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23/05/2012

às 16:18

O jornalismo que não usa lenço na cabeça nem venda nos olhos

Produz-se, enfim, luz no mundo acadêmico que tem como objeto de estudo o jornalismo. O site Consultor Jurídico publica um excelente artigo do jornalista Carlos Costa, professor da Faculdade Cásper Líbero e editor da revista diálogos & debates. Leia.
*
O caso Policarpo e a imprensa golpista

Há excelentes histórias contadas pelo jornalista Fernando Morais em seu Chatô, o Rei do Brasil, livro de que tenho algumas ressalvas, mas isso não vem ao caso aqui. Uma das boas histórias narradas por Morais serve de verdadeira lição no atual momento. Trata-se do episódio em que Assis Chateaubriand, ainda um desconhecido jornalista, sai à procura de uma polêmica que o projete nacionalmente. E o inimigo que “iria receber a estocada de seu florete” aparece na figura do afiadíssimo sergipano Sílvio Romero, um dos grandes intelectuais que esse país conheceu. 

“A morte da polidez” foi o título da série de cinco artigos, logo transformados em livro, em que Chatô se mete na briga entre Sílvio Romero e o crítico José Veríssimo, defendendo o segundo. Esperava que o famoso Romero revidasse, colocando Chatô na evidência nacional pretendida. Raposa esperta, Romero não revidou o ataque, abortando a pretensão do futuro criador dos poderosos Diários e Emissoras Associados, primeiro império de mídia do país. 

Essa história veio à mente quando li o editorial do jornal O Globo, “Roberto Civita não é Rupert Murdoch”, resposta à capa da revista CartaCapital, de 9 de maio. Deu margem à capa seguinte desta semanal de Mino Carta: “Os chapa-branca da casa-grande”. E com isso Mino conseguiu a proeza que Chatô buscou sem sucesso. E novamente replicou a capa da edição anterior, com seu ex-patrão e desafeto Roberto Civita encimando a tarja com o editorial de O Globo.

Mas isso é apenas um ponto nessa complicada trama de muitos fios e nós. Estamos num ano bissexto e de alta octanagem ideológica. E o que se esgrime na mídia não é uma discussão de interesse público, como a ferida em chaga viva da corrupção ou do uso do público em interesse privado, mas a defesa de posições entranhadamente ideológicas. Não está em discussão o “baile dos guardanapos”, protagonizado pela entourage do governador carioca Sérgio Cabral, patrocinado pelo até há pouco dono da Delta Construções, Fernando Cavendish. O governador já havia dito, tempos atrás, que precisava criar um código de ética. Parece que ele não aprendeu ainda a divisória entre público e privado no uso de helicópteros, convites para “esbórnias” internacionais. Pior, incauto, deixa-se fotografar em meio a festinhas típicas de adolescentes.

Não é preciso ser grande analista (algo que esse escriba não é) para estabelecer relações. Por exemplo, entre a criação da CPI do Cachoeira e o julgamento do Mensalão, que dá sinais de finalmente entrar na agenda do STF. A mídia, feito mariposa em redor da lâmpada, repercute jogos de cena, como os do ex-presidente Collor, e perde o foco.

No afã de embaçar, tirando o que é sério do foco, deputados e senadores que integram a CPI levantaram dúvidas, há duas semanas, sobre a lisura do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, nas investigações sobre os negócios do contraventor Carlos Cachoeira. Presente no lançamento do Anuário da Justiça 2012, deste Conjur, ocorrido na quarta-feira dia 9, nos jardins do STF em Brasília, o procurador-geral foi alvo de animados abraços e de manifestações de apoio de ministros do STF e juristas presentes.

Responsável pela acusação dos 38 réus suspeitos de envolvimento no suposto esquema de compra de apoio político no Congresso durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o procurador-geral Roberto Gurgel retrucou: “Tenho dito que, na verdade, o que nós temos são críticas de pessoas que estão morrendo de medo do julgamento do mensalão. São pessoas que na verdade estão muito pouco preocupadas com as denúncias em si mesmo, com os fatos de desvio de recursos e corrupção”.

Essa hipótese explica muita coisa.

Na coluna “Painel”, publicada naquela mesma quarta-feira 9, a Folha de S.Paulo afirmava que o PT investe para transformar a CPI do Cachoeira, que deveria averiguar a relação do contraventor com políticos, em uma investigação do trabalho da imprensa. E o traque mais articulado nessa direção foi o dado pela TV Record em sua revista eletrônica dominical e a semanal de Mino Carta, trazendo para o centro da discussão o editor da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior: ele “já sabia das relações entre Cachoeira e Demóstenes”, afirma CartaCapital na capa do dia 16. 

E aí sobram lições de “bom jornalismo” para todos os lados. Em alguns momentos, dá a impressão de estar lendo o Castelo de Âmbar, a reportagem em forma de ficção em que Mino destilou, doze anos atrás, seu ressentimento contra o ex-patrão, a quem agora insiste em comparar com o australiano Rupert Murdoch. Nessas aulas sobre prática jornalística, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) reproduz em sua página na internet uma entrevista concedida ao blog “Viomundo” em que afirma: “Na minha opinião, ele [Policarpo Júnior] extrapolou a sua atividade profissional. Ele ficou muito além do que é permitido. E nós temos de fazer a defesa do sistema democrático. Ele impõe limites ao político, ao empresário e ao jornalista. Liberdade de imprensa não é liberdade de prática criminosa. Liberdade de imprensa é uma luta pela liberdade e não pela prática do ilícito”. 

Como diz o provérbio latino, que o deputado por ter feito um bom curso de direito deve conhecer, “Ne sutor ultra crepidam”, não vá o sapateiro além das sandálias. (E ficar muito além faz sentido? Ou foi muito além ou ficou muito aquém.) 

Miro Teixeira (PDT-RJ), outro deputado advogado mas que entende mais do que sandálias, por ter sido repórter do jornal carioca O Dia, além de ministro das Comunicações, discorda do colega petista. Ao classificar como um atentado à liberdade de imprensa e de caráter persecutório a insistência do presidente da CPI (ninguém menos que Fernando Collor de Mello) em incriminar o chefe da sucursal de Veja, ele declarou: “A função do jornalista é investigar. O jornalista de investigação conversa, sim, com pessoas próximas aos crimes”. 

Fico num exemplo, o da revista Placar, quando em 20 de outubro de 1982, fez a histórica denúncia “Desvendamos a máfia da loteria esportiva”. Desmascarou 125 jogadores, juízes, técnicos, cartolas e jornalistas envolvidos nas fraudes dos resultados de jogos da loteria esportiva, fruto de um ano de investigação do jornalista Sérgio Martins. Muitos procuraram desqualificar o mérito, alegando que o repórter se baseara em informações de um ex-mafioso, um radialista arrependido que fizera parte do esquema. Mas a quem Sérgio Martins deveria recorrer? A alguma monja carmelita ou a algum pai de santo? 

O editor de Veja em Brasília fez o que um repórter faz: apura uma informação recebida, dada por quem for, checa se é um dado plantado ou se é verdade, faz o contraditório, como também se diz em jornalismo. O jornalista pode, sim, sem problemas, ter relacionamento com ministros e governadores, como fontes. Ou com bicheiros ou lobbistas. 

O delegado da Polícia Federal, Raul Alexandre Sousa, que comandou a Operação Vegas, garantiu que não foi encontrado durante a investigação nenhum indício que sugerisse relações indevidas entre jornalistas com a equipe de Cachoeira, segundo publicou a Folha de S.Paulo. Já o delegado Raul Marques, em sessão secreta da CPI, insistiu que a relação entre o redator-chefe de Veja e o contraventor era a de um jornalista e sua fonte de informações. 

Como se mencionou nesta coluna há duas semanas, a profissão do jornalista também é regida por um código de ética. E em seu artigo 6, este código afirma ser dever do jornalista “§ 7 Combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercidas com o objetivo de controlar a informação”. 

Não consta que Policarpo Júnior tenha usado de subterfúgios condenados pelo Código de Ética, como “valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais” (artigo 7 § 9); “divulgar informações obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos” (artigo 11 § 3).

Coisa que não pode alegar o incauto governador do Rio, aquele do baile dos guardanapos. Na semana passada, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) foi flagrado enviado uma mensagem prometendo a ele “blindagem”, na CPI em andamento. Ou seja, alguém está se valendo de sua condição (de deputado) para garantir vantagens (no caso, ao governador). 

Para terminar essa arenga sobre falta de ética, registro a fala do ex-presidente Lula, que sempre negou saber do mensalão (improbidade administrativa, por não estar atento às andanças de seus braços direitos). Ao ser galardoado nesta segunda-feira com o título de cidadão honorário da cidade de São Paulo, Lula se referiu ao mensalão como “um momento em que tentaram dar um golpe neste país”. Como disse o ex-procurador-geral da República, Antonio Fernando Barros e Silva de Souza (que denunciou os diversos membros do governo Lula envolvidos com o mensalão, grupo por ele chamado de “quadrilha”), “Negar a existência do mensalão é uma afronta à democracia”. Lula – e com ele o PT – prefere entender que tudo não passou de uma baita armação da imprensa. Então, vamos mandar para a fogueira o editor da Veja em Brasília. E não se fala mais nisso.

Por Reinaldo Azevedo

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35 Comentários

  1. ELEONORA FLEURY

    -

    25/05/2012 às 13:47

    REINALDO AZEVEDO,

    “QUEM MORA NO INFERNO, TEM QUE AGRADAR OS CAPETAS” SE FOSSE APENAS UM DITO POPULAR, ATÉ DUVIDARIA DA ÉTICA DELE, MAS, POR TER OUVIDO DA BOCA DE UM TIO DO PAPAI,AOS 92 ANOS,LÚCIDO, PERFEITO, INTELIGENTISSIMO, SACERDOTE E SANTO ( ! )SEMPRE QUE POSSO, LEMBRO DESSA SABEDORIA, COMO UM BELO CONSELHO, EM MOMENTOS CRUCIAIS E INCONTORNÁVEIS. QUEM NÃO ENTENDER ISSO, LITERALMENTE, QUE SE DANE.

  2. ELEONORA FLEURY

    -

    25/05/2012 às 13:35

    REINALDO AZEVEDO,

    EXISTE ATÉ UM DITO POPULAR A CALHAR E QUE ÓBVIO E/OU, ABSOLUTAMENTE, NÃO SUPÕE ENVOLVIMENTO MAS, INTELIGÊNCIA E “prá valer “: ” Quem mora no inferno, tem que agradar os capetas ! “

  3. Vanderly

    -

    24/05/2012 às 12:19

    Rapaz que lição, um dos melhores textos que li nos últimos tempos, eu vi o Collor fazer aqueles trejeitos de alucinado, ridículo, boçal e vergonhoso, eles, os idiotas como falou um ex-ministro, não perdem nenhuma opoturnidade de fazerem papel de ridículo e ainda se acham inteligentes, falando palavras difíceis, para tentarem demonstrar conhecimento, vergonhoso e ridículo papel é só o quê consigo dizer, vergonhoso e redículo papel.

  4. celia

    -

    24/05/2012 às 12:19

    Parabéns Professor Carlos Costa. É raríssimo encontrar um professor que saiba escrever e se fazer compreender.

  5. Marcos F

    -

    24/05/2012 às 2:14

    Belíssimo artigo do professor.
    Peço desculpas por pular para o assunto “Cidadão Paulistano” do apeDelta.
    Os presentes naquela solenidade Municipal, foram postos de lado pelas hordes petistas que, com os velhos ônibus pagos, tomaram a Nossa Câmara com mentiras e palavras de ordem.
    Lula foi muito mal educado, como nunca, e não permitiu que alguém outro que Marta etc. lhe dessem uma palavra, cuspiu no prato – era esperado dele, claro – e fabricou … talvez sua última notícia vaidosa.

  6. eng.

    -

    23/05/2012 às 23:25

    Reinaldo,
    Se alguns querem satanizar os jornalistas que em algum momento conversam com pessoas suspeitas, por que não também satanizar os advogados que mantém uma relação muito mais estreita com bandidos?

  7. bruno

    -

    23/05/2012 às 23:07

    Curiose ler esse artigo de Carlos Costa, com quem tive aulas durante dois anos na Faculdade Cásper Líbero, em 2005 e 2008. Perto dos asseclas que dominavam os corredores da instituição, Costa era um dos poucos com a cabeça no lugar, embora fizesse questão de destilar certo rancor a Victor Civita, seu ex-patrão quando comandava a revistas Playboy e Quatro Rodas, da Editora Abril.

    *Não Precisa Publicar

  8. João Batista

    -

    23/05/2012 às 21:59

    Rei,
    A mulher de Cachoeira, não vai ser indiciada e presa também?

  9. João Batista

    -

    23/05/2012 às 21:12

    Rei,
    ESPOSA DE CACHOEIRA IGULAMENTE CRIMINOSA.

    O ministério público de Goiáis aparece em reportagem como corrupto. Então, é por isso, que eles não ondiciaram, e prenderam a esposa do Cachoeira? Já no Rio de Janeiro, o minitério público costuma prender e indiciar às esposas,mantes, sogras,cunhados dos traficantes por: Formação de quadrilha,lavagem de dinheiro e etc. No caso da mulher de Cachoeira, Há provas concretas de seus crimes a ponto de pedir o avião emprestado da Delta ou dêles.Isso não é bastante para indiciá-la? Só o minitério público de Goiáis não vê indícios. Isto é burrice juridica ou corrupção.

  10. Gil Rocha

    -

    23/05/2012 às 21:09

    Reinaldo, eu posso estar enganado.
    Mas acho que Collor não é presidente
    da CPMI.

  11. Sergio R.

    -

    23/05/2012 às 19:23

    Só a morte do jornalista Tim Lopes, nas circunstâncias em que ocorreu, serviria para colocar um ponto final, sobre onde buscar as informações. O resto é delirium collors.

  12. Paulista Indignado

    -

    23/05/2012 às 18:59

    Gostaria muito de saber a opinião de todos aqui se o episódio envolvesse Cachoeira, Suplicy e o editor Mino Carta, da revista Carta Capital. Aí o discurso seria outro.

  13. Nostradamus

    -

    23/05/2012 às 18:51

    O honrado e correto Policarpo Junior é um dos mais dignos jornalistas da Veja, uma publicação que sempre pautou sua conduta pela observância rígida dos princípios éticos que devem nortear a imprensa brasileira.
    .
    Nós, os leitores da Veja, reconhecemos nela uma publicação isenta, democrática, plural e pautada por um compromisso inquebrantável com a verdade factual. O resto é espuma. Ademais a Veja não precisa deles. Precisa apenas de nós que somos seus fiéis leitores e assinantes.
    .
    Viva a Veja! Viva Policarpo!

  14. jose henrique

    -

    23/05/2012 às 18:46

    Baita texto, lido num só fôlego!

    Também li a biografia do Chatô. Uma passagem deliciosa foi quando Chateaubriand decidiu ´faturar uns cobres´ de um certo governador por uma reportagem-denúncia contra este, produzida por um foca de uma de suas redações, ´vendendo-a´ ao (não)denunciado.

    O deliciosa é por conta da irreverência de Chatô e da talentosa narrativa de Morais. E a convicção de que isso jamais ocorreria na redação da Veja é um dos honrosos contrapontos que sustentam minha esperança de que a tempestuosa corrupção um dia cederá um naco de terreno, que seja, à honradez.

    Além de juízes, ainda há jornalistas em Berlim!

  15. David

    -

    23/05/2012 às 18:28

    Caro Rei,

    Que boa notícia.
    Alguém viu luzes no fim do túnel.

  16. Alex

    -

    23/05/2012 às 18:03

    Reinaldo. Outra coisa. Quem afirma que a CPI Cachoeira influencia no julgamento do mensalão é o próprio Marcio Thomas Bastos em conjunto com seus colegas advogados dos mensaleiros na Petição 470 encaminhada ao STF (pg 3) disponível no seguinte endereço: http://s.conjur.com.br/dl/menifestacao-criminalistas-mensalao.pdf

  17. Leitor atento

    -

    23/05/2012 às 17:36

    O apeDELTA fala o que lhe dá na telha. Hoje elle tapa o sol com a peneira, querendo negar o mensalão quadrilheiro. Contudo – quem não se lembra? – na época em que o mensalão veio à tona, ao dar uma entrevista, de beiço caído, com jeito de galinha que quebrou a oveira, “se dizia traido” e defenestrou o “zé sai daí dirceu’. O rei dos perdigotos supõe que o Brasil decente tem memória de minhoca.

  18. Leonardo

    -

    23/05/2012 às 17:20

    E o artigo:
    “Julgamento do mensalão não pode ser juízo de exceção” no mesmo site consultor juridico?
    aí baixaram o nível do site

  19. conserrvador

    -

    23/05/2012 às 17:17

    Reinaldo, a imprensa esquerdista agiu novamente. Dessa vez foi a Folha de S.Paulo que cometeu um erro gravíssimo.
    Para criticar um Pastor Americano, ela distorceu suas falsa, editou etc. Tudo para agradar o movimento Gay.

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1094235-pastor-pede-que-homossexuais-sejam-presos-e-morram-nos-eua.shtml#anc5841860

    O Pastor na verdade estava argumentando da impossibilidade da reprodução entre homossexuais. Essa tática de editar, cortar, mostrar de forma tendenciosa ou evidenciar detalhes de um conjunto já está bastante popular na mídia.

  20. Marcia

    -

    23/05/2012 às 17:17

    Nossa! O jornalista Carlos Costa escreve tão bem quanto você, Rei. Foi prazeroso ler este artigo.

  21. @Medeyer

    -

    23/05/2012 às 17:12

    Essa luz no mundo das trevas acadêmico levará décadas para extirpar qq vestígio negro do socialismo, marxismo e afins…

  22. João

    -

    23/05/2012 às 17:07

    Ele só errou ao chamar o collor de presidente da CPI.

  23. Sérgio Silva

    -

    23/05/2012 às 17:06

    Quanto ao artigo, é ótimo. Fico feliz de ver um professor de faculdade que escape do clichê do tarado ideológico de esquerda molestador mental de alunos.

  24. Marcos

    -

    23/05/2012 às 17:04

    Por falar em lenço na cabeça, mais uma do secretário de saúde do RJ ,membro da referida gangue:
    http://odia.ig.com.br/portal/rio/forr%C3%B3-com-verba-da-sa%C3%BAde-1.444407
    é o dinheiro da saúde sendo gasto com farras, em vez de ser utilizado nas melhorias de atendimento à população.
    Isso é uma vergonha!!!!

  25. Sérgio Silva

    -

    23/05/2012 às 17:04

    A Carta petezal sempre foi ruim. Mas ela conseguiu piorar muito nesses bicudos tempos em que a imprensa livre está sob ataque do partido da boquinha. Na verdade, o que deve doer mais é a irrelevância. Se a Veja faz uma capa, é um furacão. Se a Carta Petezal faz uma capa… quem viu? É como aqueles jornalecos comunas que ninguém compra e ninguém lê. Exceto talvez os tarados ideológicos que os fazem.

  26. marco

    -

    23/05/2012 às 17:04

    Dá gosto, até por estar se tornando raro, ler algo bem escrito.

  27. luis

    -

    23/05/2012 às 17:02

    É muito difícil, coisa raríssima, bandido assumir o crime, seja ele qual for. Não era de se esperar coisa diferente dos membros da quadrilha do mensalão que queriam o congresso de joelhos para eles. De qualquer maneira, essa gentalha nojenta da impremssa que mama nas tetas do governo, já causou muito estrago. Eles claramente não apuram nada, muito pelo contrário, distorcem os fatos para enganar os mais desavisados. Este país está uma sujeira, uma podridão. Está muito difícil ser brasileiro com um mínimo de consciência de cidadania.

  28. Vitor Vieira

    -

    23/05/2012 às 16:53

    Diz o autor em seu artigo: “Como se mencionou nesta coluna há duas semanas, a profissão do jornalista também é regida por um código de ética. E em seu artigo 6, este código afirma ser dever do jornalista “§ 7 Combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercidas com o objetivo de controlar a informação”. Ora, esse “código de ética” é uma produção de uma entidade petista, chamada Fenaj. É um “código de ética” sindical, produzido por um grupelho de jornalistas petistas. A Constituição brasileira é clara: ninguém é obrigado a se sindicalizar, a fazer parte de sindicatos, partidos, ou o que for. Como a profissão de jornalista não tem regulamentação, não tem um código de ética. “Código de ética” da profissão só poderia existir a partir de lei, e não por uma resolução de uma entidade sindicaleira petralha.

  29. Adriano Magalhães

    -

    23/05/2012 às 16:52

    O sorriso do Dr. MTB na CPI c/o Cachoeira…
    Hoje eu entendo porque o então ministro da Justiça, Marcio Tomaz Bastos, fazia questão da progressão de pena para bandidos;

    Hoje eu entendo porque o então ministro da Justiça, Marcio Tomaz Bastos, lutou para que a Lei de Crimes Hediondos fosse alterada para favorecer aos bandidos, mesmo a contragosto da população;

    Hoje eu entendo porque o então ministro da Justiça, Marcio Tomaz Bastos, sempre foi a favor do desarmamento da população de bem e do cancelamento de todos os registros de armas, adquiridas legalmente, e da anulação dos portes já concedidos;

    Hoje eu entendo porque o então Ministro da Justiça, Marcio Tomaz Bastos, era contra os proprietários rurais se defenderem de invasões;

    Hoje eu entendo porque o já ex-ministro da Justiça, Marcio Tomaz Bastos, diz que o mensalão nunca existiu.

    -O sorriso da foto indica que ele nunca representou o povo brasileiro quando estava no poder.
    -O sorriso da foto indica que ele não passava de um advogado criminalista, habilmente infiltrado no poder pelos os seus clientes, incumbido de facilitar as coisas e abrir contatos e caminhos – apesar do seu salário ser pago pelos impostos de quem trabalha.

    Abraços.

  30. adriano

    -

    23/05/2012 às 16:52

    Collor na base aliada do PT !!! Quando a pessoa nasce mau-caráter o poder,dinheiro e vantagens corrompem!!!.
    Sem mais.

  31. Anónimo

    -

    23/05/2012 às 16:48

    Policarpio Jr deveria receber um premio e dos grandes pelo seu trabalho muito bem feito diga-se de passagem, é desta forma arrumando um monte de desafetos como o tal do Collor (aquele agora só frequenta festinha de aniversário de criança ms a convidada é sua mulher ele vai de estepe)se forma um grande repórter, vale lembrar os dois jornalistas do ‘Waltergate’.Continue assim , os mino cartas que se danem junto com os ptistas,na folha não pode escrever petralhas eles dizem que é palavra ofensiva.

  32. Marcus Meyer

    -

    23/05/2012 às 16:48

    E, depois de tudo isto Lula ser galardoado nesta segunda-feira com o título de cidadão honorário da cidade de São Paulo me deixa um pouco menos paulistano, ou pelo menos mais envergonhado por sê-lo por direito!

  33. Paulo Bento Bandarra

    -

    23/05/2012 às 16:44

    Quando a liberdade de imprensa incomoda os fascistas e suas revistas. Fica mais difícil enganar o povo com ela. E é este objetivo a que se dedicam.

  34. neoliberal otimista

    -

    23/05/2012 às 16:32

    Carlos Costa, confesso que não o conhecia ! Passarei a acompanhar mais seus artigos e colunas ! Pareceu-me muito sensato, lúcido e, acima de tudo, independente !

  35. Pedro

    -

    23/05/2012 às 16:30

    É meu professor!!!!

 

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