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Osama, Obama

domingo, 6 de janeiro de 2008 | 21:10
Ah, tenham dó. Fiquem calmos os mais exaltadinhos. Fiz uma brincadeirinha quase inocente ao escrever o trocadilho “Obama-Osama”. Sei bem que é uma piada que também circula nos EUA. E daí? É só um pouco de humor. Não quis atribuir vocação terrorista a Barack Hussein Obama ou sugerir que o fato de ter estudado numa madraçal na Indonésia faça dele um cavalo-de-tróia do terrorismo muçulmano na política americana.

Não. Ele não é um cavalo-de-tróia por causa do seu passado ou de sua origem. Ele o é num sentido mais amplo, mais geral, que nada tem a ver com a sua trajetória. Querem debater essa questão a sério? Então vamos lá. Li alguns de seus discursos e tenho acompanhado a sua trajetória. Os que estão me xingando por causa da brincadeira podem me mandar uma síntese das idéias de Barack Obama.
- O que ele pensa sobre a guerra do Iraque?
- O que ele pensa sobre o sistema de saúde, para citar um problema que tem mobilizado camadas cada vez mais amplas dos americanos?
- O que ele pensa sobre a desvalorização do dólar no mundo?
- Como ele pretende responder à questão dos déficits gêmeos?
- O que ele pensa sobre a tensão crescente entre EUA e China?
- Que resposta tem para os conflitos no Oriente Médio?
- Que política deve substituir a atual no que respeita ao combate ao terrorismo?

Eu não sei. Ninguém sabe. Obama só faz sucesso porque tem uma idéia na cabeça, porque tem um sonho: “Obama precisa ser eleito presidente dos Estados Unidos”. E por que precisa? Para demonstrar que a América voltará a ser uma terra de oportunidades. Embora ele se negue a tratar de qualquer um dos problemas reais dessa mesma terra. Ao contrário: tem-se colocado como o candidato que vai romper com a tradição, com o establishment. Há um fundo regressivo e autoritário em sua postulação. E qual é?

Se ele não se eleger presidente dos EUA, então o país não é aquilo que diz ser. Sim, a construção de sua figura obedece mais ou menos ao mesmo figurino do Lula de 2002 no Brasil. Obama seria a negação da política americana e, por isso mesmo, o melhor nome para reformar a… política americana. Desculpem-me: é uma formulação essencialmente ilógica, pura picaretagem intelectual.

Os mais espertos poderiam indagar: por que não fazer essas mesmas questões aos demais candidatos? Porque eles não se apresentam como uma novidade - não no sentido da propaganda do senador ao menos. Ao contrário: são seus alvos; são acusados de meros caudatários ou procuradores de uma tradição com a qual ele pretende romper. Aí não dá. Obama é “Osama” no sentido de que se apresenta como o demolidor da velha América que, vejam só!, deu à luz… Obama.

Os americanos darão o cargo mais importante do mundo a um enigma, que vem com uma mensagem de, como é mesmo?, “renovação da política?” Conto com aquele meião classe média da América para impedir que isso aconteça. E tomara que os republicanos tenham juízo e escolham um nome competitivo para enfrentar, acho, Hillary Clinton. E mais ainda se o adversário for Osama – quero dizer, Obama.

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70 comentários em “Osama, Obama”

  1. Anônimo disse:

    McCain! McCain! McCain! McCain! McCain! McCain! McCain! McCain! McCain! McCain! McCain! McCain!

  2. Anônimo disse:

    Eu acho muita graça do empenho com que alguns discutem as eleições americanas. E o quico? Não vai mudar em nada a nossa vida, aqui no Brasil, pois vamos continuar a ser o quintal dos EUA, recebendo ( com gosto, diga-se de passagem)todo o lixo que eles jogam fora.Vamos continuar a ser monitorados, reserva de mercado e de matéria prima e, o pior, vamos continuar a votar com eles, perante os organismos internacionais ( vide a questão ecológica).Acordem, brasileiros, tentem ter um pouco de personalidade, digamos, cívica!

  3. hdrummond disse:

    Será que o Mollusco andou cedendo seus marqueteiros pro Osbama???
    O discurso só sei que nada sei, mas sei que conseguirei é típico.

  4. Anônimo disse:

    Reinaldo, o G1 fez um especial sobre as eleições americanas, traçando o perfil de todos os pré-candidatos. Há, em todos os perfis, um resumo do que o presidenciável pensa sobre algumas questões. O de Obama está assim:

    Questões polêmicas

    Aborto - É a favor do direito ao aborto
    Casamento gay - Deixaria cada estado decidir. É contra a emenda constitucional para banir o casamento gay.
    Aquecimento global - Defende a redução das emissões de carbono em 80% até 2050, com limites obrigatórios
    Controle de armas - Votou por deixar fabricantes e negociantes de armas vulneráveis a processos. Apóia restrições mais rígidas
    Saúde pública - Defende cobertura total para crianças e que empregados ajudem a pagar os seguros
    Imigração - Votou pela cerca na fronteira com o México e defende legalidade aos imigrantes ilegais, desde que falem inglês e paguem impostos
    Iraque - Foi contra a invasão. Defende a retirada de todas as brigadas de combate até 31 de março de 2008
    Pesquisa com células-tronco - Apóia a diminuição de restrições no financiamento federal de pesquisas com células-tronco embrionárias
    Impostos - Defende US$ 80 bilhões em descontos para trabalhadores de baixa renda e idosos

    Como se pode ver, na matéria ele aparece como alguém que tem idéias e assume posições, e não tanto como o candidato vaselina. O que há de verdade nas informações do G1?

    Cassiano

  5. Anônimo disse:

    A afirmação de que existem 40 milhões de pobres nos EUA é falsa. Considera-se o salário de pessoas muito jovens (muitas pessoas com 16anos trabalham). Entretanto, tais pessoas geralmente tem ajuda dos pais. Isto vale principalmente para estudantes, que muitas vezes tem suas mensalidades pagas pelos pais, embora morem longe da família e trabalhem para pagarem suas outras contas.

    Entram nessa conta, também, alcolatras, loucos e drogados, que tem família, mas que não podem ser internados à revelia e vivem nas ruas. Na maioria dos países, as famílias (ou o estado) internam seus drogados, loucos e alcólatras, diminuindo muitíssimo ou zerando o número de sem-teto.

  6. Iguinho disse:

    Nêgo não entende a essencia de um blog.Um blog existe para expressar as opiniões do seu autor permitindo até tiradinhas de humor e trocadilhos infames,sem uma censura direta ou indireta sobre essas opiniões.Não estamos na China!E quanto a esse Obama,parece um populista da pior espécie.

  7. Akhenathon disse:

    Por que alguns leitores teimam em enviar looongos comentários off-topic para o blog? Precisa copiar o artigo inteiro? Não basta enviar o link e um resumo?

  8. Johnsson disse:

    Meu ponto de vista é similar ao que yara postou asima. Inclusive já postei algo semelhante em algum lugar por ai com os mesmos argumentos que ela menciona.
    Não importa quem venha a ser eleito presidente, há pelo menos 4 bons que são equivalentes… Hillary, Obama, Giuliani e McCain…
    Quem governa MESMO os EUA são as instituições. O presidente cada vez mais faz um papel de ator que segue um script redigido por essas instituições.
    Presidente americano tipo hollywood (Independence Day e etc.) só exite no cinema mesmo.

  9. Anônimo disse:

    “Deus salve a américa” de Obama.

  10. Anônimo disse:

    Reinaldo,
    O Obama tem todas as qualificações para ser presidente … do Quênia.

  11. Anônimo disse:

    Aos politicamente corretos:

    Obama bin Laden!
    Obama bin Laden!
    Obama bin Laden!
    Obama bin Laden!
    Obama bin Laden!
    Obama bin Laden!
    Obama bin Laden!
    Obama bin Laden!

  12. WEIMAR disse:

    YARA CHIARA, um oásis de lucidez no meio de uma confusão dos diabos!

    Pra discordar dela inteiramente, impossível; em um ponto ou outro, dá muito trabalho. Desisto! Continuo de fora! Dá-lhes, Yara!

    Weimar

  13. Paulo Boccato disse:

    YARA CHIARA MATOU A PAU !

  14. Le Cafard disse:

    Finalmente uma opinião coerente a respeito de Osama, digo, Obama. A comparação com o Lula de 2002 é mais que apropriada.

  15. Luis Antonio disse:

    Reinaldão,

    fosse eu um americano votaria, claro, em Giuliani. Acredito que não há outro nome melhor. O problema é que Giuliani é o Serra dos Republicanos. É um homem que tem uma capacidade administrativa incrível, entretanto, politicamente, está longe de ser unanimidade entre os Republicanos. Muitos o acusam de ser um cavalo de tróia criado pelos Democratas. Bobagem, é claro. No final, prevendo uma derrota maiúscula, os Republicanos até podem lança-lo candidato, porém, creio, que sem condições de vitória.

    O estrago da administração Bush foi enorme. Principalmente o estrago moral. E é esse o ponto, dizem os meus amigos “americanus”. Não querem saber mais das velhas mentiras dos velhos políticos. Estão cansados. Ainda que Obama minta, e mente, pois calar-se das suas verdadeiras opiniões é uma forma de mentira, suas mensagens são novas, mesmo que sejam grandes jogadas publicitárias, como o ótimo “vote diferente”, http://www.youtube.com/watch?v=6h3G-lMZxjo
    Aliás, neste vídeo, Obama segue a linha do “Lula-não-sabia-de-nada”, ao negar o conhecimento do mesmo. O que é uma grande mentira.

    É Reinaldão, penso que será uma tarefa difícel para Hillary ganhar de Obama. Ela tem que seguir a linha “imagem não é tudo, conheça minhas idéias”, pois a “imagem é tudo” está com Obama. O homem sabe como usar a telinha. É fera.

  16. Anônimo disse:

    Realmente não dá pra avaliar a cabeça de quem não se expos ou não foi questionado, mas do jeito que as coisas vão para Obama, vai acabar com a Barack armada.

  17. Chicote Prateado disse:

    Esse sujeito que escreveu às 11:01PM é um dos mais completos idiotas e mentirosos esquerdistas que já apareceu aqui para vomitar besteiras. Primeiramente ele escreveu que lá nos USA existe 40 milhões de pessoas vivendo na pobreza mas (embora tenha dito que esta pobreza é pelos padrões americanos) “esqueceu-se” de dizer que esses “pobres” de lá equiparam-se ao que se chama de classe média aqui nesta república de bananas e que é composto por latinos que chegam clandestinamente e que não querem sair de lá de jeito nenhum e ainda arrumam um jeito de economizar algum dinheiro pra mandar pros seus familiares na latrino-américa. E, de mais a mais, onde houve no universo uma sociedade onde todos são ricos? Seria Cuba um exemplo?
    Depois ele diz (sem explicar porquê) que o SUS daqui é melhor que o sistema de saúde dos USA e esta nem vale a pena comentar, tamanho o absurdo.
    E finalmente ele cita o exemplo das enchentes de New Orleans onde a esquerdopatia publicou nos jornais do mundo todo umas fotos (já clássicas de tão repetidas)de uns negões pesando uns 200 kg cada um, andando numa rua alagada e ouvindo músicas nuns enormes rádios de pilhas carregados sobre os ombros, como vítimas flageladas e esquecidas pelo governo dos malvados americanos. Quem já morou lá sabe que aqueles negões são o retrato cuspido e escarrado dos parasitas (uma outra categoria dos “pobres” de lá) que não gostam de trabalhar e preferem viver coçando saco às custas do dinheiro que o governo lhes dá de graça.
    Este sujeito só faltou publicar o discurso imaginário do ratinho Cristovam Buarque dando pitos nos americanos.
    Ora, vão pra PQP, esquerdopatas.

  18. Rudgero Solluti disse:

    Reinaldo,
    Há algum tempo um leitor do seu blog referiu-se ao Bush como “Apedeuta americano”. Não acho legal chamar o Obama de Osama, já que este é o Terror, A Besta, coisa que o Osama não é. Talvez o Osama, seja apenas o Sibá americano. Desta forma, tomo a liberdade, como seu leitor antigo e fiel, de trocar o apelido de “Osama” para “Apedeuta americano”.

  19. Antonio Augusto Carvalho disse:

    Vou abrir o meu voto: Mitt Romney.
    Razão:
    1 - Que eu saiba não tem escândalos registrados;
    2 - Sempre que os republicanos assumem, o Brasil vai bem;
    3 - É Mórmon e, portanto, religioso o que sempre indica a existência de princípios morais;

    Mas não sei e gostaria de saber.

  20. Roby disse:

    Tio Rei:
    Via de regra, os pre-candidatos com esse perfil, quer dizer, negros, sem uma plataforma definida e que “têm um sonho”, não chegam sequer a disputar a eleição. Morrem antes.
    Nesse sentido, o povo americano e sua tolerância têm evoluído muito, mas será o bastante?
    Contra as expectativas gerais, sou mais Rudy Giuliani, por várias razões.
    Um abraço
    Roberto

  21. Tony disse:

    Engraçado, quando falam em McPain, Guiltyani, Huckabush os petralhas não abrem a boca.

    Osama é o Lula deles. E infelizmente creio que deve ganhar as eleições. Ontem a FoxNews (santo canal!) fez uma reportagem excelente sobre a manipulação intelectual da mídia para impor o Osama como presidente dos EUA.

    Se Obsama ganhar podem ter certeza do que vai acontecer. Populismo, alianças com Chávez, Morales e outros, Caixa 2, Cotas, mudanças na constituição para um terceiro mandato. Tudo com o nome de esperança.

    Deus salve a América.

  22. Anônimo disse:

    Muito bem, Reinaldo!
    A coisa que mais me mete medo, em política, é “esperança” vazia. Dá Collor e sobretudo dá Lula. Qdo ouço gente pensando em votar um dia Heloísa Helena, fico assustada. E, por favor, madraçal é só um joguinho de palavras: rima com lamaçal.
    L.

  23. marina disse:

    acabei de ver na Foxnews
    um forum com os 5 republicanos moderados
    por Chris Wallace.
    foi um banho.
    moderador maravilhoso,
    todos os tópicos abordados,
    discussão de idéias e não
    uma retórica de malhar
    Bush, trazer as tropas
    de volta e aumentar taxas
    que é só o que democratas
    repetem à exaustão.
    segundo um grupo monitorado
    por gráficos acionados por controle remoto analisando
    cada reação positiva ou negativa, o vencedor da noite foi Mitt Romney.
    ele saiu-se mesmo mto bem.

  24. marina disse:

    Reinaldo

    posição do Obama sobre o Iraque:

    trazer as tropas
    de volta no dia seguinte
    à sua eleição.( toc toc )

    bate nesta tecla desde
    o primeiro dia, e foi
    assim que conseguiu
    votos de jovens em Iowa.

  25. Paulo Domenico disse:

    Não se preocupe, caro Rei. Os EUA serão a mesma coisa com os republicanos ou os democratas. Com os democratas eles invadem a antiga Iuguslavia, com os Republicanos, o Iraque.
    Para nós, sulamericanos, seja qual forem os candidatos, e o eleito, pouco mudará. UM PASSO DE CADA VEZ.
    Antes devemos criar uma auto-crítica. Combater Lulas, Chaves, Farc’s, Kirchner’s etc e tal.
    E na minha medesta opinião devemos começar a nos interessar mais pela nossa história. Antes que qualquer europeu possa julgar nossos atos. (Como a abertura dos arquivos da “operação condor”, que começou em 2000, com o FHC, ou prender o Pinochet).
    Basta de partidos politicos usarem os direitos humanos como bandeira. (Ah, morrem 200 guerrilheiros de esquerda, mas morreram 150 soldados de direita. Chega! Morreram pessoas. Não importa o número. Uma só já basta. E sem truques ideológicos, como as “mães da praça de maio” na Argentina, que reclamam o sumiço de seus filhos, mas apoiam a Farc, sem se importar com as mães do outro lado).

    Devemos nos mobilizar! Mas antes de tudo, devemos nos interessar pelo que aconteceu.
    E que caia quem caia! (tanto da esquerda, quanto da direita).

    p.s. pelo menos na Argentina existe um programa de televisão que questiona: o CQC (Caiga Quien Caiga), que já foi exportado pra Espanha e Italia. Basta procurar no Youtube. É o programa argentino que tanto ofereceu um Kama Sutra ao Bill Clinton na época do escândalo Monica Lewinski, quanto perguntou ao Fidel Castro se ele estava visitando a Argentina pra ensinar o Kirchner a permanecer 40 anos no poder.

    Na Argentina e na Espanha é “CQC”, já na Italia é “Le Iene”.

  26. Yara Chiara disse:

    Como os EUA ainda são, apesar de tudo, o farol das nações, a população entende que democracia tem pouco a ver com eleição. Por isso que, em São Paulo, o engajamento nas prévias americanas é maior que em Iowa, onde mesmo quando se bate recorde, o comparecimento é de 12%.

    Sou itinerante. Não por escolha, é certo, mas por fatalidade: o tempo que passei nos EUA só reforçou minha convicção de que eles sabem que eleições não importam basicamente porque os candidatos nunca são claros a respeito de suas posições, que só são reveladas depois da entrada na Casa Branca, e porque raramente fazem o que a população quer que façam, o que é absolutamente natural: o pragmatismo americano - falo de Peirce, Wendell Holmes, William James, e não de Hillary Clinton ou o que se entende por pragmatismo no Brasil - ainda é forte o suficiente para alimentar as principais células do sistema nervoso americano.

    O pragmatismo americano leva a um cinismo e a um ceticismo absolutamente saudáveis. As pessoas, em princípio, e não a princípio, não acreditam em políticos: por isso são liberais. O liberal quer que a vida seja o menos politizada possível, que o Estado esteja cada vez menos presente em suas vidas, e só apareça para fazer o essencial: cuidar de parte da saúde - algo que a população americana, em todos os seus segmentos, apóia largamente, com quase unanimidade -de PARTE da segurança (por isso tem que ter também tropa mercenária, sistema prisional em cooperação com iniciativa privada, etc).

    O pragmatismo liberal do americano ainda sobrevive na cabeça do mega-empresário e do atendente do Mcdonald’s: quanto menos o Estado encher minha paciência, melhor. Isso significa: a sociedade deve ser despolitizada ao máximo, por isso ninguém vota. A Constituição garante que, não interessa quem seja o presidente, você poderá continuar abortando ou exercendo sua liberdade de expressão a extremos inimagináveis em qualquer outro lugar do planeta: a política não entra na sua vida íntima e nem na sua vida intelectual.

    Eles sabem que é tudo circo. E que entre Giuliani e Clinton não há diferença nenhuma: até por isso Giuliano, como prefeito, foi um dos grandes entusiastas e amigos do maridão da Hillary. Isso é civilização: você entender que existe um núcleo de liberdades que lhe são garantidas não importa quem seja o candidato. Isso é democracia em estado muito avançado.

    A briga mesmo é mais intelectual: os EUA devem assumir de vez a vocação imperial ou retornar à potência republicana mais isolada? O pessoal acha que o problema é o meio do caminho: o nem um nem outro que produz Vietnã, Iraque, etc. O que deixa irritado o americano é o fato de o país ir à guerra, gastar bilhões, arcar com os mais diversos custos - soldados que voltam e precisam de cuidados médicos do sistema público de saúde -, você ver milhares de pessoas morrerem - Iraquianos, americanos, etc. - e nada. Só caos, mais violência, mais matança. E, de repente, um espertinho chega e fala: vamos voltar! Acabou! É, isso irrita: isso irrita porque representa desperdício de recursos, desprezo pela vida e erro estratégico.

    A Inglaterra sabia ser império: vide a Índia. Coisas feias aconteceram, sem dúvida, mas a Índia foi deixada com uma infra-estrutura de fazer inveja a muito país de primeiro mundo. E, hoje, enfim, cresce a um ritmo alucinante cada vez mais pessoas saem do estado de pobreza extrema em que estavam.

    Eu sou a favor de um Império inteligente.

    Tem gente que é a favor de um Imério burro, que só contribui para acirrar ânimos, aumentar tensões regionais e alimentar o terrorismo.

    Tem gente que é a favor da velha república isolacionista (e tem gente que diz que ela nunca existiu…e haja choradeira depois de várias cervas no boteco).

    Os isolacionistas são mais anacrônicos, discordo deles: mas respeito, tanto os isolacionistas republicanos quanto os democratas. Anacronismo inteligente, em política, não é falá

  27. DO ONÇA disse:

    NÃO VOTE EM OBAMA;
    SEJA IZPÉRTO…ELEJA JUCA PIRAMA!!

  28. Paulo Boccato disse:

    URGENTE-EXTRA !

    REINALDO !
    OLHA QUE PORRADA !

    Carta do Embaixador Márcio Dias ao Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim

    Meu caro Celso,

    Como um grande número de colegas, acompanho com desaprovação mas em silêncio a maneira como você e Samuel vêm conduzindo o Itamaraty.

    Hierarquizados como somos, ainda acreditamos no velho bordão de que quem fala pela Casa é o seu Chefe. Assim, ao nos darmos conta, logo no início do Governo Lula, de quem iria dirigir a Casa nos próximos anos, muitos, como eu, preferimos aposentar-nos a seguir na ativa sob uma direção de que fatalmente discordaríamos. A propósito, nunca em momento algum do Itamaraty, houve tantos Embaixadores aposentados voluntária e precocemente.

    Certo, você já havia dirigido a Casa em outra ocasião, mas as circunstâncias eram totalmente diferentes, pois não só sua chefia era mais aparência que realidade (o que muitos dizem ser novamente o caso) , mas sobretudo o Presidente era outro. Não é o caso de concordar ou não com o Governo. Afinal, todos servimos ao país no tempo dos Governos militares, com os quais a grande maioria de nós não concordava. Mas servíamos ao Estado, nosso legítimo patrão, e não a partidos.

    Com o Governo do PT e conhecendo a sua “flexibilidade”, mais o viés ideológico do Samuel, vários, como eu, previmos o que estaria por acontecer e, com o espírito de disciplina da carreira, preferimos dela nos afastar, por estimarmos que viríamos a discordar frontalmente da maneira pela qual a Casa seria conduzida. Assim, eu, por exemplo, pedi minha aposentadoria mais de cinco anos antes da data compulsória.

    Evidentemente não foi uma decisão fácil. Você sabe tão bem quanto eu o quanto significa para nós essa carreira, como nos dedicamos integralmente a ela. Mas absolutamente não me arrependo de havê-la deixado tão cedo, pois com meu temperamento seria muito difícil engolir calado a série de estrepolias administrativas que vêm sendo praticadas. E que já se iniciavam com a falta de legitimidade do Secretário-Geral, que não preenchia os requisitos legais para ocupar o cargo ( lembro que para que o pudesse ocupar foi necessária a anulação, por meio de um artigo espúrio de medida provisória que nada tinha a ver com o Itamaraty, da exigência de haver exercido chefia de missão diplomática).

    Enfim, não vou entrar em pormenores dos vários atos que estupraram as tradições da Casa, pois você certamente os conhece muito melhor do que eu.

    Quero ater-me a um episódio recentíssimo, o do falecimento do ex Secretário-Geral e Chanceler, e sobretudo grande Embaixador Mario Gibson Barboza. Sobre o qual você só veio a manifestar-se na undécima hora, ao aderir, na véspera, à homenagem que vários amigos, eu dentre eles, lhe prestamos com uma missa hoje na Candelária, E que, pelas melhores tradições da Casa, deveria ter sido iniciativa sua.

    Caso houvesse da sua parte ou da do Samuel alguma restrição pelo fato de Gibson ter sido o Ministro de Estado de um duríssimo Governo militar, lembro a vocês que a personalidade e a autoridade moral do falecido Embaixador foram diretamente responsáveis pela manutenção da dignidade do Itamaraty naquele terrível período. Devemos a Gibson, como a alguns dos outros colegas que bem dirigiram a Casa após 1964, o fato do Itamaraty haver sido preservado tanto quanto possível da violência do regime.

    Creio que você – que sempre considerei dos mais inteligentes dentre os colegas – acabou tendo o bom senso de dar um freio na iconoclastia infantil que fazia com que o Itamaraty fingisse desconhecer o desaparecimento de um dos seus melhores nomes, e viesse, finalmente, a evitar uma grosseria inexplicável e a juntar-se ao preito que lhe rendíamos os colegas.

    Pois, alentado por essa demonstração de juízo, tomo a liberdade de sugerir que use essa inteligência para analisar com equi

  29. renamdiaz disse:

    Você disse tudo, Reinaldo: Picaretagem intelectual. Estamos exportando o “lulismo” com a globalização. Até há um tempo atrás, o que era bom pra os Estados Unidos, era bom para o Brasil. Agora, é o contrário…estou começando a ficar com pena do Tio Sam…rs…

  30. Anônimo disse:

    Ron Paul Revolution!!!

  31. jor disse:

    Até que enfim alguém falo do Osama, não, Obama, ah, sei lá…
    sempre achei que o discurso dele tinha um “pé” na esquerda…
    todo mundo puxa o saco do cara só porque ele é parente do Osama, não, ah, deixa pra lá…

  32. Leiam esta carta do Embaixador Marcio de Oliveira disse:

    Carta do Embaixador Márcio Dias ao Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim

    Meu caro Celso,

    Como um grande número de colegas, acompanho com desaprovação mas em silêncio a maneira como você e Samuel vêm conduzindo o Itamaraty.

    Hierarquizados como somos, ainda acreditamos no velho bordão de que quem fala pela Casa é o seu Chefe. Assim, ao nos darmos conta, logo no início do Governo Lula, de quem iria dirigir a Casa nos próximos anos, muitos, como eu, preferimos aposentar-nos a seguir na ativa sob uma direção de que fatalmente discordaríamos. A propósito, nunca em momento algum do Itamaraty, houve tantos Embaixadores aposentados voluntária e precocemente.

    Certo, você já havia dirigido a Casa em outra ocasião, mas as circunstâncias eram totalmente diferentes, pois não só sua chefia era mais aparência que realidade (o que muitos dizem ser novamente o caso) , mas sobretudo o Presidente era outro. Não é o caso de concordar ou não com o Governo. Afinal, todos servimos ao país no tempo dos Governos militares, com os quais a grande maioria de nós não concordava. Mas servíamos ao Estado, nosso legítimo patrão, e não a partidos.

    Com o Governo do PT e conhecendo a sua “flexibilidade”, mais o viés ideológico do Samuel, vários, como eu, previmos o que estaria por acontecer e, com o espírito de disciplina da carreira, preferimos dela nos afastar, por estimarmos que viríamos a discordar frontalmente da maneira pela qual a Casa seria conduzida. Assim, eu, por exemplo, pedi minha aposentadoria mais de cinco anos antes da data compulsória.

    Evidentemente não foi uma decisão fácil. Você sabe tão bem quanto eu o quanto significa para nós essa carreira, como nos dedicamos integralmente a ela. Mas absolutamente não me arrependo de havê-la deixado tão cedo, pois com meu temperamento seria muito difícil engolir calado a série de estrepolias administrativas que vêm sendo praticadas. E que já se iniciavam com a falta de legitimidade do Secretário-Geral, que não preenchia os requisitos legais para ocupar o cargo ( lembro que para que o pudesse ocupar foi necessária a anulação, por meio de um artigo espúrio de medida provisória que nada tinha a ver com o Itamaraty, da exigência de haver exercido chefia de missão diplomática).

    Enfim, não vou entrar em pormenores dos vários atos que estupraram as tradições da Casa, pois você certamente os conhece muito melhor do que eu.

    Quero ater-me a um episódio recentíssimo, o do falecimento do ex Secretário-Geral e Chanceler, e sobretudo grande Embaixador Mario Gibson Barboza. Sobre o qual você só veio a manifestar-se na undécima hora, ao aderir, na véspera, à homenagem que vários amigos, eu dentre eles, lhe prestamos com uma missa hoje na Candelária, E que, pelas melhores tradições da Casa, deveria ter sido iniciativa sua.

    Caso houvesse da sua parte ou da do Samuel alguma restrição pelo fato de Gibson ter sido o Ministro de Estado de um duríssimo Governo militar, lembro a vocês que a personalidade e a autoridade moral do falecido Embaixador foram diretamente responsáveis pela manutenção da dignidade do Itamaraty naquele terrível período. Devemos a Gibson, como a alguns dos outros colegas que bem dirigiram a Casa após 1964, o fato do Itamaraty haver sido preservado tanto quanto possível da violência do regime.

    Creio que você – que sempre considerei dos mais inteligentes dentre os colegas – acabou tendo o bom senso de dar um freio na iconoclastia infantil que fazia com que o Itamaraty fingisse desconhecer o desaparecimento de um dos seus melhores nomes, e viesse, finalmente, a evitar uma grosseria inexplicável e a juntar-se ao preito que lhe rendíamos os colegas.

    Pois, alentado por essa demonstração de juízo, tomo a liberdade de sugerir que use essa inteligência para analisar com equilíbrio os rumos que sua gestão está dando à Casa. Para ver que o PT passará (e breve, espero), assim como passou o r

  33. o raciocínio é outro disse:

    Não se preocupem. Se Obama for eleito e se tornar uma ameaça para os EUA , eles darão um jeito de tirá-lo de lá rapidinho. Talvez alguns postantes não conheçam as regras políticas que regem o primeiro mundo. Nestas terras o governante sob suspeita é convidado à sair e não retorna mais. Ou será que acham que Lulla não poderia ter sido eleito nos EUA? Claro que sim , a diferença é que na primeira denúncia do mensalão ele já seria colocado em quarentena , e tchau. Gente! nos EUA os políticos são vistos apenas como um mal necessário. Essa badalação que existe aquí com o sapo , é coisa de terceiro mundo. Vcs falam também da meritocracia americana. Obama não entrou agora na política. Ao que consta , já foi ou é Senador. Em um pais abertamente racista vcs acham que se ele não tivesse competencia política , ele chegaria ao Senado ?

  34. MARCO ANTONIO disse:

    CARO REINALDO,

    Você pode fazer humor e trocadilho, até mesmo porque o blog é seu e sabe se sair bem até mesmo quando pisa na bola. Mas, convenhamos, com todo respeito que você merece - esse seu trocadilho é infeliz, infeliz na forma e na intenção.

    Não se compare Obama nem com Osama, um assassino terrorista; ou com Lula, um político de parca formação. Obama tem estudo e leitura, sabe ler e escrever, não é o apedeuta. Saber ler é um diferencial, não acha? Saber escrever, mais ainda. Você é um exemplo, está aqui na Veja… é quem é por conta disso. Mérito seu.

    As opiniões dele, de Obama? Sobre o Paquistão? Já disse que se a coisa sair do controle, os EUA deverão intervir. Pronto! Ele é intervencionista, como Bush, como foi Kennedy. Votou no Patriot Act. Pronto! E hillary está jogando na cara dele o apoio a Bush.

    E tem mais, se os republicanos não tomarem cuidado na escolha do candidato, Obama leva a eleição e será o presidente da maior potência do planeta. Hillary já está no papo. Por quê? É como disse Diogo Mainardi: “ela não é o segundo candidato de ninguém”. Com a saida dos menores do páreo, os votos vão migrar para Obama.

    Um abraço.

  35. simplesmente maria disse:

    Grande post, Rei. Lógico e corajoso.

  36. Carlos César Higa disse:

    Reinaldão,

    Um ófitópiki:

    Acabei de assistir ao “Manhattan Connection” (Diogo Mainardi falou da Itália e ele estava num cenário sombrio). Eles sempre falam do Brasil na imprensa estrangeira. Uma das matérias saiu na revista “The Economist” falando do bispo Edir Macedo. Mando aí o link: http://www.economist.com/world/la/displaystory.cfm?story_id=10431800

  37. Tomé disse:

    Tem Neandertal enchendo o saco, Reinaldão?

    Vamos fazer assinaturas das revistas da Turma da Mônica para eles.

  38. BOOTLEAD disse:

    To aqui de vorta Reinardo…

    Mencionei no post anterior o perigo da tal Lei nº 11.631 (SINAMOB) de 27/12/2007, ou seja, no apagar das luzez do ano p.p., e já notei que alguns comentaristas também estão preocupados com isso, já que no nosso caso é muito mais importante do que as eleições norte-americanas, porque eles os norte-americanos não estão nem aí para a nossa região, a não ser o Mr. Oliver Stone, que veio acompanhar de perto ” o exército de camponeses (FARC) que luta por uma vida digna”.

    Pois bem, esta porcaria bem instrumentalizada, chamada SINAMOB já estava prevista pelos petralhas desde muito, só não mandaram braza antes porque havia percalços no caminho, tipo CPMF, aumento dos militares e o principal problema: Militares de alto-posto contrários a idéia, pois, as FFAA já contam com toda uma infra-estrutura de mobilização militar, como também esta é a área deles e não de um bando de vagabundos, que nunca puseram os pés em um quartel, a não ser como terroristas capturados e aprisionados.

    No entanto, eles conseguiram afastar ou passar para a reserva o grosso daqueles militares contrários a tal despropósito, justamente por saberem o perigo que representa. Assim sendo, expediram a tal lei. Para quê?

    Vejam bem, não vou aqui ocupar espaço para pormenorizar tal lei, quem estiver interessado nos detalhes poderá ler no Dário Oficial da União, link abaixo:

    http://www.in.gov.br/imprensa/jsp/jsp/jornaiscompletos/visualizacao/pdf/visualiza_pdf.jsp?jornal=do&secao=1&pagina=01&data=28/12/2007

    ou mais detalhadamente no site específico do tal SIMOB, link abaixo:

    http://dsm.dgp.eb.mil.br/legislacao/DIVERSOS/POLÍTICA%20GOVERNAMENTAL%20DE%20MOBILIZAÇÃO%20NACIONAL.htm

    OK, o que eu visualizo nesta estrovenga petralha: Notem este trecho - “intervenção nos fatores de produção públicos e privados; a requisição e a ocupação de bens e serviços, e a convocação de civis e militares”, quando? “Quando houver ameaça indefinível de agressão ou desde uma situação de normalidade para viabilizar o “preparo da Mobilização Nacional”, então o nosso “Belial” e seus petralhas, principalmente o “nosso homem em Caracas”, Marco Porco Top Top Garcia, manda os narco-terroristas das FARC invadirem um pedaço da Amazônia, ou mesmo tropas do “El macacon que no se calla” fazem tal “mierda”, talvez via Bolívia do “Evil Sen Morales”, vai saber, são muitas as opções, reparem que helicópteros altamente armados do Exército da Venezuela já estiveram sobrevoando e até aterrizando com tropas em nosso território.

    Daí, o “Lula-Belial”, decreta “total ou parcialmente a mobilização nacional, autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas”, ah! Bom, precisa do Congresso… Alguém em sã consciência acredita que este “congresso” que aí está negaria alguma coisa ao apedeuta-mor, ainda mais se tratando de segurança nacional, ou quase estado de guerra, nunca.

    E as FFAA? Bom, os chefões já andaram, como diz o R.A., recebendo algumas prebendas no final do ano, dá-se umas migalhas para o resto das tropas, já que estão todos mortos de fome mesmo, fazem-se mais algumas promessas para o futuro e então é só correr para o abraço.

    ESTADO DE GUERRA: Congresso fechado, imprensa sob censura, ou melhor, toda a mídia escrita, falada, televisada e blogada, hé, hé, hé. Eleições? Nem pensar pô, o Brasil corre perigo de guerra caramba! Esse é o plano. Pronto chega! Quem quiser crer que creia, senão espere sentado para se “nassifu”.

  39. Giuliano disse:

    Caro Reinaldo. Obrigado pelo dicionário. Sempre utilizei LAICO ao invés de LEIGO. No que tange aos EUA, nós já tivemos uma lamentável experiência Collorida e PTralista. Salvador da Pátria demagogo dá arrepios a qualquer nação.

  40. Carlos César Higa disse:

    Reinaldão,

    Pois é. Vai ver essa gente ache engraçado aquela foto que a UNE distribuiu mostrando o Bush com o bigodinho do Hitler nos dias que ele esteve aqui no Brasil. Aliás,recomendo o vídeo que está no link aí do lado no qual você comenta justamente sobre essa galera irritadinha.

  41. coache disse:

    Reinaldo, perde um amigo,mas não a piada. Feia a comparação com Osama, nem piada.
    Mas, concordo que ele ainda está verde, opinião do Tim Garth, hoje no Estadao.
    Mitt Rommey é aquilo que o Giuliani acha que é, ou melhor que a mídia diz que ele é. Mc Cain também é muito melhor que Giuliani.
    Giuliani é uma mistura de Cesar Maia com Collor.
    Pior que ele, somente o cara do Arcançá.
    Por isso, o embate sério seria Hillary vs Mitt. Vamos ver.

  42. Anônimo disse:

    Meu caro,
    o Obama não estudou em madraçal nenhuma na Indonésia. A história foi levantada por um blogueiro irresponsável e leviano dos EUA (sem ironia) mas já foi desmentida.

    Você deveria corrigir, amante dos fatos que é.

    Mas eu duvido.

  43. Anônimo disse:

    Completamente bem direcionado, como sempre o senhor nops dá uma aula.

  44. Cris disse:

    A esquerda apoia Obama? PHA é chegado?

    Tô fora! Nem precisa dizer mais nada.

  45. Anônimo disse:

    OB(S)AMA.

    OBAMA É UM LIBERAL. E, NOS EUA DE HOJE, UM LIBERAL É UM SER MUITO ESTRANHO. DE MODO GERAL MEIO ESQUERDINHA E CHEIO DE IDÉIAS POLITICAMENTE CORRETAS. ISSO É BOA PARTE DO CONJUNTO DOS DEMOCRATAS AMERICANOS.
    TOMARA QUE O EX-PREFEITO GIULIANI SEJA CANDIDATO, EMBORA NÃO CREIA MUITO DEVIDO À SAÚDE DELE.
    MAS SERIA A MELHOR OPÇÃO À SUCESSÃO DE BUSCH.

  46. Sandra disse:

    Reinaldo

    Acho que os Estados Unidos estão tão institucionalizados, que faz pouca diferença quem será o presidente.

  47. Anônimo disse:

    “Não me comprometa. Não sou a favor nem contra. Não sei de nada e nem quero saber”. Um demagogo oportunista como ele tem tudo para mudar os EUA pra pior.

  48. Anônimo disse:

    Caro, acho que vc está sendo injusto com o Barack Obama, principalmente porque os demais candidatos, democratas e republicanos, também só dizem coisas vagas e generalistas a respeito do que fariam na Casa Branca. Isso inclui seus queridinhos John McCain e Rudy Giuliani — e eu não deixo de fora o próprio Obama, com quem simpatizo, mas em quem sei ver limites e deficiências.

    O ponto, talvez, seja que basta fazer o contrário do que fez Bush, que a coisa vai melhorar.

    Não sei se vc sabe, mas nos EUA existem cerca de 40 milhões de pessoas vivendo na pobreza (lá pelos padrões deles, mas pobreza mesmo assim); e não custa lembrar que, em termos de cobertura e acesso, o nosso SUS é muito mais decente do que o sistema de saúde dos EUA. São esses os temas tratados insistentemente por Obama e Edwards, os dois democratas mais à esquerda, e tangenciados pela Hillary Clinton, que não pode falar muita coisa porque seu maridão mandou no país por oito anos e é partícipe do status quo.

    Aliás, acho que é esse o seu erro: defender o establishment dos EUA como se ele fosse ou tivesse sido capaz de gerar uma sociedade (não interessa sob qual ideologia) bastante ou razoavelmente justa. Você lembra de New Orleans após o Katrina? Pois é. Muita coisa precisa mudar por lá. Não será um republicano que o fará.

    De resto, recomendo que vc busque no You Tube, se já não o fez, a íntegra do discurso de Obama numa reunião dos democratas em 2004, apoiando a candidatura de John Kerry à presidência. Tecle Obama, audacity, hope — e tente ficar indiferente.

  49. Anônimo disse:

    me parece que o presidencialismo acabou.

    MAM

  50. FalcaoBR disse:

    O comentario é sobre todos os seus posts relacionados a eleicao americana.
    1 - Discordo que a Hillary seja a “democrata” mais elegível. A rejeição dela é altíssima e o marido também só traz votos nas primárias.
    2 - Não se sabe muito das propostas do Obama, mas o conselheiro econômico dele é muito mais inteligente do que os das outras campanhas, republicanos e democratas incluidos. Austan Goolsbee é o nome do sujeito.
    3 - A comparação entre o Obama e o Lula é bastante superficial. Ó bama é provavelmente o mais inteligente dos candidatos e Lula não vale a pena comentar.
    4 - O melhor candidato republicano seria o McCain, mas acho difícil ele conseguir ganhar as primárias.
    5 - Quase todos que tem chance de ganhar farao um trabalho bem melhor do que o Bush . As exceções sao Huckabee e Edwards.

  51. Paulo Boccato disse:

    GIACOMO ,COM TODO RESPEITO,NAO ACHO QUE OS COMENTARIOS AQUI SEJAM DE UM ‘ACHISMO SÓ’ !

    EU POR EXEMPLO ME ACHO RAZOAVELMENTE BEM INFORMADO SOBRE O ASSUNTO LENDO DA PORCARIA DO NYT AO WHASINGTON POST,USA TODAY…ESCUTO RADIOS PELA INTERNET E PELO MENOS A MAIS E UM ANO QUE ME CORRESPONDO NO SITE DEDICADO A DEBATER A CANDIDATURA DE FRED DALTON THOMPSON QUE, CASO EU VOTASSE POR LÁ, SERIA MESMO O MEU CANDIDATO…

    MUITO DO QUE FOI ESCRITO AQUI PELOS PARTCIPANTES NESTE BLOG TEM MAIS CONTEUDO E PERTINENCIA DO QUE AS BOBAGENS QUE JÁ LI NAS MAOS DOS ‘IXPICIALISTAZ’ DA FOLHA DE SAO PAULO E DO ESTADAO (A CORRESPONDENTE DO O ESTADO É PÉSSIMA/VALEI-ME SAO PAULO FRANCIS!) QUE JÁ ESCREVERAM UM MONTE DE ASNEIRAS E DESINFORMAÇÃO !

    ABRAÇOS.
    BOCCATO

  52. Anônimo disse:

    Alerta! Petralha racista às 9:56!

  53. Anônimo disse:

    a construção de sua figura obedece mais ou menos ao mesmo figurino do Lula de 2002 no Brasil. Obama seria a negação da política americana e, por isso mesmo, o melhor nome para reformar a… política americana

    Visto por esse ângulo, ele está mais para “colored Collor”…

  54. Paulo Boccato disse:

    ENQUANTO ISTO ,NO ‘BARRACO’ AQUI AO LADO :

    Metade da população quer saída de Evo, diz pesquisa
    Enquete afirma que 48% da população votaria pela revogação do mandato em referendo

    Efe
    Tamanho do texto? A A A A
    LA PAZ - Quase a metade dos bolivianos, 48,4%, votaria a favor da revogação do mandato do presidente Evo Morales se um referendo fosse realizado, segundo uma pesquisa publicada neste domingo, 6, pelo jornal El Deber, de Santa Cruz.

    Em meados de dezembro a Câmara dos Deputados da Bolívia, controlada pelo governo, aprovou o projeto de lei sobre o referendo da revogação do mandato de Morales e dos nove governadores regionais do país proposto pelo próprio presidente. A pesquisa, elaborada pela empresa privada Captura Consulting, detalha que 46,1% apoiaria a continuidade de Morales, enquanto o restante 5,5% disseram que não sabem ou não responderam.

    A pesquisa da Captura Consulting revela, além disso, que Santa Cruz, a cidade mais rica do país e reduto de opositores, concentra a maior rejeição ao presidente (80,7%). A enquete foi realizada de 28 a 30 de dezembro com 820 pessoas de La Paz, El Alto, Santa Cruz e Cochabamba, as principais cidades do país. Ao contrário, na cidade andina de El Alto, a mais pobre do país, o presidente obtém respaldo de 81%.

    Segundo a norma aprovada para a realização do referendo, a autoridade submetida à avaliação será revogada se os votos contra si forem superiores aos obtidos à favor na última eleição de 2005, tanto em porcentagem de votos como em número total.

    A lei deve tramitar agora no Senado, onde a oposição é maioria e propõe uma fórmula diferente que consiste em que bastará 50% mais um sufrágio contra para que as autoridades deixem seus cargos.

    A pesquisa também assinala que se o referendo sobre o projeto de nova constituição impulsionado por Morales fosse realizado agora, 46,6% votaria contra e 38,5% a favor, enquanto 14,9% “não sabem ou não responderam”.

    Há apenas uma semana, a empresa de consultoria privada Ipsos Apoyo Opinión y Mercado também divulgou uma pesquisa segundo a qual 41% dos bolivianos rejeitaria a proposta constitucional se o referendo sobre esse texto fosse realizado agora, frente a 39% que a aprovaria.

  55. Paulo Boccato disse:

    ÊPA !

    ISTO PARECE SER UM ‘SINTOMA’ NADA DESPREZIVEL…PARECE QUE PODE HAVER MAIS UM NO PAREO !

    Republicano nanico surpreende com arrecadação
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    da France Presse, em Washington

    Ron Paul, 72, o mais atípico dos pré-candidatos republicanos, surpreendeu ao ter arrecadado mais fundos para a campanha do que todos os seus adversários no último trimestre de 2007 nos Estados Unidos: US$ 20 milhões (R$ 35,1 milhões).

    Paul, um representante do Texas, atribuiu o valor –o dobro do que arrecadaram seus rivais democratas de peso nacional como Barack Obama e Hillary Clinton– à atenção que deu ao americano médio, segundo ele, cansado dos políticos tradicionais.

    “Esta é uma grande vitória, ganhar a indústria militar, a indústria farmacêutica e a todos os interesses deste tipo por meio de pessoas que mandam seu dinheiro”, disse Paul à CNN.

    “Existe um amplo setor que envia dinheiro para nossa campanha”, afirmou o pré-candidato.

  56. Paulo Boccato disse:

    COMO TUDO O QUE A ESQUERDA APÓIA,ACHO ESTE HOMEM UM PERIGO E POR SER NOS EUA, PARA O MUNDO !

  57. hugo disse:

    Tio Rei,

    Peço atenção a um fato que vi num comentário do post anterior. Alguém disse que os EUA são anticatólicos profundos, algo que é falso. É bom lembrar que 26% da população americana é católica, e essa porcentagem é 4 vezes maior do que a segunda denominação - a “Southern Baptist Convention”. Lembrando que juntar todas as denominações protestantes sob um mesmo número só faz sentido para quem pensa num jogo do tipo “católicos versus outros”. Muitas vezes as denominações protestantes divergem mais entre si próprias do que com a Igreja Católica, e seu único ponto de união é baseado numa negação, a de não ser católico.

    Abraço,
    Hugo

  58. Anônimo disse:

    6. Governor Mike Huckabee (R-AR): Governor Huckabee enjoyed a meteoric rise in the polls in December 2007, which prompted a more thorough review of his ethics record. According to The Associated Press: “[Huckabee’s] career has also been colored by 14 ethics complaints and a volley of questions about his integrity, ranging from his management of campaign cash to his use of a nonprofit organization to subsidize his income to his destruction of state computer files on his way out of the governor’s office.” And what was Governor Huckabee’s response to these ethics allegations? Rather than cooperating with investigators, Huckabee sued the state ethics commission twice and attempted to shut the ethics process down.

    7. I. Lewis “Scooter” Libby: Libby, former Chief of Staff to Vice President Dick Cheney, was sentenced to 30 months in prison and fined $250,000 for lying and obstructing the Valerie Plame CIA leak investigation. Libby was found guilty of four felonies — two counts of perjury, one count of making false statements to the FBI and one count of obstructing justice – all serious crimes. Unfortunately, Libby was largely let off the hook. In an appalling lack of judgment, President Bush issued “Executive Clemency” to Libby and commuted the sentence.

    8. Senator Barack Obama (D-IL): A “Dishonorable Mention” last year, Senator Obama moves onto the “ten most wanted” list in 2007. In 2006, it was discovered that Obama was involved in a suspicious real estate deal with an indicted political fundraiser, Antoin “Tony” Rezko. In 2007, more reports surfaced of deeper and suspicious business and political connections It was reported that just two months after he joined the Senate, Obama purchased $50,000 worth of stock in speculative companies whose major investors were his biggest campaign contributors. One of the companies was a biotech concern that benefited from legislation Obama pushed just two weeks after the senator purchased $5,000 of the company’s shares. Obama was also nabbed conducting campaign business in his Senate office, a violation of federal law.

    9. Rep. Nancy Pelosi (D-CA): House Speaker Nancy Pelosi, who promised a new era of ethics enforcement in the House of Representatives, snuck a $25 million gift to her husband, Paul Pelosi, in a $15 billion Water Resources Development Act recently passed by Congress. The pet project involved renovating ports in Speaker Pelosi’s home base of San Francisco. Pelosi just happens to own apartment buildings near the areas targeted for improvement, and will almost certainly experience a significant boost in property value as a result of Pelosi’s earmark. Earlier in the year, Pelosi found herself in hot water for demanding access to a luxury Air Force jet to ferry the Speaker and her entourage back and forth from San Francisco non-stop, in unprecedented request which was wisely rejected by the Pentagon. And under Pelosi’s leadership, the House ethics process remains essentially shut down – which protects members in both parties from accountability.

    10. Senator Harry Reid (D-NV): Over the last few years, Reid has been embroiled in a series of scandals that cast serious doubt on his credibility as a self-professed champion of government ethics, and 2007 was no different. According to The Los Angeles Times, over the last four years, Reid has used his influence in Washington to help a developer, Havey Whittemore, clear obstacles for a profitable real estate deal. As the project advanced, the Times reported, “Reid received tens of thousands of dollars in campaign contributions from Whittemore.” Whittemore also hired one of Reid’s sons (Leif) as his personal lawyer and then promptly handed the junior Reid the responsibility of negotiating the real estate deal with federal officials. Leif Reid even called his father’s office to talk about how to obtain the proper EPA permits, a clear conflict of interest.

    Judicial Watch i

  59. Anônimo disse:

    3. Senator Larry Craig (R-ID): In one of the most shocking scandals of 2007, Senator Craig was caught by police attempting to solicit sex in a Minneapolis International Airport men’s bathroom during the summer. Senator Craig reportedly “sent signals” to a police officer in an adjacent stall that he wanted to engage in sexual activity. When the police officer showed Craig his police identification under the bathroom stall divider and pointed toward the exit, the senator reportedly exclaimed ‘No!’” When asked to produce identification, Craig presented police his U.S. Senate business card and said, “What do you think of that?” The power play didn’t work. Craig was arrested, charged and entered a guilty plea. Despite enormous pressure from his Republican colleagues to resign from the Senate, Craig refused.

    4. Senator Diane Feinstein (D-CA): As a member of the Senate Appropriations Committee’s subcommittee on military construction, Feinstein reviewed military construction government contracts, some of which were ultimately awarded to URS Corporation and Perini, companies then owned by Feinstein’s husband, Richard Blum. While the Pentagon ultimately awards military contracts, there is a reason for the review process. The Senate’s subcommittee on Military Construction’s approval carries weight. Sen. Feinstein, therefore, likely had influence over the decision making process. Senator Feinstein also attempted to undermine ethics reform in 2007, arguing in favor of a perk that allows members of Congress to book multiple airline flights and then cancel them without financial penalty. Judicial Watch’s investigation into this matter is ongoing.

    5. Former New York Mayor Rudy Giuliani (R-NY): Giuliani came under fire in late 2007 after it was discovered the former New York mayor’s office “billed obscure city agencies for tens of thousands of dollars in security expenses amassed during the time when he was beginning an extramarital relationship with future wife Judith Nathan in the Hamptons…” ABC News also reported that Giuliani provided Nathan with a police vehicle and a city driver at taxpayer expense. All of this news came on the heels of the federal indictment on corruption charges of Giuliani’s former Police Chief and business partner Bernard Kerik, who pleaded guilty in 2006 to accepting a $165,000 bribe in the form of renovations to his Bronx apartment from a construction company attempting to land city contracts.

  60. Anônimo disse:

    Judicial Watch Announces List of Washington’s “Ten Most Wanted Corrupt Politicians” for 2007

    Washington, DC –Judicial Watch, the public interest group that investigates and prosecutes government corruption, today released its 2007 list of Washington’s “Ten Most Wanted Corrupt Politicians.” The list, in alphabetical order, includes:

    1. Senator Hillary Rodham Clinton (D-NY): In addition to her long and sordid ethics record, Senator Hillary Clinton took a lot of heat in 2007 – and rightly so – for blocking the release her official White House records. Many suspect these records contain a treasure trove of information related to her role in a number of serious Clinton-era scandals. Moreover, in March 2007, Judicial Watch filed an ethics complaint against Senator Clinton for filing false financial disclosure forms with the U.S. Senate (again). And Hillary’s top campaign contributor, Norman Hsu, was exposed as a felon and a fugitive from justice in 2007. Hsu pleaded guilt to one count of grand theft for defrauding investors as part of a multi-million dollar Ponzi scheme.

    2. Rep. John Conyers (D-MI): Conyers reportedly repeatedly violated the law and House ethics rules, forcing his staff to serve as his personal servants, babysitters, valets and campaign workers while on the government payroll. While the House Ethics Committee investigated these allegations in 2006, and substantiated a number of the accusations against Conyers, the committee blamed the staff and required additional administrative record-keeping and employee training. Judicial Watch obtained documentation in 2007 from a former Conyers staffer that sheds new light on the activities and conduct on the part of the Michigan congressman, which appear to be at a minimum inappropriate and likely unlawful. Judicial Watch called on the Attorney General in 2007 to investigate the matter.

  61. Anônimo disse:

    Para os simpatizantes de Giuliani, Obama, Huckabee e Hillary, sugiro dar uma olhada na lista de 10 políticos mais corruptos dos EUA, compilado pela organização de orientação conservadora chamada JudicialWatch (www.judicialwatch.org).

    Fazem parte da lista, a Hillary (#1), Rudy Giuliani (#5), Mike Huckabee (#6), Barack Obama (#8), entre os pré-candidatos a presidente, e outros nomes conhecidos como Nancy Pelosi (#9), atual presidente do congresso, Harry Reid e Diane Feinstein.

    O site da JudicialWatch está fora do ar hoje, mas você pode acessar a lista dos políticos corruptos no endereço http://64.233.169.104/search?q=cache:G7pZLfaRw_QJ:www.judicialwatch.org/judicial-watch-announces-list-washington-s-ten-most-wanted-corrupt-politicians-2007+%22judicial+watch%22+huckabee&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=br&client=firefox-a .

    Vou postar o conteúdo daqui a pouco.

  62. Paulo Boccato disse:

    E O MEIÃO DA CLASSE MEDIA É MESMO MUITO FORTE POR LÁ E DECIDE ELIÇÕES…CONFIO NELES !

  63. R. Junior disse:

    Prezado Rei,

    Vou usar aquela velha frase: “Quanto mais rezo, mais assombração me aparece!”.

    Sou totalmente favorável ao modelo americano de sociedade. Considero a meritocracia que eles cultivam como o método mais justo para a distribuição de riquesas.

    Nunca simpatizei, nem simpatizarei, com a empáfia e arrogância dos franceses. Acredito que se não fosse os ingleses e americanos, os alemães estariam dormindo com as franceses em pleno Sec. XXI. Mas isso não é o foco do meu comentário. Apenas citei como exemplo do contraponto tão amado pelos esquerdopatas.
    Voltando aos EUA, mais precisamente às eleições americanas, não acredito que a classe média americana vá se enganar com esse tal OBAMA=OSAMA!
    Caso esse indivíduo atinja qualquer expressão na corrida presidencial, é sinal de que o mundo está a ponto de virar de ponta a cabeça!
    Não acredito que um país que preza pela democracia e pela liberdade, tenha um povo capaz de escolher um qualquer, que, ainda por cima, talvez tenha inclinações radicalmente opostas aos valores daquela nação, para govern-a-lo!
    Se por um aborto político isso acontecer, abandonarei meu emprego, minha esposa, minha família, meus amigos e vou transformar num idiota reacionário de esquerda! Talvez até me mude para a selva colombiana e viverei como um terrorista das FARC!!!

  64. Giacomo Calzavarini disse:

    Para melhorar um pouco os comentários,que tão um achismo só, recomendo que a tchurma vá dar uma conferida nas opiniões dos candidatos.
    No Washington Post tem uma seção legalzinha onde foram feitas as mesmas perguntas para todos os candidatos. Vão lá ver para saber melhor o que os caras pensam (claro que que foi escrito com apoio dos assessores, com um approach eleitoral, todo mundo querendo sair bem na fita,e tal, mas é útil).

    o endereço é: http://projects.washingtonpost.com/2008-presidential-candidates/

    As respostas estão no perfil de cada candidato no ítem “On the issues” ( os quais são Health Care, Social Security, Iraq, National Security, Energy, Immigration, Affirmative Action, Economy, Budget, Education, Gay Marriage, Abortion, Poverty, Gun Control, Stem Cell Research, Top Priorities)

  65. Anônimo disse:

    O Sistema Nacional de Mobilização - SINAMOB

    Reinaldo -

    Observe com MUITA atenção a data desse SINAMOB. Aproveitaram-se da correria típica de fim de ano, das férias dos parlamentares para soltar o documento.
    Se puder, amigo, concentre sua análise nessa “brilhante” invenção totalitária!

  66. Anônimo disse:

    Acredito que nem Osama, digo, Obama, nem Fuckabee, digo, Huckabee, emplaquem. Seria o mesmo que Chuck Norris gostar de duendes.

  67. Anônimo disse:

    O novo e a novidade

    Reinaldo -

    Com relação ao candidato Obama, vale a pena lembrarmos a diferença entre o novo e a novidade .

    O novo é algo natural. Quando seus sapatos se gastam, se estragam, você sai de casa e compra um par novo. Mas, não é razoável, não é inteligente você querer comprar um modelo novo de sapatos só porque saiu uma brilhante propaganda na TV.

    A novidade quase sempre traz embutido um perigo.
    Pois é, Obama é a grande novidade na eleição americana .

    Parabéns por sua sensata análise!

  68. Anônimo disse:

    Sr Reinaldo, veja as intenções. Trabalharam hoje para publicar no site do Ministério da Defesa o texto que trata sobre o O Sistema Nacional de Mobilização - SINAMOB e a Base Legal da Mobilização.

    Constituição:

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
    XIX - Declarar guerra, no caso de agressão estrangeira, autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele, quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas, e, nas mesmas condições, decretar, total ou parcialmente, a mobilização nacional.

    Só em caso de agressão estrangeira.
    Ah! Tá… entendi
    Eles entenderam ou vão distorcer?
    Tem mais um detalhe: só com a autorização do Congresso Nacional.
    Eles estão viajando ou é só impressão?
    O executivo só pode deliberar quando o Congresso não trabalhar?

    Interessante. Muito interessante e intrigante.

  69. Anônimo disse:

    Ministério da Defesa:
    06/01/2008 - título : Mobilização.
    O Sistema Nacional de Mobilização - SINAMOB

    Será de competência do SINAMOB:

    prestar assessoramento direto e imediato ao Presidente da República na definição das medidas necessárias à Mobilização Nacional, bem como aquelas relativas à Desmobilização Nacional;

    formular a Política de Mobilização Nacional;
    elaborar o Plano Nacional de Mobilização e os demais documentos relacionados com a Mobilização Nacional;

    elaborar propostas de atos normativos e conduzir a atividade de Mobilização Nacional;

    elaborar propostas de atos normativos e conduzir a atividade de Mobilização Nacional;

    consolidar os planos setoriais de Mobilização Nacional;

    articular o esforço de Mobilização Nacional com as demais atividades essenciais à vida da Nação; e

    exercer outras competências e atribuições que lhe forem cometidas por regulamento.

    O SINAMOB poderá requerer dos órgãos e entidades dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e de pessoas ou de outras entidades as informações necessárias às suas atividades.

    Os recursos financeiros necessários ao preparo da Mobilização Nacional serão consignados nos orçamentos dos órgãos integrantes do SINAMOB, respeitada a característica orçamentária de cada órgão.

    E falavam dos militares…

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