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30/01/2013

às 16:42

Há exatos 80 anos, ele chegou ao poder. Em nome da reparação e da igualdade, exterminou milhões de vidas. E a marcha do terror se fez no silêncio cúmplice

Há exatos 80 anos, Adolf Hitler se tornava o chanceler da Alemanha. O resto é horror, perpetrado, em boa parte, sob o silêncio cúmplice do povo alemão e das demais nações.

Antes que se tornasse um homicida em massa, ele já havia atentado contra a ordem democrática, mas o regime o anistiou. Deram a Hitler em nome dos valores democráticos o que ele jamais concederia a seus adversários em nome dos valores nazistas.

Antes que se tornasse um homicida em massa, ele fundiu a chancelaria com a Presidência da República. E se fez silêncio.

Antes que se tornasse um homicida em massa, ele anexou a Áustria e a Renânia. E se fez silêncio.

Antes que se tornasse um homicida em massa, ele já havia ordenado, em 1933, a conversão de uma antiga fábrica de pólvora, em Dachau, num campo de concentração. E se fez silêncio.

Antes que se tornasse um homicida em massa, a França e a Inglaterra aceitaram que anexasse a região dos Sudetos, na Tchecoslováquia. Assinaram com ele um “acordo de paz”. E se fez silêncio. No ano seguinte, ele entrou em Praga e começou a exigir parte da Polônia. Depois vieram Noruega, Dinamarca, Holanda, França… É que haviam feito um excesso de silêncios.

– Silêncio quando, em 1º de abril de 1933, com dois meses de poder, os nazistas organizaram um boicote às lojas de judeus.
– Silêncio quando, no dia 7 de abril deste mesmo ano, os judeus foram proibidos de trabalhar para o governo alemão. Outros decretos se seguiram — foram 400 entre 1933 e 1939.
– Silêncio quando, neste mesmo abril, criam-se cotas nas universidades para alunos não alemães.
– Silêncio quando, em 1934, os atores judeus foram proibidos de atuar no teatro e no cinema.
– Silêncio quando, em 1935, os judeus perdem a cidadania alemã e se estabelecem laços de parentesco para definir essa condição.
– Silêncio quando, neste mesmo ano, tem início a transferência forçada de empresas de judeus para alemães, com preços fixados pelo governo.
– Silêncio quando, entre 1937 e 1938, os médicos judeus foram proibidos de tratar pacientes não judeus, e os advogados, impedidos de trabalhar.
– Silêncio quando os passaportes de judeus passaram a exibir um visível “j” vermelho: para que pudessem sair da Alemanha, mas não voltar.
  – Silêncio quando homens que não tinham um prenome de origem judaica foram obrigados a adotar o nome “Israel”, e as mulheres, “Sara”.

Os milhões de mortos do nazismo, muito especialmente os seis milhões de judeus, morreram foi de… SILÊNCIO. Morreram porque os que defendiam a ordem democrática e os direitos fundamentais do homem mostraram-se incapazes de denunciar com a devida presteza o regime de horror que estava em curso.

Nos nossos dias
É pouco provável que aquelas barbaridades se repitam. Mas não se enganem. Oitenta anos depois, a democracia ainda é alvo de especulações as mais destrambelhadas. Cometei aqui a tese delinquente de certa senhora, estudiosa do Islã e aboletada na Universidade Harvard, segundo quem os islâmicos estão dando à luz uma nova democracia, que ela classifica de “iliberal”. Pois é… Em 1938, um ano antes do início da Segunda Guerra, cogitou-se o nome de Hitler para o Nobel da Paz. As leis raciais contra os judeus já estavam em vigência…

Aquela tal senhora — Jocelyne Cesari — escreve, como quem diz “Bom dia!”, que essa forma particular de democracia não implica necessariamente o fim da discriminação religiosa ou de gênero. Dona Jocelyne acha possível chamar de “democrático” um regime que segregue as pessoas por sua religião e gênero…

Um “intelectual” como Salavoj Zizek dedica-se a especular sobre as virtudes do moderno terrorismo, conquista admiradores mundo afora, inclusive no Brasil, e passa a ser uma referência do pensamento de esquerda. Reitero: ele não está a falar na tal “redenção dos oprimidos”. Ele empresta valor afirmativo a ações terroristas.

Mundo afora, direitos individuais são solapados pelo Estado — em nome da igualdade ou da reparação —, e a criação de leis que discriminam homens segundo a cor de sua pele ou sua origem é vista como um avanço.

Programa
Não custa lembrar aqui algumas “exigências” do programa que os nazistas tinham para a Alemanha, que certamente deixam encantados alguns dos nossos esquerdistas ainda hoje — especialmente aqueles que defendem, como é mesmo?, o controle social da mídia. Eis aqui parte do que eles queriam para a Alemanha:

(…)
11. A supressão dos rendimentos a que não corresponda trabalho ou esforço, o fim da escravidão do juro;

12. Levando-se em conta os imensos sacrifícios em bens e em sangue derramado que toda guerra exige do povo, o enriquecimento pessoal graças à guerra deve ser qualificado de crime contra o povo. Exigimos, portanto, a recuperação total de todos os lucros de guerra;

13. Exigimos a nacionalização de todas as empresas (já) estabelecidas como sociedades (trustes);

14. Exigimos participação nos lucros das grandes empresas;

15. Exigimos que se ampliem generosamente as aposentadorias;

16. Exigimos a constituição e a manutenção de uma classe média sadia, a estatização imediata das grandes lojas, e o seu aluguel a preços baixos a pequenos comerciantes, cadastramento sistemático de todos os pequenos comerciantes para atender às encomendas do Estado, dos Länder e das comunas;

17. Exigimos uma reforma agrária apropriada às nossas necessidades nacionais, a elaboração de uma lei sobre a expropriação da terra sem indenização por motivo de utilidade pública, a supressão da renda fundiária e a proibição de qualquer especulação imobiliária;

18. Exigimos uma luta impiedosa contra aqueles cujas atividades prejudicam o interesse geral. Os infames criminosos contra o povo, agiotas, traficantes etc. devem ser punidos com pena de morte, sem consideração de credo ou raça;

19. Exigimos que se substitua o direito romano, que serve à ordem materialista, por um direito alemão;

20. Com o fito de permitir a todo alemão capaz e trabalhador alcançar uma instrução de alto nível e chegar assim ao desempenho de funções executivas, deve o Estado empreender uma reorganização radical de todo o nosso sistema de educação popular. Os programas de todos os estabelecimentos de ensino devem ser adaptados às exigências da vida prática. A assimilação dos conhecimentos de instrução cívica deve ser feita na escola desde o despertar da inteligência.  Exigimos a educação, custeada pelo Estado, dos filhos – com destacados dotes intelectuais – de pais pobres, sem se levar em conta a posição ou a profissão desses pais;

21. O Estado deve tomar a seu cargo o melhoramento da saúde pública mediante a proteção da mãe e da criança, a proibição do trabalho infantil, uma política de educação física que compreenda a instituição legal da ginástica e do esporte obrigatórios, e o máximo auxílio possível às associações especializadas na educação física dos jovens;

22. Exigimos a abolição do exército de mercenários e a formação de um exército popular;

23. Exigimos que se lute pela lei contra a mentira política deliberada e a sua divulgação através da imprensa. Para que se torne possível a constituição de uma imprensa alemã, exigimos:
a) que todos os redatores e colaboradores de jornais editados em língua alemã sejam obrigatoriamente membros do povo (Volksgenossen);
b) que os jornais não-alemães sejam submetidos à autorização expressa do Estado para poderem circular. Que eles não possam ser impressos em língua alemã;
c) que toda participação financeira e toda influência de não-alemães sobre os jornais alemães sejam proibidas por lei, e exigimos que se adote como sanção para  toda e qualquer infração o fechamento da empresa jornalística e a expulsão imediata dos não-alemães envolvidos para fora do Reich.
Os jornais que colidirem com o interesse geral devem ser interditados. Exigimos que a lei combata as tendências artísticas e literárias que exerçam influência debilitante sobre a vida do nosso povo, e o fechamento dos estabelecimentos que se oponham às exigências acima.

(…)

Começando a encerrar
Não, senhores! Qualquer semelhança com um programa de esquerda — e me digam quais esquerdistas não endossariam ainda hoje o que vai acima — não é mera coincidência. O fascismo, também na sua vertente nazista, sempre foi de esquerda nos seus fundamentos mais gerais. Erigiu, sim, uma concepção de poder e de organização de estado diferente daquelas estabelecidas pela Internacional Comunista e repudiava o entendimento que tinha esta do “internacionalismo”. Mas o ódio ao liberalismo econômico, à propriedade privada e às liberdades individuais era o mesmo.

Essa cultura da “engenharia social”, que cassa direitos individuais em nome de um estado reparador, ainda está muito presente no mundo. Como se percebe, ela se estabelece oferecendo o paraíso na terra, um verdadeiro reino de justiça e igualdade. Deu no que deu.

Neste ponto, alguém poderia objetar: “O Reinaldo agora acha que a luta por justiça resulta em fascismo…”. Não! O Reinaldo não acha isso. Pensa, isto sim, que as tentações totalitárias manipulam o discurso da igualdade para criar um ente de razão, estado ou partido, que busque substituir a sociedade.

E não se enganem: oitenta anos é quase nada na história humana. Não faz tanto tempo assim. Em 1933, a humanidade já dispunha de boa parte da literatura que vale a pena, de boa parte do pensamento que vale a pena, de boa parte até mesmo do conhecimento científico que ainda hoje serve de referência.

No entanto, o mundo viveu sob o signo da besta.

Por Reinaldo Azevedo

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223 Comentários

  • diego

    -

    31/5/2013 às 10:31 am

    essse desgraçado matou e mandou matar varios judeus

  • Jack

    -

    22/2/2013 às 5:46 am

    Espetacular.
    Trata-se da maior farsa mundial associar o nazismo/fascismo à direita quando, em verdade, seu irmão siamês é o socialismo/comunismo. Carregam todos os mesmos genes totalitários, opressores, ditatoriais, sufocantes! Se tinham conflitos entre si, assim só era por conta da disputa pela primazia da opressão. E o fogo-amigo não perdoa ninguém; na máfia, o novo gângster surge sempre das entranhas da organização. Logo, a direita é o exato oposto das desgraças conhecidas por MARXISMO/SOCIALISMO/COMUNISMO/MAOÍSMO/FASCISMO/NAZISMO! E não há nada – nem mesmo a propaganda esquerdista diária – que infirme isso.

  • Domingos

    -

    21/2/2013 às 1:01 pm

    Tomei a liberdade de utilizar seu texto sobre o nazismo para ilustrar um artigo de Santo Tomás de Aquino sobre a omissão. Espero que não se importe. Pode checar, se quiser:
    http://sumateologica.wordpress.com/2013/02/21/silencio/
    Abraço.
    Domingos Sávio

  • Rashid

    -

    2/2/2013 às 8:56 am

    Sempre defendi esta mesma tese: “a de que o nazismo é uma doutrina irmã do marxismo”, apesar dos professores esquerdopatas das faculdades tentar manipular a história e os fatos.

    PARA MAIOR ESPANTO, VEJAM O QUE HITLER DISSE SOBRE O MARXISMO:

    “Aliás, existem entre nós [nazistas] e os bolchevistas mais pontos comuns do que há divergências, e, antes de tudo,o verdadeiro espírito revolucionário, que se encontra na Rússia como entre nós, por toda a parte onde os marxistas judeus não controlam o jogo. Eu sempre levei em conta esta verdade e é por isso que eu dei ordem de aceitar imediatamente no partido todos os ex comunistas” (Adolph Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, p. 153. Rauschning foi Governador Nazista de Dantzig, e muito próximo de Hitler).

    “Eu aprendi muito do marxismo, e eu não sonho esconder isso. (…) O que me interessou e me instruiu nos marxistas foram os seus métodos (…) Todo o Nacional Socialismo está contido lá dentro (…) O nacional socialismo é aquilo que o marxismo poderia ter sido se ele fosse libertado dos entraves estúpidos e artificiais de uma pretensa ordem democratica” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp.211- 212).

    Alguns partidos chegariam ao delírio se lhes fossem proposto um programa desses. Partidos como PT, PSOL, PSTU, PC do B adorariam tudo isso.

  • sofia

    -

    2/2/2013 às 1:02 am

    Reinaldo,

    Que texto espetacular!!!Verdadeiro e, como sempre, corajoso, você nos alerta para a picaretagem que está por trás do discurso da igualdade tão usado nos dias de hoje por aqueles que, infelizmente, governam estepais. Sim, ao contrario do que se pensa, grandes asssassinos chegaram ao poder e se perpetuaram pregando a “justiça social” e o odio ao capitalismo.

  • ciro

    -

    1/2/2013 às 12:57 pm

    Tio Rei,
    Lauro, em comentário do dia 30/01 às 17:38, merece um Reinaldox.

    Abraço.

    ReinaldoXXXXXX na cascuda!

  • Hugo Conrado

    -

    31/1/2013 às 11:53 pm

    Ave Reinaldo,
    Já dizia o dito popular: o tolo erra e não aprende nunca!
    Que esses 80 anos jamais sejam esquecidos de nossas memórias, uma vez que se deixarmos essa lição para trás renunciaremos aos milhares de mártires do nazifacismo!
    Senta a púa!
    Parabéns pelo texto.

  • Terrano

    -

    31/1/2013 às 10:53 pm

    Ufa!
    Que Raio-X maravilhoso.

  • Tuca

    -

    31/1/2013 às 10:53 pm

    Rei, a oposição somos nós. Meu Deus, o que está acontecendo? Por que não há mobilização nacional? Estamos sempre esperando que alguém faça alguma coisa. Que força é esta, que nos impede de protestar? Quando aparece uma pessoa determinada como aquela advogada em Brasília, com aquele cartaz no restaurante mostrando sua indignação com aquele jantar pró mensaleiros, ficamos admirados, mas pára por aí. Como à 80 anos atrás, as mazelas vão acontecendo e nós ficamos calados. Peço a Deus que levante um líder o mais rápido possível, porque ultimamente não estou vendo mais a possibilidade de ter uma luz no final deste túnel.

  • EDEMAIS

    -

    31/1/2013 às 10:10 pm

    Lula é a besta que se fez besta. E tenho dito.

  • semaan

    -

    31/1/2013 às 10:00 pm

    o silencio mais ensurdecedor vem da oposicao covarde, omissa e colaborativa.

  • Hitler, o nazismo e o petismo

    -

    31/1/2013 às 9:39 pm

    Hitler também era contra o capitalismo, contra a divisão da sociedade em classes, contra os juros, contra a burguesia, contra as grandes lojas de departamentos, contra o cigarro, contra a comida industrializada, contra os agrotóxicos e contra as religiões judaico-cristãs entre outras coisas. Hitler baniu o fumo de Berlim, pregou a distribuição de terra e a distribuição dos lucros, expandiu as aposentadorias, proibiu o trabalho infantil, exortou a prática de esportes, ressuscitou religiões antigas e marcou pra sempre a cruz gamada. Todo sujeito ou partido, que em nome de uma sociedade mais fraterna, justa e pluralista diz que primeiro tem que controlar os três poderes, subjugar a imprensa e pegar do coletivo pra enfiar no bolso; é na verdade um ditador. Quem não aprende vive de cometer sempre os mesmos erros.

  • Jako

    -

    31/1/2013 às 8:41 pm

    Meu Deus Rey! Quem diria que “nestepaís” seria gerada uma cabeça assim como a sua. Não me empolgo facilmente. Não sou do tipo histérico. Mas lendo as excrecências que hoje são os truismos preferidos (e muito mal redigidos), fico perplexo: de onde saiu uma cabeça assim? Estás, na minha modesta opinião, entre os melhores comentaristas internacionais e são poucos (quase todos ingleses).
    Suplico, leia a novela “Tyrants Destroyed” de Vladimir Nabokov. Se não leu ainda, você vai aproveitar.

  • celia pereira

    -

    31/1/2013 às 6:18 pm

    O PT está doidinho para fazer o mesmo aqui e com o silêncio cúmplice da grande imprensa, dos grandes empresários, ou seja dos mamadares oficiais. Livrai-nos Senhor desta besta.

  • olga da silva nascimento

    -

    31/1/2013 às 6:17 pm

    Reinaldo, assisti um filme chamado (“A Onda” de 1981) há muito tempo e este filme me marcou muito, tive oportunidade de revê-lo estes dias no Youtube, como ele tem a ver com o artigo o recomendo para os seus leitores.
    Acredito que o que ocorreu há 80 anos atrás pode muito bem voltar a ocorrer… Há muitos “Hitlers” por aí transvestidos de defensores da democracia e dos direitos humanos.
    Quanto ao povo, infelizmente, entre Cristo e Barrabás continuam optando por Barrabás… Não deixa de ser uma escolha… Eis a nossa democracia!

  • SERGIO

    -

    31/1/2013 às 4:42 pm

    NOTEI ALGUMAS SEMELHANÇAS COM O ” BRASIL REINVENTADO PELO PT”

    ACHO QUE ESTOU MALUCO!!!!!!!!!

  • QQISSO

    -

    31/1/2013 às 4:12 pm

    Hoje em dia a maioria dos países continuam sendo governados por regimes ditatoriais e autoritários qualquer o nome que usem:conservador,populista,islâmico,comunista,reinados etc.E a democracia continua ameaçada em várias partes como no Brasil,Argentina etc.E muitos dos que silenciaram diante do nazismo seguiram com os judeus para a morte:homossexuais,negros,democratas,comunistas etc. Devemos aprender a lição.

  • HENRIQUE ARBEX

    -

    31/1/2013 às 4:05 pm

    Eu vi um adesivo petista assim:
    Votei no cara, agora voto na coroa Pra continuar o que nosso líder nos ensinou
    Líder, em alemão, é führer. Hitler era o führer dos nazistas. Hitler era mestiço de alemão com judeu. Mestiçagem, que ele condenava (para não estragar a raça ariana) na sua desvairada retórica anti-semita, que culminou com o insano massacre dos judeus nos seus campos de extermínio. E como enganava bem! Tinha 95% de aprovação! Sabia calar qualquer oposição… Com seu comparsa, Mussolini, comprou o “cala a boca” da igreja, presenteando-a com a criação do Estado do Vaticano.
    Lula é o nosso führer. Criou o partido dos trabalhadores e ferra os trabalhadores. Ele é o molusco escorregadio que sempre escapa de seus crimes… O führer do Brasil é o especialista em perverter a moral; que corrompe, cala, domina… os sindicatos, a UNE, as ONGS, o Judiciário, o Legislativo, a imprensa, a igreja, os professores, a polícia federal, as agencias reguladoras, a receita federal, as estatais, o INCRA, o IBAMA, a FUNAI, os índios, os sem-terra… os sem-vergonha… os tolos. UM PAÍS DE TOLOS!
    E como os tartufos (hipócritas), os seus asseclas, fizeram o filme “Lula, o filho do Brasil”: uma farsa, uma biografia forjada do neonazista imitando os Sublimes Passos de Jesus na Terra, eu os brindo com esta poesia:

    Lula, o Führer do Brasil

    Plagiadores Tartufos
    Em “Lula, o filho do Brasil”…
    Blasfemos! Comparam ao Cristo
    O seu führer imbecil

    Da infância na pobreza
    À forjada “iluminação” na prisão…
    O Priorado das Trevas
    Unge o seu cristo cramulhão

    Jesus despreza o trono terrestre…
    Mas é o Rei Celestial!
    Lula quer o poder. A qualquer custo…
    Oh! Miserável!… Cego espiritual.

    O BURGUÊS BOMBA

  • Raymundo Morais

    -

    31/1/2013 às 3:31 pm

    Minha opinião: este texto deveria ser lido das tribunas de todas Assembleias (municipal, estadual e federal), publicado na primeira página da imprensa escrita livre como também na introdução dos noticiários de tv.
    Parabens, meu caro Reinaldo.
    MAGNÍFICO.

  • Alipio Queiroz

    -

    31/1/2013 às 3:17 pm

    Excelente o conteúdo do post. Vale lembrar, que o PTzudo está em Cuba com Fidel Castro… Conversando, sabe-se lá o que!

  • Helder

    -

    31/1/2013 às 3:15 pm

    Maravilhosa matéria.
    Deveria ser lida em todas as escolas brasileiras um dia. Acho especialmente importante por relevar a notável semelhança entre as teses nazistas e as comunistas, praticamente idênticas exceto no sentido internacionalista da comunista e nacionalista daquela.
    Há uma outra diferença também, os comunistas conseguem são PIORES do que os nazistas, ainda mais perversos e totalitários.
    Basta comparar os dois grandes facínoras e ver que Hitler perto de Stálin era quase um escoteiro.
    Stálin matou MAIS DE DEZ VEZES do que Hitler e resolvia tudo, todo e qualquer problema através de matanças generalizadas e trabalhos forçados.
    Para quem quiser conhecer o assunto é só ler (eu já li várias vezes esses livros):
    1) Hitler (Joachim Fest) e
    2) A Corte do Czar Vermelho (Montefiore) (você, meu querido articulista indicou este livro no Petralhas II)

    Helder

  • -

    31/1/2013 às 3:06 pm

    E, dona DilMENTE neste dia igualou o que houve na Ditadura de 64 ao Holcausto. Valha me Deus, livre-nos de tamanha heresia.

  • carvalho

    -

    31/1/2013 às 2:41 pm

    O Brasil também segue silêcioso.

    Silenciosos com os escândalos, mensalões e dossiês.

    Silenciosos acolhem terroristas como Battisti.

    Silenciosos indenizam os ex-guerilheiros comunistas.

    Silenciosos quando condenados assumem a vaga no Congresso

    Silenciosos escondem a Escola, onde Hitler, a Besta, foi aluno sem nunca conseguir superar seu mestre, Stalin.

    O Genocídio Comunista também deve ser lembrado. Ninguém produziu mais cadáveres que o comunismo. As mais de 100 milhões de vítimas não devem ser esquecidas.

    De Stalin…. a Fidel Castro seguiam a mesmo método, matar, matar e matar.

    No Brasil a Foice e Martelo ainda tremula em bandeira de partidos que não tem vergonha de mostrar que o endeusamento ao carniceiro mestre continua. Na prática o seguem com os mesmos argumentos de punhos cerrados pregam a SUA “justiça” em nome da SUA “igualdade”.

    A Fundação para o Monumento das Vítimas do Comunismo, criada lá fora em 1993 com o objetivo de imitar os monumentos para as vítimas do nazismo deixa claro quando diz:

    “Não podemos permitir que as atrocidades de Lênin, Stalin, Mao e Castro desapareçam na história”,

    No Memorial de Washington, nas imediações do edifício do Capitólio a inscrição lembra: “Para os mais de cem milhões de vítimas do comunismo e para os que amam a liberdade”

    A História Soviética, o Holocausto Comunista. Vale uma boa análise.

    http://www.youtube.com/watch?v=79HC57EagRQ

  • ELEONORA FLEURY

    -

    31/1/2013 às 2:31 pm

    REINALDO AZEVEDO

    02/07/2012 – 08h00
    Cineasta Costa-Gavras vê filmes feitos por alunos brasileiros

    VICTÓRIA ÁLVARES
    COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM PARIS
    Maira Norton/Divulgação
    Cineasta Costa-Gravas fotografa, da esq. para a dir., Jessica, Liliana, Anderson, Weslley e a professora Ana Dillon
    Cineasta Costa-Gravas fotografa, da esq. para a dir., Jessica, Liliana, Anderson, Weslley e a professora Ana Dillon

    A Cinemateca Francesa recebeu, durante três dias de junho, 500 crianças e adolescentes, para ver filmes e falar sobre cinema. Mas não qualquer cinema.

    Os 38 curtas-metragens exibidos foram feitos por eles mesmos no projeto Cinema, Cem Anos de Juventude, criado em 1995.

    Padrinho do programa, o famoso diretor grego Costa-Gavras, 79, diz que a ideia da cinemateca não é formar cineastas, mas cidadãos com um olhar crítico.

    “Quando as crianças criam imagens, compreendem melhor o mundo.”

    Mais de mil alunos, de sete países, participam dos ateliês. No Brasil, a parceria foi implantada em 2011 pela professora Ana Dillon e envolve seis escolas municipais do Rio e uma particular de São Paulo.

    Durante um ano, estudantes de sete a 18 anos fizeram os mesmos exercícios de filmagem e criaram um filme baseado no tema “O Espaço Real na Ficção”.

    Em Paris, eles exibiram seus trabalhos e descobriram uma diversidade de estilos, línguas e paisagens.

    “Eu vi filmes bem legais que me deram ideias para os meus próximos projetos”, disse Weslley Sousa de Lima, 14, do Rio.

    Os brasileiros ganharam elogios do cineasta Costa-Gavras.

    “Mesmo sem saber quem fez ou como fez, percebe-se a personalidade do filme, a gente sabe que vem do Brasil. É fascinante.”

    + CANAIS

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  • ELEONORA FLEURY

    -

    31/1/2013 às 2:28 pm

    REINALDO AZEVEDO,

    O MAGNÍFICO filme ” AMÉM ” do cineasta grego Constantin Costa- Gravas, focaliza muito bem “O PONTO” que se torna monstruoso, quando se transforma em PROBLEMA GRAVE E SEM VOLTA. Exatamente, por ser o SOMATÓRIO coletivo DE UM DESVIO DE CARÁTER INDUZIDO PARA ESSA FALTA DE REAÇÃO PESSOAL PROCEDENTE com a AUSÊNCIA TOTAL de UMA “posição assumida” no momento EXATO, perante a HISTÓRIA E SEUS FATOS. Muito embora até “o explique”, sob a ótica das injunções políticas que a ocasiona e DETERMINA, TAMBÉM POR ESSE MOTIVO, NÃO SE ATREVE EM SÃ CONSCIÊNCIA A DESCULPÁ-LO… (O QUE SERIA “JULGAR” no caso, ” satisfatoriamente”, ESSE GRAVE ERRO tão explícito, muito além do que como algo só “COMPORTAMENTAL” passível pois, de “mero perdão” !) VEEMENTE E CONVINCENTE, CRÍTICO IMPIEDOSO E SEVERO, É COMO TANTOS, QUE A OLHO NÚ E SEM RODEIOS, PRESENCIARAM E TESTEMUNHARAM TANTO ABSURDO, claro, NÃO APENAS “INCOMPREENSÍVEL”.

  • josé

    -

    31/1/2013 às 1:25 pm

    Reinaldo;
    Boa tarde
    Um otimo texto parabens

  • Anouk

    -

    31/1/2013 às 12:59 pm

    Rei,
    O mundo continua vivendo sob o signo da besta.
    Quando ou se os valores morais estiverem acima dos interesses materiais, aí sim, o mundo estará livre dos danos sociais que favorecem o oportunismo decadente.

  • José Gustavo

    -

    31/1/2013 às 11:19 am

    Excelente texto Reinaldo! Esse é pra posteridade!

  • Luis Gonçalves

    -

    31/1/2013 às 10:51 am

    Que tal você escrever um post sobre a origem luterana do nazismo? Na Alemanha católica, a votação de Hitler foi muito menor do que na luterana. Consulte os dados históricos sobre a votação de Hitler. O Corpus Iuris Civilis, de Justiniano, que regia o Ocidente católico, tratava os judeus como cidadãos de segunda classe, mas nada na doutrina católica dizia que os judeus deviam ser mortos. Ao contrário, a Igreja Católica desejava que os judeus se convertessem. Já Lutero escreveu que as sinagogas deveriam ser destruidas. Por isso o nazismo surgiu num país com cultura luterana. O nazismo não surgiu do nada e seu post sobre Hitler foi bastante superficial. Entretanto, Lutero não foi o único fator que explica o nazismo. Há toda uma literatura sobre o ocultismo hitlerista. Uma boa fonte é a obra do diplomata chileno Miguel Serrano e de Savitri Devi. A suástica possui um simbolismo no Hinduísmo e Hitler era leitor da satanista Helena Blavatsky. Por isso, ele era vegetariano, não fumava nem bebia. Muitos teosofistas são vegetarianos, não fumam e não bebem, ou seja, seguem o memsmo exemplo de Hitler, o mais infame seguidor de Helena Blavatsky. Você sofre de um vício marxista que é tentar entender a História somente a partir de causas econômicas. No Brasil, a maioria dos historiadores brasileiros age do mesmo modo. Você deveria ler A História Secreta do Brasil, de Gustavo Barroso, que foi membro da Academia Brasileira de Letras e fundador do Museu Histórico Nacional.

  • Cris Azevedo

    -

    31/1/2013 às 10:30 am

    Que susto! Quando li “80 anos”, pensei que vc estivesse falando do SARNEY!

  • J.silva

    -

    31/1/2013 às 10:29 am

    Mais um post (como vários seus) que vai ficar arquivado no meu PC. Parabéns.

  • Lucidez

    -

    31/1/2013 às 10:11 am

    O silêncio dos laranjas, o silêncio da imprensa patrocinada pelo estado (governo federal, principalmente com verbas milionárias), o silêncio dos funcionários de estatais, bancos e ministérios em cargos de “confiança”, o silêncio dos políticos da base alugada, o silêncio dos cidadãos que não querem se comprometer, o silêncio das pessoas que viram tudo e que sabem de tudo e que fingem de surdas, cegas e mudas, o silêncio dos jovens e seus familiares que não denunciam a lavagem cerebral feita nas universidades e escolas pelo país afora, o silêncio das celebridades que gostam dos holofotes e do dinheiro vindo das propagandas e anúncios, o silêncio dos banqueiros que estão ganhando muito dinheiro na era da mediocridade, o silêncio dos professores que estão satisfeitos com a estrutura e os salários pagos pelo estado (não gostam da mudança – estão muiiito acomodados), o silêncio da mídia que informa superficialmente e ficam em cima do muro – não querem se comprometer emitindo opiniões, o silêncio das religiões que faturam e muito dinheiro com a ignorância do povo, o silêncio dos cidadãos de modo geral, com sua pacaticidade, passividade, o silêncio que quem pensa, de quem reflete, de quem deveria gritar, falar, liderar. É muito silêncio para um país inteiro que corre perigo nas mãos de pessoas sem noção e sem limites.

  • Lucidez

    -

    31/1/2013 às 10:01 am

    O silêncio dos omissos é que estão levando o Brasil para a ruina.
    Depois não adianta lastimar.
    Ainda há tempo de salvar o Brasil. O primeiro que começou a fazer isso foi Roberto Jefferson.

  • Antonio Vieira

    -

    31/1/2013 às 9:40 am

    Caro jornalista Reinaldo Azevedo, vale a pena ler Hilferding, economista marxista que escreveu o que segue abaixo, em 1940, sobre a natureza das economias nos Estados totalitários.

    “É da essência do Estado totalitário sujeitar a economia a seus desígnios. A economia é subtraída de suas próprias leis e se transforma numa economia controlada. As economias, alemã e italiana, fornecem a evidência de que este controle, uma vez iniciado num Estado totalitário, propaga-se rapidamente e tende a tornar-se completo, abrangendo tudo, como foi o caso da Rússia desde o começo. Apesar das grandes diferenças em seus pontos de partida, os sistemas econômicos dos Estados totalitários estão cada vez mais se aproximando uns dos outros. O poder do Estado de hoje, tendo conquistado independência, está desdobrando sua enorme força de acordo com suas próprias leis, subjugando as forças sociais e compelindo-as a servir, por um período de tempo curto ou longo, os fins do próprio Estado. A emergência do Estado como um poder independente complica enormemente a caracterização econômica de uma sociedade em que a política, isto é, o Estado, desempenha um papel determinante e decisivo. Por essa razão, a controvérsia respeito do caráter “capitalista” ou “socialista” do sistema econômico da União Soviética parece-me sem sentido. Não se trata de uma nem de outra coisa. Tal sistema constitui uma economia de Estado totalitário, do qual os sistemas econômicos da Alemanha nazista e da Itália fascista estão se aproximando cada vez mais. Lenine e Trotski, com a ajuda de um grupo de elite partidária, de um partido que sempre foi um instrumento nas mãos dos chefes, como seriam mais tarde o partido fascista e o partido nacional-socialista, fundaram o primeiro Estado totalitário, entes mesmo que o termo tivesse sido criado”. (Rudolph Hilferding, autor da teoria do capital financeiro e do imperialismo, da qual Lenine foi tributário. Morreu assassinado pelos nazistas, em Paris, no ano de 1941).
    Abraço.

    PS: Os totalitários são, antes de mais nada, inimigos da cultura e do espírito. Ontem, 30 de janeiro, dona Dilma teve a coragem de comparar o genocídio praticado contra o povo judeu à repressão do regime militar contra os terroristas (ela, inclusive), que se julgavam presumidos representantes do povo brasileiro na defesa da democracia (democracia totalitária e, não, a virtuosa democracia constitucional). Os judeus assassinados não o foram por estarem de armas na mão. Os judeus assassinados não estavam jogando bombas contra inocentes. Foram assassinados em massa, junto com outros tão débeis quanto, em uma escala industrial, pelas razões torpes tão bem elencadas por inúmeros autores, dentre os quais sobressai-se Hannh Arendt. No fundo, no fundo, gente como Dilma gostaria muito que os judeus de hoje se deixassem bovinamente matar, em Israel, pelos fanáticos homicidas sustentados pelas teocracias anacrônicas do oriente médio.

  • Alline

    -

    31/1/2013 às 9:38 am

    Reinaldo,
    Me lembro de comentar com meu marido exatamente o mesmo enquanto lia “Backing Hitler”. Os caras mudam o nome do regime e o povo acredita que mudou o conteúdo. É a síndrome do Clark Kent.

  • Adriano da Ilha

    -

    31/1/2013 às 7:58 am

    Pois é, como é que podem chamar o Nazismo de movimento de direita ? É o mesmo que fazer um bolo com massa de chocolate, recheio de chocolate, cobertura de chocolate e falar que é bolo de nozes.

  • Roberto Flores Martins

    -

    31/1/2013 às 5:06 am

    A Alemanha de Hitler chegou aonde chegou depois de uma crise institucional, econômica e política! No Brasil estamos enveredando em direção a um regime autoritário sem nada disso!O governo que precedeu o do PT( herança maldita) criou todas as condições institucionais e econômicas para a paz social e política.

  • André.sp

    -

    31/1/2013 às 4:54 am

    Pelo jeito a maioria não se lembra de uma entrevista que o vagabundo … deu a Playboy na década de 80 onde ele dizia que Hitler era seu grande idolo… Se alguém tinha duvidas esta ai a resposta!

  • André.sp

    -

    31/1/2013 às 4:47 am

    Não compactou com essa demonização do Hitler, o que “ele” fez vai muito além do absurdo, mas se não tivesse sido ele teria aparecido outro ventríloquo para propagar as sandices dos verdadeiros pais do nazismo. Sugiro a leitura da biografia escrita por um jornalista alemão (Joachim Fest) em 73 se não me engano antes do nome Hitler ser o mal de tudo que aconteceu no mundo no século XX, as pessoas tem a mania de escrever e ler sobre coisas que não tema mínima idéia de como aconteceu, sobre isso minha família pode falar com todo direito, porque passou por todas as agruras do nazismo, Hitler errou em alguns pontos mas acertou em muitos outros, se hoje temos uma sociedade (não a brasileira óbvio!) consciente é por causa do que aconteceu na Alemanha, lá os alemães após a guerra perceberam o mal que a esquerda fez e até hoje não querem essa porcaria no governo.

  • Vandinha

    -

    31/1/2013 às 2:50 am

    E a Dilma-Vanda fazendo alusão entre o Nazismo e os Militares no Brasil. Essa terrorista merece uma chinelada vossa. Aguardamos seu texto…

  • Elias

    -

    31/1/2013 às 2:34 am

    Não concordei com alguns pontos. Por exemplo, nunca vi um petista ou esquerdista defender a pena de morte, prisão perpétua ou o endurecimento da lei penal no Brasil. Se bem que isso parece estar mudando, mas devagar.

  • GCOELHO

    -

    31/1/2013 às 1:37 am

    Na minha terra lá no interior de Minas, a gente quando lia um trem tão “bão” como este artigo, a gente dizia: Rapá esse tal de “Renaldo Zevedo” é “bão sem base”, com ele é uma no cravo e otra na ferradura”.

  • Ed

    -

    31/1/2013 às 1:31 am

    Parabéns Reinaldo, um excelente texto. Sempre leio tudo que você escreve mas nunca comento, mas dessa vez tive que escrever. Continue lutando grande guerreiro.

  • Ednilson

    -

    31/1/2013 às 1:09 am

    Maravilha de post!!!
    Por esse e outros que você é o nosso herói!

  • PUTOCONTRAACORJA

    -

    31/1/2013 às 1:08 am

    Vejo como já disse o Moraes ” o Brasil descendo a ladeira” sem enxergar qualquer horizonte para um basta nessa situação.

    Acredito que fomos encurralados pelos parasitas, inimigos da democracia e que apesar de sermos alguns milhares, ainda somos poucos os conscientes da gravidade dessa encrenca, dispostos a lutar pelo país.

    Enquanto pudermos, vamos continuar lutando para a libertação do BRASIL que hoje se acha refém desses bandidos.

  • O Asno

    -

    31/1/2013 às 1:03 am

    Caro Reinaldo:
    texto excelente! Parabéns!
    Síntese didáctica perfeita!
    eLLes
    sempre dizem que querem “fazer o bem” e terminam invariavelmente como os maiores genocidas da humanidade.
    Aliás,
    o trabalhismo originou o comunismo, o facismo e o nazismo,
    e
    todos eLLes são iguais, apesar de se diferenciarem nas metodologias de dominação e de extermínio de pessoas.
    Alí
    em Cuba eLLes já mataram 100.000 OPOSITORES,
    dos quais Fidel e Guevara mandaram fuzilar mais de 15.000,
    Guevara pessoalmente fuzilou, que se saiba, 144 “opositores”, inclusive crianças e adolescentes, muitos desses fuzilados confessados por ele próprio seu “diário”,
    e
    mesmo com tanto sangue derramado nada deu certo, mas tudo errado,
    e como se não bastasse de tanto sangue derramado de inocentes, terminaram por não reeducar as várias gerações de cubanos ao estágio final do
    HOMO PIZZA COMUNISTUS NON CONSUMISTUS PERFECTUS.
    Aqui
    no glorioso regime militar que nos livrou da ditadura cubana, talvez em mais de 20 anos tenham sido mortos 600 brasileiros, muitos dos quais foram voluntariamente à Cuba aprender guerrilha, depois voltaram ao Brasil e praticaram terroristmo para impor aos brasileiros uma ditadura hereditária cubana no Brasil,
    neste sentido é bom que se ouça o depoimento honesto e desapaixonado do competente GABEIRA.
    Essencialmente,
    essa gente,
    se é que podemos chamar isso de gente,
    acha que é a única verdade,
    e acha que pode impor suas “verdades” por métodos totalitários, de extermínio, de expurgos e domínios à toda a humanidade.
    Os
    nazistas de 1939 tinham projeto de poder para mais de 1.000 anos…
    os
    totalitários daqui das banânias começaram dizendo que seus projetos de poder era de ao menos 20 anos…
    nem passou isso tudo ainda,
    e
    o rombo que causaram aos cofres da viúva, em proveito deLLes próprios já é o maior da história destipaiz…
    alguns
    deLLes se diziam pobrinhos, coitadinhos, vulneraveizinhos, trabalhadores de chão de fábrica, explorados e tudo mais…
    pois bem, esses “coitadinhos” depois de mamarem nas tetas da viúva já são listados garbosamente na FORBES, viu?
    insuperáveis… absolutamente insuperáveis…
    Lembrando apeans
    que há trabalhadores pobres de verdade,
    e que
    há pessoas que NUNCA FORAM TRABALHORES NA VIDA E QUE TERMINARAM FUNDANDO PARTIDO DE TRABALHADORES, viu?
    Tem um monte deLLas
    que nunca foram trabalhadores, fundaram e dirigem partidos de trabalhadores até hoje…
    pode isso?
    Pode sim, isso aqui é uma banânia, e nas banânias tudo pode…
    aliás de novo,
    o partido nazista foi um partido fundado por trabalhadores,
    e ser trabalhador não é sinônimo de ser santo não, viu?
    É não… é não… é não…
    os
    registros da história relatam que
    no ano de 1918 foi criado em Bremen (Alemanha) um partido chamado de Freier Ausschuss Für Einen Eeutschen Arbeiterfrieden ( Comitê livre para a paz dos trabalhadores alemães ).
    Muito bonito e etc. e tal,
    lindas intenções! Lindas! Lindíssimas… lindonas!
    Pois bem.
    Depois
    um SERRALHEIRO de Munique chamado de Anton Drexler (num foi um empresário não, viu? Foi um serralheiro mesmo, viu?) formou uma ala deste comitê em 7 de março de 1918, lá em Munique, na Alemanha.
    Ai,
    um ano depois, no ano de 1919,
    Drexler SERRALHEIRO (não empresário) que fundou a ala de Munique,
    juntamente com Gottfried Feder, Dietrich Eckart e Karl Harrer mudaram o nome do partido para
    Deutsche Arbeiterpartei, que quer dizer,
    PARTIDO ALEMÃO DOS TRABALHADORES, abreviado por DAP.
    Este
    partido de TRABALHADORES terminou sendo o predecessor oficial do NSDAP ( PARTIDO NAZISTA ),
    e logo passou a iludir um monte de tolos da Alemanha daqueles idos, como mais um dos DIVERSOS MOVIMENTOS POPULISTAS que existiam na Alemanha após a derrota da Primeira Guerra Mundial.
    Bem simprinho assim… bem simpres… bem simpres mesmo…
    Quer mais é?
    Quer mais ainda, é?
    Hômi vá estudar, viu? Vá estudar… vá estudar…
    e
    o resto desse TRABALHISMO todo cheio de “boas intenções”
    todos sabem no que deu.
    Toda idéia de cunho totalitário começa dizendo-se injustiçada, explorada, coitada, vulnerável e que quer paz, depois passa para o estágio do populismo,
    e termina no estágio final da dominação e do genocídio.
    Basta
    que você examine cada caso clássico da história, e verá que todos se repetem fidelíssimamente.
    Nunca acredite neLLes…
    eLLes só falam mentiras e enganam o tempo todo…
    Adespois vorto, viu? Mas só bem muitão adespois…

  • Felipe

    -

    31/1/2013 às 12:53 am

    Uma correção, caro Reinaldo: a Renânia(Rhineland), parte alemã a oeste do rio Reno(Rhine) já era parte da Alemanha, não foi anexada. Ela era uma região desmilitarizada desde 1920. Quem queria anexá-la era a França. Curiosamente, as inúmeras represálias econômicas francesas na região na década de 20 levaram a um grande sentimento antifrancês nas duas décadas seguintes. No resto, concordo perfeitamente. Em 1920 as democracias ocidentais tinham tudo para criar uma paz duradoura, mas resolveram desmembrar a Hungria, criar a Iogoslávia(croatas e bósnios sob domínio sérvio) e, como vencedores, boicotaram toda os alemães das regiões fronteiriças que viviam em um estado alemão desde o século XIV. Moral da história, 20 anos depois esses mesmos alemães estavam marchando sobre Paris, com seus aliados croatas, húngaros, bósnios, romenos et al. Não se esqueça dos austríacos, segundo o próprio Wiesenthal, proporcionalmente eram mais numerosos que os alemães no alto escalão nazista.

  • vilmar

    -

    31/1/2013 às 12:37 am

    Parabens pela coragem de publicar textos como este. A intelectualidade sem a audacia nao serve para nada.

  • Santana*100

    -

    31/1/2013 às 12:19 am

    Sem a conivência de muitos governos e a omissão de outros tantos, Hitler não tinha feito o que fez. – Sem a conivência da maioria dos brasileiros e a omissão de outros tantos, os petista não teriam chegado ao poder.

  • Sergio Santos

    -

    30/1/2013 às 11:42 pm

    Prezado Reinaldo Azevedo boa noite.
    Realmente mais um texto digno de emoldurar na galeria das artes do pensamento.
    Permissão apenas para, não discordar, mas para complementar essa colocação:
    “É pouco provável que aquelas barbaridades se repitam”.
    Eu afirmo que estão ocorrendo em escala monumental a nível mundial.
    Mortes por arma de fogo (leia-se onde a população é desarmada o índice é muito, muito, muito mais alto.),
    Mortes por alimentos maléficos a saúde,
    Mortes por aborto,
    Mortes por produtos maléficos a saúde,
    Mortes por descaso de autoridades corruptas,
    Mortes por intolerância religiosa,
    Mortes por golpe de estado,
    Mortes por bombas de fragmentação Brasileira,
    Mortes por atentados,
    Mortes por Depressão,
    e muitos outros exemplos de mortes e sempre com o: “Silêncio quando…”.
    Vejamos nosso caso em particular aqui no Brasil,
    Fazendo uma comparação das mortes no Brasil é como se uma cidade Brasileira sumice do mapa por ano. É muita gente…
    Isso é um genocídio em massa em plena marcha com a conivência dos governantes de turno e aponta um descaso total com a vida.
    São incopetentes para acabar com isso? é um problema de difícil solução? a quem interessa essa quantidade de mortes?
    Agora, partindo para outra linha do entendimento, muitos nazistas foram levados para fora da alemanha naquela época pós-guerra para atuarem em distintas
    areas conforme a conveniência dos interessados no plano nazista: Os cientistas foram alocados nos EUA, perdoados os crimes contra a humanidade estavam livres para criarem desde a bomba atômica, alimentos trangênicos, salmão trangênico até os campos de concentração modernos (FEMA) que já estão levantados com trem e caixões interconectados…com direto a arame farpado e tudo. Está lá pra quem quiser ver;
    Os muitos militares nazistas alocados no oriente médio, treinaram muitos dos brutus da região e hoje temos um dos resultados fatais expressados na irmandade mulçumana que está praticando Genocídio em massa na primavera Árabe do Obama, matando cristãos a vontade e sem restrições.
    Para onde olhamos tem nazistas ou herdeiros dos nazistas. Tudo sistemático. Feito para nós e “made USA”. (USA entenda-se Elite globalista, etc.)

 

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