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06/06/2012

às 15:46

O apocalipse nosso de cada dia!

O Globo Online traz uma reportagem de Flávia Milhorance sobre a quinta edição do Panorama Ambiental Global (GEO-5). Sim, meus queridos, o mundo caminha para o fim, para o apocalipse provocado por… nós!!! A menos que… Leiam o que segue. Volto em seguida.

O mundo caminha rumo à insustentabilidade

O mundo está acelerando numa direção ‘insustentável’ apesar dos mais de 500 acordos internacionais que tem como foco o desenvolvimento sustentável e o aumento do bem estar humano. Esta foi a conclusão da quinta edição do Panorama Ambiental Global (GEO-5), que será apresentado nesta quarta-feira, no Rio, pelo diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner. O documento envolveu cerca de 600 especialistas em meio ambiente ao longo de três anos e está sendo lançado simultaneamente em dez cidades mundo afora.

Lançado às vésperas da Conferências das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), o relatório avaliou 90 das principais metas ambientais no mundo e descobriu que apenas quatro tiveram avanços significativos. Além disso, houve “algum avanço” em 40 metas; pouco ou nenhum avanço em 24; retrocesso em oito; e em 14, a avaliação ficou comprometida devido à falta de dados. Com base nos tratados internacionais, o GEO-5 avaliou o progresso alcançado nos principais objetivos das áreas de água, solo, biodiversidade, atmosfera, produtos químicos e resíduos.

O documento alerta que “se a humanidade não mudar urgentemente o seu rumo, os limites críticos podem ser ultrapassados, e isto pode ocasionar em mudanças repentinas e irreversíveis à vida no planeta”. Ele ressalta que “a Rio+20 traz a oportunidade de avaliar as conquistas e deficiências, além de estimular respostas globais revolucionárias”.

As quatro metas que avançaram foram: a eliminação da produção e uso de substâncias que destroem a camada de ozônio, a remoção do chumbo de combustíveis, o aumento do acesso à água potável e o fomento de pesquisas para reduzir a poluição do ambiente marinho. Entre os acordos que tiveram retrocesso, estão os relacionados a mudanças climáticas, desertificação, seca e manutenção dos recifes de coral no mundo.

Desmatamento da Amazônia é exemplo de sucesso
A falta de estatísticas é um dos empecilhos à medição dos avanços em várias áreas. O GEO-5 citou como exemplo ser “impossível avaliar as tendências globais da poluição de água doce por causa dos dados inadequados”. Índices nacionais sobre meio ambiente poderiam colocar o tema entre as prioridades das políticas públicas, apontou o relatório. Além disso, o GEO-5 ressalta que quando acordos internacionais estabelecem alvos mensuráveis há progressos consideráveis.

Poucos objetivos ambientais internacionais incorporam tais metas. Aquelas que o fazem são: as metas do Objetivo 7 de Desenvolvimento do Milênio de reduzir pela metade o número de pessoas sem acesso a água potável segura e saneamento básico; a Meta 11 de Aichi para a Biodiversidade de conservar até 2020 pelo menos 17% de áreas terrestres e águas interiores e 10% das áreas marinhas e costeiras

O GEO-5 também apresenta as políticas bem sucedidas que os países podem adaptar e implementar a fim de acelerar a consecução das metas acordadas a nível internacional. A redução do desmatamento da Amazônia foi citado como um dos exemplos de sucesso. Entre 2004 e 2011, a destruição da região foi de 25 mil quilômetros quadrados de para cinco mil quilômetros quadrados, e coincidiu com a implementação de políticas públicas, como o monitoramento e a criação de áreas de proteção.

O relatório ainda ressalta que houve pouco avanço nas metas de mudanças climáticas e poluição do ar. Análises independentes mostraram que a última década (2000-2009) foi a mais quente já registrada, e 2010 teve o maior índice de emissões gerados de combustíveis fósseis.
(…)

Por Reinaldo Azevedo

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36 Comentários

  1. Renata

    -

    07/06/2012 às 10:21

    Coincidentemente, uma amiga geógrafa também usou do argumento de que a tecnologia e a pesquisa nos salvarão, pra opinar que eu estou muito neomalthusiana (o mesmo termo usado por vc, Reinaldo). Talvez eu, apesar de minha aversão às teses da esquerda, esteja mesmo sendo um tanto neomalthusiana sim. Mas não por conta da comida, água ou mesmo energia. Comida hoje é um problema muito mais de distribuição e desperdício. A água vem mantendo seu volume na Terra constante desde os primórdios mais remotos, o problema é a contaminação que sofre. Enfim, pesquisas e programas de despoluição e mesmo de dessalinização podem amentar a quantidade de água potável. Ficará caríssima, mas paciência. Energia, há muitas formas de geração e elas acabarão sendo todas usadas e convivendo. Caríssimas, também, mas, novamente, paciência. Fazer o quê, precisa disso. AGuentemos.
    Minha preocupação é bem outra: é com os recursos não renováveis. Se a agropecuária nos dá o que comemos e bebemos, a mineração nos dá “apenas” todo o resto, só que quase ninguém se dá conta disso. Eu trabalho na área. Tudo o mais que nos cerca, tudo mesmo (exceto os objetos de madeira), da nossa casa, dos meios de transporte aos objetos que utilizamos, vem da mineração ou do petróleo. E, por mais que pesquisas avançadas descubram novas reservas, minérios e petróleo continuam sendo finitos. Podem me chamar de neomalthusiana dos minérios, então.

  2. Karlos Santos

    -

    06/06/2012 às 23:01

    Acho que as produções da Globo emitem muitos gases prejudiciais à atmosfera. O melhor para a continuidade da vida no planeta é acabar-se com a Globo… e com o Estadão, a Folha, a CBN, etc.

  3. caio

    -

    06/06/2012 às 22:55

    Quer dizer que a humanidade sifu mesmo? Não tem mais jeito?Ou a Rio +20 limita agora ou acabou? Então ta né fazer o que?

  4. mrbooz

    -

    06/06/2012 às 20:52

    “O sistema soviético não tinha nada de reacionário.Trata-se de uma manifestação absolutamente moderna frente à expansão do capital.”
    Quem sabe é por isso que deu certo.Certo?

  5. ALBERTO

    -

    06/06/2012 às 20:12

    SUGIRO A TODOS OS LEITORES DO BLOG A LEITURA atenta do texto enviado por ZEFELIX DA CAMBADA(!).Atentem para os signatários.É UM TEXTO HISTÓRICO
    Sugiro,a quem tiver condições,que esfregue o texto na cara dos andrétrigueiros e bussunda segundos,ignorantes que,para se promover,ficam aterrorizando as pessoas nas globonews da vida

  6. mrbooz

    -

    06/06/2012 às 19:57

    Reinaldo, encontrei alguém com doutorado que endossa o que você diz há muito tempo sobre aquecimento global.O cara dá um show. Chama-se Ricardo Augusto Felício, é professor de climatologia na USP e tem doutorado.Põe por terra o tema aquecimento global e prova.Ele esteve no Jô Soares não me lembro quando, mas faz pouco tempo.Vale a pena ouvi-lo.

  7. zefelix da cambada

    -

    06/06/2012 às 19:50

    Reinaldo, agora falando sério: petralhada mete o pau nos americanos. Os caras, na verdade, são uns aviões. Têm uma coisa que o resto do mundo não tem: GRANA. Principalmente, muita grana para pesquisa científica. Se não têm especialistas em determinado assunto, eles COMPRAM no exterior: indianos, canadenses, franceses, japoneses, chineses, alemães, russos e, pode acreditar, BRASILEIROS. Aí, fica uma pergunta no ar: – poeque será que os “gringos” não assinaram os Protocolos de Kioto e outros tantos? porque são egoistas e só querem o seu progresso? e os outros que se danem? ou já tinham conclusões muito bem estruturadas ( e instrumentadas) sobre a pesquisa dos antecedentes do comportamento ecológico da nossa querida TERRA nos últimos 100 mil anos? Pesquisa, meus irmãos, pesquisa…….abraço grandão.

  8. Julio Neves

    -

    06/06/2012 às 19:28

    A sua piada vai virar realidade: o GEO-5 vai sugerir na Rio+20 que o mundo só coma “capim”.

  9. zefelix da cambada

    -

    06/06/2012 às 19:11

    diálogo:
    - filhinho: pai, cê falô prá eu guardar meus puns qui é preu num contaminá a atmosférica…………..
    - pai ecopetralha: pois é filhinho, é sabido que a 65 milhões de anos atrás o “pum dos dinossauros” destrambelhou para o aquecimento global e acabou com os primeiros habitantes que “”"DOMINARAM O MUUUUNNNNDO”"”
    - filhinho: nossa pai, esse negócio de dominar o mundo deve ser importante………….
    pai ecopetralha: por que?…
    filhinho: isso que cê falô “”"DOMINAR O MUUUUUNNNNDO”.
    pai ecopetralha: só!!!!!!
    filhinho: pai, e arroto pode?
    pai ecopetralha: huuuummmm cê faz cada pergunta difici…..

  10. mario souza dos santos

    -

    06/06/2012 às 18:21

    caro reinaldo ao ler sobre estes fantasticos ambientalistas eu me pergunto uma coisa como o homem podera mudar o clima no planeta pois pelo que eu sei as mudanças climaticas dao la no meio dos oceanos e isto nao foi dito ao leo e sim por cientistas climaticos ,a nossa terra sempre foi instavel sempre teve furacoes terremotos ,maremotos ,vulcoes ,ciclones,vendavais,tufoes desertos em praticamente todos os continentes e pelo que me consta ja existiam antes de homem vir viver na terra portanto nao foi o homem a fazer estas mudanças e nem hoje o homem e capaz de conseguir por mais que avance a natureza continua ela propria a fazer todas as mudanças que o planeta sofre nao sei se para o bem ou para o mal mas estamos sempre em movimentos climaticos um exemplo onde hoje esta o polo sul foi um continente e nao tinha gelo so esta faltando algum ambientalista vir me dizer que o culpado foi o homem

  11. CLAUDIUS

    -

    06/06/2012 às 18:20

    Entendi tudinho. Vão melhorar o clima diminuindo os brasileiros que poderiam nascer. E o Popocatepete tá para lançar enxofre na atmosfera, anunciam os vulcanòlogos. A emissão de um vulcão equivale a tudo que já fizermos com a natureza. E árvore é cortadada e depois plantada. Quantas vezes a Floresta Negra na alemanha foi restaurada? Tá lá. Pé de pau cortado no Brasil é desmatamento irresponsável e na Sibéria é desenvolvimento necessário. No Canadá é geração de riqueza. Licença, vou ao banheiro. Ansia de vômito.

  12. zefelix da cambada

    -

    06/06/2012 às 18:08

    Meu caro Reinaldo, o texto é longo (como você gosta) e preste a atenção na qualificação dos subscribas (?) (é isso mesmo ?) acho que o que vai abaixo, é de leitura obrigatória para quem fala muito sem conhecimento de causa. Abraço grandão.

    Exma. Sra.

    Dilma Vana Rousseff

    Presidente da República Federativa do Brasil

    Excelentíssima Senhora Presidente:

    Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.

    Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.

    1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:

    A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico – anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.

    Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático – e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.

    A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.

    O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.

    Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.

    Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.

    Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.

    Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos – equivalente a 4 m por século.

    Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.

    Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.

    2) A hipótese “antropogênica” é um desserviço à ciência:

    A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.

    A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência “burguesa e antirrevolucionária”. O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do “lysenkoísmo”, que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.

    Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.

    Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios “a fio d’água”, impostos pelas restrições ambientais).

    A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).

    3) O alarmismo climático é contraproducente:

    O alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.

    No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.

    Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas.

    Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.

    No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.

    4) A “descarbonização” da economia é desnecessária e economicamente deletéria:

    Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da “descarbonização” da economia, ou “economia de baixo carbono”, se torna desnecessária e contraproducente – sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.

    O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar – ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.

    Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.

    5) É preciso uma guinada para o futuro:

    Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar – de uma forma inteiramente sustentável – os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.

    Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.

    A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.

    Kenitiro Suguio

    Geólogo, Doutor em Geologia

    Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)

    Membro titular da Academia Brasileira de Ciências

    Luiz Carlos Baldicero Molion

    Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas

    Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

    Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

    Fernando de Mello Gomide

    Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)

    Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)

    José Bueno Conti

    Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia

    Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)

    Autor do livro Clima e Meio Ambiente (Atual, 2011)

    José Carlos Parente de Oliveira

    Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera

    Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)

    Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)

    Francisco Arthur Silva Vecchia

    Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia

    Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (USP)

    Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)

    Ricardo Augusto Felicio

    Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia

    Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)

    Antonio Jaschke Machado

    Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia

    Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

    João Wagner Alencar Castro

    Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia

    Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

    Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ

    Helena Polivanov

    Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental

    Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

    Gustavo Macedo de Mello Baptista

    Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia

    Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)

    Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)

    Paulo Cesar Soares

    Geólogo, Doutor em Ciências e Livre-docente em Estratigrafia

    Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

    Gildo Magalhães dos Santos Filho

    Engenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia

    Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)

    Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco

    Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM

    Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências

    Daniela de Souza Onça

    Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia

    Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

    Marcos José de Oliveira

    Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada

    Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)

    Geraldo Luís Saraiva Lino

    Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede

    Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)

    Maria Angélica Barreto Ramos

    Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico d Brasil – CPRM

    Mestre em Geociências – Opção Geoquímica Ambiental e Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências

  13. Raissa Pedra

    -

    06/06/2012 às 18:06

    corrigir: no lugar de punhos destruidores,leia-se,puns destruidores

  14. Raissa Pedra

    -

    06/06/2012 às 18:02

    0 Reinaldo,boa tarde.
    A besta do apocalipse já esta na terceira idade, não pode falar que a garganta doí, mas mesmo assim maltrata nossos
    ouvidos.
    A musa do apocalipse ganha um invejável cache pago com o dinheiro público para pedir um “veta Dilma” ao Código Florestal votado pelos representantes do povo.
    Não deram crédito ou esqueceram os EFEITOS DO PUM DOS DINOSSAUROS? Se num futuro próximo algum cientista resolver trocar os agentes dos punhos destruidores da camada de ozónio, mostrando que os gazes dos humanos são tanto ou mais destruidores do que os dos Dinos, na certa o governo vai criar o programa contra flatulência,com a distribuição de remédio anti-pum nas farmácias populares.
    Ai dá para ver que o “diabo não é tão feio como se pinta”, um simples comprimido ou gotas resolve o apocalipse. Para assegurar o seu cache, a musa exortará,
    “para Dilma”

  15. Piquá

    -

    06/06/2012 às 17:50

    Quer o imbecil ecólogo,ou não,o sol ainda vai brilhar por mais 5 bilhões de anos!É ele que comanda tudo aquí,nesse planeta.Querem por acaso dominar o SOL!?Vão todos pentear macacos na Tanzânia,se lá ainda os há.

  16. aposentado do inss

    -

    06/06/2012 às 17:44

    Infelizmente meu caro reinaldo estamos caminhando para o apocalipse de nosso tempo. A economia nossa está aniquilada, existe uma riqueza anual dde 70 trilhões de dolares, e uma dívida 2000 trilhões de dolares. Colocaram papel moeda na mãos de gente incpetente. O crédito vai acabar, os ativos bancarios vão sumir, a natureza vai ser implacavel com a gente, em virtude do sumiço do campo magnetico, o balanço da terra está acabando, a energia que temos é insuficiente para transporte e agricultura. O hemisferio norte não tem mais riqueza, e não existe riqueza nos outros lugares(lua,marte,etc), Esta geração não vai ter outro cristovão colombo. A hecatombe nuclear vai ser uma realidade no salve-se quem puder. Estamos no momento sem solução. E o sofrimento já começou, há fome, há falta de água, há falta de remedios, e outras necessidades primarias.

  17. maria soares

    -

    06/06/2012 às 17:26

    Reinaldo,

    Não resisto: pelo pensamento obtuso que estamos vendo, a máxima agora é plantar muitas árvores e fazer vários abortos…
    Diminui a população do mundo e melhora o oxigênio.
    Meu Deus, onde essa loucura vai parar?????????????

  18. ricardo

    -

    06/06/2012 às 17:14

    no que consistiria essa “mudança urgente de rumo da humanidade”? morar em cavernas? tomar banho frio? dispensar o ar condicionado? voltar a viajar no lombo de jegues?

  19. Nanica

    -

    06/06/2012 às 17:03

    Reinaldo, a Rio+20 é afinal o quê? Uma enorme articulação política para a implantação do comunismo no Brasil? Veja só:

    Blog: LIBERTATUM

    http://libertatum.blogspot.com.br/2012/05/onu-promovera-conferencia-sobre.html

    quinta-feira, 31 de maio de 2012

    ONU promoverá conferência sobre consumismo infantil no Brasil: Não se enganem – isto é doutrinação ideológica!

    (Atenção: clique na imagem para ampliá-la)

    No próximo dia 13 de junho de 2012, de 11h30min às 13h00min, na sala T5 do Rio centro, a ONU promoverá a Conferência sobre Consumismo Infantil, Publicidade e Sustentabilidade.

    São presenças de relevo: Ana Cláudia Bessa – do Instituto Criança Livre de Consumismo; Ana Maria Wilhelm, do Instituto Akatu; Gabriela Vuolo, do Instituto Alana; Mariana Ferraz, do Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor; Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia; e Ute Craemer – da Aliança pela Infância.

    Mas não se animem, prezados leitores: o evento é fechado para pessoas previamente credenciadas na ONU. (Vide o cartaz abaixo acima – os destaques são meus)

    Esclareçamos: A ONU vem ao Brasil para disseminar diretrizes e estratégias para a sua militância promover a destruição da família e implantar a Nova Ordem Mundial!

    Caríssimos leitores: Aí está a prova cabal do Governo Mundial em gestação – Se alguém ainda andava cético por achar que se trata de mais uma fantasiosa “teoria da conspiração”, tem aí um fato incontestável.

    Visitem todos estes institutos e você constatarão por si mesmos um intenso ativismo ideológico de matiz socialista. Falo inclusive do Conselho Federal de Psicologia, que incorre em flagrante crime de prevaricação, já que não deveria se envolver em ativismo político, por se tratar de uma autarquia.

    Não se enganem: por detrás de uma melíflua campanha de proteção às crianças, jaz um sórdido e muito bem urdido projeto de revogação das autoridades paterna e materna.

    Pais e Mães, ouçam, enquanto há tempo de ouvir: cuidem da liberdade dos seus filhos e da autoridade que vocês mantêm sobre eles! Se vocês não cuidarem, eles cuidarão!

  20. ALBERTO

    -

    06/06/2012 às 16:59

    Objetivo dos comuno-vermelhos:destruir o capitalismo para salvar a humanidade.
    Objetivo dos comuno-verdes:paralisar o capitalismo para salvar o planeta e ver o que dá.

  21. N.

    -

    06/06/2012 às 16:57

    Marta não é Marina.
    A bicha tá parada..
    mas algo me diz que fará um movimento espetacular.

  22. CLAUDIUS

    -

    06/06/2012 às 16:46

    Vão acabar com o gado e sua vituperação cloacal?

  23. CLAUDIUS

    -

    06/06/2012 às 16:45

    Pois é. Temos que engarrafar as emissões vulcânicas e de metano nos mares.

  24. marcusvmp

    -

    06/06/2012 às 16:41

    Reinaldo, também sou cético quanto a essas previsões apocalípticas sobre a destruição do planeta por razões antropogênicas. Pra mim é tudo balela, mas tem uma coisa que acho legal: esse papo de sustentabilidade é mais uma variante do capitalismo na busca de lucro (tendo a esquerda como garota propaganda, hehe…). No caso, como é uma ação do capitalismo defendendo a selva, julgo termos voltado ao verdadeiro CAPITALISMO SELVAGEM. Abraços

  25. otavio

    -

    06/06/2012 às 16:36

    Uai! Você não voltou…

  26. PAULO BOCCATO

    -

    06/06/2012 às 16:32

    por isto eu sempre digo : “Salvem as baleias…EU AINDA NÀO COMI NENHUMA!”

  27. Fabio Sooner

    -

    06/06/2012 às 16:21

    Tio Rei,

    Eu imagino que assistir South Park não seja o seu estilo, mas toda vez que vejo esses papos ambientalistas de que estamos destruindo o mundo, não consigo deixar de lembrar desse episódio na “rainforest” de Costa Rica – especialmente no final.
    http://www.southparkstudios.com/full-episodes/s03e01-rainforest-shmainforest

    (be advised – foul language abound)

  28. @Medeyer

    -

    06/06/2012 às 16:17

    “a Rio+20 traz a oportunidade de avaliar as conquistas e deficiências[...]estimular respostas
    globais REVOLUCIONÁRIAS” #WTF?
    Senti o cheiro das tropas de assalto do facismo sustentável na jugular da nossa soberania, qnd li “revolucionárias” no documento…Oposição? Casa Civil? FFAA?

  29. Janine

    -

    06/06/2012 às 16:14

    Esses discursos de sustentabilidade me parecem bastante hipocritas e onipotentes. O ser humano nao consegue resolver seus conflitos internos e passam a acreditar que comandam o destino do planeta. Somos bem menores do que o planeta e controlamos praticamente nada nesse universo alias, sequer controlamos nos mesmos!!
    Mas tudo bem … escrever “papers”, firmar acordos e participar desses movimentos gera dinheiro e gera emprego … no fundo ser ecologista eh uma atividade economica como outra qualquer.

  30. AC

    -

    06/06/2012 às 16:14

    Não sei se vc tem acompanhado O Globo ultimamente, mas o jornal virou house organ da Rio+20. Produtor agrícola é ruralista, defensivo agrícola é agrotóxico e por aí vai. Não há o menor senso crítico, a coisa toda é apaixonadamente burra.

  31. Sherlock

    -

    06/06/2012 às 16:04

    Tio Rei, pelo visto você encontrou uma musa do apocalipse para substituir a sua musa das galochas!

  32. CW

    -

    06/06/2012 às 16:02

    O aquecimento global ainda vai nos matar congelados. Eu tenho um amigo chamado Ozônio que levou um tiro dia desses. O buraco do Ozônio já está curadinho!

  33. leo

    -

    06/06/2012 às 16:02

    Com o devido respeito ao Tio Rei, acredito que o mundo caminha para o fim.
    Não sei se por aquecimento global, guerra nuclear, pragas disseminadas, abespinhamento social, insustentabilidade da natureza, explosão do Etna, ou ainda por causa das orgias monumentais do Berlusconi.
    Mas convenhamos. O bolo está cada vez menor, e as bocas cada vez maiores.

  34. Ex-petista

    -

    06/06/2012 às 16:00

    Noutro dia, assisti a um programa na tv sobre o tal aquecimento global que o homem humano está provocando.
    A mesma lenga-lenga alarmista que vincula enchentes, incêndios florestais, derretimento de geleiras – coisas triviais que eu já via quando era criancinha – ao fim do mundo… quase.
    Tudo entremeado de muitos “se”, “segundo tal estudioso”, “é possível”, “há sinais” etc. Nada muito científico.
    No fim, o pessoal diz que o tal aquecimento poderia levar até a uma nova era do gelo!, hehehe.
    Ou seja, eles juntam alho com bugalho e preveem um futuro de fogo ou gelo. Assim, até eu viro vidente, aliás, cientista.

  35. simplesmente maria

    -

    06/06/2012 às 15:55

    Como é que é? Pagamos (nós, os terrestres que financiamos a ONU) 600 inúteis para escrever baboseira? Caramba!, alguém tem de fechar a torneira de recursos que alimentam a ONU e seu manancial de papéis. Imaginem a contribuição inegualável para a sustentabilidade que o desaparecimento da ONU representaria: só de papel são toneladas a cada mês! E a dinheirama, hein? Melhor poupar essa grana para cada país realizar seus próprios investimentos em benefício da ciência (aquela velha conhecida, que produz resultados) e do crescimento econômico. O mundo agradeceria, comovido.

  36. Mairalur

    -

    06/06/2012 às 15:54

    A gente já sabe que esse pessoal quer que a gente ande de bicicleta. O que mais essa turma de “ecólogos” quer que a gente faça? Poderiam, senhores, ser específicos, por favor?

 

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