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20/07/2009

às 5:43

PAIS E FILHOS – OU: A MAIS LONGA DAS DESPEDIDAS

Voltei.

Como viram, nas minhas duas semanas de “férias”, não deixei de escrever um único dia. É… Vocês sabem, gosto disso. É o meu trabalho e também o meu divertimento. Às vezes, trabalho e me divirto em excesso, não conseguindo me desligar inteiramente do que considero as minhas “tarefas”. Mas essa história de se desconectar de tudo me parece típica de um mundo pré-economia da informação. A menos que você escolha se esconder num lugar aonde ainda não chegaram luz elétrica nem sinal de telefone, a tarefa se mostra impossível. Agrada-me muito mais a possibilidade de conciliar a natureza com as conquistas da tecnologia — ou seja, a natureza sob controle, uma ambição permanente do homem. Se a gente puder se conectar à rede mundial com o pé na areia, tanto melhor. Foi o que fiz.

Fiquei uma semana em Natal. Foi bastante divertido. Depois, dediquei-me a passeios curtos e a pôr o ponto final num novo livro, que deve ser publicado ainda neste ano — vocês ficarão sabendo de tudo. Já escrevi aqui algumas vezes sobre viagens. Não sou daquelas almas que se entusiasmam tanto com lugares, paisagens, cenários desconhecidos, maravilhas da natureza ou do engenho humano. As paisagens íntimas, está registrado neste blog, interessam-me bem mais. A diminuição do ritmo de trabalho e um convívio fora da rotina com a família permitem que se percebam alguns relevos que, no dia-a-dia, acabam se misturando a eventos rotineiros. As boas viagens servem para descobrir pessoas que estão perto de nós.

É assim especialmente com os filhos, não? Nesses dias, mais próximo das meninas do que de hábito — ou, melhor ainda: próximo como de hábito, mas com uma agenda diferenciada —, pude constatar o quanto cresceram. As viagens nos facultam a oportunidade de conversas especiais, descoladas das imposições do cotidiano. O repertório mudou. Novos relevos morais e éticos se desenharam, e o que sabíamos do caráter de nossos filhos é memória.

Eles já partilham conosco alguns valores para os quais davam de ombros antes e, o que percebi entre o susto e a satisfação, dominam cada vez mais o que eu chamaria de “patrimônio de ironias da família”. Não é só o seu queixo que vai despontando no queixo de seus filhos. Também o currículo oculto do pai e da mãe vai se estampando em olhares oblíquos de censura, em meios-sorrisos de sarcasmo, em anuências benevolentes, no entusiasmo, como diria Musil, pelas coisas “magras e severas” que vamos escolhendo vida afora. Serão continuadores de nossa pequena grande tradição.

Mas também já começam a exibir os sinais de desgarre, seduzidos por um conjunto de fatores que formam o imponderável de cada um. As marcas da individualidade estão numa opinião surpreendente sobre isso e aquilo, que já não revelam mais o que antes era um consenso familiar, mas o que elas próprias — passarei a empregar o feminino, já que falo das minhas filhas — estão fazendo do que fizemos delas.

Os arranjos pessoais de uma metafísica privada se mostram na escolha da roupa para o jantar, no detalhe acrescentado como adorno a uma sandália, nos acessórios com que enfeitam cabelos, orelhas, pulsos, dedos e que garantem que elas pertencem àquelas de sua idade, mas delas se distinguem por essa espécie de manufatura do caráter e da personalidade.

Em toda viagem, há as horas do cansaço. E até os silêncios de cada uma estão cheios de sinais. Numa tarde, uma olhava o mar, como se das vagas pudesse vir a resposta para uma questão tão antiga quanto a gravidade daquele olhar. Outra lia Jane Austen. Eu me comovia. São nossas, mas já não nos pertencem.

Começou aquela que é a mais longa das despedidas.

Quando, há pouco mais de três anos, eu me preparei para a “indesejada das gentes” (by Manuel Bandeira) — dei-lhe um bom drible —, eu sabia haver algo que eu não podia perder. Mas o que era? Agora sei. Eram esses pequenos suspiros. Eu queria ver essa pedrinha brilhante na sandália, tão discreta que é para ser notada na sua quase invisibilidade; eu queria ver aqueles olhos indagando o mar; queria ver aquela testa, que às vezes me parece tão severa, mergulhada em Jane Austen. Ah, começou a mais longa das despedidas, a mais fabulosa de todas as lendas, que é a vida de cada homem.

E não, ainda não vi o bastante. Jamais verei. Quero continuar a jogar, a driblar. Volto a Bandeira: “Quando a indesejada das gentes chegar”, que a última imagem gravada nas retinas seja um detalhe dessa adorável vida banal, tão plena das graves delicadezas com que estas três moças têm me acarinhado.

Vamos lá, meus queridos! À vida e seu ofício.

Por Reinaldo Azevedo

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215 Comentários

  1. Assiria Masetti

    -

    02/02/2011 às 16:41

    Não canso de revisitar este texto, os quatro últimos parágrafos estão no meu top 10 de escritos belos.

    Parabéns mais uma vez!

  2. Haroldo

    -

    01/01/2010 às 3:11

    É noite de ano novo de 2010, não tem nada a ver com esse texto, eu sei, mas voltei a ele porque, Reinaldo, esta foi a melhor coisa que voce escreveu no blog desde que começou. Impossivel nao voltar a este texto e impossivel nao esperar que um dia ele vá parar em um livro.

  3. Raquel

    -

    22/07/2009 às 19:24

    Reinaldo,
    muito obrigada pela resposta.

  4. Raquel

    -

    22/07/2009 às 16:16

    Reinaldo e meninas,

    ler Jane Austen é um prazer. Me pergunto: qual livro estará lendo a menina?

    Explico tanta curiosidade. Tenho um blogue sobre a autora: Jane Austen em português.

    REINALDO RESPONDE
    Pride and Prejudice

  5. MARIA DOS PRAZERES DE MARIA

    -

    21/07/2009 às 17:20

    Reinaldo,

    Reli o texto umas 10 vezes. Também repassei para a maioria das pessoas com quem tenho contato. E cada vez que leio descubro algo mais. Você descreveu o que significa PATRIMÔNIO MORAL,
    o que muitos desconhecem.

    Mais uma vez, PARABÉNS! E obrigada.

    Deus o Abenções.

  6. Valter

    -

    21/07/2009 às 15:56

    Reinaldo

    Desde que te acompanho, para mim foi o teu melhor texto.
    Quem é pai e tem sensibilidade sabe disso.

    Um grande abraço.

  7. Marcelo

    -

    21/07/2009 às 9:53

    Reinaldo, parabéns pelo belo texto. Você é alguem que, para muitos, não pode faltar. Para todos os “dependentes” e, logicamente, para os seus. Que pobre seria a nossa cena midiática sem suas análises, denúncias, textos em prosa recheados de cultura, saber e rigidez ética, moral e intelectual. Volta e meia o assunto “indesejada” vem a baila, afinal é uma das nossas poucas certezas. Por isso mesmo sugiro que você comente as pesquisas sobre o uso de bicarbonato de sódio no combate ao cancer, da atribuição de todos os males à acidez, e sobre o fato do cancer ser uma resposta do organismo à presença de fungos. Muitas vezes a medicina ignora o bom senso em nome da ciência, e tome indesejada…

  8. Nice

    -

    21/07/2009 às 8:38

    MARAVILHOSO REI !!!!!!!!! A cada texto seu, mais o admiro !!!! Vc. me emocionou profundamente com tanta delicadeza e ternura, mas não me surpreendeu: com tanta inteligência vc. só poderia ser um romântico! Eu já sabia. Tenho que dar PARABÉNS outra vez!

  9. neline

    -

    21/07/2009 às 1:40

    Não sabia que você era capaz de tanta ternura e poesia. Foi uma belíssima surpresa. Admiro-o muito mais agora.

  10. LÍVIA DE VASCONCELLOS

    -

    21/07/2009 às 1:32

    VOSSO DIZER, REMEMOROU UM CONTO, QUE DO AUTOR, A MEMÓRIA ME FALSEIA: TRATAVA-SE DE UM COMERCIANTE ITINERANTE DE JÓIAS, QUE AO SE APRESENTAR EM UMA RESIDÊNCIA, INDAGA DA PROPRIETÁRIA SE A MESMA POSSUI ALGUMAS, DE PRONTO ESTA RESPONDE POSITIVAMENTE, MAS DISSE NÃO ESTAREM A VENDA; MAS DESEJANDO VÊ-LAS, A SRA. DIZ: SÃO DUAS, ATO SEQUENTE CHAMA E APRESENTA SUAS DUAS FILHAS.

  11. Guilherme Frederico Lamb

    -

    21/07/2009 às 1:04

    Profundo, perfeito, Direto…

  12. Leticia Caldeira -BH

    -

    21/07/2009 às 0:51

    Lindo e emocionante seu texto, Reinaldo…
    Realmente os filhos crescem sob os nossos olhos, mas tomamos consciência disso “no susto”: num determinado momento, um comentário, um olhar, um sorriso ao entender uma piada e percebemos que nossos bebês já ultrapassaram mais uma fase!

  13. IPS

    -

    21/07/2009 às 0:42

    Incomensurável !!!

  14. IPS

    -

    21/07/2009 às 0:40

    Mata o véio !

  15. Carlos/Guarapari

    -

    21/07/2009 às 0:28

    Como não me admirar com tanta simplicidade e beleza.

  16. liz

    -

    20/07/2009 às 23:40

    Lindo e comovente o texto. Obrigada. Abraços a vc e a suas meninas.

  17. Cyrano

    -

    20/07/2009 às 23:10

    Caríssimo, boa noite.
    Não tenho palavras para expressar os meus sentimentos de pai (e avô) ao ler este seu post.
    É emocionante e, acima de tudo, VERDADEIRO.
    Já comentei sobre os sentimentos que nós, seus leitores não-petralhas, sentíamos ao frequentar o blog. Fazíamos parte da família, convidados de honra a desfrutar esses poucos e maravilhosos momentos, acrescidos da presença no lançamento de O País dos Petralhas.
    Você, com rara competência escreve tudo aquilo que sentimos sobre (também no meu caso), nossas Filhas. Esses seres celestiais que Deus deixou aos nossos cuidados, não como nossas propriedades, mas como naves que um dia partirão na sua própria viagem.
    Abraços Corinthianos.

  18. Esdras Júnior

    -

    20/07/2009 às 23:01

    Que texto bonito, não tenho filhos ainda mas é um grande sonho. Palavras como essa são mais um incentivo, bem.. estamos todos juntos não é? Vamos lá, buscar um país mais digno. Abraços!

  19. Geraldo

    -

    20/07/2009 às 22:37

    Reinaldo. O grande problema e uma batalha monumental é criar nossos filhos, mostrando a todo momento o caminho da ética, honestidade e deparar cotidianamente com todo tipo de maus exemplos emanado do governo federal(lulla e sua troupe mambembe), do congresso (PT, PMDB e outras quadrilhas).

  20. Alexandre Gomes

    -

    20/07/2009 às 22:09

    Caríssimo Reinaldo,

    Texto fabuloso! Poucos podem exprimir com precisão e beleza emoções que simplesmente sentimos. Abraços a você e sua família. Você é afortunado e sabe!

  21. Elisabeth Oliveira

    -

    20/07/2009 às 21:54

    Meu pai morreu quando eu tinha 3 meses, daí fico muito feliz quando leio as palavras lindas que você escreve sobre suas filhas.
    Você merece todos os momentos especiais que suas três moças proporcionam, porque ao ler seus artigos você nos presenteia, nos mantém tendo esperança e sempre nos ensina alguma coisa.
    Receba uma abraço e distribua umas beijocas carinhosas nas sua moças.

  22. Alexandre AFA

    -

    20/07/2009 às 21:11

    Reinaldo,
    Você é um gênio! Obrigado por ser um um, e compartilhar isso conosco. Tantos gênio não pudemos ler tão próximos por não ter no passado essa tecnologia, usada com o pé na areia, e a cabeça guiada quiçá por forças que distam de nós o entendimento…
    Agora, lendo nas férias de meus filhos…fui levá-los e voltei para a luta, indo buscá-los, com a mãe no final de semana ( tradicional, não?), sozinho em casa, com música, vinho e meus pensamentos, fui posto por você a rever olhares, a rever gestos, a rever momentos únicos que você (que inveja!!) consegue traduzir em palavras.
    Queria eu saber jogar em palavras esses momentos únicos que se chamam vida.

  23. Antônio C

    -

    20/07/2009 às 21:00

    Ternamente grato, Rei, por tão belas palavras. Meus filhos também iniciam esta despedida, e este seu poema em prosa, Rei, decididamente me confortou. Obrigado pelo talento, Rei; obrigado por nos comover e nos instigar. Um abraço fraterno para você e suas meninas.

  24. Augusto

    -

    20/07/2009 às 19:51

    Adoro quando você fala de suas filhas, Reinaldo. Fico pensando na minha pequena de 7 meses, e tenho certeza que me lembrarei de todos esses textos quando eu quiser me assustar, ou mesmo me entristecer, diante do inevitável crescimento dela.
    Um grande abraço, espero poder continuar lendo esses textos até minha pequena virar adulta, pelo menos…

  25. Sergio

    -

    20/07/2009 às 19:50

    Caro Reinaldo:

    Tenho um filho de 23 e uma filha de 21, são e sempre serão as coisas mais importantes da minha vida!
    Calmaí, como diria minha filha! Os filhos quando bem criados, como é seu caso, sempre voltam prá nós!
    Abraço forte!

  26. Clau

    -

    20/07/2009 às 19:46

    Reinaldinho,

    Terno como só os fortes sabem ser! Texto delicioso.

    Bjs p/ vc e as Reinaldas.

  27. Pablo

    -

    20/07/2009 às 19:16

    Tenho 3 filhas, de 20 e 17 anos (duas; gêmeas). Já faz mais ou menos umas três férias que me conformei com suas “partidas”, fazer o quê? Para isso as criamos. E sempre vale a pena. Conversava esta semana com uma das gêmeas, e fiz um comentário sobre o caso de honduras, ao que ela respondeu: E Lula como sempre está do lado errado, né Pai? Confesso que me senti dono delas novamente!

    Bem vindo ao clube, tio Rei!

  28. Elis

    -

    20/07/2009 às 19:15

    Reinaldo!

    Um dos mais belos textos que já li.
    Fiquei muito emocionada, pois constatar o amor de um homem pela vida e pelos seus é algo que nos gera muita esperança.
    Obrigada!

    Elis

  29. Roberto Paiva

    -

    20/07/2009 às 19:03

    Prezado Rei … Magnífico texto … Simples, tocante, sincero …

    Sorte das tuas três meninas por tê-lo … Sorte nossa por podemos lê-lo.

    Muito obrigado.

  30. Marco Antonio - Curitiba (PR)

    -

    20/07/2009 às 18:58

    Reinaldo, é por posts como esse que eu lastimo o lulopetismo e outros flagelos morais.

    Não fossem eles e você teria muito mais tempo para nos premiar com textos dessa lavra.

    Longa vida ao Rei!

    Que lá do alto o bom Yeshua, com Seu grande amor e poder, multiplique muitas vezes os seus dias.

    Grande abraço e muito obrigado.

  31. Maria Rosa

    -

    20/07/2009 às 18:52

    Caro Reinaldo,
    Já dizia Sargento Getúlio: “o problema de crianças é que elas crescem e viram gente”. Ai, ai, ai…

  32. Licurgo

    -

    20/07/2009 às 18:43

    Vida longa ao Rei!

  33. EHR

    -

    20/07/2009 às 18:41

    Reinaldo,

    É… um dia percebemos que estão crescendo e se despedindo de nós. E é uma longa despedida, não sabemos quando começou nem quando terminará.
    No mais, seu post está demais!

    EHR

  34. Leonardo Baião

    -

    20/07/2009 às 17:59

    Reinaldo,
    Sou pai há três anos e sete meses. Impressionantes são as mudanças que sofri - para melhor - desde então. Acompanho seus escritos há algum tempo, as últimas edições de “Primeira Leitura” são guardadas com zelo entre livros e publicações que tenho especial apreço. E discordo de algumas de suas colocações, ainda que estas estimulem as melhores reflexões. Este post sobre os filhos(as): absolutamente fantástico! Ilustra com sensibilidade e riqueza a sensação de como, aos poucos, os filhos vão-se entre nossos dedos… Um texto marcante.
    Dedique-se, vez por outra, aos temas alheios à política… delicie-nos com um livro! Por que não?

  35. Lícia

    -

    20/07/2009 às 17:52

    Reinaldo,

    Acho uma beleza quando você resolve falar do cotidiano da vida.

    Texto lindo!

  36. Pedro

    -

    20/07/2009 às 17:46

    vc escreve irritantemente bem, Reinaldo.

  37. LULA

    -

    20/07/2009 às 17:34

    BUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!

  38. José laudir Vefago

    -

    20/07/2009 às 17:30

    Reinaldo tú é o cara mais humano que conheci.

  39. luiz

    -

    20/07/2009 às 17:27

    Falar o que? Os comentários estão aí. Mas como sou metido a filosofar e criticar, me digam.. Será que algum desses que fazem de nosso País essa M… que estamos metido, tem sensibilidade para perceber o que o Reinaldo e os que comentam sentem. Pelo menos nossa vingança é que nunca os canalhas terão essa imagem em sua retinas ou em sua memória. A isso eu chamo de dignidade pura, sem a maquiagem dos crápulas para enganarem a platéia ignorante.

  40. -

    20/07/2009 às 17:24

    É… Por isso é que somos viciados.

    Aqui sentimos que não estamos sós em nossa inconformidade.
    Aqui conseguimos encontrar a opinião de semelhantes: aqueles que acreditam no Bem.
    Aqui nos indignamos juntos.
    Aqui desabafamos, tentando fazer a nossa parte.
    Aqui nos emocionamos e ficamos tentando disfarçar aquelas lágrimas teimosas, que surgem quando lemos um texto assim, digitado - imagino - com o amor aflorando na ponta dos dedos.

    Acho que amamos você porque nos amamos. Amamos os valores que adotamos e que não estão à venda.
    Vemos o nosso eu em você. Com a diferença que o “você-eu” sabe escrever assim, de forma tão emocionante.

    É bom tê-lo de volta, Reinaldo!

  41. Theo

    -

    20/07/2009 às 17:19

    Reinaldo,

    nem precisa falar que o texto está ótimo, mas

    é “indesejável” ou “indesejada”???

    vc poderia colocar no blog os poemas de Manuel Bandeira em que ele a menciona ??

    muito obrigado,

  42. Cristine

    -

    20/07/2009 às 17:15

    Rei, que belo texto… confesso que fiquei comovida.

    No mesmo momento enviei para minha filha de 20 anos, como faço com alguns outros textos seus.

    Comecei a sentir mais esta despedida quando ela foi fazer faculdade em Sampa e nos vemos somente nos finais de semana.

    Um grande abraço

  43. Lou

    -

    20/07/2009 às 17:12

    Tenho muitas saudades dos meus filhos qdo bebês, sinto-me culpada por não tê-los curtido mais. Mas acredito que ainda tenho tempo de consertar um pouco essa culpa fazendo com meu netinho tudo que deixei de fazer com seu pai. Viro criança com ele.
    Esse texto, tio Rei, me balançou, aumentou a falta que sinto deles e só sinto que não posso voltar no tempo para fazer tudo diferente.
    Obrigada p/ esse belíssimo post!

  44. Hermés de Azevedo

    -

    20/07/2009 às 17:06

    …ir-se apagando à medida em que mais nítido
    se faz na personalidade do filho,
    sempre como influência, jamais como imposição…
    …atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio.
    O máximo de convivência no máximo de solidão…
    ARTUR DA TÁVOLA

    Lembrei do texto acima e copio os trechos a que fui remetido, próximo como de hábito, sou, dos meus.

  45. Laíse

    -

    20/07/2009 às 16:51

    Sensível e belo.

  46. Paulo Roberto

    -

    20/07/2009 às 16:37

    Amigo Rei
    Este seu texto é daqueles aos quais só cabe, como comentário, um sorriso triste e reflexivo. Não sabemos porque para cá viemos e quando daqui nos vamos, mas esta consciência nos afia todos os instrumentos de apreciar o viver.

  47. Homo Anômallus

    -

    20/07/2009 às 16:26

    Tio Rei,
    Adianta ao menos o nome do Livro, se quizer, sinta-se a vontade para falar sobre do que o mesmo trata! rsrsrs
    abs

  48. marcelo vergara

    -

    20/07/2009 às 16:21

    Tio Rei,
    Fiquei imaginando suas férias, com as meninas, agora já quase duas moçonas, você e Dona Reinalda, sentados naquelas belas espreguiçadeiras, tomando qualquer coisa, com o Laptop debaixo do guarda sol, enquanto as meninas brincam na praia, depois aquele almoço maravilhoso a beira mar… bom prá KCT!
    Que bom que teremos um novo trabalho literário do Titio Rei, demorou! rsrsrsrsrs
    Ao Trabalho “Talentoso”!
    abs

  49. Stella

    -

    20/07/2009 às 16:19

    Reinaldo,

    Que texto lindo, me emocionei. Lindo

  50. elianemoura

    -

    20/07/2009 às 16:18

    Que lindo! Fiquei emocionada com seu belo texto. Obrigada!

  51. Marcus Freitas

    -

    20/07/2009 às 16:11

    Caríssimo Reinaldo,
    Um prazer estar de volta dos afazeres e ver que o blog continua afiado como sempre. Li a atividade de “férias” e trago meu pitaco: nas Faculdades de Letras, difícil é convencer os habitantes de que letras de música são uma forma específica da lírica, boa, mas que não se confunde com poesia. Essa obviedade foi negada num livro do Augusto de Campos (Balanço da bossa) e a negação virou pedra de toque da crítica porque a poesia circulante era muito ruim. Bruno Tolentino já desmitificou essa bobagem por todos nós. Já tive de orientar tese sobre letras do Chico e obriguei a mestranda a separar as coisas, para horror de muitos colegas. É assim que estamos.. Abraço

  52. irineu

    -

    20/07/2009 às 16:07

    Minha terrinha parece lhe fez bem e o deixou inspirado. Se precisar de mais alguma coisa ….disponha.

  53. Leo

    -

    20/07/2009 às 15:57

    É tão gratificante ver que ainda podemos ser brindados com tanta poesia!
    Dentre tantas bravatas e rompantes de ira que estão acostumando nossos ouvidos, ler este depoimento nos arremeda a tempos idos onde, mesmo as vezes a dor era escrita de forma tão sentida.
    Obrigada.

  54. Fátima

    -

    20/07/2009 às 15:52

    Meus parabéns, extensivos à Dona Reinalda. Seu MUNDO está MUDANDO, ficando mais rico e mais diversificado! Isso é bom, muito bom, as meninas CRESCERAM e desabrocharam com elas inéditas possibilidades de APRENDER MAIS E MELHOR, de ver o mundo de outro ângulo, isso vai lhes fazer muito bem, vai deixá-los mais JOVENS, mais REVIGORADOS para esse ciclo que se inicia agora, aproveitem, é uma experiência fascinante e reveladora!

  55. Sergio S. Oliveira

    -

    20/07/2009 às 15:52

    Pois é, “REi”!

    Você com suas moças, eu com os meus moços… A gente sabe que não somos os “donos” deles, somente os preparamos para o mundo mas que é dura esta realidade, é. Que saudades daqueles bebês.

    Sabemos que ainda precisam da gente e que ainda vão precisar até mesmo depois de maduros, mas não tanto quanto agora. Ah, mas já me dá tanta saudade!!!…………..

    Lindo Texto.

  56. Pascal

    -

    20/07/2009 às 15:49

    As raízes

    Você pôde redigir esse magnífico post porque suas raízes culturais, Reinaldo, estão inseridas num passado em que os valores autênticos ainda eram cultivados nas igrejas, nas famílias e nas escolas brasileiras. Nosso primordial objetivo político deveria ser o de resgatar esses valores.
    Um grande abraço.

    Pascal

  57. Rodrigo Borges de Campos Netto

    -

    20/07/2009 às 15:47

    Prezado Reinaldo,

    Tinha acabado de ler o texto abaixo do Contardo Calligaris e mais que de repente me deparo com essa sua “obra prima”…

    Parabéns!!!

    Também tenho uma filha e acho que acabo de mudar meus planos e fazer uma pequena viagem com ela.

    Obrigado!!!

    Educar pelo cinema

    Quase sempre, na vida de um adolescente, não basta preparar-se para o futuro; ele quer viver

    QUANDO CHEGA uma convocação da orientação pedagógica do colégio de seus filhos, alguns pais já sabem que escutarão queixas: o garoto não estuda e não presta atenção, anda com uma gangue, dever de casa nem se fala etc.
    Para mim, a queixa mais alarmante é a que diz que nosso filho é legal, mas…

  58. Elias

    -

    20/07/2009 às 15:46

    Maravilhoso texto Reinaldo!

    Abraços,

    Elias

  59. Márcia

    -

    20/07/2009 às 15:21

    Lindo texto . Suas férias só poderiam dar nisso: um excelente texto para emocionar a gente. Sinto o mesmo em relação aos meus filhos, mas só você para escrever isso de uma maneira tão inteligente e linda.
    É muito bom tê-lo de volta. Um abraço, e bom trabalho.

  60. David

    -

    20/07/2009 às 15:18

    Parabéns pelo excelente texto. Me causou grata emoção.

  61. Venilson

    -

    20/07/2009 às 15:07

    Reinaldo,

    Agora que vc “voltou ao trabalho”, responda: Quais as chances de a Venezuela doar (dar) dinheiro para a campanha do PT à presidência da república?

  62. Cláudio Ramos

    -

    20/07/2009 às 15:07

    É tio Rey,
    Quando minha mãe contou para o meu pai que estava grávida de mim, meu pai estava internado para fazer uma cirurgia onde o médico havia dito que se tudo corresse bem ele teria ainda três meses de vida. Cresci ouvindo essa história. Meu pai faleceu 30 anos depois. Essa história me fazia valorizar cada momento, cada final de ano como se fosse o último. Agora, graças a seu texto, tenho um nome para todos esses momentos. Era a mais longa das despedidas. Seu texto me foi muito reconfortante. Pudemos perceber que a pena veio muito bem afiada. Welcome back.

  63. Adriana Barbosa

    -

    20/07/2009 às 14:55

    Convivemos com nossos filhos em uma rotina que não nos observamos e, por pouco, mal nos tocamos. Basta um distanciamento do fazer diário para que possamos ver no outro, tão próximo, as sutilezas de uma formação para a qual trabalhamos, a qualquer tempo, incansavelmente.

  64. Robes Mendes

    -

    20/07/2009 às 14:49

    Belo e tocante post!

    Nos faz lembrar uma das mais importantes lições extraídas da experiência de viver: a família como o grande esteio, fundamental razão, motivação e prazer de viver.

    Definitivamente, o ser humano normal não vive e evolui em função de artificialismos coletivistas - mas em um processo natural e constante de busca de realizações e satisfações humanas e pessoais.

    Toda vez em que as necessidades humanas, individuais e familiares, foram escravizadas por objetivos estranhos à natureza humana- ideológicos, partidários, nacionalistas, estatais, corporativos, etc- o homem, porque despido da sua essência humana, cometeu os maiores desatinos contra si e a natureza como um todo.

    Aprendemos - ou já devíamos tê-lo feito há muito tempo! - que nós somos, antes de tudo, humanos- e não máquinas.

  65. Eliane (RJ)

    -

    20/07/2009 às 14:47

    Reinaldo,
    muito obrigada por esse texto lindo, magistralmente bem escrito!
    Um abraço.

  66. Anonimo das 14:45 ( Pelo meu relógio )

    -

    20/07/2009 às 14:46

    Por falar em pais e filhos. Será que adoção é uma boa pedida ?

  67. Elton Valente

    -

    20/07/2009 às 14:39

    Emocionante, caro Reinaldo!

    Quem as (os) tem, sobe o quanto valem, o quanto são nossas (os) e o quanto não são… e o quanto a vida se engrandece nas pequenas coisas…

    Abraços e muita saúde para todos aí! “A indesejável das gentes”, resolve-se depois!

    Att.: http://tateandoamarras.blogspot.com/

  68. Utilidade Pública

    -

    20/07/2009 às 14:38

    Reinaldo

    Desculpe usar o seu blog para promover esse assunto, mas é importante. Como os dois textos anteriores que eu postei, recomendo também este:

    http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=1230&cat=Roteiro_de_Filme_ou_Novela

    É essencial que o máximo de pessoas leiam este artigo e assistam o vídeo recomendado. Guerra cultural, para nós pode parecer apenas debate de idéias. Para eles, é um método de degradação das pessoas, de forma a criar as “condições objetivas” para implantação da ditadura.

  69. André Ricardo, amazônimo

    -

    20/07/2009 às 14:36

    E o melhor é que você está presente na vida banal de teus leitores… pensamos nos teu textos, nas tuas posições… no modo como os teus textos e tuas posições mudaram nosso modo de ver o mundo… vemos nos jornais notícias sobre os mais diversos safados, na hora lembramos algo que você escreveu…

    e esses textos sobre família… nossa… são apaixonantes!!!

    Continue assim… melhorando

    abração

  70. Emily

    -

    20/07/2009 às 14:33

    Este seu texto me levou às lágrimas.

  71. Le Cafard

    -

    20/07/2009 às 14:19

    Reinaldo, feliz retorno!

    Os tais sinais de desgarre que você menciona são os que verdadeiramente machucam a nós, os pais. Como você, aprecio a rotina, mas, ao contrário de você, sou bem afeito a certas visões mágicas da natureza, e mais ainda, a algumas maravilhas do engenho humano. E, no meu caso, são justamente esses itens dados ao escapismo que me comovo com um simples bilhete, desenho ou rabisco que as minhas filhas vez por outra me presenteiam. E também logo mais chegará a hora de nos desvencilharmos no tangente a essas coisas, principalmente a mais velha, que já está com os seus 15 anos. Penso que toda e qualquer separação deveria estar definitivamente apartada do sentimento humano.

  72. Gustavo

    -

    20/07/2009 às 14:11

    Sou impróprio, pois o blog é seu, mas lá vai:
    Bem-vindo de volta.
    Gustavo (Fortaleza)

  73. Téia

    -

    20/07/2009 às 14:08

    Obrigada pelo privilégio de poder compartilhar com você
    desse momento …

  74. Gilberto Faquini

    -

    20/07/2009 às 14:03

    Lindo texto, daqueles que penetram fundo na alma. Queria escrever mais, mas os olhos cheios de lágrimas atrapalham a leitura do teclado (e como não sou bom nisso, é melhor não arriscar).
    Bom retorno e Feliz Dias do Amigo.

  75. Adao Braga

    -

    20/07/2009 às 14:02

    Depois que Paris declarou amor ao pai, e voce declarando, e revelando-se tão igual a nós outros se deduz:

    - Caramba ele é igual a nós todos; é humano, é pai, é gente, apesar das suas opiniões e verdades!

  76. Anônimo

    -

    20/07/2009 às 13:59

    Reinaldo

    POR FAVOR, LEIA ESTES TEXTOS, POIS É MUITO IMPORTANTE:

    http://ocristaorevoltado.blogspot.com/2009/07/uma-odisseia-pessoal-ate-verdade-parte.html

    http://www.petahtikvah.com/Articles/PsychoanalyticRootsofIslamicTerrorism.htm

    A guerra cultural é a mais importante. Lênin instruiu os seus seguidores para que usassem os meios mais infames, e grande parte da esquerda tem atendido esse pedido desde então.

    Peço aos outro leitores que comentem.

  77. Etelvina

    -

    20/07/2009 às 13:58

    Obrigada, Reinaldo!!

    Tenho um bebê de 1 ano, e você descreveu alguns dos pensamentos que afloram em minha alma quando estou com meu filho. Terminei de ler seu texto com um sorriso e uma lágrima. Você entendeu tudo!! Deus lhe abençoe por este texto. Obrigada, mais uma vez!!

  78. Renato Farias

    -

    20/07/2009 às 13:48

    Parabéns! Excelente texto.
    Bom regresso.

  79. Heckler & Koch G 53

    -

    20/07/2009 às 13:35

    Reinaldo, Mv Bill e Celso Athayde, que são amigos íntimos dos piores traficantes da Cidade de Deus, já publicaram uma resposta à coluna de Diogo Mainardi de ontem. Assim como Lula, disseram não saber de nada, e que o alvo do ataque de Diogo foi a Petrobrás, e não eles, querendo dizer que Diogo teria estendido as acusações àqueles que nada teriam a ver com o caso. A petralhada é esperta: MV Bill e Celso Athayde, como bons submissos ao tráfico de drogas, não serão os X-9 das artimanhas da Petrobrás que os beneficiaram. É a típica lógica da malandragem periférica: o socialista da elite rouba para o socialista da periferia, mas quando a tramóia é descobera, o suburbano joga a culpa nos playboys.

  80. anônimo

    -

    20/07/2009 às 13:34

    Reinaldo, é por essas e outras que você é um querido. Adorei esse texto sobre as inevitáveis “mixed emotions” de pais e filhos. Digno de antologia. Vou agora mesmo mostrar para todo mundo. No mais, continue a driblar os maiores percalços que a realidade insista em colocar. Esse é o meu voto sincero e interesseiro. Felicidade a você e às suas!

  81. Myrian Elizabeth

    -

    20/07/2009 às 13:32

    Reinaldo, obrigada.
    Calculo que você escreveu para suas filhas, mas obrigada por compartilhar conosco esse sentimento, pois muitos de nós têm filhos e alguns, filhas.
    Bom retorno.

  82. Cida Fraga

    -

    20/07/2009 às 13:31

    Como é bom sabermos que apesar de tudo ainda conseguimos ser poetas de vez em quando. E não se iludam você e D.Reinalda. Nossos filhos serão sempre nossos bebêzinhos muito amados. Sei disto pois a minha tem 50 anos e quando a barra aperta é no colo da mãe que ela procura abrigo. Apenas muda a relação, mas seremos sempre seus portos seguros. Bênçãos a vocês quatro.

  83. Mei

    -

    20/07/2009 às 13:25

    Reinaldo,
    Gostei muito do texto. Por enquanto eu acho muito bom quando os filhos tornam-se adultos. Então a gente ve o quanto acertou e errou na educação, alem do livre arbitrio deles. Esperemos que o saldo seja bem positivo, sou uma otimista! A sua filha leitora de Jane Austen de-lhe os parabens… Eu simplesmente adoro Jane Austen! Somos romanticas!!!!

  84. PMM

    -

    20/07/2009 às 13:23

    MARAVILHA !

  85. Q.O.®

    -

    20/07/2009 às 13:15

    Reinaldo,

    Eu sou um daqueles homens que não se verga nem se ajoelha diante da palavra de outro homem, por qualquer motivo. O único homem que literalmente me fez ajoelhar e me fez vergar diante dele foi meu pai, frente à imensidão dos seus dignos 80 anos. E eu me vergarei e me ajoelharei diante dele e pedirei sua benção todas as vezes que ele usar a palavra para me repreender e me aconselhar, por causa do amor que dele emana.

    Seu texto merece que eu me ajoelhe e me vergue em espírito, não diante do jornalista Reinaldo Azevedo, mas diante do pai Reinaldo Azevedo.

    Você me fez lembrar as minhas filhas quando ainda não tinham alçado vôo próprio e se distanciado com as suas dignidades e individualidades. E me fez verter lágrimas, não de saudade das nossas pequeninas nem por qualquer tristeza.

    Mas por ter me feito compreender que as nossas rusgas, as nossas diferenças eram fruto da individualidade aflorando, enriquecendo e dignificando, mas, com os olhares e trejeitos denunciando a comunhão de caráter e civilidade que herdaram.

    Se alguém já disse que a vida é uma longa despedida, você elevou esta verdade aos céus.

  86. "Só aqui sou Amigo do Rei"

    -

    20/07/2009 às 13:12

    Benvindo de ‘volta’ ao Seu BlogRex !!!

    Parabéns TêRRê, Nosso Rei,

    Esse lirismo é o Amor do Homem Comum !!

    Com todo o sucesso e erudição, Tio Rei manteve o coração puro !!

    Vida e Obra Longas, TRx !!!…

  87. Diego

    -

    20/07/2009 às 13:08

    Linda mensagem!

  88. SORTE NOSSA!

    -

    20/07/2009 às 13:06

    Que bom vocês já de volta. E você, cruzes, com a corda toda, Rei.
    Retorno triunfal, com a magnitude deste texto impregnado do que vai pelo seu coração, alinhado com seu grande brilho e lucidez
    para expressá-lo de forma tão tocante. Muito lindo……

  89. Barbara

    -

    20/07/2009 às 12:55

    Lindo.

  90. leo

    -

    20/07/2009 às 12:44

    Que Deus os abençoe.

  91. Selma Buss

    -

    20/07/2009 às 12:39

    Ao expressar tais palavras e sentimentos, Rei, você exteriorizou exatamente aquilo que, há muito tempo, ia em minha alma e que eu nunca soube dizê-lo - obviamente por faltar-me essa sua tão singular eloqüência.
    Sou mãe de duas meninas também - 22 e 16 anos -, portanto, sei bem o que é ver e sentir tais tranformações ocorrerem com os próprios rebentos. Sei bem o significado de tais palavras: “os sinais de desgarre, seduzidos por um conjunto de fatores que formam o imponderável de cada um [...] E até os silêncios de cada uma estão cheios de sinais.”

    É, eu também sinto essa sua comoção, pois “São nossas, mas já não nos pertencem.”

  92. anônimo

    -

    20/07/2009 às 12:30

    Bom retorno Tio Rei!!

    A sua produção de textos, mesmo que menor em quantidade, foi como sempre de excelente qualidade!! Valeu!!

    Bom retorno à sua rotina de trabalho e muito bom convivio com as tres mulheres da sua vida!! Votos de saúde, alegria e amor para voces quatro!! Abraço!!

  93. Martha B.G.

    -

    20/07/2009 às 12:20

    Também fiquei com um nó na garganta.

  94. Anouk

    -

    20/07/2009 às 12:17

    Reinaldao,

    Achei o texto lindo, mas o Chico tá certo. Ir para Natal com tantas dunas, tantas praias, tanto peixe etc e tal, nada mais natural o olhar grave da filha como que em estado de contemplacao.

    Para o tio Rei tudo em família torna-se poesia.

    Grande Rei. Abs.

  95. Luxor

    -

    20/07/2009 às 12:13

    O texto é muito tocante afora eu ter também duas filhas.

  96. Sandra

    -

    20/07/2009 às 12:12

    Preciso parar de chorar antes de ir para o próximo post…

  97. Tânia

    -

    20/07/2009 às 12:06

    Embora eu não tenha filhos, esse texto me tocou fundo…
    Obrigada, Reinaldo.

  98. Ricardo

    -

    20/07/2009 às 12:06

    Obrigado Reinaldo,

    Esse texto é simplesmente magistral!

  99. aprendiz

    -

    20/07/2009 às 11:56

    Lindo! Família Azevedo na rede já!

  100. A ética da esquerda é MENTIR !

    -

    20/07/2009 às 11:55

    NOSSA IMPRENSA MISERÁVEL…

    Como é evidente que foi o governo Putin o responsável pelo assassinato de Natalia Estemirova na Chechênia, olhem o “servicinho” que presta o G1 (Globo) ao governo genocida de Putin:
    http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1235769-5602,00.html

    Rei, o Ali Kamel não enxerga (ou não dá bola) pra isso?

  101. Gabriella

    -

    20/07/2009 às 11:51

    Delicioso “discurso”.
    Na contra partida imagino qual é a contribuição que um pai dá à formação de um indivíduo quando abandona a mãe e filhos e um dos filhos torna-se presidente. Boa formação não deve ter.

  102. Nininha

    -

    20/07/2009 às 11:49

    Caro Reinaldo,
    Lindo, comovente, nem sei o que dizer…página para guardar bem perto do coração.
    Grande abraço.

  103. Gil Zambom

    -

    20/07/2009 às 11:46

    Excelente!

  104. Saavedra

    -

    20/07/2009 às 11:40

    Reinaldo,

    Sei que sua função não é ser educador de filhos, mas poderia divulgar a lista de livros que indica para suas filhas ?

    Sucesso

  105. chico lopes

    -

    20/07/2009 às 11:36

    Caro Prof. Reinaldo.
    Fiquei emocionado com seu texto. Pela transparência de amor, sensibilidade e carinho contidas nas palavras que dedicas a tua familia. E satisfeito por ter nossa cidade Natal, com sua beleza natural, facilitado sua inspiração. Hoje, dia do amigo, acredito que todos os pais ao lerem seu texto compreenderão o quão importante e salutar é o amor filial.
    Parabéns.
    Abraços.

  106. Ale

    -

    20/07/2009 às 11:34

    Simplesmente lindo!!! Neste final de semana passei pelo primeiro instante de despedida…meu filho está desmamando e, apesar da necessidade de amadurecimento (dele e minha), é difícil!!! Porém, é maravilhoso perceber o crescimento e a formação dos valores e opiniões.
    Parabéns!!!!
    Abraço e uma ótima semana.

  107. Fabio FD

    -

    20/07/2009 às 11:33

    Grande Reizão!
    Agora virou Poeta também….rs. Mando-lhe uma lata de cerveja espiritual simbólica para comemorar o dia do amigo! Eu sei, eu sei, mas o que vale é a intenção!…hehe
    Paz e saúde!

  108. Donata

    -

    20/07/2009 às 11:32

    Bom dia, meu amigo!

    Amanheço e já venho depressa para o seu blog, pois sei que sempre serei presenteada com seus textos! Este está delicado, amoroso, sensível e me emocionou, pois passei pelo mesmo e graças a Deus percebi, assim como vc, a “passagem”.
    E me permita tratá-lo “meu amigo”, desde que nos tornamos assíduos companheiros no dia-a-dia desta terrinha.
    Um privilégio poder lê-lo!
    Obrigada!

  109. Clodemary

    -

    20/07/2009 às 11:26

    è Natal te fez bem…. aflorou tua veia poética.
    Parabéns pela volta Tio Rei… tava aficando aflita por tua volta total ao trabalho…..
    Seja bem vindo
    Clodemary

  110. Anônimo

    -

    20/07/2009 às 11:26

    Vc voltou, voltou para ficar pq aqui, aqui é seu lugar…
    Por falar nisso o pipoca foi ou ficou em casa te esperando para latir sorrindo qdo da sua volta?
    bjos

  111. anônimo

    -

    20/07/2009 às 11:25

    à-toa

  112. lili, rj

    -

    20/07/2009 às 11:25

    Reinaldo,

    Nossaaaa, falou com a alma e o coração.
    Como sempre, alías, independente do assunto…
    Parabéns pela sua sensibilidade.

  113. Mauro Garcia

    -

    20/07/2009 às 11:25

    Lendo o BLOG DO TIO REI, aprendo até a olhar a vida de forma diferente…
    Obrigado pro compartilhar estes momentos conosco…
    MAURO GARCIA

  114. Isa

    -

    20/07/2009 às 11:21

    Arrepiei. Textos como esse não podiam se perder, vc devia fazer uma coletânea.

  115. Cláudio

    -

    20/07/2009 às 11:21

    Caro Reinaldo,

    Acompanho sua coluna há anos, mas nunca fiz comentários, talvez por timidez, sei lá, mas, esse texto me pegou de jeito. Por diversas vezes, brincando com meu filho de 11 anos, estive pensando nesse momento futuro, nessa “despedida” que você descreveu de maneira tão emocionante. Um abraço sincero e muita saúde e felicidade para você e toda a sua família.

  116. Memyself

    -

    20/07/2009 às 11:15

    Privilegiadas são suas meninas por crescerem assim, sob seus (e de D. Reinalda) olhares carinhosos e inteligentes. Privilegiados somos nós também, por você nos dar a oportunidade de ler sua vida familiar, seus pensamentos e emoções. Como muitos colegas leitores, tenho certeza, terminei o texto com os olhos marejados. E me fez bem.

    Obrigada por ter escrito durante suas férias, bom retorno.

  117. André Fernão

    -

    20/07/2009 às 11:14

    Reinaldo,
    Emocionou-me! E chorei! Chorei por provar tão pouco desta experiência com os meus filhos (por não ter tido o suficiente para tal). E quanto mais busco essa suficiência menos chance parece haver de tê-los comigo.
    Mas ler este artigo de tão belo título faz-me querer tentar novamente e sempre.
    Obrigado,
    André Fernão

  118. Orita Viana de Paiva

    -

    20/07/2009 às 11:13

    Caro Reinaldo,
    Amei o seu artigo sobre a convivência pais e filhos.
    Como leitora assidua do seu blog, não poderia deixar de manifestar o meu sincero agradecimento pela confiança depositada, uma vez que partilha conosco reflexões pessoais tão profundas.
    É comovente e imensamente significativo, principalmente pelo momento vivido por todos nós brasileiros, quando são mostrados exemplos os mais degradantes da relação familiar vivida por políticos brasileiros.

    Orita Viana de Paiva Sobrinha
    Brasília - Df
    orita.paiva@yahoo.com.br

  119. Cezar Fittipaldi

    -

    20/07/2009 às 11:10

    Lindo texto, sensível e inteligente. Concordo com quase tudo o que você escreve Reinaldo, sou seu fã. Mas este aí, foi sublime.
    Abraço e bom dia do amigo.

  120. Oscar

    -

    20/07/2009 às 11:08

    Parabens Reinaldo,
    teu exemplo mostra como são os meios que explicam e justificam os fins.

  121. André

    -

    20/07/2009 às 11:07

    Poxa Rei, estou emocionado, e olha que sou bem “durão”.

  122. mauricio

    -

    20/07/2009 às 11:05

    ahhhh!
    exulta cara!
    infla teu ego e manda a humildade p/ pqp!
    oras! isso não é texto jornalístico
    isso já é literatura
    comece logo sua autobiografia
    ou arrisque um romance
    nós do séquito garantiremos a vendagem
    manda bala homem!

  123. Hugo - Corinthians

    -

    20/07/2009 às 11:02

    Caro Reinaldo,
    Orgulhe-se de ter dado o melhor em educação e carinho às ‘reinaldinhas’, elas certamente tornar-se-ão grandes mulheres.
    Tento fazer o mesmo com as minhas duas ‘huguinhas’.
    Grande abraço

  124. Rodrigo R.

    -

    20/07/2009 às 11:01

    Vamos lá, Reinaldo! Espero que com fôlego renovado.

  125. Pedro Teles

    -

    20/07/2009 às 10:57

    Quase nunca mando comentários. Quando o faço, é muito mais para discordar ou criticar (nos limites da civilidade, claro). Mas este é um dos posts mais bem escritos que eu já li - neste ou em qualquer outro blog.
    Parabéns.

  126. Nilson Neves

    -

    20/07/2009 às 10:52

    Comovente!
    Obrigado Reinaldo, são textos como este que nos fazem pensar melhor em nossas vidas.

  127. Joel S Neves

    -

    20/07/2009 às 10:49

    Reinaldo, bem vindo de volta a labuta e obrigado. Mas obrigado, mesmo. Nesta manhã chuvosa, em vitória, tive que sair cedo para trabalhar, deixando minhas pequenas meninas aninhadas em seus edredons, com a mãe. Estão ainda em férias, as três. Saí com os olhos mareados e com aquela gratidão incontida que dedicamos à Deus quando temos a sabedoria de saber contar nossas bençãos. E que benção é ser pai de meninas. Obrigado pelo lindo texto.

  128. Ricardo Cavalcanti

    -

    20/07/2009 às 10:47

    ANTES QUE ELES CRESÇAM
    (Afonso Romano de Sant’Anna)

    Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. Ë que as crianças crescem independentes de nós como árvores tagarelas e pássaros estabanados, e crescem sem pedir licença. Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente. Um dia sentam perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar fraldas daquela criatura.
    Onde é que andou crescendo aquela danadinha, que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar de areia, as festi

  129. WEIMAR e CREMILDA

    -

    20/07/2009 às 10:46

    Que delícia de post! Sem falar nele, naqueles e naqueloutros! Só delas! Oh, que brisa amena trouxeste lá de Natal!

    E que tristeza termos que voltar a falar dele, daqueles e daqueloutros!

    Mudando de assunto e voltando a pegar o porrete, aqueles safados…

    Nós daqui

    P.S. — O Gold Label já acabou. Weimar manda avisar logo! Mas ele não é tão mau: disse que se precisar compra outro.

  130. Shariat

    -

    20/07/2009 às 10:42

    Doce e comovente Reinaldo,

    Deus te abençoe e a tua família.

  131. Nélito Freire

    -

    20/07/2009 às 10:40

    Pela suas palavras Rei, parece que os filhos vêm para tomar seus lugares, fica uma sensação de solidão. Mas, quão bom não seria se pudéssemos eternizar alguns momentos. Obrigado pelas belas palavras que glorificam o mais sagrado simbolo do homem- a família.

  132. Eduardo

    -

    20/07/2009 às 10:40

    Então tiveste aqui em Natal!!!
    Deves ter aproveitado o Mangai e o restaurante Camarões!

    Ah! A terra agradece o conviva que vai aos poucos criando um número grande de pessoas por aqui que estão cada vez mais afinados com uma abordagem crítica. Ou, como se diz, “suaveter in modo, fortite in re”. Mais ou menos como lembro meu Latim: jeitoso no falar mas no real, forte. Ou, ainda, numa leitura livre minha: singelo, sem poupar a borduna! (hehehe). Voltas à luta agora contra a torpeza e pau na turba! Viva!

  133. Paranaense orgulhosa

    -

    20/07/2009 às 10:40

    Maravilhoso, sinto tudo isso pelo meus filhos(24 e 25 anos), e as vezes me sinto ridícula, mais vc nos faz perceber que quem é pai e mãe ama, simplesmente ama. Lindíssimo(aquela parte da pedrinha da sandália) é bela, nos mostra o quão sensível és. E em relação a despedida nem quero pensar nisto, já estou vinvendo isso.(lágrimas)
    Obrigada, mais uma vez por td, por escrever o que temos no coração e não temos coragem e nem sabedoria de escrever.
    Feliz retorno e FELIZ DIA DO AMIGO, pq tomo a liberdade de te chamar de amigo, e parece ser o amigo de longa data.
    Deus abençoe vc e sua família.
    Grande abraço.

  134. Caetano

    -

    20/07/2009 às 10:36

    Caramba! Fui inventar de ler esse texto logo aqui no trabalho e agora estou morrendo de vergonha porque estou com os olhos cheios de lágrimas. Isso foi sacanagem, Tio Rei, sacanagem…

  135. Theotonio Madeira Dias

    -

    20/07/2009 às 10:34

    Caro Reinaldo: para os filhos,que a partir de um determinado momento,que é definido por eles próprios,partem de nosso di-a-dia,só no resta deixá-los ir,confiando na educação e nos exemplos dados,que certamente conferiram-lhes dignidade pessoal e caráter íntegro.Abraços.Theotonio

  136. Emiliana

    -

    20/07/2009 às 10:31

    Olá Reinaldo,

    Passo pela mesma despedida… Compreendi. Chorei.
    Sua generosidade e delicadeza em compartilhar tornou minha parte menos solitária e mais leve.
    Obrigada.
    Que Deus o proteja sempre.
    Abraço

  137. Geraldo Arnt

    -

    20/07/2009 às 10:31

    Lindo texto. Parabéns! Sou pai de dois filhos homens e já me solidarizo com teus sentimentos. Mudando de assunto, comprei teu livro ontem, na livraria cultura de Porto Alegre. E já tem gente na fila para lê-lo. Abraço!

  138. Mirian

    -

    20/07/2009 às 10:27

    Que coisa linda, Reinaldo. Muito bonito mesmo. Fiquei tocada assim que li sobre seu olhar, tão sensível ao caminho trilhado por sua pequenas…o olhar atento e cuidadoso, amoroso. Amei e me emocionei…

    Sinta-se abraçado, assim como suas meninas.

    Ao trabalho!

  139. Carlos

    -

    20/07/2009 às 10:27

    Obrigado por nos deixar compartilhar das suas expectativas e dos seus anseios diante de seus tesouros.
    Seja bemvindo.
    Abs.
    Carlos

  140. MARIA DOS PRAZERES DE MARIA

    -

    20/07/2009 às 10:24

    Reinaldo,
    Estou sem as palavras que traduzam a emoção que senti ao ler o belíssimo texto. Por isto digo apenas que suas palavras são as que todos os pais responsáveis, sábios, e integrados aos valores familiares gostariam de dizer aos - ou dos - filhos. Por isto também não podemos deixar de ler seus textos… Eles vão à mente e ao coração.
    Deus o abençõe, e ilumine sempre a sua família, que materialmente tem um grande farol a guiá-la: Você.

  141. BIQUEI

    -

    20/07/2009 às 10:20

    Você cidadão já sabe!
    Eles sempre são contra você e a favor dos seus sócios .
    Absurdo da regulamentação é a proibição de condenação de honorários advocatícios
    em Mandado de Segurança.
    Quais são os patos!
    OAB defende veto a projeto de lei sobre mandado de segurança

    Brasília, 18/07/2009 - O presidente da Comissão Nacional de Legislação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho, criticou hoje (18) o PLC 125 que regulamenta o mandado de segurança, individual e coletivo porque, segundo ele, “eterniza equívocos da jurisprudência, proíbe a condenação em honorários e discrimina o servidor público”. Aprovado no Senado, o projeto já está no Palácio do Planalto para sanção presidencial. A principal inovação do projeto está na regulamentação do MS coletivo, criado em 1988 pela Constituição Federal, mas ainda não disciplinado pela legislação ordinária. “O projeto de lei possui o grave defeito de tornar norma do direito positivo os equívocos da jurisprudência brasileira sobre o Mandado de Segurança”.
    O presidente da Comissão de Legislação acrescentou que “outro absurdo da regulamentação é a proibição de condenação de honorários advocatícios em Mandado de Segurança. Esse entendimento atual da jurisprudência deveria evoluir, porque o cidadão necessita contratar o advogado para ingressar com o Mandado Segurança, mas esse profissional fica sem o direito de perceber honorários de sucumbência. O pagamento do advogado recairá exclusivamente sobre o cidadão, sendo um enriquecimento ilícito do poder público”.

  142. Bob Filho

    -

    20/07/2009 às 10:14

    “Se a gente puder se conectar à rede mundial com o pé na areia, tanto melhor. Foi o que fiz.”

    Tambem adoro..

    Abração
    Bob

  143. Glauter Medeiros/ Natal-RN

    -

    20/07/2009 às 10:13

    Que pena que choveu pacas aqui em Natal neste último final de semana…Nando Reis que diga! Abraço e lembranças no Dia do Amigo!

  144. Rods

    -

    20/07/2009 às 10:13

    REI.

    JÁ NÃO ERA SEM TEMPO, QUE BOM QUE VOLTASTES. A GLEBA ESTÁ PRONTA PARA A COLHEITA.

    AGORA, UM ASSUNTO OFF TOPIC; VI UMA REPORTAGEM NA TV, NO FINAL DE SEMANA, DANDO CONTA DOS NOVOS CONTORNOS DA LEI ANTI FUMO DO SERRA.

    AGORA SE ALGUM MORADOR DE CONDOMÍNIO DER UMA FESTA E UM FUMANTE LÁ COMPARECER E A FICALIZAÇÃO PEGAR, O CONDOMÍNIO TODO SERÁ AUTUADO. INAUGUROU-SE A VELHA FIGURA DO VIZINHO DEDO DURO E VIGILANTE DA INTIMIDADE DO PRÓXIMO.

    SEM FALAR DAS NOVAS ALTERAÇÃO NO CÓDIGO DE TRÃNSITO, PROPOSTA PELO GOVERNO DE ESQUERDA DO PT, ONDE, SE OP MOTORISTA, A FIM DE TIRAR OS PONTOS DE SUA CNH, DER O NOME DE OUTRO - FATO COMUM - ELE DEVERÁ ARPESENTAR TESTEMUNHAS ETC.

    É O FIM DO MUNDO

  145. Francisco

    -

    20/07/2009 às 10:10

    Bem vindo, Tio Rei! E que texto lindo. Me emocionou.

  146. MARIB

    -

    20/07/2009 às 10:00

    perdão,corrigindo:bem-vindo!

  147. Claudio, Ms

    -

    20/07/2009 às 9:59

    Tio Rei,,
    ao nos brindar desde bem cedo com este excelente texto, aumenta minha Ânsia em acreditar na Vida. E em Mim e no Ser Humano…
    Obrigado..
    E só vai vir mais um livro???
    Quero mais, Queremos todos. Quantos forem..
    Não porque somos fâs, mas porque temos bom gosto e merecemos !

  148. MARIAH

    -

    20/07/2009 às 9:55

    Olá meu Rei, seja bem vindo!

    Que lindo! Um romance perfeito! Confesso que chorei. A cada texto seu, vou ficando cada vez mais convicta de que você é o melhor. Não é a toa que o elegi meu favorito. Sou muito seletiva e não faço minha, as leituras que a unanimidades o fazem, se é que você me entende…
    Que você viva 100anos.
    Bj. a todos.

  149. Bella

    -

    20/07/2009 às 9:53

    Sublime, delicado, intenso.

    obrigada.

  150. Eduardo Alex

    -

    20/07/2009 às 9:52

    Logo após o escrito acerca do Michael Jackson, somos brindados com mais um texto digno de uma profunda reflexão, cheio de referências eruditas, e, ao mesmo tempo, tão simples em sua exposição.
    “São nossas, mas já não nos pertencem.” Você conseguiu transformar a popular “criamos filhos para o mundo” em algo mais sofisticado. Me lembrarei sempre dela, principalmente pelo fato de que em meses experimentarei as sensações da paternidade pela 1ª vez.
    Particularmente, estou gostando mais do Reinaldo “filósofo” do que o Reinaldo “analista político”. Este anda “soando” muito militante aos meus olhos.

  151. Celso

    -

    20/07/2009 às 9:51

    Reinaldo,

    como explicar marejamento dos olhos na leitura de um blog predominantemente político? Caro, com esse e outros textos tão Humanos é que nos dá a certeza de que pensamos o mundo de maneiras tão parecidas!
    Um grande abraço!

  152. João Mendes

    -

    20/07/2009 às 9:49

    Arrepiou, excelente texto!

  153. hdrummond

    -

    20/07/2009 às 9:49

    Bem vindo, Reinaldo!
    Fiquei com os olhos marejados.
    São palavras que traduzem bem a beleza das coisas delicadas que compõem nossos dias e , muitas vezes, não nos damos conta.
    Obrigada.

  154. Nilza

    -

    20/07/2009 às 9:48

    Bem-vindo, Rei. Agora integralmente.
    Belo começo de segunda-feira lendo este seu texto.
    Abraços.

  155. Akva

    -

    20/07/2009 às 9:45

    Reinaldo,

    Assim como você, estou de férias, duas semanas, com a família. Meu pai, na mocidade de seus 64 anos, havia prometido que iria levar os meus filhos (10 e 7 anos) ao parque Beto Carrero. Ele viajou mais de 1000 Km para nos encontrar. Fomos, então, nós quatro.
    Ver o meu pai brincando com meus filhos me comoveu.
    Como você disse neste belíssimo texto, descobri um pouco mais sobre os meus filhos, um pouco mais sobre o meu pai.

    Por causa de textos assim que todos nós abrimos todos os dias este seu blog. Obrigado.

  156. Junior

    -

    20/07/2009 às 9:44

    Há ausências que, embora produzam um vácuo abissal, merecem ser sentidas, pois o retorno preenche de tal forma a vaguidão que acaba por tranformar a volta numa grande celebração, digna dos que são indispensáveis.

    Bem-vindo de novo…

  157. Chico

    -

    20/07/2009 às 9:43

    Pôrra, Tio Rei, trazer as meninas para Natal só para ve-las em contemplação ou lendo Jane Austen… Coitadinha das pequenas, macho velho! Com tantas dunas, tantas praias, tanto peixe, tanto mar, tanto forró … Jane Austen!
    Com um abraço do
    Chico

  158. Eduardo

    -

    20/07/2009 às 9:41

    Cara, essa me tocou fundo. Que Deus o abençoe e a sua familia.

  159. josevar

    -

    20/07/2009 às 9:38

    Caro Reinaldo.
    Nós, seus leitores e admiradores,certamente nos emocionamos com este post.Não é por acaso que os tratamos, você e sua família,como amigos.Parabéns por mais esta aula de convívio familiar,tão minguada em nossos tempos. Grande abraço.

  160. Gaucho

    -

    20/07/2009 às 9:35

    É isso aí Reinaldo, mostra pra que tu veio novamente, com novos livros e sua vida ainda mais completa e mais feliz!

  161. Dacem

    -

    20/07/2009 às 9:32

    Reinaldo

    Cacete, meu ! ? Tá prá capar, né ? Pela sua descrição também estive lá. Vi voce, vi sua menina lendo, a outra vendo o mar. A esposa estava dentro da casa. Que cena cara !? Magia, pura magia. O que dizer ? Nada, nada. Apenas olhar e pedir a Deus, fervorosamente, que continue a protege-los

  162. Marcelo Chagas

    -

    20/07/2009 às 9:30

    Belo texto, Reinaldo. Bela percepção. Belos sentimentos. Você acaba de descobrir onde se esconde a tal felicidade: nesses detalhes. Emocionou-me. Parabéns e obrigado.

  163. Francisco

    -

    20/07/2009 às 9:29

    Reinaldo, parabéns pelas suas belas lembranças. Sou pai de três rapazes, que até outro dia eram crianças. Ah! que saudades. O tempo passa muito depressa e não podemos compartilhar suas esperanças, anseios.
    Os poucos cabelos, já brancos, mostram nossa finitude, mas não podemos os esquecer que eles continuarão nossa jornada.
    Obrigado por sua sensibilidade, e por transmitir essa tranqüilidade, sabendo que o que deixaremos é uma formação sólida, fincada nos preceitos cristãos.
    Lamento pelo final do meu casamento, quando já não pude mais acompanhar de perto seus desenvolvimentos.
    Faço aqui a mea culpa, me desculpando por fazê-la em público.
    Obrigado por nos brindar com palavras tão bela.

  164. Wilson Proto

    -

    20/07/2009 às 9:26

    Bom dia!!!
    Parabéns.
    De tudo, o que mais me emocionou, foi a referência às suas filhas: “São nossas mas já não nos pertencem”.
    Lindo!
    Sinto-me assim com minhas únicas filhas fqaz muito tempo.
    Abraços

  165. Rodrigo Gurgel

    -

    20/07/2009 às 9:22

    Parabéns pelo belíssimo texto, Reinaldo. Que você siga driblando a “indesejável das gentes”, meu caro, não só para nos presentear todos os dias com sua lógica deliciosamente impiedosa e irrepreensível, mas também com esses momentos de “grave delicadeza”. Grande abraço.

  166. Daniel M.Jr.

    -

    20/07/2009 às 9:21

    Que perfeito, é uma retomada de atenção para as sutilezas, é um anti-O Estrangeiro (Camus)? Ver senso da proporções nas pessoas é uma raridade, boa leitura, me emociono. Welcome back!

  167. Liz

    -

    20/07/2009 às 9:19

    Oi Tio Rei,

    Que bom que as férias foram boas mas você já voltou me fazendo chorar! Que lindo o texto! Tenho certeza que você e a Dona Reinalda são ótimos pais e as Reinaldinhas são reflexo disso.

  168. Nelson

    -

    20/07/2009 às 9:13

    Sei exatamente o que sentes.Tambem tenho “02 crianças”(24 e 29 anos).Não queremos perde-los sob qualquer pretexto.
    Aqueles que os perdem não souberam conquista-los com amor e exemplos.
    Parabens(com ou sem acento) pelo texto.Grande Abraço

  169. Mika

    -

    20/07/2009 às 9:07

    Reinaldo. Não vejo a hora de adquirir este seu novo livro que será lançado ainda este ano e aproveitando o assunto, você poderia pensar num novo livro para 2010, de preferencia a ser lançado antes de 03/10/2010. Pense nisso com carinho para nós e por nós.

  170. roby

    -

    20/07/2009 às 9:05

    Nsses momentos realmente percebemos que a vida prossegue — com a nossa anuência, com a nossa indiferença ou — o que é ainda mais terrível: sem ligar a mínima para nós.
    Sem o intuito de apelar à pieguice, você está agora naquela fase entre o fel e o mel. Aproveite. Nem todos têm essa felicidade.

  171. Turca

    -

    20/07/2009 às 9:00

    Ah, Rei, que coisa mais linda!Que declaração de amor! Eu sempre me emociono quando se trata de filhos, mas escrito por você, assim tão profundo e delicado, é de encher os olhos d’água.

    Um beijo

  172. Na

    -

    20/07/2009 às 8:58

    São essas pequeninas coisas que ficam, são elas que realmente importam. Fico em paz quando o meu filho, um homem de 30 anos, segura a minha mão com a mesma suavidade com que o fazia quando criança. É, Rei, somos abençoados. Boa semana.

  173. Carlos

    -

    20/07/2009 às 8:58

    Informe JB - Aloprados Aloprados 2
    Coincidências incríveis ligam o dinheiro apreendido na operação que envolvia os aloprados em meio à campanha presidencial de 2006 e a Bancoop. A primeira delas é um telefonema de um dos responsáveis pela entrega de R$ 1,7 milhão entre um dos presos e o presidente da cooperativa, João Vacari, uma hora antes das prisões em São Paulo.

    A outra é a descoberta de que uma prefeitura da Baixada Fluminense comprou títulos da Bancoop em valor parecido e no mesmo período em que era negociada a compra do dossiê que seria usado para desgastar a candidatura de José Serra. Os aloprados também são dirigentes e mutuários da cooperativa dos bancários. A maioria mora no residencial Torres da Mooca, na capital paulista.

  174. BIQUEI

    -

    20/07/2009 às 8:56

    A corrupção no governo do PT foi popularizada!
    Estão na mira da CPI da Petrobras também cerca de 60 mil contratos sem licitação na estatal e o patrocínio de projetos de políticos petistas.
    ONG ligadas ao “13? são as que possuem o maior número de contratos, como se pode observar, os vermelhos no governo de ALIBARBUDO ficaram com maior parte do bolo.

  175. Anonimo

    -

    20/07/2009 às 8:53

    Formidável, Reinaldo.
    Bom retorno.

  176. Marcel

    -

    20/07/2009 às 8:52

    É isso aí, Reinaldão. Parabéns pelo texto. Parabéns pelo seu patrimônio afetivo. Longa vida ao Rei.

    Abraço,
    Marcel

  177. Cris

    -

    20/07/2009 às 8:51

    Rei,

    Saiba que Tia Cris é adepta das viagens com os filhos- e olhe que os meus são adultos! - justamente por tudo que você cita. Acredite: não pára nunca! Os “guris” podem ter 10 ou 27 anos, sempre serão fascinantes, sempre mudando, crescendo. E você olha e pensa “cumé que pode? E eu que fiz!” (risos).
    Tem horas em que eles nos surpreendem negativamente, saiba. Mas aí é porque não corresponderam exatamente ao que sonhamos, né? Culpa deles? Afinal, os sonhos eram NOSSOS. E é aí que a gente descobre que fez INDIVÍDUOS e percebe QUE COISA INCRÍVEL é essa danada da vida.
    Ah, Rei, você tem ainda muito que se encantar com suas gurias. Fique de olhos e ouvidos abertos. Não perca nada!

  178. Olivia

    -

    20/07/2009 às 8:48

    Lindo!

  179. raimundo correia

    -

    20/07/2009 às 8:47

    eis que, alem de critico ,temos tambem um poeta.Mas o seu texto soube-me a uma reflexão recente vivida, só que eu tenho dois rapazes a quem sou muito ligado. Porisso entendí muito bem a sua angustia-expectativa. Um abraço e continue na tarefa de desmistificar estes bandidos.

  180. Francisco Magalhães

    -

    20/07/2009 às 8:47

    Natal? Que pena que o sol tenha saído tão pouco cá por estas bandas nas últimas semanas.
    Bem-vindo de volta à luta. Ou melhor, boa continuação.

  181. Euvaldo

    -

    20/07/2009 às 8:40

    Pô Rei! Chorei muito. Também tenho três moças… só que com mais idade que as suas.

  182. José Pereira

    -

    20/07/2009 às 8:38

    Muito bom dia, Reinaldo e família.
    Como tudo em seu texto é nobre e digno, vou destacar apenas duas coisas: 1. Ao ler o seu “num lugar aonde ainda não chegaram luz elétrica” etc., o “aonde” teria um “a” demais, dúvida logo sanada ao encontrar o verbo “chegaram” (Lá chegaram, para lá foram, nestes casos cabe mesmo o “a”, não é?); 2. Neste ponto: “Estas três moças têm me acarinhado”, incluindo nas entrelinhas, delicadamente, a sua esposa como uma das moças, embora eu também concorde que ela é realmente jovem, pois já a vi na Livraria Cultura em São Paulo, quando do lançamento do livro.
    Esse é o nosso Reinaldo Azevedo, tão inteligente quanto afetuoso.
    Um grande abraço a todos.
    J. P.

  183. M Ktisti

    -

    20/07/2009 às 8:38

    Isso tudo que vc disse, Reinaldo, fica mais lindo quando sentimos um pouco de nosso carinho e de nosso exemplo nos filhos que “partem”. Essa é uma grande satisfação. De que vc vai deixar algo válido e importante para eles. Aquele filho de 7 anos que “fazia a barba” com o seu aparelho sem lâmina hoje é um estudante de Engenharia mais alto do que eu. Fica a saudade e nasce o orgulho.

  184. Kk

    -

    20/07/2009 às 8:35

    Ronaldo
    Quanto carinho na tua escrita. Me ví em cada palavra de teu texto, tão simples de ser entendido por qualquer um que tenha sido pai de alguem. Senti isso com meus filhos, muito apressada e com algum remorso mas agora me deleito ao ter uma segunda chance com meu único e amado neto.
    Já estas cansado ter meus agradecimentos, mas nunca é demais repetir: Muito obrigada por traduzires em palavras sentimentos, sensações e palpites que me brotam sem nome e sem direção mas que ao encontrar tuas palavras começam a fazer sentido.
    Grande abraço desta tua amiga Kk

  185. Ailton

    -

    20/07/2009 às 8:29

    Inspiradas e inspiradoras palavras.
    Que Deus ilumine a você e à sua família, sempre!

  186. Maria Helena

    -

    20/07/2009 às 8:27

    Ah! Reinaldo! Sequer um elogiozinho escorregadio à Natureza do lugar?! As praias de Natal são de arrepiar, confesse! Restauram nossas forças e nos põem de volta aos eixos. Vai agora nos dizer que não é romântico?

  187. Ex-petista

    -

    20/07/2009 às 8:24

    Pelos frutos se conhece a árvore, Reinaldo… Parabéns por sua obra e por sua família.

  188. Uber

    -

    20/07/2009 às 8:24

    Quase me escapa uma lágrima…

  189. Leticia

    -

    20/07/2009 às 8:23

    Ai, que texto bonito, Reinaldo!!!!

  190. Cristal

    -

    20/07/2009 às 8:17

    Tio Rei !!!

    Sem palavras diante de tanta beleza e emoção!

  191. amp

    -

    20/07/2009 às 8:17

    Reinaldo, muitíssimo obrigado!

  192. j.freire

    -

    20/07/2009 às 8:17

    Reinaldo,
    bom retorno a rotina pois, do trabalho, não sairás nunca. Como sempre, você nos premia com textos maravilhosos, se superando sempre. Este pequeno relato das suas férias, nos faz refletir o quanto estamos juntos e ao mesmo tempo, tão longe. Principalmente de quem mais gostamos e do que mais gostamos. Aguardamos seu livro com ansiedade.

  193. Alfredo

    -

    20/07/2009 às 8:11

    Bom retôrno e tudo de bom para você e famíla. Desculpe-me desviar para outro assunto. Disseram que a vacina contra gripe suina seria produzida apenas em 2.010 devido não terem recebido a fórmula para sua produção. Deu para desconfiar desta história de fórmula para fazer vacina. Agora o secretário de Ciências e Tecnologia do Ministério da Saúde afirmou que é mentira, que o Instituto Butantã pode receber quando quizer a cepa do vírus para fazer a vacina, entretanto só a produzirão no próximo ano. Será usada na segunda onda prevista para o outro inverno. Isso não é brincar com a saúde da população? Falta dinheiro? Se não me engano no hemisfério Norte é verão. E Lula,família e amigos?Importarão?

  194. Durão

    -

    20/07/2009 às 8:08

    Chorei.

  195. Burduna Nelles!!!

    -

    20/07/2009 às 8:08

    ” São nossas, mas já não nos pertencem.”

    Feliz daquele que tem este olhar de respeito pelo próximo…

    Gracias.

  196. Teresa

    -

    20/07/2009 às 8:05

    Obrigada pela ternura do texto. A bela pagina com certeza estende a nos os efeitos das suas ferias. Da ate vontade de juntar marido e filhos e viver uns dias como esses de voces. Pena so que as coisas ca fora possam logo por em perigo seu estado de alma… De qualquer forma, bom retorno!

  197. Bobby

    -

    20/07/2009 às 8:04

    Entendi muito bem a sua mensagem

    Reinaldo -

    Estou em perfeita sintonia com tudo o que você escreveu nesse belíssimo post ! Se eu pudesse enviar-lhe uma mensagem que não fosse por meio deste comentário, de pronto você veria várias felizes coincidências que me unem a você e a sua família.
    Que Deus abençoe vocês quatro!
    Um muito cordial abraço -

    Bobby

  198. BRASILEIRO HONRADO

    -

    20/07/2009 às 7:49

    Prezado Reinaldo

    Parabéns pelo retorno e espero que tenhas aproveitado bem com a sua família, exceto nos “pequenos momentos” escrever os post.

    Acompanhei diariamente seu blog, como você mesmo disse, por acabar se tornando um vício, só que um vício bom, saudável e revigorante.

    Boas vindas e que eu, você, a maioria de seus leitores e brasileiros, continuemos atentos e em ALERTA MÁXIMO, para o que tem ocorrido em nossa Pátria.

    Saúde e paz a você e família

  199. scorpio3217

    -

    20/07/2009 às 7:35

    Contricuição.
    Zelaya dá como esgotado diálogo sobre crise de Honduras e anuncia “insurreição”2009.07.20
    Atualizado às 02h06.

    O presidente deposto de Honduras Manuel Zelaya deu como esgotado o diálogo para resolver a crise no país e anunciou o início de uma “insurreição” popular para retomar o governo eleito no país, que foi derrubado no último dia 28 de junho. A declaração surge pouco após o fim do diálogo entre representantes de Zelaya e do presidente interino Roberto Micheletti para encontrar uma solução para a crise política do país.

    Em entrevista coletiva na Embaixada de Honduras em Manágua, ele pediu à comunidade internacional para “endurecer as medidas” contra o governo de Micheletti e anunciou a organização de uma “frente interna” no país para “derrubar” os golpistas.

    A rodada de reuniões entre o governo deposto e os golpistas começou ontem sob o comando do presidente da Costa Rica, Oscar Arias, que afirmou que continuará a mediar as duas partes daqui a 72 horas com o objetivo de encontrar uma solução para o impasse.

    Neste domingo, Zelaya afirmou que a Constituição hondurenha estabelece o direito à insurreição. “Vou estar em Honduras e vou seguir fazendo tudo o que tiver que fazer (…) até que este grupo usurpador do poder tenha que se submeter às ordens que deu a comunidade internacional que é vinculativo a Honduras”, disse.

    Zelaya deu como “esgotado” o diálogo por causa do que considerou soberba e desrespeito da delegação de Micheletti não aceitar a proposta do presidente costarriquenho. “Hoje os golpistas ignoraram mais uma vez a comunidade internacional, Óscar Arias e a própria secretária dos Estados Unidos, Hillary Clinton, promotora e patrocinadora [do diálogo]“, disse.

    “Não vamos permitir o primeiro golpe de Estado no século 21, até que derrubemos os usurpadores”, insistiu. Para ele, a comunidade internacional está à prova, porque os golpistas estão desafiando o mundo inteiro.

    Ele pediu à comunidade internacional para endurecer as medidas contra o governo de Micheletti –nenhum governo reconheceu de fato o governo de Micheletti. “Se os Estados Unidos e outros países atuassem com mais forças, com mais dedicação, já do ponto de vista das atividades dos autores do golpe, este golpe não demoraria mais que poucas horas.”

  200. A.Carlos

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    20/07/2009 às 7:23

    Reinaldo,

    Bom dia!

    Seja bem vindo!

    E sem perder essa ginga desse dible!

    Maravilha!

    Bom dia, Reinaldo!

  201. Antonio Augusto Carvalho

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    20/07/2009 às 7:20

    Reinaldo,

    Esta crônica é um colírio para os olhos e a memória. Obrigado.

  202. Luis Eduardo

    -

    20/07/2009 às 7:13

    Caro Rei,

    Fui pai à pouco tempo. Meu filho tem 3 meses. Lendo seu post, entendi exatamente o que voce sente e como voce quero continuar a jogar e driblar muito para ter a chance de continuar muito tempo por aqui junto com ele.

  203. Claudio

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    20/07/2009 às 7:12

    Uma vez ouvi a seguinte frase numa dessas sitcoms americanas: “parental love is the only one that leads to separation.”

    E não é mesmo?

  204. São muitas as emoções

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    20/07/2009 às 7:06

    Parabéns por encarar numa boa aquilo que você chama de “a mais longa das despedidas”. Não é fácil, mas é o melhor para todos. Com e sem os problemas decorrentes. Adiante.

  205. Bruno de Montreal

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    20/07/2009 às 6:58

    Oi Reinaldo,

    gostaria de poder lhe dizer pessoalmente que partilho duas coisas contigo: a defesa incondicional e visceral da democracia; e a atencao para as coisas “que realmente importam na vida”.
    Admiro voce pela precisao de seus textos, pela sua rara inteligencia e perspicacia, sua aguerrida determinacao em defender os valores democraticos. Mas principalmente por saber apreciar o que realmente ha’ de valor nas nossas vidas.
    Desejo tudo de bom para suas filhas (sou pai tambem!).
    Um grande abraco e uma grande semana para voce.

    Seu fan

  206. Lúcia

    -

    20/07/2009 às 6:52

    Muito lindo! estou enviando para minha filha ler.

  207. Small Winner

    -

    20/07/2009 às 6:39

    Parabéns pelo tocante texto, mas se me permite um aparte, cuidado com a utopia de controle da natureza que isso é pura hýbris.

  208. Daniela Brasileira Insone

    -

    20/07/2009 às 6:38

    Só quem não te lê do começo ao fim para não te compreender.

  209. art

    -

    20/07/2009 às 6:34

    Entendo o Graal na modernidade, identificado pela neurolinguística como “competência essencial”. Este termo denomina aquilo que cada pessoa sabe fazer de uma forma que ninguém, ou muito poucos, conseguem equiparar. A competência essencial pode ser descrita também pelo termo (antigo) de vocação. Esse é que deveria ser o verdadeiro sentido da educação. É o que permite, você não se iludir com a unamidade contra Honduras, entender como age o Dr. Gilmar Mendes, ou ainda distinguir o joio do trigo ideológico atual. Dificilmente, alberto roberto entenderia.

    art (desculpe o tamanho do texto).

  210. Nicão

    -

    20/07/2009 às 6:31

    Bom dia e bem vindo. Férias boas, pelo jeito. Gostei: “A mais longa das despedidas.” É mais angustiante, ainda, quando constatamos que não conseguimos entregar a eles um país mais justo, mais decente, mais íntegro institucionalmente, para terem a sua “mais longa das despedidas” ao menos com uma melhor perspectiva de futuro.

  211. art

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    20/07/2009 às 6:20

    Uma passagem é mais esclarecedora: um cavaleiro com sentimento de se fazer justiça, vê um outro cavaleiro arrastando amarrada ao seu cavalo, uma linda moça. Revoltado o primeiro desafia o segundo para um duelo. Lutam por dias, até quando o primeiro cavaleiro observar que a linda mulher era na realidade uma terrível feiticeira, sua face verdadeira. Face aquela que provocou o seu suplício presa ao cavalo pelo segundo cavaleiro. Desnorteado pede então perdão ao oponente. Se tivesse tocado o cálice não haveria o embate.

    art

  212. art

    -

    20/07/2009 às 6:11

    Sua arte e ofício de escrever. Sabe Reinaldo, uma antiga lenda celta ou inglesa (escrita pela primeira vez em 1485, mas circulando por meio verbal desde muito antes), fala do Graal. Seria um cálice sagrado, levado à ilha por José de Arimatéia. Esse cálice possui o dom de tudo curar. de tudo esclarecer. A ação se passa na antiga Inglaterra, onde cavaleiros são motivados a promover a justiça. Contudo, a ação é perturbada por uma dificuldade terrível: as sombras de Platão, os véus de Vedas ou mais próximo de nós, as representações do velho Arthur Schopenhauer.
    art

  213. Dalvo - dalvojrossi@yahoo.com.br

    -

    20/07/2009 às 5:48

    Reinado,

    Seja bem-vindo à sua plena atividade em ”nosso” blog.

    Abraço.


 

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