30/10/2011
às 6:51Editorial do Estadão sobre invasão na USP: “A baderna a serviço do crime”
A Cidade Universitária voltou a ser palco de confrontos entre estudantes e a Polícia Militar (PM). Os incidentes ocorreram na noite de quinta-feira e começaram depois que os policiais militares detiveram três alunos que fumavam maconha no estacionamento do prédio de História e de Geografia. Quando os levavam para o 91.º DP, a fim de registrar a ocorrência, os policiais militares foram atacados por cerca de 200 estudantes.
Além de terem apedrejado seis viaturas policiais e ferido três soldados, os estudantes invadiram o prédio administrativo da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), onde praticaram atos de vandalismo, e anunciaram que só sairão do local após a revogação do convênio que permite à PM garantir a segurança na Cidade Universitária. O convênio foi assinado após o primeiro caso de latrocínio no local, ocorrido em maio deste ano. A vítima foi um estudante de economia, assassinado ao reagir a uma tentativa de roubo. Entre janeiro e abril, os roubos na Cidade Universitária aumentaram 13 vezes e os atos de violência - tais como estupros e sequestros relâmpago - cresceram 300%.
Até então, a Cidade Universitária - situada ao lado de uma favela - dispunha apenas de uma Guarda Universitária, que não pode portar armas e que conta com 130 agentes de segurança patrimonial, divididos em dois turnos, para proteger dezenas de prédios e fiscalizar seus estacionamentos, além das 100 mil pessoas que circulam diariamente pelo câmpus. Mas, apesar da crescente violência, minorias radicais constituídas por servidores, alunos e professores resistiam e continuam resistindo à presença da PM no câmpus. Militantes de micropartidos de esquerda, eles associam a PM à “repressão”, alegam que a presença de policiais militares fere a autonomia universitária e classificam o câmpus como “território livre”.
Alegando que a Cidade Universitária estava se convertendo em terra de ninguém, o Comitê Gestor da USP - apoiado pela maioria da comunidade acadêmica - superou as resistências políticas, elaborou um plano emergencial de segurança para a Cidade Universitária, definiu um modelo de policiamento aprovado por entidades de professores, alunos e funcionários e, em junho, fechou um acordo com a PM para colocá-lo em execução. É esse convênio que os invasores do prédio administrativo da FFLCH querem revogar.
Para confirmar que se trata de movimento ideológico, eles apresentaram uma lista de reivindicações absurdas, impossíveis de serem atendidas, do ponto de vista jurídico. Além de aproveitar o incidente para fazer novas críticas ao reitor João Grandino Rodas e acusar a PM de agir como “o braço armado dos exploradores”, pedindo sua imediata retirada do câmpus, os invasores querem autonomia absoluta nos “espaços estudantis”. Reivindicam, ainda, a extinção de todos os processos administrativos e criminais contra estudantes, professores e funcionários. São centenas de sindicâncias e de ações judiciais instauradas pela reitoria para apurar desvios de conduta e punir quem depredou o patrimônio da USP e ameaçou a integridade física de colegas em assembleias, greves e piquetes. Em nota, o Diretório Central dos Estudantes (DCE-Livre) classificou a invasão da FFLCH e a oposição à presença da PM no câmpus como uma luta pelos “direitos civis”.
Na realidade, o que está em jogo no câmpus da USP não são as liberdades públicas nem os direitos fundamentais de estudantes, professores e funcionários. Quando invocam o princípio da autonomia universitária e pedem que a PM seja expulsa do câmpus, os baderneiros fazem o jogo dos assaltantes, assassinos, estupradores e traficantes de drogas. É evidente que, desde o início do convênio firmado com a reitoria, a presença de policiais militares na Cidade Universitária vem prejudicando os negócios dos fornecedores de drogas, reduzindo seus lucros. Além de se colocarem - consciente ou inconscientemente - a serviço do crime organizado, os invasores cometem outro erro. Eles confundem “território livre”, expressão usada na academia para designar a livre troca de ideias, com uma república independente - como se a USP existisse à margem do Estado e da sociedade que a sustentam.
O que ocorreu no embate com a PM e com a invasão da FFLCH não são atos de rebeldia intelectual - são apenas demonstrações de irresponsabilidade e de alienação ideológica.
Tags: USP


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58 Comentários
Otavio
-09/11/2011 às 16:31
Não concordando com a atitude de alunos da USP,por não entenderem sobre o exercício da democracia, quero meu dinheiro de volta, pois quem paga o estudo dessa cambada sou eu e toda a população de São Paulo, para que seja doado a aquele de quem esses baderneiros tiraram a chance de estudar.
Elisson
-08/11/2011 às 14:01
Imagino agora se eles tem a coragem que tiveram dentro de uma cela, será que o papai de cada um vai deixar eles pelo menos dormi uma noite na cadeia…rs vms ver se são bom mesmo.
JOABE CORNELIO
-05/11/2011 às 12:45
CAMBADA DE “VERMES HUMANOS, ESCÓRIA DE FILHINHOS DE PAPAI QUE JA ESTÃO COM A VIDA GANHA , DESTROEM UM PATRIMÔNIO QUE DEVERIA SER USADO PELOS ESTUDANTES MENOS FAVORECIDOS. QUEREM SOSSEGO PARA FUMAR SEU BASEADO TRANQUILO, SUA SEGURANÇA JA ESTA GARANTIDA COM SEUS CARROS BLINDADOS. FALTA AUTORIDADES PARA EXPULSAR ESSA CORJA!!!!
Sergio
-04/11/2011 às 16:20
Me pergunto o que querem essas pessoas fazendo isso?Como eles conseguem ficar tanto tempo apenas fazendo badernas.Não passam pra mim de um bando de marginais filhonhos de papai,talvez a unica linguagem que eles entenda e a do cacatete nas costas,que é o que que querem para se passarem por vitimas,cadeia pra esses bandidinhos sem vergonhas
Dorival
-04/11/2011 às 10:16
Deixo aqui pra vcs pensarem…
1)Estudantes= Gente de bem. educadas e portanto civilizadas.
2)Pessoas que param um Campus por motivo fútil e causam transtornos = ????
Eric Massoni
-02/11/2011 às 11:24
Ontem eu estive presente no evento que eles chamam de “Assembléia” dentro da FFLCH. Eles afirmam serem democráticos e aceitarem a opinião de todos mas, quando perguntei para um dos estudantes que já haviam se manifestado com algumas propostas se haveria alguma discussão ou se simplesmente falariam sobre os termos do convênio mantendo a polícia no campus, o rapaz simplesmente me alertou (prefiro encarar como um alerta e não uma ameaça) com uma resposta incisiva “Ninguém será louco ou corajoso o bastante de falar algo do gênero”. O prédio, em pleno lugar fechado, estava repleto de maconheiros fumando baseados. A questão é, “Por que nenhum deles sequer propôs uma votação com todos os alunos da USP, um plebiscito sobre a continuação da polícia no campus ou uma nova proposta?” Simples, eles sabem que perderiam. Mais cedo, quando a repórter do SBT me abordou, enquanto eu estava cercado por um grupo desses estudantes e estes subitamente perceberam que eu não estava falando o que eles queriam, comecei a ser amplamente criticado, vaiado e até xingado impedindo que a entrevista se concluísse (espero que saia na TV). Me chamaram de policial disfarçado e fomentador de ditadura, quanto a este último nome, retruquei que a ditadura já havia terminado e recebi um berro como resposta “A ditadura ainda não terminou”. Nesse momento, fui embora porque conversar racionalmente com fanáticos é impossível.
Mirtes Chiarelli
-31/10/2011 às 21:08
Concordo plenamente!!! Acham que se utilizar do poder público para benefício próprio. Esquecem que nós temos direito e na mesma maneira que temos obrigações que norteiam a convivência social.
Mormegil
-31/10/2011 às 20:31
Reinaldo,
Acredito que o problema começa quando os supostos intelectuais da USP leem na Constituição que as universidades possuem autonomia. Pensam eles que se trata de imunidade. Mas, como felizmente a história jurídica dessa autonomia não depende da interpretação maluca que lhe conferem, sabemos que a autonomia É DA UNIVERSIDADE, não dos seus professores. Os alunos, o que é pior, sequer podem ter o benefício da dúvida: não têm legitimidade alguma!
O ponto que quero chegar é só um: seja pela via direta do mandamento constitucional, seja pela via oblíqua da confusão hermenêutica, os alunos não possuem direito algum.
É com esse ponto que concluo que os acontecimentos da USP nada mais são do que a safadeza institucionalizada, é a picaretagem… É também, porque tudo indica isso, característica do terrorismo ideológico do Brasil.
Leonardo Silva Borges
-31/10/2011 às 18:01
O nível de canalhice é tão grande que alguns chegam a contestar o significado da maioria em uma democracia, ou seja, quando eles ganham uma eleição com votos da maioria, ainda que nem tão maioria assim, a eleição vale. Agora, se a maioria dos estudantes da USP é a favor da presença policial, aí tem que questionar pois a minoria que pensa o contrário está sendo oprimida. Argumento por conveniência.
Atelie
-31/10/2011 às 17:22
fihos sem pais, filhos que não respeitam os pais, pais desnaturados, governo corrupto, desvalorização da educaçao, saude e segurança, é nisso que dá!
Everson Andrade
-31/10/2011 às 16:58
Democracia não é a “farra do boi” e nem a “festa do caqui” . Escreveu não leu e praticou crime, leva pra delegacia e pro banco dos réus.
SHIRU
-31/10/2011 às 12:04
Caro Reinaldo, acabei de saber no Estadão Online sobre a rádio pirata na Usp, mantida por estudantes… Onde? Oras, oras… na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas!
lorival kroll
-31/10/2011 às 9:50
Bom dia Reinaldo.
A PM na USP precisa ser discutida e esclarecida.
Encaminho o “frame” do comentário de Wálter Maierovitch na CBN SP para teu necessário comentário; .
Acredito que o juiz não entende os riscos da anomia que se espalha e, a conseqüência social destas posições.
Abraços,
Lorival Kroll
Paulo Bento Bandarra
-31/10/2011 às 8:56
É preciso enfrentar esta turma que na verdade não quer estudar, portanto não quer a ordem e a segurança no campus. Estão lá para viverem as custas dos pais e fingirem apenas que estão se dedicando ao estudo. Esta turma que não consegue nem mesmo se sustentar, nunca pagaram pelo que os outros construíram e que querem dar lições a sociedade como ela “deve ser”!
Alexandre
-30/10/2011 às 23:40
Como ex-aluno da USP em Ribeirão Preto só posso manifestar meu sentimento de vergonha. Vergonha por ver a Universidade onde estudei ser palco deste episódio tão vergonhoso de afronta à lei, vergonha por ver no meu país esses esquerdopatas usarem um episódio em que a polícia estava cumprindo estritamente o seu papel para tentar impor sua agenda doentia.
Sinto também tristeza por ver que nada muda… No meu tempo eu já via os maconheiros com camiseta do “Che” com seus discursos vazios “contra o sistema” . Quer dizer, as coisas estão mudando para pior… Agora temos um (des)governo no país que está lentamente implantando todos os planos destes fascínoras.
Luiz Eduardo
-30/10/2011 às 23:30
Uai, querem fazer o que quiser no prédio da universidade? Então separe-se o prédio do restante da universidade! Quero ver tirar onda de invasão sem contar com água, luz e banda larga mantidos com dinheiro público.
rod
-30/10/2011 às 19:33
Têm toda liberdade do mundo e querem agir como se estivessem sob uma ditadura sangrenta. Bando sem-vergonha, muito provável mesmo que pelo menos os cabeças da baderna tenham ligações com os criminosos agora acuados pela polícia.
Decio
-30/10/2011 às 18:10
Êsses ‘estudantes’ são os membros da Organização Criminosa no poder há mais de 8 anos, infiltrados em todos os órgãos, principalmente no judiciário. Que isso vá à conhecimento da Policia Federal que coleciona casos.
Ana Lúcia Peixoto
-30/10/2011 às 17:55
Arruaceiros! revoltante que estes moleques apresentem “exigências” para desocupar o prédio. Isto não é ser rebelde, é ser alienado e burro!
Impressionante constatar que estes mesmos estudantes não participem de nenhuma manifestação PACÍFICA enquanto estamos sendo roubados, desrespeitados e afrontados com uma corrupção e impunidade crescentes.Falta de rumo! de responsabilidade! de umas boas palmadas em casa!
Cil
-30/10/2011 às 17:10
Irresponsabilidade sim, mas acho pouco provável que haja alienação ideológica naquele ato! O problema está no que vai no texto, nas sindicâncias, que eu como funcionária pública cumpridora de meu deveres mais do que aprovo, porque acredito que funcionário público picareta tem mais é que cair fora do serviço público com ou sem diploma de doutorado e não sei quantos pos-docs nas costas, e nos negócios ilícitos dentro do campus. Não passa pela minha cabeça que alguém em sã consciência seja contra o policiamento em qualquer lugar e os cidadãos de muitas cidades que estão no topo de rankings de crimiinalidades que o digam. Quem sabe com a PM que prende usuário e traficante por lá a USP seja pacificada de fato!
Sandro Martins
-30/10/2011 às 16:50
Vi agora imagens gravadas dos maconheiros vagabundos queimando a bandeira nacional numa das janelas do prédio invadido.
Digamos que os estúpidos tenham 20 anos. Passaram praticamente metade da vida num país governado por petistas e pilantras associados.
Não é coincidência demais? A maioria de estudantes da USP aturando a boçalidade de fedelhos conduzidos/patrocinados pela esquerda?
Alexandre Rodrigues
-30/10/2011 às 15:49
Território livre uma ova. Eles devem seguir a lei até com mais cuidado, pois estão usufruindo de um bem público que eu e você pagamos. Vagabundo que quer ter faculdade gratuita para ficar fortalecendo traficante merece expulsão sumária. No meu tempo de estudante, atitudes como essas eram simplesmente imperdoáveis. Era rua na certa. O Campus não é um país à parte, portanto está sob a mesma lei à qual todos nós estamos sujeitos. Fora esquerdistazinhos de araque. Vão trabalhar para tentar produzir algo de bom para o país.
VIRGINIA OLIVEIRA
-30/10/2011 às 15:07
BANDO DE VÂNDALOS, DEVERIAM SER EXPULSOS DA UNIVERSIDADE, MESMO PORQUE FALTA NÃO FARIAM, REBELDES SEM CAUSA, VAGABUNDOS, MINORIA, O QUE OS VERDADEIROS ESTUDANTES ESTÃO FAZENDO PARA EXPULSAR ESSES BADERNEIROS DO MEIO ACADÊMICO?
O QUE VEMOS SÃO BANDIDOS MASCARADOS, MAS PARECE AQUELES TERRORISTAS DO SETEMBRO NEGRO, SE A CAUSA QUE DEFENDE É LEGÍTIMA PORQUE O ANONIMATO DE FACÍNORAS? O GOVERNO TEM QUE ENCARAR QUE ESTÁ COMBATENDO BANDIDOS A POLICIA TEM QUE AGIR COM RIGOR.
maria do carmo
-30/10/2011 às 14:59
Essa minoria deveria ser expulsa da Faculdade e servidores e professores envolvidos demitidos por justa causa. Ou então interditar a USP. Cheguei a ver algumas notícias com relação à que estavam passando os universitários no campus. A PM de São Paulo é uma das melhores do País e êles estão tendo proteção e acham ruim. Banda podre tem que ser tirada e condenada, pois na realidade eles não estão lá para estudar e sim tumultuar.
Ferrabraz
-30/10/2011 às 14:52
A fefeleche mais parece um daqueles presidios em que houve revolta de presos.
Esta turma está tão acostumada que até subiu mascarada em cima do telhado, ou estou enganado, e era mesmo fota antiga de alguma das malfadadas FEBEMs da vida.
Tudo tem a cara do crime organizado que tomou a fefelheche.
RitaZ
-30/10/2011 às 14:47
Que a 2ªDivisão de Exército - Divisão Presidente Costa e Silva, apresente-se , por favor! São Paulo necessita dos senhores, para impor a ordem e defender nossa Constituição.
tuísia
-30/10/2011 às 14:07
será que estão todos com medo? o governador, os reitores, os alunos? então que chamem o exercito. Mostre a esses irresponsaveis mimados que não são eles quem mandam, que tem e “são OBRIGADOS a respeitar o direito do outro”.
Ana Cássia
-30/10/2011 às 14:04
por que os alunos e diretores da USP não chamam a policia para resolver essa bagunça e levar todos em cana? Se for preciso que chamem o exercito, cadê o BOP? não sejamos inocentes, alí tem bandido dos mais perigosos, entre eles estudantes bandidos.
dórius
-30/10/2011 às 14:03
Queria ser governador, por, pelo menos, 90 dias. Meu primeiro ato seria fazer um saneamento na USP, baixando a borracha nequeles bandidos e colocando a casa em ordem. Cadê a “Ordem e Progresso” da nossa bandeira? O Brasil nos últimos anos, virou às avessas! A Lei foi subvertida, urinaram e defecaram em cima do código penal. Para os políticos e para esses bandidos maconheiros, vale a lei do “quanto pior, melhor”. E aonde estão os outros 99.600 estudantes, ditos sérios, que se deixam dominar por um bando de 200 salteadores? Quem cala, consente!
Ana Cássia
-30/10/2011 às 14:01
esta é a realidade do Brasil, as drogas imperam na educação. Por isso que estamos péssimos. Como os pais não fazem nada? Será que tambem são maconheiros ou fazem parte da máfia? Que Deus proteja nossa juventude e nosso país, será que teremos futuro?
Gilberto Jacao
-30/10/2011 às 13:56
BORRACHA!!!!!!
MACUNAÍMAS S/A
-30/10/2011 às 13:48
Muito pouco parece não ter sido falado sobre este assunto e o consenso é que estes que invadiram a USP não são estudantes e já deveriam estar trancafiados, não apenas expulsos da USP. Não é difícil entender o que ou quem os deixa tão fortes e confiantes o suficiente para realizarem um ato de terrorismo deste quilate. O que fizeram não se justifica em nada que se possa utilizar para dar um mínimo de razão a eles. A pouco tempo um estudante foi assassinado e multiplicam-se as ocorrências de assaltos na USP mas estes que foram as verdadeiras vítimas, muito provavelmente das armas financiadas pelo vicio e pelo tráfico desenfreado na USP, estes não mereceram qualquer protesto desta intensidade por parte deste bando de traficantes e viciados, até porque eles são corresponsáveis . A depender do que disse um petista, “polícia é um veneno em casos como este”. Para eles, estes estudantes são os verdadeiros “donos” da USP. Pelo menos enquanto o governo paulista for tucano.
Rodolfo
-30/10/2011 às 12:59
Reinaldo,
A UNE já recebeu mais de 30 MILHÕES de REAIS para construir a sede no RJ daquele ANTRO de MACONHEIROS e até agora NENHUMA pedra foi lançada! Cadê a NOSSA grana?
PT da Privatização das Rodovias
-30/10/2011 às 12:44
… O problema da USP, assim como da maioria das universidades públicas, é que durante os últimos 20 anos, ela foi sendo tomada e ocupada por petistas……..
Observador
-30/10/2011 às 12:42
Perguntar não ofende: Pq esses bagunceiros a serviço dos ptralhas não foram protestar contra a corrupção reinante no ministerio do esporte?????
Rodolfo
-30/10/2011 às 12:38
Digo isso porque a PM, as despesas das viaturas, os hospitais públicos… são bancados com o dinheiro dos NOSSOS IMPOSTOS que não pode e não deve ser usado para pagar a conta de MACONHEIRO, PÉ DE FUMO e VAGABUNDO que pratica quebra-quebra, promove a DESORDEM PÚBLICA e agride policias militares que estavam ali justamente a trabalho e para protegê-los!
Rodolfo
-30/10/2011 às 12:32
Volto a afirmar: a PM paulista tem o dever e a obrigação moral e cívica de coletar todas as imagens mostradas em diversos canais de televisão, identificar um a um os MARGINAIS VAGABUNDOS envolvidos, processá-los, cobrar as despesas com medicamentos, médicos, hospitais dos soldados, os gastos com o conserto das viaturas e colocá-los na CADEIA!
Tem um que nem precisa procurar muito: deu entrevista na TV aberta, com aquela cara deslavada, barba por fazer, brinquinho na orelha, cabelo sujo… Só faltou a camisa do Chê, apesar da blusa - surrada e suja! - ser obviamente da cor vermelha!
É o MÍNIMO a ser feito! Se a PM e o Governo do Estado não tomarem essa medida AGORA, JÁ, esses MACONHEIROS VAGABUNDOS farão isso novamente a qualquer hora!
Sandro Martins
-30/10/2011 às 12:27
É desse monturo de estrume erroneamente tratado por “estudantes” que as esquerdas (como se isso existisse o Brasil) coopta seus imbecis.
Existe coisa mais insuportável que essa lenga-lenga CANALHA, RETRÓGRADA e BOÇAL de tratar autoridades policiais de “o braço armado dos exploradores” ?
Por que será que esses PilanTras não vão em cana, heim ???
Marco Balbi
-30/10/2011 às 12:18
Enviei mensagem ao Jornal da Band e ao JN! A razão? Todas as duas redes tiveram repórteres agredidos por representantes da turba! Registraram o fato! Mas não se dignaram a fazer comentário algum, registrar queixa, nada! Agora imagine se os mesmos repórteres tivessem sido agredidos pelos policiais! Cairiam de pau, não é verdade?
Zè Carioca
-30/10/2011 às 12:03
Esses baderneiros tem tudo de graça como estudantas na USP e pelos seus interesses(consumir drogas),querem que os demais estudantes e demais frequentadores da USP ficam desprotegidos. Isso não podemos aceitar essa inversão de valores. O que a sociedade pode esperar no futuro desses futuros formandos mantidos como nossos impostos. Quem tem que sair da USP e essa minoria de estudantes que só enxergam seus umbigos.
luisa-ms
-30/10/2011 às 11:57
Enquadrem os pais desses terroristas responsabilizando-os pelas seus monstros debilóides psicóticos e que estes sejam impedidos de estudar nas universidades públicas. E que este vulgo mestres incultos defensor dos piores seres: fidel, chaves… (minúsculo por causa da insignificancia), façam o favor procurem Cuba,Bolívia,Venezuela,Irã e sumam.
luisa-ms
-30/10/2011 às 11:40
Estas minorias que são os baderneiros da USP deveriam ser investigados pelo poder público, aí tem. Surpreende-me que esta instituição tem temor de enquadrá-los principalmente estes professores preguiçosos e vândalos, demitam-os, bem como os funcionários delinquentes e pseudo-discentes que usam os nossos impostos a serviços dos petralhas, psols, e… bandidos traficantes e estupradores. Tem que ficar claro que a USP á para quem queira estudar e não para bandoleiros.
Desouza
-30/10/2011 às 10:50
A direção da USP tem que endurecer com essa corja, que não passam de vandalos, maconheiros e, pode ter até traficante no meio. Com certeza a maioria dos estudantes não apoiam essa baderna. Só gente burra e mal intencionada para não aceitar a pm no campus que há muito tempo virou terra de ninguém. Quem é essa corja pra falar em direitos civis? Por acaso não estão ferindo esse direito? Peguem o mandado de reintegração de posse e mandem a polícia descer o cassetete nesses baderneiros, antes que isso sirva de mau exemplo.
Paulo Fernandes
-30/10/2011 às 10:46
Se a imensa maioria dos estudantes e professores não se unirem e reagirem contra esses bandidos e baderneiros ideológicos a USP ficará a reboque desse aparelhamento e se tornará irrelevante como universidade.
Aldo Matias Pereira
-30/10/2011 às 10:39
Reinaldo,
Tudo “dito”. Parece até que o pessoal da redação do Estadão está lendo seus comentários. Agora espera-se o “feito” para que se dê consequência às leis vigentes e se cobre um paradeiro a esses irresponsáveis mandriões que puLULLAm pelo país, desafiando o estado de direito e agredindo a democracia.
K@R!O$
-30/10/2011 às 10:10
A Universidade de São Paulo-USP é mantida pelo Governo do Estado de São Paulo, logo, ela pertence aos milhões de cidadãos pagadores de impostos desse Estado e não a esses 200 baderneiros travestidos de estudantes. Em nome dos “DONOS” da Universidade, solicito ao Governador e ao Reitor da USP, que acionem os poderes competentes, que também são pagos com o dinheiro proveniente do suor dos nossos rostos, para que seja restabelecida a ordem, sem esquecerem de que sejam aplicadas as medidas disciplinares e legais que o caso exige. O povo não pode continuar pagando todas as despesas inerentes ao bom funcionamento da Universidade, para que esses vandalos lá estudem e ainda pagar pelos estragos, destruições e ferimentos que eles promovem. Só nesse episódio, destriram viaturas policiais, placas de transito, placas de concreto das calçadas, portas, móveis, queimaram bandeiras claro que de forma democraticopatriótica e outras coisas mais, além de ferirem vários policiais. Quem vai pagar po isso?
eusabia
-30/10/2011 às 10:08
Esses estudantes sofreram lavagem cerebral em caráter irreversível. São casos perdidos e a culpa sabemos de quem é.
Anônimo
-30/10/2011 às 10:07
A direção da USP tem que endurecer com esses maconheiros (quem sabe tem até traficante no meio?) no que tenho certeza terá o apoio da maioria da população. Não tem cabimento alguém ser contra a presença da PM que se faz urgentemente necessária no campus, só na cabeça de gente burra, irreponsável e mal intencionada. Cassetete nêles!
Cagliostro
-30/10/2011 às 9:29
O tão sonhado campus território livre é muito menos para a liberdade de pensamento do que a liberdade para puxar um fumo na tranquilidade. A presença da polícia no local é só incômoda para uma caterva minoria barulhenta e arruaceira, que foi catequizada por comunas e devidamente preparados para a desordem e arruaça.
Célio
-30/10/2011 às 8:59
Pelo visto, os traficantes já condominam o pedaço com a ajuda de maconheiros violentos travestidos de alunos. Não duvidemos, pois, se, daqui a alguns anos, algum traficante vier a assumir a reitoria e, depois, quem sabe, a presidência nacional.
Siará Grande
-30/10/2011 às 8:36
Os discípulos da Dra. Marilena Chauy querem viver em um território livre? Por que não experimentam passar férias letivas em Cuba ou na Coreia do Norte? Lá elles irão desfrutar da liberdade e da prosperidade do socialismo que elles tanto adoram.
Haddad, o covarde
-30/10/2011 às 8:23
Os bobinhos acreditam que se trata de um problema de ideologia.
Os realistas compreendem que o que está por trás dos ataques à PM são a disputa política para 2012 e o tráfico de drogas interessado em ter um teeritório livre para a distribuição no atacado de drogas para a cidade de São Paulo e não apenas para o campus.
Governador, PM neles!!!
Mako
-30/10/2011 às 8:09
Entre os estudantes há 3 tipos de personagens nesta estória: os inocentes úteis que no ardor de defender alguma causa abraçam as que estão à mão sem maior reflexão do que é importante ser do contra. Há os “estudantes profissionais” - aqueles vermes sangue-sugas que habitam o cenário universitário não para estudar, mas a soldo de grupamentos políticos e atuam como milícias destes arregimentando os infelizes da primeira categoria. E finalmente há os criminosos que vêm a coisa toda como um lucrativo negócio a ser defendido, expandido. Os pais dos 99% de estudantes reais que estão ali para aprender e se qualificar só podem se preocupar. Esta destruição sistemática das instituições levada a cabo pela esquerda no poder é o verdadeiro cancer da nação. O cancer do molusco pode ser tratado e curado, a este outro que é mais nocivo porque afeta milhões as pessoas de bem lutam para combater ainda sem muito sucesso.
Rolando
-30/10/2011 às 7:59
Finalmente um jornal fez um texto realista sobre o assunto.
DIZ
-30/10/2011 às 7:54
Entre janeiro e abril, os roubos na Cidade Universitária aumentaram 13 vezes e os atos de violência - tais como estupros e sequestros relâmpago - cresceram 300%.A Cidade Universitária da USP está precisando urgentemente de uma UPP, igual a do Morro do Alemão.
Guilherme Outeiro
-30/10/2011 às 7:26
Não se pode confundir liberdade com desordem. A USP não está acima da lei.