Imperdível, caros leitores, por uma coleção de motivos, o filme Ninguém Sabe O Duro que Dei, dirigido por Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal, que relata a ascensão e queda — e que queda! — do cantor Wilson Simonal. Há muito mais ali do que o simples relato da trajetória de um ídolo brasileiro, de raro talento, que caiu em desgraça. O que se vê na tela é a exposição detalhada de como uma máquina de difamação ideológica pode destruir uma carreira, apagar uma história, eliminar um pedaço da memória cultural do país. E não posso deixar de pôr isto aqui, já no primeiro parágrafo: a fita traz depoimentos dos cartunistas Ziraldo e Jaguar, que eram do jornal O Pasquim, que ajudou a destruir Simonal. Levem suas crianças (acima de 10 anos), como fiz, para ver também esses dois senhores. É um bom pretexto para que digam: “O papai (ou mamãe) promete jamais falar tanta asneira mesmo que visitado por aquele velhinho alemão…” Se algumas pessoas são para nós um norte moral, essa dupla é o sul. Já chego lá.
Negro, filho de uma empregada doméstica, saído literalmente da pobreza, Simonal se tornou um dos mais populares cantores brasileiros. Até aí, vá lá, a estupidez também pode render aplauso. Acontece que ele era bom. Muito bom. Um dueto com Sarah Vaughan ou sua habilidade em reger um coro de 30 mil vozes no Maracanãzinho dão algumas pistas do seu talento. Fragmentos de entrevistas e shows, habilmente costurados no documentário, revelam um homem inteligente, chegado ao cinismo e à auto-ironia. E, vê-se ao longo do filme, não era do tipo chegado ao coitadismo, ao vitimismo, ao pobrismo, a mascarar deficiências técnicas com sua origem humilde, essa coisa tão asquerosa e corriqueira hoje em dia. Ao contrário: tinha plena consciência de seu gigantesco talento e ganhou a fama de arrogante — de “preto arrogante”. E vocês sabem o quanto isso podia e ainda pode ser indesculpável.
Cantor excepcional, criativo, capaz de transitar na fronteira de vários estilos, Simonal era uma das possibilidades do pop brasileiro, abortado por um conjunto de infaustos acontecimentos: da ditadura dos militares à ditadura dos “profundos”, que tomou conta da música. Outro, de estilo diferente, mas não menos marginalizado, era Tim Maia — leiam Vale Tudo - O Som e a Fúria de Tim Maia, de Nelson Motta, que, diga-se, ilumina aquele período, neste documentário, com a lucidez habitual. Simonal não tinha grandes “mensagens” a passar, sabem? E sua música dispensava manual de instrução e guia para entendimento de metáforas.
Mas Simonal fez, sim, uma grande besteira. Em 1971, desconfiado de que seu contador, Raphael Viviani, que fala no filme, andava metendo a mão na sua grana, contratou dois seguranças, um deles ligado ao famigerado Dops, para “resolver” a questão. O homem foi raptado, torturado e obrigado a assinar uma confissão. A mulher de Viviani chamou a polícia. Simonal se complicou. Para tentar se safar, afirmou que tinha “contatos com os homens” — sim, os homens do regime…
Era o seu fim. Passou a ser tratado como dedo-duro e delator dos colegas — embora, como lembra Chico Anysio, não haja uma só pessoa que possa dizer ter sido prejudicada por Simonal — além de Viviani, é claro. A imprensa o tratava como agente dos órgãos de segurança, assim, como um aposto comum, desses que servem para identificar pessoas: “Simonal, ligado ao Dops…” Ele passou a ser a pessoa mais demonizada no Pasquim, de Ziraldo e Jaguar (o sul moral do Brasil; já volto ao caso). Num dos quadrinhos, aparece, acreditem, dando um tiro na cabeça!!!
Não, Simonal nunca foi agente do DOPS. Acontece que as esquerdas já se incomodavam com os seus hits muito pouco engajados. Foi ele quem transformou num sucesso estupendo País Tropical, de Jorge Benjor. Aquele trecho da música cantado só com as primeiras sílabas das palavras foi uma “bossa” sua: “Mó, num pa tro pi/ abençoá por De/ que boni por naturê/ mas que belê…” “Patropi” virou substantivo, às vezes adjetivo. Aquela parte da crítica que acreditava que boa música tinha de falar das nossas mazelas e, eventualmente, acenar com a “revô sociali dos oprimi” já estava na sua cola. Era considerado ufanista e instrumento da ditadura. Em 1970, havia acompanhado a Seleção Brasileira na Copa do México. Simonal, em suma, era o alienado do “patropi”.
O episódio truculento de 1971 — pelo qual ele tinha, de fato, de prestar contas, e ninguém está a dizer o contrário — era a fagulha que faltava num barril de vários preconceitos combinados: o “preto arrogante”, que chegou a se declarar “de direita” e que era tido como o cantor “do regime”, passou a ser considerado, também um dedo-duro. Os shows desapareceram. Artistas que antes faziam questão de dividir o palco com ele passaram a rejeitá-lo. O Pasquim o esmagava impiedosamente, difamando-o entre artistas e intelectuais. A grande imprensa não ficava atrás. Foi banido das televisões. Estabeleceu-se uma espécie de stalinismo midiático: Simonal foi apagado da história brasileira. O homem que fizera o dueto com Sarah Vaughan — é visível o encantamento da diva — era um proscrito. Depois de demonizado, decretou-se o silêncio. Seu nome foi apagado. Em 2000, morreu em razão do agravamento de uma cirrose hepática.
Ninguém Sabe o Duro que Dei, título do filme, é verso de um dos seus sucessos. Justamente uma música que ironizava o fato de que muitos criticavam ou invejavam a sua boa vida e a sua riqueza. E ele, então, respondia: “Ninguém sabe o duro que dei”. Pois é… O que é espantoso, mas muito próprio da indústria da difamação, é que não havia prova, evidência ou indício da ligação de Simonal com a “repressão”. Inútil!
O filme é equilibrado. Não há qualquer esforço para desculpar Simonal pela bobagem. O depoimento do contador é bastante longo, e não há a menor intenção de desacreditá-lo. Faço essa observação para deixar claro que Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal não maquiam a vida do artista, corrigindo com a simpatia o que há nela de condenável. Mas não há como não se deixar capturar pelo óbvio talento de Simonal. Talvez pudéssemos sair do cinema um tanto divididos: “Pô, também quem mandou fazer aquela tolice?” Mas Zirado e Jaguar nos tiram dessa sinuca.
VELHOS NA ALMA
Ziraldo comandava O Pasquim. E isso quer dizer que comandava, também, a difamação contra Simonal. Os diretores estão de parabéns por terem deixado o homem falar à vontade. Quando ele fala, o mundo se ilumina porque nos damos conta de quem ele é. O cara reconhece que parte do ódio que havia contra o artista decorria do fato de ele ser, vamos dizer, um preto bem-sucedido. Mais: admite que aqueles eram tempos em que um lado era o bem, e o outro, o mal. E Simonal estava do lado errado…
Ziraldo sabe, hoje em dia, que o cantor jamais fez parte dos órgãos de repressão. Se, à época, ainda podia alegar alguma ignorância, hoje não pode mais. Tem clareza de que o cantor caiu vítima da máquina de difamação ideológica não por aquilo que fez, mas por aquilo que não fez. Pensam que há nele alguma sombra de arrependimento ou, vá lá, de reconhecimento ao menos das injustiças cometidas? NADA!!!
O cartunista recorre a uma imagem canalha, asquerosa, nojenta mesmo, para se referir ao caso. Segundo diz, os confrontos ideológicos eram como lutas de capoeira, com pernadas para todos os lados. E alguns tinham a má sorte de estar na frente. Entenderam? Ziraldo e as esquerdas davam as pernadas, e o pobre Simonal tomou a sua. Para este senhor, isso é parte do jogo.
Jaguar, que continua a investir na personagem do bêbado profissional, vejam lá por quê, não fica atrás em grandeza moral. Faz um relato debochado da tragédia de sua vítima e diz: “Ele morreu de cirrose; poderia ter sido eu”. E cai na gargalhada. Ah, sim: ao falar sobre negros de sucesso, cita o nome de Pelé e diz: “Se bem que Pelé é branco…” Entenderam? Para Jaguar, um negro só é negro se exibir sinais explícitos de sofrimento e for engajado. A propósito: o depoimento de Pelé é um dos grandes momentos do filme. A dupla do Pasquim, mesmo sabendo que Simonal era inocente, não o anistia, não. Nem a anistia moral eles lhe concedem.
É que os dois não sabem o que é isso. Só conhecem o perdão traduzido em reais A Comissão de Anistia mandou pagar R$ 1.000.253,24 ao milionário Ziraldo e R$ 1.027.383,29 ao nem tão rico Jaguar (confessadamente, ele “bebeu” todo o dinheiro que o jornal lhe rendeu). Mais: ganharam também o direito a uma pensão mensal permanente de R$ 4.375,88. Por quê? Ora, porque eles foram considerados “perseguidos pelo regime militar” por conta de sua atuação no Pasquim, aquele que desenhou Simonal dando um tiro na cabeça…
Sensatas e até comoventes são as palavras dos cantores e compositores Simoninha e Max de Castro, filhos de Simonal. Tentam entender a personagem na lógica dos confrontos de um período e dizem ser necessário resgatar sua obra, sem qualquer viés de confronto. O ódio de que Simonal foi vítima (ainda presente nas falas irresponsáveis de Ziraldo e Jaguar) não turvou o pensamento dos filhos, a cujos shows o pai chegou a ir. Mas os via escondido, sem mostrar a cara. Não queria, como conta sua segunda mulher, “prejudicar os meninos”.
Não deixem de ver o filme. Vale como divertimento e também como advertência: a máquina de difamação, que dá pernada a três por quatro (e dane-se quem está na frente), continua ativa. e agora está no poder.
PS: O filme merece uma atenção bem maior do que a que vem recebendo. De certo modo, a maldição continua. Como NÃO diria Chico Buarque, as esquerdas inventaram o pecado, mas se esqueceram de inventar o perdão.









Dois Replicantes PeTráquios: 11:48 e 12:22
…quase ia me esquecendo, quanto ao zeraldo, jaguar(eca!!!) lula e família(família mesmo, tipo esposa, filhos…) zé dirceu, e todos do pt, oque eu penso é o seguinte : quando não temos nade de bom a dizer, o melhor é nos calarmos. Abraço, e prazer em ler um comentário tão lúcido sobre um assunto pouco discutido, preconceitos de toda e qualquer espécie. liberdade sempre, amor ao próximo também. valeu reinaldo
sou fã do wilson e nem sabia. pois meus pais tinham um vinil dele…¨vesti azul, pá pá pá pá, minha vida então mudou…¨ ouvi muito entre 77 e 83 . engraçado que eu tinha uma curiosidade natural pela sua pessoa. muito tempo depois, já adulto, fiquei sabendo dessa história dele ser x9 e confesso que fiquei puto. tenho certeza que a historia dos bons fará justiça ao seu talento, pois só o talento prevalece. quanto a seus filhos,max e simoninha, uma abraço sincero de alguem que embora vocês não conheçam, considera-os como irmãos. sempre que ouço as melodias de seu saudoso pai só tenho lembranças boas de minha época de criança. ah, o nome do vinil acho que era(sic) alegria,alegria. Tenho 38 anos
Polícia de choque contra mestiços (2)
http://br.groups.yahoo.com/group/discriminacaoracial/message/51043
“eu quase solicitei a procuradora que lhe desse voz de prisão na Conferência de Manaus depois que ele disse que eu não era negra e sim mestiça!”
Lula exclui observadores de conferência racial.
Segundo o DEDH - Departamento Estadual de Direitos Humanos do AM, a Comissão Organizadora da II CONAPPIR, em vídeo conferência realizada no escritório regional do SERPRO em 08/06/2009, às 15:15 (horário de Brasília) negou a inscrição de observadores, sob o argumento de que o regimento interno da II CONAPIR não contempla observadores, o que tornaria impossivel atender este pleito dos Estados.
A conferência foi convocada pelo presidente Lula.
Você fez uma leitura do que o Jaguar e o Ziraldo disseram, com a sua obtusidade ideológica radical, da mesma forma como as coisas funcionavam naquela época. Vc não ajuda em nada a esse mundo melhorar.
e na Rede Globo, será que o Simonal foi boicotado por influência dos quadrinhos do Pasquim??
Canalhas! Lembro bem disso que se passou a falar do graaande Simona, que sempre a - do - rei. Um charme no palco e, depois… silêncio, sumiço!
É possível existir algo mais canalha e asqueroso que essas monstruosidades esquerdistas? Pessoas doentias. Essa atitude canalha é que é, isso sim, uma das matrizes de nossa semvergonhice imbecil.
Como esses povo safado pode ter a pretensão de ter a solução para os problemas de uma nação ? Mau caráter não salva nem a sí próprio!
Caro Reinaldo quero parabenizá-lo por este texto tão oportuno e esclarecedor.
Na época em que esse episódio vergonhoso aconteceu eu ainda não era nascida porém sempre tive uma curiosidade muito grande sobre a trajetória de Wilson Simonal , sobretudo pelo talento dos meninos Simoninha e Max.
Quase não ouvimos falar sobre ele , a não ser quando sua imagem é diretamente associada ao papel do dedo duro…
Lembro-me vagamente de ter visto o Simoninha no programa do Fausto Silva recebendo talvez um documento , não sei ao certo , mas era algo que reconhecia publicamente e isentava Wilson Simnonal de qualquer fato que pudesse estar ligado `a condição de delator.
Impressionante é como após tantos anos , passados os acontecimentos, ainda vemos o fantasma de “O Pasquim” presente na mente destes seres humanos desprovidos de humildade e bom senso , Ziraldo e Jaguar.
Obrigada pelo texto , e pela coragem de relatar com veracidade os fatos , sem deixar de ressaltar que o passado ainda se faz presente pela máquina da difamação dando pernadas covardes e preconceituosas de alguns.
Além de não ser “engajado”, ele também não teve a sorte de fazer parte da “máfia do dendê” que comanda a música brasileira há décadas. Simonal é a Escola Base da cultura brasileira.
A maldição dos Wilsons:
Não sou brasileiro mas vivi os sucessos do Simonal lá na minha terra, e lembro bem que à época tinha tanto ou mais cartel do que o Roberto Carlos.
Só recentemente fiquei a saber a razão do seu ostracismo.
Estranhamente, também fez parte da minha adolescência um outro Wilson (Jackie), este, norte-americano. Expoente dos primórdios do rockn’roll, para muitos superior aos maiores (Elvis, M.Jackson não passariam de meros clones), era também um negro orgulhoso e genial, nada engajado nos temas raciais da sua época; e talvez por isso é sistemáticamente esquecido como um dos mais importantes precursores daquela música. (Há menção, quando muito, no R&B).
Como o Simonal, teve uma vida infeliz e complicada; despencou dos hit-parades e da fortuna à quase miséria, tendo morrido das sequelas de um enfarte pleno palco,lá pelos anos 70, aos 49 anos de idade.
Quem quiser conhecê-lo é só procurar no YouTube, Música, R&B, Jackie Wilson. Vale a pena.
Estou a procura de um cinema aqui em Brasília onde eu possa assistir o filme. Hei de encontrar um!
Belo texto.
Abraços
Bob
Reinaldo eu sou do tempo em que Simonal era anunciado por Flávio Cavalcanti como o cantor MAIS BEM PAGO do Brasil, tá certo que era BEM NOVA lá nos meus “interiô”, mas já naquela época ficava ENCANTADA com seu jeito de cantar, e você disse TUDO, Simonal tinha um jeito de PRINCEPE NEGRO, NADA de coitadinho, lendo isso agora, aquele NEGÃO TALENTOSO E RICO deve ter dado MUITA INVEJA nos iniciantes daquele tempo, Chico era um deles, imagina Simonal SEM MEDO de ser feliz em plena ditadura foi um PECADO MORTATL, e ainda aparecendo no programa de Flávio Cavalcanti na TV Tupy, Flávio, vim saber mais tarde também ERA DEMONIZADO como de direita, no entanto quando ele morreu veio à tona que escondeu Leila Diniz dos ditadores, é isso, naquele tempo quem tinha uma vida normal APESAR da Ditadura era DEMONIZADO, só que à época a maioria das pessoas tocava sua vida para frente, como hoje, APESAR do Lulo-petismo, nós, que NÃO GOSTAMOS DELES tocamos nossa vida pra frente. Simonal deu UM ÚNICO motivo para que os ABUTRES se vingassem dele, INVEJOSOS, RANCOROSOS. Eu assisti uma entrevista do Cláudio Manuel e é bem como você diz, ela não FLOREIA NADA, mas diz uma VERDADE, é tão flagrante depois de tantas entrevistas e pesquisa que Simonal NÃO TINHA UM ESQUEMA E QUE NÂO ESTAVA ENVOLVIDO com os “homens” que naquele tempo um SIMPLES TELEFONEMA para os JORNAIS em plena censura não se publicaria tudo o que se publicou CONTRA ele, ele estava sozinho na questão nas palavras de Cláudio Manuel, e pelo que li aqui eu digo que tomou aquela dimensão porque as ESQUERDAS já não iam com a cara dele mesmo porque era UM NEGRO BEM SUCEDIDO E TALENTOSO que resolveu CANTAR MARAVILHOSAMENTE com ditadura e tudo.
Comuna às 11:17, que se repete às 11:27
O mais interessante é que ele não era partidário do “coitadismo”. Hoje, provavelmente, não o seria das cotas e outros acepipes que a petralhada e os negros que não querem vencer, mas “se arranjar”, vêm oferecendo ao Brasil. O Machado de Assis também não o seria. Venceu por conta própria. A esquerda é feita de gente desfibrada, incapaz e sem caráter. Esse post é um bom gancho pra revelar a verdadeira face dessa gente podre!
Gente estou estarrecida,com esta verdadeira história do Simona como era chamado,eu era adolescente,amava ele e suas músicas,vibrava,com seu suing,tinha um que de malandragem,dançava e cantavam muito as suas músicas que tempo bom aqueles,mas fiquei sabendo muito pouco o que tinha acontecido,ele sumiu do cenário artistico,hoje depois desta crônica do Rey,a verdade vem a tona,Que o feitiço caia sobre os feiticeiros(jaguar e Ziraldo),Deus e bom e justo eles irão sofrer na pele o que o Simonal fez.Maurina
Favor desratizar: 11:27 e 11:31
Morg
Há um livro muito interessante, dentro do assunto aqui discutido, escrito pelo historiador Paulo Cesar Araújo: “Eu Não Sou Cachorro Não”.
Enfocando o preconceito - da parte dos “intelectuais” - contra os artistas da chamada, então, música cafona, o autor oferece um panorama bem rico do patrulhamento ideológico esquerdista. Além de Simonal, outros que o sofreram foram os já citados Dom e Ravel (este último perdeu a visão de um olho devido a uma pedrada recebida em uma das últimas “tentativas” de show da dupla), Agnaldo Timóteo, Waldick Soriano e até Odair José. Este foi humilhado por uma platéia estúpida de esquerdistas “intelectuais” na Phono1973, um festival organizado pela Phonogram que apresentava duplas de artistas dos seus selos azul (o dos engajados esquerdistas) e vermelho (o dos músicos “cafonas”).
O caso de Dom e Ravel é um dos mais ilustrativos no oceano da estupidez esquerdista patrulhadora. A pedrada que falei acima foi o cume da anatematização que caiu sobre a dupla, brindada com epítetos como “capacho da ditadura”. Ainda hoje, sua composição mais conhecida - “Eu te amo, meu Brasil” - que não tem uma única alusão a política, assim como “País tropical”, é uma espécie de hit proibido, indigno de se tocar. Ora, ora, quem dera as nossas crinaças e os jovens de hoje tivessem aquela letra na cabeça.
Só lembrando: o livro trata do preconceito com a música chamada de cafona, na época, não por sua raiz bem popular (o que ironicamente poderia até ser explorado pelos marxistas) mas justamente pela sua total indiferença aos acontecimentos políticos da época e, por vezes até, alinhando-se com o espírito civilista do regime militar com suas letras hoje qualificadas pejorativamente de ufanistas.
Quanto a Simonal e após ler alguns comentários sugerindo a abertura de processo contra Ziraldo e Jaguar: salvo engano, já tramitou algo semelhante na Justiça, não especificamente contra esses dois imbecis da fajutice esquerdista, mas visando limpar o nome de Simonal. Estou escrevendo sem prévia pesquisa, por isso não verifiquei essa informação, que li há alguns anos, já dando conhecimento do resultado do processo.
Por fim, alguém citou um grande artista, também obliterado pela mídia esquerdista podre. É o Antônio Adolfo, exímio instrumentista, arranjador, professor da mais alta qualidade. Tenho alguns cds reeditando discos tanto do Brazuca, em que ele participava com Tibério Gaspar (parceiro em músicas como Sá Marina), como trabalhos instrumentais solo de primeiríssima grandeza. Inacreditável um artista desse porte ser um grande desconhecido até de pessoas (presumidamente) informadas.
Anônimo 11;27.
O que é que tú chamas de grupelho de direita, cumpanhero?
São Paulo por exemplo, que elegeu
um governador do PSDB e um prefeito do DEM?
Nós aquí estamos nos referindo àquela esquerda que dá pernadas a três por quatro, da difamação e para quem a ética cristã não ´serve
mais para nada. A cruz hoje em dia é um mero suporte para fitinhas com nome de ONGs.
Tá dando graça a Deus de quê?
Pela saúde, educação, bons costumes, moral e ética elevadas,
segurança?
A única coisa que a esquerdalha melhorou foi sua conta bancária.
Intermediando o cuidado com os pobres e administrando verbas públicas e de empresários para isso.
Um excelente negócio!
Mudaram o Brasil.
Segundo a lógica torta do cianótico Jaguar, Simonal bebeu com tristeza, por isso morreu, enquanto ele, Jaguar, bebe com alegria, por isso está vivo. Ué, o Jaguar está vivo?
Simonal era A VOZ. O cara cantava bem pacas!
Talvez eu também tenha cvaído nessa conversa fiada de dedurismo, e me penitencio por isso.
Hoje em dia, dado que esse pessoal da esquerda mente paracaramba, eu fico me perguntando:
- crocodilma foi MESMO torturada?
- frei tito se matou por causa das torturas ou porque se arrependia de tyer entregue seus companheiros?
- victor jara foi morto daquela forma contada e recontada?
E um monte de questionamentos.
Acho que terei de reaprender tudo …
RITA LEE DETONOU SIMONAL CHAMNDO-O DE VELHO E CHATO.
Chico Buarque, e aí meu filho, não vai dizer nada, vai se refugiar no silêncio?
Quando criança eu era fã de Simonal sem saber. Adorava suas musicas, que estão em minha memória até hoje. Lí muito a respeito do episódio relatado no filme, e se não estou enganado, foi seu segurança, Mario Borges, sequestrador de Viviani que disse, durante o processo a que respondia, que Simonal era informante. Porém foi o patrulhamento ideológico de grupos esquerdistas que decretaram sua ruina.
Este episódio deixa claro o que aconteceria se a luta armada de esquerda tivesse triunfado. Jamais teria ocorrido algo parecido com a lei da anistia. Se existe alguém que merecia ser indenizado, agora que a esquerda chegou ao poder, esse alguém era Simonal.
Se Ziraldo fosse mais contido, poderia até enganar um pouquinho, como padece de incontinência verbal, acaba por revelar a cada instante o quão preconceituoso e intolerante ele é. Do Jaguar não quero comentar por puro respeito aos ausentes. Especulo até que a grana que ele conseguiu morder do Estado foi a mais bem gasta de todas, já que com toda certeza foi imediatamente repassada ao setor produtivo, através da indústria de bebidas.
tio Rei
Não sabia que o título do filme era de uma música, pensava ser um triste trocadilho com a palavra dedurei. A alguns (poucos) anos atrás tentei encontrar parte da discografia de Simonal para que meus filhos tomassem conhecimento e foi (quase) impossível.
Espero que agora, as pessoas não tenham vergonha de gostar de sua música, e volte a ser pelo menos conhecida pela novíssima geração - até aquela do samba-rock seja lá o que for isto!
Aos que tiverem o prazer de ouvir, reparem nos arranjos, harmonias e no fraseado esperto deste GRANDE CANTOR.
salve Reinaldo !
vc tbem precisa ver outro filme documentário que esta saindo do forno: cidadão boilessen. Formidável.
Esquerdopata às 11:27.
Simonal foi o único perseguido político da história do Brasil. Os outros que assim se definiam, eram sequestradores, assassinos, assaltantes de bancos, terroristas, etc…
Essa é a resposta para Tom Jobim, que não sabia pra quem Chico Buarque servia de cavalo…para a ESQUERDA BRASILEIRA que sabe como ninguém: DENEGRIR, PERSEGUIR E MATAR… Parece que a ANISTIA matou a inspiração de Chico que nunca mais conseguiu dizer coisa com coisa…Para ele o tiro saiu pela culatra!
Reinaldo,
Pela leitura de seu texto, concluo que se ele vivesse em um Estado Democrático de Direito, ele seria preso pela agressão e teria a carreira prejudicada de forma igual ou pior.
Ou não, já que o Belo continua a fazer shows..
Seu algoz deveria ser a lei, só isso.
André Ricardo
BEm que Simonal poderia cobrar do Pasquim indenizaçaõ por perseguição política.
Desratização urgente às 11:27h
Simonal era um gênio. Realmente brilhante, um talento nato de competência e carisma. O filme mostra isso com clareza e qualidade. Como também mostra uma personalidade de seu tempo, dentro de um país dividido e radical. Divisão e radicalismo que nunca aceitou, por entender que arte é única e o resto é besteira. Conhecia como ninguém o que era arte. Sabia tirar o melhor de si e dos outros. Talvez, por isso, tenha errado ao usar do famoso “jeitinho brasileiro” de se dizer “amigo do Rei” para se ver livre do crime que cometeu; algo tão repugnante aos princípios republicanos e tão costumeiro a corrupção, principalmente a brasileira. Infelizmente, Reinaldo, o que ele cometeu ao mandar raptar, torturar e coagir seu contador (ladrão ou não, isso não importa) não foi uma bobagem, uma besteira, uma infelicidade, um episódio truculento, como você escreve. Você que chama as coisas sempre pelo verdadeiro nome, deve saber que tais práticas ilegais são crimes tipificados no Código Penal. Portanto, ele cometeu um crime por ser o mandante. É um criminoso e dever ser chamado assim.
A desculpa de “amigo dos homens” é ridícula se comparada ao que realmente interesssa: mandante de rapto, tortura e coerção.
Se ele foi forte para isso, infelizmente não foi o bastante para vencer o alcoolismo de quem se tornou escravo, após a difamação e ostracismo que sofreu. Nesse sentido, Simonal, que era tão grande e vencedor na vida, foi pequeno e aceitou o destino que todos seus inimigos lhe obrigaram a seguir. Terminou sendo não o “negro arrogante” que diziam, mas a vítima que tanto negou a ser.
Enquanto isso gabinetes graúdos de Brasília esta abarrotados de “vítimas de perseguição política” que receberam polpudas indenizações e recebem generosas pensãos, além do pessoal do Pasquim. O Simonal é uma vítima do outro lado, nesse caso a família tem que se virar de outro modo. Isso que é justiça à brasileira/petralha.
Sr. Reinaldo,
Um fato chamou minha atenção enquanto lia que o sr escreveu. A liberdade que a galera do Pasquim e outros setores da sociedade tinham para criticar o governo e setores da repressão, sem que fossem incomodados ou proibidos de criticar ou publicar , é impressionante.
Não tem jeito, a verdade é soberana, desmascara sem dó.
Hoje, pode-se publicar as denúncias, mas não se pode criar contraditório ou discussão sobre a a questão. Publicam a versão oficial e são obrigados - obrigados? - a calar.
O senhor tem toda razão, o documentário é revelador até demais.
OUTRA RATAZANA 11:31
Sou negro e agora tenho que dizer quando vou a uma autarquia que sou negro, filho de negros, pobre e já sofri discriminação para conseguir benefícios do governo. É ou não um retrocesso?
Mais um petralha às 11h31…
PASSOU UMA RATAZANA 11:17
Belo texto, comovente!!Depois de tudo o que ocorreu, a unica coisa a fazer e o Sr. Ziraldo e Sr. Jaguar dividirem a indenizacao que receberam ( bolsa- ditadura) e a pensao (viva o boteco de Ipanema) com os filhos do Simonal!!
Dois comentários:
1. PETRALHA às 11h17.
2. Vou levantar o meu boicote ao cinema nacional e assistirei ao documentário…
Minha geraçao conheceu SIMONAL um idolo da mpb,a geraçao de hoje passará a conhecer dois aproveitadores do governo lula,ziraldo(tenho pena), e jaguar orgulhoso de ser alcoolatra…
Entendi, nem precisa responder a pergunta do outro comentário. “Eles” criaram o termo MPB em 1966 para poder exilar toda persona non grata da ‘turma’. MPB não é um estilo musical é um country club.
Parabens !
Texto para ser guardado e fazer parte de um de seus proximos livros.
Uma aula ! Uma aula de política, ética, moral, historia, sociologia, etc, etc
CMarcondes
Eu quero saber se vão fazer justiça
à memória de Simonal?
Só o filme não basta!!!
Só tem um problema: em São Paulo o filme só está em cartaz naqueles cineminhas-boiola, aqueles com Cultural e Espaço no nome
Não está acessível ao grande público…
Petralha às 14:44!
A história de Simonal mereceria uma mini-série na Globo, como já se fez sobre Maysa, para que fosse conhecida por mais gente
Mas a Globo não tem coragem para isso - mostraria a crueldade da esquerda
Por mais que a esquerda combata a Globo, a Globo não combate a esquerda, nem no jornalismo, nem na dramaturgia
” O movimento pela anistia, a volta dos excluidos, e depois o movimento pelas diretas e a enfim saida dos militares. O enterro da direita que hoje não passa de um grupelho cuja as idéias soam esquisitas e ultrapassadas. Nós, a esquerda, vencemos caro Marcelo. Lutamos e mudamos o Brasil. Graças a Deus ” Concordo com esse anônimo. Tudo o que nos resta hoje é optarmos entre a ex-guerrilheira ou o ex-presidente da UNE. De qualquer maneira a direita já era. mas fazer o que ? Nossas idéias nunca se renovaram. Também, se as renovássemos, não seríamos conservadores, não é ?
Só exagerou no final dizendo que o filme não tem tido uma divulgação grande. Ele já foi capa dos cardenos culturais da Folha, Estadão,Estado de MInas e O Globo, e ainda ganhou matéria no Fantástico - tinha tempo que não assistia um doc. ganhar matéria no programa-
Aliás, a Globo Filmes, co-produtora do filme- não daria esse mole todo.
PREZADO REI…
O MARTÍRIO DO SIMONAL, HOJE DE CONHECIMENTO GERAL, GRAÇAS A CORAGEM DE GENTE COMO OS RESPONSÁVEIS PELO FILME, FOI MUITO BEM EXPLORADO POR VOCÊ QUE RETRATA NESTE POST, DE MANEIRA CLARA E CONVINCENTE, COMO FUNCIONA A CABEÇA DOS NOSSOS ESQUERDOPATAS, CAPAZES DE MAQUIAVÉLICAS ELOCUBRAÇÕES PARA ATINGIR SEUS OBJETIVOS, NESTE CASO, PARA DESTRUIR O ARTISTA E INTIMIDAR QUEM PUDESSE VIR EM SEU SOCORRO. ESTA MÁFIA MIDIÁTICA É TÃO PODEROSA QUE MUITOS ARTISTAS DA ÉPOCA LOGO VIRAM QUE COLABORAR COM ELA SIGNIFICAVA MEIO CAMINHO ANDADO PARA O SUCESSO. MAS, É PRECISO QUE SE DIGA, DA MESMA FORMA QUE DESTRUIAM REPUTAÇÕES TAMBÉM CRIAVAM MITOS E HERÓIS SEMPRE BUSCANDO ISOLAR OS SEUS ADVERSÁRIOS (A “DIREITA”)DA OPINIÃO PÚBLICA UTILIZANDO REFINADA TÉCNICA DE DESINFORMAÇÃO. ALIÁS, ESTE É UM FILÃO POUCO EXPLORADO PELA NOSSA IMPRENSA INVESTIGATÓRIA. AFINAL, SERÁ QUE TUDO QUE SE SABE ATRAVÉS DA MÁFIA É VERDADE OU MEIA VERDADE? NÃO TERIA OMITIDO DADOS QUE PUDESSEM DAR MARGEM A NOVAS INTERPRETAÇÕES SOBRE FATOS HOJE CONSIDERADOS VERDADE HISTÓRICA? VOLTAREI AO ASSUNTO.
Volta para a garrafa, Jaguar(ibe), é nela que está sua real vocação!
Jaguar, o gênio da garrafa, bebeu até cair…
Durante muitos anos escutei essa história do Simonal,até como citação nas aulas de 3º ano colegial por professores de esquerda. Era exemplo de traição,de vergonha.Acreditava porque não tinha outras fontes de referência.Muitos anos depois é que fui me inteirando dessa grande injustiça.
Finalmente tudo esclarecido,mas o estrago foi devastador para esse homem e sua família.
Não deixarei de assistir.
Abraços,Cáthia Zago
O grande moralista Ziraldo admitiu, no auge da crise do mensalão, que nunca conseguiria criticar o Apedeuta, devido à grande estima que tem por ele. Haja isenção! Ziraldo, você é um Zeraldo à esquerda.
A esquerda era implacável com qualquer um. Mesmo numa reunião de amigos, qualquer deslize era fatal. Certa vez, cai na besteira de apontar Jânio como favorito naquela eleição contra FHC à prefeitura de SP. Pronto: fui defenestrado pela turma. E olha que eu votava em FHC… Queridinho das esquerdas à época, hoje FHC é rejeitado pela gangue. Vejam o caso do Simonal. Não me lembro de nenhum artista de esquerda que tivesse sido eliminado da história pela ditadura militar. Ou seja: as esquerdas já dominavam os meios de comunicação, embora, hoje, apelem à censura da época para morder gordas indenizações. O Brasil é um escândalo.
Em cima da pinta, Reinaldo! Simonal, arrogante que fosse, tinha três características intoleráveis mesmo no Brasil de hoje: ambição, talento e sucesso. De quebra, não pertencia a nenhuma “catchiguria”. Tinha de ser punido, e como o foi. Boni lembra bem, artistas articulados como Chico Buarque, façam o que façam, digam o que digam, estarão sempre blindados. Chico Anysio, genial, sugere que algum “dedurado” se manifeste, coisa que nunca ocorreu. Já o velhinho porra-louca, Ziraldo, tirano, vaidoso e mesquinho como sempre, admite, justifica, porém jamais se desculpa. Verborrágico impenitente, passa do imaginável e se coloca como autoridade cristã. Ele realmente se acha. E exige respeito. O Jaguar, pobre diabo do riso maroto, prefere fazer o que sempre fez, apologia da garrafa, sua musa maior. Típico, envelheceram e não amadureceram. Pior para eles. Se conseguirem a permanência que tanto almejam, estejam certos que serão lembrados pelos serviços diligentemente prestados à canalha.
Perfeito, Reinaldo, perfeito!Como sempre um texto para se guardar e mandar para aqueles que ainda apoiam a esquerda.
Essa gentalha é um nojo, são de uma indecência moral e ética imensas. Ziraldo? Jaguar? Pfuiii, que asco…Fico mareada de tanta raiva.
EXCELENTE TEXTO
ADORAVA, ADORO SIMONAL e escuto muito os seus filhos e todos aqueles artistas da gravada TRAMA
Completando o ótimo texto das 8:32, já escutei falar que aconteceu o mesmo com a DOM & RAVEL (Eu Te Amo meu Brasil), BENITO DI PAULA (Charlie Brown), IVAN LINS (O Amor é meu País) e TIM MAIA (Canário do Reino) - foram expurgados pela esquerda CULT - que adora música cubana. Se for dos exilados é melhor ainda!!!!
ALEXANDRE (Santos/SP)
Mais uma crítica pertinente ao jeito PT de destruir vidas, e à falta de arrependimento dos culpados (arrependimento do quê, se o que conseguiram foi exatamente o que queriam?).
Então, Reinaldo, cabe a pergunta: por que a Veja está entrando nessa mesma onda com a Yeda? Nao aprenderam nada ainda? Cadê o jornalismo investigativo sério que você tanto defende?
É muito mais fácil apontar os erros dos outros no passado do que agir contra injusticas no presente. E o que está acontecendo com a Yeda é exemplo clássico de tudo o que você anda denunciando, e o exemplo mais forte no Brasil de hoje.
Cala-tes por que?
Assisti ao filme na sexta passada e tive desprezo por esse pulha do ziraldo.
Igualmente impressionante, por outros motivos, é a sobriedade do depoimento do Chico Anysio.
E sim, senti falta do Chico Buarque, do Caetano, Gil… Por alguma curiosidade mórbida, queria ouvir as opiniões deles.
para mim, a moral da história é que não há, na vida real, mocinhos e bandidos. Todos erraram, todos erram. Cada um ao seu jeito. É humano.
O Cláudio Manoel era pt, lembro-me que na eleição do collor a turma toda brigou com a Cláudia Raia, porque ela era collor e eles lulla. Hoje faz um filme condenando as esquerdas. Quem bom, a inteligência e a honestidade intelectual ganha mais um adepto. Temos esperanças.
Abraços, Mário Fernando
Nao vi e nao verei o filme.Fiquei satisfeito com o que acabo de ler,Esse Azevedo esvreve muito bem.Nao preciso mais ver o filme ja entendi tudo.Quanto ao Ziraldo e Jaguar o dia deles vai chegar.
Tio Rex,
essa dupla aí me lembra daqueles pau-d’ágüas de antigamente
que ficavam bebendo por horas,
largados numa mesa do botequim,
medindo todas as mulheres q passavam
de alto à baixo
frente e verso…
…até fechar as portas do boteco…
…dali,
depois…
eles iam,
orgulhosamente,
acabar suas noites
nos bordéis da vida…
…onde,
naturalmente,
…se sentiam bem acomodados…
…em casa mesmo !!
p.s.: Aliás, como dizia o expoente dos Ponte Preta:
numa rodinha dessas, nessa companhia,
o jeito de conseguir alguma atenção
era só
intervindo
assim:
“Não é que eu queira me gabar não, mas…
…eu também
sou
um
Cafajeste,
gente!”
Para falar a verdade, o comentarista me fez derramar uma lágrima. Tão velho que sou nunca pensei que um dia fosse ler qualquer coisa em defesa de Simonal
E pensar que eu, aos 11, 12 anos, economizava os trocados que meu pai me dava para comprar a bosta daquele Pasquim. Eu e meus colegas de escola.
E isso porque as esquerdas e jornalistas aliados a estas acusam a Veja de assassinar reputações…
Que Deus tenha Simonal em bom lugar.
Abs
A verdade esta sendo restabelecida aos poucos. Esse Ziraldo e Jaguar vao acabar no esquecimento tb…pelo que fizeram ao Simonal e pela vergonhosa indenizacao que receberam!!
Como você bem disse, outro motivo que deve ter despertado a ira da esquerdinha festiva caviar foi o fato de que Simonal era extremamente bem sucedido por ser talentoso e carismático. Não precisava ficar apelando para coitadismos nem para cotas
Enquanto isso, até hoje vemos esses artistinhas metidos a esquerdistas de butique, que nunca se cansam de pedir verbas, incentivos, “apoios”, dinheiro da Embrafilme, dinheiro do ministério da inCultura etc…
“Preto arrogante.” Racismo!!! Negro talentoso que se dá bem sem explorar a cor da pele termina discriminado pelos negros e brancos medíocres que compõem a esquerda. Que nojo eu tenho dessa gente.
E pensar que esse canalha do Ziraldo ainda se acha no direito de exigir uma indenização e pensão vitalícia porque o povo deveria a ele a democratização… Além de ser um megalomaníaco, ele é quem deveria pagar uma indenização por ter destruído um pedaço da memória musical popular
Reinaldo,
Estou emocionada. Honestamente nunca li uma homenagem tão bem formulada quanto esta. Justa. honrada.
Tenho 54 anos e Simonal faz parte das minhas lembranças. Dancei nas matinês dançantes. Simonal cantava a alegria.Boas lembranças para mim e quanto sofrimento deve ter passado…
Estou muito emocionada.
Reinaldo, ainda não vi o filme. Não sei se ele retrata o que vou falar. Conheci o astro da música Wilson Simonal quando ele deu, acredito, a sua última grande entrevista, no programa do Jô Soares. Eu era uma criança, mas nunca vou esquecer o episódio. Quando Jô tocou no “assunto”, Simonal ficou muito irritado, chegando a falar palavrão. Jô vestiu a carapuça e o clima ficou tenso. A platéia ficou em silêncio. Estou tentando localizar o vídeo na internet, mas sem sucesso. Também não sei se o fato foi tratado no filme, porque ainda não assisti a ele. Vale a pena ver a entrevista. Ela dá conta de como o episódio traumatizou Simonal e de como os “intelequituais cabeças” (sim, eu incluo Jô nesse grupo) do Brasil trataram o mísco, negando-lhe o perdão por algo que ele nunca fez.
Forte abraço,
André Ramos.
Será uma diversão relembrar aqueles que, por perfídia, carência de dotes artísticos ou apenas inveja enterraram, por ação ou omissão, um dos maiores talentos brasileiros. Quanto a ser mascarado, querem maior exemplo do que Roberto Carlos, que censurou biografia laudatória a ele?
Essa foi uma das muitas maneiras em que o Patropi acabou se transformando no país dos petralhas.
Caro Reinaldo,
Finalmente Ziraldo e Jaguar foram desmascarados. Poderiam ser escolhidos como símbolos do mau-caratismo das esquerdas brasileiras. Sempre posaram de intelectuais honestos e hoje mamam indecentemente nas tetas da república federativa que os serve complacentemente…
Ziraldo - um medíocre recalcado…
Jaguar - um bêbado aloprado…
Pô cara! Desse jeito ficou teu fã. Parabéns! Divino.
Ricardo - Brasília
Excelente seu cometário. Parabéns!
Sabe aquelas cenas de filmes antigos,bem coloridos, sobre a era de reis medievais, em que ele, todo poderoso, tinha a seu lado dois ministros e um menestrel que, a seus pés, tocava alaúde para entretê-lo enquanto julgava o “réu”? Pois é, a cena se repete, mas agora na vida real: o rei é o Grande Irmão; Jaguar e Ziraldo, os ministérios, Chico Buarque, o menestrel, e o “réu”… nem preciso dizer
Ziraldo e Jaguar… Que nojo de vocês.
Olá Reinaldo,
Dias atrás, recebi o link da promoção desse filme no Youtbe. Não resisti à hipocrisia dos depoimentos dos valentes que agora falam “como se a favor” do Simonal e terminei deixando um comentário inconformado, perguntando “por onde andavam eles, quando poderiam ter ajudado o cantor e nada fizeram”.
Eu era criança e me entusiamava com as músicas do criolo (como ele se rereria a si mesmo), e me decepciono profundamente quando comparo sua perda com o “ganho” que “nossas artes” tiveram com os funkeiros, pagodeiros e afins dos dias de hoje!
É impressionante o que a esquerdalha é capaz de fazer com aqueles que não afinam o discurso com eles! Que não aderem à militancia sem vergonha.
Agora, não mexam com eles, não critiquem, porque são todos Santos Militantes, Santos Mártires etc…
Ziraldo e Jaguar vão entrar para a
Santa Galeria.
Caro Reinaldo! Diante dos fatos, nos dias de hoje em que criticamos o que aí está, seriamos crucificados em praça pública pelos idiotas de plantão, oras, que a charge sirva de estimulo a estes senhores que provocaram a destruição de inúmeras vidas, não com uma arma na cabeça, mas pelo menos com uma panela de idiotas maluquinhos e uma boa marretada nas panelas de capacete!
Roni
Enquanto isso o Ziraldo e o Jaguar estão metendo a mão na nossa grana, naquela da previdência, do bolsa família, do Sus que tem verba sobrando. Só que dá mais dinheiro pra uns do que para outros.
Seu Janio de Freitas, vamos esclarecer uma coisa.A máquina mentirosa e trituradora da esquerda
brasileira sepultou Simonal ainda
vivo, não por ele ter sido um DEDO
DURO, mas por ter sido QUEIXO DURO.
Coisa inaceitável até hoje nos meios que o senhor frequenta.
Obrigado pela recomendação, tio. Vou ver o filme.
Quem cunhou a expressão perfeita para o que aconteceu com o Simonal foi o gênio (e completamente indiferente com a “resistência à ditadura”) Glauber Rocha: foi PATRULHA IDEOLÓGICA, no seu estado mais puro.
Reinaldo:
Excelente! Excelente! Excelente!
Em 1971 eu já tinha 26 anos e era leitor de O Pasquim toda a semana por causa do grandes Millôr, Paulo Francis e Ivan Lessa.
Sim, confirmo: Ziraldo, Jaguar e Henfil, representantes da esquerda escocesa, fizeram o “justiçamento” de Simonal e aborreceram demais Ellis, Marília Pera, Hebe, Pelé e muitas outras figuras que nada fizeram, exceto serem boas e famosas em sua àrea de atuação.
E nestes dias vejo que Jânio de Freitas, na FSP de 10/05, continua a malhar a memória de Simonal.
Onde estão as provas, Sr. Jânio de Freitas?
Inveja, irresponsabilidade e crueldade!
Revoltante!
Petralhas são autoritários por natureza.
Ser democrático significa permitir que os espectadores escolham os programas que desejam assistir.
Ser autoritário significa permitir que uma meia dúzia de patrulheiros ideológicos tomem essa decisão pelo povo.
Esse seu texto deveria ser distribuido nas nossas universidades, onde petralhas continuam insistindo no maucaratismo covarde.
Prezado Reinaldo:
Quando garoto, assistia às apresentações do Wilson Simonal nos programas de auditório, como os do Flávio Cavalcanti (este também parece ter algumas histórias interessantes …). Ele tinha um domínio de platéia impressionante.
Sumiu, um dia sumiu. Só vi uma reportagem em um programa de notícias onde se comentou que o Simonal era agente do Dops. Lembro-me que não se ouvia a voz dele, só a narração do locutor. Não sei se está no documentário estas imagens.
Eu, estudante, pensava: puxa, o Simonal era dedo-duro da ditadura? Ele cantava Patropi para fazer propaganda do “Ame-o ou Deixei-o”? Realmente, acabou virando um prato cheio para as patrulhas ideológicas …
Nos últimos anos, com o trabalho dos filhos do Simonal aparecendo na media, começou-se a discutir se o cantor era de fato um dedo-duro.
Agora, as coisas estão ficando mais claras, escancarou-se um pouco a máquina de calúnias dos “revolucionários” de botequim. O Simonal exarcebou-se com o contador e se gabou? Como você comentou, Reinaldo, ninguém está negando isto. Mas que se faça a devida justiça. Espero que o documentário ajude nesta tarefa de colocar devidamente os fatos.
O que fizeram com o Simonal é um bom exemplo do que faz a patrulha ideológica petralha.
Reinaldo,
A esquerda só gosta de negros que sejam escravos dela, negro livre ela não aceita tem que ser destruido como aconteceu com Simonal.
Ibes - Vila Velha/ES
Muito obrigado Reinaldo por mais esta exepcional análise. Vou assistir o documentário do Simonal e recomendá-lo aos meus amigos.
Abraços,
Duarte
Eis o link do promocional do documentário que está no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=rxnNvWLE9pI
Erik
Assista o vídeo promocional do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=rxnNvWLE9pI&feature=related
(R)
Tio Rei,
Esse é o mesmo titulo que eu queria dar para um documentario sobre o mascate, só que o que ele deu foi outra coisa…
Vejam este informe da organização Paz no Campo:
Ditadura quilombola
É isso que chamam de democracia!
Recebemos da organização “Nação Mestiça” um e-mail que relata como procedem os aliados da Seppir, a Secretaria de Promoção Igualdade Racial da Presidência da Republica.
“A II Conferência Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas, encerrou-se ontem (09/05/09). Com muitas manobras, os aliados da SEPPIR (Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República) conseguiram todas as vagas para a Conferência Nacional. Quando ia ser iniciada a discussão sobre as propostas, a polícia de choque fez uma fila separando o movimento negro do movimento mestiço.
“Os ‘quilombolas’ e outras pessoas do movimento negro, alguns deles conhecidos militantes do PT e do PCdoB, votaram contra propostas que incluíam a palavra mestiço e caboclo. Nas propostas que vieram da municipal de Manaus e que incluíam a palavra caboclo, votaram pela retirada da palavra. Como a conferência estava se prolongando muito e os delegados deles já deviam estar cansados, aprovaram que a votação das propostas seria por bloco, ou seja, tudo ou nada. No bloco das propostas do grupo de Controle Social, que tivera maioria de mestiços e vieram com diversas propostas citando a palavra mestiço e caboclo, eles votaram contra todo o bloco, de modo que o Relatório Final da conferência do AM não terá propostas do grupo do Controle Social. Este foi o único bloco que não foi aprovado”.
“Os movimentos negros apresentaram oito candidatos que ficaram com as oito vagas da sociedade civil para a próxima Conferência Nacional.
“Aprovaram também uma moção contra o movimento mestiço e contra o FORAFRO - que são contrários a cotas raciais e a favor de cotas sociais”.
“Algumas pessoas não suportaram os constrangimentos e discriminações e se retiraram do evento, O movimento mestiço permaneceu até o fim lutando contra essa política de divisão racial do país - e continuará lutando”.
Diz ainda o documento que só conseguiram participar do evento porque chamaram a imprensa para estar presente.
É com atitudes como essa que se constrói a “democracia” do movimento quilombola que visa implantar no País – isto sim -a guerra de raças, o confisco rural e urbano e o coletivismo, como ficou demonstrado no livro “A Revolução Quilombola” do jornalista Nelson Ramos Barretto, que o Movimento Paz no Campo vem divulgando por todo o Brasil e do qual já se esgotaram duas edições em poucos meses.
http://www.paznocampo.org.br
Rei, do site “Nação Mestiça”:
Polícia de choque contra mestiços na conferência racial do AM
Dia 09/05, durante a II Conferência Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do AM, quando ia ser iniciada a discussão e aprovação de propostas, a polícia de choque fez uma fila separando o movimento negro do movimento mestiço.
Havia até um policial militar com uma tarja no braço onde estava escrito ‘canil’ (havia um carro do canil do lado de fora da reitoria da UEA, onde estava ocorrendo a conferência).
Havia “quilombolas” e outras pessoas dos movimentos negros, alguns deles conhecidos militantes do PT e do PCdoB, votando contra propostas que incluíam a palavra mestiço. Nas propostas que vieram da municipal de Manaus e que incluíam a palavra caboclo, votaram para a retirada da palavra.
No primeiro dia (07/05), o ministro-interino da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) da Presidência da República, Eloi Ferreira, fez comentários sobre o caboclo que levaram a protestos de muitos dos presentes; o ministro retirou-se do auditório. No dia seguinte, cancelaram as credenciais dos delegados, o que reduziu a representação mestiça e aumentou a negra.
Aprovaram também uma moção contra o movimento mestiço e o FORAFRO (que são contra cotas raciais e a favor de sociais) e pela revogação da lei do Dia do Mestiço, a estadual do AM e a de Manaus.
Algumas pessoas não suportaram os constrangimentos e discriminações contra mestiços e se retiraram do evento, mas o movimento mestiço permaneceu até o fim, trabalhando contra esta política de divisão racial do país.
http://www.nacaomestica.org/nm_noticia_090509_iiceppir.htm
PS: NÃO DEIXE DE VER AS FOTOS.
Se vivo hj, será que Simonal (SIMONA) iria estar protegido pela “pseudo” lei da igualdade racial do Senador Paulo Paim??? E considerado um perseguido pela cor da sua pele? Tenho lá minhas duvidas… não importa a cor da pele, o que atrapalhar o Lulo-petismo será execrado… A patrulha dos militares não era e não é nada diferente da esquerda no Brasil. Quero ver este filme e parabéns pelo comentário, já reproduzi.
Caro Reinaldo:
Texto como sempre perfeito!
Sabe o que me assusta?
Como esse pessoal é infeliz, triste, e devido ao seu rancor, procura tornar todo mundo como eles.
Vivi o periodo, sem saber direito o que acontecia, porque sempre fui ligado em rock’n'roll, porém, com o desaparecimento de WILSON SIMONAL (assim mesmo, com letras maiúsculas), o Brasil ficou muito mais triste.
O pardo Ziraldo (pardo no bom sentido, isto é, sob o conceito sócio-cromatológico como serão, doravante, classificados as cidadãs e cidadãos nacionais) está realizando o seu sonho de “morar no morro”. Com o dinheiro que lhe chegou às mãos proveniente de ação indenizatória – e por ser público, desviado (do seu destino natural, o social) pelos caminhos, atalhos e meandros legais - está concluindo o seu “barracão de zinco pendurado no morro” (com vista panorâmica da “Cidade Maravilhosa”). Com efeito, uma mansão de concreto armado “fundeada” (para se proteger de deslizamentos) num morro de Petrópolis (aprazível “belvedere” serrano freqüentado até o final do século retrasado pela família imperial brasileira).
pela lei do retorno esses bofes estão com um saldo altissimo e pelos cabelos brancos a hora está chegando eheheheh…
burduna nelles !!!
Sobre Jaguar e sua gaiatice etílica não há o que ser comentado. Seu humor datado foi devidamente esquecido com a redemocratização do país. Pelos relevantes serviços prestados aos inquisidores esquerdopatas atualmente aninhados no poder, conseguiu descolar uma “pensãozinha amiga”. Por sua “bravura” típica dos bebuns, hoje não precisa enfrentar as agruras do proletariado e seu INSS vagabundo.
Com relação a “Zeraldo ” -ardente defensor do “paredon” cubano e seu “Coma Andante”- o mínimo que se pode dizer a seu respeito é que seu sorriso gelatinoso fala por si mesmo. Um indivíduo como esse, de constituição moral deformada pela sabujice e cujo sentido de justiça está abaixo de qualquer avaliação, merece ser apontado como exemplo típico de “esquerdopata farinha-pouca-meu-pirão-primeiro”. Fato que comprova seu completo desprezo pela retidão está patente em sua repugnante negativa em se retratar de uma injustiça.
Conclusão: Somando-se essas duas pobres criaturas e multiplicando-se o resultado por dez, não daria meio Simonal. Aliás, se o cantor tivesse mesmo a força que Ziraldo e Jaguar suspeitavam, ambos seriam hoje apenas nomes em lista de desaparecidos políticos e não marajás do bolsa-ditadura.
O Ivan Lins tambem foi patrulhado só que ele caiu fora e foi para os Estados Unidos e não voltou mais. Fez muito bem.
Oi Reinaldo,
Temos exemplo recente, felizmente em menor esclaa e por outras razões, mas igualmente asqueroso: Vc se lembra quando Regina Duarte foi, durante um bom período, criticada e boicotada por optar em fazer campanha para o então candidato José Serra? “A esperança pode vencer o medo”, ou algo assim?
“Neztepaíz”, se vc não for de esquerda, não tem o direito de exercer sua livre opinião política, sob o risco de ser “acusado” de ser “de direita”. Outro exemplo asquerosos: Quando, ao ser assaltado, o apresentador Luciano Huck escreveu um texto na “Folha” exercendo seu direito de cidadão em exigir segurança, recebeu pancada de tudo quanto foi lado. O que este “playboy” tá reclamando? E ai, faço uma ligação com o meu caso. Sou negro, mas detesto RAP e pagode, e o faço dentro do meu dirieto a livre escolha, no caso músical. Vc pensa que não pegam no meu pé por isso? Trata-se de um patrulham,ento que é, no fim, ideológico, mas em menor escala, felizmente. Se vc for negro e não for “mano”, está “negando sua raça”, mais ou menos como a esquerdalha tratou Simonal. O negro “neztepaíz” tem sempre que ser engajado, contanto que seja, é claro, “de esquerda”. Caso contrário é considerado “traídor da raça”.
Emerson
O JÁNIO DE FREITAS ESTÁ MAIS DO QUE CERTO !
” NINGUÉM SABE O DEDU DURO QUE EU FUI ”
ISSO SIM !!!
“ANTES TARDE DO QUE NUNCA”
JÁ ERA TEMPO DE APARECER ALGO QUE MOSTRASSE A VERDADEIRA CARA DESSES MISERÁVEIS, QUE SEMPRE APARECERAM COMO VÍTIMAS, SÓ ESPERO QUE NÃO ACONTEÇA TAL QUAL O FILME DO ANDY
GARCIA (The Lost City) MOSTRANDO PARA O MUNDO A VERDADEIRA HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO CUBANA, E FOI BOICO -TADO POR TODOS, DAS DISTRIBUIDORAS DE FILMES E DA MÍDIA, NÃO FOSSE UM
MEMBRO DO CASSETA/GLOBO, PARTICI -PANDO DESSE MARAVILHOSO TRABALHO
DUVIDO MUITO QUE ESSE FILME TIVESSE
QUALQUER TIPO DE PUBLICIDADE.
” Elis só foi perdoada e redimida em 1979 quando gravou, e foi um sucesso, a música ” O Bêbado e a Equilibrista “, de Aldir Blanc e João Bosco, ambos “artistas engajados”. Esta música falava ” da volta do irmão do Henfil ” (Betinho), na época exilado político. Posteriormente foi a música tema do Movimento pela Anistia”. ” Caro Marcelo Agnello. Seu texto me encheu de nostalgia. lembrei de toda aquela época onde eu tinha meus vinte anos. Elis, Aldir Blnc, João Bosco, Henfil, toda a turma do pasquim, O movimento pela anistia, a volta dos excluidos, e depois o movimento pelas diretas e a enfim saida dos militares. O enterro da direita que hoje não passa de um grupelho cuja as idéias soam esquisitas e ultrapassadas. Nós, a esquerda, vencemos caro Marcelo. Lutamos e mudamos o Brasil. Graças a Deus.
Nem vem que não tem…
Meu limão, meu limoeiro…
Que Maravilha…
Vesti azul…
Quantas músicas de minha infância. Inesquecíveis, graças a este talento incrível que foi o Simonal. Aposto que todos que viveram a época, só de ler os títulos das músicas acima, já saíram cantando… Saudades. Ele era espetacular.
Meu Limão Meu Limoeiro, Sá Marina, e tantos outros sucessos inesquecíveis. Quem é que viveu aquela época e consegue esquecer tais músicas ? O homem tinha um ritmo próprio. E também tinha amigos dá pezada. Amigos que atuavam lá nos porões da ditadura. E foi por ela mesma traido, pois era um negro que se comportava como um branco. E isso para os eternos reacionários conservadores era insuportável. Depois de ajudar os reaças entregando colegas, foi traído pelos mesmos. E depois foi excluído, como vocês farão em breve com meu comentário, afinal vocês são o pouco que restou daquela turma e tem os mesmos metodos. Simonal era talentoso, mas ingênuo. O documentário deveria se chamar todos sabem o dedo duro que fui. Uma pena. Sem dúvida Simonal foi um dos maiores espoentes da MPB do final dá decada de sessenta.
Certa vez, escrevi uma crônica em que começava assim:
“Quando criança achava que padre não pecava, professor sabia tudo, médico curava qualquer doença, policial não roubava, correio cuidava apenas de correspondências, padaria fazia apenas pão, barbeiro apenas barba e cabelo, etc., etc. Até que um dia eu cresci…”
Pois é, depois de crescido passei a apreciar os trabalhos desses cidadãos (Ziraldo - sem Jaguar, Chico, Gil, etc.) citados aqui. E pior, das obras deles continuo gostando… Por isso não consigo entender como foram capazes de criarem aqueles conteúdos. Só sendo “ARTISTAS” mesmo.
Caro Rei,
São canalhas profissionais.
David
Sempre afirmo que a internet e pessoas como Reinaldo Azevedo vão salvar o Brasil. É questão de tempo.
(R)
Era pernada e capoeira para tudo quanto é lado.
Mas, aí partiram para o chute no saco.
A mentira tem pernas curtas, corre muito no começo mas se cansa logo.
Já a verdade vem devagar mas acaba aparecendo.
O personagem Simonal com seu imenso talento e seu erro fatal vão mudar de patamar a partir deste filme, já seus detratores continuarão sendo o que sempre foram, defensores de uma ética moral fajuta que a história vem tratando de desmacarar…
Ziraldo, Jaguar e corriola combateram a ditabranda de acordo: enchendo os cornos nos botecos de Ipanema enquanto observavam as gostosas passando a caminho do mar. Espero que muitos capoeiristas assistam ao filme e os encontrem.
Texto excelente!
Tio Rei,
Esse episódio é cara da esquerdinha medíocre, racista, burra, mensaleira, safada, hipócrita, entreguista, cachaceira, drogada, bandida, terrorista, ladrona, traficante, homicida, genocida…LULO-PETISTA que nos assola e assombra até hoje…até quando?
Vade retro, satanases de araque…vade retro, mediocridade mensaleira-racista…
Obrigado, Rei. Eu não conhecia a história de Wilson Simonal. Tenho uma admiração especial por artistas que conseguiram sair da pobreza com muito talento, que fogem do coitadismo, da babaquice pseudo-intelectual.
O caráter do Ziraldo eu já conhecia. Ficou muito famoso, ganhou muito dinheiro inclusive no período da ditadura, e depois ganhou na “mega-sena dos esquerdistas”. Dá risada do fato.
Outro que mostrou quem a verdadeira face foi o Carlos Heitor Cony. Após ganhar uma gorda indenização e pensão vitalícia, basicamente afirmou, em outras palavras é claro, que foi malandro, que estava se aproveitando e que os outros é que eram otários. É bom conhecer as pessoas como elas realmente são.
Este jaguar e o tal ziraldo são os admiradores do assassino fidel castro,precisa dizer mais alguma coisa?
(nomes escritos em letras minúsculas mesmo)
Este jaguar e o tal ziraldo são os admiradores do assassino fidel castro,precisa dizer mais alguma coisa?
(nomes escritos em letras minúsculas mesmo)
A história nos mostra que esse é o modus operandi da inquisição esquerdista.
Quem não compartilha da crença nos dogmas da religião marxista é queimado na fogueira ou condenado ao ostracismo total.
Triste e vergonhoso episódio: uma mancha negra na história de nossa “inteligentisia”.
Robes Mendes
Tio Rei,
Esses picaretas sempre quiseram detonar o Pelé também…Essa esquerdinha de Ipanema era, antes de tudo (toda podridão imaginável…e bota podridão nisso)…RACISTA!
Reinaldo, outro nome com hsitória bem parecida é o do maestro e compositor Erlon Chaves aliás amigo de Simonal. A diferença é que foi colhido pela outra máquina de moer reputações da época - a do governo militar, que o algemou, prendeu e proibiu de se apresentar em público depois de uma rumorosa participação num festival no Maracanãzinho em que era cercado e beijado por bailarinas loiras. Irmãos siameses da ditadura de direita, as patrulhas de esquerda não deram, nem dão hoje, que estão no poder e se presenteiam com gordíssimas indenizações, um pio em favor de Erlon Chaves, que morreu aos 41 anos, aniquilado pela perseguição de uns, pela indiferença de outros e pela hipocrisia mesquinha de ambos.
Simonal foi destruído pela inveja que sempre existiu neste pais, onde para se fazer sucesso é um pecado mortal, os destruidores da honra alheia estão sempre vigilante e só escapam deles se forem amiguinhos ideologicos. O velho maluquinho e aproveitador e o bebado conhecido, tem na sua conta a destruição de uma pessoa que pode ter cometido um erro mas que jamais foi dedo duro e muito menos um aproveitador como estes dois senhores. E fico com as palavras de Chico Anizio que alguem diga quem foi dedurado pelo Simonal.
Tio Rei,
Não é por nada não, mas o Simoninha e o Max de Castro tão bobeaqndo: ELES DEVEM ENTRAR COM UM PROCESSO DE PERDAS E DANOS MATERIAIS E MORAIS, CALÚNIA E DIFAMAÇÃO contra os mequetrefes Ziraldo e Jaguar, no valor de R$ 2.027.636,53, mais pensão vitalícia no valor de 2 X R$4.375,88
FERRO NA CANALHA PSEUDO-COMUNA!
Um fato interessante para quem não sabe como a esquerda funciona:
A Cooperifa, organização de fins muito lucrativos situada na Chácara Santana, costuma SE CONTRAPÔR AO PASQUIM, porque, segundo Sérgio Vaz, coordenador da ONG, O PASQUIM ERA FEITO POR “ELES”, E NÃO POR “NÓS”.
Com os socialistas é assim: tem que ser pobre, oprimido, negro, ou seja, é um NAZISMO, SÓ QUE DIFERENTE.
E a própria esquerda se devora sozinha…
Marcos Vlach
Que texto, Rei! Seu final (as esquerdas inventaram o pecado, mas se esqueceram de inventar o perdão) é um raio x muito preciso delas.
Quanto medo dá, no Brasil, de ficar contra a corrente…
Como diria Ibrahim Sued: Sorry, periferia, quem nasceu para Jaguar e Ziraldo, não chegará nunca a Millor Fernandes !
Ainda que nascessem de novo!
Por essas e outras, os arquivos do tempo da ditabranda não são escancarados pelo governo “nunca antes nestepaiz”. Se fossem, as entranhas do “elísio” retrospectivo propalado pelos canalhas viria à tona, seria desnudado. Infelizmente, o sigilo dos mesmos favorece a mistificação, a mentira, a empulhação etc.
Achei estes comentários no YouTube, no clipe do dueto. Com resposta, acredito, do jornalista Lula Costa Pinto:
CesarBrauer (2 anos atrás) I was a kid … he was good, one of a kind … but he became a snitcher, ‘giving names’ to the repressive agents of the dictatorship, they say … end of his career, for ever! She is one of the queens we all know so well.
lcostapinto (2 anos atrás) Hi Cesar! Let me tell you it’s not true that he was a snitcher! The real story is that he had an affair with a woman whose husband was, actually, an agent. As a revange, that man started the rumour that (together with professional jealousy and prejudice) ruined his brilliant career.That’s it! Someday his name will be cleaned up!
CesarBrauer (2 anos atrás) Hello Icostapinto! Thank you much for the info. It is shaking old beliefs here. No doubt it was a brilliant career. I am sorry I passed the misinformation on. Learning!
Dizer o quê se a verdade é uma das poucas coisas que ainda me comovem?
Acredito que o mais importante é o que as pessoas deixam naqueles que ficam. Felizes os filhos que podem resgatar a obra e a memória dos pais com dignidade. O depoimento desses dois senhores do Pasquim é de uma baixeza sem precedentes, mais baixo que isso só o c da cobra.
Só concede anistia moral quem a tem.
Obrigada, Reinaldo Azevedo.
Os canalhas também envelhecem.
Reinaldo, este é um país injusto. Contribui 32 anos com o INSS, sendo 22 com o máximo e recebo 560,00 por mês. Esses dois canalhas, que deveriam pagar pela injustiça cometida, foram indenizados e ainda recebem um prêmio mensal. Este país é ou não é injusto? Aqui impera a impunidade, que a meu ver é o nosso maior problema.
eu gostava muito de simonal, especialmente aquela deliciosa embromation “what you say”; mas ele foi vítima de si mesmo pela violência que gerou e que foi habilmente explorada pela canalha difamadora.
humberto sisley
Existe outro personagem do período da ditadura que merece ser lembrado. Maestro, músico e compositor (”Sá Marina” é dele) brilhante! Não tão famoso como o Simonal, seu nome é Antonio Adolfo.
Líder da banda “A Brazuca”, que também cantou as glórias do “Brasil grande” do período da ditadura. Ficou no ostracismo, vítima da mesma patrulha, sem contratos. Conseguiu se reerguer com muita dificuldade dando aulas de música e inaugurando o movimento das produções independentes da música instrumental brasileira, com um selo chamado Artesanal. Formou gerações de bons músicos brasileiros no Rio e hoje dirige um centro de ensino de música brasileira no exterior. (está no Google)
Este é um texto antológico, desses que marcam a história da miséria cultural do Brasil e o cinismo com que se vai moldando a consciência moral do país.
Voce tem razão, essa gente asquerosa esta no poder hoje e é bom que esteja. Pudemos conhecer-lhe a cara e a alma, podres ambas. Roubar, mentir, espoliar, negacear, trapacear etc são seu cetro e seu cajado.
Jaguar e Ziraldo riem à toa, é certo. Riem às nossas custas.
Mas acho que a classe artística do naipe deles deveria pagar à família do Simonal “o perdão” que reivindicaram a si próprios. Isto apenas para sinalizarem um mínimo, um MÍNIMO de coerência , esse TUDO que lhes falta, pois talento, talento mesmo só desfrutam aqui no país em meio à ignorância universal.
Reinaldo, desculpe se é um pouco off-topic, mas já que você está tratando de máquina difamatória, vai o meu testemunho de fatos ocorridos na minha cidade recentemente (já postei na “anatomia de uma fraude”, a que só tive acesso hoje, mas pela relevância, insisto).
Aqui na minha terra essa máquina infernal funcionou nas últimas eleições para prefeito: o candidato do PT, partido que governava o município há dois mandatos, estava em primeiro nas pesquisas. A oposição, em último. No transcorrer da campanha, operou-se uma virada, com a oposição ficando em primeiro. Após a votação, a vitória da oposição foi confirmada, com larga margem de vantagem. Poucos meses após a eleição, começou a correr, à boca pequena, boatos de que o candidato vencedor havia comprado votos, daí a virada. Apenas uma rádio local era portadora das “exclusivas”, e um “vídeo” foi divulgado até por uma rede de TV nacional, onde se acusava parentes do prefeito eleito de promover a compra de votos. O ex-prefeito, do PT, a toda hora dava entrevistas, e dava como certa a derrocada do prefeito eleito, pelas denúncias. Entretanto, creio que os ventos da democracia e um pouco de sorte sopraram, vindo a ser desmascarada a conspiração. Primeiro, descobriu-se que o autor das “evidências” era um mercenário político a serviço do PT, de alcunha “Sombra”, que até ficha na polícia tinha (não sei se por roubo). Ele era o autor dos documentos e do vídeo. A emissora de TV negou num primeiro momento sua participação na denúncia. A rádio, que sempre dava as “exclusivas”, tinha como diretor de jornalismo nada menos que o coordenador da campanha do candidato derrotado do PT. E a democracia, neste caso representada pelo Judiciário independente, jogou a pá de cal sobre a trama nefasta: nos autos do processo da Justiça Eleitoral, não compareceu nenhuma testemunha arrolada pelo PT, e o meritíssimo juiz foi sagaz ao notar que no “vídeo” da denúncia, na sua versão integral, quem aparecia dando dinheiro a eleitores era o já mencionado “Sombra”, antes de começar a entrevista. O resultado disso é o que se espera quando a democracia sai intocada e as instituições atuam com isenção: o processo foi julgado improcedente, e o prefeito eleito foi empossado e está exercendo seu cargo perfeitamente. E, curiosamente, descobriram-se várias irregularidades cometidas pelas administrações anteriores do PT: mal uso do patrimônio público, desaparecimento de computadores com informações, obras licitadas com defeitos absurdos, etc. Quem dera fosse assim em todo país. Ah, e só para finalizar, após o resultado final da eleição, o candidato derrotado do PT, inconformado, ao invés de reconhecer a vitória de seu rival - afinal, até o McCain ligou para o Obama - culpava a ignorância da população por sua derrota, dizendo que eles não teriam sido capazes de compreender sua mensagem. Tenha paciência!
Nao sabia desse lance do Pasquim. Só sei que gostava do Simonal. E sempre achei impossível gostar de um garoto que vive com uma panela enterrada na cabeça. O menino pode ser maluco, mas o criador é covarde, cretino, sinais característicos de um petralha. O outro é um bêbado farrista, tão cretino como o outro.
Nos anos sessenta meu pai comprou uma Predicta foi a primeira televisão e nela eu vi a jovem guarda,a família trapo,os festivais e…. Wilson Simonal.
Gostava e Gosto do cantor.
De tudo isto que aconteceu com O Simonal eu tiro uma lição é a de que não se deve tratar gente de esquerda como iguais.A fronteira de dignidade de honra desta gente não passa de um risco e muitas vêzes nem risco.Vão da mentira a verdade que lhes seja útil.Da dissimulação a ódios descomedidos,da injúria da difamação da calúnia são Honoris Causa,fazem tudo pela ideologia psicopática e macabra deles.Estes são os frutos desta gente.
Simonal:você não vai ser lembrado pelo que a esquerda quer mas pelo seu talento pela sua voz e maestria.Esquerdistas,Comunistas,Socialistas de carteirinha e de indenizações milionárias.”Nem vem que não tem,não vem de garfo ,que hoje é dia de sopa,esquenta o ferro passa a minha roupa eu neste embalo vou botar pra quebrar…
nem vem que não tem,não vem de escada que o incêndio é no porão…”Abençoado por Deus é você Simonal.”
REI.
EM TEMPO:
AQUI EM BRASÍLIA - COMO ERA PREVISTO NA CAPITAL DA ESQUERDOPATIA - AS SALAS ONDE O FILME ESTÁ SENDO APRESENTADO, FICAM EM SHOPPINGs DISTANTES, CUJO ACESSO AO POVÃO É MUITO DIFÍCIL, POIS, SÓ QUEM RESIDE AQUI SABE O LIXO QUE É, P.EX., O TRANSPORTE PÚBLICO.
Rods
Dá pra imaginar agora o Menino Maluquinho com um penico na cabeça dando pernada a torto e a direito (porem longe de seus amiguinhos de verdade).
Ziraldo é o menino maluquinho!
REI.
QUANDO VI NO FANTÁSTICO, UMA DIVULGAÇÃO DO FILME, FIQUEI PREOCUPADO, HAJA VISTA QUE DAQUELE PASQUIM, NENHUM COMENTÁRIO DEVE SER LEVADO A SÉRIO.
AGORA, VENDO O SEU COMENTÁRIO, LOGICAMENTE SENSATO, ME CONVENCI QUE NÃO SE TRATA DE UMA TRABALHO PARA EXALTAR AS ESQUERDAS.
O QUE FIZERAM COM O SIMONAL FOI DE UMA CANALHISSE, POUCAS VEZES VISTA NO PAÍS, E O ESCRITOR VIGARISTA MALUQUINHO, JUNTAMENTE COM O SEU PAR, SÃO O ATESTADO DA MISÉRIA MORAL QUE SE INSTALOU NESTE PAÍS. ALIÁS, O DOM CHICO FRANCÊS BUARQUE, SE BEM ME LEMBRO, TAMBÉM AJUDOU, E MUITO, A AZEITAR A FARSA.
Rods
Reinaldo,
O seu texto basta para reconstruir a imagem do Simona,Parabens!Agora quem prova do veneno são o Jaguar,que vive com seus fantasmas,apesar de ser recompensa-
do pelo seu trabalho sujo e o velhinho maluquinho tá sentindo na pele o mal que fez não somente ao Simona,outros artistas provaram da sua perseguição,como Dom e Ravel.Só em aceitar aquela pequena fortuna,o velhinho maluquinho mostrou que o vil metal era o seu objetivo.Eu tive oportunidade de falar pessoalmente ao velhinho maluquinho que fomos enganados,o cara ficou uma fera,disse que eu continuasse a comprar o Pasquim,respondi que o lugar mais apropriado era o lixo.Me vinguei!
Grande Rei…
100% Reinaldo.
Reinaldo,
como disse o mestre de marketing do lullopetismo, o João Santana, os fatos não interessam. Interessa o “imaginário popular” que é a ilha da fantasia criada pela mídia PIG (Petralhas da Imprensa Governista). Até hoje, quando se vê foto de Simonal, vem a lembrança racista de esquerda, discriminatória e difamatória do sambista alegrinho, “sem graça e não alinhado com as tendências progressistas”, como nos fizeram acreditar estes manipuladores de opinião. Hoje, sabendo que o Chico Buarque - que já admirei no passado, a música “Apesar de Você” é mais atual do que na época, e se aplica ao Lulla como uma luva!) roubava carro para desgosto do pai, e sabendo a perseguição que Simonal sofreu, a imagem de ambos se inverte em relação ao “imaginário popular” criado pelos patrulhadores ideológco-stalinistas.
Reinaldo, belíssimo texto, como sempre!!
Só faltou acrescentar, se me permite, que essa estória toda do Simonal, ou na verdade, história mesmo, com H, porque trata de um período importantíssimo da vida política do Brasil, essa estória do simonal, eu dizia, só confirma aquilo que nós aqui no blog já sabemos, mas que as esquerdas nojentas e mentirosas negam-se a admitir: O REGIME MILITAR FOI SIM UMA ‘DITABRANDA’.
Ora, alguém em sã consciência consegue imagir uma máquina de moer reputações, como essa da esquerda, a agir livremente num “feroz regime de direita”? É uma piada…
Se os militares detinham o comando político-institucional do país, de outro lado os esquerdistas, sonhando com a cubanização do Brasil, detinham o comando da academia, dos meios de divulgação cultural, da produção intelectual e…da “crasseartística”. E foi esse comando que os permitiu chegar ao poder em 2002 e dominarem o país de uma forma que os milicos jamais imaginaram. A história do Simonal conta muito mais do que a simples estória pessoal de um artista.
E como conclusão lógica não podemos deixar de notar como essas indenizações aos ‘persseguidu’ do regime militar são vergonhosas e indecentes, e como os seus detentores são de fato aquilo que v. muito bem designou como “sul moral”. Para ser gentil, entendo.
Um abraço a todos.
Oi Reinaldo,
“Como NÃO diria Chico Buarque, as esquerdas inventaram o pecado, mas se esqueceram de inventar o perdão.”
Perfeita conclusao para um artigo brilhante!
Abracos,
Bruno de Montreal
Prezado Reinaldo
Parabéns mais uma vez pelo post. Esse caso do Simonal é um marco sim, conforme você narra, de como as esquerdas agem. E olhem que ela agiam assim, de forma OBSCENA E CERTEIRA, naquela época dita por eles dos ANOS DE CHUMBO.
Imagina hoje nos ANOS DE OURO. O que está por vir e o que já temos hoje, é certamente muito pior do que nos anos 70.
Só Deus mesmo para nos salvar, pois não existe mais nada no Brasil, políticos oposição, associações eetc. para fazer um trabalho legítimo contra o PT, na forma da Lei.
Abraços Brasileiro Honrado
Pra eles, faz parte do jogo assim como as pessoas que se feriram ou morreram nos assaltos e atentados daquelas quadrilhas esquerdopatas.
Quando criança gostava do Simonal e nunca entendi o seu sumiço da música brasileira. Saber que foi por motivo tão sórdido me entristece.
Para seus filhos limparem o nome do pai, de forma a ter destaque na mídia, só há um jeito: processar Ziraldo e Jaguar por difamação, danos morais e materiais, e o que mais puder. Eles serão vistos como “vítimas da vingança da direita” pela esquerda metida a intelectual, mas a curiosidade levará o público ao cinema para saber a verdadeira história sobre a atuação desses senhores nesse episódio (com a ajuda de seus depoimentos, será fácil!). Que ao menos o dinheiro que o povo pagou a esses safados vá, em parte, para quem realmente sofreu com o pensamento distorcido da esquerdista. Afinal, o melhor lugar para ferir gente desse tipo, é atacar seu bolso!
Abraço!
Isso esclarece que nossos compositores estavam a serviço dessa milícia que hoje está no poder. Poderosa milícia: ou faziam o que eles queriam ou eram BANIDOS da profissão.Está esplicado o que aconteceu com Caetano e Chico Buarque depois da Anistia eles ficaram com dificuldades para compor.
E Janio de Freitas, esse fóssil stalinista que a “Folha” insiste em manter exposto, ainda está dando pernadas a três por quatro: chamou o filme de “Ninguém sabe o DEDO-DURO que dei”. E o fóssil nem se despenteia…
Publius
Reinaldo,
Não podemos esquecer que outros mais foram atacados pelo Pasquim.
Caso típico foi a Elis Regina, “enterrada” duas vezes no famoso (na época) “Cémitério do Cabôco Mamadô” por razões bestas. A primeira por participar de comerciais conclamando o povo a cantar o Hino Nacional no dia 7 de setembro de 1972, ano do Sesquicentenário da Independência, data que o Regime Militar aproveitou ao máximo. Outros artistas tambem foram devidamente “enterrados”, pelo mesmo motivo, destacando-se: Marília Pera, Paulo Gracindo, Yarcísio Meira e Glória Menezes.
O segundo “enterro” foi por uma apresentação sua na Olimpíada da Semana do Exército, tambem em setembro do mesmo ano.
Ela só foi “perdoada e redimida” em 1979 quando gravou, e foi um sucesso, a música “O Bêbado e a Equilibrista”, de Aldir Blanc e João Bosco, ambos “artistas engajados”. Esta música falava “da volta do irmão do Henfil” (Betinho), na época exilado político. Posteriormente foi a “música tema” do Movimento pela Anistia”.
É isso ai. Elis ainda consguiu “se salvar”. Simonal não teve a mesma sorte.
Abraços,
Marcello Magnelli
Rei,
Tenho a sua idade e me lembro bem de Simonal. Não conhecia a história, só sabia que ele, de repente…sumiu.
Fiquei enojada com os “justiceiros” da esquerda, ao ler o seu texto. Como não ficar, em qualquer conrcunstância? Ele fizeram o que sabem fazer: destruir.
Mais ainda, vomitam seu preconceito, aquele que não conseguem esconder sob o manto de promover uma pretensa “igualdade racial”. Taí o que os promotores da igualdade de raças e amantes da diversidade de opinião pensam de verdade. Escancarado!
Digam os petistas o que quiserem, jamais vão me convecer de que não SÃO O MAIOR FOCO DE PRECONCEITO DO BRASIL. Eles desprezam os brasileiros negros , e os vêem, sempre, como COITADINHOS, ESCRAVOS. Para eles, a escravidão nunca acabou, porque existe nas suas cabeças.
Simonal foi alvo fácil deles, também porque era negro. Um negro que não é engajado, prá essa gente, só merece pernada e chute. A prova? Ora, aconteceu outro dia, em plena Câmara dos Deputados! Um negro não engajado foi quase expulso da sala de Comissões por um feitorzinho sem vergonha.
Esse filme tinha que passar na TV, em horário nobre, só assim as pessoas entenderiam o que ocorreu com o Simonal. A inveja mata, seu Reinaldo.
E imprensa? Vai divulgar o filme?
Reinaldo,
sua coragem e despreeendimento mostra de que lado voce estar. Sempre do lado da verdade, da coerência, da lógica, da sinceridade. Estes valores morais e intelectuais a canalha não entende.
Parabéns mais uma vez por esta pérola de comentário.
J.Freire
“Segundo diz(Ziraldo), os confrontos ideológicos eram como lutas de capoeira, com pernadas para todos os lados.”
Se ambos os lados davam pernadas porque apenas um dos times tem direito a ser indenizado?
PARABÉNS.TEXTO FABULOSO.
Bravo Reinaldo!
Aquela velha frase…A Direita nunca me enganou a Esquerda Sim!
Meninos, eu vi!
E triste, muito triste conviver com essa sensação de impotencia diante de uma tremenda injustiça.
Eu que algumas vezes enfrentei cassetete, bombas de gas e a furia dos cães no asfalto ocupado, fui incapaz de dizer uma palavra a favor de quem muitas vezes me fez suingar com seu talento.
E pensar que nos EUA ate artistas comprovadamente mafiosos são ate hoje reverenciados.
Bom dia a todos.Quando vejo e escuto essas coisas fico pensando na tal lei racista do Pain,aquele senador negro eleito em estado branco e fico me perguntando onde iremos parar com a esquerda no poder por mais uns anos.Na melhor das hipoteses,divididos em pequenos paises.Quem vicer vera.
Triste fim de Ziraldo e Jaguar. Ninguém os leva mais a sério. Agora são conhecidos como parasitas do estado, como puxa-sacos do governo petista.
Isto é mais do que um comentário! Nada mais resta a dizer sobre o assunto. Completo…
FOI SIMPLESMENTE CRUELDADE HUMANA NO QUE TEM DE MAIS ABJETO ESSA INCLINAÇÃO QUE PERSEGUE ALGUNS CAFAJESTES QUE SE SENTEM ATE LISONJEADOS COM O QUALIFICADO. VOCÊS PERDERAM CORJA. E O DEBOCHADO JAGUAR ENFEITARIA MELHOR O LA FLORIDITA OU O LA BODEGUITA DE HAVANA; E NÃO OS BOTECOS DE IPANEMA E LEBLON. “É preciso ir ao fundo do ser humano. Ele tem uma face linda e outra hedionda. O ser humano só se salvará se, ao passar a mão no rosto, reconhecer a própria hediondez.” [N. RODRIGUES]
Tio Rei, sobre meu umtimo post, um texto de Lima Barreto, define bem o drama de Wilson Simonal,
“O Cemitério dos Vivos”, quem puder leia!
Abs
Vamos mandar uma cópia para Vanuchi, Lula e Jobin?
Para quê?
Para compor aquele livro “…direito à verdade…”, da “história oficial”.
Não é de hoje que percebo que a eliminação ou superação deste período que vivemos será a superação completa de tudo que representa ou representou o período da ditadura militar no País.
Sim, nós não saímos da ditadura, só tivemos uma pequena trégua e simplesmente mudamos de uma face da moeda para a outro da mesma moeda.
FHC errou ao permitir a volta da ditadura, mas devemos ter presente que eles planejavam isso muito antes deste, contando, inclusive, com recursos e apóio externo, principalmente de Cuba.
Tio Rei,mais um “MULATO”, que foi condenado ao “Ostracismo”!
Desculpe pegar o gancho, mas meu Mestre Literário, Alfonso Henriques de LIMA BARRETO, sofreu isto em vida e depois de sua morte.
Sua OBRA, foi esquecida PROPOSITADAMENTE, até hoje!
Simonal foi só mais um de muitos!
Pobre dos dois!
Coitados,Wilson Simonal, o cantor abafado pela mesma gente”, que fez calar também, MEU QUERIDO amigo,
Isaías Caminha,(Lima Barreto) escrivão da coletoria!
Abs
Reinaldo,
eu estava lá. Eu sou testemunha da história. Eu vi o Pasquim - com quem os brasileiros aprenderam a desrespeitar toda e qualquer autoridade - moral, espiritual, política, racional, trucidar com o Simonal e outras pessoas…
Estes senhores (parasitas da ideologia), que foram e são os modelos morais dos nossos jovens incorformados e justiceiros juizes e procuradores.
O DNA da maldade e da burrice!
É a volta do irmão do henfil no lombo de quem não manda nada. Malditos sejam ziraldo, jaguar e o resto da corja que preparou o terreno para o brizolismo e o petralhismo. Ivan Lessa, Paulo Francis e Millôr Fernandes não tinham muito a ver com o anti-ethos daquele jornaleco.
Conhecereis a verdade e a ela vos libertará!
Sim, nos alegramos muito em combatermos as esquerdas!
Tio Rei,
O que fizeram com o Simonal foi asqueroso. As rádios de todo o Brasil foram invadidas por tropas de choque formadas por cantores, compositores e prepostos engajados que, à revelia das emissoras, riscavam todos os discos compactos e LPs de vinil, o que tinha na época, do Simonal. Além de não ser mais convidado para shows e gravações, as rádios ficaram sem nenhum disco dele para ser tocado. Ele foi calado totalmente: do seu passado, do então presente e do futuro!
Clovis
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