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Guerra 2 - Moscou rejeita ”integridade territorial” de vizinho

quinta-feira, 14 de agosto de 2008 | 5:25
No Estadão, do “The Guardian”
EUA e União Européia pediram ontem que a solução do conflito no Cáucaso seja baseada no reconhecimento da integridade territorial da Geórgia. No entanto, depois de invadir e avançar o país por cinco dias com tropas, tanques e bombardeios, a Rússia rejeitou essa exigência.
O plano de seis pontos costurado pela União Européia e aprovado por Moscou e Tbilisi proíbe o uso da força. Rússia e Geórgia se comprometeram a respeitar um cessar-fogo e garantir o acesso de ajuda humanitária. Os aspectos militares e políticos do acordo, porém, são problemáticos, o que ameaça a trégua.
Embora o presidente americano, George W. Bush, tenha advertido que a Rússia precisa respeitar o cessar-fogo combinado na véspera, Moscou recusou-se a aceitar essa condição, se negando a reconhecer a soberania georgiana sobre todo o seu território.
Russos e georgianos concordaram com a realização de “discussões de âmbito internacional” sobre a Ossétia do Sul e a Abkházia, mas a Rússia manteve suas opções em aberto sobre as duas províncias separatistas favoráveis a ela.
Um comunicado da UE declarou que todo acordo de paz deve se basear na integridade territorial reconhecida da Geórgia. Entretanto, Sergei Ivanov, vice-primeiro-ministro da Rússia e ex-ministro da Defesa, recusou-se reiteradamente a reconhecer o controle da Geórgia sobre seu próprio território.
“Reconhecemos a soberania e a independência da Geórgia, mas a integridade territorial é outra questão”, disse ao programa Hardtalk, da BBC. “A Ossétia do Sul e a Abkházia nunca fizeram parte da Geórgia como país independente.”
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1 comentário em “8221; de vizinho”

  1. Anônimo disse:

    Reinaldo

    Off topic. Desculpe mas é para se concordar com o Claudio Humberto:

    “Ah, eu tô maluco!

    Ao discutir o acordo de troca de informações fiscais e tributárias entre Brasil e Estados Unidos, na Câmara, o deputado José Genoino (PT-SP) enfrentou Paulo Bornhausen (DEM-SC) para defender com veemência as boas intenções dos EUA em querer fiscalizar o contribuinte brasileiro.”

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