Flávio Dino — um “Dino” no PC do B… Quem diria? — não deixa de prestar um serviço à causa dos valores universais da democracia, que estão sendo agredidos pelas políticas de cotas. No próprio Senado, há um outro projeto que reserva 50% das vagas para alunos egressos da escola pública, com um subcritério de distribuição das vagas segundo a cor da pele. Aprovados os dois, já teríamos 60% das vagas reservadas ao cotismo. Até o Dino do PC do B se assustou com a aprovação e reconheceu que a tramitação no Senado vai ser difícil. Por quê? Ora, porque sobram minorias, mas já começam a faltar vagas.
Fiz certa feita uma ironia afirmando que o verdadeiro negro do mundo é o macho, branco, heterossexual e católico. Estamos chegando lá. Em breve, será preciso garantir cota para essa minoria, a cada dia mais achincalhada e discriminada, não? Se os oriundos da escola pública, os negros e os deficientes tiverem cotas, por que não podem tê-las outras “minorias” que também são objeto de suposta discriminação, o que as impede de se desenvolver plenamente? Por que não impor cotas para os gays, ciganos, portadores do vírus HIV, alérgicos, filhos de pais separados, dependentes químicos… Em suma: cada “discriminado” sabe onde lhe aperta o sapato e cumpre se mobilizar junto a seus pares para exigir “reparação”.
O excesso de cotas pode, quem sabe?, levar a uma revisão dessa estupidez. O princípio constitucional do acesso universal à educação está indo para o diabo. Já que o tema está na moda, observem que estamos criando o sistema brasileiro de castas: será preciso pertencer a uma delas para ter acesso à educação. O mérito que se dane.
E quem teve a má sorte de nascer branco, não ser muito pobre e não ter nenhuma deficiência? Fazer o quê? O sistema de castas tem os seus intocáveis.









Tenho 17 anos, estudo na melhor escola de Brasília e estou prestes a fazer o vestibular.
Fico indignada quando vejo meus colegas negros falarem que vão passar pelo sistema de cotas e por isso nem precisam se preocupar muito em estudar.
Esse sistema de cotas é só uma forma de conformar os que desse utilizam que eles são pobres coitados que nao tem capacidade intelectual de competir como qualquer outra pessoa, graças ao excesso de melanina ou, agora, à deficiências no corpo.Só lembrando, pra fazer vestibular só precisamos de uma cabeça pensante e muita determinação, algo que a ‘justiça’ brasileira nao acredita que esses ‘privilegiados’ tenham!
parabéns Reinaldo Azevedo, meu ídolo hahaha
Sua definição expressa o que sempre pensei sobre o tema e sobre o comportamento populista deste governo.
A acrescentar o fato de, quem age de acordo com a lei, normas de conduta e ética, é punido e apontado como elite, de forma pejorativa, é claro.
Nosso congresso tem quase 100% de cota de deficientes morais e mentais!
Que tal Srs. Congressistas reserva de vagas para minorias no Senado e Camara de Deputados?
SER NEGRO NÃO É UMA QUESTÃO DE CONCIÊCIA NEGRA.
SOU BRANCO NÃO PELA CONCIÊNCIA
BRANCA.
SOMOS NEGROS,BRANCOS,PARDOS POR
QUESTÕES “G E N É T I C A S”
SEUS IDIOTAS PETRALHAS.
Já que as “distorções” parecem incomodar tanto os senhores deputados, tenho uma sugestão. Sistema de cotas para o Congresso Nacional. É impressão minha ou a maioria esmagadora dos nobres congressistas é de homens brancos e de meia idade? Vai aí a sugestão: 40% de cotas para mulheres; 40% para negros ou pardos, 10% para deficientes físicos, 10% para jovens que nunca tiveram carteira assinada. Vai ter gente se elegendo com um voto só, mas dentro do raciocínio do tal Dino do PC, está tudo bem. Tem que corrigir as distorções. Não vai me dizer que os senhores congressistas são tão mesquinhos assim que não vão ceder uma única vaguinha para as minorias…
Breve observação irrelevante: “…e cumpre se mobilizar junto a seus pares…”, não “junta”
Paulo Francis também dizia que pertencia a uma minoria discriminada, a dos homens brancos, normais e heterossexuais. Desde aquela época venho sentindo essa discriminação na pele. Acho que essas políticas de esquerda só têm um fim: a dominação das massas por meio de favores do Estado. Não se surpreendam se vierem projetos de mais universidades públicas ou aumentos de vagas por aí, mesmo que custem muito caro e tenham qualidade vergonhosa. O importante é ter mais uma bolsa com que comprar o voto obrigatório dos cabrestados.
O problema das minorias, seria facilmente resolvido com uma cota ampla que abarcacem todos!
Cota para os “IDIOTAS”- problema resolvido!
Reinaldo,
A política de contas, do jeito que está, ainda é insuficiente. Não evita, por exemplo, a discriminação nos esportes. Times de basquete deveriam ter cotas para pessoas de menor estatura em todos os níveis, até chegar na seleção. Igualmente, com tal tipo de política de cotas, em breve veríamos pessoas com os mais variados tipos físicos, incluindo portadores de deficiências, atuando na seleção brasileira de futebol e mostrando suas capacidades. Isto é a verdadeira democracia.
O racismo de estado galopa a pássos largos. E por isso que o Ahmadinejad vai vistar a banania, ele e o apedeuta governam atraves do racismo estatal e aí de quem for contra.
É por essa razao que senti e ainda sinto tanta indignacao com toda esta ideologia esquerdista(tudo que é errado é o certo e vice-versa), e como sou macho, branco, tererossexual e catolico praticante, nado tambem eu contra essa correnteza ideologica
HOUSTON, WE STILL HAVE A PROBLEM!!!
Que bom que o Blog voltou!
Aqueles que não se comportam como gado e não estão mamando nas tetas do Estado agradecem!
Ainda há cabeças pensantes em Banânia.
Robes Mendes
TESTE
Os oportunistas deveriam mencionar nominalmente,quais são os ministros!
Quantos são os ministros!
A que Tribunais pertencem!
Deveriam também revelar qual o número de associados da OAB,que passaram os clientes para trás,bem como quais foram suas punições.
Se o presidente da OAB tiver alguma dúvida,é só abrir a gaveta do LAMACHIA,MAS não o faça,perto do ventilador.
Renovação da Justiça: OAB e entidades de juízes e MP criticam PEC da Bengala.
Isto lembra a unânimidade que o poeta falava,quantos foram criminalmente autuados pelo Ministério Público,por infração e desìdia no desempenho da funções.
Quantos sócios da OAB,indenizaram os prejuízos que causaram aos seus clientes, com condutas desídiosas e de má-fé.
As regras para a indicação e a permanência dos integrantes dos tribunais superiores são tema de projetos conflitantes no
Congresso. Entre as ideias mais polêmicas, está uma proposta de emenda constitucional que estende de 70 para 75 anos a idade da aposentadoria
compulsória. Batizado de PEC da Bengala, o texto conta com o
lobby discreto de ministros
próximos de pendurar a toga, mas já enfrenta oposição
aberta da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de entidades que representam juízes e membros do Ministério Público.