16/01/2012
às 16:21Médico para quem precisa de médico e polícia para quem precisa de polícia
Sabem qual é o busílis do crack? Ele desorganiza a poesia dos laxistas, dos defensores da descriminação ou da legalização das drogas. E então se apela à tese da medicalização como alternativa à repressão policial, o que é, evidentemente, no que respeita à lógica e à argumentação, um truque baixo. Vamos pensar as duas questões.
Nos tempos pré-crack, a droga, do ponto de vista do consumidor, parecia mera questão privada, restrita ao indivíduo ou às famílias. O problema de segurança pública já estava dado, sabíamos. Os traficantes se dedicam, como é evidente, a outros tipos de crime além da venda de drogas. No extremo da delinqüência, sitiam áreas da periferia das grandes cidades - ou os morros do Rio - e impõem as suas próprias leis. O viciado, no entanto, era mais ou menos invisível.
Ainda hoje, em comunidades pobres - falo porque sei e vivi a situação, à diferença de alguns bobinhos endinheirados, que consomem droga protegidos por segurança privada -, “ser maconheiro” não é uma coisa boa, não. As famílias não aprovam; a sociedade rejeita. Inexistiam e inexistem áreas das cidades “ocupadas” por viciados, vivendo numa espécie de transe, dispostos a qualquer coisa. A invisibilidade do viciado facilitava, e facilita, o discurso laxista, do “deixa-estar”, do “cada-um-faça-o-que-bem-entender”.
O crack leva o viciado para o limite sem limites da abjeção, onde tudo é possível, e qualquer coisa é permitida. Se boa parte dos consumidores de maconha e de cocaína ainda consegue manter vínculos familiares e sociais, como emprego por exemplo, o viciado na pedra se desliga, vamos dizer assim, do mundo da produção. Pesquisa Datafolha indica que mais de 70% dos que têm moradia - isto é, dos que ainda não estão no estágio da sarjeta - moram sozinhos. A loucura do crack não é compartilhável a não ser daquele modo, os zumbis-mônadas, cada um imerso na própria loucura.
Essa droga, em suma, joga no lixo a tese de que o consumo é “só uma questão individual”, uma espécie de luta contra “o estado repressor”. O álcool, por exemplo, é, sim, um grave problema de saúde pública, ainda não devidamente abordado pela legislação, acho eu. Mas onde fica o “Vale dos Bêbados”? Inexiste! E não me venham com a tese ridícula de que é a ilegalidade que faz as cracolândias. A verdade está no contrário: é a tolerância com o crack, isto sim (na suposição de que se trata de um “problema social”), que criou essas áreas nas cidades. Chegamos ao ponto a que chegamos, e não só em São Paulo, porque a pedra passou a ser vista como uma fatalidade. Muito bem!
Os laxistas, no entanto, continuam refratários à ação da polícia para reprimir o tráfico e, evidentemente, impedir a formação, na marra, de uma comunidade de viciados, que funciona com leis próprias. Ora, imaginem-se as leis criadas por pessoas que perderam o discernimento. Não por acaso, 90% das mulheres que perambulam pela cracolândia são mães - quase sempre de filhos sem pais. Ou se prostituíram para conseguir a droga ou fizeram sexo sem proteção.
Ora, se a polícia não pode atuar, então fazer o quê? Aí vem a conversa do “Chamem os Médicos!” O liberou-geral teria como corolário um rigoroso programa de tratamento que supõe, como quer o Ministério Púbico, desde uma espécie de babá para refazer os laços do viciado com a família até a prioridade na fila por moradia gratuita - é o tal do “Pavlov às avessas”, como chamei, que compensa a transgressão.
A “medicalização”, acompanhada do trabalho de “prevenção”, substitui a repressão? Trata-se de uma tese estúpida. O trabalho da polícia coíbe o tráfico e, insisto, a formação de uma comunidade de “diferenciados” (como dizem os militantes tolinhos) que impõem a sua vontade, ao arrepio da lei, a cidadãos de bem, que lutam para ganhar a vida honestamente.
Assim, caros leitores, sempre que alguém vier com essa conversa de que droga é um assunto para médicos, não para policiais, responda que a imposição dos valores democráticos da Constituição, quando violados, na marra, por um grupo, é, sim, assunto para a polícia. Isso não pode ser feito por médicos ou psiquiatras.
Médico para quem precisa de médico e polícia para quem precisa de polícia! Que o governo de São Paulo não esmoreça e não ceda à pressão políticamente estúpida.
Tags: cracolândia


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65 Comentários
Paulo Nazareno
-17/01/2012 às 12:11
E no caminho havia uma pedra…
claudio
-17/01/2012 às 9:59
Meus caros,
Só um ponto relevante no problema das drogas ilícitas. Como sou economista e sei que a proibição gera uma montanha de renda, não sou ingênuo em acreditar que esta montanha de renda não seja a principal razão da proibição. Mas meu ponto é outro. O CRACK É FRUTO DA PROIBIÇÃO!!!!! As pessoas sempre se drogaram e sempre vão se drogar. Como estas práticas são ilícitas, o surgimento e a produção das drogas se dá sem nenhum controle estatal. Daí é fácil aparecer estes super-horrores (drogas feitas com querosene e água de bateria - olha o Oxi vindo aí). Se o álcool fosse proibido, as pessoas consumiriam substâncias alcóolicas da pior qualidade. É isto. Existe todo este problema atual complicadíssimo que requerem medidas urgentes complicadíssimas (concordo com o Reinaldo neste aspecto). Mas estou inserindo outro argumento. Se as drogas fossem legalizadas, a indústria criaria o crack sem estes efeitos colaterais terríveis que vemos hoje. É isto.
Saudações
Marcus Meyer
-17/01/2012 às 8:43
Talvez fosse o caso de todos, digo todos mesmo, abandonarmos nossos ofícios e nos entregar à droga. Se ninguém mais trabalhar, ninguém recolherá impostos e não haverá grana para financiar estes pulhas. Todos se surprienderiam com a velocidade que estes desgraçados votariam novas leis no Congresso Nacional para nos obrigar o retorno às nossas atividades e recolhimento dos impostos que os sustentam, regulamentando o consumo e comércio de drogas como crime hediondo!
Geneuronios
-17/01/2012 às 8:11
André Antunes-16/01/2012 às 23:23 …
Ô André, como é que é??? Álcool agregador social??? Qual o nome do teu BAR? Bota o endereço aqui. Aproveita e faz propaganda!
Geneuronios
-17/01/2012 às 8:09
jeremias-no-deserto-16/01/2012 às 20:59 escreveu …” com o narcotráfico, uma das mais rentáveis indústrias do mundo…,…pessoas judiciário, legislativo e no executivo, na Igreja, nas forças armadas, na indústria,são beneficiários dessa lucrativa indústria…”
Ô Jeremias !!!, voce acha que estas nobres pessoas estão ligadas ao narcotráfico? As igrejas evangélicas, tipo de gente fina como o Edir Macedo, tem ALGO a ver com esta fabulosa fonte de renda??? Não consigo acreditar!
Cil
-17/01/2012 às 4:22
Das cheias de 2008-2009-2010 em SC, PE, RJ e AL ainda há desabrigados vivendo em tendas de lona. Só estava faltando agora fazerem casa para viciado em detrimento dessas pessoas! Agora, além do bolsa vagabundagem, ainda teríamos que aguentar mais e mais gente se drogando para ver se recebe uma casa!
Roberto
-17/01/2012 às 4:08
Sempre que um grupo qualquer de pessoas privatiza um local público, seja por que motivo for, é necessária intervenção policial ou até das Forças Armadas. Isso nada tem a ver com legalização de drogas.
Não vejo grande diferença entre viciados em crack e alcoólatras. Todos tornam sua vida e de seus familiares um inferno.
Evidentemente cracolândias só existem porque o crack é ilegal. Se o crack fosse completamente legal, sendo vendido em qualquer botequim, cada viciado compraria a sua pedra, de maneira completamente descentralizada. O “Vale dos Bêbados” não existe porque essa droga é legal e está disponível em qualquer esquina.
Nilson Gabriel
-16/01/2012 às 23:44
Na mosca!
André Antunes
-16/01/2012 às 23:23
Texto impecável, mas não acho justa a colocação do álcool no mesmo patamar das drogas ilícitas, porque, embora traga inegáveis problemas, possui, no geral, saldo positivo. É uma agregador social de mais de 5 mil anos, presente dos Deuses na mitologia antiga (sobretudo de raiz helênica). Na forma de fermentação espontânea, é, mesmo, um “presente da natureza”. Acho que não há uma cultura que não tenha sua bebida fermentada, inclusive os ameríndios.
fortruth
-16/01/2012 às 22:35
Rei, sua argumentação é perfeita.
Com a chegada do crack e seus zumbis estou pensando que as ações contra as drogas estão ficando cada vez mais infrutíferas.
É claro que a ação da polícia em Sâo Paulo era necessária, mais que urgente e deveria ser copiada país afora.
Agora, fico pensando, que tipo de propaganda poderia ser feita para demonizar o crack…
Contra o cigarro foi fácil.
Os fumantes são os mais educados e inofensivos viciados e, no entanto, foram demonizados e aceitaram todos os limites. Cansei de ver amigos fumantes sairem do bar, do trabalho e do restaurante para fumar na rua e ainda sofrerem o olhar recriminador de uns e outros.
Quero uma campanha maciça que envergonhe os drogados.
Que desafio, né não…
Anônimo
-16/01/2012 às 22:04
Redução de crimes marca combate ao crack nos EUA
Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em Washington
EUA conseguiram reduzir criminalidade ligada a crack, mas número de usuários ainda é alto
Em janeiro de 1990, uma operação conduzida pela polícia de Washington e pelo FBI (a polícia federal dos Estados Unidos) resultou na prisão do então prefeito da capital americana, Marion Barry, por consumo e porte de crack. O escândalo, amplamente noticiado, mostrava que a chamada “epidemia de crack” que assolava o país não poupava nem mesmo as altas esferas do poder.
Hoje, 20 anos depois, os Estados Unidos conseguiram reverter os índices de criminalidade relacionada à droga, e sua experiência pode servir de exemplo para países que enfrentam o mesmo problema, como o Brasil.
“Até certo ponto, a abordagem policial usada em São Paulo é similar ao que foi feito nos Estados Unidos”, disse à BBC Brasil o pesquisador Russel Falck, diretor associado do Centro de Intervenção, Tratamento e Pesquisa em Dependência da Wright State University, em Ohio.
Desde o início deste ano, foi lançada em São Paulo uma operação policial para dispersar os usuários e traficantes da chamada “cracolândia”, no centro da cidade.
“Não há dúvida de que reduzir a oferta de crack nas ruas é uma parte importante da equação para solucionar o problema”, afirma Falck.
No entanto, apesar do sucesso na queda dos índices de criminalidade, o pesquisador afirma que a epidemia americana não acabou, já que o consumo de crack permanece alto no país.
“Nós ainda temos um problema aqui. Acho que uma mensagem importante é que não é possível solucionar o problema só com prisões. Colocar pessoas na cadeia sai extremamente caro. As autoridades deveriam considerar redirecionar parte desse dinheiro para tratamento e prevenção”, diz.
Medidas
O reforço do policiamento nas ruas, as prisões em massa e o endurecimento das leis contra o tráfico (com penas muito mais duras do que para outras drogas) são apenas algumas das medidas adotadas nos Estados Unidos para reverter a explosão de violência que marcou a epidemia de crack, período que vai de 1984 até o início da década de 90.
A taxa de homicídios no país, de quase 10% para cada 100 mil pessoas em 1990, foi reduzida pela metade.
Em Washington, o número de assassinatos caiu de 482 há 20 anos para 131 em 2010. Em Nova York, a queda foi de 2.245 homicídios em 1990 para pouco mais de 500 em 2010.
No entanto, a queda nos índices não pode ser creditada apenas à ação policial e às leis mais rígidas, e diversas outras teorias tentam explicar como os Estados Unidos conseguiram combater o problema, que atormentava não apenas as principais grandes cidades do país, como Nova York, Los Angeles ou Miami, mas também pequenas comunidades rurais no interior.
“Minha pesquisa sugere que não foi necessariamente uma intervenção do governo que solucionou o problema, mas sim a evolução de forças sociais e de mercado”, disse à BBC Brasil o economista Paul Heaton, analista da Rand Corporation e autor de estudos sobre o impacto da epidemia de crack nos Estados Unidos.
Segundo o economista, uma das explicações para a queda na violência é a acomodação natural do mercado do crack, passada a novidade dos anos iniciais.
“Uma das maneiras de pensar sobre o crack é como qualquer novo produto que chega ao mercado. Inicialmente, há várias companhias (ou, no caso, gangues rivais) competindo entre si. Mas com o tempo algumas poucas acabam ganhando o controle do mercado”, afirma.
Há ainda outras teorias que relacionam a queda na violência ao envelhecimento da população, mudanças demográficas ou até mesmo à legalização do aborto.
Usuários
Mas apesar do sucesso na redução dos crimes relacionados ao crack e de o consumo ter caído em relação ao pico da epidemia, os Estados Unidos ainda têm mais de 9 milhões de usuários (segundo os dados mais recentes, de 2010), e o fracasso na erradicação do uso da droga também pode servir de exemplo ao Brasil, dizem os especialistas.
“Apenas tentar desarticular o mercado de drogas, sem implementar outros programas para ajudar as pessoas que querem tratamento, não tem tantas chances de funcionar quanto uma abordagem multifacetada que envolva não apenas ação policial, mas também o fornecimento de serviços (aos usuários)”, diz Heaton.
Segundo Falck, falta nos Estados Unidos um esforço para prevenir o uso de crack, como houve em campanhas bem-sucedidas em relação ao fumo e ao álcool, ou mesmo a outras drogas ilícitas, como a maconha.
“Nunca houve nada parecido em relação ao crack. As campanhas educacionais com maior sucesso provavelmente ocorreram de forma espontânea nas comunidades em que as pessoas viram seus amigos e familiares serem devastados pela droga. Isso serviu como um exemplo e uma razão para não se envolverem com crack”, diz o pesquisador da Wright State University.
Falck observa ainda que oferecer tratamento é uma questão “extremamente problemática”, já que há apenas terapias sociais e psicológicas disponíveis e que estudos indicam que a maioria das pessoas que usaram crack “além do estágio experimental” continuam a usar a droga por longos períodos, mesmo se forem tratadas.
“Ação policial e tratamento fazem parte da equação, mas sozinhos não são a solução para o problema”, diz Falck.
Luiz Antonio Rossi
-16/01/2012 às 21:51
Alguem já perguntou a opinião dos parentes desses ZUMBIS?
Algum desses ENTENDIDOS quis saber do sofrimento e da angustia pela qual passam os filhos, pais e irmãos daquelas pessoas fracas que são manipuladas por traficantes,por partidarismos politicos e toda a sorte de escroques de plantão?
fontana
-16/01/2012 às 21:44
No interiorzão brasileiro, nas pequenas e medias cidades, é comum as “praças da cirrose” ou os grupos dos pés inchados.
Não tem o que discutir: Em primeiro lugar é a segurança publica , POLÍCIA!
rastilho
-16/01/2012 às 21:38
houve confroto jamais poderia admitir adolecente mais grandão.queria fazer do dele mundo o meu,e dos que, mais amo que é minha familia.eu falei e o meio zumbi entedeu!tratei este viciado como deve ser tratado encutindo na sua descotrolada cabeça um novo recomeço.A cena foi rapida e, logo ele e os seu cachorro ter sido chamado atenção que se portando daquele jeito ele e seus cachorro não eram bem vindo em frente minha casa!! sabe que deu certo pelo menos foi que me falou após nossa rapida discussão falou QUE, vai trabalhr que este mundo das drogas é somente para os que desprezam A ‘”VIDA” E O QUE ME DEIXOU FELIZ POIS AINDA HÁ ESPERANÇA PELOS BONS COSTUMES.
misael
-16/01/2012 às 21:22
“Médico para quem precisa de médico e polícia para quem precisa de polícia! Que o governo de São Paulo não esmoreça e não ceda à pressão políticamente estúpida.”
Perfeito, REI!!!!!!
Wanda
-16/01/2012 às 21:04
Reinaldo, tudo bem? Concordo plenamente, e que o governo do Estado de São Paulo e capital não esmoreçam.
jeremias-no-deserto
-16/01/2012 às 20:59
Cracolândias desgraçadamente continuarão a existir enquanto a sociedade civil estiver perdendo a guerra com o narcotráfico, uma das mais rentáveis indústrias do mundo, a qual movimenta bilhões de dólares e envolve seus tentáculos dominadores em todos os setores da sociedade.Muita gente graduada que posa ( o mesmo “pousa” don Emir)de judiciosos e escorreitas pessoas nas atividades do judiciário, legislativo e no executivo, na Igreja, nas forças armadas, na indústria,são beneficiários dessa lucrativa indústria e defendem-na ardorosamenteete. Infelizmente,esses azougues acabam ficando impunes e se tornam invisíveis aos olhos da nação, pois sua ação política em defesa das drogas é camuflada por um discurso oblíquo e mentiroso,no qual as verdadeiras intenções são sempre manipuladas ardilosamente.
Wagner Poci
-16/01/2012 às 20:21
Pelo visto, todo mundo tinha um plano secreto e iminente para a Cracolândia. Depois do ministério da Justiça petralha, agora é o TJ-SP que reclama da Prefeitura ter atrapalhado seu plano para as criancinhas. Quer ver que a dinheirama toda paga aos desembargadores paulistas tinha por finalidade cotização para tão nobre ação e, caramba!, não estávamos sabendo…
http://www.conjur.com.br/2012-jan-16/operacao-cracolandia-provocara-mudancas-atuacao-tj-paulista
Heitor
-16/01/2012 às 19:16
O que entrega o maconheiro é o barulho. Liga o som no último, incomoda todo mundo com seu karaokê maldito.
Drogado quietinho que ouve cítara indiana não existe mais.
Josué
-16/01/2012 às 19:13
Reinaldo, passam-se os anos e me pergunto quando as ONGs de esquerda, PT e partidos afiliados vão fazer alguma ação sem pensar nos meios de nos levar ao socialismo, ou mesmo quando realmente pensarão em solucionar problemas. Parece que eles sempre tem a intenção de serem do contra, como nossos filhos adolescentes. Até quando?
O locutor
-16/01/2012 às 19:13
Pessimista, PT
cogita substituir Haddad em SP
Subiu no telhado a candidatura à prefeitura de São Paulo do ministro Fernando Haddad (Educação), daí o adiamento de sua saída do governo, prevista por ele mesmo para meados de janeiro. Há dias, Haddad disse que Dilma havia solicitado para ele “ficar mais um pouco” no cargo. A idéia foi de Lula, agora pessimista com as pesquisas e a falta de entusiasmo da militância, que prefere Marta Suplicy na disputa. Fonte -CH
do Contra
-16/01/2012 às 19:02
Reinaldo,
Para sair do tema do crack, mas ainda no rmo da medicina.
Você nao acha meio estranha esta idéia dos planos de saúde e o próprio SUS terem que arcarcom as custas dos silicones fajutos?
As pessoas fizeram uma escolha em colocar as próteses , pagaram em “suaves”prestações e agora que deu problema querem a socialização da sua escolha? Os médicos que responsávesis pelas cirurgias não tem responsabilidade nenhuma por um produto ruim?
Acredito que estão socializando OS PEITOS ALHEIOS.
Brasileiro de Luto
-16/01/2012 às 19:01
Mnada essa truma assisti o filme que passou na BAND, semana passada, sobre recuperação de infratores, que pegaram de 2 a 5 anos de CADEIA, não de hotel 5 *****.
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NA TEORIA DESSA MOÇADA, TUDO FUNCIONA… a recuperação dos emnores infratores tem o maior indice dio mundo (somente para quem acredita em Papai Noel, Mula sem Cabeça, no Brassil Maravilha, e outras )
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EDUCAÇÃO BOA ERA A DO MEU TEMPO… não morri… trabalhei a vida toda, NUNCA tive preguiça, nunca fui vagabundo… sempre respeitei professors, diretores, autoridades… não existi o ECA, felizmente, MAS nunca admiti que baDERNEIROS ditassem o que eu devia ou não fazer… UNE COMIGO NÃO TINHA VEZ……..
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Por falar nela, que serviços ela prestou ao Páis??????
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Que eu saíba, nenhum, muito pelo contrário, só criou problemas, JÁ PARA SEUS DIRIGENTES, deu cargos públicos, eletivos ou comissionados, etc, etc . COMO MASIM UM DÚZIA, SE FRO EXTINTA, NÃOF ARÁ FALTA, MUITO AO CONTRÁRIO, SERÁ MENOS UMA A MAMAR NA TETA DA UNIÃO.
Leandro Domingues
-16/01/2012 às 18:58
É verdade esse texto , o viciado não tem controle sobre si mesmo .
Tenho um tio alcoólatra , começou a beber na adolescência , desde então foram 12 internações , todas sem sucesso . Nestes intervalos em que ele ficava internado era outra pessoa , mas quando voltava para casa , passavam-se alguns meses e começava tudo de novo, inclusive ele cometia alguns furtos em casa quando estava sem o dinheiro para a bebida . Muitas vezes ele sumia no mundo e chegou a ficar como um mendigo .
Quando minha avó teve mal de Alzheimer e passou a ficar muito nervosa com ele , minha família optou em interna-lo de vez , já faz 5 anos que ele está em uma clínica , minha família desistiu de vez , foram 12 internações , medicações ,psicólogos , tratamentos caros .
Hoje todos entenderam que só é possível ele voltar á viver junto conosco caso fique uns 10 anos sem beber .
Hoje todos preferem pagar R$1,000 com uma clinica do que deixa-lo como um farrapo humano .
Nem sempre o tratamento médico resolve , meu tio foi internado 12 vezes , passou boa parte de sua vida em clinicas e mesmo assim não conseguiu vencer o vício .
Como seria o tratamento com os dependentes de crake ? O governo bancaria anos e anos de tratamento para um único paciente Ou deixaria ele lá por um mês e logo o colocaria nas ruas ? Para tratar dependentes químicos é caro , será que o sus aguenta ?
Heitor
-16/01/2012 às 18:58
Existe a bebolândia, sim, pelo menos aqui existia.
Heitor
-16/01/2012 às 18:45
Havia aqui uma turba de viciados, em crack, cocaína e não sei mais o quê. Dava para saber quando a droga chegava por causa do alvoroço e gritaria de felicidade. Era algo descomunal. Reclamei, reclamei e reclamei. Até que alguém fez alguma coisa. Agradeço a quem de direito. Olha que moro em zona rural, hein! Um drogado bipolar me chamou de covarde, eu nem sei por quê. Alguém foi preso?, se foi, não fiquei sabendo. Só curto a paz agora.
Eu desconheço este ministério público que fala asneiras no estadão e Folha de SP, conheço um que atua. Mesmo que seja a corregedoria.
PT o partido da MENTIRA
-16/01/2012 às 18:44
… Sabem porque o PT deseja tanto governar o Estado de São Paulo ? Porque é o Estado melhor administrado do Paiz. Aqui eles não precisarão resolver problemas sérios que existe no RESTO do Paiz.
O lulla recebeu o Brasil organizado das mãos do FHC, não mexeu em nada, e por isso recebe elogios até hoje (por não ter quebrado o Paiz, como se temia).
O problema do PT é que aqui em São Paulo eles só tem um candidato: O ARROGANTE mercenante…….
Heitor
-16/01/2012 às 18:41
Havia aqui uma turba de viciados, em crack, cocaína e não sei mais o quê. Dava para saber quando a droga chegava por causa do alvoroço e gritaria de felicidade. Era algo descomunal. Reclamei, reclamei e reclamei. Até que alguém fez alguma coisa. Agradeço a quem de direito. Olha que moro em zona rural, hein! Um drogado bipolar me chamaram de covarde, eu nem sei por quê. Alguém foi preso?, se foi não fiquei sabendo. Só curto a paz agora.
Eu desconheço este ministério público que fala asneiras no estadão, conheço um que atua.
Palmito
-16/01/2012 às 18:36
Tio Rei,
Sempre achei que se devia reprimir o tráfico, mas que era aceitável relaxar a repressão ao uso das drogas. Ocorre que como hoje os usuários não são mais presos, os traficantes passaram a portar pequenas quantidades da droga cada vez que vão fazer suas entregas, apenas aumentando o número de viagens. Assim, quando retidos pela polícia passam-se por usuários, o que faz com que seja quase impossível prendê-los a não ser que a polícia tenha alguma informação que a ajude a encontrar os seus estoques… Começo a achar que é o caso de prender sim os usuários de crack e quem sabe até de outras drogas. Se forem reincidentes, então, não teria nem conversa.
Abs
LIMA
-16/01/2012 às 18:36
REINALDO
SE DEPENDER DOS PETRALHAS, O BRASIL SERÁ UM PAIS DE ANALFABETOS E VICIADOS EM DROGAS.
LIMA
-16/01/2012 às 18:32
REINALDO.
DROGA É E SEMPRE SERA UM CASO DE POLICIA. ASSIM, OS PETRALHAS, DROGADOS OU NÃO, DEVERIAM ESTAR TODOS NA CADEIA. ELES TRAFICAM A PIOR DROGA DA POLITICA, QUE É A CORRUPÇÃO GENARALIZADA. POLICIA NELES E JÁ.
tonto
-16/01/2012 às 18:28
Boa tarde Reinaldo.
“O trabalho da polícia coíbe o tráfico e, insisto, a formação de uma comunidade de “diferenciados” (como dizem os militantes tolinhos) que impõem a sua vontade, ao arrepio da lei, a cidadãos de bem, que lutam para ganhar a vida honestamente.”
De tolinhos estes militantes não têm nada. Ao contrário são muito é espertinhos.
Sempre que um comuna vem defender a participação do Estado com a destinação de verba pública para o fim de criar assitência disso ou daquilo para estes ou aqueles - normalmente coitadinhos de manual -, a intenção é uma só: instituir um esquema para o companheiros meterem o bicho no dinheiro público. Uma idéia destas num governo de oposição a eles daria, de imediato, ação judicial sob acusação de desvio de verba para fins suspeitos.
Ainda que o comuna-militante ainda não esteja pendurado nos cofres públicos, uma intervenção destas (a defesa do tratamento médico-assitencial até a aquisição da casa própria grátis) o habilita a assumir os cargos criados para se instituir todas as etapas do processo de tratamento sugerido, caso cole a idéia.
Estes comunas são mesmo muito espertinhos.
Heitor
-16/01/2012 às 18:27
Eu penso de maneira mais simples, onde acharão 1 milhão de psiquiatras para que cuidem de 6 milhões de viciados, ainda outro milhão de enfermeiros, que queiram dar a medicação de tarja preta na hora certa?
alvaro
-16/01/2012 às 18:26
É óbvio que o governo de São Paulo sabia que os “movimentos socias” e a esquerdinha festiva iria chiar e fazer um tremendo carnaval contra a ação da polícia. Tanto que demorou muito para agir. Mas, uma vez tomada a decisão, penso que não tem volta.
José Roberto Salatine
-16/01/2012 às 18:17
Apresento uma sugestão, séria, não é piada.
Vamos invadir todos os países produtores de cocaina (Bolívia, Colômbia, Peru, dentre outros) sem importar qual a seja a finalidade do cultivo. Invadir e extinguir todas as lavouras, à bala, no trabuco. Ponto.
fabricio
-16/01/2012 às 18:04
Engraçado, ou melhor, trágico. Conheço um viciado em crack, amigo de infância, vizinho bem próximo, que espelha com absoluta clareza esta parte da pesquisa DATAFOLHA que diz que 70% dos viciados moram sozinhos.O pai, um funcionário público federal lutou bravamente para que o filho não fosse para as ruas, e construiu,pasme, uma especíe de subterrâneo nos fundos da casa, onde em nossos tempos de meninos havia um grande figueira. E lá, Alex, nome verdadeiro, se maloca com dois ou três amigos para queimar a pedra maldita, Não li a FOLHA ontem,mas este ponto que vc destacou bateu certinho com a realidade que grita na minha vizinhança.
Gustavo
-16/01/2012 às 18:02
Querido Reinaldo, Novo Hamburgo é uma das maiores e mais ricas cidades do Rio Grande do Sul. O prefeito da cidade é do PT e recentemente aprovou uma lei proibindo a atuação dos chamados “flanelinhas”, aqueles inconvenientes que cobram para proteger os nossos carros contra a nossa vontade. Houve alguma reação, mas ninguém chamou a prefeitura de NH de higienista. Como toda lei aprovada pelo PT, ficou no ar a impressão de ser algo “bom para todos”.
Eu fico me perguntando: caso Kassab resolvesse implementar a mesma salutar medida em São Paulo, qual seria a reação dos petistas dentro e fora da imprensa?
Enfim, muita hipocrisia. Tenho certeza que, fosse o PT governo em são Paulo, as medidas seriam bem parecidas, mas a colaboração dos jornais seria bem maior. E a capa da Carta Capital NÃO seria ” a desastrada operação policial na caracolândia”.
economista
-16/01/2012 às 17:37
Uma coisa que me revolta demais é a postura de FHC perante as drogas, aliás FHC é coerente sempre foi a favor da liberação das drogas, tanto que se dedicou a fazer besteiras sem fim em seu segundo mandato dando o páis de bandeja para Lula e o PT, isso foi um ato de liberação de drogas pesadas.
Bocage
-16/01/2012 às 17:31
E em Minas:
“Estado de Minas
Publicação: 06/10/2011 08:38 Atualização: 06/10/2011 08:52
O governador Antonio Anastasia (PSDB) afirmou, nesta quinta-feira, na entrevista oficial Palavra do Governador, que mil famílias nos municípios de Teófilo Otoni - Norte de Minas - e de Juiz de Fora - Zona da Mata -, que tenham parentes usuários de drogas, receberão do estado uma quantia em dinheiro para ajudar a custear o tratamento. Intitulado Aliança pela Vida, o cartão dará direito a um auxílio mensal de R$ 900. “É fundamental a participação das famílias, da sociedade, das empresas, das instituições todas nessa luta tão importante a favor da vida e contra as drogas. É um projeto que vai aproximar a família daquela clínica ou comunidade terapêutica em que o familiar está sendo tratado”, afirma Anastasia.
Segundo o governo estadual, a previsão é de que a cota de R$800 se destine ao pagamento da clínica de reabilitação e os demais R$ 100 são previstos para as despesas de deslocamento e transporte dos familiares até o paciente.
Anastasia acrescentou que o canal telefônico criado para dar apoio aos dependentes químicos ou parentes, chamado Disque Drogas, passou a atender de 3 mil a 30 mil ligações por mês. O serviço pode ser acianado pelo número 155.
Com Agência Minas”
Preste atenção a frase:”Segundo o governo estadual, a previsão é de que a cota de R$800 se destine ao pagamento da clínica de reabilitação e os demais R$ 100 são previstos para as despesas de deslocamento e transporte dos familiares até o paciente.” Principalmente à palavra “previsão”, fica a pergunta: haverá fiscalização?
Ouvi de uma pessoa que trabalha em uma UPA, que a mãe de um viciado já foi alertada (ameaçada) pelo filho de que ele ficará internado em uma clínica para tratamento durante 3 meses, e de que ao sair quer que a mãe lhe entregue os R$ 2.700,00 que ela receberá do governo neste período. A sociedade vai bancar o seu vício.Ou estou errado?
capitão
-16/01/2012 às 17:28
CRACOLÂNDIAS - Para alguns, os drogados rendem muito.
Outro dia vi um mapa do Brasil com as cracolândias sinalizadas. É impressionante, o país parece uma peneira.
A cracolândia de SP tem um caráter especial por ser de São Paulo. É incrível como após deixarem os traficantes à vontade para tomarem conta do território, agora aparecem os defensores do tratamento médico, etc. Parece operação de dois tempos: 1. alguém espalha a droga (lembrem-se, o crack vem da cocaína que, no Brasil, vem das Farc/Colômbia) e ganha dinheiro com isso.
2. alguém cria dezenas de ongs que… também faturam com os drogados.
Se a repressão aos traficantes fosse dura no início do processo, não teríamos cracolândias. Mas isso é o que a esquerda não quer. Sem as contradições do sistema para explorar, com a exibição das chagas urbanas, como faturar nas eleições?
Gutenberg
Geneuronios
-16/01/2012 às 17:21
Reinaldo escreveu … “Se boa parte dos consumidores de maconha e de cocaína ainda consegue manter vínculos familiares e sociais, como emprego por exemplo, o viciado na pedra se desliga, vamos dizer assim, do mundo da produção”.
Prezado Rei, tenho um familiar de 26 anos dependente de COCAÍNA. Ele não usa crack. Temos certeza. Já está há dez anos nesta agonia. Está se tratando fazem mais de QUATRO anos. A família DEMORA a entender o problema e é MUITO DURO o aprendizado de como proceder. TEM QUE SER FIRME e DURO!!! Tenho pouca esperança que ele consiga controlar a doença. Não consegue trabalhar, perdeu os estudo, amigos, etc.
Passamos a ter em casa aqueles TESTES individuais de URINA. A SITUAÇÃO atual é esta:
1 - De uns anos para cá passamos a ENTENDER como funciona a doença. Não temos mais pena, passamos a AGIR.
2 - Este familiar sabe que usando COCAÍNA (os sintomas e o teste de URINA são infalíveis), ele NÃO fica mais em casa. Vai para a Clínica (UM MES para desintoxicar) e depois para a Comunidade Terapêutica (OITO MESES) para reaprender as rotinas da vida.
3 - Se ele não quiser fazer os teste, ou se tratar, então ele SABE que vai SAIR DE CASA. Se acabar na RUA, vamos fazer o que? É UM INFERNO conviver com um dependente químico roubando em casa, surtando, passando as noites fora,etc e etc. É muito duro fazer isto, mas chega um ponto que as FAMÍLIAS realmente fazem isto.
4 - Não é ABANDONO, é simplesmente EVITAR que TODA a familia entre em COLAPSO. Quem SE ABANDONA é o dependente!
5 - As famílias que TOLERAM o uso de cocaína, crack, álcool ou outra droga, NÃO percebem que este familiar é POTENCIALMENTE alguém que, por qualquer problema maior que enfrente, se AFUNDE na droga e aí é MAIS um dependente químico. Preparem-se para viver um INFERNO!!!
5 - Famílias brasileiras! Tolerância ZERO!!!
mauro
-16/01/2012 às 17:19
A sua constatação lógica, como de hábito, é invencível - e, infelizmente, também como de hábito, inédita na assim-chamada grande imprensa. Incrível como os jornalistas daqui não vêem (ou preferem não ver) o óbvio.
Mas fora isso, pô, Reinaldo: “Ainda hoje, em comunidades pobres - falo porque sei e vivi a situação, à diferença de alguns bobinhos endinheirados, que consomem droga protegidos por segurança privada -, “ser maconheiro” não é uma coisa boa, não.”
“Vivi a situação”, acho que é melhor você esclarecer, refere-se à pobreza a à proximidade com os maconheiros né?
Fica dando mole pr’esse povo aí e já vão falar que você confessou que já deu uns tapas na pantera…
Fabiano Barreto
-16/01/2012 às 17:19
Quanto ao parágrafo onde o Reinaldo refere-se ao “Vale dos Bêbados” eu só queria fazer um comentário. Os efeitos do álcool são na verdade mais nefastos do que seriam caso realmente houvesse um tal “Vale dos Bêbados”. Da forma como são as coisas, o Vale dos Bêbados está disseminado por todos os lugares, em cada casa e em cada esquina, mas em especial no pior local de todos: as estradas. E se alguém considera que a restrição de utilização de um local público como a tal Cracolândia seja sequer comparável ao estrago que o álcool provoca em nossas estradas, onde morrem milhares por ano, com mais da metade dos acidentes relacionados ao uso de bebida alcoólica, então pense de novo. O fato é que se alguma droga tivesse que ser proibida para salvarem-se vidas humanas, esta droga, em primeiríssimo lugar, disparado na frente, com muitos e muitos corpos (literalmente) de vantagem, seria o ÁLCOOL!!!
Tião
-16/01/2012 às 17:14
REINALDO, AQUESTÃO É SIMPLES: HADDAD VAI FAZER QQUER COISA PARA VIRAR PREFEITO DE SÃO PAULO, NEM QUE TENHA QUE ESPREMER, JUNTO COM SEUS CUPINCHAS, TODO O SANGUE DOS VICIADOS QUE PERÂMBULAM PELA CRACOLANDIA.
O PT SEMPRE FOI ALIADO OBJETIVO DO CRIME ORGANIZADO. E O PT FAZ QUQER COISA, QQUER COISA MESMO! PARA TOMAR O PODER.
Fabio
-16/01/2012 às 17:06
Para mim o ponto principal da “medicalização” não é instituir um ambiente de libertinagem, é algo MUITO PIOR. Eles querem fortalecer a premissa moral de que uns (saudáveis, trabalhadores, produtores) tem que se sacrificar pelos doentes (drogados, incompetentes, irresponsáveis), através do tratamento médico pelo SUS (sistema coletivista).
O PNDH-3 é OUTRA maneira de fazer o mesmo. A cada sistema de regras e leis que visa coletivizar ainda mais a sociedade, é isso que estão propondo. Querem a sociedade do autosacrifício.
Dawran Numida
-16/01/2012 às 17:05
É ruim apelar para o “relativismo” mais tosco e falar “dos outros”, embora o tema seja o mesmo. Porém, no rio de Janeiro, são tecidas loas ao internamento contra a vontade de viciados. Até de menores. E querem dizer que lá “é a comunidade” que atua e não a polícia? Estão de brincadeira. Entendem e sabem que a história da carochinha não se sustenta, mas, insistem. Talvez na pressuposição de serem iluminados.
Brasileiro de Luto
-16/01/2012 às 17:01
reinaldo, continue na sua batalha, MAS visando os cidadãos de bem, porque essa turma, não tem solução - fanatismo, má fé e outras coisas não fantam………
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“Que não quer pensar é um fanático, quem não pode pensar é um idiota, quem não ousa pensar é um covarde” Coelho Neto
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NOSSA MISSÃO É CONTINUAR A LUTA, NÃO DESISTIR E TENTAR MOSTAR À JUCVENTUDE, O QUE ELES PREPARAM, a anos, PARA TODOS OS BRASILEIROS - Como alguém que se diz
Marcelo
-16/01/2012 às 17:01
Permitir uma cracolância é dar atestado de falência das instituições. O estado tolerante com zonas de zumbis é um estado que abriu mão de suas prerrogativas. Depois de instaladas, essas comunidades de mortos-vivos crescem em progressão geométrica. Essa é a hora da verdade. Não agir agora é alimentar uma chaga social de consequências imprevisíveis. Dispersem essa zumbilândia enquanto é tempo. Prendam os traficantes e tratem os doentes compulsoriamente. Já está mais que provado que esse crack rouba os imperativos da vontade e da razão humana. Muitos zumbis não querem nem ouvir falar em tratamento. Daí a necessidade de tratamento compulsório. O tempo passa e os zumbis se multiplicam. Não dá mais pra perder tempo.
Paulo
-16/01/2012 às 16:59
Acho que o drogado deveria ser criminalizado também, afinal, é ele quem alimenta o tráfico. Não existiria droga se não houvessem consumidores. É utopia, eu sei, mas só em saber que o consumo é crime já coibe mais ainda essa bagunça. Aquela conversa do FHC de que o combate às drogas fracassou é papagaiada. O mundo teria muito mais zumbis se seguissem o conselho do FHC.
Sam Spade
-16/01/2012 às 16:59
Pavolov = Pavlov….
MODERADOR AGRADECE: CORRIGIDO!
Anônimo
-16/01/2012 às 16:58
É isso aí, Tio Rei!
Falou e disse!
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E PUNIÇÃO, TAMBÉM, AO “USUÁRIO” (que de santo, ou coitadinho, não tem nada…quando começou a “carreira”, sabia muito bem onde estava se metendo: no submundo, nos ilícitos, na petralhândia…)…NO MÍNIMO, TRATAMENTO COMPULSÓRIO (MULTAS POR FLAGRANTES E MESES DE CADEIA, TAMBÉM SÃO VIÁVEIS (ISSO, UMA UTOPIA, É MAIS PARA PAÍSES CIVILIZADOS, É LÓGICO, O QUE NÃO É O NOSSO CASO, INFELIZMENTE…)
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TODO TRAFICANTE É, NO FUNDO, UM “USUÁRIO”!
PELO FIM À MOLEZA DADA AOS “USUÁRIOS”: CRIMINOSOS! RECEPTADORES! MANDANTES!…PETRALHAS!
Berlatto
-16/01/2012 às 16:57
É isso aí Reinaldo, são os esquerdóides nefelibatas querendo nos impor sua moral frouxa. Foi assim nos 8 anos do governo Lula e agora continua no governo da Dilmona.
Resumistes muito bem: “médico prá quem precisa de médico, polícia prá quem precisa de polícia”. Simples assim. Abs.
Zing
-16/01/2012 às 16:56
O que você disse, Reinaldo, tem muito mais ligação com a opinião do povo, do que o bla bla bla esquerdotonto de Ongs, babacólogos e afins. Infelizmente nossa imprensa e nossos “especialistas” são a vanguarda do século 19. Se acham muito descolados defendendo suas cartilhas que ainda repetem o pior do esquerdismo bocó. Se depender dos esquerdotontos, bandidos vão todos pra rua, a cracolândia toma a cidade inteira e claro, a culpa será do cidadão trabalhador e honesto. Caros babacólogos e esquerdopatas de plantão: NÓS SOMOS O POVO.
Paulo Boccato
-16/01/2012 às 16:54
desafiei um jornalista destes ,bobinhos da Folha, perfil “bennestante”,”eu quero um mundo melhor e sim,moro na vila madalena” sobre o tema :
“- topas um referendo, uma consulta popular sobre isto,a descriminalização das drogas ?”…
resposta;
‘…de jeito nenhum!FHC tem razão neste tema perigoso dee repferendos e consultas dizendo ’se deixar o povo aprova até pena de morte’…’
ENTÃO É ISTO, CERTAS COISAS NÃO SE DEVE PERGUNTAR AO POVO.
BACANA NOSSOS JORNAIS E JORNALISTAS TAO PROGRESSISTAS QUANTO FHC NESTE TEMA…NAO PERGUNTE…VAI QUE O POVO GANHA !
Alex Mamed
-16/01/2012 às 16:47
O mais engraçado é que essa turma de ensaboadinhos se arvoram ao Estado de Direito quando lhes é conveniente, reclamando exatamente usurpação de garantias.
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Quando se trata do direito alheio, às favas o império da lei e da ordem.
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Caboclo do Norte, sempre admirei São Paulo por seu povo honesto, trabalhador e cumpridor das leis. Fico esterrecido como as mentiras repetidas ad nauseam por esse povo de má fé arrebanha corações Brasil afora. É uma lástima mesmo Reinaldo!
leo
-16/01/2012 às 16:46
No meio de tanta loucura por parte do MP, da defensoria e das ONGs, o único jeito, é levar a sarjeta para o manicômio público.
Quem sabem assim, alguns viciados em crack vão junto e passam por um tratamento médico.
boba do brasil
-16/01/2012 às 16:46
Você está certo Reinaldo , continue assim metendo a guasca nesses idiotas esquerdeopatas de uma figa , que só querem se aproveitar da ignorancia do “povo”
alfredo
-16/01/2012 às 16:38
Reconheço o drama das famílias dos viciados e dos mesmos. Não querendo ser desumano, seria bom que o crack levasse o indivíduo em cinco usadas. O pessoal da cracolândia, tenho certeza, talvez nenhum seja curado. É difícil largar esse maldito vício. Não querendo ser moralista nem santo, que não sou, estava vendo agora um desenho na globo, férias, público quase cem por cento crianças e adolescentes, intervalo, entra a nojenta espiadinha no BBB. Todos quase nus, chupação escancarada. Patrocinada pela cerveja “devassa”. Não é preciso dizer mais nada.
Aparecida
-16/01/2012 às 16:36
Qual “trabalho” de prevenção? Esse governo que está aí ficou nove anos vendo “a banda passar” e não fez nada, ocupado que estava na roubalheira de ministros e associados. É uma vergonha a posição do PT agora, criticando a polícia pela ação em defesa da Lei e da Ordem, quer mais é tirar proveito eleitoral às custas da miséria desses infelizes drogados explorados por traficantes tão sórdidos quanto eles próprios…
mac z
-16/01/2012 às 16:30
Os jornalistas que estão em campanha pela liberação, são cretinos e individualistas: como consomem drogas de qualidade de modo controlado, fazem dos outros, os zumbis, uma cortina de fumaça.
Annouk
-16/01/2012 às 16:30
E vergonha na cara para os nossos políticos!!!
mac z
-16/01/2012 às 16:29
Eis aí um ponto chave: os viciados são marginais que querem apenas as benesses sociais. Não querem conviver, não respeitam, mas querem o espaço público e a proteção.
mac z
-16/01/2012 às 16:25
O “Vale dos Bêbados” fica na “Passarela do Álcool”, em BH.