A notícia nos sites e blogs ontem não deixava dúvida: “O reitor da Universidade Bandeirante, Heitor Pinto, determinou a revogação da expulsão da estudante de Turismo Geisy Arruda”. Uau! A Uniban, em matéria de revogação de expulsões, vive mesmo num regime presidencialista, não é? Eu diria que ele chega a ser ditatorial, já que a decisão de botar a garota para fora, de punir a vítima, havia sido assumida, ao menos oficialmente, por alguma coisa que deve ser parecida com o que, numa universidade, é um Conselho Universitário. Entendi também que esse “conselho” tem autonomia para gastar uma nota preta para satanizar Geisy em anúncios no jornal e na televisão. Mas a ninguém ali ocorreu, sei lá, pegar o telefone: “Alô, Doutor Pinto, o que o senhor acha disso?” E olhem que o homem não é fraco, não, como veremos.
Até o deputado Vicente Paulo da Silva (SP), o notório Vicentinho, do PT, resolveu dar as caras. É considerado a maior personalidade formada na Uniban — de quem foi garoto-propaganda junto com outro petista, Luiz Marinho, atual prefeito de São Bernardo, cidade em que fica a unidade que protagonizou aquele espetáculo deprimente. Pinto, que já foi vice de Paulo Maluf quando este disputou o governo de São Paulo em 2002, chegou a ser cotado para vice de Vicentinho quando o deputado tentou, sem sucesso, a prefeitura de São Bernardo, em 2004. Depois desistiu. Mas a gente vê que é um homem sem preconceitos.
Eu poderia, digamos, recorrer a Raízes do Brasil par explicar o que acontece no país. Ou a Casa Grande & Senzala. Se recuasse um tanto mais na história de que a obra se ocupa, talvez chegasse a Os Donos do Poder. Mas seria gastar vela boa demais com pessoas muito, como direi?, vivas. Vicentinho anunciou: “Estou agendando uma audiência com o reitor Heitor Pinto. Pedirei que ele revogue essa decisão equivocada. A Uniban não devia ter arrumado essa confusão. Acredito que isso não tenha passado por ele. Deve ter sido uma decisão das instâncias menores”. Vicentinho, em suma, emprestava para seu amigo a desculpa essencial de todo petista: “Eu não sabia”.
Então o reitor não sabia? Pois é… Eu sabia que ele era ligado a alguma entidade que reúne universidades privadas. Descobri que é diretor da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup). Não é possível que alguém ocupado em liderar todo um setor ignore o que se passa dentro da sua casa. Entrei no site da entidade e… Bem, eu me espantei. Muito mesmo.
O primeiro texto que encontrei lá, até salvei um PDF para guardar como curiosidade, dá conta das críticas de Pinto ao IGC, o tal Índice Geral de Curso, elaborado pelo MEC, com base no tal exame do Enade — a prova que poderia ser positiva e que se transformou numa estrovenga patrulheira. Ele critica? Até aí, muito bem. Leiam trechos do que vai no site de uma entidade que reúne nada menos do que universidades:
Para Heitor Pinto Filho, um dos diretores da ANUP, o índice divulgado pelo MEC nesta semana é uma avaliação política. Em entrevista ao Correio Braziliense, o reitor afirmou que o levantamento é mal feito porque, entre outras coisas, não inclui todas as instituições do país.
De acordo com a matéria do Correio, o reitor Heitor lamentou a não participação de todas as IES na avaliação, fazendo referência à recusa da USP e da UNICAMP de não se submeterem ao SINAES. “Ou entra todo mundo, ou nenhuma”, afirmou ele.
Na entrevista, o diretor da ANUP também defendeu uma avaliação regionalizada respeitando as características de cada estado. “Um país com a extensão do Brasil não pode ter um índice geral como esse. Temos particularidades”, destacou ele.
Comento
Ai, meu Jesus Cristinho! Não é “mal feito”, e sim “malfeito”, embora este não seja o pior mal feito (sacaram a diferença?) à língua em trecho tão curto. Como explicar isto: “fazendo referência à recusa da USP e da UNICAMP de não se submeterem ao SINAES”. Notem: a USP e a Unicamp não se recusaram a NÃO SE SUBMETER; elas se recusaram a SE SUBMETER.
A Anup leva pau na prova de redação. Também fiquei comovido com a tese de Pinto: a criação do índice regional. Ou estou entendendo errado, ou ele está defendendo que certas regiões do país não podem competir com outras. Deixe-me ver: um curso A na região X poderia ser C na região Y, é isso? Entendo… Alguma chance de a redação analfabeta que está em negrito ser considerada correta em alguma região do país? Não!
O que se passa com a universidade brasileira?
Mas volto lá aos livros. Observem que pouco importam leis, instituições, civilidade, estatuto, o diabo a quatro. Vicentinho se dispôs a resolver a questão na base das relações pessoais, de amizade, de intimidade. Eis aí parte da miséria brasileira — inclusive a moral. Insisto desde o primeiro dia: a questão é mais séria do que parece. Décio Lencioni Machado, aquele senhor da área jurídica e do cabelo duro de gel, o mesmo que concedeu entrevistas acusando Geisy de mostrar “as partes íntimas” para os inocentes e tentados rapazes da Uniban, não se deu por achado. Afirmou que Pinto tomou a decisão “como pessoa física”. Uau! A maior autoridade da Uniban não é um reitor, mas uma “pessoa física”. Vai ver é o entendimento que se tem por lá de “autonomia universitária”. Machado é membro do Conselho Estadual de Educação. Estamos feitos.
Fim do silêncio
O silêncio covarde sobre aquela agressão, que apontei aqui desde o primeiro dia, foi finalmente quebrado. Dada a decisão da universidade de expulsar Geisy, o Ministério da Educação encaminhou pedido de informações para a Uniban; a Secretaria Especial das Mulheres acionou o Ministério Público para investigar crime contra os direitos humanos; partidos políticos, parlamentares, OAB e UNE também se manifestaram. Folgo com a reação, mas não deixo de apontar: vieram tarde. A ocorrência original já era de extrema gravidade. Foi preciso que a humilhação chegasse ao requinte para essa gente acordar.
A revogação da expulsão, ademais, não anula os crimes que se cometeram na Uniban, e seus responsáveis têm de ser identificados e punidos. Se a sindicância serviu para punir a vítima, então sindicância não é, mas farsa. Que a Polícia entre no caso. O Ministério Público, agora acionado, não precisa nem da concordância de Geisy para atuar. Talvez não dê para consertar a língua portuguesa da Anup. Mas se pode tentar consertar a moral torta dos arruaceiros. Por que não com a lei?
Para deixar claro
É evidente que minhas críticas não se estendem a todos os alunos da Uniban. Os que não participaram daquela baixaria não têm por que se sentir atingidos — e seria muito bom, então, que a maioria silenciosa que não aprovou o linchamento moral desse um jeito de se manifestar.
Para concluir, lembro a alguns que quem adota um princípio não se impressiona com interveniências de superfície. O meu, já disse, entende que o apedrejamento e a eleição de bodes expiatórios são praticas que devem ser banidas da convivência civilizada. Pouco se me dá o que Geisy vai fazer depois. Ainda que venha a posar nua, como alguns sugerem — a ilação parece revelar o mesmo preconceito que resultou na ação da turba —, isso não tornaria menos estúpidos os que participaram daquela catarse de misérias. Para pensar a questão no seu limite: a qualidade do cadáver não muda o espírito do homicida contumaz. Reitero: acho indecente especular se ela colaborou ou não com seus algozes.
É evidente que cada situação comporta uma variação de estilos de vestimenta dentro de uma faixa do que é considerado o decoro de um determinado ambiente ou ocasião. Já contei aqui que aluno meu não mascava chiclete ou ficava exibindo pêlo do sovaco quando eu dava aula. Serei o último a acatar o vale-tudo. Nem tudo vale, não, senhores! Mas linchadores e candidatos a estupradores não têm autoridade para falar em decoro.
Na hierarquia da civilização, o criminoso não dá aula de moral ao indecoroso. Essa é boa! Podem espalhar. Pena que não dê tempo de entrar no próximo livro.
PS - Alô, Anup! Hora de cuidar da inculta e bela num site que reúne universidades. Por enquanto, ela vive aí a sua fase sepultura. Que tal ambicionar o esplendor?









No dia do acontecido, eu entrei no site da faculdade e mandei um email, não sou estudante, nem mãe de estudante da “uniban” a que dizem ( é só passar na calçada e já esta na facu) dito por estudantes conhecidos meus.
Voltando, mandei um email pedindo uma atitude da faculdade, contra os vandalos mal educados (meninos e meninas) que por lá dizem estudar.
Mas acho a maioria das mães desses alunos se omitiram, claro que é uma visão minha, espero que TODAS tenham tido a decência de cobrar da faculdade, competência no caso.
Acho que vou mandar mais um email depois dessa lambança toda eles mereçem, que a caixa do email esteja lotada com criticas duras.
A arrogancia dos mestres pode ser uma pista do que está sendo incutido na cabeça desses jovens da Uniban… Voce mesmo sentiu na pele a necessidade de complementar os seus estudos em boas universidades PUC e USP, e que tambem não são perfeitas, mas tem história. O ovo da serpente da intolerancia, arrogancia e prepotencia não combina com o meio academico…A Uniban foi íncompetente para lidar com esse caso ESCABROSO!
O Reitor revogou a expulsão que era em caráter definitivo. O Mercadante tá fazendo escola…
ECCE HOMO!
GIOVANNI, novembro 10, 2009, às 6:17 pm, para reitor da Uniban!
Weimar
P.S. - Só saio do castigo amanhã, fui avisado!
Reinaldo
Você deixou passar um “colega” revoltado que escreve “indempendente” (com M antes do p) às 16:15, pela educação com que escreve eu gostaria de saber onde ele estudou.
Reinaldo,
O artigo sobre a expulsão de Geisy, publicado hoje no EL PAÍS, é o mais lido no site do jornal, com quase 87 mil acessos à página.
http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Expulsada/acosada/insultada/vestir/minifalda/elpepusoc/20091109elpepusoc_11/Tes
Ver Estadística ( http://www.elpais.com/estadistica.html?xref=20091109elpepusoc_11.Tes&aP=modulo%3DEstadistica%26params%3Dxref%253D20091109elpepusoc_11.Tes )
COP
Desculpe mais este pitaco, mas é que também sou moralista.
Assistir aula de minissaia?
Ora. Tomara que caia!!!!!
“Até o deputado Vicente Paulo da Silva (SP), o notório Vicentinho, do PT, resolveu dar as caras. É considerado a maior personalidade formada na Uniban”
hahahahahaha
resposta para ; também fui aluna da Puc
Em nenhum momento minimizei o episódio, minha colocaçao foi apenas um desagravo aos professores e alunos que nao participaram do ocorrido.
Aconselho que voce leia com atençao o que foi postado: O mestrado nao é na Puc, e sim na USP.
Uma observaçao oportuna: Na Puc, na Usp, ou na Uniban, o que faz a diferença é o empenho de cada um.
Complexos sáo curáveis(se existem), falta de educaçao nem mesmo estudando na Suiça.
Nos meus tempos de faculdade lembro-me que no Mackenzie a garota que mais causava furor nos homens era a Luisa Mel que cursava Direito. Na época ela ainda nem era uma apresentadora famosa com um programa que fala sobre os animais de estimação e selvagens, o “Late Show” ,que ia ao ar pela rede TV, tinha apenas um ensaio sensual para o site Virgula Girl e provocava frisson como madrinha da bateria da escola de samba da universidade.Era ela passar no Macfil, bar que fica na Rua Maria Antonia, que todo mundo batia palmas e assoviava.Mas ninguém a agredia verbalmente ou a hostilizava.
O caso da estudante Geisy Arruda me assusta por isso, a reação exagerada dos seus colegas ao fato dela ser sensual ao usar um vestido curto, ou se haviam comentários que ela é garota de programa, nada justifica aquela histeria coletiva.
A reação moralista da Universidade ao expulsar a aluna acabou tendo repercussão mundial, essa é a vantagem de se viver num mundo globalizado como é o nosso de hoje em dia, porque a liberdade de expressão e a luta contra o preconceito seja ela qual for são os valores mais cultivados pela sociedade civilizada.Os argumentos da Uniban “flagrante de desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade” acabaram soando mal, porque foram vistos como radicais, embora haja coerência já que faculdade é para estudar, e não para arrumar namorados ou provocar sensações.
Todos nós sabemos que a forma como nos vestimos diz muito sobre nós, isso é fato. O modo com a estudante se vestiu não deixa de ser uma linguagem, cujo objetivo é transmitir algo às pessoas em suas relações sociais. Porém há ainda muito machismo, infelizmente a mulher ainda é vista como objeto, se fosse um homem usando uma camisa regata e uma bermuda deixando seus músculos a vista nadinha tinha acontecido.
Na minha opinião é a faculdade a errada no caso todo, por não ter tratado a situação com mais cuidado, se a moça tem um estilo provocante de se vestir e isso não se enquadra no ambiente escolar ela deveria ter sido repreendida antes e não esperar que os alunos se manifestassem.
Vivemos no Brasil da bunda, no Brasil onde a mulher é reverenciada por suas formas, aqui elas não usam burca como se usa no Afeganistão, aqui tem liberdade política e de religião, aqui se pode usar a roupa que se quiser. Apenas cabe as instituições estabelecerem suas regras. Não se pode ir de sunga ou de biquíni a um banco por exemplo.
E é bom lembrar que a estudante Geisy Arruda cursa Turismo, justamente uma profissão onde seus profissionais tem como principio básico aceitar culturas e comportamentos variados. Respeitar as diferenças e preferências de cada um, pois turista há de todo tipo: empresários, prostitutas, gays, políticos, artistas, etc.Que tipo de profissionais vão ser esses que atacaram a garota?
Menor que a saia Pink da Geisy são as minúsculas cabeças de quem a vaiou e menor ainda a dos dirigentes dessa faculdade com seu falso moralismo.
As pessoas continuam se indignando pelas questões erradas neste país.
anônima disse:
novembro 10, 2009 às 3:20 pm
“O meu, já disse, entende que o apedrejamento e a eleição de bodes expiatórios são praticas que…”
Não está faltando nada não?
-.-.-.-.
Está faltando, sim: inteligência, por parte de quem lê e não entende o que lê.
Pergunta ; o que aconteceria se os alunos da Uniban fosse assistir aula de sunga?
Infelizmente tivemos no Brasil nos últimos 15 anos a proliferação cancerosa de cursos e universidades totalmente descompromissadas com a qualidade de ensino e só preocupadas em formar cada vez mais alunos.O interesse pela baixa qualidade de ensino é proposital, afinal quanto piores esses alunos sairem da universidade, melhor para essas instituições que assim lançam especializações para que esses recém formados aprendam o que deveriam ter aprendido na faculdade.A Uniban, sem dúvida nenhuma, se inclui nesse tipo de universidade.
Você já deve ter visto, mas o MEC vai arquivar o pedido de informações à Uniban. Inacreditável, mas desconfio que a coisa vai ficar por isso mesmo.
…cursou, e sim as bases familiares, os conceitos morais, o discernimento, os valores, enfim, o cidadão formado desde a infância, sem contar o esforço pessoal no aprimoramento de seu conhecimento. Como ex-aluna da UNIBAN, não admito ser comparada aos pretensos “justiçeiros” da boa moral. Quanto ao episódio em si, que sejam os envolvidos punidos com igualdade, sem a mitificação de vítimas ou agressores.
Boa Tarde, tenho lido estarrecida a todos as manifestações sobre o lamentável episódio ocorrido na Universidade Uniban. Me formei naquela Universidade no ano de 2000 e não posso calar diante das injustiças que estão cometendo com os universitários e formandos daquela Instituição. Entendo que houve exagero por parte de alguns poucos alunos, mas a generalização dos acadêmicos não deve ser permitida, pois, desta forma estariam cometendo um erro embasado em outro. Apesar de banalisarem a qualidade do ensino da Uniban, considero-me e sou uma profissional muito bem sucedida, preparada e realizada. Afirmo que, o que determina o profissional que irá atuar no mercado, não é a universidade que ele…
Reinaldo
O que mais me entristece nesse caso é o fato de a maioria das pessoas com que eu converso não ter entendido a dimensão deste problema. Até em casa discuti com minha filha de 18 anos, que considera que alguma coisa a moça fez para ser tratada desse jeito. Os jovens dessa nova era não conseguem compreender a liberdade, porque nunca tiveram que ansiar por ela como nós o fizemos. Eles não tem apreço pela ética, tudo é permitido desde escondido, eu imaginei que a hipocrisia não teria acolhida no coração desses jovens , mas me enganei …
Se até o ex-intocável Mercadante revoga o irrevogável, porque a Uniban não pode?
O pior é ver a mídia, a opinião pública e os órgãos ditos como de defesa da Mulher, discutindo temas altamente profundos como se Geisy deve ou não usar minissaia, ou qual o tamanho idela da vestimenta feminina para não agredir a moral pública. Vivemos na era da superficialidade e da banalidade.
http://www.republicadosbananas.com.br
Reinaldao,
BRAVO!
Pois é… é Lllulla fazendo escola! Ninguém nunca sabe de nada nesse país! A crítica do reitor Heitor é pertinente já que sua universidade é uma das piores… que continuaria sendo pior se a comparação fosse por região… Se a PeTralhada saiu de lá, nada é impossível. A banalização da educação no Brasil desde que Collor chegou llá é de uma destruição da cidadania nunca vista antes na história desse país. É aprovação continuada, é pagamento para quem passar de ano, é prouni, é cota… e mais e mais gente chega, sem o preparo mínimo constituído de tabuada e português, aos bancos universitários na terra das bananas. Estamos nos ttransformando em Sodoma… e todos sabem o que aconteceu com ela.
“O meu, já disse, entende que o apedrejamento e a eleição de bodes expiatórios são praticas que…”
Não está faltando nada não?
Pô, Reinaldo!…
Pelo que eu vi do que sobrou do texto do Weimar censurado, os três cometários meus que você censurou integralmente não passam de piadas de saguão… da UNIBANana.
Estou Impressionada, estupefata..Os jovens, aqueles mesmos, que vemos nas ruas, praças, festas,praias, piscinas, carnaval grandes shows……impressionados com um micro vestido vermelho, salto de quinze centímetros!!Mobilizar imprensa e até governo!!Universidade,com professores ,orientadores,e “diabo a quatro”..não conseguir resolver de forma séria e educativa um fato como esse!!!!.Os grandes problemas nacionais aí..rolando.A UNE..aquela antiga UNE onde está???Os grandes líderes??Onde estão??
Quando o exemplo vem das nossas autoridades máximas…
EXCELENTE,caro Reinaldo!!!
Penso que os estudantes SÉRIOS da referida universidade DEVERIAM exigir um ensino e uma universidade melhor!!!Os estudantes de verdade estão,na verdade,pagando gato por lebre!!!
Os estudantes sérios,que por uma infelicidade caíram nas garras de universidades de quinta categoria,como a referida em seu texto,caro Reinaldo,não merecem padecer semelhante atraso na vida!!!
Estou Impressionada, estupefata..Os jovens, aqueles mesmos, que vemos nas ruas, praças, festas,praias piscinas carnaval grandes shows……impressionados com um vestido vermelho, salto de quinze centímetros!!Mobilizar imprensa e até governo!!Universidade,com professores ,orientadores,e “diabo a quatro”..não conseguir resolver de forma séria e educativa um fato como esse
Isso !
Baixa a lenha no lombo dessa corja, tio Rei.
Onde tem putaria, sacanagem, mentira e roubalheira tem petralha. Fedeu? É merda ou tem petralha no meio. Aliás é dificil traçar uma divisoria entre as dias coisas.
Por sua rapidez de raciocínio e convicções firmes é que Tio Rei pauta, enfim, matérias de jornais, programas de TV etc. Matérias que parecem, para quem lê o blog, meio atrasadas, retardatárias.
Foi assim com o caso Geisy e o das provas do ENADE.
Caro Reinaldo,
Não é preciso ser nenhum gênio para entender o porque da recusa da USP e da UNICAMP em se submeter ao SINAES. Elas estão, além de outras aqui não mencionadas, num nível muito acima dessas “universidades” puramente mercantilistas, onde o principal objetivo é o lucro fácil em detrimento à qualidade de ensino.
Desgraçadamente êsse é o resultado da abertura indiscriminada de “faculdades” pelo Brasil afora. Os critérios aplicados pelo MEC, não seguem princípios técnicos mas sim políticos, em conluio com congressistas corruptos e empresários inescrupulosos.
Rei,
pra mim os ministérios resolveram agir só pq a notícia foi divulgada no The Guardian e outros jornais de fora.
Como sabem, Lula se preocupa muito com o que pensam lá fora, haja vista que jamais faz lá fora as críticas infantis que faz a seu antecessor para a imprensa daqui.
Reinaldo,
Impressiona o traquejo jurídico do tal Décio Machado. Quer dizer que o reitor tomou a decisão como pessoa física? O que ele quis dizer, claro, é que o reitor tomou a decisão como ÓRGÃO SINGULAR.
Isso é que é apuro técnico. Santo Deus !
Um abraço.
Reinaldo,
esse …da 1:17 pm está entrando em todos os post´s. É PETRALHA e como tal deve ser ” bem ” tratado. Creolina nelle !!!
Desculpem-me! Passei dos limites do blog. Mas a Uniban com seu diretor (que nome!) provocou o diabinho aqui à minha orelha. Foi irresistível! Pinto, o diretor, dele juro não voltar a falar, nem se forem outras as circunstâncias.
Tomei o maior esbregue da Cremilda. Estou de castigo.
Weimar
Resposta para ex-aluna Uniban, você está DESATUALIZADA!
No último exame do governo federal, que avaliou 35 cursos da instituição, 16 foram considerados como insatisfatórios; 13 atingiram o mínimo patamar esperado; seis não tiveram nota, por questões metodológicas. Nenhum foi ‘top’.
Em outra avaliação do governo, que considera desempenho dos alunos, perfil dos professores, entre outros, a instituição teve desempenho considerado mediano, mas no limite do insatisfatório (na escala de 0 a 500, tirou 195; um a menos rebaixaria para insatisfatório).
Fonta: folha
Continuando o raciocínio, nada justifica aquilo que houve. É mesmo para ter complexo de inferioridade intelectual aqueles que estudam na Uniban, afinal apresentam as piores notas! Isto é fato, não é preconceito contra faculdade classe C, A ou Z!! Voce é quem está se vangloriando de mestrado e bla bla bla na PUC. Também comecei um mestrado na PUC, e olhe deixa a desejar … Há muita conversa fiada!! Aceitem que as notas da Uniban são péssimas, portanto não é uma boa universidade. Por que os atuais e ex-alunos não demonstram mais humildade assumem que foi um ato REVOLTANTE e PRECONCEITUOSO. E exijam melhor ensino e estudem! Chega de arrogancia !!
Na reduto dos comunistas do lulllo-petismo, não é de se admirar o linchamento da estudante.Isto é bem tipico do apedeuta e da sua corja de delinquentes institucionalizados. Continuo a dizer o óbvio: ou o Brasil se livra desse pretendente a ditador, ou logo estaremos nas mesmas condições de Cuba e da Venezuela do bandido aloprado hugo bochecha chaves, o icone do lulllla. Prefeito do pt,garoto propagandoa da unitaleban do pt cidade do apedeuta, logo as ideias e atossão obras dessa corja anacronica e leniente com toda sorte de bandidagem
Acredito que este fato ocorrido na Uniban, não seria tão importante para mídia. Bem a mídia ao todo só divulga o que interessa a ela, ou seja, o que trará mais ibope, venda de jornais, revistas etc. Neste caso da Uniban acredito que não só a referida aluna tenha culpa do ocorrido como também uma pequena parte dos alunos, visto que a mídia fala em mais ou menos 700 deles do qual no total de alunos de todos os Campus são 60.000, e a coordenação daquele Campus daquele horário. Porém não devemos nos esquecer que nessa Universidade apesar de todas as críticas abre a porta para vários cidadãos que não possuem poder aquisitivo para ingressar em uma faculdade.
Em resposta a Ex-aluna Uniban das 12:58PM :
Voce está minimizando muito o que ocorreu na sua faculdade. Foi um ato bárbaro, hostil e repulsivo. Não adianta mudar o foco da discussão. Os estudantes mostraram uma REPULSIVA HISTERIA COLETIVA ! Contra uma mulher só ! E acho que mesmo que se tratasse de uma “aluna e profissional do sexo” isto nunca deveria ter ocorrido. As alunas amestradas a submissas da Uniban chegaram a fazer correlações entre outras alunas “que se vestem como ela (Geyse) mas andam tão quietinhas , e nem sobem pela rampa, para não aparecer” ! Que absurdo é esse? Lá na Uniban, quem não se veste conforme a milícia da moda não pode usar a rampa?Tem que andar cabisbaixa tambem?
Gostaria de saber como é que a “ex-aluna Uniban disse:
novembro 10, 2009 às 12:58 pm” ainda consegue comentar sem limite de toques. Existe algum endereço especial, que eu não conheça?
A triste realidade é que a Uniban reverteu a expulsão apenas porque esta foi ainda mais devastadora para os negócios da empresa do que a baixaria em si. Espantoso é ver que ninguém lá foi capaz de antever a reação que viria à expulsão da moça.
Ninguém será punido, nada acontecerá, dentro de poucos dias a poeira vai abaixar e tudo cairá no esquecimento, pois assim são os escândalos na Republiqueta de Banânia.
Johnny
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“Ai, meu Jesus Cristinho! Não é “mal feito”, e sim “malfeito”, embora este não seja o pior mal feito (sacaram a diferença?) à língua em trecho tão curto”.
Rei,
poderia explicar melhor? Segundo o Houaiss, “malfeito” pode ser empregado como adjetivo (feito incorretamente, mal executado; defeituoso, imperfeito etc.) ou substantivo (crime, delito, malfeitoria; o que traz prejuízo, malefício; o que é ruim; má ação etc.).
Você disse “pior (adjetivo) mal (advérbio) feito (substantivo)”. Não seria “pior (adjetivo) malfeito (substantivo)”?
Reinaldo,
Minha singela dúvida é a seguinte: quem irá garantir a integridade física da moça? A “segurança” da Uniban já provou que não tem competência para por ordem na biboca. Como conseguirá o Sr. Pinto fazer com que seus clientes mantenham os deles dentro das calças?
Perguntas (im)pertinentes.
Como fica a situação da moça? Desexpulsada?
Quem manda na Uniban? Mercadante?
De todos o que é a vítima? Culpada?
O que é mostrar as pernas? Aviltante?
Segundo o pensar dos alunos
da tão comentada faculdade
doravante nos tornamos hunos
e extingua-se a tal diversidade
Pernas de fora é um horror
Decote ousado nem pensar
Beleza nos causa esturpor
Queremos mesmo é matar.
Meu Deus! Que isso! No pais do carnaval e o tempo todo vemos mulher pelada na TV, nem assisto mais canal aberto! Olha! Quando estava na faculdade andava no início de 1990, usava mini saia, blusa curta e transparência e trabalhava em orgão governamental, as piadinhas sempre existiam, o mais eram elogios, mesmo porque nasci da década das minis em 1960 ( e coloca mini nisso) super justinha, franzidinhas, trapézio e Beatles e toda a revolução, hoje ainda visto roupas curtinhas com meias, no calor sem meias e recebo elogios e nem são tão folgadas como a moça da universidade! Chama-se RETROCESSO! DITADURA! QUE GENTE BURRA É ESTA,VELHOS ADOLECENTES “UNIVERSITÁRIOS?”VISÃO CURTA VIDA MEDÍOCRE…..
Tio Rei,
Muito mais curto e escandaloso que o vestidinho vermelho de Geisy, só mesmo o rendimento do FGTS.
Nosso fundo garantia por tempo de serviço vem desfilando despudoradamente de bumbum de fora desde 2002, mas isto não parece incomodar nem um pouco a manada de TOLOS que apoia nosso Açambarcador Mor.
Não existe lugar nenhum no mundo que remunere mais o capital estrangeiro que o nosso mercado, mesmo com a recente taxação de 2% de IOF sobre as aplicações estrangeiras que, diga-se de passagem, serve somente para redirecionar os investimentos para Wall Street, por onde agora é possível investir em Bruzundangas livre de qualquer taxa. Entretanto, em nossa próspera República dos Bruzundangas, que é (des)governado por um ex-sindicalista, a classe trabalhadora terá proporcionalmente o menor rendimento do FGTS de toda sua história.
Um legado de Perdas e Transtornos!
Bruzundangas, um país de otários para gringos esPerTos.
E ainda temos as mocinhas da UNIBAN que apoiaram a indignidade e que são as mesmas que, em quaisquer bailes e festas, dançam rebolando os bumbuns de forma quase obscena. Será que elas acham que suas danças justificariam ataques de rapazes descontrolados, coisa fácil de acontecer num ambiente de festa com bebidas e outros… estimulantes? Hipócritas!
Tio Rei,
Vou tentar responder à sua pergunta “O que está acontecendo nas Universidades ?” Como elas se tornaram um negócio, é incompativel com o business a tolerância, a troca de idéias, os questionamentos. Atrapalha a contabilização de lucros, e, principalmente, a concentração dos mesmos nas mãos de poucos.
A Universidade Fumec, em Belo Horizonte, “apedrejou” publicamente diretores e professores, (para que quem alguns tomasse o poder) de forma arbitrária, vergonhosa e falsa, usando um relatório de auditoria que o MP classificou de “imprestável”. Tudo mentira, mas as universidades não se preocupam com a verdade nem com o conhecimento, mas só com lucro e poder.
“O caso do trote da minissaia”.
1. UNIBAN - São Bernardo do Campo.
2. A “vítima”: Geisy, estudante, gordilminha, filha de um operário metalúrgico aposentado.
3. militância insana dos universitários em manada - alunos e alunas agitados.
4. Uma minissaia “vermelho-bandeira”, muito cafona, pois;
5. A Mentira despudorada da fantasia: Mostra as pernas e esconde a vergonha dos braços, e do colo - não foi por calor, festa mais tarde, levaria na bolsa para se trocar sem sujar.
6. advogado malvado “Décio Machado” (trocadilho) reitor redentor: “Pinto”(trocadilho), e mais: palco - Vicentinho, Suplicy, Marta, UNE, etc
7. 1ª Entrevista exclusiva: Rede Record
conclusão: a mídia caiu no trote.
Com toda a violencia, do Rio de Janeiro, ainda não chegamos ao requinte de agredir loiras de mini saia.
Tenho acompanhado seus artigos sobre o lamentável episódio ocorrido na Uniban e embora concorde com voce
sobre o absurdo da intolerancia e do preconceito ali demontrados nao posso deixar de registrar que o
mesmo está sendo praticado pela mídia em relaçao aos professores, funcionários e alunos que nao tiveram
nenhuma participaçao no acontecimento.
Como ex-aluna, graduada em 2006, quero deixar registrado que de nenhuma forma o nível dos professores
deixa a desejar.Sao eles mestres e doutores em suas disciplinas e nao podem ser responsabilizados pela
grade curricular e seus conteúdos impostos pela coordenaçao da universidade.
As manchetes veiculadas sao absolutamente hipócritas e preconceituosas ao atrelar classe social ao nível
de ensino.Náo nos esqueçamos que os setores mais intelectualizados da educaçao propagam aos quatro
ventos a pedagogia do oprimido, a educaçao inclusiva, a igualdade de oportunidades, considerando sempre
o conhecimento prévio de seus alunos.Lembremos que a o nível da eduçao formal é proporcional ao nível da
educaçao informal e qualquer educador considera esse o ponto mais nevrálgico de seus alunos.
Náo tenho a pretensao em sair em defesa da Universidade, mas pensei em falar por mim e por centenas de
profissionais que enfrentarao no mercado de trabalho o fato de nao serem formados em escola de primeira
linha(como pedem os selecionadores) e agora a generalizaçao simplista de todos os alunos no ocorrido.
Penso que pertencer a classe C ou A , pagar barato ou caro por uma mensalidade , nao pode ser referencia
alguma de qualidade ou capacidade intelectual, como querem demonstrar os meios de comunicaçao. a
universidade brasileira ainda tem um longo caminho a percorrer, uma vez que se caracteriza ainda por
ser uma cabeça que pensa e várias maos que escrevem.
Permita-me fazer uma analogia com as sombras da caverna, de Platao, vislumbradas através de uma pequena fresta nas paredes e o mito de Sísifu, em sua busca pelo sentido e unidade de seu destino.Talvez seja essa a explicaçao para a busca de um diploma, mesmo na Uniban.
Acredito que o peso dessa ocorrencia nao pode ser divido com os 70.000 alunos da Uniban.As decisoes equivocadas de seu reitor e conselheiros,ou da turba enfurecida, nao tem autoridade para falar em nosso nome.Acredito que a grande maioria de nós pode em algum momento vislumbrar as sombras nas paredes da caverna e buscar, como Sísifo, algum sentido para o seu destino.Valeu a pena.
A título de informaçao: Sou graduada pela Uniban, com pós-graduaçao na PUC/SP e aprovada para o mestrado na USP , em 2010.
um grande abraço,
ps: a ausencia de acentos deve-se ao teclado nao programado corretamente
O que quase nem abriu, já fechou…. MEC arquiva processo de supervisão à Uniban ( http://educacao.ig.com.br/us/2009/11/10/mec+arquiva+processo+de+supervisao+a+uniban+9059966.html). Nada além do esperado. Essa Sesu não tem moral nem para alunos fraudadores de conceitos (Física/ UFPA/ 2007) de universidade pública, quanto menos contra pessoal de privada.
Texto irretocável!!! Perfeito!
Obrigada!
PARABÉNS a todos que tiveram CORAGEM de defender a MORALIDADE. A cada ano que passa, vão ficando em MINORIA!
Já não podem mais CONTRARIAR a MAIORIA. Em que PLANETA estamos????!!!
Reinaldo,
Veja a reação italiana ao Comando de Caça ao Crucifixo:
http://fratresinunum.com/2009/11/10/kreuz-net-italia/
É pena que isso não tem a menor chance de ocorrer por aqui.
Como bem disse o excelente Fidel Castro, o verdadeiro autor dos posts publicados por “Yoani”, existe certa gente que justifica a violência contra as mulheres com base no argumento de que elas, no fundo, incitam os homens à agressão vestindo-se e comportando-se de maneira insinuante. Se as mulheres fossem despidas de sensualidade e andassem vestidas de sobretudo e capuz em pleno verão brasileiro, não haveria crime sexual, a seguir essa linha de raciocínio.
A expulsão foi apenas a conclusão lógica desse raciocínio criminoso. A forma pela qual a revogação se deu é uma prova do arbítrio da expulsão e sinal claro de que algo de mal se passa na Uniban.
Fidel continua atual… ; -)) Risos.
Grande Reinaldo,
O ruim de São Bernardo do Campo, é que você anda, anda e
não chega em Ipanema.
hahaha… “não se RECUSARAM a não se submeter”. Mas tanto jogo de negativas assim é um caso de linguística avançada.
É nisso que dá a proliferação de algumas universidades na mão de mercadores do ensino. Não têm compromisso com nada. Só com o dinheiro. Numa palavra,acaba virando uma TALIUNIBAN. Talvez ela devesse se instalar no Afeganistão!!!!!!!
Segundo Dora Kramer:”Na Uniban não vigora o Estado de Direito. Lá viceja a liberdade de injuriar, agredir, humilhar, desrespeitar e barbarizar. Se não há garantias para Geisy, não há para mais ninguém que desobedeça aos critérios de conduta impostos pela malta à qual a Uniban conferiu salvaguarda para defender o “ambiente escolar” com a truculência que achar conveniente à ocasião.”
Pior a emenda que o soneto. O que prova o que a reitoria da Uniban não é muito inteligente, não é muito hábil. Colocou mais lenha na fogueira.
Chamava a moça para conversar,ou ela ficava dentro dos padrões, ou se retirava espontaneamente.
Expulsão nunca, é muita truculência num pais onde aa mulheres usam fio dental, desfilam nuas no carnaval.
A psicologia do coletivo é fascinante e pouco explorada em público, exceto em certos ramos rentáveis, como o de estudo do consumo. O comportamento da multidão é passível de análise, havendo vertentes interessantíssimas, como a do comportamento humano nas catástrofes, por exemplo. O fato é que tudo foi muito primitivo, e, sobretudo por isso, nos incomoda. Qual a necessidade daquele vestido no século 21? Qual a necessidade da resposta bestial ao equívoco?
No meio dessa celeuma toda, gostaria de lembrar o caso da menina de 12 anos que foi encarcerada no Pará numa cela com 20 homens durante quase um mês, sendo estuprada e torturada continuamente. Algo que jamais deveria ter acontecido, só foi interrompido quando um dos presos denunciou e isso foi noticiado. Mais chocante, como nesse caso da uniban, foi a reação de DELEGADA, JUÍZA E GOVERNADORA, mulheres que trataram de avaliar a conduta da vítima afirmando que ela não havia se declarado como menor de idade, que ela também já tinha uma vida deliquente na rua, enfim… que ela MERECIA o que aconteceu.
A juíza, inclusive, foi incisiva ao negar um pedido para retirar a menina da prisão, ou seja, manteve conscientemente uma criança sob tortura explícita e mais tarde foi isenta de responsabilidade pelos desembargadores que analisaram sua atuação.
Pois bem, mulheres e até crianças sofrem uma perversidade crua de nossa sociedade que até elas mesmas se sentem confusas e acabam se aliando aos carrascos.
É bem cruel.
Ainda acho estranho que se faça alguma menção à vestimenta da estudante. Ela foi agredida por um bando de idiotas que depois vieram com essa desculpa rídicula de decoro. A direção da Uniban aderiu a essa tese e publicou aquela infâmia dizendo que os alunos estava protegendo o ambiente… Não interessa o que a estudante vestia, fazia ou como se comportava. É inadmissível as ameaças que sofreu, a humilhação e o anúncio da “universidade” denegrindo a imagem da vítima.
Livro do Reinaldo? neztepaiz, a cada hora, sempre haverá o próximo.
No domingo, enquanto você passeava com suas mulheres, Chávez declarou guerra ao mundo.
Rei, no próximo dos próximos, cabe um título “A Bola de Cristal”. Você tem competência pra isso.
Achei genial a tatica da Uniban para o caso desta menina, primeio expulsam, como a reação foi adversa voltam atras. O seu curso de direito deve ensinar que o ladrão que devolve as joias, elimina o ato do roubo, e caso encerrado. Espero que as autoridades competentes não aceitem esse absurdo.
Rei,
Sou carioca.Desculpe - me.
UNIBAN ,nunca ouvi falar. Nao seria TALIBAN.
Burka , vestimenta oficial.
Banida da escola por usar minisaia.
Náo seria UNIBAMBI.
Aqui no Rio o shortinho com a popinha da bundinha aparecendo e mais que normal.
Numa UNIVERSIDADE.
Pobre, Sampa, de Rita Lee, da garoa, São Bernardo do Campo berco do PT e do Alcoráo.
Voce se formou aonde. Na UNIBAN.
Coitado. vai ralar para conseguir emprego.
MEC, fecha essa BOITE PRECONCEITUOSA.
Com faculdades dessa estirpe, há de se reconhecer que certo faz o presidente Lula em não ter diploma.
Os VALORES expostos constantemente neste blog estão em desuso na terra dos malditos petralhas.
Como se diz em Dois Córregos (SP - terra de Reinaldo Azevedo), “a cada enxadada, uma minhoca”.
Reinaldo, veja o link abaixo sobre as questões do ENADE que fazer “apologia” ao atual governo.
Um tema que merece ser comentado…
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/11/09/confira-as-questoes-do-enade-com-referencias-ao-governo-lula-914674728.asp
Essa Uniban, ao invés de fazer logo o que tem que fazer, quanto mais mete a pata, pior fica. Quanto mais fala, pior fica. Quanto mais tenta consertar, pior fica. Alguém ainda quer estudar lá depois da demonstração de um (des)nível intelectual desses? E os estudantes que não participaram, que foram contra, então berrem, não sejam omissos, não alimentem “o silêncio dos bons”. Vão deixar a “minoria ativa” fazer o que bem entende?
“Os que não participaram daquela baixaria não têm por que se sentir atingidos.”
Eis um engano lamentável. Esses e a própria instituição é que são as verdadeiras vítimas de toda essa história (pouco importando se os que dirigem aquela são petistas ou não). À INSTITUIÇÃO cabe sim inquirir as responsabilidades dos envolvidos e puni-los, ainda que com expulsão.
Daí decorre que nem a menina está isenta de punição, se se comprovar que sua atitude foi além de uma mera saia curta (possibilidade que não sou ingênuo de descartar a priori).
Esta estória do “eu não sabia”, nos faz lembrar aquela do ladrão de porco: ” O ladrão roubou o porco de um homem e estava fugindo com ele nos ombros, quando o homem viu disse a ele:
- o que está fazendo com o meu porco?
- e o ladrão perguntou, “QUE PORCO”?
- a vítima disse: este porco que você leva no ombro!
e o bandido (provavelmente de um Partido Político que tem este costume feio) deu um tapa no bicho e disse: “TIRA ESTE BICHO DAQUÍ!!!
Reinaldo, está na hora de criar o troféu MERCADANTE; o que acha da idéia?
Parabéns pelo artigo! A Uniban deveria ser punida pelo flagrante desrespeito aos princípios democráticos de direito previstos pela Constituição. A atitude unilateral da instituição é um incentivo à intolerância e ao abuso sexual.
Como é burra a direção dessa universidade. Fizeram a lambança que fizeram, humilharam a moça nos jornais, expulsaram-na da escola e depois voltaram atrás. Não seria mais inteligente ter punido os imbecis que a desrespeitaram e se desculpado publicamente com a moça? Assim evitariam uma ação por dano moral. Gente burra.
Quando entrei na Federal de Santa Catarina, em 1989, a coisa ainda era séria. Era difícil passar para direito, medicina, ou mesmos cursos menos concorridos. Depois começaram a abrir faculdade em tudo quanto é biboca, com prevalência cursos que dependem somente de livros, especialmente direito. O Brasil está afundado nas trevas e, até entre advogados, juízes e promotores, é difícil se fazer entender, posto que muitos são somente técnicos, que não leram os clássicos e não conseguem perceber o contexto da realidade. Uma verdadeira horda tecnocrata. Com essa facilidade em fazer faculdade, para quê ensino médio forte? É desesperador. Logo teremos exilados.
“Na hierarquia da civilização, o criminoso não dá aula de moral ao indecoroso”
GENIAL!!!!!!!!!!!!!!!!!
Caro Reinaldo,
Parabéns por nos contemplar com mais um texto primoroso sobre esse episódio repugnante,que desde as primeiras manifestações tornadas públicas foram objeto das melhores críticas à barbárie e intolerância contra uma simples aluna da UNIBAN.Pela importância reproduzo na íntegra a sua advertência: “Insisto desde o primeiro dia: a questão é mais séria do que parece.”,por expressar a realidade deletéria do ensino no país.É o me engana que eu gosto na sua melhor expressão, pelo qual os responsáveis ainda se vangloriam do “avanço”!Não nos iludamos,esse caso não é pontual, é a ponta do iceberg da falência do nosso ensino,fundamental, médio e universitário.
Finalmente estabeleceste a vinculação da Uniban e os petralhas.Já era hora. Parece-me que nem criador do adejtivo, compreendeu a tamanho da infiltração da ética petralha em nossas instituições e ou organizações. Era óbvio que a tal ´´facurdade´´ é parte do mundo petralha, é especializada em conferir ´´us diproma pra nóis´´ . Ao contrário da UNICAMP,onde a elite do petralhismo tem que pelo menos ter frequência e defender a tese, como isso trabalho, o currículo sai falsificado.
Excelente artigo! Pôs o dedo na ferida. Dói. Um ponto de vista estimulante para começar o dia…
Tio Rei
Obrigado!
Tio Rei, INDISPENSAVEL!!!
Logo que não se reeleger o mercadante já tem colocação.vai ser conselheiro da unibambi.em matéria de revogação do irrevogável ele tá fazendo escola.
Do blog Tutty Vasques: A desxpulsão
Falta ainda corrigir o tempo nos cronômetros, mas tudo indica que o reitor da Uniban tenha batido o recorde de Aloizio Mercadente na mais rápida revogação do irrevogável. Com a desvantagem de que no caso da readimissão de Geisy , expulsa, não precisou nem do apelo do presidente Lula. Este falso “moralismo” que impera em algumas pessoas é assustador! Tudo isto é falta de uma educação de qualidade, de diálogo entre as famílias, professores, enfim, coisa que infelismente o “nosso” presidente que bate o “recor$de” de “homenagen$”, não é capaz de reverter esta situação, pois é capaz de confundir habilidade política com capacidade para governar,diga o mensalão
Reinaldo,
Cunhei um pretenso soneto para a Geisy, para as garotas de Ipanema e para os talibans de Uniban e do Brasil. Publiquei-o no blog tateando Amarras, http://tateandoamarras.blogspot.com/, espero todos vocês gostem.
Um abraço!
Sou aquilo que chamam de careta. Mesmo assim fico cada vez mais espantado com a reação das pessoas. Como existe preconceito em nossa gente jovem! Na minha caretice até não achei o tal vestido tão curto assim, mas na TV noticiam “microvestido” (???). O resto é essa insanidade que tomou conta da tal Unibam.
E tem gente que ainda paga para estudar na tal da Uniban?
É desperdício de tempo e de dinheiro.
Se fosse Geisy nunca mais colocaria meus pés naquele lugar, não é seguro estar ali. Eles já provaram que são animais, que vivem na idade da pedra.
Enquanto o ensino básico do país for medíocre e as “universidades” a prestações vendedoras de diplomas, não teremos futuro melhor. As Univ. e Faculdades que pipocaram em cada esquina igual a rede de lanchonetes não formarão uma uma elite pensante. Isso mesmo elite….elite intelectual, é assim em todo mundo. Uma elite de médicos, engenheiros, dentistas, e porque não jornalistas. Só se chega a um curso universitário se o individuo está preparado para tal, com bagagem de informação, de cultura… Essa falsa democratização do ensino superior nos leva a um caos intelectual. Não venham com o discurso dos menos favorecidos…pobre sim consegue se formar… desde que a escola o prepare
Bravo!
Parece uma bobagem o que escrevo….mas tudo mudou para bem pior o dia que professor(a), Mestre e Reitor virou TIO e TIA….
Ninguém mais respeita o profissional de ensino neste País….
É Tia para lá e tia pra cá….
Fala a verdade Reinaldo, isto merece um comentário seu….
A impressão é que a decisão foi empresarial para resolver o problema da forma mais rápida e eficiente, mas quando descobriram que uma instituição educacional envolve outros fatores e a repercussão foi desastrosa, eu não sabia, muda-se o deferido.
Essa história tá virando o próprio “tiro que saiu pela culatra”….rsss….. quem diria. As farinhas do mesmo saco, não sabiam que sacudindo essa poeira ia aparecer tanta sujeira por baixo do tapete.
Como dizem as crianças numa briga: bem feito! bem feito!.
eidia/bh
http://www.oquevivipelomundo.blogspot.com
Ele é representa das Instituições de ensino superior porque tem influências políticas. Esse é o Brasil que conhecemos!
Reinaldo, adorei o que escreveu.
Infelizmente o mais importante nessa historia não está em questão…A menina “mal vestida” foi humilhada, xingada, ofendida.
Ninguém parece preocupado em punir os agressores, os “sem noção” , aqueles que acham que podem tudo em qualquer lugar.
O ser humano é realmente um projeto que não deu certo.
Reinaldo,
Como pai, entendi de imediato a gravidade da situacao.
Solidarizo-me com a aluna, seus pais e todas as alunas e pais que veem suas filhas encurraladas no cipoal de crimes cometidos no Brasil.
Ruas aonde nao se pode passar, bairros aonde nao se deve ir, sinais vermelhos que nao devem ser obedecidos, horarios em que nao se deve passear na rua, roupas que nao se deve vestir, materias que nao podem ser publicadas, leis que nao se cumpre, investigacoes que nao devem ir a frente, uma verdadeira sociedade maluca se controi, pouco a pouco, no Brasil.
A reacao deve ser imediata, para cada um dos fatos.
Antes que os bandidos assumam de vez o controle total da situacao. Levanta, Brasil
A fragilidade de gestores,gerentes,professores,diretores e reitorer diante de situaçôes digamos “inusitadas” coloca em risco a ordem das coisas. Isso é fruto de uma formação beseada no senso comun, onde se muda ou deturba certos conseitos. Estamos falando de orientar a moça sobre o fato de estar se espondo á pre-jugamentos aonde nem sempre as pessoas tende a respeitar direitos individuais. Supostamente vivemos em uma civilização moderna mas temos que sempre nos precaver das barbaries cotidianas, faltou um desse covardes formados e preparado nas coxas para orientar a Garota, afinal ela esta lá para aprender.
A UNIBAN fez o mesmo que o estuprador que culpou a mulher sedutora pelo estupro.
Excelente análise. Importante o destaque às reações tardias das diversas “entidades”, e ao silêncio da maioria dos alunos da própria Uniban.
O blog é excelente e nos ajuda a ter uma visão crítica sobre os assuntos abordados. Parabéns!!
Esse é o pais do vale tudo, no legislativo se pratica todo tipo de crime e nada se apura e ninguem é punido, no executivo idem. Essa moça quis aparecer, foi à escola quase nua, foi hostilizada, poderia ser pior ou melhor depende do que ela pensava colher, chamar atenção, levar cantada, ser estuprada, quem sabe, se transformou numa grande vitrine, melhor pra ela e pro oportunistas de plantão.
O que se passa com universidades brasileiras é que políticos são donos dessas coisas e colocam os testa-de-ferro como “donos”. E esses “donos” participam e dirigem órgãos do governo, como os conselhos, que não deveriam permitir a participação de entidades privadas em órgãos deliberativos. O governo deveria cuidar de suas escolas e o setor privado deveria cumprir metas de qualidade, mas sem se misturar com os órgãos governamentais. OI resultado dessa participação nesses órgãos é que as entidades privadas dominam todos eles porque a pressão, aliciamento, etc, que fazem é pesadíssimo. Público, público. Privado, privado.
REI.
COMO VC DIZ: A CADA ENXADADA UMA MINHOCA.
ESSES CARAS A CADA ATO, SEMPRE APRIMORAM A CRETINICE, AINDA MAIS, COADJUVADO PELO IMPOLUTO “RÁBULA” QUE, COMO HAVIA DITO ANTERIORMENTE, AO VER SUA IMAGEM NA TV, COM AQUELA APARÊNCIA DE IRMÃO METRALHA, DEU PRA AVALIAR O NÍVEL DA “UNIVERSIDADE??”.
AGORA OS RATOS SAÍRAM DA TOCA.
OS PESCADORES DE ÁGUAS TURVAS VÊM À PÚBLICO PARA APARECER, UNE, DEPUTADO LACAIO, FEMINISTAS PERTENCENTES A QUADRILHA PETISTA E ASSIM VAI.
A VÍTIMA LUICRARIA MAIS, SE SAÍSSE MESMO DAQUELA USINA DE COMPOSTAGEM.
Rods
Duas vezes errado! Além de não punir os estudantes revogou a expulsão da aluna.
É preciso punir os estudantes que agrediram a moça. Estupradores, linchadores, incitadores.
É preciso punir a moça que confunde universidade com outros tipos de ambiente.
O que espanta, além desta demonstração de primitivismo comportamental que nem símios são capazes de fazer, é a “capacidade” dos assessores jurídicos dessa universidade, que não foram competentes para alertar e convencer a instância decisória do absurdo daquela situação. Esses assessores são uma ameaça pública.
Ressaltando ainda a palavra covardia, eu não creio que cerca de 700 pessoa tenham se revoltado com a maneira da moça se vestir, ou que ela feito algo que enfureceu tanta gente, isto não é possível. O que mais me chama a atenção é este comportamento histérico coletivo e irracional. Creio que muita gente nem estava sabendo porque estava hostilizando a moça, faziam isto, simplesmente, porque naquele momento ela era o alvo de alguns, e portanto, se juntaram para tirar uma “casquinha”, infelizmente temos muitos seres humanos assim, que gostam de bater em que está caído, acuado ou em desvantagem. É isto o que sempre ocorre em um linchamento.
Caro Reinaldo,
Quero parabenizá-lo pelo grande trabalho que você faz. Hoje “O Globo” reverbera a propaganda política feita na prova do ENADE.
Infelizmente vemos o fascismo petista entrando na nossa vida em todos os assuntos.
Temos que lutar contra isso.
Um post excelente Reinaldo,
Essa moça será fatalmente patrulhada. Os linchadores pagarão caro para vê-la em um baile funk, em uma revista adulta, ou em uma praia, carnaval etc. Pagarão aos seus blogueiros de aluguel pela divulgação de qualquer foto de celular que constranja a moça.
O Antônio Tabet, do Kibe Loco, sintetizou bem o pensamento dessa turma em uma charge sobre o Renan Calheiros. Comemorando a absolvição e feliz da vida ele dizia: agora me traga a playboy da Mônica.
Reinaldo, uma dúvida: por que é incorreto dizer “mal feito” se “mal” pode ser tanto substantivo como advérbio? E por que essa regra existiria apenas para o verbo “fazer”? Ou seria também incorreto dizer que um texto foi mal interpretado? Obrigado.
Prezado Reinaldo,
A história de Geisy e a Uniban é, mutatis mutandis, a história de Ló e Sodoma contada em Gênesis 19. Sodoma foi destruída pelo juízo divino, veja bem, quando TODOS os habitantes da cidade (desde o velho até o mais moço) tentaram estuprar os 02 anjos de Deus que estavam hospedados na casa de Ló.
O mesmo espírito que animou a turba de Sodoma é o mesmo que animou a turba da Uniban:
“Traze-os fora a nós, para que os conheçamos”, gritou a turba sodomita.
“Libera a loira gostosa”, gritou a turba unibana.
Sinais dos tempos.
SINAIS
O fato de termos na presidência um senhor de manifesta incultura, aversão à leitura e modos de extrema grosseria,não pode ser visto como fenômeno isolado ou acidental.
Lula, é claro, não é o responsável por essa assombrosa decadência cultural e política em que estamos nos mergulhando profundamente. Não, isto é um fenômeno cujas causas estão, também, no passado. Lula não é a causa, mas o seu mais significativo, eloqüente e emblemático sintoma.
As crescentes manifestações de degradação social, cultural e política são alarmantes.O analfabetismo dos meios cultural, universitário e artístico, a suprema degradação da política, a servil submissão do Congresso, Supremo e Imprensa ao poder, as crescentes manifestações de selvageria, baderna, desrespeito explícito à lei, criminalidade e impunidade, a desmoralização explícita do estado de direito comandadas pelo governo, o estatal-populismo em sua versão mais retrógrada - são todos sintomas de uma mesma doença.
O país está em estado terminal de sua mais grave crônica doença : O ATRASO!!!
Como a ANUP — e a UniBan, certamente — parece optar por sepultura em lugar de esplendor, acho que está muito mais para a ganga impura que a bruta mina entre os cascalhos vela.
Haverá entre eles algum parnasiano? Alguém que saiba o que é isso?
O lulo-petismo está mesmo trazendo o “homem novo” que as esquerdas prometiam. E ele é de uma ignorância atroz. E de ouro nada tem, a não ser a ganância.
Infelizmente, não conseguem perceber, uma incapacidade terrível os impossibilita quase completamente de entender as implicações do que estão dizendo. Não sei por falha de leitura, baixo nível de capacidade de compreensão de argumentos, incapacidade crítica total, não sei. Não consegui ainda chegar à uma conclusão sobre isso. Mas tenho certeza que mesmo o mundo civilizado inteiro continue sendo contra e apresentando todos seus argumentos meninos e meninas de 18 a 35 anos seguirão tentando defender a barbárie com todo tipo de “argumento” estapafúrdio.
O que fazer? O que se faz nesses casos extremos?
Concordo com o que disse, o que me chama a atenção é que no dia à dia encontro pessoas que criticam esta moça, concordando com a tese de que ela realmente deu motivos, de que ela não se vestiu adequadamente. Oras, podemos discutir o gosto dela para se vestir, se for este o caso, podemos encaminhar uma carta com o nome dela, para o “Esquadrão da Moda” do SBT, mas até ai, eu diria que isto é um problema dela, se tem mal gosto para se vestir, se quer aparecer, tudo isto, cabe a ela resolver, o que não posso aceitar, é que no meio de um ambiente universitário, seja encorajado este tipo de atitude, grosseira, mal educada, e covarde, contra uma unica pessoa.
Muitos desses alunos estão se queixando que estão “generalizando” e que nem todos alunos da Uniban pensam assim. Já ouvi e li diversos alunos reclamando disso. Dizem que não fizeram parte e que consideram errado o que foi feito com a moça e tudo mais, porém no momento seguinte dizem que a moça também é culpada por “querer aparecer”, “ser vulgar”, “não se dar o respeito”, “manchar o nome da universidade”, “usar o episódio para auto-promoção”, etc. Ué, que isso? Que contradição gritante é essa? Ah sim, claro, percebo. Querem que sua posição ponderada seja dita: “olha, somos contra toda barbárie, mas ela teve culpa, sim!”.
Grande Reinaldo,
Você foi o primeiro a se mobilizar, as outras instituições esperaram
os desdobramentos (expulsão da aluna) prá darem a cara, se não
houvesse acontecido a expulsão a moça arcaria sozinha com todo
prejuízo.
Muito bom texto, parabéns. Só um comentário breve. Creio que a universidade se chame “Bandeirante” e não “Bandeirantes” (inclusive Zeca Camargo no Fantástico fez questão de corrigir imediatamente quando fez o anúncio errôneo).
Acho que neste trecho você iria citar o número de universidades? Se não, desculpe-me: Leiam trechos do que vai no site de uma entidade que reúne nada menos do que universidades:
O vice-reitor não seria aquele sujeito de nome estrangeiro? Prof. Ms. Ellis Wayne Brown? Milton Linhares foi vice-reitor até 2008 como informa seu lattes.
Cordialmente,
Daniel Brisolara
Vi uma moça ontem, (até bonitinha)dando entrevista, dizendo que a estudante deveria ter sido expulsa sim.Ela provocou usando mini saia.Será que quando os alunos assinam o contrato com a universidade está lá:não usar mini saia,más sim a maniacos estupradores e talibãn?O absurdo é tanto que não percebem a baboseira geral.Quer dizer que aquela gente que deve fumar,beber e fazer coisas até piores,podem frequentar as aulas,más mostrar as pernas como está a moda, não?A vestimenta estar inadequada é caso de expulsão, más ameaçar com estupro não?Alunos que se dão ao luxo de preseguir por causa da roupa,será que a moral deles é a mesma com relação a uso de drogas, roubo?Dúvido.Gente covarde.Gentalha
Não tenho o que comentar.
ARTIGO MARAVILHOSO!!!!!!!!!
OBRIGADO
Reinaldo, a respeito de você ter dito que Geyse era uma “sem ONG”, com clareza estupenda em minha opinião, vejo agora setores da imprensa fazendo análises tendenciosas e repugnantes de que de certo modo ela “ao vestir-se como uma P..” estaria sendo perseguida atc. e tal ( até de modo cômico comparando-a coma Geni do Chico Buarque). Fica evidente neste ponto de vista que ao compará-la com uma P… ela agora integra uma minoria ONGizada. Te dou todo o apoio em reiterar que houve sim preconceito pelo fato dela ser uma mulher comum, como se não tivesse o direito de colocar um vestido curto. Será que se ela fosse uma celebridade teria sido agredida?
Desculpe-me, não resisti a comentar o presente post.
UNE. Que instituição é essa? Não conheço! Quando foi criada? Qual a sua finalidade? Onde fica sua sede? Qual a necessidade de sua existência?
No passado existiu uma similar, fazia barulho, pregava os princípios constitucionais, defendia as boas universidades, os alunos, a democracia; em suma, tinha uma finalidade: aparelhar um partido.
Então seguindo a linha de raciocínio dessa anta, travestida de reitor…São Bernardo deve fazer parte daquele grupo que tem “particularidades”…É, deve ser isso pra poder explicar essa coisa absurda, sem sentido e calhorda que fizeram.
Uniban e Taliban bem que rimam… e uma instituição comandada por Pinto não tem mesmo autoridade para falar em decoro.
O saudoso Peter Drucker (se não me engano), disse, uma vez, respondendo a uma crítica sobre a “elitização” do sistema universitário americano, que a tarefa da universidade (lá, lógico), não era educar, era escolher justamente a elite dos líderes que dessem continuidade à cultura da nação americana, com seus princípios, valores, crenças e competências públicas e privadas. Educação era tarefa da família e da escola básica.
Aparentemente, cá, na “zona” do Brasil, inovamos novamente. Elegemos um “líder” analfabeto pela segunda vez e, descobrimos, a nossa universidade, aparentemente, ao invés de preparar líderes, treina animais… que “dirigem” e que “estudam”!
Rei
Pelo que li em uma matéria do Estadão, os alunos continuam sem entender nada de civilidade. Muitos ainda não se conformavam, ontem, com o tal “circo”, como eles chamam a cobertura jornalística, na porta da universidade. E continuavam a culpa Geyse e consideravam que, agora sim, é que ela teria que ser expulsa MESMO!
Estou ficando desconfiada da capacidade intelectual desta gente. Não é possível que jovens “universitários” não consigam, de jeito nenhum, entender conceitos tão simples. Por mais que se explique, não vai!
É preocupante.
Acho hipócrita, falsa e preconceituosa a atitude da Uniban, de seus alunos e dirigentes que humilharam publicamente uma aluna por causa da sua “postura provocadora”… Minissaia sem “postura provocadora” pode, segundo algumas alunas ousaram dizer em entrevistas em jornais ! O que é isto, quem são essas alunas da Uniban?? Serão homens disfarçados?? Serão justiceiras da moral??
Ou serão patrulheiras da milícia da moda ??? Para mim são meninas sem atitude, sem opinião, servis e pior : são mulheres sem amor próprio ! Cansei de ver universitários, com a cueca aparecendo para fora da calça (aquela moda ridícula), sem camisa (no verão), ou de bermuda… Eles podem não é ???
“Pena que não dê tempo de entrar no próximo livro.”
Queria muito um livro seu com aqueles “textos de formação” e com referências à “livros de formação” recomendados também.
[]s
Caro Reinaldo, não gostaria de politizar o assunto, mas… Me corrija se estiver errado, por favor.
A latrina petista da Grande SP fez escola e transbordou.
Podemos afirmar sem medo de ser feliz que é a própria universidade dos sonhos petralhas (com todo respeito as exceções): primeiro, a intolerância contra quem discorda de suas metodologias ou se porta diferente (Oposição?). Segundo, a turba arruaceira que transgride todas as leis sem medo de punição (lembra o MST?). Terceiro apuração que não se apura nada (Mensalão, Correios, PeTrobras,…?). Quarto um reitor que “não sabia de nada” (Lulla, Sarney, Renan,.?) e, por fim, uma revogação do irrevogável (Mercadante?).
Tais brincando!
Creio que você esteja redondamente enganado quanto ao quê causou o “fim do silêncio.”
Se eu tivesse tempo e acesso aos dados, tentaria demonstrar (através do timing) que o “fim do silêncio” não foi causado pela expulsão da aluna, mas sim pela publicação no exterior de matérias críticas ao Brasil devido à expulsão da aluna.
Secretaria Especial das Mulheres se mexendo por humanitarismo, senso de justiça, coerência ideológica, dever cívico!? Essas pessoas são movidas por outros tipos de pulsões e sentimentos, muito mais narcisistas.
OLHA SÓ QUEM CHEGA PRA COMPLICAR!
Não tem jeito! Em tudo que a UNIBAN se mete dá errado. É o jeito de ser de sua administração. Quando a situação já era claramente de vergonha e horror, quem ou o que lá surge pra complicar tudo ainda mais? Pinto! Logo ele (NESTE TRECHO, REINALDO CENSURA WEIMAR…). Pinto, em horas assim (REINALDO CENSURA WEIMAR DE NOVO!!!).
“Pinto é o manda-chuva na UNIBAN”, fiquei sabendo, embora desde o começo suspeitava que assim o fosse, e então disse aos meus botões: Se ele aparecer (TRECHO CORTADO)… E não foi isso que aconteceu? Sem surpresas!
Weimar
Reinaldo, bom dia
Para variar o seu excelente texto e o tapa no ouvido nesse pessoalzinho que não sabe pensar, não tem empatia e nem respeito pelos outros… Desde quando aquela cena de filme de terror é a atitude a tomar no caso de uma roupa que acham ser inapropriada. Só se for em países aonde se puxa a mulherada pelos cabelos, rapta para casamento forçado, apedreja por tomar cerveja e mata quando fica velha e viúva ! Deus me livre um país desse! E pior: que atitude servil, submissa e reacionária de várias alunas da Uniban que deram entrevistas em jornais condenando a vítima Geyse e declarando apoio a faculdade e aos “meninos” que as salvaram de serem consideradas “P”. Falta inteligencia!
Meu caro Reinaldo;
Como v. diz….. Então está combinado……A região em que a população receber mais de x por cento do bolsa família, passa com nota menor.
Quem pagaria para o filho estudar numa “universidade” dessas?
Mais uma vez muito bem dito Reinaldo.
É isso aí, tio Rei! Gostei demais do texto, amei. Perguntinha básica; será que esse país ainda tem jeito?? Um grande abraço.
Sem falar na imoralidade da isenção fiscal que os comunistas deram de presente para as universidades particulares, uma barganha pelo voto da bancada das “particulares” no congresso nacional, apoiando as maldades do governo…
Tio Rei,
Essa história toda da Geisy me lembrou um fato que aconteceu comigo, quando eu ainda era estudante.
Fiz um curso predominantemente masculino. Por questões de bom senso, eu sempre ia às aulas de calça jeans, camiseta e tênis (fora o cabelo amarrado em rabo de cavalo, aparelho nos dentes e óculos estilo “Betty, a Feia”). Quanto mais largas as roupas, melhor, para evitar problemas com “os instintos mais primitivos”, parafraseando Bob Jeff.
Pois bem, mesmo assim, na primeira prova em que eu tirei nota máxima, adivinhe do que me acusaram? É, de fazer “favores” ao professor. Bastou eu ser mulher, e deu nisso!
Eu também fui uma sem-ONG. Tive que me defender sozinha…
Alguns dos acadêmicos mais influentes escrevem e assinam manifestos de truculência e de apoio a ilegalidades que ceifam o trabalho e a liberdade de cidadãos cujo único crime é estar no caminho da marcha para o regresso do MST.
Esses mesmos acadêmicos, porém, silenciam quando a verdadeira vida universitária, que não comporta o flerte com a intolerância e a brutalidade, é negada em atos de violência bestial e justificativas que não passam de apologia aos crimes mais torpes.
As liberdades fundamentais e a dignidade da educação, que também passa pelo domínio competente da língua, só merecem o desprezo dessas pessoas.
Muito triste!
“Que tal ambicionar o esplendor?”
Excelente análise, Reinaldo. Impressionante que só agora, tarde demais eu diria, as pessoas foram se pronunciar sobre o assunto. Acompanhei toda a cobertura desse lamentável acontecimento e desde o princípio o ‘nosso blog aqui’ (se me permite) fez o que todos deveriam ter feito: DEFENDER o que resta de educação neste país.
Boechat, no BandNewsFM, pediu ao Heitor Pinto Filho deixe de ser um Pinto, e vire um galo frondoso!
Esta desculpa inventada por Lula está se espalhando como praga por todo o País. Ela é resposta para tudo. Saiu uma acusação, responda-se: EU NÃO SABIA!. Foi pego em flagrante roubando, ora, eu não sabia que tinha dono… A instituição que presido expulsou alguém injustamente, bem, eu não sabia! …O governo que sou chefe é corrupto? Eu não sabia… O remédio que eu tomei (sou atleta) é proibido pelo COI? E daí? Eu não sabia! Agredir alguém porque não gosto de suas roupas é crime? Eu não sabia. De agora em diante não teremos mais culpados, só ignorantes!
Melhor não sugerir que a língua está na fase sepultura, Rei: vai que decidem conceder bolsa-funeral para ela e extingui-la de vez!? MEDO!
reinaldo,
presente
Alguém lá da (TALE)UNIBAN deve ser muito próximo do Mercadante, pois no meio da tarde ouvi a notícia (Globonews) de que a “escola” UNIBAN não voltaria atrás em sua decisão de expulsar a vítima e, logo depois - vejam que coisa - veio a notícia de que a UNIBAN voltou atrás. É ou não é coisa de Mercadante?
Tambem estranhei o silêncio do governo de São Paulo em relação ao caso de geisi. Esse silêncio chega a ser indecoroso.
Rei, é de morrer de rir. Vc viu o blog do Juca Kfouri com as declarações de Beluzzo, o amigão de Lulla e colaborador da Carta Capital? O cara fica mais indignado com um gol do Obina do que com o mensalão, baixa o nível loucamente, se esquece do gaz de pimenta e da voadora de Presidente Prudente e atenção, fecha a carta com um…Saudações Socialistas.