04/12/2009
às 18:06O PLEBISCITO PARA A REFORMA POLÍTICA
O deputado Raul Jungmann (PPS-PE) costuma aparecer bem na foto neste blog. E não é por acaso. Este blogueiro avalia que ele abraça boas causas — ou, então, que me demonstrem o contrário. Entre os observadores estrangeiros nas eleições de Honduras, para citar o caso mais recente, foi o único brasileiro. Escreveu um artigo impecável para este blog sobre o que ouviu e viu por lá. Mas nem sempre apoiamos as mesmas teses.
Leitores me perguntam o que penso sobre a sua proposta de fazer um plebiscito sobre a reforma política. Ele seria realizado junto com as eleições de 2010. Sou contra! Na verdade, sou contra a “plebiscitização” da democracia. “Ah, mas é só um, Reinaldo!” Não sei… Atrás de um, podem vir outros.
A sua proposta ainda não está clara — e fica aqui um convite para que a esclareça em um artigo se achar conveniente. O que se perguntaria ao eleitor?:
- “O senhor é favorável a uma reforma política?”
- “O Brasil deve fazer uma reforma política?”
Mas qual reforma? Parece-me evidente que a resposta seria “sim” — não havendo nem sequer espaço para quem defendesse o “não”. Porque se tomaria o “não” como a defesa de tudo o que está aí. E o que está aí não é o trunfo das leis que temos, mas justamente a sua transgressão. Dizer um “Sim” ao não-se-sabe-o-quê é melhor do que dizer “Não” ao que se conhece, ainda que cheio de defeitos?
Sei que o statu quo resiste a mudanças em quaisquer circunstâncias. Esperar que o Congresso tome a iniciativa de se reformar pode ser inútil; esperar que o presidente eleito tente a mudança quando está interessado em formar a sua maioria para governar é também inútil… Qual a saída? Por que não maior rigor e celeridade na investigação e punição dos que transgridem as leis?
De resto, reformas políticas costumam ser pautadas por fetiches, como o tal financiamento público de campanha. Noto que aquela sem-vergonhice no Distrito Federal não seria coibida pelo dito-cujo.
Mas que se releve o seguinte: Jungmann não é um chicaneiro a propor “Constituinte Exclusiva” para fazer reforma política, coisa do bolivarianismo vagabundo. Seu plebiscito supõe que a tarefa fique a cargo do Congresso regular. A proposta, por enquanto, traz mais dúvidas do que esclarecimento. Faço aqui o convite para que ele explique a vocês o que pretende.
Tags: reforma política


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72 Comentários
Kirk
-07/12/2009 às 15:20
Cara Lulu,às 4:06 pm,escreveu:
“- Se existir qualquer tipo de processo na Justiça o indivíduo não
poderá se candidatar;”
COMO ASSIM?!
ENTÃO,PRA VOCÊ,BASTA A ABERTURA DE UM PROCESSO CONTRA ALGUÉM PARA ATESTAR QUE O INDIVÍDUO JÁ É CULPADO???!!!Mas o indivíduo acusado não é,até o final de um julgamento,inocente até prova em contrário???!!!
Lamento,mas esta sua sugestão está eivada de equívocos…
Compreendo a sua indignação,que é também a minha,mas não é por aí!!!Afinal,vivemos numa Democracia,num Regime Democrático e Estado de Direito,não é mesmo?!
roberval
-07/12/2009 às 14:59
Cara eu poderia me derreter em loas prá você, mas, como se fala aqui pras bandas do nordeste digo só:
Tô contigo e o boi não lambe. “Senta a puá” nestes LADRÕES.
Rodrigo R.
-07/12/2009 às 10:01
Eu sei que você concorda com posicionamentos e não com pessoas. Mas vale dizer que o Raul Jungmann é um dos desarmamentistas mais frenéticos do país.
E isso também é muito perigoso.
Anonimo
-06/12/2009 às 20:58
Sr. Reinaldo,
O senhor considerou o post do Dep. Jungmann sobre Honduras “um artigo impecável”. Analisando o artigo, resta evidente que ele contradiz o senhor e que contém erros:
1- O artigo afirma que Sr. Zelaya foi afastado pelo Congresso, o senhor escreveu “a Corte Suprema, interpretando a Constituição, formalizou a sua destituição”
2- Um corolário de a destituição ser decretada pelo Congresso é que o Sr. Zelaya era o presidente em exercício quando expulso, o senhor escreveu exatamente o contrário.
3- O Deputado comete um erro cronológico no Item 3
4- O Deputado comete um erro de informação. O Presidente Zelaya NUNCA publicou um decreto convocando uma constituinte
Lulu
-06/12/2009 às 16:06
Primeiro tem que moralizar e extipar do Serviço Público:
- Candidatos com ficha suja:
- Não permitir a imoralidade de marido, mulher, filho e afins se
candidatarem (ex. Edson Lobão, a mulher e filho; Sarney e filhos)
- Quem se envolver em qualquer ato ilícito não será permitida seu
retorno ao Serviço Público;
- Se existir qualquer tipo de processo na Justiça o indivíduo não
poderá se candidatar;
- A pessoa pode Renunciar ao cargo, mas será banido do Serviço
Serviço Público para sempre;
Se não tomarem decisões sérias voltadas apenas para o bem do País e seus cidadãos, não vai valer absolutamente nada a Reforma Eleitoral.
Theo
-06/12/2009 às 15:37
Cadeia! Talvez essa seja uma boa alternativa para bandidos da política. Há uma sensação de impunidade no trato do dinheiro público.
jungle boy
-06/12/2009 às 10:37
Deve-se atacar a corrupção em seu âmago: o dinheiro desviado do erário. Tudo começa na Lei de Licitações, onde o conluio impede a ampla concorrência e o poder da Administração reter pagamentos afasta pessoas íntegras das compras públicas. Ao final, o contrato público sai mais caro para atender interesses escusos.
Uma “reforma política” é mais simples que se imagina: é começar pela Lei 8666/93 dando-a mais transparência, mais segurança jurídica, mais participação, menos ingerência da Administração nas contratações. Em outro flanco legislativo, financiamento público de campanhas políticas para mitigar a entrada de dinheiro ilícito. Acabar com falso moralismo e faz-de-conta reinantes…
Kirk
-06/12/2009 às 5:01
Caro “Tomé”,às 6:36 pm,lembro-o de que esquerdopata não são somente os integrantes do PT,mas também do PSDB,pois ambos os partidos são de Esquerda…Embora,menos mal,o PSDB não integre o famigerado “FORO DE SÃO PAULO”.Mas,independente disso,por que,pergunto,correr riscos???!!!ESQUERDA NEM PENSAR!!!
QUERO e VOU votar num partido de Direita,mesmo que este seja um partido político nanico,mesmo que seu eventual candidato seja inexpressivo,mesmo que estes não vençam eleições,pois assim dormirei em paz,com a consciência tranqüila…Senão,será uma eterna alternância de poder entre dois esquerdopatas…
Votar na Esquerda???!!!NEM PENSAR!!!Sem opções Direitistas,prefiro,então,anular meu voto.
Kirk
-06/12/2009 às 4:41
Caro “Leonardo Diniz”,às 1:11 am,lembro-o de que não existe ex-comunista.Ou o indivíduo é ANTIcomunista ou continua sendo comunista,ou seja,continua trabalhando discretamente em nome da CAUSA do ateísmo/esquerdismo!!!É o caso deste Jungman,por exemplo!Porque,este senhor,ao aparentar ser um estulto,ao sugerir semelhante suicídio democrático,está na verdade colaborando na cupinização das Instituições Democráticas e demais legados da Civilização Ocidenta de moral judaico-cristã,como atesta mais esta proposta digna de parvos ou inimigos da Liberdade!!!
Raul Jungman,por que não te calas???!!!
Kirk
-06/12/2009 às 4:26
Parabéns ao comentarista “Ramses XXI” !!!
Kirk
-06/12/2009 às 4:23
Penso que certas reformas políticas devam aguardar uns 50 anos,no mínimo - até lá,os atuais políticos deletérios já identificados terão morrido,espero,hehe!!!
Aparecido f.
-05/12/2009 às 19:53
Enquanto o PSDB vacila, segue valendo a máxima petralha : us nossos, nóis protege, us otros nóis impicha…… us empresariu que não colabora, Federal neles. us que colabora, vai para o BNDES. Se a cinderela ganhar, será perigoso ser agressivo como o menino do MEP. O negócio vai ser seguir o conselho da Marta. Naquela época longinqua , a Marta ainda não distribuia seus conselhos.
Rivadávia
-05/12/2009 às 18:17
O presidente da Silva que não é nada bobo, quando a coisa aperta pelos sucessivos e intermináveis escândalos de corrupção, como o mais ‘ético’ dos presidentes, solta da cartola a ‘reforma política’, na expectativa de criar as ‘condições objetivas’ para o golpe final nas instituições republicanas.
Porém o que está em jogo é a corrupção dos costumes políticos e - sem vergonha na cara – não haverá leis suficientes; nem mesmo uma lei de crimes hediondos poderá conter a corrupção. As leis existentes são mais do que suficientes; basta que sejam aplicadas.
O que se impõe é a configuração jurídica d um sistema partidário com vocação institucional, ou seja, voltado para o bem-público e uma oposição construtiva que contribuam para o aperfeiçoamento das instituições republicanas, reabilitando o Parlamento para que cumpra sua máxime função republicana de manter/restabelecer o pacto federativo e sede da representação da soberania popular.
DESDE O SÉCULO PASSADO a questão da reforma eleitoral/política é pautada pela mídia devidamente instrumentalizada pelos setores políticos organizados, sobretudo quando há uma ‘crise de representação’ provocada pela traição da soberania popular e pelos níveis anômicos de corrupção.
O SISTEMAS ELEITORAL admite apenas três alternativas: 1. Majoritários; 2. Proporcionais; 3. Mistos.
POR SUA VEZ - O SISTEMA PARTIDÁRIO – pode se configurar em quatro e apenas quatro modalidades, em razão do sistema eleitoral em vigor: 1. Lista fechada; 2. Lista aberta; 3. Lista flexível; e 4. Lista livre.
O imperativo ético e sociopolítico é justamente a contenção da degradação das instituições republicanas do Estado, sobretudo pelos membros dos partidos políticos cujas regras, disciplinas e programas partidários não são obedecidos.
A ÚLTIMA REFORMA ELEITORAL – foi instituída na década de 1990 e consistiu em três mudanças então fundamentais:
1 - NOVA LEI DE INELEGIBILIDADE - Lei Complementar n.º 64, de 18.05.90; [https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp64.htm]
2. NOVA LEI DOS PARTIDOS POLÍTICOS - Lei n.º 9.096, de 19.09.95, alterada pela Lei n.º 9.259, de 09.01.96;
[https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lei9096consol.htm]
3. LEI DAS ELEIÇÕES - Lei n.º 9.504, de 30.09.97.
[https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9504compilado.htm]
PELOS DISPOSITIVOS LEGAIS APROVADOS – a reforma centrou-se nos três aspectos comuns e mais significativos – INELEGIBILIDADES, PARTIDOS POLÍTICOS, e ELEIÇÕES – que são os limites constitucionais de uma reforma eleitoral.
PORÉM NA REFORMA POLÍTICA – há uma abrangência que atinge a estrutura do próprio Estado. As reformas políticas – enveredam não só pelos sistemas eleitoral e partidário, mas também pelo sistema político que abrange a forma de Estado (unitário, federal ou misto); o sistema de governo (presidencialista, parlamentarista ou misto); a esfera de competência dos entes federativos – União, Estado, Distrito Federal e Municípios e de atuação dos três Poderes republicanos.
A tentação totalitária revela-se na prática pelos arreganhos para anulação dos demais Poderes, que com eventual ‘reforma’ poderá ser ‘institucionalizado’.
O senador da República MARCO MACIEL aborda com muita propriedade a questão:
“Ao contrário das eleitorais, as reformas políticas incluem aspectos mais amplos que extrapolam o que se refere apenas aos sistemas eleitorais e aos sistemas partidários. Compreendem o sistema político e a esfera de atuação dos três Poderes.” MARCO MACIEL, senador da República, in Reforma Política e Reforma Eleitoral, REVISTA JURÍDICA CONSULEX – ANO XIII – N.º 298 – 15 DE JUNHO DE 2009 – p. 66.
Abs Rivadávia
Ratoeira
-05/12/2009 às 17:30
O financiamento público de campanha só INCENTIVARIA ainda mais a prática de caixa dois. Com recursos limitados, seria muito mais tentador aos corruptos receber por fora, até porque tais recursos NUNCA teriam de ser contabilizados, uma vez que não seriam públicos.
Entendo que vagabundos defendam tal modalidade de financiamento de campanha, mas não entendo como há gente honesta - e há, são verdadeiros poetas - que defendam este tipo de financiamento eleitoral.
Liberdade Já!!!
-05/12/2009 às 15:42
Como nós brasileiros somos otários. É lógico que deveríamos votar sobre qualquer assunto a respeito das nossas vidas e ter direito a voto livre, sem obrigatoriedade. Na maioria dos países democráticos o povo vota através de plebiscitos e eleições sobre vários assuntos e não somente a respeito de política (Até na Venezuela, Honduras, Irã o voto não é obrigatório). O que é melhor para vocês, opinar sobre o melhor para sua vida ou seu país ou deixar na mão de políticos?
geraldo nunes
-05/12/2009 às 14:05
Reforma política “for dummies”:
1-Uma pessoa, um voto: 550 deputados federais, número de deputados por Estado proporcional ao de habitantes (hoje, com de 192 milhões de brasileiros, um deputado a cada 350 mil habitantes).
2 - Voto distrital, um a três representantes eleitos por distrito, voto majoritário, mais votado leva, e pronto.
3 - Voto opcional, com documento específico e leitura biométrica.
O restante é complemento. E para quem disser que o Congresso seria “dominado pelos paulistas”, lembro que o modelo Câmara-Senado foi proposto por Benjamin Franklin, onde o Senado representa os Estados e a Câmara os eleitores, exatamente para haver equilíbrio entre estados grandes e pequenos.
esquilo
-05/12/2009 às 12:07
Sou a favor de reforma politica para colocar o politico ladrao e o que nao respeita a constituicao na cadeia!
Aero Willys
-05/12/2009 às 11:55
Reinaldo;
Jungmann, aos poucos, mostrará de forma mais clara que age muito bem de acordo com a ideologia de seu partido. Ele é sincero.
Fique esperto.
Saudações conservadoras,
Aero Willys
mariomm
-05/12/2009 às 11:38
“Por que não maior rigor e celeridade na investigação e punição dos que transgridem as leis?”
Caro Reinaldo, essa sua pergunta vai direto ao ponto.
A farra da corrupção só existe porque o risco é irrisório. E não é somente no Executivo. Os casos dos juizes ‘LaLau’ e Rocha Mattos mostraram que, mesmo quando se ‘pune’, fica a sensação de que os transgressores ainda ’sairam no lucro’.
Ronaldo
-05/12/2009 às 10:13
Reinaldo:
A necrose total das instituições políticas reclama uma reforma. Mas esta só será benéfica se eliminar os principais fatores de degradação. Devem mudar: a-) o voto obrigatório, passando a livre; b-) a ditadura dos partidos, de modo que surjam candidaturas independentes, desvinculadas das camarilhas que compõem a oligarquia atual; c-) o voto majoritário, com a introdução do voto distrital. Penso que são as principais medidas de cunho institucional. O mais importante, porém, é a mudança da mentalidade do povo, cuja decadência moral explica a má qualidade dos dirigentes. Neste contexto parece prematuro um plebiscito no momento´.
100destino
-05/12/2009 às 8:11
Que coisa hem.
Sou a favor de uma reforma politica abrangente com a participação do povo . Entretanto , com este povo politicamente despolitizado , ficaria-mos novamente a mercê dos politicos politicamente politizados . Em suma , não ia dar em nada, seria só perda de tempo e dinheiro.Concluindo , daqui a uns 300 anos talvez estejamos preparado para uma boa reforma politica.
Marcus Meyer
-05/12/2009 às 6:31
Sei não, Rei, mas acho que uma reforma política é uma coisa muito séria para deixar na mão desses políticos ai! Pensou o Monstrengo que vai sair com palpites de Eduardo Cuecão, Ideli Estridente, Wellington Super-salgado, e toda a tropa de choque?
MaGioZal
-05/12/2009 às 4:09
Estranho é que um plebiscito político já foi feito no Brasil em 1993, quanto à forma de governo. E o povo escolheu o presidencialismo.
Não acho que uma ampla reforma seja necessária. O sistema eleitoral que temos aí já é bastante bom, tanto que já dura sem alterações há mais de 10 anos, com eleições regulares de 2 em 2 anos.
A única coisa em que se poderia mexer é no caso da proporcionalidade entre deputados federais e populações dos estados, que hoje em dia está bastante distorcida.
Ramses XXI
-05/12/2009 às 3:30
O engraçado é que muitos dos comentários a respeito da reforma ou não reforma feitos aqui no blog, refletem exatamente a ideia da revolução e estão de acordo com o que os comunistas querem, que é acabar com o que está aí para construir uma instituição nova, do zero. ACORDEM POR FAVOR… Tudo o que FHC e LULA fizeram foi corromper as instituições por dentro, foi o governo o grande corruptor… Agora legislativo e judiciário estão moribundos e prontos para receber o golpe final… Quem dará o golpe final??? O POVO, que passa a odiar e a considerar inferiores e desnecessários outros dois poderes, dando ao EXECUTIVO, o poder absoluto. Cadeia e multas aos corruptos já resolveria 90% do problema.
Ramses XXI
-05/12/2009 às 3:04
Reinaldo, eu vejo aí, nessa proposta de plebiscito de reforma política uma sutileza revolucionista… Imaginemos o LULA explicando a reforma política em forma de “parábola” para seu eleitorado… Ele diria mais ou menos assim:
“Companhedo da construção-civil… Você tem um prédio velho, deixá-lo como está é ruím pois eles está com infiltrações , muito sujo e decaído esteticamente. Reformá-lo seria uma opção, mas haverá dúvidas a respeito da estrutura antiga, dos custos , etc… A solução seria REVOLUCIONAR! Demolir o prédio e criar um novo, cheio de influência e teorias do prédio perfeito, politicamente correto, modernamente sustentável e todinho pintado de vermelho.”
anõnimo
-05/12/2009 às 2:37
Reforma política para que os congressistas legislem em causa própria? Deus me livre do voto em lista.
marcio pessoa
-05/12/2009 às 1:52
Reforma politica, tributaria, etc nao parecem ser algo essencial. Se assemelham a nomeacao de uma comissao quando nao se quer resolver um problema. Nosso arcabouco juridico, permita-me o pedantismo, possibilita a punicao de todos esses assaltantes dos cofres publicos, desde que nossos tribunais, notadamente o Supremo, tivessem a coragem de encarar os marginais de colarinho branco. basta de enrolacao.
Leonardo Diniz
-05/12/2009 às 1:11
De fato o Jungman é o melhor comunista (ou ex) que eu conheço. É um homem sério e bom deputado. Mas nas atuais circunstâncias uma coisa dessas é inútil e perigosa. Claro que todo mundo é a favor de uma reforma política (cada um da sua), mas plebiscitos, com a máquina petralha no poder e azeitada, é tudo o que o diabo gosta. Abre o mercado de oportunidades para o populismo vigente e fechar o saco de Pandora (uma adaptação machista) será muito improvável depois.
Giovanni
-05/12/2009 às 0:21
Não para “reforma” !!! Nada de “Reforma”. Reforma quer dizer que esta meleca que está aí poderia ter algum conserto. ( Ou seria CONCERTO ? Eu nunca sei ao serto… ) .
Precisamos de um CONTRATO SOCIAL ZERO KILOMETRO !!! Pois nunca tivemos um que pudesse ser chamado assim: “Contrato Social” . Ou o Brasil acorda para essa realidade ( REAL - IDADE ) ou sempre seremos um povo bananísta.
Portanto, acredito que está chegando a hora para tomar-mos a coragem de admitir que sempre fomos um grande rebanho, dividido em rebanhos menores. Alguns com pastos mais verdinhos , mas todos rebanhos leiteiros, ou de corte, a serviço sabe-se lá de quem. Até a noção de quem seria o “dono real” já perdemos.
celeraman+
-04/12/2009 às 23:15
Deveríamos proibir “consultas populares” diretamente na letra da Constituição Brasileira.
Ferrabraz
-04/12/2009 às 23:03
Reforma política, constituinte, tec,etc,etc.
Só poderia ser legítima com propostas discutidas com os eleitores, antes das eleiçôes deste constituintes, que seriam eleitos por qual proposta que defende.
Distrital, lista aberta, sem voto de legenda, canditatos sem processos judiciais, seriam requisitos a meu ver uma necessários.
QUAKER
-04/12/2009 às 22:31
REI:
NÃO ACREDITE.
É SÓ FARÇA. QUEREM JOGAR ESTE PAÍS NO LIXO LULLOBOLIVARIANO.
CORRERÁ SANGUE MAS AQUI NÃO IRÃO INSTALAR O CHIQUEIRO DELES NÃO.
UM PETRALHA LEVA 15 ANOS PARA SE FORMAR.(PETRALHA APRENDE A ROUBAR MAIS CEDO).
UM CANHÃO NÃO ROUBA MAS LEVA SÓ 5 MINOS PARA FICAR PRONTO.
TENHAM JUIZO LAVRADÁRIOS PETRALHAS.
NENHUMA MÃE GOSTARIA DE PERDER UM FILHO.MESMO QUE SEJA PETRALHA.
O LEMA PETRALHA É:
“A VIDA OU UMA APOSENTADORIA DE REFUGIADO POLÍTICO”.
QUAKER
-04/12/2009 às 22:22
LULLA QUER UM PLEBICITO PARA ADEQUAR AS REGRAS A CORRUPÇÃO LULLOBOLIVARIANA.
COMO UM CONGRESSO DOMINADO POR DOIS PARTIDOS CORRUPTOS PT/PMDB FARÁ UMA PROPOSTA DESCENTE?
NUNCA.IMAGINE ROMERO JUCÁ/SARNEY APRESENTANDO PROJETOS DE MUDANÇA.
NA VERDADE QUEM TEM QUE MUDAR ESTA MERDA É O POVO METER O PÉ NA BUNDA DESTE SALAFRAS QUE AÍ ESTÃO.O POVO, TAMBÉM TEM MILHÕES DE CORRUPTOS.
OQUE FAZER? ALGUÉM SE ABLITA A TER A SOLUÇÃO?
ACREDITAR EM UMA CONSTITUINTE VINDA DE LULLA É SER INOCÊNTE.
ESTE PAIS PARECE QUE AS PESSOAS NÃO TEEM CÉREBRO.
ACEITAR UMA CONVOCAÇÃO DE PLEBICITO VINDA DE UM ANALFABETO DESPREPARADO QUE DESCONHECE AS PALAVRAS
“HONESTIDADE,CARATER,DESCÊNCIA,RESPEITO”.
ISTO É UM PAÍS?
LIMA
-04/12/2009 às 21:53
REINALDO.
SE FICAR O BICHO PEGA, SE CORRER O BICHO COME.
LIS - 9:11
O POVO VAI FICAR DESPROTEGIDO. OS BOLIVARIANOS VÃO TENTAR FAZER O QUE ZELAYA TENTOU E CHAVES E EVO CONSEGUIRAM. NÃO DÁ PARA CONFIAR.
Alexandre Dantas
-04/12/2009 às 21:36
o que eu disse de tão ofensivo no meu comentário feito às 19:45 para o mesmo ser censurado ?
BENE BARBOSA -MVB
-04/12/2009 às 21:20
Gostaria de entender o motivo de meus comentários não serem publicados… Sempre que ligo Jungmann ao desarmamento isso acontece…
Lis
-04/12/2009 às 21:11
Não concordo.
Abrir esse tipo de precedente com pessoas sem caráter no poder é colocar a arma na mão do bandido!
E uma população semi-analfabeta pode muito bem ser massa de manobra de quem tem dinheiro para a divulgação e propaganda do plebiscito com o resultado que lhe interessa.
Não…..sinto muito, mas brasileiro ainda não pode ter regalias de primeiro mundo!
É servir sopa para quem come com a mão e nunca viu uma colher!
Rebelo
-04/12/2009 às 21:08
Permito-me discordar do ponto de vista sobre o deputado em questão. Não o vejo, nem no mais longínquo dos horizontes, abraçando causas nobres, mas, sim, casuísmos que lhe possam render frutos políticos. Nada mais do que isso.
O nobre deputado personifica, em verdade, o desrespeito aos mais comezinhos princípios democráticos, especialmente relativos à soberania popular, o que bem se exemplifica pelo episódio da consulta popular sobre a proibição do comércio de armas de munições, tema em que, não obstante a esmagadora e inequívoca manifestação do Povo em sentido contrário, insiste o aludido parlamentar. Sem respeito, não há como ser respeitado.
Norma
-04/12/2009 às 20:46
A última vez que o sr Dantas, o banqueiro 9rs) compareceu à CPI, foi esse deputado que , com o dedo em riste apontado para o Dantas, exigiu que ele se calasse porque não queria mais que ele respondesse a pergunta que formulou. Justamente no momento em que o Dantas começou a falar do grupo Oi de telefonia, citando nominalmente o filho do Lula. O Dantas tentou argumentar que ele precisa falar, que era importante. Esse deputado inconformado, chegou a perguntar ao presidente da CPI quem tinha a palavra, ele ou Dantas. Conclusão, o Dantas não conseguiu falar devido a defesa ferrenha que esse deputado fez em favor do Lula e do seu filho.
Pois é…Está gravado.
Ricardo Wildberger Lisboa
-04/12/2009 às 20:40
Agumas coisas estão passadas de ser implantadas:
1. Voto distrital
2. Limites à reeleição - só dois mandatos para presidente.
3. Limites à reeleição para os legislativos: é preciso haver renovação.
4. Acabar com o coeficiente eleitoral. Afinal a maioria dos deputados foi eleita pelo coeficiente e não pelo voto direto.
5. Acabar com a remuneração para vereadores.
6. Acabar com a remuneração para prefeitos de pequenas cidades. Quem se inicia em política tem que querer servir e não “se dar bem”. Isso é um recado aos estudantes. E o Estado tem que custar menos ao cidadão.
Quem fará essas reformas? Os políticos? É uma piada!!!
Creio que plebiscito não. Mas algo tem que ser pensado.
anônimo
-04/12/2009 às 20:38
Se opiniões modestamente expressas nesta seção têm algum valor, a minha é um belo “não” a qualquer plebiscito. E vou além, em eventuais reformas, que se acabe com a possibilidade de se proporem consultas populares de qualquer tipo - plebiscitos, referendos, ou afins - instrumentos que são incompatíveis com a democracia.
PS: Reinaldo, desculpe-me, desta vez escrevi antes de terminar de ler todo seu texto. Consulta popular não dá para engolir…
lia
-04/12/2009 às 20:12
Meu C.General Azevedo,
Meu General, reforma política , com os mesmos do desarmamento Cível, (desarmamento das ovelhinhas) ???
VA DI RETRO SATANA!!!!!!!!!!!!!!
Nunca me aconselhe coisas vãs!!!
lia.
rafael
-04/12/2009 às 19:51
Um pequena digressão (hehe). Aqui as leis não são cumpridas nem fiscalizadas e outras são criadas para aplicação das primeiras. Ex.:Num bairro residencial é instalado um bar, contra a lei de zoneamento. Daí os vizinhos reclamam e se cria uma lei que obriga o bar a fechar cedo!!?? Um crime é cometido e o criminoso não é punido. Daí cria-se o crime hediondo! Para que juizes então? Resumo, basta aplicar a lei.. No caso da reforma política, qual é forum próprio para a discussão? Temos que cobrar o Congresso, temos que cobrar o fim das medidas provisórias, temos que entender e praticar a representatividade que os eleitores merecem. Se for preciso de 50 anos no deserto cívico, comecemos logo.
Decoreba
-04/12/2009 às 19:37
Plebiscito para reforma política?
Reforma-se algo que existe. Não é o caso.
DuraLexSedLex
-04/12/2009 às 19:35
Caríssimo.
Eu sei (pelo menos acho que sei) o que seja uma constituinte. Acredito que uma minoria dos eleitores saiba o que é uma constituinte.
Será que a maioria dos eleitores saberia o que é uma constituinte?
Mourão
-04/12/2009 às 19:34
Eles vão tentar.Saí hoje para comprar estopa e óleo lubrificante.Estou de prontidão.Comunismo jamais.
claudemir
-04/12/2009 às 19:30
reinaldo…
nesta altura do campeonato, com a avalanche de casuísmos, com a falta de respeito às leis, sem uma consolidação das leis que já existem, com tantos furos na interpretação da ética( que ficou minúscula, mesmo), o Raul vai ficar como o inocente útil, pois as emendas dos políticos vão trucidar com qualquer bom propósito, será melhor atravessarmos a atual tormenta fazendo água, sem afundar, gritando a esperança que foi assassinada pelos arautos de 2002. Será melhor aguardar novos tempos, deixem os bandidos se embaralharem no cipoal existente. A luz só vai trazer mais trevas.
ab. clau
Zeca Brito Bezerra
-04/12/2009 às 19:26
Reforma política é mais uma das chamadas “reformas institucionais”. Ora, as instituições, assim como o Direito, são VIDA HUMANA OBJETIVADA. Isto significa que cada instituição é o reflexo necessário do que são os homens. Nossos políticos, em sua profunda ignorância, pensam que instituições são “coisas” desumanizadas que podem ser “reformadas” por decreto. Este é um dos maiores auto-enganos. A insistência nessa noção estúpida explica porque tais “reformas institucionaia” NUNCA acontecerá.
Barci
-04/12/2009 às 19:19
Gozado -não concordo com o Reinaldo (nisso)
‘Eçe cara’ de democrata tem o branco dos olhos e o balançado das cadeiras… Foi um dos ‘boladores’ idealizadores da campanha do desarmamento e safardanamente armaram o ‘não’ pra ser confundido com o ’sim’… Se ferraram de verde e amarelo (as cores da liberdade) e mesmo depois de 76% de votos no ‘não’ - esse calhorda et caterva continuam achando que somos idiotas.
Se ele propõe algo - sou contra por ter memoria…
aborrecido e enjoado - posição pessoal e intransferivel
Bom fim de semana, Reinaldo
Marcos F
-04/12/2009 às 19:19
Todo dia pergunto aos meus colegas parlamentaristas e advogados do voto distrital: “- Mas qual e como?”
Ninguém! O silêncio é burro.
Falo em nome de um governo futuro, de normalidade … porque este …
Heitor
-04/12/2009 às 19:07
Reinaldo vai mais devagar, mesmo eu que sou assíduo leitor, repetirei de ano, e não acompanharei a matéria.
JB
-04/12/2009 às 19:02
Reforma política desde que não seja feita por políticos. Utopia??
Weimar
-04/12/2009 às 19:01
Querendo ele, ou não, vai abrir uma porteira. E por ela sairá, não!, neste caso, entrará uma boiada. Uma boiada inteira, e já com o ferro: PT. Se ele quiser um ministério será só escolher. Fará jus, e o Lula é agradecido tanto quanto vingativo. E não foi que o Toffoli teve realizado seu grande sonho na vida?
Tudo bem que, aparentemente, o Jungmann é uma pessoa decente. Mas com político o melhor é desconfiar. Desconfiar sempre. Evita grandes decepções. E o Jungmann tem um passado não de todo arrependido. Comunista pode-se ser na mocidade, muitos fomos isto ou simpatizantes, mas tem que admitir: “Eu era uma besta quadrada!” Quem, quando moleque, nunca apertou a campainha na porta de uma casa e correu? Quem, em prédio residencial, nunca pressionou todos os botões dos andares no elevador? Todos já fomos petistas, ao menos uma vez na vida. Perdoa-se, mas antes o arrependimento.
Weimar
Zeca Brito Bezerra
-04/12/2009 às 18:59
Meu projeto de reforma política é simples e eficaz: institua-se a Retirada de Voto. O eleitor teria o direito de requerer ao TSE a retirada de seu voto a qualquer momento, quando concluir que seu vereador, deputado ou senador não merece mais sua confiança. O político teria que ficar de olho em sua votação permanentemente, cujo número poderá estar em queda. Se esse número cair abaixo de um nível crítico (o número mínimo de votos que o teria eleito) ele perderá imediatamente o mandato, sem possibilidade de recurso. Que parlamentar vai apoiar esta idéia?
Batista
-04/12/2009 às 18:51
Revolução já, pois Constituinte não resolveria, pois seriam os mesmos.A C.F. dividiu os nacionais segundo suas origens antepassadas, com privilegios e até com parte do territorio, enquanto os demais são indenizados suas propriedades por interesses publico,e submetermos as nações nucleares.
As más leis são a pior espécie de tirania.’;'A única coisa necessária para o triunfo do mal é que os homens bons não façam nada. ‘(Edmund Burke)
‘De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto’-Rui Barbo
neto
-04/12/2009 às 18:51
eu acho que o ideal seria um grupo de especialistas (políticos, juristas, etc… pessoas com um melhor conhecimento sobre o assunto) fazer um projeto de reforma política e, aí sim, fazer um plebiscito do tipo “você é a favor da reforma política XYZ?”
Yara Chiara
-04/12/2009 às 18:47
Proposta da deputada estadual Yara Nazarova (BRA-SP):
“1. A liberdade de expressão é absoluta, não podendo quaisquer dos poderes sobre ela legislar.
2. Ficam extintos os crimes contra a honra, sem prejuízo de responsabilidade civil a ser eventualmente definida pelos tribunais.
3. Os gastos com propaganda não poderão ultrapassar 1/12 dos gastos com saúde.
4. O teto da remuneração do funcionalismo público será de 10 (dez) salários mínimos.
5. Ficam abolidos os cargos de confiança.
6. O rito para a criação de tributos obedecerá ao das emendas constitucionais.
7. Fica abolida a contribuição sindical.
8. Criar-se-á um arquivo público da atuação e dos rendimentos de cada parlamentar.”
Antonio
-04/12/2009 às 18:44
Reinaldo,
Concordo contigo,pois o país não precisa de plebiscitos,ao invés deles,que se cumpram as leis. Enquanto isso não acontecer,será inútil consultar a nação,que já não suporta mais tanta bandalheira.
Pablo Lopes
-04/12/2009 às 18:41
Enquanto o deputado Jungmann não explica melhor suas intenções, fico com a hipótese de que o plebiscito serviria para dar legitimidade à proposta de reforma, além de e obrigar o congresso a realizá-la. Como tudo na política, haverá riscos na proposta, mas teremos que corrê-los. Aguardemos.
Tomé
-04/12/2009 às 18:36
A palavra “reforma”, quando petralhas estão no comando, é apenas uma armadilha para impor uma agenda esquerdopata sob o manto de um suposto virtuosismo. Em petralha não se confia nem na hora de dar “bom dia”. A resposta será um cuspe na cara. Se for via plebiscito então, pior ainda.
capc
-04/12/2009 às 18:36
Perfeito… É dificil imaginar, no momento, um cidadão que não concorde com uma reforma política… mas da forma como está sendo proposta seria uma “trajédia”.
José Henrique Westphalen
-04/12/2009 às 18:34
Uma Constituinte específica é o único instrumento viável para catalogar as centenas de propostas, é a única forma de fazer um debate sério, com cientistas políticos, historiadores, jornalistas, sociologos etc, que possam construir uma proposta que realmente acabe com os panetones, Land Rovers, Cartões Corportivos, Mensalões e Mensalinhos, Dólares nas cuecas, meias e tudo mais.
Nosso sistema político é propenso a corrupção e a perpetuação de caciques parlamentares.
Se o nobre deputado for mais pragmático e preocupado em realmente mudar, verá que não há outra saida.
José Henrique Westphalen
-04/12/2009 às 18:31
Prezado!
Começaremos pelo óbvio.
- Quando podemos imaginar (ao menos no Brasil) que quem dita as regras eleitorais irá modificá-las e acabar se prejuducando? Nunca, é claro.
Michel Temer, em 1998, quando assumiu a presidência no governo FHC, afirmou, em entrevista na Folha, que a Reforma Política era prioridade! Mais de dez anos se passaram ele é novamente presidente e a prioridade é a mesma.
Deputado nenhum irá gerar incertezas quanto a sua re-eleição. Temos um sistema partidário fraco, onde listas partidárias seriam monopolizadas por Caciques. Possuimos uma fiscalização eleitoral que não coibe o caixa dois, e posso provar isso. E por ai vai .. Só uma Constituinte específica..
Gabriel Moura
-04/12/2009 às 18:29
Arruda entrando em contradição na época da violação do painel.
http://www.youtube.com/watch?v=Wf7DsNgP9EU
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-04/12/2009 às 18:29
Reinaldo, tenho algumas informações. Por favor, entre em contato.
Uber
-04/12/2009 às 18:27
A maior prova de que financiamento público de campanha não bastaria para acabar com os desmandos na política é a lista do bando de patrocinadores desinteressados do filme de Lula.
Elaine Apolonio
-04/12/2009 às 18:23
A grande maioria dos eleitores brasileiros não tem capacidade nem para escolher seus governantes, votam em qualquer um, são capazes de votar em quem lhes dê um pastel, votariam no saci-pererê depois que o Duda Mendonça montasse sua propaganda eleitoral, até analfabeto vota aqui no Brasil. Não tem a menor chance de se fazer qualquer plebiscito nezte pais que apresente uma escolha cuja resposta não seja simplesmente: sim ou não. Aliás a pergunta nem poderá ser formulada, obrigatoriamente deverá ser desenhada.
Luiz Oscar Ribeiro
-04/12/2009 às 18:22
Prezado Reinaldo também tenho sérias duvidas sobre a proposta de reforma política do deputado Raul Jungmann, aliás pelo que conhecemos dele como parlamentar não dá para ter nenhuma expectativa favorável. Já o que o Senador Pedro Simon sugeriu em seu discurso de ontem na tribuna do Senado, a convocação de uma Constituinte exclusiva para elaborar a reforma política e que os seus integrantes não poderiam jamais disputar qualquer cargo público, esta sim é seria e parte de um político de reputação ilibada. Nós, da Organização de Defesa da Cidadania de Mirandópolis, entendemos ser essa a única solução democrática para implantarmos a moralidade nos costumes políticos deste país.
Regina
-04/12/2009 às 18:15
Cacildis, Reinaldo… Só você mesmo… Eu também discordo dessa história de reforma pelo próximo congresso. Que congresso elegeremos? Será melhor que o atual? Duvido. Não gostei nada disso. Discordei do Jungmann no Twitter, mas não obtive nenhuma resposta! Como eu disse, só você mesmo.
Moacir Schmidt
-04/12/2009 às 18:13
Me lembra um abaixo assinado do PSOL que rolou aqui na praça sete de BH na época do escandaldo do Renan = “Voce acha que o Senador Renan Calheiros tem o direito de se defender?”