14/05/2008
às 5:19Mesmo os críticos evitam ataques diretos a Marina
Na Folha:
Adversários de Marina Silva em questões como o uso de transgênicos e pecuária extensiva, integrantes da bancada ruralista no Congresso criticaram a atuação da ministra no Meio Ambiente. Mas ela também recebeu elogios no Senado de governistas e da oposição.
Vice-presidente da CNA (Confederação Nacional de Agricultura) e produtora agrícola, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) reconheceu a importância política de Marina, mas criticou sua atitude ideológica frente à pasta.
“Sem demagogia, eu tenho admiração pela história e a vida da ministra. Só que ela tem um componente ideológico fortíssimo que atrapalha o Brasil a crescer”, afirmou ela. “Quando se exagera no protecionismo você incentiva o crime. Quanto mais punitivo, mais você empurra a pessoa para o crime.”
Ronaldo Caiado (DEM-GO), um dos líderes da bancada ruralista na Câmara, lembrou que Marina dificultou os avanços na área tecnológica. “Os problemas que ela criou o próprio governo é que tem de explicar.”
Caiado, contudo, disse que preferiria “não crucificá-la”. “Afinal, ela não tomou as decisões sozinha. Sempre teve o apoio do presidente”, disse. “Até tenho muito respeito por ela. É uma das poucas pessoas no governo que têm posição.”
O presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou que a gestão da ministra representou um atraso para o país e que ela demorou para deixar o cargo. “A saída dela pode fazer com que o bom senso seja retomado nas questões ambientais. Havia uma carga ideológica muito forte, um preconceito contra o agronegócio.” “Ela atrasou muito o Brasil com a irracionalidade no trato de questões como os transgênicos.”
Adversários de Marina Silva em questões como o uso de transgênicos e pecuária extensiva, integrantes da bancada ruralista no Congresso criticaram a atuação da ministra no Meio Ambiente. Mas ela também recebeu elogios no Senado de governistas e da oposição.
Vice-presidente da CNA (Confederação Nacional de Agricultura) e produtora agrícola, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) reconheceu a importância política de Marina, mas criticou sua atitude ideológica frente à pasta.
“Sem demagogia, eu tenho admiração pela história e a vida da ministra. Só que ela tem um componente ideológico fortíssimo que atrapalha o Brasil a crescer”, afirmou ela. “Quando se exagera no protecionismo você incentiva o crime. Quanto mais punitivo, mais você empurra a pessoa para o crime.”
Ronaldo Caiado (DEM-GO), um dos líderes da bancada ruralista na Câmara, lembrou que Marina dificultou os avanços na área tecnológica. “Os problemas que ela criou o próprio governo é que tem de explicar.”
Caiado, contudo, disse que preferiria “não crucificá-la”. “Afinal, ela não tomou as decisões sozinha. Sempre teve o apoio do presidente”, disse. “Até tenho muito respeito por ela. É uma das poucas pessoas no governo que têm posição.”
O presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou que a gestão da ministra representou um atraso para o país e que ela demorou para deixar o cargo. “A saída dela pode fazer com que o bom senso seja retomado nas questões ambientais. Havia uma carga ideológica muito forte, um preconceito contra o agronegócio.” “Ela atrasou muito o Brasil com a irracionalidade no trato de questões como os transgênicos.”
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9 Comentários
Heitor Bonfim
-14/05/2008 às 20:37
Kátia-DEM “Quanto mais punitivo, mais você empurra a pessoa para o crime”. Sei, frase muito esquisita. Tá louco, meu, que frase mais absurda!
Anônimo
-14/05/2008 às 19:34
A MARINA EH CAFE COM LEITE. EH TRATADA COMO UM BIBELO. EXOTICO. CHEIA DE LIBERDADES POETICAS.
PIOR MESMO, EH ESSE BORIS FAUSTO, VELHO ABIXOLADO, QUE ESCREVEU NO ESTADAO SOBRE A NECESSIDADE DE UMA RESERVA DE AREAS CONTINUAS PARA OS CACIQUES JURUNAS DO MOMENTO.
O SUJEITO TEVE ESTUDO, E DA COMODIDADE DE SEU AP, EM SUA CASA BURGUESA, FICA PREGANDO O LUXO DE 80 QUARTEIROES CONTINUOS PARA CADA UM DOS 19000 INDIOS.
VTNMDSC, BORIS FAUSTO. VAI DORMIR NA MALOCA DESSES INDIOS, VAI MORAR COM ELES, VAI SE INFORMAR, SEU NIEMAYER DA SOCIOLOGIA.
MTS
Mauricio
-14/05/2008 às 16:14
A Amazônia não precisa de proteção, e sim de um modelo de desenvolvimento. Precisa propor alternativas econômicas para ocupação da população que hoje se envolve em desmatamentos ilegais. Precisa de menos reservas - já são milhões de hectares - e mais presença do Estado, de fiscalização.
Quando alguém no governo Lula entender isso verá que a solução é simples.
Anônimo
-14/05/2008 às 15:22
Reinaldo:
Para o samba do criolo doido:
MARINA prá PRESIDENTE DA BANÂNIA (quero ver minhocoçu na Av. Paulista) e TIÃO VIANA pro Meio Ambiente (o rei do desmatamento lá no cafundó do Acre.
O que vai sobrar ainda para o Brasil vai ser o FUNDO SOBERANO (do poço)
Se não fosse trágico seria cômico.
Surfista Prateado
-14/05/2008 às 12:30
Onyx matou. Já vai tarde a tal “ministra”…
Marcelo
-14/05/2008 às 10:45
Acho que é muito blá, blá, blá por alguém que tem o mesmo DNA dos outros petistas, que investem no mito próprio para reverter isso em proveito pessoal e do partido.
A lealdade desta senhora tem um endereço só: o lullo-petismo. Desde 2003 ela se esmerou em emprestar sua credibilidade midiática para encobrir as trapalhadas do governo Lulla, e de todo o séquito, na área ambiental.
Basta lembrarmos do “desempenho” da governadora Ana Júlia no quesito desmatamento, do episódio do adesivo “empresa oPTante” que dava salvo-conduto a madeira extraída ilegalmente, dos desmatamentos praticados por indígenas em reservas contoladas por ONG’s “petistas”, do atropelo promovido no caso do factóide lullista da transposição do São Francisco, do recuo na questão do rio Madeira, etc. Todos estes episódios mereceram o “prestígio” da (ex-)ministra Marina, para sacramentar os objetivos do lullismo e para limpar a barra dos petistas envolvidos em maracutaias.
Ela saiu não por ter seus princípios em relação ao meio-ambiente atingidos, mas por ter sua vaidade pessoal arranhada, e consequentemente sua personalidade mítica. Não fosse por isso estaria ainda ministra, chancelando qualquer “tratorada” do petismo no meio-ambiente. Sua carta de demissão mostra muito bem que ela continuará rezando no altar de Lulla. Ela só não quer é acabar no ostracismo político. Tirando isso, é igualzinha aos Delúbios da vida…
Roby
-14/05/2008 às 9:43
Não sei não. Acho que uma “autoridade” lulo-petista exercer um cargo qualquer com lhaneza e competência é uma verdadeira contradição de termos, mas essa moça, Marina Silva, pelo menos tinha uma posição, ainda que de duvidosa ideologia.
É mais provável que o próximo ministro seja alguém mais “afinado” com o Apedeuta, quer dizer, mais servil e pusilânime, e aí o que há de prevalecer é a vontade dos “valentes”, que já sabemos aonde vai dar.
O lulo-petismo é mesmo um destino, pois invariavelmente defende o que é prejudicial para o País.
Anônimo
-14/05/2008 às 9:43
Rey,
Irmã Marina,- lembra a noviça rebelde negra cantando para a floresta - alma de elevadíssima religiosidade em busca de caráter in materiae.
Convive com as rapinas fingindo não rapinar.
Daí a Amazônia turbada pelo esquerdismo hipócrita a serviço dos interesses de políticos safados,indíos trambiqueiros, ongs alienígenas, e tantos quejandos maus…
Galista
-14/05/2008 às 6:18
Atrasados. É isso que todos esses “progressistas” são. Mal chegaram - e chegaram mal - ao século XIX, e estão prolongando no atual toda a regressão que causaram no anterior.
ella é crente, não é? Pois vá para o diabo e nos deixe em paz, submarina!