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Promotoria investiga contratos entre governos do PT e fundação da UnB

domingo, 24 de fevereiro de 2008 | 6:21
Na Folha:
O Ministério Público do Distrito Federal investiga a suspeita de que administrações do PT tenham usado a Finatec, fundação ligada à UnB (Universidade de Brasília), como forma de estabelecer, sem licitação, contratos de mais de R$ 23 milhões com empresas pertencentes a um consultor com ligações com o partido.
A revelação foi feita pela revista “Época” desta semana. Segundo a reportagem, prefeituras e governos de Estados, incluindo a administração municipal de São Paulo durante a gestão da hoje ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT), contrataram a Finatec (Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos) sem licitação - já que é dispensada em caso de fundações ligadas a entidades de ensino - para projetos de modernização gerencial.
Segundo a Promotoria, duas empresas foram subcontratadas para realizar o serviço, recebendo R$ 23 milhões de um total de R$ 50 milhões: a Intecorp Consultoria Empresarial e Camarero & Camarero Consultoria Empresarial, de Luís Antonio Lima e de sua mulher, Flávia Maria Camarero.
Segundo a “Época”, Lima teria prestado consultoria à administração do PT em Porto Alegre, além de ter participado da equipe de transição do governo FHC para o de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002.
Na Prefeitura de São Paulo, um relatório da corregedoria aponta para suspeita de que um contrato superior a R$ 12 milhões (firmado em 2003 para novo modelo de gestão das subprefeituras) não tenha sido feito. Pelos dados da corregedoria, relata o secretário de Negócios Jurídicos, Ricardo Dias Leme, não há registro de nome e qualificação dos consultores da Finatec, nem onde trabalharam.
Ainda segundo a corregedoria, a pesquisa de preço foi baseada no menor valor cobrado por hora, mas sem levar em consideração a previsão de tempo para execução de serviço. Uma concorrente da Finatec poderia, por exemplo, cobrar mais pela hora, mas consumir menos tempo de trabalho.
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23 comentários em “Promotoria investiga contratos entre governos do PT e fundação da UnB”

  1. Raimundo Santos disse:

    Prezado Reinaldo. Leia este texto publicado na imprensa paraense e por favor faça um comentário sobre este assunto.
    Sindicato dos madeireiros diz que a categoria é “bode expiatório” Tamanho do Texto

    LUIZ CARLOS TREMONTE
    Presidente do Sindicato da Indústria Madeireira do Sudoeste do Pará

    Cansamos de ser enganados, massacrados, humilhados, espezinhados e tratados como bandidos. Não somos! Somos sim os guardiões da floresta e, um dia, os madeireiros serão taxados como os heróis da Amazônia, pois desejamos a floresta em pé! Somos os únicos capazes de mantê-la intocável utilizando seus recursos naturais como o caso da madeira de forma racional e operando com projetos de manejo sustentável.

    Somos contra o desmatamento ilegal. Nós não fazemos corte raso, não colocamos fogo e muito menos devastamos, pois a floresta em pé é nossa sobrevivência. De uma floresta nativa, onde teoricamente podem existir até duas mil árvores, o madeireiro extrai apenas sete, ou seja, o dano causado pelo acesso dos equipamentos de extração é inferior a 5% da floresta.

    Faço aqui um desafio aos governos Lula e do Pará: - Fechem todas as madeireiras, mas fechem mesmo. Por um ano, continuem pagando os salários dos funcionários para que não haja desemprego, indenizem os proprietários e garanto, com toda segurança e sem medo de errar, que o desmatamento aumentará. Será que esse governo tem coragem?

    Os governos federal e estadual precisam ouvir. Temos propostas claras para diminuir o desmatamento na Amazônia com custo zero. Peço ao presidente Lula que receba uma comissão do setor para ouvir nossas propostas.

    O culpado pelo desmatamento é o próprio governo que não tem como controlá-lo e inibi-lo; só chega depois que a floresta está no chão e quem mais perde é o setor florestal, principalmente pelo fato de não liberarem os projetos de manejo florestal. Por isso, peço humildade do governo para que aceite a nossa ajuda.

    Nunca na história tivemos uma ação tão articulada no sentido de criminalizar o setor madeireiro da Amazônia. De uma hora para outra, empresário que trabalha, paga imposto e gera milhares de empregos passou a ser tratado como o mais vil bandido. Estamos sendo julgados, condenados e executados sumariamente.

    Pior que tudo isso acontece sob olhar cúmplice e quando não com a participação direta dos nossos governantes que incapazes de cuidar da Amazônia preferem nos transformar em bode expiatório e diante de uma campanha difamatória tão absurda e inescrupulosa cabe a todos perguntar: - a quem interessa destruir o setor florestal da Amazônia, mais em especial o do Estado do Pará?

    O que está sendo feito com o setor madeireiro é terrorismo, brutal, cruel e maldoso. Há cerca de quatro anos pedimos e imploramos pela legalidade que nos é negada e somos boicotados pelo Ministério do Meio Ambiente do governo Lula e, agora, pelo governo estadual de Ana Júlia.

    Quantas promessas feitas nunca cumpridas que já até perdemos a conta. A história vai se encarregar e demonstrar que não somos o vilão da Amazônia, então porque tanta injustiça? Por que continuar mentindo e enganando o povo brasileiro? Governo sério é aquele que respeita e nós nunca fomos respeitados. Ao invés de declarar guerra ao madeireiro, o governo pode tê-lo juntamente com seu exército de funcionários como verdadeiro aliado para diminuir brutalmente o desmatamento. A mentira vence por algum tempo, mas a verdade prevalecerá.

  2. Anônimo disse:

    Esse é o lullopetismo-comunista! Os companheiros abusam nas mordomias em viagens p/EUROPA, restaurantes caríssimos, boutiques, clínicas de estética, etc. Vivem nababescamente no CAPITALISMO com o dinheiro dos cofres públicos e cercados de seguranças pagos pelos comunizados( contribuintes). Porém, a população comunizada sofre com a violência urbana que,MATA 50.000 pessoas/ano. A reportagem abaixo mostra a tortura MORAL imposta pelos comunistas aos servidores que emprestam seus nomes para o uso do cartão-de-cretinice.

    FOLHA SP

    Funcionários que cuidam de compras do presidente gastaram R$ 3,86 milhões com cartões corporativos

    Preocupados com a exposição a que serão submetidos com a CPI dos Cartões Corporativos, instalada na quinta-feira pelo Congresso, os funcionários da Presidência da República autorizados a usar cartões corporativos para compras diretamente relacionadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus familiares estão reclusos e atormentados.

    Os ecônomos (nome técnico dado a esses funcionários) do Planalto foram orientados a não dar entrevistas desde a divulgação, no início do mês, de seus nomes e do total de gastos feitos -segundo eles, todos por determinação da Presidência.

    Pressionados, se queixam de estarem sendo tratados como bandidos. Um deles, que está há quatro anos na função, reclamou que teve de tirar uma semana de férias e que não tem conseguido dormir à noite por causa das suposições de que desviou dinheiro público.

    Na semana passada, um grupo de ecônomos do Presidência fez uma reunião para discutir como agir durante a CPI. Eles temem perder o cargo de confiança que ocupam se falarem sobre as despesas sem ter autorização do governo.

    “Precisamos definir uma estratégia. Se falarmos, poderemos estar sujeitos até a problemas jurídicos. Mas vai chegar a hora em que não teremos saída”, disse um deles, que conversou com a Folha sob a condição de anonimato.

    Ligados à Secretaria da Administração da Casa Civil, dez ecônomos são responsáveis pelas compras da família do presidente Lula e gastaram de janeiro a dezembro de 2007 nos cartões corporativos o valor de R$ 3,86 milhões, entre saques e compras a crédito.

    O detalhamento dos gastos e os nomes dos responsáveis pelas compras e saques foram retirados do Portal da Transparência pela Presidência há 15 dias, segundo o governo, por “questão de segurança”.

    Pouco conhecidos dos funcionários habituados a circular pelo Palácio do Planalto e de parlamentares que freqüentemente viajam com o presidente Lula, os ecônomos são servidores reservados e acostumados com o anonimato.

    Ainda assim, tiveram que mudar a rotina para tentar escapar de perguntas e do assédio da imprensa. Mesmo desconhecidos do público, têm evitado atividades prosaicas do dia a dia, como fazer caminhadas.
    Eles se negam a falar sobre os produtos e serviços comprados com o cartão corporativo, justificando que lhes é exigido sigilo absoluto sobre os gastos presidenciais.

    Os dez ecônomos são funcionários de carreira de diferentes órgãos da administração pública e foram cedidos para a Presidência da República.
    A Casa Civil não divulga o salário desses funcionário. É sabido que, além da remuneração fixa, eles ganham uma gratificação que corresponde a 60% pela função de confiança, adicional que varia de R$ 1.977,31 a R$ 6.396,04.

    Esta não é a primeira vez que os ecônomos se tornam alvo de suspeita pelas compras feitas no cartão corporativo.

    Em setembro de 2006, durante um comício de Lula à reeleição, em Jacareí (SP), o ecônomo Mauro Augusto da Silva utilizou o cartão para pagar despesas de alimentação de acompanhantes do presidente, no valor total de R$ 2.300,00.

    Em dezembro de 2007, o TCU (Tribunal de Contas da União) analisou representação da Procuradoria Regional Eleitoral para investigar suposta distribuição dos lanches a militantes. Segundo o TCU, não houve irr

  3. Anônimo disse:

    “Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso” (Mourão Filho, Olympio: “Memórias”. Porto Alegre, L&PM, 1978. Pag. 16). O General Mourão era mesmo um super-vidente.

  4. Giovani MacDonald disse:

    O Diogo já falou sobre um dos seus esportes favoritos: “Onde está o petista?”. Algo como aqueles livros “Onde está Wally?”, só que aqui ao invés da touca eles vestem a estrela vermelha. Não tem erro, cada escândalo é uma página desse livro, e se você não achou ainda o petista envolvido no escândalo, procure mais pois ele sempre está lá.

  5. Anônimo disse:

    Tio, tem Kassab, que não é petralha tio, assim chegaram neste homem e assim vai acabar tudo de novo, começa num petralha acab a em um tucanóide ou demos, e nós os anta pagando os impostos.

  6. Anônimo disse:

    Reportagem de capa do jornal A Gazeta dá grande destaque à roubalheira na Prefeitura de Vitória, impertrada via FINATEC.

    Imagem miniatura da capa
    http://gazetaonline.globo.com/jornalagazeta/midias/paginas/capa_20080224_86_p.jpg

    Link para a matéria
    http://gazetaonline.globo.com/jornalagazeta/politica/politica_materia.php?cd_matia=408034&cd_site=86

  7. Anônimo disse:

    Tio Rei, podem procurar, que debaixo desse angu tem carne…

  8. Anônimo disse:

    Reinaldo,

    Essas Federais são usinas de formação de esquerdopatas.

  9. Anônimo disse:

    que me desculpem os entusiastas - vulgos pelegos - do setor publico, mas me parece que nao existe nada nessa area aonde nao haja bandalheira….

    eh de todo tipo…

    de licitacao pra construir um metro, um predio, ate pra comprar borracha, lapis e caneta…

    tudo tem irregularidade….

  10. Anônimo disse:

    pelo que li sobre a listinha de mimos do reitor, apareceu alem da lixeira milionaria, um saca-rolhas de 800 paus??!?!?!

    de que buraco esse pessoal saca tanta rolha, hein?

    nem me pergunte…

  11. mario sergio disse:

    Ué não falam dos concursos espalhados pelo Brasil e que na maioria são elaborados por (centros de estudos/universidades/)?
    e que normalmente são suspensos por irregularidades?
    Concursos para cargos públicos,of course.
    e eu é que sou o burro ?

  12. Marcos disse:

    Nos governos do PT, as palavras “suspeito” ou “suposto” são puros frutos do politicamente correto, ao extremo. perdem sua razão de ser.
    Quem duvida que é fato, por mais improvável que seja? Eles são campeões!

  13. Zé Costa disse:

    A Unb não é só uma universidade onde o esquerdismo bocó triunfa mais do que nas outras. A Unb, é também, das universidades federais, onde o crime com digitais petistas apareceu primeiro. “A cada enxadada uma minhoca”, afirma um velho adágio caipira, que aprendi nesse blog.

  14. Anônimo disse:

    UnB/CESPE - Centro de seleção e - pasmem - PROMOÇÃO DE EVENTOS. Quem será que trabalha lá?

  15. Anônimo disse:

    Reinaldão

    Podes crer, onde tem desvido de verbas o pt é o protagonista. Contratos sob suspeita, Petralhas e Finatec, tudo a ver!

    22/02/2008 - 23:55 | Edição nº 510
    A investigação da Finatec, uma fundação de Brasília usada para driblar licitações, chega a um nome: o empresário Luís Lima, que negociava com governos do PT acordos milionários para sua empresa
    wálter nunes, murilo ramos e david friedlander

    Virou um caso de polícia, mas no começo a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), ligada à Universidade de Brasília (UnB), tinha objetivos nobres. Ela foi criada em 1992 por 12 professores da UnB para captar recursos para o desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica. Sua inspiração era o bem-sucedido exemplo de instituições tradicionais como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que há 40 anos dá apoio à pesquisa científica em São Paulo.

    Até 20 dias atrás, desconhecida fora dos meios universitários, a Finatec seguia uma rotina discreta. Ela saltou para as páginas dos jornais depois que uma investigação do Ministério Público do Distrito Federal concluiu que seu dinheiro estava sendo gasto em finalidades nada acadêmicas. Dos cofres da Finatec saíram R$ 389 mil para mobiliar – com artigos como um saca-rolhas de R$ 859 e lixeiras de R$ 1 mil – o apartamento do reitor da UnB, Timothy Mulholland.

    Depois que a Justiça decretou intervenção na Finatec, afastando os cinco diretores, e sua sede foi cercada por policiais militares para evitar a retirada às pressas de documentos, mais irregularidades e desvios ocorridos na fundação começaram a ser revelados. Na semana passada, ÉPOCA teve acesso a uma série de documentos da investigação do Ministério Público do Distrito Federal e de uma auditoria em um contrato da Finatec com a Prefeitura de São Paulo, que vigorou entre 2003 e 2004. Nesse período, a Prefeitura era comandada pela atual ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT). A principal peça desses documentos é uma planilha de controle da Finatec, com uma relação de contratos firmados pela fundação entre 2001 e 2005. Os principais contratos foram assinados com prefeituras e governos administrados pelo PT.

    Da leitura dos papéis emergem aspectos mais mercantis que científicos, até agora inéditos, da Finatec. Eis os principais deles:

    A Finatec estaria sendo usada como uma espécie de fachada por empresas de consultoria para fechar contratos com órgãos públicos, sem precisar disputar concorrência. Aproveitava-se uma brecha na legislação, que permite a contratação de fundações ligadas a entidades de ensino sem a necessidade de licitação pública.

    No papel, a contratada sem licitação era a Finatec. Na prática, parte do dinheiro ia parar nas empresas de Lima

    Essa brecha foi aproveitada pelas empresas Intercorp Consultoria Empresarial e Camarero & Camarero Consultoria Empresarial Ltda., pertencentes ao casal Luís Antônio Lima e Flávia Maria Camarero. Segundo a planilha em poder do MP, dos R$ 50 milhões em contratos com órgãos públicos amealhados pela Finatec entre 2000 e 2005, R$ 22 milhões foram destinados a pagamentos à Intercorp e à Camarero & Camarero.

    Segundo testemunhas ouvidas pelo MP e ex-consultores da Finatec entrevistados por ÉPOCA sob a condição de não serem identificados, a ponte com as administrações petistas era feita por Luís Lima, de 42 anos. Gaúcho de Osório, ele foi consultor da administração do PT na Prefeitura de Porto Alegre. Como voluntário, participou da equipe que preparou a transição de governo de Fernando Henrique Cardoso para Lula. Com essas credenciais, segundo o MP, Lima, um sujeito discreto que não gosta de aparições públicas, se aproximava de governos estaduais, prefeituras de capitais e de grandes cidades e firmava contratos milionários.

    No papel, a contratada, para prestar assessoria em programas de modernização gerencial, era sem

  16. Anônimo disse:

    Onde o PT põe a mão vira bosta pura.
    Joga pedra na Geni!!!

  17. Anônimo disse:

    UNB=PT. Ambos praticam roubelheira e ninguém é punido. Continuam nos cargos e ninguém faz nada para expulsá-los.

  18. Dudu Capeta disse:

    A UNB não é universidade federal para fins de ensino e formação intelectual. É um ninho vermelho. Tudo que é porqueira começa por lá. É ladroagem de um reitor; é a incitação ao raciscmo, é a FINATEC…Tudo naquela pocilga converge para a usurpação do dinheiro público. E precisavam de uma Fundação para ensinar a roubar? Nem era preciso o PT ostenta o mais rico elenco de livre-docentes para a prática de crime contra o patrimônio.

  19. Anônimo disse:

    Caro Reinaldo.
    Antonio de Belem-Pa.
    Asim como o Brasil tornou-se credor externo, o PT não ficou por baixo. Dos 50 mi que devia no evento das investigações do mensalão em 2005 o Partido da Tranformação já deve estar com um saldo positivo nas finanças de pelo menos o dobro disso. Coisa de fazer inveja a qq Delúbio da vida. Saque com carões corporativos; ONG’s; arrecadação dos municípios administrados por eles - ex. SP da ex-prefeita hoje ministra do turismo sexual - relaxa e goza -; contratos superfaturados e outros métodos que ainda serão alvo de denúncia. Nunca foi tão bom estar com a chave do cofre. Dá até para investir $US 1 bi na ilha modelo e sem chiadeira da oposição e do brazuca. É o espetáculo do crescimento operado.

  20. Anônimo disse:

    Noooossa! Como a UnB virou um covil de vigaristas. Já se tornou habitué das páginas policiais. Antigamente pertecer à UnB não era motivo de orgulho, mas também não causava vergonha. Hoje, somada à continuada escassez de orgulho o desinfeliz professor ou aluno uenebense começa também a sentir vergonha. Pra frente UnB! Harvard, se cuide!

  21. Bira disse:

    Essa UNB assusta qualquer um….universidade sem lei…imagine uma em cada estado sob a tutela petralha.

  22. Anônimo disse:

    É isso aí.
    Onde tiver Pt em algum orgão executivo, pode procurar que acha. E não precisa procurar muito não. É só dar uma olhada e está lá a lambança.

  23. Romolo Saporito disse:

    Essa gente não tem limite para nada?

    São larápios da pior espécie.

    Traças do dinheiro alheio.

    no aurélio
    5.Fig. Aquilo que destrói a pouco e pouco.

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