Blogs e Colunistas

11/11/2012

às 6:32

O que realmente querem os índios e o que alguns antropólogos querem que eles queiram…

Já publiquei ontem um texto sobre a pesquisa Datafolha com índios brasileiros, encomendada pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). A VEJA desta semana traz novos e impressionantes números. Mas, afinal, o que querem os índios, leitor amigo? Ora, o que queremos todos nós: bem-estar. Ocorre que uma boa parcela deles, sob a tutela da Funai e da antropologia do miolo mole, vive muito mal, dependente da caridade do estado.

Nada menos de 13% do território brasileiro são destinados a reservas indígenas. E se reivindica ainda mais terra — uma reivindicação de antropólogos, não dos índios propriamente, que têm outras necessidades e outras ambições.

Reproduzo abaixo trecho do texto de Leonardo Coutinho publicado na revista, entremeado com alguns dados da pesquisa.
*
Uma das principais reclamações dos índios é a de não serem ouvidos. De tempos em tempos, eles tingem o corpo de vermelho e negro em sinal de guerra e saem a brandir suas bordunas, arcos e flechas em frente a representantes do governo para chamar atenção para suas reivindicações. Na maioria das vezes, a sociedade brasileira só fica sabendo de suas demandas por meio de intermediários — padres marxistas ou ongueiros que fazem com que os moradores das cidades acreditem que os problemas indígenas consistem em falta de terras e em obras de infraestrutura nocivas ao ambiente.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha a pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pôs fim a essa lacuna. É o mais completo levantamento das opiniões dos índios brasileiros já realizado. Durante 55 dias, os pesquisadores visitaram 32 aldeias em todas as regiões do país e entrevistaram 1222 índios de vinte etnias. Trata-se de uma amostra robusta, maior, proporcionalmente, do que a que costuma ser usada nas sondagens eleitorais.

As respostas revelam que os índios têm aspirações semelhantes às da nova classe média nacional, ou seja, querem progredir socialmente por meio do trabalho e dos estudos. Eles sonham com os mesmos bens de consumo e confortos da vida moderna, sem deixar de valorizar sua cultura. Muito do que é apresentado pelos intermediários da causa indígena como prioridade nem sequer aparece na lista das preocupações cotidianas dos entrevistados. “A pesquisa libertará os índios da sua falsa imagem de anacronismo”, diz a presidente da CNA, a senadora Kátia Abreu (PSD/TO).

Nove em cada dez índios acham melhor morar em casa de alvenaria do que numa maloca. Oito em cada dez consideram muito importante ter um banheiro sob o teto em que vivem, um conforto desfrutado por uma minoria. Quase metade dos indígenas adoraria tomar uma ducha quentinha todos os dias. O grupo de índios donos de automóveis e seis vezes a média dos brasileiros de classes C e D. “Ninguém deixa de ser índio por querer viver bem. É inaceitável que as regras de como devemos ser continuem sendo ditadas de cima para baixo sem levar em consideração a nossa vontade”, diz Antônio Marcos Apurinã, coordenador-geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira, que representa 160 etnias. Segundo Apurinã, por causa da falta de condições adequadas nas áreas demarcadas, muitas aldeias passam por um êxodo sem precedentes.

Há quatro anos, 12 500 índios viviam na periferia de Manaus. Hoje, estima-se que mais de 30.000 vivam apinhados em construções precárias na cidade. Se a criação de reservas é alardeada como a demanda mais urgente dos povos indígenas, por que eles as estão abandonando para viver em favelas? Com a palavra, os índios. O problema mais citado é a precariedade dos serviços de saúde. Eles se queixam principalmente da falta de medicamentos farmacêuticos (que eles valorizam tanto quanto os remédios tradicionais) e de médicos. Em segundo lugar, está a falta de emprego. “Nós não vivemos mais como nos meus tempos de infância. A nova geração compreende a vantagem de ter um emprego, uma renda. Ela quer ter roupa de homem branco, celular e essas coisas de gente jovem. Os governantes precisam aprender que nossos filhos querem ter tudo o que os filhos do homem branco têm. Falar português, ir para a universidades e ser reconhecidos como brasileiros e índios”, diz o cacique Megaron Txucarramãe, um dos mais respeitados líderes caiapós, de Mato Grosso.
(…)



Leia a íntegra na revista

Por Reinaldo Azevedo

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53 Comentários

  • adriano

    -

    21/4/2013 às 1:15 pm

    o povo pensa que o problema maior e os indios mas nao e !!! o problema ea nova praga da agricultura, a funai….

  • romaldo antonio neuls

    -

    10/4/2013 às 10:42 pm

    todo o povo brasileiro esta levando esta situaçao na brincadeira muito mais nossas governanças, portanto ta mais do que na hora de mudar esse quadro de uma vez poe todas, autoridades acordem e comessem a tratar o indio igual a nos mesmos coloca na cabecinha mediucre dele que ele precisa levantar cedo para trabalhar, levar seu filho para a escola, pagar seus impostos como um de nos, ou daqui mais um tempo ninguem mais trabalha nesse pais, o governo da tudo entao se o indio tem direito de todas essas mordomias eu tambem quero me perdoe mas vamos acordar acho que nos ja somos americanos e nao sabemos

  • Alonso

    -

    25/11/2012 às 1:05 am

    Indio quer apito… Indio quer Hylux, Indio quer cachaça, Indio quer celular, Indio quer banho quente e casa de alvenaria com wc e TV Led! Ué pensei que essas fossem as aspirações de todos os Brasileiros que trabalham e pagam seus impostos! Ao invés disso ficam usando penas de animais silvestres, que tanto os ecochatos defendem.

  • Walfredo

    -

    13/11/2012 às 7:53 am

    Querem a a confirmação da reportagem?. Pesquisem os índios urbanos do Nordeste

  • Andson Gomes

    -

    13/11/2012 às 1:32 am

    Querem conhecer a verdade sobre a proteção do índio? Vão até Roraima e visitem as reservas indígenas, se você conseguir entrar. Estrangeiros tem livre acesso, mas brasileiros não. Os índios da recém demarcada reserva Raposa-Serra-do-Sol estão passando fome, indo para a capital Boa Vista, morar no aterro sanitário catando lixo.

    E a extração de várias riquezas é realizada sem que o Exército possa fazer nada, pois têm as mãos amarradas. Militares americanos entram e saem das reservas indígenas até sem o conhecimento dos militares brasileiros, que vem por outra se deparam com eles em alguma aldeia com caixas lacradas que os figorões de Brasília não os autorizam vistoriar.

  • janjo

    -

    12/11/2012 às 8:06 pm

    Reinaldo , coloque um jornalista disfarcado e deixe-o, viver como indio, aqui no Mato G. do Sul por um tempo,ai se verá cair as máscaras,nojentas de uma gente baixa que vive da desgraca do INDIO……

  • janjo

    -

    12/11/2012 às 7:56 pm

    INDIO ,NÃO QUER TERRA ,indio quer,DIGNIDADE, RESPEITO , OPORTUNIDADE DE VIVER COMO GENTE E NÃO como objeto de manobra ,para os hipócritas que os usam por dinheiro e poder ( tem uma parte da igreja que usa isso )………

  • JUSCELINO

    -

    12/11/2012 às 2:16 pm

    PARA QUEM ACHA QUE AS TERRAS FORAM TOMADAS DOS INDIOS:
    PARA QUEM ACREDITA NOS DISCURSOS MENTIROSOS.
    O TEXTO ABAIXO REFORÇA A POSIÇÃO DO POST..(NÃO E O HADAD)
    como não tem nenhum post tratando do assunto abaixo, vai aqui mesmo:assuntos diferente mas a mentira e safadeza é a mesma.

    ..
    Dezoito meses após o lançamento da pedra fundamental pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que três dias depois passaria o cargo a Dilma Rousseff, a refinaria cearense Premium 2, apontada como prioritária pela Petrobrás, não passa de um enorme terreno abandonado. Os quase 2 mil hectares destinados ao empreendimento da petroleira não foram nem sequer cercados. Não há sinais de obra. O terreno está tomado por vegetação cerrada, cortada por trilhas e estradas esburacadas de movimento quase inexistente.

    O principal entrave ao início da obra é fundiário, embora seja uma obra cara, orçada em US$ 11,4 bilhões e a Petrobrás, em seu Plano de Negócios 2011-2016, tenha cortado R$ 5 bilhões dos gastos destinados ao refino. Índios da tribo anacé reivindicam a área. Sem autorização da Fundação Nacional do Índio (Funai), a Petrobrás não pode começar a trabalhar no terreno, embora equipes terceirizadas que realizam levantamentos arqueológicos já estejam no local. O atraso no começo da construção da refinaria já soma três anos. Em agosto de 2008, os governos federal e cearense definiram que em 2009 o terreno começaria a ser desmatado e terraplenado.

    A administração Cid Gomes adquiriu por R$ 126 milhões a área de 1.940 hectares, que engloba trechos rurais dos municípios de São Gonçalo do Amarante e Caucaia. O terreno integra a retroárea do Complexo Industrial e Portuário do Pecém e fica a cerca de 10 quilômetro do porto, construído há dez anos para o apoio à produção da refinaria e da siderúrgica planejadas para o local desde a década de 90.

    O questionamento indígena surgiu durante o processo de aquisição dos lotes do terreno. Embora nenhuma família anacé more na área, o argumento apresentado à Petrobrás e ao governo cearense é de que aquela região guarda resquícios de tradições indígenas, tendo, portanto, relevância histórica. A Funai ainda não se manifestou oficialmente sobre a polêmica, mas apoia a pretensão dos índios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

  • Dalton C. Rocha

    -

    12/11/2012 às 1:19 pm

    Não existem questões ambientais. Existem questões raciais. Toda esta conversa de proteção aos índios é a proteção de faznedeiros americanos e eueropeus, além da conversa que o o portatdor de raça pura, como o índio, seria um ser de raça superior, acima assua dos brasileiros (mestiços) em geral; algo pregado pela esquerda brasileira, já no século XIX. Ecologia é só mais um nome para eugenia. Tal e qual a eugenia do passado, a ecologia hoje se baseia no racismo, no preconceito e na fraude. E todas as fundações eugenistas do passado – Carnegie, Ford, etc. são hoje fundações ecologistas e supostas defensoras dos direitos indígenas.

  • Urbano

    -

    12/11/2012 às 11:04 am

    Reinaldo, como todo o respeito …
    muito me admira, logo você, dando crédito pra pesquisinha mequetrefe do DataFALHA !?!? Sente-se bem? rs

  • Macêdo

    -

    12/11/2012 às 10:57 am

    Reinaldo, não confio nessas pesquisas do DataFolha. Esse instituto não tem credibilidade alguma, haja visto as lambanças que fizeram na última eleição. Aposto que tudo que está retratado nessa pesquisa está errado!

  • Celene Fonseca

    -

    12/11/2012 às 10:18 am

    Os índios podem desejar todas as comodidades da vida moderna sem deixar de ser índios. Da mesma maneira, brasileiros podem aprender outra língua (o inglês, por exemplo) e adotar costumes do país para onde emigraram sem deixar de ser brasileiros. Historicamente falando muitos povos europeus (inclusive os lusitanos) adotaram costumes do conquistador romano e muitos empréstimos culturais vindos do Oriente sem deixarem de se considerar nativos da Europa (indígenas de lá). Por que só os índios devem ser condenados à imutabilidade? Pensem nisso.

  • Worai Lun

    -

    12/11/2012 às 9:16 am

    Dona Sany, explica para gente em que parte a matéria é “ridícula,manipuladora e mentirosa”…
    Ou tem medo de responder, guerreira?

  • Cideval

    -

    12/11/2012 às 7:30 am

    Estas estorias de indio rendem para todos os lados, menos aos proprios indios. Simplesmente, dever-se-ia dar aos indios a oportunidade de se integrarem a sociedade brasileira, fazer parte dela, miscigenar, sem um cidadao normal. Isto aconteceu com todas as culturas nos ultimos 10.000 anos e resultou no que hoje chamamos humanidade. Todas as acoes paleativas que se tomam, servem apenas para aumentar a penuria e o sofrimento. Alguem consegue imaginar que havera aldeias isoladas da “sociedade dos brancos” daqui ha 100 anos? Entao por que retardar o acontecimento que sera inevitavel? Deve-se sim, fazer com que esta integracao seja feita com educacao, oportunidade de trabalho e empreedorismo, suporte financeira (bolsa indio, nao pelo amor de Deus).

  • IZIDRO SIMÕES

    -

    12/11/2012 às 3:31 am

    O caiapó MEGARON citado no comentário acima, é da maloca (aldeia) CAPOTO (em MT), sendo sobrinho de RAONI, aquele do beiço-de-pau ENORME que o roqueiro Sting levou para exibir através da Europa e até para o Papa. Megaron é ALTO e forte como RAONI; geralmente anda vestido com boas camisas de manga comprida, calças de boa qualidade, e até usa sapato de CROMO, DE VEZ EM QUANDO. Nada tenho contra e acho certo: tem dinheiro para isso? Então, porque não usar? Inclusive seus conterrâneos indígenas caiapós tem VÁRIOS AVIÕES, monomotores e até, bimotores, e pilotos “brancos” como empregados. Frequentam muito o aeroporto de GUARANTÃ, cidade matogrossense na margem da BR 163 (Cuiabá / Santarém), pertinho da Serra do Cachimbo, divisa MT / PA. RONDON desejava que TODOS OS ÍNDIOS fossem trazidos para a “COMUNHÃO NACIONAL”. Confiram em: “Rondon conta a sua Vida” – Esther de Viveiros – Editora Cultural dos Esperantistas do Brasil – 1969 – Rio de Janeiro – + de 600 páginas.

  • IZIDRO SIMÕES

    -

    12/11/2012 às 3:11 am

    O comentário de quem se assina BERETA (creio saber de quem se trata), refere-se a cidade de POCONÉ-MT, porta de entrada para o Pantanal, através da rodovia Transpantaneira, conheci esse Tanque dos Padres e nele me banhei uma vez. Naquela ocasião já estava bastante assoreado, independente de exploração do ouro. Quando sobreveio o novo “boom” mineral, aquela era a única água nas proximidades dos trabalhos de lavra do ouro. Por isso, os garimpeiros lavavam as suas caixas de “despesca”, naquele tanque, que acabou assoreando mais, até secar. Na realidade, assoreamento não seca, apenas encobre as águas que permanecem por baixo. Por isso, a Marinha faz constantes desassoreamento em vários rios pantaneiros, através de dragagem da areia, paa que a navegação não seja impedida.

  • O Pica-pau

    -

    12/11/2012 às 12:34 am

    É chegada a hora de ouvir os índios, e não os seus falsos defensores. Essa é a verdadeira mudança.

  • Rui Ferreira

    -

    11/11/2012 às 9:15 pm

    Indio que de fato é indio, não se imiscui na coisa do branco, em seus crimes, seus vicios, suas maldades, seus pecados, suas malandragens. E que fazem os indios de hoje ? Fazem de tudo, MENOS SER INDIO. Indio é uma identidade de nação, de povo, de consanguinidade e, vejamos, indios não se isolam mais, indio não fica na oca, indio não usa mais o pagé, o indio tem celular, o indio tem carro, mas, afinal o que ficou da identidade indigena com o indio que conhecemos ? Talvez, tenha ficado a imensidão das terras doadas pelo STF, apesar do belo voto do Min Menezes Direito, quando do litigio Raposa Serra do Sol, mediado pelo Supremo. Ser indio a cada dia, torna-se mais insipido, mais traumático e vai se desfazendo e se miscigenando ao branco, e diluindo, diluindo ao ponto de sumirem até o final da metade do século. Em 50 anos somente veremos indios verdadeiros, quando estivermos a observar as fotos dos irmãos Vilas-Boas ou do Marechal Rondon….

  • Edgard

    -

    11/11/2012 às 8:54 pm

    Caro Rei,
    Estamos sentindo na pele o drama de perder tudo por causa de uma invenção chamada de Tupinambá de Olivença criada por uma antropologa portuguesa, na região cacaueira do sul da Bahia, abrangendo as cidades de Ilhéus, Una e Buerarema.
    Inicialmente foram reconhecidos como pataxós, sofreram uma mutação e agora são tupinambás.
    Uma politica de direitos humanos caolha. Uma região consolidada, aonde prevalece a agricultura familiar. Distribuida em mais de 50 associações de pequenos agricultores, que possuem propriedades que variam na sua grande maioria de 05 a 20 hectares. Propriedades estas com titulos dominiais de mais de 80 anos.
    Sem duvida esta pesquisa mostra uma realidade que as grandes extensões de terra não é o objetivo principal dos indios. Os indios não querem caçar nem pescar. Eles querem cestas basicas e moqueca pronta.
    Agora a Senadora Kátia Abreu tem que voltar a carga para a unica saida para os afetados por este drama. Que é a alteração na atual legislação. Como está, os agricultores não tem a minima chance, a não ser procrastina indefinidamente os processos demarcatórios. A pouco tempo sentimos o prazer de uma alteração que infelizmente foi revogada, a portaria 303/2012 publicada pela AGU, que entre outras coisas, exigia a participação dos entes federados na elaboração dos até então fraudulentos estudos de reconhecimento. Depois da sua revogação, não vimos uma reação à altura dos politicos que defendem os produtores rurais. Do lado indigena é um rolo compressor vindo de todos os segmentos, como foi no caso da chantagem de suicidio feita pelos Kaiowás.
    Se as mudanças na legislção não forem efetivadas, a farra das demarcações antropológicas continuará a massacrar familias inteiras. A lei que dá exclusividade a famigerada autarquia chamada FUNAI tem que ser alterada. Passando as demarcações para o crivo do Congresso Nacional.
    Reinaldo, além dos verdadeiros indios estarem sendo integrados a vida nacional, existe a aplicação de um processo inverso. São chamados os “indios genericos”, legitimados pela convenção 169 da OIT, que estabelece que o homen é o que se auto denomina. Convenção que um tal de lula, deu status de lei através de uma medida provisória. Aqui temos negros, loiros, descendentes europeus e qualquer brasileiro que queira ser. Basta uma liderança indigena endossar a sua ficha e pronto. Surge um novo “indio”. A etnia auto proclamda na nossa região é digna do guiness book, como a etnia mais miscigenada do mundo.
    Rei, esta convenção merece uma matéria com a marca da sua competencia.

  • charl

    -

    11/11/2012 às 5:06 pm

    Colocam cercas, prendem o índio da civilização, e fazem visitas de vez em quando, é isso.. o índio virou atração de zoológico, agora o homem natural tem sua gaiola ao lado da onça, o ecolover trata o seu próximo como trata o papagaio, o jacará…

  • IZIDRO SIMÕES

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    11/11/2012 às 4:52 pm

    POR QUE OS ÍNDIOS LÁ EM MATO GROSSO DO SUL TEM SÍNDROME DE SUCÍDIO ENTRE OS JOVENS? FRUSTRAÇÃO POR CAUSA DA HUMILHAÇÃO DE SEREM PRO-I-B-I-D-O-S PELA FUNAI E SEUS “ÓLOGOS”, DE CONVIVEREM OU CASAREM COM OS “BRANCOS”, DE PODEREM FREQUENTAR AS MESMA ESCOLAS, DE IREM JUNTOS AO FUTEBOL, AOS BAILES. A FUNAI E SEUS “ÓLOGOS” QUEREM QUE VIVAM COMO HÁ 500 ANOS! QUEM NÃO SE FRUSTRARIA? QUEM NÃO SE SENTIRIA DIMINUIDO, HUMILHADO DIANTE DOS “BRANCOS” QUE DESFRUTAM DO PROGRESSO? PORQUE ÍNDIO TEM DE MORAR SEMPRE EM CASA DE PALHA, CHEIA DE MORCÊGO PENDURADO NO TETO, COM BARATAS POR TODA PARTE, COM PULGAS, SEM VENTILAÇÃO, QUASE TUDO NO ESCURO E CHEIO DE FUMAÇA? DE NÃO TER UM SIMPLES CHUVEIRO OU UMA PRIVADA?
    GARANTO QUE OS “ÓLOGOS” QUE DIZEM QUE OS ÍNDIOS SÃO “FELIZES” ASSIM, NÃO TROCARIAM AS SUAS COMODIDADES URBANAS E DOMÉSTICAS, PARA MORAREM POR LÁ. A ALEGAÇÃO PARA OBRIGAREM A QUE OS ÍNDIOS VIVAM NO ATRASO, É PARA “NÃO PERDEREM SUA IDENTIDADE CULTURAL”. A VERDADE É APENAS UMA E MUITO SIMPLES: QUEREM GARANTIR SEUS GORDOS SALÁRIOS E, PARA ISSO, OS ÍNDIOS TEM DE FICAREM COMO ESTÃO. SE PROGREDIREM, ADEUS EMPREGOS. ISSO É QUE É A V-E-R-D-A-D-E DO ASSUNTO.

  • IZIDRO SIMÕES

    -

    11/11/2012 às 4:42 pm

    quem se der ao pequeno trabalho de pesquisar pela net vai encontrar em Roraima, por exemplo, o seguinte: o tuxáua (é o chefe) da maloca (aldeia)do CONTÃO, margem do Rio COTINGO, saberá que JONAS MARCOLINO é MATEMÁTICO e ADVOGADO, Foi SECRETÁRIO DA SECRETÁRIA DO ÍNDIO, ANDA DE PALETÓ E GRAVATA, TEM LARGO CONHECIMENTO DE HISTÓRIA. A SUA MALOCA TEM HÁ ANOS, ESCOLAS DE 1º E 2º GRAUS, EM ALVENARIA, TELEFONE DE ORELHÃO, PISTA PARA AVIÃO, CASAS DE ALVENARIA, ENERGIA ELÉTRICA PERMANENTE, ÁGUA ENCANADA, GRANJA DE PROJETO SEBRAE, VÁRIOS ÍNDIOS FORMADOS COMO TÉCNICOS EM AGROPECUÁRIA, 1 EM AGRONOMIA, TEM TRATORES, CAMINHÕES CAMINHONETES E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS. TEM LAVOURA EXTENSA DE MELANCIA, MILHO E FEIJÃO (NÃO É ROÇA, NÃO). TAMBÉM NA MALOCA FLEXAL, HÁ ESCOLA DE PRIMEIRO GRAU EM ALVENARIA, ENERGIA ELÉTRICA, PISTA PARA AVIÃO, TRATORES, CAMINHÕES IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS, CAFEZAL (NÃO É ROÇA DE CAFÉ). HÁ OUTRAS MAS, ESTAS JÁ SERVEM PARA ESCLARECER. E ONDE FICA ISSO? É NA RAPOSA / SERRA DO SOL E SÃO ÍNDIOS DA SODIUR-SOCIEDADE DOS ÍNDIOS UNIDOS DE RORAIMA, QUE SEMPRE FORAM CONTRA UMA ÁREA CONTÍNUA E ACEITAVAM O CONVÍVIO HARMONIOSO QUE SEMPRE EXISTIU, ENTRE ÊLES E OS FAZENDEIROS E ARROZEIROS COM OS QUAIS TRABALHAVAM, E COM OS QUAIS APRENDERAM A SEREM POSTERIORMENTE INDEPENDENTES. DIFERENTES DAQUELES ÍNDIOS DO CIR-CONSELHO INDIGENISTA DE RORAIMA, CRIAS DA DIOCESE DE RORAIMA E SEUS PADRES DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO – A ALA COMUNISTA DA IGREJA CATÓLICA – CUJOS “TUTELADOS” SÃO CARENTES DE TUDO, E VIVEM DA ESMOLA QUE A FUNAI DÁ.

  • IZIDRO SIMÕES

    -

    11/11/2012 às 4:12 pm

    UMA CORREÇÃO: COMUMENTE APARECE O NOME DA ETNIA BORORÓ. ESTÁ ERRADO. É BORÓRO, ACENTUADO NA SEGUNDA SÍLABA.

    QUANDO FALAM DOS ÍNDIOS RORAIMENSES, TAMBÉM DIZEM RORÃIMA. ESTÁ ERRADO: É RORÁIMA (SEM O ACENTO, É CLARO), PACARÁIMA (SEM ACENTO) E MACU-NÁI-MA (TAMBÉM SEM ACENTO – SEPAREI A SÍLABA PARA ENTENDEREM MELHOR A PRONÚNCIA) E NÃO, MACUNAÍMA (ACENTUADO NA LETRA I, COMO DIZEM E ESCREVEM ERRADAMENTE.

  • IZIDRO SIMÕES

    -

    11/11/2012 às 4:07 pm

    IA ME ESQUECENDO: “RONDON CONTA A SUA VIDA” – ESTHER DE VIVEIROS – EDIÇÃO DA COOPERATIVA CULTURAL DOS ESPERANTISTAS DO BRASIL, 1969 – RIO DE JANEIRO – ERA NA AVENIDA TREZE DE MAIO 47, SOBRELOJA 208

  • IZIDRO SIMÕES

    -

    11/11/2012 às 4:04 pm

    PESQUISEM NA NET O QUE DISSE ORLANDO VILLAS BOAS SOBRE ESSE ASSUNTO, DAS ONGS, DOS ÍNDIOS FALANDO INGLES E DEFENDENDO O DIREITO DE SEREM NAÇÕES. ORLANDO, COMO SABEM AS PESSOAS COM PELO MENOS 60 ANOS E AS QUE QUE ESTUDAM HISTÓRIA OU ANTROPOLOGIA, FOI UM SERTANISTA DA FUNAI, JUNTAMENTE COM SEUS OUTROS DOIS IRMÃOS. POR DÉCADAS ESTEVE NA FLORESTA, COM OS ÍNDIOS. LEIAM TAMBÉM O QUE DISSE O FAMOSO MARECHAL RONDON, FILHO DE BRANCO COM ÍNDIA. O LIVRO ESCLARECEDOR: “RONDON CONTA A SUA VIDA” MAIS DE 600 PÁGINAS DE VERDADE HISTÓRICA, CONTADAS PELO FUNDADOR DO SPI, POSTERIORMENTE TROCADO O NOME PELO DE FUNAI.

  • juscelino

    -

    11/11/2012 às 3:08 pm

    TEM UNS CRETINOS QUE USAM O ARGUMENTOS QUE AS TERRAS ERAM DOS ÍNDIOS E DELES FORAM TOMADAS. EU NÃO TOMEI TERRA DE NINGUEM. QUE VÁ RECLAMAREM ISSO AÍ PARA OS PORTUGUESES.OS CARAS QUE TEM ESSA MENTALIDADE NÃO VENDEM O SEU PATRIMONIO , DÁ PARA OS INDIOS E MUDA PARA EUROPA.SÃO UNS FANFARROES HIPOCRITAS. O FATO É QUE AS FRONTEIRAS DO BRASIL JÁ A SECULOS ESTÃO DELINEADAS E DELIMITADAS. QUEM QUISER MORAR ENTRE ESSAS LINHAS QUE ASSUMA SER BRASILEIRO. SEM ESSA DE NAÇÃO X OU Y. CULTURA?..HEHEHEH. OS PRÓPRIOS , COMO ATÉ NO TEXTO ACIMA FALA A ESTÃO MANDANDO AS FAVAS. USAM O FATOR CULTURAL SÓ PARA APROVEITAR DAS BENESSES DOS BRANCOS COMO É CLARO , MANIPULADOS PELAS PROFISSOES E ORGANIZAÇOES HIPOCRITAS CITADAS ACIMA..OS CARAS USAM OS BRASILEIROS INDIOS PARA MAMAR O SEU, GARANTIR SEU SALARIO E CHAFURDAR EM DINHEI PÚBLICO.

  • Debi

    -

    11/11/2012 às 2:59 pm

    Vivi anos próximo a reservas indigenas, em consequencia convivi com muitos índios, porque eles vivem mais na cidade do que na aldeia. Além disso, também prestei alguns serviços dentro da reserva e sempre me apavoro com as reportagens que vejo sobre índios, principalmente quando tentam colocar uma ideia totalmente errada na cabeça de nossos jovens e principalmente ditos intelectuais de apartamento. Também há que se ressaltar que não são ingênuos como algumas pessoas tentam passar, os dirigentes das reservas ( Caciques e seus apadrinhados) muitas vezes possuem belas casas e carros nas cidades próximas e até família “branca”, vendem madeira e pedras preciosas e depois eles mesmos denunciam os compradores como invasores.

  • Sandra

    -

    11/11/2012 às 2:30 pm

    O que me espanta ( mas não deveria) é a insensibilidade de ongueiros com os índios que saíram de Raposa Serra do Sol para catar latinhas em lixões. Esses são traídores. Os únicos índios que merecem respeito são aqueles que aceitam viver no modelo de idealização que dá emprego e conforto a ongueiro.

  • @Medeyer

    -

    11/11/2012 às 1:54 pm

    O povo indígena está sequestrado pela ideologia marxista e pelos ecochatos do “facismo sustentável”… cabe a Oposição resgatá-los, libertando-os de servirem de massa de manobra das “Organizações não-Governamentais… GOVERNAMENTAIS!” (ONGG’S)
    cABE AOS LIBERAIS DESNUDAREM A CAUSA INDÍGENA DE SEUS TRAPOS SOCIALISTAS E LEVANTAREM A BANDEIRA DA LIBERDADE, PARA Q ELE POSSAM SER LIVRES!

  • diego

    -

    11/11/2012 às 1:47 pm

    Quando se conhewceram nunca mais se desapegaram.era uma fumaceira e não adiantava conselhos oncológicos nenhum.quem não se lembra as visitas feitas por ongs as aldeias mais parecia um caminhão fenemee~.não sabemos quantas ongs são?ou em que lugar estão,mas sabemos que se prepararam para ganhar muito dinheiro com as religioes, e setores da midia a qual levavam junto.um buraco negro]juntando o pt,donde não poderia haver problemas.com bastante pedras preciosas e muito mata,não poderia haver melhor esconderijo.no resto do mundo isso não funciona,mais aqui vai muito bem.as mafias dentro dos estados,hoje tem direito,muito mais que cidadões.evitam com isso qualquer fiscalização que não venha acima dos seus interesses.por isso o pt,e setores da midia nunca mais separaram-se.da religião o pt é da mais proxima que possa colher votos.das ongs o trabalho escravo com promessas do fim do mundo.

  • celeraman+

    -

    11/11/2012 às 1:19 pm

    É o zoo humano. Falta pouco para pendurar o aviso: não alimente os animais.

  • Jooao

    -

    11/11/2012 às 1:05 pm

    O Cimi é inútil. Pode até ser indigenista, pode até ser um conselho, mas missionário ele não é. Católicos do país deveriam fazer lobby pra pararem de sustentar essa entidadezinha que quer manter indios vivendo como no século XVI

  • Nelson Simas

    -

    11/11/2012 às 12:34 pm

    Indio quer apito, ou presnte mais bonito.

  • Sandra

    -

    11/11/2012 às 12:11 pm

    “É inaceitável que as regras de como devemos ser continuem sendo ditadas de cima para baixo sem levar em consideração a nossa vontade.”
    E pior: por gente que não segue uma vírgula do que prega aos outros.

  • bereta

    -

    11/11/2012 às 11:57 am

    Caro Reinaldo

    Em 1982 houve o reinício da exploração do ouro em pequena cidade do interior de Mato Grosso, onde residi por 41 anos. A primeira onda se deu no tempo do império. Com o reinício, muita coisa errada foi feita. Uma delas, o assoreamento de córregos, várzeas, escavações urbanas, enfim, toda a gama de distorções que um garimpo urbano e suburbano possa provocar. Próximo ao limite urbano do município havia um tanque, chamado Tanque dos Padres. A área onde ele se localizava era propriedade da Igreja há mais de um século. Fora construído para servir aos pantaneiros que subiam na época das enchentes. Prestara bons serviços ao povo, mas estava desativado. Com o processo de lavagem das terras auríferas, a lama acabou por assorear por completo aquele tanque, que não era pequeno. O prefeito da época houve por bem contratar uma firma especializada em recuperação do meio. Porém, com o início das atividades que, comprovadamente recuperariam o tanque, houve o início da gritaria dos ditos ambientalistas. Como ficariam eles sem sua bandeira? Afinal, o tanque nada mais era que uma bandeira a ser brandida a qualquer momento que se fizesse alguma reclamação. -Estão vendo, senhores, o que os garimpeiros fizeram com “nossas águas”? Assim vejo a questão indígena. Se meios houver para que os indígenas saiam da condição de miséria na qual muitos vivem, a bandeira do indigenistas descerá do pau. Aí, viverão sem razões, os tais defensores da miséria alheia. Já convivi próximo a aldeias, nambiquaras, e pude ver quão grande é o interesse que eles demonstram pelo dito “mundo dos brancos”. A cabeça deles não é branca, mas os costumes embranqueceram. Aliás, ao fazer um curativo no joelho de um deles, que havia sofrido um acidente de moto, na hora da assepsia gastei quase um pacote de algodão hidrófilo só para limpar o campo da ferida. Aquela pele escura que conhecemos se sobrepunha a pele clara, pela aplicação sucessiva e antiga de produtos naturais tidos como protetores contra mosquitos e quejandos. Acredite quem quiser. Eles são mais brancos do que parecem.

  • joao batista de souza

    -

    11/11/2012 às 11:55 am

    Em plena era digital, os sedizentes antropologos querem os sílvicolas em seu estado natural, a fim de elaborarem suas teses academicas. O resultado é e será sempre esse desatre humano. Quem anda pelo mato sabe das inconveniências de se viver naquele meio.

  • Alvaro

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    11/11/2012 às 11:35 am

    Há alguns anos, a sociedade brasileira tinha que escolher entre a safadeza da direita e a burrice da esquerda. A esquerda continua burra, mas absorveu e maximizou a safadeza da direita. Ou seja, o PT conseguiu inventar os comunistas ladrões. E esses padres comunistas, que não são sacerdotes de Deus, mas de Marx, Lenin e outros criminosos, apropriaram-se da causa indígena não por qualquer sentimento cristão, mas por puro desejo de dominação e obtenção de vantagens para sua seita. Ajudados por ditos antropólogos encastelados no governo, que ficam tomando uisque nos bares de Brasília, nunca foram a uma aldeia mas são autores de teorias de como conservar os índios segregados como bichos de zoológico, com a falsa e abjeta desculpa de preservar sua cultura. Pelo que sei, essa pesquisa da CNA é a primeira que pergunta aos índios o que ELES querem. Com certeza, é muito diferente do que querem seus pretensos protetores, aí incluída a FUNAI, que não passa de um antro de desperdício de dinheiro público, tratando os índios como mendigos e dando-lhes cestas básicas como esmola.

  • Roberto

    -

    11/11/2012 às 11:11 am

    Caro Reinaldo,
    Uma noticia relacionada as reservas indigenas que desapareceu da mídia foi o conflito entre os nativos e empresas multinacionais.
    Após receberem as suas terras no Pará eles a venderam para multinacionais que depois exigiram a retiradas dos indigenas das “suas” terras. Você sabe em que pé está a disputa?

  • nave

    -

    11/11/2012 às 11:06 am

    O índio quer ser brasileiro, assim como o negro quer ser brasileiro. Essa história de ver os outros como algo a ser preservado lhes tira o direito de agir por conta própria.
    A área mais pobre e miserável do Paraná é aquela reservada aos índios. Índios que se vestem como arremedo dos índios norte-americanos. Já vi índios se apresentando em solenidades oficiais(em ao menos uma delas o Lula estava presente) usando aqueles casacões de couro e cheios de franjas. Nossos índios do trópico se vestindo igual a índio que enfrenta o frio canadense.

  • José

    -

    11/11/2012 às 10:44 am

    Reinaldo, sinceramente não consigo entender o que faz esses “acadêmicos” sentirem tanto prazer, em deixar irmãos brasileiros viverem ainda na idade da pedra. É de um romantismo mesquinho, uma curiosidade mórbida ter uma “janela” para estudar como o homem vivia há 10 mil anos atrás. Os índios são seres humanos e querem evoluir, eles não são animais de estimação ou bichos silvestres. Não vou isentar completamente nossa sociedade, que realmente tem problemas, mas o maior problema nosso ainda é menor que os benefícios da evolução, das descobertas. A maior felicidade de um índio hoje é mandar um filho para a faculdade, lhe permitir ter uma visão de mundo que nunca teve, de olhar uma planta e saber de qual espécie ela pertence, e não somente de que é “as mechas de cabelo de Tupã”. Os índios querem evoluir, será que os sádicos antropólogos e demais acadêmicos “românticos”(quero dizer, mesquinhos) na Funai permitirão??

  • JMello

    -

    11/11/2012 às 10:26 am

    Somente para termos de comparaçao:

    O Canadá, segundo maior país em área no mundo tem quase 40% de seu território sob propriedade indígena. A situaçao econômica dos índios (incluindo os inuites) sao, de longe, bem melhores que a dos índios brasileiros.

    A diferença é que nao há intermediários, como a Funai, entre as negociaçoes entre os indígenas e o governo.

    Apesar da imensa área indígena, o país nao ficou mais pobre, antes pelo contrário, mesmo em meio á turbulência econômica se saiu melhor que o Brasil, tanto em crescimento do PIB e nas taxas de desemprego. Nao foi preciso devastar mais areas naturais para plantar soja ou outra monocultura para vender para os chineses.

  • Rodrigo

    -

    11/11/2012 às 10:16 am

    Caro Reinaldo,

    Concordo com boa parte da visão que se apresenta com os dados dessa pesquisa. As populações indígenas não perdem sua cultura quando moram em casas de alvenaria, tem acesso a remédios e à educação. Da mesma maneira que não deixamos de ser brasileiros se comermos sushi num pub irlandÊs.
    Mas deixo uma pergunta: Tem validade uma pesquisa sobre os índios feita pela CNA? É isenta esta pesquisa? Eu creio que não; equivaleria à fundação perseu abramo soltar uma pesquisa onde diz que os brasileiros não acreditam no mensalão!

  • Marcos F

    -

    11/11/2012 às 10:16 am

    O resultado é nitidamente óbvio, e se bem utilizado, pode trazer benefícios da eles.
    Mas duvido. A turma que os explora é muito forte, tem estratégia, e consegue enganar até os juizes do STF.

  • José Figueredo

    -

    11/11/2012 às 9:03 am

    Quanto mais enfraquecido,burro,ignorante,asno,palerma,pateta,besta,idiota,cretino e muitos mais sintomas de debilidade,mais os políticos,as igrejas,as ongs,as “autoridades” tem domínio sobre o arbítrio desses pobres seres semi-humanos.Caro Rei,porque o Brasil é esse eterno depósito de favelas,cadeias que não são cadeias,dependentes de todas as tonalidades,pessoas fracas,desnorteadas?Fica muito mais fácil controlar os humanos criados à moda bovina.Desenvolver estes pobres diabos significa independência total e isto tira o sono das tiranias e as mordomias dos tiranetes.No Brasil,não são só os Índios que são vítimas destes demônios opressores.Imagine porque estamos mais atrasados que os tigres asiáticos.Somos uma tropa de burros sul americanos e vamos(no andar da carruagem) para mais cem anos nesse ritmo.

  • aparecido f.

    -

    11/11/2012 às 8:52 am

    Os antropólogos, padres e ongueiros deveriam ser obrigados a morar em malocas , tomar banho no igarapé
    … E também sem usar celular e internet….MUDAVAM DE IDEIA EM POUCO TEMPO….

  • Mass

    -

    11/11/2012 às 8:48 am

    O que querem o cimi, a funai e o ibama? Uma grande nação guarani, ou seja a desagregação do território brasileiro, certamente a soldo via ongs extrangeiras.

  • Surfista Prateado

    -

    11/11/2012 às 8:15 am

    Acho inútil e absurda esta pesquisa, ela até mesmo ofende a Constituição. Segundo a Constituição, índios NÃO SÃO HUMANOS, afinal, são inimputáveis, etc., como não o são os HUMANOS, cidadães brasileiros. LOGO, índio não quer nada, não tem vontade própria, etc. Mas vejo uma saída: se o índio negar esta condição (embora seja estranho isso, já que não é responsável pelos seus atos, mas vá lá), aceitando ser tratado como um cidadão humano comum, assumindo todos os deveres que este tem, e abrindo mão de qualquer direito especial que um índio tenha, aí, somente aí, acho que índio vai poder ter estas coisas de “homem branco”, mas claro, comprados com dinheiro ganho do seu trabalho. Mas se preferem continuar na situação atual, acho que índio tem que ser mantido na reserva, sem poder se comunicar com a “civilização branca”, sem rádio, sem TV, sem médico, sem remédio, sem porcaria nenhuma de “homem branco”. A vida é assim: tem o ônus e tem o bônus. QUERER SÓ BÔNUS, NÃO DÁ! ESPECIALMENTE SE PAGO PELOS OUTROS!

  • josé reis barata

    -

    11/11/2012 às 8:03 am

    Ainda sobre índios,
    .

    Índio não é peça de museu a ser indefinidamente exposta no cínico salão da humanidade. A espécie humana, também, não se constitui de humanos e índios,mas de seres que dizem ser racionais e que , portanto, é de se supor, agem racionalmente.
    Arrego!

  • Neto

    -

    11/11/2012 às 7:49 am

    Conselho Indigenista Missionário (CIMI)
          Em sua percepção do mundo, os religiosos do Cimi, no Centro Oeste, alimentam a cabeça dos índios com a idéia de que devem unir-se contra os brancos em uma grande “nação guarani”, cujo território  coincidiria com a zona mais produtiva do agronegócio em Mato Grosso do Sul. Orientam os índios a invadir propriedades e a Funai os apóia.
           Nenhuma dessas entidades quer ajudar aos índios. Recusam qualquer oportunidade de integração. Realmente procuram dividir o nosso País em inviáveis nações étnicas, o que só traria vantagens ao estrangeiro, na concorrência das commodities agrícolas. Isto na verdade se chama traição.
           Bem, e quanto aos índios?  E quanto a cultura deles? – Uma cultura evolui em contato com as outras. Nós aprendemos e assimilamos aspectos da cultura indígena e será natural que os índios aprendam algo com a nossa. Aliás, a cultura indígena original não existe mais. Agora em vez de tacapes querem é lap tops, caminhonetes e viajar de avião, como todo o mundo.
           Claro que os índios merecem todo apoio, desde que se integrem na sociedade nacional, e fatalmente na vida moderna. Enquanto os índios tiverem a vida manipulada pelos traidores do Cimi, pelos ideólogos da Funai e pelas ONGs de orientação estrangeira, seu destino será de sofrimento e penúria.
     
     Que Deus guarde a todos nós
     
    Gelio Fregapani

  • Neto

    -

    11/11/2012 às 7:48 am

    Economia e a integridade territorial sob ataque 

     
     
           Os movimentos indigenista e ambientalista internacionais atacam em dois flancos; um jogo perigoso para a economia e até para a  integridade territorial do nosso País. Por um lado retardam, quando não impedem as obras de infraestrutura como as indispensáveis hidrelétricas e as estradas que permitiriam o escoamento da gigantesca produção agrícola do Centro-Oeste. No outro flanco, conseguem transformar terras produtivas em inúteis reservas indígenas e ambientais, criando tal instabilidade jurídica sobre a propriedade que, se não inviabiliza, muito prejudica a produtividade. As ONGs, a Funai e o Ibama são peças de manobra. Fazem pressões internacionais, inviabilizam a agricultura, desrespeitam as nossas leis e facilitam a venda de vastos territórios a estrangeiros. O resultado é que as demarcações indígenas e reservas florestais estão sob o controle de ONGs internacionais. As pressões estrangeiras deveriam ser enfrentadas com altivez e tanto a Funai como o Ibama deveriam ser extintos por serem prejudiciais ao País. Fico envergonhado quando o meu Exército, mal orientado, auxilia alguma dessas nocivas entidades. A participação na ONU na problemática indígena só fez potencializar o sentimento separatista naquelas comunidades.
         Mesmo com boa vontade não se pode negar que a política indigenista seguida desde antes da Nova República deu margem para uma convivência com o gentio, plena de atos violentos, à margem da lei, criminosos mesmo, na medida em que os silvícolas, na luta pelos seus desígnios, se julgam no direito de  ameaçar, seqüestrar, bloquear estradas, cobrar pedágios, incendiar postos policiais, invadir e ocupar propriedades rurais, um terrorismo desusado a que não estávamos acostumados quando palmilhávamos um chão que, até então, não estava submetido ao “sistema de cotas”.
          Sabemos o que acontecerá nos verdadeiros “curdistões”, Ianomami e Raposa Serra do Sol, quando a ONU resolver garantir-lhes a independência, ou mesmo quando países hegemônicos mobilizarem suas as Forças Especiais para a arregimentação das tribos naquelas riquíssimas reservas numa guerra de 4ª geração. Ainda é fácil prevenir. Difícil será remediar

     Que Deus guarde a todos nós
     
    Gelio Fregapani

 

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