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12/11/2009

às 20:57

O QUE É QUE A ECONOMIST REALMENTE DIZ SOBRE O BRASIL

capa-da-economistA catraia petralha está torrando a minha paciência com a capa da Economist: “O Brasil decola”, com o Cristo Redentor ao fundo, iluminado. A foto não foi tirada na terça à noite, é claro.

Além das reportagens sobre o Brasil, a revista dedica também ao país o seu editorial. É uma pena que os petralhas não consigam ler o que está escrito lá e se conformem com alguns resumos edulcorados e devidamente filtrados pelo petismo que contamina também setores da grande imprensa.

Logo na linha fina, no subtítulo do editorial, a revista adverte que o novo risco para o maior caso de sucesso na América Latina é a “hubris”. A palavra não costuma freqüentar os dicionários de inglês, mas está no Aurélio e no Houaiss, com acento — “húbris” —, que é como o termo grego chegou ao português. O que é a “húbris”?

O termo poderia ser definido como “insolência”, “orgulho excessivo”, “arrogância”, até mesmo “bravata” (lembram-se dela?). Para quem conhece um pouco de tragédia grega, a “húbris” é o que faz o herói quebrar a cara, se ferrar; no auge da sua “húbris”, começa a reviravolta, e se tem, então, o reverso do destino, até o desfecho… trágico. Os discursos de Lula, companheiros, são a mais notória expressão da “húbris”. Vamos torcer para que o país continue no caminho certo — afastando, então, a insolência e a arrogância.

Voltando
Agora volto ao texto. O editorial começa lembrando que, quando os economistas do Goldman Sachs afirmaram, em 2003, que o Brasil era o “B” dos Brics, o grupo de países que passariam a liderar a economia mundial, houve desconfiança. Éramos conhecidos por nosso futebol e nosso Carnaval, e não parecia que poderíamos ser um dos gigantes da economia mundial. Mas, sustenta o texto, a desconfiança se revelou errada.

A China lidera a recuperação da economia mundial, mas o Brasil está junto, “o último a entrar em crise e o primeiro a sair”. E lembra vantagens que o país tem em relação aos outros membros do BRIC: “Diferente da China, é uma democracia. Diferente da Índia, não tem conflitos religiosos ou étnicos e vizinhos hostis. Diferente da Rússia, exporta mais do que petróleo e armas (…)”.

A Economist lembra que a estabilidade do Brasil é fruto da sua disciplina, não veio de repente. Observa que essa trajetória começou nos anos 90, quando a inflação foi domada, os bancos foram saneados (é uma referência ao Proer, que o PT combateu tanto)  — bancos que quebraram os EUA e a Grã-Bretanha, nota a revista —, e o país se abriu aos investimentos estrangeiros. Sim, a Economist se refere a medidas do governo FHC, todas elas rejeitadas por Lula e seus petistas até hoje!!!

E vem a tal “hubris”. Se seria um erro subestimar o novo Brasil, afirma a Economist, também seria um erro ignorar suas fraquezas. E ela as lista:
“Os gastos do governo estão crescendo mais do que a economia como um todo, e os investimentos públicos e privados ainda são pequenos, o que lança dúvidas sobre as previsões mais róseas para a economia. Muito dinheiro público está indo para coisas erradas. A folha de pagamento do governo federal cresceu 13% desde setembro de 2008 (…) Apesar de avanços, a educação e a infra-estrutura ainda estão muito atrás das China e Coréia do Sul (como o apagão desta semana lembrou aos brasileiros). Em algumas áreas do país, a criminalidade é alarmante”.

E o editorial prossegue:
“O governo nada está fazendo para eliminar os obstáculos que existem para os negócios, especialmente a antiquada legislação que taxa a contratação de trabalhadores. Dilma Rousseff, candidata de Lula nas eleições de outubro próximo, insiste em que a reforma da arcaica legislação trabalhista é desnecessária.”

E na conclusão no editorial:
“E, talvez, este seja o maior perigo que o Brasil enfrenta: a húbris. Lula está certo ao dizer que seu país merece respeito, como ele merece muito da adulação que tanto o agrada. Mas ele é também um presidente de sorte, colhendo o resultado do boom das commodities e governando numa plataforma de crescimento construída por seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso. Manter essa boa perfomance num mundo que enfrenta tempos difíceis significa que o sucessor de Lula terá de tentar resolver alguns problemas que ele fez questão de ignorar. O resultado da eleição pode determinar a velocidade com que o Brasil avança na era pós-Lula. O caminho do Brasil, no entanto, parece definido. Seu salto é ainda mais admirável porque foi dado por meio da reforma e da construção de um consenso democrático. Quem dera a China pudesse dizer o mesmo”.

Fiz uma quase-tradução comentada do editorial. E esse é o espírito do especial da Economist sobre o Brasil: exalta as conquistas do país, aponta os acertos de Lula, mostra seus erros e seus limites, aponta o risco da arrogância e torce para que seu sucessor possa enfrentar desafios que se negou a enfrentar.

O resto é conversa mole petista.

Para quem lê inglês, a íntegra está aqui, em link aberto. E noto: os elogios a FHC na reportagem são ainda maiores. Se tiver tempo, escrevo a respeito.

Por Reinaldo Azevedo
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108 Comentários

  1. Juca Chaves

    -

    09/10/2010 às 21:09

    Acabo de ler a reportagem em Ingles e o que falam nao eh nescessariamente do Presidente, mas do povo Brasileiro, principalmente seus políticos. Nao somente o Lula.

    Under the presidency of Luiz Inácio Lula da Silva, a former trade-union leader born in poverty, its government has moved to reduce the searing inequalities that have long disfigured it. Indeed, when it comes to smart social policy and boosting consumption at home, the developing world has much more to learn from Brazil than from China

  2. Ronaldo Marcucci

    -

    21/07/2010 às 16:43

    Reinaldo ou algum(a) de seus(suas) leitores(as):
    Apesar de transcorrido todo esse tempo, alguém poderia me enviar o texto da THE ECONOMIST na íntegra?
    Para conseguí-lo da forma como sugeriu o Reinaldo, só sendo assinante!!!

    Grato a todos!

    Abraços…

  3. Carlos Fernando Cintra

    -

    22/02/2010 às 14:42

    Reinaldo, acabei de receber e-mail de um amigo petista com uma magnífica tabela - publicada na revista The Economist - que demonstra em números a diferença entre o governo FHC e o de Lula. Notei, após pesquisa, que essa tabela foi publicada em vários blogs como se fosse parte integrante da reportagem, só que não consigo acessá-la na íntegra para responder como devido.
    Este site poderia voltar seus olhos para o governo petista da Bahia. Garanto que ia gostar do que ia encontrar. Abraços

  4. Lena

    -

    01/02/2010 às 3:07

    Reinaldo,
    dedetiza o inseto do dia 13 de novembro, 4:18 PM.

    REINALDO AVISA
    Reinaldox pegou a barata

  5. André Clayton

    -

    31/01/2010 às 1:52

    Estava discutindo no Orkut sobre o Haiti com petralhas, essa gente é de uma grosseria sem tamanho. A comunidade se chama “História e Historiografia”. A discussão era sobre o fato de que os negros realizaram um genocídio no Haiti. Resultado: “No Haiti os negros tinham o direito de trucidas os brancos porque eram ex-escravos” e “Não houve genocídio, houve revolução.” O pensamento esquerdopata é assim, mascara a realidade e até os fatos históricos. Eu não conhecia este blog, um replicante lá, bem arrogante- como é típico de esquerdopatas em geral- me disse que eu estava copiando o que postava do “Blog do Reinaldo Azevedo.” Confesso que não conhecia, mas foi uma boa dica.

  6. Bruna

    -

    30/01/2010 às 23:54

    REINALDO AVISA
    Bruna, já sou comprometido. Não quero papo-cabeça com você, entendeu?

  7. Luis Oliveira

    -

    10/12/2009 às 14:55

    Nem Lula , nem FHC.

    O plano real foi graças a processos bem anteriores começados no governo do Itamar, e por que não até um pouco antes no próprio Collor (Deus me livre de ter dito isto…mas apesar do saque a nação, conseguiu alguns passos no processo que viria a posteriori), mas se não fosse o arquiteto do Plano Real, o Rubens Ricúpero e equipe, o FHC que foi criação de Itamar, não ireia tão longe com seu governo mesmo…

    Como anarquista, creio que não cabe defender nem um lado , nem outro, mas crescer de forma diferente do mundo, expondo um Brasil que quer ser empreendedor nos próximos 10 anos, mas sem investimento em educação e pesquisa, infras-estrutura, etc…iremos naufragar…

  8. Raphael

    -

    16/11/2009 às 15:28

    Tradução um pouco biased, não?

    “has felt able to ignore” não é “fez questão de ignorar”, tio. Fica mais para “se deu ao luxo de ignorar”.

    Acerta lá, please?

  9. carlos

    -

    13/11/2009 às 23:48

    por favor comente sobre os elogios a FHC pois na minha sala é dominada por pessoas e até meu professor que acretita que LuLa fez tudo.vamos estuda o periodo Lula e o anterior o debate esta marcado quanto mais subsidos melhor quem pudr me ajuda ajude.

  10. My suggestion

    -

    13/11/2009 às 18:52

    “Cardoso (left) did Lula a big favour”
    Aparece abaixo da histórica foto, no momento dessa foto o Lula deve ter dito a Mr. Cardoso em bom “sindicalez”: “never before in the history this country” “nuncaantesnaistoriadessepaiz” eu deixei(só hoje) de te criticar, e esse é o motivo do riso do doctor FHC que teve coragem de dar o remédio ruim ao rei de Roma(Brasil) regularizando os ruins rumores que repetidamente repeliam recursos, recomendando retornar ao real rumo. Ocasionalmente nosso FHC está a “left” do cefalópode, nós somos a esquerda em relação ao profeta “Ignácio”. É isso.

  11. jaau

    -

    13/11/2009 às 17:14

    Só tem que agradecer a “herança BENDITA” que deixou o FHC, cambada de bandidos!!!

  12. Lucas

    -

    13/11/2009 às 16:18

    REINALDO AVISA
    Reinaldox pegou a barata

  13. jbarros

    -

    13/11/2009 às 16:08

    Os petralhas deviam procurar fazer um curso de inglês (ou, pelo menos, apreder a usar o Tradutor do Google) antes de proferirem as asneiras típicas do petismo.

  14. Slawkenbergius

    -

    13/11/2009 às 15:33

    Hybris… orgulho… por sinal também um dos sete pecados capitais. Era castigada severamente pelos deuses e, imagina-se, tambem por Deus. Bom. O que importa é o seguinte: a matéria da The Economist deixa claro quando e com quem a “mudança” começou. Pra desalento do Apedeuta, sempre em competição com o Presidente (com “P”) Fernando Henrique. O homem tem um recalque desmedido. E é isso mesmo: o Real foi adotado (criado) então, o superavit primário também, idem o câmbio flutuante. O Apedeuta inventou o quê? Nada. Continuou com o que herdou. E, pra garantir, colocou no Baco Central o Henrique Meirelles, dos quadros do… PSDB!!!! Que a catraia petralha se reduza à sua insignificância.

  15. Anouk

    -

    13/11/2009 às 14:48

    Grande Rei!

    “Hýbris” é a ultrapassagem do “métron” (medida de cada um), isto é, “hýbris” é a violência feita a si próprio e aos deuses imortais, o que provoca a “némesis” (ciúme divino). A punicao é imediata. O infrator torna-se êmulo dos deuses. Contra ele é lancada a cegueira da razao; tudo que este fizer, será voltado contra si mesmo. Uauau! tic tac tic tac…..

  16. Universo Paralelo

    -

    13/11/2009 às 14:31

    Será que sou eu ou esse Guimarães quem está vivendo num mundo fora da realidade, num verdadeiro ‘universo paralelo’. Quando li ele escrever que ‘O Brasil vai bem porque esse discurso já está vencido na prática…” e que “é visível que o Governo reconhece os méritos do período anterior e que a oposição dá grande credibilidade às boas ações do Governo atual” eu pensei, acho que sou eu quem está totalmente defasado em relação aos acontecimentos nacionais. Vai ver que no JN de ontem apareceu algum ministro do Lula dando valor às ações de governos (não só do FHC, mas de qualquer presidente antes deste colossal período Lulista) e eu nem percebi. Preciso, sem dúvida, me atualizar mais.

  17. reynaldinho

    -

    13/11/2009 às 14:05

    Novo testamento,assunto:a moral e a ética da humanidade, O Cristo decolou por vergonha,em 2009 anos nunca vira nada igual,este sim é o Brasil da capa da the economist,VERGONHOSO E CORRUPTO,a metáfora é essa e não outra,quem cala consente,por isso Reinaldo não se cale,nós que pagamos impostos com o nosso dinheiro precisamos de vc. BOM fim de semana.

  18. Ex PT

    -

    13/11/2009 às 13:53

    Reinaldo,
    Finalmente alguém fora do país viu o Lula como ele realmente se apresenta.Mas,a conduta dele expressa o que ele é em essencia .
    Agora,a pergunta: se ele desejava ser presidente do Brasil porque não estudou? teria sido menos humilhante para todos da família.
    Mas,para ezibir essa cara de pau,fazer o que? Mais uma 51 que nada, ele agora vai de havana(aquela cachaça mineira que agora
    mudou de nome:Anísio…mas a qualidade e o preço não mudaram.
    Ele é mesmo “empenado” dizinham meus sobrinhos de uns para os outros,quando alguém da turma queria ser o maior.

  19. Guimaraes

    -

    13/11/2009 às 13:01

    Que discussão ESTÚPIDA! Enquanto a revista tenta fazer uma análise racional do quadro econômico brasileiro atual, os partidários inflados, ficam discutindo se a reportagem fala melhor do Lula ou do FHC. O Brasil vai bem porque esse discurso já está vencido na prática. Apesar da fala do presidente exaltar o embate PT-PSDB/Lula-FHC, é visível que o Governo reconhece os méritos do período anterior e que a oposição dá grande credibilidade às boas ações do Governo atual. Os problemas ignorados, como distorções no nosso sistema tributário e previdenciário, não se resolvem porque, enquanto o embate Lula/FHC continua midiaticamente, os grupos de interesses tomam conta do Congresso (junto com o PMDB)

  20. Ed do Rio

    -

    13/11/2009 às 12:55

    continuando meu comentário: As usinas de Angra foram construidas no governo Geisel, e assim tantas outras obras importantes e que, na época, foram duramente criticadas pelos atuais dirigentes e que hoje se vangloriam dessas conquistas do ‘governo Lula’. Parece mais um daqueles teatrinhos de fantoches: um boneco fala uma coisa, o outro repete, e assim sucessivamente. E isso vai desde ministros, passando por dirigentes de empresas(ocupando esses cargos na base ‘do toma lá da cá’, sem o menor preparo técnico ou tecnológico para tal) e acaba na boca dos membros da ‘base aliada’ no Congresso Nacional. É impressionante. Todos repetem a mesma coisa, sempre, sempre.É uma coisa orquestrada. Patético!

  21. Ed do Rio

    -

    13/11/2009 às 12:47

    Reinaldo,

    está certo quem escreveu dizendo que os petralhas não entendem nem portugues quando mais entender ‘ingreis’ como diria uns e outros nos seus discursos de improviso. Parece aquele torcedor que não está vendo o jogo, só escutou o locutor falar que foi um gol espetacular do jogador tal do time dele e aí passa a comemorar o dito gol. Só que foi um lindo gol contra!

    Esses petralhas esquecem (ou não sabem) que um projeto de hidroelétrica leva, pelo menos, 10 anos, repito, 10 longos anos, para começar a produzir energia. Assim sendo, nunca na ‘históriadestepaiz’, esse governo teve tempo para construir nenhuma obra significativa. Itaipu foi construida 25 anos atrás. Furnas, muito antes.

  22. Se-Gyn

    -

    13/11/2009 às 12:17

    Alguns aspectos foram relagados pela tal revista em sua análise, caro Reinaldo - até porque interessa mais aos brasileiros:

    1. O incrível desgaste e corrosão moral a que foram submetidas todas as instituições e valores morais do país, durante o lamentável governo de Lula;

    2. Os esqueletos (contas e, irregularidades de todos os tamanhos e, naturezas) que vão cair do armário sobre a mesa do sucessor do atual Presidente da República.

  23. Rildo

    -

    13/11/2009 às 11:25

    O lullla neste sete anos de desgoverno representou um atraso real do Brasil. A rigor ele apenas aproveitou a herança deixada pelo seu antecessor, e mudou o nome e degenerou alguns programas deixados pelo Ex -Presidente Fernando H. Cardozo. Se formos elencar todas as sandices amoralidades e incompetencia desse desgoverno, levariamos horas escrevendo. Temos que reconhecer a sorte do apedeuta que pegou um país ajustado e o mundo em crescimento, o que terminou empurrando o Brasil p/ frente, apesar dessa corja no poder.Mesmo que tivessemos um chimpanzé retardado no governo, o país seria impulsionado, e com vantagens, visto que o simio furtaria, talvez, algumas bananas.

  24. tinkerbells

    -

    13/11/2009 às 11:06

    hubris pode ser ufanismo.

  25. Pão com Manteiga

    -

    13/11/2009 às 11:04

    “a reforma da arcaica legislação trabalhista”

    Põe arcaica nisso! É uma dessas jabuticabas tupiniquins. Bem como toda a CLT.

  26. Aninha

    -

    13/11/2009 às 10:20

    Eu não sei, eu olho para aquela imagem e só o que me vem à cabeça é o Redentor tentando fugir do caos do Rio de Janeiro… :)

  27. Eduardo Henrique

    -

    13/11/2009 às 10:05

    Artigo perfeito!!!

  28. roby

    -

    13/11/2009 às 9:58

    No final do primeiro parágrafo de “Afinal, bom senso na economia” o editorial cita as privatizações, vitais para que o País chegasse ao ponto em que está hoje. A seguir, vangloria a nossa “liberdade de imprensa” — que talvez esteja bastante aquém do que requer a democracia.
    No encerramento, trata como admiráveis tais resultados — alcançados, segundo diz, por reformas e consenso democrático. Talvez isso seja correto quanto à fase FHC, porque o lulo-petismo precisou do mensalão para dar continuidade àqueles sucessos, e barrou todas as reformas quando não eram de seu próprio interesse.
    A canalha vai fazer alarde (sempre fora de contexto) daquilo que lhe convém. Isso também a revista não diz.

  29. Uber

    -

    13/11/2009 às 9:47

    Húbris…
    Entendi!
    No caso de Aquiles, por exemplo, a húbris estaria no seu calcanhar.
    Os desmandos do governo Lula no setor público e os gargalos de infra-estrutura e logística são o calcanhar de Aquiles do Brasil.
    Na capa da Economist, na verdade o Cristo Redentor está decolando como um foguete.

  30. golpista da oscar freire

    -

    13/11/2009 às 9:42

    A foto de capa e uma perfeita ironia se considerarmos como fogos de artificio funcionam: fazem um grande estrondo, emitem luzes coloridas e caem de volta ao solo em forma de cinzas. Nenhum pais desenvovido e digno do nome sem infra estrutura e educacao. O resto e bla bla petralha em sintonia com o blog catolico racionalista (lol). Ja conversou com o arbusto flamejante hoje, Reinaldo?

  31. malu campos

    -

    13/11/2009 às 9:32

    Quanto a PeTrobrás e a Embratur pagaram por essa “reportagem”?
    Na revista Time no ano passado foram 6 páginas duplas e as mesma palavras.

    Quem conhece a China, a Índia, a Rússia e o Brasil sabe que o “BRIC” não passa de uma grande anedota, existe o “IC”.

    A Índia investe em serviço de alta tecnologia, a China em produção em massa e o Brasil investe no que!?

  32. roby

    -

    13/11/2009 às 9:31

    Meu “Michaelis” (que é de 2000 e já achava obsoleto) contém essa expressão. Por outro lado, meu “Novo Aurélio — Século XXI” não a contém. Não é estranho depender do inglês? É sintomático?
    Quanto ao arrazoado, perfeito. Aliás, seria de esperar algo diferente da reconhecida hipocrisia lulo-petista? Se já estão praticamente jogando a toalha em desespero pela estagnação da “doutora” nas pesquisas de intenção, o que seria se tivessem a decência de reconhecer o que devem ao professor Fernando Henrique Cardoso?
    “Eles” estão lutando pela sobrevivência. Literalmente.

  33. MK

    -

    13/11/2009 às 9:21

    Entre as poucas cidades brasileiras mostradas no mapa do Brasil publicado no site da Economist, duas se destacam:
    - Canudos, na Bahia
    - Pirituba (isso mesmo), próxima a São Paulo
    Só faltou mostrar Buenos Aires!

  34. Mynnerva

    -

    13/11/2009 às 9:17

    Já dizia um filósofo grego: Quem destroi o homem não é Deus nem o diabo, quem o destroi é a sua arrogancia. Estou louquinha que o Lulina continue assim, assim…tão magnânimo e desapareça para sempre!

  35. Robes Mendes

    -

    13/11/2009 às 9:02

    D. Reinalda!

    Avisa ao analfabeto das 12:51 am que o “texto” é da Economist.

    (PS: D. Reinalda, observe que eles começam o comentário fazendo uma “crítica” ao lulo-petismo, p/ conseguir despejar aqui o veneno da sua -deles!- insuperável burrice)

  36. francisco

    -

    13/11/2009 às 8:33

    É muito gostoso ler jornalismo de fatos.

  37. angela

    -

    13/11/2009 às 8:28

    Tio Rei,

    a transliteração seria hybris, que significa desmedida.É a primeira palavra da |Ilíada que trata toda da hybris de Aquiles. A palavra contrária é sophrosine - a medida -. Acho que uma boa tradução para hybris seria desmedida.
    Cada dia que passa você escreve melhor.
    Obrigada!

  38. ricardo

    -

    13/11/2009 às 8:26

    ah, mas tem que averiguar também se essa “matéria” ai não eh publicidade paga disfarçada de reportagem…

    li em outro blogo que no NYT eles fizeram isso…

    enfiaram la umas publicidades pagas disfarçadas de jornalismo…

    os petralhas são tinhosos, tudo que vem deles tem que se desconfiar…

  39. ricardo

    -

    13/11/2009 às 8:24

    pois eh, curiosamente a matéria não fala:

    - do Primeiro Emprego;

    - do Fome Zero;

    - da Farmácia Popular;

    - do Banco Popular;

    todos programas genuinamente petralhas, que saíram daquelas cacholas iluminadas…

    eles elogiam mesmo são as medidas do governo anterior…

    ahahahahahahaahah….

  40. VR-760

    -

    13/11/2009 às 7:57

    Rei,
    Quem leu Lobato sabe o que é hubris. Aliás, quem leu Lobato sabe muita coisa. Aliás, o cara já falava até em pré-sal, vide O Poço do Visconde.

  41. Robes Mendes

    -

    13/11/2009 às 7:38

    Inegavelmente, o governo FHC conduziu o país num período de vacas magras: crises econômicas mundiais, secas e enorme e continuada retração do comércio mundial.

    Mesmo assim, e ainda enfrentando uma selvagem oposição, soube promover as reformas que prepararam o país tanto para se beneficiar do “boom” do início do século, como p/ enfrentar a recente crise- o demonizado PROER, por um exemplo, foi fundamental para isto!

    E agora, nestes mais de 6 anos de vacas gordíssimas, o que o Rei do Gogó plantou? O que vamos colher da chuva de milhões de perdigotos e do desperdício de bilhões do dinheiro público?

  42. Yara Chiara

    -

    13/11/2009 às 7:34

    12:51 am:

    Eu ficaria muito feliz se discordâncias pudessem ser feitas com um mínimo de respeito pelo que está escrito e pela pessoa que escreveu. O Reinaldo invade outros blogs para intimidar, ofender e atacar sem nem mesmo ler o que está escrito? Não. Se ele não o faz, então por que é permitido que se o faça em relação a ele?

    O Brasil precisa de respeito, decência, decoro e apreço pelo uso da palavra.

    A internet abre possibilidades maravilhosas. O caso da Yoani é emblemático. O do Reinaldo também. Por que usá-la para perpetuar o que já existe de sobra lá fora: barbárie, estupidez e agressividade?

  43. pedro simon bolivar

    -

    13/11/2009 às 4:25

    acho q a gisele bundchen jah esteve destacada em uma lista de pessoas poderosas ou influentes

    como a primeira, se n me engano

    isso sem dizer uma palavra sequer…acho que nunca ouvi um espirro daquela bundchen

    um belissimo corpo mudo a gisele

  44. claudio-diet

    -

    13/11/2009 às 3:43

    e encontrei esta tradução para hubris no google translate :

    pundonor (que palavra caco-feia!)

    : sentimento de brio e de dignidade .

    tipo confuso agora .

    REINALDO RESPONDE
    Confusão nenhuma! Está errado!

  45. claudio-diet

    -

    13/11/2009 às 3:27

    ola ,
    recém publicada video-charge
    sobre imagem da ‘ economist ‘
    + curtição com tom jobim no audio .

    http://www.youtube.com/watch?v=0UYBn8jJulI

    essa é minha opinião . abrs .

  46. Calado e Morto

    -

    13/11/2009 às 3:21

    Reinaldo –

    O arrogante Lulla não entende o fato básico número 1: este país anda sem ele.

    Este governo é uma nau de tolos. O que fizeram para destravar os investimentos de futuro, neste país? Os investimentos em alta-tecnologia?

    É um inferno tentar ser inovador neste país. Se continuar assim, vamos ser o país que exporta minério e lâminas de aço, eternamente. Os outros farão os carros, os computadores.

    Onde está o programa espacial brasileiro, por exemplo? O programa de biotecnologia? A TV digital?

    O Brasil não poderia, por exemplo, investir em satélites para preservar a Amazônia? Investigar nossas plantas e produxir remédios.

    Lula não é um terço do grande presidente pensa ser.

  47. Ronald

    -

    13/11/2009 às 3:18

    Sobre o artigo, a revista foi relativamente neutra mas correta e digna quando informou, imparcialmente, sem o ranço petralha, que se o país hoje está decolando, isto se deve basicamente ao trabalho executado pelo governo FHC anos atrás. Afinal de contas, só o lulo-petismo consegue resultado imediato com o Bolsa-Favela, o Bolsa-Esmola e outras Bolsas com fins eleitoreiros. Ao que consta, o único projeto de longo prazo dos petralhas era alterar a constituição para eleger o energúmeno indefinidamente como faz o seu “mentor político e intelectual”, o Gen. Hugorila e a sua (ordinária) revolução bolivariana.

  48. Ronald

    -

    13/11/2009 às 3:11

    e mais meia dúzia de empresas estatais que deveriam ser devidamente RIFADAS. O FH foi até bonzinho. Se essa decisão estivesse sob meu controle, eu PAGARIA uma ELEVADA soma para que a iniciative preivada levasse todas essas empresas ordinárias e safadas estatais, TODAS, cabides de empregos de políticos igualmente safados e ladrões, que vivem com privilégios e aposentadorias absurdas tudo pago com o meu, o seu, o nosso dinheirinho…Só no Brasil que carreira pública é status, em qq país desenvolvido esta é uma opção aos menos capazes intelectualmente, para não dizer outra coisa. No Bananão, trabalhar em estatal é símbolo de status e poder.
    Bem terceiro mundo mesmo.
    Sds

  49. Ronald

    -

    13/11/2009 às 3:03

    Reinaldo, obrigado pelo sensacional texto. Claro, é a mais pura e cristalina verdade, f*dam-se os petralhas, tudo isso que o Brasil está vivendo foi plantado por FHC. Lullarapio só está colhendo o que ele e sua imunda curríola tentaram em vão impedir : sólidas bases da estabilização monetária que permitiu ao país colher os frutos 15 anos depois. Destes, uns 8 foram de oposição imunda ( claro) do lulo-petismo. Eu me lembro de todas as manobras insidiosas orquestradas pelos petralhas para impedir o PROER, a venda da Vale, da Embratel e infelizmente não houve tempo para que FHC também vendesse o Banco do Brasil, a Petrobrás e (cont…)

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    -

    13/11/2009 às 2:37

    Uhm…, não quero ser agourento, mas sempre que revistas de grande circulação bota algo na capa é sinal de clímax.
    Alguns poucos exemplos: (a) no final de 2007 The Economist “cantou” a derrocada da moeda americana: uns 2/3 meses após o dolar empreendeu um forte rally (apreciação); (b) Bussiness Week em 1979, talvez uma das mais famosas, “cantou”, a morte do mercado de ações 2 anos antes da véspera de um dos maiores bull markets da história dos EUA; (c) a revista Veja um mês antes do pico histórico do Ibovespa (descontada a taxa do cdi) divulgou “As ações fazem a festa”; (d) tem trocentos outros casos, mas o espaço não permite.

  51. My suggestion

    -

    13/11/2009 às 2:20

    Eles(PT menos LULA) só conseguem ler as “Headlines”..
    O texto da revista é claro, previsão não paga fogetório!
    E não se pode esquecer que montou a festa, não foi o squid!
    “If (SE) current trends hold (which is a big if (SE) )….could be(PODE SER) one of the world’s five biggest economies by the middle of this century”(LÁ PELA METADE DESTE SÉCULO).
    Será que o LULA já se imagina um novo Fidel e pensa que
    que vai governar por mais 30/40 anos, a análise da revista é
    séria e faz uma “previsão” que nunca ocontecerá se eles(PT)
    estiverem no poder, nós e o mundo sabemos disso. O cefalópode não sabe ler inglês que dirá interpretar, é querer demais, não?

  52. Elah

    -

    13/11/2009 às 1:29

    And the word is…HUBRIS

    A verdade é que ninguém agüenta mais os dedos-em-riste e falas descompensadas (ou por ego inflado, ou por alto teor alcoólico mesmo) do PresiMENTE emPACado e da Sinistra ApagaDILMA!

  53. luisroberto2002

    -

    13/11/2009 às 0:52

    Reinaldo,

    Justo a melhor parte você não colocou?!

    “Cardoso did Lula a big favour”

    Se o barbudo soubesse ler, teria morte súbita.

    Congratulations!

    Luis

  54. myrian elizabeth

    -

    13/11/2009 às 0:50

    E para quem não lê inglês, basta entrar em

    http://translate.google.com.br/translate?prev=hp&hl=pt-BR&js=y&u=http%3A%2
    %2Fwww.economist.com%2Fopinion%2FdisplayStory.cfm%3Fstory_id%3D14845197%26source%3Dhptextfeature&sl=en&tl=pt&history_state0=

    O google translate faz uma tradução meio maluca mas dá para entender.

  55. Doutor

    -

    13/11/2009 às 0:22

    Prezado Reinaldo

    Sempre será um Rei.
    Vai escrever assim, com coerência, com certeza, lá , sei lá…
    É tudo que eu queria dizer, como a uma canção de amor para a amada.

  56. Sergio G

    -

    12/11/2009 às 23:55

    A capa da revista também poderia ser essa do link abaixo: a imagem do Cristo Redentor desabando com a data de 2012…

    http://www.cinepop.com.br/cartazes/2012_5.jpg

  57. Ataíde

    -

    12/11/2009 às 23:26

    Petralha não sabe ler. Então só entende o mundo pelas figurinhas. Petralha, se o Cristo Redentor é um foguete em plena decolagem na capa de uma revista, é porque antes foi preparado para isso. Foi projetado e montado, e colocado o botão de start. FHC e outros de antes projetaram e montaram. Lula, ficou por conta apenas de apertar o start. Bom, isso é o que está escrito na reportagem, Ok?Agora, acho mais, que o lulismo fuçou no foguete depois de pronto, alterando seu rumo e funcionamento. O C. R. da foto, neste caso, petralha, não conseguiria se livrar da força da gravidade, e, numa próxima figurinha, apareceria espatifado no chão.

  58. COP

    -

    12/11/2009 às 23:19

    Reinaldo,

    Na mesma edição há uma matéria sobre “Ms Rousseff”, apresentada como “hábil administradora” e “melhor figura política do que aparenta ser”.

    Textinho sem-vergonha que reproduz o que de melhor (ou pior) Franklin Martins e Kennedy Alencar querem fazer o populacho acreditar.

    Quantas páginas de publicidade de estatais brasileiras há nesta edição ???

    COP

  59. Cris

    -

    12/11/2009 às 23:11

    Tem coisa mais hubris do que uma ministra chamar uma repórter de “minha filha” e dar-lhe um sonoro “esp…” em público, no meio de uma coletiva?

  60. Cris

    -

    12/11/2009 às 23:07

    Ah, Rei, deixa eu nem comentar?

    Só uma manifestação: heheeeeeeeeeeeheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!

  61. C.

    -

    12/11/2009 às 23:06

    Pô Reinaldo, querer q um petista entenda uma ironia britânica é um pouco demais e ainda por cima escrita em inglês é missão impossível.
    Só voce com sua paciência britânica para ter saco de desenhar.

    Eu achei a reportagem toda ótima, um primor de equilibrio e bom senso.

  62. Anônimo

    -

    12/11/2009 às 23:03

    Não li, Reinaldo, mas pelo título tenho a convicção que o Economista conseguiu fazer uma proeza maior do que colocar um ovo em pé, ou seja, viu uma galinha decolando.

    Realmente, se a metáfora é verdadeira, então não estamos registrando déficit há mais de um ano.

    É tudo um mero e simplório jogo de marketing do desgoverno do Bolivariano da Silva, já que a rua aqui perto continua igual a de ontem.

  63. janine

    -

    12/11/2009 às 22:55

    Infelizmente, coube a Fernando Henrique dar o remedio amargo ao Brasil para que a doenca da inflacao fosse curada.
    Ninguem gosta de tomar remedio, logo ele jamais sera lembrado como um personagem importante nesse pais. Esse eh o preco que o PSDB vem pagando por ter sido correto.
    Quanto a Lulla … quem nao gosta de festa???
    Dar celular a pobre nao vai fazer esse pais crescer …
    A economia do Lulla eh insustentavel.
    Basta um raio e toda essa felicidade pode virar um APAGAO!!!
    APAGAO eh a cara do PT.

  64. Da Silva

    -

    12/11/2009 às 22:42

    Vocês ja pensaram caso o ex presidente Fernando Henrique Cardoso, não tivesse feito tudo que fez, para que o país se tornasse o que é hoje, mesmo com todo este desgoverno, com esta ma administraçao dos nosso pesados impostos, com investimentos em obras que nao acabam nunca, como por exemplo cito o metrô aqui do Ceara, ja se passaram, eu acho, 10 anos e nao tem data para acabar, nao precisa ser um gestor, para saber que nessa e tantas obras que temos desse tragico PAC, é um imenso ralo de dinheiro publico e maracuraias, pois é nisso que estes petralhas são bons, e pelo jeito, vao fazer de tudo para nao largar o osso.
    Parabens Fernando Henrique, pela sua competencia e inteligencia.

  65. Homo Anômallus

    -

    12/11/2009 às 22:39

    Tio Rei,
    Arruma um tempinho ai e escreve tudo o que fala o editorial da Economist, help me, please…
    Sua tradução ficou do KCT!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    por favor, escreve mais sobre este assunto
    FICOU MARAVILHOSO!
    Os gringos só estão mencionando “que somos uma democrácia” porque ainda existem GRANDES JORNALISTAS NO BRASIL; REINALDO AZEVEDO É O MELHOR DELES.
    Muito do que está escrito no editorial da Economist, foi lido AQUI, NESTA FORMIDÁVEL NAVE-BLOG.
    TIO REI, É UM DOS MAIORES DEFENSORES DESTA AINDA MODESTA DEMOCRACIA, A QUAL OS GRINGOS PARECEM SABER EXATAMENTE PORQUE DE TANTO ATRASO.
    Sua tradução comentada ficou DIVINA.
    abçs

  66. DILMA DIZ : NÃO HAVERÁ APAGÃO EM 2009

    -

    12/11/2009 às 22:36

    ENCONTRE TEMPO REINALDO , POR FAVOR …

  67. WEIMAR

    -

    12/11/2009 às 22:30

    Gostei da capa.

    Weimar

  68. Vera L.

    -

    12/11/2009 às 22:29

    Reinaldo quando o Lulismo passar vão ver que Lula não foi assim tão “maravilhoso”. Vão lembrar que tudo o que construiu de positivo foi por obra e graça de ter continuado as políticas de FHC, de Lula vai ficar essa divisão na sociedade brasileira com os tais estatutos das igualdades que pregam sim privilégios,isso vai ficar. Vai ficar também esse aparelhamento dos Fundos de Pensão do topo até quem serve cafezinho, vai ficar essa lambança do ProUni, Universidades que não ensinam. Lula vai deixar afrouxamentos na fiscalização de obras públicas se conseguir mudar a função do TCU, a lista é enorme. Veja que quando elogiam Lula SEMPRE lembram da herança BENDITA de FHC.

  69. Raios

    -

    12/11/2009 às 22:25

    A arrogancia e a bravata estão sempre presentes no linguajar do apedeuta e da diuuuuma.

    Note, Tio Rei, que o apagão de fhc é apagão. Já o apagão de lula/diuuma é BLACK OUT, mais elegante, fino, “menas gente” entende……entendeu…….. Observe as entrevistas da trupe…. é tudo calculado, é método.

    Esta tiurma petralha não se emenda, não toma jeito, nasceu assim no sindicato e como Gabriela…….. vai ser sempre assim……..GABRIEELA….. pt: Batata assando para 2010, no FOGO, MESMO COM APAGÃO!!!!

  70. Jeremias-no-deserto

    -

    12/11/2009 às 22:12

    Hubris à parte, é bom pensar o efeito que essas análises econômicas internacionais fazem na cabeça do próprio Lula. Ele é uma pessoa primária, sem a mínima capaciadade de discernir entre um fato e as interpretações diversas que ele possa suscitar. Diante da pressão da intelligentsia petista em tirar dividendos dessa sua incrível popularidade, Lula não tem o equilíbrio psicológico suficiente para administrar os efeitos dessa súbita ascencão internacional,embora seja esperto o suficiente para usufruir seus resultados.Lula é um mitômano e se crê um ungido.É um Cristo redivivo nos trópicos. De tanto mentir, acabou acreditando em suas mentiras.Coitado.Acabará caminhando célere para o seu calvário

  71. Marcus Carvalho

    -

    12/11/2009 às 22:11

    Para mim é tudo wishful thinking. Basta olhar para como o brasileiro é para ver que esse país não tem a menor chance de dar certo. Haverá reforma nas universidades? No funcionalismo público? Menos burocracia? A resposta sempre é não. Uma hora teremos que pagar pela conta.

  72. Felipe Autran

    -

    12/11/2009 às 22:10

    Caro Reinaldo, não satisfeitos de tentarem aparelhar seu blog, os petralhas estão tentando fazer o mesmo na área de comentário do artigo da The Economist. É facil identificá-los: são aqueles que fazem com a língua de Shakespeare o mesmo que fazem com a inculta e bela.

    Sem ler o editorial, enchem de elogios o governo Lula enquanto amaldiçoam a “herança maldita” de Fernando Henrique Cardoso. Mas também, coitados, eles já não entendem um texto em português, querer que entendam um em inglês já é demais.

  73. Francisco de Taubaté

    -

    12/11/2009 às 22:08

    O ódio que o apedeuta sente por FHC está mais uma vez explicado. Ele não suporta a idéia de que as bases do sucesso da economia e até do Bolsa esmola são de FHC. Dai todo ressentimento e inveja.
    Haja hubris pra essa corja.

  74. Heitor

    -

    12/11/2009 às 22:03

    De úbere os petralhas ententem; afinal, ninguém mama mais no governo do que eles; alguém conhece um petralha desempregado?
    Os petralhas se seguram no úbere e na(o) húbris. O Houaiss não diz se é fem. ou masc. Deve ser unisex.

  75. Salomão Cohen

    -

    12/11/2009 às 22:03

    Como todas as pessoas de bom sendo vinham querendo dizer…

  76. Chaves

    -

    12/11/2009 às 22:02

    Do Oxford:

    Hubris = arrogant pride

  77. Carlo Germani

    -

    12/11/2009 às 21:55

    Caro Reinaldo,

    As estatísticas verdadeiras revelam: apenas 1% (um por cento) dos brasileiros lêem alguma coisa. A grande massa humana,apenas tem acesso a alguma informação (quase sempre desinformação),
    por meio visual e auditivo (rádio,tv,capas de jornais,revistas,…)
    sem questionamento,reflexão,crítica,conclusões,…

    No caso da Economist,se dá o mesmo. O que vale é a manchete (tendenciosa), “O Brasil decola”. O que vale é o impacto da frase e
    mais nada.

    Pergunto: como seria a realidade desse (des)governo Lula,se a mídia em geral,a população,…,todos questionassem as caixas-pretas que acobertam um festival de absurdos,mentiras e incompetencias generalizadas ? Seria um país de verdade.

  78. Paulo Sá

    -

    12/11/2009 às 21:54

    A reportagem dá muito crédito à independência do Banco Central, que o PT jamais admitiria.

    A tese do humor de Zeus foi derrubada pela competente resposta de FHC ao seu próprio apagão, o sistema do INPE, que mede com
    precisão a quantidade e a potência dos raios.

    Do meu ponto de vista, Cristo está fugindo para a Suíça.

  79. Heitor

    -

    12/11/2009 às 21:53

    Ah! Petralhas, esqueci-me, a próxima commoditie a cair será a do pré-sal, o nosso poço do Visconde de Sabugosa ou do Paulo Maluf, como queiram, como queiram. Mas a commoditie de vocês, os movimentos sociais, hão de cair.

  80. Felipe Alves

    -

    12/11/2009 às 21:51

    Reinaldo, como um petralha chamaria a The Economist depois dessa reportagem?
    Chamaria de “imprensa” porque faz alguns elogios ao Lula?
    Chamaria de “mídia” porque faz elogios a FHC?
    Quem sabe “Midrensa” ou “Imprensídia”?

  81. QUAKER

    -

    12/11/2009 às 21:47

    LULLA
    QUE NEGÓCIO É ESTE TAL DE HÚBRIS CUMPANHEIRO?

    O REI DO TARTARO
    SEI NÃO PRESIDENTE.É MELHOR RECORRER AO REINALDO AZEVEDO.ELE É FERA.

    LULLA
    MAS ESTE CARA NÃO É AQUELE QUE SEMPRE METE O SRRAFA
    NE NÓIS?

    REI DO TARTARO
    SIM PRESIDENTE.

    LULLA
    ASSIM NUM DÁ PÔ

    LULLA
    SIRVA UMA 51 AÍ

    REI DO TARTARO
    E A GORA PRESIDENTE

    LULLA
    QUER SABER DE UMA COISA?
    EU NÃO SEI NADA NÃO SABIA DE NADA.
    MAIS UMA 51 AÍ…

  82. Mário Soares - Portugal

    -

    12/11/2009 às 21:44

    Nuncantesnestepaiz os ingreis elogiô um preçidente do Brasil. O PT é hubris cumpanheros…

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  83. JAM

    -

    12/11/2009 às 21:44

    Imaginem se :

    - a Petrossauro e demais estatais fossem privatizadas,

    - Os impostos baixados a níveis de países de primeiro mundo,

    - Os corruptos presos (haja cadeia),

    - O MST e o Forum de São Paulo exterminados,

    - Os comunistas fossem expulsos desta terra

    - As reformas necessárias fossem colocadas em prática

    - Investimentos em saúde, segurança, transporte e infra-estrutura do país saíssem do papel

    - Investimentos pesados nas forças armadas, inclusive com a criação do soldado profissional que falta no Brasil (formação de extrema direita)

    - Investimentos pesados na educação (formação de extrema direita e livre iniciativa)

    O Brasil seria o paraíso na terra !!!!!!!!!!!!!!!!!!

  84. Hermés de Azevedo

    -

    12/11/2009 às 21:41

    Segue a leitura O Brasil e o futuro de Samir Keedi em http://www.dcomercio.com.br/Materia.aspx?id=31757

  85. Chacon

    -

    12/11/2009 às 21:40

    Primeiro, FORBES, depois The Economist, a próxima deve ser Caras, já pensaram, Maria Letícia e Lula, acompanhados da vela (nesse caso literalmente) e segunda dama Dilma, na Ilha de Caras… numa jacuzy, praticando esqui aquático, jantando à luz de velas, experimentando roupas elegantes (não que elas não sejam elegantes…), jogando truco… digo criquet (não sei nem como se escreve isso), lanchando aquele pão com lingu…ops eh..trufas com ovas de salmào, iguarias que realmente não se encontra no bar do Zé lá em SBC, tomando um finíssimo Romané Conti 51, safra 51 claro… seria mais que um hubris… seria um luxo só meu amor hahahahaha.

  86. bobi.china

    -

    12/11/2009 às 21:40

    Perfeito. Acho que os autores lêem nosso blog hein Tio Rei. Brincadeiras à parte, está realmente sensacional o editorial. Perfeito mesmo!

  87. Rafael Gargalhão

    -

    12/11/2009 às 21:39

    Do mundo dos desejos inconfessos:

    “O caminho da China, no entanto, parece definido. Seu salto é ainda mais admirável porque foi dado por meio da opressão e da construção de um consenso forjado. Quem dera o Brasil de Lula pudesse fazer o mesmo. Mas ele chega lá”.

  88. Do Sul

    -

    12/11/2009 às 21:37

    Em conversa sobre o tema, cuidado ao pronunciar a palavra, pois logo entenderão outro signicado e ficarão alvoroçados: “a revista adverte que o novo risco para o maior caso de sucesso na América Latina é a “hubris”. Entenderão, conforme a pronúncia, que trata-se de mais uma “teta” (ubre - ubere).

  89. Marcelo Arruda

    -

    12/11/2009 às 21:33

    A revista britânicaThe Economist reservou a capa desta semana para o Brasil. Com o título “O Brasil decola”, a publicação analisa em uma série de reportagens a rápida recuperação da economia brasileira em meio à crise econômica mundial, e diz, em editorial, que o País finalmente fez jus ao ‘B’ dos Brics, grupo de emergentes formado também por Índia, Rússia e China. A revista, no entanto, alerta que a arrogância pode ser o maior risco para a economia brasileira, a qual precisa de alguns cuidados para manter o crescimento.

    De acordo com a revista, o Brasil difere dos outros Brics por ser uma democracia, ao contrário da China; não ter tensões étnicas em seu território, como é o caso da Índia; e, diferentemente da Rússia, ter uma pauta de exportações diversificada.

    Ainda segundo a The Economist, os prognósticos para a economia brasileira são bons devido à exploração do pré-sal e à demanda por alimentos e commodities vinda da Ásia. Em 2014, ano que a Copa do Mundo será realizada no Brasil, o País deve ser a quinta economia do mundo, à frente de Reino Unido e França.

    A revista elogiou também a resposta do Brasil para impulsionar o consumo interno e para diminuir a desigualdade social, mas criticou o aumento de gastos públicos, falta de investimentos em infraestrutura e em educação.

    Para a The Economist, o maior risco para a economia brasileira é a arrogância de achar que tudo vai bem. “Da mesma forma que seria um erro subestimar o novo Brasil, seria um equívoco fazer vistas grossas a suas fraquezas”, diz o editorial. “Lula está certo em dizer que seu país merece respeito, e ele também merece a popularidade que tem. Mas ele foi um presidente sortudo que herdou bases lançadas por seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso”.

    A The Economist dedica uma atenção especial a aspectos que considera relevantes na conjuntura brasileira atual. Segundo a revista britânica,as sucessivas crises que atingiram a economia do País no passado tornaram seu sistema financeiro sólido, como ficou comprovado no final do ano passado, auge da crise econômica global.

    O crescimento acelerado do setor de commodities também merece destaque, a exemplo do crescente apetite de expansão externa das multinacionais brasileiras. Outra reportagem aborda o gigantismo do Estado brasileiro, a burocracia e a pesada carga tributária como fatores que dificultam a vida do setor privado.

    “Uma reforma tributária tem estado próxima do topo da agenda do governo por um tempo tão longo quanto nossa memória permite”, diz a The Economist. “Mas ainda não está acontecendo, deixando muitas empresas intensamente frustradas.”

  90. claudemir

    -

    12/11/2009 às 21:31

    Reinaldo,
    de vez em quando vc é sarcástico ao extemo: petralha lendo alguma coisa e ainda por cima em inglês????
    mostrei a foto para um e escutei: uai, o Cristo tá indo embora???
    kkkkkkkkkkkk

  91. Alexandre

    -

    12/11/2009 às 21:29

    E é justamente por isso que o Cristo aparece afundando nas Baia da Guanabara e nao decolando.

    Burro!

  92. Yara Chiara

    -

    12/11/2009 às 21:27

    Lula vive de e para comparações. Não é por acaso que “nuncantesnestepaiz” virou motivo de chiste. Como Lula e o PT pretendem ter o monopólio da política brasileira, eles precisam das comparações, ainda que fajutas e rasteiras, para se perpetuar no poder.

    A sanha de desacreditar o governo anterior serve a apenas um propósito: tornar Lula e o PT os únicos agentes políticos legítimos do país.

    Por mais que Lula fosse bom presidente, o que ele não é, nada justifica sua falta de compromisso com aquele país que deve continuar sem ele. Lula só concebe um Brasil lulista: tudo que não convenha ao seu projeto de poder se torna matéria acessória, por mais essencial que seja ao país.

  93. Heitor

    -

    12/11/2009 às 21:24

    É, petralhas, é por isto que só leio Reinaldo Azevedo, o resto …

    A primeira commoditie a cair foi o petróleo.
    A próxima commoditie é a de vocês, os movimentos sociais, uma hora eles cairão, ou o Brasil cairá primeiro.

  94. Luis Alves

    -

    12/11/2009 às 21:18

    Reinaldo,

    “Hubris” já foi incorporada ao inglês sim. Ela consta aqui do meu Oxford American College Dictionary (edição de 2002). Eu moro nos EUA e ela é lugar comum em discursos, entrevistas, etc… (lembro até do Obama usando). Eu fiz um curso de mitologia grega um tempo atrás e, como você bem apontou, hubris é a causa número 1 de morte na mitologia grega. Em sua origem grega, a palavra basicamente se refere ao mortal que acha que é um deus. Os deuses gregos eram impiedosos com esses mortais. Uma pena que o mesmo não aconteça no Brasil.

    Um abraço,

  95. Luiz A.

    -

    12/11/2009 às 21:18

    Mas, só, essa corja PTraleira, não consegue admitir que esse governo conseguiu ir pra frente graças ao que foi deixado por FHC…Ese sujeito, só, deu continuidade e, pra ficar com os louros,mudou os nomes dos programas….Assim até eu que sou um besta!!!!!

  96. Rafael Gargalhão

    -

    12/11/2009 às 21:17

    Os petistas são assim: a imprensa estrangeira (aliás, qualquer imprensa) só é fonte de verdade quando elogia o governo.

  97. ricardo

    -

    12/11/2009 às 21:14

    e não eh novidade alguma a bomba-relógio que esta sendo armada por esse demagogo clínico…

    o próximo presidente, sendo oposição, vai ter um osso duro de roer pela frente…

    ainda mais se quiser mesmo fazer as reformas (algumas não tão populares) que o pais realmente precisa…

  98. CÉRBERUS

    -

    12/11/2009 às 21:13

    Reinaldo

    Decididamente vc quer matar a Pelegada Petralha do coração né? Querer que estes asnos leiam o conteúdo de uma The Economist é um pouco demais.

  99. João Sebastião

    -

    12/11/2009 às 21:13

    Reinaldo, pela capa o que se vê é Cristo se mandando e voltando pra casa. Só faltou a legenda: “Pai, perdoai-os eles não sabem o que fazem!”

  100. ricardo

    -

    12/11/2009 às 21:13

    cheio de elogios a FHC?

    agora a petralhada corta os pulsos (by Ideliiii)

  101. Flavio

    -

    12/11/2009 às 21:12

    Faz todo sentido que elogiem FHC. Os créditos são SÓ dele. Ele construiu a base da economia atual: lei de responsabilidade fiscal, câmbio flutuante, consolidação da dívida pública (que antes era mascarada), privatizações, superávit fiscal, etc. Que os petralhas mostrem alguma medida econômica realmente relevante do governo Lula. Não vão encontrar nada. Lula deve tudo o que ele é hoje ao FHC.

  102. Rafael Gargalhão

    -

    12/11/2009 às 21:11

    As ressalvas da Economist são pouco significantes, se comparadas à enfase nos elogios feitos a esse governo patético.

    A propósito, uma revista que se quer internacional não deveria mencionar a aproximação de Lula com facínoras como Hugo Chávez, o presidente do Irã, os membros das FARC, etc?

    Não se fazem mais revistas liberais como antigamente…

  103. Gione Oigen

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    12/11/2009 às 21:10

    Petralha gosta de entrelinhas.

    Eles fazem a tradução da tradução, dentro da cartilha petralha, mantendo mal informados os mal informados militantes.

    Eles vivem de mistificação. E não pensam com suas cabeças. O partido pensa por eles.


 

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