Na Folha:
O senador José Maranhão (PMDB), provável sucessor de Cássio Cunha Lima (PSDB) no governo da Paraíba, também responde a processos que podem levar à perda de seu cargo à frente do governo paraibano.
São oito processos tramitando no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) -três deles, se considerados procedentes, podem levar à cassação de seu provável mandato como governador e à suspensão de seus direitos políticos. Os processos estão com a Procuradoria Geral Eleitoral.
As ações acusam o peemedebista, que já foi governador da Paraíba (1995-2002), de abuso de poder político e econômico, compra de votos, conduta vedada e uso indevido de meios de comunicação.
Uma das três ações contra Maranhão, referente à campanha de 2002 para o Senado, diz que houve “entrega de ambulâncias e doações com uso nitidamente eleitorais” e “desapropriação de hospital privado em troca de votos”.
Sobre essa ação, Ricardo Porto, advogado de Maranhão, alega que ele já havia se afastado do governo para disputar as eleições ao Senado e não tinha mais acesso à administração do Estado da Paraíba.
O senador José Maranhão (PMDB), provável sucessor de Cássio Cunha Lima (PSDB) no governo da Paraíba, também responde a processos que podem levar à perda de seu cargo à frente do governo paraibano.
São oito processos tramitando no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) -três deles, se considerados procedentes, podem levar à cassação de seu provável mandato como governador e à suspensão de seus direitos políticos. Os processos estão com a Procuradoria Geral Eleitoral.
As ações acusam o peemedebista, que já foi governador da Paraíba (1995-2002), de abuso de poder político e econômico, compra de votos, conduta vedada e uso indevido de meios de comunicação.
Uma das três ações contra Maranhão, referente à campanha de 2002 para o Senado, diz que houve “entrega de ambulâncias e doações com uso nitidamente eleitorais” e “desapropriação de hospital privado em troca de votos”.
Sobre essa ação, Ricardo Porto, advogado de Maranhão, alega que ele já havia se afastado do governo para disputar as eleições ao Senado e não tinha mais acesso à administração do Estado da Paraíba.
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É uma vergonha se o TSE der posse ao senador derrotado nas eleições. Será um GOLPE contra a democracia!
JÁ AVISARAM AO AIRES BRITO, AQUELE QUE TEM UM IRMÃO QUE É PETRALHA?
deu na folha de s.paulo
Dupla dinâmica
Da coluna Painel:
Não é apenas José Maranhão (PMDB), herdeiro da cadeira de governador da Paraíba depois da cassação do mandato de Cássio Cunha Lima (PSDB), que já assume enrolado: seu suplente no Senado, Roberto Cavalcanti (PRB), é acusado pelo Ministério Público Federal de corrupção ativa, formação de quadrilha, falsificação de documentos e estelionato.
Empresário do setor de comunicação, Cavalcanti também é sócio de uma indústria de materiais plásticos acusada de envolvimento, com ex-servidores da Procuradoria da Fazenda Nacional, em esquema de fraudes de certidões -o grupo zerava débitos de empresas com a União e emitia certidões negativas.
Zé Maranhão mais conhecido na Paraíba por Zé Ruela, foi e com certeza será um dos piores governadores tanto para o estado qto para os servidores.
As suas ações é tipo Mulla, distribui benesses para seus asseclas e só. O povo que f******.
Ele também é conhecido como o rei do gado. Na declaração IR, ele omitiu as milhares cabeças de gado que possui.
Mais uma vez a imprensa ou melhor o grupo Correio de Comunicação que tem como seu dono o suplente de Zé Ruela aprontou tudo isso contra o governador Cássio, visando o benefício próprio pois com a cassação do governador ele se torna senador sem ter um voto se quer.
Estamos no País dos Petralhas.
PS. Esse suplente também está envolvido em vários processos cabeludos.
Só mudam as moscas. Ai, Ai.