Por Thiago Faria, na Folha Online:
A empresa de comunicação do governo, a EBC (Empresa Brasil de Comunicação), antiga Radiobrás, decidiu na semana passada mudar a crítica semanal que o ouvidor da empresa faz sobre o jornalismo praticado pela “Agência Brasil”. Na crítica, o ouvidor-adjunto Paulo Machado aponta diversos erros de informações em notícias veiculadas no noticiário da agência, colocando em dúvida a credibilidade da empresa.
Com o título “Credibilidade da agência pública de notícias”, Machado relaciona erros apontados por leitores e a respectiva resposta da “Agência Brasil”, que em alguns casos não reconhecia o erro de informação.
A crítica, publicada nas manhãs das sextas-feiras, ficou parada no sistema interno da EBC e não foi ao ar. A coluna semanal do ouvidor foi publicada apenas no sábado (16), com um outro texto, sobre assunto diferente, desta vez com críticas mais amenas.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a EBC informou que não houve censura e que a publicação foi apenas adiada. O adiamento foi uma decisão conjunta da ouvidoria e da direção da “Agência Brasil”. A EBC ressaltou que a diretoria da empresa não interfere no trabalho da ouvidoria, que tem autonomia.
A Folha Online apurou que a reunião que decidiu pela substituição do texto gravado no sistema pelo que foi ao ar teve a participação da diretora-presidente da empresa pública, Teresa Cruvinel, e o ouvidor-geral da EBC, Laurindo Leal Filho.
No fim da sua coluna publicada no sábado, Machado ainda se desculpa aos leitores pelo atraso na publicação e remete o ocorrido a “motivos alheios” à sua vontade. “Peço desculpas aos leitores pelo atraso na publicação desta coluna devido a motivos alheios à nossa vontade. Na próxima semana voltaremos ao horário normal de publicação.”
O fato gerou estranheza na equipe de jornalismo da empresa, que teve acesso à coluna gravada no sistema. A mudança no texto e a possível censura à crítica anterior está em desacordo com a norma interna da ouvidoria.
Na parte que trata dos objetivos do ouvidor, o texto é claro ao afirmar que a crítica não pode sofrer impedimentos. “A Ouvidoria tem os seguintes objetivos: 1 - assegurar ao cidadão o direito à crítica sobre o jornalismo e a comunicação da Radiobrás, sem impedimentos ou discriminações.”
A empresa de comunicação do governo, a EBC (Empresa Brasil de Comunicação), antiga Radiobrás, decidiu na semana passada mudar a crítica semanal que o ouvidor da empresa faz sobre o jornalismo praticado pela “Agência Brasil”. Na crítica, o ouvidor-adjunto Paulo Machado aponta diversos erros de informações em notícias veiculadas no noticiário da agência, colocando em dúvida a credibilidade da empresa.
Com o título “Credibilidade da agência pública de notícias”, Machado relaciona erros apontados por leitores e a respectiva resposta da “Agência Brasil”, que em alguns casos não reconhecia o erro de informação.
A crítica, publicada nas manhãs das sextas-feiras, ficou parada no sistema interno da EBC e não foi ao ar. A coluna semanal do ouvidor foi publicada apenas no sábado (16), com um outro texto, sobre assunto diferente, desta vez com críticas mais amenas.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a EBC informou que não houve censura e que a publicação foi apenas adiada. O adiamento foi uma decisão conjunta da ouvidoria e da direção da “Agência Brasil”. A EBC ressaltou que a diretoria da empresa não interfere no trabalho da ouvidoria, que tem autonomia.
A Folha Online apurou que a reunião que decidiu pela substituição do texto gravado no sistema pelo que foi ao ar teve a participação da diretora-presidente da empresa pública, Teresa Cruvinel, e o ouvidor-geral da EBC, Laurindo Leal Filho.
No fim da sua coluna publicada no sábado, Machado ainda se desculpa aos leitores pelo atraso na publicação e remete o ocorrido a “motivos alheios” à sua vontade. “Peço desculpas aos leitores pelo atraso na publicação desta coluna devido a motivos alheios à nossa vontade. Na próxima semana voltaremos ao horário normal de publicação.”
O fato gerou estranheza na equipe de jornalismo da empresa, que teve acesso à coluna gravada no sistema. A mudança no texto e a possível censura à crítica anterior está em desacordo com a norma interna da ouvidoria.
Na parte que trata dos objetivos do ouvidor, o texto é claro ao afirmar que a crítica não pode sofrer impedimentos. “A Ouvidoria tem os seguintes objetivos: 1 - assegurar ao cidadão o direito à crítica sobre o jornalismo e a comunicação da Radiobrás, sem impedimentos ou discriminações.”









Só a existência da EBC já é coisa de país bananeiro.
Caro Reinaldo,
Ou se trata a Ouvidoria como Ouvidoria ou se acabe com ela.
A Ouvidoria existem nas empresas justamente para pôr amostra o que entendem os telespectadores - no caso - esteja errado.
Quando se pauta a Ouvidoria ela perde inteiramente a sua razão de ser.
Se é para ser uma Ouvidoria sem independência é melhor defenestrar tanto o Ouvidor-Geral quanto o Adjunto e acabar com a função.
Aja com honestidade EBC.
Abraço.
Luís
É Reinaldo. O dia que este governo estiver certo, pode apostar, tem alguma coisa errada.
É censura mesmo, que os petralhas da comunicação chamam pelo eufemismo de “controle social da imprensa”. Igualzinho a Cuba.
e o cara ainda fala em coluna da “proxima semana”???????
tem coragem de escrever na próxima semana ainda depois de levar uma limada vergonhosa???
vai fazer o que la depois de ter levado um corte e ter que escrever do jeito que a petralhada quer?
papel de fantoche?
marionete?
ou se conformou so em ficar recebendo salario mesmo?.
Reinaldo,
voce não quis dizer que “elles” estão manipulando uma
Ouvidoria, pois não ?!
Era o que faltava: o fiscalizado limitar o fiscalizador.
Só numa lógica doentia isto pode ser cogitado. Ou aliás, só na lógica mantenedora de galhos e boquinhas tal coisa é possível!
Gostaria muito de ler o texto da critica original.
Alguem sabe se ele vazou?
O OUVIDOR OUVIU AVOZ INTERIOR… ELEMENTAR….
A caboclinha e o lau-rindo de quê? deviam estar felizes, pois pelo menos uma pessoa acompanhava (ainda que por obrigação) o monstrengo gerado no gabinete do dotô franklinstein.
E a Tv Apedeuta rumo ao limbo do IBOPE
Uau! Quase morri de espanto!!!
Petralhas de sempre.
Rei, esses são os petralhas de sempre. Falsos democratas e adeptos da falsa transparência.
Transparência, para eles, é a publicação sem crítica, propagandística.
Em todos os lugares por onde passaram é a mesma coisa.
Gafanhotos.
Qualquer semelhança com a ditadura venezuelana é mera realidade.
Aaaiiii, que preguiça…. Fui lendo e esperando prá ver. Não deu outra: a Tereza. Até quando Catilina??? A mim não causa estranheza! Mas parece que a equipe não conhece “os motivos alheios”… No palácio dos PORCOS o fedor exala e eu faço o quê? Tô que nem o Mulla, essas coisas me dão azia…
hummmmmmmmmmmmmmmmm então está tudo dentro da normalidade, ai que bom, puxa!
Reinaldo, não posso dizer que me espantei com isso. Imagino que quem frequenta esse blog e fica sempre de orelha em pé cada vez que vê notinhas nos jornais, nas quais aparecem nomes como Teresa Cruvinel ou Franklin Martins, já sabe que coisa boa não vem pela frente.
Aliás, poderia apostar que se a ministra Dilma se elegesse nas próximas eleições, a vaga que hoje é ocupada por Franklin iria para a tal Cruvinel. Tudo farinha do mesmo saco. Qualquer troca-troca de cadeiras produziria o mesmo resultado.
Abraço