Queridos,
Tio Rei vai gravar um debate na TV Cultura com o professor Roberto Romano, o promotor Roberto Tardelli e o jurista Manuel Alceu Affonso Ferreira. Depois digo quando vai ao ar.
Até a volta.
Dona Reinalda também tem compromisso com as filhas. Pego os comentários na volta.
Debate
sexta-feira, 16 de maio de 2008 | 15:36








Reinaldo,
E Tarso Genro, aquele ministro do poema ‘punhético’, continua com seus discursos delinquentes:
Tarso Genro defende volta da CPMF para rastrear desvio de dinheiro público
16/05/2008 | 10:36
Nesta sexta-feira foi a vez do ministro da Justiça de Lula, o gaúcho Tarso Genro, tentar ressuscitar um dos mais rejeitados impostos já criados no Brasil: a malfadada Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira. “Eu acho que a CPMF deveria ser mantida como instrumento de garantia e verificação da circulação do dinheiro. Infelizmente isso aí não vingou. Essa proposta inclusive até foi feita nas negociações no Congresso Nacional, mas não vingou”, sustentou o petista.
Em entrevista a uma rádio da Capital, Tarso explicou a sua idéia de usar o chamado “imposto do cheque” como uma forma rastrear recursos públicos para evitar que fossem desviados, como aconteceu no escândalo do Detran-RS. O ministro só esqueceu de dizer que a CPMF estava em pleno vigor enquanto a falcatrua grassava na autarquia.
http://www.diegocasagrande.com.br/index.php?flavor=vejamais&id=21323
OBA!
Grande Rei, aguardemos com ansiedade o programa.
Kassab liberou bebedouros para a baladaboa.
Só pra terminar, tenho muito orgulho do sangue índio e negro que deve correr em minhas veias.
Sinto-me, como poderia dizer, uma humana vira lata em meu DNA. E essa diversidade me dá fortaleza e alegria, como é feliz e saudável todo vira lata.
Aguardaremos com ansiedade!
Me explica uma coisa Reinaldo, como alguém sabe que é índio?
DNA? Cor?
E negro como se sabe?
DNA? Cor?
Pelo que sei todos nós somos um pouco índios e negros se formos investigar o nosso DNA. E não estou indo tão longe, falando dos nossos ancestrais comuns na África e sim que com todas as misturas que houveram desde a chegada dos portugueses. Puro índio e puro negro é pra lá de difícil de achar. Raridade mesmo! E nós, os teoricamente brancos provavelmente somos TODOS um pouco índios no DNA e a maioria tem sangue negro também. Tenho certeza.
Então quero cotas na faculdade e reserva indígena pra mim também!
Lembra que FHC disse que somos um povo tupiniquim? Ele estava sendo literal, todos devemos ter sangue dos índios brasileiros se observarmos nosso DNA.
Este PT merece uma pesquisa antropológia forense. Seus personagens são um prato cheio para o estudo dos comportamentos criminosos. Gostaria de ainda estar vivo para apreciar o que vão escrever sobre este triste momento de nossa história.
Reinaldo, quando você nos comentou a respeito do Sibá, não seria um tal de “Sibá Safari”? Ele que agora já seria o dono das onças? Como ele trabalhou de cobrador de ônibus, sou eu é que agora dou o troco. Brincadeira Reinaldo! Esse Brasil é uma brincadeira, Sibá!
“Comunismo vicia a mente e pertuba a lógica: o simples fica complicado, o certo vira errado, o que funciona é mal visto, a lógica vira ignorância. Quem ignora a realidade fica no discurso vazio”.
TV Cultura, aquela dos Mano e das Mina?
Do Ferréz?
Do Rapin Hood - seja lá o que isso for?
Do comuna Markun?
Não, muito obrigado!
Vou só continuar a ler seus textos, não vou vê-lo na TV…
Estarei, assim como os muitos leitores, esperando para grudar os olhos na tela no dia em que for exibido. Aposto como a petralhada também irá fazê-lo, afinal, eles não conseguem viver sem você.
Sexta-feira em Sampa City, tudo congestionado…
VAI COM DEUS MEU REI.
APERTA OS CARAS POR NÓS.
ABRAÇO,
Reinaldão,
Com certeza será um grande debate.
Debata o bom debate heheheheh
Reinaldo,
Que maravilha. Sempre acompanho o blog do Prof. Roberto Romano (às vezes a ira anti-católica e anti-mititar ressurge das trevas) e sei que será um ótimo debate.
Fale a hora que agendarei aqui. Nunca antes na história da TV Cultura o pico de audiência será tão alto.
Abraços,
Luiz Martins
O contexto é muito e o sujeito é tudo. Imagine a seguinte manchete, se a fonte fosse o ministro ou o músico:
Lobão: declarações de Minc são ‘bastante animadoras’
MUDA TUDO, NÃO?