido traído esquartejador)) a mídia descia de pau em cima dele (com justiça), mas foi o contrário. Lí um texto no UOL sábado onde a jornalista coloca a assassina no lugar de vítima, porque Matsunaga, segundo Elize tinha batido nela quando ela lhe contou que tinha contratado um detetive. Toda violência contra a mulher é reprovável mas a mídia tem pintado uma imagem de demônio dos homens. A figura masculina esta acuada.

  337. edvaldo cavalcante

    -

    12/06/2012 às 9:27

    Complementando meu raciocínio anterior, afirmo: Quem estiver isento de erros, que atire a primeira pedra.

  338. Cris

    -

    12/06/2012 às 9:27

    A soberania lançou seu desafio, mas não contava com um outro sentimento a ira de uma mulher inflamada e humilhada por palavras de ameaças.
    Nunca duvide de pessoas, mesmo sendo esta muito próxima, não conhecemos tudo um do outro.

  339. Brasilino Brasa

    -

    12/06/2012 às 9:24

    Bem vindo a imprensa livre. Antes de mais nada gostaria de parabenizar a polícia. Ela agiu de forma rápida e elucidou o caso bem rapidamente, apesar de não ser um caso difícil, pelo contrário. Já o Judiciário julgará a seu tempo, normalmente moroso e o Legislativo um dos grandes culpados por não existirem leis mais duras e com isso catalizar a violência no Brasil. Os dois que mais se beneficiam do dinheiro público, são os que mais críticas fazem por merecer. O exemplo mais grotesco de que vivemos em um país de leis medievais foi o caso de Doca Street, que alegou legítima defesa da honra para executar Ângela Diniz e sair impune. Isso agride a tudo que podemos conceber sobre a vida em sociedade, não há direitos humanos, não há leis, não há sobriedade e a primeira impressão temos é que podemos sair de casa e matar quem quisermos nas ruas. Em um país em que não existe a pena de morte, um marido traído poder lavar a honra com o sangue de sua esposa é aberrante, não dá para crer que exista alguém neste país digno de receber a alcunha de autoridade. Autoridade em que? Isso ainda demorou para sair das leis, só no ano 2000, me parece. Profundamente lamentável. Quanto a assassina no caso em questão, se ela não tramou a morte do marido, qualificando o crime, ela depois da morte o fez, quando usou seus conhecimentos para fatiar e tentar despistar a polícia quanto a sua autoria. É improvável que saia ilesa, mas com certeza o estigma da legítima defesa da honra, ainda é uma motivação legítima nas cabeças de muitas de nossas “autoridades”. E também de muitos do povo.

  340. CONTRIBUINTE REvOLTADO

    -

    12/06/2012 às 9:23

    Eu sei que vc não vai publicar, Rei, mas essa é a IMPRENSA OPRESSIVA do Marcio Thomas Bastos. É isso aí!!!!!

  341. MINEIRIN INVOCADIN

    -

    12/06/2012 às 9:23

    Reinaldo,creio que a moral brasileira foi alta,séria e vagaBUNDAmente contaminada pela orgia jurídica que se instalou na “monarquia sindical” inaugurada pela chegada ao trono de suína majestade javali furibundo,o Inversor,que mudou o curso da história,onde bandidos passaram a ser incensados, divinizados e tornados VÍTIMAS(da imprensa,da oposição,da justiça,da cor da pele,da opção sexual etc)e indivíduos do BEM passaram a ser caçados por divergirem desse estado de coisas,por serem honestos,produtivos, contributivos,dignos,sérios,ostentarem fibra,caráter,ética, princípios,cumpridores e cultuadores do império da Lei e da Ordem! No caso em foco,mais parecido com os filmes(???)do tipo “Sexta-feira 13″ e “massacre da serra elétrica” ou da série “Criminal Minds”,nenhum júri,por mais alienado que seja,jamais poderá engolir a tese vagaBUNDA de “defesa da honra”,posto que a selvageria,violência do esquartejamento por si só seriam motivos mais que suficientes para,no mínimo,pena máxima(para sorte da assassina,banãnia não tem prisão perpétua nem pena de morte!)! O crime tangencia a bestialidade,revelando uma ferocidade animalesca,grotesca, imperdoável,inadmissível,pouco ou nada importando se praticado por mulher ou homem,se sobraram motivos para o homicídio! A besta-fera só faltou cometer canibalismo!

  342. almir

    -

    12/06/2012 às 9:20

    ainda hj comentei com “patroa” está ficando fácil este caso, a moça vai se sair… seu texto está primoroso, faço apenas uma observação, vc vai levar uma enxurrada de reclames pelo uso da palavra “puta”…

  343. Cris

    -

    12/06/2012 às 9:20

    Por quantos vezes, O Soberano não mediu suas palavras para coagir, limitar, humilhar, desafiar, sou o dono do mundo tenho poder aquisitivo, tenho coleção de armas, posso ter a mulher que quiser e do jeito . O dinheiro da a soberania.
    E ser mãe da a coragem que poucos podem dimensionar.

  344. medodissotudo

    -

    12/06/2012 às 9:19

    Um caso semelhante aconteceu no RJ. Malandra a mulher SÓ esfaqueou o marido milionario e esta esperando o julgamento em liberdade. E não irá ficar nem uma hora na cadeia. Nesse caso do Ioki a idiota retalhou a vitima e por isso pode até se complicar UM POUCO. Se tivesse somente atirado eu DUVIDO que ela ficaria um minuto sequer dentro de uma delegacia. Bastaria inventar que o marido batia nela e que era vitima de machismo e esse blablabla de prateleira. Qualquer advogado sabe disso. Para não se trabahar muito é simples. Tem homem e mulher na questão; A culpa é sempre do homem. Se for branco e não for pobre então não cabe recurso. TODO MUNDO sabe disso, e isso é UMA INDUSTRIA. Eu estou avisando todos os amigos e familiares: NÃO CASEM, mantenham as respectivas como NAMORADAS e FORA DE CASA. Homem não deve NUNCA botar mulher para dentro de SUA casa, deve ENTRAR NA CASA da mulher. Se não der certo depois é só sair, sem prejuizo. Caso contrario …. PERDE TUDO MESMO, até – as vezes – a vida. Mulher é muito bom mas igual passarinho e gato de rua. Livre, e solta na rua. Vem, come, se diverte e depois VAI embora. A justiça trata as mulheres como as pobrezinhas da decada de 30, 40. Isso não existe, mulher hoje é o cão.

  345. mauro

    -

    12/06/2012 às 9:18

    Não sei, não sei – acho que aqui você está exagerando.
    Claro que há um substrato feminista em tudo isso, mas, raios: casar com prostitutas é a burrada mais velha do mundo. E já seria ruim o suficiente, sem fazer isso e treiná-la no manejo de armas. E ainda comprar sei lá quantos revólveres e mantê-los azeitados…

    Nenhum dos dois vivia num contexto normal, Reinaldo. Claro que absolutamente nada do que se viu justifica um tiro na testa e um esquartejamento – mas também não há assim um vitimismo da assassina: há uma situação completamente atípica, com pessoas aparentemente desequilibradas.

    O cara, decerto, não batia bem. Afinal, ter um “gosto” por prostitutas, vá lá – mas morar anos com uma, ter um filho com ela, depois achar outra e dar logo um carrão, não é normal, nem na mais hedonista das sociedades.

  346. José Pereira

    -

    12/06/2012 às 9:18

    Dou “Nota 10″ para a presente análise deste equilibrado Reinaldo. E me calo, em seguida…

  347. mel

    -

    12/06/2012 às 9:16

    ELA SABIA QUE ESTAVA SE CASANDO COM UM MULHERENGO ELA SABIA QUE O MESMO IRIA ACONTECER COM ELA O QUE ELA TINHA FEITO COM A PRIMEIRA MULHER DELE SER TROCADA MAS CEDO OU MAS TARDE E ELA NAUM QUERIA SÓ UM PENSÃO GORDA DELE ELA QUERIA TAMBEM O STATUS QUE O SOBRENOME DELE DAVA .. FIQUEI PASMA E VER QUE ELA NEM AJUDO A PROPRIA MAE QUE ESTA COM CANCER HA 4 ANOS E É FAXINEIRA EM UM GINASIO DE ESPORTES NA SUA CIDADE POR MAS QUE ELA NAUM QUISSESSE PEDIR DINHEIRO AO MARIDO MAS PELO MENOS ELA TINHA DUAS PROFISSOES E PODERIA EXERCESSER PRA MANDAR UM DINHEIRO PRA SUA MÃE NAUM PRECISAR TRABALHAR E CUIDAR MELHOR DA SAUDE DANDO UM LAR MELHOR E MAS CONFORTAVEL PRA MÃE ..ELA NAUM PENSO NA FILHA NEM NA MÃE COM CANCER TENTANDO SE RECUPERAR SÓ PENSO NO QUE PODERIA PEDER SE SEPARASSE DO JAPA

  348. Rods

    -

    12/06/2012 às 9:16

    REI.
    PARABÉNS!!!!
    SÓ PELO TÍTULO JÁ SE PERCEBE QUE, DE FORMA DEMOLIDORA, IRIA DESMASCARAR MAIS UMA FARSA QUE ESTÁ SENDO IMPOSTA AO PÚBLICO PELA MÍDIA LACAIA, EM ESPECIAL, PELA “IMPOLUTA” REDE GLOBO QUE, MESMO RECEBENDO ALGUNS ELOGIOS, POR ALGUMAS REPORTAGENZINHAS EM DEFESA DA MORAL, É UM CÂNCER À SERVIÇO DA CAUSA E DOS CÂNONES ESQUERDISTAS.
    DE FATO, A FUTURA RÉ, NEM PRECISARÁ DE ADVOGADO POIS SUA TESE DE DEFESA JÁ FOI INOCULADA NO VULGO.
    POR DERRADEIRO, É EVIDENTE QUE HÁ ALGO DE PODRE POR TRÁS DESTE EPISÓDIO E NÃO CONVENCE A TESE DO TAPA NO ROSTO E O DESAFIO FEITO PELA VÍTIMA – ESTOU A FALAR DO MORTO – PARA A MULHER COM ARMA NA MÃO.
    DEVERÃO FAZER O MESMO COM O MENSALÃO???
    Rods

  349. roby

    -

    12/06/2012 às 9:15

    Soube agora pela manhã que o advogado da “moça” está empenhado em obter o relaxamento de sua prisão — e com os argumentos mais politicamente corretos que você possa imaginar. Não é mesmo uma graça?

  350. eusabia

    -

    12/06/2012 às 9:14

    Reinaldo: Você é corajoso, está mexendo num vespeiro. Cuidado para não lhe servirem um canapé envenenado, com todo o carinho.

  351. Olavo Marques

    -

    12/06/2012 às 9:11

    Parabens, alguem que consegue fazer uma colocação desta forma merece toda anossa atenção, pois estamos cansados de opiniões formadas em laboratórios.

  352. Tea Party

    -

    12/06/2012 às 9:11

    Quando jovem eu e meus amigos tinhamos um ditado:
    - Uma vez Puta sempre Puta.
    Casar o namorar com puta nem pensar.
    Após quase 50 anos vejo que essa máxima continua verdadeira. Não existe ex puta.

  353. Heitor

    -

    12/06/2012 às 9:10

    Elize Matsunaga era apenas mais uma arma engatilhada da coleção de Marcos. Lembrei que Xuxa desnudou o abuso das loirinhas inocentes no sul do país, que ocorre às pampas, parece … nos Pampas. Elize era uma arma carregada que foi parar na coleção de Marcos.
    As pessoas precisam entender que amor e sexo são coisas diferentes.

  354. Daisy

    -

    12/06/2012 às 9:10

    Reinaldo, estamos aqui falando de uma assassina fria e calculista, seja prostituta ou Phd de qualquer coisa. Desqualificar a vítima, para gerar atenuantes ao crime, é coisa milenar, por isso estranho que, desta vez, seja tão aviltante que a defesa o faça.
    Do modo como você abordou mais esta estupidez humana é que me incomodou. Não vi o mesmo empenho “politicamente correto” num mesmo tipo de crime, quando um casal matou e esquartejou uma jovem de 15 anos para encobrir o sequestro de sua filha.
    Você, no cotidiano, fala de outro tipo de prostituição: aquela que envolve homens e mulheres que se vendem por qualquer dinheiro para comprar mais uma fazenda, ou casa, ou iate, ou… enfim, locupletarem-se no esquartejamento de um povo mal instruido e depauperado. Se fossemos, todos nós, os desmembrados, a Brasília, ou às câmaras estaduais ou municipais, promover uma carnificina geral, como você qualificaria isto politicamente: correto ou incorreto?
    Abraço.

  355. Ana

    -

    12/06/2012 às 9:08

    Reinaldo, você traduziu lindamente em palavras o incômodo que eu estava sentindo ao ler a cobertura do caso. Aliás, vou te dizer… toda vez que leio as palavras “amor” e “ciume” associadas ao motivo do assassinato… Então tá. Amor e ciume. Mudou de nome, né?

  356. Paulo

    -

    12/06/2012 às 9:07

    A assassina será condenada. A imprensa está divulgando algumas atenuantes. Também acho desagradável, mas a imprensa felizmente é (ainda se o PT deixar)livre.
    É incrível neste caso a crueldade da assassina.
    Mas o mais incrível, inacreditável, inverossímil é a ingenuidade de ambos : assassina e vítima. A assassina jogou um bilhete premiado pela janela e deixou infinitas pistas do seu crime hediondo. A vítima confiou em quem não deveria confiar e tinha um arsenal em casa.Em momentos de extrema emoção isso é perigosíssimo. Vide o também tristemente famoso caso do irmão do ex-governador Fleury.

  357. Paulo Bulle

    -

    12/06/2012 às 9:07

    Ela vai se candidatar para vereadora pelo PT e tudo sera esquecido, o culpado é o Japonês.

  358. Rodrigo

    -

    12/06/2012 às 9:06

    E assim como ele defendeu o casal Nardoni, só falta a Lula abrir o bico para defender a assassina esquartejadora!!!

  359. antonio

    -

    12/06/2012 às 9:04

    Caro RA, Não concordo com o estereótipo (puta) criado para designar esta senhora. Porque digo “senhora”, por que era casada legitimamente com o Sr. Marcos Matsunaga e não importa que eles tenham se conhecido em uma “zona”, não importa se este Sr. teve outras esposas, o fato é que perante as leis brasileiras eles estavam casado. Julgar ou justificar a conduta de um marido infiel, que impunha o seu poder de mando e de ditar regras quanto a um possível futuro de suas vidas e não ser dado a Elize o mesmo direito de escolha sobre sua situação, nos remete a uma época recente, onde as mulheres não tinham direito a nada (tinham direito de serem “donas de casa”). quanto ao crime, somente as circunstâncias e um histórico da vida dos dois podem podem qualificar e explicar o que realmente aconteceu. (não deve ser difícil de descobrir)

  360. Nina Andrade

    -

    12/06/2012 às 9:01

    Reinaldo, Bom Dia!!
    Parabéns pelo belíssimo texto.
    O que acontecesse é que estamos perdendo os valores,de família, sociedade e moral. E o preço pela perda está cada vez mais alto.

  361. ricardo carvalho

    -

    12/06/2012 às 9:00

    Reinaldo. Brilhante analise.

  362. Paulo Bento Bandarra

    -

    12/06/2012 às 8:59

    Ela matou porque estava claro que iria voltar para as ruas de onde saiu por uma “colega” de profissão. Sairia com uma mão na frente e outra atrás como chegou. Matou pela filha? Não dá para acreditar que seria melhor educada e criada por ela sem o tiro. Quanto mais depois dele. É claro que a sua versão depois de todas as provas colhidas por 15 dias a levaram confessar de forma a se fazer de vítima. Não matou por amor, matou pela iminência de perder o emprego num mercado que não têm tantos trouxas assim.

  363. JOSIMAR

    -

    12/06/2012 às 8:51

    Infelizmente os casos q envolvem pobre e/ou ningué de destaque é divulgado, acontece todos os dias mortes envolvendo casais, este caso esta tendo notoriedade pq a família do defunto tem dinheiro, como se diz o amor fica ao lado da ira, o q acontece entre as 4 paredes somente o casal pode dizer, porém sabemos nós q muitos tem ultrapassado o limite do outro q algumas das vezes chega a este ponto. Ñ a defendo! Ñ justfica jamais o q ela fez! Mais quanto aquela mulher sofreu para tomar aquela atitude? A própria natureza nos mostra q a mãe dá a sua vida para q ñ perca seu filho, ñ é verdade? Q venhamos refletir e jamais humilhar e duvidar q o outro possa fazer! O q acontece com um rato acuado? Ele parti para cima de nós sendo ele tão desprezível quanto ao nosso tamanho, ñ é?

  364. Alessandro

    -

    12/06/2012 às 8:50

    Reinaldo,
    Texto perfeito. Mas por que o carro de Elize não foi apreendido já que estava com o licenciamento vencido?
    Abraço.

  365. candida de BH

    -

    12/06/2012 às 8:47

    Reinaldo, o feminismo e o politicamente correto no brasil (com “b” minúsculo mesmo) já está nojento. País triste e jogado às traças…

  366. Carlos Roberto

    -

    12/06/2012 às 8:47

    Matou a família e foi ao cinema. Esquartejou o marido e foi ao Shopping.

  367. Valderez

    -

    12/06/2012 às 8:46

    mais uma vez obrigada por seus textos. pensava que apenas eu estivesse vendo essa palhaçada da imprensa. Ela é tão burra que poderia simplesmente ter pedido o divórcio e sair rica e livre desse casamento. CADEIA PARA ASSASSINOS!

  368. Pedro Luiz Piemmonte

    -

    12/06/2012 às 8:45

    …! Texto perfeito. Não poderia ser melhor! Sintetizou tudo, amarrando no caso de um crime passional. Meus parabéns! Me fez lembrar do O Estrangeiro, de Albert Camus.

    http://www.interney.net/blogs/lll/2011/01/12/o_golpe_de_mersault_o_estrangeiro_de_cam/

  369. Thales

    -

    12/06/2012 às 8:42

    Combater esse tipo de pensamento é muito simples:
    1) Quem ama não mata;
    2) De posse de todas essas provas facuais ela teria plenas condições de conseguir um divórcio e conseguir uma gorda pensão para ela e para a filha. Talvez dessem guarda compartilhada, e o que acho que seria mas justo;
    3) Desde quando o adultério, que é previsto no código penal, mas é letra morta, é punível com pena de morte e esquartejamento?

  370. Jorge Chequer

    -

    12/06/2012 às 8:41

    Bom dia, Reinaldo.
    Obrigado por traduzir aos quatro ventos
    a indignação que afligia as minhas cordas vocais.

  371. Willian

    -

    12/06/2012 às 8:41

    Durante a entrevista na TV pude ver alguns dos livros que o advogado mantinha em sua estante (“advocacia para dummies”). Sinceramente penso que não são livros para um “doutor” exibir a seus clientes. Mas o caso vai ser tranquilo para o causídico, pois ao que parece quem está indo a julgamento popular é a vítima (o esquartejado) e não a assassina confessa. Curioso que a alegação de insanidade – bastante plausível – não foi sequer cogitada pelo defensor. Já se fala em atenuante em razão das supostas ofensas de uma vítima contra outra “vítima”. Daqui a pouco vão alegar culpa exclusiva do morto, que teria dado um tiro na cabeça, fragmentado-se com uma faca e fugido dentro de sacos azuis para o meio do mato, só para incriminar a pobre moça. Lamentavelmente vivemos a era da “vitimização” como meio de redenção, a ditadura do politicamente correto. Daqui a pouco virá um auto-de-infração de R$ 10 mi. do órgão ambiental dirigido ao empresário por ter poluído o meio ambiente com os seus restos mortais (e viva a Rio+20). Causa náuseas presenciar o prazer mórbido, inconsciente, que os “amigos do povo” têm ao ver a desgraça de um “burguês capitalista” explorador das moças pobres que por falta de opção profissional se lançam ao miserável (nem tanto) mundo da prostituição.

  372. Fabio Santana

    -

    12/06/2012 às 8:40

    Além disso a Elize disse que levou um tapa na cara do Marcos Matsunaga.Como se levar um tapa dá o direito de alguém matar.
    Outro detalhe ela fala que levou um tapa e quem garante que ela recebeu este tapa….é a palavra dela contra de um morto….e como sabemos MORTO NÃO FALA.
    Tão mais créditos a sua fala do que aos fatos.

  373. Lissandro

    -

    12/06/2012 às 8:38

    Reinaldo.
    Vamos analisar um caso semelhante no qual uma idosa de 86 anos matou o bandido que invadira seu apartamento e tem sido noticiado muito nos últimos dias.

    Também temos uma suposta vítima e um vilão. Os comentários a respeito são de parabenizações pela atitude de matar o assaltante, dando ênfase que bandido deveria morrer, que não prestam e não existe solução.

    O que preocupa nessas situações é o fato das pessoas pensarem que tudo se resolve com o belicismo, ou seja, pode-se matar e é assim que se resolve tudo, desde que se tenha uma justificativa.

    Enquanto não houver lucidez nesse assunto, ideias estúpidas permanecerão. Parabéns pelo texto.

    Abraço.

  374. WEIMAR

    -

    12/06/2012 às 8:37

    Leio na imprensa: “Armas na casa foram o problema”. Aí, penso eu: E a faca do esquartejamento, também na casa, igualmente foi o problema?
    Weimar

  375. NKn

    -

    12/06/2012 às 8:36

    Congratulações,por tão brilhante texto questionando o direito de se fazer justiça pela própria justiça e não pela imprensa escrita, falada ou televisada, onde se formou um circo público e a puta homicida,claro,posa vítima. O carma dela será muito pesado de agora em diante.

  376. Heitor

    -

    12/06/2012 às 8:33

    Você tem toda a razão, é ao que o bom senso nos leva. Porém, cada um cava a própria sepultura, quanto mais fundo ele cava, mais corre o risco de cair dentro.
    Ao juiz, aos advogados e ao juri cabem dar a pena de acordo com as leis com as devidas atenuantes. Matsunaga está morto, não pode testemunhar, é verdade, mas existem as testemunhas.
    Matsunaga, parece, gostava de experimentar os limites do ser humano, deve ter chegado a uma conclusão, mesmo que no além.

  377. Pela Pátria

    -

    12/06/2012 às 8:32

    NO FIM DAS CONTAS…
    É a história de um rapaz DESPREPARADO para a vida “como ela é” (e com o caráter torto) que ACREDITOU numa mulher oriunda e acostumada ao JOGO BRUTO do submundo da vida (onde vale qualquer coisa para chegar ao objetivo).
    TRISTE (principalmente para pais e filhos, que ficam…)!

  378. Marco Antonio

    -

    12/06/2012 às 8:29

    Essa perspectiva que procura transformar em vítima uma assassina fria ignora uma evidência que deveria ser divulgada e compreendida: trata-se de um caso de psicopatia, e isso não se resume a um esquartejamento premeditado, aspecto revelador mais forte dessa patologia.

    A própria biografia de Elize – caracterizada pela pouca sociabilidade, uso de mentiras (como fez com a idade) e relativa facilidade com que se envolveu com a prostituição – reforça seus traços de psicopatia.

    As pessoas de bem precisam ser alertadas sobre os psicopatas, esses parasitas sociais que andam por aí e, frequentemente, fazem vítimas com a espontaneidade de quem resolve comprar um refrigerante num bar. Podem ser muito violentos e sádicos, mas também há os menos violentos, que são notáveis artistas e muito oportunistas, mais difíceis de identificar. Psicopatas não têm consciência e, como exímios manipuladores, agem apenas em benefício próprio – não importa o mal que possa ser feito a quem estiver ao seu lado.

    Ao invés de tratar o fato com a seriedade que merece, boa parte da imprensa resolve tratá-lo como se Elize tivesse sido uma pobre vítima, injustiçada pelo marido rico e pervertido. Porque “é próprio do politicamente correto ignorar o fato e as personagens em si para se fixar num enredo protagonizado por categorias.” Esse trecho do Reinaldo é a melhor síntese dessa distorção.

  379. Leandro Almeida

    -

    12/06/2012 às 8:27

    Argumentação esquartejadora!

    O politicamente correto, que prefiro chamar de politicamente cretino, tem sua lógica e coerência. Para tal idiotia sistemática, a mulher é sempre a vítima, não importa o caso, desde que se olhe “sob o prisma” correto.
    Assim é que o empresário foi punido pelo fato de não valorizar a mulher que tinha em casa e trocá-la por outra que, uma vez que também se sentisse traída, teria a mesma redenção dada pelos ideólogos da pós-modernidade que hoje dominam as grandes redações de tv e jornais (com raríssimas exceções), para lavar a sua honra, já que é a mulher que tem seus direitos (inclusive de “esquartejar” um feto indesejado).
    Reinaldo, a imprensa já está dominada pela esquerda há pelo menos uns 20 anos. Continue sendo o nosso oxigênio nessa uti de noticiário, por favor!

  380. Milena

    -

    12/06/2012 às 8:27

    O comentário da Maria Helena (12/07, 07:04) também me passou pela cabeça…

  381. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 8:26

    O politicamente correto é a vingança política dos ressentidos apelidada de reparação.

  382. nena

    -

    12/06/2012 às 8:25

    Sinto uma pena danada dos advogados sérios que tem que suportar entre os seus colegas essa cambada de vigaristas apeladores, que distorcem os fatos para livrar seus clientes a qualquer custo. Ética, moral, dignidade, valores, passam longe desses sujeitos que, a bom preço, em posicionamentos sinistros e demagógicos, distorcem os fatos e valem-se da mídia mercantilista para endossar suas absurdas teses. Isto empolga os progressistas e os artistas politicamente corretos (que palavra feia!) que a qualquer custo querem impor as suas teses.
    No caso em questão, além dos antecedentes, há o fato inconteste de que a mulher matou friamente e o esquartejamento após a rigidez cadavérica é a prova. Não há o que se defender. Cadeia neles, seja o Bruno, a Suzana Richtofen ou a Elize, homem ou mulher, rico ou pobre, branco ou negro, homo ou hetero.

  383. Marisa

    -

    12/06/2012 às 8:23

    Bom dia Reinaldo!
    Gostei demais de tudo que escreveu! Já havia observado este jogo da mídia: o morto está virando réu. Não cabe a nós julgarmos o comportamento do sr Marcos Matsunaga neste momento, não o estou defendendo, mas ele não estava tirando a vida de ninguém. Se Elize fosse mais inteligente, usaria o vídeo de traição nos tribunais, lavaria sua honra com dignidade e poderia viver livre com a sua filhinha. No entanto, pertubou a vida de várias pessoas inclusive da própria filha que disse ter feito o que fez pela guarda da mesma. Como será a cabeça dessa menina quando entender tudo? Que conceito de família que ela carregará? Que seja feita uma justiça limpa, de uma sociedade decente! Ou será que vivemos na selva?

  384. Fernando

    -

    12/06/2012 às 8:22

    Concordo com vc de alto a baixo, mas esse cara achou o p… no lixo! Nada contra as mães dos Funcionários Do Pt, é claro.

    “O dinheiro compra até o amor verdadeiro”
    (Nelson Rodrigues)

  385. Ana Melo

    -

    12/06/2012 às 8:22

    É um belo espetáculo para distrair a atençao do importante para a futilidade das notícias. Não é mais do que um belo show, dos que temos por aí (pão e circo) para a platéia àvida de dramas. Parabéns, Reinaldo, pela bela matéria, pois a mídia comprada oferece um banquete aos iludidos.

  386. ELOUQUISA

    -

    12/06/2012 às 8:22

    Parabéns pelo texto,Rei!Lucidez não faz mal a ninguém!

  387. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 8:20

    FUTURO “POLITICAMENTE CORRETO”
    Se um homem hétero for cantado por um homem gay, para recusar a cantada terá de responder: – desculpe, mas já tenho namorado. Do contrário, será acusado de homofobia.
    Se o gay cantador for negro, terá o hétero de provar ainda, se branco for, que não o recusou por racismo.
    Será crime dizer que um negro ou negra é feio ou feia. Somente poderá ser chamado de feio o branco.
    Se uma negra quiser namorar um branco, será discriminada pelos homens negros; se um homem negro quiser namorar uma branca, esta será odiada pelas mulheres negras.
    Se um homem negro bater na namorada branca, nada lhe acontecerá porque quem der queixa será acusado de racismo; se um homem branco agredir a namorada negra, será acusado de machismo e racismo.
    Se um homem negro recusar cantada de gay branco, não será chamado de homofóbico mas sim de negro de bom gosto; se for o oposto, o branco será acusado de homofobia e racismo; se os dois forem negros, o hétero será acusado de homofobia, mas, por ser negro, será depois perdoado.

  388. clePTomaníaco

    -

    12/06/2012 às 8:16

    Texto primoroso. As usual!

  389. João

    -

    12/06/2012 às 8:13

    Sr. Reinaldo, sei que depois do fato acontecido, fica fácil dar palpite, mas tenho certeza que, se não fosse o esquartejamento, ela seria uma heroína e não ficaria um dia na cadeia.

  390. Sandro

    -

    12/06/2012 às 8:11

    Excelente texto. Eu havia notado o mesmo que você através dos comentários pelos mais diversos sites. Uma parcela esmagadora das mulheres encontraram a justificativa para tal crime bárbaro. São as mesmas que fazem a tal “marcha das vadias” protestando contra a violência por parte dos homens, as mesmas que se escandalizam ao ver um companheiro matar sua mulher. Afinal, o que elas pretendem? Jogar nos homens de agora os anos de suplício nas mãos dos antigos maridos de engenho? Um homem é trucidado quando mata a companheira e não se levantam motivos que por ventura venham justificar tal ato e agora, até gravações de traições, bate-bocas, estão vindo à tona para amenizar o crime praticado pela “coitada”. Como bem dito, o crime para lavar a honra já foi abolido, ou ainda valerá para as mulheres. Olha, não me surpreenderei se ela pegar uma pena bem mais leve que o Lindemberg Alves. Definitivamente o Brasil está corroído pela hipocrisia

  391. frank

    -

    12/06/2012 às 8:05

    O interessante é que já levantam a tese de legítima defesa. Ora, uma pessoas que mata outra e depois de mala-la a corta em vários pedaços, coloca-o no freezer e depois a joga por vários locais para despistar a investigação policial não pode invocar tal situação. Quem pode afirmar que ela não havia premeditado a execução do crime? Ela estava em casa em posse de um vídeo em que mostra as escapadas do marido e este ao chegar é confrontado pela autora. Quem garante que ela já não havia colocado a arma em lugar acessível? O certo é que o Texto de Reinaldo vai direto ao assunto, pois o que se pode ver é que a mídia faz um esforço patriótico para tentar minimizar a conduta da pobre moça, moça essa que um dia foi autora de furto de corações, crime esse praticado pela outra prostituta que leva a mesma vida outrora praticada por aquela.
    Essa história de crime passional é furada, pois caso fosse assim o crime praticado pelo Lindemberg Alves também seria, pois o cara não queria a separação e para evitar tal acontecimento matou a moça.
    Caso fosse o contrário, se a vítima fosse a pobre mulher que só queria um sexo fora do casamento é certo que até o ministério das mulheres teria entrado no caso. O cara iria responder por Homicídio triplamente qualificado e se não bobeiasse seria penalizado até pelo crime maria da penha.

  392. Teresa

    -

    12/06/2012 às 8:05

    Prezado, o sentimento das pessoas ao meu redor é de total horror ao comportamento da assassina. Se há parte da imprensa que atenua o crime bárbaro da Elize, não havia ouvido falar até o momento. A vítima tinha o direito de se apaixonar por prostitutas, casar com elas, pagar cursos de tiros e dar armas de presente.Mas convenhamos, que ingênuo, não? Ficasse só no cartão de crédito. Os outros empresários ricos são mais precavidos.

  393. To Fora

    -

    12/06/2012 às 8:01

    Reinaldo, você é “A ARTE DE SUPERAR-SE”.Parabéns pelo texto.

  394. Gerson

    -

    12/06/2012 às 8:01

    A imprensa é sensacionalista desde sempre, por diferentes motivos. Lembro do caso do Dr. Farah. Esquartejou a amante, cliente e ainda cortou suas digitais para não ser reconhecida. As fotos correram e ainda correm a Internet. Terrível. O cara está solto!

  395. Elio M.

    -

    12/06/2012 às 8:00

    Reinaldo,
    não poderia ser melhor explicado tudo que esta ocorrendo, seu texto é o resumo da opera, lamentavelmente os papeis hoje estão invertidos, os bandidos festejam

  396. BETHS

    -

    12/06/2012 às 8:00

    Pois é, e o que essa gente parece não perceber é que estão totalmente na contramão do que pensa do caso o povo, aquele em nome de quem eles se arvoram falar. As pessoas simples e decentes estão totalmente contra a assassina confessa.
    E por falar em dificuldades, pobreza, abandono, humilhação e, por que não?, caráter, veja esse caso:
    http://www.digtriad.com/news/local/story.aspx?storyid=231712&fb_ref=artsharetop&fb_source=timeline

  397. luck boy

    -

    12/06/2012 às 7:59

    ontem assistindo o jornal, e ai entao a reportagem sobre o assassinato do japones. comentei com a mulher, estou enganado ou estao querendo falar que a assassina que ainda teve estomago e frieza para cortar o corpo em pedaços, e uma coitada ou uma vitima. pensei meus deus estamos perdendo a noçao das coisas.

  398. MRT

    -

    12/06/2012 às 7:57

    Como ela tem o tipo físico que o brasileiro ama, “LORA”, logo, logo vai posar nua e virar apresentadora de televisão.´
    E… Brasil!!!!

  399. atlas

    -

    12/06/2012 às 7:56

    Reinaldox na cascuda!

  400. carlos eduardo salvanha

    -

    12/06/2012 às 7:54

    Concordo absolutamente, com tudo que vc escreveu,RA, quando se referem a mulheres tudo é justificavel, haja vista os dias de homenagens nos calendarios da vida, é dia internacional da mulher, lei maria da penha, programa saúde da mulher e por ai vai, não que não mereça proteção, mas todos nos seres humanos tambem merecemos, Dura lex sed lex….

  401. Vacari

    -

    12/06/2012 às 7:53

    Bom dia, Reinaldo. Belo texto.
    Os dois sabiam o caminho que seguiram. Agora, a imprensa sensacionalista está fazendo muito populismo com a história. Nada justifica o que a loura falsa fez. O japonês errou, sim. Então, poderiam se separar e a vida seguia para cada um. Hoje a criança não sabe de nada, mas um dia vai entender tudo isso. Será que até lá a mãe já virou deputada?

  402. Haroldo de Sousa

    -

    12/06/2012 às 7:51

    Bah Reinaldo, por isso que não inicio o dia sem ler pelo menos um artigo seu: Você não se presta à desinformação produzida por boa parte dessa imprensa brasileira, mas está sempre atento aos “bastidores” do que vem à tona.

    Dá nojo de acompanhar o pensamento “politicamente correto”, do que “entra na moda” e move o emocional das massa, deixando de lado a critica inteligente que pensa nas conseguências.

    Parabéns!

  403. m.pricolo

    -

    12/06/2012 às 7:37

    ontem vi e ouvi o advogado da agora “vítima”.Triste ouvir
    teses absurdas desses doutores.Vamos esperar mais um pouco
    e ver onde isso vai dar.As cadeias femininas devem estar
    cheias de mulheres presas por situações parecidas.
    Abra-se um precedente e soltemos tôdas elas…coitadinhas…mas tem que ter passado…de p…

  404. Marcus Meyer

    -

    12/06/2012 às 7:35

    Bem, estamos no meio de uma CPI criada por Lula mas que pode trazer verdades desagradáveis para o seu partido e a imprensa quer se ocupar o mínimo possível com esta realidade, que atrai a corrupção para a cozinha de Dilma. Então, nada mais conveniente do que preencher o espaço do noticiário com um crime horrendo, criando-se versões para atenuar os atos de uma esquartejadora pobre. Muito diferente do enfoque dado a menina rica que com a ajuda do namorado e o irmão deste matou os próprios pais! Lá, o que foi vendido era tratar-se de uma menina bonita, das “zelite” que preferiu virar criminosa para herdar a fortuna dos pais. Agora, com esta moça, não há dinheiro, não há nenhum tipo de ambição, a guria, pelo que tenta nos vender a imprensa, apenas estava preocupada em poder criar a filha, por isso matou! E por que esquartejou o corpo? Bem, acho que depois de matar ela apenas se empolgou um pouquinho, né!

  405. O Comentarista

    -

    12/06/2012 às 7:32

    Mestre Reinaldo, mais um texto pra ficar nos anais do bom senso destepaiz. Sei que muitos dirão o mesmo.
    Mas gostaria de acrescentar que a moral e os bons costumes mudam conforme as necessidades básicas dos donos do poder. E naõ, como se pensava antes, conforme a época.
    É o Nazismo em marcha acelerada. Com sinal trocado, é claro. O que era desejável naquela época hitleriana, hoje é detestável.
    Bandidos acobertados sob a égide das leis, prostitutas sendo santificadas e aceitas como mulheres necessárias ao bem estar da família, cornitude militante, vicios atualizados ( beber até cair ), cultura popularesca, múscas em lugar de MÚSICAS…armas proibidas, mas exibidas ao extremo em merchands bem elaborados,…
    E, finalmente, o bom motivo para matar ricos e poderosos. menos os corruptos, é claro. Estes tem a proteção do Supremo.
    Parabéns pelo texto.
    Mantenha-o sempre em evidência.

  406. Drakko

    -

    12/06/2012 às 7:27

    O camarada não era -definitivamente- um marido exemplar mas fazer picadinho de seu direito à vida me faz pensar na inutilidade da decência para os racialistas/sexistas politicamente cínicos. Esse pessoal tem uma dificuldade imensa de manter nos trilhos o mais banal dos trechos de seu discurso, “igualdade, tolerância e justiça para todos”.
    Imaginem uma inversão dos papéis nessa barbaridade toda. Um rapaz pobre descobre que a esposa milionária sustenta um amante e resolve lavar sua honra com sangue. A manchete seria essa:
    “Alpinista social de passado sujo assassina friamente sua benfeitora”.
    Que tempos estranhos esses, não ?..

  407. economista

    -

    12/06/2012 às 7:26

    Permito-me discordar de você, o que é raro. Não vejo esse caso como luta de classe, vejo como o espelho da nossa sociedade atual. Esse empresário e a sua(s) puta(s)são como os empresários safados e os petistas, ambos querem tirar vantagem e satisfazerem seus instintos perversos e mesquinhos, como diria a sabedoria popular eles se mereciam!

  408. Anónimo

    -

    12/06/2012 às 7:21

    É isso mesmo Reinaldo e, de fato, não podemos deixar de reconhecer que o Brasil é mesmo um lugar desgraçado. Não pode aparecer um caso mais significativo ou apenas diferente do cotidiano que logo aparecem um montão de verdadeiros monstros para se apoderarem da tragédia e obter vantagem própria para suas bizarras causas. Não pode deixar de observa que até os “desarmamentistas” já apareceram nessa história para dizer que se não fosse a quantidade de armas da vítima, sua condição de colecionador, nada disso teria acontecido, como se no mundo não tivesse venenos, facas, barras de ferro etc. São monstros defendendo a monstruosidade de uma desequilibrada que agora aparecem dizendo que se não fosse as armas, a traição, a riqueza etc., esta não teria matado e esquartejado o salafrário. Pena que os homens são tão desunidos, senão seria a oportunidade de ouro para edição de uma lei de proteção dos homens, à semelhança da tal Maria da Pena, já que com a igualdade entre homens e mulheres, já se evidencia que estas estão matando e espancando tanto quanto os primeiros. Basta ver o noticiário.

  409. Andre Luis

    -

    12/06/2012 às 7:18

    Reinaldo, outro fato importante sobre o caso é que
    ninguém esquarteja um corpo para escondê-lo de forma passional.
    O ato de esquartejar um corpo para esconder o crime cometido não é uma to passional, mas um ato racional. O que mostra a característica de planejamento do crime.
    O fato de ela investigar o marido também demonstra a racionalidade do que ela fez. Primeiro ela investigou a traição do marido, e mesmo sabendo da traição ela permaneceu no relacionamento.
    Depois fez o julgamento dos atos do marido, executou o marido e tratou de tentar esconder o fato do público. Ora, isto está claramente planejado e não é um ato passional no seu todo. Arrisco concluir que é um ato completamente racional tendo em vista a prévia investigação do comportamento do marido e a tentativa de esconder o fato da sociedade.

  410. Maria Helena

    -

    12/06/2012 às 7:04

    E o que eu achei mais interessante nessa estória podre é que ela se esqueceu de que tomou o marido de outra mulher – que não o matou por isso, claro! Esqueceu-se de que desfez um lar, antes mesmo de esquecer seu currículo nada bonito. Gente safada é outra coisa!!! Principalmente para os padrões do Brasil de lula!!!

  411. rfp

    -

    12/06/2012 às 7:04

    E na reportagem ressaltam que “ele deu arma” deixando claramente implícito que ele tem culpa no cartório….

  412. Livre

    -

    12/06/2012 às 6:55

    Perfeito, Reinaldo! Fiquei assombrado com a leniência que o Fantástico dispensou à assassina no programa de ontem.

  413. Trindade

    -

    12/06/2012 às 6:47

    Texto perfeito e mais a lei maria da Penha apesar do nome é contra a violência doméstica e não só contra as mulheres, se algum marmanjo entrar no pau de macarrão e resolver denunciar a Polícia tera que atendelo também.
    Ainda sobre o assunto li uma pérola no blog do Pannunzio onde uma procuradora de justiça de S. Paulo a Drª Luiza Eluf, escreveu a seguinte pérola:
    “A propósito desse novo “crime da mala” que infelizmente ocorreu em SP, lembro aos maridos que não querem morrer pelas mãos da esposa que não devem comprar armas de fogo nem leva-las para casa. A arma facilita o crime, onde existe arma o perigo é muito grande. E as mulheres perdem o autocontrole com mais facilidades.

    http://www.pannunzio.com.br/archives/12202

  414. DIZ

    -

    12/06/2012 às 6:24

    Redimida,só falta ela agora se deixar fotografar andando de bicicleta com uma camisa verde escrita Rio+20 e um broche do Lulla que venceu o cancer.

  415. Alexandre Souto

    -

    12/06/2012 às 6:12

    Lógica impecável como sempre, pena que no Brasil pessoas com a capacidade de raciocínio do Reinaldo Azevedo podem ser contadas nos nove dedos das mãos do Lula, e o pior é que ele faz questão de não contá-las.

  416. Apoc

    -

    12/06/2012 às 6:03

    É Reinaldo, fazem quase 10 anos que a violência impune tem crescido no país, já que a tese do partido no poder é que bandidos são vítimas do capitalismo selvagem e de uma sociedade individualista e que em função disto, têm livre conduto para julgar seus detratores.

 

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