Por Lisandra Paraguassú, no Estadão:
O governo anunciou ontem que o programa Bolsa-Família passará a fazer a cada dois anos uma revisão para detectar quem já ultrapassou o nível de renda que permite o recebimento do benefício. A decisão, no entanto, não significa que o beneficiário poderá ficar no máximo dois anos no Bolsa-Família. A intenção é começar a estabelecer um limite de inclusão no programa, mas continuarão saindo apenas os que ultrapassarem R$ 60 de renda per capita e tiverem condições de gerar ganho de modo sustentável. O objetivo é garantir que só saiam do programa os que realmente já estejam fora da linha da pobreza.
A mudança é uma das novidades no programa apresentadas na comemoração dos quatro anos do Ministério do Desenvolvimento Social, um evento que reuniu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais de 1,3 mil pessoas em um auditório em Brasília.
“É o tempo de um mandato. É uma data simbólica e tínhamos várias iniciativas para anunciar”, justificou o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias. A maior parte das ações apresentadas é ligada ao Bolsa-Família. Entre elas, a decisão de tornar o cartão do programa uma conta bancária e conceder microcrédito aos beneficiários, conforme antecipou ontem o Estado.
“Dois anos é um prazo que vai dar maior segurança para a família. Hoje ela perde automaticamente o programa ao atingir o limite de renda, mas, muitas vezes, é uma melhoria temporária”, explicou Rosani Cunha, secretária de Renda e Cidadania do ministério. “Em algum tempo ela perde essa nova renda e tem muitas dificuldades de voltar para o programa.”
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O governo anunciou ontem que o programa Bolsa-Família passará a fazer a cada dois anos uma revisão para detectar quem já ultrapassou o nível de renda que permite o recebimento do benefício. A decisão, no entanto, não significa que o beneficiário poderá ficar no máximo dois anos no Bolsa-Família. A intenção é começar a estabelecer um limite de inclusão no programa, mas continuarão saindo apenas os que ultrapassarem R$ 60 de renda per capita e tiverem condições de gerar ganho de modo sustentável. O objetivo é garantir que só saiam do programa os que realmente já estejam fora da linha da pobreza.
A mudança é uma das novidades no programa apresentadas na comemoração dos quatro anos do Ministério do Desenvolvimento Social, um evento que reuniu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais de 1,3 mil pessoas em um auditório em Brasília.
“É o tempo de um mandato. É uma data simbólica e tínhamos várias iniciativas para anunciar”, justificou o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias. A maior parte das ações apresentadas é ligada ao Bolsa-Família. Entre elas, a decisão de tornar o cartão do programa uma conta bancária e conceder microcrédito aos beneficiários, conforme antecipou ontem o Estado.
“Dois anos é um prazo que vai dar maior segurança para a família. Hoje ela perde automaticamente o programa ao atingir o limite de renda, mas, muitas vezes, é uma melhoria temporária”, explicou Rosani Cunha, secretária de Renda e Cidadania do ministério. “Em algum tempo ela perde essa nova renda e tem muitas dificuldades de voltar para o programa.”
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E elles vão dispensar gente do bolsa-família, um programa que os sustenta eleitoralmente?! Mingana-que-gostchio…
Esse partido ainda vai morrer pela boca escancarada cheia de dentes e uma língua de palmo e meio.
Ciça
O desapontamento com o texto é maior do que a ansiedade gerada pelo título.
Caro Reinaldo!
Faz sentido!
A cada dois anos temos eleições no Brasil. A propaganda fica garantida e com ares de “provas”.
E depois é a oposição(???) que só age de olho na eleição.
Cadeia é pouco para esses delinqüentes. Deviam ser colocados a ferros…
Abraço
Bia
Os que recebem aqui o bolsa familia tem TV, microondas, casinha, daquelas que não tem nada mas qdo a chuva vem “perdem tudo” só que não declaram I.Renda então como o PT vai fiscalisar???
Uma cambada de “bolsas eleitoreiras” isso sim.
PROIBIDO PROGREDIR!
Se evoluir,você cai fora do paraiso!
Pensamento de macaco!
Pensamento de petralha!
Até que fim o governo está tomando uma atitude para o bolsa família, tem muita gente que quer ter dinheiro fácil e não quer batalhar para conseguir ficam todos acomodados.
O famigerado pt tem uma “qualidade”; a profusão de cargos com nomes pomposos que esses mafiosos criaram é mais um deboche na cara dos patos pagantes.Terminar as benesses que repercutem nas urnas, nem pensar.
Reinaldo
Para mim, esse programa já fracassou quando seu nome foi mudado de bolsa-escola para bolsa-família.
Alguém tem que avisar para o cara aí que aqui já não tem mais ninguém morrendo de fome.
Quer dizer que ao invés de ser uma porta de saída essa mudança de regras é para manter a pessoa mais tempo no programa?
O caso do bolsa-ditadura mostrado pelo Elio Gaspari repercutiu bastante, Reinaldo. Não vale um comentário seu?
A D. Rosani já está mandando a mensagem de que ninguém vai sair do tal bolsa-família, nunca.
Até por que, sair para que, não é mesmo? Trabalhar pra que? Estudar para que? Esforçar-se para que? Deixe-se os trouxas fazerem tudo isso e sustentar os “pobres”.
Sr Reinaldo,
Só acredito porque estou vendo e ouvindo.
Está passando um programa q tem a pretensão de ser cultural e faz apologia ao uso da maconha.
Não estou entendendo mais nada.
Sabe aquele tipo de bate papo q subjetivamente passa mensagem de que a maconha não é tão ruim como parece ser e tal?
Pois é…