No Estadão On Line. Volto no post seguinte:
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira, 15, que irá participar de várias campanhas políticas durante as eleições municipais, mas que não poderá atender a todos os convites que, de acordo com ela, são muitos. A justificativa para não comparecer a todos os palanques, de acordo com Dilma, é a agenda pesada imposta pelo trabalho da Casa Civil. As afirmações da ministra foram feitas, em entrevista, após sua participação em um café da manhã com a bancada do PT do Distrito Federal, no Hotel Nacional, em Brasília.
Depois de muita pressão do PT, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concordou em abrir “exceções” na ordem dada à chefe da Casa Civil, para que não participe das disputas municipais. Dilma aparecerá no programa de TV da candidata petista à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, e foi autorizada a ajudar a campanha de Gleisi Hoffman (PT), em Curitiba. Além disso, poderá atender a pedidos de candidatos onde a base aliada do governo estiver unida, como é o caso de Niterói (RJ), em que o concorrente é do PT e o vice, do PMDB.
Para evitar saia-justa com partidos da coligação e preservar do bombardeio sua favorita à sucessão presidencial, em 2010, Lula só havia liberado Dilma para subir em palanques no Rio Grande do Sul, Estado onde ela construiu sua carreira política. Os petistas, porém, convenceram o presidente de que será impossível tirar a chefe da Casa Civil da vitrine eleitoral em plena campanha, principalmente em locais estratégicos.
Questionada por jornalistas se pretende aumentar a proximidade com o partido, Dilma respondeu que tem dialogado não só com o PT, mas com todos os partidos da base aliada, quando solicitada.
“O governo não são só os ministros e toda a sua estrutura, o governo é também a base de sustentação, sem ela é muito difícil hoje, em um país democrático, que você consiga aprovar seus projetos e levar ao conhecimento da população todas as transformações que estão sendo realizadas. Acredito que essa comunicação é crucial”, disse.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira, 15, que irá participar de várias campanhas políticas durante as eleições municipais, mas que não poderá atender a todos os convites que, de acordo com ela, são muitos. A justificativa para não comparecer a todos os palanques, de acordo com Dilma, é a agenda pesada imposta pelo trabalho da Casa Civil. As afirmações da ministra foram feitas, em entrevista, após sua participação em um café da manhã com a bancada do PT do Distrito Federal, no Hotel Nacional, em Brasília.
Depois de muita pressão do PT, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concordou em abrir “exceções” na ordem dada à chefe da Casa Civil, para que não participe das disputas municipais. Dilma aparecerá no programa de TV da candidata petista à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, e foi autorizada a ajudar a campanha de Gleisi Hoffman (PT), em Curitiba. Além disso, poderá atender a pedidos de candidatos onde a base aliada do governo estiver unida, como é o caso de Niterói (RJ), em que o concorrente é do PT e o vice, do PMDB.
Para evitar saia-justa com partidos da coligação e preservar do bombardeio sua favorita à sucessão presidencial, em 2010, Lula só havia liberado Dilma para subir em palanques no Rio Grande do Sul, Estado onde ela construiu sua carreira política. Os petistas, porém, convenceram o presidente de que será impossível tirar a chefe da Casa Civil da vitrine eleitoral em plena campanha, principalmente em locais estratégicos.
Questionada por jornalistas se pretende aumentar a proximidade com o partido, Dilma respondeu que tem dialogado não só com o PT, mas com todos os partidos da base aliada, quando solicitada.
“O governo não são só os ministros e toda a sua estrutura, o governo é também a base de sustentação, sem ela é muito difícil hoje, em um país democrático, que você consiga aprovar seus projetos e levar ao conhecimento da população todas as transformações que estão sendo realizadas. Acredito que essa comunicação é crucial”, disse.
PAC
A ministra que, além de tratar de eleições, também conversou com os parlamentares sobre obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), afirmou que “o PAC, em seu nascedouro, não é um programa eleitoreiro” e que significa uma “reforma política na prática”. A explicação da ministra é que o programa destina recursos não apenas para governantes da base aliada, mas também para os estados dirigidos pela oposição.
“Quando estruturamos o PAC, chamamos todos os governadores e prefeitos para, juntamente com eles, escolhermos os projetos que seriam contemplados com os recursos. Ao fazer isso, o governo federal mostrou que estava rompendo com a pratica tradicional do clientelismo no Brasil”, afirmou a ministra Dilma Rousseff.









O dia em que um pais eleger um guerrilheiro que assassina pessoas pela causa, acabou a democracia.
Dear Uncle King,
Me disseram que a campanha da Ministra será aberta por uma chinesinha cantando com um fundo de fogos de artifício e que, depois, a candidata aparecerá atravessando a nado a Baía do Guanabara, com uma locução de fundo que informa sera a baía bem mais larga que o Yang-Tsé…
Pois é, quem já viveu um pouquinho, lembra de outros “Messias”, tais como Getúlio, Jânio, Collor, etc. etc. e se recordam como tudo acabou…
Acho que é só uma questão de tempo.
Roscoff!; só acredito em não ser eleitoreiro quando o orçamento for impositivo. Enquanto os parlamentares forem de pires na mão para que suas emendas recebam recursos, é eleitoreiro, sim!
Kakakaka! Reforma política na prática? Kakakaka!
Ainda bem que ela vem a São Paulo participar da TV Marta. É um adicional importante … para nós.
Nota: a Dora Kramer acha que a personalização de Dilma como candidata prévia, é puro blefe. Eu também acho.
O ultimo paragrafo poderia fazer parte de uma peca de teatro nonsense.O PAC é a mais acabada peca de clientelismo como “nunca antes se viu neste país”. Ai,ai ai, ate qdo teremos que aguentar tanta babozeira sustentando indices de popularidade???
Caro Reinaldo,
Por favor, poderia me prestar um esclarecimento.
O PAC é o programa de aceleração do crescimento (resta saber qual: do PIB, dos cargos públicos, dos salários dos servidores, da mentira, da corrupção…?).
A nomenclatura serve, em geral, para designar o que as coisas são.
Desde quando foi criado, em quanto o crescimento foi acelerado?
Acaso a taxa de crescimento (supondo que se refira à economia) não tenha sido incrementada , portanto, acelerando o crescimento, pode-se concluir que o programa é um fracasso?
Outra mentira!!!
“O PAC não é eleitoreiro” (Dilma Roussef).
Isso de ter que dizer sobre algo o que ele não é me lembra o famoso Wanderley da sauna gay: eu não gay, eu não sou gay…
Dá para alguém explicar a esse povo chulezento que os recursos ditos do governo, na verdade são fruto do nosso trabalho, dos impostos escorchantes que pagamos e que nem conhecemos direito os percentuais.
Rompendo com a pratica tradicional do clientelismo uma ova. Não, o PAC não é um programa eleitoreiro, e eu sou a rainha da Sabá.
REI.
ESSA CANALHA PETISTA INAUGUROU NO PAÍS A REPÚBLICA DA CHICANA, COMO PUDEMOS VER NO MENSALÃO, RECEITA NÃO CONTABILIZADA, REFUNDAÇÃO DO PT ETC…
VEJA O QUE NOTICIOU O CLAUDIO HUMBERTO.
“15/08/2008 | 12:12
DF cogita cordas em lugar de algemas
O diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, delegado Cleber Monteiro Fernandes, e o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF, Wellington Luiz, discutem, neste momento, a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal, que só permite o uso de algemas em casos excepcionais. Mas eles sabem que decisão da Justiça não se discute; cumpre-se. Agentes pensam em amarrar os bandidos com cordas.”
O TRANFORMISTA DE GARANHÚS FOI QUEM DEU AZO A TODA ESTA ESTUPIDEZ CVHICANEIRA E, AGORA, TODOS BUSCAM UMA FORMA DE BURLA.
Rods
Perfeito. Criar uma nova estatal é realmente uma ótima maneira de acabar com o clientelismo.
“Beira-Mar é condenado a seis anos por associação ao tráfico”
Coitado. Tenho certeza que em sua ingenuidade foi arrastado a essa situação por alguma pessoa malvada.
Reinaldo, você que, como dizem os petistas, tem muita ligação com o governo da Colômbia não poderia pedir um emprego para a esposa dele por lá?
Mudando de assunto… Viu essa alegação do advogado do Fernandinho Beira-Mar…
“”O [ex-banqueiro Salvatore] Cacciola não ficou algemado. Beira-Mar é negro, nasceu na favela e mora na cadeia, mas tem o mesmo direito”, afirmou Santana. O pedido foi atendido e o traficante assistiu a todo julgamento sem algemas.”
Dá-lhe luta de classes!
Roussef = terrorista