Blogs e Colunistas

10/08/2012

às 5:51

Homofobia, antissemitismo, vigarice política e burrice pura e simplesmente

A nojeira da homofobia, do racismo, do preconceito rombudo — da ignorância, enfim — precisa de um pretexto para aparecer, e os estúpidos o chamam, então, de “motivo”. O jornalista Carlos Brickman escreveu um artigo no “Observatório da Imprensa” chamado “Homofobia eleitoral”. Como vocês verão, um blog hospedando na Folha — chamado “Blogay” —, escrito por um gay, publica um post que soma especulações sobre a orientação sexual do prefeito Gilberto Kassab com críticas à sua administração. O que uma coisa tem a ver com a outra? Fosse escrito por um heterossexual, seria um deus nos acuda. Tenho dúvidas se a Folha permitiria a sua publicação. Como o autor é gay, então tudo lhe é permitido — inclusive exercitar o que é uma expressão óbvia de… homofobia! O autor associa aspectos da administração que ele rejeita com uma suposta repressão sexual do administrador. Um lixo!

Ah, mas, nesse caso, ela é ideologicamente orientada. Então pode! Isso é o que chamo de “sindicalismo gay”. Não é que essa gente cobre respeito a todos os seres humanos, inclusive aos gays. Nem mesmo cobram respeito a todos os gays. O que exige é que se respeitem os gays que têm uma pauta determinada, que carregam bandeira — MUITO ESPECIALMENTE A BANDEIRA PARTIDÁRIA. Trata-se de um exercício de burrice e preconceito às avessas.

Antissemitismo
O texto de Brickman trata ainda de outro tema: o antissemitismo. O mal vive por aí, apenas adormecido, mas não morto. Ao menor pretexto, a canalha se revela. Bóris Casoy e Alberto Dines andaram trocando alguns insultos na rede. Não entrarei na polêmica neste post, embora destaque que Bóris foi inicialmente alvo de um ataque infeliz — mais um! —, motivado por outro preconceito: o ideológico. Brickaman conta o que aconteceu.

Os asquerosos estão em marcha. Leiam o texto.
*
O tema da eleição anterior (aquele anúncio nojento, segundo o qual não se sabia se o prefeito paulistano Gilberto Kassab, então candidato, era casado, tinha filhos, etc.) está de volta. E, desta vez, mais explícito: na eleição anterior, insinuava-se que alguma coisa estava equivocada na sexualidade do prefeito, como se alguém tivesse algo a ver com isso. Agora, usando a Internet – o blog Blogay, abrigado no maior portal do país, o poderoso UOL – a baixaria é mais direta. Já no título, surge a pergunta: “Gilberto Kassab é gay?”

De onde surgiu o título? Segundo o autor do texto, “várias pessoas, vira e mexe”, fazem a pergunta. E têm, sempre segundo o autor, mais curiosidade sobre a orientação sexual do prefeito do que de atores de novela ou estrelas de Hollywood. Na verdade, o objetivo do texto é outro, e aparece logo depois: é dizer que a orientação sexual de Kassab não importa, mas que ele é autoritário.

Truque baixo: se a orientação sexual não importa ao autor, por que está no título? Porque o objetivo, além de chamar a atenção do público, é explicar os defeitos que vê em Kassab pela orientação sexual que lhe atribui. “Alguma coisa deve ter de errado, alguém que só sabe dizer não. ‘Pode ser gay ultra reprimido’, devem pensar muitos que me perguntam sobre sua orientação sexual. Mas este não é o caso nem a explicação muito menos a desculpa, o que existe de verdade e fato é um governo municipal repressor.”

Vale a insinuação, portanto, para atacar o Governo, sem ter de falar em política ou administração. A crítica política é livre, mas tem volta; as criticas administrativas podem ser rebatidas; as críticas sobre posturas municipais são frequentemente injustas e a população o percebe. Mas como as insinuações sobre orientação sexual muitas vezes são ignoradas, para que não ganhem corpo, servem para proteger de contestação e resposta as afirmações eleitorais do texto. Falta coragem para afirmar que o alvo é gay, é lésbica, é bissexual, é seja lá o que for. Troca-se isso pela insinuação covarde, cobrindo uma iniciativa eleitoral, partidária, com o manto da fofoca. Pior: com a fofoca que se repete a cada quatro anos, periodicamente, sempre na época das eleições.

É inominável: busca-se o que há de pior na natureza humana, a intolerância, para tentar ganhar alguns votos. O cavalheiro é gay porque alguém disse que é gay; e, se é gay, seu comportamento é sempre nocivo, idêntico ao de todos os gays. São fofocas autoconfirmantes: a informação é verdadeira porque alguém disse que é verdadeira, independentemente do que aconteça. Nos Estados Unidos, onde há bolsões fundamentalistas de grande influência, as mudanças boas aconteceram rapidamente: um católico, John Kennedy, se elegeu presidente, um negro, Barack Obama, está hoje na Casa Branca. 

Aqui no Brasil, perde-se tempo discutindo se “x” ou “y” é veado ou não — não por preconceito, naturalmente, que o fofoqueiro tem muitos amigos gays, mas porque o homossexual reprimido, seja ele quem for, tem sempre comportamento socialmente inaceitável.

Que feio! Depois esse pessoal reclama quando perde as eleições.

A união de estrelas
Um ex-jogador de futebol dos mais importantes, apontado como novo par de um conhecido apresentador de TV, conseguiu obrigar judicialmente uma colunista de televisão a retirar de seus arquivos na Internet todas as referências que fez à ligação que disse haver entre ambos. Nada mais justo: é um problema que diz respeito apenas aos dois. Se são apenas amigos, se se conheceram numa festa, foram fotografados juntos e nunca mais se viram, se são mesmo um par homossexual, que é que nós temos com isso? Vale pela fofoca, pelos comentários em mesa de bar; não é um assunto que deva ser tratado pelos meios de comunicação, a menos que os parceiros, ao menos implicitamente, concordem com o uso de sua imagem pública.

Quanto astros populares se encontram em locais públicos, frequentam a praia juntos, viajam um em companhia do outro, implicitamente aceitam o noticiário a seu respeito. Investigá-los, porém, é outro tema: espionar duas pessoas para saber se estão namorando é inaceitável. No caso do ex-craque e do apresentador, não se expuseram em qualquer momento à curiosidade pública. 

Se estão ou não namorando, que sejam felizes, e que fiquem livres do patrulhamento alheio.

Os rabichos do racismo
Na troca de adjetivos entre Alberto Dines e Bóris Casoy, um fato chamou especialmente a atenção deste colunista: a matéria do jornal virtual Brasil247 abriu espaço para comentários (aparentemente livres de qualquer moderação). E o que se viu foi um festival de antissemitismo — a mesma intolerância que se tenta levantar também contra os gays. Em 74 comentários, há onze virulentamente antissemitas (mais um ou outro com piadinhas sobre judeus). Os onze,naturalmente, assinam com pseudônimo. Um, dizendo chamar-se Mano, escreve: “Boris, Boris, Boris, seu judeuzinho de merda.. tô loko pra te mandar pros 5º dos infernos.. Ah! se eu te pego…” 

Outro, que se assina Zullu Amarelo, acredita que nos meios de comunicação todos sejam judeus (texto original, sem correções): “grande parcela de apresentadores da televisão são da comunidade judaica. essa comunidade não tem nem 300mil pessoas no brasil, mas são bem representados na area de comunicação. Só na Globo, no Jornal Hoje, Sandra Annemberg, no Jornal Nacional William Bonner, no Jornal da Noite, William Waack e Cristiane Pelajo, na area de esportes Tiago Leifert, cujo pai é diretor, Tande, na area de entretenimento Luciano Huck, Pedro Bial, Serginho Groissman, atores também muitos, enquanto estão fazendo o bem nada de anormal, mas quando se propõem a difamar e destruir governos eleitos legitimamente pelo voto popular ai já é demais, esses ancoras de jornais poderiam pelo menos respeitar o povo brasileiro, a raça judaica considerada inteligente há seculos, deviam pelos menos serem imparciais nas reportagens,”

É impressionante como, anônimos, certos personagens se tornam corajosos. É impressionante como são tolerados, em veículos de Internet, comentários anônimos que são flagrantemente contrários à lei. É impressionante como, ainda hoje, a intolerância – contra quaisquer minorias – não tenha sido percebida como aquilo que realmente é, uma manifestação clara e límpida de imbecilidade. 

 

Por Reinaldo Azevedo

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29 Comentários

  1. Argemiro Garcia

    -

    16/11/2012 às 10:27

    Sr. Reinaldo,

    Estou longe de concordar com suas opiniões no geral mas, aqui, preciso aplaudi-lo. De fato, é altamente reprovável a posição expressa no blogay – claramente, uma cartada política para desmoralizar o prefeito paulistano. Há muito venho acompanhando as mensagens subliminares expostas nas primeiras páginas da Folha, ficando claro que aquele jornal persegue Kassab das formas que pode. Sem verdadeiramente discutir política, a Folha mais uma vez joga sujo. E o tal blogueiro que, sarcasticamente, se propõe a discutir a homossexualidade mas, de fato, se presta a fazer o jogo de seu patrão?

    Realmente lamentável.

  2. Ari

    -

    04/09/2012 às 21:51

    Sabe, eu acho que todos devem ser aceitos como são, todo tipo de discriminação é ruim, seja ela politica, sexual religiosa, todos são seres humanos e isso já é motivo suficiente para que se tenha respeito. O caso dos judeus e do resto do mundo árabe é mais complicado, há toda uma disputa territorialista que remete a tempos antes de cristo (vide os 05 primeiros livros da Bíblia). No século 19 começaram os primeiros passos pela luta dos direitos da mulher. De 30 anos para cá as lutas pelo direitos dos da comunidade LGBT tem se fortalecido com esse discurso de que todos tem o direito de liberdade sexual. Eu concordo, mas o que me assusta é o futuro. Qual será a nova onda? Talvez o direito dos incestuosos, veremos na televisão psicólogos defendendo o direito de relacionamentos entre irmão e irmã, pai e filha, mãe e filho, avô e neta, avó e neto. Aliás esse tipo de relação é mais comum na natureza do que o homossexualismo. Vamos mais longe, veremos na televisão e na mídia movimentos em prol da legalização da união estável entre pai e filho, mãe e filha, avô e neto, avó e neta. Como eu disse, tenho medo do futuro.

  3. Pedro Madalena

    -

    12/08/2012 às 2:36

    esses elementos podem falar o que quiserem contra os judeus, mas não são os judeus que explodem com seus próprios corpos cheios de bombas, aviões, estações de metro, escolas e outras lugares cheios de pessoas, velhos e crianças, mas sim os fundamentalistas islâmicos. Todo aquele que fomentar ou praticar ódios e violências contra o povo judeu receberá ainda nesta vida o pagamento do mal que perpetraram, porque o Eterno jamais os perdoará. Anote e observe.

  4. augusto

    -

    11/08/2012 às 22:28

    Pelo início das campanhas,pode-se dizer que futuro dos paulistas é sombrio.

  5. Adalto Tabosa

    -

    11/08/2012 às 19:19

    esse sindicalismo gay deveria invadir os hospitais dos aidéticos para ajudá-los com a doença, mas em hospital de aidéticos só tem heterossexuais cuidando de homossexuais. Por que será, heim? E ainda têm a cara de pau de falar em homofobia. Fóbicos de todos os gêneros são essa gente.

  6. Marcos

    -

    11/08/2012 às 17:28

    É impressionante a quantidade de mensagens preconceituosas na internet, agora mesmo em um video do youtube: http://www.youtube.com/watch?v=gIW8GSZNyu0 acabei de ver alguns comentários monstruosos, lembrei-me logo desta matéria. Mas aí é que está, não dá em nada, ainda mais tendo um governo que incentiva a discriminação; os esquerdopatas gostam mesmo é de ditadores e de países que desrespeitam os direitos humanos, como o Irã.

  7. CASO DE AMOR:POLI & CACHOEIRA

    -

    11/08/2012 às 14:17

    DR. ROSINHA VAI MOSTRAR O QUE MARIA LEVOU ATRÁS DO TOCO.KKKKKKKKKK

  8. vitor

    -

    11/08/2012 às 10:09

    A internet foi a maior invenção humana das últimas décadas, mas, como não poderia deixar de ser, também tem seu lado perverso. A sensação de anonimato do internauta permite a expressão de comentários inconsequentes, desrespeitosos e, não raro, criminosos. Tenho em mente a frase atribuída a Einstein, que diz que ”90% da humanidade é composta por imbecis”.

  9. Lucerna Juris

    -

    11/08/2012 às 9:19

    Se me for permitido, um pequeno adendo ao que Jonas (10h24) disse: não é que os judeus foram recebidos aqui “como imigrantes”. Exceção feita aos indígenas, aqui todos imigrantes são (filhos, netos,bisnetos, etc de imigrantes). Não há um que não seja imigrante, filho de imigrante, neto de imigrante, bisnetos de imigrante, etc. Portugueses, italianos, árabes, alemães, poloneses, católicos, protestantes, judeus etc. Mas o que é preciso ressaltar é que judeus, muito antes de muitos, já se encontravam por aqui na descoberta do Brasil, da qual participaram efetivamente, seja como financiadores das viagens, engenheiros náuticos, inventores de aparelhos de navegação, navegadores, como colonizadores do Brasil, inclusive como bandeirantes que alargaram as fronteiras brasileiras, deixando para trás a linha divisória do Tratado de Tordesilhas.. É só estudar um pouco de História do Brasil para tomar conhecimento disso.

  10. Lucerna Juris

    -

    11/08/2012 às 9:07

    Não estou convencido de que o melhor seria impedir a publicação das imbecilidades. Os imbecis continuariam por aí afora, cada vez mais imbecis. Com a possibilidade da publicação, pelo menos podemos tomar conhecimento das imbecilidades e responder à altura (rectius: à baixura), sem imaginar que, qual polyanas, vivemos no melhor dos mundos.

  11. Igor

    -

    10/08/2012 às 20:48

    É preciso cuidado quando se discute a necessidade de uma Lei de Imprensa que impeça profissionais e veículos de bisbilhotar a vida de terceiros. Afinal, como falar em Lei de Imprensa em um país tão imaturo onde o partido do governo nem se dá ao trabalho de esconder seu projeto anti-liberdade de expressão?

  12. Rolando

    -

    10/08/2012 às 19:47

    O mais impressionante é que a justiça que tem todo o aparato para descobrir e punir os autores de tais imbecilidades não faz nada.

  13. Didi Iashin

    -

    10/08/2012 às 19:26

    Não demora, o “Protocolo dos Çábius do Çião” vai ser reeditado (assim mesmo). Esses sujeitos são despudorados em altíssimo grau!

  14. Heitor

    -

    10/08/2012 às 14:59

    Os judeus foram vítimas do preconceito, portanto em nada diferem de outros povos. Só diferem num fato, são unidos, ajudam-se, uns aos outros. Em outro fato, também, são unidos desde quando o homem se conhece por gente.

  15. anônimo

    -

    10/08/2012 às 14:10

    Faz um tempo sai denunciando todo comentário antissemita para o crime.internet@dpf.gov.br.Parei após uma hora, vendo que era impossível.Também nunca recebi retorno exceto pela Folha, que excluiu de imediato quando marquei.E no processo fui vendo ameaças graves a diversos jornalistas, inclusive não judeus.O preconceito é inevitável.A hipocrisia do governo, agindo com mão de gato para dividir o país é que apavora: eles é que alimentam esse comportamento.

  16. maria

    -

    10/08/2012 às 13:54

    Os petralhas ensinam os militantes a serem antissemitas,a área de comentários da Falha de SP está cheia de exemplos quando o “alvo” da notícia é um judeu.

  17. anonimo

    -

    10/08/2012 às 12:53

    SIM !
    A FOLHA DE SÃO PAULO É MESMO UM JORNAL ANTI SEMITA !
    PENA QUE A MAIORIA DOS GRNADES ,RICOS E PODEROSOS EMPREÁRIOS HEBREUS VÊ ISTO E CONTINUA ANUNCIANDO ALI.

  18. Jackson

    -

    10/08/2012 às 12:24

    Acho que pessoas que fazem ameaças como esta feita ao jornalista Boris Casoy deveriam ser identificadas pela polícia. Essas pessoas precisam ser conhecidas, é preciso saber se possuem armas ilegalmente, é preciso que elas se apresentem de tempos em tempos à polícia, saber o que fazem, o que dizem, com quem se relacionam.
    Temos todas as condições para o desenvolvimento da intolerância racial no país – uma grande fronteira descuidada, presença de terroristas, tráfico internacional de armas, são alguns exemplos.
    TOLERÂNCIA ZERO!

  19. Luiz Antonio Resende

    -

    10/08/2012 às 11:59

    Carlos Brickman,parabéns!brilhante! Reinaldo,contra as trevas,a luz.Continue iluminando as sombras e espantando assombrações,sem trégua.Estamos com você.Um abraço.

  20. Ali

    -

    10/08/2012 às 11:55

    “Raça Judaica”? Que m# é essa? Além de intolerantes são extremamente ignorantes… provavelmente por se espelharem no grande guru apedeuta. Ou quem sabe tiveram aulas de “toleranssia e çidadania” com a Marilena Chaui e Celso Amorin.

  21. Fabio Pina

    -

    10/08/2012 às 11:39

    Primeiro é difícil entender porque as pessoas têm tanto fetiche com a “dominação judaica” da mídia. Além de ser um mito, essa fascínio serve de porta de entrada para o antissemitismo, para o preconceito mais baixo e rasteiro. Pior é a converão de não judeus em judeus apenas para compor uma massa maior de gente a ser perseguida. Desde quando um judeu se chama Jr, como é o caso de William Bonner? Sugiro aos antisemitas que, ao menos, coheçam um pouco da cultura judaica. Não que isso enobreça de alguma forma o objetivo de denegrir um povo que, dentro outros muitos, contribui muito para a cultura e formação intelectual e econômica nacional, em especial a paulistana.

  22. Rodolfo

    -

    10/08/2012 às 11:31

    Que VERGONHA! Não é possível ainda existirem pessoas assim!

  23. Cris Azevedo

    -

    10/08/2012 às 11:09

    Ah, sim, sim!

    Para não passar esquecido…

    Sabe o CQC, Rei? Aquele programa do Marcelo Tas, que se quer “jornalismo humorístico”? Pois. As referências a sexualidade de Kassab são frequentes. E abertas!
    Eles chamam isso de “humor”. Então tá.
    Sem falar do resto…. mas aí, a gente acha que atribuir a um político crimes e atos que ele nem fez, como é hábito no CQC, se tornou tão “normal no País dos petralhas, que até passa…

  24. Cris Azevedo

    -

    10/08/2012 às 11:05

    Ih, Rei, o Brickman não lê a Folha? Ah, então ele ainda não viu NADA! Ali a coisa é bem pior do que ele fala sobre o 247. Foi ali que tive certeza de que petistas são completamente antissemitas, entre outras coisas.

  25. Jorge Silva

    -

    10/08/2012 às 11:01

    Esses esquerdalhas adoram chamar de nazistas seus inimigos ideológico (vejam o vídeo anti-Serra que fizeram), mas quando querem atacar os outros se comporta exatamente igual àqueles nacionais-socialistas. São um bando de homofóbicos que não saíram do armário e tratam os judeus como bodes expiatórios.

  26. Jonas

    -

    10/08/2012 às 10:24

    Os judeus são muito bem recebidos aqui em SP e são parte de nossa formação. Contribuíram e continuam contribuindo muito para o desenvolvimento de nossa sociedade e valores, é um privilégio tê-los recebido como imigrantes por aqui.
    Os petistas fazem perseguição ideológica a eles, têm inveja de seu sucesso e detestam seus valores. Eles criticam tanto a influência e sucesso econômico deles, sabem por que? Poque, na verdade, querem um dia “chegar lá”, confrontá-los, derrubá-los, e ELLES serem os ricos, mas também totalitários, filtradores da imprensa e tudo mais ao nosso arrepio. Enquanto petista não meter a mão e não faturar com isso, como na Record, SBT e Carta Capital, tudo é lixo dazelite.

  27. brasileiro de luto

    -

    10/08/2012 às 10:21

    Cade o MP, os direitos humanos….esse cara tem de ir pra cadeia…..voce esta certo, fosse um hetero e a Maria dos Tormentos (anda caladinha, ou e impresssao minha??)m talvez a amiguinha de cadeia da presidentaaa tambem falaria………………..
    SINISMO, GRANA QUE ROLA NESSA, COMO NO CSO DOS MEIO AMBIENTE,,,,AS SACOLINHA VENDIDAS ESTA DE VOLTA…ALGUM LUCRA COM ISSO……..E O POVINHO….SO LEVA FERRO……..MAS ESTA FELIZ…….

    SANDRA, HOJE EM DIA SER GAY DA STATUS……… NAO TENHA CONTRA SER GAY, TAMBEM NAO GOSTO DE FATO DELES FICAREM FAZENDO PROPAGANDA,,,,,,,,,,,,,,,,, E MUITA BABAQUICE…….

  28. andorinha solitária

    -

    10/08/2012 às 10:06

    Reinaldo, esses caras que defendem com tanta incompetencia o direito de ser gay, nao passam de pessoas frustradas, sem projeção em lugar nenhum, que usam a preferencia sexual como alavanca para aparecer. Deveriam, sim, mergulhar nos livros e se preparar mais intelectualmente!!!

  29. Sandra

    -

    10/08/2012 às 8:31

    Por que gay precisa dizer que é gay, precisa assumir, “sair do armário”,… enquanto heteros não têm nenhuma obrigação de dar satisfação de sua vida particular? Que inferno deve ser essa patrulha!
    Quanto aos anônimos antissemitas, a inveja é uma m*!

 

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