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DESONERAÇÃO NA BOCA DA URNA

quinta-feira, 26 de novembro de 2009 | 5:47

As ações de um governo devem ser coordenadas, ter um objetivo comum. Quando, no entanto, o Ministério da Fazenda começa a fazer política eleitoreira, aí as coisas se complicam. Por que escrevo isso? Porque o governo decidiu estender o prazo de alíquotas reduzidas de IPI para carros flex e caminhões — a linha branca já tinha sido beneficiada por novo prazo — e conceder o benefício ao setor moveleiro.

Estou aqui reclamando de redução de imposto? “Oh, que contradição!” Uma ova! É evidente que os beneficiados não reclamam. Especialmente os que exportam e tentam compensar com o mercado interno as dificuldades criadas pelo real supervalorizado. Os consumidores também gostam, e o governo espera o resultado nas urnas.

Então estão todos felizes, e só a oposição é que vai reclamar? Não! O consumo no Brasil vai bem e não precisa de incentivo. Essas medidas, que elegem beneficiados, acarretam perda de arrecadação e pioram a qualidade das contas públicas. Ora, com o consumo já bem acelerado, se há folga de caixa, por que não pensar no investimento?

O governo quer desonerar alguma coisa na retomada da economia? Por que não a folha de pagamento, por exemplo? No médio prazo, seria muito mais benéfico para o país — mas, está dado, não teria o mesmo efeito no curto prazo, que é aquele em que se disputa eleição.

Essas desonerações, nesse momento, têm tudo a ver com a (ir)racionalidade eleitoral e nada a ver com a racionalidade econômica. E vicia o empresariado, né? Ou vocês acham que já não há uma fila imensa de setores tentando provar que merecem impostos menores? São os empresários viciados em governo.

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40 comentários em “DESONERAÇÃO NA BOCA DA URNA”

  1. Carlo Germani disse:

    Caro Reinaldo,

    Nada mais oportuno do que a frase de Machiavel: “O fim justifica os meios”.

    Lula fará qualquer coisa para perpetuar-se no poder (enquanto isso
    a pseudo-oposição nada faz,nada viu,nada questiona,…).

    Em 2010,o risco de uma mega crise econômica/financeira no Brasil (independente da que será gerada nos EUA,pelo governo oculto mundial),para montar a maior fraude eleitoral por parte de Lula et caterva (a de Sarney em 1986 com a farsa do Cruzado e a eleição do PMDB em 26 estados,será piada perto desta).

    O saco de bondades de Lula e o bando de comunistas (com a conivência dos imbecis coletivos), trará um desequilíbrio nas contas públicas. Oposição responsável não tem.

  2. Rovison disse:

    Se essa redução de impostos fosse uma política de governo visando no médio e longo prazo a diminuição efetiva da carga tributária brasileira para patamares aceitáveis, eu estaria totalmente de acordo, mas infelizmente não tem esse propósito. Trata-se, como você assinalou Reinaldo, de uma medida de caráter eleitoreiro. Quem dera se os impostos cobrados sobre automóveis no Brasil fossem iguais aos cobrados em muitos países emergentes, como o México por exemplo, onde a carga tributária é de 18%. O preço de um carro aqui no Brasil cairía pela metade. É revoltante saber que pagamos aqui por um automóvel mais do que o dobro do que se paga pelo automóvel nos Estados Unidos ou no Japão.

  3. Marcelo Guterman disse:

    Sem contar que mais da metade da desoneração será paga por estados e municípios, que não vão aparecer na foto. E o pior: nem podem reclamar, sob pena de serem rotulados como “amigos dos impostos altos”. É uma armadilha política muito bem armada (ao lado das outras muitas benesses concedidas pelo Estado-provedor), da qual só se sai com um projeto estratégico de longo prazo, em que a oposição se coloque como alternativa ao Estado autoritário para o qual estamos caminhando a passos largos.

  4. AMA.JR disse:

    Os homens do PT jogam pesado,tratam o assunto eleicões com profissionalismo.É um vale tudo para ganhar os votos.Só a justica eleitoral não vê.Onde está o ministro Ayres.Vai agir depois que passarem as eleicões? Alguem precisa provocar é a eterna máxima dos nossos tribunais superiores.Alguém pode matar o presidente da república,mas se não houver uma “provocacão”,êles ficam com olhar de paisagem, aguardando os trâmites,enquanto isso o Lula e sua candidata correm o Brasil na mais pura e nojenta desfacatez e os promotores silenciam e os Ayres da vida ficam mudos como,postes.

  5. Luxor disse:

    O título da matéria sintetiza o desespero eleitoral reinante entre os petralhas e afins.

  6. Hassebrawbier disse:

    Desconsidere o que eu escrevi anteriormente. Tinha pulado um parágrafo e não li que tinha explicado tudo exatamente como eu.

  7. Hassebrawbier disse:

    Pois eu considero a desoneração como AUMENTO da participação do estado na economia. Fosse uma redução igual para todos, estaria certo. Mas uma redução seletiva significa que o estado está privilegiando um setor. Imagine se eu fosse dono de uma empresa de pesca e fosse eleito presidente do país. Daí eu aumentaria os impostos de todos os produtos para 85% e diminuiria os de pescados, barcos e outros materiais para pesca para 0,0001%. Obviamente isso funcionaria como subsídio. Se o governo quer realmente estimular a economia, basta diminuir o imposto de renda para 26% (que ainda seria absurdamente alto).

  8. Robert disse:

    Nada de novo no front!Lembro-me das romarias de empresários puxa-sacos da Fiesp a Brasília,na época do regime militar.Não se esqueça que a industrialização no Brasil,fora a de São Paulo,só ocorreu com um empurraozão do governo de Vargas,e depois dos militares.A livre iniciativa só frutificou por aqui em determinados setores,e em determinadas regiões,o resto dos empresários estão a fazer biquinho para mamar nas tetonas do governo federal.Aqui o capitalismo é de araque,sempre foi,e os camaradas sabem aproveitar muito bem esta moralidade,digamos fluída,dos empresários.Isto “explica” a atitude ridícula do Sr. Paulo Skaf.

  9. madre DINHÁ disse:

    PREVISÃO: a proxima Desoneração será no setor allcolico. CACHAÇA principalmente.

  10. Marcio P disse:

    Prezado Reinaldo,

    É o “toma lá dá cá”. Os incentivos são para aqueles que bancaram ou bancarão campanhas eleitorais, que bancaram “O” filme e bancarão sua divulgação, que está bancando as despesas do Lulinha e seus 15 amigos, e assim o PT desgoverna o país.

    A infraestrutura do país que se lasque. Agora estão preocupados com os aeroportos por causa da Copa do Mundo. Este final de ano o cáos se repetirá porque nada foi feito.

    Já estão falando no PAC 2, também o PAC 1 está desmoralizado. E o programa “Minha Casa Minha Ilusão” ? Já fizeram meia duzia para o programa eleitoral e esqueceram.

  11. maria-maria disse:

    Medida eleitoreira: capta votos para o safado e sua testa-de-ferro, mas prejudica estados e municípios. O governo federal dispõe de muitas outras fontes que lhe asseguram vida farta e prodigalidades para a cupaerada. Aos municípios - onde a vida acontece - resta cortar o que teriam obrigação de prover. Mais uma vez, a deplorável criatura acena irresponsavelmente com o chapéu alheio. Reforma tributário? redução de impostos? Bobagens.

  12. Milton Friedman disse:

    O Estado brasileiro não cabe dentro da economia brasileira. Ele é, simplesmente, muito grande. A carga tributária está encostando em 40% (quarenta porcento) de tudo que é produzido no país! Assim, qualquer redução de tributos deve ser incentivada, mesmo que com objetivos eleiçoeiros e imediatistas. Dos males, o menor.

    Por outro lado, temos um grande número de municípios que não conseguem se manter sem as transferências federais, pois não existe arrecadação local. São frutos das emancipações visando uma “boquinha” para estruturas municipais de prefeitos e vereadores dispensáveis, ociosos.

    É !

  13. Yara Chiara disse:

    Trata-se de medida eleitoreira que só faria sentido dentro do quadro de uma reforma tributária mais ampla. Como está, a medida implica uma renúncia fiscal distorcida e, para os padrões arrecadatórios brasileiros, pífia: não deixa de ser uma forma indireta de implementar o bolsa-sofá…

    Espera-se que todos tenham até o ano que vem um leito esplêndido novinho em que o governo possa deitar eternamente o seu populismo extremo, feito de uma mistura indigesta de assistencialismo e ataque à imprensa.

    Renúncia fiscal com efeito reduntante gera desequilíbrio nas contas, pressão inflacionária e queda da poupança. Só isso.

  14. Surfista Prateado disse:

    Reforma tributária é simples: para ficar num nível saudável de 20% de carga tributária, bastaria reduzir todos os impostos em 40%, ou seja, aquela alíquota que hoje é de 10% passaria para 6%, e assim em TODOS impostos. Mas que nada, isso nunca vai acontecer, tal o arcabouço jurídico que nos impede de enxugar o Estado, diminuir gastos, de acabar com os direito adquiridos… Somos prisioneiros da Constituição de 88.

  15. gurgulino disse:

    e os prefeitos com o pires nas mãos, dormindo nos corredores do abandono,

  16. Marcos F disse:

    Quem vai pagar esta conta, são os Estados e Municípios.

    Antigamente a gente dizia: “- E na bunada não vai dinha?”.

    “- Mantega, talvez”.

  17. Mané disse:

    Por conta disso a Receita Federal numa baciada só mandou cobranças referentes à malha fina de vários anos atrás. Só eu recebí três notificações.

  18. Mackarrão disse:

    Sou empresario e é mais do que obvio que quero impostos mais baixos para minha empresa e para todos. A luta é dura contra a burocracia, a concorrencia, os bancos os empregados com mais direitos que deveres e etc. Será que um governo mais “pobre” não tenderia a ser mais democratico na medida em que faltaria recursos para fazer tanta lambamça?

  19. casca grossa disse:

    Reinaldo
    Essas desonerações batem fundo na receita dos estados
    e municipios. É cortesia com chapéu alheio.

  20. TITO disse:

    Mas tá na cara, que todos os ministérios estão mobilizados para nos limites do possível fazer propaganda política escancarada.
    Até filme coincide com os prazos, e a oposição faz cara de paisagem, e a Procuradoria do TSE, o MPF, nínguém enquadra essa gente que ignora qualquer a lei ???
    É bolsa disso, auxílio daquilo e o clima é de silêncio conventual.ACORDA OPOSICÃO !!!, isso é uma impostura com o estado de direito, um atentado contra o processo democrático.
    Cumprimentos ao ilustre senador Demóstenes Torres que vai representar contra o Ministério da Cultura pelas mesmas razões !

  21. Pedrim disse:

    Creio que o mérito de quem tem a incumbência de liderar o movimento de um País rumo a suas conquistas, está justamente no caráter de ‘CONQUISTA’ prevalecente.
    Nunca percebi em nenhuma ação ou fala do governo FHC uma tentativa de invocar a si a condição de ‘SENHOR’ todo-poderoso que CONCEDIA um benefício a outrem.
    Ao contrário do governo Lula, onde tudo parece ser coisa do Lula e do PT (sobram poucas quirelinhas pros ‘aliados’), que, COMO ‘SENHORES’ todo-poderosos, CONCEDEM tal e qual feito aos SÚDITOS…
    Tudo parece uma DOAÇÃO, todo o discurso é nivelado por baixo, reforçando a pífia visão do Povo como subalterno, como incapaz.
    É uma estratégia perversa, a meu ver. Não confio em LulaPT

  22. Ricardo Assmann disse:

    Caro Reinaldo
    Concordo plenamente contigo. Se quiséssemos realmente economizar energia elétrica como alegado, não seria o caso de incentivarmos o uso de energia solar, ao invés de tanto se preocupar com refrigeradores obsoletos? Minha vã filosofia não consegue acompanhar isso tudo, mas que me parece que tem muito a ver com 2010, isso parece. Um abração.

  23. Renata disse:

    Desonerando o custo de carros e caminhões a economia cresce, os empregos também, os pobres podem comprar carro, que maravilha! Daí tudo isso vai parar nas ruas e estradas e ficamos só ouvindo: “Aaai, que trââââânsitoooo”, “Que poluiçããããããoooo”, “A qualidade de vida nas cidades está se deterioraaaaando”! Será que ninguém enxerga essa óbvia relação, caçamba???

  24. LAPA disse:

    Caro Reinaldo, passei a buscar seu blog diariamente p/ poder saber das novidades de Honduras pois não sei de mais NINGUEM q. tenha a decência de falar a verdade sobre este assunto. O governo constitucional hondurenho, é importante q. se diga, está quebrando a espinha dorsal deste grupelho do Forum de S.Paulo e nossa preocupação é q. ele não ceda às pressões externas.
    Sobre sua entrevista no Jô, muito boa, mas pude sentir q. o Gordo não abordou o assunto importantíssimo de Honduras q. tanto o tem destacado, talvez p/ mesmo motivo pelo qual tiraram do ar “As Meninas do Jô”, nas quartas-feiras: Mordaça Petista.

  25. Passo aqui de vez em quando. disse:

    Entendi perfeitamente seu texto, é uma irresponsabilidade mesmo, mas só vem mostrar o “profissionalismo” da turma de lá. Estão jogando para ganhar, e com time coeso, unido, e pq não, até com precisão. Enquanto isso Kassab vem com um aumento de IPTU desproposital para colar no Serra. Tucanos e Demos parecem baratas tontas certas horas. Serra deveria aprender com os “ispertos” petistas. Tá cheio de taxa dos governos estadual e municipal que poderiam ganahr alguma franquia, descontos, anistias. Pode até ser errado tecnicamente, mas é o certo eleitoralmente. O povo não entende de economiquêz, entende de dinheiro no bolso. Essa falta de traquejo eleitoreiro na equipe do Serra é de matar.

  26. Filipe disse:

    A reforma tributária que Lula prometeu na campanha, falando que ia baixar os impostos para em torno de 25% do PIB nunca veio. Isso deve ser mostrado para os eleitores.

  27. Leitor assíduo disse:

    Reinaldo, perfeito seu comentário sobre a atual “política econômica” praticada pelo lulo-petismo. Você supera os economistas ortodoxos e heterodoxos que estão mudos e não reagem aos grosseiros erros que este governo vem cometendo em nome de uma suposta política economica anticíclica. O que eles estão fazendo é uma bagunça mercadológica de “quem pode mais chora menos”. Se houver algum impasse, e os há a granel, manda-se para o chefe decidir, e ele decide. Por isso aumenta cada vez mais o curral de amigos do chefe. Precisamente é isto que está acontecendo com a futura distribuição dos lucros na exploração petrolífera do pré-sal.

  28. jandir disse:

    Reinaldo, num questionário da escola municipal onde meu filho estuda, a seguinte pergunta o que os pais acham do atual governo, pontos positivos e negativos? Eu acho um desgoverno, pontos positivos, nenhum (se tiver algum me avisem), pontos negativos, são vários, não precisa listar né. A única coisa que eu destaquei foi que temos uma imprensa atuante e o dever dela é de noticiar e principalmente fiscalizar. A revista VEJA faz isso muito bem. Foi muito boa sua entrevista no Jô.

  29. Vera L. disse:

    Reinaldo você está certíssimo, é claro que redução de imposto é bom (vou mudar meu sofá) agora a CANALHICE fica por conta de um governo que negocia com SETORES, veja, agora na Pan ouvi a voz da pres do setor novelero, sotaque gaúcho aí têm truta, não deu outra, esse setor está no Rio Grande e Tarso Genro é candidato, Dilma também quer votos, tudo arranjado os VIGARISTAS estão com a corda toda. Miriam Leitão falou: DESONERAR A FOLHA das empresas.Ridículo foi ver a jornalista Zileide Silva no Bom Dia dizer que a oposição NÃO está gostando, só que NÃO deixaram o Se.José Agripino EXPLICAR,passaram para Romero Juca, no Brasil de hoje há JORNALISTAS e jornalistas,os que SONEGAM e os que INFORMAM.

  30. jandir disse:

    Reinaldo, porque o lula (letra maiúscula só pra quem caráter) não pede pra abaixar os juros (35% ao ano). Não sou economista mas eu acho que o brasileiro vai consumir de qualquer maneira, quem ganha com os juros altos são os banqueiros e o povo paga a conta.
    Em julho ou agosto/2008 o COPOM aumentou em 0,25% a taxa de juro (não me lembro direito)., mas uma opinião de um economista de Cuiabá (essa eu lembro muito bem), disse que esse aumento não iria afetar o consumo, pois quem precisasse comprar uma tv ou geladeira onde pagaria em 10 vezes, simplesmente iria pagar em 11 ou 12 vezes. Concordo com esse economista, quem precisar comprar um bem de consumo vai comprar e ponto final.

  31. linguiça disse:

    Olha, existe um setor do empresariado que pleiteia é impostos maiores.
    São os sonegadores, se é que se pode chamar esta turma de empresariado.
    Assim ficam cada vez mais competitivos na disputa com a banda séria.

  32. Leozilio disse:

    Quais empresários brasileiros não são viciados em governo? Somos o grande mercantilismo ainda.

  33. Thomas disse:

    Reinaldo, sobre a valorização do real e seu efeito sobre a exportação recomendo post de quarta feira (25) no blog do Alexandre Schwartsman (também publicado na folha).

    http://maovisivel.blogspot.com/

  34. Cris disse:

    E no Estadão descobre-se que Mantega faz caridade com o chapéu alheio! Metade - METAAAAADE! - da desoneração de IPI, recai sobre…? Adivinhou! Os estados e municípios! EEEEEEEEEEE, lasquêra!
    Agora: lindo mesmo é ver as cidades ENTUPIDAS de automóveis, ninguém anda, todos a “sempre 20 por hora”, discussões no Jornal Nacional sobre o “futuro” com tantos carros e… o Governo desonera…carros. Por que não desonera, sei lá…ÕNIBUS? Ou trem? Ou patinete? Não. Os amiguinhos de outrora, sabe, as montadoras que contratavam o pelegão, continuam contando com ele. Móveis? Ham, sei. 5% de desoneração? Ninguém vai desonerar passagem de busão? Remédios? Comida?

  35. Prima da Yara disse:

    Eu só gostaria de saber quais os critérios usados para eleger este ou aquele setor para tal privilégio.

    Reforma mesmo que é bom, nada.

    Um dia quem sabe!

  36. VITOR L disse:

    Rei
    vc veja as ironias do destino, quem está sustentando as contas das montadoras de carros, e mantendo o emprego nas montadoras, são as pref. pequenas de todo o país, que dependem em grande parte do retorno de uma parte do ipi,acho q a sigla é essa fpm(fundo de participação dos municipios). o PT do rio grande mandou a ford embora, mas agora, os gauchos tem q “contribuir” para manter estes empregos em outros estados.
    cara dê uma sugestão para algum jornalista da veja para fazer uma reportagem do brasil que saiu da crise, e dos municípios q estão atolados nela. e aproveitando o embalo poderiam fazer uma comparação do que eles perderam em 2009 do fpm, e o q seria ‘dado” a ford

  37. Jorge Alberto da C. Rodrigues disse:

    Os grandes problemas macroeconomicos do Brasil são: excesso de gastos públicos (principalmente com insumos), logística deplorável (portos, estradas, aeroportos e energia estão em estado deplorável), taxação elevada e mão de obra desqualificada. O governo federal priviligia programas eleitoreiros - muitos são assistencialismo irresponsável - e não investe o recomendável em atividades produtivas. A corrupção, o aparelhamento do Estado e vícios esquerdopatas também prejudicam o desenvolvimento.

  38. Anônimo disse:

    Tudo em função da manutenção do poder, sem planejamento e o barco caminha à deriva.

    Estamos experimentando paulatinamente, bem devargarzinho, a perda sustentada da competitividade.

    Tem gente que ainda propugna isso dizendo que é ecologicamente correto.

    Sei!

  39. [...] DESONERAÇÃO NA BOCA DA URNA [...]

  40. Marcus Meyer disse:

    E eles ainda querem nos convencer da certeza de que Dilma já está eleita e que temem mais a Aécio do que Serra! Será? Então porque Lula estaria “rasgando” tanto dinheiro?

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