19/02/2009
às 19:59“HANDICAP”, sem dúvida…
Uma chatice, mas os leitores querem um comentário, lá vou eu, escravo de vocês… Tarso Genro, ministro da Justiça, mandou uma carta ao jornal espanhol El País pedindo uma correção numa entrevista sua. Até emitiu nota a respeito. Segundo o jornal, ele teria afirmado o seguinte sobre Dilma Rousseff: “É uma boa candidata, tem boa capacidade de gestão, mas, sobretudo, tem o maior obstáculo que algum candidato à Presidência pode ter: o apoio de Lula”. A manchete ficou assim: El gran obstaculo de Dilma Rousseff es el apoyo de Lula. Segundo Tarso, a confusão se deu em razão de ele ter empregado a palavra inglesa “handicap”, que pretendia fosse traduzida por “vantagem”. A entrevista foi concedida ao jornalista Javier Lafuente e foi publicada nesta quinta.
Leitores me perguntam o que acho. Acho que é mesmo só uma questão de ignorância interlingüística. É evidente que Tarso esta falando a verdade nesse caso. Até porque a ÚNICA VANTAGEM de Dilma é ser, por ora ao menos, a candidata escolhida pelo presidente. Nem Tarso é doido o bastante para achar que ser o nome da máquina oficial e de um político com popularidade na casa dos 80% é uma desvantagem. Aliás, há outra informação errada. O texto diz que ele introduziu o orçamento participativo em Porto Alegre quando prefeito. Errado! Quem implementou essa estrovenga mistificadora na capital gaúcha foi Olívio Dutra.
Outra carta
Sarney também mandou carta para a imprensa estrangeira — no seu caso, para a revista Economist, conforme relato do Estadão Online:
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), enviou à revista The Economist esta semana uma sucinta carta, com quatro parágrafos, pedindo a retratação da publicação, que avaliou a vitória do peemedebista na disputa pela presidência do Senado como um retorno ao “semifeudalismo”. Intitulada Onde Dinossauros Ainda Vagam, a reportagem fala da trajetória política de Sarney e do número de vezes em que ele foi eleito para cargos públicos, recomendando que talvez fosse “hora de Sarney se aposentar”.
Na carta, o senador defendeu-se das acusações da revista e disse ser reconhecido como o “presidente da transição democrática”. “A história julgará meu papel, mas sou reconhecido como o presidente da transição democrática, da convocação da Assembleia Constituinte e que priorizou o desenvolvimento social, o que permitiu o surgimento de uma sociedade verdadeiramente democrática e levou um operário a ser eleito presidente da República”, disse o senador, referindo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O peemedebista também rebateu na carta a afirmação da revista de que a família Sarney mantém o poder no Maranhão por meio de uma estação de TV associada à Rede Globo, pela qual “costuma exibir reportagens favoráveis ao clã”. “Nos últimos sete anos um grupo político rival controla o governo estadual do Maranhão”, afirmou.



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59 Comentários
Bayard
-19/01/2010 às 13:53
Erro duplo!
Errado estava o Tarso ao dizer que foi ele o “desbravador” do Orçamento Participativo, e errado esteve o amigo bloguista (Reinaldo Azevedo) ao corrigí-lo, atribuindo ao Olívio Dutra a láurea (láurea, que láurea?) de ser o “inventor” do Orçamento Participativo.
Pois bem antes do Prefeito Olívio Dutra instituir o OP em Porto Alegre, o Sr. Bernardo de Souza, quando prefeito de Pelotas, no início dos Anos 80, foi quem se utilizou pela primeira vez deste instrumento de consulta pupular, e que o PT asumiu a paternidade, ou aceita a “láurea”, e faz silêncio sobre a real paternidade.
Abraços
Bayard
Anônimo
-26/02/2009 às 14:48
Se o Tarso desse valor às teorias fundamentalistas léxicas do Aldo Rebelo, teria usado um sinônimo em português para o termo e não estaria fazendo papel de bobo agora. Mas, do jeito que é pateta, na certa teria optado por “desvantagem” mesmo. São nossos governantes!
Anônimo
-20/02/2009 às 20:07
O SARNEY, É UMA MÚMIA PARALÍTICA.
Alzira
-20/02/2009 às 18:41
Para Rosália 10:36pm:
Handicap = “vantagem” (”advantage”) na acepção de privilégio, preferência, ajuda, apoio, enfim, com “conotação positiva”, como disse TG, não faz sentido em lugar nenhum do mundo. Nem no Brasil. Usá-la assim é um equívoco.
Alzira
-20/02/2009 às 18:17
O El País traduziu certo; o Onan dos Pampas foi quem empregou a palavra errada. O pessoal do jornal deve estar às gargalhadas, lendo o pedido de correção!
Anônimo
-20/02/2009 às 18:15
Não vejo “handicap” nenhum no fato de a Dilma ser candidata do Lula. Só vejo desvantagem, uma vez que ela passa a ser a escolhida para dar continuidade a um desgoverno que, segundo Mangabeira Unger, é o mais corrupto da história do país. Se ganhar, leva de imediato essa marca na testa.
Quanto ao Sarney, a reclamação que ele fez não procede. Não há nada mais retrógrado no país do que ele e o seu clã. Não é por outra razão, aliás, que está com Lula. Ambos se afinam à perfeição.
Thiago
-20/02/2009 às 17:20
Os espanhóis comeram barriga!
fabio
-20/02/2009 às 16:33
Excelente a explicação do Prof. Claudio Moreno enviada por Anônimo. A palavra handicap hoje tem mesmo o sentido de desvantagem, independente do que, realmente, pudesse ter sido.
A linguística inglesa considera a palavra como obstáculo, desvantagem, ou seja, o El País acertou na tradução. O erro foi do Exmo Sr Ministro da Justiça que tentou mostrar uma sapiência que não tem.
Deveria ter a humildade de reconhecer sua insignifância em línguas estrangeiras e pedir a um tradutor que transcreva seus textos. Correria menos riscos de expor-se ao ridículo.
Ou será que quis mesmo dizer “obstáculo” e, agora, tenta reverter a celeuma que provocou? Sendo do PT, não seria de se estranhar…
guido furioso ensinando ingreis
-20/02/2009 às 14:38
handicap é “deficiência” (p. ex., deficiência física).
Tarso Goebbels fala novilíngua, todos sabemos. Mas, agora, falar novilíngua em outra língua ?! Aí não dá, Tarso! Hahahahaha…..
E, ademais, com o PêTê, algo é o que não pode ser, que é o que não pode ser, que não é. O Lula é pura poesia concreta - no sentido piagetiano. Me enthendem ?
Anônimo
-20/02/2009 às 13:53
Reinaldo, nao e porque o Tarso genro e esse palhaco que voce tem de destruir tambem a ideia do Orcamento Participativo; considero este um bom projeto…
Quanto ao Sarney, adorei a reportagem…
Anônimo
-20/02/2009 às 12:30
Reinaldo,
Dada a quantidade imensa de bobagens que o nosso Beria dos pampas fala, não é de se admirar que possa ter digo alguma.Alías, este senhor é um daqueles que se cair de quatro no capim não levanta mais!
Abraços e bom carnaval!
simplesmente maria
-20/02/2009 às 11:26
Anônimo das 8:58, agradeço o reparo. Não sei como fui desenterrar o Tarso Dutra. Fiquei rindo da minha paspalhice aqui.
mineirinha
-20/02/2009 às 11:24
A-D-O-R-E-I a gafe lingüística do Tarso Genro (grafado com trema mesmo, que evita o desagradável efeito fonético “língua-presa” tão ao gosto de muitos brasileiros desprovidos de ouvido musical clássico.
Um pouco de comiseração para o desconhecimento de língua estrangeira seria a até natural; afinal o brasileiro é conhecido por sua generosidade. O que deveria ser antinatural é o senhor Ministro da Justiça, pego em flagrante handicap nos seus conhecimentos do Inglês, atribuir a gafe, inescrupulosamente, à imprensa espanhola!
OPS!, acabo de acometer o senso de lógica: esse cacoete imoral de atribuição ao Outro o mal feito é característica petralha. Portanto, é natural a reação do Tarso Genro.
Essa gente…
língua inglesa jogar a culpa acometer a língua inglesa e jogar a culpa na imprensa espanhola. até soaria cnhecido por sua alma generosa. Mas não no caso dele, que se mete 97197073
Incitatus
-20/02/2009 às 11:23
Andy Capp seria mais um apelido adequado para descrever o Efelentífimo?
Anônimo
-20/02/2009 às 10:25
Pelo amor de Deus: O que tem prá falar esse tal de Tarso ao jornal espanhol? Já não bastam as cagds que ele comete por aqui, como o caso do Cesare Batisti?
Fiodor
Paulo Roberto
-20/02/2009 às 10:23
“A história julgará meu papel, mas sou reconhecido como o presidente da transição democrática, da convocação da Assembleia Constituinte e que priorizou o desenvolvimento social, o que permitiu o surgimento de uma sociedade verdadeiramente democrática e levou um operário a ser eleito presidente da República”,
Só por isso este cidadão já deveria estar preso.
maria, maria
-20/02/2009 às 9:49
Deve ser o efeito tarso que me fez escrever “taxa mensal de inflação em um mês”. Burrice contagia.
J.J.S.Xavier(Tira)
-20/02/2009 às 9:47
Olá Reinaldo !
Sarney assim como rainha de Copas diría :
-Cortem-lhes as cabeças !
Anônimo
-20/02/2009 às 8:51
A qualquer momento seremos invadidos por uma nação estrangeira e com razão. Como esse pessoal gosta de procurar briga com “os estrangeiros” MEDIOCRIDADE PURA.A única coisa correta produzido por Sarney foi aquela frase, com estas palavras mais ou menos:”Com esta Constituição o Brasil será ingovernável”. Taí,nisto ele acertou.A tal de Constituição Cidadã (ou se dá, dão!)acabou com o país do futuro.Agora é a casa da Mãe Joana.
Anônimo
-20/02/2009 às 7:13
Sarney, vê se me esquece!
Anônimo
-20/02/2009 às 7:06
Como o professor Moreno é gaúcho como Tarso, o punheta, o uso de handicap como “vantagem” (ou coisa semelhante) deve ser um gauchismo… Poxa, se cada um que quiser dizer algo, tirar as palavras se seu dicionário pessoal…
RM
-20/02/2009 às 0:16
A historia, sim, julgara JS. Embora acredite ser o homem que elegeu Lula, acredite ser o supra sumo da historia brasileira, JS pode ser considerado o responsavel por todas as mazelas que esse pais vive / viveu nas ultimas decadas. De todos os presidentes que esse pais teve nenhum, absolutamente nenhum, teve condicoes tao amplas para criar um grande pais. Com o fim da ditadura militar e a constituinte tudo conspirava a favor da criacao dos alicerces de um grande pais. Mas nao, JS preferiu transformar e administrar o Brasil como uma capitania hereditaria nos moldes do que fez no Maranhao. Disseminar o clientelismo, o assistencialismo, o populismo e todos os ismos que nos fizeram o que hoje somos. JS foi o que de pior tivemos no desde a chegada de Cabral.
the call of ktulu
-20/02/2009 às 0:04
A revista The Economist tem mais de 150 anos. Entre Sarney e a publicação, fico com esta. Que resposta infantil essa chefe do nosso Senado. Há dúvidas de quem tem mais credibilidade?
Anônimo
-19/02/2009 às 23:59
Pelo visto não é só no Brasil que exitem órgãos de imprensa medíocres.
Iguinho
-19/02/2009 às 23:31
Mas handicap significa o quê?
Anônimo
-19/02/2009 às 23:30
O ex-presidente Sarney não pode ser um senhor feudal.
Falta estatura.
Ele é um prefeito do interior. Compra terras lá longe, abre uma avenida asfaltada até a região, não esquecendo da água e da luz, e depois… vende os terreninhos.
Os ingleses são uns idiotas e não sabem disso.
Pensam que o homi está maquinando coisas incríveis e hediondas para o Brasil. Que nada. Severino, mais prático, Deputado (não era nem senador), cobrava R$ 10.000,000, digo R$ 10.000,00 de uma lanchonete (quase chega a restaurante. Já pensou se chegasse? Dava para cobrar R$ 10.500,00).
Pungista, celerado, severino (João Cabral de Melo Neto), eram os adjetivos corretos.
Inglês não sabe nada.
Anônimo
-19/02/2009 às 23:24
Reinaldo,
Segue uma aula do excelente Prof. Claudio Moreno a respeito do termo “handicap”.
A exemplo do professor, deixei de usá-lo, por via das dúvidas.
Ao texto:
“handicap”
Estranho destino têm as palavras! Começam significando uma coisa, e podem terminar dizendo exatamente o contrário. O caso de handicap, ao ser trazida do Inglês para a nossa língua, é um exemplo desses caprichosos desvios semânticos. Na Inglaterra, o vocábulo já é registrado no séc. XVII, indicando uma curiosa forma de arbitrar ofertas de troca entre itens de valor desigual. Por exemplo, Fulano propõe dar sua adaga em troca do casaco de pele de Beltrano. Caso este tenha interesse na troca, é necessário estabelecer quanto em dinheiro Fulano vai ter de acrescentar à sua oferta, para que o negócio fique justo. Os dois então escolhem um árbitro, e todos os três casam uma quantia simbólica dentro de um chapéu ou gorro (em Inglês, cap). Fulano e Beltrano colocam a mão dentro do chapéu (”hand in cap”) e ficam aguardando a decisão do árbitro, que vai dizer quanto ele acha que o casaco vale mais que a adaga. O negócio agora ficou às claras, e as partes, para revelar se aceitam ou não concluí-lo, retiram, ao mesmo tempo, as mãos de dentro do chapéu: a mão fechada é sim, a mão aberta é não. Se os dois dão a mesma resposta (positiva ou negativa), o árbitro fica com o dinheiro depositado. Se discordam, o dinheiro vai para aquele que manifestou interesse em confirmar a transação.
Tratando-se da Inglaterra, pátria dos apostadores, logo este costume evoluiu para as apostas de cavalos: um árbitro decidia quanto peso extra o cavalo mais veloz deveria carregar para compensar sua superioridade sobre o oponente: um handicap. Já no século XIX o vocábulo passou a denominar qualquer dificuldade ou deficiência que prejudique uma pessoa em sua vida normal - seja física ou mental. O transporte coletivo inglês geralmente reserva lugares especiais para os handicapped - os mesmos lugares que nós reservamos para deficientes. Os franceses importaram o vocábulo handicap (dele derivando, inclusive, o verbo handicaper), exatamente com esse sentido de desvantagem, inata ou adquirida, que deixa uma pessoa em inferioridade. Nessa significação de deficiente, o vocábulo está pouco a pouco sendo abandonado por ambos os idiomas, certamente por sua conotação pejorativa. Ainda assim, encontramos na Internet milhares de associações de handicapped (crianças, trabalhadores, esportistas, etc.).
No Português, o vocábulo entrou com o sentido originário de desvantagem (ou vantagem que tenho de dar ao outro para que a aposta fique parelha). Contudo, por um curioso efeito de reversão, logo passou a significar exatamente o contrário: vantagem. Embora o Aurélio traga a correta definição, as pessoas em geral optam pelo sentido de vantagem. Quando dizem “Sua formação é seu grande handicap”, na maioria das vezes querem dizer que ele teve uma excelente formação, que vai deixá-lo em posição vantajosa. Ora, isso torna inútil essa palavra (a não ser nos vocabulários específicos do turfe, do golfe, etc., onde seu significado não suscita dúvida), quando não perigosa: eu, que conheço o seu verdadeiro significado, nunca sei como é que aquele que me ouve (ou aquele que me fala) registrou a palavra em seu vocabulário. Deixei de usá-la; e, quando alguém a usa comigo, sempre dou uma conferida: vantagem ou desvantagem?
Cris
-19/02/2009 às 23:23
Ah! E foi ele quem começou com essa coisa ridícula de “brasileiros e brasileiras”!
Anônimo
-19/02/2009 às 23:16
Essa escória política brasileira acostumou-se a sobreviver ad perpetum impunemente ao julgamento do povo ao qual ela sempre sugou o próprio sangue. Sarney é um malabarista do poder, dono da maior e mais atrasada capitania hereditária do país,o Maranhão, onde reina soberano junto com a família e apaniguados. Seu poder extrapolou as fronteiras de sua provícia e ganhou foros no reino, chegando a exercer o cargo de presidente, em um dos mais desastrados períodos de nossa história político. Outro brontossauro, esse mais recente mas nem por isso mais importante na sua fauna, o TiranoTARSUS terrorificus, conseguiu a o incrível feito de desagradar a gregos, troianos e italianos em um espaço de tempo mínimo. É um recordista da baixaria nacional e internacional.Agora, esses dois pilantras começam a ser desmascarados ( quem diria!?) pela imprensa internacional do primeiro mundo, e os dois agem com o cinismo que os caracteriza aqui na Banânia,pedindo a retratação das afirmações divulgadas.Aliás, declarações inteiramente procedentes.
Tenham vergonha na cara, senhores!
Cris
-19/02/2009 às 23:16
Mas que é uma DELÍCIA ver um petralha legítimo tentar usar uma palavrinha em “ingrêis” e errar, é!
Handicap é “desvantagem”. Não sei se no futebol ou no goró tem outro significado, claro, hehehehehe.
Jacques Gros
-19/02/2009 às 22:56
O Tarso não é o único político gaúcho a achar que handicap é vantagem. Há anos um outro me disse que seu “handicap” era sua fama de sério e honesto. Foi duro explicar, mas ele aprendeu.
Já o tarso está acima de aprender… tivesse jogado golfe na infância não pagava este mico.
E o melhor é que, se tivesse a coordenação motora pra isso, conseguisse aprender o jogo, poderia ter aprendido mais alguma coisa e estaríamos livre deste rábula tendencioso…
Anônimo
-19/02/2009 às 22:51
Acho melhor e mais prudente, o Tarso voltar ao banheiro e lá ficar derramando poesia covarde, até o fim do mandato do lula
dá menos prejuízo a eçepais
Anônimo
-19/02/2009 às 22:49
Anônimo 9:44
Peraí conterrâneo!!
Não seja injusto com lula
não seria o 2º PIOR PRESIDENTE?
O 1º lugar é do Lula e ninguém tasca.
Anônimo
-19/02/2009 às 22:41
A desculpa tarsesca é mais do que esfarrapada: handicap não significa obstáculo em lugar nenhum do mundo.
Em inglês, significa deficiência.
No linguajar do golfe (Vsa. Excia agora joga golfe? E a “imprensa” não nos contou?), significa uma espécie de classificação que tem a ver com “deficiência”, no sentido de que quem tem um handicap alto, joga menos bem, permitindo assim “descontar” a vantagem dos melhores jogadores.
O “ministro” estaria se referindo, Freud explica, a self-handicapping?
Cf. http://en.wikipedia.org/wiki/Handicap
Juliano
-19/02/2009 às 22:37
O mundo deve estar enlouquecendo e o senhor em profundo estado de lucidez. Realmente a questao racial na America do Norte e algo superado ” so forcando a barra ” para se ver racismo na questao. Por la viu-se e muito talvez porque la entende-se que negar o racismo `e uma forma de aprimora-lo. Felizmente em terras tupinanbas um homem branco nao recebera uma bala na cabeca por expressar seu racismo dissimulado na America cabecas de ambas as cores receberam chumbo num espetaculo que agride duramente a historia daquela nacao. Teme-se o racismo porque ele custa caro para todos. No nosso amado Brasil o racismo nunca custou o mesmo para ambos os lados falo de violencia e mortes.A possibilidade de se ser letalmente alvejado na cabeca pode despertar verdadeira sensibilidade nos coracoes humanos. Pense nisso , recomendacoes a sua Familia em especial as belas meninas…
rosalia
-19/02/2009 às 22:36
A palavra “handicap” pode significar uma vantagem. É outro significado da palavra, acredite.
Gerson
-19/02/2009 às 22:31
Rei Naldo, jah que por aqui a imprensa poderosa que se molda de acordo com a corrente governista do momento, nao bate de frente com o jurassico ex-presidente, pelo menos The Economist o fez. E com precisao.
Cris
-19/02/2009 às 22:30
Iaca! O Coronel Sarney esqueceu de contar que ele está tentando despejar o politico do grupo rival do governo estadual e meter a filhota dele no lugar. Chi, ele não contou essa parte, não é? Puxa. Deve ter sido esquecimento, mesmo.
Ele é conhecido pela inflação de 80% ao mês, pelo “boi no pasto” e pelos “fiscais do Sarney”. Ah, e também como autor do Marimbondo de Fogo. Essa parte ele esqueceu também?! Assim não dá. Vamos mandar cartas a Economist, completando as informações.
Flowerpunk
-19/02/2009 às 22:22
Está é uma confusão comum para brasileiros monoglotas. Quem nunca ouviu alguém dizer fulano tem um handicap, querendo se referir a alguma vantagem. Este é um uso razoavelmente comum em português. Porém na sua língua original handicap tem significado de desvantagem, como por exemplo “handicaped person”. Ao usar o palavra inglesa numa entrevista internacional, ela foi interpretada com seu sentido na língua original.
Só por curiosidade, não sei se a palavra handicap tem outra origem, mas é um termo de golf, que significa o numero de tacadas que se subtrai score de um golfista.É uma forma de equilibrar resultados entre esportistas de habilidades diferentes. Quanto melhor o golfista menor seu handicap.
paulo silveira
-19/02/2009 às 22:22
O orçamento participativo sempre foi mistificação com os gurilas petralhas incitando o povo nas reuniões.
Além disso a maior parte das verbas são vinculadas, não se pode mexer, e ainda mais no RS em que o gasto com funcionalismo e com juros da dívida consumia todo o orçamento , quase nada podia ser “participado”…
Paulo Borchio
-19/02/2009 às 21:57
A humildade não faz parte da vida do marimbondão mesmo.Também para receber elogios,além do Calheiros só se for dele mesmo.E eu gostaria de saber onde foi que o the economist errou.Agora,será que ele vai querer fazer como o patrão dele e tentar expulsar o jornalista?
Anônimo
-19/02/2009 às 21:44
Sarney foi o pior presidente desta República.
Sofremos muito tempo para nos livrarmos do legado de seu governo.
Um golpe eleitoreiro chamado Plano Cruzado, serviu para eleger a cumpanhêrada toda e que depois construíram essa estrovenga chamada Constituição Cidadã. Seu governo ridiculo e mediocre também nos legou uma divida externa fabulosa e uma inflação de quase 3 digitos AO MES!
O jornal inglês está coberto de razão.
rogério gonçalves
-19/02/2009 às 21:44
São uns pedegueba!!!! Essa drupa se complica sozinhos. Um justificando o injustificável. Otro es uno chico……..r.g.
Edson Tomaselli
-19/02/2009 às 21:20
Somente uma correção nobre Reinaldo: o tutor do orçamento participativo, esta jóia para administradores incompetentes foi o prefeito anterior ao olívio (é minúscolo mesmo, esta gente não merece letra maiúscula no nome), Alceu Collares. O nome dado a esta esbórnia era outra, depois o pt se encarregou de mudar o nome e registrá-lo como pai da criança (alias, como sempre faz).
Marcos F
-19/02/2009 às 21:19
Para Os dois, vale os dois: retratos e retratações.
Anônimo
-19/02/2009 às 21:06
Tá certo, tá certo… Sarney é bicho esquisito mesmo. Mas seu maior “defeito” é outro. É não ser “da craçiu” trabaiadora. É não ser da esquerda. E provo: Tão chiando bisurdo com a longa permanência dele no pudê, mas esses mesmos bufus chiadores acham lindo outros dinossauros eternos, como Fel te Castro, Fungo Chavez, Stalin, Pol Poste.
A estratégia (O conceito de estratégia, em Grego strateegia, em Latim strategi, em Francês stratégie…
Os senhores estão anotando? Vou pedir isso na prova.
…em Inglês strategy, em Alemão strategie, em Italiano strategia, em Espanhol estrategia… risos) dos Vermes Vermelhos é acusar,no adversário, as manhas que sabem ser a ponte para o poder eterno, e que julgam, só um comunista tem o direito de trilhar.
Os senhores são uns fanfarrões, seus “mídia progresistas”. Vão pro saco.
Zero Rei, tá na hora de dar a capivara desses meliantes infiltrados na imprenssa, inclusive na Vênus Platinada não?
Cap. Nascimento - põe na conta do Papa!
Anônimo
-19/02/2009 às 21:05
19/02/2009
2010: Dilma abre carnaval de Recife
Ao lado do governador Eduardo Campos (PSB), a ministra da Casa Civil e pré-candidata à sucessão de do presidente Lula, em 2010, Dilma Rousseff estará na abertura do carnaval de Recife e de Olinda, amanhã e sábado. É a terceira visita da ministra ao Estado neste ano. Pela primeira vez, a “dama de ferro” do governo terá de cumprir uma agenda que tem como característica a irreverência carnavalesca e a presença de foliões em massa. A primeira parada da ministra será na Praça do Marco Zero, no Recife, sexta-feira à noite.
Claudio Humberto
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Agora tenho certeza a personagem da novela das 19:00h Violeta É a Vilma.
Anônimo
-19/02/2009 às 21:05
Mas aqui o silêncio, do “ínclito” senador, em relação as ruidosas, pesadas e inclementes acusaçõoes, de seu colega e correligionário,impera.
Aqui ele prefere deixar como está, afinal aí vem o carnaval, onde tudo se esquece…
Por que ele não exige a retratação do Jarbas Vasconcelos? Por que ele não encaminha a cassação do Senador ao conselho de ética do Senado?
Esse senhor, quamdo lhe convém, joga para uma platéia restrita e, em ocasiões em que as sua reclamações poderiam causar-lhe mal, fica calado, como se surdo fosse.
Anônimo
-19/02/2009 às 21:02
Novamente adiado julgamento de governador do Maranhão
O julgamento da cassação de Jackson Lago, governador do Maranhão, foi adiado novamente. O ministro Fernando Gonçalves passou mal durante à tarde e foi encaminhado ao Instituto do Coração (Incor). Eros Grau, ministro relator do caso, deverá levar o caso à plenário na próxima sessão, prevista para quinta-feira, depois do recesso do carnaval.
Lago é acusado de abuso de poder econômico durante a eleição de 2006. Ele teria transferido quase R$ 280 milhões para 156 municípios maranhenses. Além de ter distribuído combustível, fechado convênios com entidade fantasma e construído casas na periferia da capital São Luis em troca de votos.
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Pegaram Cássio prá Cristo.
Anônimo
-19/02/2009 às 20:58
simplesmente maria,
é forçosa uma reparação.
tarso genro.
tarso dutra, perto da atualizada cavalgadura gaúcha, soa como um quase ou ultra acadêmico da abl, do rio, naturalmente.
Anônimo
-19/02/2009 às 20:47
Sarney, a velha raposa, dará o troco ao Serra por mais esta armação, via Jarbas Vasconcelos. A vingança é como a sopa, come-se pelas beiradas.
Carlos M.
-19/02/2009 às 20:40
Esses 2 montes de m… acham que podem pautar a imprensa estrangeira da mesma forma que o fazem no Brasil.
Se eu fosse o editor do jornal espanhol tiraria um sarro do ministro metido a besta que resolve introduzir palavras da lingua inglesa numa entrevista a um correspondente de outra lingua.
E se eu fosse o editor da revista inglesa, nem me mexeria para responder a carta do dinossauro maranhense. Arquivaria no lixo!
Anônimo
-19/02/2009 às 20:39
Sarney esqueceu de dizer que foi através do seu prestígio que ele consegui fazer manobras junto ao TSE para cassar o governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima.
A bola da safadeza foi cantada em todos os jornais do país dias antes do julgamento no TSE.
Isso é uma vergonha!
Anônimo
-19/02/2009 às 20:28
Esse Tarso Genro é um notório analfabeto jurídico, fala absurdos que envergonhariam um calouro de direito. Fala tantas asneiras jurídicas, que certamente nunca passaria nos exames de ordem atuais. Agora revela outra faceta de sua ignoráncia sistêmica. Deu uma de bacana usando um termo estrangeiro que nunca se deu ao trabalho, por preguiça intelectual, de checar no dicionário. Mais um oligofrênico do petismo. Além de ser uma figura que visualmente só enoja menos que o Marco Aurélio Garcia. São dignos de pinturas renascentistas que retratavam o “populacho”. Me envergonho de ser brasileiro por termos “líderes” como esses.
Anônimo
-19/02/2009 às 20:25
A história o julgará, sem dúvida. Esse senhor deixou a presidência com o país sofrendo uma infração de 80% ao mês e decretou feriado bancário para o Sr. Collor e aquela Senhora que acabou se transformando na maior piada do Chico Anísio poderem confiscar a poupança dos brasileiros.
simplesmente maria
-19/02/2009 às 20:25
Quá, quá, quá. Petralha querendo falar outras línguas dá nisso. Que paspalho, que nem sabe o que é handicap, palavra que já é internacional…
O Tarso Genro, um ‘expert’ de mãos cheias, pelo vista não é tão hábil assim com a língua - se me permitem a grosseria, compatível com os poemas do imbecil do Tarso Dutra.
Anônimo
-19/02/2009 às 20:19
Achei interessante a definição usada para “orçamento participativo”: “estrovenga mistificadora”.
Sou leitor e não possuo, claro, o mesmo conhecimento do senhor. Confesso, então, que não entendi. Estrovenga lembra uma máquina que funciona mal, ou alguma coisa, como se diz aqui no Nordeste, “malamanhada”. Mistificadora tem a ver com mentira, enganação. Orçamento participativo é isso? Ou eu não entendi nada?
maria, maria
-19/02/2009 às 20:18
A não ser pelo uso do prefixo semi_ a reportagem seria fiel aos fatos relativos ao execrável clã que, não contente com a destruição do Maranhão, estendeu-a a toda esta sbórnia, tendo marcado a taxa mensal de 85% de inflação em um mês.
A revista, surpreendentemente, traçou, desta vez, um perfil perfeito do coronelete nordestino, o abominável homem das trevas.
Anônimo
-19/02/2009 às 20:15
o animal maneja o português precariamente e agora inventa de usar expressões em inglês?
dá no que deu, para não psicanalisar-se, se culto fosse, um lapsus linguae de tão indigesta e repugnante figura.