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Reinaldo Azevedo

Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

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Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve este blog desde 2006. É autor dos livros “Contra o Consenso” (Barracuda), “O País dos Petralhas I e II”, “Máximas de Um País Mínimo — os três pela Editora Record — e “Objeções de um Rottweiler Amoroso” (Três Estrelas).

Ela nos odeia. Ela nos abomina. Ela quer o nosso fim! Ou: Por que Marilena não nos conta quanto ganha com os livros didáticos adotados pelo MEC?

Por: Reinaldo Azevedo

O sociólogo Emir Sader, emérito torturador da língua portuguesa, é organizador de um livro de artigos intitulado “10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma”. Não li os textos, de vários autores (dados alguns nomes, presumo o que vai lá). O título é coisa de beócios. Para que pudesse haver esse “depois”, forçoso seria que tivesse havido o “antes”. Como jamais houve liberalismo propriamente dito no país — o “neoliberalismo” é apenas uma tolice teórica, que nunca teve existência real —, a, digamos assim, “obra” já nasce de uma empulhação intelectual. Pode até ser que haja no miolo, o que duvido, um artigo ou outro que juntem lé com lé, cré com cré, o que não altera a natureza do trabalho. Quem foi neoliberal? Fernando Henrique? Porque privatizou meia dúzia de estatais? A privatização de aeroportos e estradas promovida por Dilma Rousseff — e ela o fez mal e tardiamente — é o quê? Expressão do socialismo? Do “neonacional-desenvolvimentismo”? Sader se orienta no mundo das ideias com a mesma elegância com que se ocupa da sintaxe, da ortografia e do estilo.

Na terça-feira passada, um evento no Centro Cultural São Paulo marcou o lançamento do livro. Luiz Inácio Lula da Silva (quando Sader está no mesmo texto, eu me nego a chamar Lula de “apedeuta”!) e Marilena Chaui estavam lá para debater a obra. Foi nesse encontro que a professora de filosofia da USP mergulhou, sem medo de ser e de parecer ridícula, na vigarice intelectual, na empulhação e na pilantragem teórica. Se eu não achasse que estamos diante de um cárater típico, seria tentado a tipificar uma patologia. Republico o vídeo. Volto em seguida.

Voltei
Trata-se de uma soma estupefaciente de bobagens — sim, há método em tudo isso — de que me ocupo daqui a pouco, embora Marilena não merecesse muito mais do que farei neste parágrafo e no próximo: pegá-la no pulo. Os livros didáticos e paradidáticos de filosofia desta senhora são comprados pelo MEC e distribuídos a alunos do Brasil inteiro. Quanto dinheiro isso rende à nossa socialista retórica, que só se tornou uma radical de verdade quando ser radical já não oferecia nenhum perigo? Marilena é professora da USP desde 1967. É só no começo dos anos 80, com o processo de abertura em curso — lembrem-se de que, em 1982, realizaram-se eleições diretas para governos de estado —, que se ouve falar da tal Chaui. E não! Ela não exercia ainda esse esquerdismo xucro, mixuruca, bronco. Seu negócio era falar de Merleau-Ponty, dos frankfurtianos, de Espinoza, confrontando a ortodoxia marxista… À medida que foi se embrenhando na luta partidária, tornou-se uma proselitista vulgar, “intelectual” demais para ser um quadro dirigente do partido, partidária demais para ser considerada uma intelectual — cuja tarefa principal, sim, senhores!, é pensar com liberdade.

Marilena poderia revelar à classe média que ela odeia quanto dinheiro ganhou com os seus livros didáticos e que nobre destino deu à grana. E acreditem: não é pouco. Autores que têm a ventura de ser incluídos na lista do MEC podem ficar ricos. Socialista que é, ortodoxa mesmo!, impiedosa com a “classe média”, não posso crer que ela tenha se conformado com os fundamentos reacionários do processo de herança, enriquecendo filhos e netos. O dinheiro amealhado deve ter sido doado a alguma entidade revolucionária, a algum sindicato, a alguma ONG que lute contra as desigualdades. Não posso crer que Marilena se conforme em transformar aquela bufunfa em consumo, viagens ou bens imóveis.

Pilantragem intelectual
Vamos ver. Foi o PT quem mais se beneficiou politicamente com a suposta existência da tal “nova classe média”, conceito que já ironizei aqui, mas por motivos diversos dos da destrambelhada que fala acima. A rigor, essa é uma criação da marquetagem partidária.

Inventou-se uma tal classe média que já corresponderia a 54% da população brasileira. E que classe é essa? Segundo a SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos), são as famílias com renda per capita, atenção!, entre R$ 300 e R$ 1.000. Um casal cujo marido ganhe o salário mínimo (R$ 678) — na hipótese de a mulher não ter emprego — já é “classe média” — no caso, baixa classe média (com renda entre R$ 300 e R$ 440). Se ela também trabalhar, recebendo igualmente o mínimo, aí os dois já saltarão, acreditem, para o que a SAE considera “alta classe média” (renda per capita entre R$ 640 e R$ 1.020). Contem-me aqui, leitores, como vive e onde mora quem tem uma renda per capita de R$ 640? O aluguel de um único cômodo na periferia mais precária não sai por menos de R$ 250… Assim como decretou que a maioria dos brasileiros está na classe média, o governo petista está prestes a decretar o fim da miséria — governo, insista-se, de que Marilena é mero esbirro.

Logo, à diferença do que sugere a sem-remédio que fala no vídeo, a “nova classe média” não é uma invenção da “direita”, dos “conservadores” e dos “reacionários”, que ela também odeia, mas do lulo-petismo, que ela tanto adora.

Confusão
Marilena faz uma confusão estúpida entre a separação das “classes” por renda e o conceito marxista de “classe”. A primeira é só uma divisão estabelecida segundo faixa de renda e padrão de consumo. Não é nem nunca foi uma abordagem política. Assim, a sua diatribe segundo a qual a “nova classe média” seria, na verdade, “classe trabalhadora” é manifestação da mais alvar burrice. Ora, um operário especializado que ganhe R$ 5 mil deve ser tão “trabalhador” quanto outro que receba o salário mínimo. Há, no que concerne a renda e consumo, diferenças importantes entre ambos, não?, embora Marilena certamente sonhasse em ver os dois irmanados no mesmo projeto socialista. E isso explica o seu “ódio” — que, no fundo, é ódio de sua própria falência como intelectual.

O ódio
A forma como Marilena se dirige à plateia reproduz, acreditem, o método que emprega em suas aulas. Sei porque já  vi. Ela busca, nas suas exposições, o momento da apoteose, do aplauso. Depois de ter feito uma salada entre “classe social”, segundo a visão marxista, e uma mera divisão segundo faixa de renda, ela mesma pergunta:
“E por que é que eu defendo esse ponto de vista?”

Hábil manipuladora de plateias, treinada nas salas de aula para fazer com que seus próprios preconceitos pareçam pensamentos e para confortar a ignorância daqueles que a ouvem embevecidos, ela ainda criou um certo suspense, descartando respostas que seriam óbvias:
“Não é só por razões teóricas e políticas.”

SUSPENSE!

Nesse momento, até o público presente, que estava lá para aplaudi-la, pouco importando a bobagem que dissesse, deve ter ficado à espera de um aporte teórico novo ou de uma chave que abrisse as portas da compreensão. Afinal, estavam diante de uma das mais incensadas professoras de filosofia do país, um verdadeiro mito da universidade nos tempos da barbárie intelectual petista. Se as restrições que fazia ali não estavam fundadas nem na teoria nem na política, o mais provável é que se estivesse prestes a ouvir uma revelação. E Marilena, ao menos para os padrões da academia, não decepcionou. Compareceu com uma categoria de pensamento nova.

“É porque eu odeio a classe média. A classe média é um atraso de vida. A classe média é a estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista. É uma coisa fora do comum a classe média (…) A classe média é a uma abominação política porque ela é fascista. Ela é uma abominação ética porque ela é violenta. E ela é uma abominação cognitiva porque ela é ignorante”.

Aplausos e risos
Sua teatralidade bucéfala lhe rendeu aplausos entusiasmados. Não há nada mais degradante do que levar uma plateia de idiotas a rir de si mesma na suposição de que idiotas são os outros. Afinal de contas, a oradora e aqueles que a aplaudiam são o quê? Pobres? Marxistas revolucionários? Ah, mas aí vem o truque principal dos vigaristas intelectuais que ouvem e da vigarista intelectual que fala.

É certo que operários não são. É certo que são da “classe média”, só que se distinguiriam daqueles a quem “abominam” porque supostamente dotados de uma consciência superior. O filho revolucionário do banqueiro, nessa perspectiva, não teria o menor pudor de chamar de “classe-média reacionário” o gerente do banco do pai — enquanto, como diria Fernando Pessoa, “mordomos invisíveis administram a casa”.

Marilena teme que um trabalhador de classe média perca o seu natural pendor revolucionário, como se o natural pendor revolucionário dos trabalhadores não fosse, no fim das contas, uma ilusão de intelectuais de… classe média! No fundo, Lula e Dilma, celebrados no livro que reuniu a turma, evidenciam a falência do pensamento da sedizente filósofa. O modelo petista está ancorado na expansão do consumo, e Marilena acha profundamente reacionário que alguém possa se interessar mais por uma geladeira nova do que por suas ideias abstratas de justiça. É que, quase sem exceção, os que fomentam ideias abstratas de justiça já têm geladeira nova.

Lula estava presente. Consta que riu, com a mão cobrindo o rosto. Teria dito depois que, agora que é de classe média, começam a falar mal da dita-cuja. As bobagens de Marilena Chaui não são irrelevantes. Servem para criar a mística de que o PT ainda é um partido de pendor revolucionário — ainda que a revolução possível. Besteira! O que ele é, sim, é um partido autoritário, que não é avesso, se as condições forem favoráveis, à violência institucional. Está em curso, por exemplo, a pregação em favor do controle da mídia e do controle do Judiciário. Marilena, com sua picaretagem teórica e intelectual, faz crer que esses são desígnios da progressista classe operária.

Achei que essa senhora, a quem voltarei mais tarde, já tinha chegado ao fundo do poço durante a campanha à Prefeitura, no ano passado. Ainda não! Ela demonstrou que seu abismo intelectual não tem fim. Eu não odeio Marilena. Chego a sentir pena. Deve ser muito triste chegar a essa idade carente desse tipo de aplauso. Em vez da serenidade madura que instrui, a irresponsabilidade primitiva que desinforma. Pena, sim! Menos de sua conta bancária.

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Comentários

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  1. SIDNEI RODRIGUES

    Descobri que sou rico. Ganho pouco mais de cinco mil reais por mês. Então, pela estratégia do SAE, mais um pouco viro milionário. Esperar o quê de quem acha que distribuir setenta reais por cabeça a desempregados é erradicar a miséria ?

  2. Bender C3

    Coitada, tenho dó dela, a ideologia marxista deixou ela louquinha, como a maioria dos nossos universitários criancinhas de hoje.

  3. Yan

    Vejam o que um discípulo da filósofa do PT postou no grupo fechado da USP no Facebook: “O pessoal deste grupo é asqueroso, a Marilena Chauí tá mais que certa!!! Vocês são nojentos! Gente tacanha, desumana, jocosa!!! Vão levar um nabo nessas eleições, o tucaninho de vocês com o Aécio do pó vai enfiar a violinha no saco… Partido de merda!!! Eu tô cascando o bico do nabo que vcs vão levar nas eleições aqui!!! Até o PV tem mais chance que esse seu partido rançoso!!! Vai pedir dinheiro pro Imlim seus TFP de merda… Sabe o que é TFP? Todos filhos da puta… ano que vem pode escrever a merda que for o tucanato tá fora do estado de SP!!!!” Além do português impecável, eis o espírito tolerante, civilizado e democrático que a filósofa do PT ensina a seus alunos na FFLCH.

  4. Ana Pineiro

    Guardo seus artigos para posteridade, você é um mestre da lógica com argumentos, possui um humor ácido no ponto e sabe usar as palavras com maestria!
    Dividir para conquistar é o lema do esquerdopata, mas esta senhora é tão burra que não consegue usar as palavras corretamente, fala apenas para quem já está adestrado.
    Não sabe debater, gerar dúvidas, levar o outro a reflexão; atitudes comuns de bons Filósofos.
    Esta criatura é resto. Resto da nostalgia do muro de Berlim. Resto moral. Resto ético. Ela se tornou a Marxlena do Chuí (hospício em São José dos Campos). Não sinto pena desta senhora, ela fez suas escolhas e colherá o que plantou, como qualquer mortal. Sinto pena dos alunos desta maluca. Sinto pena dos que aplaudem sem entender nada. Sinto pena de nós, brasileiros que trabalham, pagam os impostos: descontados em folha e não temos Direito a nada. Esta senhora deve odiar mesmo a verdadeira classe média! Nós não aguentamos o PT, não aguentamos falsos intelectuais como ela, abominamos doutrinas, não aguentamos mais pagar tantos impostos para o governo manter 39 ministérios, negociar secretarias de porteira fechada e defender mensaleiros.
    E o ensino público é um lixo. A saúde pública é um lixo. Não há infraestrutura. Não há saneamento básico.
    O Brasil nunca será o ‘país do futuro’, com voto de cabresto via bolsa esmola, com o PT no governo, com pseudos intelectuais como esta senhora.
    Nosso país não tem planejamento, administração, metas.
    Nada sai do papel ou da saliva. A classe artística não faz a menor crítica ao governo, músicas, filmes, protestos, nada! Me lembro apenas do Lobão. E o povo? O povo é massa de manobra para esta gente.
    Portanto, Marxlena do Chuí, continue nos odiando. Este é o papel que lhe restou. O nosso papel é trabalhar, cuidar da nossa família, educar nossos filhos, pagar impostos e o seu salário, mas no final será com a ajuda da classe média que esta corja sairá do poder.

  5. DIZ

    ACONTECEU ENTRE 1643 E 1716 Antoine Rault:

    Colbert: – Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o
    contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente,
    que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está
    endividado até o pescoço ?
    Mazarino: – Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas,
    vai parar na prisão. Mas o Estado é diferente!!! Não se pode mandar o
    Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se! Todos os
    Estados o fazem!

    Colbert: – Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criamos todos os
    impostos imagináveis?

    Mazarino: – Criando outros.

    Colbert: – Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
    Mazarino: – Sim, é impossível.
    Colbert: – E sobre os ricos?
    Mazarino: – Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico
    que gasta faz viver centenas de pobres.
    Colbert: – Então, como faremos?
    Mazarino: – Colbert!Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há
    uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que
    trabalham sonhando enriquecer e temendo empobrecer. É sobre essas que
    devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais
    lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes
    tiramos. Formam um reservatório inesgotável.
    É a classe média !

  6. antony de molay

    o que me consola é que sua execrável,pútrida,asquerosa e abominável figura e,sua amaldiçoada existência, terão um fim excrucitante,só, remoendo-se no seu próprio ódio e insignificânçia.que os anjos da destruição ergam as espadas contra você maldita.NEKAN ADONAI CHOL BEGOAL!

  7. Eduardo Vieira

    Reinaldo, tentando achar uma lógica no discurso absurdo e patético da filósofa, o Estadão de domingo publicou um artigo de Jessé de Souza. Achei interessante esse ponto de vista. Qual sua opinião a respeito? Somos todos perversos?

  8. antony de molay

    caro rei,estive adoentado nesses dias, e compreendi o motivo pelo qual a esmadora parcela do eleitorado jamais votaria num candidato ateu.
    essa aberração, se diz especialista em espinoza.
    bem,vamos aos fatos,espinoza era um cabalista entre outras coisas,não menciono esse fato de modo algum com o intuito de afirmar que o mesmo era algum tipo de paulo coelho da vida até pq comparar paulo coelho a espinoza, seria como comparar inelectualmente o lula com stephen hawking…
    ms vamos aos fatos,espinoza rejeitava o conceito do deus pessoal judaico,o que “os vendeu nas mãos de kusan risatayym”(algumas traduções colcam entregou,ora o hebraico é uma língua antiga,portanto, vendeu,é vendeu mesmo!,não tem duplo significado ),ele percebia a divindade no todo,não num ente despótico.
    bem,dizem que nunca os homens praticam o mal com tanto prazer como quando o fazem em nome da religião, e embora o comunismo seja obrigatoriamente ateu,o mesmo é para seus adeptos uma religião. agora imaginemos uma pessoa dessas no poder,sem nada para frea-la,com o ódio em estado absoluto,por uma classe.pol pot seria fichina na frente dessa monstruosidade,nada seria imoral para pessoas desse tipo para eliminar seus inimigos usando a tática da diabolização do outro.
    em tempo,uma leitora disse que carapuças serviram ,e que a aberração falou sobre o “pensamento mediano”.se tal idiota fosse instruída teria escrito”mentalidade de classe média “o que já caracteriza preconceito, ms já que se diz classe A,talvez faça parte do bando,milhões se ofenderam e,tenho fé que a sociedade colocará gente da laia dessa mulher e da sua na lixeira da história. aproveite e morra de câncer junto com ela!

  9. Fátima Monteiro

    Carapuças enfiadas de norte a sul….ahhh…muito divertido…em tempo, sou classe média, embora o IBGE teime que sou classe A, mas não me serviu a carapuça, pois percebi que ela falava do pensamento mediano…..

  10. thadeu nolasco

    Já fico vendo a filósofa de saião rodado, sandálias de couro crú, os cabelos sujos e amarfanhados, unhas sujas e, imaginem, de botinas!

  11. Jairo

    Louca, louca, louquinha.

  12. Geraldo Maia

    ReinaldoXXXXXX na cascuda!

  13. Eufrazio

    Reinaldo, Reinaldo, Reinaldo; mil vezes Reinaldo. Quão bem nos faz seus textos. Continue conosco. Gentalha do tipo Marilena precisa saber que há, ainda, muitos que usam o bom senso e a lógica para viver com dignidade. O que me deixa angustiado é que no tempo de faculdade, li PLATÃO,(O MITO DA CAVERNA, POR EXEMPLO) mas também li Marilena. Apenas não sei o que li desta senhora. Ainda bem…

  14. augusto

    Sociologia de subdesenvolvido. Essa tal não respeita ninguém e nem a profissão que tem. Subserviente à ideologia e ao partido,não se preocupa com a verdade e faz os discursos que os apaniguados adoram ouvir, desde que sempre encomendem os livros dela. Estúpida é ela. Além de arrogante e ignorante é mais uma parasita que estamos sustentando com o dinheiro dos impostos. Eu não preciso ficar de quatro como ela, como um capacho para o partido, para cuidar da minha família

  15. Dan

    Cuidado pessoal o golpe Comunista de 2014 vem ai….

  16. Atento

    Divulguem essa matéria aqui do Financial Times:

    http://www.ft.com/intl/cms/s/0/7796de1c-bef4-11e2-a9d4-00144feab7de.html#axzz2TqbpEFjV

    E essa:
    http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2013/05/20/ft-diz-que-sensacao-de-bem-estar-no-brasil-e-fachada-e-critica-estilo-mandao-de-dilma/

  17. j.rogério

    Reinaldo, transcrevo abaixo, comentário de meu sobrinho Victor Tadeu,sobre esta fala de Marilena Chaui e sobre o artigo de Jesse de Souza publicado no domingo 19.05, no Estadão:

    Ah, esses sociólogos!!!

    Impressionante como conseguem fazer desaparecer o indivíduo e substituí-lo por uma massa indistinta e coesa chamada “classe média”. Mais uma vez, obter alguma vantagem da vida, gozar de algum prazer material, QUANDO TODOS NÃO O GOZAM EM IGUAL MEDIDA, é um crime. E, se não me apercebo disso, é porque crio mecanismos que me fazem encobrir a VERDADE e me garantem a tranquilidade da consciência. Mecanismos que não me permitem enxergar o monstro que eu sou. Sou o culpado pelo sofrimento e pela miséria de milhões de brasileiros. O fato de ter tido oportunidades, algumas de berço, outras construídas a partir do próprio esforço, só demonstram a forma histórica como explorei e condenei à miséria toda uma outra massa de miseráveis que não pôde, ao mesmo tempo, por meio do acesso ao capital econômico, construir o seu capital cultural. Ah, minto: não construí nada como o próprio mérito. Tudo se deve ao berço, ao capital econômico de berço. Pois, desde logo, gostaria de rebater algumas coisas ditas neste artigo, senão para denunciar a gritante FRAUDE que propaga, para fazer minha apologia, dado que não concordo com absolutamente nenhum elemento deste teatro teratológico destilado irresponsavelmente por pseudocientistas que não conseguem sequer se referir ao que existe de fato mas, antes, precisam criar e multiplicar categorias para se referir a algo que salta aos olhos.
    Primeiro, alguém precisa orientar essas pessoas para o fato de que sempre houve, em qualquer momento da humanidade, a desigualdade. Sabe por quê? Porque os homens são, sim, necessariamente desiguais, mas tão desiguais, que nem mesmo gêmeos univitelinos, cópias idênticas, são capazes de concordar em tudo, ainda que tenha sido eliminada qualquer variável genética no caso. A desigualdade, ao contrário do que pensava Rousseau e toda a tradição comunista posterior, não se iniciou com a propriedade. A desigualdade se iniciou com a própria existência, com a própria seleção ambiental de indivíduos tão sobriamente descrita por Charles Darwin (aliás, senhores sociólogos, há muito que se inspirar nos ingleses quando se remete à sobriedade… vejam, e.g., o caso de um David Hume). Mas, claro, é meio presunçoso usar aqui este tipo de argumento, dado que, desde já, imagino estar escrevendo todas estas linhas para limpar a minha consciência de toda a iniquidade que eu, CLASSE MÉDIA, provoco e sou responsável pela manutenção. Essa figura, chamada Estado, foi ratificada, em termos do contrato social hipotético, tando por mim quanto pelos mais ricos e mais pobres. E, ao contrário do que defendia Karl Marx, ele não é simplesmente uma superestrutura cujo Direito é exclusivamente voltado para manter os privilégios “daqueles que têm” e conter a revolta “daqueles que não têm”. Sabem por que, senhores-sociólogos-comunistas-de-toda-sorte? Porque o miserável, o proscrito, o pobre, o depauperado, o explorado não tem incutido em si um sentimento de predisposição à auteridade muito mais virtuoso do que em qualquer outro homem. Pelo contrário: ele almeja as mesmas coisas, os mesmo prazeres materiais e, devido a seu estado de necessidade, talvez o almeje com ainda mais fervor. Ele está interessado em alcançar os mesmo objetivos que a classe média, ao longo de gerações, a duras custas, tem tentado galgado e manter. Porque são homens que querem apenas viver em paz, apesar de todo o seu fracassado discurso ideológico comunista conclamando-os a revolucionar a ordem para submeterem-se, uma vez mais, mas sob o jugo da elite comunista. Será que não quer dizer nada o fato de que todas as ditaduras comunistas foram, em média, mais violentas que as ditaduras militares nos países capitalistas? Será que não é de se chamar a atenção que somente o comunismo foi capaz de criar e manter uma segregação entre povos como a que ocorreu na Alemanha e a que ocorre atualmente nas Coréias? Será que não se percebe que, nas ditaduras comunistas, o abismo entre os “donos” do estado e a população empobrecida é maior e mais gravoso do que nos países capitalistas? Vejam, senhores: a vida das pessoas pobres, em qualquer país, não é fácil. Mas, se qualquer país se aproximou de um estado de bem-estar social, esse país foi, necessariamente, um país capitalista. Um país capitalista que escorcha as suas classes médias e altas com imposição de tributos para a manutenção desse mesmo Estado, e no qual essas classes o fazem sem muito pestanejar, mesmo porque, ultima ratio, é conveniente para qualquer cidadão fazer de tudo para manter a paz em seu país. E a manutenção dessa paz envolve, necessariamente, a emancipação do mais pobre. Questione a um sueco, a um norueguês ou a um dinamarquês de fato, e não àquilo que seus doutrinadores escreveram em cartilhas ao longo de sua formação universitária. E, além disso, sabem por que a classe média pode se considerar, sim, generosa? Porque grande parte dela não é rica de berço, mas conseguiu um mínimo de conforto pelo trabalho de gerações passadas. Ao menos esse é o meu caso e, por pura honestidade intelectual, devo admitir que não disponho de estatísticas que confirmem essa minha afirmação. Mas disponho de um caminho lógico muito simples: quero a melhoria das condições de vida dos miseráveis não porque ame incondicionalmente o homem (afinal, não sou o comunista virtuoso que tudo entende sobre a natureza humana, a ponto de me prescrever qual a conduta VERDADEIRA e me apontar todos os meus equívocos intelectuais de classe média, perverso e infantilizado que sou), mas porque entendo que, sem uma melhora significativa da condição do miserável, a minha própria paz se encontra ameaçada. Desconfio profundamente de qualquer discurso sobre a “natureza” humana. Deixo isso para as religiões: o cristianismo, o islamismo, o budismo, o hinduísmo, o comunismo (o que? Assustaram-se com essa afronta e pretensa quebra de cientificidade de sua tão querida perspectiva sobre o fenômeno humano? Pois entendam isso: a Dra. Marilena Chauí, como instruída filósofa que é, deve saber das profundas influências que o Marxismo sofreu da corrente filosófica idealista que teve um ápice no pensamento de Hegel. Este último, para poder falar da realidade, supôs, salvo engano, a existência de nove “espíritos”: espírito do mundo, espírito do tempo, espírito do povo etc. Coincidência ou não, foi o que permitiu o desenvolvimento de um pensamento ultranacionalista na Alemnha e, também, o surgimento da concepção de luta de classes no marxismo, como se todos aqueles homens, todos aqueles indivíduos, todos aqueles “casos” pensassem de maneira idêntica e estivessem dispostos a entregar as próprias vidas por algo sobre o qual sequer podem falar) etc. Bom, não me é permitido aprofundar-me muito nessa redação: foi apenas uma forma de dar vazão à profunda indignação da qual fui tomado a ler todas as falácias, absurdos e desonestidades intelectuais do artigo acima. Preciso, como boa ovelha da classe média perversa e infantilizada, voltar ao trabalho. Tenho contas a pagar no fim do mês, cuja parcela significativa é direcionada, por meio de impostos, à manutenção do Estado. Ah, o pobre Estado. O injustamente responsabilizado por todas as mazelas sociais. Ironia ou não, eu ainda sou servidor público. Nossa!!! Um desocupado! Um sanguessuga!! Mais ironicamente ainda: trabalho na política pública de assistência social!!! E não sou comunista!!!???!!?!?!?!?!?! Como assim??? Como é possível??? Enfim. Ah, e antes que justifiquem a minha posição pelos mesmos mecanismos de pensamento comuns à “classe média”: sou, sim, um cidadão de classe média. Ateu. A favor do aborto. A favor das liberdades e direitos civis dos homossexuais. A favor da tolerância religiosa. Se qualquer ponto de vista próprio ao acaso se confunde com o da esquerdopatia, assim se dá por mera coincidência: sou levado a ele por convicções pessoais. Ah, claro, e como ser humano (por maior que seja a minha desconfiança em relação aos universais), anticomunista.

  18. silvia

    Tio Rei, não liga não, essa Sra. só quer ser lembrada. A Mídia não deu o espaço que ela queria. Veja, ela não é chamada por nenhuma emissora em horário nobre para fazer qualquer comentário político ou filosófico. É decepcionante, não é? Seu valor para a história do Brasil é muito pequeno.

  19. claudio

    Quando Gaisel afirmou a abertura política ele disse que sentiriamos saudades do regime militar, pois segundo ele, os que desejavam abertura não buscavam o interesse do Brasil, mas sim seus próprios interesses. esse carinhas que só sabiam manipular a mídia contra o poder no passado agora se assenhoram do poder a fim de lucrar e se projetar. Me mostrem os heróis revolucionários que foram exilados pelo pensamento politico. Hoje todos milionários. Manipulam a máquina da informação como Hitler o fazia criando uma utopia no pensamento dos brasileiros. Já que se fala em nova ascensão de classes, bem que poderia haver uma nova revolução.

  20. Cristiane

    Reinaldo, você disse tudo: “Não há nada mais degradante do que levar uma plateia de idiotas a rir de si mesma na suposição de que idiotas são os outros.”

    Muita saúde e paz. O Brasil precisa de você…

  21. […] Ela nos odeia. Ela nos abomina. Ela quer o nosso fim! Ou: Por que Marilena não nos conta quanto gan… […]

  22. Joao MIguel

    Pensei que mais ninguém havia notado essas marmota! Que alívio! Chega a ser hilário ver ela falar contra a burguesia” contra anova classe média, e ela nadando no dinheiro as custas de um livro inútil na carreira escolar! Ela faz um desfavor para o livre pensar academico…O tempo irá calar toda voz inútil para nossa história!

  23. Fernando

    Hahaha, Laerte de peruca. Essa foi boa!

  24. Laura Karlyle

    Reinaldo, se ainda não viu, dê uma olhada neste video (pelo menos os primeiros 20 minutos). No youtube com o título “Vejam o que o governo esta fazendo com nossas crianças nas escolas”. Estou revoltada!

  25. Guilherme

    Reinaldo,

    Parece que os delírios da Marilena Chauí andou provocando em alguns seus instintos mais primitivos…

    http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,pensamento-mediano,1033176,0.htm

    Abs!

  26. silvio

    Oi Rei
    Éssa mulher é FILOSOFA? Meu Deus que coisa horrível. Coitado dos alunos dela.

  27. Vitor

    O que me parece é que ela quer dividir a população: se você é petista, é “trabalhador”. Se você é não-petista, é classe média. “Trabalhador” é herói, classe média é vilão. Por isso, ela não aceita as divisões existentes. Elas não permitem essa separação. Pelo contrário, elas colocam pessoas de opiniões partidárias diferentes no mesmo grupo.

  28. manolo

    É a típica intelectual de orelha de livro e obviamente inspirada no invertebrado Dr Honoris Causa de Coimbra.

  29. Zé da Lamparina

    Acho que nesta palestra, devido à presença de Lula, ela estava tão emocionada que se esqueceu de dizer o nome completo do grupo que odeia: “classe média paulista/paulistana”. Não é qualquer classe média, não é a “nova” classe média criada por Lula e Dilma, é a classe média de São Paulo que ela odeia. Confiram aqui o discurso completo: http://www.youtube.com/watch?v=9RbBPVPybpY

  30. Geraldo Maia

    ReinaldoXXXXXX na cascuda!

  31. Órfão Nuclear

    PENSEI QUE FOSSE O LAERTE DE PERUCA CURTA.

  32. José Benedito

    Para uma platéia de patetas nada melhor do que o discurso de uma senhora patética. Com certeza, D. Marilena é das que concordam com Zé Dirceu de que denunciar a corrupção é coisa de moralistas. Mensaleiros na CCJ não a irritam tanto quanto a existência de uma classe média anti petista, que abomina “malfeitos” em nome da causa. Na visão dela, esta classe média não é composta de trabalhadores que conquistaram direitos, devem ter usurpado. Desprezível a encenação revolucionária dessa senhora, principalmente por ser muito bem recompensada pelo seu esquerdismo de araque.

  33. Maria Bonita

    E isso é professora???
    estamos mal….e ainda não chegamos ao fundo do poço?????

  34. Charles

    Sobre o artigo de Fernando Bevilacqua, postado por “Burduna Neles”, em 19/05 às 10:02, eu discordo quando ele diz que “pensava que os comunistas comiam criancinhas”. Ora, os comunistas continuam assassinando inocentes indefesos no ventre de suas mães, foram quase 400 milhões de abortos na China entre 1971 e 2010. Portanto, o regime comunistas foi e sempre será o mais cruel e sanguinário do mundo! Preparemo-nos para o pior no Brasil. É só uma questão de tempo. Se esses elementos que já estão no poder conseguirem o que eles pretendem – inclusive o controle da mídia -, adeus a nossa democracia. Imaginem num regime totalitário o que não faria uma louca como esta aí?

  35. Elton

    QUE EU SAIBA, O ENTE QUE ODEIA, ODEIA, ODEIA, ODEIA… É SATANÁS!
    V sabia que o comunista além do ódio natural aos outros e entre si sofre de uma doença mental?
    Ele acha que sabe tudo, só ele tem a solução, fora dele todos são ignorantes, ele é o tudo, mas sempre odiando e odiando.
    Ele sofre de uma obsessão, de uma ideia fixa de tudo provir de bom apenas dele – embora não saiba se é um bem – não erra jamais se é que são erros – acontecem por causa de fraquezas dos outros, daí todo comunista é um caso altamente depressivo crônico psiquiátrico.
    Quem vota em comunista também, além de se candidatar ao acima, de imediato teria se alienado, daí ter se juntados a outros de igual com quem se identifica.
    Sabe com que ser a deprimida Chawi se identifica? Com o que tem o inerente ódio incrustado em seu ser: Satanás!

  36. Eustaquio Barbosa

    Ai, que preguiça. O que essa senhora representa não me surpreende. É assim o aparelhamento das instituições no Brasil. A partir da ideologia, todo e qualquer tipo de raciocínio é válido, inclusive misturar os conceitos filosóficos para “provar” o que se deseja. Nossas universidades estão perdidas! É assim que se ensina um jovem a pensar? Francamente! Faço mais comentários em http://bit.ly/10d3wFb

  37. Virgínia

    Reinaldo foi no alvo: o ódio da Chauí não é a qualquer classe média, mas àquela que não abraça a bandeira da revolução que deveria banir o capitalismo da face da Terra. Essa turma do PT cheira a naftalina! Chauí não consegue pensar o tempo presente(coisa triste para quem se diz filósofa! E pior ainda para as escolas públicas que recebem seus livros, comprados com o dinheiro do contribuinte), não consegue pensar com outras categorias de análise o movimento da história, a dinâmica social. Aposentadoria compulsória para ela!!!

  38. Ana Lúcia K.

    Alô, alô! Crasse média odiada! E REPETIDAMENTE agredida por atos agressivos verbais por essa dona.
    Você foi vítima de BULLYING! Portanto, dá para pedir uma reparação e coloca-la na sua devida crasse.

  39. Aldo

    Pode internar. Tenho pena de quem é aluno dela.

  40. nilson machado

    Desculpe-me o dedo distraído…

    …não representa o exército alemão…

  41. nilson machado

    Caro Reinaldo,

    Esta senhora é professora da USP mas não representa a instituição, assim como Hitler não representa ao exército alemão. Rebater suas sandices é puro desperdício de energia. A vigarista morrerá envenenada no dia em que, por acidente, morder a própria língua.

  42. Maurício Giovani

    Notícias dão conta de que uma vez a senhora Marilena Chauí foi convidada para fazer uma palestra em Moscou, cidade que há muito tempo está entregue às moscas, na Assembleia do Partid Comunista, tendo o partido solicitado ao Governo da ex URSS que fosse enviado ao Brasil em caráter especial, um avião ANTONOV A-225, tendo em vista que seria o mais adequado para colocar a palestrante na parte de trás do avião, onde pudesse com segurança, todo o compartimento de cargas ser disponibilizado para acomodar a sua língua. Mas infelizmente, restou frustrada a ida da filófofa para tal palestra, em virtude dos altos custo, pois na época do convite, a URSS estava em dificuldades financeiras. Para quem quiser conferir in loco a notícia é só acessar
    http://www.marilenchauilinguadetrapo.com.br

  43. Maurício Giovani

    Marilena Bruaca odeia a classe média. É uma mocréia mesmo!

  44. Anderson Soares

    O Amo da Chauí deu uma na cabeça da doida. Veja lá:
    O que é isso, companheira?

    A filósofa Marilena Chauí participou na segunda-feira de debate sobre o lançamento do livro “10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma”, organizado pelo sociólogo Emir Sader. Fez uma longa fala e terminou com um brado:

    –Odeio a classe média –disse, para em seguida chamá-la de ”fascista” e ”reacionária”.

    Lula, que falou logo depois da acadêmica, tratou de aliviar o clima, para êxtase da plateia:

    –Depois de anos que lutei para chegar à classe média, vem essa mulher e esculhamba com a classe média…
    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2013/05/1278719-planalto-recorre-ate-jefferson-por-apoio-do-ptb-para-mp-dos-portos.shtml

  45. affonso

    Zgride-se para não ser esquecido;provoca-se para ser comentado.Ostracismo e solidão não caem bem para a doutora Chaui.

  46. Anderson Soares

    ARRASOU!
    Essa mulher não precisa de uma camisa de força. Ela precisa é ficar sem receber as benesses que a classe média- QUE ELA TANTO ODEIA, e também a classe operária, lhes proporciona. AFINAL DE CONTAS, O TRABALHO DE MILHARES DE TRABALHADORES, PRINCIPALMENTE OS MAIS POBRES – POR QUE SÃO ELES PROPORCIONALMENTE PAGAM MAIS IMPOSTOS, FINANCIA “INTELECTUAIS” COMO ESSA SENHORA AI.

  47. affonso

    As abominações de uma classe média altíssima e suas frustações burguesas.Um capítulo nefando da história da filosofia.

  48. affonso

    O Ser ou o Nada;eis o dilema da classe média da doutora Chaui

  49. affonso

    Doutora Marilena Chaui: a homicida da classe média!

  50. affonso

    Classe média legal é a da Venezuela;só usa papel higiênico importado!A propósito: a doutora Chaui,acaso abomina a classe média da dita cuja?Ou é só a nossa?