Na Folha Online:
O coordenador da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) em São Paulo, Raze Rezek, aceitou na tarde desta terça-feira negociar com os cerca de cem índios que ocupam o prédio da entidade desde às 8h. Os manifestantes pedem a exoneração do coordenador, a quem acusam de negligência com os índios.
A confirmação de que Rezek já está a caminho para conversar com os indígenas foi feita por Paulo Celera, responsável pelo setor de saúde indígena na Funasa. Celera conversou com o coordenador por telefone.
A princípio, Rezek afirmou que só se encontraria com os índios caso a reunião ocorresse fora do prédio da Funasa e com apenas duas lideranças indígenas. “Ou conversa com todos os índios ou não haverá negociação”, afirmou o cacique Darã.
Com a insistência dos índios, Rezek aceitou ir a sede da entidade, que fica no centro de São Paulo, acompanhado de dois representantes da Polícia Federal. Por volta das 18h15, ele ainda estava na sede da PF.
Cinco chefes de seções do órgão e outros dois procuradores da entidade que ajudam nas negociações continuam como reféns dos indígenas no prédio. “Estamos reféns dessa situação, sem ter nada a ver com ela”, afirmou Gelza da Costa, responsável pelo setor de convênios da entidade e que continua impedida de deixar o prédio.
Mais cedo, os índios liberaram a saída dos cerca de 80 funcionários feitos reféns no prédio. Eles também chegaram a bloquear a passagem pela rua Bento Freitas, que já foi liberada.
De acordo com Darã, a manifestação pede uma atuação mais eficiente da Funasa no Estado. “O saneamento nas terras indígenas não está sendo feito, os medicamentos estão atrasados e os veículos de assistência sucateados”, afirmou.
Comento
Sabem essas fichas que somos obrigados a preencher de vez em quando? Pois é… Em breve, naquele campo destinado à “ocupação”, muita gente poderá escrever: “índio profissional”; “negro profissional”; “gay profissional” e assim por diante. Escolha a sua minoria, leitor, e passe a exigir os seus direitos. Mais do que exigir: arranque no tapa se preciso.
Vejam o caso dos índios. Os valentes costumam reivindicar plena autonomia para cuidar de suas terras, desde que garantidos todos os benefícios de que não dispõem, é bom deixar claro, os não-índios: casa, comida, saúde, escola, trator etc. É a chamada autonomia pendurada nas tetas do governo. Sem pagar imposto, que isso é coisa de branco. Claro, claro, defendo o apoio aos nossos irmãos silvícolas, mas também defendo que eles respondam por seus atos.
Invasão de prédio público e cárcere privado são atos criminosos. O Estatuto dos Povos Indígenas ainda em vigor, de 1973, considera que os valentes são inimputáveis. A Constituição lhes assegura o direito de recorrer à Justiça — logo, estão submetidos a ela. Como a Carta é a lei maior, índio que se comporta como bandido tem de ter tratamento de bandido. O novo estatuto, que está em elaboração, acaba com a inimputabilidade, mas exige um laudo antropológico para decidir se o índio que cometeu o crime tem plena consciência dos seus atos. Os que invadiram a Funasa, sem dúvida, sabem muito bem o que estão fazendo. Vi um deles na TV. Não só tem como domina perfeitamente bem o tempo midiático.
Já nas peças de Padre Anchieta, Guaixará e Aimbirê eram bem espertinhos…
A questão indígena vem tomando vulto no grande “MSN” em que se transforma a cultura da reclamação no Brasil. MSN é o Movimento dos Sem Noção. Outros índios estavam esses dias em Brasília promovendo uma manifestação em defesa do novo estatuto — contam com os antropólogos para considerá-los inimputáveis… — e da revisão da demarcação de reservas. Em suma, estamos diante de uma das indústrias da reclamação.
A Funasa, é verdade, tem sido historicamente incompetente para responder ao desafio de fazer chegar remédios às comunidades indígenas. Que os índios reclamem, vá lá. Que resolvam prender pessoas por conta própria, aí não dá. Ocorre que Guaixará e Aimberê já perceberam a metafísica dos tempos — que lhes foi soprada ao ouvido por Tupã. Ou pelo ministro Ayres Britto, do STF, o nosso Gonçalves Dias em prosa.









Pois é Reinaldo, foram abrir as portas do inferno, agora os capetas estão a solta.
Não está longe o dia em que nós, trabalhadores, pagadores de impostos - que, diga-se de passagem, não usam os serviços públicos -, teremos que deixar o país para os negros, índios e pobres. Quero ver quem irá sustentá-los.
Esses picaretas lutam pela sua independência, para serem poderem administrarem as reservas. Então que os curandeiros tratem dos doentes, porque meu dinheiro não é capim!
Esse preguiçosos querem tudo de mão beijada, não fazem nada da vida!
Alguém tem que tomar providência, porque nas divisas das reservas esses preguiçosos chantegeam fazendeiros, caso não cedam a chantagem eles ateam fogo no pasto, queimam casa, etc.
Reinaldo,
Pelos laudos, os índios sempre serão inimputáveis.
Abs, MF
Vamos queimar etapas! Não percamos tempo com quotas raciais em universidades! Para quê estudar? Para quê trabalhar e produzir? No Brasil tudo está pronto, basta consumir! Passemos, de imediato, à distribuição das riquezas. Quem tiver dois pares de sapatos, terá que ceder um. Quem tiver uma casa, terá que dividi-la. Quem tiver emprego, que divida o salário. Quem tiver mulher ou marido…
O mártir dos indigentes e idiotas já criou o Bolsa Índio?
Reinaldo, você notou a sede do órgão, e onde fica? Aquilo é um troquinho do governo só pra constar, nénão?
Como faço pra ser Indio? Deve ser mais fácil que ser gay. hehe
Negro também não dá pra ser. Será que me aceitam em alguma aldeia?
E, claro, mulher profissional! Haja preconceito! CI
Achei que no campo ocupação fosse pra colocar: de fazendas, de prédios públicos, de reitorias e tal…
“Emprestar” (muito) dinheiro público e não pagar (isso há décadas) é pagar imposto ou seria um ato criminosos também? Os maiores caloteiros do Brasil estão reunidos sob a proteção da CNA. Ou é mentira. “Rei”?
luciomaciel@brturbo.com.br
Rei,
Totalmente off topic, mas é so prá veres como as coisas “funcionam”.
O RU, Restaurante Universitário da UFSC, resolveu contar e qualificar seus usuários. Os estudantes pagam R$ 1,50 pela refeição, os docentes pagam R$ 2,30. As filas para almoçar são enooooormes, coisa de 1 hora de espera.
Descobriram que cerca de 600 pessoas estranhas à universidade fazem uso do RU todos os dias, pagando o preço que os estudantes pagam pela refeição.
O Vice reitor resolveu então colocar o almoço para estes cidadãos a R$ 6,00, o que ainda é um preço razoável.
Pois não é que o povinho do DCE teve um CHILIQUE? Querem porque querem que o RU atenda à “comunidadji”, ao preço subsidiado pelo Governo.
Isto, é claro, acaba por prejudicar os estudantes e docentes, que poderiam ter o cardápio e as condições do restaurante melhorados e não podem, porque a finalidade do RU está sendo desvirtuada. E os valentes do DCE agora ameaçam invadir a reitoria!
Vê se pode, Reinaldo! Fazer farofa com a farinha alheia é mesmo muito fácil!
Desde os bancos universitários sou contra essa questão de inimputabilidade de índio.Não concordo e acho que índio não faz nada , não trabalha, não estuda, não caça e nem pesca, só enche o saco.Dora
Tio Rei
Voltei. E no fim manda nós, policiais federais para enfrentar essa situação. Mas no meu setor, todos me conhecem: sabem que em um saco plástico eu não volto. Por isso não me mandam.
Papa Fox
Rei
Veja isso:
http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=48814
Deram como morte encefálica, para doação de órgãos.
Doze horas depois , mudaram a conduta.
Será que os mesmos do caso transplante de rins estão envolvidos?
É Rei, o Brasil não tem jeito, mesmo.
E ainda querem brigar por “cotas”, fala sério.
Por falar em sem noção”: vi aquela senadora Serys Shechelenta falando no JN. Juro que eu pego o p´roximo que falar em “divida histórica” com o negro!
Ora, pois, pois! Se divida há, é para ser cobrada lá dos antepassados que os escravizaram NA ÁFRICA e os venderam para os portugueses. Pelotas! Que vão cobrar dos africanos, ué.
Divida histórica? Bah! Se for assim, Israel tem que apresentar a fatura para…deixe ver…que tal do Egito? Afinal, o faraó perseguiu os hebreus, etc, etc.
E uzamericãnu tem que cobrar a dívida histórica dos espanhóis. Que, por sua vez, sei eu, mandariam a conta prá Gengis Khan. E assim iria, até os dinossauros, que comeram a avó de alguém.
Conheci algumas pessoas que já trabalharam com índios, são unânimes quando afirmam terem nojo dos silvícolas.
Ouve um caso de uma enfermeira, que por ter cuidado do bebê de uma índia, que infelizmente faleceu por descuido dos pais, foi agredida, teve sua cabeça golpeada por um porrete e não fosse pela ajuda de um colega, estaria morta agora. Ajudou, cuidou de um problema da criança e, sem nenhuma culpa sobre o óbito da criança, foi perseguida e escorraçada, quase morta, correu floresta adentro para salvar sua vida e só conseguiu sobreviver graças a um colega que ajudou-a enquanto era perseguida.
Em outro caso um colega biólogo, presenciou um índio degolar uma mulher em praça pública, sem que nada viesse a acontecer com o silvícola em questão.
Estou pensando seriamente em andar pelado, empunhando um tacape, invadir alguns prédios públicos, praticar alguns sequestros, pra ver se ganho um reservinha, tipo essa aí “dos raposas”.
Silvicola o escambau, todos temos direitos e deveres, mas, depois que essa corja petralha assumiu, surgiu uma nova categoria de cidadão, uma categoria que só tem direitos e nenhum dever, entre eles estão os silvícolas de araque, o “messetê”.
Tem gente demais mamando nas tetas de uma vaca só, já está começando a faltar teta pra tanta boca, aliás, já falta há tempos.
Eu proponho a minoria - que, parece, encolhe a cada dia, dos 16% que não AGUENTAM mais os petê no desgoverno ‘destepaíz’.
Outra proposta poderia ser a minoria dos aposentados que contribuíram para a Previdência por 30/35 anos ou mais esperando desfrutar uma velhice decente e constatam, com mansidão bovina, que estão só sendo levados celeremente para o abatedouro por desgovernantes de todas os matizes e ideologias deste Brasil. Mortos não votam!
Fernando, VOCÊ é O CARA!
Seu espírito prático impressiona, só não se bandeie para o lado deles, pois fará falta se o perdermos: vai que a gente precise botar a petralhada prá correr…..
Reinaldão,
Pelo que vi no Jornal Nacional as cotas nas Universidades já estão chegando à 60%. Isso sem incluir muitas minorias que na idade do vestibular ainda estão no armário. O que será de nossos filhos se eles forem “normais”*? O mérito foipara o beleléu. Assim que nascerem nossos filhos devemos ir oos preparando para escolher uma minoria, senão adeus estudos e serão, aí então, uma minoria “normal”* sem direitos.
* No sentido de não pertencerem a alguma minoria em voga atualmente.
A coisa está ficando bôa, como diz o lulla, chega de hipocrisia, vamos dividir o Brasil, de um lado fica o pessoal que trabalha e produz , como os arrozeiros de roraima , de outro esta turma , indio, mst, o poessoal do bolsa esmola e , claro ,os ayres brito da vida; só não sei quiem vai garantir seu belo salario.
Gostaria que alguém me explicasse o fundamento para os índios (civilizados, aqui excluo uns poucos vivendo na Idade da Pedra, escondidos em não sei onde da floresta tropical!) serem inimputáveis. Não que eu não tenha lido a respeito, só faltou algo pelo menos razoável. Que antropologia é essa??? Isso é ciência???
A questão toda é contraditória. Qual a suposta finalidade da demarcação de terras ou da legislação especial aos indígenas? Acredito que seja possibilitar a preservação da cultura. Mas que cultura é essa atualmente, já que em sua imensa maioria vivem praticamente como os não indios (só não trabalham), pois residem em casas de alvenaria, com energia elétrica, carros, celulares, mantém transações comerciais (terras, madeira, lavoura) e querem as mesmas comodidades dos não indios (saúde, saneamento, etc)? Querem os bônus (terra, assistência) e nenhum ônus (responsabilidade, trabalho, competitividade, pagamento de impostos).
alguém aí comentou do leão vegetariano e do índio sem espaço. pois bem, se colocarem os índios no espaço dos leões, eles resolvem o problema pela própria natureza: uns passam a ter carne pra comer e outros espaço pra correr…
Ôba! Eu sou careca! Eu sou careca! Careca profissional! Quero o meu! Quero o meu!
Se não enchessem tanto o saco , não fossem aliados da Mafia dos Solapa Terra e não tivesse tanto intermediário entre nosso dinheiro ir e chegar até eles, a gente podia continuar sustentando, como foi sempre, mas assim como está, cada índio custando essa fortuna, assim não dá. Aposto que o contribuinte não sabe quanto custa cada índio por mês, é mais do que um estudante na Inglaterra, sem trabalhar, obviamente, pois estamos falando de índios brasileiros, os mais tutelados do planeta.
Silvícolas o kct,vejam nas reservas em que o Incra acompanha in loco, o que acontece, os “indios inimputaveis” vendem as madeiras mais nobres e as mais caras, diretamente para os propietários das serrarias clandestinas, sem nenhum tipo de intermediário, os “inimputáveis” também sabem negociar pedras preciosas como os melhores negociates do mundo, fazem nesse mercado clandestino.
Se antropologicamente são considerados inimputáveis, para responder legamente pelo seu atos, socialmente são cidadãos normais; quando os quisitos são os seus direitos,(que mais parecem privilégios), ou como queiram chamar, aquilo pelo qual estão lutando.
Não falarei de minha experiência pessoal junto aos indíginas, e das minhas impressões, de que os tais “SILVÍCOLAS”, não gostem de trabalhar e adoram manguaçar todo dia, o dia todo, além da agressividade cultural, batizada de “CARACTERISTICAS ANTROPOLOGICAS”, que os grandes especialistas da Republica dos Bruzundangas, costumam usar para justificar os usos e costumes étinicos de um tipo de gente que quando lhe convem é indio, mas quando trata-se de grana a pele deles fica até mais branca que a minha ou a sua.
OFF-TOPIC IMPORTANTE
Minha gente,
Nesta segunda-feira eu fui ao CINEMA NA LAJE, iniciativa de uma associação chamada COOPERIFA. Eu já havia visto uma peça de teatro do Sérgio Vaz e do Férrez no Itaú Cultural há um mês atrás.
Ocorre que deparei com uma multidão querendo assistir ao filme no CINEMA NA LAJE, então tive de pegar um lugar mais ao fundo e passei um frio muito grande ali. Fora isso, o que me incomodou nessa empreitada até a CHACARA SANTANA é que as pessoas ficavam medindo umas às outras, e havia muitos rapazes usando gorros e falando uma gíria para lá de baixa, mesmo com mulheres presentes. Havia crianças também.
Quando começou o filme, que era sobre os PANTERAS NEGRAS, me senti um pouco mal com a reação do público, que parecia concordar com as violências cometidas pelos PANTERAS NEGRAS. Garotos cerravam os punhos e falavam : “isso mesmo, mata esse branquelo.”
Logo depois do filme, houve uma discussão com um rapper chamado GOG, que veio de Brasília a pedido da COOPERIFA. Meus caros, a noite acabou ali. Uma chuva de ofensas e preconceitos tomou lugar. Meninos que se diziam “poetas” recitavam versos de ódio, dizendo que os brancos deviam morrer “cheirando a farinha” na bandeja deles. Esses versos ecoaram na minha mente:JOVENS DIZENDO QUE OS BRANCOS DEVEM CHEIRAR FARINHA NA BANDEJA, isso é conscientização?
O que é conscientização hoje em dia? Pregar a violência da periferia contra o centro? Pregar a violência de negros contra brancos? É isso o que a COOPERIFA mostrou que deseja:
MAIS FÁCIL INCENTIVAR AO ÓDIO DO QUE EDUCAR, MAIS FÁCIL INCENTIVAR OS JOVENS A PRATICAR O RACISMO CONTRA OS BRANCOS DO QUE EDUCAR OS JOVENS DA PERIFERIA PARA A VIDA COLETIVA. Mas tudo isso feito sob o nome de CINEMA NA LAJE, ou seja, usando o nome de uma arte maravilhosa, deturpada para fins políticos.
Ontem a COOPERIFA deu o seu recado: ELES NÃO QUEREM PAZ, ELES NÃO QUEREM UMA VIDA CIVILIZADA: SÉRGIO VAZ E SEUS SEQUAZES QUEREM VIOLÊNCIA. Desejam que os jovens se conscientizem de que é melhor praticar a violência do que viver uma vida oprimida. Quem ali, eu pergunto, não sofre a opressão do tráfico?? Quem diz que a opressão dos Panteras Negras é melhor do que a opressão policial. Sérgio Vaz usou o cinema e a poseia para isso: SUBSTITUIR UM PRECONCEITO (DE BRANCOS CONTRA NEGROS) POR UM OUTRO PRECONCEITO (DE NEGROS CONTRA BRANCOS).
A ARTE MORREU ONTEM NA PERIFERIA DE SÃO PAULO. MORREU COM UM TIRO NO PEITO.
Suellen freitas
Os índiso deviam ser expulsos do Brasil, e deixá-lo para nós que trabalhamos e investimos no progresso. Em que eles contribuem para o desenvolvimento nacional? Qual sua contribuição no PIB?
O maior desses movimentos é o MSV, que pratica atos ilegais e anti-democráticos, até terroristas. É o Movimento dos Sem-Voto.
Que lindo, são inimputáveis e querem o MST nas suas terras para ensinar o que sempre fizeram, a cultura orgânica. Pensam que somos idiotas.
Reinaldo!!
A USP entrou em greve de novo, com um grande churrasco na frente da reitoria!!!!!!!!!!!!!!
Querem a volta do amigo demitido Brandão (sindicalista)e mais os aumentos de praxe.
Comente por favor.
Sou branco, hetero, classe média, deísta sem religião. Em qual minoria eu me encaixo pra ter mais direitos que os outros?
Gozado, Reinaldo. Eu sou daqueles netos do meu avô, que num caso desses, “metia-lhe nas fussas” (com sotaque italianado).
Falta homem no pedaço. Os sequestradinhos não reclamam? Oh céus, oh vida … e ficou por aí? Aqui em São Paulo, Na Bento Freitas (que ainda, parece, é uma zona)?
Ô fábrica de justicialistas!
Caro Reinaldo! Tá na hora de dar um basta nessa turma que se diz indigena e fazer com que eles passem a viver em suas comunidades por conta deles próprios, que produzam seus alimentos, afinal estes pseudos índios nada mais se parecem com os baderneiros do MST, que adoram terras a beira de asfalto, com luz, telefone, assistência médica, bolsa auxílio, financiamentos a fundo perdido, cestas básicas e rede pra dormir!
Roni
Onde será que está o voto na íntegra de Ayres Britto sobre Raposa Serra do Sol?
Falando nisso, até quando o Ministério da Saúde vai continuar dizendo que só existem “suspeitos” de ter contraído gripe suína?
Aliás, até quando o Governo vai continuar dizendo que o “virus não circula no Brasil”?
Se não consegue nem fazer o teste, como pode afirmar que não há risco?
Olha só Reinaldo que idéia brilhante:
Se esses indios querem realmente autonomia, por que não mandá-los para a ilha de LOST?
Ia ficar bem mais barato para o governo, pois assim gastariamos só com a passagem de ia, e “hasta la vista” indios… Se bem que essa idéia é perigosa. Vai que eles invantam uma nova nação terrorista, fundamentalista e fanático religiosa? Aí daqui a pouco vamos ver o Apedeuta virando a bundinha pro país deles…
Aguenta então mais essa: o STF terá abrigo também no You Tube. Você sabe, tudo pela transparência…
Espero que não seja mal compreendida, mas discordo. Acho que deveria ser o MSV - Movimento do Sem Vergonha.
Temos muita gente preocupada com a sobrevivência dos leões e também dos índios, mas é uma luta inglória, já que os leões jamais aprenderão a ser vegetarianos e os índios a viver em cinco metros quadrados.
É o fim da picada mesmo,Reinaldo.