Por Ricardo Leopoldo, no Estadão:
O economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, afirmou ontem que a demora na recuperação da produção industrial reserva um “número trágico” para o Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre. “Antes dos dados divulgados ontem pelo IBGE relativos à indústria (alta de 1,8% em fevereiro ante janeiro), eu previa que o PIB poderia cair 1,3%, na margem. Agora, a queda pode chegar a 2% em relação ao quarto trimestre de 2008″, comentou.
Para Vale, o desempenho fraco da indústria, com redução de 17% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, reforça sua avaliação de que o Brasil está em recessão. “O PIB cresceu quase 7% no terceiro trimestre de 2008 ante o mesmo período de 2007, mas desacelerou de forma violenta no quarto trimestre. De outubro a dezembro, o indicador subiu apenas 1,3% ante o mesmo período do ano anterior e caiu 3,6% na margem”, comentou.
Vale ressaltou que a produção industrial não avança como deveria porque a economia mundial passa pela pior contração desde a Grande Depressão. Ele destacou que só a demanda doméstica não será capaz de reanimar de forma expressiva a fabricação de mercadorias no País, pois a crise global diminuiu as exportações e provocou uma queda sem precedentes dos investimentos internos, sobretudo por causa da queda expressiva do crédito.
O economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, afirmou ontem que a demora na recuperação da produção industrial reserva um “número trágico” para o Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre. “Antes dos dados divulgados ontem pelo IBGE relativos à indústria (alta de 1,8% em fevereiro ante janeiro), eu previa que o PIB poderia cair 1,3%, na margem. Agora, a queda pode chegar a 2% em relação ao quarto trimestre de 2008″, comentou.
Para Vale, o desempenho fraco da indústria, com redução de 17% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, reforça sua avaliação de que o Brasil está em recessão. “O PIB cresceu quase 7% no terceiro trimestre de 2008 ante o mesmo período de 2007, mas desacelerou de forma violenta no quarto trimestre. De outubro a dezembro, o indicador subiu apenas 1,3% ante o mesmo período do ano anterior e caiu 3,6% na margem”, comentou.
Vale ressaltou que a produção industrial não avança como deveria porque a economia mundial passa pela pior contração desde a Grande Depressão. Ele destacou que só a demanda doméstica não será capaz de reanimar de forma expressiva a fabricação de mercadorias no País, pois a crise global diminuiu as exportações e provocou uma queda sem precedentes dos investimentos internos, sobretudo por causa da queda expressiva do crédito.
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O Haiti é aqui!
Bah, D.Reinalda, tem um petralhotário repetindo a nota sobre oba-obama e o analfabeto, como fez às 10.29am. Por favor, diminui o espaço da criatura boboca.
Um vídeo da BBC registra a cena em que os dois se cumprimentam. Obama troca um aperto de mãos com o presidente brasileiro, olha para o primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, e diz, apontando para Lula: “Esse é o cara! Eu adoro esse cara!”.
Em seguida, enquanto Lula cumprimenta Rudd, Obama diz, novamente apontando para Lula : “Esse é o político mais popular da Terra”.
Rudd aproveita a deixa e diz : “O mais popular político de longo mandato”.
“É porque ele é boa pinta”, acrescenta Obama.
VELOCIDADE DA CRISE por MANTEGA:
- 0 Brasil vai crescer 4%
- O Brasil vai crescer 3,5%
- O Brasil vai crescer 2%
- O Brasil não vai ter recessão;
- O Brasil vai crescer 1,5%
- O Brasil vai ter recessão técnica
- O Brasil vai crescer 0,5%
- O Brasil tem recessão setorial
- O Brasil vai crescer quando, hein?
- Esses loiros de olhos azuis, hein!
TRABALADOR NAO PEDE AUMENTO DE
SALARIO, AUMENTO SO DE
VEREADORES E OUTROS
INTERESES POLITICOS
Sou economista. No entanto, minha experiência nessas crises (atravessei várias) me leva a olhar para o mundo físico e concreto.
Não adianta citar números, PIBs e demandas, numa hora dessas. É necessário pesquisar o real dos casos, e fazer deles, a notícia.
Estamos em recessão, queira ou não. Basta pesquisar os segmentos de borracha, plásticos etc., para ver que a demanda é zero, mesmo que os estoques sejam também baixos.
A recessão é só … recessão, ou seja, um momento de espera, já que as condições de mercado não são trágicas.
Assim, enquanto o número é trágico, a situação não é tanto. Enfim, tem que ficar no quentinho, enquanto pode.