Dou um exemplo. Eu ainda não vi o filme Tropa de Elite (de José Padilha), um dos mais bem-sucedidos casos de marketing da história do cinema nacional. Eu não vi, e a maioria das pessoas também não viu, apesar do “vazamento” de uma versão pirata. Poderia resumir a situação assim: elas não viram, mas já são fãs da obra; eu ainda não vi e não gostei.
Não gostei do quê? Do filme propriamente? Não! Como poderia? Estou desgostando é do ambiente formado para abrigar a fita, uma espécie de resistência contra os desmandos da Polícia do Rio. O foco, segundo leio, é um batalhão de operações especiais, particularmente caracterizado pela violência. É mentira? Não. É a verdade inteira? Não. E quem filma a rotina dos policiais do Rio que morrem como moscas nas mãos dos traficantes?
É claro que vou ver o filme quando estiver em cartaz. Talvez Padilha tenha sido bastante equilibrado ao pesar as culpas; talvez tenha circunstanciado de forma competente a ação dos protagonistas. Talvez tenha feito tudo certo, e eu, que, sem ver, “não gostei”, talvez passe a gostar.
Quero chamar a atenção para o fato de que a obra já chega com uma “doxa” formada. Leio que há quem queira, na Globo, um seriado a respeito, a exemplo, creio, do que se fez com o excelente Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, vertido depois para a péssima série Cidade dos Homens. No filme, não havia mocinhos e bandidos; nos episódios da Globo, era evidente a glomourização da vida na favela, entendida como uma “cultura alternativa” — essa visão torta de que Regina Casé, a interprete da periferia, se tornou “musa”. Da obra de Meirelles, só aquela câmera nervosa chegou à televisão: o resto era vitimismo soft para que entendêssemos que os bandidos oprimidos têm lá as suas razões. Laranjinha e Acerola viraram suco. Mesmo! Há agora um outro filme por aí, este também chamado Cidade dos Homens.
A Inglaterra fez com o colonialismo parte da melhor literatura mundial. Para o bem e para o mal. Cada país com o seu destino. O Brasil está transformando a violência num ativo artístico. A gente não consegue nem colonizar os morros do Rio ou a periferia de São Paulo. E, enquanto isso, vai poetizando a violência e a miséria para que os bacanas de boa consciência se sintam, ao menos, do lado “certo” da peleja.
Quando o ambiente é este, isso significa que uma visão de mundo já se tornou hegemônica. E que é preciso combatê-la.









Português a residir em Portugal,
No filme ” TROPA DE ÉLITE “, o Capitão Nascimento diz que no tempo dele a PM convencional tinha no RJ, 30.000 Militares e o BOPE tinha 100 Operacionais;
Na minha humilde opinião, actualmente o BOPE deveria ter 30.000 Operacionais e se calhar chegava que a PM convencional, tivesse só 100;
Aposto que assim se conseguia acabar com a guerra urbana que existe no Rio.
Tropa de Elite
osso duro de roer
Pega um, pega geral
também vai pegar você.
A julgar pela música, dá para se ter uma vaga idéia do “conteúdo” do filme.
reinaldão,
regina casé e mvbill são de fato tranqueira. mas discordo de vc com relação a cidade dos homens: não faz elogio à favela, não. mostra como é difícil tentar viver limpo convivendo tão estreitamente com o tráfico. é em elogio a quem é do bem e vive na favela.
cidade dos homens fala de dilemas de indivíduos, não de membros da comunidade.
Acho engraçado esse pessoal que reclama de palavrão em filme nacional. Como se em filme americano não existisse palavrão…
Ora, vão estudar um pouquinho de inglês, seus manés…
o filme é lindo, excelente.
é um tapa na cara dos maconheiros que acham que é só uma erva. uma das cenas onde o policial do bope acabe de matar um traficante e um dos que estavam na boca fala eu sou estudante.
o wagner moura chama o muleque de canto e pergunta quem matou ele?
não sei , não sei !!!
depois responde que foi um dos policiais
na hora toma um tapa na cara e depois um esporro sobre o consumidor de dorga que faz ele subir limpar a porcaria que os mauricinhos fazem
Ingenuidade achar que há uma instituição dentro da PM do Rio incorruptível. Ingenuidade maior dos amigos comentaristas também pensar que só ocorre no âmbito policial. Somos - e digo isso porque há 5 anos faço parte da Polícia Civil do Rj - o elo mais fraco da corrente. O problema se extende a todo o sistema, sendo ele Institucional, começando pelos mais altos escalões - políticos, jurídicos, jornalísticos e outros icos - até chegar a nós, pobres mortais. Doravante, uma verdade no filme é absolutamente inquestionável: Tem muito brabo na rua que apanha da mulher em casa!
Tio Rei,
… é por isso que eu adoro teu blog… até que enfim vejo alguém criticar a excessivamente insensada Regina Casé, uma chata de galochas, petralha esquerdopata. Como é que a TV Globo que, segundo a petralhada, é o ícone máximo da direita, aceita tanta esquerdopatia explícita? Aliás, o Jornal Nacional, diariamente tem publicado os sucessos econômicos e sociais do governo. Estranho, não?
VIVA O BOPE!!!
VIVA O CORONEL BELTRAME!!!
Reinaldo, eu vi o “Tropa de Elite” na versão pirata (emprestada) e apesar de não concordar que a culpa seja dos “maconheiros” e da “burguesia” cariocas posso afirmar:
O FILME É EXCELENTE!VAGNER MOURA NOTA 10!
Agora vou ver no cinema para prestigiar os atores (excelentes atuações) e o diretor.
assino embaixo do teu post.
só respeito uma crítica
brasileira:
Barbara Heliodora.
o resto..bem, é o resto.
O pior que poderia ter acontencido no Brasil dos últimos 50 anos foi a mudança da Capital Federal para Brasília. Sou gaucho, fui criado em Brasília (32 anos), moro a dez anos em São Paulo e uma vezes por semana estou no Rio. Posso olhar de maneira transparente para o velho Rio de Janeiro. É uma pena, mas o Brasil perdeu uma cidade. Assim como no Oriente Médio, onde grupos tomam território, no Rio acontence a mesma coisa. Uma pena. O estado brasileiro não tem capacidade de retomar a cidade, e nunca terá. Só uma gerra civil resolve o problema.
Acho “Cidade de Deus” um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos.Um monte de imbecis fez criticas que não tinham nada a ver com o filme em si.São as “Viuvas do Glauber”.Glauber Rocha fez varios filmes horrorosos que essa turma considera genial.Ele transformou deficiencia artistica e estetica(não sabia filmar)em,digamos, estilo .Fernando Meirelles é um otimo diretor e fez um filme marcante e de alto nivel artistico e tecnico.Logico que a turma que só gosta de m… detestou.Eles não sabem de nada.
SAULO DE ABREU CASTRO ,EX- SECRETARIO DA SEGURANÇA PUBLICA EM SP FOI (VERDADE SEJA DITA) A UNICA ,REPITO ,A UNICA AUTORIDADE PUBLICA NO BRASIL A DENUNCIAR A GLAMOURALIZAÇÃO DO CRIME E DO CRIMINOSO NO BRASIL POR PARTE DOS AGENTES CULTURIAIS !
O FEZ AONDE PODIA !PUBLICAMENTE…!
EM ENTREVISTAS ,PALESTRAS …A QUEM PODIA !!
ATÉ E PRINCIPALMENTE EM FACULDADES DE DIREITO ONDE TENTOU EXPLICAR A DOXA ,A MENSAGEM SUBLIMINAR E OS ENGAJAMENTO DOS AGENTES CULTURAIS E DA MIDIA NO ENTORNO DO CRIME E DO CRIMINOSO !
…PERDEU O EMPREGO !
SERRA NAO GOSTA DELE !!
O PSDB NAO GOSTA DO JEITO DELE !!
OS BANDIDOS TAMBEM NAO !
SERRA É FRACO!
OS BANDIDOS SAO FORTES !!
…E OS BRASILEIROS HONESTOS?DESARMADOS PELO PT COM O APOIO DO PSDB !
SAULO DE ABREU CASTRO…QUE PENA !TERIA SIDO UM BOM NOME P. O GOVERNO DO ESTADO !
AO MENOS TEM CULHÕES EM UMA NAÇÃO DE EMASCULADOS !
Rei, eu vi e gostei.
Reinaldo,
Eu vi o filme. É muito bom.
Ele mostra muito claramente como os “ricos com consciência social” fazem mal ao Brasil. É abraço na Lagoa, passeata, o diabo. Mas quando saem de lá, vai todo mundo fumar sua maconha. O filme critica até o onguismo. Adorei. E a atuação do Wagner Moura é primorosa.
Reinaldo,
O filme é muito bom, fazia tempo que não via um filme brasileiro assim.
Abraços!
Reinaldo,
Sou carioca, vivo no Rio e te digo: VIVA O BOPE !!!
Vi o filme e achei bom. Todas - veja bem, todas - as pessoas que conheço e que também assistiram concluíram que o BOPE é o melhor que temos e que, como isso aqui não está assim… uma Suiça, a ação TEM que ser essa mesmo.
Ah… estão incluídos nesse ‘todos’, pessoas dos variados extratos sociais.
Desta vez você se precipitou, Reinaldo. O filme é muito bom e não tem nada de politicamente correto. Pelo contrário, os esquerdopatas certamente vão torcer o nariz pra ele.
O Tropa de Elite tem tudo a ver com o atual momento político deliquente no país. Você assite ao filme e vai lembrando de toda a discussão política que envolveu o PCC nas eleições passadas, por exemplo.
O filme detona as prestensas ONGs dos direitos humanos que se promiscuem com o tráfico nas favelas.
Detona a classe-mérdia de universitários “antenados” que adotam o discurso esquerdista do coitadismo. E, claro, fazem a apologia das drogas.
Detona a palhaçada que é a política de segurança pública, que mantém uma polícia militar corrupta até o último fio de cabelo, quase tão bandida quantos os traficantes.
Denuncia os métodos de tortura da polícia de elite (o Bope).
Detona sobretudo a visão esquerdopata de que os bandidos só são bandidos, coitadinhos, por culpa da “sociedade” capitalista.
Não é à toa que os orcs esquerdopatas que dominam hoje os cadernos culturais — olha o Caderno 2 do Estadão aí, gente! — já estão desqualificando o filme. Para eles é um filme de “direita”.
Mais um absurdo dessa gente. O filme não poupa ninguém, é excelente.
Mas, claro, o filme não é panfletário, não é da tchurminha deles. E quem não é da tchurminha deles é automaticamente do “outro lado”, na visão perturbada dessas pessoas.
Ei Reinaldão, e se virasse moda essa história de agricultor ir reclamar com o Apedeuta, héin? Ganharia lanche,passagem de volta e a possibilidade de ganhar um dindin se tivesse alguma doença (bolsa-doença?). Imaginou a fila?
oi rei, eu queria ver o filme, mas acho que vai ter muito palavrão…
Caro Rei, eu vi a “versão pirata” do filme e fiquei pasmo com a qualidade do trabalho. Não sataniza o Bope, nem coloca-o como super-heróis. Apenas homens que fazem um trabalho sujo, mas bem feito. De quebra, dá uma lição aos universitários que fumam seus baseados achando que isso não tem nenhum tipo de reflexo. Também não glamuriza a vida na favela e a cena da mãe do fogueteiro é algo tocante. E é um filme brasileiro sem merchandise aparente!
Enfim, também vou ver na telona para me redimir da visão “pirata”.
E, Rei, ele mostra a vida dos policiais “comuns”, o caos das delegacias, a falta de dinheiro para tudo. Aparece, em uma das cenas, um velho computador CP500 (só os mais velhos podem saber o que é isso). Ou seja, um sucateamento geral, encoberto por uma corrupção não dos pequenos, mas dos grandes…
O problema de todas as ações sociais são a glamurização da pobreza. O pobre é um resitente, dono de uma pureza e um saber simplista e nobre para o conhecimento de dominio comum da esquerda. Por isso filmes como “Cidade de Deus” icomodaram tanto, apesar do sucesso, como você disse não tem mocinhos e bandidos, apenas homens e mulhers que fazem suas escolhas dentro de um ambinte específico, claro, e cruel.
Grande Rei,
Esse é um dos poucos casos em que o “não vi e não gostei” engana…
Fui ver o filme com a mesma intuição que você demonstrou (de que era mais um filme “de resistência” contra a polícia, ou “paga-pau de bandido”).
Me enganei.
De um modo talvez torto, o filme é um libelo a favor da polícia, e contra os bandidos.
É um dos pouquíssimos filmes (talvez o único) que BATE PESADO na juventude “Sou da Paz” (os burgueses do capital alheio, esquerdinhas da PUC e de ONGs de “direitos dos manos”).
Assista.
A julgar pelo livro, foi um “tiro que saiu pela culatra”.
Pode ser que eles mudem a edição do filme, tornando-o novamente mais uma peça de propaganda “a favor de bandido”.
Se for o caso, a versão pirata deve ser analisada à parte. E já adianto: vai virar um clássico.
Excelente Cidade de Deus?
Que excelência?
O filme é ruim.
Claro que se sobressai na mediocridade da produção nacional. É do nível dos enlatados da terra do Tio Sam. Mas daí a considerá-lo como algo excelente vai uma longa distância.
A produção cinematográfica brasileira já sofre suficientemente de falta de auto-crítica. Não precisamos elogiar quando eles fazem algo um pouco acima do medíocre. Eles mesmos vão se vangloriar por isso.
Reynaldam (à moda de Pero Vaz de Caminha):
Felizmente acho que algo está acontecendo: a cada post que colocas, aumentas o tom contra a canalha petista. A Globo já está chamando bandido, traficante, criminoso, etc, de bandido, traficante, criminoso, “comme il faut”. Já não põe entonação de desaprovo quando a polícia abate esse lixo a tiros. Daqui a pouco parará de chamar crime de “violência” e Hugo Chávez de presidente. “Cum grano salis”, vejo uma tênue luz no fim do túnel!
Para finalizar, sou olavete e reinaldete desde criancinha!
“Haviam-nos imposto o relativismo. A idéia de que tudo é igual, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, que o aluno vale tanto como o mestre, que não se podia dar notas para não traumatizar o mau estudante. Fizeram-nos crer que a vítima conta menos que o delinqüente [...] Assassinaram os escrúpulos e a ética [...] Esta esquerda está na política, nos meios de comunicação, na economia. Ela tomou o gosto do poder. A crise da cultura do trabalho é uma crise moral.
“Deixaram sem poder as forças da ordem e criaram uma frase: ‘abriu-se uma fossa entre a polícia e a juventude’. Os vândalos são bons e a polícia é má. Como se a sociedade fosse sempre culpada e o delinqüente, inocente [...]Dizem adorar a periferia e jamais vivem nela”. PALAVRAS DE SARKOZY.
Isso aí foi dito por ele segundo fui informado neste blog. Soube por Cris, que transcreveu informação de algum(a) outro(a) leitor(a).
Sarkozy, o que vem se saindo melhor do que a encomenda! Pelo menos até agora. R. Aron vencerá Sartre? Tomara que sim.
Agora posso voltar a clamar: “Vive la France!” e cantar, apesar da letra, a “Marseillaise”, que ainda me emociona.
Veima (em homenagem aos franceses e seu ultra nacionalismo lingüistico, devendo-se pronunciar “veimá”. “Tout et toujours commme en France, mes amies et amis”)
Reinaldo, nao tem nada com o texto, mas gostaria de sugerir uma lista, (e que todos pudessem sugerir) dos nomes que deixaram marcas na politica nos últimos anos. Alguns já bem conhecidos.
Luis Inácio (nao sabia de nada) da Silva
José (chefe da quadrilha) Dirceu
Marta (relaxa e goza) Suplicy
Antonio (quebrador de sigilo) Palocci
Seriam os primeiros, vamos lá maos a obra!!!!
Reinaldo
Você é o sucessor do Francis. A diferença é que o Francis foi crítico de teatro e, na sua mocidade, namorou com o palco; sabia os caminhos para causar impactos e criar polêmicas, assim como um seu dsicípulo, Caetano Veloso. Mas a coragem, o desassombramento e o humor refinado se equiparam com o Francis e com o Roberto Campos, ambos orgulho de todos nós, velhos cariocas e saudosistas “desse Rio que se perdeu”.
Reinaldo, desta vez você está errado. Assistir Tropa de Elite faz você vibrar quando a polícia mata os bandidos, sejam eles traficantes ou policiais. Mas também no filme a hipocrisia da “Zelite” esquerdista e festiva é criticada duramente em 4 ou 5 cenas antológicas.
E saiba que o filme é narrado por um policial do BOPE que o tempo inteiro repete que o caso da violência no Rio é de Guerra e como tal, exige ações extremas: Este é o mote para justificar o modo de agir da polícia.
Comentei sobre este filme ontem em meu blogue. Eu o vi ao lado de um policial paulista de mais de 20 anos de corporação e que está para se aposentar. A todo tempo ele me falava: “Isto existe de verdade, isto não existe”. E ele, que é policial, não ficou ofendido. Sabe como é, a Polícia está calejada de tanto apanhar. Já a esquerda festiva e ongueira, ha, esta vai chorar que só!
Será que o Apedeuta já viu a cópia pirata desse filme?
o filme é muito bom, tem ritmo não cança é coerente e torna as claras a permissidade dos jovens classe media e alta com o crime e as drogas, tem um dialogo que vale o filme, é quando o traficante rapta uma mafaldinha e um ramelento e a amiga vai pedir ajuda ao colega de faculdade que é policial e tinha sido discriminado pela turma, e ele responde :”não te preocupa que o Baiano(traficante da favela) tem conciência social”…o que acontece com eles não conto só vendo o filme.
Gostando ou não de Tropa de Elite, há uma frase que você vai gostar, dita em off certa feita pelo Capitão Nascimento (Wagner Moura) durante um protesto de riquinhos de esquerda e maconheiros: “No Brasil, ninguém faz passeata quando policial morre”, ou algo assim. É bom vê-lo. O filme é ótimo, na tradição Dirty Harry. Um abraço.
Prezado Reinaldo, vale assistir, mostra a face q sabemos q existe e a vemos todos os dias aqui nas ruas do Rio,é bastante preocupante, nós aqui temos q tomar medidas curiosas para sair de casa, tais como: ter dinheiro caso seja roubado, saber q não tem nada no carro importante caso seja roubado,ligar o radio para saber aonde está o tiroteio do dia,ter muito cuidado se for parado por uma blitz,pode ser roubado, mesmo se forem Pm´s,infelizmente é a realidade, o filme é uma obra de ficção com muitos ingredientes da cidade maravilhosa.No fundo é o retrato feio do Brasil, os politicos as autoridades, a população.
Tio Rei,
Francis disse a frase, mas a versão correta é “Se eu não ouvi sobre o livro é porque o livro é ruim…” genial, não?
Abraços,
Fernando Lisboa
Reinaldo, vc matou a pau! É isso mesmo: para boa parte da sociedade, e especialmente dos nossos sociólogos “especialistas” em segurança pública, o pobre e favelado é inimputável! Pode cometer as maiores atrocidades, traficar etc porque a culpa é sempre “nossa”! Sou policial, não da PMERJ, mas conheço vários colegas do BOPE e posso afirmar que são, na sua maioria, policiais corretos e honrados. O que querem nossos especialistas? Por acaso algum deles já subiu um morro e foi recebido com tiros de fuzil 7,62? Já ouviram o espocar de uma .30 zumbindo perto do ouvido? O que els pensam? Que os traficantes das favelas cariocas são bonzinhos? É aquele velha história do Robin Wood, né? Será que esses imbecis não sabem qie a quase maioria dos habitantes do morro repudia os traficantes? E, é verdade, eles querem a polícia lá! Pq essa história de não gostar de polícia é coisa de bandido ou de sociólogo/historiador besta!
Tenho certeza, você via gostar.
A propagenda está errada, mas o filme está certíssimo.
O Padiolha acertou (principalmente quando culpa o usuário de drogas - por isso eles querem disvirtuar o foco).
É guerra e pronto.
Tropa de elite…..
Sensatez
Reinaldo -
Acho que o modo como você abordou o assunto desse badaladíssimo filme brasileiro foi bem sensato.
E o ponto mais crítico é justamente aquele a que você se referiu com muita felicidade: o perigo da cultura da violência , que pode crestar a nossa sensibilidade.
Um abraço solidário do
Bobby
Há claramente uma marca já delineada dos tempos lulo-petistas - a marca indelével do retrocesso, da pobreza cultural, da mediocridade política e do populismo econômico.
Nada como presidente-apedeuta para simbolizar esses tempos.A pobreza de nossa produção intelectual, a nossa grande imprensa, a crítica,a música,o teatro, o jornalismo político-enfim, todas manifestações culturais de um povo em uma época- são dignas desses tempos de total mediocridade.
É impressionante como é verdadeiro isso que você disse, Reinaldo. O Brasil poetiza demais (além da conta, eu diria) a violência e a miséria. Quanto mais desgraça mostrar, mais a obra é louvada, premiada…
O país virou um filme triste. Quem sabe alguém um dia mude definitivamente esse roteiro. Quando?
SP paga a metade da cpmf e não tem retorno algum.Se os tucanos extinguirem a cpmf esses 20 bi contunuarão em sp.E os tucanos ficarão com o merito de extinguir a cpmf e diminuir os impostos.Bela tacada.he he xxxxxxxxxxxx xxxxxxxx
Na votação , um avião mesmo pinado e com chuva não significa que ele caia.O Tam que caiu foi por motivo de uma aceleração indevida.GDV.
Quando você assistir, vai adorar.
Quanto ao “e quem filma a rotina dos policiais do Rio que morrem como moscas nas mãos dos traficantes?”, assista o filme. Ele também fala disso.
Eu vi o filme Reinaldo,confesso que gostei,apesar do exagero de palavrões.Achei que cada segmento foi mais ou menos mostrado como é,não sei pq o pessoal do BOPE não gostou.Eu particularmente passei a admirar o BOPE depois do filme.Há cenas de truculencia?sim,mas totalmente compatível com o clima hostil de guerra que se estabeleceu no Rio,só um alienado completamente acha que se combate o narcotrafico somente com o “socialNão sei qual foi o objetivo fo filme,mas para mim só acrescentou o desprezo que tenho por ONGs,Direitos Humanos e toda essa galera que se beneficiam diretamente da desgraça alheia.
A PM realmente saiu meio queimada,mas deve-se dá o devido desconto,afinal,qual a instituição que não está corrompida?tenho certeza que há homens de honra naPM e nenhum filme poderá mudar essa impressão.
Reinaldo, eu já vi o filme (fazer o quê, alguém tem de ter visto o filme) e sem querer estragar nada lhe digo que dentre os vários pontos de contacto do filme com o seu pensamento, um deles tem muito a ver com aquela sua posição sobre os consumidores de drogas e as ongs de redução de risco.
Aliás, uma boa indicação de que o filme é bom (eu achei quase perfeito) é que na mesma série de notas que você viu sobre a vontade de torná-lo uma série havia uma nota que dizia que um dos obstáculos a isso “é que a cúpula artística da Globo ainda não digeriu ‘Tropa de Elite’”. Você, mais do que eu, sabe que “cúpula artística da Globo” é eufemismo para “esquerdopetistas televisivos”.
Eu chegaria ao exagero de dizer que o diretor e o autor do roteiro aqui e ali inspiraram-se em alguns dos seus posts.
Mas pra lá de o filme fugir de uma leitura esquerdosa da realidade do Rio, é um grande filme de ação.
Quanto a pirataria, Reinaldo: Também sou contra por princípios. Mas num país - pelo amor de Deus, estamos no Brasil - em que até o presidente assiste a filmes “genéricos”, é complicado combater a pirataria.
Algo me diz que você vai gostar de “Tropa de Elite”.
Reinaldo, eu assisti ao filme. Apesar das cenas truculentas relativas ao Bope, a sensação que eu tive é que não há uma tentativa de desmoralizar o batalhão. Pelo contrário, do jeito que os ânimos estão aqui no Rio, mesmo com as cenas do “saco” (você verá) o Bope corre o risco de ser aplaudido…
Sobra pra todo mundo em “Tropa de elite”. Não tem essa de “bandido é vítima do sistema” no filme. Pelo contrário - e mais não digo até pra não estragar a surpresa. Sobra pras ONGuezinhas, pros maconheirinhos que fazem passeata pela paz, mostra o estado psicológico dos policiais tendo que enfrentar armas de guerra poderosíssimas. Mostra corrupção, é claro. Mas também a coragem e determinação do Bope.
Há uma coisa também digna de comentário: a atuação de Wagner Moura. Aliás, a bem da verdade, o elenco todo, dos “cabeças” aos “pontas”, está um primor…
Reinaldo
Nesse caso, sugiro que você epere para dar a opinião meu amigo!
Ví o filme na casa de um amigo petista (hehehe)!
Ao contrário da maioria esmagadora dos filmes passados em favelas, esse não dá refresco para o pessoal da “cumunidade”!
Nem para a ONG da “mocinha” do filme! Todos maconheiros, parte deles viciados em cocaína, e um dos artistas, traficante na faculdade.
Os caras do BOPE é que são os mocinhos!
Já viu uma coisa dessas?
Laranjinha e Acerola viraram suco. Mesmo!
Kkkkkkkkkkkkkkkkk!!!
Muito bom! Matou a pau!