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22/04/2013

às 19:49

Polícia do Canadá confirma tentativa de ataque contra trem de passageiros

No Estadão Online:
A polícia canadense prendeu e acusou nesta segunda-feira, 22, duas pessoas de participarem de um complô ligado à rede Al-Qaeda para “realizar um ataque terrorista” contra um trem de passageiros na Grande Toronto. A polícia do Canadá divulgou o nome dos dois acusados nesta segunda-feira: Chiheb Esseghaier, 30 anos, e Raed Jaser, 35, pertencentes às áreas de Montreal e Toronto, respectivamente. Segundo as autoridades, os dois recebiam apoio de “pessoas da Al-Qaeda no Irã.”  No entanto, a polícia também afirmou não ter evidência de que o ataque seria apoiado por algum Estado.

“Enquanto a RCMP (polícia real montada) acreditava que esses indivíduos tinham a intenção de realizar tais atos criminosos, não havia nenhuma ameaça iminente para o público em geral, aos funcionários ferroviários, aos passageiros de trem ou à infraestrutura”, disse a polícia em um comunicado. Meios de comunicação afirmaram que o ataque seria a um trem que liga Toronto a Nova York (EUA), mas a polícia não confirma essa informação.

Por Reinaldo Azevedo

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23 Comentários

  1. Pedro Lima

    -

    23/04/2013 às 22:10

    O problema é que a policia comete erros por falta de conhecimento,esclarecimento, investigação…Não quer dizer que estejam errados,mas não podem acusar sem antes investigar a fundo o caso.

  2. Pedro Lima

    -

    23/04/2013 às 22:06

    A polícia está com tanta ânsia de prender, que no final de tudo,acaba prendendo de maneira desnecessária.

  3. claudia

    -

    23/04/2013 às 16:49

    É, se confirmado, o negócio tá feio.

  4. Luiz C.

    -

    23/04/2013 às 14:09

    Isto mesmo Uber-23/04/2013 às 12:11, tem uma Tia dos “bons muçulmanos” de Boston, advogada, que “encheu a boca” para defender seus queridos sobrinhos. Será que ela sabia de alguma coisa? Deve estar sendo monitorada…

  5. Uber

    -

    23/04/2013 às 12:11

    E o governo canadense já está de olho na tia dos terroristas de Boston?
    Será que ela também tem filhos “bons muçulmanos”?

  6. razumikhin

    -

    23/04/2013 às 10:36

    Se confirmada a culpa …

  7. Rapadura

    -

    23/04/2013 às 6:29

    Caríssimo.
    Olha os manchurianos aí de novo…
    Grande filme aquele…

  8. Gilkid

    -

    23/04/2013 às 0:53

    Faith eyed as motive in Boston marathon attack, as suspect communicates by writing

    The two brothers suspected of bombing the Boston Marathon appear to have been motivated by a radical brand of Islam

    Read more: http://www.foxnews.com/us/2013/04/22/marathon-attack-suspect-communicating-by-writing-sources-say-with-faith-seen-as/#ixzz2RFiZcV00

  9. Nanico

    -

    23/04/2013 às 0:23

    Vai virar moda. O último hit.
    Feito casamento gay.
    Toooooodo dia uma boommmmmbaaaa.
    Nanico

  10. O mundo descendo a ladeira

    -

    22/04/2013 às 23:54

    Tudo que posso dizer é que isso, o terrorismo praticado por alguns muçulmanos, uma extrema minoria entre os muçulmanos, ainda vai terminar com os mesmos sendo definitivamente vistos como um problema e um incômodo no ocidente, cada vez por mais pessoas. E não vai, aí, nenhum preconceito. Mas as pessoas vão começar a não querer mesquitas por perto de jeito nenhum. É um fato. Os justos pagam pelos não justos. E o mundo vai descendo a ladeira. No nosso tempo de vida isso não se resolve.

  11. Antonio

    -

    22/04/2013 às 23:38

    Caro Reinaldo, mesmo sendo fora do tópico, vale a pena ouvir este delegado corajoso!:

    http://www.facebook.com/home.php#!/photo.php?v=533879073291281&set=vb.100000075781470&type=2&theater

  12. stolf

    -

    22/04/2013 às 22:57

    Pô, como assim? E como que ficam as justificativas das esquerdas anti-americanas de que os EUA só são atacados porque se metem nos assuntos de outros países?

    Quer povo mais tolerante, dócil, amigável e ‘não fede nem cheira’ do que o canadense??

  13. Propaganda Politica

    -

    22/04/2013 às 22:57

    A Globo News está apresentando algumas propagandas da Caixa Federal que são pura e descarada publicidade partidaria feita com o dinheiro de uma estatal para beneficio de um governo e seu partido. Na propaganda só falta pedirem o voto para Dilma e para o PT em 2014. Onde está a oposição? Onde está a Justiça Eleitoral?

  14. ronaldo

    -

    22/04/2013 às 22:28

  15. Abeylard de F. Duraes

    -

    22/04/2013 às 22:11

    Sr.Reinaldo Azevedo,
    Na verdade não chega a ser um comentário sobre nenhum de seus textos.Esta mais para um agradecimento.Agradecimento pela sua coragem de enfrentar essa corja de petistas que menosprezam nossa inteligência e que querem nos nivelar por baixo.Não temos que concordar com tudo.Temos o direito de discordar e nessa discordância sermos respeitados.O boçal do Lula e seus seguidores querem nos tirar esse direito.Não podemos nos opor! Temos o direito de divergir e sermos respeitados em nossos pontos de vistas; de não concordar e de querer debater! Fazer uso da nossa individualidade para dizer não quero isso para mim; discordo disso ou daquilo.Não quero fazer parte dessa coletividade acéfala.E você faz isso muito bem! Continue sendo uma pedra no sapato desses crápulas.Admiro sua coragem! A verdadeira democracia precisa de pessoas que tenham essa coragem de remar contra a correnteza e o que esta na moda( ser esquerda ou progressista).Ser politicamente correto é de uma ditadura jamais vista nesses novos tempos.Parabéns! Abraço.

  16. Marcos

    -

    22/04/2013 às 21:35

    Sr. Reinaldo Azevedo

    Infelizmente essa passou despercebida pelo senhor. Gostaria que escrevesse algo sobre uma notícia que li dando conta de que será construido um novo presidio federal em Brasília para “autoridades”. É o fim da picada, não acha?

  17. siegmar metzner

    -

    22/04/2013 às 21:32

    Novamente podemos afirmar que se tratava com absoluta certeza de dois “bons” muçulmanos, não é assim?
    Volto a afirmar, se todos os países começarem a convidar seus “hóspedes” muçulmanos a ir visitar Meca, e ficarem por lá, muitas vidas ainda serão salvas.
    Ja que gostam tanto de explodir e vivem se explodindo até a si mesmo, todos viveriam felizes para sempre.

  18. bpistelli

    -

    22/04/2013 às 21:23

    São atentados TOTALMENTE DISTINTOS, os loucos de BOSTON eram lobos solitários fundamentalista religioso e político russo.
    Os alqaedianos têm comando descentralizado à semelhança do PCC e várias xerox como a do Magreb, Somália e Nigéria.
    Só têm simpatia pelo louco médico egípcio Al Zawari. (sic)
    -
    Democratas são contrários ao fundamentalismo religioso e fanático ( simultaneamente ), quem mata pensando no céu na hora da morte NÃO TEME A PENA DE MORTE, a eles é o céu.
    -
    Lugar para estes psicopatas são os MANICÔMIOS JUDICIÁRIOS dos países, inclusive os países árabes que detestam a Al Qaeda pois os terroristas do grupo são ANTI-MONARQUISTAS.

  19. NERO

    -

    22/04/2013 às 20:58

    ENQUANTO NOS ESTADOS UNIDOS, CANADA E PAISES DECENTES PROCURAM COMBATER ESSES DOENTES FANATICOS, MARGINAIS E ASSASINOS QUE SO TRAZEM O CAOS E A DOR A SOCIEDADE DE BEM, POR AQUI, COMO DIZ O RELATORIO AMERICANO SOBRE A TRIPLICE FRONTEIRA, LUGAR PARA ACOITAR TERRORISTAS E BANDIDOS, E NECESSÁRIO COM URGENCIA QUE FAÇAM UMA GRANDE VARREDURA PARA TIRAR DE VEZ DA FACE DA TERRA ESSA GENTE PERNICIOSA. E OLHA REI, A COPA VEM AI E O PAIS ESTA DE PERNOCAS ABERTAS PARA RECEBER DE TUDO, NÃO É.

  20. SG

    -

    22/04/2013 às 20:48

    Impossível daqui para a frente encarar como ações isoladas.

  21. ezequiel de assis

    -

    22/04/2013 às 20:23

    Olá REI segue um texto que pesquei na net, sei que é muito longo para publicar e também não sei se vc concordará integralmente com o mesmo, porém mesmo que seja parcialmente ele possui bons argumentos para se combater as falácias “progreçistas”

    Igualdade: Uma Justificativa do Privilégio, da Opressão e da Desumanidade – por Alex Kurtagic

    É um clichê em nossa sociedade liberal de tendências esquerdistas que nós devamos permanecer vigilantes contra qualquer ideologia que rejeite a igualdade como um objetivo moralmente desejável, porque, caso essa ideologia alcança poder político, nós nos encontraremos novamente na ladeira escorregadia que começa por uma justificação do racismo e culmina com as câmaras de gás em Auschwitz-Birkenau.

    Tanto liberais como seus críticos marxistas se apresentam como forças de liberação e emancipação, e sua historiografia retrata o tempo antes de seu advento como um de privilégio, opressão e desumanidade.

    Porém, a história dos últimos cem anos demonstrou que, contrariamente ao preconceito dos liberais e da esquerda, e contrariamente à bela retórica que emana de seu campo, a lógica moral do igualitarismo também justifica privilégios, opressões e desumanidade, exatamente os mesmos males que ela afirma ter combatido.

    Privilégio

    Uma hipótese fundamental entre igualitaristas é a de que a igualdade de oportunidade deve produzir igualdade de resultados, e que, quando resultados são desiguais, é porque um indivíduo ou grupo de indivíduos tem desfrutado de alguma vantagem injusta. Os igualitaristas possuem uma visão-de-mundo materialista, de modo que essas vantagens injustas são sempre redutíveis a condições materiais, o que, em sua visão, e no sentido mais amplo possível, é o principal determinante de resultados. Essa vantagem injusta é chamada “privilégio”. Para combater privilégios, a estratégia fundamental do igualitarismo é a redistribuição: aqueles que se pensa terem desfrutado de vantagens injustas são sujeitos à extração, e o “excesso” extraído é transferido para aqueles que se pensa terem sofrido com desvantagens injustas.

    É obviamente verdadeiro que indivíduos ou grupos de indivíduos às vezes desfrutam de vantagens injustas, mas resultados desiguais nem sempre são resultado de oportunidades desiguais resultantes de “privilégio”. Oportunidades iguais podem e de fato resultam – o tempo todo – em resultados desiguais. Os igualitaristas resistem à causa (a desigualdade humana inata) porque eles acreditam que uma sociedade desigual é imoral. A desigualdade é para eles sempre e necessariamente uma injustiça.

    O problema é que eles efetivamente “corrigem” uma injustiça percebia com uma injustiça de fato. Onde não houve vantagem injusta, mas apenas resultado desigual, a redistribuição toma dos merecedores de modo a dar aos não-merecedores. Isso, de fato, cria uma classe de indivíduos privilegiados que desfrutam de vantagens não-merecidas, e portanto injustas, às custas daqueles que adquiriram, de modo justo, aquilo que foi deles tomado. O igualitarismo, portanto, simplesmente transfere privilégios de um grupo para outro – ele não os elimina.

    Opressão

    Alguns críticos na Direita tem dito que devemos distinguir “igualdade boa” de “igualdade ruim”, citando a igualdade perante a lei como um exemplo de “igualdade boa”.

    A igualdade pode fazer sentido em certos contextos, desde que ela seja tratada como uma questão prática. Quando ela é tratada como um imperativo moral, porém, se torna impossível justificar a oposição às sociedades multirraciais que temos agora no Ocidente, onde os indígenas não devem ser considerados como especiais, onde os níveis de imigrantes geneticamente distantes são determinados puramente por considerações econômicas.

    As sociedades multirraciais resultantes são inerentemente instáveis, porque elas não mais podem ser governadas sob um conjunto partilhado de pressupostos, valores e costumes, e porque a identificação racial e étnica entre vários grupos os coloca em competição mútua por poder e recursos. É desnecessário dizer que a competição entre grupos diferentes também ocorre em sociedades racialmente homogêneas, mas o multirracialismo acrescenta camadas de complexidade totalmente desnecessárias, demandando níveis inteiramente novos de envolvimento estatal. Conforme o experimento multicultural tem demonstrado no Ocidente, o crescimento do multiculturalismo contra um pano-de-fundo de moralidade igualitária fomenta o crescimento de políticas de igualdade, regulamentos, legislações, policiamentos, imposições, burocracias e programas sociais, construídos para impedir que os nativos desenvolvam estratégias de exclusão contra os grupos exógenos cada vez maiores. A garantia liberal da liberdade de expressão é progressivamente limitada de modo a evitar ofender algum grupo ou outro. A liberdade de associação é progressivamente limitada para garantir que nenhum grupo será excluído com base em sua diferença. A liberdade de representação é progressivamente limitada para impedir que os nativos organizem uma oposição política. A liberdade econômica é progressivamente limitada – por exemplo, pela taxação – de modo a igualar resultados e financiar o aparato estatal de igualdade. Este, obviamente, cresce continuamente, se tornando cada vez mais intrusivo, invasivo, caro e opressivo. No Ocidente nós chegamos a uma fase em que expressar uma opinião no Twitter, com menos de 140 caracteres, pode resultar em uma condenação a prisão.

    Também há outros efeitos que contribuem para uma atmosfera opressiva. Sociedades multirraciais sofrem de níveis mais elevados de criminalidade e níveis menores de confiança, ambos os quais destroem o espírito comunitário, reduzem a qualidade de vida e encorajam cidadãos a recuarem em casas cheias de alarmes com janelas gradeadas, às vezes por trás de condomínios fechados com patrulhas de segurança armada. Mesmo isso não oferece garantias, de modo que os cidadãos vivem em constante estado de medo: medo de ofender alguém; medo de expressar certas opiniões; medo de espaços públicos; medo de outros cidadãos; medo de ser associado a certos partidos políticos; e, no caso dos nativos, também medo de se opor à própria despossessão, mesmo que no fim não haja para onde fugir. Novamente, com exceção do último elemento, tudo o descrito acima existe em sociedades homogêneas, porém sob o multiculturalismo igualitário as fontes de medo se multiplicam, porque as variáveis se multiplicam.

    Desumanidade

    Como eu demonstrei em um outro artigo, a crença no bem moral da igualdade rouba da vida seu sentido, porque o sentido vem da diferença ou desigualdade. No processo, ela arranca tudo que faz da vida boa a digna de ser vivida, pois isso depende de sentido e de várias formas de diferença. Associada à moralidade igualitária é a noção de direitos humanos. Na ideologia liberal, se considera que os humanos possuem valor igual em dignidade e direitos. Porém, este não é realmente o caso, pois isso se aplica somente àqueles que acreditam na bondade moral da igualdade.

    Se considera que humanos possuem direitos pela simples virtude de serem humanos. Ao mesmo tempo, é considerado um indicativo da própria humanidade reconhecer os direitos humanos. O tratamento de outros humanos que desconsidere abertamente os direitos humanos é descrito como “inumano”, “bestial” ou “demoníaco”. Uma descrição mais suave é “bárbaro”, o que conota uma humanidade inferior.

    Mas não é necessário praticar tortura ou algum homicídio cruel ou um extermínio em massa para se tornar, pelo menos pelo ponto de vista liberal, uma besta ou um demônio, porque simplesmente rejeitar a noção de que a igualdade é um bem moral absoluto possui o mesmo efeito. O racismo, por exemplo, implica essa rejeição. Portanto, basta apenas que alguém seja considerado “racista” para que ele seja tratado como alguém dotado de uma humanidade inferior. A animalização e demonização do recém identificado “racista” marca sua mudança em status.

    A razão é simples: se o igualitarismo é moral, e se uma capacidade para a moralidade é o que nos faz humanos, o anti-igualitário é automaticamente inumano, e portanto uma besta ou um demônio.

    Não obstante, a observação confirma que a regra não é aplicada de modo uniforme: a acusação de “racismo” é muito mais desumanizante para brancos do que para outros. Um negro no Ocidente pode se engajar em um comportamento gritantemente racista sem ter sua humanidade questionada. Por outro lado, um homem branco no Ocidente é julgada segundo parâmetros bem mais rigorosos: custa muito menos ele ser categorizado de “racista” e os efeitos do rótulo são para ele muito mais severos. Isso poderia potencialmente indicar uma pressuposição tácita entre liberais de que os negros já possuiriam de partida uma humanidade menor, e que os brancos possuiriam uma maior, pois isso explicaria a indulgência para com os primeiros e a severidade para com os segundos, mas isso está fora do escopo desse ensaio. Permanece verdadeiro porém, que uma vez considerado “racista”, o diabo branco não mais desfruta dos mesmos direitos e privilégios que o “não-racista”. Sua liberdade de expressão e associação podem ser pervertidas, restringidas ou negadas; sua propriedade e criações artísticas podem ser vandalizadas, confiscadas ou destruídas; e sua liberdade e meios de sobrevivência podem ser arrancados dele, às vezes sem uma explicação – tudo com total impunidade e aprovação universal. Pior ainda, aos olhos de amigos e parentes, aquele que é rotulado como “racista” deixa de ser uma pessoa, e qualquer tipo de abuso dirigido contra ele é possível. É, na verdade, visto como correto e plenamente justificado.

    Essa pode ser uma das várias razões pelas quais sociedades comunistas, que viveram sob um sistema de igualitarismo radical, viram o pior tratamento e os piores extermínios em massa de seres humanos na história. Também pode ser por isso que tantos perderam as cabeças sob o estandarte de “liberdade, igualdade e fraternidade”. Como eu afirmei algures, a busca da igualdade implica a destruição do valor, e torna toda vida humana equivalente e substituível. Se, ainda por cima, nós acrescentarmos uma lógica moral que desumaniza aqueles que rejeitam aquela lógica, nós culminamos em uma situação que começa com chamar alguém de “racista”, “reacionário” ou “burguês” e termina na guilhotina ou em um gulag siberiano

    Igualdade: Uma Justificativa do Privilégio, da Opressão e da Desumanidade – por Alex Kurtagic

  22. Carruagem de fogo

    -

    22/04/2013 às 20:20

    Não seria o caso e nestes casos comprovados-,extirpar de vez tais indivíduos da sociedade?

  23. Paulo Bento Bandarra

    -

    22/04/2013 às 19:59

    Para variar, era terrorismo muçulmano.

 

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