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16/09/2011

às 6:45

DESCONSTRUINDO A RASA MORAL PROFUNDA DAS ESQUERDAS. OU: EM NOME DO PAI, DO MEU PAI.

Estão preparados para uma viagem um tantinho longa? Vamos lá. Acho que passaremos por paisagens intelectuais, morais e políticas interessantes. Se gostarem, multipliquem o texto por aí.

Muitos leitores reclamaram da minha suposta severidade na na censura que fiz ao discurso da presidente Dilma Rousseff, naquela solenidade em que ela inaugurou, pela segunda vez, a promessa de construir 6.427 creches. Não há truncamento nenhum no meu texto. Eu escrevi mesmo “inaugurar promessas”, uma categoria de discurso introduzida na política por Luiz Inácio Apedeuta da Silva. Dilma ontem seguiu-lhe os passos até no vocabulário. Chegou a soltar um “nunca antes na história destepaiz”.

Como já demonstrei aqui, seu plano de governo prevê, para este 2011, 1.695 creches. Não vai entregar nenhuma. Mas renovou a promessa de mais de seis mil para daqui a três anos e quatro meses… Então tá. Critiquei a fala da presidente porque ela afirmou, vejam lá, que, “com crianças bem-educadas”, teremos “uma sociedade mais ética.” Esse episódio e um outro ocorrido nesta semana — o Machado de Assis branco na propaganda da Caixa Econômica Federal — contam um pouco do nosso tempo. Na verdade, o que denuncia esse tempo nem são esses acontecimentos em si, mas o silêncio daqueles acostumados a reagir. Essas duas ocorrências são muito mais reveladoras de certo estado de coisas do que notamos à primeira vista. Aqui vou ter de fazer uma digressão que mistura um tantinho de memória pessoal com outro de memória da civilização. Vamos lá.

A digressão
Acho que já contei aqui, mas relembro. Eu andava meio afastado da esquerda — perdido, ou achado, cá em meus pensamentos — em abril de 1982, mas ainda não tinha tido aquele ímpeto do rompimento definitivo, que liberta. Aí veio a “orientação” de fora: deveríamos adotar a palavra de ordem “As Malvinas são argentinas”. As ilhas tinham sido invadidas pelo general Galtieri, numa tentativa de dar sobrevida àquela que foi a segunda ditadura mais sanguinária da América Latina — só perdeu para a cubana: 30 mil mortos e desaparecidos contra 100 mil, caso se considerem todos os que se afogaram tentando fugir do “paraíso” dos irmãos Castro, de onde ninguém podia sair. Confesso, constrangido, que usei aquela tragédia como uma janela: “Desculpem, camaradas! Eu não consigo defender essa porcaria”. Mas o meu rompimento intelectual, moral, ético e até sentimental era anterior. Vi de perto como as coisas funcionavam. O PT existia havia apenas um ano; lá estava o ovo da serpente.

O que pensavam, de fato, aqueles “progressistas” todos sobre o operariado, gente com a qual eu convivia, que havia me dado boa parte da minha memória afetiva? Como aqueles “amigos do povo” veriam, por exemplo, o meu pai operário, suas unhas tingidas de graxa e sua ignorância revolucionária? “Povo”? As esquerdas jamais se interessaram de verdade pelos homens e mulheres que há. Eles são meros coadjuvantes de uma narrativa protagonizada pela elite revolucionária em nome do “homem a haver”. E, para que se construa esse novo tempo, tudo é, então, permitido. Aqueles esquerdistas com os quais convivi dos 14 aos 21 anos eram os herdeiros, intelectuais ao menos, do Lênin que mandara fechar a Assembléia em 1918 porque teria se transformado em instrumento dos reacionários.

O chefão homicida do golpe bolchevique abusou como quis da teoria marxista, mas não neste particular: a concepção de que uma elite intelectual deve conduzir uma classe que nem mesmo tem consciência de seu papel revolucionário é um dos pilares demoníacos do marxismo. O “demônio” entra aqui como uma metáfora. Recorro à imagem porque aí está a justificação do mal — de qualquer mal. Este homem que se define por tudo o que não sabe e por tudo o que não é se torna mero instrumento do ente de razão que vai conduzir a luta: o partido — que será a correia que fará girar o motor da história.

Os homens reais, com seus problemas reais, desaparecem. Na verdade, eles são considerados, muitas vezes, entraves ao correto ordenamento da história. A coletivização da agricultura soviética a partir de 1929, que matou milhões de pessoas de fome, não foi só uma tara stalinista. Era uma exigência do “modelo” de industrialização forçada para “construir o socialismo”, nada que um esquerdista qualquer não pudesse ou não possa ainda hoje justificar moralmente.

Fim da digressão
Faço essa digressão com o propósito de evidenciar que, para os esquerdistas de ontem ou de hoje, um ato, um discurso, uma decisão, uma escolha etc. não têm um valor em si, não se definem pelo conteúdo que encerram. Seu significado depende do uso que o grupo considerado progressista (no passado, dir-se-ia “a classe revolucionária”) possa fazer dele. Como queria o teórico comunista italiano Antonio Gramsci, pai das esquerdas contemporâneas, para um esquerdista, “todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar o seu poder ou para opor-se a ele.”

Em Gramsci, como vocês sabem, o “Moderno Príncipe” é o partido. Assim, uma fala tida por “criminosa” na boca, por exemplo, de um tucano ou de um democrata pode ser considerada absolutamente virtuosa se dita por um petista. O mesmo vale para as decisões de governo. Os petistas, só para vocês terem uma idéia, no primeiro mandato de Lula, eram favoráveis à reforma da Previdência para os servidores federais e contra a mesma reforma para os servidores de São Paulo, governado pelo PSDB…

Agora Dilma
Imaginem vocês se FHC estabelecesse uma relação de causa e efeito entre educação formal e apuro ético, como fez Dilma; se sugerisse que pessoas com mais escolaridade se tornam também capazes de ações e de escolhas mais justas. Logo diriam que o “sociólogo da Sorbonne” estaria fazendo pouco caso do Apedeuta; que sua fala era expressão típica da arrogância das elites; que estaria culpando o povo e os pobres pelas lambanças do país. Metralhariam o tucano indagando se os desmandos no governo federal são praticados pelo povo ou pelos bacanas no poder.

O petralha mais espertinho — é aquele que consegue, por algum tempo, tirar as patas dianteiras do chão — esfrega os cascos de satisfação e estala as orelhas: “Pegamos o Reinaldo Azevedo! Aquilo que ele diz que nós faríamos com FHC ele faz com Dilma; se nós estaríamos errados, então ele está”. Não! Podem voltar a coluna à posição original. EU TENHO UM HISTÓRICO NESTE BLOG E FORA DAQUI. Já escrevi dezenas, talvez centenas, de textos NEGANDO essa bobagem de que, por falta de informação ou de educação formal, o povo é incapaz de fazer escolhas morais — ou as faz, mas de modo prejudicado.

Meu pai estudou até o terceiro ano primário. Depois teve de ir pra roça. Mais tarde virou domador de cavalos. Era a pessoa mais honesta que conheci.  Padecendo enormemente no fim da vida, nunca — e nunca quer dizer “nunca” — eu o ouvi reclamar, nem mesmo das dores lancinantes. “Tem gente que sofre muito mais”, ele me disse.  E não encompridou o assunto porque era econômico nas palavras. Escrevo em nome do pai. Do meu pai.  Ele  não era pobre e, por isso, decente. Isso é tara moral de antropólogo vigarista. Era um homem decente, circunstancialmente pobre. A esquerda vagabunda não vai entender isso jamais.

Aquela minha digressão não foi à-toa. Cheguei aos 50 sem perder o fio; penso com começo, meio e fim. Expliquei acima por que repudio a concepção marxista de que uma elite revolucionária é consciência crítica e vanguardeira da massa inconsciente de seu poder revolucionário. Especialmente quando debato segurança pública, trato com verdadeiro asco a tese de que pobreza condiciona atos criminosos e predispõe à violência. Quem quer que expresse esse pensamento na minha presença ouvirá uma severa contraposição. Os petistas, eles sim, operam com um peso e duas medidas, desequilibrando a balança da justiça; eles, sim, aplaudem na boca de uma aliada o que vaiariam na boca de um adversário.

Assim, os orelhudos não me pegaram, não! Eu sempre afirmei que essa sociologice barata, aparentemente piedosa, é preconceituosa. E seus efeitos são os mais deletérios. Tem reflexos nas políticas vagabundas de segurança pública, que evitam o confronto com o crime porque supõem que ele não deixa de ser expressão de uma revolta que, na origem, é socialmente motivada. Tem reflexos na escola, que passa a ser vista como palco de integração social e de vivência comunitária — para os “pobres de ética”, já estaria de bom tamanho —, não como um lugar de ensino e aprendizado, que lida com o saber e com a ciência.

Colei o “apedeuta” ao nome de Lula. Muita gente passou a chamá-lo assim, e isso me rende  a pecha de “preconceituoso”. Tudo o que escrevi está em arquivo. Jamais ousei, porque repudio esta idéia, associar o padrão ético ou moral de Lula, que acho baixo, à sua pouca educação formal. Nunca! Aliás, eu sempre dissociei a sua notável inteligência de sua não menos notável ignorância. De resto, chamo-o “O Apedeuta” não por sua formação escolar, mas porque ele é profundamente orgulhoso de tudo aquilo que ele não sabe. Acho que essa questão ilustra bem esse capítulo. Eu, porque colei no ex-presidente o apelido de “apedeuta”, sou um elitista desprezível; Dilma, que associa apuro ético a educação formal — num governo que teve de demitir quatro ministros sob suspeita de corrupção — é só a mãe severa do povo…

De volta a Machado de Assis
É evidente que eu não acho que há racistas no comando da área de marketing da Caixa Econômica Federal ou da agência que produziu aquele filme em que o nosso maior escritor, sabidamente mestiço, parece um ariano. Eu até tomo bastante cuidado com isso porque sei o quanto apanho por ser um defensor da Constituição e me opor às cotas. Recomendo, se me permitem, o texto que escrevi ontem sobre o tema sobre o tema. Até identifico ali um tipo de racismo que chamo “de segundo grau”, que é aquele que tenta impor aos pretos uma agenda, como se eles não fossem livres para fazer suas escolhas. Não acho que a peça seja racista. É uma acusação exagerada. Mas é, quando menos, ignorante e frauda uma verdade factual. Numa peça publicitária que apela à história, é inaceitável. Se não foi ainda tirada do ar, tem de ser. Que seja refeita!

O meu ponto é outro. Pergunto por que a Secretaria da Igualdade Racial, por exemplo, não protestou. Fico cá imaginando qual seria a reação de algumas ONGs fosse essa uma propaganda de um “governo adversário” ou mesmo de alguma instituição bancária privada. Notaram? De novo, voltamos àquela questão do conteúdo: o que seria considerado criminoso nos “adversários” é, quando menos, aceitável nos aliados. A CEF não tem de se abespinhar. Tem mais é de reconhecer o erro. Esse é o governo que tentou censurar Monteiro Lobato. Decidiu-se colar na obra — depois houve um recuo — uma espécie de tarja de advertência. Não dá para ignorar, igualmente, que o governo federal aplica uma agressiva política de cotas raciais nas universidades federais, com requintes de estupidez em certas instituições, a exemplo da seleção “racial” por fotografia da UnB  — não sei se em vigor. E, ainda que nada disso existisse, há o fato: Machado de Assis não era branco. Ponto. O fato de o nosso maior escritor ter sido um mestiço, aclamado ainda em vida numa sociedade escravocrata, diz muito de nossa história e de nossa identidade.

Vou encerrando…
Eu abandonei a esquerda, entre outros motivos, porque deixei de me interessar pela humanidade como um projeto. Eu me ocupo de homens reais, por sua história, por sua individualidade, por suas diferenças, por seus traços particulares. Tenho verdadeiro horror ao aparelhamento a que os esquerdistas, especialmente o PT hoje em dia, submetem as chamadas “lutas populares” ou de segmentos da sociedade, sejam os sindicatos, sejam as chamadas minorias. Tudo se converte, no fim das contas, em mero discurso ideológico, destinado a exaltar a igualdade como uma abstração. Não exalto nem  satanizo “o povo” porque nem mesmo reconheço a existência dessa “entidade” — há muitos “povos” dentro de um povo.

Denunciar e desfazer a falácia de que certas forças políticas têm o monopólio do bem, pouco importando o que digam ou façam, é essencial. Trata-se, em última instância, de reafirmar o princípio da democracia. Se concedemos a uma corrente política ou a um indivíduo a certidão prévia da virtude, pouco importando o que eles digam ou façam, estamos escolhendo o caminho da nossa servidão.

E eu acho que é preciso dizer: “Não, vocês não podem!”

Por Reinaldo Azevedo

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208 Comentários

  • Jack

    -

    11/11/2012 às 12:49 am

    Colossal. Talvez o seu melhor texto, Reinaldo. Estupendo.

  • montanha

    -

    5/12/2011 às 5:40 pm

    OS GUERRILHEIROS NAO MORREM,NÓS REAGRUPAREMOS NO Ceu.dilma 2014

  • carloz a.a.

    -

    28/9/2011 às 1:36 pm

    Prabens,Reinaldo,Pai do meu Pai.

  • Bia/RS

    -

    18/9/2011 às 10:15 pm

    Caro Rei!
    Permita-me fazer um comentário exclusivo para marcio Luiz (argh) das 16:39 e para o andré (argh) das 8:28:
    Criaturas vampirescas, por que vocês não fazem um favor a si mesmos e desaparecem deste blog que tanta repulsa lhes causa? Saibam que uma repulsa infinitamente maior nos causa sua presença aqui. Sejam coerentes e, como vocês gostam de apregoar ser o bem do “povo” o seu objetivo, façam MILHARES de leitores felizes desaparecendo daqui!
    PETRALHAS = ARGH!!!
    FORA PT : LARGA ESTE PAÍS, POIS ELE NÃO TE PERTENCE!!!
    FORA PETRALHADA VAGABUNDA!!!
    FORA, FORA E MAIS MIL VEZES MIL VEZES FORA!!!
    Rei, nunca entenderei a completa AUSÊNCIA de vergonha dessa gente: sabem que desagradam e não arredam pé daqui!
    Obrigada pelo espaço, meu Rei.
    E parabéns por MAIS UM MAGNÍFICO TEXTO! (Coisa que jamais poderá ser dito de um texto petralha…)
    Bia/RS

    REINALDO AVISA
    Reinaldox pegou a Cascuda

  • Adams

    -

    18/9/2011 às 8:11 pm

    Parabéns e obrigado por dizer o que milhões gostariam de gritar em alto e bom som e não podem. Enquanto existirem pessoas como vc, sinto que o nosso País ainda tem uma réstia de esperança de transformar-se na nação que todos gostaríamos.

  • fogoamigo

    -

    18/9/2011 às 6:06 pm

    Ao André (17/09 às 8:28):
    Então dirija-se à privada, aproveite e se jogue de cabeça, só não se esqueça de pedir para que alguém puxe a descarga!

  • fogoamigo

    -

    18/9/2011 às 5:55 pm

    Ao Marcio Luiz (17/09 às 16:39):
    Se achas horrível, não uses o blog! Talvez sejas tu, o mal amado!

    REINALDO AVISA
    Reinaldox pegou a Cascuda

  • Orlando Catanduva

    -

    18/9/2011 às 3:01 pm

    Reinaldo,
    Delicio-me com os seus textos. Eles me ajudam e me ensinam a pensar melhor; com mais clareza. Não só a respeito da política brasileira, mas também a respeito da vida.

    Parabéns!

  • JaKo

    -

    18/9/2011 às 8:37 am

    Passeando pelo interior do Uruguai, vi escrito numa parede da sede “do partido” algo do tipo: “as causas importam mais do que os homens” – Pepe.
    Consequencia inevitavel: homens sao descartaveis.

  • TERCIDIO DA BAHIA

    -

    17/9/2011 às 11:50 pm

    Prezado Marcio Luiz, desde quando apontar os defeitos de uma pessoa pública ou partido político é falar mal de alguém. Se você não entendeu ou não soube interpretar o que está escrito nas entrelinhas deste texto, é simples, mude de blog, ou vá lê alguém que só fale bem dos outros. Será que existe, esse? “Triste” mesmo é ver pessoas como você sair em defesa de um partido/governo que, descaradamente mais mentiu em toda história do país, até o momento pode ser considerado o governo mais corrupto que se conhece e teve um presidente que mais defendeu ladrão e malfeitos em todos os tempos. O nobre ainda vir dizer que não aguenta mais o eminente jornalista deste blog viver falando mal de toda essa canalhice que se vê todo dia. Paciência meu nobre. Não tenho tanta escolaridade, mas ignorante eu não sou. Agora faça-me uma vergonha, diga-me se o que deu certo até aqui nesse governo, foi mérito do partido (PT) ou de governos passados, principalmente o de FHC. Pelo visto você faz parte da “Burguesia do Capital Alheio” e não pretende largar o osso tão cedo. Só pode ser.

  • Tereza Da Cruz Thompson

    -

    17/9/2011 às 11:19 pm

    Caro Tio Rei, e pena que tenha desperdicado parte de sua juventude acreditando nesses desajustados. Foi melhor assim porque voce reconheceu cedo que algo estava errado e abandonou as ideias comunistas. Sabe que comunismo era algo de que meus pais nem falavam, de tanto que eles temiam essa desgraca? Cresci com verdadeiro horror a essa palavra. Ja adulta entao que comecei a ler sobre os paises que o adotaram entao passei a evitar contato com qualquer individuo que apoiasse esse sistema de governo. Meus pais nao sabiam ler nem escrever mas a educacao que transmitiram aos seus nove filhos fez com que todos nos jamais votassemos no PT ou em qualquer partido comunista. Bom te-lo do nosso lado e otimo pelas licoes que da a outros remanescentes do comunismo e que ainda nao reconheceram o mal que estao fazendo ao nosso amado pais votando nesses meliantes, cujo deus e o dinheiro.

  • Paraense Revoltado

    -

    17/9/2011 às 10:48 pm

    Marcio Luiz, este blog é político. Se você não gosta do que está escrito aqui, não o acesse. Por quê você não acessa o blog do Paulo Henrrique Amorim, ou algo assim? Pare de encher nosso saco, ou então por quê você não vai a pqp? Aliás, por quê você acessa esta blog todos os sábados? Você está querendo virar anti-petista?

    REINALDO AVISA
    Reinaldox pegou a Cascuda

  • marcio luiz

    -

    17/9/2011 às 4:39 pm

    REINALDO AZEVEDO AVISA
    Reinaldox pegou a Cascuda

  • José Luiz Gordilho

    -

    17/9/2011 às 3:59 pm

    Reinaldo,
    Estou cem por cento com você quando diz que a liberdade é o nosso mais precioso bem. Acredito nos indivíduos e acho que eles vivem sob enorme pressão de grupos e interesses que, empunhando a bandeira da igualdade, os sufocam com iniciativas que atropelam a constituição e o estado de direito. Mas como sustentar que todos devem ser iguais perante a lei ? Existem centenas de leis que criam direitos e deveres diferentes para fatias da população. Idosos, cegos, portadores de vários tipos de síndromes ou lesões, menores de idade, cadeirantes e por aí vai. Acho a maioria dessas leis justas e bem intencionadas. Minha dúvida é como traçar um limite para evitar abusos. Quem vai determinar o que é justo e o que não é ?

  • David Riker

    -

    17/9/2011 às 10:50 am

    Excelente desconstrução! Que se levantem mais homens deste calibre! Basta das mentiras da Esquerda espartana!

  • *Mari Labbate*44milhões

    -

    17/9/2011 às 9:51 am

    Reinaldo, as Ilhas Malvinas pertencerão, novamente, à Argentina, pois a Inglaterra apoderou-se delas e não investiu em seu processo civilizacional. Interessante observar os nomes das duas mulheres envolvidas: Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e Cristina Elisabet, presidente da Argentina. É o mesmo caso de Obama e Osama. A reconquista será efetivada por vias diplomáticas, visto que a Cristina Elisabet Wilhelm, de ascendência alemã, por parte de mãe, já acessou-a. FINAL FELIZ, portanto, para esse covarde conflito! Outro estudo: Dalai Lama sairá vitorioso na luta pela Libertação do Tibet, pois a China criou terríveis dívidas com o Mundo e as energias dessa região combinam, totalmente, com as do Vaticano. Tibet, no oriente, e Vaticano, no ocidente! Dois pontos fortíssimos de Cristianização do Planeta Terra! Essas descobertas resultam de meus Estudos Metafísicos, nos quais analiso fatos históricos, observando as “Coordenadas de Tempo e Espaço” e a Evolução da Humanidade. “Deus escreve certo por linhas tortas”, diz o velho ditado… Quem resolveu defender As Malvinas e quem libertou o Vaticano? Pois é! E você somente acertou vindo para a CENTRO-DIREITA, querido! Nesse ponto energético reside a VERDADE! Vamos comprovar!

  • marias

    -

    17/9/2011 às 5:14 am

    Mas que beleza!
    Eu queria ter esse dom, escrever e todo mundo (pensante) entender.
    Obrigado por voce estar aqui!

  • Toni Bahia

    -

    17/9/2011 às 12:38 am

    Reinaldo, graças a você eu consigo lhe entender!!! Entendeu???
    Deus lhe abençoe…

  • Nilton Santos

    -

    17/9/2011 às 12:24 am

    Parabéns pela brilhante desconstrução! Vale lembrar que Gramsci bebeu na fonte de Maquiavel: “na conduta dos homens, especialmente dos príncipes, contra a qual não há recurso, os fins justificam os meios. Portanto, se um príncipe pretende conquistar e manter o poder, os meios que empregue serão sempre tidos como honrosos, e elogiados por todos, pois o vulgo atenta sempre para as aparências e os resultados; o mundo se compõe só de pessoas do vulgo e de umas poucas que, não sendo vulgares, ficam sem oportunidade quando uma multidão se reúne em torno do soberano”. Infelizmente, o Brasil ainda lembra o século 16 de Maquiavel, com ampla maioria de pessoas desinformadas e ignorantes. Lula e o PT souberam como manipular essa grande massa e transformaram o Brasil num grande e atrasado sindicato! Fernando Haddad tem sido muito eficaz em manter a educação estagnada para que esse quadro não se altere. O apartheid cultural na sociedade brasileira sempre garantiu o poder aos príncipes-coronéis e agora o garante aos príncipes-companheiros. Com coronéis e companheiros hoje estão aliados será muito difícil derrotá-los…

  • rafael

    -

    16/9/2011 às 11:42 pm

    Prezado Reinaldo, lendo esse texto hoje percebí que cometi uma rata em algum comentário passado. Está nos meus arquivos. Como não há nada que possa fazer agora, pelo menos tento me livrar do eterno rubor.
    Pronto falei.

  • Abreu

    -

    16/9/2011 às 10:49 pm

    Bravo!

  • Victor

    -

    16/9/2011 às 10:42 pm

    Reinaldo, alguns de seus textos publicados aqui, como este, são verdadeiras aulas magnas. Eu me sinto um privilegiado de poder, ao custo de simplesmente acessar este blog, ler análises tão precisas, fundamentadas, bem estruturadas, simétricas, belas. Trago vivos na memória textos seus que me valeram mais do que bibliografias inteiras do meu curso (da área de Humanas). Depois de ler est post, saio daqui hoje me sentindo em dívida com você. Em retribuição, só posso lhe desejar muita saúde, vigor e paz, que lhe permitam continuar escrevendo sempre e nos dando o prazer da sua leitura.

  • José Roberto

    -

    16/9/2011 às 9:47 pm

    Dois trechos particularmente emocionantes: primeiro o que fala so o Pai, o seu pai, o meu pai. Vi meu pai em seu pai, seu pai em meu pai. O meu: homem mais honesto que já conheci, me ensinou a nascer, viver e morrer. Morreu em condições extremamente dolorosas sem dar um piu. Segundo, aquele que fala de quando abandonou a esquerda, cedo ou tarde, não importa, a decisão foi correta. Também perdi boa parte do meu precioso tempo de juventude dando ouvidos aos mesmos sociopatas.
    Parabéns Reinaldo.

  • aramis oliveira

    -

    16/9/2011 às 9:43 pm

    Eu acredito que a coletivização da agricultura soviética resultado da tara stalinista(eu acredito nisto) durou um certo período pois na Rússia atual não existe mais aquela miséria indecente da época do czar. As pessoas chegavam a comer rato para matar a fome. E os comunistas contribuíram para que isto acabasse sim senhores! Miséria com 30 graus abaixo de zero de jeito nenhum. Não dá para acreditar que possa existir uma superpotência que lança satélites, manda astronautas para o espaço com milhões morrendo de fome! Te recomendo parar um momento de mandar bala no pt(que eu abomino) e nos seus petralhas para dar paulada em outros partidos como o pmdb e o psdb por exemplo. O vice-presidente seu Temer é um tremendo sem-vergonha(para não dizer coisa pior que é um palavrão)igual ao apedeuta! O psdb do seu Serra também fez das suas procuras divulgar isto também. Aliás eu votei nele na última eleição não porque eu o considere um grande político e sim comparando com a dona Dilma porque os dois são dois cocôs! Eu votei no cocô que fedia menos que era o seu Serra. Admito que a economia foi o único setor que melhorou do governo do apedeuta até hoje mas tudo foi planejado no governo do Fernando Henrique este sim um grande político! Abraços!

  • Aldo Matias Pereira

    -

    16/9/2011 às 8:41 pm

    Reinaldo,
    Só posso ficar agradecido ao seu texto. Por isso mesmo não vou comentá-lo para não correr o risco de maculá-lo. Só pessoas corretas como você podem produzir algo desse porte. Mas não posso deixar de observar que, quando você comenta a respeito de seu pai, vi o meu:um homem decente, honesto, probo, semi alfabetizado, que lutou uma vida inteira e fez de seus dez filhos uma prole digna e trabalhadora, apesar de todas as dificuldades. Nunca esmoreceu nem reclamou por isso. Pelo contrário, sempre nos apresentou seu exemplo de tenacidade, de dignidade, de honradez e de amor à sua família e ao país que o acolhia. Hoje somos cincoenta e quatro pessoas irmanadas em uma família que ainda preserva e cultua seus ensinamentos e, principalmente, seus exemplos. Pena que os filhos e netos de luisinacio não possam ter esse tipo de privilégio. Vão ter de conviver com a farsa pelo resto de suas vidas.

  • Virgílio

    -

    16/9/2011 às 8:22 pm

    Plá, Plá, Plá, Plá. Depois que o PT chegou ao poder, não vivo mais sem seus textos, se não fosse assim, teria que mudar de país. Como dizia minha avó, muito cuidado com as pessoas de vida fácil e com as coisas fáceis demais.(Laranja madura, na beira da estrada…!).

  • mceu

    -

    16/9/2011 às 7:34 pm

    excelente texto, didático, por que não ? concordo com o comentarista anterior, mais uma vez, parabéns pelo seu blog e meu muito obrigado !

  • RitaZ

    -

    16/9/2011 às 7:19 pm

    É isso, seu pensamento tem começo, meio e fim e isso torna seus textos muito claros, até didáticos.

  • Elvis Trivelin

    -

    16/9/2011 às 6:47 pm

    Minha história é parecida com a descrita no texto. Já atuei na esquerda e tinha aquela ilusão de que as escolhas dos indivíduos se reduziam a imperativos da ordem econômica e que, portanto, esta deveria ser mudada em favor de uma outra economia, outra ordem. Foi durante a faculdade que comecei timidamente a questionar aquilo que para os outros alunos era óbvio: mais-valia, o homem como produto definido das “relações de produção”, etc, etc, etc. O curso que eu fazia, sob a roupagem de ‘acadêmico’, era um curso de doutrinamento de novos marxistas. Ali, autores conservadores ou liberais eram tratados como bandidos travestidos de intelectuais. Os alunos absorviam essa fraude, a cuspiam em provas e os queridos doutores (hoje, alguns deles estão na FFLCH) avalizavam tudo com boas notas, e os alunos finalmente se convenciam de que estavam se tornando bons profissionais, quando estavam se tornando idiotas politicamente corretos, assim como eu.
    No fim da faculdade via que os tais “representantes dos alunos” – como se intitulavam militantes de partidecos como PSOL, PSTU, PCO e afins -, entre eles, praticavam tudo aquilo que diziam repudiar sob um palco improvisado. Eu via que os velhos comunistas professores tinham carrões e pregavam contra a produtividade nas aulas… enfim, era tudo uma hipocrisia de dar nojo!
    Os alunos estavam ao mesmo tempo sendo preparados para justificarem a si mesmos que o fracasso eventual em suas vidas não seria por escolhas ruins, mas por uma tal “ordem” que já vem definida pelo “sistema”. Assim, continuariam a consumir o “ópio das massas” do século XIX (aqui, claramente desdenhando da provocação infame daquele sujeito abjeto chamado Karl Marx – sobre o Cristianismo) e a depositar esperanças naqueles vigaristas que se nutriam (projetavam) das vidas de seus “representados”.
    Depois de ler bons pensadores e economistas liberais, sobretudo da escola austríaca, consegui resgatar as origens do contrato social e daquilo que fez a sociedade avançar como um todo.
    A busca é para que todos produzam riqueza e não simplesmente distribuir riqueza de quem produz para quem não vem sendo aproveitado pelo mercado.
    Em segundo lugar, todas as teorias que tentavam vincular as escolhas dos homens a um ambiente ou condição sociais falharam vergonhosamente e continuam a apresentar tais falhas, afinal, tais teses presumem que o homem seja incapacitado de pensar, sentir, refletir a realidade que o cerca, de romper com o que vê de errado, de reconhecer e buscar o certo.
    Por não conseguirem reconhecer isso, eles continuam tratando verdadeiros assassinos (Che Guevera e Fidel Castro, por exemplo) como bons homens sonhadores por um mundo melhor.

  • paulo carvalho

    -

    16/9/2011 às 6:45 pm

    Caro Rei: Nunca abracei a causa desta gente, como sou contra a qualquer governo e quando este pessoal era oposição me juntava ao coro. Tou fora.

  • Ronaldo T

    -

    16/9/2011 às 6:43 pm

    Segundo Dilma, a ética é consequência da educação formal, do acesso à cultura. Aceitando essa premissa como válida, podemos dizer que ela deduz que Lula, reconhecidamente pouco educado, que até se vangloria de sua ignorância, é aético, não?

    O governo se vangloria de ter tirado da miséria coisa de 25 milhões de pessoas. Bem, se fosse verdade a máxima dos socialistas de que a violência decorre da pobreza, podemos esperar então que haja um impacto positivo significativo nos índices de violência, não?

  • anônima-RJ

    -

    16/9/2011 às 6:35 pm

    Belíssimo texto a ser usado em salas de aula! Os males estão na essência, nos núcleos. A frase de Dilma Rousseff é relevante e reveladora. Mais uma vez, texto maravilhoso! Obrigada, Reinaldo.

  • Gottardello

    -

    16/9/2011 às 6:27 pm

    Bravíssimo Reinaldo. Este tributo ao teu pai, desejo estender tambem aos meus pais (já falecidos), com pouca escolaridade, mas muita sabedoria e respeito a todos, o que me ensinaram muito antes de frequentar os bancos escolares.Todas as filhas tiveram curso superior e sempre com os primeiros ensinamentos como o norte de suas vidas, e assim transmitindo aos nossos filhos. Abraços.

  • sergio

    -

    16/9/2011 às 5:49 pm

    Você foi rápido em pular do barco. Eu demorei até 2005 (com 35 anos) pra “sacar qual era a real” do PT. Antes tarde do que nunca.

  • UNK

    -

    16/9/2011 às 5:49 pm

    Reinaldo e amigos.
    isto tudo com a dinheirama pública!!

    o mal deste país é a moral (ou amoral) imposta pela mídia a serviço desta quina de malfeitores
    LULLA-PT-SARNEY-ZÉDIRCEU-DILLMÁ

    PELO CONJUNTO DA OBRA E CONTINUIDADE DA MEDIOCRIDADE DO MUNDO LULL0-PETISTA:

    ==========================================================
    FORA DILL-MÁ………..IMPEACHMENT JÁ!!
    ==========================================================

  • Beto gaúcho

    -

    16/9/2011 às 5:35 pm

    Muito lindo! Gostei desse, de certo modo, tributo ao seu pai!
    Eu gostaria Reinaldo que essas pessoas exemplares, trabalhadoras e não nascidas em berço de ouro, tivessem DIREITO À UMA VIDA DIGNA NESTE PAÍS!!!!
    Que a essas pessoas exemplares pudesse não lhes faltar nada, e a custa, sim dos seus esforços, VIVER BEM!!
    NÃO DO JEITO QUE CAMINHA ESTE PAÍS,
    OS CANALHAS, CORRUPTOS, FRAUDADORES, GOLPISTAS estejam soltos e tratados, não raro, como pessoas “decentes”.
    .
    PODE PARECER INACREDITÁVEL PARA ESSES ESQUERDOPATAS, MAS A ÉTICA não está necessariamente relacionada ao estudo formal!!
    Anos de estudo não garantem, necessariamente, honestidade, lisura, ética.
    .
    Eu gostaria que se alguém tivesse que receber prêmios, homenagens, louvores nesta vida, seriam pessoas como seu pai.
    Portanto, eu acho que o mundo muitas vezes injusto (como gostam de dizer os esquerdopatas), mas não exatamente no mesmo sentido que eles apregoam.

  • Ali

    -

    16/9/2011 às 5:18 pm

    Texto sensacional, mas acho que o termo “inteligente” é errado para definir Lulla, eu diria “espertalhão” no sentido malandro da palavra…

  • Fernão Silva Pinto

    -

    16/9/2011 às 5:18 pm

    Não serei original. Texto maravilhoso, uma delícia de ler.

  • Rogerio Morais

    -

    16/9/2011 às 5:12 pm

    Reinaldo, chegamos num ponto( Brasil de forma geral ) onde possuir valores/principios morais/éticos, tomar/assumir posição, defender/fazer coisas sem auferir nada em troca, ser altruista, valorizar a meritocracia, agir direito, exigir direitos, respeitar as leis/normas, regras e costumes…,
    ser auto-disciplinado antes de meramente disciplinado, procurar ser educado, tratar bem o semelhante( nas coisas mais simples do dia a dia ),
    ter bons constumes em lugares públicos( não falar alto, respeitar a mesa ao lado etc… ).
    Tudo isso( coisas básicas/elementares/obvias… ) quando comentado/exigido me sinto em outro planeta, pois parece que tudo isso, se foi num piscar de olhos, nada mais existe ( independente classe social ), a “lei de Gerson” infelizmente virou regra…

  • Rogerio Morais

    -

    16/9/2011 às 5:10 pm

    Reinaldo, chegamos num ponto( Brasil de forma geral ) onde possuir valores/principios morais/éticos, tomar/assumir posição, defender/fazer coisas sem auferir nada em troca, ser autruista, valorizar a meritocracia, agir direito, exigir direitos, respeitar as leis/normas, regras e costumes…,
    ser auto-disciplinado antes de meramente disciplinado, procurar ser educado, tratar bem o semelhante( nas coisas mais simples do dia a dia ),
    ter bons constumes em lugares públicos( não falar alto, respeitar a mesa ao lado etc… ).
    Tudo isso( coisas básicas/elementares/obvias… ) quando comentado/exigido me sinto em outro planeta, pois parece que tudo isso, se foi num piscar de olhos, nada mais existe ( independente classe social ), a “lei de Gerson” infelizmente virou regra…

  • Eber

    -

    16/9/2011 às 5:10 pm

    Parabéns Reinaldo, pelo excelente texto e análise.
    Um dia todos nós nos lembraremos das suas palavras, pois, alguém haverá de confronta-las com a realidade futura que nos espera.
    O tempo será o senhor da razão.
    Abraço

  • selminha

    -

    16/9/2011 às 4:57 pm

    Reinaldo, só não concordo quando você diz que Lula é inteligente. Se fosse, teria estudado, teria se instruido, e não faria apologia à ignorância, debochando de quem tem estudo e cultura. Ele pode ser esperto, manhoso, ter capacidade de liderança. Inteligente, nunca. De resto, o artigo está brilhante. Parabéns!

  • indignada

    -

    16/9/2011 às 4:51 pm

    DILMA DEVERIA OLHAR PARA SEU PASSADO E SEU GOVERNO DE QUASE 9 ANOS E VERIA O QUANTO DEIXARAM DE REALIZAR NA EDUCAÇÃO.
    OS EXEMPLOS SE MULTIPLICAM NO DIA A DIA DESTE GOVERNO: NÃO É A FALTA DE ESTUDO QUE FAZ A PESSOA NÃO TER ÉTICA E MORAL, MAS É A FALTA DE CARÁTER DO QUAL SEU GOVERNO ESTÁ CHEIO. E CARÁTER NASCE COM SER HUMANO, VEM DE BERÇO.
    DILMA ESTÁ SEMPRE MAL ACOMPANHADA OU MELHOR DILMA ESTÁ SEMPRE COM SEUS IGUAIS.

  • ethan edwards

    -

    16/9/2011 às 4:48 pm

    A associação entre escolaridade e aperfeiçoamento ético é praticamente natural, num país como o Brasil, onde as esquerdas controlam, a partir do segundo grau, praticamente todo o sistema de ensino. Como é a intelligentsia (majoritariamente esquerdista) quem estabelece o que vem a ser “ética”, uma coisa (a educação formal ministrada por esquerdistas) leva à outra (ajustar-se à “ética” estabelecida pela intelligentsia de esquerda). O caso mais notável de uso “inconsciente” (?) dessa tese é o livro “A Cabeça do Brasileiro”, em que, após serem examinados todos os “preconceitos” que ainda sobrevivem no País, apresenta-se a conclusão consoladora: à medida que a educação formal se eleva, os preconceitos desaparecem. Não preciso acrescentar que muitos dos “preconceitos” apresentados no livro são, na verdade, escolhas morais conservadoras.
    Dilma falou uma bobagem, as usual. Mas desconfio que 99% dos brasileiros “cultos” concordam com ela…

  • indignada

    -

    16/9/2011 às 4:47 pm

    QUE BOM VOCÊ NÃO PERTENCER MAIS AO PT. É POR ISSO QUE LHE ACHO INTELIGENTE E LHE ADMIRO MUITO.

    VENHO SEMPRE EM BUSCA DE CONHECIMENTO E ORIENTAÇÃO NESTE BLOG.
    OBRIGADO REINALDO.

  • MALDONADO

    -

    16/9/2011 às 4:40 pm

    ALÉM DO TEU COMENTÁRIO, TAMBÉM É ÓTIMO O DÁS 15:55 Hs. SOBRE A MARINHA PIRATA DO CORSÁRIO/FACHADA/APARECIDO MELÂNCIA NO PESCOÇO LULA, POIS ALÉM DE FICAREM NO SUPER “FATUREICHOM OBA OBA”,FAZEM A NAU CAPITANEA “NAS COCHA” BATIZAM COM “MARVADA”, SOLENIDADE E TUDO, MAS O BICHO NÃO “DECOLA” OU MELHOR NÃO FLUTUA, MAS NÃO IMPORTA NÃO, MANDA LÁ A CONTA PRÚ SEU “ERÁRIO/OTÁRIO”, POIS TUDO NÃO “PASSAR” DE MANOBRAS PRÁ INGLÊS VER.

  • ocidental

    -

    16/9/2011 às 4:38 pm

    PAULO FRANCIS DIZIA QUE OS FILHINHOS DA CLASSE ‘A’ VIRAVAM COMUNISTAS POR CAUSA DO COMPLEXO DE CULPA QUE SENTIAM POR SEREM RICOS E,QUEM SABE (DIGO EU) NÃO QUESTIONAVAM AS ORIGENS DESSAS FORTUNAS ? SERIAM HONESTAS? PAIS FAZENDEIROS,DONOS DE ESCRAVOS? RICOS INDUSTRIAIS EXPLORANDO OPERÁRIOS ? AFINAL AS LEIS TRABALHISTAS ATUAIS NEM EXISTIAM DIREITO!

  • Reno

    -

    16/9/2011 às 4:19 pm

    Cara, que vitamina você toma? Você está se superando.
    Magnífico!

  • Izabel

    -

    16/9/2011 às 4:06 pm

    Aula magna, verdadeiramente.

  • Raskol: em nome dos meus pais, da graxa e do tanque

    -

    16/9/2011 às 4:01 pm

    Seu texto está maravilhoso.
    Quando você falou de seu pai e de sua passagem pela esquerda, parecia que eu estava lendo a minha história. Também sofri o sonho esquerdista e tive pai sujo de graxa com somente o curso primário. Mas que honestidade!
    Acho que o esquerdismo, pelo menos pelo que conheci, tem uma grande ligação com os filhos da classe A. Essa praga foi uma espécie de droga que a esquerda inoculou nos pobres meninos ricos, chantageando-os com o complexo original de culpa que carregariam por conta da situação financeira de seus pais.
    Seria algo como pagarem uma conta do passado, um dívida que seus pais e avós tinham contraído, uma dívida com a qual tinham nascido. É por isso que os mais radicais sociólogos e antropólogos sempre foram da esquerda mais nefasta e mais orelhuda.
    Veja do que resultou a extensão contínua da Raposa Serra do Sol. Miserabilizou índios e brancos. Para essa gente brancos são sempre exploradores e indios, mesmo quando cometem crimes, são inimputáveis. Os indios devem ser um enfeite como esses que tais antropólogos mantêm nas salas de luxo de suas casas. E sendo uma nação à parte ficam à deriva da integração à nação brasileira. Índios, acho, são cidadãoa brasileiros e deveriam ter os mesmos direitos e obrigações de todos nós.
    As esquerdas não suportam que as pessoas, como indivíduos, lutem para construir uma vida melhor para sí e para seus descendentes e o façam de acordo com suas capacidades.
    Isso, para essa gente era coisa de “pequeno-burguês”. É como se o Sebastian Vettel tivesse de ir para a fila 15 só lá está o Barichello. Solidariedade de classe.
    Também abandonei as esquerdas pelos mesmos motivos. Não quero roesilver os problemas da humanidade. Prefiro, como dizia Voltaire, cuidar de meu jardim. Se cada um fizer o mesmo…

 

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