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12/03/2007

às 3:08

Oito governadores empregam parentes

Por Luciana Nunes Leal, no Estadão desta segunda:
A prática do nepotismo chegou aos governos de 8 dos 27 Estados brasileiros e levou a uma reação do Ministério Público e de adversários políticos dos governadores. Empregam hoje parentes na administração estadual os governadores do Paraná, Roberto Requião (PMDB); do Maranhão, Jackson Lago (PDT); de Alagoas, Teotônio Vilela (PSDB); do Ceará, Cid Gomes (PSB); de Minas, Aécio Neves (PSDB); de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR); do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), e do Pará, Ana Júlia Carepa (PT). Já há ações instauradas no Paraná, no Maranhão e em Alagoas. No Ceará, há uma ordem para demitir parentes até o fim do mês.Em Alagoas, o deputado estadual Paulo Fernando dos Santos, o Paulão (PT), entrou com ação civil no Ministério Público contra a contratação da secretária de Fazenda, Fernanda Vilela, irmã de Teotônio. Paulão critica não só o adversário político como também de companheiros do próprio partido - a petista Ana Júlia levou parentes e pessoas ligadas à família para o governo do Pará.“Infelizmente, é um problema histórico, não só do governo do PSDB. Eu recomendaria aos meus companheiros do PT que seguissem o princípio da impessoalidade e do respeito aos anseios da sociedade, que não aceita mais o nepotismo”, afirma Paulão. “Acho prudente que a Constituição seja respeitada no princípio da impessoalidade”, insistiu o deputado, que usou o artigo 37 na sua denúncia.
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Por Reinaldo Azevedo
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8 Comentários

  1. Anônimo

    -

    14/03/2007 às 15:35

    Um sujeito aí perguntou se “ele” (referindo-se provavelmente ao tal Paulão) se referiu também às contratações cruzadas, disse que aparelhamento da máquina é quase uma especialidade petista e pediu pra “ele” (o tal Paulão, provavelmente) “contar outra”.

    Ora, que pensamento enviesado o desse cidadão. Ainda que se compartilhasse da visão de Reinaldo e de Olavo de Carvalho, por exemplo, sobre a natureza totalitária do PT, isso de modo algum quer dizer que não possa haver militantes honestos (embora burros ou ingênuos, segundo o pensamento olaviano mencionado) neles. Pensar de modo diferente, sim, é que é enxergar o mundo de modo maniqueísta, burro e totalitário.

  2. fora, picaretas!

    -

    12/03/2007 às 22:52

    Terex, admiro teu senso das proporções. Tem toda a razão. Não vou falar mal do Paraná, vou falar mal de paranaenses que infelizmente deixaram barato esse negócio da eleição do Maria Louca com uma margem de pouco menos de 10 mil votos. Falemos então de juízes eleitorais que deixaram passar batido essa aberração; AINDA QUE FOSSE SEGUNDO TURNO, foi empate técnico e deveria ter sido realizado novo pleito.
    Suas Insolências perderam uma chance de ensinar o povo a votar. Pelo visto nem eles sabem muito bem a diferença entre uma eleição e uma empulhação. E são paranaenses, Terex.. tsc tsc tsc. Continuo encantado com a maneira como as meninas no Paraná enchem bem um biquini e fazem biquini desfilar como se tivesse vida própria…

  3. Anônimo

    -

    12/03/2007 às 18:00

    Quais os parentes, que funções ou cargo ocupam e qual a remuneração dos mesmos?

    Jp

  4. Terex

    -

    12/03/2007 às 16:16

    Comentaristas desse blog, não sejam maldosos, não percebem que eles estão aplicando o PAC em seus estados e diminuindo o desemprego com contratação de técnicos e especialistas (em surrupiar dinheiro público) para melhorar a vida do tão sofrido cidadão (petistas) brasileiro!!!!

    E, por favor, não falem mal do meu querido Paraná.

    O Requião é apenas mais um desses abortos da natureza que conseguiu uma sobrevida, sabe-se lá, por quais meios escusos.

  5. Orfeu Lima

    -

    12/03/2007 às 12:23

    E as contratações cruzadas?
    Será que ele se referiu a elas também?
    Conta outra cupãnero; aparelhamento da máquina é quase uma especialidade petista.
    Digo quase em razão das outras especialidades, não da para listá-las todas aqui; para não acabar com meu espaço em disco.

    Heh…

  6. fora, picaretas!

    -

    12/03/2007 às 12:16

    Ah, antes que me esqueça, já que estou aqui nas praias do Paraná, não é aqui que os pedreiros negaram sepultura para a mãe de um de seus associados? O fato ocorreu duas décadas atrás, mas esses pedreiros apostaram na extraordinária capacidade de seus membros de esquecer uma cagada feita. Não é por acaso que as coisas estão começando a feder neste belo Estado: se até irmãos se traem, apesar de seus juramentos de fidelidade e mútuo socorro, por que vamos esperar que políticos (argh!( cumpram promessas de campanha, né? E os pedreiros continuam batendo martelinho em suas oficinas, numa macaqueação ridícula de irmandade que não tem o que fazer, porque não tem competência pra fazer outra coisa além disso.

  7. fora, picaretas!

    -

    12/03/2007 às 12:09

    O não cumprimento da palavra empenhada é coisa típica de seres desfibrados e de caráter duvidoso. Não por acaso, foram eleitos (alguns reeleitos) governadores. Aqui no Paraná, onde estou por obra e graça do destino que me fez gostar das meninas desfilando nas praias de biquini, temos uma família inteira vivendo às custas do povo e que se vexa de fazer parte do clã dos Requião. As circunstâncias que cercam a eleição desse camarada são, para dizer o mínimo, suspeitas - em país honesto nenhum candidato é eleito com uma diferença de pouco menos de 10 mil votos. Isso quando muito é empate técnico e está a exigir uma nova eleição. Mas até a justiça eleitoral no Paraná é comprada. E o povo não está nem aí, infelizmente para eles mesmos.

  8. paulo roberto

    -

    12/03/2007 às 7:21

    Não nos esqueçamos dos discursos de posse dos novos governadores,que falavam em cortar cargos comissionados.


 

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