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19/08/2012

às 6:07

Enfim, um diagnóstico lúcido sobre o desastre do ensino público fundamental e médio no Brasil. Ou: Reformando o ensino com parede cor-de-rosa, teatro e tablets… Funciona? É claro que não!

O governo divulgou na semana passada o resultado do Ideb, que avalia o ensino fundamental e médio. Comentei o desastre aqui em alguns posts. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, no entanto, comemorou. Compreendo.

A presidente Dilma Rousseff, como sabem, está prestes a endossar uma lei verdadeiramente criminosa aprovada pelo Congresso: a reserva de 50% das vagas das universidades federais para alunos egressos da escola pública, segundo a cor da pele dos estudantes. Pesquisa recente demonstra que nada menos de 4% dos universitários brasileiros são semialfabetizados, e escandalosos 38% não são plenamente alfabetizados. É a tragédia da escola pública fundamental e média se alastrando célere no terceiro grau. Sancionada a lei — Dilma e Mercadante a aprovam —, a universidade pública estará condenada a funcionar como curso supletivo, destinado a suprir as deficiências do ensino nas etapas anteriores. Pior: diminuirá enormemente a pressão em favor da melhoria da escola pública.

Muito bem! As Páginas Amarelas de VEJA desta semana trazem uma entrevista com João Batista Araújo de Oliveira, especialista em educação que põe os pontos no “is”. Voltarei a este assunto (espero que Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio de Mello não abusem excessivamente da nossa paciência) para discutir por que, afinal de contas, o Brasil tem feito tudo errado nessa área. Destaco algumas frases de Oliveira:

Qualidade do professor:
“Desde a década de 60 há um rebaixamento do nível do pessoal, e a qualidade do ensino depende essencialmente do professor.”

Palavrório pedagógico
“As escolas têm um punhado de papéis reunidos sob o nome de ‘proposta político-pedagógica’, seja lá o que isso queira dizer: começa com uma frase do Paulo Freire e termina citando Rubem Alves.”

Programa de ensino
“É preciso ter um programa de ensino: afinal, se você não sabe o que ensinar, como vai saber o que avaliar?”

Premiar e punir
“É preciso premiar quem faz direito e punir quem não faz. Hoje, o único punido no sistema de ensino brasileiro é o aluno reprovado. Isso é covardia.”

Pedagogos demais, gestores de menos
“O problema é que as escolas e as secretarias de Educação estão povoadas de pedagogos, e não de gestores.”

Idiotia deslumbrada
“Porque no Brasil o que importa é acessório. O legal é colocar xadrez na escola, é ensinar teatro. O brasileiro vai à Finlândia e acha que o sucesso da educação daquele país se deve ao fato de que as paredes das escolas são pintadas de rosa.”

Enem
Ficamos com esse troço que ninguém sabe o que é. O Enem não tem a menor importância.”

Tablets nas escolas
Nenhum país conseguiu melhorar a educação a partir do uso da tecnologia. (…) Não adianta colocar ingredientes certos na receita errada.”

Verba para educação
“Desde 1995, o salário do professor quintuplicou no Brasil, mas não houve avanço no de­sempenho do ensino. Então, aumentar uma variável só não vai mexer no resul­tado.”

Educação em 2021
Estaremos no mesmo patamar. Não há nenhuma razão para pensar que será diferente.”

Leiam trechos da entrevista. A íntegra está na revista. Por Nathalia Goulart:
Há décadas governos estaduais, municipais e federal se vangloriam de suas escolas-modelo, unidades que recebem toda a atenção da administração de plantão e que, por isso, se destacam dos demais colégios públicos pela excelência. Os governantes deveriam, na verdade, se envergonhar da situação, afirma o educador João Batista Araújo e Oliveira, presidente do Instituto Alfa e Beto, ONG dedicada à educação. O argumento do especialista é simples: “As escolas-modelo são exceções. A regra, como sabemos, são as demais escolas do Brasil”. Para incentivar governos a corrigir a distorção. Oliveira criou, em parceria com a Gávea Investimentos e a Fundação Lemann, o Prêmio Prefeito Nota 10, que vai dar 200 mil reais a administradores municipais cuja rede de ensino fundamental obtenha a melhor avaliação na Prova Brasil, exame federal que mede a qualidade do ensino público no ciclo básico. Escola-modelo, portanto, não conta. “Não adianta o prefeito falar que tem duas escolas excepcionais se as demais não acompanham esse nível. Queremos premiar o conjunto.” Confira a seguir a entrevista que ele concedeu a VEJA.

O MEC divulgou nesta semana os resultados da Prova Brasil, que mostra o nível de aprendizado das crianças no ciclo fundamental das escolas públicas. Como o senhor avalia os resultados?
Eles foram divulgados com grande fanfarra, mas não há nenhuma justificativa para isso. Se você analisa a questão no tempo, percebe que existe estagnação. Há um ponto fora da curva, os resultados divulgados em 2010. Mas eles não foram corroborados neste novo exame, e já esperávamos isso. Estamos onde estávamos em 1995. Há uma melhora bem pequena nos anos iniciais da escola, e pouquíssima variação nas séries finais e no ensino médio. Os gastos em educação aumentaram — e muito — e foram criados muitos programas, mas isso não tem consistência suficiente para melhorar a qualidade do ensino. Então, temos duas hipóteses para a estagnação: ou os programas criados são bons, mas não foram bem executados, ou são desnecessários e não trouxeram benefício algum.

Especialistas, entre os quais o senhor, pregam que uma reforma educacional eficaz se faz com receitas consagradas — ou seja, sem invencionices. Quais são os ingredientes para o avanço?
O primeiro é uma política para atrair pessoas de bom nível ao magistério. Desde a década de 60 há um rebaixamento do nível do pessoal, e a qualidade do ensino depende essencialmente do professor. O segundo ingrediente é a gestão do sistema. Uma boa gestão produz equidade: todas as escolas de uma mesma rede funcionam segundo o mesmo padrão. Hoje, unidades de uma mesma rede estadual ou municipal apresentam desempenhos díspares. O terceiro é a existência de um programa de ensino estruturado, que falta ao Brasil. As escolas têm um punhado de papéis reunidos sob o nome de “proposta político-pedagógica”, seja lá o que isso queira dizer: começa com uma frase do Paulo Freire e termina citando Rubem Alves. Os governos de todos os níveis abriram mão de manter uma proposta de ensino, detalhando o que os alunos devem aprender em cada série. O quarto ingrediente é um sistema de avaliação que possa medir a evolução do aprendizado. Para isso, porém, é preciso ter um programa de ensino: afinal, se você não sabe o que ensinar, como vai saber o que avaliar? De posse de bons profissionais, gestão, programa de ensino e métodos de avaliação, acrescenta-se o último ingrediente, um sistema de premiação e punição. Algumas redes começam a pensar em um sistema de premiação, mas não adianta só dar incentivo. É preciso premiar quem faz direito e punir quem não faz. Hoje, o único punido no sistema de ensino brasileiro é o aluno reprovado. Isso é covardia. Nada acontece com professor, diretor, secretário de Educação, prefeito ou governador quando eles falham.

(…)

Por que é tão difícil levar a qualidade das escolas-modelo para toda a rede de ensino?
Porque no Brasil o que importa é acessório. O legal é colocar xadrez na escola, é ensinar teatro. O brasileiro vai à Finlândia e acha que o sucesso da educação daquele país se deve ao fato de que as paredes das escolas são pintadas de rosa. Na volta ao Brasil, ele quer pintar todas as escolas daquela cor. Depois, ele vai à Franca, onde vê um livro que julga importante e decide introduzi-lo nas escolas daqui… Em vez de olharmos o que os sistemas de ensino daqueles países têm em comum, olhamos exatamente para o que há de diferente neles, como se isso fosse a bala de prata da educação. Por isso gestão é tão importante: é preciso focar o DNA da escola e deixar de lado o que é periférico. O problema é que as escolas e as secretarias de Educação estão povoadas de pedagogos, e não de gestores. Não conheço uma Secretaria de Educação no Brasil que tenha um especialista em demografia, que saiba quantas crianças vão nascer nos próximos anos e, portanto, quantas escolas precisam ser abertas ou fechadas.

Há alguns meses, o MEC anunciou a aquisição de milhares de tablets para professores. O senhor vê isso com bons olhos?
É mais confete. O bom professor vai se beneficiar; o mau, não. E nem o benefício ao bom professor justifica o custo. Quando a tecnologia está atrelada ao professor, ele, o ser humano, vai ser sempre o fator limitante. Nenhum país conseguiu melhorar a educação a partir do uso da tecnologia. Não estou dizendo que a tecnologia seja ruim. Ela tem potencial, desde que seja usada no contexto apropriado. Não adianta colocar ingredientes certos na receita errada.

A sensação generalizada é que o ensino público nacional é um desastre. É uma visão errada?
É uma visão correta. Sobretudo para as crianças pobres, que teriam na escola a única chance de ascensão social. A escola é um desastre quando analisada pela ótica das avaliações internacionais, e um desastre também do ponto de vista pessoal, individual. A única chance que um cidadão tem de melhorar de vida no Brasil é’ por meio da educação de qualidade. E ela não tem qualidade para a maioria das pessoas. O número de jovens que chegam ao ensino médio é baixíssimo, e, entre estes, a evasão é uma calamidade. E o governo é incapaz de entender que há um modelo errado ali, que penaliza jovens justamente quando eles atravessam uma fase de afirmação.

O Enem foi criado como ferramenta de avaliação e aprimoramento do ensino médio. Porém, vem sofrendo mudanças para atender a outro fim: a seleção de estudantes para universidades públicas. Qual a avaliação do senhor a respeito?
Ninguém consegue servir a dois senhores. O Enem nasceu com um formato, mas transformou-se em outra coisa. Ele nasceu para ser uma prova de avaliação das competências dos jovens, mas não deu certo. Em seguida, tentou-se vender a ideia de que é uma prova seletiva, um vestibular barato. E ficamos com esse troço que ninguém sabe o que é. O Enem não tem a menor importância. A ideia de ter uma forma simplificada de ingresso à universidade é bem-vinda, mas isso não serve para todos os estudantes do ensino médio.

(…)
Tramita no Congresso o Plano Nacional de Educação, que prevê aumentar o porcentual do PIB destinado à área de 5% para 10%. A falta de dinheiro é a razão de crianças não saberem ler ou operar conceitos fundamentais de matemática?
O país deve investir em educação, mas colocar dinheiro na equação atual é jo­gá-lo fora. O problema mais importante é a gestão. Não adianta pôr mais dinhei­ro no sistema atual porque ele vai ser malgasto. É como pagar dois professo­res que não sabem ensinar: melhor é pagar somente um bom mestre. Temos problemas estruturais muito graves: se eles não forem resolvidos, não haverá financiamento que baste. Desde 1995, o salário do professor quintuplicou no Brasil, mas não houve avanço no de­sempenho do ensino. Então, aumentar uma variável só não vai mexer no resul­tado. A equação é mais complexa. Além disso, 10% é uma cifra descabida do ponto de vista da macroeconomia.

O país estabeleceu metas para o ensino básico até 2021. Como estará o Brasil, do ponto de vista da educação, às véspe­ras do bicentenário da Independência?
Estaremos no mesmo patamar. Não há nenhuma razão para pensar que será diferente. Não se muda a educação, estabelecendo metas, mas a partir de ins­tituições. Não há milagre. Uma vez que não existe investimento nas políticas corretas, não há por que achar que tere­mos uma situação melhor no futuro.

Por Reinaldo Azevedo

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148 Comentários

  1. andré brito

    -

    03/06/2014 às 1:30

    parabens!!! Fora PT e comunas do meu país!! já!!!!!

  2. Kellen

    -

    30/11/2013 às 13:35

    Excelente entrevista. Falou tudo

  3. vasco Calunga Zuela

    -

    26/07/2013 às 6:19

    Muito obrigado por tudo que.

  4. rebeca

    -

    28/06/2013 às 16:16

    você é um máximo, adoro o que vc escreve e concordo plenamente com vc, sou sua fã, um abraço e tudo de bom!

  5. Carlos Destro

    -

    09/09/2012 às 17:04

    • Atenção MENINOS, MENINAS, MOÇOS E MOÇAS!
    • Sigam este exemplo.
    • Fotografem e filme os descasos da sua escola e coloquem na rede.
    • A EDUCAÇÃO é o único caminho que molda um povo e seu país.
    • Se os barbados e letrados não tomam atitudes, mostrem que vcs podem e que o futuro é de vcs!
    • O nosso tempo, junto com a nossa omissão já esta findando e deixando um país esfacelado…
    • Muitos pais continuam gritando “gol”, vendo novelas, discutindo o sexo dos anjos e a vida de jogadores.
    • Desculpem porque com a minha ignorância eu nada pude sozinho fazer.
    • Nem professores quiseram fazer a CARTA EDUCAÇÃO, tornado a escola num templo educacional.
    • Esta carta é muito solicitada e que deveria ser entregue em Brasília.
    • Perdoa este pobre mortal filho de imigrantes italianos que estudou na raça
    https://www.facebook.com/DiariodeClasseSC

  6. Sandra Puliezi

    -

    22/08/2012 às 10:22

    A sociedade brasileira precisa enxergar que os filhos dos ricos (entre eles os políticos que decidem o futuro da educação), estão nas melhores escolas particulares do Brasil e quando essas escolas não ensinam direito, os pais se revoltam e a escola tem que melhorar. E cadê a voz dos pais das escolas públicas? Me parece que as pessoas se acostumaram a ter um ensino de péssima qualidade, o que é uma pena para as crianças e jovens e para o país. Assim como em muitas outras coisas, nos acostumamos ao pior (saúde, transporte,…).
    É preciso acordar e clamar por mudanças. Como disse o Profº José Batista, não é estabelecendo metas que vamos mudar a Educação.

  7. Maria Regina Maluf

    -

    22/08/2012 às 9:54

    Uma entrevista lúcida de quem se preocupa com professores e gestores competentes para nossas escolas públicas.Famílias com condições econômicas para pagar as escolas de seus filhos mudam de escola quando eles não aprendem. Famílias que não têm essas condições e porisso dependem da “gratuidade” das escolas públicas ficam sem alternativas. Nossas crianças têm capacidade de aprender. Basta ensiná-las, como se faz nos paises em que as crianças são alfabetizadas no primeiro ano de frequência à escola.

  8. Rafael

    -

    21/08/2012 às 17:56

    “As escolas têm um punhado de papéis reunidos sob o nome de ‘proposta político-pedagógica’, seja lá o que isso queira dizer: começa com uma frase do Paulo Freire e termina citando Rubem Alves.”

    vou imprimir e colocar numa moldura

  9. Sandra Moreira

    -

    21/08/2012 às 11:34

    Senhores
    É mais que sabido que Escola hoje nada mais é que um lugar de convívio e inclusão para que os jovens não fiquem em casa incomodando sua família ou perambulando pelas ruas, onde terão alimentação, uniforme, material a vontade para desperdiçar, lazer e muitos amigos para poderem se divertir! Escola agora é clube, o ensino ficou em segundo plano e, com tantos direitos não sobra tempo para os deveres. Uma escola de Ensino Médio que recebe alunos analfabetos,que não conseguem realizar as quatro operações matemáticas e sabe que será promovido, serve pará quê? Para fazer parte das estatísticas e maquiar sua ineficiência. Estamos muito próximos de um apagão da educação. Não estamos muito longe do dia em que os alunos não conseguirão entrar em suas respectivas salas de aula porque não conseguirão identificar os símbolos escritos nas portas! Mas, quem não sabe ler direito não interpreta seus direitos e quem não sabe contar não calcula seus impostos! Precisa dizer mais?!!!

  10. Mara

    -

    21/08/2012 às 10:42

    Disse tudo: o artigo do Gaspari é oco. Ela não tem nenhum argumento e opta por desqualificar os críticos.
    No livro didático de minha filha, da 4ª série, num capítulo sobre formação social do Brasil, propunha-se à classe “discutir a questão indígena” e a última pergunta era sobre o que o aluno achava da demarcação das terras indígenas. Na 4ª série! Fui falar com a coordenadora e ela disse que o livro “foi aprovado pelo MEC” – claro! Foi assim que conheci o “Escola sem Ideologia”. É desalentador. Educação a serviço de um projeto político partidário. Mao sentiria orgulho do Brasil.

  11. Thiago

    -

    20/08/2012 às 23:09

    É difícil discordar do REinaldo. Geralmente os seus artigos são tão elucidativos que fica difícil comentar. No entanto, nesta questão da má qualidade da educação no Brail eu não deposito toda a culpa nos governos ou no fato de a população ser pobre. A desgraça deste país é culpa do povo e de sua cultura medíocre e ausência de valores familiares e religiosos. Nem que gastemos 50% do PIB a nossa educação vai melhorar. Uma coisa é investir na educação de finlandenses ou coreanos, outra é gastar dinheiro na educação de um brasileiro que só quer saber de futebol, barzinho, funk e maconha. A diferença entre uma escola privada e uma pública não são os professores e nem o currículum. A diferença é de quem as frequenta.

  12. Jorge L

    -

    20/08/2012 às 20:26

    Concordo plenamente. Está na hora de trocar esse monte de pedagogos teóricos, beócios e que só sabem citar Paulo Freire por gestores competentes.

  13. BENDER C3

    -

    20/08/2012 às 19:30

    A educação brasileira não precisa ser a salvação do país, a educação deve ser um repassador de conteúdos, e quanto mais melhor, chega de ideologias, chega de frufrus rsrsrs no ensino brasileiro, o povo de bem quer uma escola que ensine a base, as coisas comuns, e ensine bem, hoje os alunos chegam a uma faculdade sem o mínimo, completamente perdidos, com seus laptops em sala de aula vendo futebol. Tenho a sensação que vivo num país de crianças.

  14. Jms

    -

    20/08/2012 às 17:11

    Essa entrevista veio em boa hora, trás a tona um assunto de suma importância para educação como um todo, provocando aos envolvidos em proporcionar, as nossas crianças e aos nossos jovens, educação de qualidade. Esse e momento é de, refletir, a educação em todo Brasil, e deixar para as futuras gerações, educação com qualidade, da qual não tivemos oportunidade, de se quer, usufrui-lá. Por, esta mazela, que chamamos de educação, estamos pagando caro!!!!

  15. Mário Sérgio

    -

    20/08/2012 às 17:03

    “Quem faz sempre a mesma coisa, obtém sempre o mesmo resultado”
    Quando, em 1996, eu disse a um grupo de pedagogos na universidade o estrago que seria a tal “progressão continuada” quase fui linchado. Hoje temos o resultado… o conserto demorará 3 décadas e quanto mais tempo se demorar para tomar a atitude correta, pior ficará. Abandonei a carreira de professor universitário para não ter que suportar analfabetos vermelhos fazendo patrulhamento e citando jargões marxistas na sala. Abandonei a carreira de professor para não ter que repetir a um universitário que séquiço não é a mesma coisa que sexo e tampouco é matéria a ser discutida em sala de contabilidade.

  16. MÁRIO

    -

    20/08/2012 às 15:31

    Esse Paulo Freire fez horrores pela educação nacional !

  17. zuneide

    -

    20/08/2012 às 13:59

    Até que enfim gente que olha essa porcariada que é a pedagogia freiriana e dejetos assemelhados e cham isso pelo nome que merece: lixo.
    Apenas faltou tratar (talvez ele o faça na entrevista completa) da porcaria associada, que é o eca, que incentiva a delinquencia a desresponsabilização e a perda de autoridade dos pais e professores, que ficam à mercê de moleques mimados e marginais ”dimenor”. Fora freire, fora eca.

  18. saulo

    -

    20/08/2012 às 12:56

    Nossos governates optaram por este modelo que é uma maravilha para eles, ou seja cartão esmola para as famílias colocarem seus filhos na escola e material gratuíto isso mesmo aqui no estado de São Paulo o aluno ganha tudo, mas não aprende nada, em contra partida também não sabem votar. Cá pra nós, não é o melhor dos mundos para os políticos?

  19. Surfista Prateado

    -

    20/08/2012 às 12:36

    “Nada acontece com professor, diretor, secretário de Educação, prefeito ou governador quando eles falham.” Ora bolas, isso é da ESSÊNCIA do serviço público, um lugar para onde se entra para bater o ponto e esperar o holerite no fim do mês, o que acontece entre uma coisa e outra não passa de uma série de inconvenientes…

  20. Anónimo

    -

    20/08/2012 às 11:33

    Rei,
    Com um dia de atraso, mas ainda quentinhos, seguem meus votos de saúde, fortuna e felicidade por mais um ano de vida.
    Que Deus o abençoe e continue a iluminar seu caminho, que tem sido o norte de milhares de leitores como eu.
    Parabéns!

  21. Wilker Delgado

    -

    20/08/2012 às 9:56

    Qualquer tentativa de solução para a educação no Brasil, que não passe pela extirpação/eliminação do MEC, será sempre improfícua. Mas numa coisa eu concordo, no Brasil não se faz o básico que é ensinar a ler, escrever e contar.

  22. Abelardo

    -

    20/08/2012 às 9:32

    Penso que a distribuição de vales-educação para a população de baixa renda melhoraria e muito a qualidade da educação desse país. De posse deles, cada um buscaria a melhor escola para estudar. Essas, por sua vez, trabalhariam para se tornar atrativas aos estudantes. Tudo custaria bem menos e poderia ser executado com 1/3 do pessoal que hoje ocupa MEC´s, Secretarias de Educação, etc…

  23. Dinho

    -

    20/08/2012 às 8:54

    Fui aluno de escola pública, tão respeitada que tinha concurso de admissão (Pedro II, no RJ). Tive excelentes professores (fui aluno do mestre Aurélio) e nenhum pedagogo de plantão, muito menos políticas sócio-educacionais. Era estudo e pronto.

    Mae eu entendo a posição do governo: o que dá mais mídia, informar que dotará as nossas escolas de tablets ou afirmar que contratou o professor Evanildo Bechara como consultor para o ensino da lingua portuguesa (vopcês conseguem imaginar o ministro falando na “última flor do Lácio”)?

  24. Andre

    -

    20/08/2012 às 8:44

    REINALDO, O MAU EXEMPLO COMEÇA DE CIMA….

    COM A “PALAVRA” , A EXCELENTÍSSIMA “PRESIDENTA” DA REPÚBLICA, SRA. DILLMA ROUSSEFF:
    - “Essi caminho, que é responsável pela construção de um grandi mercadu internu, e um grande mercadu internu que é um grande demandadô de produtus plásticus, porque o PIB pode ser lidu tamém pela importância que tem a indústria de plásticu, na medida em que ela está em vários segmento industriais e tamém, que ela faz parte dos bens de consumu duráveis, semiduráveis qui a população, quando a renda aumenta, demanda”. …..

    VOCÊS ENTENDERAM ALGUMA COISA? …. NEM EU…. MAS ESTAS FORAM AS PALAVRAS DELLA, EM UM “PRONUNCIAMENTO” QUANDO DA INAUGURACÃO DE UMA INDÚSTRIA DE PLÁSTICO EM ALAGOAS,.. VOCÊS CONTRATARIAM ESTA SENHORA PARA DAR AULAS PARA SEU FILHO DE 8 ANOS!? …. NÃO? … MAS COMO O POVO BRASILEIRO A CONTRATOU PARA SER A PRESIDENTE DA REPÚBLICA, O CARGO MAIS IMPORTANTE DO PAÍS? …. ACORDEM, BRASILEIROS…. ESTAMOS NUM ABISMOOOOOOOOOOOOOOOO!!!

  25. Fabio

    -

    20/08/2012 às 8:08

    Discordo bastante do espírito das idéias deste especialista porque ela coloca o estado como planejador central da educação. E como liberal, já estou cansado de saber que isso não funciona nem para a produção de comida, quanto mais para educação ou saúde. A informação, como diz Hayek, está dispersa na sociedade. Portanto um setor educacional descentralizado, tal qual é qualquer setor de serviços bem desenvolvido na economia, é a melhor solução para as demandas da economia moderna. E sem essa de formar cidadão, palavra mágica que só serve pra justificar doutrinação ideológica. Salvem nossas escolas, vamos eliminar o MEC e toda as suas regulamentações idiotas.

  26. ricardo

    -

    20/08/2012 às 6:17

    Reinaldo, já viu no youtube o vídeo no Nissim Ourfali, um garoto judeu que fez um vídeo bem humorado com sua família para comemorar o seu Bar Mitzvah? o vídeo eh uma delicia de inocência e bom humor, com a letra da musica exaltando a sua bela família e os programas que fazem juntos…que falta faz famílias como a dele hoje em dia! pois bem, como esperado, o vídeo foi invadido por comentários de gente que parece ter vindo do esgoto e dos quintos dos infernos, ridicularizando o garoto e sua família, com palavrões e outras demonstrações da miséria humana…também não poderia faltar os comentários antissemitas, eh claro, agredindo a religião daquela bela família, que não faz nada de errado no vídeo a não ser transmitir a felicidade em que vivem…como tem espirito de porco nessa internet…

  27. josé reis barata

    -

    20/08/2012 às 4:51

    Saúde é o meu desejo. Talvez a única coisa que o tempo inexoravelmente destrua.
    Uma boa dose de loucura, também. Afinal, “a loucura prolonga a juventude e posterga a malfadada velhice”

  28. SERVIDOR CONCURSADO

    -

    20/08/2012 às 2:56

    É o efeito MENSALÃO acabando com o serviço público, hospitais públicos, escolas públicas, outros serviços públicos. Sucatearam os

    hospitais para jogar a população nos planos e seguros de saúde particulares com muito mensalão para políticos( e lucro para

    banqueiros doadores de campanhas do PT). Aviltamento das aposentadorias e forçaram os trabalhadores comprarem planos de

    previdência e complementação com muito mensalão para os políticos.A bancada das escolas particulares trocou o voto no congresso

    pelas verbas públicas nas escolas particulares, em vez de investimento no ensino gratuito, desmoralizando os professores e

    servidores das universidades federais com congelamento dos salários, com muito mensalão para os políticos. Hoje você entra numa

    repartição pública vê que servidor estatutário e concursado é minoria, lotearam tudo com nomeações, temporários eternizados nos

    cargos sem concursos públicos ganhando muito acima dos estatutários, terceirizados de empresas companheiras, quarteirizados em

    convênios que fornecem servidores sob a justificativa de consultorias especializadas(Processo: TC 034.961/2011-9; escândalo da

    SEP-DNIT/Fundação Ricardo Franco), pessoas sem concurso público trabalhando para o governo, com salários mais elevados, dentro

    das repartições, em vagas que deveriam ser preenchidas por estatutários, como se fossem servidores concursados. NUNCA vão

    divulgar a relação desses servidores sem concurso público com base na LEI de acesso à informação, as listas divulgadas na

    internet do órgãos públicos registram apenas os estatutários e OMITEM os demais temporários(?), terceirizados e, quarteirizados,

    que trabalham efetivamente para o governo em vagas que deveriam ser preenchidas por concurso público e constitucional. Portanto,

    servidores esqueçam AUMENTO ou CORREÇÃO de salários nestepaiz…

  29. FCprinceOficial

    -

    20/08/2012 às 2:20

    Não entendo esse Palavrório pedagógico, a presidenta disse que estava tudo 300% preparado para crise internacional? (vulgo marolulinha do ex-presidente em exercício)

  30. Igor

    -

    20/08/2012 às 1:31

    Acho que errei na concordância. E olha que nem cotista eu sou!

  31. Igor

    -

    20/08/2012 às 1:29

    De quantas eras geológicas os brasileiros vão precisar viver para enfim perceberem que um diploma pendurado na parede é só… um diploma pendurado na parede???

  32. Cris Azevedo

    -

    20/08/2012 às 0:59

    Rei

    Beijo, abraço e parabéns, velhinho!

  33. Nelson Valente

    -

    19/08/2012 às 23:32

    Prezado Reinaldo,

    a leitora, que assina Mariazinha têm razão ao afirmar sobre a Cartilha ‘Caminho Suave’, de autoria da educadora paulista, Branca Alves de Lima, que alfabetizou 48 milhões de brasileiros.

    Prezado Reinaldo,

    Foram muitas as leis definidoras da educação brasileira. Enfrentando muitos atropelos e uma vida média, em geral, inferior a dez anos, sucederam-se as reformas:

    BENJAMIM CONSTANT (1890)
    Reforma da educação primária e secundária do Distrito Federal, ensino superior, artístico e técnico no País, introduzindo de maneira profunda as idéias de positivismo de Augusto Comte.

    EPITÁCIO PESSOA (1901)
    De 1901 a 1911, a educação no Brasil se orientou pelo código dos institutos de ensino superior e secundário, conhecido como Código Epitácio Pessoa. Preocupou-se com aspectos regulamentares, baixando normas para a equiparação das escolas particulares e para o processamento dos exames de madureza. Cuidava de horários, programas, exames e salários de professores. Permitia o acesso feminino aos cursos secundários e superiores. Decreto n.º 3.890, de 01 de janeiro de 1901. Aprova o Código dos Institutos Oficiais de Ensino Superior e Secundário, dependentes do Ministério da Justiça e Negócios Interiores.

    RIVADÁVIA CORREIA (1911)
    Baseada nas idéias do ensino livre, a Reforma Rivadávia da Cunha Correia permitiu aos estabelecimentos de ensino secundário a realização de exames reconhecidos oficialmente. Estabelecia a liberdade total do ensino secundário e superior, quer do ponto de vista didático, quer do administrativo. A resposta foi a anarquia. Decretos: n.º 8.659 a n.º 8.663, de 05 de abril de 1911. Aprova a Lei Orgânica do Ensino Superior e do Fundamental da República.

    CARLOS MAXIMILIANO (1915)
    Surgiu para reorganizar o ensino, fazendo voltar o ensino secundário e superior à condição de estabelecimentos oficiais e equiparados. Foram instituídos os exames vestibulares, admitindo parcelados, que perduraram até 1925. Decreto n.º 11.530, de 18 de março de 1915.
    Reorganizava o ensino secundário e o superior na República.

    ROCHA VAZ (1925)
    Tornou os currículos escolares seriados, elaborando programas oficiais e restituindo bancas examinadoras para o ensino particular. Decreto n.º 16.782-A, de 13 de janeiro de 1925. Estabelece o Concurso da União para a difusão do ensino primário, organiza o Departamento Nacional do Ensino, reforma o ensino secundário e o superior e dá outras providências.

    FRANCISCO CAMPOS (1931)
    Reestruturou o ensino superior com a elaboração do Estatuto das Universidades, abrindo largas perspectivas para a formação de professores secundários e para a cultura em geral. O ensino secundário passou a ter sete séries, sendo cinco de estudo básico e duas propedêuticas (preparatórias) para as futuras especializações. O ensino das línguas vivas foi renovado, introduzindo o método direto e se estabeleceu a inspeção técnica, subdividida em três áreas: letras; ciências matemáticas, física e química; ciências biológicas e sociais. Decretos n.ºs 19.890, 19.851 e 19.852; Decreto n.º 19.890, de 18 de abril de 1931: exposição de motivos, reforma do ensino secundário; Decreto n.º 21.241, de 04 de abril de 1932: consolida as disposições sobre a organização do ensino secundário e dá outras providências.

    GUSTAVO CAPANEMA (1942)
    Promoveu a reforma do ensino secundário, dividindo-o em dois ciclos:
    Ginásio;
    Clássico e Científico – reagindo contra as tendências intelectualizantes e naturalistas da reforma anterior, a nova reforma colocou entre as finalidades do ensino secundário a de formar a personalidade integral do adolescente e de acentuar, na formação espiritual do educando, a consciência patriótica e humanística.

    Leis Orgânicas de 1942, 1943 e 1946.
    Decreto-Lei n.º 4.073, de 20 de janeiro de 1942. Lei Orgânica do Ensino Industrial. Decreto-Lei n.º 4.244, de 09 de abril de 1942. Lei Orgânica do Ensino Secundário. Decreto-Lei n.º 6.141, de 28 de dezembro de 1943. Lei Orgânica do Ensino Comercial. Decreto-Lei n.º 9.613, de 20 de agosto de 1946. Lei Orgânica do Ensino Agrícola.

    Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB
    Lei n.º 4.024, de 20 de dezembro de 1961

    Teve como pontos mais inovadores os que se referiam ao ensino médio e superior e aos recursos para a educação. O incentivo a um ensino mais flexível, a fim de se tornar mais eficiente; a melhor equivalência dos cursos; a determinação de elevar o padrão universitário; a flexibilidade curricular. Todas essas providências resultaram numa grande transformação de mentalidade na educação brasileira, até que sobreveio, em 1971, a reforma do ensino de 1º e 2º graus (Reforma Jarbas Passarinho). Trinta e cinco artigos da Lei n.º 4.024/61 permaneceram em vigor.

    Lei n.º 5.540, de 28 de novembro de 1968: fixa normas de organização e funcionamento do ensino superior e sua articulação com a Escola Média e dá outras providências (Reforma Universitária).

    Decreto-Lei n.º 464, de 11 de fevereiro de 1969: estabelece normas complementares à Lei n.º 5.540, de 28 de novembro de 1968, e dá outras providências.

    Lei de Atualização e Expansão do Ensino de 1º e 2º Graus – Lei n.º 5.692, de 11 de agosto de 1971: fixa diretrizes e bases para o ensino de 1º e 2º graus, e dá outras providências. Procurou abranger nossa realidade educacional, focalizando as grandes linhas para uma solução adequada e buscando equacionar a ordem de problemas da escola brasileira, dando-lhe continuidade. Apresentou uma divisão tríplice do ensino: o 1º e 2º graus, precedendo ao 3º grau ou superior. O 1º grau, abrangendo os antigos cursos primário e ginasial, com oito anos de duração; o 2º grau, com três ou quatro séries, apresentando uma terminalidade para permitir o engajamento em atividades profissionais de nível intermediário e o aproveitamento de estudos específicos no curso superior.

    Lei n.º 7.044, de 18 de outubro de 1982: altera dispositivos da Lei n.º 5.692, de 11 de agosto de 1971, referentes à profissionalização do ensino de 2º grau. Com a necessidade dessas modificações, passou a ser objetivo geral do ensino de 1º e 2º graus “propiciar ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto-realização, preparação para o trabalho – grifo nosso; a expressão substitui qualificação para o trabalho, prevista na Lei anterior – e para o exercício consciente da cidadania”.

    Lei n.º 9.131, de 24 de novembro de 1995: altera dispositivos da Lei n.º 4.024, de 20 de novembro de 1961, e dá outras providências. São revogadas as atribuições e competências do Conselho Federal de Educação e de seus respectivos conselheiros. A Lei n.º 9.131/95 – Conselho Nacional de Educação com novas atribuições “normativas e de supervisão”.

    LEI N.º 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996
    Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB

    O sistema educacional brasileiro está dividido em dois “Níveis”: Educação Básica e Educação Superior. Existem as “Modalidades” de educação para complementar esses níveis de ensino convencional. Uma colcha de retalhos !

    http://www.artigos.com/artigos/humanas/educacao/historia-da-educacao-universal-e-brasileira-5149/artigo/

    Abraços,

    Nelson Valente

  34. DrFefa

    -

    19/08/2012 às 23:16

    A lei, em si é absurda, mas questiono:… terá prazo de validade?…Os alunos negros, pobres, alunos de escolas públicas “sempre” precisarão se beneficiar desta lei? Por quanto tempo ela irá vigorar?
    O governo então se acomodou, não fará nada para resolver a real desigualdade…o péssimo ensino das escolas públicas?
    Este tipo imbecil de lei deveria ter no mínimo uma perspectiva de encerramento, à medida que o Governo fosse resolvendo seus problemas de qualidade no ensino público. Então, há de se chegar um momento em que o cenário poderá se inverter e o aluno beneficiado por esta lei hoje, será a elite fabricada do amanhã, e “azelites” de hoje,logo, necessitarão no futuro de sua própria lei cotas.
    Penso que não se acabará com a desigualdade, legitimando outra forma de desigualdade, elaborada com critérios…??? que critérios???… De onde surgiram estes números , (cabalísticos?): 50% das vagas?, diferença de pontuação entre os grupos? onde basearam seus estudos e conclusões???
    Lembro-me da frase que mamãe dizia: “Continuarei lavando roupa o resto da vida, mas vocês continuarão estudando na escola particular”.
    Minha mãe e meu pai, embora pobres, formaram os três filhos. Talvez, se fosse hoje, ela não teria precisado de lavar tanta roupa.

  35. Marcos F

    -

    19/08/2012 às 23:04

    O que o Prof. João Batista fala em educação, serve perfeitamente em trânsito, saúde etc.
    Chama-se “boas práticas” o modo de analisar e resolver … o que nunca faremos no Brasil – nem com muito dinheiro.

  36. celeraman+

    -

    19/08/2012 às 23:00

    Saúde e Felicidades. Muitos anos de vida!
    É sempre um prazer a sua companhia!
    Um abraço do seu amigo de sempre.

    celeraman+

  37. Nelson Valente

    -

    19/08/2012 às 22:36

    Prezado Reinaldo,

    O Brasil não tem uma Pedagogia. Tem modismo pedagógico.

    O Brasil não tem uma Pedagogia. Tem várias, sobrepostas, muitas vezes sem conexão umas com as outras. A história da Pedagogia brasileira é uma espécie de colagem de modelos importados, que resulta em um quadro sem seqüência bem definida.

    Não existe uma pedagogia “pura”, ou seja” sem influência de outras pedagogias ou do contexto social em que se desenvolve.

    Última moda é o Construtivismo, que nem é método pedagógico, mas sim um conjunto de teorias psicológicas sobre as estratégias utilizadas pelo ser humano para construir o seu conhecimento.

    O QUE É CONSTRUTIVISMO?

    Mais do que uma Pedagogia, é uma teoria psicológica que busca explicar como se modificam as estratégias de conhecimento do indivíduo no decorrer de sua vida.
    Surgiu a partir do trabalho do pesquisador suíço JEAN PIAGET (1896-1980), que mostrou que o ser humano é ativo na construção de seu conhecimento (daí o termo construtivismo) e não uma “massa disforme”, que é moldada pelo professor.
    No Brasil essa teoria é também muito influenciada pela argentina EMÍLIA FERREIRO (que estudou como as crianças constróem o conhecimento da leitura e escrita) e do russo L.S.VYGOTSKY (que ressalta a influência dos outros e da cultura no processo de construção do conhecimento). Essas teorias mais recentes costumam ser agrupadas sob a denominação Construtivismo pós-piagetiano.

    Derruba a noção clássica do erro, pois demonstra que a criança formula hipóteses sobre o objeto de conhecimento e vai “ajustando” essas hipóteses durante a aprendizagem – e portanto, o erro é inerente a esse processo. No Brasil, o termo é muitas vezes usado de forma incorreta.

    Prezado Reinaldo,

    A educação brasileira é um grande mosaico, formado por uma grande e dinâmica diversificação. Temos sistemas avançados, principalmente no Sul do país, convivendo com esquemas atrasados, sobretudo no Norte e Nordeste.

    O ensino superior é tratado como uma imensa salada de frutas, ficando pouco claro de que maneira se fará a defesa da qualidade do ensino. Com boas frases ou intenções de natureza lírica não se chegará a bom termo, no esforço de renovação de nossa educação.

    Prezado Reinaldo,

    A educação brasileira precisa ser urgentemente repensada, no bojo de uma grande reforma social. Mas enquanto as questões mais simples não forem devidamente resolvidas pela “burocracia governamental” parece que continuamos na firme disposição de enfrentar os grandes problemas educacionais através do discurso bonito, inflamado, sem consistência. É por isso que a educação brasileira continua a ser um triste pesadelo em todo o território nacional. Educação de péssima qualidade em todos os níveis e modalidades de ensino.

    Estamos formando uma LEGIÃO de analfabetos. Uma vergonha.

    Abraços,

    Nelson Valente

  38. Guilherme Outeiro

    -

    19/08/2012 às 22:29

    O ensino público no Brasil virou um verdadeiro balcão de negócios, pois os professores fingem que ensinam, os alunos fingem que aprendem e no final tudo termina em diploma. Mas o Governo pode querer se enganar ou achar que enganam os outros, mas lá fora (no exterior) o buraco é bem mais embaixo. É bom lembrar que no teste comparativo internacional de aprendizado, realizado pelo Banco Mundial (PISA), com participação de jovens de 15 anos de 57 países em matemática, ciências e línguas, o Brasil ficou em QUINQUAGÉSIMO QUARTO LUGAR!

  39. Nelson Valente

    -

    19/08/2012 às 22:19

    -”Especialistas, entre os quais o senhor, pregam que uma reforma educacional eficaz se faz com receitas consagradas — ou seja, sem invencionices. Quais são os ingredientes para o avanço?
    O primeiro é uma política para atrair pessoas de bom nível ao magistério. Desde a década de 60 há um rebaixamento do nível do pessoal, e a qualidade do ensino depende essencialmente do professor”.

    A “desprofissionalização” do magistério

    (*) Nelson Valente

    A formação de professores no Brasil tem vivido sucessivas alterações e reformulações normativas e, em decorrência disso, têm surgido muitas dúvidas e perplexidades sobre a interpretação da legislação no momento da contratação de docentes. A prática tem demonstrado que as situações de desconforto legal persistem, provocando interpretações variadas e muitas vezes impossibilitando a contratação de professores em regiões carentes de profissionais licenciados.O assunto tem histórias que se repetem no tempo sem uma posição definitiva, como a Deliberação nº 89, de 17 de junho de 1982, que, entre outras abordagens, concedia autorização precária, por dois anos, para o exercício do magistério nos 1º e 2º graus, para candidatos que não possuíssem, ainda, registro de professor, mas declarações de conclusão em estabelecimento de 2º grau ou de licenciatura em faculdade. Concedia-a, também, para outros que, não reunindo as condições citadas, diante de situações especiais que justificassem uma necessidade, neste caso, com autorização do CEE. Posteriormente, a Deliberação 93/82 criou mais exceções para os municípios com ausência comprovada de cursos de licenciatura de nível superior. Em 1985, a Deliberação nº 114 fortalecia a precariedade da autorização sempre que uma declaração do estabelecimento de ensino e da mantenedora apontasse o candidato que se desejava contratar. A Deliberação nº 177/92 continuou regulamentando as autorizações precárias, fixando prazos e condições para a contratação de professores não legalmente habilitados. Em 1995, o CEE, em sua Deliberação nº 212, tratou outra vez da questão ao fixar novas normas para a concessão de autorização para lecionar nos 1º e 2º graus, tendo em vista “a comprovada carência de professores habilitados em disciplinas específicas da formação especial”, possibilitando que profissionais graduados em nível superior fossem autorizados, precariamente, a lecionar as disciplinas que fizessem parte do seu currículo, com um mínimo de 160 horas de carga horária, agora por um prazo de três anos.

    O Parecer CEE nº 139/99 (N) definiu normas para implantação de programas especiais de formação pedagógica de docentes diante da carência de professores habilitados, suprindo esta necessidade, em caráter especial, baseando-se nos termos da Resolução CNE nº 02/97, que dispõe sobre “Programas Especiais de Formação Pedagógica”, para portadores de diploma de nível superior e que se relacionavam com a habilitação pretendida. Resolução CNE/CP nº 2/97.

    Art. 1º. A formação de docentes no nível superior para as disciplinas que integram as quatro séries finais do ensino fundamental, o ensino médio e a educação profissional em nível médio, será feita em cursos regulares de licenciatura, em cursos regulares para portadores de diplomas de educação superior e, bem assim, em programas especiais de formação pedagógica estabelecidos por esta Resolução.

    Parágrafo único. Estes programas destinam-se a suprir a falta nas escolas de professores habilitados, em determinadas disciplinas e localidades, em caráter especial.

    A Deliberação nº 256/00 do CEE concedeu autorização precária, por dois anos, a portadores de diploma de Pedagogia, para, sem a devida habilitação, lecionarem na Educação Infantil e, por outro lado, nas quatro últimas séries do Ensino Fundamental, no Ensino Médio e na Educação Profissional de nível técnico, aos portadores de Diploma de Graduação que, no histórico escolar, apresentassem uma carga horária mínima de 160 horas na disciplina que pretendiam lecionar e que não tivessem concluído programa de formação pedagógica. Finalmente, o Conselho Estadual de Educação do Estado de São Paulo, por meio da Indicação n° 53/2005, de 14 de dezembro de 2005, apresentou orientação ao Sistema Estadual de Ensino do Estado a respeito da qualificação necessária dos docentes para ministrarem aulas de Filosofia, Sociologia, Psicologia, Matemática, Física, Educação Artística e disciplinas da Educação Profissional, tendo em vista a absoluta carência de docentes habilitados, à semelhança do Estado do Rio de Janeiro, observadas as exigências legais, função que caberá à Secretaria de Educação na qualidade de mantenedora das escolas do estado. Vale lembrar que a Lei 9.394/96 – LDB, ao tratar dos profissionais de educação no seu Art. 61, estabelece: “Art. 61 – A formação de profissionais da educação, de modo a atender aos objetivos dos diferentes níveis e modalidades de ensino e às características de cada fase do desenvolvimento do educando, terá como fundamentos:

    I – a associação entre teorias e práticas, inclusive mediante a capacitação em serviço;

    II – aproveitamento da formação e experiências anteriores em instituições de ensino e em outras atividades.”

    O legislador deixou expressa na lei a figura da experiência prática associada à formação teórica, tratando-se de um princípio orientador para decisões concretas em situações diversas. Os professores de fato são habilitados quando concluintes dos cursos de formação superior, quer de licenciatura ou não, que se capacitam a atuar em áreas do conhecimento; os primeiros, devidamente habilitados em suas licenciaturas e, os segundos, por meio do treinamento em serviço ou em programas de formação pedagógica. Além da disciplina específica de sua licenciatura, o professor poderá ainda lecionar outras disciplinas que pertençam à mesma área de sua formação. Não se tratando de professor habilitado, a autorização para lecionar dependerá da análise do currículo do interessado pela autoridade responsável no Sistema de Ensino, seja em estabelecimento privado ou a própria Secretaria de Educação, quando para escolas do Estado, que poderá criar formas alternativas de acesso, a fim de, em caráter emergencial, atender aos anseios da população.

    Vivemos, portanto, ao contrário do que prega o discurso oficial,um processo de “desprofissionalização” do magistério. Finalmente, após longos cinco anos de solicitações e resistências, o próprio CNE colocou em sua pauta de discussões a discussão da Resolução nº 02/97, que permite aos graduados de qualquer área se licenciarem professores, mediante uma complementação pedagógica de 540 horas, das quais 300 horas como estágio. Espera-se, com isso, que também seja revisto e revogado o item IV da Resolução, que cria os institutos superiores de educação e que estabelece como um de seus objetivos realizar “programas especiais de formação pedagógica, destinados a portadores de diploma de nível superior que desejem ensinar nos anos finais no ensino fundamental ou no ensino médio, em áreas de conhecimento ou disciplinas de sua especialidade, nos termos da Resolução CNE nº 02/97”.

    É bom salientar que a carga horária estudada pelos alunos nas Licenciaturas que precederam a entrada nos “Programas Especiais”, nas disciplinas objeto da habilitação, foi considerada satisfatória pelos professores. Na relação anexa, estão especificadas as cargas horárias das disciplinas estudadas pelos alunos, nas Licenciaturas que antecederam a entrada nos “Programas Especiais”. Pode-se verificar que é atendida a exigência legal de sólida base de conhecimentos na disciplina referente à habilitação pretendida. Conforme dispõe a Resolução 02/97, compete à Instituição verificar a compatibilidade entre a formação do candidato e a disciplina para a qual pretende habilitar-se:

    Resolução 02/97

    “Art. 2º – …

    Parágrafo único – A instituição que oferecer o programa especial se encarregará de verificar a compatibilidade entre a formação do candidato e a disciplina para a qual pretende habilitar-se”.

    A mencionada Resolução enfatiza, ainda, sob o ponto de vista pedagógico, a necessidade de assegurar o caráter interdisciplinar e a integração de conhecimentos. Ora, licenciados aceitos à época, antes que os Conselhos definissem normas restritivas, eram portadores de formação em área afim e intimamente ligada à habilitação oferecida nos “Programas Especiais…”.

    Vale esclarecer que, a Resolução CNE/CP 02/97 tinha objetivo expresso de suprir a falta de professores habilitados em determinadas disciplinas e localidades, em caráter especial, procurando seguir a orientação presente na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN nº 9394/96, qual seja, a de proporcionar via de acesso ao magistério aos portadores de diplomas de cursos superiores distintos de licenciaturas.

    Assim, esperar-se-ia que nas localidades onde existisse falta de professores habilitados em Química e Matemática, por exemplo, e houvesse engenheiros químicos e mecânicos pretendendo ingressar na carreira do magistério, seria possível proporcionar-lhes a via de acesso, habilitando esses profissionais para o magistério, inclusive para ingresso regular na carreira, por meio de concursos. Tomava-se como pressuposto que os profissionais detinham sólida formação na disciplina em que desejavam atuar, adquirida em sua formação inicial, o que colaboraria para agregar qualidade à Educação Básica.

    A referida resolução não deveria ser utilizada para justificar uma “via rápida” ou “alternativa” aos cursos de licenciatura, dado que seu objetivo era o de conferir habilitação equivalente àquela que legitima o ingresso na carreira do magistério (a licenciatura, de graduação plena), fazendo com que todos os professores tivessem acesso aos planos de carreira do magistério, extinguindo a exótica figura do professor leigo com diploma de nível superior ou até mesmo pós-graduação.

    É certo que, além de ter possibilitado uma interpretação inadequada de “via rápida” para formação docente, a Resolução CNE/CP 02/97 acabou sendo utilizada, diferentemente da sua verdadeira intenção, para a “plenificação de licenciatura curta”, o que, sem dúvida, trata-se de outra forma inadequada de fazer uso dos seus dispositivos. A esse respeito, a resolução em tela está baseada no Parecer CNE/CP 04/97, o qual afirma:

    Enfocando este aspecto, faz-se necessário lembrar os problemas desencadeados com a instalação da licenciatura curta nos anos 70, que procurava também atender à falta de professores, mas produziu, e produz ainda, efeitos negativos sobre sua formação, tanto no que se refere à preparação nos domínios específicos das disciplinas científicas, quanto no pedagógico.”

    Assim, os alunos com diplomas de licenciatura, curta ou plena, que ingressaram em programas de complementação pedagógica não satisfizeram os requisitos do quadro legal de referência. Portanto o ato jurídico sob cujo manto foram realizados não é perfeito, decorrendo daí que seu certificado não gerou direito. Este entendimento está alinhado não apenas com a norma expressa no Parecer CNE/CP 04/97, mas também com a jurisprudência que se firmou a partir do Parecer CNE/CES 741/99 e se fez presente em diversos pareceres, entre eles os Pareceres CNE/CP 26/2001 e CNE/CP 25/2002.

    A LDBEN nº 9394/96 instituiu como graduação habilitadora dos profissionais da Educação Básica a licenciatura, de graduação plena (Art. 62, Art. 67 e Art. 87 – Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação ple­na, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação in­fantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a ser oferecida em nível médio, na modalidade normal.

    Oportuno esclarecer que o CNE normalizou essa formação, ao determinar que ela deve conferir habilitação específica em área própria, para a docência nas séries finais do ensino fundamental e no ensino médio (Resolução CEB/CNE 03/97, artigo 3°, III). Se assim é para a formação regular, assim também deve ser para os programas especiais de formação docente, os quais devem conferir habilitação específica em área própria, para a docência nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio.

    Embora não haja uma norma explícita para determinar quais cursos superiores de bacharelado (ou denominação específica) conferem sólida formação teórica a quais cursos de licenciatura, é razoável pensar que a comparação de históricos escolares seja feita e possa identificar conteúdos básicos comuns. É lícito supor que um curso de Engenharia confira sólida formação teórica em matemática, por exemplo, mas ela poderá ser facilmente investigada a partir do estudo da trajetória do estudante. Esta também será a justificativa de invalidar a participação de alunos já detentores do título de licenciatura, dado que obrigatoriamente já deveriam ter tido formação pedagógica, que seria redundante caso a repetissem no aludido programa especial. Não será difícil concluir que a delegação de competência à instituição não lhe conferia poder para habilitar profissionais em áreas genéricas ou impróprias. Neste caso, há que se opor reconhecimento ao ato jurídico praticado e caberá à instituição comprovar, por ocasião do reconhecimento do curso, que sua prática não usurpou a autonomia que lhe fora conferida a pretexto do caráter emergencial que revestia a iniciativa.

    (*) é professor universitário, jornalista e escritor

  40. paulo

    -

    19/08/2012 às 22:13

    Sou de um tempo em que o ensino tinha uma excelente qualidade. As escolas possuíam um corpo docente da melhor qualidade e que era disputado pelas diversas instituições de ensino. O tempo passou, avanços tecnológicos ocorreram e, paradoxalmente, o ensino piorou. Como explicar isso? O nível dos professores piorou, porque suas formações profissionais foram feitas em escolas com ensino deficientes e, com isso, suas capacidades de conhecimento e ensino, também são deficientes. Um aluno mal formado, torna-se um professor limitado que vai gerar a formação de mais alunos com deficiências de aprendizagem e que se tornarão professores…Virou um círculo vicioso, tendendo a piorar cada vez mais. Diversas modificações no currículo escolar só vieram complicar o que antes funcionava bem. Anualmente, universidades formam milhares de alunos sem a menor condição de ocuparem vagas no mercado de trabalho por absoluta falta de conhecimentos específicos. Falta realmente gestores que façam com que as instituições de ensino passem a ser locais de ensinamento e aprendizagem e não vazadouros de ignorantes e incompetentes como ocorre hoje.

  41. Nelson Valente

    -

    19/08/2012 às 22:11

    A educação brasileira tem uma série de nós

    (*) Nelson Valente

    A educação brasileira tem uma série de nós. Os administradores chamam isso de entropia. Mas, a nosso ver, nenhum suplanta o fenônemo da repetência, com os seus desdobramentos.

    Vivemos um tempo em que se falava muito de evasão e repetência. Hoje, sabe-se que a evasão, na escola brasileira, não passa de 3%, o que desmente a tese de que as nossas crianças não gostam de suas escolas.

    O que existe de fato, é uma enorme repetência, além de uma escandalosa distorção idade/série. Os dois fatores são intercomplementares, o que acaba por justificar a incrível estatística de que 86% das crianças estudam fora das séries respectivas, com um atraso apreciável.

    Para completar os oito anos de ensino fundamental, é comum levar de 11 a 12 anos, gerando uma sobrecarga no sistema que é bastante onerosa.

    A repetência apresenta justificativas que se somam. Em primeiro lugar, a preocupação dos sistemas de ensino de valorizar a aprovação, como se nessa idade isso fosse importante. O que interessa, sobretudo na faixa etária dos 7 aos 10 anos de idade, é a presença da criança na escola, adquirindo hábitos de convivência, respeito aos mestres e adesão às tarefas da relação ensino-aprendizagem,

    Em segundo lugar, mas que pode ser o primeiro, a atuação das professoras, em geral com pouco preparo e salários rídiculos. Não residirá aí a falta de motivação das próprias crianças e uma boa base para se considerar o proclamado fracasso escolar?

    Em terceiro lugar, o apoio sincopado do MEC. Não são todas as escolas que recebem meranda, nem todas elas são aquinhoadas com livros didáticos ( estes, quando chegam, em geral é muito tempo depois de iniciadas as aulas). Se reduzirmos a repetência a proporções modestas, haverá vagas para todos – e não se precisará mais pensar nesses “ monstros de concretos” que fazem a alegria das empreiteiras.

    (*) é professor universitário, jornalista e escritor

  42. Nelson Valente

    -

    19/08/2012 às 22:08

    E o Brasil, quer o que com seu ensino superior?

    (*) Nelson Valente

    Nos dois últimos governos inventaram índices, condições de oferta, Sinaes, Conaes, IGCs, CPCs, CCs ,Pronatec, sistemas de Cotas, SISU e AIEs (Avaliação Institucional Externa), produziram especiosos e detalhistas, senão ineficazes, instrumentos de avaliações, além de Enade, Enem, provinhas e provões, decretos-pontes, reformas universitárias, dilúvios de portarias ministeriais, micro (ou nano) regulatórias, enfim, uma parafernália de mudanças.

    Tudo muito bonito, mas efetivamente inócuo

    É um processo avassalador de modificações. Os governos brasileiros, federal e estaduais, têm alergia à ideia de órgãos autônomos, sejam agências reguladoras, sejam universidades, sejam conselhos educacionais. As universidades brasileiras não gozam de autonomia verdadeira. Acho que os políticos brasileiros pensam que autonomia seja equivalente à soberania. Neste sentido, é de certa forma irônica observar que foi certa autonomia do Banco Central que deu ao Brasil a estabilidade da qual hoje se beneficia o país.

    Não se discute o ensino superior no Brasil, discute-se o acesso ao ensino superior, por isso, não existe uma política universitária, uma política educacional do ensino superior. Minha decepção nesse período é que não tenhamos discutido os objetivos do ensino superior no Brasil. Hoje, o Brasil é a 6ª economia do mundo.

    Se pegarmos a lista de melhores universidades mundiais, não encontramos nenhuma universidade brasileira entre as 100 primeiras. Vemos alguma lá na 180ª posição, que são as paulistas, a USP, a Unicamp, seguidas pela UFRJ, UFMG. O Brasil nunca definiu se deseja ter uma grande universidade de qualificação mundial. A Coreia do Sul está lutando bravamente para constituir universidades de qualificação mundial.

    Vivemos um modelo de ensino superior e nas principais universidades do país que é o mesmo desde 1968 (Lei 5540/68), quando foi aprovado a Reforma Universitária. Valorizou a departamentalização e acenou com uma série de outras medidas, todas elas tornando por base a educação norte-americana ou que se pratica na Alemanha. Uma estrutura pesadíssima, ultrapassada e decadente.

    Essas estruturas revelam a permanência na USP de dispositivos de poder forjados pela ditadura militar, entre os quais: a inexistência de eleições representativas para Reitor, a ingerência do Governo estadual nesse processo de escolha e a não-revogação do anacrônico regimento disciplinar de 1972. Observe: Art. 75,§ 2º, Inciso ( Regimento da USP), como tb Art. 39, Inciso XXIII. Laconismo, ao estilo ” Caserna “.

    A China tem um plano de fazer 100 universidades de qualificação mundial até 2021. A Alemanha tem um programa de 2,5 bilhões de euros para a qualificação. O presidente francês deu autonomia para as principais universidades e exigiu que elas se qualifiquem. Portugal e Austrália também têm feito movimentos nessa direção. A Inglaterra tem pelo menos três universidades de classe mundial e os EUA tem um caminhão delas. E o Brasil, quer o que com seu ensino superior?

    O Sistema S – Sesi, Senac e Sesc

    Há outra discussão relevante, sobre a natureza jurídica e a legalidade das Instituições de Educação Superior (IES) do Sistema “S”: Sesi, Senac e Sesc. Essa discussão ficou complicada porque comprovamos que eles funcionam como IES privadas, pois cobram mensalidades a preços de mercado e hoje já possuem extensa rede nacional. Mas eles vivem de subsídio público e não oferecem serviços apenas para os trabalhadores de cada respectivo setor que contribui com parcela de sua folha de salários. Admitem todo e qualquer estudante que seja aceito. Estas IES do Sistema “S” são públicas ou privadas? Ou seriam semi-públicas ou quase-privadas, categorias estas que não existem no ordenamento legal brasileiro? Se é público, não deveria cobrar mensalidades. Se é privado, não deveria se valer do dinheiro que é retirado da folha dos trabalhadores para montar as estruturas maravilhosas que têm. O MEC não se deu conta de que o estatuto deles não continha a possibilidade de abrirem faculdades e Centros Universitários, mas a possibilidade de oferta de educação profissional. Na educação profissional eles também cobravam e o MEC fez um acordo para o Sistema “S” dar gratuidade até 2011. Houve um ajuste. Mas esqueceram do ensino superior, que não faz parte do acordo. Somos a favor de que o Sistema “S” possa oferecer educação superior, mas a questão é quem vai pagar. Seria interessante que eles pudessem oferecer educação gratuita. Essa discussão está em aberto e é muito relevante.

    O tema mais importante que está agendado no CNE (Conselho Nacional de Educação) é sobre o credenciamento e recredenciamento de universidades, inclusive as federais. Esse é um tema que está muitos anos atrasado. O governo não providenciou esse recredenciamento e as universidades federais nunca se importaram se são credenciadas ou não. As universidades federais são criadas por lei, pelo Congresso Nacional, mas a lei não as credencia. A LDBEN nº 9394/96 – diz que quaisquer universidades devem ser credenciadas. As novas universidades devem ser credenciadas e as antigas deverão ser recredenciadas. Elas apresentaram as exigências burocráticas para o MEC, mas isso não passa pelo escrutínio de uma reunião pública. Não menos importante será a discussão sobre o credenciamento e recredenciamento das universidades privadas, visto que nunca aconteceu no país este processo de recredenciamento universitário.

    Alguns dirão: a expansão, que é uma política social; outros dirão: as cotas, que também é uma política social; outros, o Prouni (Programa Universidade para Todos), que também é uma política social. Mas, as universidades devem ensinar o quê? É para continuar formando quais profissionais na graduação? Nós queremos universidades de qualificação mundial no Brasil? Queremos universidades de ponta comparadas às de outros países? O que devemos ensinar aos estudantes universitários? Não se discute o ensino superior no Brasil, discute-se o acesso ao ensino superior, por isso, não existe uma política universitária, uma política educacional do ensino superior.

    (*) é professor universitário, jornalista e escritor

  43. Nelson Valente

    -

    19/08/2012 às 22:07

    Ninguém vê o óbvio: a pirâmide está invertida. A maior prova disso é o abandono da primeira infância. É nela que o Brasil começa, e seu abandono é a maior das ameaças à pirâmide invertida que caracteriza nosso País.
    Mesmo a educação é um exemplo do desequilíbrio da pirâmide invertida. O Brasil dá mais ênfase ao topo, o ensino superior, do que à base, o ensino fundamental. O resultado é outra manifestação de instabilidade: a qualidade do ensino superior vem sendo puxada para baixo por causa da má qualidade do ensino médio; e este também vem perdendo qualidade por causa da piora no ensino fundamental.
    Outra insensatez é a incompetência para enfrentar o drama do magistério. Os professores são mal formados e pessimamente remunerados.
    Como pretender, assim, uma educação de qualidade? Os cursos de formação de professores padecem de um abissal anacronismo. Colocar um computador na mão de quem não sabe manejá-lo significa muito pouco. Pensando bem: desde que essas máquinas terríveis entraram no cotidiano das escolas, qual foi o aperfeiçoamento dos conteúdos?.
    Ultimamente, são raras as novas escolas construídas. Parece que houve um certo cansaço das autoridades em relação ao assunto.
    Era o melhor caminho para alcançar outra conquista necessária: o desejado tempo integral, que é uma característica básica de todo e qualquer país desenvolvido. Quando se sabe que, entre nós, no ensino médio, cheio de furos, as aulas diárias não passam de quatro horas, já se vê o tamanho do fosso.
    E tem mais um óbice: cursos médios oficiais estão sendo ministrados em escolas municipais, por empréstimo, o que dá bem a dimensão da sua ausência de prioridade.
    Nossas escolas públicas têm bibliotecas? Não. Têm laboratórios equipados? Não. A distorção idade-série está sob controle? Não. Reduzimos os fenômenos da evasão e da repetência? Não. Há iniciação científica nas escolas? Não. Os índices de leitura estão crescendo? Não. Os livros didáticos distribuídos gratuitamente são bem escolhidos e bem distribuídos? Não. Nossas escolas têm segurança? Não. E muito mais poderia ser lembrado. Até quando?
    A educação é o caminho, antes que o país afunde de vez na ignorância, miséria e violência.

    (*) Nelson Valente, é jornalista, professor universitário, jornalista e escritor

  44. paulo

    -

    19/08/2012 às 22:05

    Sou de um tempo em que o ensino tinha uma excelente qualidade. As escolas possuíam um corpo docente da melhor qualidade e que era disputado pelas diversas instituições de ensino. O tempo passou, avanços tecnológicos ocorreram e, paradoxalmente, o ensino piorou. Como explicar isso? O nível dos professores piorou, porque suas formações profissionais foram feitas em escolas com ensino deficiente e, com isso, suas capacidades de conhecimento e ensino, também são deficientes. Virou um círculo vicioso, tendendo a piorar cada vez mais. Um aluno mal formado, torna-se um professor limitado e que vai forças a formação de mais alunos com deficiencias que se tornarão professores…Virou um círculo vicioso, tendendo a piorar cada vez mais. Diversas modificações no currículo escolar só vieram complicar o que antes funcionava bem. Anualmente, universidades formam milhares de alunos sem a menor condição de ocuparem vagas no mercado de trabalho por absoluta falta de conhecimentos específicos. Falta realmente gestores que façam com que as instituições de ensino passem a ser locais de ensinamento e aprendizagem e não de vazadouros de ignorantes e imcopetentes como ocorre hoje.

  45. vera

    -

    19/08/2012 às 21:42

    Reinaldo, endosso tudo o que a Maria Costa das 20:47h disse.

  46. regina santana

    -

    19/08/2012 às 21:39

    parabens, meu Rei que Deus te muita saude, e vida longa e a toda sua familia um abraçao

  47. hacs

    -

    19/08/2012 às 21:32

    Cont…
    Usando os microdados de decadas, os paises com educacao de alto nivel criaram solucoes a seus respectivos problemas. Nao sao solucoes universais e exportaveis. O unico ingrediente exportavel eh a abordagem, isto eh, acumular e analisar os microdados. Mas os nossos “especialistas” visitam esses paises, ou mesmo leem os relatorios e artigos sobre essas revolucoes no ensino, e concluem que essa ou aquela solucao resolveria as nossas dificuldades. A “contextualizacao” fica por conta de algumas frases de efeito de algum livro do Paulo Freire, ou mesmo do Philip Kotler. Ja temos algumas bases, mas nao sabemos usa-las. Quando as usamos, a informacao eh super agregada com fins descritivos ou sob encomenda para corroborar alguma tese aprioristica. Pior, temos medo dos resultados possiveis existentes em DADOS DE DOMINIO PUBLICO. Os dados sao dados, o que os resultados significam eh outra coisa, algo que exige reflexao de quem estudou o assunto. Mas fugir dos dados beira a loucura.

    Abs

  48. Maria Costa

    -

    19/08/2012 às 20:47

    Meu Rei,
    Acabo de assistir ao debate na Hebraica,vc como sempre arrasa!!Foi tudibom…
    Mais um aninho hein? Não lhe conheci jovem, teria sido um geniosinho?, não sei, mas lhe garanto que a idade só tem lhe somado mais e mais inteligência,talento,sabedoria,generosidade, bom humor. Parabéns querido!! Hoje aos 56 anos, lhe descobri nos últimos 10, posso lhe afirmar que tu és meu único ídolo no mundo. A M O – T E!

  49. UNK

    -

    19/08/2012 às 20:24

    Reinaldo e amigos,

    finalmente o funcionalismo público federal e os trabalhadores sérios deste país tomaram coragem e colocaram (atendendo aos meus insitentes pedidos) vários cartazes de ……FORA DILMA!
    Isto sim que é reinvindicação correta , tirar esta incompetente eleita numa eleição fajuta patrocinada pelo Lullo-Mensaleiro-petismo!!
    Para dar uma apimentada nas greves continuo sugerindo o bordão abaixo: ….PELO CONJUNTO DA OBRA..
    ========================================================
    …FORA LULLA, FORA PT, FORA DILL-MÁ , IMPEACHMENT JÁ!
    ========================================================

    ….USEM COM MODERAÇÃO.NÃO TENHAM MEDO DA PF-DO-PT NÃO!!

  50. Pedro

    -

    19/08/2012 às 20:15

    Provavelmente os gestores não se interessam em ganhar o salário que pagam aos pedagogos nas secretarias de educação.

  51. Tuca

    -

    19/08/2012 às 20:02

    Rei, parabéns, que Deus derrame sobre você e sua família, toda sorte de bençãos como saúde, amor e que seja próspero em tudo que faz. Não o conheço pessoalmente, mas leio seus textos diariamente e passei a admirá-lo por sua honestidade e principalmente a ousadia.Parabéns corintiano, de sua fã palmeirense.

  52. Nildo Lima Santos

    -

    19/08/2012 às 19:47

    Na verdade – inconteste – o mal da educação é o mal do País com um Estado corrompido, desequilibrado por um sistema federativo capenga tocado por um sistema político deficiente onde permite, na prática, o acesso dos incompetentes e despreparados aos cargos de gestores públicos. Esta tem sido a regra neste País onde os políticos – originários das camadas mais medíocre da sociedade – assumem a direção dos serviços públicos. Então, esperar gestão de quem e, de onde?… Ou modifica a estrutura do Estado brasileiro ou não teremos uma sociedade desenvolvida. O problema da educação é o mesmo problema da saúde, da segurança pública, do planejamento urbano, dos serviços públicos de destinação de resíduos sólidos, dos serviços de transportes públicos, da infraestrutura pública, do sistema judiciário, do meio ambiente, da diplomacia brasileira, do sistema carcerário e, de todas as outras funções de governo. A educação, seguindo a lógica sistêmica deverá se dar em todos estes segmentos. Não existirá uma boa educação se não formos capazes a sua transversalidade necessária para a sustentabilidade da sociedade.

  53. hacs

    -

    19/08/2012 às 19:32

    A receita dos paises com educacao de alto nivel eh fundamentar politicas nas informacoes contidas nas bases de microdados que possuem. Esses paises tem decadas de microdados sobre os alunos, testes, avaliacoes, professores, desempenho no mercado de trabalho, etc. Eles levam a serio esses dados, bem diferente da nossa abordagem semi-informada, semi-enlatada, semi-teorica, semi-xxx.

    Abs

  54. Luz

    -

    19/08/2012 às 19:19

    Todos os professores sérios e competentes que conheci caíram fora… Ficaram os incompetentes e os dortores perfessores petistas.
    No Brasil a escola deseduca.
    Vez ou outra assisto programa de TV ou leio a respeito de vários pais que não querem que seus filhos frequentem mais escolas públicas e privadas, também. Muitos pais estão querendo que seus filhos aprendam de outra maneira e em outro ambiente, em família, por exemplo (vejo nesses pais pessoas de mente aberta, escolhendo o que acha melhor para seu rebanho, apesar de o Estado dizer o contrário: o blá blá blá da socialização, de que todos aprendam juntos, etc).
    Nas escolas há muitos perigos: drogas, gangues, bullying, ideologia petista, conteúdos desinteressantes, nível baixo de concentração, falta de interesses diversos: pontes em períodos de feriados, pedidos de materiais descabidos, inveja, violências de diversas formas e maneiras, omissão dos colegas, omissão dos professores, omissão dos responsáveis (Diretoria). Acho que aprenderam com o Lularápio: ninguém vê nada, ninguém sabe de nada.
    Estamos sem pai e sem mãe nesse país: o povo está sendo abandonado e faz tempo. Só é lembrado na hora de pagar imposto e em tempo de eleição. Por falar nisso, ontem recebi 3 santinhos de um candidato a vereador e hoje, um santinho de outro candidato, colocados na caixa do correio. Para não fazer papel de palhaça vou guardar todos eles e vou vender no sucateiro: estarei colaborando com o meio ambiente e vou fazer um dinheirinho.
    E, estou pensando, talvez vote Nulo.
    Mas, não esqueçamos, amanhã tem mensalão na tv justiça…

  55. Beto Santista

    -

    19/08/2012 às 19:12

    Em 1º, PARABÉNS PELO ANIVERSÁRIO- muitas alegrias.
    Esta é a reportagem que nossos educadores e ministros precisam ler. abç

  56. WHK

    -

    19/08/2012 às 19:04

    Caro Reynaldo

    A minha professora primária NÃO TINHA PRIMÁRIO COMPLETO. Entretanto, TODOS OS ALUNOS, ao final do 4o. ano primário sabiam: ler e escrever, 4 operações da aritmética, além de extrair raiz quadrado, noções de ciência (funções dos principais órgãos do corpo humano, fotossíntese, células, etc.), História do Brasil e Educação Moral e Cívica (respeito à Pátria, “O seu direito termina quando começa o do outro”).
    Ou seja, o que João Batista Araújo de Oliveira disse foi o óbvio dos óbvios.
    Na verdade, tudo isto que está ocorrendo hoje é mais ou menos o reflexo do que está ocorrendo hoje: A maioria dos PROFESSORES DA USP, acham que a solução para o país é um sujeito que SENTE ORGULHO DE SER ANALFABETO!

  57. 44% Fernando 44%

    -

    19/08/2012 às 19:01

    A situação destepaíz, não só da educação, é como diz o entrevistado: sobram DEMAGOGOS e faltam gestores. Só que, no caso da educação, os demagogos são chamados de pedagogos. Os quais usam Paulo Freire como álibi (mas Paulo Freire nunca sugeriu NÃO ENSINAR). Os resultados dessa incompetência geral é esta nossa sociedade de castas: os mais ixpertos mamando às custas dos mais trouxas e posando (pousando) de salvadores dos pobres. Rs.

  58. meier

    -

    19/08/2012 às 18:58

    Rei, nao sou racista em relacao a negros mas acredito que o governo queira me transformar num. Se daquih a dez anos tiver de levar meu neto a uma emergencia de pronto socorro e for atendido por um medico negro, serah que nao darei preferencia a um medico branco por este ter menos chance de ter sido um cotista? Perguntei isso a um amigo negro e ele concordou comigo.

  59. Mariazinha

    -

    19/08/2012 às 18:48

    Sugiro a volta triunfal da cartilha Caminho Suave, pois foi método que realmente alfabetizou milhões de crianças. Não me conformo em saber que as crianças chegam completamente analfabetas até a 4a série! Isso é crime contra a humanidade!

  60. ricardo

    -

    19/08/2012 às 18:47

    ah, e sobre os pedagogos, ele esta certíssimo!!! alias, ha pedagogos demais no mundo! essa gente se mete em tudo, e geralmente eh para deixar tudo ficar pior do que já esta…a pedagogia moderna eh pai e mãe dessa geração de adolescentes delinquentes sem limites que mata, assalta, degola, estupra, sequestra e por ai vai…

  61. ricardo

    -

    19/08/2012 às 18:44

    a parte da “Idiotia deslumbrada” eh certamente a melhor de todas…e eh isso mesmo! me lembro das bobagens da Martaxa sobre dizer algo como as escolas das periferias tinham direito a ter piscinas! piscinas??? já morei na Inglaterra, na Holanda e não vi em nenhum dos dois países escolas de ensino médio com piscinas…na Inglaterra mesmo, olhando as escolas por fora, muitos pais brasileiros não colocariam seus pupilos para estudarem nas edificações simples e relativamente rusticas feitas de tijolos a vista…o brasileiro eh um escândalo em relação ao deslumbre…acreditem, o brasileiro eh um dos povos mais deslumbrados com inutilidades que existe no mundo…

  62. CLAUDIUS

    -

    19/08/2012 às 18:23

    A entrevistada nem pintou o Diabo como ele é. Eu vi, em escolas de Natal e Extremoz, ambas no RN, inúmeras crianças e adolescentes tentando usar meu norewbook para entrar em redes sociais. [ tenho casa na pria de Pitangui. Reinaldo do Céu nenhuma delas conseguia entrar no seu endereço. Descobri que as adolescentes formandas do ensino médio não sabiam escrever. Nem trocando “ss” por ” c”, ou cedilha. Nada. Nadica de nada. Não conseguiam ler suas postagens. Foi acometido de um mal estar danado. Pode-se avisar a manicucci. Serão repasto para o turismo sexual ou de lésbicas ou de weados. Coisa horrorosa. No litoral, vixe! Trocando de lugar: em Palma Sola no Sudoeste do Paraná, a mesma coisa. Estas coisas são de dar nó nas tripas.

  63. DIZ

    -

    19/08/2012 às 18:21

    Os resultados do Ideb confirmam: boa parte dos jovens sai do ensino básico como analfabetos funcionais. Apesar das discussões, não foi abordado pontos centrais. A educação nacional é o retrato do comportamento geral da sociedade atual: irresponsável, indisciplinada e sem noção de limites.
    Domina no país um comportamento social pouco civilizado, seja na família ou na escola, nas filas ou no trânsito. Por onde se ande pode-se observar atitudes que ferem o respeito mútuo, gerando descabida violência. Diariamente, se expõem os instintos mais primitivos do ser humano.
    Talvez, em função de nossa história recente, confundiu-se o sentido de liberdade com ausência de limites. Como resultado, vive-se uma crise de autoridade por parte de quem deveria exercê-la para educar: pais, família, professores, gestores e poderes constituídos. A sociedade brasileira parece ter perdido o senso de ética e civilidade. Sobrepor-se aos limites para tirar vantagem a qualquer custo tornou-se prática corriqueira; convive-se com a propina sem alarde; elegem-se corruptos sem remorsos; onde há uma oportunidade, suborna-se, rouba-se. Os honestos se sentem como trouxas.
    As estatísticas demonstram que a ausência de responsabilidade paterna e materna, assim como a desagregação familiar, é um fenômeno de grandes proporções, principalmente nas médias e grandes cidades. Muitas crianças crescem sem a presença orientadora dos pais, componente básico na formação de um indivíduo civilizado e, por conseguinte, de uma sociedade que pretende ser educada, digna e justa. A falta do estabelecimento de limites transforma os jovens numa espécie de “reizinhos”, onde o significado de respeito não faz o menor sentido. É esse o indivíduo que está nas escolas para ser “educado” por professores que atendem salas numerosas e para quem não são oferecidas as condições técnicas, logísticas e de autoridade para trabalhar com dignidade. Num ambiente escolar em que “joio e trigo” são colocados lado a lado, como medida “politicamente correta”, sob a proteção de leis e regulamentos feitos para sociedades mais civilizadas, muitas sementes boas acabam por deteriorar-se, contaminadas pelas más.
    Para completar, a necessidade de demonstrar resultados quantitativos de curto prazo, com indicadores de avaliação manipuláveis pelos gestores, tais como o nível de aprovação e a redução de evasão, faz com que se baixem as exigências, ajudando a transformar o que deveria ser uma construção séria de conhecimentos e superação pessoal em uma farsa, aonde todos vão em frente sem saber o necessário. O importante é que a banda passe! Se a música está correta é outra discussão.
    O Brasil necessita urgentemente de autoridade e disciplina, a começar pela responsabilidade dos pais.
    *Marcos J. Vieira é pai, engenheiro agrônomo e professor.

  64. Só um exemplo

    -

    19/08/2012 às 18:15

    Professor denuncia irregularidades na Universidade Estadual do Piauí

    http://www.gp1.com.br/blogs/professor-denuncia-irregularidades-na-universidade-estadual-do-piaui-129248.html

  65. Sergio

    -

    19/08/2012 às 18:06

    Acontece que a clientela das escolas públicas é a mesma das prisões públicas: os pobres.
    Os filhos dos governantes tanto da esfera municipal, quanto estadual e federal não entram em escola pública, pois os mesmos políticos que mantém os pobres no despreparo total, não aceita que seus próprios filhos sofram essa tortura mental.
    Na África do Sul também era assim na época do Apartheid, contudo os governantes brasileiros são mais espertos, pois criaram uma válvula de escape contra a revolta dos pobres, que no Brasil é representada, principalmente, pela raça negra.
    Eles criaram as cotas que ajuda uma percentagem muito pequena dos negros, mas é uma propaganda enorme positiva para o governo.
    Assim como existe a entidade chamada “tortura nunca mais”, eu proponho a criação da entidade “escola pública nunca mais”, pois todos esses pobres que passaram pelo ensino público não aprendem nada e são torturados psicologicamente depois, pois não conseguem emprego e o Brasil tem que importar europeus e asiáticos para preencher as vagas que estão sendo criadas na indústria.

  66. Mauricio

    -

    19/08/2012 às 17:50

    É verdade, digitando o seu nome no google, vi de cara que hoje é o seu aniversário, parabéns!!!! Seguem uns videos interessantes achados na internet:
    http://www.youtube.com/watch?v=MIPq6L5GbGQ
    http://www.youtube.com/watch?v=Anm9wmUo6kM
    http://www.youtube.com/watch?v=Qr7jBLstTAk
    http://www.youtube.com/watch?v=fmrhfsDbklQ

  67. Fred Rodrigues

    -

    19/08/2012 às 17:27

    Precisamos de sua ajuda Reinaldo, hoje 19/08, alunos do ensino médio de vários colégios de Goiânia se reuniram em manifestação de repúdio a implementação da nova lei de cotas. Imediatamente a agenda pseudo-moralista da internet entrou em curso para desmoralizar o movimento. (http://www.brasil247.com/pt/247/goias247/)
    Sabe como é, classe média não pode revindicar seus direitos, só pode pagar impostos.

    Por favor utilize o espaço no sue blog para denunciar essa tentativa de intimidação aos estudantes, não tenho esperança que alguém “do social” enxergue a verdade, mas ao menos mostrará aos estudantes que não estão sozinhos para enfrentar esses covardes que atacam a honra de quem protesta e não os fatos.

    Grande abraço.

  68. Estela

    -

    19/08/2012 às 17:21

    Acompanho a evolução do IDEB na rede municipal, em razão de minha atividade profissional. O cálculo do IDEB iniciou no ano de 2005. Desde então, a cada dois anos, é feita nova apuração (2007 – 2009 – 2011). Após a primeira participação de qualquer escola na Prova Brasil, e de acordo com o IDEB alcançado, são projetadas metas de desempenho para os futuros cálculos de IDEB. Meu município tem 22 escolas de Ensino Fundamental completo. Como a participação de cada escola na Prova Brasil está condicionada a ter, no mínimo, 20 alunos frequentando o ano ou série avaliados, nem todas participaram desde logo mas, gradativamente, chegamos ao número de 16 escolas participantes, para um total de 22.
    O ponto onde quero chegar diz respeito às metas projetadas. Até o dia da publicação dos resultados do IDEB 2011, as metas eram umas; no dia da publicação, ops!!! Elas mudaram. Ficaram mais “camaradas”; baixaram mesmo, inclusive as metas anteriormente projetadas para 2011, nos dois segmentos avaliados (5º Ano e 8{ série). Em lugar algum vi explicação para isto: portal do MEC, portal do INEP… Só a notícia de que o país atingiu as metas projetadas. Desconfio um tanto destes resultados pois, se apenas no grupo de escolas que acompanhei, que eram 18, 8 delas tiveram as metas “rebaixadas”… Alguém sabe o porquê disto? Para a rede privada que, ouve-se, não atingiu suas metas, elas também foram alteradas, ficaram mais “camaradas”?

  69. alberto santo andre

    -

    19/08/2012 às 17:18

    UMA PERGUNTA QUE DEVEMOS FAZER CONSTANTEMENTE, NAO SO ATE AS ELEICOES, MAS TAMBEM DEPOIS DELA ATE A PROXIMA E DEPOIS COTNINUAR INCESSANTEMENTE, ATE QUE TENHAMOS PARTIDOS E POLITICOS HONESTOS NO BRASIL ;;[COISA PRATICAMENTE IMPOSSIVEL,POREM COMO BRASILEIROS REALMENTE TRABALHADORES E HONESTOS,
    DEVEMOS CONTINUAR TENTANDO]

    QUAIS AS DUAS LETRAS DO ALFABETO BRASILEIRO, QUE JUNTAS SAO SINONIMO DE BANDITISMO E CORRUPCAO ,HOJE JA RECONHECIDAS ATE NO EXTERIOR???

  70. Casca Fina

    -

    19/08/2012 às 16:54

    Mui difícil entender como “legisladores” que atamancam o vernáculo, tropeçam nas mais simples regras de concordância, usam e abusam de anacolutos, escassos de recursos vocabulares, mas ricos de safadezas, mentiras, distorções da verdade, corruptos e corruptores, podem se arvorar em definir e implantar um programa educacional para nossas crianças e jovens.
    Esses “legisladores” estão abaixo da linha da miséria intelectual e moral para poderem decidir sobre metodologia de ensino escolar.
    Réprobos, como o próprio nome já diz, estão sumariamente
    reprovados.

  71. Nathaniel

    -

    19/08/2012 às 15:37

    Reinaldo a criatividade petralha pra garantir dinheiro aos companheiros é enorme e está disseminada pelo Brasil desde que o multidoutor lulla pai conseguiu que o mensalão demorasse 7 anos para ser julgado deixando o Brail nas mãos destes patriotas.
    .
    Veja que interessante este artigo do Leandro Roque sobre a mudanças das tomadas brasileiras para garantir a arrecadação petralha em anos não eleitorais, veja como é facil garantir recursos para os hermanos e como fica lucrativo ter uma política fiscal baseada em benesses para setores escolhidos… Penso que vale a pena vc publicar para os demais leitores:
    .
    Que o estado brasileiro seja uma gangue de ladrões em larga escala, uma entidade que sobrevive exclusivamente do roubo da propriedade alheia, e a qual adquire apoio ideológico para tais feitos por meio da redistribuição de uma fatia desta propriedade espoliada, é algo por demais óbvio para qualquer observador atento e minimamente informado.
    .
    Nada demonstra tão claramente o caráter de uma sociedade e de uma civilização quanto a política fiscal que o seu setor público adota.
    Joseph Schumpeter, History of Economic Analysis (1954)
    .
    Vagabundos que não trabalham e nada produzem recorrem ao furto ou aos assaltos para sobreviver.  Na maioria dos casos, o assalto é praticado de forma violenta e explícita, abordando-se a pessoa na rua e ameaçando-a com um revólver, uma faca ou qualquer outro objeto cortante.
    Há, porém, uma forma mais sofisticada e eficiente de assalto, na qual os vagabundos se agrupam e criam uma quadrilha cuja fachada é tida como respeitável (para os mais ignaros, obviamente).  Os vagabundos trajam terno e gravata, têm aparência normal (embora sejam mentalmente perturbados) e utilizam a tecnologia como arma.
    Essa modalidade de assalto é duplamente mais vantajosa que a primeira: a receita auferida é muito maior e a prática é 100% segura, pois é tida como legítima pela maioria das vítimas — resultado de um longo processo de doutrinação realizado pelo braço intelectual dessa quadrilha, o qual é sustentado pela redistribuição de uma fatia da propriedade espoliada. 
    A quadrilha acostumada a praticar tal modalidade de assalto é sofisticada e goza de plenos e irrestritos poderes de atuação.  E, principalmente, é salvaguardada pela lei — que foi criada por ela própria.
    Esta quadrilha sofisticada, muito bem armada e plenamente poderosa, sempre teve como aliados os empresários e industriais mais poderosos do país, cujos interesses convergem: os empresários, por serem os financiadores majoritários da quadrilha, pedem em troca proteção para seus produtos no mercado.  A quadrilha, por ser fartamente financiada por estes poderosos, aquiesce prontamente à demanda.  E a conta, obviamente, vem para nós, o rebanho.
    Foi um cavalheiro chamado Benito Mussolini quem apresentou a elegante definição abaixo para este arranjo de conluio entre estado e grandes empresas:
    O fascismo deveria ser mais apropriadamente chamado de corporativismo, pois trata-se de uma fusão entre o poder do estado e o poder das grandes empresas
    Com sede de dinheiro e com o aparato judiciário ao lado da quadrilha, você cidadão comum não pode fazer absolutamente nada a não ser acatar as ordens do assalto, obedecer bovinamente e entregar sua propriedade.  Com um meliante de rua você ainda pode negociar.  Caso consiga escapar dele, estará livre.  Já com essa quadrilha, não só você não pode negociar, como também, se tentar escapar, irá em cana — repetindo, o sistema judiciário está do lado dela.
    No Brasil atual, os principais financiadores da quadrilha estão passando por dificuldades empreendedoriais (que ganhou o pomposo jargão técnico de “desindustrialização”), pois aparentemente o rebanho vem se recusando a adquirir os produtos por eles fabricados, preferindo adquirir produtos lá fora, mais baratos e, muitas vezes, de melhor qualidade.  Tamanha liberdade é intolerável e os financiadores pediram providências.
    As providências inicialmente vieram na forma de aumentos nas tarifas de importação, com o intuito exclusivo de encarecer os produtos estrangeiros.  Como o efeito surtido ainda não havia sido o esperado, a quadrilha adotou revisões de acordo de importação e determinou a utilização de farto conteúdo nacional em bens produzidos aqui no país.  Como isso ainda não satisfizesse os financiadores, a quadrilha partiu para o “modo desespero”: confiscar direta e explicitamente todas as compras feitas pelo rebanho no exterior, enviando assim um claro sinal para aqueles futuros infratores que ousarem adquirir produtos fora do cartel.
    Veja a notícia abaixo:
    Receita faz a maior apreensão de bagagens da história do aeroporto de Viracopos
    Uma operação da Receita Federal no último sábado (24) resultou na maior apreensão de bagagens da história do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Foram retidas 39 malas de um voo proveniente de Lisboa (Portugal), que pesavam 1,1 tonelada no total. O órgão estima que o valor total das mercadorias apreendidas ultrapasse US$ 1 milhão (cerca de R$ 1,8 milhão).
    Entre os itens confiscados estão jóias de prata, produtos médicos, peças de computadores, telefones celulares, aparelhos eletrônicos, suplementos alimentares e anabolizantes. Segundo a alfândega local, somente dois passageiros que viajavam juntos traziam 13 malas com mais de 400 quilos de jóias italianas de prata. As demais mercadorias retidas estavam com outros oito passageiros.
    A apreensão faz parte da Operação Maré Vermelha, deflagrada há uma semana pela Receita Federal e que visa a combater fraudes no comércio exterior. No caso de Viracopos, investigações levantaram a suspeita de que alguns desses passageiros atuam em quadrilha.
    Cada passageiro que teve os bens confiscados receberá auto de infração e poderá perder definitivamente os produtos. Os fatos serão formalmente comunicados ao Ministério Público Federal e os passageiros que transportavam as mercadorias poderão ser processado pelo crime de descaminho (entrada ou saída do país de produtos legais sem o devido pagamento de impostos), cuja pena chega a quatro anos de prisão.
    Em um único assalto, R$ 1,8 milhão.  De matar de inveja assaltantes de banco.
    Mas o problema do método acima é que, embora seja violento e intimidante, ele ainda deixa aberta várias brechas, as quais podem ser utilizadas pelos infratores mais espertos.  Portanto, para garantir efetivamente o domínio de mercado para seus financiadores, de modo a dificultar ao máximo qualquer sucesso da parte dos infratores, a quadrilha adotou uma solução genial: a adoção do Padrão Brasileiro de Plugues e Tomadas, o qual já está em vigência.
    Com isso, aqueles infratores que tiverem o atrevimento de comprar produtos eletrônicos no exterior terão gastos extras apenas para poder utilizar seus produtos em solo pátrio.
    Como disse o presidente do IMB, Helio Beltrão:
    A tomada universal que nós usávamos será extinta no Brasil, país da piada pronta. Ficamos com a tomada jabuticaba agora. Viva o lobby que financia as campanhas políticas…
    E quem são estes lobistas?  Muito certamente, os fabricantes nacionais de eletrodomésticos, que querem inibir importados, que vêm com outro plugue.  Veja o absurdo em uma foto:

    Segundo relatos de um pequeno empreendedor:
    Ano passado compramos todo o estoque local de tomadas padrão antigo! E já acabou! Estou sofrendo com isso este ano! Acabo de sair de uma reunião sobre isso.  Os eletrodomésticos que usamos aqui no meu trabalho são todos importados dos EUA! Imagina o tanto de aparelhos elétricos para as 400 residências oficiais que temos no Brasil!  Só aqui em Brasília são 120!  (Todas com geladeira, freezer, fogão, máquina de lavar, máquina de secar, lava-louça, bebedouro, e por aí vai!)  E aí?  Ah, é só trocar o plug, né?  E a garantia? Dança!
    Você por algum momento acreditou no conto do Inmetro, que diz estar adotando esta tomada única para “dificultar o contato do dedo com a corrente elétrica e impedir que seja inserido somente um pino do plugue, evitando o contato acidental do usuário”?
    Se há algum consolo em todo este truculento estado policial sob o qual vivemos é que os próprios burocratas da Receita Federal admitem abertamente que nada mais são do que ladrões.  Duvida?  Pois veja o que diz este estudo tributário que está na página da própria Receita, e que foi redigido pela então Coordenadora Geral de Política Tributária da Receita Federal, Andréa Lemgruber:
    [...] A condição necessária (mas não suficiente) para que o poder de tributar seja legítimo é que ele emane do Estado, pois qualquer imposição tributária privada seria comparável a usurpação ou roubo. É justamente por referir-se à construção do bem-comum que se dá à tributação o poder de restringir a capacidade econômica individual para criar capacidade econômica social.
    Ou seja, não apenas os adoráveis assumem que o que fazem “seria comparável a usurpação ou roubo” caso feito por entidades privadas, como ainda admitem que o fazem com o intuito de “restringir a capacidade econômica individual para criar capacidade econômica social”.  Ou seja, se arvoram o papel de engenheiros sociais.
    Se uma burocrata do alto escalão da Receita Federal, que entende perfeitamente como as coisas funcionam por lá, confessa que a entidade age como se fosse um assaltante com o intuito de fazer uma reengenharia social, quem sou para discordar?
    Você não acha que a Receita Federal seria leviana ao ponto de colocar tais palavras em seu site e pensar outra coisa completamente diferente, acha?
    Pelo menos agora, quando aquele estatista vier falar sobre as maravilhas da tributação e sobre como ela realmente nada tem a ver com roubo ou espoliação, diga-lhe apenas que nem a (ex-)Coordenadora Geral de Política Tributária da Receita Federal acredita nesta abobrinha.  Segundo a própria, tributação é roubo.
    Era realmente necessário que um burocrata admitisse esta obviedade para ela ser aceita por fanáticos governistas?
    .
    Leandro Roque é o editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.

  72. Claudio

    -

    19/08/2012 às 15:22

    Ninguém se lembra (claro!), mas o fanfarrão do Mercadante foi contra o provão. Seu lema de campanha era “Provão: provar sim, aprovar não”. Mercadante, onde pode, tentou SABOTAR O PROVÃO DO MINISTRO PAULO RENATO, O QUE É UMA CONHECIDA ESTRATÉGIA PETISTA.Transformaram o provão nessa estrovenga chamada ENEM. Agora NÃO BASTA AO PT APARELHAR AS UNIVERSIDADES FEDERAIS E OS SINDICATOS DE DOCENTES E FUNCIONÁRIOS, O PT QUER DESTRUIR A UNIVERSIDADE FEDERAL COMO PLANO DE DESARTICULAÇÃO DA SOCIEDADE.

  73. Davi

    -

    19/08/2012 às 15:16

    Muito boa a entrevista. Nao sou fa do sistema escolar, mas o comentarista foi muito feliz em suas colocacoes. Valorizar professor nao eh simplesmente aumentar o salario ou dar tablets.

  74. Só o voto consciente resolve.Voto distrital não muda nada.

    -

    19/08/2012 às 15:08

    Cair nessa história de que cotas resolvem é como usar Carefree. A maior furada !

  75. Anónimo

    -

    19/08/2012 às 14:17

    Enquanto houver esse blá-blá-blá que a escola deve ser um lugar de se aprender brincando não haverá redução no indice de analfabetos e semi analfabeto. É necessário disciplina, boa vontade por parte dos alunos. Não há meritocracia e os alunos interessados e estudiosos, saem perdendo. Pq as escolas militares se saem melhor nesse tipo de avaliação? Pq cobram dos alunos e há a concordância dos pais. É bom lembrar aos figurões que fazem as leis que regem a educação, que a criança, o jovem quer aprender, quer ser cobrado. A quem interessa essa aprovação automática do jeito que vem sendo feita? É necessário e urgente acabar com essa ideologia na educação. Onde está o tal “cidadão crítico” que vem sendo formado nos últimos 20 anos? É triste ver gerações se perdendo nessa embromação do finge que ensina que eu finjo que aprendo.

  76. paranaense enojada

    -

    19/08/2012 às 13:57

    Há até uns 20 anos, os alunos do EM tinham aulas aos sábados, 5 aulas semanais de Química, 5 de Física, 6 de Matemática, muitas aulas de Português, de Biologia. Ninguém ficou abalado com tal ritmo. Pelo contrario: dai vieram os grandes cientistas, médicos, engenheiros. Depois que o governo resolveu meter o bedelho, com ajuda de “pedagogos” o nível só tem caído. ENEM? COTAS? Tudo tapeação. Agora ninguém mais precisa estudar. O melhor então é fechar todos os cursos de licenciatuas em Exatas e só abrir novos cursos de pedagogia, de preferencia com professores petralhas.

  77. Clayton Moreira

    -

    19/08/2012 às 13:56

    Chegou a ver isso, Reinaldo?

    http://www.youtube.com/watch?feature=fvwp&NR=1&v=H7mJI7eLubc

    Fui levado a esse vídeo depois de assistir à tua participação no CQC em 2008. É incrível como o tal postador não teve a cara de postar um único e miserável argumento pra rebater a tua crítica ao Chico Jabuti, sendo que você explicou com detalhes porque os livros dele não valem a pena ser lidos (fui meio que forçado por uma professora “chicólatra” a ler o “Estorvo” na faculdade de Letras e não preciso ler mais nenhum outro pra saber que não devo perder o meu tempo com a “literadura” do Chico). O “filhote” só fez ficar que nem um boneco a repetir hashtag do twitter e pôr pra tocar aquele patético e ultra-datado “Apesar de Você”. Chega a dar nojo ver certas coisas!

  78. Messias

    -

    19/08/2012 às 13:50

    Só agora eu vi.
    Meus parabéns e feliz aniversário!

    Messias.

  79. freed

    -

    19/08/2012 às 13:44

    Como vamos ter educação de qualidade? É só olhar os dois últimos ministros da da educação. São duas “Antas”!As asneiras que Haddad e MercaDANTA dizem´e fazem são absurdas.Veja se o minstro atual presta – Ele comemorou os dados do Ideb que são amplamente desfavoráveis. Estamos esperando um comentário seu sobre o ministro que quer diminuir as disciplinas. ( É brincadeira né?). Antigamente tinha um provérbio popular que dizia: Ou nós acabamos com a saúva ou a saúva (formiga) acaba com o Brasil. Pois é; ou nós acabamos coma saúva do PT ou eles vão acabar com o Brasil.

  80. PARABÉNS PELO ANIVERSÁRIO!

    -

    19/08/2012 às 13:42

    Eu li no Wikipédia (se tiver correto) HOJE É TEU ANIVERSÁRIO!!! PARABÉNS REINALDO E QUE DEUS ABENÇOE-O RICAMENTE, E SEJA CONTIGO E TODA A FAMILIA. NÓS BRASILEIROS HONRADOS TE AMAMOS MUITO! MIL BEIJOS.

  81. maria

    -

    19/08/2012 às 13:28

    É CRIMINOSO o que fizeram e estão fazendo com nossas criaças e jovens… conheci uma moça c ensino medio completo que no estagio com a gente não sabia escrever nome JULIO, achava que a pessoa se chamava Julho… tenho 47 anos e lembro bem um professor repreendendo a minha sala pela bagunça: que era isso mesmo que os governantes queriam: quanto mais brasileiros burros, ignorantes lucro pra eles! E vejo que ele tinha mesmo razão kit gay é mais importante que qualidade no ensino, casamento gay desvia atenção para a corrupção em Brasilia… futebol, carnaval, pancadão, liberação de drogas, adoção de crianças por homossexuais, alto padrão de vida de traficantes etc etc são assuntos que fluem na vida nossos jovens!! FIM DOS TEMPOS

  82. Carla Lacerda

    -

    19/08/2012 às 13:16

    sou do tempo que se tirava média passava. se nao tirava ficava reprovado e ponto. tiraram a reprovaçao da escola pública, tiraram a autonomia do professor da sala de aula, deram direitos demais aos rebentos sociais e agora choram o leite derramado. alguem tem que pagar o pato. aposto 10 contra 1 que será o pobre do professor, que segundo esse senhor, ganha muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito, com salário quintuplicado

  83. Rose

    -

    19/08/2012 às 13:11

    Parabéns, Reinaldo! Obrigada por tanto empenho em defesa da nossa Democracia. Que Deus lhe dê muita Saúde e Força para seguir na luta por um País melhor! Um abraço fraterno.

  84. Anónimo

    -

    19/08/2012 às 13:06

    O Brasil atualmente já forma professor analfabeto funcional e estes estão inseridos nas escolas muitos nos setores administrativos então como mudar a educação básica se o governo forma emergencialmente profissionais a distância para tapar buracos no sitema que já não nem sequer telhado…de verdade me pergunto onde está a falha se no aluno que já não quer mais compromisso, se na família que está em estinção ou se nos educadores que estão acuados diante de tantas dificuldades…

  85. Livre

    -

    19/08/2012 às 12:57

    Feliz Aniversário! Soube minutos atrás por uma amiga.

  86. Johnsson

    -

    19/08/2012 às 12:54

    Muito bom Reinaldo. Otima radiografia. Faltou dizer que além de educar o aluno aqui no Brasil também é preciso educar os pais. A escola não é responsável 100% pelo nível baixo dos alunos. As famílias tmb. É um ciclo (que os petralhas & esquerdopatas acham que é círculo…ahahahah) vicioso…

  87. joao santos

    -

    19/08/2012 às 12:53

    Discordo em dois pontos. Em São Paulo os alunos passam por Decreto. O aluno só é punido com reprovação em último caso, quando não comparece às aulas e não faz “compensação” de ausência. Quanto a evasão, é culpa desse sistema coletivista que tenta implantar a igualdade à força, desconsiderando o mérito.

  88. Alguns poréns

    -

    19/08/2012 às 12:52

    Não discordo de uma palavara desse. Porém, esse já foi da alta estrutura do MEC e não encontro nesse tempo, assim como em nenum outro, o MEC fazendo coisa que preste. E quando o MEC não se qualifica, fica quase impossível esperar algo dos demaias e começa pelo o mais terrível: esse país tem universidade pública todos os Estados, e na maioria mais de quatro, todas cervadas com recursos do MEC. Porém, não existe nenhum curso que se possa de formação docente em nenhuma dessa, mesmo antes os critérios mais básicos. Sem isso, fica impossível que rede pública se qualifique. Como sou um pouco atrevido, outro dia até levei uns tapas por causa do MEC. Esse resolve encher as burras de dinheiro de universidade pública para promover curso de diplomação docente leigo, Parfor, e com isso fez com que gente no afã de ganhar um salário defendesse perto da minha pessoa que poderia diplomar com total qualifidade um docente com ess cursando cada disciplia com apenas duas semanas de aulas e o MEC aprovou toda essa bandalheira.

  89. Ferrabraz

    -

    19/08/2012 às 12:49

    Continuo afirmando que o principal responsável pela decadência do ensino publico é o professor. Faltou ética profissional a êles. Não se comprometeram e não se comprometem com o ensino, que seguramente passa pela obrigação de cobrar resultados de seus alunos. Como nos tempos em que fui alfabetizado, quem não sabia ler, saber a tabuado de cor e salteado, que não comparecia as aulas, tomava bomba. Repetia o ano até saber ou ser afastado da escola.
    Mesmo se seu incipiente corporativismo de ex professor tentar não publicar o que escrevi acima, feliz aniversário.

  90. aluno online

    -

    19/08/2012 às 12:43

    O preblema reinaldo, é que todo o dinheiro da educação vai todo para estas universidades federais. Os professores do ensino primário,ginasial e cientifico tiram do proprio salario para que as aulas funcionem. Pergunte a um professor de educação fisica, por exemplo até bolas eles compram. Assim não dá. Por isto só estuda pela internet enão me falta trabalho.

  91. jose wagner

    -

    19/08/2012 às 12:37

    Feliz aniversário Reinaldo.Sou um educador, a análise do texto está perfeita!

  92. nei Brasil melhor

    -

    19/08/2012 às 12:36

    Comprar no Brasil melhora nossa segurança:
    Brasileiros são furtados em shoppings de Miami

    AFONSO BENITES
    DE SÃO PAULO

    A viagem que era para ser de diversão na Disney, em Orlando, e de compras em Miami, tem virado uma tremenda dor de cabeça para dezenas de turistas brasileiros.

    Desde janeiro do ano passado, o Consulado do Brasil em Miami já registrou 173 casos de furtos a brasileiros. Cruzando as informações do consulado com as da polícia local, conclui-se que, entre janeiro e abril deste ano, os casos de brasileiros furtados representaram 5% do total de furtos na cidade de Miami.

    Para efeito de comparação, na cidade de São Paulo, conforme a Delegacia de Atendimento aos Turistas, nenhuma nacionalidade representa nem 1% do total de furtos ocorridos na cidade.

    Shoppings e outlets são os principais locais onde os ladrões têm agido nas duas cidades turísticas do Sul dos Estados Unidos. Os dois juntos são responsáveis por 65 dos 173 furtos no período.

  93. JM

    -

    19/08/2012 às 12:29

    Reinaldo,
    Feliz Aviversário ! Saúde!
    Boas escritas!

  94. Oscar

    -

    19/08/2012 às 12:26

    Reinaldo,
    se puder leia este artigo de Joaquim Morales Sola do La Nacion. Isso ainda vai acontecer com esta intensidade por aqui.
    http://www.lanacion.com.ar/1500643-el-miedo-como-politica-del-estado

  95. elguajiro

    -

    19/08/2012 às 12:20

    No EUA não há vestibular.Lá o aluno que tem melhores notas do pré à faculdade é convidado pelas melhores universidades.Ou seja ,o aluno é obrigado a se desdobrar desde o pré.No br até jumento consegue matricula em faculdades que formam sub doutores ou drs horriblis causis, como o apedelta.Deveriam testar o metodo USA ao menos em um estado,SP por ex.

  96. Anonimis

    -

    19/08/2012 às 12:19

    Pensei que o castigo seria aplicado após alguns anos quando a classe politica tomaria um jatinho em Brasilia para se tratar no Sirio-Libanes com uma classe médica formada pelo sistema de cotas, porém, nesta altura ja estarão voando para Houston. Politico é populista mas não é burro.

  97. Dawran Numida

    -

    19/08/2012 às 12:18

    Nesta mesma edição há um artigo de Claudio Moreira e Castro. Também sobre Educação. Imprescindível.

  98. Samuel Gueiros Jr

    -

    19/08/2012 às 12:16

    Li uma sugestão na Veja: se o sistema de cotas funcionasse, porque ele não é adotado nas olimpiadas? já pensou: o Brasil porque é pobre, e desigual em relação aos países desenvolvidos, já entraria nas Olimpiadas do Rio com 10 medalhas de ouro…

  99. Rodolfo

    -

    19/08/2012 às 12:07

    Reinaldo,
    É a tal história: a gente fica sempre querendo reformas para que o Brasil avance e se desenvolva!
    Mas com essa PRAGA de PT no poder, o que já estava ruim pode sempre piorar! E com eles a coisa SEMPRE PIORA!
    É impressionante: TUDO que eles colocam as PATAS, ou dá ERRADO, ou então PIORA o que já era sofrível! São o inverso do Maluf: ROUBAM, não fazem NADA e/ou PIORAM TUDO!
    Infelizmente teremos que aguardar e torcer pelo fim da ERA DA MEDIOCRIDADE para começar a recolocar o país nos eixos!

  100. NAUSEADA

    -

    19/08/2012 às 11:55

    E VEM AÍ A MAÇAROCA DO CRIOLO DOIDO:
    A CULPA É DA FRAGMENTAÇÃO DAS MATÉRIAS,POR ISSO O MEC VAI PROPOR A REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO QUE NA PRÁTICA REDUZIRIA 13 MATÉRIAS A LINGUAGENS,MATEMÁTICA CIÊNCIAS NATURAIS,E CIÊNCIAS HUMANAS NOS MOLDES DO ENEM, COM A JUSTIFICATIVA MAIS CRETINA DE “AUMENTAR OS DIREITOS DA APRENDIZAGEM”(MAS SEM AUMENTAR OS DEVERES DO ENSINO), QUE PODERIA SAIR DA CABEÇA DE UM MINISTRO ENERGÚMENO, QUERENDO MASCARAR SUA INCOMPETÊNCIA PARA GERIR PASTA TÃO CRUCIAL AO DESENVOLVIMENTO CULTURAL,MENTAL,INTELECTUAL E ECONÔMICO.E COMETENDO A POUCA VERGONHA DE PASSAR PARA OS ESTADOS A RESPONSABILIDADE DA IMPLEMENTAÇÃO PARA SE RESGUADAR DO FRACASSO DO ENSINO QUE NA SUA VISÃO VESGA É ATÉ COMEMORADA.OS PRÓPRIOS PROFESSORES SENTEM A DIFICULDADE POIS TÊM FORMAÇÃO EM ÁREAS ESPECÍFICAS.ANTES DA APROVAÇÃO,PARA O PRÓXIMO ANO, JÁ SERÃO COMPRADOS LIVROS QUE ADOTAM O SISTEMA DAS QUATRO ÁREAS DE CONHECIMENTO.
    VAI SER O ENSINO DO PASTEL DE VENTO DO VENDAVAL QUE ESTÁ FAZENDO BANÂNIA TERRA ARRAZADA.
    FHC FEZ O MELHOR DIAGNÓTICO:
    http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/expansao-de-universidades-feita-pelo-pt-tem-resultado-pifio-diz-fhc

  101. Andre

    -

    19/08/2012 às 11:53

    MEUS AMIGOS: QUE JUÍZO VOCÊS FAZEM DE UM PREFEITO DE UMA CAPITAL COMO BELO HORIZONTE, ONDE FALTAM VAGAS PARA ALUNOS NAS ESCOLAS, A SAÚDE PÚBLICA É CAÓTICA E AS RUAS SÃO ESBURACADAS, QUE “TORRA” CRIMINOSAMENTE $500.000,00 NA COMPRA DE ARMAS E MUNIÇÃO PARA A GUARDA METROPOLITANA, A QUAL POR LEI É IMPEDIDA DE UTILIZÁ-LAS??? ,,,, ALÉM DISSO, SUPERFATUROU CÂMARAS DE SEGURANÇA E TEM VÁRIAS OBRAS SOB SUSPEITA NO MINISTÉRIO PÚBLICO. POIS BEM, ESTE EX-PREFEITO É O SR. FERNANDO PIMENTEL, O MINISTRO AMADO E PROTEGIDO DE DONA DILLMA ROUSSEFF, E O PRINCIPAL APOIADOR DO PETISTA E CANDIDATO A PREFEITO DE BH, PATRUS ANANIAS! SE DONA DILLMA FOSSE SÉRIA E HONESTA, O TERIA DEMITIDO…… SE PATRUS FOSSE UM BOM CANDIDATO, TERIA MUDADO DE PARTIDO……. PT, NUNCA MAIS!

  102. Simone Miranda

    -

    19/08/2012 às 11:42

    FELIZ ANIVERSÁRIO MESTRE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Muiiiiita saúde e paz. Beijos e abracos com carinho

  103. Faltou

    -

    19/08/2012 às 11:38

    [Hoje, o único punido no sistema de ensino brasileiro é o aluno reprovado. Isso é covardia.”]
    E tabmém, sem entrar ainda no mérito, todo docente que tentar fazer qualquer coisa que não seja a bandalheira de sempre.

  104. Os petistas sabem como resolver

    -

    19/08/2012 às 11:26

    Os petistas de Sobral souberam como sair do meio da desgraça total tomando apenas duas providências: a) colocar até veículo para ir buscar aluno que faltou b) pregou em toda direção da escola o telefone da delegacia mais próximo para o caso do faltoso ser docente.

  105. aldo soares

    -

    19/08/2012 às 11:21

    Até que o Min.da educ.tem razão em dizer que há matérias demais; filosofia,arte,teatro,religião,música,e bla´,blá,blá. Querem enfeitar o pavão com extensas e supérfluas matérias deixando de lado a base produtiva; matemática,português, química,física. Quero ver um país industrializar-se sem elas.certo dia vi um “bam-bam-bam”dizer que as escolas enganam os alunos: o óbvio;o contrário é que não poderia ser. A maioria dos mais jovens(E.médio) não sabem destrinchar,simples aritmética (frações, nº decimais,r.de três etc.)imagine as progressões;as equações com seus enfadonhos cálculos e fórmulas.Infelizmente há muito que vemos uma geração apática aos nºé a geração onde o computador resolve tudo;pensa por nós, pra que queimar neurônios à toa;pensam, muitos. E assim vai.E também não se justifica que um aluno que não trabalha,só estuda,tirar uma média inferior a 50%.Falta estímulo e os pais devem dá-lhe o estimulante,não só o estado. Ao estado cabe a parte física, os recursos, e que são bem precários e saber que investir em educação há retorno sólido. A gestão, a aplicação certa dos recursos e o empenho na cobrança é fundamental. Enfim, ter o ensino como propulsão de progresso sempre.Só arrematando; (todos sabem) AL,sempre foi o pior índice de média escolar no país. Mas,uma cidadezinha que ninguém conhecia, depois do JN, passaram aconhecer; chamada Coité do Nóia, deu um bom exemplo; acima da média.Parabéns aos gestores públicos e aos pais dos alunos.

  106. Observadordepirata

    -

    19/08/2012 às 11:20

    País para dar certo tem que haver trabalho sério, respeito e hierarquia. Entrem numa sala de aula e vejam se esse país pode dar certo!

  107. Observadordepirata

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    19/08/2012 às 11:18

    Com a saúde é a mesma coisa. Tem um o outro hospital de “referencia” e o resto do sistema chafurda na mediocridade e no péssimo atendimento. Agora quando vem um autoridade estrangeira ao país, levam nessa escola ou num hospital que foge a regra, mostrando ao mundo que o Brasil deu “certo”. Brasil: a terra da MENTIRA e do marketing político mais repugnante e falacioso. Mas a sociedade brasileira, omissa e cretina, tem uma consideravel parcela de culpa, por essa situação grotesca do país. Políticos e povo, por aqui, se merecem.

  108. Lílian

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    19/08/2012 às 11:15

    Caro Reinaldo,
    FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  109. brasileiro de LUTO até fim governo petista

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    19/08/2012 às 11:09

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    O Brasil ficou entre 8 melhores do mundo no futebol e ficou triste.
    Mas é o 85º em educação e não há tristeza. “ Cristóvam Buarque
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    “Defeitos não fazem mal, quando há vontade e poder de corrigi-los.” (Machado de Assis)

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    “O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e moralidade, com que se pratica, do que das grandes inovações e belas reformas que se lhe consagrem. “ Obs.: Plataforma de 1910. Rui Barbosa
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    NASCI NA DITADURA VARGAS, muito e quase nada falada, ficou fora até da ” CUMICHÃO DA INVERDADE”….. SER PROFESSOR ERA COISA MUITO IMPORTANTE…. ELES TINHAM ORGULHO, pois além de serrem reconehcidos, tinham prestígio, eraam respeitados, POIS ALÉM DE TUDO, ERAM EDUCADORES, coisa que não temos mais…………..
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    Lembro-me do meu professor, da 4ª série primário, UM EDUCADOR, Professor João Rabelais, que me ensinou muitas coisas da vida……. VALE LEMBRAR, que mesmo os profssors do GInásio, do Cioentífico, do Clássico, do Contador, não possuíam faculdade…… ERAM MESTRES POR VOCAÇÃO… e o Professor Rebolo (o gordo, pois eram dois irmaõs ) LECIONAVA história, geografia, desenho, caligrafia, estenografia, … ERA UM EXCELENTE PROFESSOR… qaunta saudade….
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    Lembro-me da primeira professora formada em faculdade que tive, era de português……….. que lástima…
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    A COISA PIORU DEPOIS QUE PARTIDOS POLÍTICOS TOAMRAM COTNA DOS SINDICATOS, o Cristovam Buarque que o diga, quando foi governdor de Brasília……
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    COMEÇAR A SUBIR UM ESCADA PELO ÚLTIMO DEGRÁU ( universidade)…..
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    O Mercado ampulate quer fazer na educação o que a hermana argnetina vai fazer com as Forças Armadas, mudar o curriculo para atender ao ideologismo barato das esquerdas…….. VAI FAZER O QUE O CORNO FEZ QUANDO PEGOPU A MULHER NO SOFÁ COM O VIZINHO – vendeu o sofá……. O PROBLEMA DO ESNINO COMEÇA LÁ NA ALFABETIZAÇÃO……. PASSA PELO ENSINO FUNDAMENTAL…..
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    COTAS, lembrei-me do que disse o presidnete do Movimento Socialsita Negro (creio que é esse o nome). ELE CONTRA AS COTAS, o que me surtprendeu, FOI PRECISO, AO DIZER QUE O PROBLEMA ESTÁ NO ENSINO FUNDAMENTAL, NO MÉDIO, E QUE NÃO ADIANTA COMÇAR A SUBIR A ESCADA PLEO ÚLTINMO DEGRAU… QUE O PROBELMA É DE TODOS, BRANCOS , PRETOS, AMARELEOS, DE SANGUE AZUL OU NÃO….. MELHORAR O ENSINO FUNDAMENTAL………….. VALORIZAR OS PROFESSORES….. um professor ganha muito menos do que um “assessor parlamentar”, até de vereador……..
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    CANSEI…….ma s fazer o que, se o Lula é ” DOUTOR ” EM VÁRIAS UNIVERSIDADFS,ATÉ EM PORTUGUAL……. A Dilma é presidentaaaaaaaaaaaaaaaaa ( olha que foi formad ants dessa zorra, e não sabe falar…. uai, ocê tá dimirado, cumê isso???? ), Tiririca é deputado, o Juruna, já foi, e vai por aí………

  110. Karamazov

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    19/08/2012 às 11:05

    Acho que falta um debate melhor sobre o sistema de cotas nas universidades públicas. É fato que as vagas nos cursos mais disputados, nas melhores universidades públicas gratuítas, tem sido ocupadas quase que exclusivamente por alunos provenientes de caríssimas escolas privadas de primeiro e segundo gráus, restando aos alunos provenientes de escolas públicas, de baixa qualidade, cursar o nível superior em escolas privadas, tambem de baixissima qualidade, seja com o sacrificio da renda de suas familias, seja pela obtenção de “bolsas” do PROUNI, um programa demagógico que só tem enriquecido donos de “espeluncas”, verdadeiras fábricas de diplomas inúteis, pagas com dinheiro público. Se os milhões de reais gastos nesses progaramas demagógicos fossem utilizados para, no mínimo dobrar o número de vagas nos melhores cursos, das melhores universidades públicas, aliado à cobrança de mensalidades equivalentes aos pagos pelos filhos da classe média alta, nas melhores escolas de ensino médio que cursaram, a possibilidade de se fazer justiça social seria muito mais real, sem qualquer tipo de “discriminação” contra os esforçados alunos pobres e brancos, em favor dos alunos negros, índios, etc, nem sempre tão esforçados assim. Essa é uma idéia. Creio que muitas outras tambem não foram ainda avaliadas.

  111. Carlos Alberto Bárbaro

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    19/08/2012 às 11:04

    Reinaldo, aquele “põem” lá em cima está concordando com o quê? Não pode ser com “As Páginas Amarelas de Veja”, certo?

    Corrigido, obrigado.

  112. hacs

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    19/08/2012 às 11:02

    Oi Reinaldo,

    Voce quer as planilhas? Sao dados do Censo do Ensino Superior de 2010 e do resultado do universo do Censo de 2010. Usei o PSPP (freeware) para a primeira agregacao, eo o AMBeta (freeware) para gerar um *.csv de quarenta e poucas mil linhas. O resto foi em excel.

  113. Torcedor

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    19/08/2012 às 10:52

    Uma avaliação bem feita do ensino no Brasil e a política de cotas é querer tapar o sol com uma peneira, uma escada aleijada, sem os degraus inferiores.
    Reinaldo muita saúde e parabéns pelo aniversário.

  114. charles

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    19/08/2012 às 10:50

    Lamento discordar, mas se tem alguém hoje na educação que não é cobrado este é o educando. Basta ter presença que os diretores cobram aprovação, mesmo que este não faça nada. Pois se começar a cobrar baixará os índices de aprovação e logo o rendimento da escola cairá e o Diretor será “chamado” ao seu distrito para explicar esse absurdo… Além do mais o aluno tem as dependências e tem que fazer quantas recuperações paralelas forem necessárias. Resumindo em algum momento ele será aprovado. Cheguem nas escolas públicas com educandos finalistas do ensino médio e façam uma redação de 10 linhas e vejam que 70% são analfabetos funcionais que são aprovados todos os anos em nome dos índices de aprovação. No final só terá um culpado. O ótario do professor!

  115. brasileiro de LUTO até fim governo petista

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    19/08/2012 às 10:47

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    Reinaldo, todos, os que pensam, que naõ são alienados, sabemos que governo populista ( e outros piores… ) é assim…… inchar as univerisades, e de preferência na base do favor, da discriminação, da ignorância, da falta de mérito, DA GRATIDÃO POR ENTRAR NA FACULDADE, favorece aos interesses dessa gente…….. UNIVERSITA´RIO SENPRE FOI FÁCIL DE SER MANOBRADO PELAS ESQUERDAS, IMAGINE AGORA COM BOLSAS, COTAS, E OUTROS FAVORES….. o PROUNI, visa, além disso tudo, favorecer as particulares, que garantem o faturamento, e o esnino…….
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    Você já demonastrou que a REVOLUÇÃO UNIVERSITA´RIO DO APEDEUTA FOI E É UM EMBUSTE…… no governo LuloPetista formaram-se menos alunos do que nos anteriores…. as “universidades” criadas foram um engodo.. lembrei-me de uam no Paraná ou Santa Catarina, que era faculdade de arquitetura ou engenahria, e foi transformda em “UNIVERSIDde” , colcoaram um cursinho de … e outro de …. esses cursos ….. MAS, a verba contionuou a mesma, além de retirar crianças de escolas para que os alunos universita´rios ocupassem as salas de aula… as crianças foram para baracoes, ou coisa assim….
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    POLÍTICA E FUTEBOL… tudo se confunde….. presidentaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
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    O cara é vaidoso, orgulhoso, egoísta, boçal…. será mera coincidência com um político??????
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    A FLAMENGO NÃO TEM MEIO DE CAMPO DESDE QUE ANDRADE, ADILIO E ZICO SAIRAM…… o cara quer a camisa 10……….
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    Incompetência da presidentaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa e de outros que por lá apssaram… agora querem ter 4 atacantes, para que, se abola não chega não taque…… TENHO PeNa DO LOVE, PARECE BONECO DE POSTO DE combustível…… e a bola não chega….
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    Dorival, no último jogo pensei que era o Joel, quando fez as substituições…..
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    19/08/2012 08h00- Atualizado em 19/08/2012 08h00
    Adriano revela, em reunião, mágoa com busca do Fla por camisa 10
    Diretor de futebol Zinho quer que jogador seja exemplo de superação: ‘Senti o Adriano feliz com o empenho do Flamengo em recuperá-lo’
    Por Janir JúniorRio de Janeiro
    86 comentários
    Adriano ouviu de Dorival que terá de cumprir regras
    (Foto: Janir Júnior / Globoesporte.com)
    Durante 1h40m, Zinho olhou no olho de Adriano. Na conversa deste sábado, o diretor de futebol teve o sentimento de que o atacante ainda alimenta o sonho de voltar a ser Imperador. Na conversa, todos os presentes falaram de forma direta, sem rodeios. O jogador revelou sua mágoa quando o clube buscava Diego para ser o camisa 10. O diretor explicou. Dorival Júnior expôs seu ponto de vista do que espera do seu futuro comandado. Patricia Amorim deu dois abraços carinhosos em Adriano e disse que ainda faltam alguns capítulos para serem escritos na sua história pelo Flamengo.
    - Senti o Adriano feliz com o empenho do Flamengo em recuperá-lo, percebi que ele está muito feliz com a possibilidade de vestir novamente a camisa do Flamengo. O Adriano tem recebido um carinho muito grande na rua, com a gente não foi diferente. O torcedor apoia, a direção apoia, o treinador gosta do atleta. Dentro das regras e responsabilidades, ele cumprindo, pode ser uma grande reviravolta na carreira do Adriano, pode ser um grande exemplo de superação. Estamos fazendo o máximo para participar disso junto com ele – afirmou Zinho.
    Na conversa, todos falaram abertamente. Em certo momento, Adriano disse que ficou chateado com a incessante busca por um camisa 10, principalmente com o nome de Diego. Zinho explicou que não seria um jogador que faria a mesma função do atacante. O diretor e Dorival foram claros que Adriano terá que cumprir as regras impostas a todos os jogadores.
    Dentro das regras e responsabilidades, ele cumprindo, pode ser uma grande reviravolta na carreira do Adriano, pode ser um grande exemplo de superação”
    Zinho
    Em 2009, Adriano voltou ao Flamengo depois de ter deixado o clube em 2001, sem o reconhecimento da torcida. No retorno, foi artilheiro do Brasileirão com 19 gols e teve participação efetiva na conquista do título nacional. Mas tudo isso com um currículo de faltas e apresentações nem sempre nas melhores condições para treinar.
    As indisciplinas e as alternâncias de comportamento do Imperador também foram colocadas à mesa na reunião desse sábado. Foi dito ao jogador que, caso tenha algum problema extracampo, não esteja psicologicamente bem, deve buscar ajuda no próprio clube.
    Aos 30 anos, Adriano terá sua chance derradeira no Flamengo. E precisa provar que está com o pé no lugar. E a cabeça também.

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  116. Bira

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    19/08/2012 às 10:33

    Enquanto o aluno não souber o que fazer e como se comportar na escola, não haverá ambiente para aprendizagem. Hoje, crianças desinteressadas, oportunistas e em diversos graus de malandragem cantam suas peripécias verbais contra professores. Inclusive na faculdade.

  117. CARIOCA DE OPOSIÇÃO

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    19/08/2012 às 10:32

    Pô,num sabia. Mas aqui também deixo um forte abraço, desejando muita saúde, força e ainda mais destreza com as palavras e os argumentos. Cada dia de um novo ano ano em sua vida Reinaldo, é pra nós, seus leitores-seguidores, um sopro de esperança de que um dia a educação e sabedoria sejam prevalentes entre os brasileiros.
    Parabéns!

  118. Jobritto

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    19/08/2012 às 10:30

    Feliz aniversario Reinaldo. E muito obrigado pelo que faz pela liberdade e contra o avanco do totalitarismo e da mediocridade, que tanto compromete o presente e o futuro da nossa patria e do nosso povo.

  119. Rocha

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    19/08/2012 às 10:19

    “Porque no Brasil o que importa é acessório. O legal é colocar xadrez na escola, é ensinar teatro“.

    João Batista está corretíssimo.Um bom exemplo do ele diz são as ações das ongs nas escolas de periferias das grandes cidades em que o importante é fazer das escolas parques de diversão.Até a globo e a Unesco entraram nessa com o Criança Esperança,um grande projeto, mas que se perde nesta filosofia de fazer das escolas apenas um local para diversão,dançar e bater latas.O ensino de matérias como Matemática e português fica como uma coisa secundária.
    Isso é que é a verdadeira dominação por parte dos petralhas:impede a ascensão social dos pobres com esta visão educacional e os condena a eterna massa de manobra das esquerdas.Enquanto os filhos de pobres brincam nas escolas batendo latas,dançando balé,funk e fazendo teatro,os esquerdistas e os próprios professores,os que podem pagar,procuram escolas particulares e colégios militares para os filhos.
    Uma sugestão para os editores da Veja:Que tal uma reportagem sobre o ensino nas escolas e ongs apoiadas pelo Criança Esperança e sobre o colégios militares.O que as crianças estão aprendendo além das batucadas?
    Por que as vagas nos colégios militares são tão disputadas e por que existem tão poucos?

  120. Incisiva

    -

    19/08/2012 às 10:06

    Reinaldo, querido “PROFESSOR”, competente “JORNALISTA”, uma pessoa em quem a gente pode acreditar(afinal, há carência no país). Escolhi a seção de comentários deste POST, para trazer-lhe o mais profundo e respeitoso abraço de FELIZ ANIVERSÁRIO!
    Que Deus ilumine cada passo seu em direção a tudo de mais brilhante e próspero!
    Obrigada, pelo o que de melhor você nos tem mostrado, através desses anos. Até dentro do pior que você mostra, pois estamos vivendo o pior, você traz a luz, para que reflitamos e façamos as armas para a luta pela Democracia e o Estado de Direito.
    Obrigada, Reinaldo!
    Muitas vezes, obrigada, por representar o guardião de um País, onde se possa viver com dignidade, fazendo a sua parte! E muito bem feita! Denunciando o que há de podre no reino e aplaudindo o que deve prosperar, de positivo!
    Parabéns! Muita saúde! Muita luz! Felicidade, entre os seus entes queridos!
    Feliz Aniversário!!!!!!

  121. Henrique

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    19/08/2012 às 10:05

    Parabéns pelo aniversário, Reinaldo, e muita saúde pra você. E obrigado pelos seus textos, que acompanho desde a memorável Primeira Leitura. Tenho grande satisfação em ser seguidor do seu trabalho há mais de 10 anos!

  122. Renata

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    19/08/2012 às 10:04

    Também está genial a coluna de Cláudio de Moura Castro na mesma edição da revista, sobre as reformas não traumáticas do ensino brasileiro,que se limitam a mudar somente nomes pra fingir que estão fazendo alguma coisa.

  123. Elcio

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    19/08/2012 às 9:58

    Entre tantas coisas erradas, há substancialmente o seguinte aspecto: a abissal diferença entre o munfdo universitário estadual e o ensino básico da mesma esfera. Um professor universitário ganha cinco, seis ou sete vezes mais o que ganha um professor da rede básica. Os grandes cardeais das universidades, então, dá vergonha até de falar. Por que este desnível?

  124. hacs

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    19/08/2012 às 9:54

    Resumindo, no ensino superior brasileiro a proporcao de brancos esta acima da proporcao de brancos na populacao, para cada categoria formada pelo cruzamento simultaneo de estado/Brasil, fx. etaria, ensino medio em escola publica/privada e homem/mulher/ambos. Poucos estados (localizados nas regioes nordeste, norte e o DF) e algumas faixas etarias mais altas (acima de 30 anos) sao as excecoes somente para ensino medio em escola publica.

    Abs

  125. me

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    19/08/2012 às 9:52

    Voto de cabresto só com analfabetos e analfabetos funcionais.
    Isso explica a escola vagabunda de que brasileiros dispõem na sua maioria.
    Alguém acredita que coronéis estariam aí no senado e no executivo com população esclarecida em pleno Século XXI?

  126. Ribeiro

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    19/08/2012 às 9:50

    Fala-se muito em educação sem considerar a cultura. É inexplicável por que, no Brasil, a educação e a cultura são tratadas separadamente. Provavelmente, porque cultura, por aqui, seja entendida, basicamente, como entretenimento. Considera-se que um artista – cantor de preferência – tenha as qualificações necessárias para um Ministro da Cultura. E, qualquer político de um Partido “da base do governo” está habilitado a ser Ministro da Educação. Neste particular, um dos poucos – embora político -que tinha algum trato com os assuntos educacionais foi defenestrado do cargo “pelo telefone”.
    Pode-se colocar neste “dueto” um terceiro elemento: o esporte. Há uma relação muito forte do esporte com o processo educacional das crianças. Não para todas, mas, para uma grande maioria. Os EUA que o digam! Obviamente, para qualquer tipo de esporte uma vez que sejam respeitadas as características de cada região e as características pessoais e familiares dos alunos que o praticarão. Mas, também, devem ser consideradas a música, a pintura, a dança, o teatro, por idênticas razões.
    E, o que não deve ser, definitivamente, considerado? A política! Política, se a houver – e deve haver – somente “Política Educacional”. E, neste caso, trata-se de Política, com “P” maiúsculo. Não essa política rastaquera que tem norteado a educação e a cultura nacionais nos últimos anos. Inclusive, do Sistema Educacional Privado!
    Nem todos tem aptidão par ser físicos, matemáticos, biólogos, ou coisa similar. Uma sociedade não pode ter somente engenheiros, médicos, cientistas de matérias exatas. Ela precisa, também, de Humanistas. Mas, é totalmente descabido, que tal sociedade seja conduzida somente com princípios humanistas que, via de regra, se transformam em ideologias. Precisamos, por exemplo, de advogados; e bons! Mas, não se deve criar na sociedade a expectativa de que para se ter oportunidades na vida a carreira a seguir é a de advogado. Principalmente no serviço público!
    E os professores? Como se pode pensar em boa educação e boa cultura na situação presente? O que nos leva a considerar que o nível dos nossos professores – inclusive os que estão para se formar – é diferente dos demais profissionais que as Universidades brasileiras estão colocando na sociedade? E as condições em que trabalham? Existe categoria profissional mais desprestigiada, hoje em dia, do que a de professor? E, estamos a falar do professor em todos os níveis educacionais.
    Ficamos a girar em torno de um círculo nada virtuoso. No final, quase fica subentendido que os culpados pelo que se passa são os alunos. Afinal, são eles os “semialfabetizados”, os “analfabetos funcionais”; como se eles fossem, de modo geral, os únicos responsáveis por esta situação. Obviamente, a solução está em “dar maior oportunidade para todos”. Para termos uma sociedade educada a aculturada mais justa. Mas, em hipótese alguma se deve esquecer o essencial: a qualidade, o mérito, a seriedade, o comprometimento, o caráter, têm de se sobrepor a qualquer outra possibilidade que se possa imaginar capaz de melhorar o processo educacional e cultural brasileiro. Principalmente o demagógico critério de cotas.

  127. Neil Ferreira

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    19/08/2012 às 9:43

    Sr. Editor,
    É fácil entender a razão de o Ministro Mercadante comemorar o fracasso do Ensino: ele, o sr., eu e a torcida do Flamengo estamos José Serra (carecas) de saber que a Educação é a única vacina anti-lulopetismo conhecida, demora mas resolve. Então, é meta primordial do Ministro manter essa vacina escondida.

  128. Fernando Dias Pereira

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    19/08/2012 às 9:32

    Vamos renomear o Senado pra “SALA DE JUSTIÇA” e os Senadores pra “SUPER-AMIGOS”. Uai?

  129. Pedro Oliveira

    -

    19/08/2012 às 9:14

    Se eu pudesse mandaria um video só com aplausos tanto para o Sr. jornalista que escreve o post quanto para o Sr. João Batista Araújo de Oliveira. Este é o grande serviço que o jornalismo brasileiro deve prestar à população brasileira.
    Parabéns pelo post.

  130. josé reis barata

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    19/08/2012 às 9:06

    Reinaldo, belo, importante e necessário debate!

    Alguma experiência docente preliminar universitária. Talvez se disser que sou e todos os irmãos e filhos dos irmãos egressos do ensino público, do jardim de infância à pós, permita uma dose de credibilidade. Acrescentar que filho de uma saudosa, rígida e amada professorinha e diretora do ensino primário de um extinto território do norte do país, também. Que tive que – SEM SUCESSO PELA vigorosa, indecorosa e velada INTERVENÇÃO política do PT – nos últimos cinco anos formalmente recorrer, por duas vezes, ao MPF e MPE para fazer valer uma eleição de cunho legal protagonizada por pais de alunos de mais de cem escolas de Aracaju/SE para ocupar um lugar de representante junto ao milionário FUNDEB, creio, pode bem delinear o interesse deste pai de alunos da falida rede estadual.

    À questão:
    - Qualidade do professor:
    não há que ser um filósofo ou especialista para concordar. O declínio moral e intelectual são naturais e evidentes, acompanhando, sem surpresa, os da sociedade brasileira.
    - Palavrório pedagógico:
    “Cada filosofia esconde também uma filosofia; cada opinião é também um esconderijo, cada palavra também uma máscara – Nietzsche”
    -Programa de ensino:
    sem professor, é de pouca ou nenhuma utilidade.
    -Premiar e punir:
    lembra-me das verdades de Foucault em “Vigiar e Punir”. Tenho exemplo de uma aluna em um suposto nicho de “excelência” do governo do PT em Aracaju , horário integral, que após dois meses em greve (com reposição entre aspas) durante um único ano letivo reprovou uma aluna em uma única matéria. É de se notar que a média da aluna em todas as demais matérias era acima da média da turma. Sim, covardia.
    -Pedagogos demais, gestores de menos:
    Nisto preciso fazer um reparo: POLÍTICA E CORRUPÇÃO DEMAIS, gestores de menos. Max Weber, por sua vez, em um texto primoroso “A ciência como vocação” é atualíssimo:
    “É costume dizer, e eu concordo (esta barata, também), que a política não tem seu lugar nas salas de aula.”
    - Idiotia deslumbrada.
    Um novo “iluminismo” da esperteza que faz apologia ao despreparo como regra.
    - Enem:
    Sim, fazendo de palavras fatos e do universo o inverso. Brincando com números, o maior parceiro da falsidade das palavras. “A descoberta da lei dos números foi feita com base no erro, já reinante na origem, de que haveria várias coisas idênticas (mas efetivamente não há nada idêntico) , ou pelo menos que haveria coisas (mas não há nenhuma coisa) – Nietzsche”
    - Tablets nas escolas.
    Educação, prioritária e diferentemente de corrupção, seja formal ou informal não se faz com cimento, tijolo ou tablete, mas com pessoas e por pessoas.
    -Verba para educação.
    Infelizmente deste item devo discordar in totum da dedução. “Ao inventarem o dinheiro, porém, os homens não suspeitavam que estavam criando um novo poder social, o poder universal único, diante do qual a sociedade inteira iria se curvar.” (ENGELS,FRIEDRICH. A origem da Família, da Propriedade e do Estado, Editora Escala, são Paulo/SP, 2006;pg121); ou, ”Poder-se-ia então dizer que o dinheiro é desejado não por causa de uma finalidade, mas como parte dela. Por ser um meio para atingir a felicidade, tornou-se um ingrediente principal da concepção de felicidade do indivíduo.( Mill, Stuart. Utilitarismo. Editora Escala. São Paulo/SP. 2007;pg. 57).
    Não existe isso de trabalho pelo trabalho. Fico com Proudhon em Filosofia da Miséria: ” Mas se é indubitável que o trabalho como manifestação mais elevadas da vida, da inteligência e da liberdade, traz consigo seu atrativo, nego que esse atrativo possa estar totalmente separado do motivo de utilidade e, portanto, de um retorno de egoísmo; nego o trabalho pelo trabalho, da mesma forma que nego”
    - Educação em 2021.
    Essa eu pulo. Não sou futurólogo. Cuido do presente pensando o já pensado.
    H. Arendt: “Os resultados das ações dos homens estão além dos controles dos atores”
    Bom domingo.

  131. Velho Céptico

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    19/08/2012 às 9:05

    Prezado Reinaldo: -Educação é tema eminentemente técnico. Temos excelentes expertos na área, como Cláudio de Moura Castro, Gustavo Ioschpe e João Batista Araújo de Oliveira. Caso fossem reunidos e tivessem poderes, eles e vários outros fariam uma revolução no ensino. Lamentavelmente, estamos atados ao passado com um viés esquerdista funesto. Vá a um congresso sobre educação e só ouvirá abobrinhas sobre Anísio Teixeira, Paulo Freire, Gilberto Dimenstein (putz !) e Darcy Ribeiro. Elogios ao engenheiro Leonel de Moura Brizola, com seus CIEPs projetados pelo arquiteto Lelé, são frequentes. Sobre Brizola, a melhor frase que conheço é de Carlos Lacerda: “Brizola é um centauro: metade cavalo, a outra também”. Mark Twain dizia que a vida é muito curta para se aprender alemão. Vá à Alemanha e veja a população toda instruída adequadamente. O Japão tem uma língua dificílima, com alfabetos diferentes (nem sei se aqueles garranchos são alfabetos). No pós-guerra, em galpões de terra batida, lousas de ardósia e cacos de telhas, com alunos fazendo rodinhas em tornos dos professores, sentados no chão, somente mamíferos de reduzida capacidade mental, como a de Dona Lobona, ficaram sem aprender. Os países campeões no programa internacional PISA, que avalia crianças de 15 anos nas áreas de matemática, ciências e leitura, usam método fônico para alfabetização, aquele que associa o grafema ao fonema ou o velho bê-á-bá. Aqui, no Impávido Colosso, que se classifica nos últimos lugares no PISA, a alfabetização se faz através do estruturalismo ou de métodos global, de palavração, de sentenciação e o escambau. Converse com uma educadora descolada e verá que a ideologia está entranhada na área técnica de maneira abjeta. Há pouco tempo, um professor maluco da Baixada Santista estava propondo questões de matemática no seguinte teor: – “Um fuzil AR-15 dispara tantas vezes por segundo; o AK-45 dispara mais rapidamente. Calcular quanto tempo a mais o fuzil mais lento terá que disparar, para que seja gasta certa quantidade de balas”. Interpelado, o professor disse que estava seguindo Paulo Freire, que incorpora elementos do cotidiano no ensino. Em suma, um aluno do Sul pode aprender a letra xis com a palavra xícara mas o aluno do Nordeste terá que aprendê-la usando xique-xique, que é uma fava da caatinga. O aluno da Baixada terá que tratar de rajadas de balas ou percentagens da mistura de cocaína com bicarbonato. Ou seja, a parvoíce institucionalizada é de lascar. Salve Dona Lobona! Salve Mercadante! Após grave reflexão, acho que uma forma de preconceito é contra a feiura. Vamos basear as cotas na feiura. Os feios teriam mais chances. Os descendentes de Lobão, Dona Lobona, Ideli Salvati, Iriny Lopes, que são feios prá dedeu, teriam cotas especiais para se instruírem e propagar a feiura. Aliás, meu avô dizia que devemos gostar dos feios (e feias) porque a feiura aumenta e a beleza diminui. Com cotas para feios, o Florão D’América seria imbatível.

  132. Marília

    -

    19/08/2012 às 8:58

    Parabéns pelo aniversário, grande jornalista, e obrigada por provocar a reflexão na leitura dos fatos.

  133. Adriano da Ilha

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    19/08/2012 às 8:57

    Reinaldo, estes idiotas lá de Brasília, devidamente amparados por “especialistas” mais idiotas ainda, escrevem algumas leis que são dificílimas de implantar. Sem entrar no mérito da idiotice que é essa lei racista, populista e desagregadora (por que fomenta a luta de classes e raças), gostaria de saber quem vai fiscalizar tudo isso ? Afinal, estamos no país dos espertinhos.
    Uma pergunta fica no ar : onde vai parar essa estupidez de cotas ? Será que em breve teremos que ter cotas em casa também ? Ou seja, um certo número de filhos de outras etnias ? Já sei, “NÃO DÁ A IDEIA, VAI QUE PEGA !!!” Sei lá se o Gaspari lê os comentários de seu blog.

  134. Reinaldo Castanheira

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    19/08/2012 às 8:41

    Acredito que em 2021 estaremos pior do que agora na área de educação. Estamos cada vez mais nivelando por baixo, em uma espiral descendente ingrata e difícil de ser quebrada.

  135. Cioran

    -

    19/08/2012 às 8:20

    Cantos Petralhianos: Cueca sagrada petralheira, és nossa bandeira amada, nela escondo o dinheiro, dos trouxas da pátria amada!Cueca sagrada petista, símbolo atual da nação, com ela seremos invencíveis, nesse mar de corrupção kkkkkkkkk

  136. André

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    19/08/2012 às 8:17

    O ex-paladino da moralidade, Augusto Carvalho, teve contra si, ajuizada mais uma ação de improbidade. É a segunda ação em 2012. Agora figura como réu em companhia de Fernando Antunes e da TOESA. No link abaixo é possível acessar o andamento processual:

    http://tjdf19.tjdft.jus.br/cgi-bin/tjcgi1?NXTPGM=tjhtml105&ORIGEM=INTER&SELECAO=1&CIRCUN=1&CDNUPROC=20120111240425

  137. José Marcos PE

    -

    19/08/2012 às 8:15

    Caro Reinaldo, me desculpe mas sou professor do Município de Natal e do Estado do RN desde 1999. Desde então, meu salário aumentou, de fato, justos 250%, incluindo dois quinquênios e uma especialização. Aumento de 500% não faz parte da minha realidade. Em contrapartida, a Unimed desde os mesmo 1999 já subiu mais de 700%, no mesmo período. Vai chegar o dia que eu não mais poderei pagar um plano particular e serei mais um paciente renal fazendo terapia no SUS, ou seja, ainda terei a chance de me ecnotrar com Santa Catarina ( a de Siena ) em algum corredor …

  138. Marcello Castellani

    -

    19/08/2012 às 8:07

    Engraçado né Reinldo? Há experiências consagradas no mundo de educação de qualidade já há muito tempo. Tem-se a experiência japonesa, bem antiga, a coreana, a chinesa, mais recentemente, a indiana, da parte ocidental, a americana. Em fim, não falta bons modelos a serem estudados e aplicados. No entanto, ninguém move uma palha para melhorar o horror que é a deseducação brasileira! Só pode ser proposital. Não há outra explicação. A mediocridade se instalou, criou raízes e se expande ad infinitum. Li algum tempo atrás que a aplicação de flúor à água com o objetivo de prevenir as cáries tem o efeito colateral de prejudicar a cognição. Já nem duvido que tenham aumentado o percentual de flúor para acabar de vez com as cabeças pensantes dar um empurrãozinho para que as escolas brasileiras e a educação nossa de cada dia vá para o precipício de vez…

  139. Marcello Castellani

    -

    19/08/2012 às 7:55

    Não tem jeito. O governo ilusionista não aceita a idéia de melhorar a educação brasileira. País petista é país burro.

  140. leitora

    -

    19/08/2012 às 7:41

    “a qualidade do ensino depende essencialmente do professor.” Fala-se muito em reuniões de professores sobre a assistência dos pais na aprendizagem escolar. O que eles querem é que os pais continuem o ensinamento em casa. Cobrar este tipo de assistência de pais brasileiros é complicado . Os meus pais nunca me deram este tipo de assistência não, o que eles me deram foi compromisso, disciplina e responsabilidade.
    E tem mais: estão infantilizando demais o ensino médio, tive a maior dificuldade de matricular minha filha em uma escolha pública porque ela já havia completado 15 anos e a preferência era alunos de 13 e 14 anos.

  141. hacs

    -

    19/08/2012 às 7:12

    Ops! A diferenca que mencionei eh em relacao aa distribuicao de raca/cor na populacao (por uf e fx. etaria, ou uf, fx. etaria e sexo).

  142. Mario sergio pacheco de sousa

    -

    19/08/2012 às 7:11

    Reinaldo qual será o segredo do sucesso dos Colégios Militares,todos com média acima de 6,0?

  143. To Fora

    -

    19/08/2012 às 6:52

    Vi na semana passada, Reinaldo, no programa RJTV, uma matéria que dizia que para saber se uma escola é boa, deveria avaliar o laboratório multimídia dela.
    Meu Deus, o que é que uma coisa tem a ver com outra?
    Isto, por si só, não funciona.
    A Internet e computadores se tornaram a coisa mais importante no aprendizado. Se tem é dez, se não é zero.
    Esqueceram que é só uma ferramenta. Vejo cursos de Inglês oferecendo este labaoratório em todas as propagandas. E pais ainda pedem por.
    Sei deste os anos 90, ditos por pessoas sérias da área da educação, que não funciona.
    Estamos em 2012 e tem idiota da educação achando que funciona?
    Com formação em Análise de Sistemas, desde os 90 eu digo que isto tb não funciona. Esqueceram de ensinar para jogar tudo nos PCs e afins.
    Parece que isto tira a responsabilidade dos educadores.
    Ou é ignorância e preguiça mesmo.

  144. Paulo

    -

    19/08/2012 às 6:49

    Grande Rei…..
    PARABÉNS.
    Obrigado por compartilhar com nos mortais com sua inteligencia.

  145. Pedro Reis

    -

    19/08/2012 às 6:49

    “As escolas têm um punhado de papéis reunidos sob o nome de ‘proposta político-pedagógica’, seja lá o que isso queira dizer: começa com uma frase do Paulo Freire e termina citando Rubem Alves.” O trágico é que é a pura verdade e nunca é colocado em prática. Tive um acesso de riso agora!

  146. hacs

    -

    19/08/2012 às 6:42

    567 graficos depois…ufa!

    Sim, o efeito que mencionei aparece em quase todos os cruzamentos. As excecoes sao DF, BA, AL, PA e AP. Nao sei em quais desses ja existiam cotas em 2010, e nem sei se em alguns desses casos o nivelamento eh por baixo. Em quase todos os cruzamentos a diferenca entre a distribuicao de raca/cor dos que terminaram o ensino medio em escolas publicas (por uf e fx. etaria, ou uf, fx. etaria e sexo) se reduz para as faizas etarias mais altas (apos os 30), e em alguns casos se inverte. Esse reducao nao ocorre no caso dos alunos que vieram de escolas particulares.

    Ha outros padroes, mas o resumo do resumo eh esse.

    Abs

  147. Paulo

    -

    19/08/2012 às 6:37

    Grande Rei…..
    O Brasil está agora sendo invadido por estrangeiros a procura de melhores empregos e oportunidades, culpa da nossa péssima educação e professores mal preparados. O PT no governo Federal(educação) é um fracasso? QUEM VIVER VERÁ

  148. Marcus Meyer

    -

    19/08/2012 às 6:28

    Talvez, o mais importante a ser considerado é que para os políticos não interessa ter uma população devidamente educada, capaz de pensar por si só e crítica ao desempenho de tantos ladrões que assaltam nossos cofres públicos! Hoje, com o controle da mídia através de bonificações, por fora, à vários jornalistas, poucas são as notícias ruins divulgadas nos jornais, e delas, quantos são os brasileiros capazes de interpretar o que está escrito?

 

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