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14/05/2008

às 5:41

Nas mãos do Supremo, a unidade do país

O Supremo Tribunal Federal julga duas questões de suma importância. Caberá ao tribunal decidir se vai votar pela unidade do país ou se, contrariando a história da nossa formação e o texto constitucional, dará curso ao esforço de militantes políticos que querem jogar brasileiros contra brasileiros; que têm no conflito racial artificialmente criado a chance de ver prosperar seus delírios ideológicos. O destino da chamada reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, e a constitucionalidade ou não das cotas raciais vão dizer que Brasil teremos. A tarefa não é simples porque o lobby racialista é gigantesco e rico.

Segundo o Ipea — Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada — e o IBGE, a partir do fim deste ano, o Brasil passa a ser o maior país do mundo com uma maioria de população negra. O truque consiste no seguinte: os que autodeclaram ter a pele “preta” ou “parda” são considerados “negros”. Estamos diante de um evento mágico do ponto de vista histórico, estatístico e lógico: reparem que todos os pretos e pardos são negros, mas há negros, então, que, obviamente, não são pretos. E, no entanto, os negros brasileiros — refiro-me aos pretos — são apenas 6% da população brasileira.

Ontem, uma formidável fraude estatística foi posta para circular. Afirmar que mais de 75% dos brasileiros das regiões Norte e Nordeste são negros, como faz o IBGE, é uma dessas mentiras que se desfazem a olho nu. Qualquer um que tenha visitado a região Norte do país encontrará a pele amorenada da mestiçagem indígena, por exemplo. Fabrica-se, de forma escancarada, uma farsa racialista obedecendo à vontade de ONGs e entidades militantes. O Brasil deve ser, isto sim, um dos países com o maior número de pessoas cuja PROFISSÃO é ser negro.

Vocês devem se lembrar que noticiei aqui anteontem uma corrente de assinaturas endossando um manifesto em defesa das cotas que ainda não tinha texto. O documento finalmente apareceu e foi entregue ontem ao Supremo Tribunal Federal. Ora, a militância racialista se constituiu no pressuposto de que existem “raças” — o que foi desmoralizado pela genética e pelos militantes anti-racistas, categoria na qual me incluo.

Pois bem, boa parte do documento entregue pelos racialistas aos ministros do Supremo é dedicada a combater e desqualificar a carta “Cento e treze cidadãos anti-racistas contra as leis raciais”, que entregamos ao tribunal no dia 28 do mês passado. E que se note: a desqualificação atinge também seus signatários (link com a íntegra aqui). O texto incorpora, finalmente, a verdade insofismável de que raças não existem. Não existindo, quem é, afinal, o negro e como definir aquele que, afinal, receberá um privilégio a título de reparação? Restou aos militantes optar pelo que chamam “fenótipo” — de fato, a cor da pele.

Democracia racial
O esforço de provar que as cotas são constitucionais — afinal, a Constituição consagra o princípio da igualdade perante a lei — chega a ser patético. Lê-se no documento: “Por diversos de seus dispositivos, a Lei Maior rompe com o mito da democracia racial, assegurando o direito à diferença, ao reconhecer e valorizar as especificidades étnico-raciais, sociais, religiosas e culturais dos povos que compõem o Brasil”.

É uma das maiores bobagens que já li. Sempre entendi que a Constituição, ao proibir qualquer forma de discriminação — NEGATIVA OU POSITIVA — assegurava a “democracia racial”. Não para a turma do manifesto. Segundo eles, a Carta Magna rompe com o “mito” da democracia — e, sendo assim, deve consagrar, então, o princípio da “não-democracia”, certo? Como se vê, eles não escondem o que querem. Aliás, segundo os signatários, os critérios de acesso ao ensino superior devem “em um primeiro momento, assimilar o caráter substantivo do princípio da igualdade, para, a seguir, privilegiar o mérito objetivo.” Sim, vocês entenderam: trata-se de deixar o mérito de lado para cuidar da “igualdade”.

De caso que suponho pensado, os racialistas não imaginam ou sugerem qualquer política especial de inclusão para os “brancos” pobres — talvez tal “fenótipo” deva ser, sei lá eu, defendido pelos de pele idêntica… Se as cotas, como dizem, buscam assegurar na prática o princípio da igualdade consagrado pela Constituição, como garantir a este outro grupo a necessária correção?

A verdade é que os militantes chamam para si o “direito” de definir, ao arrepio da ciência e da história, quem é “afrodescendente”. E, ao arrepio da Constituição, querem eleger beneficiários dos recursos públicos.

Raposa Serra do Sol
Na chamada reserva Raposa Serra do Sol, questão que também está no Supremo, assiste-se a delírio semelhante. Estabeleceu-se uma área gigantesca do Estado de Roraima como “terra indígena” como se os índios que lá estão fossem ainda nômades. Mas não são. A maioria já está integrada à economia. Dos 19 mil que vivem na região, apenas 7.739 estão subordinados ao Conselho Indígena de Roraima (CIR), a entidade que luta para expulsar os não-índios, com o apoio da Funai, da Igreja Católica local e do governo federal.

Atenção: os arrozeiros ocupam apenas 0,7% da reserva — sim, menos de 1%. E ali produzem 159 mil toneladas de arroz por ano. Alimentam, inclusive, boa parte da população indígena local. O movimento de expulsão dos nao-índios é ação de uma minoria radicalizada — estimulada, mais uma vez, pelos militantes que querem opor brasileiros a brasileiros. As terras, à diferença do que se disse, não são “dos” índios. A maior parte da reserva pertence à União. Como já demonstrei ontem, quem move o braço do CIR são ONGs e entidades estrangeiras — no ano passado, a Fundação Ford doou US$ 300 mil à entidade.

Tudo indica, aliás, que o laudo antropológico que acabou definindo a área como reserva indígena contínua foi uma fraude — a fraude da militância. Dez das 27 pessoas encarregadas de debater a questão eram, vejam só, da CIR, justamente a entidade empenhada em expulsar da região os “brancos”. Em breve, novos elementos dessa história um tanto sórdida virão à tona.

Nas duas causas, os ministros do Supremo Tribunal Federal vão decidir, em suma, se o caminho que opõe brasileiros a brasileiros é justo e legítimo para o país equacionar as suas diferenças. Qualquer decisão, é certo, vai desagradar a muita gente. A questão é saber que vereda nos acena com um futuro melhor.

Por Reinaldo Azevedo
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107 Comentários

  1. Anônimo

    -

    15/05/2008 às 6:37

    Desça um pouco da tua torre teórica e olhe em volta, Reinaldo, olhe em volta. No trabalho, nos restaurantes, nos clubes, nos bares…quem está servindo a comida não conta.

    O Brasil pode continuar sendo multi-racial pra gringaiada e branquinho pra quem anda nos Jardins?

    Claro que podemos esperar resolver todos os problemas do Brasil, e em uns 300 anos teremos até alguns negros presidentes de empresa.

  2. Cida R.

    -

    15/05/2008 às 2:32

    Acredito no STF, conto com a racionalidade, bom senso, espírito democrático e lealdade à Constituição.
    Chega de palhaçada demagoga e populista.
    O Brasil é de brasileiros e os direitos são iguais para todos.
    Com trabalho, esforço, luta digna e mérito se atinge objetivos e se chega à vitória.

  3. mario s.

    -

    14/05/2008 às 22:10

    Alô Reinaldo.
    Uma coisa muito intrigante:
    Quando cruza um preto(?)com uma branca, ou vice versa.
    Só passa os caracteres externos?
    A merda da evolução do(s) neurônio(s) não acompanha(m)?
    Este País é a maior suruba do globo e tem gente reclamando ainda por falta de alguma coisa?
    Não existe evolução das espécies nesta parte do mundo?
    Vamos chamar o Darwin para refazer seus estudos.!!!!
    abraços

  4. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 21:36

    Menino, quase me conso de ler as postagens….103 caro Tio Rei!Só posso dizer que é f…,com o perdão da expessão….este ignorante está dividindo o País em brancos e pretos, ricos e pobres, é o fim da picada.Até quando Senhor!DJ

  5. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 19:56

    O meu taxista, “japoneis”, disse que está indignado por causa do sistema de cotas, ele disse que teria vergonha de exigir tal coisa de uma faculdade ou qualquer outra instituição. Falei: “É verdade, esqueceram dos amarelos!”; ele completa: “mas tem também os pele-vermelhas, os índios”, disse ainda: “Preto é sem-vergonha mesmo, por isso pedem cotas, não tem vergonha na cara, os orientais e arianos são raça superior mesmo, teriam vergonha de tal maluquice.” Eu:”deve ser por isso que pedem, deve ser algum tipo de deficiência, ainda por cima têm 20% de cotas, e os deficientes só tem 5%.”

  6. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 19:27

    os alunos cotistas naturalmente não conseguirão acompanhar o programa acadêmico de uma USP, por ex., pois se conseguissem não necessitariam de cotas, correto?

    Não necessariamente. Grande número de alunos que têm de bom a ótimo desempenho na graduação apresentam apenas um desempenho suficiente no vestibular e uma passagem irregular pelo ensino médio.

    O problema fundamental é que muitos negros apresentam um triste quadro de baixa auto-estima que lhes dificulta o desempenho em provas, entrevistas e mesmo no ambiente de trabalho.

    Eu sou contra as cotas, aliás. Mas o racismo é, sim, um problema muito específico, diferente da pobreza. Minha experiência como professora me mostrou que mesmo o branco pobre parte, na maior parte das vezes, de uma situação emocional mais favorável que o negro nas mesmas condições materiais. Minha experiência como professora não pode ser generalizada e, de novo, sou contra as cotas, por princípio.

    Ok! Sendo assim, e partindo do princípio de que a graduação será por MÉRITO, logicamente muitos dos cotistas permanecerão mais tempo nas universidades.

    Talvez, não dá para saber.

    Agora eu lhe pergunto: as Universidades estão preparadas para aumentar, ano a ano, o número de vagas?

    A depender do curso e do desempenho dos vestibulandos, sim. Em alguns casos, não, porque nem as vagas disponíveis são preenchidas, por falta de procura ou, mais comumente, baixo desempenho.

    Caso negativo, em quantos anos as vagas serão extintas?

    Nunca. O cenário não é factível, ainda que todos os cotistas permanecessem o máximo de tempo na Universidade.

    Acho péssimos os argumentos pragmáticos contra as contas. As pessoas deveriam ser contra as contas por princípio. Trata-se de UMA POLÍTICA RACISTA, E PONTO FINAL. NÃO TEM “SENÃO”. IMAGINOU O PROBLEMA NA HORA DE IMPLEMENTAR TAL POLÍTICA? QUEM É NEGRO? O RESULTADO SERÁ RACISMO.

  7. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 19:10

    Reinaldo, há sim discriminação positiva no nosso ordenamento jurídico com fundamento na própria Constituição, um desdobramento do princípio da igualdade. É o princípio da isonomia que consiste em estabelecer discrímens (parâmetros estabelecidos que visam suprir eventuais diferenças) entre uns e outros. Por ex., não é discriminação um concurso público para policiais militares exigir no mínimo 1,60m para os homens ou impedir que paraplégicos participem…

    Há uma famosa frase de Aristóteles que inspira essa matéria até hoje:
    “Deve-se tratar os iguais igualmente, e os desiguais desigualmente na exata medida da suas desigualdades.”

    Parabens pelo blog!

  8. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 19:06

    REINALDAO, ONTEM A NOITE, MANDEI PARA UMA CONHECIDA MINHA, UMA PETISTA BOBINHA E NOVINHA, DAQUELAS TODAS VOLUNTARIOSAS, CHEIAS DE DOGMAS INTRODUZIDOS A BASE DA LAVAGEM CEREBRAL, UM ARTIGO DESSE BLOG…MAIS PRECISAMENTE O “COMO SUSTENTAR A FARSA RACIALISTA…”

    SABE QUAL ERA O TITULO DO EMAIL?

    “NASCE UMA NOVA PROFISSAO:NEGRO”

    ISSO FOI DE MADRUGA. HOJE, VEJO ESSA EXPRESSAO NO ARTIGO DESSE COMENTARIO.

    ESTOU ORGULHOSO DE TER OTIMA COMPANHIA EM MINHAS DEFINICOES.
    VC EH O MESTRE. SEM PALAVROES, CONSEGUE HUMILHAR O PETISTA , REDUZI-LO A UMA BACTERIA. POUCOS TEM O SEU TALENTO.

    NO ENTANTO, TENHO UMA VELHA TEORIA. O ANTIPETISMO UNIU MUITAS PESSOAS, E OS PENSAMENTOS QUE TENTAM DEFINIR O PETISMO, ACABAM SE UNINDO EM ALGUM PONTO. O QUE PROVA QUE MUITOS, DE UMA FORMA PARTICULAR, CONSEGUEM CHEGAR A DEFINICOES MUITO PROXIMAS DO QUE EH ESSE LIXO CHAMADO PT.
    ESTOU ORGULHOSO, HOJE ACERTEI ALGUNS “NUMEROS” DO MESTRE REINALDO, O CAÇADOR DE PETISTAS MAIS TEMIDO.

    MTS

  9. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 19:05

    “BRANCA É BRANCA,PRETA È PRETA MAS MULATA É A TAL”.REALMENTE ELES QUEREM ACABAR COM ESSE BRASIL.VITORIOSOS,VOCÊS VÃO VER O QUE VEM POR AÍ…

  10. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 18:42

    Reinaldo, você ou seus leitores poderiam me tirar uma dúvida?
    -os alunos cotistas naturalmente não conseguirão acompanhar o programa acadêmico de uma USP, por ex., pois se conseguissem não necessitariam de cotas, correto? Ok! Sendo assim, e partindo do princípio de que a graduação será por MÉRITO, logicamente muitos dos cotistas permanecerão mais tempo nas universidades. Agora eu lhe pergunto: as Universidades estão preparadas para aumentar, ano a ano, o número de vagas? Caso negativo, em quantos anos as vagas serão extintas?

    Um grande abraço e fique com Deus!

    De uma mãe brasileira, trabalhadora, classe média, pagadora de impostos e negra.

  11. alexandre fonseca

    -

    14/05/2008 às 17:55

    Certa vez, procurando uma creche para minha filha, visitei uma escola em que me mostraram, com visível orgulho, as modernas instalações: todo o piso da creche era emborrachado para que as crianças não se machucassem ao cair.

    A intenção era visivelmente boa, mas totalmente equivocada. Tudo o que conseguiriam com isso seria convencer as crianças de que o chão é macio, o que é um engano com conseqüências potencialmente danosas.

    Os “não-brancos” admitidos a fórceps na universidade, assim como os diplomandos do ProUNI, em algum momento tomarão contato com esse chão - no caso, o mercado de trabalho. Para aqueles que cursaram as chamadas “ciências humanas” o governo dará um jeito de arrumar alguma boquinha acadêmica (presumindo-se que continuemos governados pelo PT, o que acho bastante provável); para os demais, o mercado será implacável. O mercado não aceita incompetência. Teremos, como em Cuba, uma infinidade de motoristas de táxi/balconistas/caixa de supermercado com diploma universitário.

    Com um agravante perverso: os “não-brancos” que se formaram por méritos próprios serão os verdadeiros discriminados. A cor da pele (ou o diploma de uma universidade subvencionada pelo ProUNI) passará a ser um emblema de subqualificação. É notável que os ativistas negros não percebam a armadilha em que estão se metendo.

  12. alexandre fonseca

    -

    14/05/2008 às 16:25

    Há uma maneira de reduzir significativamente esse trololó todo: e se, com base nos mesma lógica - a prioridade da justiça histórica sobre o mérito - passássemos a defender a adoção imediata de cotas semelhantes também entre os PROFESSORES das universidades? Parece razoável, não?

    Esse debate todo é ridículo. Boto minha mão no fogo se, daqui a uns anos, os formandos “não-brancos”, como os define o manifesto, não encontrarem dificuldades para entrar no mercado de trabalho. É claro que isso será atribuído ao racismo latente das elites brasileiras, etc., e o governo terá que bolar alguma forma suplementar de compensação. Mas o motivo desse “racismo defensivo”, que prejudicará fundamentalmente os não-brancos que se formaram por mérito próprio, será muito mais simples que isso: você botaria a vida de seu filho nas mãos de um médico que talvez tenha entrado na universidade pela porta dos fundos?

  13. Wilson1

    -

    14/05/2008 às 15:56

    Reinaldo, outra coisa sobre este tema, é que as coisas são ditas de maneira errada ou imcompleta, pela imprensa em geral, sem o contra-ponto de uma pessoa, lúcida e esclarecida, sem uso de subterfúgios. Até o Jornal Nacional dá as estatistas sem fazer uma análise séria das mesmas. São, por exemplo, os casos da maioria negra, do diferença de renda dos grupos raciais, etc. As coisas ficam muito para o lado deles, apesar deles mesmos viverem falando da imprensa.

  14. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 15:49

    Rei
    Eita nóis. Eu, um branquelo desmilinguido, feio e pobre vou mandar o comentário do HOMEM AMERICANO ( acima ) para um grupo de pessoas defensoras das cotas que ñ fazem outra coisa senão ficar alardeando aos quatro ventos sua condição de minoria vitimizada ( petralhada desocupada ).
    Esse comentário foi um dos melhores que li nos últimos tempos. Parabéns preto véio.
    Artur SC

  15. Ricardo

    -

    14/05/2008 às 15:48

    Reinaldo,
    É fato que as vagas oferecidas aos cotistas não são plenamente ocupadas. Na UERJ, aproximadamente 1/3 das vagas para ‘afro-descendentes’ (apesar de todos nós virmos da África). As vagas dedicadas aos oriundos de escolas públicas também não são amplamente ocupadas.

    Contradição? Não. O objetivo do estudante (em sua maioria) é um diploma sem esforço, cursado em uma faculdade particular, subsidiada pelo ProUni. As outras implicações são apenas um mero detalhe.

    Ricardo A

  16. Wilson1

    -

    14/05/2008 às 15:45

    Reinaldo, foi mencionado por alguns comentarista aqui um ponto que acho importante. Que é a diferença da renda entre brancos e negros. Para mim, é óbvio que que há esta diferença, pelo menos por mais algum tempo. Porque os brancos, em sua maioria, são descendentes de européus, que apesar de pobres, tinham mais cultura do que os africanos e os índios. Então esta diferença atualmente é uma das coisas inevitáveis.

  17. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 15:23

    É impressionante verificar que uma instituição com a credibilidade do IPEA, se preste a montar uma farsa como essa. Colocar como negros todos os pardos,pois ai está incluida uma grande parcela da população brasileira que é constituida da miscigenação de indios com brancos,é de uma desonestidade intelectual gritante. O problema é que a área social do ipea foi tomada por militantes do movimento negro, travestidos de técnicos isentos e cuja função é fundamentar as idiotices geradas na secretaria de igualdade racial.Pobre IPEA.

  18. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 15:13

    Reinaldo, acompanhando essa barbaridade, tenho até dores de estômago, pois vejo meu filho (que por desgraça nesse país de hipócritas é branco) acordar 4 horas da manhã, pra fazer estágio, voltar da Faculdade às 24 horas, pois como tem uma mãe e pai brancos, que pertencem da amaldiçoada “elite” pagadora de impostos, que lutam pra sobreviver, e não sobra dinheiro pra bancar uma Faculdade de qualidade para seu único filho, tem que assistir tudo isso calada, impotente, enquanto outros gozam de previlégios que não tenho e nunca tive, e o pior de tudo, com o meu dinheiro.

    ASSINADO GISELLE, UMA MÃE DESESPERADA.

  19. Bruno Hildebrando

    -

    14/05/2008 às 15:01

    Reinaldo,

    como vai, tudo bem? Espero que sim.

    Mais uma vez obrigado e parabens por nos informar a respeito dessas ameacas a nossa fragil democracia.

    Desejo aos ministros do Supremo toda a sabedoria para aproveitar a oportunidade que surgiu e defina um rumo inteligente a esses dois problemas, a saber Raposa/Serra do Sol e as cotas raciais.

    Um forte abraco, e fique com Deus.

  20. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 14:57

    Ehhhhhh Brasil…

    …Sempre na contramão.

  21. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 14:56

    Os petralhas são fantásticos. Tomo Tarso Genro como exemplo, pois acho o comportamento dele paradigmático. O nosso ministro da justiça não contesta a interpretação das leis que garantiram aquela aberração que é a demarcação contínua da reserva raposa terra do sol, mas é a favor da revisão das leis em prol da implantação do racismo institucionalizado.

    O nosso poeta-ministro, quando não esta poetizando o “esperma desperdisado”, esta dando o apoio do ministério a um documento que foi “assinado” pelo MST, uma organização criminosa de terrorismo doméstico.

    Resumo: oportunistas que são, os petralhas só vestem a máscara de “legalistas” quando lhes convêm. Fora disso, qualquer lei em qualquer âmbito se torna um “instrumento de controle burguês” que deve ser interpretado à luz do “direito achado na rua.”

    Ainda bem que o General Heleno deu uma corrida nessa gente!

  22. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 14:55

    Tenho fé que a corte suprema irá derrubar as cotas racistas.Ainda confio na justiça.

  23. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 14:47

    “passou de branco, preto eh”

    alguem ja ouviu esse “ditado” popular tambem?

    e eu achava que essa afirmativa que ouvia das pessoas durante a minha infancia, era apenas fruto da ignorancia delas…

    mas vejam so, o IBGE agora me diz que eh verdade…

    e ainda oficializa a besteira…

    brincadeira esses tempos petistas…

  24. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 14:46

    Rei,

    O gov de RR falou hoje de novo:

    “quarta-feira, 14 de maio de 2008, 14:36 | Online

    Governador de RR considera equivocada demarcação da Raposa

    Agência Câmara

    BRASÍLIA - O governador de Roraima, José de Anchieta Júnior, considerou há pouco como equivocada a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol. Criticou o fato de o governo federal demarcar áreas e depois se ausentar, deixando a responsabilidade nas mãos do governo estadual. Segundo Anchieta, quem recupera as estradas e pontes nas áreas indígenas é o governo do estado, não a Funai. Ele também disse que, das 406 escolas estaduais em Roraima, 200 são indígenas.

    O governador participou na Câmara de audiência pública sobre a retirada de não-índios da reserva, como produtores de arroz. Para ele, o que está em questão não é a defesa de índios ou não-índios, mas dos interesses dos brasileiros que moram em Roraima. “O que está em questão é a demarcação de uma área equivalente a quase 2 milhões de hectares para hipoteticamente atender os interesses de 17 mil índios”, disse ele em entrevista a Agência Câmara, que também garantiu ter o apoio de cerca de 80% das comunidades indígenas do Estado.

    http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac172619,0.htm

  25. heróis anônimos

    -

    14/05/2008 às 14:43

    Sob influência de “moderníssimas” idéias nazi-comunistas, encetamos uma viagem de volta ao início do século 20!
    Declare a sua raça e classe social, e receba a sua braçadeira distintiva de sua raça, e lá vamos nós. Brevemente o Grande Irmão vai decidir o destino de cada um.Ele sabe tudo por nós, o que é bom, o que é ruim, onde morar,com quem procriar, o que fazer, como, quando e de que modo morrer.
    Vai começar o PAR- Programa de Aperfeiçoamento da Raça.

  26. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 14:31

    “Branca é branca, preta é preta, mas a mulata é a tal!”

    Pô, Reinaldão, esse Brasil acabou?

  27. Homem Americano

    -

    14/05/2008 às 14:03

    Eu, um negro que neste blog já deixei minha indignação com o meu nivelamento por baixo feito pelo escória cretina, reitero tudo que disse. Não sou sub raça e não aceito a que substimem minha capacidade de conquistar meus objetivos. Sou o que sou graças à minha insistência em galgar degraus na íngreme, mas nem tanto, escada da vida. A vida é dura para quem é mole. Meu primeiro contato com a vida pública se deu em fevereiro 1977, após ter sido submetido a um concurso público em março de 1976, vale ressaltar que o primeiro de fato foi em 1974 quando´presteio o Serviço Militar Obrigatório, medida que ajudou a formar meu caráter e a descobrir na carreira militar, mesmo com as agruras da época, um caminho a ser seguido. Fui licenciado em 1976 e voltei em 1977, portanto, tenho respirado a tmosfera militar desde áureos tempos. Como lhes dizia, o que me colocou dentro do Serviço Público foi a minha competência, a meritocracia, a abençoada meritocraica que concede aos capazes a sua sombra para realizar as tarefas a que se propõe, reservando-lhe o lugar ao sol para o devido reconhecimento. Prestei outros concursos e fui aprovado, mas, não me encheu os olhos a condição apresentada e permaneci na carreira militar(piada, pois a carreira militar é um rastejado, afinal os interstícios são tão longos que nem mesmo se pode considerar uma carreira, mas, uma estagnação, pois em 17 anos de serviço obtive duas promoções, não que não as merecesse, mas por conta da nenhuma importância dad pelos governos civis ao militares).
    Jamais aceitei qualuqer condição de desfavorecido, pois acredito que os melhores não são escolhidos, eles se promovem. Todos os meus méritos são frutos do meu esforço e só consigo atribuí-los fora dessa consideração à minha Mãe Maria Santíssima (quem não quiser considerá-la assim é livre para escolher o que quiser), a quem sempre que tenho que realizar uma tarefa voltada para meus estudos, peço ajuda de modo a manter a serenidade.
    Volto ao que antes escrevi: negro: sim; burro: não.
    Quando alguém acha que me incomoda com gracejos irônicos eu meso os reforço repetindo o Cego Aderaldo no debate que teve com “Zé Pretinho”, cujo título é “Quem a paca cara compra, paca cara pagará”.

    Vejam o que disseram “Zé Pretinho” e o Cego Aderaldo que serão em breve exumados para deleite dos racistas enrustidos fantasiados de anti-racistas:

    Zé Pretinho afrodescendente na linguagem dos cretinos.
    — Eu te dou uma surra
    De cipó de urtiga,
    Te furo a barriga,
    Mais tarde tu urra!
    Hoje, o cego esturra,
    Pedindo socorro
    — Sai dizendo: — Eu morro!
    Meu Deus, que fadiga!
    Por uma intriga,
    Eu de medo corro!

    Cego Aderaldo. deficiente visual (na linguagem dos cretinos)

    — Se eu der um tapa
    No negro de fama,
    Ele come lama,
    Dizendo que é papa!
    Eu rompo-lhe o mapa,
    Lhe rompo de espora;
    O negro hoje chora,
    Com febre e com íngua
    — Eu deixo-lhe a língua
    Com um palmo de fora!

    Zé Pretinho

    —No sertão, peguei
    Cego malcriado
    — Danei-lhe o machado,
    Caiu, eu sangrei!
    O couro eu tirei
    Em regra de escala:
    Espichei na sala,
    Puxei para um beco
    E, depois de seco,
    Fiz mais de uma mala!

    Cego Aderaldo.

    —Negro, és monturo,
    Molambo rasgado,
    Cachimbo apagado,
    Recanto de muro!
    Negro sem futuro,
    Perna de tição,
    Boca de porão,
    Beiço de gamela,
    Vento de moela,
    Moleque ladrão!”

    Vão já tirar o site do ar, mas, jamais apagarão a obra de Aderaldo e Zé Pretinho.

    Prefiro Aderaldo e Zé Pretinho aos cretinos que se lambuzam em dinheiro público fingindo defender-me, mas com o propósito de angariar votos do imbecis que os seguem para dar votos ao maior vagabundo que este país já teve.

    Negro:sim, mas, nunca cortei nenhuma parte do meu corpo para ser aposentado, e se tivesse que cortar algum dedo, seria da mão d

  28. Homem Americano

    -

    14/05/2008 às 14:03

    Perdoem-me esqueci de informar o link:

    http://www.releituras.com/cegoaderaldo_paca.asp

  29. feminino divino

    -

    14/05/2008 às 14:00

    Do “O Evangelho do Apóstolo Tomé”

    Jesus disse:

    “Eu lancei fogo sobre o mundo, e eis que estou cuidando dele até que queime.”

    “Tu vês o cisco no olho de teu irmão, mas não vês a trave em teu próprio olho. Quando retirares a trave de teu olho, então verás claramente e poderás retirar o cisco do olho de teu irmão.”

  30. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 13:59

    A começar pelo continente africano, o tema deste post, vemos ainda hoje diversas ditaduras a massacrar pessoas. Assim, como na China, na Rússia, em Cuba. À luz de nossa legislação, a brasileira, são caracterizados como crimes, além da ausência de direitos trabalhistas, ausência de direitos à livre expressão, etc.

    Só é possível falar-se em luta por direitos porque vivemos numa democracia concretizada por nossa elite intelectual. O único sangue jorrado ao chão pertenceu a militantes que aqui pretendiam implantar outra ditadura, aquela de molde soviético. Não há “direitos humanos” nesse modelo.

    A única reparação possível é em solo africano.

    Aqui devemos exigir o cumprimento da constituição quanto à educação universal, saúde universal, segurança interna e externa universal. O resto são chorumelas da esquerda em busca de massa para desestabilizar no regime democrático.

  31. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 13:59

    CASO O STF JULGUE A FAVOR DAS COTAS,VAMOS TER O QUE NUNCA TIVEMOS NO BRASIL(AO CONTRÁRIO DA AFRICA DO SUL):O RACISMO INSTITUCIONALIZADO-A POLÍTICA DE COTAS É FLAGRANTEMENTE RACISTA.EVIDENTEMENTE NO BRASIL,COMO EM QUALQUER PAÍS HÁ CIDADÃOS RACISTAS.ISTO É ALGO QUE DIZ RESPEITO AO FORO ÍNTIMO E PSIQUE DE CADA INDIVÍDUO ,E NÃO HÁ LEI QUE POSSA COIBIR.EU SOU ANTI-RACISTA E CONTRA AS COTAS,PELO MOTIVO ÓBVIO QUE A POLÍTICA DE COTAS INSTITUCIONALIZA O RACISMO E NÃO ACABA COM O RACISMO INDIVIDUAL.

  32. Cris

    -

    14/05/2008 às 13:55

    Ah, PORCMAN! AAAAAAAAh, Porcman!

  33. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 13:55

    Barbaridades acontecem em qualquer país, em qualquer recorte temporal que se faça na história.

    Reparações dessa magnitude só são possíveis ao longo de muito tempo. Aí está Israel, dispersa de seu terrítório em 70 d.C. e a sua reconquista em 1948, após outro extraordinário massacre na Europa.

    A diáspora africana só será reparada quando houver a reunificação de suas diversas nações em solo africano.

    A exemplo da reparação aos poucos índios no território brasileiro que ainda mantêm sua cultura intocada.

    Outro exemplo, os milhões de imigrantes - europeus, japoneses, têm muitos direitos extensivos a seus familiares em seus países de origem.

    Bem compreendeu Dona Neuma, da Mangueira, quando fez campanha pela monarquia no referendo para escolha da forma de Estado no Brasil. Ela compreendeu que a monarquia teria a força estatal para promover a correta reparação aos familiares de escravos no Brasil. Mas os esquerdistas não queriam a solução do problema, pois perderiam enorme massa de manobra. Sim, e assim continuam a sê-lo hoje, massa de manobra.

    Muito interessante será o voto do “negro” do Dr. Joaquim Barbosa e dos mestiços, também doutores, Gilmar Mendes, Carlos Direito, Carmen Lúcia, Eros Grau, Marco Aurélio Mello, etc. Que lá chegaram por mérito e não pela cor de sua pele.

  34. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 13:46

    NA FOLHA DE HOJE,LADO A LADO,OS DOIS MANIFESTOS,CONTRA E A FAVOR DAS COTAS.O TEXTO PRIMOROSO DO MANIFESTO CONTRA AS COTAS E O TEXTO DÉBIL DO MANIFESTO A FAVOR DAS COTAS.O ARGUMENTO FINAL DO PRÓ COTAS DIZ QUE OS CONTRÁRIOS AS COTAS PENSAM ASSIM POR RESSENTIMENTO(!!!!!).FRANCAMENTE,É MUITA PILANTRAGEM INTELECTUAL,MUITA DESONESTIDADE,CHEGA A SER AMORAL CHAMAR OS QUE DELES DISCORDAM DE RESSENTIDOS,QUANDO ESTES ENUMERARAM ARGUMENTOS RACIONAIS,LÓGICOS E CONTUNDENTES,SEM CHAMAR OS RACIALISTAS DE RACISTAS,POR EXEMPLO.E NÃO SÃO RACISTAS?NA MINHA OPINIÃO SÃO,UMA POLÍTICA QUE DISCRIMINA PELA COR DA PELE,VAI GERAR RACISMO NUMA ESCALA NUNCA ANTES VISTA NESTE PAÍS.SÓ NÃO ENXERGA OS QUE USAM AS VISEIRAS IDEOLÓGICAS DO ÓDIO .

  35. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 13:41

    segundo pesquisa recente, os brancos entao agora serao minoria no pais?

    otimo!

    em fazendo parte agora de uma minoria, vou comecar a redigir a minha carta de reivindicacoes de privilegios e outras diferenciacoes..

    nao eh assim que as minorias agem?

  36. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 13:38

    esse pais esta perdido…

    ha pouco tempo atras negros, brancos e amarelos se entendiam perfeitamente…

    por causa desses esquerdistas nefastos o racismo esta imperando nesse pais…

  37. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 13:33

    Gostoso de (re)viver!

    Outono de Praga 1968+40 anos:

    http://www.youtube.com/watch?v=Aa03PdXMW4M

  38. Paulo R. de Almeida

    -

    14/05/2008 às 13:29

    Chamando a atencao para um outro assunto (desculpe, mas nao encontrei outra maneira de comunicar): concorrencia viciada e distribuicao de dinheiro publico para os companheiros.

    Isto me parece aquelas concorrencias viciadas entre “compradores” governamentais e ofertantes “privados” de certos bens e serviços publicos. Até se poderia adivinhar quem vai ganhar, nao absolutamente, mas relativamente, a mesma turminha de sempre.
    Veja esta chamada “especial” (bota especial nisso):

    CHAMADA PÚBLICA DA SECRETARIA ESPECIAL DE DIREITOS HUMANOS/PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Lançamento de Chamada Pública da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. O objetivo da Chamada é a criação e/ou fortalecimento institucional de Comitês Estaduais de Educação em Direitos Humanos e capacitação, em Educação em Direitos Humanos, de trabalhadores(as) da Educação Básica com atuação nos anos finais da Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, lideranças comunitárias e membros da sociedade civil atuantes na área dos direitos humanos.
    Cada universidade poderá pleitear, para execução do projeto, o valor máximo de R$ 100.000,00 (cem mil reais), sendo que cada universidade poderá enviar apenas 01 projeto.
    O texto da Chamada Pública, formulários e planilhas e as informações gerais estão respectivamente nos endereços http://www.mj.gov.br/sedh/editais/novosceedh.pdf e http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sedh/

  39. Gilson

    -

    14/05/2008 às 13:25

    Esses Petistas nojentos têm o dom de deixar rastro de destruição onde quer que passem ou se metam. Não estão ajudando aos negros. Basta ver que em todas as camadas da Sociedade há críticas a essa reserva de cotas como se ser negro fosse doença, paraplegia social ou desabilitação outra. Recentemente no Vestibular da UnB irmãos gêmeos inscreveram-se para os exames e solicitaram concorrer dentre os cotistas. Um foi considerado negro, ou não. Na realidade eram mestiços. Por vezes jovens de baixa-renda oriundos de escolas públicas, que se esforçaram ao máximo no preparo para o vestibular se vêem barrados por que, embora aprovados, têm a vaga perdida pela concorrência da cor, mesmo que em condições econômicas menos favorecida. Isso é patrocínio ao racismo.

  40. Pascoal Freitas

    -

    14/05/2008 às 13:20

    oxe.. pela primeira vez, fico sabendo que sou oficialmente considerado negro.. podem me chamar de negão se quiserem, não vou considerar isso racista, nem denunciá-los na delegacia.. kkkkk..

  41. ROBERTO FONSECA

    -

    14/05/2008 às 13:14

    Tio Rei,
    Só para colocar sal e pimenta no assunto. Olha essas duas notícias:

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u401707.shtml
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u401502.shtml

    Se a professora é racista, o Ronaldo é o que?
    Acho que o caso da professora é de injúria e não de racismo, mas deixo para a justiça decidir. Agora e o caso do cabelo “ruim” do Ronaldo?
    Gostava mais do tempo em que A Sandra de Sá cantava que somos todos sarará criolo…

  42. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 13:13

    Sou NEGRO mas não quero entrar na Faculdade por causa dessas cotas.

    Mas mesmo que eu entre, quem vai acreditar que entrei pelos meus méritos?????????

    Vou ser discriminado depois na profissão por causa desses babacas.

    ABAIXO AS COTAS!

  43. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 12:54

    Coronéis ameaçaram rebelião

    General Augusto Heleno.Vários coronéis que comandam unidades militares ameaçaram com uma exoneração coletiva, caso se concretizasse o afastamento do general Augusto Heleno, comandante militar da Amazônia. Ele seria designado para um trabalho burocrático, “punido” por discordar publicamente da política indigenista do governo Lula, especialmente na Reserva Raposa Serra do Sol. A forte reação fez o governo recuar da pretendida punição. O general Augusto Heleno recebeu dezenas de e-mails e telefonemas de apoio desde que esta coluna noticiou a ameaça de pução.

  44. Franz Josef Brüseke

    -

    14/05/2008 às 12:48

    Caro Reinaldo!

    Como professor de uma Universidade Federal (na época a UFSC) recebi um tempo atrás meu contracheque com uma mensagem escrita na parte inferior do mesmo: ” Servidor, declare a sua raça!” Fiquei minutos em um estado de extremo constrangimento, pois sou alemão e vivo e trabalho com visto permanente no país. Pensei: eles querem mesmo que me defino como ariano? “Raça” na história desgraçada do meu país não era constatada a partir da cor da pele (também os judeus eram brancos) mas com referência à procedência genética. Essa tinha que ser pura. Qualquer judeu na arvore genealógica lhe carimbou como semi-judeu, quarto-judeu e assim adiante. Me recusei de “auto-declarar a minha raça” e tinha o estranho sentimento que estava resistindo, meio século depois do fim do nacional-socialismo, contra ele mesmo.
    Acho espantoso o que acontece ultimamente nas universidades brasileiras; universidades de um país que é (o que tange a convivência e mistura de pessoas de origens étnicos diferentes) um raro modelo positivo para o mundo. Acho espantoso porque a militância das ações afirmativas polariza o que a própria história brasileira sintetizou na “morenidade”. A pressão ideológica sobre alunos e professores chegou a um ponto de inibir a livre expressão, de intimidar aquele que pensa diferente e, até, de censurar o uso de certas palavras e obrigar para o emprego de outras.
    Espero que o bom senso retorne às academias brasileiras, não obstante, frente as experiências históricas de outros países, sabemos que são frequentemente exatamente as universidades e os circulos intelectualizados onde tudo começa. A atribuição de qualidades raciais ao conjuntos humanos significa (também quando isso for feito com boas intenções)envenenar as relações sociais, que são sempre fragéis e suscetíveis às forças corosivas.
    Uma última observação: a CAPES e o CNPQ, instituições valiosas para o desenvolvimento científico do país, emitem, cada vez mais frequente, sinais estranhos. Projetos estão sendo aprovados no mérito, mas reprovados porque não cabem nas “prioridades” da instituição ou dos respectivos comitês. Quando verificamos a lista dos aprovados, percebemos que entre as preferências na área das ciências humanas está tudo aquilo que a Fundação Ford (e não só ela) gosta: movimentos sociais, ações afirmativas, questão de gênero, direitos reprodutivos, identidades etc. etc.
    Reinaldo, lhe parabenizo pelos excelentes textos sobre a questão das cotas nas universidades e peço desculpas porque me prolongei tanto.

    Um abraço

    Franz Josef Brüseke

  45. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 12:47

    Considerar pardos como negros é promover o mal entendimento. Em pesquisas de opinião, pude constatar que entre os que consideram a cor de sua pele como parda, quando estimulados a classificar a cor parda numa escala de parda-branca a parda-preta, cerca de metade se identifica na cor prada-branca. Ou seja, nem todos pardos se identificam como negros e é uma pena que o IBGE e o IPEA promovam esse tipo de engodo estatístico. Lamentável!

  46. Thiago

    -

    14/05/2008 às 12:39

    Reinaldo,

    Entendo que, de fato, a Constituição assegura “o direito à diferença, ao reconhecer e valorizar as especificidades étnico-raciais, sociais, religiosas e culturais dos povos que compõem o Brasil”.

    Isso significa exatamente que todas os grupos sociais terão a mesma medida. Que não poderá ser tolerada discriminação (positiva ou negativa) em função de o cidadão pertencer a este ou aquele grupo social.

  47. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 12:34

    Não acredito que o STF julgue a favor das cotas. Isso seria o rompimento oficial do Estado democrático de direito.

  48. Marcos/manaus

    -

    14/05/2008 às 12:31

    Mano Rei,
    Sou paulistano e vivo em Manaus há 6 anos. Corroboro seu comentário sobre a rarefação de negros na região Norte. Aliás, isso foi algo que logo chamou minha atenção, acostumado com a afro-ásio-euro-mestiçagem do Sudeste.

  49. Cactus

    -

    14/05/2008 às 12:27

    Imagine-se uma pessoa que vai ser operada. Existem dois bons médicos. Um branco e um negro.

    O paciente, que não conhece nenhum dos dois, vai logo pensar em não ser operado por quem entrou na faculdade através de cotas, e isto é óbvio. Taí a fabricação do racismo.

  50. Cactus

    -

    14/05/2008 às 12:21

    A reportagem do Jornal Nacional, de ontem, disse que os negros recebem 50% menos que os brancos.

    Como foi feito este cálculo ? Aí eles não explicaramm.

    Por acaso um gerente negro recebe 50% a menos que um gerente branco ? Ou um escriturário que trabalhe do seu lado, por acaso recebe 50% menos que um escriturário branco. E por aí vai…

    Quanta mentira nojenta.

    Se o cálculo foi feito de maneira geral, pegando-se o número absoluto de brancos e seus salários e comparando com os dos negros existentes no país, aí sim pode estar correta a estatística, pois a maioria dos cargos mais importantes são de brancos, isto é visível, entretanto aí é uma outra questão a ser debatida e resolvida, e não é com a fabricação de cotas que será solucionada.

    Mas dar a impressão de que todo negro recebe 50% menos é manipular opiniões e ser ridículo.

  51. Wilson1

    -

    14/05/2008 às 12:11

    Reinaldo, sem dúvida, eles têm muita influência. Tudo, parece, estar a favor deles, mesmo que seja uma fraude evidente; como esse caso de incluir mestiços como negros. Ora, a tendência de nós brasileiros é de que a medida que as gerações vão passando sermos todos mestiços.
    Outra coisa, Reinaldo, por que não há um levante dos brancos pobres, que agora são os descriminados? Por isso que eu digo o poder deles está se tornando abissal. Ainda bem que há jornalistas iquais a você, que resistem ao patrolamento dos esquerdopatas.

  52. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 12:07

    Reinaldo,a respeito do IPEA,conversando com um conhecido que la trabalha,disse me que aquilo acabou como local de excelencia,foi tomado pelos militantes do PT.Uma pena.

  53. floripanews

    -

    14/05/2008 às 11:51

    Já que ultimamente nem o executivo nem o legislativo tenham dado sinais de uma referência positiva para o Brasil, esperamos - e torcemos - para que o STF se firme como tal!

  54. Cactus

    -

    14/05/2008 às 11:50

    A tese da cor da pele é ridícula e tecnicamente não existe. Ela se arrebenta com uma simples pergunta.

    A partir de que tom de cor pode-se ser considerado negro ??? Mais ou menos marrom, meio-marrom, moreninho ou o quê ?

    Sugiro que na reinvidicação das cotas, as faculdades tenham um mostruário padrão afixado para a comparação da pele (!).

    Eu, por exemplo, tomei bastante sol neste fim de semana, acho que estou apto a receber a minha cota…

  55. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 11:46

    Que Deus e a sabedoria jurídica iluminem as cabeças dos juízes do STF e suas consciências.

  56. zu moreira

    -

    14/05/2008 às 11:45

    “A tarefa não é simples porque o lobby racialista é gigantesco e rico”

    Que dureza, hein?

  57. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 11:39

    Você disse tudo, tio Rei, a unidade do país está nas mãos do Supremo.
    Que Deus ilumine os ministros do STF, dando-lhes isenção, liberdade e lucidez para votar a favor do Brasil.

  58. simplesmente maria

    -

    14/05/2008 às 11:18

    Se os negros são maioria, por que as cotas para eles?

  59. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 11:16

    Rei,

    desculpe fugir ao tema, mas qual sua opinião sobre a proibição dos comerciais de bebidas alcoolicas?

    A minha é a seguinte:
    É extremamente desagradável o comercial que tem sido veiculado contra a maior regulação na propaganda de bebidas alcoólicas. O comercial afirma que a “liberdade de muitos” não pode ser diminuída pela “irresponsabilidade de poucos”. Estes senhores esquecem que o álcool destrói famílias e é a origem de muitas causa mortis pelo mundo, vide os acidentes de trânsito. Acontece que quando a “liberdade de poucos” afeta a vida de “muitos”, a sociedade não só tem o direito como o dever de proteger-se. Será que a bem sucedida experiência em relação ao tabaco não serviu para nada? Gostaria que os responsáveis por este comercial convivessem apenas um dia em clínicas de reabilitação ou no lar de tantas famílias afetadas, tantas que chega ser difícil defender que são “poucos” os irresponsáveis. Por fim, o nível moral dos comerciais de bebidas alcoólicas são reprováveis pois denigrem a mulher e esquecem do produto em si.

  60. Nicão

    -

    14/05/2008 às 11:08

    Deus abençoe e ilumine aquelas “cacholas” do nosso Supremo! É a última fronteira da esperança de um mínimo de bom senso, coerência, espírito público - para sequer entrar no mérito legal - da salvação da normalidade institucional brasileira, que não anda, convenhamos, “aquela Brastemp”.
    Com essa caterva que tomou de assalto o setor público, de alto a baixo, estamos tendo muito mais sorte do que lei.
    Deus os - e nos! - abençoe!

  61. Betina

    -

    14/05/2008 às 11:07

    Rei

    E já estão preparando outra para influencar o STF!
    Veja no UOL reportagem: NEGRAS GANHAM 51% MENOS QUE BRANCAS!
    É tudo articulado e pensado!

    Quanto às ONGS com tanta grana doada pelo governo federal e entidades estrangeiras o que garante é apenas que muita grana deve escorrer pela sarjeta da propina!

    Petralhas são movidos a propina. Se fizer grampo autorizado com certeza teremos ministros, deputados, senadores e por que não até presidente enchendo a bufunfa de euros??
    Este país na era PT está sendo saqueado em todos os sentidos!!

  62. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 10:55

    Estive na reserva Raposa Serra do Sol em 1995. O que vi lá foram índios totalmente aculturados, integrados à sociedade, participantes do mercado. Situação totalmente diferente da Reserva Yanomami, que também visitei. Não estou a favor dos arrozeiros. Mas cada caso é um caso e nem todo dia é dia de índio.

  63. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 10:37

    LÁ VEM MAIS UM!

    Li, há pouco, neste blog, que o tal novo ministro Carlos Minc também foi assaltante e guerrilheiro juntamente (e sob o comando) da mentirosa Dilma?
    MEU DEUS! A cada um que chega ao governo Lulla traz consigo um currículo de bandidagem, assaltos, seqüestros e roubos!
    Aonde vamos parar?!

  64. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 10:35

    Reinaldo,

    Cota racial é crime.

    Estabelecer cotas na legislação equivale a instalar um aparthheid reverso. As cotas nos Estados Unidos tinham alguma lógica já que havia discriminação racial leaglizada em alguns estados. O que vai acontecer aqui é que, estaremos estabelecendo a legislação racista americana que deu origem ás cotas, ou seja, no futuro , se esta babaridade passar, aqueles que se sentirem prejudicados vão exigir reparação e provavelmente vão brigar por cotas para brancos. E os mestiços como ficam? Enfim, vamos estar inaugurando oficialmente políticas racistas legais neste país. Será a legalização do inferno.

    Outro ponto é que a lei é ofensiva aos negros. São tratados como deficientes que precisam de privilégios para sobreviver. Não entendo como os negros não se revoltam contra isso.

    Finalmente, pelo lado prático, a proposta não resolve, porque o problema está errado. O real motivo da desigualdade de oportunidades é a baixa qualidade do ensino público nesse país, que atinge a todos os pobres, de qualquer cor.

    Que Deus ilumine o STF. Livre-nos desse pesadelo infernal que poderá destruir definitivamente nossa sociedade.

  65. gustavo

    -

    14/05/2008 às 10:25

    Sobre o imbróglio, duas notícias que passaram despercebidas parecem-me pertinentes e lançam um verdadeiro holofote sobre a questão. Primeiro, que uma das tribos ligadas ao CIR adotou um processo de “purificação étnica”, proibindo casamentos entre índios e não índios. Segundo, que um dos líderes do CIR deixou claro, em entrevista coletiva, que a demanda seguinte à demarcação contínua da Raposa Serra do Sol é a obtenção de soberania. Seguem os links:
    - http://64.233.169.104/search?q=cache:e3z2aXozYSEJ:www.exercito.gov.br/resenha/domingo/homepage.htm+%22Tuxauas+v%C3%A3o+controlar+casamentos+com+brancos%22%5C&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=3&gl=br
    - http://www.alerta.inf.br/Geral/1306.html

  66. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 10:13

    Os argumentos do Reinaldo são irrefutáveis. Texto brilhante, como sempre. Parabéns.

    (R)

  67. Roby

    -

    14/05/2008 às 9:57

    O Supremo Tribunal Federal é um dos poucos órgãos que, aparentemente, ainda não sucumbiram ao rebaixamento ético e moral que nestes últimos cinco anos vem corrompendo todas as instituições democráticas.
    Vamos torcer para que os ministros não se deixem levar pela ideologia dessa “nova hegemonia” apregoada pelo lulo-petismo.
    Se eles falharem, acho que não há mais saída. Só mesmo o aeroporto.

  68. Marco

    -

    14/05/2008 às 9:53

    Prezado Reinaldo,

    Pediria que você desse especial atenção ao texto abaixo que, a meu ver, ajudar a desmistificar a falácia racista do IPEA apontando-lhe a origem dos conceitos, em especial a parte que fala que o cruzamento entre um branco e um preto resulta em um preto. Um abraço.

    Marco Antonio - Curitiba (PR)

    ‘Como uma pessoa comum pode conviver com sua consciência após assassinar inocentes? A resposta: fica mais fácil dormir à noite quando se acredita que seus atos trarão o bem à humanidade. Hitler convenceu os alemães – e muitos estrangeiros – de que, após o massacre, nasceria um mundo melhor.

    Isso pode soar absurdo hoje, mas era um fato aceito pela ciência da época. “O Holocausto não ocorreu no vácuo. Ele seguiu décadas de crescente aceitação científica à desigualdade entre os homens”, diz o alemão Henry Friedlander, historiador e autor de The Origins of Nazi Genocide (“As Origens do Genocídio Nazista”, sem versão brasileira). Friedlander se refere a um conceito nascido no século 19 nas melhores universidades: a eugenia.

    A eugenia surgiu sob o impacto da publicação, em 1859, de um livro que mudaria para sempre o pensamento ocidental: A Origem das Espécies, de Charles Darwin. Darwin mostrou que as espécies não são imutáveis, mas evoluem gradualmente a partir de um antepassado comum à medida que os indivíduos mais aptos vivem mais e deixam mais descendentes. Pela primeira vez, o destino do mundo estava nas mãos da natureza, e não nas de Deus.

    Darwin restringiu sua teoria ao mundo natural, mas outros pensadores a adaptaram – de um jeito meio torto – às sociedades humanas (veja o quadro desta página e da anterior). O mais destacado entre eles foi o matemático inglês Francis Galton, primo de Darwin. Em 1865, ele postulou que a hereditariedade transmitia características mentais – o que faz sentido. Mas algumas idéias de Galton eram bem mais esquisitas. Por exemplo, ele dizia que, se os membros das melhores famílias se casassem com parceiros escolhidos, poderiam gerar uma raça de homens mais capazes. A partir das palavras gregas para “bem” e “nascer”, Galton criou o termo “eugenia” para batizar essa nova teoria.

    Galton se inspirou nas obras então recém-descobertas de Gregor Mendel, um monge checo morto 12 anos antes que passaria à história como fundador da genética. Ao cruzar pés de ervilhas, Mendel havia identificado características que governavam a reprodução, chamando-as de dominantes e recessivas. Quando ervilhas de casca enrugada cruzam com as de casca lisa, o descendente tende a ter casca enrugada, pois esse gene é dominante.

    Os eugenistas viram na genética o argumento para justificar seu racismo. Eles interpretaram as experiências de Mendel assim: casca enrugada é uma “degeneração” (hoje sabe-se que estavam errados – tratava-se apenas de uma variação genética, algo ótimo para a sobrevivência). Misturar genes bons com “degenerados”, para eles, estragaria a linhagem. Para evitar isso, só mantendo a raça “pura” – e aí eles não estavam mais falando de ervilhas. O eugenista Madison Grant, do Museu Americano de História Natural, advertia em 1916: “O cruzamento entre um branco e um índio faz um índio, entre um branco e um negro faz um negro, entre um branco e um hindu faz um hindu, entre qualquer raça européia e um judeu faz um judeu”.

    As idéias eugenistas fizeram sucesso entre as elites intelectuais de boa parte do Ocidente, inclusive as brasileiras. Mas houve um país em que elas se desenvolveram primeiro, e não foi a Alemanha: foram os EUA. Não tardou até que os eugenistas de lá começassem a querer transformar suas teorias em políticas públicas. “Em suas mentes, as futuras gerações dos geneticamente incapazes deveriam ser eliminadas”, diz o jornalista americano Edwin Black, autor de A Guerra contra os Fracos. A miscigenação deveria ser proibida.

    Programas de engenharia humana começaram a surgir, inspirados por técnicas advindas de estábulo

  69. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 9:50

    Todas as pesquisas desse governo são manipuladas. O próprio IBGE já emitiu dados no passado contrariando os de hoje. Foi um dos primeiros órgãos amordaçados e aparelhados pelo petismo após a divulgação daquela famosa pesquisa onde aparecia que o principal problema dos brasileiros não era a falta mas sim o excesso de comida (aumento de casos de infarte decorrentes da obesidade). Oras, se o brasileiro está ficando cada vez mais gordo e morrendo cada vez mais de infarte, onde está a fome do “Fome zero”? Está somente na propaganda governamental.
    Qualquer teoria científica que se preze deve ter compromisso com a realidade. A isso chamamos empirismo. Qualquer teoria que fuja a essa regra não é ciência: é mera ideologia (Popper explica que o socialismo, por exemplo, é uma fraude científica justamente por isso).
    Oras, se as tais pesquisas são um “fato científico” por que elas não encontram comprovação na prática? Se Lula tem a aprovação que diz que tem, para que selecionar platéias e para que tantos seguranças? Eu não tenho 70% de aprovação e ando sem seguranças pelas ruas. Por que Lula, que diz ter 70% de aprovação, precisa de tantos seguranças e um general a tira-colo? Por que não passa no simples exame da realidade: em estádio lotado leva vaia estrondosa. Oras, óbvio que estamos frente a mais uma fraude científica.
    A ciência e os institutos de pesquisa (aos quais a sociedade se submete carneiramente) funcionam com dinheiro. Quem tem dinheiro “dita” o conteúdo dessas instituições. Ou vai me dizer que as pesquisas não estão a venda principalmente a um partido que adota prática megalomaníacas e totalitárias?

  70. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 9:47

    Depois de Quércia Kassab agora corre atrás do apoio de Maluf… Não vai dar para votar no sujeito, essa aliança é a casa da mãe Joana, tá igualzinho a base governista de Lula, não dá!

  71. AC

    -

    14/05/2008 às 9:43

    Os “dados” sobre o Nordeste evidenciam a “mecânica” da fraude, como vc disse: transformar todos os mestiços - de brancos com índios ou de mestiços com mestiços - em negros.

  72. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 9:34

    Algo que não entendo:
    Por que a descendencia negra se sobrepõe à branca na definição “racial”??

    Por que uma pessoa com pais branco e preto é definida como preta?

    Por que se essa mesma pessoa tem filho com uma pessoa branca, esse filho sera considerado preto?

    No Brasil quem na verdade é preto ou branco é algo impossivel de dizer! Classificar uma pessoa “morena” como preta é coisa de gente má intensionada!!!!

  73. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 9:28

    Sou branco e fui educado de forma a considerar que todos eramos iguais, independente de cor. Valores dos quais sou grato por ter herdado de meus pais!

    No entanto vejo que ONGs, partidos politicos e governo pregam que eu estou errado, que na verdade somos diferentes, devemos ter direitos e obrigações diferentes. Me vejo alvo de discriminação racial destes grupos racistas.. dizem que tenho divida histórica com a comunidade negra, mas espera ai, oq foi que fiz pra herdar essa divida? Por que pela minha cor de pele devo ser preterido em concursos publicos, ou vestibulares??!?!

    Sinceramente, fico muito ofendido com os negros, de minha convivencia diaria, que são favoraveis às “politicas afirmativas”; para o bem de um não é necessario o mal de outro; como aprendi desde cedo: estamos no mesmo barco, pq não trabalharmos juntos pra q todos tenham condições de vida mais digna?

  74. Uber

    -

    14/05/2008 às 9:25

    Meeeedo!
    É de dar medo essa gente movida a ignorância e revanchismo.
    Como a dispusta de classes não está sensibilizando mais gente como antigamente devido a queda da máscara da esquerda no poder, esses desordeiros investem agora na dipusta de raças para recriar sua massa de manobra.

  75. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 9:21

    Apenas o uso do termo “racismo” demonstra a ignorância daqueles que pleiteiam o sistema de cotas. Como a hipocrisia domina o mundo contemporâneo e temos também que engolir o tal comportamento “politicamente correto”. Se entendermos que previlegiamos o nosso grupo familiar é natural que tenhamos mais consideração com os grupos sociais com os quais mais nos identificamos. Isso não tem nada a ver com o que chamam de racismo. A hipocrisia do politicamente correto obriga as pessoas a se manifestarem anti-racistas no falso conceito que criaram sobre tal. A verdade é que não existe uma única pessoa no mundo que possa se dizer anti-racista, nos termos que apregoam o racismo. Chega de hipocrisia, chega de discriminação às pessoas que lutam e buscam sucesso na vida sem protecionismo e contra legislação discriminatória com interesse unicamente eleitoreiro.

  76. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 9:10

    Reinaldo,

    Bom dia!

    Excelente texto!

    Para detalhar profundamente todo contesto apresentado e bem denunciado por você, sugeria-lhe (com sua permição) apenas uma correção ou melhor, Observação, para não contribuir com uma das ONGs velada para uma maioria do povo mundial e principalmente aqui no Brasil, a saber:

    Onde você aponta muito bem, os que apóiam essa separação entre brasileiros, no assunto sobre reservas;

    “Dos 19 mil que vivem na região, apenas 7.739 estão subordinados ao Conselho Indígena de Roraima (CIR), a entidade que luta para expulsar os não-índios, com o apoio da FUNAI, da Igreja Católica local e do governo federal.”

    Acrescentaria, aspas na palavra Católica para citar a “igreja” daquele contesto, reforçando a sua colocação da palavra local.

    Sabemos que a CNBB tem uma sala alugada para a “”C”DD” em seu (da CNBB) edifício.. Em Brasília a CNBB se mostra contraria ao aborto, a “C”DD financiada com verbas dessas fundações e usando o nome de “católicas”, tentam implantar no Brasil a lei que descriminaliza o Aborto.

    No entanto, CNBB (com uma maioria de Bispos, quase todos) e CDD juntas (cada qual na sua “função”)são contrários ao Reinado do Papa. Em quais locais se encontram esses bispos, vemos pelas reações de silencio que Uivam a cada das Encíclicas e Motu Próprio feita por SS o Papa Bento XVI.

    Bem…, quanto trabalho (assunto) só para observar ou sugerir, aspas na palavra católica naquele seu contesto.

    Bom dia, Reinaldo.

  77. Jose Pacheco Filho

    -

    14/05/2008 às 9:06

    MESTRE REINALDO.

    Bom dia. Muito bom dia mesmo. Não imagina como estou contente em participar deste blog.Ontem mesmo ao entardecer,recebi dois telefonemas e um e-mail de conhecidos de Santos.Todos cumprimentando meu comentário de ontem que teu blog publicou.Não fiquei contente apenas por notar que sou lido,mas e principalmente pelos motivos principais de estes amigos terem se dado ao cuidado de me telefonar e teclar.E o motivo principal foi porque em meu já dito comentário ressaltei a tragédia que tirou no passado os sonhos do Sr. LOVECHIO.Gostei muito da pequena mas sincera repercussão constatada.Ainda mais por ter entre os dois telefonemas um vindo de um advogado.Por ética não direi nomes,mas adianto que meu filho não foi.Meu filho está em lua de mel.Esta na Terra Santa para onde partiu logo após ter se casado no dia 03 próximo passado.Estou certo que no seu retorno irá comentar o que eu escrevi.MESTRE,demonstrada minha alegria volto ao motivo de estar teclando agora para entrar em mais uma agradável tarefa de comentar em teu blog.Vamos em frente.
    Hoje 14 de maio segundo o Evangelho é dia de lembrança do que para mim e muitos outros, pode ser o maior e a base dos demais ensinamentos que o Filho de Deus nos deixou. Amai-vos uns aos outros. E pela liturgia é dia de louvar São Matias. São Matias foi o escolhido dos apóstolos para ocupar o lugar de Judas. Portanto Mestre não estará agora no botequim. Fico na sala de aula. Procurando conter meu entusiasmo para ficar enquadrado dentro de um sentimento de amor coletivo entre todos que estão neste blog.
    Tua coluna hoje nos oferece uma variedade de opção em diversos assuntos. Permaneço nesta aula, mas comento a expectativa de que o Supremo seja sábio em suas decisões e o destaque maior que eu considero ser a demissão de MARINA DA SILVA. Até por assimilação da liturgia do dia que fala exatamente de substituição e Judas etc. meio temerário fazer comparações de lula e suas presepadas com figuras Evangélicas de respeito. Mas falando e comparando com Judas fico mais a vontade e digo:- Aqui temos o apedeuta traindo mais uma de suas companheiras do pt.O sapo barbudo não respeita nem considera ninguém que tenha a ousadia e a coragem de ir de encontro aos seus caprichos,planos de permanência no poder.Ontem no meu comentário para o sr. hespanhol eu afirmei que lula se julgava o Maximo em tudo lembram?Ai esta provado que eu não me enganei.Também ontem eu afirmei que ele é traidor e novamente fica provado.Lembro que ele já traiu muitos de seus companheiros.Faz que apóia e manda que despachem seus críticos.Heloisa Helena foi traída e expulsa do pt.Agora Marina é a bola da vez.E dona dilma não perde por esperar.Penso até que já está na mira. Enquanto ela se prestar ao papel ridículo de se deixar anunciar como mãe do Pac,e futura candidata do pt,estará mamando do salário e mordomias pelas quais lutou em sua juventude.Se sua luta tivesse sido realmente pelas causas que as justifica ela não deveria estar hoje servindo a um governo corrupto e corruptor.Este papo furado de afirmar que lutou por ideais não cola mais.Se verdadeiro fosse ela teria sido honesta e poderia abrir o jogo no Senado.Ao contrário mentiu e escondeu a verdade.Lamento que o Mão Santa não atentou.Atentai Senador.Atentai Senadores,a mulher mentiu.O que mais os senhores necessitam?Caçamba! Mais um pouco e estarei afirmando que o ex-presidente Collor foi injustiçado. Embora o mar de lama só o pegasse pelo Elba não foi?
    MESTRE terá ao menos o prazer de tornar a ouvir MARINA DA SILVA na tribuna do senado. Não com o ímpeto de Heloisa Helena, mas com as mesmas Verdades. Dias melhores eu espero da casa do povo. Dias melhores virão. Sei que uns poucos Senadores festejarão este retorno da titular. Também sei que muitos senadorezinhos não ficarão satisfeitos com o retorno de MARINA. De minha parte agora sim vou ao nosso botequim e tomar doses da cachaça Verdade. Beberei a vontade. Lá não tem cotas nem racismo. Convido branc

  78. casa

    -

    14/05/2008 às 9:06

    Juízes e MP criam Frente para combater PEC da Bengala
    A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público no Congresso Nacional irá manifestar hoje (13) ao presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), o seu “total repúdio” à aprovação da PEC 457/2005 - mais conhecida como “PEC da Bengala” - que aumenta de 70 para 75 anos a idade-limite para aposentadoria na magistratura. Para combater o projeto de autoria do deputado Jader Barbalho, a Frente irá promover um ato público na próxima semana, na Câmara. “A PEC da Bengala é lamentável e somente serve para engessar a progressão na magistratura”, afirmou o presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Walter Nunes. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), apesar de não integrar a Frente, também tem se posicionado frontalmente contra a aprovação do projeto.
    Deveriam dizer claramente, que o projeto visa a preservar ás concessões dos donos de cartórios.
    Todos são contra o monopólio estatal, todos são a favor da livre concorrência de mercado, “para os outros” para si, é direito adquirido, como sempre.
    Chegaram a dizer que o projeto tinha endereço certo, buscava proporcionar a certo Ministro, acessar a presidência do STF.
    Até pode ser que o mesmo beneficie-se com a mudança, porém, muito além disto, está o intuito do projeto, ou seja, desejo dos donos de cartórios, perpetuarem-se nas concessões.

  79. talon d'achille

    -

    14/05/2008 às 8:59

    Universidades Públicas:

    1. há vagas para cotistas;
    2. vagas para cotistas afrodescendentes e indígenas não foram preenchidas (ou seja, ainda HÁ VAGAS);
    3. vagas para cotistas foram ‘canibalizadas’ por oriundos da ‘bourgeoisie noire’;
    4. Reinaldo, ‘bourgeoisie noire’,taí uma bela sugestão de pauta!
    5. Não seriam as cotas um movimento burguês?

  80. Henrique

    -

    14/05/2008 às 8:55

    Como sempre o critico arduamente pelas bobagens jurídicas e/ou políticas que você costuma escrever, faço aqui um voto de agradecimento pelo relato em relação às cotas raciais, totalmente coerente. De fato, um dos (NEGRO) integrantes do manifesto dos “113″ mostra realmente uma coisa: hoje, no nosso país, a discriminação se dá pelo dinheiro, pelo valor social. A cor não tem nada a ver com isso. Quer ver um exemplo? Imagine o filho do Joaquim Barbosa (STF). Você acha mesmo que ele terá menos oportunidades que um estudante branco de um CIEP de Belford Roxo? Criar falácias racistas é a síndrome da escravidão: os próprios negros, em sua maioria (como um grande amigo meu, que é negro, me confidenciou), são preconceituosos em relação à raça. Ora, como instituir uma cota só com base na cor? Será que é justo que um negro rico tenha mais oportunidade que um branco miserável? Considero as cotas de colégios públicos (aliada à comprovação de renda, obviamente) um avanço. Mas a de cotas raciais um retrocesso em relação à mentalidade, como se não conseguíssemos superar nossos traumas do Império e do século XX.

  81. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 8:48

    Para o Zé: nesse esboço de capitalismo que é o Brasil, nem sempre o melhor tem lugar. E doído ouvir isso, é. Mas não podemos exigir que o patrão contrate pelo merito, afinal o dinheiro é dele.

    O que acontece na minha ótica: para uma pessoa das ditas minorias(mulheres, negros, indios, orientais)conseguir a vaga de destaque, ele tem que ser muito bom, bom de verdade. Trabalho numa empresa e fui testemunha disso em várias oportunidades.

    O que pega e isso é fato, e vocês podem perceber a sua volta: esses grupos dificilmente conseguem manter o padrão em suas corporações. E quando falo de padrão, falo da rotina de trabalho, na concepção de pensamento enfim, o que chamamos de berço.

    Eu faço parte dessa minoria que só escuto aqui ” , pobre, cristão, heterossexual” e por isso falo de coração.

    Na maioria das vezes que nossa empresa contratou alguém das diats minorias, mais hora ou menos hora, ele “pisava na bola”. E usava sua condição de minoria para eviatr ser demitido. Você acha que alguém vai querer enfrentar esse peso na rotina de trabalho?

    Eu acredito que mais sincero é nos EUA, em que as ditas minorias tratam de crescer entre seus pares e se vão se misturar, pelo menos não queiram adequar o ambiente à sua vida, e sim se adequar a nova vida.

  82. becky

    -

    14/05/2008 às 8:47

    Análise perfeita, como todas que concernem discriminação, liberdades e democracia!

    Para eles preto+branco=negro; por que não preto+branco=branco?
    A discriminação já começa daí…
    Ontem o Ministro da Justiça, depois do seu encontro com o grupo a favor das cotas já declarou a sua posição: “Eu sou a favor das cotas” disse ele. Acho que como Ministro de todos não deveria.

    “Tudo indica, aliás, que o laudo antropológico que acabou definindo a área como reserva indígena contínua foi uma fraude — a fraude da militância.”
    Eu vi ontem alguem falar que houve fraude mesmo, no papel, tipo recortar e colar. Infelizmente não anotei o nome. Em algum momento vão desmascarar a fraude, além da fraude da militância.

    PS: Foi entregue ao STF a Petition a favor do general Heleno?
    Por que não remeter as assinaturas à carta DOS 113 CIDADÃOS ANTI-RACISTAS CONTRA O RACISMO?

  83. DISCIPLINADOR AZUL

    -

    14/05/2008 às 8:46

    Eu defendo a Constituição sempre,portanto:
    -A política de cotas é ilegal
    -A reserva é ilegal
    -Proibir passeatas é ilegal
    Curto e grosso.

  84. O Lula quer uma guerra da secessão brasileira?

    -

    14/05/2008 às 8:41

    Esse governo está ficando perigoso: gera crises e necessidades com a finalidade de aparecer como grande solucionador.

    O que está querendo? Reproduzir aqui a guerra da secessão americana amparada no regionalismo exacerbado e no racismo odioso?

    Haja burrice e mau caratismo, essa mistura explosiva que o Supremo tem de extinguir e rápido.
    Mineirinha

  85. Cris

    -

    14/05/2008 às 8:41

    Não acredito em gente que faz da cor da pele profissão. Indio, branco ou negro. Quem faz disso ganha-pão.
    Creio que o STF vai usar de bom senso e lucidez e acabar de vez com esta loucura toda.
    Já diz Mão Santa, citando não-sei-quem: a ignorãncia é audaciosa!
    E os negros e indios profissionais, baseados em seus delírios de superioridade (sim, sim, sim, se acham muito superiores aos outros brasileiros), calcados na ignorância e na má fé, certamente serão colocados no seu lugar: junto a TODOS os brasileiros.
    Essa gente é tão “tansa”, que parece desconhecer que os portugueses já eram conhecidos pela facilidade de miscigenação, desde sempre, muito antes de aportarem por aqui. Ignoram que eles,ao chegar, tomaram como esposas as indias daqui. Negros tomavam indias como mulheres. Brancos tinham amantes negras e indias, abertamente. Assim nasceu um país.
    Ignoram que a escravidão não foi invenção dos portugueses e era corrente naquela época, sendo praticada pelos próprios africanos, entre sí. Finalmente, ignoram que o Brasil só “andou” mesmo quando por aqui chegaram os italianos e outros europeus, pois antes disso éramos nada. Ignoram que o brasileiro é uma mistura de japoneses, italianos, poloneses, alemães, holandeses, franceses, indios, negros, árabes.
    Ignoram? Não. Preferem não saber.

  86. Rev. Marthon

    -

    14/05/2008 às 8:38

    Rey, tenho uma pergunta que é, obviamente, apenas retórica: se o Brasil é de maioria negra, e se as quotas estão sendo criadas para proteger as minorias, logo, elas serão aplicads para proteger os coitadinhos da minoria dos ‘brancos’?
    Quanta balela, não?!

  87. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 8:36

    MILITÂNCIA

    No caso da demarcação das terras indígenas na reserva podemos apostar todas as fichas que há fraude. Se tem ação da militância tem fraude porque é só o que sabem fazer: ganhar no grito.
    Já quanto às cotas raciais, trata-se de outra aberração. Que mágica é essa que querem tansformar 6% de pretos em 70%, sem levar em conta a miscigenação? No grito também.
    Que DEUS ilumine o Supremo para dar um basta nessa gente.
    Cadeia é o que merece essa militância separatista.

  88. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 8:31

    Reinaldo:

    Estou com IBGE e com o IPEA e não abro. Amanhã mesmo vou pedir cotas para brancos nas universidades e nas empresas. Tá resolvida a questão. Como os negros são maioria, os opressores, que paguem a conta e as benesses da minoria…

  89. Rodriguinho

    -

    14/05/2008 às 8:30

    Morei no Para por muitos anos. Segundo o IBGE, 75% da populacao eh de negros. Que sandice eh essa! Se me dissessem que 75% eram de caboclos (mestico de indios e brancos) eu acreditaria, mas de negros!!! Isso eh a maior mentira deslavada que jah ouvi

  90. José Carlos

    -

    14/05/2008 às 8:27

    Bom dia Rei!

    Parabéns pela lucidez. Esse artigo é tão verdadeiro, tão absoluto em meio as relatividades. Ah, Deus! Tomara que os Ministros do Supremo o leiam. Pois, quem sabe, ainda não pertençam à escola dos oportunistas, dos ignorantes, dos que acham que olhar um problema é manter-se na superfície fácil das coisas.

    Pode parecer, em princípio, não dizer muita coisa, mas insisto em postar aqui a frase de Mário Ferreira dos Santos: “A coragem é aquela virtude que consiste em não temer riscos, quando se deve fazer, o que se deve fazer.”

    Portanto, o covarde teme os riscos. Então, será que a Suprema Corte temerá os riscos? Se temer perderá a oportunidade de consagrar-se.

    Por favor i. Ministros pensem, peçam ao Espírito Santo, à Virgem Maria para que tenham discernimento.

    Não deixem que o mal justifique teses passadas. Vós sois, como diz Aristóteles, a Justiça animada.

    Entregue pois está a Nação em vossas mãos. Que Deus os ilumine. Amém.

    Obrigado Reinaldo por sua inteligência.

    Abraços,

  91. Roberto

    -

    14/05/2008 às 8:22

    Se forem aprovadas, então no caso da Raposa Serra do Sol, teremos pessoas que violam a cláusula pétrea, ou seja um bando de brasileiros traitores da pátria. E no caso das cotas raciais, teremos o racismo implantado no Brasil de forma oficial, onde os estudantes não passam por mérito mas sim pela cor da pele.

  92. pinga-fogo

    -

    14/05/2008 às 8:14

    Eu já acho que a população brasileira é 99% negra. Ou índia…
    O IPEA é que não entendeu o alcance da sua agregação estatística(chamem Karl Popper, urgente!).

    Eu só quero saber quantos, no Brasil, são 100% caucasianos? Ou na gaveta de quem está este dado?

    (Neguinho da Beija-Flor é mais branco que o lula? Vamos tirar a mãe-preta-do-cerrado, gente!)

  93. Blogildo

    -

    14/05/2008 às 8:14

    Pelo visto há mais negros no Brasil do que em todo o continente africano!

  94. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 8:04

    Os comentários do Blog são simplesmente fantásticos!

  95. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 7:59

    Se eu fizer uma obra aqui em casa, poderei exigir 20% só de pretos e o resto branco, ou só 5% de negão no meu quintal? E se o pedreiro for japoneis?

  96. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 7:56

    Esse “delírio racialista” é tática da canalha petista-comunista que, adotando a conhecida tática nazista-comunista de botar fogo no circo para vender seus extintores tóxicos, intenta dividir o Brasil para propor a monstruosidade de um estado socialista liderado por essa gente imunda, burra, maliciosa, safada!

    É absolutamente pavoroso ver o IPEA se prestar a esse tipo de serviço! É a minoria ativa e tagarela do IPEA que endossa aquele relatório tosco, primitivo e que não resiste a análise de um vestibulando de Direito. Muitos pesquisadores do IPEA estão revoltado com aquele lixo que foi publicado!

    Meu colega de faculdade, negro, que estudou em escola pública como eu, branco, que trabalhou, como eu, para pagar o cursinho, que fez, como eu, graduação em universidade pública, recentemente, em concurso, teve que ouvir comentário estúpido de que só fez faculdade por causa das tais cotas… O sistema de cotas É A DIVISÃO DO POVO BRASILEIRO… E já está sendo consumada, em Roraima, a DIVISÃO DO ESTADO BRASILEIRO…

    Essa gente, Reinaldo, não tem limites e está patologicamente determinada A NÃO PERDER A OPORTUNIDADE HISTÓRICA DE “RECUPERAR NA AMÉRICA LATINA AQUILO QUE O MOVIMENTO COMUNISTA PERDEU NO LESTE EUROPEU”!

    E, com as patas na riqueza do país, já tem organizado o seu exército terrorista para consolidar o plano macabro de contribuir com cadáveres brasileiros para ampliar a montanha de 100 milhões de mortos esculpida pelas mentes satânicas de seus líderes: Stálin, Mao, Fidel…

    Que Deus nos acuda!

  97. lasp

    -

    14/05/2008 às 7:51

    Lí as listas contra e a favor das cotas, esse estropício dividiu até a esquerda. É tamanho o absurdo, que até várias “cabeças coroadas” do esquerdismo tupiniquim estão contra.

    Na lista a favor existem alguns nomes de entidades que parecem piada pronta.

    Acho que essa tranqueira não passa.

  98. Ze

    -

    14/05/2008 às 7:47

    Caro Reinaldo
    Me preocupa, quando não me irrita, a maneira como se tem tatado o problema de cotas, sejam elas para qualquer atividade. Reluto em aceitar que um empresário, comerciante, em suma, um empregador deixe de contratar uma pessoa em razão de sua cor de pele. Mais ainda, mesmo em um país onde a lei é descumprida diariamente, temos as leis trabalhistas e os pisos salariais por categorias, que são respeitados pelos empregadores, os quais estão sob a vigilância, ou deveriam estar, do Ministério do Trabalho. Por isso minha dificuldade em aceitar os estudos e pesquisas que fazem do Brasil uma terra onde salários e empregos são regidos pela cor da pele. Não quero dizer que não exista o racismo. Infelizmente ele é uma chaga humana. Contudo, não podemos esquecer que o Brasil é um país multiracial sem segregação. Aqui todos que tenham vontade, capacidade e tenacidade, podem e devem buscar seu lugar ao sol. A quem interessa fazer de todos nós brasileiros um povo racista? Por que estamos a importar problemas que não os temos?
    Deixemos de perder tempo em falar sobre cotas. Falemos de políticas de Estado que levem a todos a igualdade de oportunidades, fazendo com que todos tenham não só os mesmos direitos, mas também os mesmos deveres.
    Grato
    Abraços do Infante

  99. Antonio Augusto Carvalho

    -

    14/05/2008 às 7:45

    Reinaldo,

    Permita discordar do termo “racialista”. É racista, com todas as letras e importância que esta agressiva palavra nos traz. É o que são e o que devemos repetir a cada manifestação desta gente. São racistas!

  100. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 7:35

    Meu caro Rei,
    Ontem, com a divulgação das “pesquisas” sobre a maioria negra no Brasil, veio-me um lampejo: assim como esta “pesquisa” é claramente manipulada, questiono - as pesquisas sobre o desempenho do govêrno dos petralhas, também não será… maquiada?
    Moro na cidade de Goiás, tombada pelo Patrimônio Histórico e pela Unesco. É uma cidade colonial que participou efetivamente do ciclo do ouro na história do Brasil.
    A pesquisa de ontem, em vários telejornais, afirmou que o Centro-Oeste tem entre 45% a 70% de negros em sua população.
    Pura balela. Em nossa região, a nossa cidade destaca como a mais antiga e a que realmente recebeu grandes levas de negros africanos para trabalhar na extração do ouro.
    Se você andar pelas ruas da nossa cidade, se for em qualquer lugar onde tiver uma aglomeração de pessoas: escolas, feiras-livre, igrejas, etc., vai perceber, claramente, que os negros são minoria.
    É só propaganda racista petralha. Sim, racismo petralha, porque estão discriminando os brancos, principalmente os brancos pobres que são, realmente, a maioria aqui no Brasil. E estão desamparados, sem saúde, sem segurança, sem emprego.
    FORA COM OS PETRALHAS!

  101. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 7:32

    DILMA SOVIETEF O CANHÃO BLINDADO PARA PRESIDENTE!!!!!

  102. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 7:32

    “Caminhando e cantando e seguindo a canção,
    Somos todos iguais braços dados ou não,
    Nas escolas, nas ruas, campos, construções,
    Caminhando e cantado e seguindo a canção,…”

  103. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 7:25

    O antropólogo está dizendo que sou preto. O geneticista disse que não existe raça. Acho que eu sou uma mentira. Ser ou não ser eis a questão… Não tenho cota, não tenho bolsa. Pirei!

  104. BIQUEI

    -

    14/05/2008 às 7:20

    ALIBARBUDO e seu governo, elevando o nome do país além fronteira,qual investidor, colocaria seu rico dinheiro,em um país, onde sabe que á JUSTIÇA,não funciona para os fraudadores,onde não existe JUSTIÇA,para quem rouba milhões,onde á JUSTIÇA,só é celere para quem rouba tostões,alguém têm dúvida, visite uma prisão,e lá só encontrará,”3p”de sempre,PRETO,
    POBRE E PUTA,e como tudo evoluí,
    existe uma nova mutação,POBRE de todas as côres e raças.
    La fisclía brasileña pide que se procese a un ex ministro y dos gobernadores 61 personas, acusadas de corrupción por fraude en licitaciones públicas
    Otro NUEVO escándalo de CORRUPCIÓN saltó ayer a la luz en Brasil, después de que el Ministerio Público Federal (MPF, fiscalía) pidiera ante el Superior Tribunal de Justicia (STJ) el procesamiento de 61 personas, acusadas de fraude en licitaciones de diversas obras públicas. Entre los denunciados figuran el ex ministro de Minas y Energía Silas Rondeau y dos importantes gobernadores, Teotonio Vilela (Partido de la Social Democracia Brasileña, PSDB), de Alagoas, y Jackson Lago (Partido Democrático Laborista, PDT), de Maranhão, así como los ex gobernadores João Alves Filho, de Sergipe, y José Reynaldo Tavares, de Maranhão.

  105. Anônimo

    -

    14/05/2008 às 7:17

    Grande Rei….
    Eu que acreditava que FHC fosse branco?????????????????????????
    ACORDA BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    O BRASIL é um pais com muitas bocas a alimentar precisa de toda proteina disponivel, não precisamos de vizinhos incomodos FARC, ONGS ALIENIGENAS, produzindo cocaina e roubando sub solo(mineral)
    100% REINALDO
    ACORDA BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  106. Hélio Pimentel

    -

    14/05/2008 às 6:37

    Antes de ler seu artigo, eu já estava pensando em fazer uma espécie de militância branca caso os racistas avancem.

    Nunca fui racista, tanto que sou casado com a filha de um preto e já fui casado com a filha de um mulato.

    Meus filhos nasceram brancos pelo acaso (a combinação genética poderia ter sido outra). Não quero que eles sejam questionados por causa da cor da pele.

  107. Galista

    -

    14/05/2008 às 6:36

    É, vê-se que o nazismo (nacional-socialismo) não acabou em 1945. Esperemos que o STF enfie uma estaca em seu peito carcomido.


 

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