Contrariar tal clamor, em princípio, parece bom e corajoso. Mas que não se confunda isso com uma categoria moral absoluta. Antes que entre no mérito da entrevista propriamente, quero voltar à questão da imprensa acuada. O que está na origem desse processo é uma decisão política. Não sei se notaram, o casal pronunciou a palavra “mídia”, certamente, mais de uma dezena de vezes. Isso é instrução de advogados, que têm todo o direito de fazê-lo, digo desde logo. Mas um profissional da área não põe na boca de seus clientes termos que não sejam influentes.
E atacar “a mídia” como responsável por aquilo que noticia e/ou denuncia tornou-se um “botão quente”, um instrumento da defesa. Pouco importam evidências, mérito, contradições, absurdos até, o negócio é acusar “a mídia”. Um grupo de subjornalistas também passou a fazê-lo, como se mídia fosse sempre “o outro”. Alexandre e Anna Carolina pareciam, ontem, Tarso Genro ou Dilma Rousseff. Dossiê? Tudo coisa da mídia…
A grande imprensa, não raro, está começando a fazer o seu trabalho — e isto é gravíssimo — tendo de demonstrar, de saída, que ela própria não é culpada; que não é a responsável por aquilo que noticia; que não está empenhada em demonizar ninguém; que está apenas cumprindo o seu papel. Até aí, podemos dizer todos, louvem-se-lhe os cuidados. Mas uma coisa é proceder assim como norte ético; outra, diferente, é fazê-lo porque os principais interessados num jornalismo acuado passaram a ter voz ativa no debate público.
Há uma corrente de opinião — ou melhor: de pressão — que quer transformar “a mídia” na principal suspeita do país. Noto isso, hoje, de forma clara no jornalismo político. E os temores saltaram também para a cobertura de um caso de polícia. E agora comento a entrevista do Fantástico.
Outro lado
Depois da entrevista de ontem, ninguém poderá dizer que o casal não teve direito ao “outro lado” ou a uma defesa pública, feita para a mídia. Por longos minutos, uns 25 ou 30, sei lá — o que, na TV, é uma enormidade —, os dois falaram o que bem entenderam. Salaro ensaiou uma pergunta ou outra mais dura — referiu-se, por exemplo, de forma genérica, aos laudos —, mas nada que pudesse trazer alguma dificuldade aos dois. Estavam ali, certamente com a anuência dos advogados, para se defender.
Qual era a expectativa, quero crer, dos espectadores? Acho que não era diferente da minha:
- Como se explica o sangue no carro? Alguém plantou a prova?
- Como se explicam os fios de cabelo com o bulbo?
- Como se explica o sangue na fralda?
- 12 minutos separam a chegada do carro do telefonema ao resgate. O senhor subiu, deixou a menina, desceu, subiu, constatou e tragédia. Tempo hábil para que se processasse o crime, incluindo o corte da rede de proteção?
- Como se explicam os resquícios de tecido da rede em sua camiseta?
- E a marca da sola do seu chinelo no lençol?
- Os senhores acham que essas evidências técnicas são todas forjadas pela Polícia?
“Ah, Reinaldo, mas aí seria um massacre. O casal estava lá para dar a sua versão dos fatos”. Pois é. Então chegamos ao ponto que me leva ao problema. Observem: não acho que o Fantástico fez mal em ter levado ao ar a entrevista, não. Pergunto: que veículo teria recusado a possibilidade? Nenhum! Mas também acredito que isso foi detidamente negociado com os advogados de defesa — ou eles seriam irresponsáveis de expor seus clientes a um tipo de evento dessa natureza? O casal parece ter exigido uma cópia CD da entrevista. Ela foi previamente vista e liberada pelos advogados?
Numa entrevista, o normal é que o entrevistado seja apresentado às suas contradições ou às dos fatos de que é protagonista. Não se viu isso ali. O clima do encontro parecia mais ou menos este: “Vocês foram esmagados pela opinião pública até agora. O que vocês têm a dizer? Nenhuma contradição ou estranheza lhes será apresentada”. E não foram mesmo. Na conversa, mais de uma vez, a mulher emprestou objetos diretos, objetos indiretos e complementos nominais ao marido. Termos como “princesinha”, para se referir à menina, e expressões como “a gente é unido” foram repetidos exaustivamente. Menos do que a alegação de inocência — que ocupou tempo ínfimo na intervenção de ambos —, eles estavam empenhados em tentar melhorar a sua imagem pública, mostrando compor uma família bem próxima da exemplar.
Observo, antes que avance, que o caso da Escola Base — um trauma das coberturas policiais — estava, de fato, recheado de absurdos: as maiores (e falsas) evidências contra os acusados vinham dos testemunhos de crianças, cheios de fantasias, como é o habitual. Neste caso de agora, ignorar ou laudos técnicos, sob o pretexto de não se promover uma condenação sumária, me parece próprio de uma mídia que está um tanto ressabiada. Não pela Escola Base, não! Essa é apenas a justificativa verossímil. O jornalismo, de maneira geral — não se trata de analisar Salaro no Fantástico —, parece um tanto na defensiva. E, ATENÇÃO, NÃO TEM MOTIVO PRA ISSO!
E aqui salto desse drama hediondo para a política de novo. Na entrevista concedida à Folha neste domingo, observa Carlos Eduardo Lins da Silva, seu ombudsman: “Acho que os jornais brasileiros perderam o poder de influenciar. O maior exemplo foi a eleição presidencial de 2006. Era claro que a maioria dos jornais preferia que Lula não tivesse vencido. No entanto, Lula teve dois terços dos votos. Da mesma forma, no momento do mensalão, a maioria dos jornais de qualidade no Brasil preferia que o desfecho fosse outro.”
Trata-se de uma fala de impressionante ambigüidade. Digamos que os jornais realmente não quisessem a reeleição de Lula, coisa de que não estou certo, mas vá lá. Havia motivos para tanto? Ou ainda: havia motivos para que quisessem outro desfecho no caso do mensalão? É preciso que fique claro nessa fala que eles não tinham “um candidato” — porque não tinham. O que se viu, nas matérias críticas ao mensalão e ao dossiê fajuto, foi a reprovação de um método.
A imprensa, em suma, não perdeu a eleição — porque ela não a disputava. Quem quer nos fazer crer nessa bobagem são os petistas. Porque, assim, podem acusar os suspeitos de sempre. E os suspeitos de sempre são um só: o jornalismo — ou “a mídia”, como diriam Alexandre Nardoni, Anna Carolina, Tarso Genro, Dilma Rousseff e praticamente todos os petistas. O PT construiu a campanha à reeleição de Lula afirmando que o candidato “da mídia” era o outro — quando ela, em peso, apoiava e apóia, por exemplo, a política econômica do governo, que foi a sua grande fortaleza eleitoral. Não duvidem: a avaliação do ombudsman será usada pelos petistas para responder a denúncias velhas e novas. E não haverá oportunismo nisso. Ela se presta perfeitamente a essa interpretação.
O crime
Volto à questão do crime e dos possíveis efeitos do evento de ontem. Por iniciativa do próprio jornalismo — em especial o da Globo, que tem sido correto, sensato, cuidadoso —, a população está bastante bem-informada sobre detalhes do caso e dos laudos técnicos. Ignorar as contradições e abrir o microfone para que falem o que deu na telha dos advogados são procedimentos que ajudam o casal? No que respeita à opinião pública, acho que eles terminaram a entrevista pior do que entraram. Digamos que o andamento todo tenha sido negociado com a defesa e que tenha sido essa a condição para que eles falassem. Duvido que algum veículo recusasse o acordo, se é que houve um. De fato, não creio que isso mude coisa nenhuma.
Fernando Sabino, já observei aqui, escreveu Zélia, Uma Paixão, relatando as memórias da ex-ministra da Economia de Collor, Zélia Cardoso de Mello. Ela falou o que bem entendeu. E ele escreveu. Zero de juízo crítico. Muita gente estrilou. Eu elogiei — sou a única pessoa, entre todos os meus amigos, que tem o livro. É que Zélia por Zélia mostrou-se uma coisa devastadora para… Zélia! O retrato que se faz ali do governo Collor é o de um bando de amadores, arrivistas e prepotentes. Sem contar, claro, a ética da tigrada. Deixar falar à vontade é um recurso e tanto do jornalismo.
Mas o que vai nos dois parágrafos acima não muda a minha convicção de que é preciso reagir à patrulha, seja cobrindo um assassinato, seja cobrindo uma falcatrua em Brasília. A isenção ou a abertura para todos os lados de uma questão não fazem das evidências, da lógica e, a depender do caso, das provas mera expressão de um dos lados do conflito.
Se a imprensa um dia mergulhar nesse relativismo, perde a razão de existir. Sem o jornalismo, as pessoas já dizem o que bem entendem, já põem as versões para circular livremente na praça. A imprensa pode ser isenta o quanto for, mas tem de ter lado: o da democracia, o do estado de direito, o das liberdades públicas, o das liberdades individuais, o do cumprimento das leis. O “outro lado” disso é a barbárie.









O caso Isabella é um caso saboroso para a imprensa sensacionalista (e quase todas elas são). Crueldade contra a infância já é assunto monótono no dia-a-dia. Mas este, em especial, traz um elemento que vende muito jornal, dá ibope para o canal de televisão e gera muito interesse: mistério. Ninguém está agindo nessa história com legítimas intenções, mas a coisa realmente virou espetáculo. Todos os brasileiros estão chocados com o assassinato da menina Isabella, e a mídia tem a obrigação de mostrar cada passo do crime, mas mostrar esse caso quase 24 horas no ar, torna o assunto repetitivo e cansativo. Pela tv vimos 37 minutos de entrevista do casal com palavras repetitivas, os quais se resumem em 5 minutos. Por outro lado a mídia está fazendo a mesma coisa. Os canais de televisão que vive como abutres nos casos de violências estão a mais de 20 dias sem noticiar roubos, assaltos, acidentes, trânsitos lento, corrupção e muitos outros temas. A televisão não fez nenum comentário sobre a Virada cultural que aconteceu na Capital Paulista, o quel teve mais de 3 milhões de pessoas. A mídia não faz errado, errado são os jornalistas sensacionalistas. Se a mídia mostrasse o desespero dos familiares que perderam entes contaminados com a dengue ou mostrasse os hospitais superlotados, a população poderia se comover e cobrar do governo.
COMENTEI EM CASA HOJE,ALGO QUE JA DEDUZI DE LONGE. COM O ADVENTO DO PETISMO, CRIMES COMUNS PASSARIAM A SER JUSTIFICADOS ,DA MESMA FORMA NAS QUAIS PETISTAS NEGAM SEUS CRIMES.CINICAMENTE.
LOGO LOGO, DA MESMA FORMA QUE UM JUMENTO VAGABUNDO E ORDINARIO, PASSA INCOLUME EM SEU DESGOVERNO CORRUPTO, CRIMINOSOS COMUNS, ASSASSINOS DIRETOS, IRAO ALEGAR Q NAO SABIAM DE NADA, QUE NAO ESTAVAM ONDE ESTAVAM.E COMO NO PETISMO, TUDO EH RELATIVO, ISSO SERA POSSIVEL, PELO MENOS EM TESE. PELO MENOS ATE ESSE PAIS ACORDAR.
!!FORA LULLA!!
MTS
“Mas o que vai nos dois parágrafos acima não muda a minha convicção de que é preciso reagir à patrulha, seja cobrindo um assassinato, seja cobrindo uma falcatrua em Brasília. A isenção ou a abertura para todos os lados de uma questão não fazem das evidências, da lógica e, a depender do caso, das provas mera expressão de um dos lados do conflito.
Se a imprensa um dia mergulhar nesse relativismo, perde a razão de existir. Sem o jornalismo, as pessoas já dizem o que bem entendem, já põem as versões para circular livremente na praça. A imprensa pode ser isenta o quanto for, mas tem de ter lado: o da democracia, o do estado de direito, o das liberdades públicas, o das liberdades individuais, o do cumprimento das leis. O “outro lado” disso é a barbárie.”
Caro Reinaldo,concordo,TOTALMENTE,com você!!!É isso mesmo!!!
KIRK
ACHO QUE VOCÊ NEM VAI LER MAIS COMENTÁRIOS A ESSE POST. MAS A ÚNICA COISA QUE CONSEGUI CONCLUIR SOBRE A ENTREVISTA SABE O QUE É:
AS FACULDADES DE DIREITO NO BRASIL ESTÃO MAL MESMO!!! NÃO SEI SE O RAPAZ É ASSASSINO… MAS QUE É SEMI-ANALFABETO, ISSO É! NÃO CONSEGUE CONCATENAR UMA IDÉIA… E É ESTAGIÁRIO DE DIREITO!
INCRÍVEL.
Já tenho a minha opinião formada a respeito desse crime e nada do que eles possam afirmar me fará mudar de idéia. A capa da Veja resume tudo.
Reinaldo:
Mais revoltante que o crime é o trato que determinada facção da mídia tem dado, como se uma abjeção dessas possa ser usada para alavancar a audiência entre uma receita de bolo e uma fofoca de celebridade. No mais concordo com tudo que disseste. Enquanto isto, que paz terá o espírito desta menina?
Carlos
Reinaldo
Se a crucificação dos culpados tivesse ocorrido após a apresentação dos laudos, uhm… vá lá (com ressalvas, mas, enfim).
No presente caso, porém, o sentenciamento prematuro dos acusados ocorreu muito antes da apresentação dos laudos, baseado em informações parciais e imprecisas que “vazaram” (culpa da frauda da má qualidade?) do suposto inquérito policial “sigiloso”.
Isso merece aplausos? Creio eu que não.
Veja que o casal já estava condenado pela opinião pública - induzida pela cobertura da mídia - antes mesmo da apresentação dos laudos periciais, embora tais laudos, cujo teor ninguém poderia adiantar, pudessem até mesmo vir a inocentar os dois!
E esse julgamento prematuro e infantil promovido por alguns jornalistas irresponsáveis é louvável? Coaduna-se com um Estado que se diz “democrático”? Por favor!
É fácil, portanto, elogiar a atuação da mídia sgora, quando os dados periciais apresentados pela polícia científica apontaram os acusados como culpados.
Se outra fosse a conclusão do laudo, porém, será que o texto que ora comento existiria? É, foi o que pensei…
Reinaldo, me obrigo a discordar novamente de você. Essa sacralização dos laudos da polícia “técnica” brasileira é perigosíssima, parece que estamos contaminados pelas muitas séries de TV no estilo CSI, que divulgam o trabalho competentíssimo da polícia americana, mas que não guardam qualquer similitude com as delegacias e imls brasileiros. Se laudo bastasse não precisava processo…
Sr. Reinaldo, Aula de jornalismo, obrigado. ” Mas Brutus é um homem honrado”.
Nelson
Reinaldo, o volume de comentários, 105 até o momento, dá uma idéia da importância de “textos longos” em seu blog.
Reinaldo, lendo os comentários que me desculpem os meus colegas, mas a culpa não é da mídia, do governo e do PT, só existe um responsável por toda essa bagunça, NÓS DO POVO somos os únicos responsáveis por tudo o que acontece, está na hora de assumirmos nossos erros, se a mídia explora este tipo de caso é porque damos a audiência que eles querem, se o PT e o LULA fazem o que fazem é porque permitimos… Então gente vamos parar com essa lenga lenga e assumir os nossos erros e tentar consertá-los, não gosta da GLOBO não assista, eu por exemplo não assisto a RECORD por não gostar da forma em que eles apresentam as notícias… EU NÃO VOTO NO LULA E NEM NO PT… Agora querer culpar essas emissoras e pessoas pelas nossas amarguras sem mover uma palha é imaturidade demais… JÁ DISSE AQUI QUE O POVO RECLAMA MAIS NÃO PARTICIPA DE NENHUM ATO QUE SEJA PARA DEMONSTRAR A INSATISFAÇÃO, A CAMPANHA SALVE A AMAZÔNIA ESTÁ AI E OS SEUS ORGANIZADORES PRECISAM IMPLORAR PARA QUE ASSINEMOS O MANIFESTO, ESTÃO QUERENDO LIMITAR A PROGRAMAÇÃO DA TV A CABO QUE NÓS PAGAMOS E SÓ PEDEM QUE ASSINEMOS O MANIFESTO E NADA… ESTÃO QUERENDO TIRAR AS PROPAGANDAS DE CERVEJAS, CULPANDO-AS PELOS ASSASSINATOS, ACIDENTES, ETC… E NÓS FICAMOS SEMPRE COM OS BRAÇOS CRUZADOS ESPERANDO SEMPRE QUE ALGUÉM GRITE POR NÓS… ORA VAMOS COMEÇAR A FAZER ALGO POR NÓS MESMOS… VAMOS!!!
ABS SANDRA
Parabéns pelo texto!
REINALDO:
SOMENTE QUERO DIZER DUAS COISAS.
1- O Edir Mais Cedo está
assistindo muito a
globo!
2- Até a missa do padre Marcelo,
está mais para a a seita da
Universal doque para a
Catedral da Sé.
Está muito mais para cinema
do que religião.Ví muitos
sorrisos dos tios de
Isabela.A polícia é a
principal responsável
por tudo isto.
Todo mundo querendo aparecer
falta só o LULLALUNÁTICO!
MEU COMENTÁRIO É UM DESABAFO…..
CHEGA DE NOS BOMBARDEAREM COM AS MESMAS NOTÍCIAS DURANTES SEMANAS, POR MAIS QUE ELA SEJA IMPACTANTE E TRISTE!!! DEIXE-NOS EM PAZ…..
QUEREMOS NOTÍCIAS NOVAS, SEJAM TRISTES OU NÃO…. MAS PAREM DE FALAR NO CASO ISABELLE… JÁ ENCHEU O SACO!
Seu texto é irretocável!
A mídia é composta por profissionais de quem se espera, acima de tudo, caráter e valores morais. Como você disse, isenção não siginifica que não tenha que ter lado.
Foi frustrante constatar que o repórter não fez as perguntas que gostaríamos que tivesse feito, mesmo entendendo que foi acordado com os advogados, porém nem por isso o objetivo do casal foi alcançado. Que a justiça os coloque no lugar que merecem e sem redução de pena.
Juca Mulato
Eu assisti à entrevista pela curiosidade, mas acho que foi um teatro. A Globo aceitou um acordo de não fazer perguntas mais chocantes, a fim de não deixar o casal de assassinos no bico do corvo (porque eu tenho certeza que eles são os assassinos!).
Eu, se fosse a Globo não punha aquele teatro ridículo no ar. Isso não é jornalismo, data venia. Isso é TEATRO como foram as entrevistas de Silvinho, de Delubio, de Valério…
A pressão popular, ainda que deva resguardar a democracia é muito importante, pois se houvesse uma pressão como essa no primeiro caso de roubo de lulla e quadrilha, é seguro que lulla teria sido impichado.
A rabularia nacional já está seguindo os exemplos ptralheiros, calcados no nazismo. Ou seja, uma mentira repetida por muitas vezes vira verdade. Acho que esse é o medo de todos nós.
No caso do mensalão, as provas pareciam tão contundentes que se esperaca que, pelo menos, as pessoas envolvidas diretamente sumissem do noticiário político e ficassem apenas no noticiário polícial. Mas não foi o que se viu. Todos deram a volta por cima. É claro que nesse caso houve a participação “compañera” de boa parte da imprensa e de correntes de opinião como os tucanos, covardes ao ponto de por em risco a própria democracia e seus pilares.
Porque é isso que ocorreu. Lulla começou a “se achar” e fazer comícios diários como reconheceu, “lapsus linguae”, estela-dilma.
Tudo isso pelo que temos passado, onde criminosos ficam livres ou ganham penas inominavelmente leves, nos põe de sobreaviso.
Os brasileiros estamos com medo.
Estamos com medo de ver que mais um crime se torne impune como tantos outros:
1-um silvinho que, comprado e pago, recebe pena simbólica por uma corruPTção no valor de cerca de 60 mil reais. Ele devolveu, mas e daí?! Além de devolver deveria pagar na cadeia. Não adianta virem os rábulas da esquerda dizerem que ele não é perigoso. É sim! Como ele foi premiado pelo roubo, tornou-se ainda mais perigoso, porque se tornou exemplo de impunidade.
E eu estou entre as pessoas que são totalmente contrárias a certas penas que parecem inventadas por algum criminoso, pois só servem aos criminosos, tais como:
1-Indultos variados, Páscoa, dia das Mães, Natal… que eu chamo Dia de Distribuição de Presente para a Bandidagem. O povo que feche as portas e se esconda nesses feriados, consignados, pela rábularia nacional, como DIA DO BANDIDO.
2-Penas de regimes semi-aberto ou aberto para criminosos sangüinários como foi o caso dos assassinos sangüinários do índio queimado vivo.
3-Soltar “por bom comportamento”, outra falácia da rabularia nacional. Ora, na cadeia o bom comportamento deve ser obrigatório e o mal comportamento é que deve ser punido com aumento da pena em dias, meses ou anos.
Afinal quem chegou lá já foi mal comportado aqui fora e não deve ser premiado por agir dentro das regras da cadeia.
4-Acho ainda que o contado com o preso devia ser feito por telefone, como se vê no cinema - em países democráticos - de modo que rábulas e outros familiares não pudessem entregar nem comida nem roupas nem celular para os bandidos.
Os únicos direitos humanos para esses “manos” deveria ser tratamento médico, dentário, musica ambiente, livros, comida razoável, melhor do que a da maioria dos brasileiros, nada que estimule o ódio e o rancor.
5-E nada de levar crianças e velhinhas para fazer arruaça familiar na cadeia. Não faz bem a uma criança entrar numa cadeia. Será melhor ela saber que o pai está pagando por um crime e poderá sair de lá inteiro e não receber amantes, que lhes levam droga em OB como se sabe. Criou-se a casa de tolerância na cadeia e as drogas são entregues por mulheres que as levam em si, dentro de OB.
Isso não é respeito aso direitos humanos. Respeitar o direitos dos apenados é cobrar-lhes uma mudança de comportamento e não reforçar nestes s
Neste caso, o único lado a escolher é o das notícias. Um crime e sua investigação, que eu saiba, são notícias.
Texto perfeito, Reinaldo! Estava esperando ler algo assim sobre a entrevista de ontem e sobre o papel da imprensa neste caso em especial.
A impressão que tive ontem foi que o repórter do Fantástico seguiu um roteiro “imposto” pelos advogados do casal. Só poder ter sido isso, porque realmente muitas perguntas importantes foram simplesmente ignoradas durante a entrevista. Foi mais um depoimento ensaiado dos dois que, acredito, não conseguiu convencer ninguém.
Estava nítida a idéia de “ouvir o outro lado” na entrevista, mas o Fantástico poderia ter feito um pouco do que tentaram fazer hoje no JN, ouvindo os especialistas e apresentando as provas periciais, explicando que estas não são subjetivas.
Olá Reinaldo, sou assíduo leitor do blog, mas neste texto vc exagerou na dose, digo no volume, nossa……….
Reinaldo,
Ontem, durante a entrevista no Fantástico, fiquei também bastante perturbada pela encenação( para ganhar apoio popular) que, sem dúvida, era evidente na fala dos dois. Hoje, no JN, a situação já parecia completamente outra,inclusive com comentários bem interessantes sobre as respostas e posturas do casal. Foi uma excelente idéia mostrar que “o rei está nu”,através de suas próprias escorregadelas e repetições.Tomara que alguém faça a mesma coisa com o governo brasileiro, para ver se essa gente ENXERGA .
para esses inocentes a pena mínima: Sugiro que seja de 30 anos
Insisto, tentem encontrar uma tesoura na casa de um amigo e vejam quanto tempo vão levar. Antigamente era fácil, pois todos tinham máquina de costura, mas hoje é muito difícil.
Quanto às marcas da tela na blusa do pai também são muito acusatórias, pois para olhar para baixo basta enfiar a cabeça no vão aberto da tela e praticamente a blusa só a tocaria não deixando marcas.
Notaram o tamanho dos anéis da madrasta na “entrevista”? Os laudos dizem que o ferimento pode ter sido causado por uma chave ou um anel. Por acaso foram periciados os anéis?
Morg
ESSE CRIME É TÃO INCONCEBÍVEL QUE TENDEMOS A IGNORAR OS ARGUMENTOS DA RAZÃO E ACREDITAR NA HIPÓTESE INVEROSSÍMEL DA DEFESA…
Pareciam o LULA na entrevista do mensalão relizada na França.
Pareciam o LULA na entrevista do mensalão relizada na França.
Concordo plenamente.
A análise sobre o comportamento da imprensa é irrepreensível. Não era o objetivo do texto, mas senti falta de algumas palavras sobre o comportamento das autoridades — polícia e Ministério Público.
Que os jornais tenham de buscar o maior número possível de informações sobre um caso assim, faz parte das regras do jogo. Mas não há razão para que delegados e promotor sejam tão solicitos em fornecer tais informações.
Antes mesmo de haver os laudos ou mesmo a confirmação técnica de alguns detalhes do que devem compor a acusação, tais dados já esavam na imprensa. A íntegra de depoimentos foram fornecidas. A polícia até mesmo organizou o vazamento de informações, escolhendo para qual jornal passava que detalhe. O promotor chegou a anunciar que o casal é culpado antes mesmo de ter os laudos.
Esse comportamento, parece-me, tinha o único objetivo de mostrar-se competente e eficiente. Algo muito útil para uma instituição sempre tão questionada. E os jornais, sedentos de informações por obrigação, publicaram.
Mas e se houver erros na apuração do crime? É bom lembrar que a polícia nem sequere lacrou o apartamento, cena do crime, e teve de repetir procedimentos de perícia que deveriam ter sido adotados na noite mesma da morte da menina. E se houver laudos sem tanta precisão? E se a denúncia à Justiça não for exatamente competente? E se…
Bem, aí o resultado do julgamento pode não ser exatamente o que se está esperado. De quem será a culpa? Da justiça ineficiente quando se trata de pessoas de classe média alta. Reforça-se um clichê que não é exatamente verdadeiro e livra-se a cara de quem investigou o crime e de quem preparou a denúncia. Muito conveniente.
Bem, no mais, parabéns pelo texto.
Absurdo, mas parece você psicografou tudo o que eu pensava sobre essa entrevista sinistra.
“Tio Rei”
Para mim, isso tudo ocorreu mais uma vez devido à orquestração dos petralhas.
Conseguiram desviar a atenção da mídia para este fato horrível.
Mais um fato lamentável por parte da Marta.
Reinaldo, perfeito. É daqueles textos que a gente gostaria de ter escrito.
Pois eu não assisti como nunca assisto. Não gosto e não faço esta concessão ao mau gosto. O que não me impede de concordar contigo. De olhos bem fechados…
Acho que a reportagem da Globo fez o que poderia fazer. De outro jeito, os dois nem apareceriam, já que a intenção do dois - e respectivos - era TENTAR livrar as caras que estão mais sujas do que pau de galinheiro. A reportagem, pra mim, mostrou: a madrasta completando (que coisa…) as frases mal decoradas do incapaz do pai; uma choradeira forçada pela lembrança da cadeia e alimentada pelo medo de voltar pra lá; mentiras vis seguidas de mentiras mais vis ainda, que lembravam MUUUUITO essa corja PeTralha nos seus crimes diários, falando para os imbecis que ainda desculpam suas canalhices.
Espero que a Globo e a Veja continuem mostrando a verdade, como puderem. E espero que a Globo mostre mais, porque ela pode.
reeinaldo azevedo
são temas
tão polêmicos
como estes
abordados
tão brilhantemente
corajosamente;
são comentários
tão igualmente
polêmicos
corajosamente
publicados:
que faz desse blog
verdadeiramente
corajosamente
único e precioso.
e perfeito
ao som do interpol,
BASTA!
Mais uma vez está certo Rei.Tudo parecia bem orquestrado e dirigido…A entrevista dos dois animais foi repugnante.Nota zero para a globo e para os advogados.A opinião pública nao aceita esse tipo de cinismo.
TENHO UM NETO DE 6 ANOS, QUANDO MEU
FILHO (25 ANOS)FICOU DESEPREGADO
PAGUEI ALGUMAS CONTAS DELE, CERTO
DIA A CRIANÇA ME APARECEU COM OS
LÁBIOS MACHUCADO E ME DISSE QUE O
PAI BATEU E SAIU SANGUE DA BOQUINHA
DE, MEU FILHO DISSE QUE FOI A PRES-
SÃO DA ESPOSA POR ELE ESTÁ DESEM-
PREGADO, ÊLE FICOU NERVOSO COM A TEIMOSIA DA CRIANÇA E FEZ AQUELA
COVARDIA, NO MESMO DIA, CHAMEI DUAS TESTEMUNHAS DAS DUAS FAMÍLIA
E DEU UM ULTIMATO AOS DOIS, DE DE-NUNCIAR OS DOIS NA POLÍCIA E JUIZA-
DO DA CRIANÇA, COM A GRAÇA DE DEUS
ATÉ QUANDO ELE RECOMEÇOU A TRABA-
LHAR NUNCA MAIS HOUVE COISA SEME-
LHANTE.
ACHO QUE A IZABELA COMEÇOU A FALE-
CER QUANDO ELA RETORNAVA DAS VISI-
TAS AO PAI, MACHUCADA E CONTANDO
DAS AGRESSÕES DO PAI COM O IRMAOZI-
NHO E A MÃE E OS AVÓS MATERNO NÃO
TOMARAM NENHUMA PROVIDÊNCIA, SE
FOSSE UM ATRASO DA PENSÃO ALIMENTÍ-
CIA ( SE É QUE EXISTE) AÍ O MUNDO DESABAVA, AGORA ME VEM COM ESSA CARA DE PAU FALANDO DE ONG PARA AS
CIANÇAS DESAMPARADAS, ELA NÃO DEU
ATENÇÃO DEVIDA A PRÓPRIA FILHA.
QUANTO AO POVÃO REINALDO TEM MUITA
REVOLTA MAS, MUITA EXIBIÇÃO TAMBÉM
A MÍDIA TÁ CERTA EM MOSTRAR, MAS
COMO DISSE O AMIGO ANTES OS PROGRA-
MAS ANTES DA JANTA ENCHE O SACO,
DEVERIA PASSAR UM POUQUINHO DAS
DEPREDAÇÕES E ROUBOS DO mst ÀS
EMPRESAS QUE PAGAM IMPOSTOS A ESSE
DESGOVERNO PARA ELE ESBANJAR COMO
DER NA TELHA, INCLUSIVE COM O PRÓPRIO mst.
ABRAÇOS.
Reinaldão,
ótimo artigo! De fato, senti no propósito da entrevista uma resposta para esse tal “isentismo” cobrado pelos patrulheiros do “moralismo e civismo”. Lembro que quando criança tive essa aula, “Educação Moral e Cívica” - ainda há?, o respeito às leis era o mote da matéria, não o relativismo. Pois bem, sua conclusão, Reinaldão, foi no ponto, perfeita, irreparável:
A imprensa pode ser isenta o quanto for, mas tem de ter lado: o da democracia, o do estado de direito, o das liberdades públicas, o das liberdades individuais, o do cumprimento das leis. O “outro lado” disso é a barbárie.
Quanto a entrevista também concordo com você, foi pior para eles. O último quarto da mesma foi o mais revelador. Sei que muitos consideram bobagem essas coisas como expressão corporal, atos falhos e etc. Mas reparem que pouco após a vacuidade da resposta de Alexandre sobre o sangue no carro, e o auxílio sempre pontual da mulher, ele muda sua postura completamente: ergue o corpo, ajusta às mangas e dá até uma sopradinha, de lado. Depois, lembrando do enterro e a promessa, a mulher querendo ajudar, entrega:
“ele queria se jogar junto com ela, se jogar no buraco com ela”
A gente não se joga, mas entra na cova.
Que coisa horrível.
Bobagem minha? Talvez. Num tribunal isso não tem a menor validade, é claro, mas, sim, as provas técnicas, que são muitas, e não foram respondidas pelo casal, a não ser com um: “não sei”; “isso não existe”; “não entendo”.
ATENÇÃO! ATENÇÃO
É LULACORLEONE FAZENDO UMA GIGANTESCA “OPERAÇÃO CORTINA-DE-FUMAÇA” PARA DESVIAR A ATENÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DA GRAVISSIMA CRISE MILITAR DESENCADEADA PELO MEGA ESTRONDOSO ESCANDALO DA ENTREGA DA SOBERANIA NACIONAL NA FAMIGERADA “RESERVA RAPOSA DO SOL”.
O DESGOVERNO LULOPETISTA QUE TEM A TV BRASILEIRA NA MÃO , APAVORADO COM A GRAVE SITUAÇÃO DO DELINQUENTE-MOR,APELOU PARA TRANSFORMAR UM CRIME EM UM MEGA SHOW TELEVISIVO, UM MACABRO “BIGBROTHER”,UMA NOVELA DO DIA INTEIRO PARA DESVIAR A ATENÇÃO DESTE PERICULOSO MOMENTO DESTA FAMIGERADA GANG DE PLANTÃO, PORTANTO O QUE ESTÃO FAZENDO NA TV BRASILEIRA É UMA LAVAGEM CEREBRAL NO POVO, MAIS UMA ARTIMANHA DE LULACORLEONE PARA TENTAR SE SAFAR DO CONFRONTO COM A COBRANÇA DOS SEUS HEDIONDOS CRIMES E DESMANDOS.
PENA QUE GRANDE PARTE DA MÍDIA BRASILEIRA ESTEJA SENDO LEVADA A ESTE JOGO SUJO EM UMA NOJENTA DESCIDA AO IMUNDO E SOMBRIO BECO DAS CANALHICES PETISTAS.
Não foi apresentada uma entrevista, foi somente um depoimento sem questionamentos do casal. Não ocorreu jornalismo investigativo.
Por hipótese de uma terceira pessoa.
1- Como entrou no prédio?
2- Como saiu e ainda trancou a porta?
3- Em menos de 12 minutos entrou no apartamento fechado, a criança acordou, foi estrangulada, a tela foi cortada, arremessou a criança e fugiu.
4- A tela foi cortada com uma tesoura. Quanto tempo é necessário para encontrar uma tesoura em uma casa desconhecida?
5- Onde está essa tesoura?
6- As gotas de sangue no hall, corredor e quarto dos irmãos. Essa terceira pessoa ainda teve tempo de sair até o hall e voltar ao apartamento?
7- Essa terceira pessoa sabendo que o pai ou o casal iria voltar ao apartamento não teria deixado o corpo e fugido?
8- O arremesso da criança pela janela foi somente para tentar despistar a morte que o criminoso já pensava ter cometido. Uma terceira pessoa precisava disso?
9- Eles enfatizam o tempo todo que nunca bateram ou até mesmo chegaram a gritar com a menina. E as testemunhas da festa que garantem que o pai deu um safanão que a jogou no chão e ainda teria dito: “Quando chegar em casa você vai ver.” ?
10- E os fios de cabelo com os bulbos encontrados no carro?
11- E os BOs da madrasta contra o próprio pai e o da avó por parte da mãe verdadeira contra o Alexandre? Estas famílias eram tão pacíficas assim?
12- Quem já educou crianças sabe que é quase impossível nunca ter pelo menos alterado a voz com uma, principalmente no caso de teimosias, “chantagens emocionais” ou, como neste caso, de ciúmes de irmãos menores.
Morg
Em 21-4
Não foi apresentada uma entrevista, foi somente um depoimento sem questionamentos do casal. Não ocorreu jornalismo investigativo.
Por hipótese de uma terceira pessoa.
1- Como entrou no prédio?
2- Como saiu e ainda trancou a porta?
3- Em menos de 12 minutos entrou no apartamento fechado, a criança acordou, foi estrangulada, a tela foi cortada, arremessou a criança e fugiu.
4- A tela foi cortada com uma tesoura. Quanto tempo é necessário para encontrar uma tesoura em uma casa desconhecida?
5- Onde está essa tesoura?
6- As gotas de sangue no hall, corredor e quarto dos irmãos. Essa terceira pessoa ainda teve tempo de sair até o hall e voltar ao apartamento?
7- Essa terceira pessoa sabendo que o pai ou o casal iria voltar ao apartamento não teria deixado o corpo e fugido?
8- O arremesso da criança pela janela foi somente para tentar despistar a morte que o criminoso já pensava ter cometido. Uma terceira pessoa precisava disso?
9- Eles enfatizam o tempo todo que nunca bateram ou até mesmo chegaram a gritar com a menina. E as testemunhas da festa que garantem que o pai deu um safanão que a jogou no chão e ainda teria dito: “Quando chegar em casa você vai ver.” ?
10- E os fios de cabelo com os bulbos encontrados no carro?
11- E os BOs da madrasta contra o próprio pai e o da avó por parte da mãe verdadeira contra o Alexandre? Estas famílias eram tão pacíficas assim?
12- Quem já educou crianças sabe que é quase impossível nunca ter pelo menos alterado a voz com uma, principalmente no caso de teimosias, “chantagens emocionais” ou, como neste caso, de ciúmes de irmãos menores.
Morg
tio rei:
7828 Total Signatures
em apoio ao general heleno:
sem apoio midiático.
BASTA
Trata-se, provavelmente, daquilo que os comunicadores franceses denominam “fait divers”. Fiz uma varredura pela internet para saber como a expressão é interpretada por aqui. Tem de tudo: considerações a partir de Roland Barthes, fatos divertidos, fatos diversos, fatos de inverno. Pequenos escândalos, acidentes de carros, crimes horrendos, suicídios por amor, pedreiro caído do quinto andar etc. inserem-se no “fait divers”.
Com efeito, o fait divers carrega outro significado, oculto, um malabarismo semântico muito usado na política (ao menos na França, onde ouvi esta explicação). “Fato diversivo”, com aplicação tática, que serve para distrair, como um deslocamento diversivo de unidade no exército, para confundir o inimigo. Este “fato diversivo” é o que me parece estar sendo aplicado no caso da menina assassinada. Quem estaria alimentando verdadeiramente esta nefasta voracidade da mídia?
Veja lá que o “blogueiro economista” passa agora a bater não só na midia, mas na policia também. O sujeito já ultrapassou todos os limites.
ATRÁS DE TODO SUBJORNALISTA PILANTRA QUE SE ESFORÇA NA PROPAGANDA DE DEMONIZAR A GRANDE IMPRENSA HÁ UM INTERESSE MENOR;OU SÃO MOVIDOS PELO RESSENTIMENTO POR TEREM SIDO ENXOTADOS E ESQUECIDOS OU ,O QUE É PIOR, DEMONIZAM A IMPRENSA LIVRE E NÃO ATRELADA AO GOVERNO(COMO ELES),POIS ESTA OS PODEM FISCALIZAR NAS SUAS AÇÕES CONDENÁVEIS DE APROPRIAÇÃO PRIVADA DO DINHEIRO PÚBLICO.
A entrevista está disponível no site do fantástico, mesmo para quem não é assinante.
o reporter valmir salaro da globo tá de parabens ele foi ouvir o outro lado foi imparcial brilhante.quem tem que pressionar os montros a confessar é o juiz.na entrevista concedida ontem eles passaram o recibo quero deixar bem claro toda cadeia do mundo é pouca pra eles
Comungo da opinião de que o casal, na entrevista , foi pior do que a encomenda. Por que as evidências apontam como único culpado os dois? Por mais boa vontade que se tenha não ha como não incriminá-los. Nessa história, de fato,me parece confirmada a inesistência de uma terceira pessoa. Agora, a coisa é tão torpe,tão desprovida de motivo, haja vista o reconhecimento por parte dos dois de que a criança era muito amada e de ótima convivência, que fica difícil de acreditar que um pai seja capaz de tamanha barbarie. É de arrepiar.
Ninguém foi punido (juíza, promotora, delegada, governadora, secretário da segurança) naquele caso envolvendo uma criança estuprada sistematicamente em uma cela masculina no interior do Pará. A omissão dessas autoridades deveria possuir o mesmo grau de responsabilidade de um assassino.
(R)
Reinaldo só algumas considerações:
1-Somente 2% dos homicídios são elucidados no Brasil.Em São Paulo o índice deve ser alguma coisa perto disso.
2-Está “na moda” e a polícia sempre investiga ,inicialmente(?),crimes em família (filho matar pai ou mãe, pai matar filho etc).Casos recentes,especialmente o da família Richtoffen,ajudam a reforçar o quadro.
3-Ou o casal é muito “frio e dissimulado” ou falam a verdade.
4-Por que a polícia não incrementou outra linha de investigação.Não foi um flagrante.
5-Por que o casal não se submete a um detector de mentiras (polígrafo) por vontade própria?Porque neste caso , o uso do polígrafo só serviria(praticamente) PARA A DEFÊSA,até mesmo perante a opinião pública.
6-Existem detectores pela voz.As TVs poderiam usá-lo?
7-Nenhum(NENHUM!) parente parece acreditar na acusação, afinal Isabela também era da família e seria (talvez até mais do que o pai!) sempre defendida pelos parentes.
8-Caso sejam inocentes ,Isabela estaria “sendo morta uma segunda vez” e um(a) assassino(a) estaria solto(a).
9- O casal está,visivelmente, em estado de choque , mas não ouvi nenhum psicólogo falando disso.
10-Podem,por outro lado, estar atenuando uma pena,através de uma estratégia de defêsa.
Ronalto disse… 8.36 AM
Ente outras coisas tio “decretou” o
fim da imprensa…na sua arrogancia
habitual generaliza a imprensa como se só a revista fosse a imprensa..errou e acertou, a materia de capa dessa semana pode ser o golpe fatal na prepotencia da revista.”
Sabe ronalto(com esse nome já sabem, os do racumin), a Veja, essa revistinha arrogante, como você diz, foi a ÚNICA que foi investigar tudo, foi a Veja que contou sobre a festa que eles tinham ido no dia da morte de Isabella, do safanão que o pai amoroso deu em Isabela, e a ameaça de que ele acertaria as contas com ela quando chegassem em casa, mas não esperaram que chegassem, acertaram as contas com ela antes de chegar em casa, viu petralha????
Vocês têm raiva de Veja porque arevista demascara todos os roubos da quadrilha petista que assalta o Brasil todo dia.
Betina, você foi brilhante nos eu post.
Somente assistimos o empenho da polícia, perícia e Ministério Público quando a imprensa se interessa pelo caso. Noutros crimes os acusados já estariam trancafiados na cela, a perícia seria rudimentar e a denúncia seria desqualificada em razão das deficiências do inquérito policial. Assim caminha o Brasil, no mais completo descaso e absurdo.
(R)
Reinaldo.Não concordo em absoluto com a entrevista destes dois para o Fantástico.Correr atrás de audiência é uma coisa, debochar do bom senso das pessoas é outra muito diferente.As evidências contra este casal são gritantes.
Não dá para comparar com escola base,etc.O casal muitíssimo bem assessorado por hábeis advogados
conseguiu que esta emissora prestasse um desserviço à realidade dos fatos.Achei nojento
o comportamento da Globo.A principal envolvida neste caso não pode ser ouvida.As evidências encontradas pela polícia de São Paulo não deixam espaço para este tipo de conduta.Eles terão oportunidade de defesa,como qualquer réu,mas no momento oportuno,dentro de um tribunal,se
for o caso.
Marisa Coan
A “entrevista” foi um engodo ao espectador, de vez que o reporter, para consegui-la abriu mão da sua objetividade, não confrontou o casal com os fatos que o incriminavam -segundo a polícia- e se contentou em ouvir as patacoadas que os dois quiseram empurrar para cima de nós. Mau jornalismo, a Globo devia ter mais respeito com seu público.
O Brasil comenta o crime de hoje e esqueçe o crime de ontem. Nada é feito contra a impunidade e tudo será esquecido. Urge renovar a classe política de A a Z.
(R)
Os Nardoni são tudo que o PT odeia: classe-média, alfabetizado.
Porque estão sendo tratados como heróis pelo petralhismo?
A internet e os blogs são uma resposta imediata aos jornais escritos ontem.
(R)
É isso aí Reinaldo. Sociedade sadia exercita os valores éticos e morais. O pai e a madrasta merecem o desprezo da sociedade. Se fossem bons indivíduos reconheceriam o ato criminoso e pronto.
Anouk
Reinaldo, a reação da população em relação ao pai e a madrasta da menina foi alvo de uma “tese crítica” dos “intelectuais” da esquerda.
Toda vez que vejo as charges de um certo cartunista consumidor confesso de drogas fico atento: gralmente elas plasmam os pensamentos e inquietações da esquerdopatia nacional. Neste domingo, a charge ilustrava a população indignada com o crime como mostros horrendos. Pq?
Poderiamos dizer que os petralhas se identificam muito com Alexandre e Anna Carolina. Poderiamos dizer que cai a grande tese da esquerda: a de que o sujeito só mata, estupra e rouba por motivos sócio-econômicos, logo ELE é sempre a vítima.
Mas eu acredito que o verdadeiro motivo é o cíumes. os petistas odeiam ver o tal “povo” com opiniões próprias. O PT gostaria de ver tal mobilização em volta do Lula. O partido sabe que a aprovação popular tem um preço: o bolsa-ração.
Assim, descubrimos que existe um “povo” (os “movimentu çossiau”) e um outro “povo”, composto por 99% da população. Esse outro povo é uma gente injusta, perigosa, com segue de sangue e , acima de tudo, não segue as orientações do memorando do partido.
Rádio, tv, jornal, revista, todas são importantes porque nos aproximam de várias versões de um mesmo fato permitindo um juízo mais aprimorado da realidade e agregando do conhecimento.
Mas, é preciso não esquecer que, no caso da imprensa, lugar onde a reflexão tem mais espaço para acontecer, é lida por uma parcela ínfima da população - quanto, 10%?
Aí está o buraco por onde passaram os votos da reeleição do Lula - tv e rádio não quiseram apresentar todas as evidências dos crimes cometidos em seu gorverno. Tivesse divulgado plenamente a fala do ministro Joaquim Barbosa, e a história teria sido outra.
a revista veja
jamais
coneguiriam uma foto
de dilma rousseff
e tarso genro;
totalametne
acuados e aterrorrizados
como animais
dentro de um carro de polícia
(odiei essa capa.
melhor seria
uma outra genérica
sobre o meio ambiente
a classe média
a maldade.
porque não da torturadora
e sua família
que reinteiradamente
torturou várias
crianças sob a proteçao
familiar e com a omissão
se não conivência
de maridos e filhos?).
mas acredito que
apenas 10 por cento
da mídia
em ação no caso em questão;
se tivesse sido
efetiva
no caso do
recente dossiê:
e já teríamos um
novo ministro
na casa civil
(talvez ministra
e talvez ideli).
BASTA!
Reinaldo:
Por “increça que parivel”, neste país de absurdos e avessos, a esquerdopatia também quer faturar com essa tragédia: Alexandre e Anna Carolina estão virando os novos heróis da esquerda (Arrrrrrg).
Depois das “zelite”, da “mídia golpista” e da “direita reacionária”, surge agora a “turba enfurecida”, os novos inimigos “do povo” (MST, FARCs, UNE, PCC, CV, etc.)
No comentário acima coloquei o nome da Isabella errado.
Olá Reinaldo, esse caso é fácil solução para comprovação do assassinato pelo casal: Uso da metafísica espiritual, tais como a telepatia (padre Guevedo), clauriaudiência (Luiz Gaspareto) e Clarividência (mãe Dinah), também a hipnose. Isso é possível, inclusive com relato da própria Estela Nardoni. Todos os videntes conhecidos já sabem que são os assassinos é só perguntar…( relato sem interferência de advogados)Isso serve também para politica. (Guerra é Guerra)
Sim, Reinaldo, o “isentismo” das aspas como garantia do equilíbrio das versões chega a ser patético. Provas técnicas, - relatórios de auditorias do TCU, extrato bancário de um cidadão publicado em revista, luminol não podem - por lógica - ser contestadas apenas por falas dos indiciados.
A população percebe essa incongruência, tanto que reelegeu Lula porque a mídia não foi fundo na exposição das provas técncias para envolvê-lo nos crimes em questão.
Nesse caso em particular, o porteiro do prédio informou que o pai apareceu no térreo poucos minutos após a queda da menina, fato que torna versão do pai de terceira pessoa na cena impossível.
Barbárie é um médico condenado a treze anos de cadeia sair livre do tribunal.
Barbárie é um jornalista condenado sair livre do tribunal.
Barbárie é uma filha matar os pais a pauladas enquanto dormiam cumprir uns pouquíssimos anos de cadeia para curtir a grana da herança.
Barbárie é nosso Congresso não votar ainda uma política de segurança pública prometida quando ACM ainda estava vivo e manter essas leis frouxas demais em prol dos direitos dos acusados contra a justiça que a sociedade exige.
é antiga então
a obssessão
do ombdussman da folha;
carlos esduardo lins da silva;
pelo
eu punhético
de tarso genro;
claro que se
lula em 2006
tivesse contra ele
metade da mídia
que entrou em ação
no caso de isabela;
afirmando
afirmativamente
com tods as
afirmações midiáticas;
que ele
não apenas sabia de tudo
mas que era
o chefe da quadrilha
que estava
roubando o país;
e por exemplo
que queria dar
um golpe comunista
com a ajuda de cuba
e dos narcotraficantes:
certamente teria
a imprensa
tido uma influência
eleitoral decisiva.
BASTA!
Reinaldo
Espetacular o seu artigo.
O Lula e o bando de canalhas do PT estão fazendo escola: os Nardoni negaram tudo… e deve ficar por isso mesmo.
O canalha Marcio Thomaz Bastos, a musa inspiradora do “não sabia” continua em casa, todo pimpão. Deve estar dando risada, com Lula e os petistas soltos por não saber(…) e, agora, com o casal de bandidos da família Nardoni solto porque nega até o fim.
E a velha tática petista (negar) está dando certo, mais uma vez.
O sensacionalismo midiático faz parte das manobras diversionistas para desfocar as falcatruas do “desgoverno”.
Prezado Reinaldo:
Sabe aquele programa de entrevistas da BBC, “Hard Talk” ? Se não me falha a memória, era conduzido por Tim Sebastian. Im-pres-si-o-nan-te. Tim Sebastian frita (ou grelha) o entrevistado, mais implacável que o mais implacável dos “American prosecutors” (com toda aquela discricionaridade de que dispõem).
Não há nada igual em Terra Brasilis.
Pusesse-se o casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá ali e não sobraria nada, senão a verdade. Aliás, impressionante a inarticulação do Alexandre Nardoni, bacharéu em Direito com 29 anos de idade. Não é à toa que não passa nem na 1.ª fase do exame da OAB.
Do que se viu, ela é quem conduz a vida conjugal. Se os advogados queriam mostrar uma família normal, conseguiram mostrar um Alexandre Nardoni bocó, pussy-whipped, como se diz em inglês.
O caso não está fácil, mas esperemos que o conjunto dos indícios leve ao(s) autor(es) desse crime grotesco.
Sua cabeca é santa. Parabéns!
Achei a entrevista fantasiosa e, lógico, que houve uma preparação em suas declarações. Além de seus advogados, o pai de Alexandre é advogado também. Então, estavam bem preparados.
Não quero julgar, mas as evidências que o crime foi praticado por eles são grandes.
Fizeram o papel deles, sempre negar.
Lou
Oi RA, concordo com sua análise mas vc já reparou que até entre os seus leitores há gente que continua culpando “a mídia”? Ora que culpa tem a Globo se o casal indiciado se comportou daquela maneira durante a entrevista?
O choro (sem lágrimas ) da madrasta no fundo não foi pela morte da menina , mas sim pela clara perspectiva de ter que ir para a prisão. O pai em nenhum momento se defendeu das acusações , limitando-se à descrever a personalidade da filha , com o claro objetivo de aplacar a indignação popular. Como ele mesmo disse : a família é mesmo unida … está unida no crime.
“Alexandre e Anna Carolina pareciam, ontem, Tarso Genro ou Dilma Rousseff. Dossiê? Tudo coisa da mídia…”
valeu a comparação. todos farinha de um mesmo saco.
Muito oportuno e sensato , todos os relatos ou comentários escritos,já não sabemos se a notícia que lemos é de total isençao por parte de quem escreve, já estava no nosso inconsciente esta dúvida,depois de ler a matéria se clareia nossas dúvidas e fica a pergunta,em que jornal ou jornalista podemos confiar se somos somente o “povo” em busca da verdade seja ela caso de polícia ou falcatruas em Brasilia?
Obs. com toda razão em relação ao casal eles sairam pior do que quando entraram,infelizmente…
Vejam voces como os cacoetes migram da esfera política para a sociedade! Se o casal for condenado a culpa será atribuida à mídia. Será que o pai da menina acha que um crime tão hediondo não deveria ser divulgado? Ou será que ele pensa que a imprensa deveria ficar do lado dele e contra as investigações? Fui
Reinaldo, vou ser bem sincera, NÃO QUIS ver a entrevista, tenho pra mim que o “ser humano,” esse bicho complexo,tem um limite pra tudo. Quando eu leio a revista VEJA tratando sobre o caso e a culpabilidade do casal, baseada nas provas periciais, ficaria constrangida, triste até, em ver aonde vai a cabeça das pessoas, além de fazer , o que seriam capazes de dizer sobre o “não feito”, feito. Eu não tenho essa necessidade “dos dois lados”. A “mídia”, eu sei qual a minha mídia, quando eu não gosto MUDO de canal, não leio jornal que Não me diz nada, e assim vai, eu e a “mídia” somos livres, ela fazendo o papel que acha, e eu achando se assisto, leio ou NÃO. Reinaldo, sabe por que não tenho a necessidade dos “dois lados”?Quando do oba, oba, da reeleição do Lullalau, não quis ver NADA das comemorações, pra isso tive que refugiar-me de BOM GRADO, nos canais internacionais, aqui só tinha UM LADO.
Pois eu achei a iniciativa ótima. Depois de meia hora no Fantástico, nenhum dos interessados vai poder reclamar da parcialidade da mídia, apesar de a entrevista ter deixado os dois piores do que já estavam - ele não sabe se expressar em português, e ela só fungou e miou.
Quanto aos programas vespertinos, são ótimos para o entretenimento geral: metade curte e a outra metade vê para pichar depois.
Só faltou dizerem que o criminoso depois de matar, virou passarinho e voou pela janela.
Reinaldo, sei que nao tem nada haver com o caso aqui, mas a gostaria que um dia voce comentasse o fime ” A culpa de Fidel”. Eu achei uma deliciosa critica ao “modus vivendi” da esquerda. Aqueles pais de miolo mole, e a crianca tao inteligente e questionadora.
Tambem acho que a entrevista foi nos moldes dos advogados, e a Globo concordou, porque ou era assim, ou nao haveria entrevista alguma.Adorei a compracao deles com Dilma e Lula quando colocam toda a culpa na midia!
sr.Reinaldo, ´você escreveu certíssimo. Estão tentando tapar a boca do povo brasileiro…Já é um povo que não reage a quase nada, tolera a corrupção e a carga tributária, é conivente com os desmandos que se vê na política nacional…Agora tolerar crimes hediondos é demais… o povo tem mesmo que saber de tudo. Uma parte da imprensa (a que quer ser tão boazinha com os crimes em geral) e a justiça estão na contramão da vontade do povo em ter mais segurança, leis mais rigorosas. O povo seja ele classe a ou z está cansado dessas leis frouxas e de tanto direito de defesa.. E os direitos humanos das famílias que perdem parentes de forma hedionda?? Reinaldo, você tem toda razâo..
Assim como a BETINA também observei a condução por parte da madrasta em relação ao pai. Ele estava sempre procurando a aprovação (através do olhar) para uma pessoa que estava a sua frente e a sua direita. Independente disto a preocupação dos dois era mais em “limpar” a imagem deles frente a opinião pública do decobrir quem matou Isabela.
Gostaria que a policia tivesse um acessoramento de um bom psiquiatra forense na hora de colher os depoimentos destes dois, seria mais facil obter a confissão.
O que me incomoda neste caso, além do horror em si, é o avô que está mais preocupado em provar a inocencia do filho-pária do que elucidar o assassinato.
Enfim, história macabra.
Texto irretocável, como sempre.
Abraços
NS
´HÁ SIM UMA CAMPANHA SISTEMATICA DE jornaLISTAS LIGADOS AO PLANALTO-E TODOS SABEM QUEM SÃO-PARA DESMORALIZAR A IMPRENSA INDEPENDENTE E DEMOCRÁTICA,DE MODO A SILENCIAR AQUELES QUE OS PODEM FISCALIZAR.ESTES GRUPO QUER FAZER DA GRANDE MÍDIA UM INIMIGO PÚBLICO,QUANDO NA VERDADE ELA -IMPRENSA LIVRE-É O 4 PODER,PARA QUE MELHOR CONDUZAM SEUS NEGÓCIOS PÚBLICOS E PRIVADOS.NA MAIORIA DAS VEZES NEGÓCIOS PRIVADOS COM DINHEIRO PÚBLICO.QUEREM AGIR SEM FISCALIZAÇÃO,IGUAL AS CENTRAIS SINDICAIS.MAS AINDA HÁ JORNALISMO NO BRASIL-VEJA,O GLOBO,FOLHA,ESTADO,REINALDO AZEVEDO,E MUITOS OUTROS QUE EXERCEM ESTA QUE ,AO LADO DAS PROFISSÕES DAS ÁREAS DE SAÚDE,É UMA DAS MAIS NOBRES-PARA QUEM AS EXERCE COM ÉTICA E DIGNIDADE.
]
Existe a imprensa de todas as matizes,lá estão ela: branca,azul,rosa,marron….Agora,o que realmente me incomoda é,quando existe uma predominância da “imprensa marron”. É impressionante como somos massacrados,dia-a-dia,por este tipo de imprensa.
Márcio Lemos.
SENSACIONAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
QUE POST INCRÍVEL!!!!!!!!!!!!!!!
VOCÊ É BRILHANTE! BRILHANTE! BRILHANTE!!!!!!!!!!!!
A mídia cria e mata mitos, lulla é um deles.
Em USA na última quarta feira tivemos um debate democrata, vejam a audácia dos jornalistas que comandaram o debate, tiveram a AUDÁCIA de perguntar ao hussein obama, qual o relacionamneto que ele tem com Ayers, esse moço foi um dos terroristas americanos que tentouexplodir o Pentágono. se o hussein obama acha que o pastor da igreja dele seja patriota, aquele pasrtor que disse que o americano não deve cantar God Bless America, mas God dam America, o relacionamento dele com um criminoso que esta sendo julgado por corrupção. O hussein obama usa na lapela do paletó dele, no lugar da bandeira americana que todos usam, uma medalha semelhante com as que usam os comunista chineses, parece uma foice. A mídia criou o mito obama, agora quem o ataca é tratado como quem quer destruir tudo de bom que esse cara tenta trazer, pode?
Espero que amanhã esse circo termine, esses dois sejam colocados na cadeia, se saem de lá vivos, só Deus sabe.
Fantástico!!!!
Execelente exposição e corolário.
Abs.
Éd Lascar
Não achei correto a rede globo entrevistar aqueles bandidos.
Eu tbm acho Reinaldo, que a “mídia” está usando infelizmente o caso Isabella para fazer cortina de fumaça no roubo que há nos cartões corporativos e o caso da Amazonia.
Elles são “malas”.
Reinaldo, confesso, não gostei do tipo de jornalismo dado pela globo ao casal indiciado (indiciado e não condenado, segundo a policia).
Faltou à emissora o tópico de entrevista, houve cortes. Como você falou, houve anuência dos advogados.
Fora o foco nas lágrimas e a péssima escolha do entrevistrador, a emissora poderia ter colocado um reporter de credibilidade, como uma Fatima Bernardes, o William Bonner e ela deveria ser ao vivo.
Aí alguns vão dizer: ah, mas assim eles jamais dariam a entrevista! mas afirmo, está em jogo a credibilidade da emissora e o foco jornalistico, o de informar.
..
Assisti a entrevista com o casal suspeito agora pela manhã, pela GloboNews.
É óbvio que o casal foi “treinado” por seus advogados para a entrevista, que também deve ter sido negociada com a defesa quanto as perguntas que seriam feitas pelo repórter.
A entrevista foi conduzida de forma que o casal não precisasse falar ou explicar nada do que poderia ser usado contra eles posteriormente.
..
Puxa… Excelente texto, Reinaldo!… A mídia, na sua maioria, está mesmo perdidaça no seu papel.
Não foi só no Fantástico que aconteceu isso. Os outros jornalistas dos outros canais também se portaram igualmente em todo o desenrolar da noticiário desse crime insano. A preocupação com um patrulhamento era evidente. O medo de afirmar ou revelar algo por conta, sem as tais “bases científicas da polícia”, era notório. Um cuidado exagerado até pra apresentar evidências irrefutáveis. “Olhem lá, não estou afirmando nada, é conclusão do laudo técnico, é a polícia que está afirmando isso”…
Certos jornalistas já estão se pondo mordaça (A esquerda mulambenta deve estar contente. Colocar a culpa na mídia por tudo está dando certo. Grande parte dela está caindo no logro…).
Ciça
Você está certíssimo, Reinaldo: “A imprensa pode ser isenta o quanto for, mas tem de ter lado: o da democracia, o do estado de direito, o das liberdades públicas, o das liberdades individuais, o do cumprimento das leis. O “outro lado” disso é a barbárie”.
Rei
A princípio me irritei quando vi o casal, mas depois de um tempo fiquei observando a linguagem corporal deles! Não sei se vc reparou! Quando ele falava ela o direcionava! Estava na cara que “ela” decorou bem as determinações dos advogados e ele mais emocional ia se perdendo em explicações! Se apertar mais um pouquinho ele desaba! Ela não! Me pareceu fria e calculista!
Existe um seriado chamado “Law and Order”! Sempre a trama corre em volta de algum crime complicado, cujas provas e testemunhas vão aparecendo durante o capítulo! Os policiais e promotores vão através de provas chegando aos culpados e quase sempre desmontam os advogados de defesa!
Espero que nossa polícia esteja aparelhada o suficiente para que não cometamos injustiça!
Mas concordo com você quando coloca todos eles num só balaio. Lulla, Dillma, Zé Dirceu, Tarso Genro, etc, o pai de Izabella, madrasta!
Juram inocência com a maior cara limpa, apesar das evidências e provas em contrário!
Se o casal atacou a mídia pelo julgamento popular a que está submetido, acho que resolveu usar a mesma mídia - com o sensacionalismo de uma entrevista no Fantástico - para tentar se defender. A imprensa deve noticiar os fatos, deve informar o cidadão, e não há dúvida de que nessa tarefa comete muitas vezes erros. Ela deve estar sempre alerta à possibilidade desses erros para poder fazer as correções. Mais do que apontar a necessodade de mostrar os dois lados de um problema (concordo plenamente com você que isso acaba em mau jornalismo), o papel do ombudsman devia ser o controle minucioso dos possíveis erros veiculados. Por exemplo, você informou com base em matéria do Estadão online que o Lula, ao lado da esposa, foi vaiado no casamento da filha da Dilma Roussef. Não encontrei essa informação em outros jornais, e uma coisa é certa, a esposa do Lula não foi ao casamento - ora, esse erro desacredita a informação sobre a vaia, que parece ter realmente acontecido. Só cito esse exemplo besta para mostrar que a mídia veicula muitas vezes informações que não são verdadeiras. Tenho a convicção de que o leitor deve ler as notícias dos jornais com espírito crítico, algo que existe muito pouco na relação espectadores e televisão. Aí realmente o perigo da manipulação das informações é muito grande, mas é um problema a ser enfrentado com mais informações, mais imprensa livre, mais jornalismo bem feito. Acho que você faz um trabalho muito bom nesse sentido, com uma crítica inteligente da sua profissão.
Olha, devo confessar que o caso da menina Isabella me abalou como a qualquer outro brasileiro. Muito difícil acreditar que isso aconteceu. Eu me pergunto a cada nova leitura sobre o caso: será que o mal é refratário à razão? E se os culpados são o pai e a madrasta, a dificuldade de entendimento estoura todos os limites. Por isso devo admitir que a minha capacidade lógica vacila num caso desses. E eu me pego perguntando: em 12 minutos dá para subir ao apartamento, ter uma briga feroz, tentar asfixiar a menina, resolver atirar a menina para encobrir o crime, telefonar para os dois pais, lavar a fralda suja de sangue, tudo isso com dois filhos pequenos à volta? Ainda acho que a história está muito mal contada. Se eu fosse a Veja, eu teria pensado duas vezes antes de fazer uma capa com o título “Foram Eles”. Ainda me lembro de outra capa de Veja, que foi um erro clamoroso. Era sobre o caso do assassinato do PC Farias. Com base no laudo do médico legista, a Veja pôs na capa “Caso Encerrado”. Eu me lembro das discussões que tive com várias pessoas à época, porque minha lógica dizia que o tal do laudo era fajuto, o que veio a se confirmar.
Talvez para amainar o horror que esses casos despertam, fico a imaginar como seriam vistos pelos detetives dos livros policiais que andei lendo na vida. É claro que estou longe de ter a perspicácia de personagens como Sherlock Holmes que tanto me encantaram. Mas é um modo de tentar examinar o que me parece impensável. Assim é que adquiri a convicção de que a polícia portuguesa errou feio no caso do desaparecimento da menina inglesa. Partiram de uma falha do casal, deixar os filhos dormindo sozinhos no hotel, falha que pode ser cultural, para encontrar um modo de encerrar um caso que não conseguem decifrar. No livro “Estrangeiro” de Camus, um cara é condenado por não ter chorado no velório da mãe - a moça inglesa foi declarada suspeita por não ser sentimental. Revirei a minha cabeça, mas não encontrei nem vestígio de motivo para que os pais ingleses fossem os responsáveis pelo sumiço da menina. O caso da menina Isabella é bem mais complicado - há indícios fortes de participação do casal no crime. Mas, não sei se é uma defesa minha contra o horror, ainda acho a história muito mal explicada.
Valeu ler o texto tao longo…
As vezes eh preciso fazer uma analise menos superficial para nao ficar na espuma dos fatos.Vivemos uma crise de valores tao profunda no pais que ja nao sabemos mais distinguir entre o certo e o errado, entre o bem e o mal…
Sou do tipo que prefere ser alvo de uma injustica a cometer uma. Cabe certamente a justica julgar o crime em questao, mas eh natural que diante de provas tao pertinentes o cidadao comum demonstre perplexidade. Pelo menos existe perplexidade.Menos mal.E se muitos estao anestesiados a ponto de nao se espantar mais com a corrupcao, o mal uso da coisa publica, e todo tipo de falcatruas que nao saem das manchetes da maioria dos jornais do pais, que ao menos se espatem e rechacem um crime tao hediondo.Mostra que pelo menos nao estamos tao anestesiados assim, e que,pelo menos nesse caso, ainda sabemos discernir entre o bem e o mal. Cabe a midia mostrar os fatos, fazer o seu relato. Cabe ao leitor,ou ao espectador, pondera-los, confrontando as varias versoes.
E para tanto a imprensa deve ser livre ainda que seja dificil ser isenta. Nao importa.Quero ler uma reportagem corriqueira sobre o buraco da rua nos jornais do dia e comparar as versoes. Quero ler a Tereza Cruvinel e o Diogo Mainardi e tirar minhas proprias conclusoes.So nao quero que me digam o que ler, o que querer.Nao gosto de prato feito nem de patrulha.Democracia eh isso. Liberdade com responsabilidade.Eh fazer escolhas sem perder de vista os principios democraticos que norteiam nossa condicao de cidadaos. Parabens pela reflexao, ainda que custe um pouco mais de tempo para ler. Melhor assim…
Reinaldo
BRILHANTE, como sempre!
Ronin
Meu caro senhor
Ou és incapaz de analisar ou estás sendo intelectualmente desonesto.
Trata-se apenas de uma guerra de audiência entre a Rede Globo e a Rede Record.
abraços
Digo amis, Rei: a opinião não mudou para mim, para ti. Mas, para 50% daqueles que gritavam, as lágrimas da moça resolveram o problema. Esses não gritaram mais. Pode ser atééééé que cobrem a policia por mais investigações, no sentido da tal “terceira pessoa”.
O petistas diriam que Isabella se suicidou e planejou tudo dias antes, jogou sangue dela mesmo no carro, saiu pingando sangue pelos corredores, enxugou com panos o machucado, gritou sozinha na sala do apartamento, pisou na cama com o chinelo do pai e se jogou.
Foi deprimente e muito constrangedor para quem assistiu a entrevista ontem no Fantástico.E a que papel inominável aquele jornalista se prestou.A rede Globo sempre nos surpreende com atitudes desse tipo,a gente fica sem entender qual é a dessa empresa.E ainda tem como slogan a credibilidade.Porque mostrar o outro lado é uma coisa,mas o que vimos foi uma tentativa clara de melhorar a imagem daqueles dois,que,nem sob toda orientação,conseguem.Um nojo.
Rei
Não creio que a Globo, ali, tenha cedido à patrulha. Se vc reparou, o rapaz, virava e mexia, lançava olhares para o lado oposto ao do jornalista. Parecia olhar para alguém. Algo me diz que eram os advogados.
A Globo aproveitou para ser a PRIMEIRA e ´, até ali, a ÚNICA, a conversar com o casal. Mostrar o casal. Daí a ter liberdade para confronta-los com provas…ah, não! Os “adevogados” não deixariam, não. Seria temerário.
De quem foi a idéia da entrevista? garanto que dos advogados, a fim de reduzir o clamor público e evitar um linchamento (daqueles de verdade, mesmo).
A Globo abriu espaço, sem poder perguntar detalhes do crime ou dos laudos, estava evidente. Entre isso e NADA, deve ter conseguido montes de audiência. Missão cumprida.
Mais um texto de mestre.
No entanto, Lula teve dois terços dos votos.
Uma mentira, já que os numeros finais do TSE desmentem isso.
A maioria não quer Lula.
Muito obrigado pelos dois textos longos Reinaldo! Abraço.
O Lins DA Silva já começa defendendo a tese do Lula, de que a comunicação se dá diretamente do governante com o Povo… SEM DÚVIDA É UM OMBUDSMAN ISENTO. PARABÉNS À FOLHA: ELA NUNCA SE ESQUECE E NUNCA APRENDE, se me permite, Reinaldo.
ReiNaldão,
Acho que há algo que passa despercebido nessa questão da imprensa mostrar ou não, o que realmente neste caso da isabella e em outros casos, chocaram a opinião pública. O fato de muitos querer “justiça” me chamou a atenção pela forma como o povo está aderindo a “justiça com as próprias mãos”, é simples: É uma luta de classes…basta ver o “nível” das pessoas que queriam ou querem justiça contra os Nardoni…são pessoas da “classe média baixa pra baixo…” Isto quer dizer que na falta de combater um governo que fomenta a violência através de programas cretinos e corrupção desavergonhada, o povão quer punir aqueles que ele considera “ricos”…ou seja não admitem crimes(e o casal pelas provas da polícia cometeu) de quem eles julguem ‘ricos’, esta é a motivação maior de vermos pedradas, xingamentos e outras coisas, dirigidos ao pai e a irmã do suposto assassino que não participaram do crime! Isto é perigoso e mostra o nível de divisão que já chegamos com o apedeuta. Olhemos por esta “janela”. Ninguém mais parece querer respeitar o Estado de Direito no Brasil. Os ataques do canalha presimenti ao Judiciário, ao Congresso…Chegamos ao limite do abismo!!! Agora é matar ou morrer, ou seja: Ou se retira esta casta do poder ou os Stédilles, os Delúbios e os Lulas é que vão prevalecer.
Reinaldo, criticar “a mídia” como um todo é realmente um erro, mas tem o seguinte: aqueles telejornais da tarde, tipo estraga janta, são mesmo de doer. Quando ocorre algum crime de grande comoção, principalmente os que envolvem crianças ou a instituição da família, como o caso da rua Cuba, o caso de Campinas (do pai que atirou a criança no para-brisas de um veículo - e já está em liberdade), o caso Von Richthofen e agora este, eles chegam a inventar coisas ao vivo, em situação realmente condenável e sobretudo antiética. É de lascar o nível de selvageria da turma. Esclareço que aprecio a crônica policial. Quando adolescente ouvia Gil Gomes na Rádio Capital, e viajava com suas tragédias que começavam no sertão do Ceará e terminavam embaixo de um viaduto da 9 de Julho. Portanto, minha crítica não é genérica, é apenas com respeito aos selvagens da hora do jantar. Tudo tem um limite.
Abraço.
Reinaldo,
fico tão revoltado com tanta impunidade, que esqueci de falar do Fantástico. Que vergonha! Um reporte acuado, despreparado ou conivente com esses bandidos. Não foi uma entrevista, foi dado espaço, e que espaço, para esses monstros se defenderem. Em nenhum momento foi, como você já falou, questionado as provas. Provas deveras contudente. Todas se complementando e não deixando dúvidas quanto sua autoria e a maneira bárbara que este crime foi praticado. E o Zeca Camargo, no final, ainda diz: vocês que julguem se os dois estão sendo sincero. Já se viu condenar por se analisar se o acusado estar ou não sendo sincero? Foi uma reportagem, no mínimo, deprimente.
J.Freire
Reinaldo,
todo bandido quando chega na polícia é bonzinho. No Brasil, principalmente na era lula, nem quem foi filmado e fotografado cometendo ilícitos, são presos. Virou terra de ninguém. Pelo andar da carruagem, estamos voltando ao velho faroeste, a vingança pelas próprias mãos. Isto se quisermos punir os bandidos. Nosso Código Penal é ridículo. Depois se perguntam os motivos do aumento da criminalidade. Onde vamos parar? É preciso que o povo faça justiça com as próprias mãos?
J.Freire
Todos estão aprendendo o estilo lula de auto-defesa, Jiu-Jitsu-petralha, “Não vi nada, não sei de nada, não é comigo.” Lembrem-se do caso OJ Simpson.
Bem, aqui vai, também, minha análise como um simples mortal:
É evidente que houve negociação advogados/acusados/globo; a globo com a Record no seu cangote ela aceitaria até injeção na testa; todos nós somos multiplicidade -aqueles que ainda “enxergam”, talvez acreditem e, às vezes, a personalidade faz coisas tão animalescas que, depois, não se lembram; qualquer um que observou a entrevista, percebeu que eles só queriam vestirsse com o manto da inocência; para o casal o (os) assassino (s) da sua filha, isso já não importa.
Infelizmente esse é o mundo em que vivemos uma tragédia atraz da outra.
Em algum lugar está escrito: e o mortos enterrarão seus mortos.
Muitos de nós já morreu e não sabe. Aí, vem os governos tiranos explícitos e incubados; os crimes bárbaros etc., etc., etc.
Do jeitos que estamos, esquecemos completamente de Deus.
O casal não confessa porque não sabe o que fizeram e nem sequer desconfiam, que não sabem que não sabem.
Ente outras coisas tio “decretou” o
fim da imprensa…na sua arrogancia
habitual generaliza a imprensa como se só a revista fosse a imprensa..errou e acertou, a materia de capa dessa semana pode ser o golpe fatal na prepotencia da revista.
ôôô… Reinardo?
“Pensamento de esquerda”? Você se contradiz…
Quanto ao “outro lado disso”, é o que eles estão usando, para desestabilizar este lado.
O “lado” da Imprensa, quase toda ela, é o deles, e você sabe disso!
O noticiário sobre o casamento da neo-candidata à Presidência foi totalmente xerocado. Acesso ou dúvidas igual a zero.
Os advogados deste caso (a começar, o pai) seguem a mesma direção.
Talvez amanhã, com a TV Única, saberemos dos “murmúrios de aprovação” recebidos por Lula no “suposto” casamento (não fotografei - gravação não é prova).
Çangui é enerente do cêro-mano. Né prova não.
Deste a escolha entre Barrabás e Jesus Cristo, o povo dá mostra de sua barbárie, não entendem nem o caso mensalão, irão entender o caso Isabella? Não entendem nem a barbárie do MST, irão entender o caso Isabella? Pior, trata-se de entender algo, ou é que o ódio coletivo a fim de linchar alguém gratuitamente. Quantas Isabelas existem, negras, pardas e deficientes, e ninguém do povão-desdentado fez vigília na frente do barraco dos assasinos? O povão foi linchar as babás torturadoras de bebês e velhinhos? Por que mesmo povão que foi lá, alguns fantasiados de Bin Laden, não vão na frente dos barracos dos traficantes assassino e aliciadores fazerem as mesmas coisas. A Barbárie não mudou desde Barrabás.
Eu ainda acredito que tem dedo de petista nesta história. Vão lá, chafurdem que vão encontrar o dedo indelével, pois eles deixam rastro. Se eles têm a capacidade de inventarem poços de petróleo para salvarem o Lula, terão a capacidade de sacrificar uma garotinha para desviarem a atenção do Grande Chefe Popular, Lula-sentado. O advogado de OJ Simpson faria picadinho destas evidências do caso Isabella. Ainda mais contando com atores tão competentes quanto estes Alexandres e família.
Reinaldo. Dois assuntos, um de sugurança nacional, que é o caso da Raposa Serra do Sol, e o caso de delinquencia governamental, que é o caso do dossiê, foram desviados pelo caso Izabela.
Caro Reinaldo,
a única observação que faço, diz respeito aos familiares: avós, tios, tias, primos etc.
Já li muitos comentários do tipo “vamos matar essa família de demônios”.
Creio que um mínimo de respeito a dor dos avós, que perderam sua neta, se faz necessário.
No mais, parabéns pela análise clara e objetiva, que me fez rever algumas de minhas posições em relação a mais este triste fato.
Putz… análise perfeita!
Assisti a entrevista e notei um “arranjo” nela. Claro que a TV Globo fez um furo de reportagem, mas não mexeu com meus sentimentos, mesmo com as lamúrias dos “pais” da Isabela. Pareceram a “turma do Lula” dando explicações alopradas depois de fazerem alguma asneira. É… o Lula está fazendo escola!
Texto muito lúcido.