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21/09/2008

às 6:45

Emir Sader e Luis Fernando Verissmo como analistas econômicos

Peninha, né? Então o capitalismo não acabou nem vai acabar! Pois é! Na hora “h”, apareceu Bush em seu cavalo, na ótima charge publicada pela VEJA desta semana, e resolveu pôr um pouco de ordem na bagunça. Haverá turbulência por algum tempo, os mercados nunca mais serão os mesmos, novos procedimentos corretivos e preventivos serão adotados — a própria existência de um Fed com essas características, saibam os botocudos, surge de uma crise —, e o mundo seguirá produzindo riqueza e fazendo política para responder à necessidade de reparti-la. Ou melhor: a parte do mundo onde houver economia de mercado fará isso. Aonde ela não chegar, chefes de “tribo”, muitos deles com terno e gravata, continuarão a manter seus povos na miséria, na ignorância, no subdesenvolvimento. Como Evo Morales. Como Hugo Chávez. Como ditadores africanos e árabes.

É impressionante! Da noite para o dia, os dinossauros tomaram conta do debate. E de todos os lados — sim, alguns vindos da direita ou do que imaginam ser a direita, sei lá eu. Ate o tocador de trompete do petismo, Luís Fernando Veríssimo, resolveu dar pitaco em economia. Ele também tira uma casquinha no “neoliberalismo” socorrido pelo estado. Huuummm… Emir Sader, expoente do, por assim dizer, “pensamento” de esquerda no Brasil, já alertou os seus leitores: nada de gargalhar com a crise! Os capitalistas, segundo ele, são terríveis e tentarão dar um jeito de sair dessa. Bidu! Sader está no poder, é bom que eu lhe avise. Na Bolívia! Ele é a principal influência intelectual do verdadeiro presidente do país, que não é aquele índio de aterrorizar festinha infantil, aquele misto de Mercedes Sosa com o trapalhão Zacharias. O chefe do país é o vice-presidente, o branco Álvaro Linera, metido a intelectual. Juro! Sader é seu guia. Sader é guia de alguém! A Bolívia vai mudar de nome: lá se instalarão os Emirados Sáderes.

Mas só os dinossauros de esquerda e tocadores de instrumentos de sopro estão fazendo pouco do “neoliberalismo”? Oh, não! Boa parte do colunismo pátrio também: “Viram? Vejam o que fizeram os neoconservadores!” Olhem aí. Até parece que, nos anos da exuberância irracional e da especulação, como eles dizem, nada mais se produziu além de miséria. Em que outro período da história, pensados os últimos 20 anos, tantos foram retirados da miséria em tão pouco tempo? A crise que está aí não é a primeira nem será a última. E o estado tem de entrar mesmo para arrumar a casa quando se instala a desordem. Ou serve para quê?

É por isso que o estado cobra impostos; é por isso que lhe entregamos boa parte da nossa liberdade individual; é por isso que aceitamos, sem resistência, o pacto social que ele nos impõe; é por isso que acedemos à existência de Três Poderes que regulam a nossa vida muito além do que gostaríamos — só sentem conforáveis com o mandonismo estatal aqueles que já se renderam à mentalidade da senzala e se apaixonaram pelo chicote. “Ah, mas a intervenção poderia ter sido feita antes”. É mesmo? Quando? Sob que condições? Quando foi, na historia da humanidade, que esse estado interventor gerou mais riqueza e mais bem-estar? Nunca!

É evidente que o estado não deve socorrer empresa quebrada. Que quebre! É do jogo. Mas é preciso distinguir esse tipo de intervenção, muito comum em Banânia, da chamada crise sistêmica, da quebradeira geral — que não puniria apenas as empresas incompetentes e os especuladores. Também o dinheirinho no banco do homem comum, que é o verdadeiro dono da grande massa do meio circulante do sistema, iria para a cucuia. E esse “Homem Comum” precisa confiar nas regras — e restaurar a confiança, como deixa claro Márcio Aith em reportagem na VEJA desta semana, era essencial. E o governo americano vai fazê-lo. E tem de fazê-lo.

É realmente impressionante o poder da esquerda intelectual para ditar vagas de opinião, inclusive na imprensa, mesmo essa que os botocudos dizem ser “conservadora”, “burguesa”. Com raras exceções, ela dá a palavra de ordem. Que tipinhos ordinários! Acreditam que a simples adesão à crítica aos “neoliberais” — seja lá o que essa palavra signifique — já os torna homens justos, decentes.

E, bem, claro: colabora para a cafajestada ideológica o fato de o presidente dos Estados Unidos ser George W. Bush — ainda não sei como ninguém pensou em ligar a guerra do Iraque à crise do mercado subprime… Mas que digo eu? Alguém já deve ter feito isso. “Ah, é que aquele republicano deixou tudo correr solto, sem regras”. É? Que mudança fundamental os republicanos fizeram no mercado herdado do “progressista” Bill Clinton? Ademais, felizmente, em países que, de fato, têm forte tradição liberal, o governo não fica se metendo a toda hora no mercado — e não tem de se meter mesmo. “A Europa sempre foi mais cuidadosa”. Invejam também seus índices de desemprego?”

O mercado, ainda bem!, nunca mais será o mesmo. Aliás, se existe um “ente” que aprende depressa com a experiência é esse tal mercado. É isso aí: o mundo não acabou nem vai acabar. E o capitalismo também sobreviveu. Viram? Emir Sader tinha nos avisado que essa gente perversa daria um jeito de se safar.

Por Reinaldo Azevedo
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101 Comentários

  1. Anônimo

    -

    23/09/2008 às 1:14

    Vai pra Cuba,acéfalo e ridículo petralha das 11:16 AM!

    Errou de blog,coisa ridícula?

    Só pode!

    Saiba que aqui não há grama,capim,feno ou alfafa para alimentar bestas asininas como você,vagabundo,analfabeto e invejoso esquerdista antiamericanista(pleonasmo)…

    Xô!

    Vai zurrar lá pelos campos siberianos ou em outros “paraísos” esquerdistas,seu anormal aprendiz do mão peluda,do poetero da mão cheia,hehe…

    Germânico

  2. Yara Chiara

    -

    22/09/2008 às 12:56

    Yeahhroww!!

    Biduuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!

    TE AMO.

    REI, PRIMEIRO LUGAR!!!!!!

    PARABÉNS, LINDO, PARABÉNS, RAINHA TAMBÉM, PORQUE NÃO TEM REI SEM RAINHA NEM RAINHA SEM REI, ELES SÃO SÓ UMA CARNE.

    Eu sou o ossinho chato. :op

    Mas um ossinho muito atrevido!

    Ai…Rei, eu não tô passando bem, acho que estou muito esbaforida. Parabéns pelo coroamento de um trabalho tão lindo, dedicado e competente.

    Parabéns a você também, Dona Reinalda, a única pessoa em toda história de minha breve vida que me colocou para nanar. Aquele “dorme com os anjos” ainda ressoa em mim toda vez que vou me deitar.

    Ah…parabéns!

    E…biduuuuuu!!!

    Nossa, além de 1o lugar, de defenestrada no Emir Sader, ainda tem Biduuuuu?

    Nessas horas, Dona Reinalda, por conta da falta de noção institucional e do hábito de usar saia, eu me descuido, sabe? Mas olhei aqui direitinho e as pernas estão posicionadas corretamente, como devem estar as pernas de uma moça direita.

  3. Anônimo

    -

    22/09/2008 às 12:15

    PREFIRO O ALMIR SATER, QUE TOCA UMA BOA VIOLA COMO POUCOS.

  4. Anônimo

    -

    22/09/2008 às 11:16

    Que maravilha. O cavaleiro republicano Bush Jr. e seus falcões salvaram o capitalismo — estatizando o sistema financeiro americano e gastando trilhões em guerras.

    Nesse aspecto, direita e esquerda podem se dar as mãos: na hora em que a coisa aperta, é correr para as tetas do Estado.

  5. beths

    -

    22/09/2008 às 10:50

    “aquele misto de Mercedes Sosa com o trapalhão Zacharias”
    …sem a simpatia e a graça do humor ingênuo do Zacharias, claro!

  6. Anônimo

    -

    22/09/2008 às 10:17

    O Lula não conseguiria sair de uma crise dessas em grande estilo como fez o Bush. Por isso o PT critica tanto quem tem visão e consegue salvar o mercado. Bush fez o que tinha que ser feito. Só isso. O capitalismo não iria cair do dia pra noite. É óbvio. Mas os petralhas na sala de jantar…

  7. Anônimo

    -

    22/09/2008 às 5:29

    Caro Reinaldo,

    Os burros continuam pastando no Brasil? Verissimo e Sader? Se estas lagartixas marxistas não sabem mexer nem limpar os próprios rabos, como avaliar suas supostas ‘idéias’?
    Sader e Verissimo não podem ter ‘idéias’, senão meros e esporádicos estremecimentos cerebrais.
    Afinal, talvez uma lagartixa seja mais inteligente do que eles.

  8. Anônimo

    -

    22/09/2008 às 4:53

    O LFV REALMENTE COMO UM “BOM” ESQUERDISTA BON VIVANT, ARROTA SEUS VATICINIOS ESPIRITUOSOS DO ALTO DE SUA VIDA BURGUESA.
    FALA MAL DO CAPITALISMO, MAS PASSA MAIS DA METADE DO ANO VIAJANDO ENTRE EUA E FRANÇA.
    ENDOSSA A REVOLUCAO PICARETA DO MST , MAS VIVE SUA VIDA BURGUESA, TOMANDO SEUS VINHOS CAROS SEM NENHUMA AJUDA FINANCEIRA A CAUSA.

    NO GOVERNO FHC, OPINAVA SOBRE ECONOMIA SEM NENHUM CONSTRANGIMENTO.HOJE, LEMBRANDO MUITO O PROCURADOR JOAO FRANCISCO DO FUSQUINHA, FICA CALADO NO GOVERNO MULLA.

    O QUE NAO FAZ PARA FICAR BEM COM A TCHURMA. COVARDAO

    EH SEM DUVIDA DO PARTIDO DOS BURGUESES AMIGOS DO MST DESDE QUE SEJA COM A TERRA DOS OUTROS(PBAD_MST_DQSCTDO)

    MTS

  9. Anônimo

    -

    22/09/2008 às 3:14

    Ao Anônimo das 11:35PM

    Pior que ninguém queria entrar e quem queria sair, era “democraticamente” impedido: vide Ex-Alemanha Oriental, Cuba, etc.

  10. Adelinha Aguiar

    -

    22/09/2008 às 2:28

    Pacote americano é paliativo

    o certo seria deixar quebrar

    O mundo vem a décadas ganhando dinheiro com especulação financeira.Se os deixassem quebrar saneava a economia mundial como um todo e passa-se a partir de agora a criar mecanismos para investir no que realmente fosse produtivo para o bem de todos.
    Essa roda financeira viciosa perdura e mais cedo ou mais tarde, afetará nosso sistema financeiro que vem endividando a classe média, o funcionalismo público, aposentados, etc, com venda de casa própria em 30 anos, carros em 70 a 80 meses e empréstimos consignados constantes, ultrapassando inclusive as margens consiguináveis dos salários.
    Em nada vai adiantar o Governo americano comprar os papeis podres dessas financeiras, seguradoras e bancos privados. Mesmo que ele crie uma agência reguladora para intermediar e devolver ao contribuinte americano em um longo prazo, toda essa dinheirama investida hoje, não garante que os marginais acostumados a roda-viva do crédito fácil a juros baixos, burlem a vigilância do estado e voltem a usar e abusar do investidor médio.
    EUA e o resto do mundo, tem que taxar pesadamente o mercado de ativos especulativos, e criar leis severas para criminalizar os intermediadores aonde quer que se apresentem: sejam nos meios de comunicação ou nas bolsas de valores. Os mercados devem tomar uma atitude para barrar o capital especulativo, através de algum fórum internacional a se criar.Já passou da hora de acabar com a especulação que não serve a país nenhum

  11. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 23:56

    Caro,

    O governo americano não salvou o capitalismo porque este não estava em risco. A crise atual não é sequer semelhante à crise de 29, em uma coletânea de artigos sobre Grande Depressões, organizada por Edward Prescott (Nobel em economia) e Timothy Kehoe, são analisados vários exemplos de grandes depressões, inclusive no Brasil dos anos 80, e fica claro que o fator comum entre elas é uma forte queda da produtividade. O nome do livro é Great Depressions of the Twentiet Century. Um dos resultados desta abordagem é que os EUA sairam da Grande Depressão de 1929 APESAR do New Deal.

  12. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 23:35

    Caro Reinaldo,

    Volto apenas para dizer que:

    1 - Como dizia Churchill: “A democracia é o pior sistema político, com a exceção de todos os outros.”

    2 - Como disse Mark Twain sobre notícias sobre sua morte : ” Os boatos sobre minha morte foram um pouco exagerados”

    3 - Como disse Roberto Campos :
    “Foi precisamente o capitalismo ’selvagem’ dos americanos, que fala mais em individualismo que em solidariedade, mais em competição que em compaixão, que se provou o mais ‘includente’, criando empregos não só para os nativos mas para milhões de ‘excluídos’ de outros continentes.”

    4 - Outra de Roberto Campos : “Os comunistas sempre souberam chacoalhar as árvores para apanhar no chão os frutos. O que não sabem é plantá-las…”

    E , completando o que disseram acima ( com outras palavras) alguns amigos do Blog: ” Nunca vi filas de imigrantes legais ou ilegais lutando para conseguir entrar em Cuba, Venezuela, Bolívia, União Soviética, Alemanha Oriental e outros “paraísos” comunistas.”

    Especialmente o Verísismo , Sader, e toda essa esquerdinha festiva brasileira.

    Outro abraço,
    I.

  13. FERROMODELISMO

    -

    21/09/2008 às 22:09

    O PT tem sim nos Estados Unidos.

    Penso que Nova Iorque é a cidade onde os desgraçados que odeiam a liberdade do capitalismo libertário cristão têm uma filial.

    Eu vou acabar com a farra do PT porque eles têm escritório lá para iniciar lá a mentira que iniciaram aqui.

    E podem escrever. Os estudantes (???) que fizeram tiroteios nos Estados Unidos foram manipulados pelos comunistas que se denominam democratas para que houvesse pretexto para eles aparecerem na mídia vermelha de lá para fazerem caras de pânico “oh temos que acabar com o direito de posse de arma”.

    Se tem que criar pânico que assuste as famílias, então tiroteios contra crianças é a chave, e daí a falsidade assassina de solicitar com cara de pânico o fim do direito de posse de arma.

    Eu espero que o inferno de fato haja, não dá para suportar tano deboche pior que o próprio estupro.

    Saudações,

    Cristiano

  14. indio guarani

    -

    21/09/2008 às 21:31

    È impressionante como você tem razão Rei, quando diz que os comuno socialistas fecham os olhos para suas mazelas enquanto arreganham os dentes para as do capitalismo. O socialismo é um “bem em si”, não importa a demagogia, o roubo, a corrupção, a ineficiência administrativa, ele sempre será melhor do que o capitalismo por achar que somente ele é capaz de gerar o “bem comum”.

  15. indio guarani

    -

    21/09/2008 às 21:23

    Li a crônica do veríssimo hoje em que ele fala da perversidade do sistema capitalista. E lulla? O que é que o nosso comunista do dinheiro público fez de relevante até agora para beneficiar os milhões de pequenas e médias empresas brasileiras que tem de matar um leão por dia para sobreviver? Onde estão os resultados da mais que socialista-comunista reforma agrária? Lulla não dizia que o pais só endireitaria quando fosse realizada a reforma agrária? Onde está a ajuda para essa gente? Aqui no mato grosso dá pena de ver os assentados, estão sem a minima condição e tudo o que se faz no mst é politica, o dinheiro vai pelo ralo, mas isso os gloriosos companheiros não querem nem ouvir falar. Perversidade mesmo só existe no capitalismo.

  16. Cris

    -

    21/09/2008 às 21:19

    Bolha americana? Uh… Gente, gente, no que vocês acham que vai dar essa história de vender carro, TV LCD, geladeira que solta água na porta (de inox, claro),em 90 prestações, sem entrada e comprovação de renda????

    Cáda qual com sua bolha, hehehehe.

  17. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 21:02

    Perfeito idiota latino-americano 3:47.

    Onde você leu que a Europa tem mais justiça social do que os Estados Unidos?
    Você conhece os Estados Unidos?
    E qual europa teria mais justiça social do que os Estados Unidos?
    A europa nórdica?
    A europa balcânica?
    A europa russa?
    A europa mediterrânea?
    A europa ibérica?
    Todas elas?
    Nenhuma delas?

    Tem tantas europas, mas é claro que o idiota nem sabe bem o que é e onde ela fica, só repete o que ouve de outras cavalgaduras.

  18. Cris

    -

    21/09/2008 às 20:57

    Quero complementar:

    Leonardo Albernaz disse…
    Vou repetir aqui:

    Minha índole e razão me mantém fiel à opção pela social-democracia, mas não discuto política econômica com ninguém a minha esquerda, a não ser no dia em que um americano desesperado pular no mar em Miami e enfrentar os tubarões pra se refugiar em Cuba.

    Aí a gente conversa. Até lá, curtam a crise, que isso passa.

    7:23 PM

    E eu´acrescentaria também ” o dia em que levas e levas de imigrantes em busca de melhores condições de vida, fossem para a Bolívia e Venezuela.”

    Engraçado, por que ninguém quer ir prá lá?

  19. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 20:21

    O PIOR É TOLERAR NOS JORNAIS LIBERAIS DE NOSSO BRASIL OS SENHORES VERISSIMO E EMIR SADER.QUE PAÍS É ESTE QUE PERMITE QUE ESTAS DUAS FIGURAS FALEM LIVREMENTE. ELES COSPEM NO PRATO QUE COMEM

  20. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 20:10

    Sempre, nesses momentos, os abutres bolcheviques aparecem para palpitar. Pobres diabos.

  21. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 20:09

    Veja só, Reinaldo! Esses petralhas falam em imperialismo “dúzamericânu”, mas Emir Sader realiza imperialismo pseudo-intelectual sobre a Bolívia! kkkkkkk!

  22. indio guarani

    -

    21/09/2008 às 19:38

    Em todo lugar do mundo o crédito é direcionado para setores, pessoas, partidos politicos e os governos por menos que queiram interferir sempre interferem e direcionam as ações dos agentes econômicos, dizer agora que a crise é só econômica é para mim uma grande besteira, a política tem muito a ver com tudo isso. O mercado segue o rumo ditado pela politica que só se apropria dos bons ventos assumindo toda e total responsabilidade pelas épocas de prosperidade e massacrando o mercado que passa a ser o culpado de tudo quando as coisas não vão bem.

  23. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 19:34

    OS IMPOSTOS QUE PAGO NÃO DEVEM SER UTILIZADOS PARA SOCORRER INSTITUIÇÕES PRIVADAS, ELES DEVEM SER DESTINADOS AS FUNÇÕES DO ESTADO, EDUCAÇÃO. SAÚDE E SEGURANÇA. QUALQUER COISA DIFERENTE DISSO É INACEITÁVEL.

  24. Leonardo Albernaz

    -

    21/09/2008 às 19:23

    Vou repetir aqui:

    Minha índole e razão me mantém fiel à opção pela social-democracia, mas não discuto política econômica com ninguém a minha esquerda, a não ser no dia em que um americano desesperado pular no mar em Miami e enfrentar os tubarões pra se refugiar em Cuba.

    Aí a gente conversa. Até lá, curtam a crise, que isso passa.

  25. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 19:15

    É uma pena que o Veríssimo gaste
    o seu tempo com economia e com o trompete. Ele seria um ótimo tocador de tuba.

  26. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 18:52

    POUCA GENTE ESTÁ FALANDO DA PRINCIPAL CAUSA DA CRISE DO MERCADO DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO NOS EUA: A MÃO DESASTROSA E INCONSEQÜENTE DO ESTADO! APESAR DE PRIVADAS, AS EMPRESAS FANNIE MAE E FREDDIE MAC SEMPRE SOFRERAM FORTÍSSIMA INFLUÊNCIA DO GOVERNO NORTE-AMERICANO. ESSAS EMPRESAS NUNCA AGIRAM ESTRITAMENTE DE ACORDO COM AS REGRAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO, MAS, SIM, CONSOANTE OS MANDOS E DESMANDOS POLÍTICOS. DESSA FORMA, ATROPELANDO CRITÉRIOS TÉCNICOS, AQUELAS EMPRESAS CONCEDERAM CRÉDITO A QUEM EVIDENTEMENTE NÃO PODERIA PAGAR. TUDO ISSO SOB AS ORDENS E SOB A GARANTIA DO LEVIATÃ. DEU NO QUE DEU. E, ESTOURADA A CRISE, O CULPADO É, VEJAM SÓ, O MERCADO! PODE UMA COISA DESSA?! LEIAM O TEXTO ABAIXO, PUBLICADO NO ÓTIMO SITE DO INSTITUTO MILLENIUM (http://www.institutomillenium.org).

    A morte do Neoliberalismo

    Por: Rodrigo Constantino
    10 de Setembro de 2008.
    “Não olhe para onde você caiu, mas sim onde você escorregou.” (Provérbio Africano)
    Com o anúncio de que o governo americano irá salvar, através da injeção de capital, as duas gigantes do setor imobiliário, várias viúvas do intervencionismo aproveitaram para decretar a morte do “neoliberalismo”, demonstrando grande regozijo com a desgraça alheia. No entanto, há muita ignorância – ou então má fé – por parte dessa gente, uma vez que boa parte dos problemas com a Fannie Mae e a Freddie Mac vem justamente do intervencionismo estatal. A tentativa de culpar o livre mercado por uma crise séria não é algo novo, e os riscos desse julgamento inadequado são enormes, como vimos depois da crise de 1929, com um aumento assustador dos poderes do governo*. Por isso é tão importante tentar desfazer essa desinformação acerca do tema.
    Em primeiro lugar, devemos lembrar que os Estados Unidos não são o ideal liberal. Em uma resenha antiga que escrevi sobre o livro A Obsessão Antiamericana, de Jean François-Revel, expliquei logo no começo esse ponto, fazendo o seguinte alerta: “Lá, o Leviatã é um monstrengo também, que extorque quase 30% da riqueza privada em nome do bem-estar social. Mas atualmente, é o que temos mais próximo do liberalismo, justamente a causa de seu sucesso relativo”. Logo, a tentativa de encarar o modelo americano como o ícone perfeito do capitalismo liberal não faz sentido. Os liberais têm muitas críticas ao excesso de intervenção estatal na economia americana. Quem tem dúvida disso, basta navegar pelos sites do Cato Institute ou do Mises Institute para ter uma boa idéia dos duros ataques que o governo americano sofre por parte dos liberais. Um alvo desses ataques sempre foi justamente a existência dessas Government Sponsored Enterprises (GSE), empresas criadas e garantidas pelo governo para atuar no mercado de hipotecas.
    Como exemplo, temos um artigo escrito pelo presidente do Mises Institute, Lew Rockwell, onde ele explica as origens dessas duas empresas em crise:
    “A Fannie Mae (Federal National Mortgage Association) foi criada em 1938 por Franklin Delano Roosevelt, durante o New Deal. Sua função era fornecer liquidez ao mercado hipotecário. Durante os 30 anos seguintes, ela desfrutou do monopólio do mercado secundário de hipotecas nos EUA. Tornou-se uma corporação privada em 1968, para conter o déficit orçamentário do governo. A Freddie Mac (Federal Home Loan Mortgage Company) foi criada em 1970, no governo Nixon, para expandir o mercado secundário de hipotecas e, assim como a Fannie Mae, tem a função de fazer empréstimos e dar garantias a empréstimos. Tanto a Freddie Mac como a Fannie Mae, junto com outras empresas, compram (dos bancos) hipotecas no mercado secundário e as revendem para investidores no mercado aberto como títulos lastreados em hipotecas. Ambas são empresas de capital aberto.
    A Fannie Mae e a Freddie Mac são conhecidas como ‘empresas apadrinhadas pelo governo’, o que significa que elas são empresas privadas, mas com propósitos públicos. Esse tipo de empresa tem o apoio implícito do governo americano, conquanto não tenh

  27. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 18:29

    Dois imbecis a falar besteira, como sempre. O capitalismo estara mais forte e saudavel do que antes. Os Estados Unidos continuarao dando as cartas. O mundo continuara girando. Os negocios irao prosperar. A globalizacao veio para ficar. O que alguns nao enxergaram ainda e que o socialismo/comunismo e os “ismos” estao mortos ou em coma. Via o capitalismo, a liberdade, a globalizacao! O Mulla continuara a falar “merda” diariamente para delirio da massa ignorante deste pais.

  28. marina

    -

    21/09/2008 às 18:17

    brilhante.
    nada como colocar esta gente pessimista e derrotista em seus devidos lugares.

  29. Ricardo

    -

    21/09/2008 às 18:10

    Mas Reinaldo, é inegável que houve descontrole do governo americano com a supervisão destes papéis (que eram puro vapor), além de fraudes (que misturavam junk com créditos líquidos). Sim, o governo americano interviu de forma correta, mas é fundamental que os gênios financeiros criativos acabem na cadeia, assim como os órgãos reguladores, que deixaram este estado de laissez faire, sofram severas alterações e seus comandantes sejam demitidos sumariamente.

  30. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 17:45

    Reinaldo,
    Como você bem destacou, e também apontou com propriedade o comentarista das 8:53AM, ‘o estado de uma nação capitalista é representante e o defensor dos valores e das práticas da sociedade que ele representa. DEVE, “tem a obrigação de”, fazer o que quer que seja para cumprir o seu papel primordial, dar sentido para a sua razão de existir’.
    O que estamos vendo não é erro nem acidente. O sistema, com o apogeu das finanças, pôde buscar a sua forma mais pura, mais plena e mais essencial. Abandonou as mediações de que necessitava no período anterior, quando contestações, internas e externas, o amarravam. Libertou-se. Floresceu. Os resultados estão aí. Mais uma vez, os Estados tentarão salvar o capitalismo da ação predatória dos capitalistas. Karl Marx manda lembranças. E é isso aí: o mundo não acabou nem vai acabar.

  31. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 17:09

    Reinaldo,

    2 artigos Fortune September 29 ajudam a esclarecer algumas coisas.

    No primeiro o colunista Allan Sloan argumenta que parte do problema foi criado pelo fato de o Fed ter mantido as taxas de juros exageradamente baixas durante periodos grandes. Assim eles incentivaram o que ele chama de carry-trade: na minha ignorancia eu só conhecia o carry-trade com cambio. As empresas de financiamentos tomavam dinheiro a curto prazo com juros menores e emprestavam a um prazo longo com juros maiores.

    Segue Allan:

    But carry-trade practitioners often get carried out when something bad happens - such as a rise in short-term rates, a fall in the value of assets they’ve bought or borrowed against, or lenders’ refusal to renew their short-term loans. And something bad almost always happens.

    Fannie and Freddie borrowed so much - call it 50 to 100 times their true net worth - that all it took was a 1% drop in the value of their assets to land them in big trouble. Lenders got antsy, Fannie and Freddie got fried, Uncle Sam had to step in.

    When the Fed, under Greenspan, cut short rates sharply in reaction to the stock market bubble’s pop in 2001 and to fears of non-existent deflation in 2003, the housing bubble inflated. People got ridiculously low short-term teaser mortgage rates that let them buy vastly more house than they could have afforded at long-term rates. Because housing looked like a can’t miss deal, many people bought multiple houses on speculation, hoping to flip them at a profit. The borrowers assumed that when the short-term teasers came due, they’d be able to refinance with new teasers. But the Fed started raising short rates gradually in June 2004, lenders belatedly came to their senses, new teasers disappeared, house prices cratered, and the decline began feeding on itself.

    No final ele conclui:

    It’s the oldest economic story in the world: There’s no such thing a a free lunch.

    O segundo artigo é sobre o Lehman Brothers onde se argumenta que simplesmente o pessoal do banco exagerou no risco, e teve que pagar com a própria falência.

    Depois de ler os dois artigos, e lembrar que o Japão passou por problema parecido há pouco mais de uma década, conclui que os últimos governos americanos, incluindo o Bush, simplesmente sentaram sobre o ovo da serpente. Agora estão vendo o resultado.

    O fato de o Clinton não ter feito nada, ou de hipotéticamente um presidente democrata no lugar do Bush também não fazer nada não tira a culpa do Bush. Se aceitarmos esse tipo de argumento teremos que aceitar também os argumentos petralhas de que o que acontece de mal agora é sempre culpa do FHC, ou mesmo que tivesse um tucano no lugar do Mulla isso ou aquilo não mudaria.

    Críticos petralhas temos sempre que ignorar. Mas não podemos fechar os olhos para as falhas dos “nossos governos”, senão vira jornalismo a favor, coisa que você sempre combate aqui.

    A pergunta do marcelogs 9:52AM realmente tem que ser feita, apesar de tudo que os petralhas americanos podem fazer com a resposta. Porque o governo atual não fez nada antes? Porque deixaram os bancos emprestarem muito mais do que podiam? Porque deixaram bancos de investimento assumirem riscos que não podiam honrar? Porque continuaram com a estrutura Fannie e Freddie?

    E, se a Europa e talvez o Japão hoje têm hoje uma estrutura bancária mais segura que a americana, porque não copiar antes de a casa cair? É vergonha copiar a Europa? Dizer que não se inveja o desemprego da Europa não vale porque o desemprego lá não é causado simplesmente pela regulação bancária.

    Bush está pagando pelas escolhas que fez e pelas coisas que deixou de fazer. No final o país todo paga a farra de alguns espertalhões. Culpa do capitalismo? Claro que não. Nunca tivemos um bom capitalismo aqui e só o que fazemos é pagar a farra de safados.

    Mas que o Bush podia ter feito alguma coisa a

  32. indio guarani

    -

    21/09/2008 às 17:01

    Tá todo mundo dizendo que a crise é devido ao sub-prime, que são empréstimos às pessoas de baixa renda e que agora não estão conseguindo pagar deixando as instituições financeiras com o mico na mão. Pelo jeito faz parte também do neoliberalismo dar dinheiro aos pobres, o que faz com que isso não seja uma invenção lullo petista e sim um expediente usado também na maior economia do mundo. Lulla afinal é um neo liberal, vejam só que coisa. Ah e não demorou muito apareceu o nobel de economia de 2001, stilgtiz, ou coisa que o valha, dizendo que a culpa da crise é da guerra do iraque, a guerra dos tres trilhões de dólares.

  33. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 16:08

    A crise de 1929 levou tempo para maturar, explodir e se desenvolver; aqui, por exemplo, só chegou em 1931.

    Quanto a ligar o Iraque ao subprime, não. Mas ligar o Iraque ao ajuste fical, enquanto se deixou frouxo a “corrente” imobiliária, já é dito há tempos. É que cê tava escrevendo o livro e não atentou…

    MAM

  34. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 16:04

    Já leram o Franco ontem? e o Bresser hoje?

    A intervenção poderia ter sido feita dois dias antes… mesmo assim, só foi feita porque a ideia de “essa sim essa não” nivelou a todos e secou o crédito apavorando a dupla americana.

    Mas, pra valer, poderia ter sido feita em 2005 quando se percebeu que a bolha .com era tolice perto da imobiliária.

    Claro, isso não tem nada a ver com a canalhada, mas não se pode apenas responder, no mesmo tom, porque acaba ficando igualmente idiota. Como tem acontecido, aliás, com questões como sexo, aborto…

    MAM

  35. Roberto Vieira da Costa

    -

    21/09/2008 às 16:01

    Luiz Fernando Veríssimo estava na “muda” há cinco anos e resolveu sair ao ar livre esta semana… Durante os oito anos da era FHC (que ele depreciativamente chamava de “Efe Agá”…), rara era a crônica em que ele não atacasse as práticas do governo federal com ironia e desprezo, fossem elas quais fossem… É uma triste trajetória intelectual desse homem que eu lia com prazer nos meus tempos de universidade, sobretudo seus textos para VEJA. É triste mas é coerente com o comportamento de seus pares de jornalismo e academia, que aparentemente esqueceram todo o “moralismo” com que enxergavam o universo… Digo “aparentemente” porque só se enganou com eles quem quis enganar-se: tudo não passava da velha estratégia gramsciana de ocupação de espaço via corações e mentes dos brasileiros…

    Melhor faríamos se seguíssemos para com esses tipos o conselho de Dante, que você, Reinaldo, com freqüência nos relembra: “Non ragioniam di lor, ma guarda e passa”…

  36. Sandra

    -

    21/09/2008 às 15:54

    “aquele misto de Mercedes Sosa com o trapalhão Zacharias”

    Reinaldo, seu blog está aquecendo este frio domingo paulistano!!!!!

  37. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 15:53

    é…economia global exige supervisão global sob executiva global.

    Prepare-se que a crise gerou mais combustivel para o tal mundo global, único…

    MAM

  38. elke

    -

    21/09/2008 às 15:52

    Frodo, você é um barato, bixo!

  39. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 15:47

    Vocês deveriam fazer como o Delfim Neto e aprender alguma coisa. Delfim Neto hoje percebeu que o capitalismo só se justifica se der oportunidades a todos de melhorar de vida. Fazer um sistema que coloca uma parte da sociedade à margem, e depois cobra dessa mesma parte que eles não estudaram, não se esforçaram e por isso não evoluíram economicamente, é muito cômodo prá quem nasce na classe alta, com todas as vantagens e oportunidades. Não é a toa que o César Benjamim escreveu ontem na Folha o texto “ Marx manda lembranças “. O comunismo acabou. Porém aquele capitalismo do século 20 também. Aquele capitalismo onde 10% detinham 90% da riqueza de um país. Os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais na merda. No Brasil de Lula os ricos ficaram mais ricos. Mas os pobres ficaram MENOS pobres. A China faz um capitalismo de estado e daqui a 10 anos vai ser a maior potência mundial. A Europa sempre teve mais justiça social. A América Latina vem melhorando. O número de pobres caiu nos últimos 10 anos graças ao afastamento dos governos neoliberais. Só os USA perderam o bonde. Quebraram e agora é esperar que aprendam a lição.

  40. Sara

    -

    21/09/2008 às 15:47

    E o Mascate de opinião, não viu que a economia dos EUA ia implodir? Logo ele que é um grande comentarista de economia, apesar de dever milhões por aí e não conseguir organizar um evento sequer. Ah! entendi. Ele estava ocupado inventando conspirações e dossiês para aparecer um pouquinho porque tava tão esquecido, coitado. Esqueceram até de pagá-lo…

  41. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 15:42

    Alô João Paulo Rodrigues 10:45:
    Você discorre até sobre política e economia internacional, mas escreve “acessores” ao invés de assessores?
    Por acaso você estudou com o Emirados Sáderes?

    Olá Nicão 10:46:
    Você saberia dizer como, onde e quando o Chico Buarque se apropriou de dinheiro público para comprar apartamento em Paris, ou seja lá o que for?
    Se souber, diz pra gente, pois eu não sei.

  42. Andre Aragao

    -

    21/09/2008 às 15:35

    Reinaldo, se me permite, vou reproduzir aqui comentario que fiz em outra discussao online contra petralha ensandecido a respeito deste assunto. Perdoe a falta de acentuacao - problemas no teclado. Em aspas as frases do petralha:

    “A velha lógica capitalista entra em ação de novo, enriquecendo os ricos e empobrecendo os pobres.”

    De novo essa bobagem???? Nao eh possivel… Onde isso acontece? Ate onde eu sei os paises onde se aplica o capitalismo moderno (Brasil nao esta entre eles) sao os paises mais ricos do mundo… esta frase nao se sustenta com a realidade…

    Mas voltando ao assunto principal…

    Eu discordo da atitude que o governo americano esta tomando. Salvar estas empresas pode evitar um colapso a curto/medio prazo, mas certamente impedira a licao que o sistema precisa absorver - voltar a ter cuidado na liberacao de emprestimos e evitar a proliferacao de derivativos em cima de creditos podres.

    Com esta atitude o governo pode estar incentivando que se crie mecanismos cada vez mais arriscados e complexos de geracao de riqueza no mercado financeiro. Mais arriscados do que seria saudavel.

    Esta acao eh mais populista do que qualquer outra coisa.

    “O mercado não se auto-regula, pois o mercado não é um ser pensante, independente das vontades humanas de seus formadores!”

    Ao contrario: o mercado se auto regula em funcao das vontades humanas, individuais, dos seus formadores. Esta eh a base do pensamento liberal.

    Em outras palavras, o comportamento que observa-se ao deixar o mercado livre eh a resultante dos vetores das acoes de seus formadores (seres humanos).

    Ainda estamos aprendendo sobre quais sao estes resultados e a discussao no mundo moderno hoje e exatamente o quanto e quando um fator externo ao sistema (o governo) pode influir nesse e quais sao os resultados quando isso acontece.

    O que hoje se sabe com certeza eh que tentar controlar o comportamento dos seres humanos impedindo-os de exercer o livre comercio ou tentando prever o sistema - substituindo as interacoes e suas resultantes por um plano pre definido - leva inicialmente a estagnacao e em seguida a um empobrecimento do sistema.

    O liberalismo moderno nao eh contra a acao do Estado. O Estado deve existir para garantir que o livre mercado exista; que contratos sejam cumpridos; que existam marcos regulatorios claros para que possa ser incentivada a competicao.

    O liberalismo moderno tambem nao eh contra a intervencao do Estado na economia; apenas propoe que isso seja feito homeopaticamente, somente onde necessario para garantir que o sistema seja confiavel e a competicao, justa.

  43. AC

    -

    21/09/2008 às 15:01

    Reinaldo, há um recurso no Blogger que cria um link para cada post, de modo que é possível então lincar diretamente para o post específico e não genericamente para a página. Eu até consigo fazer isso copiando o link do post em Ultimas Notícias, mas quantos terão a mesma idéia? O mais fácil é vc usar esse recurso do Blogger que cria um link no pé do post, junto com os comentários.

  44. indio guarani

    -

    21/09/2008 às 14:38

    O apedeuta tem que rezar para que os USA tenham mesmo o dinheiro necessário para reorganizar a econômia, caso contrário, vai ser dificil roncar grosso com o dólar a 4 reais e inflação de dois digitos. Aí bugrada, é adeus sonho de melhor governo do mundo e história de governo operário que fez mais que todos os outros presidentes juntos. Os fatos apresentados pelos petistas quando confrontados com a realidade não se sustentam

  45. indio guarani

    -

    21/09/2008 às 14:30

    Essa gente não se enxerga, quer dizer que usar o dinheiro arrecadado com os impostos não pode? Alguém ai sabe quanto de impostos o sistema financeira já pagou ao governo? Gente sem vergonha na cara, usar o dinheiro público para fazer campanha para a “cumpanherada” pode, não é?

  46. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 14:28

    Isso aí!

    O capitalismo continua bem, obrigado, produzindo lucros e mais lucros. Agora, quando ele produz prejuízos, aí é o socialismo mesmo que aparece. E a conta vai para todos.

    E pensar que Ronald Reagan disse num discurso: “o governo não é a solução para nosso problema. O governo é o problema.” Faltou o asterisco, ao que parece: a não ser em caso da tal, como é mesmo, hein?, crise sistêmica.

  47. AC

    -

    21/09/2008 às 14:24

    Aliás, vc já leu a entrevista do Sachs na Época? Meu Deus, que figurinha asquerosa, a parte seu raciocínio falacioso. Porque eu só posso acreditar que ele sabe que está mentindo, que está somando laranjas e bananas para ver se vende um abacaxi.
    Eu nunca tinha visto a cara dele. Impressionante… Tenho certeza q o Roberto Jefferson verá seus mais baixos instintos despertados só de olhar para aquele olhar tão lânguido…

  48. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 14:22

    Como esses dois conseguem ser tão tropeiros? O que eles pretendem com esse questionamento? Fosse a primeira grande crise da economia de mercado!! A de 1929 foi bem pior. Naquela os empreendimentos realmente quebraram. Não houve socorro. Tanto que os trabalhadores americanos, excepcionalmente, tiveram de passar a fazer o que os soviéticos faziam como regra, desde a criação do Estado Comunista: formar fila pra comprar comida. Eleito, em vez de um “bolsa família”, com vale gás, vale água, vale transporte, vale voto etc., Franklin Roosevelt resolveu intervir para efetivamente acelerar a recuperação. Chegou, sim, a meter o Estado até em consevação de canteiros e jardins. Viu que, em vez de continuar a convidar a massa para o quebra-torto das 7 e o sopão das 19, com direito a um labioso discurso do tipo ‘grande timoneiro’, deveria arregaçar as mangas para reaquecer o mercado. A única saída seria pôr o Estado a gerar empregos. Além de cuidar de jardins e canteiros, passou a construir estradas desnecessárias e represas enormes, cuja única explicação era a necessidade de corrigir enchentes nos baixios. Resultado, por volta de 1937, o país estava dotado de um potencial energético inimaginável, que fez dele a maior potência industrial do planeta e o grande e único fornecedor de víveres e material bélico e mecânico com que o mundo livre pôde contar para decidir a grande guerra contra o poder nazista, que, em meados de 1941, já dominava todo o grande complexo industrial instalado na Europa central. No pós-guerra, a formidável matriz energética desaguou na enorme expansão da indústria eletro-eletrônica, que se transformou no que todos sabemos. Aquelas estradas desnecessárias na década de 1930 completaram a integrãção do país. O mercado, sempre confiado à criatividade dos únicos empreendedores econômicos, os empresários privados, passou a gerar o maior PIB do mundo, hoje, cerca de 30% do produto mundial. Em 1957, o manda-chuva soviético Nikita Khrushchev aceitou convite para visitar o inimigo capitalista. Visivelmente impressionado e abatido pelo radiante e próspero estilo de vida que encontrou no seio da economia rival, conforme disse mais tarde, mais vigorosa e promissora que a comunista, viu-se forçado a uma ironia diante do risonho vice-presidente Richard Nixon. À aglomeração que alegremente o saudava na entrada de uma grande loja de departamentos, recomendou que comparasse as duas economias 4 anos mais tarde. Não, consertou: com mais 10 anos! Verão que a economia soviética estará olhando para trás e acenando um adeusinho à norte-americana. Só que, em 1959, o Departamento de Comércio dos EUA foi constrangido a antecipar em mais de 15 dias o desmonte de um estande que instalara em Moscou, sugerido pelo próprio Khrushchev, na visita de 1957. É que os moscovitas, especialmente as mulheres, sempre com os cabelos envoltos em lenços amarrados à nuca, no estilo ‘comadre de colônia’, permaneciam horas inteiras apreciando, embasbacados, as malévolas conquistas da sociedade capitalista nº 1. A fashion exibida pelo inimigo capitalista era de estontear. E a eletrônica, então?! Máquina elétrica de datilografar, exibindo as letras IBM, que se autocorrigia! Uma outra que sugava a sugeira que as matronas soviéticas só conseguiam remover com vassouras feitas com ramos de guanchumba!! Maquininha à pilha, que barbeava, outra que liquefazia frutas e legames!! É, o vivente do inferno capitalista desfrutava de alguns confortos interessantes que o paraíso comunista não sabia de onde tirar! Mas a exposição não durou o que fora programado. O velhote gorducho e banguela pediu que fosse retirada. Estava contaminando a pureza do socialismo soviético. Se o povo continuasse a perceber as diferenças por mais alguns dias, … Mas, em 1971, antes de morrer, Khrushchev, cujo grande mérito que lhe rendeu o comando da União Soviético foi, como sempre, ’saber produzir cadáveres’, como os mais de 30.000 assassinatos que praticou na Ukrania, em 1939, quando responsabilizou-se

  49. AC

    -

    21/09/2008 às 14:20

    É claro que os cultores de um estado policial não podem entender um sistema baseado exatamente na… confiança.

    Confiança é tudo que não existe num estado…. policial.
    Não existe sequer a confiança em si mesmo que permite o sujeito tomar uma… inciativa - e simplesmente decidir para melhorar de vida vender… empadinha na esquina.

    Enfim, só para lembrar, confiança é sinônimo de crédito. É obrigação do Estado intervir nesse caso. Leiam as explicações do Paulson para as ações do Tesouro: eles só colocaram dinheiro público onde o público acreditava que havia garantia estatal. Não é portanto uma INTERVENÇÃO mas uma AÇÃO prevista em lei e esperada pelo… público!
    A imagem da cavalaria é mesmo perfeita nesse caso.

    E vc disse bem, nos 20 anos associados a essa bolha 1/3 da população do mundo saiu da miséria. Então esses três ou quatro trilhões não são literalmente nada num balanço que deve ter movimentado centenas de trilhões, senão quatrilhões de dólares.

    Mas vai explicar isso para os boçais amantes do estado policial?

    Outra coisa que é preciso repetir com todas as letras, por falar nisso: o marxismo não tem RIGOROSAMENTE NADA de científico. NADA. É falso, falacioso ou errado já desde Hegel.

  50. AC

    -

    21/09/2008 às 14:08

    ah, sim! Enquanto isso, na mesma Folha noticia-se que o irmão mais novo de Fidel vai “privatizar” uma parte da agricultura porque, depois de 50 anos de bem-estar, o país só consegue produzir 20% dos alimentos q consome.

  51. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 14:01

    Misto de Mercêdes Sosa com Zacarias: ótimo. Particularmente, se levar-se em conta que o segundo já morreu.

  52. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 14:00

    a lucidez que falta ao itamaraty do lulo-petismo:
    “On ne discute pas avec le terrorisme, on le combat”, a affirmé dimanche la ministre française de la Justice, Rachida Dati, lors d’une conférence à l’Institut interdisciplinaire d’Herzlya, près de Tel-Aviv.”
    http://www.lexpress.fr/actualite/depeches/infojour/afp.asp?id=17288

  53. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 13:14

    O “elemento” das 7.27am é um piadista nato, ou um crédulo, muuuuiito crédulo petralheiro. De que outro modo interpretar o que diz a criatura insana?

  54. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 13:12

    Verissimo e Sader são irelevantes. Caro Reinaldo,
    O que me espanta é ver alguns outros que, normalmente, dizem coisas sensatas, embarcarem nesse besteirol.

    De uma vez por todas pessoal: economia de mercado é o estado natural das relações econômicas entre os seres humanos.

    Qualquer outra forma de atuação econômica sempre resultou da aplicação de regimes de força. Seja nos remotos tempos em que reis, faraós ou similares impunham as regras de propriedade e de circulação da riqueza de forma unilateral ou nos mais recentes tempos em que o estado determinou as coletivizações forçadas e o monopólio das atividades econômicas, o resultado foi sempre o mesmo: miséria , ineficiência, corrupção desenfreada e privilégios para os poucos que vendiam sua conscicência para a nobreza ou o partido.

    A grande revolução da humanidade ocorreu quando os cidadãos comuns conquistaram a liberdade de possuír bens e de trocar serviços e produtos livremente.

    Estava então a humanidade ( ou pelo menos a parte dela que conquistou essa liberdade) vivendo em acordo com as leis naturais da vida econômica. Estavam livres das “ditaduras” econômicas.

    Claro que essa revolução veio junto com outras conquistas , como odireito de livre escolha para professar sua fé, expressar sua opinião e decidir quem iria ser o delegado de plantão ( no sentido amplo de delegar poderes a alguém) para cuidar dos interesses comuns aos homens livres daquela comunidade ou país.

    Estes interesses comuns variam com o tempo e com as necessidades de cada sociedade, mas há uma característica comum a todos. São sempre delegados de forma temporária e sujeitos a revogação assim que os homens livres o desejem.

    A intervenção feita pelo governo americano ( e eu acredito firmemente que qualquer governo decente o faria, seja Republicano ou Democrata) está , portanto, perfeitamente dentro desse quadro democrático e capitalista.

    Será temporária, limitada e visando o interesse geral, que é o de preservar a confiança no sistema capitalista.

    Como em outras crises, desta sairão lições , como em 1929 quando foi criado o SEC , que deu origem à nossa CVM para regular a bolsa de valores, ou como ocorreu mais recentemente com a crise da Enron quando foi criada a lei Sarbannes-Oxley para aumentar a transparência na gestão de empresas.

    Estas lições resultarão , como as outras todas, num fortalecimento do sistema capitalista.

    O resto é de um idiotice irritante vinda de quem realmente não entende o funcionamento da coisa.

    Tempos ainda difíceis virão, mas, mais à frente, um outro ciclo de prosperidade, que só o sistema democrático-capitalista permite, virá,inexoravelmente.

    Um abraço,
    I.

  55. Mauricio

    -

    21/09/2008 às 13:01

    O Brasil é a terra dos “intelectuais orgânicos” !!!!!!

  56. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 12:55

    Não tem preço: … “aquele misto de Mercedes Sosa com o trapalhão Zacharias…”.

    Rodrigo

  57. AC

    -

    21/09/2008 às 12:54

    Mas duvido que alguém tenha superado o Josias de Souza…

    Sob o título acaciano “A crise deve resultar numa fase de maior regulação”, o colunista da Folha Josias de Souza bateu um recorde ao reunir num post curto a maior coleção de bobagens escritas sobre a crise econômica americana. Obra de gênio!

    As primeiras linhas deixam antever o que virá:

    “O futuro é como tela virgem diante do pintor. Sabe-se que, do branco brotará uma pintura. Entre um traço e outro, pode-se arriscar um palpite: vai ficar feia. Ou bonita. Mas nem ao artista é dado adivinhar os contornos finais da própria obra. Não antes dos últimos movimentos do pincel.”

    Não sei se o que vai em negrito vale para a boa arte em geral, mas certamente resume o que vem pela frente. Não quero estragar o prazer da leitura do texto, portanto saltarei para o final, onde o autor se esmera na exibição de toda sua grandeza:

    “O diabo é que agora já não há nem mesmo o contraponto da visão marxista de uma sociedade voltada para o bem-estar, em detrimento do lucro. Faliram também as utopias. Em meio à falência também das utopias, o capitalismo tampouco foi capaz de prover uma resposta a Marx.”

    Não creio que Josias seja um homem simples, então acredito que só a complexa mistura de má intenção, desconhecimento e cegueira pode levar alguém a associar assim sem mais capitalismo = lucro e socialismo = bem-estar.

    Não há sequer o amparo da história para demonstrá-lo. E basta olhar ao redor, em casa mesmo, para entender de onde o capitalista extrai seu lucro: da óbvia e crescente promoção do bem-estar em escala planetária.

    Essa é a resposta do capitalismo a Marx. Mas para Josias ela não é suficiente.
    Para que não pensem que estou inventando, segue o link do texto: http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2008-09-14_2008-09-20.html#2008_09-20_20_12_06-10045644-25

  58. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 12:32

    TIO REI,
    pessoal a solução é simples! O SOLUÇO digo, a solução é aquela ILHA no caribe onde TODOS lutam dia a pós dia para sair, mas o SAPO BARBUDO deles faz de tudo para impedir qualquer FUGA mesmo que seja a bala, mais ao NORTE a 150 klms de distancia um povo denominado IANQUE tem toda LIBERDADE POSSIVEL, e jamais pensam em viver na ILHA PARASIDÍACA, INTERESSANTE NÃO?

  59. Garganta

    -

    21/09/2008 às 12:25

    Caro Reinaldo,

    “Sader é seu guia. Sader é guia de alguém! A Bolívia vai mudar de nome: lá se istalarão os Emirados Sáderes.”. Juro! juro que eu me divirto. Muito obrigado pelo teu humor. É coisa fina.

    Com os melhores cumprimentos,

    Garganta.

  60. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 12:17

    Aí, GBMF 10:54.

    Dá-lhe!
    Falou pouco mas falou tudo!

  61. Memyself

    -

    21/09/2008 às 12:12

    Espanta-me sempre, toda vez, a idiotia das esquerdas.

    Dois tipos de pessoas me amedrontam: os burros e os covardes.

    Quando as duas qualidades se manifestam na mesma pessoa - e é extraordinariamente comum acontecer, principalmente nas hostes da esquerda - they scare the hell out of me.

  62. Julia

    -

    21/09/2008 às 12:04

    Os comentários dos jornais nacionais essa semana constrange a todos que tem mais de dois neurônios em bom estado. E a democracia americana é de ser referendada. A rapidez que ela respondeu por seus erros e corrigiu a rota…e eta mercado para aprender rápido…viva os EUA!! E sorry anti-americanos mas essa crise vai demorar só um pouco, alguns trimestres, nada comparável aos dez anos perdidos do Brasil na década de 80

  63. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 12:03

    Tio Rei,
    É sempre com muita alegria que visito o site e leio com avidez tuas análises. Você é dez e um orgulho para quem entende e respeita os valores culturais. Mas fico especialmente alegre quando você desanca esses cafajestes que trabalham firme para que nosso país continue a ser esse bananal confuso, apalermado. Você lava nossa alma quando desmacara essa canalha, os tocadores de tuba do atraso, arremedos de intelectuais, os farsantes, os desonestos. Continue sempre assim, brilhante e íntegro.

  64. Rafael Kafka

    -

    21/09/2008 às 11:42

    Os democratas, se valendo do controle do congresso, forçaram a liberação de hipotecas para qualquer um seguindo o velho populismo esquerdista e sendo o elemento essencial dessa crise.

    Não é uma crise do capitalismo mas do populismo esquerdista que nunca compreendeu que crédito é baseado em capacidade de pagamento e não em concessões populistas.

    No verdadeiro capitalismo o crédito é concedido com critério e sabedoria.

    Mas o melhor de tudo é que mais uma vez a mídia esquerdista boiou enquanto esse blog se manteve firme com os princípios em que acredita, princípios que o final da semana terminaram confirmando mais uma vez!

  65. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 11:18

    Anônimo 9:07AM:

    Bom! Muito bom!
    Mas quando fizer esta sua listinha de novo, não se esqueça de nela incluir muitos outros, entre eles o FHC e o Serra, também adeptos e sempre alavancando e pautando suas trajetórias de vida com o ideário das seitas esquerdistas.

  66. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 11:17

    Reinaldo,

    ao Emir Sader e ao vice-presidente boliviano se aplica aquele velho ditado que diz que “em terra de cego, quem tem um olho, é rei!”

  67. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 11:16

    Reinaldo,

    ao Emir Sader e ao vice-presidente boliviano se aplica aquele velho ditado que diz que “em terra de cego, quem tem um olho, é rei!”

  68. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 11:06

    Do que adianta o mercado afinal de contas? Os venezuelanos estão indo tão bem com o Estado determinando o preço de tudo. Afinal de contas, se não se pode produzir carne “barata” que todos comam grama!

  69. GBMF

    -

    21/09/2008 às 10:54

    No meio do tsunami financeiro que passou por Wall Street durante a semana passada, ninguém saiu correndo para comprar bolívares venezuelanos, nem iens chineses, nem ao menos euros. Correram para comprar dólares americanos, levando o valor desta moeda subir no mundo inteiro. Isto é muito revelador.

  70. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 10:47

    MERCADO E HISTÓRIA.

    É interessante observar, Reinaldo,como esse pessoal parece não haver estudado História. Eles imaginam que o Mercado é uma diabólica invenção do Capitalismo.
    Estudando povos muito antigos, tribais, vemos que ai estão as trocas. O que é o Mercado senão as trocas que vão se sofisticando?
    Não há Humanidade sem Mercado.
    Claro que Mercado tem que ser regulado, mas minimamente, para funcionar de modo civilizado.
    O Estado deve manter-se longe dele.
    Onde o Estado tentou substituir o Mercado tivemos governos desastrosos.

  71. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 10:46

    Reinaldo,

    De se perguntar, de onde vêm os 700 bi que serão utilizados no socorro aos bancos americanos?

    Da atividade capitalista, claro.

    Então, qual o problema? Qual a imoralidade?

    Augusto

  72. Nicão

    -

    21/09/2008 às 10:46

    Quanto a esse Sader, não conheço, não li e não procurei e quero distância. Agora esse Veríssimo, é o exemplo acabado, o “estado de arte” da “idioto-intelecto-ideologia” brasileira, ou o que quer que seja isso. Veríssimo é um cara inteligente, seus textos são excelentes, mas, quando descamba pra política, vira “um alho”!
    Chega a ficar ridículo, dando uma de anti-imperialista tocando jazz de sax, hospedado em hotel de US$500.00 a diária, em New York, pagando as contas com cartão de crédito AMEX (aposto!). Porque não vai tocar salsa em Cuba, porra?
    Como diz um amigo meu angolano: Vai pra New York, faz tudo pra ficar bem revoltado e voltar ao Brasil (no caso do meu amigo, voltar de Portugal para Angola) de QI devidamente zerado e empanturrado de civilização pra, daí, começar a ladainha “idioto-esquerdista”. É o caso do Chico Buarque(que disse que “a coisa aqui tá preta”, lá do seu apê de Paris, bem entendido), que de mais “social” que fez na vida foi tomar um chopinho num boteco de roda de samba e jogar futebol com os amigos famosos, todos ex-pobres, num campinho muito bem protegido de balas perdidas. Caso parecido, mas bem mais, digamos, burro, é o do Paulo “mão na merda” Betti. Essa turma realmente não cabe na própria imbecilidade.
    Agora, o que gostei, mesmo, foi da comparação do índio amalucado boliviano com uma mistura de Mercedez Sosa e Zacharias dos Trapalhões. Essa foi campeã!

  73. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 10:45

    Ok. Mas é preciso lembrar que os republicanos se opuseram a medidas de controle que começaram a ser sugeridas ao final do governo Clinton e sobretudo no governo Bush - inclusive por Ron Paul, que não foi ouvido pelos acessores de Bush ou seus pares no Congresso. É trapaça dizer que o primeiro legou algo de ruim ao segundo. Ele deixou um país próspero. Crises, por definição, só podem vir após o auge. Não havia qualquer sinal disso no governo Clinton. O mesmo já não se pode dizer do governo Bush, quando surgiu a bolha imobiliária.
    E, tá certo que a Europa tem, em média, um taxa de desemprego o dobro da americana e uma produtividade um pouco abaixo. Mas tem melhor escolaridade, um sistema de saúde muito mais amplo, uma espectativa de vida maior, menor porcentagem da população na pobreza, entre outros.
    João Paulo Rodrigues

  74. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 10:42

    Esse Emir Sader é muito perspicaz, conseguiu captar o ‘espírito’ da coisa… O pior é que existem milhões de Emir Saderes no Brasil, e eles estão no poder em quase todos os lugares.

    Deus não é brasileiro, mas o diabo sim.

  75. mario

    -

    21/09/2008 às 10:41

    Não defendo clinton, más na folha tem uma ótima entrevista com o nobel stiglitz que faz conexão sim com a guerra do iraque…,veja esta bem fundamentada…o capitalismo seguirá mas erra de vez em quando.
    o principal alerta dele é que não se pensou nas pessoas que estão com dificuldades pra pagar ou estão a beira de perder suas casas, com isto a crise tende a perpetuar.

  76. Nausícaa

    -

    21/09/2008 às 10:39

    Não vai dar para desenvolver aqui neste espaço, até porque reconheço minhas limitações.

    Mas o fato é que penso nessa crise como a parábola cristã do filho pródigo.

    Aquela em que o filho mais novo resolveu aventurar-se pelo mundo com sua parte da herança paterna, dilapidando-a em jogo, em orgias, enfim, pondo em circulação seu dinheiro em mãos despreocupadas com prosperidade e com trabalho.

    Depois, esse filho retorna para casa e é recebido pelo pai com um grande churrasco festivo, pois esse considerava que aquele estava morto, mas voltou.

  77. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 10:36

    “… aquele misto de Mercedes Sosa com o trapalhão Zacharias…” me rendeu sonora gargalhada. Repentina. Incontrolável.

  78. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 10:29

    “A crise que está aí não é a primeira nem sera a última. E o estado tem de entrar mesmo para arrumar a casa quando se instala a desordem. Ou serve para quê?”
    É o que “eles” não querem entender ou fingem que não entendem além de ser muito claro um dos principais fatores da crise que foi a manutenção dos juros bancários baixos! Ou seja nada a ver com a essência neoliberal!

  79. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 10:29

    Realmente, foram raros os comentaristas que demonstraram alguma lucidez durante o episódio em questão. Quem tomou conta do debate, durante a semana, foram os “românticos de Cuba”, como denominou o Fernando Rodrigues em um artigo excelente.

    Trechos:

    “O mundo não acabou. A crise nos mercados financeiros amainou. (…)
    Prepare-se agora para o fim de semana. Milhares de análises na mídia sobre a “estatização” (sic) nos EUA. (…)Sobre a tal “estatização”, besteira. O governo dos EUA deseja manter o sistema de livre mercado. Em toda a sua história, o Estado de lá sempre fez intervenções na economia. (..)A diferença é que as ações são, de fato, momentâneas e com o objetivo de fazer a livre iniciativa se fixar na sociedade.”

    Quanto ao Emir Sader e o Veríssimo, não houve nenhuma surpresa. Pior do que eles, em economia, só o Nassif.

  80. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 10:22

    É freqüênte ler que o brasileiro trabalha cinco meses para pagar impostos. Esta é uma verdade parcial. De fato, os cinco meses ainda não consideram aquilo que uma sensível parcela da sociedade é obrigada a pagar pela ausência ou ineficiência das instituições governamentais. Não incluem os custos da vigilancia privada, do ensino, dos livros, dos planos de saude, das internações hospitalares, dos exames e consultas médicas, dos remedios etc. etc. etc.
    Não sei quanto estes custos possam representar em dias de trabalho, mas é bem provável que boa parte dos brasileiros chegue a trabalhar dois terços do ano (ou mais) para pagar impostos e aquilo que um governo sério deveria proporcionar.
    FERNANDO

  81. Cris

    -

    21/09/2008 às 9:56

    Eu soube que o Veríssimo comprou uma cobertura duplez em Havana. É… parece que vendeu o ap de Paris e o de NY. E pediu cidadania cubana! (oh, sonhos…)

  82. Marcelogs

    -

    21/09/2008 às 9:52

    Pelo menos desde meados de 2006, já havia rumores, previsões e análises sobre o início de uma grande crise no sistema de financiamento imobiliário americano. Seria o chamado “estouro da bolha da construção”, visto que a atividade vinha se sustentando num ambiente extremamente especulativo. Pergunto: porque nada foi feito antes? Ou foi e não surtiu efeito?

  83. pedro pons

    -

    21/09/2008 às 9:47

    Ele é um tromPETISTA e toca o instrumento tromPETÊ.

  84. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 9:38

    Reinaldo

    Colocar os tocadores de instrumento de sopro ao lado dessa gente é demais. Toco trompete e admiro o seu trabalho mas você pisou na bola dessa vez !
    Aliás o Luis Fernando Veríssimo é saxofonista e o Evo Morales que um dia diz que tocou trompete.

    Gustavo

  85. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 9:35

    Os neo-comunas tem a fórmula mágica para salvar o mundo. O estatismo soviético.

  86. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 9:19

    Reinaldo a sua descrição do Evo me matou de rir, índio para assustar crianças foi demais.

  87. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 9:17

    HAHAHAHAHAHAHA

    MERCEDES SOSA + ZACARIAS

    HAHAHAHAHAHAHA

    E PETRALHA NA ALMA!
    E PETRALHA FEROZ!
    DAQUELES “PIRIGOSOS”

    É O E-MORAL, TIO REI…

    HAHAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHAHA

  88. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 9:17

    O Lula é que anda falando bobagens, como sempre:

    Primeiro falou que os palpiteiros estão quebrando?????

    Disse que a crise é do Bush ??????

    Depois afirmou que o governo americano demorou a reagir???

    Mas se a crise é do Bush, os palpiteiros é que estão quebrando e demoraram a reagir, o que ele tem a ver com isso??? Quer faturar em cima da crise??? enrolar o seu público ignorante???

    Como pode um Presidente não ter discernimento para agir serenamente diante de uma crise que é mundial e do interêsse de todos os cidadãos?

    Lula não entende o que acontece e vai levando. É o Forrest Gump em ação.

  89. Cris

    -

    21/09/2008 às 9:12

    Rei,

    Triste mesmo é ver alguns telejornais que trombeteiam insistentemente: Eles vão usar dinheiro do CONTRIBUINTE, para salvar os bancos!

    ou ainda

    os democratas acham que Bush teria que ajudar os que estão mutuários endividados!

    Ora, ora, gênios das finanças internacionais! É óbvio que o dinheiro do Tesouro, de qualquer Tesouro, é dinheiro do tal contribuinte. Governos não costumam fabricar dihhero, meus senhores! Dããããã.

    O que seria melhor? Deixar que vários bancos quebrassem, e ver a penca de contribuintes fazendo fila nas portas, quebrados igualmente? Ou ver um monte de gente desempregada, por conta da quebradeira que viria, apenas para comprovar a sua “tese” de que o capitalismo é mau, mau, maaaaaaau?

    E ajudar ainda MAIS o devedor americano? COMO ASSIM?! Se houve calote, começou justamente porque o tal contrinuinte comprou e não pagou, smples assim. Quer dizer que, além de não pagar sua dívida, ele deve ganhar uma bolsa-bolsa?
    Aaaaaaaaah, parem com isso!

    O governo americano já havia liberado cheques, no começo do ano, para os tais contribuintes consumirem ou pagarem o que devem. Que mais deveria fazer?

    Olha, Rei, é de chorar! Ainda ontem, eles reclamavam que Bush não agia. Quando age, com os meios que dispõe, reclamam e dizem “eu não falei?!”

    O mais cômico é que qui se RASGA o dinheiro do…contribuinte! Em bolsa-familia, em carguinhos companheiros, em Sealopras e ministérios inúteis, em aviões luxuosos, em viagens mil, em cartões corporativos, e eles acham lindo! O contribuinte brasileiro, afinal, é aquele que paga as CALÇAS de impostos e juros para os bancos brasileiros, estes sim, MUITO saudáveis, dando lucros como nunca!

    Mas aí, o uso e abuso de “dinheiro público”, é claro, se justifica. É, como é mesmo?, a tal justiça social, talvez.

    Ô, economistas de última hora da economia alheia: venham falar em uso de dinheiro do contribuinte americano, DEPOIS que aprenderem a criticar o DESPERDÍCIO do dinheiro do contribuinte BRASILEIRO, sim? Até lá, caluda!

    Ô, pobreza, ô tristeza!

  90. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 9:07

    O “SOCIALISMO” INFORMA:

    CONFISCO JÁ! DAS PROPRIEDADES MATERIALISTAS HISTÓRICAS DOS OLIGARCAS PORCOS CAPITALISTAS:
    FAMIGLIAS:
    VERÍSSIMO & BUAERQUE DE HOLLANDA & NIEMEYER & ZIRALDO & JAGUAR

    OS MILHÕES DE DÓLARES DE “MAIS VALIA” E CENTENAS DE HECTARES DE LATIFUNDIOS (FAZENDINHAS, SÍTIOS, CASAS DE PRAIA EM ANFRA, APARTAMENTO EM PARIS ILHAS, ETC) IMOBILIZADOS POR ESSES 4 PEQUENO-BURGUESES SERIAM SUFICIENTE PARA QUE O “SOCIALISMO-LULO-PETRALHA”, COM O AUXÍLIO DO “DINHÊRO” DO PRÉ-SSAU, DESSEM EDUCASSÃO E SSAÚDE PARA OS TRABALHADÔR BRASILEIRO…

    CONFISCO JÁ!
    O “PAREDÓN” A GENTE VAI FALÁ PRO MASTUBARÇO PENSAR NO ASSUNTO…

    PEQUENOS BURGUESES/OLIGARCAS/PORCOS CAPITALISTAS/LATIFUNDIÁRIOS VERÍSSIMO, BUARQUE DE HOLANDA, NIEMEYER, ZIRALDO E JAGUAR…CHEGOU A HORA DE ACERTAR AS CONTAS COM O SOCIALISMO PETRAL!

    HAHAHAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHAHAHA
    HAHAHAHAHAHAHA

  91. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 9:05

    Reinaldo, lá no blog do Fernando Rodrigues tem um post muito bom sobre a crise, inclusive lembrando uma das medidas liberalizantes feitas pelo governo….CLINTON! (pondo abaixo a barreira entre os bancos comerciais e os de investimento). Claro que o candidato da CHAAAAAAAANNNNNNNNGE hoje se diz contrário à medida, apesar de alguns assessores seus terem sido entusiastas dela…

    Abraço

    Guilherme

  92. Nelson

    -

    21/09/2008 às 8:55

    Reinaldo, Liberalismo ou Neoliberalismo não significa Anarquismo. Só gente ignorante ou maliciosa mistura as duas coisas. Sistemas de Governo como o americano não são proibidos de intervir no mercado. Só o fazem em momentos de exceção e de crises sérias como a atual. Ao governo cabe se concentre em atividades prioritárias, próprias de Governo, como gestão dos sistemas de Saúde, Educação e Segurança. Para a gestão em “tempos de paz” das demais atividades existem instituições e agências reguladoras. A propósito, durante o governo do FHC iniciou-se um excepcional trabalho de estruturação e fortificação de nossas instituições e agências reguladoras. Para nossa infelicidade o governo atual só faz aparelhar essas agências com “cumpanheiros” que nada entendem do riscado. O apagão aéreo ainda está fresco em nossa memória. Terá sido a nossa última crise? Para aqueles que querem entender um pouco do que está acontecendo com a economia do mundo recomendo o livro A Era da Turbulência de Alan Greenspan. Ele nos mostra com muita clareza o que está acontecendo no mundo globalizado e de por que não deveríamos apostar para que os nossos irmãos do norte quebrem a cara. Se eles pegarem uma resfriado nós pegaremos uma pneumonia.

  93. Ernesto Heredia Dias

    -

    21/09/2008 às 8:53

    Minha gente, na minha modesta opinião cabe fazer uma distinção. O estado de uma nação democrática e capitalista é representante e o defensor dos valores e das práticas da sociedade que ele representa. DEVE, “tem a obrigação de”, fazer o que quer que seja para cumprir o seu papel primordial, dar sentido para a sua razão de existir. Porque haveria algum limite na sua atuação para RESGUARDAR resguardar o “modus vivendi” escolhido pelos seus cidadãos ???
    Agora, as circunstâncias de representatividade e imposição de valores de estado de uma sociedade não-democrática e/ou não-capitalista são muito diferentes, apesar de receber a mesma denominação - estado.
    Alguém aí quer investir na Bolsa de Valores de Havana ??? Mas vejam que na Rússia e na China existe mercado de capitais e bolsas de valores. O que o Sr Putin e o Comitê Comunista Chinês(??) - eu nem sei como funciona lá! - estão fazendo á este respeito ?? Estão regulando a situação da mesma maneira, à moda deles …
    Mr Bush deveria e seria recriminado se fosse omisso e deixasse a crise prevalecer.

  94. Frodo Balseiro

    -

    21/09/2008 às 8:50

    Reinaldo
    Enquanto o mundo desabava na semana passada, múltiplos orgasmos, ereções inesperadas acometiam os gerontossauros de sempre! Não conseguem conter a baba raivosa de sua ignorância monumental.
    Torcem para que essa seja “A Crise Final” preconizada pelo barbudo alemão.
    Ignorância a gente até entende, mas esse desconhecimento convicto e militante do que seja o capitalismo, é consternador!
    Não saber que a cada ajuste do capitalismo, este vem mais forte, mais eficiente e mais dominante, faz parte desse modo de pensar mascateiro e intervencionista “ad eternum”.
    O governo dos EUA interveio sim, para acabar com os exageros da desregulamentação, claro, livrar o mundo de uma crise sem precedentes na história.
    Esse pessoal que prega o fim do capitalismo, e do mercado, esquece que não há nada (que tenha funcionado) para por no lugar!
    Pensam num sistema sem crises (aparentes)! Estariam pensando no tal “socialismo real” que afundou a Rússia a China os países do Leste Europeu (pré queda do muro de Berlim)? Esse regime (o comunismo) só teve “crises finais” por sua incapacidade de gerar progresso e desenvolvimento, em função do “pensamento único” dominante, que leva ao emburrecimento, a falta de criatividade e capacidade de reação de regimes fechados.
    A esperança, o desejo dessa gente é a perspectiva do caos, uma espécie de “começar de novo”, do zero, é claro, e nas mãos frenéticas de “pensadores” do passado!
    Graças a Deus, não vai acontecer, para desespero dos profetas do atraso!

  95. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 8:47

    ventânia/DC. 10 com louvor. não tenho medo de malandro e sim de gente burraaaaaa.este sim te põe em fria.

  96. Alexandre Rocha

    -

    21/09/2008 às 8:47

    O júbilo dos que hoje vêem nas intervenções do governo dos EUA uma demonstração cabal da ineficiência crônica do capitalismo merecem tanto crédito quanto às críticas que essas mesmas pessoas fizeram ao PROER na década de 1990, quando também enfrentamos o risco de uma crise sistêmica. Isso, porém, não quer dizer que essas crises devam ser encaradas como um simples “fato da vida”. Sim, o capitalismo apresenta flutuações clíclicas. Não, a presente crise, na sua extensão e profundidade, não era inevitável. Erros foram cometidos, a começar por Alan Greenspan, muito bom de discurso e de alertas retóricos, péssimo na montagem de estratégias de supervisão de novos ramos de negócio. O Governo Bush também deu a sua contribuição, ao minar as bases fiscais do país e ao reforçar à aversão a toda forma de regulação. Reinaldo, a sua comparação com o Governo Clinton é imprópria, pois as circunstâncias haviam mudado e eram necessários novos cuidados diantes dos óbvios sinais de que havia uma bolha no setor de crédito imobiliário, contaminando instituições financeiras que não estavam sujeitas à supervisão do FED. Voltando à questão fiscal, convém notar que os recursos trilionários necessários para sanear o sistema financeiro não serão resultado de qualquer aumento na carga tributária daquele país, até porque seria um contrasenso adotar semelhante estratégia em um contexto recessivo. Esses recursos virão do aumento da dívida pública, cabendo lembrar que o orçamento da União já é deficitário. Assim, será preciso que haja pessoas dispostas a comprar os títulos que serão emitidos. É de se esperar que isso ocorra sem maiores sobressaltos, apesar dos montantes elevados envolvidos, mas a crise em curso já mostrou que apostar no “business as usual” nem sempre é a melhor opção. Neste momento, só nos resta respirar fundo e torcer por um final feliz.

  97. jaf

    -

    21/09/2008 às 8:39

    Existe alguém com um mínimo de honestidade intelectual que não saiba que numa crise sistêmica quebra tanto banco privado como estatal? Se houver uma corrida bancária na Coreia do Norte, o governo não terá que injetar igualmente? Fala sério petralha!

  98. Ernesto Heredia Dias

    -

    21/09/2008 às 8:26

    Tu estás por fora Reinaldo !!?? Saiba que o Veríssimo fez um MBA em Finanças na área de mercado de capitais … em Havana !! E atuou com grande destaque na Bolsa de Valores de Cuba …. Ele é o KID nesta área por aquelas bandas caribenhas.

  99. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 8:10

    Tirando de lado um pouco do entusiasmo do Sr. Reinaldo sobre o neoliberalismo, nós temos que admirar a democracia nos USA. Fazem suas besteiras MAS TEM UMA CAPACIDADE DE CORREÇÄO ENORME. (outra que temos que apreciar nos USA é que lá näo tem o PT… felizmente).

  100. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 7:35

    Reinaldo,
    estou mudando para Cuba. Lá é que é um país desenvolvido. Não existe fome, miséria, censura. Emprego de sobra, para todas as matizes. Este sim, é o país dos sonhos, onde todos querem ir e ninguém quer sair.
    J.Freire

  101. Anônimo

    -

    21/09/2008 às 7:27

    A opção ao sistema capitalista está na AL.
    Venezuela e Bolívia .
    Países com potencial econômico e cultural ainda não reconhecido.


 

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