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12/05/2012

às 6:43

O “Veta, Dilma” da Camila pode custar R$ 130 bilhões por ano. “Pensa, Dilma!”

A senadora Kátia Abreu (PSD-TO), presidente da CNA, publica hoje um artigo na Folha que é de leitura obrigatória. E mais deveriam se sentir obrigados a lê-lo os que aderiram ao tal “Veta, Dilma” (sim, queridos, até Camila Pitanga poderia fazê-lo) e os ecologistas. Ocorre que essa turma rejeita o debate. Não quer ganhar consciências. Está em busca de inocentes de bom coração. Se Dilma fizer o que pedem, haverá uma diminuição da área plantada no país de 33 milhões de hectares. Não serão prejudicados apenas pequenos e médios produtores. Será pior para o país. Seguem trechos do artigo.
(…)

Será que é racional abrir mão de 33 milhões de hectares da área de produção de alimentos, que representam quase 14% da área plantada, para aumentar em somente 3,8 pontos percentuais a área de vegetação nativa do país? Essa troca não me parece justa com os brasileiros, pois corremos um alto risco de aumento no preço dos alimentos sem um ganho equivalente na preservação ambiental. Reduzir 33 milhões de hectares nas áreas de produção agropecuária significa anular, todos os anos, cerca de R$ 130 bilhões do PIB (Produto Interno Bruto) do setor. Para que se tenha uma noção do que representam 33 milhões de hectares, toda a produção de grãos do país ocupa 49 milhões de hectares.

O Código Florestal não foi construído para agradar a produtores ou ambientalistas, mas, sim, para fazer bem ao Brasil. Agora, está nas mãos da nossa presidente, a quem cabe decidir, imune a pressões, o que é melhor para sermos um país rico, um país sem miséria, que é a grande meta da sua gestão. A utopia ambientalista, no entanto, não respeita a democracia política, muito menos a economia de mercado. Há líderes do movimento verde que pregam abertamente um Estado centralizado, com poderes para determinar a destinação dos recursos, da produção e até mesmo do consumo. Nesse tipo de sociedade autoritária, não há lugar para a liberdade e para as escolhas individuais. Salvam a natureza e reduzem a vida humana à mera questão da sobrevivência física.

Mas slogans fáceis e espetáculos midiáticos não podem ofuscar a eficiência da agropecuária verde-amarela. O Ministério da Agricultura acaba de divulgar os dados do primeiro quadrimestre de 2012. Exportamos US$ 26 bilhões, gerando superavit de US$ 20,8 bilhões. Nunca é demais lembrar que o agro exporta somente 30% de tudo o que produz. E, para isso, usa apenas 27,7% do território, preservando 61% com vegetação nativa. Qual país do mundo pode ostentar uma relação tão generosa entre produção e preservação?

Os ambientalistas, em sua impressionante miopia, ainda cobram que a agropecuária deva elevar a produtividade. Nos últimos 30 anos, com apenas 36% a mais de área, a produção de grãos cresceu 238%! Eles não consideram que os índices brasileiros já são elevados e que aumentos são incrementais.
(…)
É inaceitável que o Brasil abra mão da sua capacidade produtiva, deixando de contribuir plenamente para a redução da pobreza, já tendo a maior área de preservação do mundo.

Por Reinaldo Azevedo

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179 Comentários

  1. Juarez Carnaíba

    -

    06/06/2012 às 22:14

    Estou de pleno acordo com a Senadora Kátia, em seu desabafo. Não devemos trocar produção de almimentos simplesmente pela ecologia. Ainda não li o o atual Código Florestal, mas, acredito ser de primordial importãncia, que as APPs sejam preservadas, mesmo que tenha que reduzir em igual área a Reserva Legal de cada propriedade, porque as APPs é que mantem os cursos d’águas perenes e até fazem criar nascentes após a sua recuperação quando já se encontram degradadas.

  2. Humberto

    -

    27/05/2012 às 0:36

    Não posso falar do Projeto de Lei, aprovado, como é longo pode ter exageros dos dois lados; O que acrescento é que o Brasil não neva, tem água em abundância, que esses numeros em epigrafe impressionam, mas quem Lucra? Em tese todos, não defendo a economia de mercado, pois é anarquizar tudo; Mas defendo o que é Sério, o Melhor para o País E PARA O NECESSITADO. Que Deus fonte e autor, distribuidor e providente, ilumine os que vão decidir, e nos Ajude encontrar o Caminho melhor para equatizar o binomio sustentabilidade Ambiental e produção.
    É Fato que existe Crimes e não são punidos, que as vezes parece terra de ninguém, até para se argumentar sobe ótica de Direita, Centro e Esquerda.
    Precisamos de um mundo Humano, isso não quer dizer necessáriamente rico, precisamos de Homens e não de Produtos. Precismos no mundo de uma Cultura de Paz, e que o interesse Maior, seja o futuro que estamos contruido. Pois o que está se Construindo, Cai pior que a torre de babel! Dinheiro não é tudo. E não existe economista que ensine o Dever de Casa, Pobre pode e alguns conseguem ser Feliz. Isto significa que não precisamos necessariamente aumentar os numeros, mas precisamos de pessoas mais para humanas que para animais e bestas, onde não se pensa o fim, mas os meios. Comeu tanto que Morreu de idigestão! E o pobre Morrendo de inanição. O homem não é Maior que a Política, do que a Natureza e muito menos capaz de Mensurar e Criticar Deus. Formiga não come elefante. Nem a Terra é Maior que o Infinito.
    “O Homem dentro de uma casca de nóz, pode achar-se dono do Espaço infinito!” Willian Skespeare

  3. Raquel

    -

    25/05/2012 às 13:47

    Defendo os produtores de alimentos. Quem LER o Código verá que ele nao promove mais desmatamento, e nenhum agricultor sério quer desmatar a Amazônia. Cito a frase de um brilahnte professor “Deve-se vetar os que desrespeitam quem acorda cedo e enfrenta todas as adversidades para plantar, produzir, industrializar e colocar comida boa e barata nas mesas dos brasileiros e que financiam, com os alimentos exportados para as mesas estrangeiras, as importações dos equipamento digitais usados na campanha. O agro não precisa derrubar uma árvore sequer para triplicar a produção de alimentos”.

  4. Vanessa

    -

    25/05/2012 às 9:16

    Só pra constar… a amazônia tem a sua maior riqueza na floresta em pé… tire isso dela e verão um deserto se formar! Defender a posição de latifundiário e grandes infratores ambientais? Veta Dilma!!!

  5. Raquel

    -

    24/05/2012 às 18:17

    A propósito, será que os adeptos do Veta Dilma sabem que o país tem 851 milhões de hectares, e a agricultura (grãos, cana, frutas, e florestas plantadas) ocupa apenas 60 milhões de hectares? Ou seja, aproximadamente 7% do território nacional, enquanto o país mantém 65% do seu território com vegetação natural (florestas e outros). Alguem conhece outro país que ainda preserva mais da metade de seu território com florestas? Nos últimos 20 anos a produção brasileira de grãos cresceu 173% enquanto a área plantada cresceu 36%, ou seja, se tivéssemos a mesma produtividade de 20 anos atrás, precisariamos de mais de 52 milhões de hectares para produzir a mesma quantidade de grãos, e com tecnologia, poupamos essa área. E pra quem achoa que isso nao é importante, pergunto, sabem de onde vem a calça jeans que estao usando (alguem pantou o algodão), a cerveja que bebem (um agricultor plantou a cevada), o pneu dos carros que usam (alguem plantou a seringueira),além de todos os alimentos que estão na mesa de cada um todos os dias, com preços menores a cada dia. Pensem nisso!

  6. Raquel

    -

    24/05/2012 às 18:00

    Prezado Reinaldo, EXCELENTE artigo.
    Sou agronoma (nao tenho nehima fazenda ou propriedade agrícola), li o Código Florestl (será que os outros leram) e o parabenizo pelo excelente e esclarecedot artigo.
    Abraço.

  7. Frederico

    -

    22/05/2012 às 22:09

    pegadinha do malandro hein… lixo ainda.
    1. “O Veta, Dilma da Camila pode custar R$ 130 bilhões por ano” – o nome disso é investimento em qualidade ambiental. Quanto está custando para isentar impostos das montadoras só por curiosidade?? E depois… todo mundo sabe que PIB alto por PIB maior não significa muito. Por sinal pode até gerar mais inflação.
    2. “É inaceitável que o Brasil abra mão da sua capacidade produtiva, deixando de contribuir plenamente para a redução da pobreza” – O que??? Redução da pobreza??? Então os latifundiários querem doar os 130 bilhoes pros pobres todo ano?? Até parece! Contribuir plenamente para o engorde das contas bancarias dos latifundiários só se for…

    Até agora minha opinião continua pendendo para o mesmo lado… VETA DILMA!

    PS: de onde vem a conta dos 130 bilhões por sinal?

  8. Amauri

    -

    20/05/2012 às 11:33

    Caríssimo Reinaldo.
    Você está falando em dinheiro e eu lhe perguntando “para que serve o dinheiro se não tivermos um mundo para viver?”
    Eu e as pessoas que aderiram a esse movimento estamos falando em vida e sobrevivência dos nossos descendentes e não em interesses de acumulação de capital.
    A mim não interessa se é um pobre ou um rico que irá deixar de faturar uns trocados com a derrubada de uma árvore ou com a destruição de um “olho d’agua” (mina que gera ujm rio, pois quando o pobre solo das florestas se transformar em um irreversível deserto, os mesmos pobres que hoje você alardeia que irão sofrer sem esta lei absurda é que sentirão os seus efeitos, pois os ricos como o tal de Caiado terá dinheiro para comprar a água que será vendida a peso de ouro tal como o ocorrido com o petróleo.
    Tenho filhos e netos e porisso sou contra qualquer lei que favorece o assassinato da vida terrestre.
    Escreva e depois a tragédia publique que “depois da nova lei entrar em vigor os latifundiários estão dividindo as suas gigantescas propriedades e entregando títulos a laranjas (testas de ferro) para poder desmatar o quanto quiserem”.
    Esse subterfúgio legal é muito comum nas indústrias e ocorreu exageradamente na época em que foi implantada a lei do “Simples” e das empreseas “ME”.
    Portanto, a turma do Caiado já sabe e até tem o projeto pronto para burlar a lei, pois se não fosse assim, eles não estariam tão interessados em implantar essa lei absurda e combatida por todos os pensadores do mundo e não apenas do Brasil.
    Então, meu caro Reinaldo…
    Pense, mas pense mesmo na pergunta para dar uma resposta para longo prazo:
    A sua vida e a dos seus filhos, netos e todas as pessoas que você ama vale apenas R$ 130 bilhões?
    Nota: Não cheguei aos bisnetos, pois a probabilidade de você tê-los com a implantação dessa lei é muito pequena e não citei a questão da cidadania, aquela coisa que nos obriga a pensar no “outro” porque quem só pensa em dinheiro não é capaz de pensar no bem estar e no direito à vida de outrém.
    Estou disposto a qualquer diálogo, mas por favor, não rotule mais ninguém que pensa diferente de você de radical, pois rotular é muito mais fácil que dialogar e discutir melhores formas de ganhar dinheiro do que destruindo o que não pode ser reconstruido.
    Se eu fosse radical, sem lhe dar o direito de expor as suas idéias, eu lhe perguntaria quanto você ganhou para inventar esse blog, mas não o fiz porque, como já disse, estou aberto ao diálogo e respeito a opinião de qualquer pessoa desde que essa pessoa me respeite também, coisa que você não fez, pois já iniciou o seu comentário, rotuilando e desqualificando qualquer pessoa que tem opinião diferente da sua.
    Sou a favor a uma lei de manejo conciente e inteligente da terra, mas não posso ser a favor de uma lei que mata um para aumentar o lucro do outro.
    Quanto a tal senadora, veja o exemplo do que é um senador brasileiro assistindo o vídeo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO)que pergunta para o contraventor (entenda-se criminoso) Carlinhos Cachoeira o que ele quer que o senador coloque em uma lei que trata sobre o jogo.
    Também podemos citar que a senadora Katia Abreu é uma conhecida latifundiária que pertence à bancada ruralista e defende o uso indiscriminado de sementes transgênicas, recebe “incentivos e doações de campanha” da Monsanto e é veementemente contra qualquer tipo de reforma agrária tendo sido “carinhosamente” apelidada de “Miss Desmatamento” sendo reconhecidamente proprietária de mais de 2.500 hectares de terra improdutiva. (Silvio Tendler e Wikipedia).
    E você, que já fez algumas apologias anteriores a essa senadora, ainda quer nos convencer de que a leitura dos seus artigos é “obrigatória”?
    Difícil acreditar depois de ler as referências dessa senhora.

  9. VITOR

    -

    19/05/2012 às 18:02

    Maju 19/05/2012 às 0:38, è por isso que falo que a verdadeira necessidade de conhecer o Brasil rural real e não o apresentado na tv ou em estudos de pessoas que nunca basearam nas particularidades unicas de cada parte do Brasil mais sim fazem uma generalização e pegam exceções e aplicam como regra geral e não conseguem ver as consequencias que isso gera na vida das pessoas que daquilo vivem. Baseio-me no que falo porque em 1970 se pregava na escola que a amazonia em 2000 iria deasparecer e ai esta ela, juntamente com uma area de 61% do territorio nacional (todo o Brasil tem 61% de seu território de florestas) com area de floresta , em 1990 também se pregava na escola com bases em estudos feitos em regiões brasileiras, onde as culturas agricolas locais iriam ser afetadas pelo aquecimento global, no caso de minha região por grandes secas tornaria inviavel a cultura do café. Mais graças a Deus o povo da região continuou a plantar e o periodo de seca não chegou, pelo contrario a frequencia de chuvas aumentou, o que fez o cultivo do café aumentar como também em muitas outras regiões suas culturas se ampliaram. Um tempo atras em roma nevou (reportagem), onde a muitos anos não nevava (se é aquecimento global entende-se como aquecimento do planeta, então desta forma a tendencia não era mais nevar em roma) nos Estado Unidos e na Europa ouve uma onda de frio que matou varias pessoas(onde esta o aquecimento). Então os mesmos cientistas tão certos do aquecimento agora dizem que o que esta acontecendo no mundo é uma mudança climatica, teoria que já era apresentada por aqueles que negavam o aquecimento global, que apresentada agora com uma diferença, aqueles que negam o aquecimento falam que a terra passa por estes ciclos tempos em tempos e o planeta estaria passando agora pelo sétimo ciclo em sua historia,(existem estudos para se basearem nisso é só procurar no google) já os que defendiam o aquecimento, e agora a mudança climatica dizem que ela esta ocorrendo por ação do homem e não como um ciclo natural do planeta, ou seja, mudaram o nome mais ainda serve o mesmo proposito do aquecimento de usar o proprio povo do lugar contra setores que afetem sua economia (entendida como economia americana e européia, mais especificamente o setor agricola). Os verdadeiros agricultores, por isso reafirmo que a necessidade de se conhecer o verdadeiro Brasil rural vivem completamente sem o novo código a base do subjetivismo de fiscais e juizes, torcendo para que não sejam corrompidos por ideologia que os vejam como inimigos, que devem perder sua casa (demolição) por estar a beira de corregos que devem perder sua propriedade que esta na famíla a gerações sendo seu unico sustento e meio de trabalho que conhecem, devido a uma multa maior que o valor da mesma (propriedade). Esses são sim os verdadeiros agricultores do Brasil e não outros que tem pequenas e médias propriedades para passeio que dali não tiram exclusivamente o dinheiro de seu sustento. Digo ou melhor repito, não existe pequena e média propriedade que consiga cumprir por completo a atual legislação ambiental e só dela sobreviver, estando assim sempre sujeita a subjetivismos de juizes e fiscais já que a lei feita por pessoas ligadas as ongs estrageiras finaciadas pelo agronegócio internacional (é so pesquisar quem finacia elas) foi feita para inviabilizar a substencia do produtor unica e exclusiva através de sua propriedade rural. As que existem (porque muitos venderam suas propriedades por perseguição ideológica de fiscais e agentes publicos onde hoje ao invés de produzir comida, virou lugar de passeio de final de semana de gente da cidade) vivem uma roleta russa não sabendo quem sera o proximo, ou ainda, sujeito a chantagem destes fiscais para não ser multado, ou ser feita a denuncia no ministério Publico para derrubada de sua casa, essa é uma das realidades do vedadeiro Brasil rural. Engraçado como tem gente que acusa produtor rural de não gostar da natureza, é da mesma forma que quando voce diz em uma conversa casual não concordar com a opinião de uma pessoa e essa diz que voce a odeia. O que o produtor não que é algo fora da realidade, por isso o código é importante, porque foi feito por quem viajou cada canto do Brasil e indendificou suas particularidades. As mensagens da natureza que voce ve provavelmente são aquelas transmitidas por emisoras comprometidas com a causa que fingem imparcialidade num programinho e outro. Estas pegam exceções numa gama gigantesca de propriedades (apresentam em sua grande programação a exaustão) em praticas não feitas pelos demais produtores e generalizam como todos assim fizessem . É muito facil falar de filosofias disso e daquilo, como sou protetor da natureza e eles vilões quando estas não afetam o sustento de sua familia já de imediato, como também não ameaçam derrubar sua casa e o colocar sujeito ao subjetivismo de alguem, podendo até ser chantageado. Se alguém pensou em falar: È só denunciar o cara que a chantagem acaba. È mesmo, já como eu disse que não existe pequena e média propriedade que conseguem cumprir por completo as exigencias da atual legislação, seria como arriscar perder a casa ou seu ganha pão. Em relação a politicos terem interresses nisso torna a coisa sempre inviavel, ou do lucro do setor do agronégocio estrangeiro ganhar e muito com isso que torna viavel.

  10. Murilo

    -

    19/05/2012 às 12:40

    “É inaceitável que o Brasil abra mão da sua capacidade produtiva, deixando de contribuir plenamente para a redução da pobreza, já tendo a maior área de preservação do mundo.”
    maior área de preservação do mundo??? deve ser em área total, mas vejam o tamanho do brasil… e a comparação de porcentagem de área preservada em relação a outros paises?

  11. Maju

    -

    19/05/2012 às 0:38

    Vitor, há maus profissionais em todos os ramos. Há quem se intitule cientista, que nega tudo: mudanças climáticas, buraco na camada de ozônio, derretimento de geleiras. Com que intuito? Vai saber. Agora, quem está certo? Estes que negam, ou os outros que não negam? Por quê a tendência é acreditar nos que negam? Qual seria a razão? É uma pergunta que cada um deve fazer a si mesmo. No meu entendimento, guiar-se pela lógica, pelas evidências, não tem erro. Não podemos mais ser tão ingênuos, ou “distraídos”, a ponto de ignorar o que está acontecendo com o clima, com a Natureza e com a “bandeira” que querem nos vender. Os verdadeiros agricultores convivem em harmonia com a Natureza, têm sabedoria e produzem muito bem. Estão fora da argumentação capciosa. A defesa da Natureza, passa também, pelo amor e gratidão pelo que oferece e pelo temor de que não responderá mais com fartura. Claro,pois faltará água para produzir e matas para absorver pragas. Nem agrotóxicos cancerígenos darão conta do recado.Da forma como está sendo tratada, explorada, degradada é o que poderá ocorrer, fatalmente. Temos de ser muito alertas para captar o que é correto, identificar o que seja manipulação, etc. Nesse ponto, nem precisa escolher o lado de quem defende a Natureza, nem o lado de quem não defende. É só pesquisar por si mesmo e chegar a uma conclusão. Será possível que as matérias ensinadas nas Escolas não servem mais? Era tudo mentira? Podemos ficar com o aprendizado simples e nem ir atrás de estudos profundos, para saber que a Natureza está enviando mensagens claras. Outra coisa infalível: a defesa, de muitos políticos, a briga, o empenho, em torno de algo, é um claro sinal de grandes interesses em jogo, seja a que preço for. Mesmo a custa de danos irreversíveis.

  12. JOANA

    -

    18/05/2012 às 8:45

    QUAL É A LÓGICA DO CAPITALISMO?
    O CONSUMISMO. POR ISSO TODO O TRABALHO DE ALIENAÇÃO FEITO NA SOCIEDADE ” VOCÊ TEM QUE TER, TER , TER ” NÃO SOU DEFENSORA DE PARTIDO ALGUM, E NEM ESTOU SUGERINDO UMA SOCIEDADE SOCIALISTA PARA O BRASIL, MAS FAÇAM UMA PESQUISA, COM A QUEDA DO MURO DE BERLIM A ANTIGA ALEMANHA ORIENTAL COM O NOVO SISTEMA ECONÔMICO VIGENTE MULTIPLICOU HORRORES O NÚMERO DE LIXO. ISSO POR CAUSA DESSA IDEOLOGIA DO CONSUMISMO EMPREGADA PELO CAPITALISMO. E DESDE QUE O CAPITALISMO EXISTE ELE SÓ CONSEGUIU AUMENTAR A MISÉRIA, AS DESIGUALDADES, POIS, O QUE É O CAPITALISMO? É A ACUMULAÇÃO DE RIQUEZAS NAS MÃOS DE ALGUNS, É ASSIM QUE FUNCIONA. POR ISSO NUNCA DEIXARÁ DE HAVER MISÉRIA NO MUNDO. QUEM MANDA NO ESTADO BRASILEIRO? SIMPLES OS EMPRESÁRIOS. POBREZA, MISÉRIA , DESIGUALDADES SOCIAIS SÃO NECESSÁRIAS PARA SE FAZER POLITICAGEM, SÃO TEMÁTICAS PARA ELES “ABRAÇAREM A CAUSA” E CHEGAREM NO PLANALTO. REFLITAM O TEXTO: “ECOLOGIA NO MEU TEMPO”
    http://www.vanessagaia.com/2011/11/ecologia-no-meu-tempo.html

  13. Leandro Dolenc

    -

    17/05/2012 às 21:31

    A visão puramente econômica dos recursos naturais é míope, como aponta o renomado economista professor Dr. Ladislaw Dowbor. Com uma visão abrangente e estratégica, poderíamos gerar emprego e renda investindo no Turismo, na economia verde, na capacitação dos brasileiros através da educação de qualidade e saúde. No rumo que estamos, seremos uma eterna colônia, escravos do 1o mundo, enquanto uma pequena parcela de políticos e coronéis continuará concentrando a maior parte da renda e poder em nossa Nação. [Presidente Sociedade Ecológica Amigos de Embu - 40 anos]

  14. JOANA

    -

    17/05/2012 às 18:23

    É COMO SE ESSA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS FOSSE ACABAR COM A FOME DO MUNDO. LEMBREM-SE É UMA AGRICULTURA “MONOCULTURA” QUE SERVE PARA SATISFAZER O MERCADO EXTERIOR. COMO EM MUITOS OUTROS PAÍSES NÃO SE TEM MAIS O QUE DEVASTAR DA NATUREZA, ELES FICAM DE OLHO NO BRASIL. E OUTRA, É COMPROVADO QUE AS VERDURAS QUE ABASTECE A MESA DO BRASILEIRO VEM DA AGRICULTURA FAMILIAR. ESSAS GRANDES MONOCULTORAS SERVEM PARA ABASTECER PAÍSES DO EXTERIOR, E POR CONSEGUINTE TERMINAM MUITA DAS VEZES EM UM DERIVADO DO FAST FOOD. LEMBREM-SE OS PORTUGUESES FIZERAM DO BRASIL UMA COLÔNIA DE MONOCULTURA, O QUE GEROU ESCASSEZ DE OUTROS TIPOS DE ALIMENTOS, PORTANTO É UM ERRO A “MARGINALIZAÇÃO” EMPREGADA AO AGRICULTOR FAMILIAR. E OUTRA O BRASIL NÃO DEIXOU DE SER COLÔNIA DE EXPLORAÇÃO. OS PAÍSES DESENVOLVIDOS JÁ COMPROMETERAM OS SEUS RECURSOS NATURAIS, OU NÃO OS QUEREM COMPROMETER, POIS, SABEM DA SUA EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA A SOBREVIVÊNCIA DOS SERES VIVOS, ENTÃO QUE SE DANI O BRASIL. UM DEPÓSITO DE LIXO HOSPITALAR, E RECEPTOR DE TUDO O QUE NÃO PRESTA QUE VEM LÁ DE FORA. HÁ OUTRA COISA,É BOM RECORDAR O QUE FEZ MUITAS EMPRESAS SE INSTALAREM AQUI NO BRASIL, FOI O NÃO COMPROMETIMENTO COM LEIS AMBIENTAIS.

  15. Clébia

    -

    17/05/2012 às 15:23

    Impressionante a forma que estas senadoras ” ignorantes” nao entendem que vao exterminar a biotopo ” embriao” de vidas na Amazônia que de uma certa forma é o berço (virus, bactérias, bacilos, etc)da humanidade.
    Tentam convencer o povo da importância dos Agro-negocios, produçao de alimentos etc, que na verdade um grupùsculo é que lucra exportando ou vendendo caro no mercardo interno. Nao falta alimento no Brasil mas nem todos pode comprar. 30% da alimentaçao de uma familia é jogado no lixo, inconsciência ,falta de orientaçao,sim. Sabem quantas toneladas de frutas e legumes sao jogadas no lixo pelos supermercados que nao conseguem vender tudo? porque nao dar pros mendingos? pra merenda das escolas pùblicas?
    Trabalhei 8 anos em Rondônia com projetos de orientaçao agricola,ninguém, ninguém ,respeita as Leis ambientais. Sôbre Area total que deveriam desmatar, proteçao das margens dos rios e lagos de 50m,derrubam tudo ,em 2 anos assoreamento devastador nos rios e lagos afetando a fauna aquàtica. Destroem tudo e ainda vao pro supermercado comprar frutas e legumes, uma aberraçao. Exemplo chocante; durante uma supervisao na fazenda de um cliente conversando durante o cafézinho, a mulher falou que estavam passando fome. Olhei suprêsa e disse, e tôdas estas fruteiras ?” melao, mangas , cajù , bananas, cajàs, laranjas, abacaxix, abacates. Tudo sôbre-carregados, ela disse nao Dra,isso é pros bixos, comida pra gente tem que ser milho e feijao.
    Os anos que trabalhei na Amazônia foi muito importante em termo de consciência da realidade do nosso Povo.
    Deveremos lutar contra o iletrismo e conscientizaçao de como utilizarmos o que temos au alcance das maos. Explorarmos os latifundios improdutivos do Nodeste,mais 33 milhoes de àreas produtivas. Irrigar em vez de desmatar, usando a dessalinizaçao ,proços profundos usando métodos eficaz de cultura minimizando a evaporaçao.

  16. VITOR

    -

    17/05/2012 às 14:35

    Maju 14/05/2012 às 10:57 então voce acha que cientistas e técnicos são insentos de orientações ideológicas, principalmente quando tiveram a oportunidade em inumeras audiencias publicas para se manifestarem e debaterem o parecer do relator do código que visitou cada canto do Brasil e viu suas particularidades como também ouviu de seus moradores as consequencias da atual legislação (ele o relator não foi sozinho levou consigo especialistas para avaliarem e lhe tirarem duvida sobre qualquer questão como ouviu quem diretamente e afetado por ela, que estaria sujeita aos subjetivismos de juizes e fiscais que como já disse em outros comentários se corrompidos ideologiacamente poderia persigui-los se sua ideologia os considera inimigos, já que tem uma legislação fora da realidade do Brasil rural feita por pessoas ligadas a ongs financiadas com dinheiro do agronegócio estrangeiro, que punem mesmo sabendo das condições reais do trabalhador do campo, que torna imposivel sua sobrevivencia se cumprise a aual legislação por completo, como já aconteceu com gente que perdeu a casa, por estar a beira de corregos, recebeu multa com o valor bem maior que o valor de sua propriedade, basta fazer uma pequena pesquisa no google para confirmar o que eu falo) em suas vidas. Também existem inumeros estudos de agronomos que dedicaram anos de suas vidas sobre o tema que comprovam o que dizem esses cientistas não é ciencia, e sim ideologia em favor da causa. Para lembrar ou caso não tenha informação para informar, aqui no blog foi mostrado um cientista que era usado como referencia pelos alarmantes do aquecimento global, onde ele diz em auto e bom tom que não existe aquecimento global ou mudança climatica e disse ainda que muitos cientistas mentem sobre isso ainda para continuarem receber dinheiro para suas pesquisas. E quanto as catastrofes, a muitos cientistas que dizem que a terra passa por estes ciclos em tempos e tempos. Em relação a mídia que se utiliza desses pareceres feitos por seus colegas de causa, não agir com parcialismo, faça-me o favor de não ofender a boa lógica. E enquanto a fome que voce diz que vai chegar, ela não exite hoje ainda por causa dos produtores rurais que apesar de toda a campanha que fazem contra eles, continuam plantando e alimentando o país com safras recordes que vivem salvando a economia brasileira de fechar no vermelho, como também é um dos setores que mais emprega. Fome existiria e já de imediato se não fosse esses a produzir tanto, influenciando o preço da comida no mercado como direta e indiretamente empregando gente para compra-la. Acha que comida importada é barata e movimenta a economia e emprega gente como o proprio setor nacional faz hoje (pesquise que voce ira saber). Me pergunto quantos desses palestrantes que diz ouvir, fizeram pesquisas de campo aqui no Brasil e detectaram suas particularidades, e as consequencias de suas afirmações em cada povo de sua região. Pois é, ouvi outros palestrantes falarem dos exageros como mentiras na area além de ver no próprio campo a lógica dessas elucidações, além da boa e velha experiencia de viver num desses lugares, e não achar que compreende algo como voces acham, que só viram na televisão ou em palestras de pessoas tão informadas quanto voces. Mais essa coisa montada tem um fim especifico que é, destruir a agricultura nacional em pro do agronegócio estrangeiro que financia estes estudos como também as ongs (a maneira mais inteligente que eles usam é usar seu povo contra ele mesmo e sua economia).

  17. sidinei

    -

    17/05/2012 às 14:07

    éssa polêmica em torno do código florestal serve apenas para desviar o foco da grande fonte de contaminação dos rios, que ocore no meio urbano por esgoto e lixo. e quem acha que estou mentindo é so visitar qualquer rio antes e depois dele entrar em uma cidade, quem assinou o veta dilma deveria pensar nisto quando puxa a descarga do banheiro.

  18. cidadã consciente

    -

    17/05/2012 às 10:47

    argumento de D. Kátia e falacioso, já que a própria produção agrícola será imapactada pela redução das APP. Sem elas reduzirão serviços ambientais tais como disponibilitade de polinizadores, de predadores para o controle biológico de pragas. Controle Biológico de pragas???Para quer manda pesticida para contaminar os alimentos e poluir as águas. Afinal ela advoga em favor das grandes coorporações que produzem agrotóxicos!

  19. Paulo

    -

    17/05/2012 às 9:41

    É incrivel como as entrelinhas levam as pessoas a virarem massa de manobras e tomam posições que eles querem. Todas as legislações existentes seja ambiental/transito se elas fossem fiscalizadas e cumpridas não necessitaríamos “arrochar todos” onde fiscal do IBAMA é morto/ameaçado e poderíamos estancar o desmatamento nada é feito e o desmatamento continua. Outrora, o desmatamento era incentivado e agora torna-se criminoso? Estamos numa encruzilhada. Necessitamos de alimento/energia temos que discutir que tipo de vida queremos no futuro próximo.

  20. João

    -

    16/05/2012 às 19:32

    Quero fazer coro com o Vitor (5e27). Fernando, os mais prejudicados com as sugestões dos ecochatos ao CF são os pequenos e médios produtores. Os grandes proprietários podem se ajustar sem comprometer significativamente a renda. Para onde irão os que tem menos área e só aquela para sobreviver? Ou você está disposto a compensar com subsídio (pagando mais pela comida, por exemplo, ou tirando recursos de outros investimentos necessários, como educação, segurança e saúde) para que este pequeno produtor fique onde está (claro, se não perder a casa onde mora perto do riacho ou na encosta do morro). Se ele não puder ficar ali vai engordar os cinturões de pobreza da cidade! Vai trabalhar no que se não tem profissão? Vai viver do que? Bolsa família, decerto… Para finalizar. Onde estão localizadas as maiores bacias leiteiras do país? Onde está localizada a produção de uvas (p/ produção de vinhos) e de frutíferas como maçãs e pêssegos no sul? E boa parte (não afirmo a maioria) da produção de verduras (tipicamente um produto de pequenos produtores rurais)? Pensem nisto antes de vociferar bobagens…

  21. Raimundo Nonato P. Nunes

    -

    16/05/2012 às 15:57

    Se não se cuidar, cai-se nos argumentos de Dona Katia e outros políticos, cuja ambição de lucros não tem fim e que arrancariam até a última árvore das florestas para ter mais lucros. Dá pra desconfiar, que, literalmente, “nessa mata tem coelho. Pelo histórico da senadora-desmatdaora, ganhadora do troféu “motoserra de ouro”, por sua linguagem sempre positiva, a la Maquiavel, defendendo as mudanças no Código, dizendo que não precisará desmatar, elogiando os relatores, elogiando-se no Twitter abundantemente, etc etc. Uma tomada de consciência, dá uma certeza, acima de tudo. A Natureza não falha. Está certíssima. Segue uma linha imutável. Se seguirem por essa linha a resposta é infalível e só trás benefícios. Por outro lado, se houver um único desvio, só trará malefícios. A resposta é, da mesma forma, infalível. Tanto para o Bem como para o Mal. É tanto que, em um ambiente sem matas, os rios secam e temos a tristeza de um Nordeste. Resta seguir a lógica. Daí teremos as respostas para o funcionamento perfeito da Natureza, que não admite interferências nocivas. E, vamos combinar, na mão de ambiciosos, cuja cupidez pelo dinheiro não tem limites, vamos todos padecer com a falta de alimentos. Vamos gastar muito mais que bilhões, para tentar consertar os estragos no sistema, sendo que para muitos não haverá mais conserto. Temos exemplos de sobra. Mexer de forma errada num sistema, como se diz, vulgarmente, “dá pau”. É só pensar nos sistemas computadorizados, que utilizamos, pois tudo é uma imitação de fenômenos da Natureza, através dos quais gênios se guiaram, observaram, “matutaram” para fazer seus inventos. Se os ruralistas quisessem era só usar um sistema computadorizado para se guiar corretamente e evitar interferências no ecossistema. Eles sabem disso, mas não querem isso. Têm pressa. Preferem se empenhar para confundir as pessoas. Não devemos esquecer de uma coisa que se chama equilíbrio e seu oposto – desequilíbrio. Se deixar nas mãos de especuladores, ninguém duvida qual dessas opções escolherão, contanto atinjam seus objetivos imediatistas. O futuro e as gerações, que ainda estão por vir, que se danem. Em sã consciência, não tem um indivíduo, sequer, que possa negar que um ambiente equilibrado gera fartura e bonança. Nem precisamos ser “experts” ou cientistas. É só seguir a lógica perfeita da Natureza, atentar para os seus recados, “ler” as mensagens que envia. Tão simples como saber qual a mensagem que nos transmitem nuvens pesadas. Isso acontece para todos os fenômenos. Dos mais simples aos mais intrigantes. E nem precisa ser douto e culto para entender a linguagem da lógica.
    Mesmo considerando os que não se informam, que não conhecem nada da ciência da Ecologia, que nesse assunto são um zero à esquerda vou deixar meus comentários. Não os culpo. Devem ter estudado pouco, devem ter sido relapsos na Escola e devem ter faltado às aulas de geografia. Pra completar, a senadora Katia Abreu tem sucesso, pois convence os mais “bronquinhos”. De modo que, se não cuidar cai-se …

  22. VITOR

    -

    16/05/2012 às 5:27

    È incrivel como tem gente desinformada. fenando 15/05/2012 às 18:11,da onde voce tirou que os pequenos produtores e estou ainda incluindo os médios conseguem cumprir a legislação ambiental atual? pela pequena quantidade de terra que eles tem que os determina como pequeno e médios, tirando morros e corregos, não estou nem falando dos rios que dependendo da largura abarcam uma area maior de terra que deve ser reflorestada (depende de sua largura) fora tudo isso que tem metragem especifica que não é pequena, ainda mais, numa pequena e média propriedade, fora isso o produtor tem que destinar de 20%, podendo chegar a 80% da propriedade rural dependendo do Estado para reflorestamento (area de preservação permanente). Agora soma isso mais os morros as beiras de corregos de rios onde para quem não conhece o Brasil, a municipios e muitos, mais muitos mesmos que são praticamente formados por morros que tem inumeros corregos mais inumeros mesmos que passam dentros deles, agora imagina somando tudo isso o que sobra para o produtor. Quem falar que a pequena e média propriedade Brasileiras conseguem cumprir as exigencias da atual legislação por completo (sem risco de perseguido por fiscais e juizes ideologicamente corrompidos, porque não apuram a realidade, apuram de acordo o que a ideologia determina como inimigo e ainda amparados por uma lei que foi feita por gente ligada a ongs financiadas com dinheiro do agronégocio estrangeiro) e ainda sim, “unica e exclusivamente”, “só através dela” como são as maioria quase absoluta (que só vivem do que tira do campo e não tem outra fonte de renda) dos produtores conseguir dela viver, estar agindo com muita má fé. Voce disse que na historia nunca ninguém morreu de fome por falta de comida, nem vou tão longe para demonstrar que esta enganado, na coréia do norte no interior as pessoas quando tem um parente que morre comem a carne de seu corpo, não é por cultura não, é fome mesmo. Um dos fatores que impede as pessoas de comprarem comida é a situação economica, (onde os produtores brasileiros salvam o Brasil de fechar as contas no vermelho e oferecem grande quantidade de alimento que influencia no preço do mesmo, já que quanto mais oferta de um produto no mercado mais seu preço tem de ser menor pela quantidade de oferta, e ao mesmo tempo é um dos setores que mais emprega, não confundir com trabalho escravo, que exite muito nas cidades também, os bolivianos que o digam não!) a importação de comida (comparem os preços da comida Brasileira com dos países que importam que se consíguira entender), politica (o tipo de regime que reina no país que ira influenciar o desenvolvimento economico e as relações Estado e povo) etc. Em relação aos transgenicos se for comprovado que eles fazem mal cabe é o governo limitar seu uso.

  23. Marcelo

    -

    15/05/2012 às 23:43

    Quem estiver interessado na contra-argumentacao ao artigo publicado na Folha pela Senadora Abreu, pode consultar o artigo do Prof. Jose Eli da Veiga, publicado no Jornal Valor Economico sob o titulo de “Perfidia contra o Codigo Florestal”.

  24. Ovidio Bertholi

    -

    15/05/2012 às 21:56

    É inadimissivel que um projeto tão prejudicial ao pais e que coloca as pessoas que cometeram crime ambiental, desmatando a Mata Atlântica, agora a Amazonia da forma mais irracional possivel, seja aprovado por representantes eleito pelo povo e um projeto que so trara maleficio ao País.

  25. Souza Neto

    -

    15/05/2012 às 19:26

    Sugiro aos que tentam contestar a opinião do autor a leitura do livro “MÁFIA VERDE 2 – AMBIENTALISMO, NOVO COLONIALISMO”.

  26. João

    -

    15/05/2012 às 18:53

    Ramurti das 15e13 (15.05), a pobreza de Roraima é devida a falta de infraestrutura. Como escoar a produção (ou trazer alimento e outros bens) se não há estrada, trem ou barco que possa levar a produção (falta de visão estratégica e investimento de governos incompetentes, especialmente o do cachaceiro mor, porque a economia mundial naquele período nunca foi tão dinâmica). E se houvesse, a que custo? Você estaria disposto a pagar duas ou tres vezes mais pelo óleo de soja ou seja o que for? Acho que não! Mas queres que os produtores sejam os culpados. A miséria que se instalou lá, e vai piorar, é porque precisam (e precisarão ainda mais) trazer alimento de fora – tiraram os produtores e deram pros índios por decisão do STF.
    Mais um detalhe, a preservação da Amazonia no estado do AM deriva, em muito, da falta de terras para plantar no meio daquele mar de água (produtor não é burro como imaginas).
    E onde há terra, não há estrada. Como chegar ou sair. Os noticiários na TV estão recheados de imagens de caminhões atolados e quebrados.
    Utilizar o exemplo do Japão é de doer… como um país com 128 milhóes de habitantes em 377 mil km2 (distribuidos em 6,8 mil ilhas) pode produzir o alimento que consome? Claro que devem ter outra visão estratégica. A burrice é nossa em não aproveitar para vender comida para japonês com fome e com dinheiro. Qtos outros países estão na mesma situação que o Japão? Olhem os mapas… e vamos aproveitar que temos terra (nem precisamos abrir novas fronteiras agrícolas e só não regredir – especialmente com este discurso besta de retirar 30 e tantos milhoes de hectares produtivos), tecnologia e produtores capacitados e com vontade (ainda, mas não sei até quando) de produzir.

  27. fenando

    -

    15/05/2012 às 18:11

    Na verdade, se no mundo as pessoas morrem de fome, não é por causa de falta de comida, nunca foi, nunca na história, a desculpa é a mesma dos transgênicos, vai aumentar a oferta de alimento, hoje praticamente toda soja, trigo, cana, feijão e tudo mais, nem por isso diminui os preços dos alimentos, agora pagam royalties pelas sementes… esse outra desculpa do avanço da época do João garante é outra furada, isso faz mais de 40 anos… então isso tudo não passa de simples ganância dos grandes ruralistas… apenas dos grandes pois os pequenos no geral cumprem com suas obrigações ambientais…

  28. Ramurti

    -

    15/05/2012 às 17:56

    “Terras improdutivas somam 134 milhões de hectares (…) demonstram a falácia dos argumentos dos ruralistas sobre a necessidade de mudanças no Código Florestal para liberação de áreas para a expansão do agronegócio” segundo o Engenheiro agrônomo Gerson Teixeira, ex-presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária.
    Realmente, o que mais tem no Brasil e’ terra improdutiva. Qualquer um pode instalar o Google Earth e visualizar as areas desmatadas em estados como Rondonia, Roraima, Para, Mato Grosso, etc. E’ facil de ver latifundios e mais latifundios sem nada plantado, sem uma cabeca de gado. Nao e’ necessario desmatar mais para liberar mais area para o Agronegocio. O governo devia e’ estar fazendo a reforma agraria.

  29. Titus Lucrécio

    -

    15/05/2012 às 15:38

    Isso tudo é um absurdo pois devíamos estar defendendo os produtores que tanto lutam nesse país para melhorar sua produção e aqui estamos discutindo como devemos prejudicar esses produtores. Sim , digo prejudicar pois o produtor rural além de correr o risco iminente a qualquer negócio ele também está sujeito ao risco do tempo(seca, geada, pragas e outros).Mas mesmo com todas essas dificuldades a produção do Brasil vem sempre aumentando , mostrando que os produtores cada vez mais estão se especializando. Sem contar da dificuldade do mercado pois em outros países muitas dessas culturas são subsidiadas pelo governo local, disputando de forma totalmente desigual com a nossa produção.
    Mesmo com todas essas dificuldades vem essas criaturas (ambientalóides) defendendo diminuir nossa produção ,ou seja, criando mais uma dificuldade para os produtores.
    Que país de m………..Queria saber pra onde vamos com tanta idiotice. Com a redução de área de produção consequentemente teremos uma redução de alimento em nosso país. Portanto os preços aumentarão. O interessante é se essa conta fosse enviada para esses animais (a cambada do “veta Dilma”) ,tudo bem , mas infelizmente todos nós iremos pagar.
    Alguém alerte a essa cambada que eles estão ajudando ao nosso país a cada vez mais, regredir no desenvolvimento. Também não sei se adianta pois essas criaturas tem uma inteligência abientalóide.

  30. Ramurti

    -

    15/05/2012 às 15:13

    Todo mundo deveria abrir o Google Earth e olhar para o estado de Rondonia. Completamente devastado, exceto poucas areas indigenas e parques que estao sob constante ameaca. Continua um estado pauperrimo. Onde esta’ a tal riqueza propalada pelo agronegocio? Na mao de poucos, os coroneis locais. Paises ricos como o Japao nao produzem os alimentos que consomem, ja’ que podem importar a precos baixos de paises como o Brasil. Sua riqueza vem da inteligencia, da producao de produtos com alto valor agregado. O que o Brasil deveria fazer e’ investir em educacao e nao destruir as suas florestas para satisfazer a ganancia de poucos. Veja o exemplo do Amazonas. Como existe um polo industrial no meio da Floresta, o Amazonas continua sendo o estado amazonico com a maior area preservada. A Amazonia e’ importante por regular o clima de quase todo o Brasil, inclusive em garantir as chuvas que irao abastecer as bacias hidrograficas e finalmente as grandes cidades onde esta’ a maoria dos brasileiros.

  31. Lucas Rafael

    -

    15/05/2012 às 12:48

    Esses bacanas do ecologismo querem salvar o meio ambiente e se esquecem que o homem faz parte do mesmo.Preferem salvar uma árvore a dar de comer a cinco pessoas de uma familía .Outra coisa que estes farsantes continuam a dizer,é que existe uma “anístia” para perdoar crimes ambientais.Um dia desse o Jornal Nacional endossou a tese falsa da “anistia”;que falta de esmero!

  32. Maju

    -

    14/05/2012 às 19:06

    Que frase de efeito, lê-se neste Forum: “É inaceitável que o Brasil abra mão da sua capacidade produtiva, deixando de contribuir plenamente para a redução da pobreza, já tendo a maior área de preservação do mundo.” Como se os políticos, grandes fazendeiros, que são, fossem abrir mão de alguma coisa. Vai saber se as ramificações não estão nas cachoeiras, quedas d’água e que tais. Independente de qualquer discussão, a Natureza dará a última palavra. Algumas amostras já se vê pelo Planeta. E essa última palavra será definitiva. É só fazer uma visitinha ao site da NASA e ler o que temos sobre explosões solares. Ou será que vão negar o conhecimento dos cientistas de lá, também?

  33. Gabriel

    -

    14/05/2012 às 18:14

    Caro Azevedo.
    Teria como estudar um pouco mais de direito ambiental? Até a OAB citou inconstitucionalidade nesse projeto de lei. Os interessados na aprovação estão no poder, na câmara e no senado.
    Uma lei tão importante como essa, tem que dar ouvidos à comunidade científica, seja agronômica ou ambiental. Tem que ser consruída baseadas em dados científicos.
    Comparar um país com a megadiversidade natural que temos com países em zona temperada da Europa ou nos EUA é ser ignorante!
    Segundo dados da Datafolha, mais de 80% da população é a favor do veto. A aprovação seria contra a democracia.

    Se Dilma tiver bom senso e cumprir a promessa de campanha, vetará integralmente.

  34. LABOR

    -

    14/05/2012 às 16:58

    Europa, EE.UU. e outros praticamente acabaram com suas florestas e se adequaram à nova situação sem problemas maiores e até com vantagens. O problema indígena nos EE.UU. foi resolvida de forma prática e hoje contribuem
    mais para o bem da nação. Aqui, em Pindorama, cedemos a eles grandes reservas e esperaremos cem anos para que sejam convenientemente utilizadas. É obrigação de cada terráqueo preservar o meio ambiente, mas não de qualquer forma. Aquele riozinho de 30,40 kms, que margeia diversas cidades, outrora belo , hoje quase sem água e da cor de lodo,poluído por dejetos de todo tipo (são milhares desses rios no país) já tiveram a preocupação dos ambientalistas-veta-dilma?. Será que já propuseram aos órgãos ambientais a sua recuperação sugerindo-lhes um mapeamento, km por km, desde o nascedouro até a desembocadura, envolvendo prefeitura, proprietários e tudo o mais necessário a esse fim. Ora, ora, não fazemos as coisas mais simples e estamos querendo salvar o planeta.Vamos proteger elefantes,girafas (esses bichos comem muito), onças e tigres (amestra-los para o circo), cobras (se não existirem não precisaremos do soro anti-ofídico) ou vamos proteger a humanidade?. De qualquer forma, se querem mesmo defender a humanidade siga o conselho contido em meu eslôgã: ” PRESERVEM O MEIO AMBIENTE: NAO PROCRIEM ” que, repito, cedo aos orgãos ambientais sem cobrar direitos autorais.

  35. Ana

    -

    14/05/2012 às 16:24

    Quais as suas fontes, Andre Carvalho de 12/05/2012 às 10:16?

  36. Ana

    -

    14/05/2012 às 16:15

    Ô Adriano de 12/05/2012 às 21:11, você então acha então que pra participar da associação de agricultor, a pessoa deveria ser… médica? Bombeiro? Encanador, talvez?

  37. A.A.ROCHA

    -

    14/05/2012 às 15:14

    PELO QUE VEJO, QUNDO UM ARTISTA GLOBAL VEM A PÚBLICO DEFENDER UMA CAUSA, É SINAL DE QUE …”TEM BOI NA LINHA”! LEMBREM-SE DA USINA BELO MONTE?
    A DONA CAMILA PITANGA, APÓS A PUBLICAÇÃO DO ARTIGO DE DONA KATIA, DEVERIA VIR A PÚBLICO E CONFESSAR QUEM A FINANCIOU, POIS, EM TROCA DE ALGUNS “TROCADOS”, ENTROU NUMA BAITA FRIA!!! ESTÁ DEFINITIVAMENTE DESMORALIZADA, PARA O FUTURO, JUNTO AOS CANAIS PUBLICITÁRIOS!

  38. carlos

    -

    14/05/2012 às 14:51

    Para o Sr. João das 13:58.
    O sr matou a cobra e mostrou o pau, para esses idiotas que pregam contra o agronegócio.

  39. João

    -

    14/05/2012 às 13:58

    Ao Gabriel Cantilio (23e20)… debater sim, mas com números corretos e com informação atualizada. Vamos por partes (como diria um certo Jack, ao que foi noticiado há pouco, possivelmente uma Jackie)… de onde vem este numero de 70% em pequenas propriedades contra 30% de grandes propriedades? Isto é uma falácia repetida ad nauseam… Pergunto: os produtores de frangos e suínos de sul a norte no país (aqueles que fazem do Brasil um dos maiores fornecedores de proteína no mundo e não aquele que têm meia duzia de galinhas ciscando e porquinhos fuçando no terreiro) dentro do seu conceito são pequenos produtores? Dependendo da platéia são pequenos agricultores (quando interessa a determinados objetivos e argumentação como a sua). De resto não se lhes dá este enquadramento. Qual negócio de base familiar (até 4 módulos) pode gerar 15 empregos por hectare (e nem comento que estes produtores podem incorrer em nenhuma cláusula de trabalho escravo, conforme dispõe a NR31 – muitas vezes nem os proprios têm para si as condições que estão na NR) sem ir à falência? Alguem acha que com 4 ou 5 módulos, plantando milho, feijão ou mandioca, ter umas vaquinhas e porquinhos um produtor familiar pode dar uma vida digna e algum conforto para sua família? Hoje, o campo está envelhecendo – os jovens estão procurando outros caminhos (e só viajar pelo interior e ver o que está se sucendendo) – mas ainda se fica neste discurso ultrapassado para o `povo da cidade` (infelizmente ignorante nestes assuntos) e que acreditam que é possível fazendo (plantando e criando) de tudo um pouco e, com isto, ter uma vida confortável (idílica até) no interior. Saiam do conforto ar condicionado e se instruam…

  40. Lyon

    -

    14/05/2012 às 13:57

    Interessante a Camila Pitanga.
    Filha de pais negros, não deveria ter qualquer constrangimento pela sua cor.
    Mas parece que se integrou na tribo do Mickael Jackson e vem mudando constantemente a cor da pele e principalmente dos cabelos.
    Logo, logo, será uma loira escandinava.
    O mesmo acontece com outros astros da TV e da música.
    Seria preconceito?

  41. odilon alves

    -

    14/05/2012 às 12:35

    FELIZMENTE,nos temos uma grande representante a frente da CNA, A Senadora kATIA Abreu. Parabens pelo seu comentario sobre O VERGONHOSO VETO, que ambientalista estão pregando Contra a APROVAÇÃO DO CODIGO FLORESTAL. Será que esta turma que não GOSTA DE TRABALHAR E ESTÃO A FRENTE DE ONG´S sustentada com o dinheiro público não toma vergonha na CARA!

  42. odilon alves

    -

    14/05/2012 às 12:28

    INFELIZMENTE, tem muitos ambientalista, que não sabe como o ALIMENTO que eles mesmo consome, CHEGA na mesa dos Brasileiro. Será que eles sabem que mais de 60% DA AREA TERRITOTIAL DO brasil É ocupada com Matas Nativas e que somente 27,7% é ocupado com a produção AGRÍCOLA! ou será que iremos produzir em canteiros nas coberturaS DOS SEUS APARTAMENTOS! – odilon alves – zé doca-ma

  43. Bruno

    -

    14/05/2012 às 12:07

    Extremamente parcial essa conclusão. Nada fala sobre anistia a desmatadores e nem da importância real da proteção que está sendo defendida. Pelo contrário, se mostra irresponsável e mentirosa ao seu proteger no argumento que tanto lucro e tanta comida é pra ser partilhado com pobres e esfomeados.

  44. LUCIANO MENEZES

    -

    14/05/2012 às 11:59

    Dirijo-me à Senadora Cátia Abreu.
    Recebí o link do “Veta Dilma” e confesso que o apoiei. Porque? Porque os argumentos apresentados guardaram uma sintonia com o momento circunstancial, o da defesa ambiental. Um dos fatores que mais me preocupou foram as margens dos rios. Por outro lado eles estão sendo mais eficientes na divulgação. Neste momento, percebo que posso ter cometido um engano os apoiando. As suas informações precisam ser extendidas a todo povo brasileiro e melhor divulgadas. Não só virtualmente mas à toda massa que age por impulso.

  45. ALGUEM ME AJUDA AI...

    -

    14/05/2012 às 11:47

    A bonita e competente atriz Camila ultimante anda gravando muitos comerciais para orgaos ppublicos, imaginem se ela teria coragem de desagradar seus patrocinadores. O povo brasileiro que votou para eleger a sra.Dilma espera que ela vete a corrupcao, a mentira, os saques em propriedades privadas, e nao atrapalhe quem produz alimentos para sustentar a populacao brasileira que nao para de crescer.A sra.Camila nao planta, nao cultiva, nao cria gado, os alimentos ela encontra nas finas prateleiras dos hipermercados que frequenta, entao eh muito facil se aliar a esquerdalha e gritar “veta Dilma”, enquanto isso segue gravando comerciais para a Caixa, duvido que se ela criticar as politicas do governo vai seguir gravando comerciais.

  46. Gilmar

    -

    14/05/2012 às 11:24

    Sei não. Eu recebi um email deste movimento “Veta Dilma”. Confesso que não estou muito por dentro deste debate sobre o código florestal. Em linhas gerais pelo que percebi, oque foi aprovado pelo Congresso é o mais correto. Mas em fim, oque eu percebi neste email que recebi é que o pessoal do movimento usou um simbolo “#” como logo da campanha, muito parecido com outra campanha “Eu voto distrital”. Esta sim eu estou por dentro e aprovo sem por cento. Ja o “Veta Dilma” era contra e agora mais ainda pela malandragem.

  47. Sampaio

    -

    14/05/2012 às 11:16

    Incrivelmente não vemos a maiorias destes atores e atrizes inúteis se empenharem em causas descentes. Raros são os que manifestam seu repudio a avalanche de corrupção que farre este país por exemplo, aderir a este tipo de militância é muito fácil, basta ter a cara de pau de fingir comprometimento com a sociedade e se posicionar em frente a uma câmera e acionar a “válvula de descarga deste esgoto ambiemtaleco”.

  48. Maju

    -

    14/05/2012 às 10:57

    Pelos comentários de alguns, nota-se que compraram a idéia, de outros. Bitoladas, diga-se de passagem. Esbravejam sem conhecimento de causa. Talvez se achem mais entendidos que cientistas e técnicos. Estão, portanto, negando a ciência. Além do que, ofendem as pessoas. As pessoas não servem, por serem contra a destruição do rico patrimônio natural do Brasil. Em razão disso são “otárias”, “frágeis intelectualmente”. Os grandes jornais passam a ser “jornalões”, quem defende as florestas tem “o coraçãozinho tolamente ingênuo”. Debocham, zombam, sem conhecimento de causa. Com essa cultura o brasileiro não vai chegar a lugar nenhum. Pegam a esmo uma notícia aqui e ali, favorável, às mudanças no Código, e fazem disso sua bandeira. Estes, sim, “coraçõeszinhos tolos”, que acreditam na lavagem cerebral aplicada por interesses politiqueiros e morrem de medo de ficar sem alimento. Vão ficar sem alimento, sim, de qualquer jeito, porque não vai ser um Código Florestal perfeito que vai salvar as florestas. Num País de debochados, quem obedece leis? Nada vai impedir o degringolar do meio ambiente e, com isso, o desequilíbrio ecológico, já em andamento. Esse sim, justamente pela não preservação das florestas, vai gerar a fome, que tanto temem. E a sede também. Quero ver essa gente em um bate-papo com quem entende do ramo. Recolher-se-iam, imediatamente à insignificância de seus argumentos. Nada sabem dos rios aéreos, gerados pela Floresta Amazônica, que influenciam no clima, e tantas coisas mais, além das fronteiras. Só pelos argumentos, a falta de conhecimento salta aos olhos. Recomendo a todos esses que façam pesquisas, que leiam trabalhos científicos, que compareçam a palestras de cientistas e técnicos. Mas acho que não se interessariam. Dá preguiça. É melhor pegar carona na opinião de outros. Será que a verdade está com aqueles a quem criticam e condenam, diariamente, por fazerem parte de uma política corrupta?

  49. Renato

    -

    14/05/2012 às 10:24

    A campanha “Veta Dilma” é um dos maiores crimes contra a economia brasileira. São bilhões de reais gastos por ongs onde não é permitido sequer o debate. Os produtores ruais de hoje são análogos aos “burgueses” da Rússia pré-revolucionária ou os judeus na Alemanha na década de trinta.

  50. SOBRAL

    -

    14/05/2012 às 10:03

    Reinaldo, por gentileza acredite!
    Considero “veta, Dilma!” uma medida extremamente salutar, compreensível, até por uma questão de sobrevivência. Afinal como essa gente poderá se alimentar se não houver capim para comer? A produção de grãos e similares não precisarão de imensas áreas de plantio, pois sua destinação será apenas para aqueles que possuam mais de cinco neurônios, o que todos nós sabemos não serem muitos, infelizmente!

  51. carlos

    -

    14/05/2012 às 8:50

    Rein, olhe a situação de um amigo agricultor. Possui uma propriedade de 10 alqueire, como a área tem pouca largura e seu comprimento segue um olho d’agua, se tiver que cumprir o código, como esta, perde 4 alqueires. Vai viver de que? se já não consegue mais sustentar sua família com o que tem hoje.
    Sugerí a ele três opçoes: entrar para os “sem terras” e viver de invasões, abrir uma ong e viver de doações, ou entrar para o pt e viver de …. (muito trabalho)
    Viva os cucarachas, enquanto eles salvam o planeta os eua plantam a vontade.

  52. nani

    -

    13/05/2012 às 23:54

    Muito boa ideia de convocar Katia, a Divina, para Ministra da Agricultura! Para mim, o proximo passo seria: Katia Abreu para Presidente ! Que espetaculo de Mulher!!!!

    Qto ao Veta Dilma, deveria ser vetado a todo “ecochato” a ingestao de: arroz, feijao, massas em geral, cebola,alho, tomate, oleos, paes e bolos, tortas doces ou salgadas, granolinhas , yogurtinhos, salaminhos, presuntinhos, queijinhos de todo tipo, carninha de soja, pipoca, kibe, tomar leite e derivados, beber vinho ou tomar cafe, e tudo o mais que sai da nossa roça, e que esta turma de urbanoides sem cerebro pensa que cai do ceu em suas mesas fartas!
    É uma afronta a quem lhes da de comer!
    O novo Codigo Florestal nao é o ideal para os agricultores nem para os pecuaristas, e nem por isto deixamos de ver que é inteligente, foi exaustivamente estudado, é atual, atende a justa preservaçao da natureza, e evita criminalizar , embora penalizando, quem produz o maior PIB do Pais.
    Este pessoal do Veta Dilma, embalados por seu coraçaozinho tolamente ingenuo , nao viu que isto tudo ha anos esta sendo orquestrado por INTERESSES ESTRANGEIROS, a querer ditar normas em nossa Naçao!

    Tolos, calem-se! , e usem suas bocas apenas para comer (…. as parcas opçoes que lhes sobrarem, se tiverem um minimo de dignidade!)

  53. Maju

    -

    13/05/2012 às 23:33

    Leonardo Gomes Alves, estou com você e digo mais: VETA TUDO DILMA! A Amazônia é ambição de corruptos. Vide caso do nióbio. Destruí-la é dá mais munição para quem está sangrando o Brasil. VETA TUDO DILMA! E JÁ!

  54. Gabriel Cantilio

    -

    13/05/2012 às 23:20

    Nossa “turma” não foge do debate. VETA DILMA!
    Veta, Dilma!
    Por Tatiana Achcar, 2 de mai de 2012

    Ávidos por ampliar as terras cultiváveis, a bancada ruralista e o lobby agropecuário pesado, maioria no Congresso, deram uma banana para o que pensa a sociedade brasileira e os ambientalistas e aprovaram o Código Florestal na quarta-feira passada, 25. Mais grave, a Câmara dos Deputados conseguiu piorar o texto que saiu do Senado, que, basicamente, anistia quem desmatou ilegalmente na última década, deixa grandes áreas que não serão reflorestadas e reduz o que os produtores devem proteger. Ou seja, aprovaram um texto que incentiva novos desmatamentos. Estudo da Universidade de Brasília estima que a nova Legislação poderá aumentar em 47% o desmatamento no país até 2020. O Brasil investe numa agricultura de fronteira, que avança derrubando tudo o que vem pela frente, deixa a terra careca, cria uma paisagem monótona e desumana e que, depois de explorada, está árida.
    Embora a Amazônia seja nossa última fronteira, ela não é a única área ameaçada. Todas as áreas naturais, florestas ou não, podem virar paisagem do agronegócio. O Brasil será o maior produtor de alimento do mundo em dez anos, desbancando os Estados Unidos. Essa conquista se dará com a expansão do agronegócio, um modelo que concentra terras, produz para exportação, expulsa o povo do campo, depende de agrotóxicos e monocultivo, gera lucro para transnacionais, mas mantém a fome e a pobreza no Brasil. O custo de ser o maior país agrícola do mundo é alto — perda de biodiversidade, êxodo rural, erosão e compactação do solo, poluição do ar e do solo, redução dos recursos hídricos (a agricultura é responsável por 70% do consumo humano de água), perda de matéria orgânica do solo, inundação e salinização de terras irrigadas e desaceleração da taxa de crescimento da produção alimentar.
    É provável que seu filho e a nova geração inteira só conheçam uma área natural nativa na wikipedia e que se alimentem de produtos industrializados derivados de meia dúzia de grãos transgênicos. Ser o gigante agrícola também não significa acabar com a fome, nem melhorar a qualidade e a diversidade dos alimentos. De acordo com Joel Cohen, chefe do Laboratório de Populações da Universidade Rockefeller (EUA), entre 2009 e 2010, o mundo produziu 2,3 toneladas de cereais. Do total, 46% foi para a boca das pessoas, 34% para animais e 18% para máquinas (biocombustíveis e plásticos). Cerca de 90% da soja cultivada no mundo serve para alimentar animais. Ele diz que nosso sistema econômico não precifica gente que passa fome, ou seja, a fome é economicamente invisível. “Com o que se planta agora, poderíamos alimentar de 9 a 11 bilhões de pessoas, mas 1 bilhão passa fome”, afirma Cohen. O sistema econômico também não precifica quanto vale deixar uma floresta em pé, manter o solo vivo, deixar o agricultor e o extrativista no campo e dar-lhe vida digna, preservar espécies vegetais nativas e os animais são e salvos.
    Na mesma noite da aprovação do Código Florestal, eu e minha colega jornalista e pesquisadora Claudia Visoni palestramos sobre a revolução dos alimentos durante um festival de aprendizagem. A plateia era pequena e calorosa e representa a força da resistência e a vontade de conquistar novos espaços para discutir, fomentar e cobrar o modelo de desenvolvimento que nós, brasileiros, a massa, os 99%, queremos. Baseados nos dados do Censo Agropecuário de 2006, comparamos o agronegócio com a agricultura camponesa. Repare: enquanto um gera 1,7 empregos por 100 hectares, o outro gera 15. Um produz 30% dos alimentos, o outro 70%. O primeiro utiliza 76% (!!!) das terras, o segundo, 24%. E, por fim, o agronegócio recebe 84% dos créditos $$$ do governo enquanto a agricultura camponesa apenas 14%. Insistimos no modelo agroecológico para crescermos em grandeza ética, cultural, política, econômica, social e ecológica.
    Em junho, o Brasil sediará a Rio+20. Que condições o país tem de receber chefes de Estado de todo o mundo para discutir a sustentabilidade planetária, se aprovar, semanas antes, uma lei que praticamente destrói a conservação da floresta nativa e incentiva a agricultura de fronteira? Nas redes sociais fervilha a campanha pelo veto ao novo Código Florestal: #Veta Dilma. Temos que cobrar a promessa de campanha da presidente Dilma de vetar qualquer reforma que estimule o desmatamento ou anistie assassinos da floresta. Acho que a presidente está precisando ser lembrada do que prometeu para se eleger.

  55. Josildo Barbosa

    -

    13/05/2012 às 22:08

    Peça para esta senhora, a tal da Pitanga, que só é bem recebida na TV brasileira por seus dotes físicos (intelectualmente e como atriz merece notas que vão de zero a dois) que deixe este Brasil crescer. Por que atores como a Torloni e essa otaria da Camila se metem a comentar aquilo que não refletem, que não estudam, que não lêem e vão, por exemplo, ao Faustão conversar besteiras, como o próprio Faustão faz?? Querem, com sua pseudofama, “orientar” os mais frágeis intelectualmente, os mais ingenuos, os mais simples, aqueles que tiveram menos oportunidades na vida? Sra Torloni e Sra Camila, devemos usar de nossa “pseudo”importancia para, com justiça, fazer esse povo se educar, tomar decisões próprias e soberanas, e não seguir vcs duas (por causa de suas “belas imagens” televisas) e outras como meros seguidores de pessoas que defendem seus próprios direitos. Não confio em pessoas como vcs. Vamos lutar por um país melhor… por que não vão aos programas denunciar os absurdos da educação no Brasil? Por favor, se limitem às participações nas “novelinhas” na Globo, mesmo que prestem um desserviço (novamente!!!) ao Brasil( vcs estão ricas e famosas por sua estúpidas particpações em novelas na GLOBO, que, com essas crassas tramas, iluudem e enganam nosso simples e trabalhador). Estou cheio de gente como vcs.

  56. dimas

    -

    13/05/2012 às 21:11

    É Sr. Reinaldo…
    Diferentemente dos grandes jornalões, que por desinformação ou para acompanhar o modismo ambiental, se omitem ou pregam o veto ao Código; sua voz num grande veículo de comunicação é um alento.
    Virei seu fã.

  57. Vânia

    -

    13/05/2012 às 20:29

    Obrigada,Reinaldo!!
    De sua seguidora aqui e no facebook,segue o post de uma pessoa que faz.

    De:Waldeir Inácio Ferreira Quem diz que o Novo Código Florestal permite novos desmatamentos, ou é mentiroso, ou desinformado, mas uma coisa ambos são: gente de má fé!

    VOU DIZER PORQUE SOU A FAVOR DO CÓDIGO FLORESTAL
    Através do Rotary Club, fizemos aqui um programa chamado “Produtor de Água”, cujo objetivo era conscientizar e ajudar os produtores rurais a preservar as nascentes de água. Através de parcerias ajudamos vários proprietários rurais a recuperar suas nascentes, fazendo o plantio de árvores na faixa de 50m ao redor de cada uma. Todo proprietário rural que aderia ao programa era distinguido com um diploma de “Produtor de Água”. Plantamos centenas de milhares de árvores, reunindo produtores rurais, alunos de escolas públicas e voluntários. Fizemos palestras reunindo produtores rurais e autoridades ambientais, na tentativa de humanizar o problema. Foi aí, que pude observar a sanha punitiva que movem as autoridades ambientais, que dispensam a orientação pedagógica para multar sem dó, com valores absurdos, trabalhadores que nem vendendo a propriedade, conseguiriam pagar o valor da multa.
    São trabalhadores de domingo a domingo, sem direito a feriado, porque têm que tratar dos seus animais de cria, alimentá-los dia a dia, cuidar das plantações de ortifruti diáriamente, enfim, produzindo tudo aquilo que chega na feira e no supermercado, para nossa conveniencia e comodidade, a preços pouco remuneradores para eles.
    O arroz, o feijão, o ovo, o leite e a carne que chegam às mesas dos brasileiros, são produzidos básicamente, em pequenas propriedades rurais . O frango que vc compra com a marca Sadia ou Perdigão, é produzido por pequenos proprietários, num sistema chamado integração, em que a indústria entrega os filhotes ao integrado, fornece a ração, e este com sua família, realiza todo o trabalho de recria e engorda dos frangos, até a hora do abate e embalagem na indústria, para depois chegar nas prateleiras refrigeradas do supermercado, onde mecânicamente, nós urbanos vamos buscá-lo, diuturnamente.
    Essa gente vive para trabalhar, não são desmatadores, nunca derrubaram uma árvore, suas propriedades estão consolidadas assim, há mais de 100 anos e nunca conheceram outra vida. O Planeta não piorou um milímetro por causa das atividades deles, no entanto ativistas internacionais e ecologistas de apartamento, resolveram criminalizá-los, talvez para encobrir a verdadeira desgraça do meio ambiente, que é o lixo e o esgoto urbano, estes sim, os verdadeiros matadores de rios!
    O Novo Código Florestal não permite novos desmatamentos, mas consolida as áreas em produção, para dar tranquilidade a quem trabalha produzindo comida. Vc que pede o veto, porque não vai cuidar da destinação do lixo que produz e da merda que joga no vaso todo dia, cobrando das autoridades governamentais, o tratamento de esgoto e o reaproveitamento do lixo, que nesse país, não passa de mero discurso sem ação alguma? Faça alguma coisa útil, além de escrever, compartilhar e copiar bobagens, no Facebook!
    http://dois-em-cena.blogspot.com.br/2012/05/vou-dizer-porque-sou-favor-do-codigo.html

  58. Ronaldo

    -

    13/05/2012 às 20:07

    O comentário do leonardo Alves, comprova a questão muito séria na educação do Brasil que é o ANALFABETO FUNCIONAL. Para quem não sabe, Analfabeto Funcional é a pessoa escolarizada, mas que não consegue interpretar textos. Isto é triste.

  59. Leonardo Gomes Alves

    -

    13/05/2012 às 17:57

    Li o texto e ele acabou de me convencer: VETA DILMA!

  60. Rombo

    -

    13/05/2012 às 17:45

    O BRASIL É FEITO DE MENTIRAS DESDE O DESCOBRIMENTO SOMOS ENGANADOS NÃO FOI EM 1500 E SIM EM 1447 ..AGORA OS ECOLOGISTAS QUEMREM QUE O POVO PASSE FOME SEM ALIMENTOS COM A DIMINUIÇÃO DA ÁREA PLANTADA É MAIS UMA TROMBADINHA COMO AS RESERVAS INDINGENAS QUE BREVE VÃO QUERER OCUPAR A BAIA DA GUNABARA COMO TERRENO INDÍGENAS E PISINHO VAGABUNDO

  61. Anónimo

    -

    13/05/2012 às 17:21

    Se quisessem realmente acabar com a pobreza deveriam ao menos parar de roubar tanto! alias, nunca vi em um pais, TANTAS CPI’S! SERA QUE O ERRO ESTA EM PRESERVAR O MEIO AMBINETE OU EM TERMOS ELEITO TANTAS PESSOAS INCOPETENTES PARA CUIDAREM DO MEU PAIS????? fica aqui a duvida! ;) (pq sera que precisam taaaanto desmatar a Amazonia ne????) ALIMENTO???? MAIS????? UM PAIS TAO GRADE PRECISA DE MAIS ESPAÇO AINDA? UAU!

  62. Caio Rolando

    -

    13/05/2012 às 17:17

    “Pensa, Dilma!”
    Não está pedindo demais? Elle manda, ela obedece.

  63. Paulo

    -

    13/05/2012 às 16:32

    As pessoas razoaveis não fazem conversões diretas de quanto se ganha ou perde com aumento ou diminuição de areas plantadas. Devemos buscar angulos diversos de um problema e não cair em defesas apaixonadas e infantis do que parece ser o mais acertado. O preço da preservação deve ser de toda a sociedade, para o homem perdurar sobre a terra ele necessita dos outros seres vivos, e isso não pode ser colocado em termos financeiros.

  64. marcos paula

    -

    13/05/2012 às 16:30

    Cala a boca Camila!

  65. Paulo Sérgio/SC

    -

    13/05/2012 às 15:27

    A CAMILA PITANGA TEM QUE CONTINUAR FAZENDO PROPAGANDA PARA A CAIXA E DEIXAR DE HIPROCRISIA. ESTES PSEUDO-ECOLOGISTAS DEVIAM FREQUENTAR O SUPERMERCADO,ESCOLAS PUBLICAS E HOSPITAIS PUBLICOS… O BRASIL É UM PAIS AGRICOLA, BASTA VER AS NOSSAS EXPORTAÇÕES… ACORDEM, CARA-PÁLIDAS…

  66. Isabela

    -

    13/05/2012 às 15:25

    Isto é uma piada. O que Camila Pitanga entende de terra, de pequeno produtor, de propriedade rural? Alguém poderia levá-la para um dia no campo? Para ela acompanhar o dia a dia do produtor rural? Cada vez mais massacram o produtor rural. O que uma artista que sempre viveu no Rio pode opinar sobre isso? É o mesmo que eu como veterinária opinar em segurança publica, ou outro setor que não tenho o minimo de conhecimento. Poupe-me.

  67. DEONIR FINKLER

    -

    13/05/2012 às 15:11

    Parabéns Sr. Reinaldo. Este pais tem uma bandeira, onde está escrito ‘ORDEM E PROGRESSO”, que a Presidente Dilma PENSE e respeite o legislativo e não copie opinião de artistas urbanos e vivem de dinheiro público.

  68. anonimo

    -

    13/05/2012 às 14:24

    Kátia Abreu é a única representante visível da direita ainda em atividade. Temos que prestigiá-la, sempre.

  69. Guilherme Gomes

    -

    13/05/2012 às 14:09

    Ninguém percebe que nesse país é mais fácil destruir a proteção ambiental do que realizar uma reforma de base na estrutura agropecuária que todos os países desenvolvidos passaram.

  70. Vânia

    -

    13/05/2012 às 12:48

    Reinaldo poderia apagar meu post foi meu e-mail no lugar do nome erro meu.

    Eu depois comento novamente

    Apagado, Vânia.

  71. herbert

    -

    13/05/2012 às 9:21

    Sou agricultor pequeno,e se essa lei do código florestal for aprovada muitas propriedades se tornarão inviáveis,pois na minha região tem sangas bem próximas.esse código deveria ser implantado nas cidades onde à cada chuva de 20mm todo mundo fica em panico com as ruas alagadas…

  72. Roberto Flores Martins

    -

    13/05/2012 às 7:57

    Não podemos esquecer os prejuízos que teríamos também no futuro se o ¨veta Dilma¨prosperasse. Apenas a Várzea Amazônica, hoje precariamente explorada, acrescentariam a nossa agro-pecuária 190 mil quilômetros quadrados de terras férteis, o que poderia alimentar várias Chinas e Indias juntas e inteiras! Idiotas do ambientalismo, contenham-se! Façam gugú-dadá que é mais bonitinho e produtivo!

  73. ex-agricultora

    -

    13/05/2012 às 4:03

    Sr. Reinaldo! Há dez anos o tema ambiental ou Código florestal vem sendo discutido e ainda vemos algumas pessoas falarem que foi pouco discutido.Tenha a santa paciência.Também há aqueles que apoiam o gado confinado por questões de liberação de terras às matas, mas se esquecem que tanto aves quanto animal em confinamento, em seus alimentos é colocado hormônio para que a engorda e crescimento sejam rápidos,assim compara-se o frango de granja com o frango caipira,aquele leva 40 dias para o abate, este, 6 meses, até nos ovos há diferença, um é amarelo pálido o outro, amarelo ouro.Se é para falar de saúde, qual é o melhor? Lavagem cerebral sem cura é esta preservação ambiental onde só se fala em APP, RL, tantos metros para lá, tantos metros para cá.Na última sexta-feira, uma reportagem da TV Globo mostrou uma região do Paraná, que falava sobre preservação de peixes e animais, e os repórteres usavam barco a motor. Sobre o elefante do rei ninguém diz nada. Penso que todos que abrem um negócio esperam prosperidade e quanto mais, melhor.Por que tanta implicância com grandes produtores? Quantos agricultores, que para levar o alimento à mesa dos brasileiros, muitas vezes trabalham sem comer por falta de tempo.Quanta ignorância, quando pela própria justiça ordenam demolições de casas para dar lugar as árvores sem se importar com pessoas e ainda há gente que aplaude? Quando não houver mais pessoas engajadas na agricultura por falta de estímulo, o agricultor poderá num suspiro dizer que quem quebrou o Brasil foram os ruralistas, atendendo à pedidos maciços.Também quero quebrar o protocolo e dizer para nossa Presidenta: Veta Dilma, a bosta da Camila lançada nos rios e por ironia joga a culpa nos trabalhadores.Veta Dilma, a merda da Camila!

  74. Angelo

    -

    13/05/2012 às 1:53

    O DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS NO BRASIL

    O Brasil é o quarto produtor mundial de alimentos (Akatu, 2003), produzindo 25,7% a mais do que necessita para alimentar a sua população (FAO). De toda esta riqueza, grande parte é desperdiçada.

    Segundo dados da Embrapa, 2006, 26,3 milhões de toneladas de alimentos ao ano tem o lixo como destino. Diariamente, desperdiçamos o equivalente a 39 mil toneladas por dia, quantidade esta suficiente para alimentar 19 milhões de brasileiros, com as três refeições básicas: café da manhã, almoço e jantar (VELLOSO, Rodrigo. Comida é o que não falta. Superinteressante. São Paulo: Ed. Abril, nº 174, março/2002).

    De acordo com o caderno temático “A nutrição e o consumo consciente” do Instituto Akatu (2003), aproximadamente 64% do que se planta no Brasil é perdido ao longo da cadeia produtiva:

    20% na colheita;
    8% no transporte e armazenamento;
    15% na indústria de processamento;
    1% no varejo;
    20% no processamento culinário e hábitos alimentares.

    Segundo Instituto Akatu, 2004: Os números supracitados fazem do Brasil um dos campeões mundiais de desperdício. Analisando estes dados de uma forma mais simples, isso significa que uma casa brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente, o que remete a uma perda de US$ 1 bilhão por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias.

    Prova deste desperdício financeiro é ressaltada pela 8ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro, em 2007, que demonstra que os supermercados perderam 4,48% de seu movimento financeiro, em perecíveis. Além disso, uma estimativa realizada pela Coordenadoria de Abastecimento da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo indicara que perdas na cadeia produtiva dos alimentos equivalem a 1,4% do PIB – Produto Interno Bruto.

    Em países como o Brasil, por exemplo, quase 64 por cento do que é plantado termina no lixo. E que atinge, segundo os dados que temos, até 70.000 toneladas de alimentos em cada ano, que poderiam ser explorados de outra forma e acabam desperdiçados. O México, de acordo com a Associação Mexicana Food Banks, perdeu 23.000 toneladas de alimentos, quando têm 19 milhões de mexicanos, numa situação de grave insegurança alimentar, que é extremamente grave “, disse Andrew Pascoe.

    No Brasil, 44% da produção agrícola é destinada aos animais que, ao serem transformados em alimentos, são consumidos por uma reduzida parcela da população, já que a vasta maioria não tem poder aquisitivo para comprar carne. Deste dado, pode-se facilmente intuir que um número maior de pessoas poderia ter acesso a uma alimentação vegetariana de qualidade, se a parcela da população com poder aquisitivo mais alto reduzisse seu consumo de carne. Fonte FAO

  75. Nordestino

    -

    13/05/2012 às 1:11

    Show do Ex, ministro brasileiro de Educação nos Estados Unidos
    Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!

    Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

    O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

    Esta foi a resposta do Sr. Cristovam Buarque:

    «De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

    «Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

    «Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.”

    «Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

    Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação…

  76. SAULO

    -

    13/05/2012 às 0:49

    O brasileiro pensa como torcedor de futebol: Se apaixona por uma camisa e não pensa nas consequências com a “razão”.
    Aliás, razão, em italiano, “ragione”, é a raiz de “ragioniere”, vejam só que interessante tradução: contador, economista.
    Assim fica fácil entender porque está mais próximo da razão quem evidencia o raciocínio com cálculos.
    Senhora Camila Pitanga: tire essa camisa que está vestindo(sem trocadilhos maldosos), você se apaixonou por uma causa sem a luz da razão.
    À Senhora Presidente: “PENSA DILMA”!

  77. Geneuronios

    -

    12/05/2012 às 23:32

    De vaca não sai pitanga …ou de pitangueira não sai leite.

  78. Geneuronios

    -

    12/05/2012 às 23:29

    NO Brasil ainda tem VACA LEITEIRA que fornece 5 (CINCO!!!) litros de leite por dia !!! Isto é um conta-gotas!
    Com bons animais, alimentação, assistência, etc dá para o criador tirar no MÍNIMO 20 ou 30 litros/dia!!! E ganhar um bom dinheiro, com um bom plantel é claro!

  79. Adailton Machado de Castro

    -

    12/05/2012 às 22:43

    Esses ambientalistas fundamentais,não sabe o que é produtividade tecnologica, nunca subiu em cima de uma máquina nem puxou uma enxada,nem plantou um grão nem tão pouco uma árvore, o que sabe são teorias aprendidas na Universidade, hoje protesta e falam em nome do capital estrangeiro tanto contestado por eles mesmos, são contraditorios e quando vejo esses protesto me envergonho de ser produtor, sacrificamos nossas vidas no campo para produzirmos alimentos baratos na mesa do povo brasileiros e os atores, é atores, logicamente são atores sim pagos para dizerem ” veta Dilma ” eu digo tb, pensa Dilma.

  80. wilson

    -

    12/05/2012 às 22:39

    Aldo Rebelo quando relator do projeto convidou por ofício
    “N” vezes a SBPC e os malandros de esconderam.
    Agora ficam espalhando a patranha que não foram consultados, Ecochato só entede de capim colonião, capim
    elefante, alfafa e verdinha do tio sam.

  81. Thomas

    -

    12/05/2012 às 22:25

    A unica coisa que precisa ser feita é melhorar a produtividade do Brasil que é baixa sim, nos EUA se produz 3,53 t/he e no Brasil apenas 2,23 t/he, num calculo simples, temos:

    2,23t/he * (33he + 49he) = 182,86 t

    No caso os 33he a mais que o codigo vai disponibilizar mais os 49 já disponiveis, com a atual situação porém com um aumento na produtividade para os 3,53 t/he temos:

    3,53t/he * 49he = 172,97 t

    Conclusão, se aumentarmos a produtividade com insentivos de pesquisa nas universidades, que hoje não há nenhum, não precisariamos de tal agressão a natureza, a solução é investir nas universidades, coisa que não acontece pois eu estudo em uma delas e os pesquisadores tem precariedade nos equipamentos e muitas das teses de pesquisas são inuteis e são aceitas pela junta de avaliação e o raro investimento que o governo faz é jogado no lixo.

  82. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 22:20

    R$ 130 BI POR ANO.
    .
    R$ 10 BI POR MÊS.
    .
    R$ 300 MI POR DIA.
    .
    R$ 10 MI POR HORA.
    .
    É DÉ REAU…DÉ MIÃO DE REAU
    .
    ÊITA…TÁ CARO DIMAIS…HAJA MENSALÃO…

  83. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 22:06

    brasil: país das FAVELAS, da VIOLÊNCIA URBANA, da IGNORÂNCIA, do ANALFABETISMO FUNCIONAL (senador tiririca) e DA AMAZÔNIA E PANTANAL INTOCÁVEIS
    .
    brasil, país das APPs e da RESERVA LEGAL
    .
    brasil, país mais burro do mundo, coitado

  84. Luis R N Ferreira

    -

    12/05/2012 às 22:03

    O que a senadora Kátia Abreu nos relata em seu artigo são questões objetivas. Os dados que revelam a pujança do setor agro-pecuário foram relatados pelo Ministério da Agricultura e não são contestados por ninguém. O que a população precisa ter consciência é que conseguimos alcançar esta posição de liderança mundial à custa de muito sacrifício e muita luta. No cenário mundial, quem tem a supremacia de um setor produtivo, obtém vantagens que não gostam de perder. Em vários setores da produção de alimentos como a soja, o suco de laranja, a carne ou o açúcar, a conquista da supremacia dos mercados mundiais pelos produtores brasileiros foi árdua e manter a posição exige luta constante. É importante frisar também que essas conquistas se deram em função de aumento de tecnologia que resultou em maior produtividade e sem a devastação ambiental apregoada pela Letícia Sabatela

  85. Caipira

    -

    12/05/2012 às 21:43

    Já passou da hora do cidadão de bem sair as ruas e botar para quebrar, esta é a unica língua que o lulopetismo tem medo.

  86. j.a.mellow

    -

    12/05/2012 às 21:36

    Contra essa laia de ignorantes o que se pode fazer?
    Você Reinaldo, mais do que muitos de nós está apto a explicar a essa corja que nesse assunto de meio ambiente e sustentabilidade nós humanos também estamos inseridos, fazemos parte de toda a camada chamada de biosfera e não existe nenhum estudo cientifico comprovado que diga com certeza que a ação humana estaria provocando mudanças que nos prejudicariam mais do que pela extinção de populações pelo simples fato de permitirmos a fome.
    BLOG DO J.A.MELLOW

  87. silvano simon

    -

    12/05/2012 às 21:22

    Que tal a Uniao indenizar as areas de preservaçao permanente e a reserva legal?Ja que o Governo e as ONGS querem poder sobre elas que as compre..

  88. Alexandre Bach

    -

    12/05/2012 às 21:22

    Morei 5 anos no interior do maranhão, o que vi lá me deixou muito triste. O pai solta a filha com 12 anos para engravidar para pegar o auxílio maternidade de R$ 2.500,00, as leis simplesmente não existem para os nordestinos, empregados ganhando salário mínimo? em nenhum lugar, salvo os encostados no estado, compra-se uma moto e não precisa emplacar, nem pagar IPVA, nem usar capacete; poara eles o povo do sul (os gaúchos, e pasmem o tocantinense e o baiano são gaúchos)rouba o que é deles, por essa razão eles são pobres, isso esta encalacrado na mente desses miseráveis, e é colocado lá por políticos safados que não intenção nenhuma que essas regiões cresçam, além disso a igreja faz questão de malhar os gaúchos na missa de domingo. É uma falta de ética, educação, cultura e vergonha na cara sem fim. Nesses 5 anos eu passei a não acreditar mais que o Brasil tenha jeito, porque o formigueiro humano do norte e nordeste em quase toda sua totalidade é formada por miseráveis analfabetos, vítimas fáceis desses políticos mercenários comuns hoje em nosso país, e esse povo que aumenta em progressão geométrica será nossa ruína.

  89. Adriano

    -

    12/05/2012 às 21:11

    Engraçado de tudo é a senadora ser Pecuarista, e participar de uma associação… Então, ela está sendo super profissional né?

  90. Lindomar Coelho Alves

    -

    12/05/2012 às 20:43

    Voces exigem demasiado da filha do Pitan ga. SE ELA JÁ ANDA E, E FAL, DESEJARQUE PENSE É PEDIR DEMAIS.

  91. DIOGENES

    -

    12/05/2012 às 20:21

    Srs. “artistas”. Creio que seria simpático vocês ensinarem alguma coisa aos egípcios, que insistem em plantar nas margens do Rio Nilo. Por isso que a maior parte do daquele país é um deserto. Vocês deveriam aproveitar o momento histórico e promoverem por lá o movimento Veta Fraternidade Islâmica!

  92. VITAL PONTES

    -

    12/05/2012 às 20:11

    Vetar o novo código florestal é trazer para nosso País mais ONGs financiadas por Americanos e que junto trazem AGENTES SECRETOS,para saber se estamos ou não fazendo o dever de casa e da forma que interessa à eles.Sanciona logo o código Presidenta.

  93. Alvaro

    -

    12/05/2012 às 19:54

    Campanha contra a obesidade!

    É fato que o brasileiro está cada vez mais gordo!

    Se ele precisar gastar cerca de 40% de sua renda para se alimentar, como acontecia décadas atrás, em vez dos 16% de hoje, ele acabará consumindo menos alimentos e ficando mais magro!

    Logo, aprovar um código florestal o mais ambientalista possível não só fará com que o Brasil fique bonito diante das ONGs e governos estrangeiros, mas também melhorará a saúde do brasileiro!

    E daí que cada refeição custar mais do que 3 camisas chinesas? Seremos ecológicos!

    P. S. Que eu saiba, nem Cuba nem a Coreia do Norte têm problemas com a obesidade.

    ————-

    (Se alguém tiver dúvidas sim, estou sendo sarcástico.)

  94. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 19:44

    VAI “TOMAR BANHO” NO MATO, DILMA!

  95. lucerna juris

    -

    12/05/2012 às 19:14

    Vamos combinar: repristinamos o Tratado de Tordesilhas, exportamos todo mundo para o lado esquerdo da linha, desmontamos tudo, deixamos crescer o mato e restituímos Vera Cruz a Portugal. Bem melhor que veto, né ?

  96. Pablo

    -

    12/05/2012 às 19:14

    Senhor Gulag Jr, não quis me valer exatamente de um “Redutio ad Absurdum”, apenas mostrar a simploriedade da defesa do super-produtivismo a qualquer custo. De qualquer modo, se era “capenga”, o senhor não demonstraste. Apenas adjetivaste. Aliás, não há argumento algum em sua postagem. Apenas uma generalização especulativa, rotulando quem discorda de ti de “esse povo do MST” (com uma boa dose de preconceito também) e “peão de ONG”. Quem sabe ater-se aos argumentos? Se é que tens capacidade para isso. Uma dica: leia o documento da SBPC sobre o Código Florestal. Estude. Estude também história, a forma como se consolidaram as propriedades de terras no Brasil, estude sobre nosso modelo de desenvolvimento agrícola, e a quem serve. E quanto à Holanda, ou à Europa em gera, ou todos os países de primeiro mundo: sim, eles querem que o Brasil e outros países preservem o que eles não preservaram. Sim, e aí? E os grandes proprietários rurais do Brasil querem reduzir ao máximo a preservação ambiental para expandirem suas monoculturas e lucrarem cada vez mais e, ao mesmo tempo, quando a safra tem algum problema por algum fator ambiental/climático, querem socorro do governo. Cada um tem seus interesses, mas o teu qual é? Tu, como brasileiro, quer que o Brasil cresça economicamente nos mesmos moldes do desenvolvimento capitalista dos EUA e da Europa Ocidental?? E achas que o planeta tem capacidade suporte pra isso? Entre uma marca de trator e outra, tenta estudar um pouco…

  97. jrbenjamin

    -

    12/05/2012 às 19:09

    DILMA , PRODUÇÃO DE ALIMENTOS É UMA QUESTÃO DE SOBERANIA DE UM PAÍS . É INEGOCIÁVEL !!!!!!!!!!!

  98. Papa Fox

    -

    12/05/2012 às 18:55

    Seu Reinaldo

    Se tiver um tempinho assista “A Febre do Ouro” no Discovery onde na busca por ouro, os americanos arrasam(para a Marina) tudo no Alaska, inclusive matando ursos a bala, mas não aparece nenhuma ong por lá.
    grato.

  99. Geraldo

    -

    12/05/2012 às 18:44

    Desculpe Presidenta,mas quebrarei o protocolo,vou fazer um pedido,REFLORESTE AS PICINAS,DILMA!!!

  100. Diako

    -

    12/05/2012 às 18:40

    Caro Gulag Jr.(das 17:23)
    Você se enganou,se nos arvorarmos totalmente à agricultura
    e à pecuária,aí é que seremos mais importadores e dependentes
    da maquinaria importada,fertilizantes,tecnologia transgenica,
    antigamente,maquinas de costura industriais,hoje vem tudo da china,somos incapazes de fazer equipamentos hospitalares
    não estou falando de cama,baldes,etc.
    Vá visitar a exposição Feira hospitalar,no Expo Center,
    lá você verá o que a industria nacional tem para mostrar,
    não nos causará orgulho nenhum,pelo contrário,os países
    rico aprovam o codigo florestal,porque assim nos manterão
    na baixa tecnologia e nos venderão seus espelhos à vontade.

  101. Elder

    -

    12/05/2012 às 18:34

    O Reinaldo Azevedo tem algumas posições muito boas, mas essa acerca do Código Florestal é muito burra. Típica de quem mora em São Paulo (capital) e só conhece o interior do Brasil através de textos. No estado em que moro (Espírito Santo) fui testemunha do desmatamento que fizeram em nome do “progresso” e vejo agora a enorme seca que flagela os mesmos agricultores que desmataram. Não concordo com o posicionamento xiita que alguns tem com relação ao ambiente, mas não concordo também com a visão, a meu ver, burra e curta dos que olham a agricultura no presente e deixam de imaginar a mesma agricultura no futuro.
    A propósito, o tipo de gado e o método utilizado no Brasil para criá-lo é sim arcaico! Informem-se!

  102. Geraldo

    -

    12/05/2012 às 18:27

    REFLORESTA PICINA,DILMA!15 metros para cada lado.Essa será minha resposta aos ECO-CAMILAS-CHATOS.

  103. VITOR

    -

    12/05/2012 às 18:18

    Quanto bobagem digo eu Pablo 12/05/2012 às 16:53, ambientalismo ingenuo sim de pessoas mal informadas que vão na onda de artista, e não se informam melhor, ou melhor ainda vão ver pessoalmente como é o verdadeiro Brasil rural, e não deixam que outros digam para eles como que é, além do mais, porque a SBPC não se manifestou nas inumeras audiencias publicas relacionadas ao tema mais só depois num relatório feito as presas diferente do relatorio feito pelo resposavel pela elaboração do código que junto com as audiencias publicas ouviu e viu as singularidades de cada canto do Brasil para fazer seu parecer e sua conclusão sobre o tema. Claro que com o aumento da produtividade aumenta o lucro mais isso vem com muito trabalho esforço e dedicação, afinal voce vai trabalha mais e de graça. No entanto voce não falou da consequencia desse aumento de produtividade que é quanto mais determinada ou determinadas tipos mercadorias tem no mercados mais tende seu preço ser menor pela grande oferta (ex: quanto voce vai a feira ou no supermercado na época por exemplo de uma grande safra de tomate o preço cai e na entresafra por sua diminuição de oferta de tomate ele sobe, isso porque tem menos tomate no mercaddo). Quanta demagogia de causa digo eu que quando alguém considera alimentar seu povo e lhe propocionar meios para isso um deles a alta oferta de alimento no mercado para baratear seu custo não ser algo como essencial em qualquer país. A monoculturas tem sim grande impacto é so olhar o numero de dinheiro que propociona ao país, que iria fazer muita falta, isso tirando os empregos diretos e indiretos que ela gera.

  104. Geraldo

    -

    12/05/2012 às 18:16

    Sugiro que a Camila Pitanga,seus pares,Marina Silva,seus eco-seguidores,que aliás devem ter uma bela “piscina” bem cheia,com muita fartura de agua em suas casas,coberturas etc, comecem agora mesmo a “reflorestar” com mata nativa na extremidade de suas portentosas PICINAS COM 15 METROS DE MATA NATIVA DE CADA LADO DAS 4 EXTREMIDADES destas PICINAS.Botar no fiofó de pequeno agricultor como eu que planto hortaliças e frutas para que milhares de pessoas tenham um alimento saudável a mesa todos os dias é muito fácil.COMECEM VOCÊS REFLORESTANDO 15 METROS EM VOLTA DE SUAS PICINAS,eco-demagogos!

  105. areobaldo

    -

    12/05/2012 às 18:05

    Este código florestal é manobra genuína do lulo-petismo, assim como a cota para negros, asim como a tentativa do desarmamento das pessoas de bem(armas reg. na policia federal). O governo inépto não faz nada para impedir o desmatamento ilegal na amazônia, as madereiras bandidas em conluio com agentes petistas corruptos nunca exportaram tanto, mas consegue por o país numa discussão estúpida. Não educam os pobres como deveriam e inventam a enganação das cotas. É a dissídia que interessa. A ordem parece ser: destruam o país, e das cinzas renascerá o éden petista

  106. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 17:37

    PROPONHO QUE OS GLOBAIS CARIOCAS (E PAULISTAS)
    .
    ABDIQUEM
    .
    DO AR-CONDICIONADO
    .
    TANTO NOS SEUS APÊS
    .
    QUANTO NOS SEUS CARANGOS
    .
    E TAMBÉM NOS ESTÚDIOS DA GLOBO (E DOS TEATROS E CINEMAS)
    .
    O AR-CONDICIONADO É A “MOTO-SERRA DO AQUECIMENTO GLOBAL”
    .
    E AÍ, GLOBAL?
    SEM AR-CONDICIONADO,
    QUE TAL?

  107. Gulag Jr.

    -

    12/05/2012 às 17:23

    Quem defende esse tal “Veta Dilma” acaba sendo, ingenuamente, massa de manobra de ONGs estrangeiras que pretendem manter o Brasil dependente de importações. Gente como esse Pablo (12/05/2012 às 16:53) e seu capenga Redutio ad Absurdum. Não adianta nem desenhar pra esse povo do MST, peões de ONGs globalistas. Curioso que na Holanda, sede do Greenpeace, não há nenhuma área de vegetação nativa, dizimaram 100% e depois ainda querem desrespeitar nossa soberania. Repito: eco-terroristas são traidores da pátria.

  108. Jurani Martins

    -

    12/05/2012 às 17:13

    Se Camila Pitanga tivesse conhecimento de causa ela não cometeria tanta besteira! O será que é boba mesmo, esses ambientalistas que vive a custa do dinheiro público ou financiados pelas ONGs Internacionais deveria preocupar com o número de pequenos produtores que vive as margens de riachos e encosta de morros desde seus ancestrais que o “VETA DILMA” os trarás paras as periferias, e depois?…Camila você vai dar abrigo a eles?

  109. VITOR

    -

    12/05/2012 às 17:08

    Caro Cesar 12/05/2012 às 15:35 voce esta falando que a Carne brasileira é de má qualidade,carne de má qualidade é aquela onde o gado fica confinado como no estrangeiro só recebendo ração (lembra de onde veio a doença da vaca louca que acusavam o Brasil na época, ela veio da ração que é feita sabe-se -la de que, ou voce acha que ela veio do capim) além do mais voce pega exceções (fazendeiros que desmatam),e tenta transforma-las em regra, falo isso porque a maioria quase total que desmata são grileiros (gente que entra tanto em terra pública ou privada e rouba madeira sendo muitas vezes com ajuda de índios do lugar) falo exceções porque em grande maioria os pecuaristas fazem mangues para ter melhor aproveitamento do pasto (dividem o pasto em varias áreas sendo algumas delas até irrigadas, sendo que enquanto o gado se alimenta em um mangue o outro cresce e se recupera e quando o gado volta para ele, este já esta recuperado, seria como o pasto fosse dividido em varios quadrados cercados onde o gado ficaria em cada um por vez e a medida do tempo quando o capim ficasse baixo passaria para outro quadrado. Em relaçãoa 80% (não sei da onde tirou este dado mais então vou utiliza-lo assim mesmo) da safra de milho ser para ração, não seria por causa do grande numeros de criadores de frango (tanto para abate como para ovos porque a raça de frangos exclusiva para abate e para ovos e precisam de milho) e criadores de suínos que são até exportados para fora do Brasil com alta competividade. Voce tem idéia da cadeia de empregos que isso gera desde o produdor de milho ao criador de suínos e criador de frangos como seu caminho pelos frigorificos ate exterior. E enquanto a transposição do Rio São Francisco voce concede terra fertil lá e traz o nordeste para cá (no sentido de fome do homem do campo como o de la faz sair da sua terra para trabalhar nas cidade, devido ao desemprego e condições minimas de dignidade para sobreviver, lembre-se da raposa serra do sol ação diferente mais consequencia igual). Enquanto a água não se preocupe porque ninguem é mais interressado em preseve-la do que o agricultor que dela tanto precisa para produzir e viver mais claro sem ambientalismo bocó envolvido, porque em muitos países de onde vem estas ongs que voce deve ter tirado essas informações eles cultivam a beira de rios (vai procurar no google que voce vai encontrar fotos dos locais) onde cultura plantada ali faz o serviço de conservação da água que faria a planta nativa como querem os fascistas ecologicos preocupados com seu dinheiro vindo do agronegócio estrangeiro.

  110. Pablo

    -

    12/05/2012 às 16:53

    Quanta bobagem. Depois que a SBPC pronunciou-se contrária ao Novo Código Florestal os ruralistas e seus seguidores ainda vem falar de “miopia”, como se a crítica fosse apenas um “ambientalismo ingênuo”. Ingênuo é o argumento “produtivista”, e simplório aliás: é óbvio que quanto mais área para produção maior serão as cifras de produção agropecuária (aliás,se transformarmos todas as unidades de conservações, os parques urbanos e os campos de futebol em plantações também haverá aumento de produção). Mas e aí? A que preço? Vamos ignorar a Ciência? E pra quê? Que dogma é esse de que devemos crescer a produtividade nos moldes do agronegócio indefinidamente? Para alimentar o povo? Isso sim é uma baita demagogia. Dizer que, pelas conjunturas econômicas, a exportação de comodities tem forte impacto no crescimento do PIB tudo bem, mas as grandes monoculturas para exportação não tem nada a ver com a comida que colocamos na mesa.

  111. Rena

    -

    12/05/2012 às 16:50

    Pensa Dilma ???? KKKKKKKKKKKKKKKKK
    Reinaldo isso é pedir demais né pega leve

  112. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 16:42

    BRASILEIRO, O POVO MAIS BURRO DO MUNDO (MUITO MAIS QUE O PORTUGUÊS)
    .
    BRASIL, ÚNICO PAÍS DO MUNDO COM APP E RESERVA LEGAL! (20% (no mínimo) de cada propriedade rural dedicada ao mato)
    .
    ISSO, SEM CONTAR QUE 65% DO TERRITÓRIO “PERTENCE” À AMAZÔNIA E AO PANTANAL “INTOCÁVEIS”
    .
    BRASILEIRO, O POVO MAIS BURRO DO MUNDO (MUITO MAIS QUE O PORTUGUÊS)

  113. Ricardo2

    -

    12/05/2012 às 16:26

    Katia Abreu, Blairo Maggi e outros representantes do setor agrário decidiram se aliar ao PT quando podiam, lá atrás, combatê-lo com a Verdade. Agora, eles colhem o que plantaram, mas nós, que moramos nas cidades, vamos pagar o pato também. Ruralistas acham que são espertos em matéria de política quando são analfabetos totais.

  114. Rafael

    -

    12/05/2012 às 16:21

    Da doença “Complexo de AVESTRUZ’ sofrem os radicais (que nunca plantaram nada,mas gostam de se alimentar e bem!)e os desmiolados por dinheiro, como a Camila Pitanga e colegas de classe!

  115. Gabriel Birkhann

    -

    12/05/2012 às 16:12

    Sugiro textos seus,Reinaldo!

  116. Gabriel Birkhann

    -

    12/05/2012 às 16:12

  117. Romualdo Pizzi

    -

    12/05/2012 às 16:00

    As áreas de Preservação Permanente e a reserva legal são importantes para a propriedade, pois permitem a diminuição de pragas e doenças, também contribuem para proteção de nascentes e é em muitos casos é um verdadeiro corredor de Biodiversidade para Fauna.
    A Embrapa tem informado que pelo menos 120 milhões hectares estão em processo de degradação, podemos usár estas terras para produção de carvão, grãos e celulose sem precisarmos desmatar um hectar sequer.
    Como estamos vivendo tempos de mudanças climáticas é sempre bom investirmos em agricultura sustentável.

  118. Cesar

    -

    12/05/2012 às 15:35

    Sofisma mal engendrado. Faltaram “só” os números da pecuária. Usando fogo para deglutir florestas, a pecuária bovina espalha o rústico nelore Brasil afora. Deflaciona o preço da carne no planeta, com oferta de carne de má qualidade culinária. O preço ficou tão baixo que só é vantagem pra quem tem terra de graça (leia-se floresta) para criar um gado que vive sozinho (o nelore no Brasil, muito bem adaptado). Daí vem os 80% da safra de milho nacional, que são usados apenas como ração animal; mais uma porcentagem alta da safra de soja, sorgo, etc. Tudo para alimentar os bois. O lucro desse negócio absurdo vem da “gratuidade” das áreas florestais devastadas. Isso é insustentável. Em algumas décadas vai surgir um passivo impagável. Alem disso, a transposição do São Francisco não vai gerar milhões de hectares em terras férteis? O que é que vale então? O que é verdade e o que é mentira nessa estória toda? Ah, sem APAs não vai ter mais água em muitos lugares.

  119. ocidental

    -

    12/05/2012 às 15:22

    O que eles querem é criar mais uma tribo de ‘sem -nada’,de gente excluída,de gente humilhada e marginalizada.Essa gente engrossará toda a turma dos que já estão por aí a bradar aos ventos o seu nada ter, a sua miséria, o seu injustiçamento,as suas perdas e etc. Isso convém a quem quer porque quer fazer uma revolução.Afinal a confusão e o ódio gerado pela injustiça são excelentes ingredientes para reações tresloucadas.Além do mais, essa gente perderá suas terras, o que já aconteceu com os arrozeiros de Raposa Terra do Sol, com os donos de terras na Bahia, com os expropriados em todo o Brasil ,seja para os ‘quilombolas’ ,seja para outros fins…é a reforma agrária à moda petralha.Na Europa se planta nas encostas e nas margens de riachos há séculos,nos EEUA idem,em qualquer parte do mundo idem. E na Petralhândia é esse barulho todo,essa jabuticaba…essa confusão sem fim . e viva a Camila Pitanga, a enteada da Benedita…

  120. Kátia

    -

    12/05/2012 às 15:17

    Como meu comentário foi excluído, estou postando novamente:
    Caro Reinaldo mal informado, esses 33 milhões de hectares representam a área que deverá ser reflorestada caso o novo código seja aprovado. Se a Dilma vetar, seriam 70 milhões.
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/1058395-eu-me-conformei-diz-katia-abreu-sobre-texto-do-codigo-florestal.shtml

  121. Revoltado

    -

    12/05/2012 às 15:16

    Radicalismos quase sempre têm reflexos negativos. Não adianta o Greenpeace e outras ONGs quererem transformar todo país em mato que não vão conseguir. Ser contra qualquer coisa é fácil, difícil é apresentar propostas viáveis para um desenvolvimento sustentável. O Brasil precisa apenas de equilíbrio entre a preservação da natureza e a produção de alimentos! Simples assim!

  122. ocidental

    -

    12/05/2012 às 15:03

    Camila é bonitinha,representa muito mal ,precisa fazer muito laboratório para melhorar sua perfomance como atriz. No mais,não tem nenhuma autoridade,nenhum conhecimento e nenhuma compaixão para decidir que milhares de trabalhadores da lavoura brasileira devam ir para o vinagre.Já nem suporto vê-la o tempo todo na TV, a queridinha do PT…Zapeio. É o que ela merece:Uma zapeada total feita pelo povo brasileiro.Camila,passa outra hora!!

  123. Lúcio Lopes

    -

    12/05/2012 às 14:58

    Tio Rei, estou torcendo para a dona dilma vetar. Depois o Congresso cassa o veto. Será a oportunidade desta casa ver subir sua credibilidade, de menos 100 pontos para menos 90. Será apenas mais uma prova da irresponsabilidade da presidente.

  124. Fernando Leça do Nascimento

    -

    12/05/2012 às 14:55

    Sinto que este tema foi muito pouco debatido. Minha opinião hoje é: Veta Dilma. Muito mais pelo receio de que desmatadores fiquem impunes, de que haja um retrocesso em relação a preservação das florestas, do que uma posição consciente. Houve muito pouco debate transparente envolvendo a sociedade. O autor deste artigo mostrou o aspecto econômico da questão, que sem dúvida deve ser considerado, concordo que há muito radicalismo por parte de ambientalistas, porém desconfio que análise apresentada é incompleta. Não sou especialista da área mas indago uma série de pontos. Quanto representa o total de áreas improdutivas e que poderiam ser aproveitadas antes de se desmatar? Tecnicamente qual é faixa em metros ideal de mata ciliar a ser preservada para garantir os rios e mananciais? Qual o real impacto na que a aprovação desta lei terá na Amazônia, no Cerrado, e em áreas remanescentes da Mata Atlântica? Algum cientista foi ouvido no congresso? Qual é a opinião de sérios organismos internacionais sobre a mudança na Lei? Se esta mudança é tão importante para o Brasil porque não foi discutida como deveria? Sem o efetivo debate permaneço com a desconfiança em relação ao novo código, acredito que a maioria dos brasileiros também tenham dificuldade em opinar se as mudanças possibilitarão desenvolvimento econômico com preservação, como dá a entender o autor desta matéria.

  125. Mass

    -

    12/05/2012 às 14:54

    Alguém foi ver o que aconteceu com os brancos e índios após a homologação da Raposa Serra do Sol? Os termos serão diferentes mas o fato é o mesmo, restringir/alienar parte do território para uso futuro, por não brasileiros.
    A presidente tem a ABIN para assessorá-la nestas questões, portanto dizer que não sabia de nada, não cola mais.
    É uma questão de Estado, de soberania alimentar.
    Alguém já perguntou para os ambientalistas brasileiros o que suas ONGs bancadas com recursos extrangeiros fazem de política ambiental em seus países de origem?

  126. Nathalia

    -

    12/05/2012 às 14:37

    Se há tanta necessidade de terras produtivas, pq não se aprova de uma vez por todas o PEC do trabalho escravo, seguramente muitas terras do nordeste poderiam estar disponíveis para o agronegócio, além de dar muito trabalho na região. Mas claro, isso não interessa a maioria dos nossos deputados e senadores que são os grandes proprietários de terras improdutivas

  127. Pobre brasileira

    -

    12/05/2012 às 14:22

    O Código Florestal brasileiro não é a favor do meio ambiente e sim dos grandes produtores rurais, que por coincidência são os mesmos políticos que lutam pela aprovação desse código.

  128. VALDIR EDEMAR FRIES

    -

    12/05/2012 às 14:18

    Caros amigos do Tio Rei, saber que Camila Pitanga esta em defesa do veta Dilma nada nos surpreende porque nada lidera, agora o difícil é entender como a CNBB e a CPT se pronunciam, como diz você Reinaldo, acessem e leiam antes mat´ria do link – meu comentário a seguir http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/105396-cnbb-diz-que-conflitos-no-campo-vao-aumentar-se-codigo-florestal-for-sancionado-como-foi-aprovado-pela-camara.html

    Como diz Reinaldo, voltei com meu comentário…segue:Pois bem Amigos Leitores, …A falta de ética esta hoje impregnada entre muitos dirigentes da Igreja Católica que estão a serviço de movimentos “políticos e sociais” dos quais seus princípios ideológicos comungam com a velha ditadura comunista… A ignorância destes mesmos dirigentes é uma das causas do aumento dos conflitos no campo. Prova disto é o Pronunciamento de Dom Leonardo, uma vez que vem a publico inflamar um debate sem ter conhecimento de causa, pois mal sabem eles da CNBB e CPT, que o maior volume de produto primário exportado como a SOJA, as lavouras estão implantadas em campo aberto e não em áreas de APPs, Se não sabem, devemos informar que são os lucros aferidos com a venda destes produtos ao exterior que tem dado condições do Governo manter os programas sociais que a CPT e CNBB tanto lutam e defendem.

    Talvez na hora da SANTA CEIA a preferencia de Dom Leonardo Steiner seja pelos vinhos Chilenos e não mais pelos produzidos nas serras Gaucha, vamos além, em sua refeição matinal prefira os cafés produzidos na Colômbia e não os de Minas Gerais e de Espirito Santo, em suas refeições principais deva preferir o arroz da Argentina ou talvez da Tailândia e não mais os do Rio Grande do Sul, os hortigranjeiros por ele consumido não devem ser procedentes do cinturão verde produzidos as margens dos rios. Acredito que esta gente prefira a maça, mangas, pêssegos e os figos importadas da Argentina e do Chile, Banana da Amazônia Peruana e Boliviana, afinal os produtores destes outros países precisam aferir maiores “lucros”. Quanto aos Brasileiros de Santa Catarina que produzem as frutas nos morros, sem falar das carnes de suíno e frango, também os Nordestinos que produzem as margens do São Francisco estão em APPs e estas devem ser recuperadas e recompostas com as FLORESTAS, afinal o que se produz em APPs NÃO É PRODUTO DE GRANDE VOLUME DE EXPORTAÇÃO, DA POUCO LUCRO, e “lucro” é o que esta gente envolvida com movimentos sociais e ideológicos mais quer para suas organizações. Pouco lucro não é interessante para eles.

    Enfim pra que SANCIONAR UM NOVO CÓDIGO FLORESTAL se a SOJA e o BOI continuarão sendo produzidos em grande escala mesmo que o texto seja vetado pela Presidenta Dilma. As exportações destes principais produtos devem continuar a crescer, como já vem crescendo a cada ano através do uso de novas tecnologias, e é esta produção que deve continuar garantindo o superávit da balança comercial Brasileira.

    Porém se a Presidente vetar o texto aprovado na Câmara dos Deputados, saiba você Ilustre Dom Leonardo Steiner que serão muitos os católicos que deixarão suas propriedades e os CONFLITOS IRÃO SIM AUMENTAR AINDA MAIS.

    O veto é SINÔNIMO DE CONFLITO e aumento de conflito é o que menos precisamos nos dias de hoje, a não ser que a CNBB e a CPT tenha descoberto um NOVO PARAÍSO para alojar todos os ribeirinhos e todos os pequenos produtores rurais que vivem hoje e produzem sua subsistência dentro de áreas consideradas APPs.

    Os “LUCROS” das grandes exportações financiam GRANDES PROGRAMAS DE GOVERNO em beneficio de todos os BRASILEIROS.

    Também são dos pequenos “LUCROS” que restam aos Produtores rurais de soja, do Boi, das frutas, dos suínos, dos frangos, dos hortigranjeiros, do arroz, do vinho e do pão que os produtores rurais permanecem no campo. … Se a CNBB e a CPT tiverem como objetivo diminuir os conflitos certamente estaria pedindo APROVA DILMA, do contrário serão muitas as FAMÍLIAS que serão desalojadas e DEIXARÃO DE PRODUZIR ALIMENTO.

    Por Valdir Edemar Fries – Católico e produtor rural em Itambé – Pr.
    se quiser se aprofundar no debate acesse:http://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/105631-as-comunidades-tradicionais-no-processo-de-sustentabilidade—desenvolve-ou-acabar.html

  129. Saulo

    -

    12/05/2012 às 14:18

    Depois da segunda guerra mundial países como o Brasil foram coagidos a desenvolver uma economia baseada na agricultura que fornecesse produtis agropecuários a preços baratos para os países ricos. Produzimos muito alimento mas não para nós e sim para os países ricos. O que tem que mudar é a mentalidade coloniada. Temos que produzir computadores, technologia de ponta, etc….O que é bom para o Brasil é mudar a cabeça de Brasil colonia.

  130. clotilde

    -

    12/05/2012 às 14:10

    que dia bonito! como é bom ter mentes pensantes e inteligentes neste paiz para ensinarem aos ambientalistas que a racionalidade econômica é que prevalece quando se trata de impor ideologicamente uma agenda verde de manutenção das áreas plantadas.

  131. Guasca

    -

    12/05/2012 às 13:49

    O “Veta Dilma” pode custar R$ 130 bi anualmente, mas o “Veta Armas” custa 50.000 mortes por ano! E nos dois casos, mais que a mão do governo petista, tem o dedo de artistas no meio. E pior que eles acham que na vida real enganam o povo, como fazem nos palcos, telas da TV e cinema.

  132. VITOR

    -

    12/05/2012 às 13:48

    Caro Andre Carvalho 12/05/2012 às 10:16 então cientistas não podem ser movidos por razões ideológicas, porque a muitos agronomos que estudam basicamente sobre o tema que tratam sobre isso diariamente durantes anos de suas vidas, que escrevem sobre o assunto mais não são divulgados unica e exclusivamente porque a mídia movida ideológicamente os considera inimigos e não divulga seus trabalhos, da mesma forma que divulga aqueles que compartiham de suas idéias (exe: Não é agronomo mais um cientista que a pouco tempo foi falado sobre ele aqui no blog que mostrou a farsa do aquecimento global e disse que muitos cientistas mantem a mentira viva para consiguirem recursos para suas pesquisas). Também é facil constatar observando muitos municípios de Minas e Espirito Santo que tem muito de suas regiões basicamente formados por morros e que são cortados por inumeros corregos bem pequenos e quando digo muitos quero dizer quase que no seu total da area do municipio. Estes cultivam a exemplo o café em morros (porque o municipio praticamente é formado por morros) desde sua fundação (do municipio) tem a base de sua economia no café (tanto que é verdade que muitas compras como insumos, maquinários, veiculos, terras, casas e lotes são baseadas em sacas de café não em dinheiro). A produção do café que faz o dinheiro circular no lugar e fora dele através de compras de insumos agrícolas como maquinário (exe: adubos e secadores de café) que por ter suas lavouras em morros, (lavouras que produzem muito café e que não deixam ter erosão no solo devido as raízes do café e a proximidade delas de um pé de café para outro)que deixariam de existir ou simplemesnte estariam sujeitos a vontande dos fiscais do ibama ou dos orgãos que exercem a função deste nos Estados, que se corrompidos ideologicamente, poderiam perseguir a seu bem querer quem acharem que deva ser punido, já que todos não estariam dentro da lei sem o novo código e ninguém quer ficar sujeito ao subjetivimo de alguém, se não seria como ficar brincando de roleta russa. È muito facil falar de ecologia quando esta não afeta seu unico e exclusivo ganha pão de sua família, quando não ameaça derrubar sua casa porque esta proxima ao corrego ou praticamente quase toda lavoura já que como disse a regiões que a muitos corregos que passam dentro das propriedades rurais, sendo quase seu total de pequenas e médias propriedades.

  133. Leon

    -

    12/05/2012 às 13:44

    Reinaldo eu admito que voce corte esse comentario abaixo, mas o meu comentario anterior, sobre proteger as matas ciliares e a agua, nao devia ter sido cortado, caso seu blog fosse realmente democratico.

    Pode cortar esse abaixo:

    “Realmente $130 bilhoes/ano pode justificar qualquer posicao, mesmo as imorais, nesse mundo atual onde tudo ocorre pelo dinheiro que compra tudo, principalmente consciencias e pessoas que sao somente materialistas, e que nao tem coracao, ao tratar de proteger a vida da Terra, da Natureza que sustenta inclusive o pretencioso homus-economicus.”

  134. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 13:33

    china, 2º país mais rico do mundo!
    .
    desbancou o japão e a alemanha na última década!
    .
    lá não tem código florestal brasileiro, não!
    .
    é, o chinês não é burro, não!
    quer desenvolvimento e educação para sua imensa população
    .
    brasileiro burro é que gosta de favela, de mato, de violência urbana e…de pt…

  135. José Figueredo

    -

    12/05/2012 às 13:19

    Prá quem nunca pisou na bosta de vaca,não sabe a glamurização que isto representa na panela.No ar condicionado e sob intensos holofotes,dinheiro grosso em investimento no mais alto mercado de multiaplicações,não sente a glamurização de uma panela de ferro com uma bela polenta fumegando,esperando um molho e enormes nacos de uma galinha caipira saindo prá mesa,espalhando um cheiro espetacular de barriga cheia(sem ter que investir uma semana de trabalho duro).Nada como navegar na maré alta e em águas cristalinas.Pensem! folgazões de vida boa e de miolo mole.

  136. Antonio Palhares

    -

    12/05/2012 às 13:19

    Gostaria de saber se os nossos rios serão preservados.
    Vejam o que esta acontecendo no sul,rios secando e produtividade agricola caindo.Não concordo com esta palhaçada escandalosa de certos ambientalistas.Porém afirmo
    os rios devem ser preservados.

  137. gabriel tanaka

    -

    12/05/2012 às 13:15

    O tiro pode sair pela culatra, o Lula editou o decreto, a Marina e cia, botaram seus nomes nesse código, a grande maioria, inteligente criaram ONGs para representá-los, se der errado, a culpa não é deles.
    Fica um alerta, o pobre acostumou consumir!

  138. Marcos F

    -

    12/05/2012 às 13:10

    A irresponsável Camila Pitanga quer ganhar mais fãs – 100% já lhe é pouco – a qualquer custo. Coisa de petista profissional.
    Dane-se o brasileiro, o Brasil, a comida … comerá brioches em Paris, junto com Cabral.

  139. pdavida

    -

    12/05/2012 às 13:03

    Temos os argumentos da senadora Kátia Abreu.
    Consiga para nós, Reinaldo, os argumentos da Camila Pitanga.

  140. murilo

    -

    12/05/2012 às 13:01

    Seria logico esse artigo se toda essa riqueza ñ ficasse com uma minoria,pq esses produtores ñ vem para o nordeste? O nordeste tem muinta terra sem produzir, mas é muinto comodo partir para essas regiões onde ñ pagam nada pelas terras. Ainda fica vcs da imprensa defendedo os grandes produtores, pq será?

  141. augusto

    -

    12/05/2012 às 13:01

    Essa gente que vive na mídia paga e covarde não é exemplo para ninguém, na hora que o bicho pegar, eles vazam para o exterior. Fazer farofa nas terras dos outros é mole.

  142. rere

    -

    12/05/2012 às 13:01

    o PENSA, ANTA! está gozadíssimo. Parabéns ao seu criador.

  143. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 12:57

    MENTE, DILMA!

  144. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 12:57

    METRALHA, DILMA!

  145. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 12:56

    ABORTA, DILMA!

  146. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 12:56

    PENSA, BURRAAAAAAAAAAAAAA!!!
    .
    HAHAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHAHA

  147. Ubiratan da Silva

    -

    12/05/2012 às 12:39

    A indústria que mais cresce no Brasil é a industria do protesto. É a indústria dos que se aproveitam da ingenuidade de um povo.

  148. gerson pinna

    -

    12/05/2012 às 12:16

    Gostaria de ver a senadora {sózinha} contra a “rapa” [ os "luloverdins"], eu, macaco véio, só ia ficar oiano. Não assino embaixo em tudo que ela diz, mas tem meu respeito -que não é lá grande coisa- . Pudesse votar, votaria nela.

  149. Claudio deBsB

    -

    12/05/2012 às 12:13

    Prezado Reinaldo,
    Falando sério. O código florestal aprovado pelo congresso, apesar de melhor que o anterior, é muito ruim para o pequeno agricultor brasileiro.
    Senão vejamos, uma pequena propriedade rural de 20ha (ex: 200mx1000m) que for cortada por um pequeno córrego com menos de 10m de largura terá que recompor a mata ciliar de 15m de largura em cada margem do córrego, o que daria em torno de 03ha (30mx1000m), 15% de toda a propriedade.
    O pior, normalmente as terras próximo às margens dos córregos são as mais férteis, e que, pela proximidade do córrego, propiciaria irrigação das culturas a um menor custo.
    Além do mais teria o custo da regeneração da área, que é muito elevado para o pequeno agricultor que luta para tirar o sustento de sua família cultivando sua terra.
    Existem tecnologias disponível no Brasil que permitiriam o cultivo dessas terras próximas às margens dos rios com baixo impacto ambiental, tais como cultivo em curva de nível, plantio direto, agricultura orgânica e sistema de pastagem silvopastoril.
    Seria muito mais inteligente o uso dessas técnicas, do que simplesmente privar o pequeno produtor do uso de suas melhores terras para produção de alimentos que é consumido, principalmente, pela população urbana, inclusive os ambientalistas, sejam os profissionais ou os emprenhados pelo ouvido, como a bela Camila Pitanga.

  150. Nilson

    -

    12/05/2012 às 11:55

    Luiz Fernando sabias palavras parabéns a quem não leu redigito aqui, e tenho um a ressalva a fazer, porque não fazer uma lei ou emenda de lei própria as florestas remanescentes e torna-las parques nacionais com punições severas, dignas de um patrimônio.
    Luiz Fernando – 12/05/2012 às 10:46
    Tem certas coisas que parecem duas !
    De alguns anos para cá os artistas passaram a ganhar um status de sábios em qualquer assunto, e o que dizem é palavra final, não passível de discussão. E o mais impressionante é que quanto mais mediocrizinho o artista, mais sábio ele se torna. É um fenômeco puramente brasileiro – como a pororoca – e algo recente na nossa história.
    Não me ocorre da Fernanda Montenegro, do Paulo Autran, do Mário Lago – que todo mundo sabe que era comunista – do Paulo Gracindo, do Raul Cortez, ter se arvorado como especialista em alguma coisa que não fosse a área dele. Não me recordo também de terem consultado Mário de Andrade, Villa-Lobos, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, João Cabral de Mello Neto e assuntos econômico, ambientais, de política social, de comportamento, de ética, ou seja do que for.
    Agora vivemos essa mania: os artistas globais de novela, cantores de nível duvidoso – que irem ouvir pela última vez suas músicas, no dia do seu enterro – se tornaram verdadeiras sumidades, em qualquer assunto.
    Caso Tom Jobim, por exemplo, dissesse ” Veta Dilma”, eu , mesmo sendo contra, diria para os meus botões: ” Sua obra demonstra ser um homem inteligente e de bom senso, então vou reavaliar o assunto, pois talvez ele tenha razão.”
    Amigos, o que a Camila Pitanga tem de backgound artístico que possa levar alguém ao mesmo raciocínio ? Será que hoje o peso de uma opinião é diretamente proporcional aos pontos que alcança no Ibope ?

  151. Luiz Fernando

    -

    12/05/2012 às 11:51

    Às vezes fico pensando…Talvez fosse melhor a Dilma seguir os ambientalistas e vetar tudo, como eles querem. Sabem por quê? Porque, se assim for, o congresso terá de derrubar o veto, sem cerimônias…Não há como a presepada do Veta Tudo Dilma prosperar: se ele acontecer, o congresso fatalmente o derrubará.

  152. Fernando

    -

    12/05/2012 às 11:49

    Mais um sinal da deskulakização que está sendo buscada. Nesse marxismo à brasileira, me parece que não apenas por ódio ideológico, mas provavelmente também por interesse financeiro. Vem alguma grande negociata por trás disso.

  153. Eduardo Bohme

    -

    12/05/2012 às 11:40

    Meu Caro reinaldo,

    A produtividade Brasileira é
    , em media, a metade da Americana! Por que? Embora tenha aumentado a produtividade, ainda tem muito o que fazer.

  154. Manoel Viana Neto

    -

    12/05/2012 às 11:35

    O que se deve interrogar é:”O QUE CAMILA PITANGA,E, OUTROS MAIS QUE PEDEM VETA DILMA, ENTENDEM DO SETOR PRODUTIVO AGRICOLA?”Pôxa vida,deixem isto para os conhecedores.A inconsedquência devia também ser punida.Ars.Vina Neto.

  155. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 11:30

    PENSA, ANTA!

  156. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 11:29

    “PENSA, DILMA!”…
    .
    HAHAHAHAHA
    AÍ JÁ É DEMAIS, NÉ, TIO REI!
    .
    HAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHA

  157. Marcella

    -

    12/05/2012 às 11:21

    As margens dos corregos e rios do Brasil já estão depredados, imaginem, se esse novo codigo florestal for vetado, vai acabar o restinho que ainda existe.

  158. Burduna nelles !!!

    -

    12/05/2012 às 11:21

    Véio,
    vejo que a mão das corporações internacionais querendo que isso aconteça esta por tras de tudo e contam com a ajuda dos deslumbrados globais e da famigerada wwf pois ficaremos dependentes delas como ficamos nos idos 70/80 da OPEP para os derivados de petróleo.
    Nuncantesnestepaiz vimos tanta ignorancia, o matuto caga e joga tudo no rio, mas cidades jogamos esgoto in natura nas galerias pluviais, os rios que cercam as cidades são poluidos com vazantes quimicos e vai por ai.
    A deslumbrado do Morro Chapéu Mangueira no Rio fala agora como a musa da ecologia, mas em sua comunidade o esgoto desce pela rua né. Vamos indo cada vez mais e mais para o esgoto e a pergunta é simples:
    o que irão fazer com as 200 milhoes de bocas para alimentar com a diminuição brutal das areas de plantio?

  159. Diako

    -

    12/05/2012 às 11:20

    Não sei da abrangência toda do codigo florestal,é certo
    que alguns vão perder,penso que se poderia flexibilizar em
    alguns casos,mas sou favorável à Ecologia.
    Em um País que se especializou em agropecuaria,deveriamos
    ser capazes de produzir maquinas de café,elaborar cafés de
    qualidade,como fazem os alemães(que não plantam café),
    fazer maquinas e tratores para agricultura ,como fazem as
    multinacionais,fertilizantes,laboratorios dos transgenicos,
    Os matutos precisariam evoluir,ficar depredando só na
    motoserra e na enxada,seria mante-los no atraso.
    Já que temos depredado,então que façamos produtos de
    maior valor agregado em lugares sabidamente vitima da seca,
    aqueles lugares que costumam exportar bandidos para os
    grandes centros,enquanto isso as nossas grandes empresas
    alimenticias pertencem a multinacionais.

  160. luiz fernando de oliveira

    -

    12/05/2012 às 11:19

    militares termnam obra aeroporto de guarulhos antes do prazo , e devolvem 150 milhoes , e nao vejo nenhuma nota

  161. Marcella

    -

    12/05/2012 às 11:16

    Veta já, Dilma. Fora destruidores da natureza.

  162. Celio

    -

    12/05/2012 às 11:07

    As nascentes, margens dos rios, Corregos e morros precisam ser protegidas. Somente as pessoas educadas é que respeitam o meio ambiente

  163. Luiz Fernando

    -

    12/05/2012 às 10:46

    Tem certas coisas que parecem duas !
    De alguns anos para cá os artistas passaram a ganhar um status de sábios em qualquer assunto, e o que dizem é palavra final, não passível de discussão. E o mais impressionante é que quanto mais mediocrizinho o artista, mais sábio ele se torna. É um fenômeco puramente brasileiro – como a pororoca – e algo recente na nossa história.
    Não me ocorre da Fernanda Montenegro, do Paulo Autran, do Mário Lago – que todo mundo sabe que era comunista – do Paulo Gracindo, do Raul Cortez, ter se arvorado como especialista em alguma coisa que não fosse a área dele. Não me recordo também de terem consultado Mário de Andrade, Villa-Lobos, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, João Cabral de Mello Neto e assuntos econômico, ambientais, de política social, de comportamento, de ética, ou seja do que for.
    Agora vivemos essa mania: os artistas globais de novela, cantores de nível duvidoso – que irem ouvir pela última vez suas músicas, no dia do seu enterro – se tornaram verdadeiras sumidades, em qualquer assunto.
    Caso Tom Jobim, por exemplo, dissesse ” Veta Dilma”, eu , mesmo sendo contra, diria para os meus botões: ” Sua obra demonstra ser um homem inteligente e de bom senso, então vou reavaliar o assunto, pois talvez ele tenha razão.”
    Amigos, o que a Camila Pitanga tem de backgound artístico que possa levar alguém ao mesmo raciocínio ? Será que hoje o peso de uma opinião é diretamente proporcional aos pontos que alcança no Ibope ?

  164. Silva

    -

    12/05/2012 às 10:44

    Essa Marina e Camila, querem aparecer p sociedade, é um absurdo, e ideologia do partido verde. Ideia voltada p um Estado centralizado, acorda o mundo esta mudando, essas ideias retrógradas e andar p/ tras. Nosso país precisa de ideias avançadas p/ crescimento melhor.

  165. Caio Rolando

    -

    12/05/2012 às 10:16

    Tenho parentes que trabalham como pequeno produtor de hortaliças na região de Sorocaba. Se este código for aprovado, boa parte dos produtores vão perder o meio de sobrevivencia. Será que Camila´s e Marina´s da vida vão arrumar trabalho para todos?

  166. Andre Carvalho

    -

    12/05/2012 às 10:16

    Os ruralistas so pensam no dinheiro que podem ganhar a mais. Escostas de morro e margens de rio precisam ser preservadas. É o que mostrram os principais cientistas. A SBPC e as principais entidades científicas mostram que o novo código é nocivo ao meio ambiente. Os argumentos dos ruralistas não têm base científica. É pura ganância

  167. Francisco Araujo

    -

    12/05/2012 às 9:57

    A Senadora Katia Abreu tem sempre posições muito lúcidas, e uma guerreira. Até hoje não entendo como ela quer se juntar à base aliada, através do PSD, para fazer a defesa desse governo

  168. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 9:52

    Kátia Abreu defendendo o agro-negócio, o fim do Estatuto do Desarmamento e a prisão-perpétua para assassinos e estrupadores (inclusive os menores de idade)…FUTURA PRESIDENTE DO BRASIL, FÁCIL!

  169. Anônimo

    -

    12/05/2012 às 9:50

    Tio Rei,
    Olha só mais essa…tem lógica!…só os petralhas é que não gostam…
    .
    Mitos da escravidão em Minas são derrubados por pesquisador
    .
    Estudioso derruba imagem de que os negros eram sempre os humilhados e revela: em Minas, mais de 30% deles tinham posses, eram proprietários de terras e até de outros escravos
    .
    Gustavo Werneck -
    Publicação: 12/05/2012 06:00 Atualização: 12/05/2012 07:59
    .
    Nas novelas de tv, ambientadas nos tempos da escravidão, os negros têm destino certo: quando não ficam amarrados no tronco apanhando feito cachorro, estão presos aos grilhões nas senzalas ou preparando quitutes na cozinha da fazenda. Já na literatura do século 19, comem o pão que o diabo amassou – se é que havia pão! – no porão das embarcações, encarando “tanto horror perante os céus” – como escreveu o baiano Castro Alves (1847-1871) no poema Navio Negreiro. Ganhou força, então, no imaginário popular, a imagem de homens e mulheres humilhados, vítimas de olhos baixos e impotentes para levantar a voz contra o seu senhor. Mas novos estudos mostram que a trajetória dos escravos africanos no Brasil tem muitos mitos e que eles foram, sim, agentes da história e nem sempre submissos.

    Estudioso de tema tão polêmico há mais de 20 anos e autor de vários livros, o professor de história da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Eduardo França Paiva conta que os escravos desenvolveram autonomia e até ajuizaram ações contra os seus proprietários, quando se sentiam lesados. Muitas vezes levaram a melhor no tribunal, ao defender, por exemplo, que já haviam pago todas as parcelas de compra de sua liberdade, algo que o senhor contestava. “O equívoco maior é pensar que os cativos foram vítimas o tempo todo. O 13 de maio de 1888, lembrado amanhã, data em que a Princesa Isabel (1847-1871) assinou a Lei Áurea e extinguiu a escravidão no Brasil, serve para discutir o assunto e corrigir uma série de distorções, muitas delas construídas pelos abolicionistas”, diz o professor, que segue na próxima semana para Sevilha, Espanha, onde fará o segundo pós-doutorado, desta vez sobre as Américas portuguesa e espanhola.

    Nas suas pesquisas, o professor Eduardo, que atua nas áreas da história da escravidão e das mestiçagens, vem fazendo descobertas surpreendentes. Uma das mais importantes se refere aos senhores de escravos que, ao contrário do que se aprende na escola e nos livros didáticos, nem sempre eram brancos. Em Minas, do início do século 18 a meados do 19, mais de 30% desses proprietários eram ex-escravos ou descendentes de escravos. Em 1776, conforme as estimativas, havia na capitania de Minas, então a mais rica e populosa da colônia, com um comércio conectado com o mundo e efervescência social e cultural, cerca de 300 mil habitantes, sendo 130 mil forros (ex-escravos), 110 mil escravos e 60 mil brancos.

    “Havia em Minas mais ex-escravos do que escravos, a maior parte mulheres”, afirma o professor, explicando que somente a partir da segunda metade do século 19, a escravidão passou a ser condenada. “Até então, era legal e legítima, e os cativos prezavam dois valores fundamentais: queriam ser livres e proprietários de escravos. Os castigos físicos eram comuns nesses tempos de patriarcado, em que os pais batiam muito nos filhos”, diz o autor de vários livros, entre eles Escravidão e universo cultural na colônia, editado pela UFMG, e Escravos e libertos nas Minas Gerais do século 18, da coleção Olhares/UFMG/Annablume.

    Fortuna

    Entre as personagens mais importantes encontradas nas pesquisas está Bárbara Aleluia –negra filha de africanos, nascida no Brasil –, uma pernambucana que viveu em Sabará. “Ela foi uma das mulheres mais ricas da época, acumulou fortuna com o comércio e outras atividades”, revela. Pinturas ainda desconhecidas da maioria dos brasileiros mostram negras cobertas de joias e usando trajes típicos, a exemplo das mulheres africanas, ou andando pelas ruas com seu séquito. Num livro, Eduardo mostra o retrato de uma baiana, uma negra enriquecida, que posa em estúdio com seus colares de ouro.
    Em Minas, com uma sociedade mais urbana, a situação era bem diferente da encontrada ao Norte da América Portuguesa. “Aqui havia muitos senhores de poucos escravos, em média cinco para cada um, bem diferente de Pernambuco e Bahia, com 30 por um. Outro diferencial mineiro é que nem todos os proprietários eram ricos”, diz o professor, explicando que, por volta de 1730, a mineração de ouro já estava em decadência, embora a economia se mantivesse forte e dinâmica, com um comércio influente e produção agrícola em ascensão. Esse quadro favorecia a compra da liberdade.

    Para conseguir o seu objetivo, o cativo tinha que ser, antes de mais nada, um bom negociador, o que significava um acordo com o seu dono sobre a forma de pagamento. Quem não ganhava a alforria em testamento ou na pia batismal, podia pagá-la parceladamente, num período de quatro a cinco anos, em prestações semestrais, num sistema denominado coartação –nesse tempo, o chamado coartado ficava longe do domínio cotidiano de seu proprietário. Outra forma de ficar livre era pagando à vista. “O dinheiro para saldar o débito era obtido de diversas formas. As mulheres dominavam o pequeno comércio, vendendo, nas ruas, doces, sucos, carnes e outros produtos. Eram muito comuns, nessa época, as ‘negras de tabuleiro’, que, como mostram também gravuras antigas, saíam pelas vilas e arraiais vendendo comidas. A prostituição era outro caminho para alcançar a liberdade”, conta. O artista italiano Carlos Julião (1740-1811) pintou aquarelas retratando a vida dos recém-chegados da África – e chamados de boçais por não saberem falar a língua portuguesa – e dos enriquecidos.

    Um dos objetivos do professor é tirar dos escravos e forros o perfil exclusivo de vítimas e dar-lhes a dignidade de quem construiu sua liberdade e ajudou na edificação do país. “No Brasil, o cenário de escravos amarrados ao tronco, sendo chicoteados, é fortemente panfletário, embora o castigo físico tenha existido em toda a colônia. Enquanto os escravos foram efetivamente agentes da história, a historiografia brasileira contemporânea continua repetindo discursos abolicionistas, o que significa exagerar no grau de violência praticado pelos senhores”, diz o professor, convicto da necessidade de maior aprofundamento das pesquisas.

    Primeiras leis

    Para quem pensa que todo negro na colônia era escravo, o professor esclarece que nem todo escravo era negro”. Mulatos, pardos e cabras (descendentes de negros e índios também eram escravos. E por que essa diferença? Eduardo conta que, no século 18, os “negros de corte”, a exemplo de alguns nobres do reino do Congo, iam estudar em Lisboa, Portugal, ou Salvador, na Bahia. Igualmente livres eram também alguns africanos que trabalhavam nos chamados navios negreiros que cruzavam o Oceano Atlântico. Em 1830, surgem as primeiras leis que proibiam o tráfico de negros determinando que todo africano que pusesse os pés no território brasileiro deveria ser considerado livre.

    “O equívoco maior é pensar que os cativos foram vítimas o tempo todo. O 13 de maio serve para discutir o assunto e corrigir uma série de distorções, muitas delas construídas pelos abolicionistas” Eduardo França Paiva, professor de história da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

  170. To Fora

    -

    12/05/2012 às 9:47

    Enquanto esta cambada de ecomalas não empobrecerem o Brasil eles não vão sossegar, quanto mais pobres mais manipulados serão.
    É simples.

  171. Sergio Moreira

    -

    12/05/2012 às 9:29

    Prezado Reinaldo, já escrevi uma vez para a Pres. do CNA Katia Abreu que fizesse pequena campanha da redução de 10% (apenas 10%) da produção agropecuaria brasileira, sabendo que automaticamente haveria brutal elevação dos preços dos alimentos e outra brutal redução da receita de exportação – então poderia ser sentida a falta que faz o AGRO

  172. @Medeyer

    -

    12/05/2012 às 9:15

    Perfeito! Só tenho um comentário a fazer à bela Senadora: Vsa. Exc. foi muito educada chamando a ideologia daqueles que querem voltar às cavernas de “utopia ambientalista”. Um estado centralizado, c/ poderes para determinar a destinação dos recursos, da produção e até do consumo abraçou foi o FACISMO SUSTENTÁVEL, isso sim!
    Pois é exatamente isso q eles querem: QUEREM DETERMINAR O QUANTO PODEMOS PRODUZIR PARA QUE DEPOIS, SOB PRETEXTO DE ACABAR COM A FOME, QUEIRAM DETERMINAR O QUANTO PODEMOS CONSUMIR!

  173. jgomes

    -

    12/05/2012 às 9:14

    Reinaldo,
    Não tenho os números, mas se juntarmos o que o “veta dilma” quer, com as expansões de reservas indígenas e a verdadeira
    favelização dos assentamentos que nada produzem,teremos uma vi
    são do que estão querendo. É de apavorar.

  174. Delmar Philippsen

    -

    12/05/2012 às 9:07

    “Rio+20 é mamata e aquecimento, história pra boi dormir”, diz professor.
    Reinaldo, leia a entrevista deste professor da USP que está no Terra

  175. Claudio deBsB

    -

    12/05/2012 às 8:47

    Prezado Reinaldo,
    O que esses gigolôs de meio ambiente defendem (a custa de muitos dólares) é floresta aqui e agronegócio lá (nos Estados Unidos e na Europa).
    Só que, matérias esclarecedoras publicadas, principalmente, em seu blog e em outros como o do Coronel (coturno noturno) começam a mudar o pensamento dos brasileiros com relação ao meio ambiente.
    A máscara desses ongoloides começa a cair e, logicamente, suas fontes de recursos vão começar a secar, daí o desespero deles para que a Dilmaloide vete o novo Código Florestal.
    Camila Pitanga, voce fica melhor na PB, do jeito que Deus mandou. Aí eu gosto.

  176. Aldo Matias Pereira

    -

    12/05/2012 às 8:47

    Reinaldo,
    Você tem toda razão: essa turma rejeita o debate e por isso não vai nem tomar conhecimento do artigo da Senadora principalmente por ela ser, na visão deles, a maior “reaça da direita conservadora” do país, preocupada apenas em favorecer os ruralistas e continuar depredando o meio ambiente que a fundação ford, o wwf e o greanpeace tanto querem “preservar” (mesmo que os brasileiros sejam escorraçados de suas terras), para continuar praticando a boa e velha biopirataria, patrocinada por interesses excusos e alienígenas.

  177. Jurandir

    -

    12/05/2012 às 8:43

    É, esses xiitas da ecologia acreditam mesmo que os alimentos nascem das prateleiras dos supermercados.

  178. Célia

    -

    12/05/2012 às 8:36

    Vamos lançar uma campanha :”Senadora Katia Abreu ,para Ministra da Agricultura”!!!
    A Dilma que gosta tanto de se cercar de MULHERES no ministério, nomeie uma, com extrema inteligencia para o agronegocio ,de verdade!! EU QUERO ELA,JA!!!!!!!!

  179. carlos amendola

    -

    12/05/2012 às 8:21

    Em 2009 a secretária Benedita da Silva liberou R$ 260 mil para bancar os custos de produção da ópera “O Alabê de Jerusalém”, que segundo o Diário Oficial é a primeira ópera negra brasileira.O ator principal da produção era Antonio Pitanga. Camila não pediu para vetar.

 

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