Blogs e Colunistas

22/06/2009

às 17:57

Liberdade! Abriram-se as portas da senzala ideológica

O mercado contratante é que deveria estar interessado em profissionais com formação específica nisso ou naquilo, não é mesmo? Alguém precisa fazer faculdade para ser um publicitário criativo? Ora… Mas uma faculdade de publicidade que realmente produzisse saber de ponta certamente atrairia os melhores candidatos e despertaria a atenção da agências: “Quem passa por tal curso sai realmente com formação de primeira linha”.

Entenderam? Em vez de se ter um cartório de faculdades de jornalismo, todas elas abraçadas a sua preguiça, teríamos um esforço pela busca da excelência. Isso deve valer para qualquer profissão cujo desempenho dependa principalmente do talento. “Você é a favor da desregulação também para advogados?” É claro que sim. Tenho sérias dúvidas se alguém sem formação específica conseguirá lidar com o cipoal da Justiça — tenho a impressão de que não. Mas a defesa puramente corporativa da reserva de mercado é uma tolice.

As coisas caminham para a pura e simples maluquice na área da regulamentação. Há proposta para regulamentar, calculem!, a profissão de “escritor”, de “poeta”, de “repentista”… Exceção feita às atividades que oferecem risco para terceiros ou para a coletividade, dêem-me um bom motivo para se exigir um diploma…

E, é certo, ele não é garantia absoluta de competência em nenhum caso. É só um indicador de que o candidato a piloto de um jato, por exemplo, passou por um treinamento específico.

No caso do jornalismo, não tenho dúvida de que se abre a possibilidade de cursos de especialização, na modalidade de uma pós-graduação, que podem conciliar saber e tecnologia de ponta. E as empresas vão buscar esses profissionais.

Liberdade!
E, espero, caminha para a obsolescência o que já era obsoleto: cursos de jornalismo pautados apenas pela discurseira ideológica, pela “desconstrução” (termo pomposo para “picaretagem intelectual”) dos meios de comunicação e pela pregação da “resistência” (???) à “mídia”. Sei do que falo porque conheço estudantes, filhos de amigos ou do círculo familiar ampliado, submetidos a essa estupidez. “Professores” se empenham não em formar jornalistas, mas em formar militantes. É como se um piloto fizesse um curso não para ser o melhor condutor de um jato, mas para se tornar sindicalista ou sabotador de aviões, entenderam?

Por que alguém precisa pagar por isso — numa faculdade pública (que sempre é paga) ou privada? Não precisa mais!

Assim, saibam os estudantes de jornalismo — e as faculdades não foram extintas, é bom lembrar: tão logo o professor comece com discurseira ideológica em vez de ensinar o que é um bom lead ou técnicas de apuração, denunciem a malandragem ou caiam fora. Vocês não são mais obrigados a passar por isso. Estão livres! As portas da senzala ideológica foram abertas.

Por Reinaldo Azevedo
Share

Deixe o seu comentário

Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA

71 Comentários

  1. Carlos

    -

    24/06/2009 às 17:18

    André,

    Sobre a crase diante de possessivos, o Reinaldão já elucidou no artigo “Ainda gramática”. Se eu fosse você, leria também o comentário de “Carlos - junho 5, 2009 às 9:00 pm”.

    Abraço!

  2. Tiago

    -

    24/06/2009 às 8:13

    Finalmente, um forte exemplo de como o mercado pode se auto-regular, mesmo no fornecimento de serviços “perigosos”, pode ser visto aqui:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Anarchy_in_Somalia#Transport

    Mesmo num ambiente tão pobre e hostil (a Somália foi classificada como o terceiro país mais violento numa lista de mais de 160 de um índice cujo nome esqueci), a indústria de aviação na Somália conseguiu se expandir consideravelmente após a queda do governo central. Aliás, várias outras também, leia sobre as telecomunicações.

    Claro que a ONU não iria deixar barato:
    http://www.independent.org/newsroom/article.asp?id=1880
    http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2009/06/20/ult1807u50724.jhtm

  3. Tiago

    -

    24/06/2009 às 8:00

    (continuação)

    Outra problema é desacreditar na capacidade do próprio mercado de fornecer “segurança”, se for segurança que os consumidores queiram.
    Num livre mercado, certificadoras surgeriam para avaliar a competência de profissionais, muito melhor, diga-se de passagem, que esses órgãos estatais de hoje.
    Seguradoras não assegurariam qualquer estabelecimento/profissional etc.

    Por exemplo, na medicina já começam a surgir seguradoras que cobrem indenizações por erros médicos. Essas seguradoras certamente recusariam de assegurar um médico incompetente, ou cobrariam caro demais para tal. Isso por si só já seria uma regulamentação não-coerciva.
    Além disso, clínicas não contratariam qq médico.

  4. Tiago

    -

    24/06/2009 às 7:57

    @Joe

    A sua preocupação é importante e compreensível, eu já partilhei dela.
    Mas há alguns problemas nesse pensamento.

    O primeiro problema é defender que uma pessoa tenha o poder de saber o que é melhor para outra pessoa, e ainda mais impor isso de maneira autoritária. Isso é incorreto é anti-ético, pois exige a iniciação de violência para se impor aquilo que os “Sábios” determinam como melhor para os “Ignorantes”, mesmo contra a vontade desses supostos ignorantes.

    Eu não gosto muito desse pensamento. Ninguém tem o direito de determinar o que é melhor para um indivíduo mais do que o próprio indivíduo.

  5. Ixmael

    -

    24/06/2009 às 0:07

    Os cartórios, por exemplo :
    alguém aí precisa de diploma ?
    Faculdade de tabelionato ?
    Faz-me rir.

  6. eduardo

    -

    23/06/2009 às 17:54

    Formei numa boa universidade. Sou agrônomo pela UFV e o fato de ser obrigado a exercer a profissão somente se for filiado ao CREA só me nivela por baixo com profissionais de formação ridícula, em faculdades medíocres Brasila afora. Ou seja, depois de formado, todo mundo é “cinza”, não há diferenciação, não há mérito.
    Os conselhos são uma fonte de corporativismo barato, e brigam entre si por reservas de mercado. Há sentido ao escolher um administrador para um cargo em procurar alguém formado em administração? pq não um engenheiro? pq não um advogado? Pra tratar uma doença certamente procuro um médico. Não procuro um arquiteto. E isso não tem nada a ver com o conselho. a quem interessa?

  7. Carlos

    -

    23/06/2009 às 16:01

    - Meritíssimo, eu confesso: matei minha mulher porque ela olhou de canto de olho para o vizinho. A faca está escondida no quintal. Tem meu sangue nela.
    - Sr. Advogado, seu cliente é bacharel em Direito?
    - Não. E, ab ovo, ele não cometeu o crime nem conhecia a vítima.
    - Então manda essa pobre alma inocente calar a boca no meu tribunal e parar de atrapalhar o julgamento. Lulis Inacius Sindicatus Maximum Pater Nostrum Est. Adiante.

  8. Na

    -

    23/06/2009 às 15:15

    Suíte: isso acontece porque os editores ( aqui é assim), que deveriam avaliar as matérias, só chegam nas redações para fechar as páginas. Cortam os textos pelo pé, pois o mais importante é caber no espaço. Muitos desse “profissionais” também exercem a função de assessores de imprensa de políticos, de orgãos públicos, ongs, sindicatos e assemelhados. São eles os primeiros a reinvindicar a exigência do diploma. Por quê… porque diploma de nível superior e títulos - mestrado, doutorado - garantem cargo e salário. Haja vista a quantidade de facus de beira de estrada que pipocaram no Brasil nos últimos anos frequentadas por analfabetos funcionais.

  9. Na

    -

    23/06/2009 às 14:59

    Só para divertir: Li dia desses que uma embarcação do sistema ferry boat aqui em Salvador sofrera uma avaria e ficara à deriva em alto mar. Para os que não conhecem, vale dizer que o sistema foi criado para fazer a ligação marítima entre a capital e a ilha de Itaparica e encurtar a viagem dos que trafegam pela a BR 101 (também conhecida como litorânea), dentro da Baía de Todos os Santos. Até onde se aprende nas aulas de geografia, as águas de uma baía são águas abrigadas, alto mar fica além do litoral. Fiquei imaginando a embarcação sendo levada pelas ondas até alto mar e os pasasageiros em pânico.

  10. Joe

    -

    23/06/2009 às 11:07

    Tiago, muito interessante a sua ponderação sobre a interferência do estado. Acho que existem sim, atualmente, algumas situações em que faz sentido o estado impedir ou tentar evitar que as pessoas façam coisas que podem ser ruins para elas.

    É o caso da regulação das instituições financeiras, do exercício da medicina, das relações trabalhistas e das relações de consumo. Acho que a auto-regulação nesses casos não seria eficiente atualmente devido em parte à falta de informação das partes mais fracas dessas relações. O paciente simplesmente não saberia avaliar o risco que está correndo. Quando mais informação útil estiver disponível, e as pessoas tiverem mais educação, isso pode mudar.

  11. André

    -

    23/06/2009 às 10:54

    Reinaldo, me desculpe a ignorância, mas não entendi porque na passagem “a sua preguiça” o “a” não teria crase.

    Obrigado!

  12. Tiago

    -

    23/06/2009 às 10:25

    Concordo com o principal do texto, só não concordo com a exceção feita a profissões de riscos… Aceita o risco quem quer. Ninguém te obriga a contratar médicos sem diplomas (a fraude de diplomas tem que continuar sendo crime, claro). Qual seria a justificativa ética para se punir alguém que tratou de alguém que *voluntariamente* se submeteu a esse tratamento?

    Eu conhecia uma auxiliar de dentista que fazia pequenas obturações em sua família. Pela lei era uma criminosa. Acho absurdo.

    No mais, abaixo a todos esses cartéis profissionais. Parabéns pelo texto.

  13. pctinoco

    -

    23/06/2009 às 10:11

    Rei
    Não é só diproma univerçitário, Banânia é o paraíso dos cartórios. Quer um exemplo: Auto Escola. Por que não se pode usar o próprio carro? Por que a obrigação para tirar a carteira? Bastava fazer a prova objetiva e o condutor teria uma licença provisória de 3 meses e fazer a prova com o seu próprio. Se alguém me provar que aquelas aulinhas idiotas (que foram aumentadas para mais 5 - o custo subiu para uns R$ 1.000,00) ensinarem alguém a dirigir, me atiro da ponte RJ-Niterói com meu carro. Já existe essa obrigatória há uns 15 anos e o trânsito só piora! Com a palavra os çabios do CONTRAN. Só servem para enriquecer um punhado de dono dessas joças. Como se a maioria do povão tivesse esse dinheiro sobrando. O Zelador da minha Igreja quer tirar a carteiro para melhorar profissionalmente e não tem esse dinheiro.

  14. Maria Helena

    -

    23/06/2009 às 9:16

    Concordo com o que deduzi do seu texto: as Faculdades é que são tortas, mas discordo do resto, porque o curso superior é muito importante para o aperfeiçoamento do jornalismo e acabar com essa obrigatoriedade é abrir portas pra regulamentar o analfabetismo em qualquer profissão. Não basta a Presidência da República? E mais: escritores, poetas, repentistas, artistas em geral… não têm mercado fixo: eles se aventuram em suas criações.

  15. Pedro Rocha

    -

    23/06/2009 às 9:13

    Trabalho na área de Informática e queria fazer Engenharia de Computação, mas desisti da ideia ao saber que este profissional é o único de nossa área a se vender para o sistema CONFEA. Além de ser uma péssima profissão (desenvolver hardware) por conta do mercado restrito (muitos vão dar aulas ou trabalhar como técnicos em áreas de base de conhecimento em eletrônica).

    Acho emblemático: o cara está na pior área em matéria de empregabilidade e ainda é escravo do CONFEA. Detalhe: o corporativismo é tanto que eles não se incomodam de seu profissional exercer profissões para o qual não foi treinado (professor, analista de sistemas, administrador de redes etc.), mas quem tentar o contrário…

  16. Carlos Costa Aguiar

    -

    23/06/2009 às 7:08

    Tio Rei, devo te condessar uma coisa. Eu sou seu leitor assíduo desde o começo do blog. Se eu tivesse conhecido seus escritos antes eu certamente não seria arquiteto mas sim jornalista. E iria pra faculdade sim para aprender a arte de informar com excelência.

  17. Daniel

    -

    23/06/2009 às 6:56

    O que já vemos no mercado, mesmo com toda regulamentação, já é um verdadeiro “show de horrores”: advogados que não conseguem se expressar com clareza, ações infundadas que servem apenas para entupir o judiciário, perda de direitos essenciais, inocentes presos indevidamente e etc. Imagine-se, como em um caso real, em que a parte vem sendo perseguida (judicialmente) por um indivíduo que busca, de todo modo, enriquecer-se às suas custas, com pedidos de indenização sem qualquer fundamento, sem lógica, nada… Mesmo com toda explanação de que não se trata de algo serio, meu cliente não consegue dormir em paz, alem dos gastos que vem tendo pela defesa de seus direitos….

  18. Daniel

    -

    23/06/2009 às 6:55

    Reinaldo,

    A defesa da formação e do exame de ordem para advogados não é questão meramente corporativa. O advogado lida, no seu dia a dia, com bEssenciais e da primeira ordem de grandeza à sociedade.
    Às vezes, chego a concordar com a máxima de que o mercado conseguirá selecionar os profissionais, mas…

    A simples perda de um mero prazo pode arruinar todo um patrimônio construído com o suor e trabalho de uma vida inteira. A imperícia num pleito inicial pode se consubstanciar na preclusão total de um direito. O insucesso numa medida liminar em trabalho advocatício precário que busque, por exemplo, o fornecimento de um medicamento essencial, de uma cirurgia ou coisa análoga (contin

  19. Joe

    -

    23/06/2009 às 3:54

    Está passando neste momento na TV Justiça o julgamento no STF sobre o diploma de jornalismo. Tanto o advogado da FENAJ quanto a advogada da União, ambos os quais defenderam a constitucionalidade da exigência do diploma, disseram que, caso seja inconstitucional exigir diploma de jornalista, também é inconstitucional exigir diploma de advogado.

    Concordo com eles nesse ponto e espero que em breve os estudantes de direito se libertem da senzala ideológica nas suas faculdades!

  20. Ari

    -

    23/06/2009 às 1:01

    Reinaldo, estou com uma dúvida. Parece que andaram regulamentando a profissão de prostituta. Será necessário diploma? E o curso de formação, quem definirá o currículo (ai, ai, ai…)?

  21. Wilson

    -

    22/06/2009 às 22:24

    Rei desde que foi imposto diploma para jornalistas a mediocridade
    dos nossos jornais triplicou,em cadencia os reporterers de TV viraram ventílogos de terno e gravata e uma dúvida consertar ar
    condicionado tem que ter diploma? caso negativo os alunos da usp
    são beocios e os professores pior ainda.

  22. Gandalf

    -

    22/06/2009 às 21:57

    Reinaldo, acho que vc ainda não comentou - ou eu não vi- o aspecto mais auspicioso dessa história: a partir de agora, não sendo obrigados a contratar jornalistas, as empresas da “mídia” preferirão contratar gente talentosa sem o tal “diproma” e, portanto, a densidade de esquerdistas tais como essa inefável Laura Capriglione (?) será enormemente reduzida! Como a imensa maioria dos formados em jornalismo saem cheios de “consienssia di craçe” da faculdade, só de ter outras opções para contratação já reduzirá tremendamente o grau de esquerdismo das redações. E isso acontecerá relativamente rápido…

  23. Ataide

    -

    22/06/2009 às 21:50

    Sempre gostei de ler um jornalzinho aos domingos, e não faço isso há anos. Fico atualmente só com a Veja e com alguns blogs sensatos. Vamos ver se daqui pra frente, numa atitude “auto-corretiva” de até então maus profissionais, começe a aparecer jornalismo de verdade, desvinculado do lulismo, do esquerdismo. Neste caso, voltarei às bancas ao menos nos dominngos pela manhã.

  24. sp

    -

    22/06/2009 às 21:23

    OK, Reinaldo, obrigado pela resposta. Ao reler o post com mais atenção eu já tinha entendido o que você quis de fato dizer. E depois de uma certa perplexidade inicial, comecei a refletir (como sempre acontece depois de ler seus arrazoados) e lembrei de duas coisas: uma experiência malfadada que tive com um advogado, malandro diplomado sei lá por onde, e, de outro lado, uma bela reportagem que li há muito tempo sobre o venerável rábula Cosme de Faria, por muitos anos defensor do povo pobre da Bahia. Pois concluí que você tem razão: abaixo a reserva de mercado! Quem tiver caráter e competência para defender os direitos de quem precisa que se estabeleça!
    Um abraço

  25. Ângelo Azevedo

    -

    22/06/2009 às 21:06

    Rei, já foram apresentados ao Congresso Projetos que regulamentam as profissões de vaqueiro, chaveiro, investigador particular, decorador, repentista, caminhoneiro, despachante, garçom, barbeiro, cabeleireiro, auxiliar de cabeleireiro, manicure, cozinheiro, secretário, cobrador, técnico industrial, massagista, carteiro, engraxate, maquilador, cambista, propagandista, guia de turismo, radiotécnico, técnico em água de piscina, taxista, alfaiate, guardas de guarita, artesão, arqueólogo, capelão, quiropraxista, turismólogo, ajudante de cozinha, maitre, copeiro, barbeiro, desenhista, treinador de goleiros, agente comunitário de saúde, líder comunitário, podólogo, etc..

  26. anonimus

    -

    22/06/2009 às 20:57

    Alguns diplomados, seguidores fiéis da fenojo, procuram os fóruns que os acolhe e lhes dá de mamar, para reclamar assim:” Perdi 4 anos de vida estudando, ralando e agora o que vou fazer? Quero meu dinheiro de volta…” É ou não é o c* da cobra?
    Uma pergunta: se fosse possível, o que não é, as escolas devolverem o “investimento”, como esses asnos devolveriam o que aprenderam(?)? Não é assim? Se você recebe tudo de volta o negócio está desfeito e as escolas querem o que ensinaram, bem ou mal.De que forma seria? Lobotomia ou coisa assim?

  27. Gunga-Din

    -

    22/06/2009 às 20:41

    Uma curiosidade, Reinaldo.
    Um dos mais importantes criativos da história da propaganda é David Ogilvy que estabeleceu mundialmente o Grupo de agências que leva seu sobrenome.
    Pois bem.David Ogilvy era….chefe de cozinha

  28. Anônimo Paulistano

    -

    22/06/2009 às 20:36

    Rábula disse às 7:04 pm

    ´desregulação para advogados ? Direito exige mais saber técnico do que talento,caro. É a lei que diz: Lei 8666 - Licitações. “Art. 13. Para os fins desta Lei…´

    A revogação é também uma característica das leis, se amanhã o presidente acordar invocado e quiser revogar a 8666 na íntegra ele revogará na base da canetada e pronto, no mais causa um estranhamento que alguém que se intitula Rábula (pessoa que advoga sem ser formada em direito) venha aqui defender o direito de quem é diplomado.

  29. Fátima

    -

    22/06/2009 às 20:36

    Estamos num patamar onde especialmente os advogados diplomados são incapacitados pelo direito achado na rua resultante do politicamente correto que vigora neste começo de século. Onde vai parar a ADVOCACIA se a LEI pode ser interpretada como a Bíblia? No mesmo lugar que as religiões: numa diversidade de opiniões que atendem a todos os gostos e que desconstroem sua essência, dilacera a sociedade e leva o País ao caos político e social.

  30. Juca

    -

    22/06/2009 às 20:35

    Tem conselhos profissionais com a petulância de se intitular ” serviço público federal ” e viraram estatais com todos os defeitos e nenhuma virtude . Andam representados até nas poasseatas da Petrobras .

    Gilmar Mendes é o homem mais lúcido na república , definiu a necessidade de regulamentação às profissões técnicas e de responsabilidade .

    Luz no fim do túnel .

  31. Tony

    -

    22/06/2009 às 20:29

    Prezado Reinaldo,

    estas manifestações de estudantes de jornalismo só revelam o que o brasileiro médio é na sua essência.

    Somos uma grande família Sarney: todos querem garantir sua boquinha, o ganho certo com nenhum esforço.

    Dê-me uma sinecura, ou pelo menos uma reserva de mercado…

  32. DUENDE

    -

    22/06/2009 às 20:13

    Com curso de direito vompleto e aprovação no exame da OAB tem advogado que anda com as quatro patas no chão. Se liberar geral será um caos. Estaremos diante de um verdadeiro circo de horror jurídico.

  33. sp

    -

    22/06/2009 às 20:06

    Caro Reinaldo, no segundo parágrafo você escreveu:

    “Você é a favor da desregulação também para advogados?” É claro que sim.

    Mas se eu entendi a argumentação que se segue, você quis dizer “claro que NÃO”, certo?

    REINALDO RESPONDE
    Não, não!!! Eu quis dizer “claro que sim” mesmo. A necessidade do advogado formado tem de ser provada pelos fatos. Como comentei, acho difícil que leigos dêem conta do recado, mas não deveriam ser proibidos. Eu preferiria ver entidades de advogados empenhadas em defender a especialização, em vez de defender a proibição. Isso faz toda a diferença.

  34. Leonardo

    -

    22/06/2009 às 20:02

    (…)
    cont.

    Um curso de direito não garante um advogado brilhante, mas assegura um mínimo de conhecimento das normas, procedimentos, etc…

  35. Leonardo

    -

    22/06/2009 às 19:57

    Reinaldo

    Belo texto, mas discordo apenas quanto à desregulamentação da profissão de advogado. Não se trata de reserva de mercado.

    O advogado trabalha e defende valores fundamentais do indivíduo, como por exemplo a liberdadade e o patrimônio. A Justiça é muito rígida, e suas decisões quando transitadas em julgado, são irreversíveis.

    Não é a toa, que em um processo criminal, mesmo que o réu não possa contratar um advogado, o Estado é obrigado a nomear um. Um prazo perdido as vezes é suficiente para arruinar a vida de uma pessoa. E como você disse, não é nada fácil lidar com o cipoal da Justiça. O dano pode ser à coletividade também.

    (…)

  36. Teske

    -

    22/06/2009 às 19:52

    Caro Rare Nucae. Sou corretor de imóveis e, assim como muitos colegas meus, contrário a exigência que vc citou. Tem outras: não posso vender ou anunciar imóvel sem opção com exclusividade, não posso anunciar imóvel colocando “imóveis” junto ao meu nome se não possuir empresa registrada (paga duas anuidades: física e jurídica) e outras. Prá me ajudar? Ajudar ao cliente? Não! É interesse das grandes imobiliárias que controlam os Conselhos. Os corretores que trabalham tentando sobreviver não existem prá eles. To arriscado perder minha credencial, mas vamos lá. Sabia que querem que corretor de imóveis tenha diploma? Que venha o Gilmar Mendes.

  37. Kika

    -

    22/06/2009 às 19:43

    Reinaldo, aproveito o assunto para pedir que fale sobre a profissão de CORRETOR DE IMÓVEIS, regulamentada pelo COFECI, cujos CRECIs cobram uma anuidade absurda dos profissionais ativos sem dar nada em troca, além da fiscalização sobre os próprios profissionais.
    Penso que esse CONSELHO deveria ser extinto por total falta de utilidade.

    abs

  38. ra

    -

    22/06/2009 às 19:37

    Foi um dos mais importantes textos que o senhor escreveu.

    Parabêns a nós todos

  39. Lilico

    -

    22/06/2009 às 19:27

    Os jogadores de futebol são um exemplo vivo de que talento é imprescindivel para o êxito numa profissão,tem ainda os pilotos
    de fórmula 1 e vai por ai afora. Quero ver a faculdade formar jornalistas habilitados em esportes,medicina,gastronomia,economia,política,aviação,engenharia,computação,etc… Agora tem de avisar aos senhores alunos que participaram da manifestação,que o Ministro Gilmar Mendes foi só um dos oito que votaram pela não obrigatotiedade do dimploma e que o diploma também é bemvindo nas redações.

  40. Briza

    -

    22/06/2009 às 19:27

    Parabéns Reinaldo! Na mosca, como sempre.
    Sei não, mas esse rábula das 7:04 vai levar uma resposta e a gente vai dar mta risada…….só faltou defender o curso de educação física p/ treinador de futebol…….hehehe

  41. Rad Radix

    -

    22/06/2009 às 19:21

    Caro Reinaldo,

    A própósito dessa temática “cartular”, é muito sintomático que os diplomas no Brasil, exceto os de profissões tecnológicas (medicina, odontologia, engenharias), só subsistam principalmente porque a Administração Pública os exige para a maioria de seus cargos.

    E é essa mesma “AP” que também revela sua inutilidade - v.g., para ser Auditor-Fiscal da Receita Federal, basta ter qualquer diploma superior e passar no concurso. O resultado é que se vê professores de educação física, músicos, médicos entre esses AFRFB. Vale o conhecimento demonstrado em exame, o que é bom. E se assim é, seria mais republicano e pró mobilidade social abrir os concursos para todos sem-diploma.

  42. Mario

    -

    22/06/2009 às 19:19

    Em tempo: não concordo com a dispensa de um mínimo de conhecimentos técnicos para o exercício de qualquer profissão.

  43. Mario

    -

    22/06/2009 às 19:16

    … e a petralhada está falando em exigir “deproma” de prostituto/a…

  44. Carlos

    -

    22/06/2009 às 19:16

    No avião:
    - Tem algum médico aqui? Este homem está perdendo muito sangue.
    - Aqui! Eu sei estancar uma hemorragia, aprendi com a minha mãe, que era parteira e enfermeira na vila onde nasci.
    - Você é médico ou enfermeiro formado?
    - Não, sou engenheiro, mas…
    - Então não serve. (Voltando-se para o paciente.) Desculpe-me, mas acho que, de acordo com a legislação e os regulamentos da companhia, o senhor vai ser obrigado a sangrar até morrer.

  45. Antonio C

    -

    22/06/2009 às 19:06

    Toda e qualquer reserva de mercado é, claramente, pavor da meritocracia. O corporativismo luta raivosamente contra a competência e a abolição da escravidão ideológica. É, na verdade, mais um dos tentáculos do moderno príncipe que tentam engessar a sociedade através de cotas raciais, demarcações de terras indígenas, fixação de privilégios a quilombolas, justiça do trabalho que faz não justiça, mas distribuição canhestra de renda, aprovação automática nas escolas públicas, onde o jovem percebe a aberração e utiliza-se malandramente do esquema (perguntem a um professor da rede estadual?), etc. Em síntese: o MÉRITO, a COMPETÊNCIA devem ser submetidas à VAGABUNDAGEM DEMAGÓGICA. Tem saída? Tem.

  46. Rábula

    -

    22/06/2009 às 19:04

    “desregulação para advogados”? Direito exige mais saber técnico do que talento,caro. É a lei que diz:
    Lei 8666 - Licitações. “Art. 13. Para os fins desta Lei, consideram-se serviços técnicos profissionais especializados os trabalhos relativos a:
    [...]
    V - patrocínio ou defesa de causas judiciais ou administrativas;”

    Ademais a linguagem jurídica também é técnica. “Tradição” em direito é a entrega do bem. Bem diferente do sentido usual, né não? Sem ir ao google, vc sabe o que é “vicio ridibitório” e o princípio “judex non procedat ex-oficio”? Vc sabe a diferença entre lei e código? E os meandros do dir. tributário,comercial? Direito é técnico na forma e no conteúdo.

  47. Helder

    -

    22/06/2009 às 18:58

    Reinaldo,
    por um tempo eu acreditei que o que me ofereciam era educação - e superior ainda por cima. O fim da obrigatoriedade reacendeu uma certa mágoa, pois eu, por mais que deteste ser vítima, era um piolho ligado a toda essa sofismaria. Só depois, com o tempo, fui vendo as imensas mentiras. Todo semestre recebíamos uma ementa com as leituras obrigatorias da disciplina. Sabe quantos livros obrigatórios eu li? 3. e passava ocm notas boas em todas as disciplinas. Como eu sem ler os textos básicos era aprovado? Veleidades…

  48. Walter Junqueira

    -

    22/06/2009 às 18:54

    Concordo integralmente. Sou jornalista há mais de 25 anos e nunca encontrei uma utilidade para o meu diploma. A universidade me ensinou nada, porque comecei a trabalhar em jornal (na parte industrial) quando decidi ser jornalista. Conheci tudo a respeito antes de me formar. Era minha rotina acadêmica atualizar professores, pois eu estava no mercado e eles já tinham saído há muito tempo ou nunca estiveram. Meu texto foi aprimorado com boa leitura e prática. A curiosidade, já nasci com ela. A habilidade investigativa foi desenvolvida e cresceu ao longo da carreira. O resto foi adquirido de forma autodidata. Reservas de mercado profissional só servem a pelegos.

  49. Bernardo

    -

    22/06/2009 às 18:45

    Me convenceu Reinaldo! Realmente, comandantes de jato (cargo especialíssimo e bem remunerado) não fazem faculdade… São selecionados pela capacidade adquirida em cursos diversos (tem bons, tem ruins), em horas de voo, em experiências profissionais menores anteriores, e por aí vai. Entram como co-pilotos e só se transformam em comandantes depois de longa avaliação das cias.

    Publicidade é outro bom exemplo: Abundam cursos por aí que nada significam para o mercado. Apenas 3 ou 4 são realmente ponto a favor de quem as cursa. O resto é caçaníquel de incautos.

    Teremos uma depuração nesses cursos q formam apenas dono de diploma para atuar em jornaleco regional, ganhando 1 mil réis por mes.

  50. Dalvo - dalvojrossi@yahoo.com.br

    -

    22/06/2009 às 18:43

    Este não é um blog.
    É UM CENTRO DE EXCELÊNCIA

    Em que pese a excelente qualidade dos textos do auto-denominAdo presidente do blog a maioria esmagadora dos comentários demonstram a qualidade dos leitores.

    P.S.
    1-Escrevi sem qualquer sentimento de tietagem, e sim movido pela alegria de poder ler tantos e tão profícuos textos que espero estejam se transformando em ação.
    2-Reescrevi pois entre escrever e postar a quantidade de comentário saltou de quatro para dez, êta “trem bala”.

    Abraços a todos do blog.

  51. Gibbard

    -

    22/06/2009 às 18:42

    Você pergunta: um professor de curso de jornalismo ensinar o que é um bom lead ou técnicas de apuração? Como vai ensinar, se ele nunca entrou numa redação de jornal? Conheci um que lecionava técnicas de entrevista? Sabe o que ele mandava o aluno ler? Técnica de entrevista psicológica! Não-diretiva! O cara tinha que aprender a fazer hum-hum, hum-hum… não perguntava nada!

  52. A.Carlos

    -

    22/06/2009 às 18:40

    Reinaldo,

    Boa noite!

    Via eu, meu filho se comunicando com amigos via messenger quando vez ou outra, aparecia uma imagem que refletia uma emoção sobre o assunto.

    Ai perguntei, o que é isso… São emotion!

    Porque lembro e digoisso?

    Bom, é que após ler esse artigo, tive vontade de enviar-lhe um desses emotion em que a imagem fica batendo Palmas!

    Só para ser bem curto, do que você Reinaldo, foi preciso!

    Boa noite, Reinaldo!

  53. Dalvo - dalvojrossi@yahoo.com.br

    -

    22/06/2009 às 18:38

    Dalvo - dalvojrossi@yahoo.com.br disse:
    O seu comentário está aguardando moderação.
    junho 22, 2009 às 6:31 pm

    lógico que: excenlente = excelente e denomindo = denominado e o uso dessa vírgula “tietagem, e sim” aguarda notícia do presidente.

  54. Paranapuca

    -

    22/06/2009 às 18:37

    Oi Reinaldo,

    Como já disse o Wittgenstein (espero ter escrito certo) o mundo são fatos.
    Fora disso não há salvação. Ensinar jornalismo ou o escambau fora disso é coisa de maluco.
    Por que? Porque ainda que tudo seja fato, competência, em sendo pura metafisica apoiada em leis matemáticas (alguém me disse que matemática é dirigir o pensar a..), alguns não a tem.

  55. Uber

    -

    22/06/2009 às 18:36

    Mas esse é o real motivo da grita.
    Os esquerdopatas temem perder seus centros de lavagem cerebral!
    Como poderão aproveitar o cansaço mental pós-vestibular para incrustar suas idéias escrotas nas cabeças de alunos indefesos?

  56. Rare nucae

    -

    22/06/2009 às 18:36

    Corporativismo???? Veja isto : os órgãos de classe dos corretores de imóveis estão há tempos fazendo lobby para que em toda transação de compra e venda de imóveis seja obrigatoria a mediação de um corretor (levando a sua porcentagem, claro ). Já imaginou : você ao vender sua casa para seu irmão terá que ter um estranho intermediando ( devidamente inscrito no creci , senão vai preso ! ) pode ???? Sou economista e nunca precisei usar meu diploma para nada . Fora diploma obrigatório e fora corporativismo … pô ! Rare

  57. Anônimo Paulistano

    -

    22/06/2009 às 18:34

    Sou analista de sistemas de formação superior e atuação profissional , parei de atuar no tempo do mainframe (computador de grande porte ), daquele tempo para cá a profissão abriga os que possuem diploma da área, os que não tem diploma na área e os que não possuem diploma de área alguma, é portanto uma profissão aberta onde na contratação o que vale é o conhecimento que o candidato detêm sobre os tópicos que interessam à empresa naquele momento, se encontrar um analista de sistemas passando fome não será pela posse ou não posse do diploma, será pela incompetência que o acomete.

  58. Paulo Pires

    -

    22/06/2009 às 18:33

    Caro Reinaldo,

    Só fico com uma certa pulga atrás da orelha: será que liberando certos ramos de atividade, a petralhada não vai ter ainda mais facilidade de encher todo tipo de redação, repartição, escritório ou estúdio com seus agentes infiltrados? Sim, porque agora, um colaborador apadrinhado não terá sequer que passar quatro anos tendo trabalho de estudar alguma (pouca, é verdade) coisa diferente de marxismo barato.

  59. MarceloT

    -

    22/06/2009 às 18:32

    Reinaldo, concordo com você, mas acho o argumento perigoso. A petralhada pode justificar a falta de instrução de seu Grão-Apedeuta afirmando que ele é analfabeto mas tem “talento” para ser presidente.

  60. Exjornalista

    -

    22/06/2009 às 18:32

    A imprensa brasileira está cheia de jornalistas brilhantes que não fizeram faculdade. Conheci e trabalhei com muitos deles. Presenciei em várias redações o desabrochar desses talentos, que já nascem para a profissão. É feito artista, nasce pronto! O que se quer é manter a reserva de caça.

  61. Dalvo - dalvojrossi@yahoo.com.br

    -

    22/06/2009 às 18:31

    Reinaldo,

    Em que pese a excenlente qualidade dos textos do auto-denomindo presidente do blog três dos quatro comentários anteriores demonstram a qualidade dos leitores.

    Este não é um blog.
    É um centro de excelência.

    P.S. Escrevi sem qualquer sentimento de tietagem, e sim movido pela alegria de poder ler tantos e tão profícuos textos que espero estejam se transformando em ação.

    abraços a todos do blog.

  62. Heitor

    -

    22/06/2009 às 18:25

    Infelizmente, o cipoal da justiça, emaranhado que só, daria graças À Deus se a reserva de mercado dos advogados fosse extinta, pois os advogados só defendem as causas que lhe dão LUCRO. Boa idéia, Reinaldo.

  63. Cris

    -

    22/06/2009 às 18:24

    Rei,

    Você sabe que eu tenho um filho estudante de Jornalismo. Estamos, eu e ele, abismados com a tontice dos bobocas que entenderam que é o fim da faculdade de Jornalismo, e bláblábláblá. Temos dados boas risadas com a estreiteza de visão desse povinho, hahahahah! Bem, aqueles que saem em “protesto” pela decisão do STF são os primeiros a ficar na “peneira”, fora da profissão: são burros DEMAIS e mostram isso.

    Que é divertidíssimo ver os madraçais caindo, aaaaaah, com certeza é! Quero ver agora ministrarem alguma aulinha “bolivariana”! Tchuif, vão ter que ENSINAR algo que preste, ou não terão alunos, tsc.

  64. Pedro

    -

    22/06/2009 às 18:22

    Rei, vai por mim. O Direito que é ensinado em uma BOA universidade realmente demanda séria metodologia de estudo. Lidar com o Direito, em qualquer função que exista (juiz, advogado, promotor, defensor etc.) exige mais que a alfabetização necessária para a leitura teleológica da lei. O melhor a fazer não é abolir o diploma de Bacharel em Direito, mas sim ser mais rigoroso na análise das instituições que podem outorgar esse título com honestidade.

  65. Gaucho

    -

    22/06/2009 às 18:22

    Bom, e o que dizer então de Lula que é Presidente do Brasil e nao deve ter nem 2º grau, fora tantos outros politicos. Reinaldo entao nao seria necessario um curso superior pra entrar na politica? Mas mesmo assim acho que nao adiantaria muito, pois quando se é ladrao e vagabundo se é sempre( letrado ou nao)

  66. gaúcho do alegrete

    -

    22/06/2009 às 18:21

    Reinaldo, teu texto é aplicável, não só aos cursos de graduação, mas também, na alfabetização das nossas crianças. Os rebentos não vão ao colégio para aprender “2 x 3″, vogais, consoantes, soletrar as primeiras sílabas, e, finalmente, aprender a ler e operar nºs. Não, nossas crianças são induzidas a “questionar”, refutar métodos clássicos, ser rebeldes/rvolucionárias, reacionárias. Resultado: adolescentes não sabem formular uma frase; interpretar um parágrafo, nem pensar. Só valem as pedagogias socialistas. Pobre país, vejo marmanjões com 16 anos, na 5ª série. Com essa idade, concluí o 2º grau. Sou rebelde e questionador mas com conhecimento básico.

  67. felipe

    -

    22/06/2009 às 18:20

    e por falar em jornalismo isento…
    o mão-peluda está cobrando moralidade do BNDES em seu site, é mole?
    Francamente MP!!

    Felipe, Rio.

  68. capc

    -

    22/06/2009 às 18:16

    Generalizando… é preciso desregulamentar todo esse “ensino cartorial”. A nível dos pais terem a liberdade de conduzirem todo o ensino de seus filhos. (meio complicado… mas deveria ser permitido e aceito). O ensino (estruturado) não é previlégio dessas instituições de ensino.

  69. FALTA ACABAR COM O EXAME DA OAB!

    -

    22/06/2009 às 18:15

    e tomara que acabem tambem com o cartórinho da$ OABê$ da vida…

    Advogado é quem se forma depois de cinco anos de estudo,e não quem tem de passar pelo exame bêsta da ‘ordem’ cada vez mais de esquerda por sinal!

    que todos possam defenderem-se ‘per si’ ou se puderem, contratando um especialista.

    Rábulas sempre tiveram seu papel junto aos mais humildes!

    OAB prá quê ?
    ponto!

  70. marcos

    -

    22/06/2009 às 18:10

    Muito bem!!!

    MAM

  71. Cora

    -

    22/06/2009 às 18:05

    Oxímoro é, segundo o Houaiss, uma figura de retórica, na qual se combinam palavras de sentido oposto que parecem excluir-se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam uma expressão.

    Exemplos: silêncio ensurdecedor, obscura claridade, contentamento descontente, ilustre desconhecido e por aí vai.

    Para o Millôr, Escola Superior de Guerra também é oxímoro. Ele sustenta que, sendo de guerra, não pode ser superior.

    Já Sérgio Rodrigues acaba de descobrir um tremendo oxímoro nas manchetes dos jornais:

    “Conselho de Ética do Senado”.


 

Serviços

 

Assinaturas

Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados