Eu estou começando a ficar com um certo receio da tal Uniban. Pode ser que se esteja desenvolvendo por lá uma nova civilização, temor que já expressei aqui outras vezes. Sim, claro, não se deve generalizar, não é? Certamente, entre os 12 mil estudantes, há os que não estão aptos a encarar os nossos ancestrais e não endossam aquela estupidez. Mas expresso o receio de que alguns já tenham chegado lá.
Por incrível que possa parecer, nesta terça-feira, boa parte dos, como direi?, estudantes parou suas atividades para aguardar o prometido retorno da jovem Geysi Arruda, aquela do vestido vermelho, o que acabou não acontecendo. Muitos deles posaram para fotos com nariz de palhaço e organizaram um protesto. Contra quem? A maioria estava mesmo contra Geysi. Uma das alunas filosofou: “Ela provocou. Se ela apenas sentasse na cadeira, isso não ia acontecer. Por que justamente nesse dia ela subiu pela rampa?” Como se nota, subir a rampa de vestido curto, e vermelho!!!, pode resultar em linchamento na Uniban.
Um dos organizadores do protesto exibe assim o seu pragmatismo: “Eu quero limpar o nome da universidade em que estudo. Eu não fiquei três anos sentado para conseguir meu diploma e ver ele manchado por causa de uma palhaçada”. Ele acredita que essa nova manifestação limpa o nome da faculdade… Que diabo se passa na universidade que conferiu o diploma de direito a Vicentinho e a Luiz Marinho, que já foram até garotos-propaganda da instituição, uma universidade privada, mesmo exercendo cargo público? Eu não sei. E é preciso ver até onde esse mesmo “diabo” não se passa em outras instituições do gênero.
Içami Tiba
Antes que continue, quero aqui lastimar uma entrevista do “psiquiatra e educador” Içami Tiba, colunista do UOL, que afirmou, numa entrevista em vídeo, que a roupa da Geysi era mesmo inadequada, sugerindo que ela despertou, digamos, os instintos sexuais primitivos da rapaziada, que então reagiu. No dia em que morre o antropólogo Claude Lévi-Strauss, Içami parece não ver muita diferença entre um bando de homens e um bando de chimpanzés, que costumam estuprar as macacas de outras comunidades em grupo. Quem fala demais, é o caso dele, acaba dando bom-dia a cavalo!
Quero saber qual é o embasamento teórico do que ele diz. Os estupradores estão em todos nós? Todos somos potencialmente assassinos? Desejamos secretamente matar o nosso pai para ficar com a nossa mãe? Tivemos um medo inconsciente de que ele cortasse o nosso pirulito, antes que virasse um potentado? Pois é… Uma coisa é traduzir Freud para as massas sem lhe retirar a complexidade. Outra é transformar tudo em pílulas de falsa sabedoria. A única coisa decente que um psiquiatra tem a dizer nesse caso é o que também diria um médico, um dentista ou um padeiro: cometeu-se um crime na Uniban. E não há psicologia que possa amenizar o que lá se deu. O nome daquele crime é intolerância. Ora, o racismo também tem raízes psicológicas; a misoginia — ódio à mulher — está inscrita no inconsciente de muita gente. Ocorre que a civilização se encarrega de reprimir a besta que há em nós. Içami Tiba está é piscando para a besta. E para as bestas. Se é para falar da adequação da roupa de Geysi, que tal chamar uma consultora de moda?
Voltando
A direção da Uniban disse que, até agora, não conseguiu identificar os responsáveis pelo ocorrido. E ousaria dizer que nem vai. Nota-se que há, arraigada por lá, uma cultura da intolerância e uma relação com o curso que está mediada apenas pelo pragmatismo: “Estou aqui para pegar o meu diploma”. Posso compreender esse sentimento e até enxergar nele uma virtude: a clientela está empenhada em obter o grau para, quem sabe?, subir na vida, ter aumentado o seu salário, ser promovida. Em si, isso não é ruim. Todos devemos desejar uma vida melhor. Não há mal nisso.
Temo, no entanto, que boa parte das ditas universidades brasileiras esteja se reduzindo a isso, sem qualquer outro cultivo. Reitero: o respeito à inviolabilidade do outro é questão de princípio, inegociável. Geysi é uma garota pobre, da periferia de Diadema. Trabalha, ou trabalhava, num mercadinho do bairro. É visível que não tem grande traquejo social. Nota-se isso na sua fala, na sua gramática. Vem de um estrato da sociedade em que, atenção!!!, a tolerância com a diferença já não é a marca. E isso vale também para boa parte de seus colegas.
Ela parece ser excepcionalmente jovem para o grupo: 20 anos. Muitos dos que concedem entrevistas dizem ter 26, 27, 28 anos — idade em que as pessoas costumam já estar formadas há uns bons cinco ou seis anos. O fenômeno precisa ser mais bem-estudado, mas intuo que são pessoas que estavam fora do ensino superior e foram sendo incluídas em razão de um conjunto de fatores: políticas públicas de ingresso ao ensino superior; barateamento do valor das mensalidades; facilidade de ingresso, uma vez que basta querer fazer o curso — e poder pagar por ele — para ter acesso, então, ao ambicionado diploma…
Até aí, muito bem. Não serei eu a combater a expansão do ensino universitário. Seria inútil. Os demagogos venceram essa batalha. É evidente que a formação técnica seria mais eficiente e barata. Mas deixemos isso para outra hora. Que se expanda, então, o ensino universitário, hoje com a ajuda do dinheiro público. Mas com que qualidade isso está sendo feito? Eis a questão. NÃO SE ESTÁ BARATEANDO A UNIVERSIDADE EM SENTIDO MAIS AMPLO?
A Uniban — e outras universidades do mesmo nível — estão proporcionando à sua clientela uma vivência estudantil que seja distinta do ambiente de onde vieram? Um ambiente nem sempre tolerante; um ambiente nem sempre respeitador das diferenças; um ambiente nem sempre voltado para o cultivo da reflexão; um ambiente nem sempre afeito a delicadezas e matizes, sem os quais não se respeitam direitos individuais…
Esse é o problema. Estamos diante de um óbvio mal-estar. E reitero que só não há uma comoção nacional porque a garota não se enquadra em nenhuma dessas minorias de manual. Se fosse lésbica e tivesse beijado uma namorada, teria sido certamente hostilizada, mas, ao menos, as lésbicas teriam corrido em seu socorro. Se fosse negra e tivesse comparecido nos mesmos trajes, teria sido hostilizada, mas lhe teria restado a alternativa de denunciar “racismo” — e a secretaria federal que cuida do assunto teria ido em seu socorro. Mas ela é só o pior tipo de desassistido que há hoje no Brasil: mulher, branca, pobre e heterossexual. Ou seja: ela é o verdadeiro negro do Brasil. E ainda usa minissaia? Aí já é demais, não é? Como diz aquela garota, quem mandou ela subir a rampa? Santo Deus!!! E antes que os chimpanzés leiam errado o que escrevi, observo: aquela manifestação é inaceitável com qualquer um: lésbica, heterossexual, preta ou branca.
A questão
Na superfície, temos apenas pessoas malcriadas que se manifestaram de modo inadequado — ou que, no dizer de um vice-reitor, não sabem conciliar direito os bares das redondezas com o curso. E ele não será demitido, sei bem. Na essência, o que temos, aposto, é uma universidade sem vida universitária; uma universidade sem o cultivo da universalidade; uma universidade sem o devido debate de valores; uma universidade que, em suma, não forma universitários.
Houve um tempo, e havia certa ilusão naquilo, em que a universidade sonhava poder elevar o padrão de civilização das ruas; hoje, são as ruas que rebaixam o padrão das ditas universidades. “O povo é isso aí, Reinaldo”. Não lido com essa categoria, vocês sabem. O povo não me interessa. Os indivíduos, sim. Por isso, não sei se ele é assim ou assado. Sei que, numa universidade — ou mesmo nos botecos que as circundam —, aquilo é inaceitável.
PS — Aviso aos recalcitrantes: não adianta insistir. Não publicarei comentários de pessoas que especulam sobre a adequação da roupa para tentar minimizar a brutalidade, que, como se nota, está sendo reiterada. Escrevi aqui desde o primeiro dia: quem anda nu num lugar público tem o DIREITO DE SER PUNIDO PELA LEI, NÃO POR UM BANDO. E se há leitores para os quais democracia e instituições são coisas inúteis, que caiam fora daqui. Não os quero. Há blogs por aí implorando para ter alguns visitantes. Não é o meu caso. Os meus civilizados me bastam! E são milhares.









Olá Reinaldo,
também acho impressionantes muitas das justificativas para a humilhação que a moça sofreu. Gostaria apenas de comentar aqui que apesar de não concordar com o psiquiatra, a idéia de se comparar o comportamento humano com o comportamento animal não é absurda. Hoje, grande parte dos psicólogos no mundo pensam que não se pode estudar o comportamento humano sem conhecer sua história evolutiva, e durante este tempo, teríamos desenvolvido módulos mentais para solucionar problemas adaptativos. Abordagens menos científicas como a psicanálise tem grande espaço aqui no Brasil, mas menos lá fora:
http://www.nytimes.com/2007/11/25/weekinreview/25cohen.html?ex=1353646800&en=c03a8cbf71411afc&ei=5124&partner=permalink&exprod=permalink
Dalton, a UNE se manifestou sobre o episódio sim.
Essa turba travestidos de moralistas que investiram contra a estudante, pela barbárie e intolerância não encontrariam vaga nem num zoológico,animais costumam conviver melhor.E agora a inteligentsia da UNIBAN decide expulsar a aluna em perfeita consonância com os manos e manas,supondo que a moral e os bons costumes serão restabelecidos e quem sabe até a qualidade do ensino possa melhorar…Aguarda-se o pronunciamento dos ilustres egressos e defensores do proletariado,Vicentinho e Luís Marinho em defesa de Geisy,ela também uma trabalhadora!
Com a expulsão arbitrária, há elementos suficientes para ensejar uma boa ação de reparação por danos materiais e morais !
Já pensou se a moda pega ???
Reinaldo,
Cadê a UNE. Pra que serve esse troço.
Reinaldo,
Parabéns pela coragem de chamar de chimpazés os idiotas, em defesa da dignidade dos humanos.
Confesso que tenho grande dificuldade de entender como esse bando de imbecis e retrógados pôde agir de maneira tão primária.
Dá até para pensar o seguinte: os homens (os que participaram de triste episódio) não são muito chegados a mulher e as mulheres (da mesma forma, aquelas que participaram) são falsas pudicas por profundo despeito da beleza física da aluna “massacrada” e ofendidas por esse triste comportamento, eivado de intolerância e digno de país de quinta categoria.
Não li todos os comentários, São muitos (Muito Felizmente), mas li aqui e em outro lugar que a portadora da Mini Saia foi eliminada do corpo da faculdade. Aquela mini saia tvz fosse disfarçe de cocaína no tecido ou dolares de igreja, ou dólares de partido politico, ou ainda disfarce de setenças judiciais vendidas, ou quem sabe nomeações para o senado, fato é que a justiça dos pobres homens se fez. A recompensa? A satisfação placeba do “estudante unido, jamais será vencido”. esse filme caro Reinaldo, agente pega de graça no video da esquina. A vc meus respeitos Ad Eternun!
Quanto aos comentários lamentáveis de Içami Tiba cabe observar que o ensino superior privado é parte do seu ganha pão. Não poderia dar um pito neles. Seus livros de qualidade duvidosa devem aer até adotados em cursos. Antes de virar estrela da auto-ajuda, ele era um especialista sério em relação à adolescência e à questão das drogas. Parece que não conciliou sucesso com rigor científico, abriu caminho para as facilidades do senso comum, reiteração de esteriótipos sobre o homem e a mulher, “explicações” pseudo-científicas como a que vc está comentando. Nosso contexto atual narcisista e materialista também dá um status ao psicólogo/psiquiatra e afins, tudo que eles falam deve ser acatado…
EM SETENTA POR CENTO DE SEUS COMENTARIOS EU TENHO OPINIÕES CONTRÁRIAS O QUE VEM A SER NORMAL NA DEMOCRACIA, MAS TENHO QUE PARABENIZAR A VÇ PELO COMENTÁRIO DA MOÇA DA UNIBAN, AQUELAS PESSOAS (OU MELHOR ANIMAIS) NÃO SÃO UNIVERSITÁRIOS , ELAS TEM DENTRO DE SI A INTOLERÂNCIA E O RACISMO QUE SÃO SEMENTES DO NAZISMO, FIQUEI NAQUELE MOMENTO EM QUE VI NA TELEVISÃO COM NOJO DAQUELA PARCELA DA SOCIEDADE E AINDA MAIS HOJE SABENDO QUE A UNIVERSIDADE EXPULSOU A MOÇA,PARABENS REINALDO AZEVEDO PELO SEU COMENTÁRIO E ESTE PARABENS É AINDA MAIS SINCERO POIS SOU UMA PESSOA DE ESQUERDA.
Obrigada pelo texto…….estava me sentindo sem voz. Quando vi a entrevista do sr.Içami, não acreditei no que estava ouvindo, vi vários comentários sobre a roupa da garota como se isso fosse importante….e poucos sobre a absurda atitude dos alunos. Muitos dizem( e isso é extremamente assustador) que a roupa justifica a atitude. Sinto como se essa notícia não fosse no Brasil, mas é!!!! Com diz aquela música “Que país é(foi ou será )esse…………”
Acabo de ver no site de VEJA que a estudante foi expulsa da Uniban. É o típico caso, recorrente no País, em que a vítima se torna a vilã da história. Por pouco não aconteceu algo mais sério com a moça. Tudo bem, ela poderia não estar com o traje mais adequado para a ocasião: Glória Kalil bem disse, em uma entrevista, que a roupa é uma espécie de apresentação da pessoa, uma maneira de se mostrar para os outros, porém, nada justificaria tamanha violência. Andar com pouca roupa (tão habitual no Brasil) não significa que as mulheres estão sugerindo que sejam violentadas.
Na Alemanha ou Dinamarca grupos e até famílias tomam banho de sol nus no verão. Já aqui nos Tristes Trópicos, onde só a fachada é civilizada ou finge civilidade, mas a estrutura mental é atrasada, primária, preconceituosa, isso não é aceito. Haja santa paciência!!!
Reinaldo,
ótimo texto, aqui, na minha terra, dizemos que:
a jaboticaba do vizinho está podre, ou seja, não podemos alcançá-la.
Acredito que os alunos queriam e não podiam ter (a bela moça), então resolveram dizer que é “podre”.
Então… vamos dar nomes aos bois? A clientela da UNIBAN não está nem um pouco distante dos alunos de escolas públicas do ensino básico que jogam cadeira na cabeça do professor, masturbam-se em plena aula e outras monstruosidades mais… Qualquer pobre professor deles pode confirmar isso. Como a grande ilusão do dipRoma agora está ao alcance de qualquer um que queira preencher o cadastro do ProUni, a universidade se torna uma extensão dessa calamidade no ensino básico. Ao mesmo tempo, tanto se põe na cabeça deles que a USP é um sonho impossível, que a prova do Inclusp tem uma média de 80% de abstenção (foi o que ocorreu na última, agora).
OS PROFESSORES VIRARAM O POLEGAR OPOSITOR: MORTE Á RACIONALIDADE
Uma coisa que ninguém, que eu saiba, atentou é sobre a arquitetura da tal UNIBAN. Vejam: o prédio é uma verdadeira arena, um coliseu com arquibancadas e camarotes, esperando as cenas de sadismo explícito que acabou acontecendo. É o fracasso da universidade brasileira na forma e conteúdo. Não há exagero nenhum nesta minha afirmação. Os tempos em que vivemos, tristes tempos, carregam a sombra da intolerância e do ocaso da ética.
Os professores da universidade, mestres da infâmia, criaram estes monstros.
Duvido que algum destes professores, reféns da sua covardia intelectual, peça sua demissão como sinal de inconformidade.
De fato, Daniel, deve haver “bobinhos” na USP. E até na Uniban. E deve haver pessoas espertas na USP. E, pasme, até na Uniban.
O futuro profissional de cada um? Bem, aí concordo que é outra história.
Mas, por favor, não tire o texto do contexto: não é o local onde estuda que define o caráter de um cidadão. Não aprovo o modelo de ALGUMAS faculdades particulares (e também a gestão de algumas públicas), mas não vou cometer o crime de considerar a todos como babuinos e julgar que quem está em escola pública é mais “correto”. Como bem lembrou, o bando que invadiu a reitoria da USP é prova disso.
Meu caro Luiz (ou não tão caro, devo admitir), por que não te callas??
Não me venha com ameaças, pois falas e falas e falas. Ou te esqueces que leis valem para todos (ok, menos para a PTralha). Calunia e difamação são crimes. Ofensa da honra também o é. Chamar alguém de “imbecil” gratuitamente em um dos blogs mais acessados do país me parece algo que atenda a esses quesitos. E a não ser que agora a polícia fique bisbilhotando a internet atrás de supostas “falsas comunicações de crime”, só falas balela.
Se não respeita outra pessoa, não se encontra no direito de exigir o mesmo.
Como repeti outras duas vezes, caráter vem de berço. Educação também.
Excelente texto, mas faria uma observação na seguinte frase: “Mas ela é só o pior tipo de desassistido que há hoje no Brasil: mulher, branca, pobre e heterossexual”, a construção faz parecer que ha uma desqualificação nos sujeitos desassistidos, ou seja, esses especificos, entre tantos outros, são os piores, e não no tipo de desassistência, que é de fato a pior, como bem lembrou o autor, exatamente porque em torno desses individuos especificos não ha um grupo social de pertença e nem, portanto, movimentos sociais que os “protejam” e garantam o obvio: o respeito uns aos outros! Nesse sentido, eles não seriam os “verdadeiros negros” porque, felizmente, estes estão muito bem amparados pela lei.
Correção: R.A. escreve q “a civilização se encarrega de reprimir a besta q há em nós”, não o berço de casa. Quem acha q a civilização começa no berço de casa sou eu, e não há escola, por boa q seja, q conserte um “pau q nasce torto” e é incentivado a se manter torto. Q o diga minha experiência pessoal como profa de insituições renomadas, não pocilgas frequentadas por ralés (não citarei nomes), onde alunos diziam “TÔ PAGAAAANO” e cujos pais telefonavam p/ interceder por eles, como se fossem criancinhas q não agem por mal. Nessas horas eu, q fui uma estudante contestadora de métodos ditatoriais, chegava a desejar a volta dos internatos, palmatórias e grãos de milho p/ ajoelhar a turma em cima.
Ontem no programa de televisão da Rede Tv alguns dos “universitários” foi dar sua opinião e defender seu ponto de vista, porém seu nível intelectual não os permitia uma articulação minimamente razoável de idéias (até a pronúncia de algumas palavras foi linchada ao vivo: “degrenir”, “defamar”…). Eles não entenderam. Na quarta-feira havia um bom número de alunos em frente à Uniban esperando pela moça.
Estou tentando entender o que há por trás dessa postura absurda de seguir insistindo. Seria uma espécie de “conservadorismo”, reacionarismo, entre os universitários? Como podem seguir achando normal o que fizeram?! Achando que foi um fato corriqueiro qualquer?! São incapazes de perceber.
Sobre USP x Uniban, deixem-me ver se entendi direito… a USP é superior, é isto? O que não é USP é pocilga, ralé? E eu, que ingenuamente sempre supus q quem não vale nada é o ser humano em si, e que o berço de casa (ético e de valores, não econômico ou de escola frequentada) é que o freia, conforme brilhantemente escreveu o blogueiro a respeito dos comentários infelizes de Içami Tiba…
É… talvez não se possa mesmo comparar o que aconteceu nas duas universidades. Pois, a julgar pelas consequências, o que aconteceu na USP pode ser considerado até pior. Porque acabou em morte. Trote ou festa de confraternização, tanto faz. Acabou em morte.
[...] Os palhaços da UNIBAN By D. Os alunos vão ao ar dizer que a menina “denegriu” a imagem da universidade. Primeiro de tudo, deveriam por nariz de palhaços para a própria universidade que está rankiada pelo MEC como uma das piores do país (o próprio tumulto na Uniban expôs crise interna). Será que nesse caso eles fariam o protesto na frente da sede do MEC? Dizem que Geisy é a culpada pelo que aconteceu, mas como isso é possível? Ela foi a pessoa agredida e linchada moralmente! Foi ela que xingou? Não. Foi ela que pôs o vídeo no youtube com título desrespeitoso e saiu divulgando por aí? Não. Foi ela que foi procurar jornalistas, a mídia? Não. E se ela se recusasse a falar provavelmente aconteceria o mesmo que ocorreu com a aluna de educação física em abril deste ano na mesma UNIBAN - onde não aconteceu absolutamente NADA! e ninguém lembra mais (Estudante é agredida em protesto). Nessa outra ocasião ninguém foi expulso e o culpado quem foi? Os bares próximos à universidade! [...]
Posso falar? Moro na Bahia, estudo em uma faculdade particular renomada e diariamente vejo meninas de shortinho, sandália, mini-saia, decote e coisas piores! São meninas de TODAS as tão faladas classes sociais. NUNCA vi ninguém gritar os absurdos escutados na Uniban, mas na cochia ouve-se as críticas sobre qualquer um.
E não é assim só na minha faculdade, ou na minha rua… é assim em qualquer lugar! Em geral as mulheres estão sempre mais propícias a receber críticas. Machismo é moda! Se fingir de santa-puta-arrependida também. As pessoas estão cada diz mais usando máscaras.
Lamentável….
Prof. Sergio.Jr, Se o senhor não acredita que haja bobinhos na medicina da USP, não consigo entender como chegou a ser professor. Especialmente depois de usar o exemplo da invasão da reitoria, maior prova que há imbecis na USP.
O sr. Içami precisa urgentemente TRATAR-SE com um psiquiatra, pois ao se manifestar como um demonstrou estar longe de seu juízo perfeito. De acordo com a tese dele, usar biquini na praia é a senha que permitiria um estupro. Topless então, socorro: chibatadas, apedrejamento, afogamento. Ora, francamente… Não há um único segundo que se aproveite da entrevista que ele deu. Troféu abobrinha para ele.
Excelente esse post……como sempre. Mas, como mulher, especialmente esse me tocou!!!!!!!!!!!!
Mais um dos seus textos brilhantes.
Abraços.
Reinaldo, constatei a existência de três Anitas, mas minha responsabilidade se refere apenas à Anita disse à 1:08 pm. As demais, respectivamente às 2:18 pm e às 2:29 pm não são de minha responsabilidade. Se possível, gostaria que você verificasse o correio das duas últimas, para que não haja multiplicidade de nomes ou apelidos.
Essa selvageria, infelizmente, não se limita a UNIBAN. No coletivo é sempre o pior do ser humano que impera, vide as “torcidas” organizadas. No entanto, fico preocupado também com idéia geral de que a Geysi, tem o direito de se vestir do jeito que quiser e as pessoas devem aceitar e pronto. Se começarmos a defender a liberdade total, e irresponsavel, então teremos que defender o “direito” dos alunos em reagir com selvageria. Obviamente, os alunos erraram! Mas essa mulher também errou. Quando criança aprendi que: “A liberdade de um acaba onde começa a do próximo.” Logo todos devem ser punidos: os animais e a animal.
Comparar um trágico e triste acidente ocorrido numa piscina com um menino inteligente, mas que não sabia nadar ocorrido na alegria da semana de integração dos bixos é de uma nojeira atroz
(trote na usp já foi abolido há décadas)
Não queiram afundar o nome dos alunso da USP na mesma lama dos imbecis da UniRã.
Na USP as meninas podem até fazer top less e o fazem no clube da USP. NUnca foram agredidas, nem constrangidas, absolutamente nada ocorreu, nunca. Aliás pelo que eu me lembre havia por lá minisaias muito menores que os da mocinha da UniAfegan.
Pelo nível de alguns professores que comentam aqui, entende-se a razão do nível dos seus alunos
Prof. Sérgio, se vc tem alguma informação sobre algum crime ocorrido em qualquer lugar, vc TEM O DEVER DE INFORMAR A POLICIA. Não precisa fofocar pela internet.
Se vc sabe algo diferente do que a Policia concluiu, por favor, não se esconda covardemente como os seus clientes.
Agora se vc está chutando, sobre assunto tão sério, assim como vc ensina os seus a fazerem nas provas, então saiba que a fofoca que vc faz está prevista em código penal, crime: falsa anunciação de crime, calúnia e injúria.
Então prof Sérgio cale a sua boca antes que ela te cause prejuízo financeiro, pq o prejuízo moral vc já se fez.
Em tempo, para aquele aluno q quer “limpar o nome da universidade onde estuda”: quem o maculou foram os agressores de Geysi, não a própria. Proteste contra eles. Para a aluna q a criticou por ter inventado de subir a rampa: queria q Geysi chegasse ao andar superior como? Voando? E para os alunos manifestantes anti-Geysi em geral: parem de enforcar aula e voltem já pras salas. Vão estudar. Vão à biblioteca. Não têm mais o q fazer além de patrulhar a colega bonita e gostosa da qual estão provavelmente morrendo de inveja, pq não são como ela ou pq ela não quis dar pra vcs?
Nada do q aconteceu na Uniban tem a ver c/ pobreza, periferia, estrato social ou ensino privado. Pois se na USP, pública e frequentada por uma suposta elite intelectual, foi morto um calouro de medicina, brutalmente afogado no trote, e não aconteceu nada… a própria USP, por sinal, onde inclusive estudei, é eivada de patrulhas, intolerâncias e ideologismos ditatoriais. Porém, como ex-professora de ensino superior privado, concordo 100% c/ a ideia de q a proliferação indiscriminada de faculdades particulares matou a qualidade de ensino, pois ñ houve alunos suficientes pra preencher tantas vagas (superestimaram a demanda) e aí a concorrência nivelou por baixo.
Nada do q aconteceu na Uniban tem a ver c/ pobreza, periferia ou ensino privado. Pois se na USP, pública e frequentada por uma suposta elite intelectual, foi morto um calouro de medicina, brutalmente afogado no trote, e não aconteceu nada… a própria USP, por sinal, onde inclusive estudei, é eivada de patrulhas, intolerâncias e ideologismos ditatoriais. Porém, como ex-professora de ensino superior privado, concordo 100% c/ a ideia de q a proliferação indiscriminada de faculdades particulares matou a qualidade de ensino, pois ñ houve alunos suficientes pra preencher tantas vagas (superestimaram a demanda) e aí a concorrência nivelou por baixo.
[...] http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/de-homens-e-chimpanzes/ [...]
[...] http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/de-homens-e-chimpanzes/ [...]
RA, gostaria de ver essa questão aprofundada. Uma vez vc afirmou que a juventude é de direita. OK! E esses que fizeram isso? Como pensam as questões de cunho? Estarão à esquerda ou direita?
No meu tempo de esquerda ela passaria desapercebida, seria rejeitada em silencio ou seria convencida a trocar a roupa cafona pelo jeans revolucionário.
Mas hoje parece ser diferente. O que vc ahca?
MAM
1 - Não leciono na Uniban, UnIRÃ, ou qq outra UnEsquina que queira. Abri mão de coordenação em uma delas pois não acredito no modelo
2 - Como eu disse: não importa se aluno da USP ou Uniban, educação e caráter vêem de berço. Ou não foi na USP que fizeram aquela ocupação bandoleira ao gabinete da reitoria? Ah, tá…
3 - Bobinho em medicina na USP. Tá bom…
4 - Imbecil, me parece, é seu comentário.
luiz disse:
novembro 4, 2009 às 8:12 pm
Prof. Sergio.Jr é com certeza um imbecil que dá aula na UnIRã.
Ele quer colocar a USP no mesmo nivel da pocilga que frequenta.
(…) O menino da USP era pequenino, estudioso e talvez meio bobinho, afinal não sabia nadar e pulou na piscina.
Essa história toda é tão patética que beira o absurdo. Que diabos agora deram pra averiguar se roupa tal é adequada ou não pra fulana vestir, que fulana não devia subir a escada etc…ora bolas..quem deve saber se ela deve vestir a tal roupa e subir aquela escada é Geysi e não os “ofendidos” da Uniban. Que babaquice é essa? Aquilo ali é uma faculdade ou uma igreja? E que fosse uma igreja, tbm não estaria cometendo crime algum. O pior crime que eu vejo nisso tudo é o que esta faculdade está fazendo com as cabecinhas ocas dessas aloprados universitários. Não é possível que todos eles aprenderam esses maus costumes em casa… só podem ter aprendido a ser preconceituosos lá ou não seriam tantos.
Ela é o verdadeiro negro do Brasil?! Reinaldo, às vz vc cai no ridículo de boca e o pior é que nem percebe… Crítica construtiva: procure ter mais sutileza em suas reflexões.
É óbvio que os negros sempre foram discriminados. Por isso, criaram os tais movimentos raciais. Se determinadas entidades são picaretas, isso não implica que a causa negra não seja historicamente justificada.
EXCELENTE,caro Reinaldo!!!
“Houve um tempo, e havia certa ilusão naquilo, em que a universidade sonhava poder elevar o padrão de civilização das ruas; hoje, são as ruas que rebaixam o padrão das ditas universidades. “O povo é isso aí, Reinaldo”. Não lido com essa categoria, vocês sabem. O povo não me interessa. Os indivíduos, sim. Por isso, não sei se ele é assim ou assado. Sei que, numa universidade — ou mesmo nos botecos que as circundam —, aquilo é inaceitável.”
“O povo não me interessa. Os indivíduos, sim.”
É isso mesmo,caro Reinaldo!!!
Quando ao metido do tal Içami,dizer o quê???!!!É incrível,mas certos indivíduos se sentem abalizados a comentar sobre tudo!!!Ô,Içami…
Olá Reinaldo
Veja se não é mais coisa da Uniban, só que na USP: JC e-mail 3882, de 04 de Novembro de 2009, Reitora da USP é acusada de plágio em estudo sobre vírus,
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=67056.
Os 11 cientistas então gritando que a ¨geny¨ é a jovem doutorando e até já sumiram com a tese dela do sistema. Entrentato, se foi ela, esses nem sequer ensinam o básico da ética e nem podia, posto que, plagiaram da tese dela, a qual é tanto trabalho científico quando o deles, a ¨menas¨…
Parabéns pela coluna. Chamaram a garota de puta. Ora, ainda que fosse puta ela teria o direito de ir à “faculdade” de vestido curto e com maquiagem pesada. O nível dos alunos desta tal de UNIBAN é de doer. Nem parecem universitários. O discurso deles é de indigente mental.
Içami teve seu momento de irreflexão, igualzinho a petistas juramentados que ousam dizer que pedra é pau mesmo que se lhe atire o objeto na cabeça.
Outro comentário propõe CELA aos aloprados logo diplomados.Radicalizo: SELA seria bem melhor.
Tio Rei,
Concordo plenamente contigo no que diz respeito à proliferaçao indiscriminada de cursos superiores de má qualidade em detrimento do ensino técnico. Estamos formando uma república de bacharéis, mas nossas empresas nao conseguem contratar técnicos pela inexistencia de profissionais capacitados.
Quando a Içami Tiba, por ele estamos autorizados a estuprar quem usa biquinis ínfimos nas praias? O topless deve ser entendido como um convite à luxúria?
Segundo o que pensa Icami Tiba , uma crianca com nescessidades especiais que frequenta um instituicao de ensino dita `normal `pode sofrer bullyng porque difere do conjunto. Pois foi isso que li naS ENTRE LINHAS.
Eu pensei que a idade medieval terminara. Agora, vejo que revive.
Quando jovem vi um filme francês que se chamava aqui algo como “O Elefante e sua Tromba Enorme”. Adulto, revi a mesma estória com o título “A Dama de Vermelho”. As questões que se vive hoje no galinheiro que se intitula universidade são medievais e primitivas. A cultura cuidou com humor da sexualidade humana (sensualidade e sedução) nos dois filmes. Hoje, quem deveria se incumbir das coisas que acontecem na Unibam é a Justiça. Todo o resto é um triste elogio às trevas.
Excelente texto, Reinaldo!
Relamente ‘e inaceitavel em pleno 2009, atitudes de intolerancia e raiva, como vimos na citada Universidade.
Inaceitavel tambem, ‘e ver que o Vice-Reitor da “Universidade”, aparentemente ‘e conivente com esta barbarie..
E pensar que dessa “Universidade” sairao , profissionais que trabalharao para o Publico, para empresas importantes, criancas, etc…
Quando achamos que a situacao do Brasil, nao pode mais piorar, com o seus “Lulas”, Sarneys”,”Dirceus”,”Beira Mares”,”Nardonis” da vida, aparecem casos como estes, que nos fazem ver, que o pesadelo continua.
Continuando…
Em suma, o blogueiro no mínimo vê com desconfiança tais pessoas. Pois uma argumentação nesse sentido cheira a preconceito rasteiro, pois desprovido de qualquer fundamento, e me entristece ver esse tipo de comentário neste blog.
Saiba Reinaldo que as pessoas têm história de vida diversa. O fato de uma pessoa não entrar cedo numa universidade não significa que despreze o conhecimento, mas pode ter tido falta de oportunidade, de tempo, necessidade de se ocupar com outras coisas e, até mesmo, porque não, falta de interesse. Mas isso não importa, nunca é tarde para rever os conceitos e recomeçar. ficarei no aguardo de uma resposta sua.
REINALDO RESPONDE
Não venha me atribuir o que não escrevi. Usei a questão da idade como indício de que a universidade está chegando a quem não havia chegado á universidade. Mas disse o óbvio, em defesa dessas pessoas: tem de ser uma universidade de qualidade, não uma cabeça de porco.
o que se fez na Uniban, mostra o descarte de valores tão aclamdos por petitas e afins..cadeia a esses potnciais estupradores…que o individuo não se perca diante da turba..
Reinaldo, concordo em grande parte com o que escreveu. Contudo indomoda-me sobremaneira a pssagem “Muitos dos que concedem entrevistas dizem ter 26, 27, 28 anos — idade em que as pessoas costumam já estar formadas há uns bons cinco ou seis anos.” Acaso qual a relação de causa e efeito pretende-se demonstrar? O blogueiro infere que as pessoas que de fato querem adquirir conhecimento, aquelas intelectualmente honestas, são aquelas que seguem o roteiro “do ensino médio direto à universidade”, com objetivos de vida bem definidos desde cedo. Os que entram no curso superior com mais idade seriam aqueles que não querem nada com nada, possivelmente aqueles rejeitados pelo mercado de trabalho
REINALDO RESPONDE
Respondi à sua questão no post das 9h50 pm. vejá lá
Prezado Reinaldo,
manifestação das pessoas comuns, como vemos nesse link - http://estacaobm.blogspot.com/2009/11/retrocesso-e-barbarie.html -, na linha do que vc falou.
Se aceitar a sugestão, publique o comentário.
Um jeito britânico de não respeitar a diferença, a individualidade. Selvageria também acontece na Inglaterra. Sobrou até para os convidados do casamento gótico. http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/posts/2009/11/04/noiva-gotica-espancada-por-se-casar-de-preto-238065.asp
Sugestão de Enquete:
1. UniRã
2. UnIraque
3. UniTaleban
4. UniBanbi
5. UniBurka
Prof. Sergio.Jr é com certeza um imbecil que dá aula na UnIRã.
Ele quer colocar a USP no mesmo nivel da pocilga que frequenta.
Que fique claro a triste morte acidental de um aluno por afogamento numa brincadeira na semana dos bixos (não era trote coisa nenhuma) na faculdade de medicina é totalmente diferente do linchamento moral e quase físico consciente daquela turba que, eu e ele, sabemos muito bem o que fazem nos botecos das redondezas e que cerveja só não explica a total alucinação da cambada.
O menino da USP era pequenino, estudioso e talvez meio bobinho, afinal não sabia nadar e pulou na piscina. Totalmente diferente daqueles projetos de metalurgico que se vê no video
Tendo criado uma filha e observado perplexo o processo basicamente subliminar de inferiorização da mulher desde o momento em que sua sexualidade começa a emergir (digamos, lá pelos 12 anos), não me surpreende a atitude das moças da Uniban. Concordo com o que foi dito por alguns comentaristas: os homens podem ser machistas e preconceituosos de forma genérica, mas quem geralmente assume prazerosamente a perpetuação das regras tácitas de submissão geralmente são as próprias mulheres - professoras, mães, avós, colegas. Isso vai desde formas sutis de enquadramento (”Vai sair assim, sair agora, fazer isso ou aquilo? Lembre-se que você é mulher!”) até o quase-linchamento da Uniban.
Dessa infâmia da UNB, onde vejo o paralelo com a situação das mulheres nas sociedades islâmicas fundamentalistas, me pergunto, onde está a virtude? Na mulher que se cobre da cabeça aos pés pra se refugiar dos olhos das bestas famintas? Ou no homem que conscientemente respeita a integridade do gênero feminino e não vê em um tornozelo descoberto razão para perpetrar a barbárie?
Caro Reinaldo,
A civilidade é resultado de tantas forças,entre as quais o contato com o diferente:O pensamento,os costumes,as comidas. O homem civilizado deve ser dessassombrado e inflexível quando os princípios que urdem a civilidade são quebrados. O video da UNIBAN é estarrecedor e próprio de um ambiente fechado,de um mundinho isolado onde o pragmatismo tolo gera criaturas estranhas,flores mórbidas.A moça não se fez de coitadinha,de miserável,de minoria.Era apenas ela mesma,de vestido vermelho,olhos claros,vaidosa e contente.Inveja e barbárie atentaram contra ela.
É inacreditável que num país que tem carnaval com tapa sexo de 2 cm e uma das maiores paradas gays do mundo, haja uma presepada dessas. RIDÍCULO!
Como eu venho dizendo desde o episódio, realmente havia alguma coisa anterior. A informação que tenho é que ela teve certas rusgas com colegas (e mais fortemente com uma colega em particular) a respeito dos namorados delas (das colegas). Segundo dizem, foram as moças que incentivaram a confusão. A indigência intelectual de muitos dos rapazes fez o resto do trabalho.
Reinaldo,
Mais uma vez espetacular.
Acho que existe um passo adiante da universidade, onde a moral também anda no ostracismo, que é o próprio mercado de trabalho.
Em diversas instituições, trabalhamos com variadas espécies de canalhas, imorais, adúlteros, fanfarrões.
Isso se chama Brasil, e em qualquer esfera que formos prestar alguma análise, encontraremos algum indício de barbárie e primitivismo.
Abraço!
Reinaldo quando falo que as moçoilas universitárias podem fazer de suas vidas o que quiserem não quer dizer que concordo, não concordo com tantas coisas e elas acontecem, o que eu sei é de MEU pedaço, aqui a banda toca bem diferente e graças a Deus tenho colhido bons frutos de meus pimpolhos(as), reitero, nunca vou concordar com a barbárie que fizeram com a moça porque como você acredito na civilização, chegamos até aqui e devemos nos aperfeiçoar, jamais regredir.
Tem coisas que só acontecem na UNIBÃ
Reinaldo ASSINO em baixo de tudo o que você escreveu.Só mais um detalhe sobre a moça, ela trabalha num Mercadinho e foi com 16 anos pedir emprego e estava lá até essa data, pelo visto usa seu dinheiro também para pagar seus vestidos. Já vi programas,até no Fantástico, que as tais casas mais “sofisticadas” que têm garotas de programas, a maioria delas são universitárias, os pais não sabem, mas elas argumentam que querem sustentar seus “luxos”, é de especular quantas daquelas guardiãs da moral alheia não fazem seu programinha? No Brasil pelo visto temos muitos fariseus. Elas podem fazer de suas vidas o que quiser, o que não podem é querer linchar alguém que resolveu sair de vestido curto.
Azevedo,
Concordo com sua análise no geral, principalmente naquilo que você falou do sr. Içami Tiba. Mas, vou discordae de você num ponto. Na parte do texto em faz uma interrogação (que embute uma afirmação): “A Uniban — e outras universidades do mesmo nível — estão proporcionando à sua clientela uma vivência estudantil que seja distinta do ambiente de onde vieram?”
A maior parte dos problemas relacionados à educação reside num ponto chave pouquíssimo abordado em todas as análises que ouço e leio, mas que a minha sábia mãe passou a vida me dizendo:
“QUEM FAZ A ESCOLA É O ALUNO, NÃO O CONTRÁRIO!!!!”
Caríssimo Reinaldo:
Parei no seu blog por acidente durante uma pesquisa por crimes clandestinos. Fui parar no caso da Geyse.
Não fiquei surpreso com seu inconformismo. Admiro a sua energia rompante ao defender a moça e seu ponto de vista é deveras contundente. Afinal, o blog é seu,uai…
Também não havia ficado com a inocência daquela moça loira, linda, maravilhosa, esplendorosa naquele vestido vermelho exuberante que cometeu um erro grave, quase crime mesmo: estar e parecer estar muito bem num país onde a grande maioria está muito mal…
Incompreensivel a atitude dakelas pessoas, ainda q a jovem tivesse ido nua, n era motivo pra tanto… ha q ponto chega a intolerancia de algumas pessoas! De nenhuma forma a moça ofendeu a honra ou a diginidade dos “estudantes”, evidente q akela revolta é coisa de qm n tem vida pra cuidar.
Belo texto. Na mosca, parabéns.
Daqui a pouco, teremos milhões e milhões de jovens com o canudo na mão, mas sem nenhuma qualificação para o mercado de trabalho e, principalmente, para a convivência civilizada.
Os boçais da Unibando são um bom exemplo.
Reinaldo
Mais uma vez, excelente texto! Acertou na mosca!
Parabéns!
Abs,
LAFC
Com um brucutu como presidente só podemos mesmo voltar à idade da pedra.
Grande Reinaldo,
Esse absurdo produzido pela galera estudantil da Uniban só pode ter como causa o seguinte: a rapaziada de lá não gosta de mulher ( dizem que gosto não se discute mas eu adoraria ter tido uma colega como esta da Uniban nos meus tempos de PUC-RJ) e as mulheres de lá ficaram na bronca pela falta de homem na Uniban e resolveram descontar na garota.
Em tempo: quem sabe se o Içami Tiba fez esta crítica por medo da concorrência?
A função de algumas universidades brasileiras se resume a conceder o almejado diploma, passaporte para concorridos concursos públicos e condição para o direito a prisão especial…
Le Cafard
Agora, um homem feito e uma garota de 12, se eu fosse o pai, partiria para a ignorância. Método taleunibam no cara.
Professor Reinaldo,
Você é demais !
Le Cafard
O estupro presumido de menores sempre tem sido lei, não é novidade. Causa estranheza só o fato do mero beijo em uma adolescente ter sido considerado estupro. Certamente tem de haver mesmo lei sobre isso, o que se pode discutir são certos critérios. Em muitos países leva-se em conta a diferença de idade, é claro que não tem o menor sentido, por exemplo, o rapaz de 18 anos ser considerado criminoso se tiver intimidades (ou relações sexuais) com uma namoradinha de 15 anos quase fazendo dezesseis. É mais uma coisa para se resolver em conversa familiar. Mas a jurisprudência olha isso, e tem sido mais comum a justiça errar pela falta do que pelo excesso.
Reinaldo, acho que você está enganado sobre os chimpanzés: vivem em bandos territoriais que às vezes entram em guerra, mas - se não sou eu que me engano - não é comum que estuprem.
Os orangotangos - esses sim são grandes estupradores.
(Isso tudo para dizer que a universidade em questão estaria melhor na mão dos chimpanzés.)
Stéphano
O Reino Unido, assim como os EUA, passaram pelo mesmo processo de degradação da escola pública pela qual passou o Brasil.
A propósito, já vi pelo menos um filme e um epsódio de série francesa sobre a degradação da escola na França também. Parece que nas últimas décadas isso foi mais geral do que imaginamos.
Olá Reinaldo!
Concordo com vc no diz respeito as nossas faculdades e universidades. São poucas as q podemos dizer formam indivíduos pensantes. Infelizmente a realidade do ensino superior no país está cada vez mais dramática. Ampliaram o ensino mas esqueceram de expandir a qualidade……e com isso vemos essa reação infantilizada de pessoas teoricamente adultas…..serio, isso foi uma reação agressivamente pueril
Me lembra outras formas de loucura coletiva, assim como o nazismo….só q de uma forma brasileira
Ola Reinaldo,
Sempre bom ler seu blog, aprendo muito, fico preocupado com tudo isso acho que coisa ruim vem pela frente.E isso fica evidente qdo vc escuta de um psiquiatra #educador# palavras completamene fora do contexto ele julgou e condenou a menina.Agora eu te perguto,cade, os direitos humanos nesse caso sinceramente estou com medo desse futuro sombrio que nos espera.Me lembra o filme SENHOR DOS ANÉIS a sombra esta por vir e o olho vai ficar nos vigiando, so não entendeu quem e burro…
Esse episódio na UNITALEBAN é só mais um sinal do rebaixamento cultural, da mediocrização intelectual e da maloqueirização social do Brasil e dos brasileiros.
Chesterton
O enterro de crianças vivas é fato conhecido. Foi lançado um filme sobre isso, mas o governo defende a “não interferência”, iso é a punição de qualquer pessoa branca que ajude essas crianças. Dentro das tribos onde ocorre isso, familiares ou outros indios muitas vezes tentam ajudar as crianças condenadas a essa morte horrivel, pedindo ajuda para os brancos ou fugindo com as crianças para algum lugar civilizado. Se você ajudar uma criança nessas condições, o governo lula considerará que você é o CRIMINOSO.
Prezado Reinaldo…
O quê me deixou mais espantado com a situação não foi o fato propriamente dito, totalmente deplorável e fruto de um preconceito hipócrita de pessoas que aproveitam o anonimato do grupo para cometer atrocidades… foi minha esposa CONCORDAR com o quase estupro e linchamento da menina. Isto, inclusive, foi motivo de uma briga horrorosa entre nós!
Não entendo este tipo de atitude… este preconceito horroroso e sem nexo, ainda mais vindo de uma pessoa tão inteligente, tão estudada e preparada quanto minha esposa (está no seu segundo doutorado). Isto está além do “conservadorismo”… não sei explicar…
Atenciosamente
Marcelo Filipov
Os pais, um bando de retardados, defendem as sandices que seus filhos fazem sem refletir o tipo de pessoa que estão criando. Mas daí a Bíblia sabiamente diz que uma árvore ruim não dará bons frutos. Não é o fato de a criança ser criada “sem mãe”, mas é a criança ser criada com “mãe ausente”. Uma mãe presente, mesmo que trabalhe, pode e deve acompanha seus filhos… mas hoje esses ficam largados à própria sorte e alguns acabam nas drogas ou como cidadãos de quinta “catigoria”. Sou a favor das aulas como eram a 30 anos atrás: criança na escola aos 4, merenda digna, aula de verdade como já disse em um post abaixo, esporte à vontade, fluor na hora do “recreio”, reprovação…
A propósito, li comentários matando a pau escolas privadas. Me perdoem, mas me formei em escola privada e sou professor de escola privada: falta de caráter não tem a ver com posição social ou origem da receita da faculdade. Tem a ver com berço! E isso vale tanto para os chimpanzés que subiram nas janelas, quanto para os alunos da USP que mataram um colega durante o trote, e também vale para o diretor da faculdade (que parece se recusar a punir os culpados) tanto quanto para um juiz do Supremo que use a senha petista do “Eu não sabia”.
Caráter não tem a ver com posição social, tem a ver com pessoas.
Lembro de ter lido que várias atrizes não posariam mais para a Playboy se a mulher melancia continuasse posando para a mesa. Ou seja, é a mulher, e não o homem, a raiz de todo a discriminação contra si mesma. Felizmente, jamais tive problema com meus alunos, com quem sempre tive uma relação de carinho mesmo, muitas vezes fui a mãezona que dá conselho… e olhe que estou longe de ser velha. Me preocupo com o que está sendo feito de nossa educação. Nossas crianças são criadas, dentro da atual psicologia, para aprender que tudo as constrange e que trabalhar faz mal (veja o caso da nova lei de estágios).
A cada dia, novas evidências surgem - e nos locais mais improváveis - comprovando que o homem REALMENTE descende dos macacos !!!
Wilson Julian
Que bom saber que o Al Bore esta menos cotado que lutadores de vale-tudo. E pensar que essa fraude quase foi presidente dos EUA. Eu diria que ele está mais é para luta-livre, com aquelas figuras vestidas a caráter, num embate de mentirinha … Num mundo decente ele iria é para a cadeia, em vez de ganhar um prêmio Nobel. A mentira parece ser uma das principais atividades econômicas modernas.
Essa mania de que um erro justifica outro é o “rouba mas faz” do cidadão comum. Pode-se fazer aquela baderna brutal se - acreditam seus acusadores - a moça também é culpada. Fica elas por elas, certo?
É o típico pensamento que aprisiona nossos alunos na mediocridade. Sou professor em escola particular e “ai” de algum aluno meu que tente fazer algo assim. Mexer com a moça, brincar SEM DESRESPEITO é bem diferente de chama-la de “puta” e criar aquela cena dantesca. Há vídeos para provar quem são. Não puni-los é concordar com a palhaçada.
Nesses tempos de kalyuga, logo logo os Talibãs desta universidade (universidade????) estarão exigindo que as alunas vistam burcas.
Onde estão as ONGs dos direitos humanos? Ou correr risco de ser agredida fisica e verbalmente por apenas estar de minissaia não vale um, pelo menos um, pronunciamento desses bravos?
Que ralé moral!
Mais triste é ver que entre os que falam porcaria existe muitas mulheres… que não tem a menor idéia do que é liberdade de ir e vir. Todas elas são moldadas por padrões que não atingíveis ou que são ridículos mesmo… tanto faz. Lembro a pouco tempo a polêmica com a mulher melância. Enquanto não aprovo essa frutarização da mulher, jamais vi discussão sobre isso. Em muitos blogs, ela era chamada de gostosa e deusa, mas massacrada pelas próprias mulheres… que a chamavam de gorda. Medo da concorrência? Medo de um novo padrão? Medo da mudança? Ultraje? Afinal, elas passam horas malhando para ficar com uma barriga de tanquinho e de repente é a “gorda” que fica no pódio.
Olá Reinaldo,
Você disse: “a clientela está empenhada em obter o grau para, quem sabe?, subir na vida, ter aumentado o seu salário, ser promovida”. Esqueceu de mencionar o tal direito a cela especial… Em se tratando do tipo ligado em linchamento, acho que faz mais sentido.
Ainda comentando sobre esse episódio. Sou mulher, primeiro do que tudo, e segundo, professora de universidade pública federal. A moça tem pernas lindas. O vestido não tem nada de mais curto do que o que estamos acostumadas a ver aqui no nordeste. É difícil de entender que mesmo depois de sutians queimados, da mulher maravilha, She-ra, Xena, Buffy A caça vampiros e por aí vai… ainda tenhamos que conviver com isso que ocorreu na Uniban ou com o que ocorreu com a moça cujo namorado filmou sua vida íntima e postou na internet sem o consentimento da mesma, sendo ela massacrada na escola e na cidade. Estamos siimplesmente regredindo no tempo.
Cil
Eu fiz apenas o pré, e foi bom. Não sou contra o jardim de infância, mas sou contra a obrigatoriedade. Cada família deve agir, quanto a isso, de acordo com suas condições e com o melhor interesse das crianças. Conheço crianças que tiveram que ficar em creches ou escolinhas em tenra idade e não tiveram uma boa experiência. Dá medo de mandar as crianças já maiores para essas escolas públicas atuais, quanto mais as pequenas.
O estado devia exigir apenas formação, não ficar se intrometendo tanto e ficar criando normas para quem não precisa. Na maioria dos países desenvolvidos, só se exige comprovação de conhecimentos das crinaças, nem a escola é obrigatória, quanto menos a pré-escola.
Havia inadequação da roupa? Digamos que havia…
Mas a falta de proporções nesse caso é a coisa mais esquizofrênica que eu já vi! Consigo entender um, dois, ou até 5 que tiram um sarrinho, que podem ridicularizá-la, ou ficarem muito excitados também inadequadamente… Fora comentários maldosos pelas costas, normais…
Consigo entender um professor que pudesse chamá-la em particular e aconselhar que o traje talvez ferisse normas de decoro e bom-senso…
Mas o tamanho da manifestação é ridículo, tirânico, kafkiano! Se houvesse manifestações contra o linchamento na mesma proporção do caso, iriam todos para a execução sumária, sem julgamento!!!
…continua
Ocorre que nos dias de hoje, é importante para uma figura pública como ele, ao comentar um caso como esse, deixar clarua sua condenação à agressão. Em outros tempos, talvez não fosse importante, mas atualmente, com a emergência da barbarie, é bom que se condene claramente.
Deixo aqui um apelo ao sr Içami Tiba, e a outras figura públicas: Se comentaram o caso e não explicitaram sua condenação à agressão, que o façam, pelo bem do país.
Corretíssimo em sua análise. Há milhares, milhares de “Geysas” pelas ruas, universidades, escolas até… Ninguém tem o direito de fazer o que estes animais da Uniban fizeram. Na minha época de faculdade (fiz Direito), havia uma moça que toda a universidade sabia que ela era amante de um psiquiatra e estava de caso com um professor - e juiz - do curso. Era do tipo “fatal”, vivia de calças justíssimas, blusas pra lá de decotadas, calcinha atolada e saltos altíssimos… Todo mundo sabia. Até a mulher do dito professor ficou sabendo e deu um pé na b… dele. E aí? Ela passou pela universidade, nem sei se chegou a se formar, mas ela nunca sofreu nenhum tipo de constrangimento….
Estou decepcionada com o sr Içami Tiba!!!Sempre o admirei, o que ele demonstra é que ainda tem muito a aprender… ele sabe sobre o comportamento infantil, mas sobre mulheres…
Ah, essa história deveria lembrar aos cristãos de outra, bem mais antiga, de um tempo em que não havia celulares nem era possível publicar vídeos no YouTube. Naquele tempo, os homens queriam apedrejar uma pecadora…
Quanto a essas pessoas, tem um ditadinho que, ainda que seja classista, se aplica bem porque dá uma idéia do conceito que define esses bárbaros.
“Você pode tirar o homem da favela, mas não vai tirar a favela do homem”.
E tenho dito!
O que me causou mais estranheza nos vídeos, além do fato em si, foi a arquitetura da universidade. De certa maneira, ela reflete o que hospeda. Aquilo é uma escola ou um presídio?
Reinaldo
-Eu também costumo comparar alguns comportamentos humanos com o dos animais, principalmente quando a irracionalidade é muito evidente.
-Quem são os palhaços e quem manchou o nome da universidade senão eles próprios?
-Que moralidade repentina é esta de quem diz que a garota estava vestida inadequadamente?
-Nem que ela estivesse nua, tamanha barbárie seria justificada.
-A questão da roupa é tão insignificante frente a questão da irracionalidade, da histeria e do perigo de agressão, ou ninguém percebeu o perigo?
-A Uniban deve colocar cartazes:
NÃO PROVOQUE OS ANIMAIS
PROIBIDO O USO DE VESTIDO CURTO OU JUSTO
Pelo que ví o sr Içami Tiba não apoiou os agressores. Mas ele, como figura pública, tendo comentado o caso, teria a obrigação de condenar explicita e incisivamente a agressão, e não o fez. Não conheço seus livros, só o ví uma ou duas vezes na tv, e não vou julgar. Parece-me incrivel que uma pessoa com sua formação não considere a agressão vista inaceitável. Suponho, portanto, que ele (que talvez nem tenha visto os vídeos) achou desnecessário fazer uma condenação formal, julgando que todas as pessoas de bom senso iriam condenar os agressores. Talvez ele só tenha comentado de ouvir dizer, sem estar a par de tudo que aconteceu.
continua…
Caro Reinaldo,
Resisti ao máximo em comentar sobre a matéria, mas é inevitável: temos que entender que o berço é o mesmo de onde surgiu um certo molusco, aprovado por 80% do “povo”.
A propósito: UNIBAN é a filial brasileira do TALIBAN?
… continuação
- Ora, meu amigo! Isso também não é problema. Nós oferecemos um vale-curso válido por 20 anos, tempo suficiente para seus filhos poderem frequentar a universidade.
Bem-vindo a UNIBAN!
Na Uniban a coisa deve ocorrer assim: O cara liga para a pizzaria mais pr?xima e pede uma napolitana. De repente, escuta um tu-tu-tu-tu-tu e um atendente com voz bem alegre diz:
- Parab?ns! O senhor acaba de ganhar uma vaga na Uniban!!!
- Uniban? Mas o que ? Uniban?
- Uma universidade! O senhor acaba de obter o direito de frequentar qualquer um de nossos cursos, ao pre?o m?dico de setenta e nove “real” por m?s. Parab?ns, felizardo!!!
- Mas eu j? sou formado e n?o estou interessado em obter outro diploma!
- N?o tem problema! Na hip?tese de o nosso cliente n?o estar interessado, a promo??o ? extensiva aos seus filhos.
- Mas meus filhos s? t?m 3 anos de idade!
…
Excelente texto Reinaldo.
Para quem participou nesse absurdo, leia a reportagem abaixo sobre uma moça espancada no dia de seu casamento só porque resolveu casar vestida de negro. É a esse tipo de gente que vocês se comparam.
http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/posts/2009/11/04/noiva-gotica-espancada-por-se-casar-de-preto-238065.asp
Isso aconteceria na FEA ou na GV? Quem vai discorrer sobre isso?
A Uniban foi vítima de si própria e de terceiros. De si própria porquê sua política é a massa heterogênea. De terceiros porque a massa, em equilíbrio instável, encontrou o gatilho da reação. Mas a Uniban certamente lucrará em médio prazo. Nunca seu nome foi tão divulgado.
Quanto à menina (o gatilho), certamente é vítima. Mas, convenhamos, a galinha caiu no seu colo. Notícias dizem de seu CORPO de advogados (demorou…) – imagino a fila de profissionais que se dispuseram a defendê-la. A mídia a ama. Não estará errada em obter o máximo benefício pessoal do episódio.
É só a sociedade sociedade autofágica. Normal.
Uniban(et.): Uni (unidos) - Ban (ing. banir)
Então Içami Tiba (não merece o c cedilha - derivada indígena - talvez Strauss pudesse, em vida, explicar) falou mais uma grande besteira? Vai vender mais livros aos idiotas que o apóiam. Que porcaria de profissional!
“- Não estou fazendo nada aqui. Só quero o meu diploma” - Que beleza!
Excelente texto Reinaldo.
Para quem participou nesse absurdo, leiam a reportagem abaixo sobre uma moça espancada no dia de seu casamento só porq
Damn! Bem-sucedido foi o balão de ensaio: de Suplicy, conseguimos o rebolado com a cueca vermelha. Ridendo castigat mores. Mas eis que … ó maçada! Malditos sejam, Vicentinho, Marinho e o boteco! Maldito seja, Lumpenproletariat vestibulado! Que a peste recaia sobre suas casas! Por obra de seus archotes e perdigotos, descobriram o nosso plano: fazer Lula subir a rampa com vestidinho cor-de-rosa. Damn!
Bando de animais imbecilizados pela escória esquerdopata.
Reinaldo, como você mesmo diz: “Tempos difíceis estes que estamos vivendo!!!”. Se puder, veja esse texto. Parece muito com o “Azul e Vermelho” que você faz aqui no seu blog. O autor só não chamou o Che de chimpanzé hehehe.
Muitos Ches estão saindo do armário, principalmente na Europa e Eua. O que causa espanto e receio.
É muito triste, mas parece que nossa civilização está realmente caminhando para novas épocas sombrias.
Abraço
Ao anônimo do dia 4/11/2009 às 1:51 pm
Eu e muita gente da minha geração (30-35 anos) frequentamos a escola a partir desta idade. Não vejo problema algum. Fomos para o chamado jardim de infância onde aprendiamos o básico… escrever o nome, conhecer o alfabeto, aprender um pouco de tabuada. Chegavamos na 1ª serie do Primário aos 7 anos já com uma boa bagagem e não essa baboseira pedagógica que se desenvolveu desde lá e que se resume em dizer que tudo constrange a criança… o que resulta nesses touros e pitbulls selvagens que habitam escolas e universidades. Boa parte dos meus amigos daquele época hoje estão bem empregados e são pessoas decentes… você pode dizer o mesmo da sua época… ?
Retirar o homem de pijama foi golpe;
Subir a rampa com o tal vestido foi o motivo;
Veja a que chegamos…
Indignação total. Ela não estava, nem era vulgar e nem indecente. Uma moça linda, gostosa, maravilhosa; deveria ser apreciada na sua plenitude. Era simplesmente abrir alas e deixá-la passar, acompanhando-a com aquêle olhar malicioso e pedinte.
O que se vê é um misto de hipocrisia e inveja; porque naquele momento ela sobressaia e atraía todos os olhares. Ela era o centro das atenções e isto incomodou a muitos e certamente a muitas.
Um lugar onde deveria se reunir pessoas, teoricamente, inteligentes, de repente se comportam numa euforia turbal. O que desencadeou tal fúria? Isto assusta a todos nós!
Recomendo a todos auto-controle com relação ao sucesso dos outros e a ela mudar de faculdade.
é egresso e não ingresso
O nome correto do estabelecimento não seria UNITALEBAN?
Caro Reinaldo:
A UNIBAN de São Bernardo do Campo, pelo ENADE, Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, é uma das piores universidades do Brasil. Não possui um só curso com conceito 5. Mas tem Biomedicina, Engenharia de Controle e Automação e Farmácia na lista negra do MEC, com conceito 1. Com conceito 2, aparecem Administração, Direito, Psicologia, Enfermagem, Sistemas de Informação e Engenharia Civil, pelos quais o MEC deve ter exigido, no mínimo, a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta. Turismo, que é o curso da jovem agredida, tem conceito 3. O pessoal por lá é valente com mulheres, mas estuda pouco. Talvez isto explique um pouco o ocorrido.
Um abraço.
Coronel
O SINDICALISTA ANALFABETO É O MAIOR EXEMPLO DE DESRESPEITADOR DA CONSTITUIÇÃO E DAS LEIS. O QUE ESSE ANIMAIS (SÓ PODEM SER) FIZERAM É CRIME, MAS TAMBÉM FALTA DE PRINCIPIOS E EDUCAÇÃO. PARA ELES, COMO PARA O NORDESTINO, TUDO VALE.
Na verdade, não é muito apropriado dizer que as ruas rebaixam o padrão de civilidade da universidade, pois, pelo relato da moça, na rua ela não foi hostilizada. O padrão da Uniban que é inferior ao das ruas.
Oi Reinaldo, aqui é o seu correspondente em Nova York.
Acho que os chimpanzés já chegaram por aqui… Explico: hoje o Al Gore vai autografar o seu último livro em uma livraria aqui na frente de nosso escritório. A fila na porta hoje é bem menor qo que a fila para pedir autógrafo do Hulk Hogan, aquele gorila branquelo lutador de vale-tudo aposentado, na semana passada. As coisas vão mal para o Al Bore, Arauto do Apocalipse… ter menos prestígio do que um lutador de vale-tudo aposentado é triste. Isso indica que: 1-ninguem dá bola para o Al Bore, 2 - os valores culturais da América não são o que eram antes (Hulk Hogan!!)
Abraços e CORAGEM!
Reinaldo, estou angariando apoio para divulgar essa denúncia que encontrei no Youtube
http://www.youtube.com/watch?v=PmgpInARaTE&feature=player_embedded
Olha, pessoal, não adianta tentar encontrar uma explicação racional para esse episódio, simplesmente porque isso não é possível. Sabem o que acontece? Nós brasileiros enlouquecemos coletivamente, perdemos o juízo, piramos, como povo e como sociedade. O Brasil é hoje uma sociedade, ou melhor, sociedade não, é um bando de loucos dividindo o mesmo lote no mundo.
Pensem sobre isso. O BRASILEIRO ENLOUQUECEU!!!
Ora, como tratar atos de loucura a partir de explicações que demandam categorias racionais? Impossível…
Reinaldo,
excelente sua nova reflexão sobre o crime praticado na Uniban. Não dá para tergiversar. Foi intolerância e pronto. Inaceitável e injustificável, ainda mais por ter-se dado dentro de um reduto que, a rigor, deveria inspirar a reflexão e a civilidade. Fico amargurado com tal prova da “deseducação progressiva” das pessoas. A Uniban reflete o que veio lá de trás: as deficiências na educação básica, o embrutecimento que viceja no ambiente familiar, e - como deixar de falar? - a ignorância de nossos líderes políticos. Espero que a Geysi supere tudo isso e sobreviva às entrevistas ao vivo nos programas asquerosos de TV e aos convites para posar nua em revista masculina. That’s Brazil!
No clube da USP era mto comum (hj nem tanto) mulheres de biquini e top less.
Nós olhavamos discretamente, e depois ignoravamos. Era parte da paisagem. E só.
Se aqueles animais estudassem na USP, as moças de top less teriam sido afogadas.
Só falta as alunas da Uniban assinarem um manifesto anti-feminista contra a minissaia e pelo apedrejamento daqueles que elas imaginam serem os depreciadores do nome da faculade.
Não sei se a Uiban tem curso de direito. Se tiver, imagine se um de seus alunos se tornar delegado ou juiz, e atender a um caso de violência sexual contra uma mulher, digamos, sensual? É bem possível que ele condene a vítima. Estou exagerando, é claro, até porque alunos desse tipo de universidade não passam no exame da OAB; mas fica o alerta.
Constantemente se ouve, entre os machos ralé, a idéia de que as mulheres gostam de serem violentadas. Há uma idéia criminosa de que ao violenta-las, os machos não estariam cometendo uma violência. Donde vem tal idéia? Alfred Kinsey é o autor do crime de ter arranjado uma desculpa para a agressão masculina contra as mulheres (pior ainda, ele justifica o abuso de crianças). Ele mesmo, o queridinho dos bem pensantes e das esquerdas. Talvez seja por isso que a malta dos “artistas” e “intelectuais” se mobilizou para defender Klaus Klinsk, aquele de drogou e currou uma garota de 13 anos (com a complicidade da mãe dela, uma atriz).
li isso agora no uol
“Chávez aconselha venezuelanos a usar lanterna e prevê multas para desperdício” “Se você levanta às três da madrugada para ir ao banheiro, compadre, por quê gastar este pouco de luz? Deixe a lanterna ali, na mesa de cabeceira”, pediu o presidente”
o ensino venezuelano deve ser bem pior q o brasileiro
certamente qualquer oficial de qualquer arma brasileira sabe como se gera energia e como ela é consumida
é um sacrifício inútil e estúpido q esse fanfarrão pede aos venezuelanos
maravilha esse socialismo bolivariano
lanternas p/ ir no banheiro
banho de 3 minutos
muito legal!
falta muito não
fecham as fronteiras p/ os próprios venezuelanos
senão não sobra 1
igualzinho cuba
São Bernardo do Campo é isso:
Fazem dinheiro mas se empobrecem como gente.
Fazem casas, mas não passam de uma roça grande
Fazem universitários, mas continuam ignorantes como animais
Odeiam as Putas, pq querem esquecer que são os filhos delas.
Odeiam as mulheres bonitas pq não são do bico deles.
Provavelmente odeiam as bixas, pq são covardes
Eram batateiros, hoje são uns merdas.
Aquilo é o lixo da metropole…
Não é a toa que a UNIban tem 12 mil pagantes.
E eles ainda pensam que uma mocinha de vestido rosa (não vermelho, viu) denigre eles.
Boa tarde Reinaldo.
Muito, muito interessante seu artigo da Uniban, realmente tivemos alí um episódio de explicita intolerância. Se a moça infringiu alguma norma de conduta, ela deveria ter sido repreendia pela direção da Universidade, e não pela turba de ignorantes.
É que hoje, no nosso Brasil, ignorância é sinônimo de popularidade, diga-se de passagem o nosso signatário maior, que tem 80% de aprovação de seu governo e é o maior representante da ignorância e incompetência administrativa.
Pelo andar das coisas, não vai demorar muito e vamos começar a andar novamente com a clava na mão, fazendo justiça sempre que alguém ousar exercer o seu direito de ir e vir.
Abraço.
De certa forma foi bom essas pessoas [ futuros professores,Engenheiros,Guia Turisticos,Estilistas..]se manifestarem desta maneira primata.Pois mostra que o fascismo ainda existe,porém,com outra cara,o que podemos chamar de hipocrisia.Nem a torcida da gaviões considerada por alguns como baderneiros agem ou agiram dessa forma em tempos de carnaval.E o que dizer então,dos prisioneiros do já extinto,carandiru quando receberam a Rita Cadilacc [que estava com menos roupa]? Tenho certeza que se fosse uma mulher famosa o vestido virária tendência de moda ao invés de imoralidade.Todo esse episódio só comprova o quão grande é a idéia de submissão da mulher em relação ao homem em nossa sociedade.
Reinaldo,
Esqueci de dizer que ontem durante o “jornal Nacional da Grobo” a Uniban veiculou uma propaganda falando de ética, de bons princípios… Fiquei revoltada quando vi. Quem é ou são os donos dessa universidade??? Não tem escrúpulos, nem ficaram com vergonha do episódio… Já estão tentando captar mais “clientes-estudantes” do tipo pitbull estuprador… Atenção estudantes mulheres: ao entrar na Uniban usem véu nos cabelos ou burka e não sejam chamativas nem exuberantes…Fiquem no seu lugarzinho bem quietinhas…Senão…Foi assim que começou o Taleban, os reacionários do Irã, tudo começou com um grupo de universitários radicais…
Prezado Reinaldo,
O Sr. LULLA NÃO TEM 80% NEM DENTRO DO PRÓPIO PT.
Reinaldo, você disse tudo o que eu gostaria de dizer. E com uma sapiência, uma qualidade… Cara, você é demais!
Reinaldo,
Ainda bem que temos o seu blog , só você dá apoio a nossa “imensa minoria” branca, heterosexual, democratica direitista… o caso da Geisy mostra o preconceito e a misoginia que assola a juventude brasileira em geral. Voce tem toda a razão: ai se ela fosse lésbica ou negra(não pode dizer preta, é politicamente incorreto…) Já estava a rede “Grobo” fazendo estardalhaço. Mas a garota é pobre e não tem ninguem que a defenda, ou melhor tem sim: Reinaldo e a turma do blog… Nem tudo está perdido, …
Olá meu caro.
Hoje saiu no Globo.com mais um caso de comportamento de manada, onde agrediram uma jovem por se casar de maneira “não convencional”.
http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/posts/2009/11/04/noiva-gotica-espancada-por-se-casar-de-preto-238065.asp
Estamos entrando em mais um período negro da civilização, uma nova Idade Média talvez.
Grande abraço
Enquanto isso, o chefe deles vai à City vender a destemperada-biônica.
Olá, Reinaldo, confesso, acompanhei, mais ou menos, o episódio. Mas, gostaria de meter o meu pitaco nessa história. Pode ser até que a moça tenha sido vulgar. Não posso dizer que sim, nem que não, pois, não vi. Mas, tenho uma observações a fazer:
1. Será que esse pessoal não tem algo melhor a fazer do que se meter na vida alheia? Estudar, por exemplo. O sujeito cheira e ninguém se mete na vida dele. Devemos respeitar o outro, nesse caso. Mesmo que isso implique em mortes. Como publicou a Veja, quem cheira, mata. 2. Correndo o risco de ser machista, uma moça bonita, com um vestido curto, deveria ser um colírio para a rapaziada. E não motivo de protesto. A não ser que não gostem disso.
Reinaldão,
não havia lido o Içami. Lamentável. De onde se espera alguma ponderação…
Qual será a opinião dêle para o apedrejamento de mulheres, afinal elas eram prostitutas, não é mesmo? Os trajes também deveriam ser inconvinientes.
Diria ao sr Içami: não se pode transigir contra preconceitos. Com ou sem roupas…
Meu Caro reynaldo, estamos vivendo um fenomeno maluco que eu costumo chamar de efeito manada,(parafraseando a bolsa), quando estão reunidos um bando de idiotas, basta um começar a dizer besteira que o restante acompanha, no caso desta menina pode ter se iniciado por alguem que tenha tomado um fora, ou, o fato de estar vestida de modo diferente. São geralmente pessoas estupidas, ignorantes e tacanhas, que se apoiam umas nas outras, pois sozinhas não são ninguem, geralmente andam, quando sós, de cabeça baixa, pois nada tem a oferecer e tudo o que for diferente geralmente é agredido.Prestem atenção ao video não nas figuras centrais, mas no entorno para ver a satisfação dos idiotas.
Caro Reinaldo, não nos cabe, como você coloca, a acusação, o julgamento e o linchamento de ninguém que nos seja desagradável. Voltemos, então, ao tempo da barbárie, da inquisição e da intolerância pura. Fora com os idiotas que vêm sempre uma oportunidade de extravasar seus piores instintos em cima de pessoas simples e notoriamente indefesas. Quanto ao senhor Içami Tiba - especialista em educação psicológica de crianças e adolescentes - perdeu uma boa oportunidade de se calar sobre o comportamento de adultos intolerantes, rabugentos e ignorantes em comportamento social civilizado.
Reinaldo, dá pra comentar sobre essa notícia boçal abaixo?
No site do Globo Online: “Homem é preso e acusado de estupro por beijar garota de 13 anos em Mato Grosso”.
Mesmo com o consentimento dos pais, o rapaz tende a pegar cadeia de no mínimo 8 anos devido à tal nova lei do estupro presumido. É de lascar!!! Eu, aos 22 anos de idade, morria de amores por uma prima de 12 anos, que apesar da idade, tinha um corpo de mulher adulta, além de muito bonita. Quantos casos os há hoje em dia, em que essas paixões devem ser às escondidas a fim de se evitar que os “talebans” tupiniquins encarcerem supostos “estupradores presumidos”? Beijar na boca não pode, vestido curto na universidade não pode.
Errata: onde se lê lugrube, leia-se lúgubre.
Abraço.
Realmente, nada justificaria tamanha imbecilidade coletiva contra essa moça de vestido (rosa?) curto.
Essa execração deveria acontecer todos os dias com aqueles que assaltam os cofres públicos…
Vocês já imaginaram a bandidagem de gravata correndo lá em Brasília com centenas de estudantes protestando e xingando atrás? kkkkkk……
Resumindo: isso aconteceu porque a maioria dos universitários de hoje não são politizados… só estão afim de baderna…
Reinaldo! Parabéns pela análise lúcida e precisa sobre o caso Uniban. Abraços!
A univerÇidade deve aparecer como de propriedade de um fruto cítrico, mas é quase certo que seu dono seja um poítico qualquer. Esses energúmenos lançaram seus tentáculos na área da educação e estão acabando com ela. Montam eficazes maquinetas de fabricação de imbecis diplomados… e de muuuuito dinheiro. Alguém sabe algo a respeito de quem se esconde por trás do grupo primitivo e boçal?
“Toda forma de violência tem histórico e o nosso mostra que a quebra de valores começa na escola.” Charles Martins
Crianças serão obrigadas a freqüentar a escola a partir dos 4 anos. Faz parte do programa de adequação da escola brasileira aos sistema chinês:
http://escolaemcasa.blogspot.com/2009/11/golpe-nos-direitos-dos-pais.html
Reinaldo, o seu comentário com relação a UNIBAN me deixou com a pulga atrás da orelha. Parece ser uma Universidade muito suspeita mesmo. Pode não ser, é claro, mas dá a impressão de uma empresa, muito comum hoje em dia, do tipo que os petralhas, agora no governo, muito apreciam, isto é, do tipo: Vamos fazer uma troca; você dá o que nós queremos e nós damos o que você quer, que tal?
Caro Reinaldo,
Estamos diante de um bando de covardes. Eles parecem ter medo de coxa de mulher. Onde já se viu isso? Agiram com aquele espírito de manada. Covarde ganha coragem quando anda em bandos. Individualmente, caso um deles fosse abordado por ela (a moça do vestido vermelho), em local discreto e apropriado para o amor, talvez ficasse tremendo de medo. Mas, integrado à turba, ganharam a coragem dos covardes e começaram a jogar “pedras”.
É uma mistura de intolerância, deseducação, desrespeito e barbárie.
Um abraço.
Caro Reinaldo,fala-se muito em colocar o Brasil no primeiro mundo mas o primeiro mundo levará pelo menos 50 anos para entrar nos brasileiros,isto é,se mudarem o modelo político e educacional do que está aí.Não sei como você com esta visão do mundo(Brasil) consegur viver aqui,eu mesmo já mencionei que gostaria de viver em um pais civilizado,mas vendo as mudanças que há nos países no momento logo teria que procurar outro lugar.Tallvez sabendo do que iria ocorrer na terra Jesus diz que tiraria daqui os seus discípulos quando Ele diz:voltarei e vos levarei para mim mesmo para que onde eu esteja estejais vós também.
Sou petralha, como você diz. Nem sempre concordo com você, na verdade, quase nunca. Nesse caso eu acho o seu texto perfeito. Uma coisa eu tenho que admitir, sua opinião é sua opinião e não muda em função dos outros. Você se mantém íntegro nesse sentido. O fato de não concordar com você, não significa que não posso te admirar nesse sentido.
Içami Tiba defendendo que se atenda os desejos incontroláveis de crianças mimadas? Daqui a pouco ele vai se juntar aos que acham que a propaganda é a culpada por muitos pais comprarem celulares da moda e não leite para os filhos.
Não é na tal “ÜNIBAN’, seja lá o que for isso, e nem em instituições similares, que poderemos esperar a transformação de aculturados em gente civilizada. Na verdade, esse tipo de universidade, onde o diploma é uma mercadoria que se troca por dinheiro, nunca formará ninguém…
Sobre o caso em questão, pergunto como reagiriam esses idiotas em uma tribo de gente nua…???
Imaginem essas cavalgaduras numa praia de nudismo….
Com todo o respeito, Içami Tiba usou os mesmos argumentos do Taleban para forçarem mulheres a usarem burka. Se não usarem, azar delas, pois provocarão os instintos mais primitivos nos homens.
Reinaldo, brilhante como sempre. Eu, também, acho que atualmente está se dando brecha demais à demagogia. E que a causa principal é a maneira de proceder dos petralhas, principalmente do demiurgo-mor. É o caso do propalado; universidade para todos a custa de muito dinheiro público e muita demagogia. Como você disse, para muitos, o ensino médio técnico seria de muito mais proveito.
Digamos que eu fosse aluno da Uniban e me sentisse ofendido pelos trajes da moça.
- A quem eu deveria recorrer?
- Esperar o dia seguinte e ir a justiça?
- Pediria reparação?
- Como lidar com uma pessoa que não tem bom senso?
- Nesse conflito de direitos como resolver isso?
Pimenta
REINALDO RESPONDE
Não sei a quem você recorreria. Só sei que você não pode se comportar como um linchador. E este é o ponto.
Vou ser sincero meu amigo: EU QUERIA SER ALUNO DA UNIBAN SÓ PARA SER COLEGA DE SALA DA GEISY, POIS ESTÁ ERA A UNICA COISA BOA DESTA “UNIVERSIDADE”. Imagina depois de um dia estressante de trabalho, com a cabeça atolado em problemas, dividas e sem vontade de ir para a “universidade”, você chega na sala de aula e da de cara com uma mulher maravilhosa vestida de mini-saia vermelha - uhuuuuuuuuu.
Abraxxxxxxxxxx
Reinaldo, Vicentinho, um dos próceres do neopetismo, estudou Direito na Uniban. Imagine só o nível do chefe dele, que nem isso fez.
concluindo,
Se o nível do ensino dessas faculdades não é segredo para ninguém, o diploma garante uma cela especial !!!
Reinaldo, você finalmente chegou à questão de fundo: muitas e muitas universidades do país, nesses tempos cabulosos em que vivemos, vivenciam mesmo é o malfadado lema “pagou, passou”. Pegue-se um curso qualquer nessas univerdades e compare-o, por exemplo, com o mesmíssimo curso oferecido na UFMG ou na PU-Minas, que são, desde longa data, exemplos de excelência. Pegue-se o mesmo curso técnico em escolas privadas adeptas do “pagou, passou” e compare-o com o seu êmulo oferecido no Cefet, especialmente o que me formei, o Cefet-MG. Vemos, aqui, a questão de fundo: foi-se o tempo em que as universidades moldavam o caráter discente à cultura; hoje, ifelizmente, impera nalgumas apenas o comércio.
Esse tal de içami tuma, sei lá, não é outro que produz e vende livros por quilo ? Livros de auto ajuda voltados para o nicho de mercado de pais aflitos ? E é psicólogo ?
De fato tais universidades não formam universitários. Impressiona que um acontecimento desse tenha ocorrido em uma universidade, que deveria ser um local de tolerância à diversidade e de respeito ao direito individual de cada um. Se uma universidade não consegue nem ao menos formar indivíduos “pensantes” e desenvolver a tolerância e o respeito, imagine se conseguirá formar advogados, médicos, e outros profissionais.
Reinaldo, muito bom o seu texto que nos faz perceber a letargia que o povo brasileiro está envolvido. Aqueles infelizes “alunos” de uma precária “universidade” convergiram suas energias para promoção de um “protesto” vazio e descabido protagonizando uma cena digna de Nelson Rodrigues na qual eles(as) desejavam ter ou ser a Geyse. Mas, infelizmente, é só isso que suas mentes obtusas conseguem alcançar, assim travestemse de “universitários” que ousaram participar de um protesto e retornam ao seu mundinho com a sensação do dever cumprido, pois atuaram em defesa das suas “convicções”. Enquanto isso o déspota do lula vomita sua verborragia chula, inadequada, incoerente e ditatorial. uma pena
A roupa da garota em questão era inadequada ? Para meu gosto pessoal sim, não gosto de vermelho e prefiro vestidos longos. A aluna deveria ter sido alvo de reprimenda da diretoria da instituição. Nos meus tempos de colégio eu não poderia sequer entrar nas dependências sem a calça com os vincos bem passados, a camisa impecavelmente branca e meu 752 totalmente engraxado.
Mais jamais, em tempo algum, justifica-se tamanha brutalidade. Onde estavam os professores, a diretoria, que permitiu tamanha balbúrdia ??? Ela mereceu, dirão muitos … pernas de fora e um vestido rosa ??? Tudo é permitido, podemos gritar e ameaça-la de estupro !!!
Este é o Brasil da Universalização das Universidades !
Excelente texto, caríssimo.
Para completar, a moça é bonita. Do contrário, teria a lúgrube defesa das feias, sob o argumento da ‘ditadura estética’- é isso mesmo?- e derivados.
Ademais, embora não seja consultor de moda, nada vi de inadequado na roupa da moça. Aliás, basta mencionar que Sabrina Satto, semanalmente, sobe as escadas do Congresso Nacional com trajes mais curtos - o que, enfatizo, também não reputo inadequado - e nada parecido ocorre.
Essas pessoas que julgaram a moça devem ser impecáveis no seu dia-a-dia…
Uma pena que empreguem tanta energia em episódios desse tipo e não agem contra quem usa o dinehiro público para fazer campanha eleitoral e outras sem-vergonhices.
Estatuto da Criança e Adolescente, Estatuto do Idoso, Estatuto do Torcedor… Eu quero o Estatuto da Mulher branca, pobre e heterossexual.
Bom Dia Rei!
Um Resumo simples das nossas universidades e todo seu conteúdo pessoal e material…UNIBAN…DALHEIRA !!!!
Rei,
A tal aluna que fala da rampa, que mal lhe pergunte, tem mãe?
Se tem, lá vai o recado: Ô, minha senhora, faça-nos o favor de EDUCAR este ser que a senhora botou no mundo, sim?
Reinaldo, fiquei com uma dúvida. Na frase “Ora, o racismo também tem raízes psicológicas; a misoginia — ódio à mulher — está inscrito no inconsciente de muita gente.”, você fez o “inscrito” concordar com a palavra “racismo” ou com a palavra “ódio”? Ou a intenção era concordar com “misoginia”, e você acabou se equivocando?
REINALDO RESPONDE
Foi só um erro mesmo, Guilherme. Vou corrigir agora.
abs,
Reinaldo
Rei
Me desculpe a UOL, mas um psiquiatra que vive em programinhas das tardes inúteis da TV aberta…. NÃO TINHA UM PROFISSIONAL MELHOR PRÁ ENTREVISTAR, NÃO?
Fui assaltado! Passei a fazer parte das estatísticas. De arma em punha, me tiraram o pouco do que eu tinha de felicidade em ser civilizado. Ao menos desta civilização que aí está. Ninguém me socorreu a não ser a piedade e compaixão de conhecidos, os primeiros, e amigos, os segundos. Para ser socorrido eu precisaria fazer de parte de uma gangue ou bando, sei lá. Deputados, políticos, policiais, petralhas e, mesmo, bandidos. Não faço. E esta a razão do que me aconteceu. Por não fazer parte de nenhuma gangue ou bando, esta moça sofreu o que sofreu. E o que resta para quem não quer ser violentado? Ser violentador?
Brazil zil zil ziiiiiillll!
É do Unibanco?
O que mais há a dizer, não é mesmo? Estamos como aquele crítico de cinema, querendo discutir o realismo de um filme infantil. Harry Potter, por exemplo. “Pô! Bruxa não existe! Desde quando vassoura voa? E o fantasma, e o fantasma, viram? É um absurdo!” Nós somos o crítico. A Unibam é o filme. Conclusão: Perdoe a minha insistência, Reinaldão, mas é perda de tempo. É tirar a poeira da mesinha da sala com o furacão levando a casa. É discutir lógica em hospício. Isso não vai dar em nada, novamente.
Em muitas escolas primárias não aconteceria àquela cena. Creio que não aconteceria também até mesmo em presídios por aí.
Estamos formando uma leva de “João-ninguéns” diplomados, que só rebaixam o nível profissional e intelectual de muitos segmentos da sociedade.
A expansão insana do acesso ao nível superior no Brasil faz surgir a massa negativa dos “João-ninguéns de diploma”. Perde a sociedade, que vê despencar a qualidade de seus profissionais, ganha certos bravateiros de plantão, e alguns outros pilantras que vêem nisso um negócio e tanto. Os “João-ninguéns” também sairão perdendo, só que eles ainda não sabem disso. Felizmente, para o mercado, haverá sempre raras e boas exceções.
Reinaldo,
O artigo de Ruy Castro publicado hoje na Folha, “Minissaias de 1967″, comprova o que você escreveu:
” víamos com muito prazer o fato de que a maioria das meninas da turma ia de minissaia à aula. Não eram minissaias sóbrias, a menos de um palmo do joelho, como o vestido de Geyse. Eram muito mais curtas. E nenhuma das moças, por mais bonita, fazia aquilo para provocar. Elas eram modernas, liberadas e gostavam de namorar -claro que só namoravam quem quisessem. Algumas liam Régis Débray; outras, Hermann Hesse; e, ainda outras, “Peanuts”; mas todas eram divertidas, inteligentes e politicamente atuantes.”
Pobre Geyse, apolítica, desprotegida de alguma militância de camisas pretas.
Lamentavel o episodio.
E vergonhoso ver mulheres apoiando este ato de barbarie.
Deveriamos nos UNIR contra essa palhaçada. Foi o tempo em que nossas avós eram reprimidas.
Temos o direito sim, de usar saia.
Um absurdo.
Tinha um cursinho para OAB em São Bernardo e havia uma turma que vinham do direito da Uniban. Primeiro que eles não sabem escrever. Segundo, de 40 alunos, apenas 2 passaram para 2º fase. E estes reprovaram também, pois não sabem escrever uma redação; O nível é bem fraco.
Mas interessante foi outra turma. Tive, por problemas financeiros, que encerrar as atividades. Havia uma turma cursando e foram transferidos para outro curso concorrente. Prejuízo ele não iriam ter, mas tinha no imóvel uma ordem de despejo para o dia seguinte e o concorrente era bom e eles fariam o restante do curso lá pago por mim. Quando fui dar-lhes a noticia, viraram bando, quiseram me bater ( não o fizeram pois levei gente comigo pela minha segurança ) e saíram feitos macacos e macacas enfurecidos quebrando tudo, gritando, buzinando e dizendo morte ao —— o nome do curso, para manter anônimo ——;
É, e é realmente preocupante !!!
Saudações, Caro senhor Azevedo, antes de nada, gostaria de elogia-lo pelo blog. É confortante ver críticas de um intelectual que não pensa que a solução para tudo é quebra-quebra e fazer caridade para analfabeto.
Apenas gostaria de perguntar-te algo para um futuro post, não sobre o caso da menina do vestido, mas sim o senhor ter dito ser “contra a universidade pública”. É algo que eu não entendo, uma vez que apesar das deficiências e incongruências(tal como gratuidade para todos), elas são quem fazem a Pesquisa Científica do Brasil.
Eu postaria uma sintese de minhas idéias, mas o limite de caracteres não deixa.
Abraços, e no aguardo de uma futura resposta nem que seja por e-mail.
Tio Rei,
Muito obrigado por publicar minhas “despoesias”!
Quando é mesmo que chega às livrarias seu novo livro, “Máximas de um País Mínimo”?
abçs
O episódio envolvendo a estudante da UNIBAN é um exemplo da hipocrisia,falta de civilidade e alienação dos trogloditas ditos universitários.Pela lógica tosca dessa turba,uma aluna de mini-saia é inconcebível, agora preocupações com qualidade do ensino, o protesto contra a sucessão de escândalos envolvendo o atual governo,o questionamento dos rumos do país, tô fora, política é com os iluminados do DCE e da UNEBRÁS.
Essa macacada que insuflou a “massa”, conseguiu dois objetivos:
1. A promoção da instituição que freqüentam;
2. E o nível de educação que costuma vir de casa.
Um recado pra moça do vestido vermelho: Mova rapidamente uma ação contra a universidade(?!) e contra a empresa de segurança (??) por danos morais. Copie o filme do youtube ou requisite uma cópia diretamente de uma das emissoras de tv e acione criminalmente uma penca do bando que a agrediu (você e suas amigas sabem quem foram os agressores). Se depender dessa instituiçãozinha você não vai ter o resultado que imagina de uma empresa séria, ética e justa. Portanto, evite a conversinha fiada e, cá pra nós, mude de instituição de ensino. Ter um diploma de uma instituição dessas…
Eu não fiquei três anos sentado para conseguir meu diploma e ver ele manchado por causa de uma palhaçada
Caro Touro Sentado,
Seu diploma não foi manchado por causa de uma palhaçada.
Ele já nasceu manchado pelo péssimo ensino proporcionado pela Unitaliban, que é apenas uma máquina de lavagem de dinheiro.
Não mudou nada: você já não conseguiria emprego, mesmo que a “palhaçada” não tivesse acontecido.
Agora, então…
Assisti à entrevista do fantástico à Glória Kalil, percebe-se que ela entende mais de psiquiatria que o Içami entende de moda. Quando for a algum lugar consulte a psiquiatra Glória Kalil e nunca o consultor de moda Içami Itiba.
Creio que o tema é mais sério do que parece. Talvez a saia tenha despertado a fúria incontida de pessoas de má formação intelectual, moral e ética. O pior é que o fato ocorreu em uma universidade. Há cerca de uns 40 anos iniciamos um processo de degradação da educação no país. Nada é impune na vida. Hoje um contingente enorme de ignorantes diplomados, têm posições de (má ) influência em vários segmentos da sociedade.Nas universidades, no governo e na iniciativa privada encontramos lotes desses seres que mal conseguiram endireitar a espinha.Lamentavelmente fatos como esse irão se repetir.O exemplo mais claro está na popularidade do atual presidente.
“Falar abertamente e sem medo”, São Mateus 10. 26 - 33
Não dar trégua para o delírio dessa gente, denunciar essa barbárie que acontece diariamente, apontar aqueles que, ingenuamente ou não, dão asas às cobras, se todos os bons pensantes fizessem como você muitas coisas poderiam melhorar. O que falta é isso, pessoas de visão que reconhecem o campo de batalha e não fogem à luta. Eu posso parecer pretensiosa, mas o que leio nesse blog de escandaloso é o que acontece dia a dia há décadas, parece que engolimos sapos cada vez maiores e não são poucos os que se resignam. Espero que os psiquiatras, psicólogos e professores que por aqui se aventurem tenham a fineza de ao menos reconhecerem o péssimo ambiente que vem nos cercando cada vez mais.
Rei,
A menina esta correndo um risco grande.
Os seus “colegas” estao revoltados porque aquela selvageria que eles mesmos filmaram e postaram no Youtube serviu para denegrir a imagem da faculdade. Ue’, eles esperavam que servisse pra que ? pra exaltar seus altos padroes morais ?
Agora tem bastante midia e um aborrecimento da direcao da escola com a exposicao, nao com o episodio em si. Nao vi nenhum pedido de desculpas por parte da escola ou nenhuma providencia
E daqui a 30 dias ? Essa menina vai estar sozinha no meio desse monte de desqualificados.
Pode ficar ruim. A direcao dessa escola de segunda deveria dar um basta e sinalizar claramente o que houve
Vou mexer em mais um tipo amarra da mulher brasileira.
Quando estive na Europa a poucos meses fiz top les na praia, algo bem comum e normal para o primeiro mundo nas areias das praias. Foi um prazeroso presente que me dei nos meus quarenta e um anos. Acredito que muitas brasileiras aproveitem como eu para fazer top les na Europa.
Até meus vinte e poucos anos, morava em uma casa e tomava banho de sol só com a parte de baixo do biquíni. É prazeroso pegar sol nas mamas, não sentir-se presa pela parte de cima do biquíni é único e não ficar com a marca branca do biquíni em cima é perfeito esteticamente. A marca branca da parte de baixo do biquíni considero charmosa.
Quando começou o movimento feminino mundial pelo top les, fiquei muito feliz. Sendo o Brasil um país tropical, tendo já o Carnaval com sua nudez e cheio de praias, tinha como certo que a moda pegaria por aqui. Acompanhava o movimento entusiasmada, poderia ser normal na praia o top les como já era no pátio da minha casa. Tomar banho de mar com os seios livres já era meu sonho. O meu lado índia vibrava.
Eis que não houve jeito, a moda não vingou por aqui. Por quê?
Conjecturo que tenha sido uma decisão muito mais dos brasileiros do que das brasileiras. As mulheres foram consultadas realmente se gostariam de fazer top les como já faziam as mulheres suas irmãs do primeiro mundo? Creio que não.
A decisão real deve ter sido sim do homem brasileiro. Deviam pensar: Mostrar os seios? Só a quatro paredes, em revistas pornôs, no Carnaval que é um ode aos instintos sexuais, ou, para amamentar, pois fazer o quê? Realmente deve ser muito para o macho brasileiro ver a brasileira de forma corporal tão livre e liberta da escravidão como é uma mulher com os seios livres na praia.
Ontem li A Ciranda das Mulheres Sábias de Clarissa Pinkola Estés. Em um trecho do livro uma velha senhora dos seus mais de oitenta anos tem uma febre muito alta, emocional como diz, que não cede. Já noite ela insistentemente pede à enfermeira que a leve lá fora no frio, na neve. Vencida pelo desejo da velha a enfermeira a leva de cadeiras de rodas até o pátio, na neve, no frio intenso e lá a velha se levanta, deixa cair o roupão e fica nua na natureza, rodando e rodando o corpo até ver uma estrela cadente. Os seios de uma mulher de oitenta anos podem ser muito dignos, um espetáculo como diz a autora. A febre cedeu.
A paz do Cristo.
Rei, faço minhas as palavras da universitária(?) que disse “porque justamente naquele dia ela subiu a rampa?”
Só colocaria algumas modificações:
Porque justamente ele (Lulla) subiu a rampa?
resposta:
Porque tem muita gente descendo a rampa da civilização há algum tempo.
Tio Rei,
Inçani Tiba, o nosso “psiquiatra e educador”, especialista mor das conformidades do irracionalismo bruzundunguence pós-moderno!
Os Doutores do NADA e todo o seu perverso primitivismo!
Concretos do Absurdo In Versus Absolutos
Adorei seu comentário Reinaldo, e quero dizer que nao lei o UOL nem para saber do meu time. Desde que insistiam em chamar o Governo de Honduras de Golpista, decidi por nào lê-los mais. E queria só reforçar o que você disse, que racismo ou preconceito, não escolhe a cor, como Lula escolheu a cor oua raça para a sua ecretaria. Alias, Lula diz que governa para pobre, qdo um presidente deveria governar para os Brasileiros. Se essa moça processa a “Universidade” por racismo, o processo não vai pra frente, pois vão pergntar: Mas que racismo? A srta não é negra!!!Como se o racismo escolhesse a cor. Sei o que é sofre preconceito, moro em outro país, sou branco, mas já sofri preconceito aqui. Abraço
Tudo isso gira em torno do sentimento que mais cresce na nossa sociedade o “umbigocentrismo” (não preciso lembrar quem mais faz isso…mas vai uma dica é barbudinho, veste vermelho e não faz hohoho) , o jovem estudante pobre (ou classe média baixíssima como queiram) não vai a faculdade aprender, vai a faculdade “tirar diploma”, e só quer baderna, essas faculdades empurristas (uniban, uniabc e mais um monte) são meras carimbadoras, o sujeito entra, paga e se forma com uma qualidade de curso inferior a muito curso técnico estadual (como o das ETE Paulistas).
Enfim, agem como chimpanzés e reclamam depois quando são tratados como gado pelas “elites”.
A tolerância com a diferença só é possível quem reconhece a diversidade, turba de aborrecentes e moleques somado a universalidade da ignorância na UNIBAN que deveria ser objeto de investigação quanto aos valores que estão sendo passados nesta universidade mequetrefe. Espero que essa moça retire dessa história as melhores conclusões e que as turbas da UNIBAN fiquem desempregados. Os policiais que escoltaram a moça se comportaram como cidadãos de primeira linha fiquei orgulhosa!
É o analfabetismo funcional chegando, e saindo, das universidades…
Perfeito.
Reinaldo, você disse que ela era minoria.
Minoria sou eu : homem, hetero, casado, pai de 2 filhas brancas., classe média, engenheiro, 47 anos.
Não herdei nada e tudo que conquistei foi unica e exclusivamente por mérito.
Um detalhe :não sou funcionário público, disputo a minha posição todo dia com outros profissionais.
Pago a conta de toda esta bandalheira com impostos indecentes.
Marco
Não seria o caso de propor uma semana inteira com palestras manhã, tarde e noite para esses cidadãos? Uma semana ética e respeito ao outro numa sociedade democrática do século XXI. Chamar alguns advogados, sociólogos, filósofos, psicólogos para trabalhar com esse pessoal alguns conceitos, noções de leis, etc. Há gente ali falando que a moça não se deu o “devido respeito” ao usar tal vestido e portanto ela mereceu. Como se uma pessoa só merecesse respeito e tratamento como ser humano se vestisse uma roupa x ou y. Onde na constituição está escrito isso? Noções de respeito fundamental pela vida humana seria bom, tolerância, etc.
Uma feminista chegou a propor inclusão de disciplina de gênero.
Não Akhenathon ! A UNE Não acordou não. Desculpe, mas o que a UNE fez foi autorizar seu “Departamento de mulheres” a falar exclusivamente em nome delas. Pode! A UNE ainda está no século passado. Suas mulheres só agora deverão rasgar soutiens. A UNE não tem opinião sobre ese assunto, e sobre muitos outros, apenas seu “Departamento de mulheres” é que tem.
Há muitas conclusões a tirar do seu texto. Mas a que vou levar comigo para casa é que, se queremos fazer a inclusão social por meio da Universidade, devemos procurar não só o ensino da técnica (para isso, escolas seriam mais eficientes) mas dos seguintes valores:
1) tolerância,
2) respeito das diferenças,
3) cultivo da reflexão,
4) afeicão a delicadezas e matizes.
Aquele livro “A cabeça do brasileiro” mostrou que, pelo menos até agora, conseguimos cultivar tais valores na universidade, pois a elite cultural declara os itens (1-4) entre os seus valores, diferentemente de quem estudou menos.
Será que daqui para frente perderemos até isso?
Reinaldo,
Como você mesmo diz, não podemos levar a sério igreja - e universidades - mais novas que o uísque que eu bebo…
Reinaldo Azevedo está certo, Içami Tiba errou,
não foram os homens que começaram as agressividades e não se tratam de adolescentes.
Parecia mais uma sociedade matricarcal, como hienas, as fêmeas comandaram a agressão.
O mais engraçado é elas dizerem que queriam salvar o nome da faculdade. Para isto bastava dizer alguma coisa diretamente, numa conversa particular, mas, não, preferiram o estilo MST, Movimento dos Sem Tino. O ataque de matilha carniceira da moral. Estilo esquerda, estilo Zelaya, elas quiseram mostrar que comandam uma democracia mas é uma manada de búfalos.
Parecia um assunto corriqueiro, mas vimos logo de início que podia ter algo ali. Miscigenação hiena-primata-bovino.
Reinaldo, como sempre, você está impecável. Mas acho que a culpa é de alguns biólogos que admitem a existência de traços culturais bem definidos em animais geneticamente mais próximos de nós. Brincadeiras a parte, acho que essa menina deve procurar uma instituição que realmente vise à formação e a educação (em todos os graus de seus alunos).
Tocou na ferida doída e necessariamente, Reinaldo.
Quero apenas acrescentar que, infelizmente, o ensino superior no Brasil é coalhado de classe média adiante (ressalvadas exceções, como o caso dessa jovem, vítima da barbárie animalesca humana). Esses, por seu pragmatismo doentio e intolerância, são os que menos respeitam as instituições democráticas e os que mais votam em favor daqueles que lhe farão favores ulteriores (não crio, com isso, estereótipos; apenas aponto uma característica marcante dessas classes). São as classes onde a lei da selva predomina preponderantemente, uma vez que, um vacilo sequer, os leva a bancarrota de tempos de outrora.
Bem vindo ao Brasil emergente.
Cheguei a enviar um e-mail para Glória Kalil perguntando qual deveria ser a roupa mais adequada para um linchamento. E se ela não achava que estavam trocando tudo. Trocando a questão ética por uma questão de etiqueta.
Ela me respondeu enviando o texto na íntegra que escreveu para o seu site dizendo que a globo teria editado suas falas. O texto completo vai abaixo. Ainda acho que faltou Glória enfatizar mais a questão ética e deixar de lado essa história dos “sinais que as roupas emitem”. Que sinal será que o vestido emitiu? “Venham e me estuprem”?.
http://chic.ig.com.br/materias/517001-517500/517150/517150_1.html
Por quê os imbecis não se revoltaram com o registro de frequência dos Drs. Vientinho e Luiz Marinho?
Foi o fim da picada! Hostilizar uma mulher por ela usar mini saia?
Enlouqueceram de vez!Sem querer ferir….quem fez aquilo são desclassificados….bandidos na verdade!a universidade nao tem nada haver com alunos sem formação familiar…..ter uma moto e poder pagar uma universidade privada…nao qualifica ninguem!
Eh Reinaldo vc é bom demais! o que seria de nós sem vc…mas acho que nem tanto a Uniban, não fôsse o povo de um determinado lugar do Brasil…cruzes!
Se é para falar da adequação da roupa de Geysi, que tal chamar uma consultora de moda?
E foi o que o Fantástico fez! Chamou Glória Kalil para comentar o caso e ainda fez um enquete por telefone para que as pessoas votassem se a roupa era adequada ou não. A enquete deveria ter sido outra: é correto linchar uma pessoa por discordar da forma como essa se veste? Se eu não concordo com determinado tipo de roupa estou autorizado a exigir por vias não legais (da força) que essa pessoa mude imediatamente suas vestes?
Olha, sou Mackenzista, estou para me formar e já vi muita barbaridade dentro da faculdade, mas nada que se assemelhe a tal ocorrido. Não q o mackenzie seja melhor ou pior q a Uniban, mas isso foi o fim da picada… Já ouvi falar de mecânico sendo morto a pauladas por meliantezinhos vindos da região da Rua Amaral Gurgel para prestigiar a popular Mackereta (q é na Rua Maria Antônia, fora da faculdade), mas alguém ameaçar de estupro e coisas do tipo DENTRO da universidade vou ficar devendo…
Quer saber Reinaldo, ando cansado de ser única voz… para mim pelo menos você sabe que a roupa dela era inadequada… então pelo menos defende os mesmos valores que eu defendo, de um jeito diferente.
Então eu vou dar um tempinho até que esse caso termine, vou deixar de assinar o feed, ficar longe de receber provocações de seus textos e vir aqui te torrar a paciência… porque eu não consigo deixar de comentar, e provavelmente te torrarei bastante a paciência, o que não desejo.
Mas obrigado, vi que não bloqueou meu ip… é democrático apesar de tudo. Abraços e desculpa qualquer coisa.
Reinaldo Azvedo está certo, Içami Tiba errou,
não foram os homens que começaram as agressividades e não se tratam de adolescentes.
Parecia mais uma sociedade matricarcal, como hienas, as fêmeas comandaram a agressão.
O mais engraçado é elas dizerem que queriam salvar o nome da faculdade. Para isto bastava dizer alguma coisa diretamente, numa conversa particular, mas, não, preferiram o estilo MST, Movimento dos Sem Tino. O ataque de matilha carniceira da moral. Estilo esquerda, estilo Zelaya, elas quiseram mostrar que comandam uma democracia mas é uma manada de búfalos.
Parecia um assunto corriqueiro, mas vimos logo de início que podia ter algo ali. Misigenação hiena-primata-bovino.
não para deixar de reparar no tipo: enquanto pede para a população não usar luz à noite, aparece cada vez mais gordo, ou “saudável” como queira!!! Não é o protótipo do ditador glutão?!
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1365683-5602,00-CHAVEZ+PEDE+A+POPULACAO+QUE+USE+LANTERNA+PARA+IR+AO+BANHEIRO+NA+VENEZUELA.html
O animal que existe em mim trabalha como burro de carga para o governo!
Caramba…. parabéns Reinaldo, mais uma vez vc mostrou e honrou em poucas palavras a tamanha decepção que estou sentindo em relação a pratica desses jovens que insistem em pensar como animais irracionais. Sobre o video do psicologo da uol, não fique surpreso, afinal de contas ele so esta querendo “vender materias”. Tudo pelo dinheiro, e são capazes de tudo pra isso…, inclusive a de pensar como macacos.
Nos dois posts, vc aponta dois pontos importantes, e que se mesclam. De um lado, a Universidade (inclua aí as públicas) incapaz de incutir valores civilizatórios (é só acompanhar as listas de discussão e as reuniões departamentais). De outro, a incapacidade do Estado em planejar políticas (policy). Apela-se para uma lógica torta de que “cria-se o problema, para que este imponha ao gestor a busca de uma solução”. Isso está na raiz do processo de expansão das universidades tanto privadas (FHC) quanto públicas (Lula). Não há professor com formação científica e filosófica para tanto. As bancas de concurso são frágeis. E a falta de recurso já ameaça o que, ainda construção, tornse-se ruína.
Le Brésil n’est pas un pays sérieux.
Bom dia !!!!
Sou professor universitário há 9 anos. Esta condição é uma realidade nas salas há alguns anos. Fiquei marcado com a frase “… não lhe pago para encher meu saco.”. Refleti alguns instantes e concluí com o aluno: “Você está certo. Sou pago para lhe ensinar apenas o conteúdo da matéria!!”.
O comportamento do jovem universitário é apenas o sintoma do câncer ético e moral sofrido por nossa sociedade, que banaliza mais e mais o respeito entre os humanos. Ao ver a proporção desse sintoma, concluo que o fim está próximo.
Estive refletindo como esse caso tem se mantido na mídia. Quase todos os dias há uma nota em sites de notícia, em jornais, seja por conta de entrevistas da vítima ou dos seus colegas (pró e contra), seja à espera do desenrolar dos acontecimentos.
Uma perguntinha: estamos na época de inscrições para vestibulares, algumas provas já acontecendo, etc. Não poderia ser uma estratégia (torta, eu diria) de marketing para que o nome da universidade estivesse na boca de todos?
Lembra daquele ditado: falem mal, mas falem de mim?
Tendo prevalecido a decisão política que é melhor para este país, um balconista diplomado que o atual ignorante, floresceu com intensidade estas estruturas educacionais e ficou em minoria a universidade, com convívio universitário, onde o discente tem consciência que pertence a uma elite social privilegiada e com responsabilidades conseqüentes em relação ao seu país e a sociedade. A atitude de uma massa de manobra, intolerante e irracional no ocorrido é em função dos indivíduos que a compõe, por serem limitados em conhecimento e com uma escala de valores de baixo nível, ou seja, são pseudo universitários.
Falha minha: misogenia, sem acento…
Quando li a notícia fiquei especilamente impressionado, pois imaginei que ela tivesse algo mais além de se vestir com uma minissaia. Sei lá, tivesse cuspido na cruz, ou xingado a mãe de alguém. Mesmo assim, seria inadimissível que uma turba se reunisse para agredi-la. Mais estarrecedor ainda foi o fato de que seguranças da universidade não tenham tomado uma atitude, e mais que a polícia não tenha instaurado inquérito. Este tipo de intolerância é muito perigosa, especialmente num país que já teve santa chutada em programa de tV, que volta e meia tem uma casa espírita ou centro de umbando invadido. E quem não gosta de perna de mulher bom sujeito não é.
Caro Reinaldo, democraticamente discordo de você sobre diversos temas, bem como concordo outras tantas vezes, como nesse caso da Uniban. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso fica chocada com tamanha selvageria dos ditos universitários. Sou paulistano, mas moro no ABC e estudei numa instituição quase vizinha à Uniban, a Metodista (que, ao menos na minha época, era mais civilizada que a universidade concorrente). Tenho vergonha de ser morador de São Bernardo do Campo. Senti a mesma vergonha, desta vez de ser brasileiro, quando surgiu a notícia há alguns anos de uma adolescente que ficou sei lá quanto tempo presa em uma cela com homens no, se não me engano, Pará. Vivemos uma crise moral!
Parabéns, Reinaldo, pelo excelente artigo!
O que me preocupa é imaginar quantos brasileiros (independentemente da escolaridade) são capazes de compreende-lo, apesar de sua simplicidade.
Prezado Reinaldo Azevedo
Transcrevo abaixo um fragmento do livro que venho elaborando para expressar minha solidariedade a Geisy Vila Nova Arruda e meu repúdio aos docentes e discentes da UNIBAN apropriadamente caracterizados por você como “chimpanzés”.
EIS:
É preciso ser uma Marylin Monroe ou uma Leila Diniz para proclamar, mas é desejo profundo de quase toda mulher bonita ficar nua diante de um homem desejável que ela julgue capaz de puro prazer estético: é o mais raro entre os prazeres que mais as deleitam.
P. S. Nome é destino? O dela inclui VILA NOVA!!!!!!!!!!!!!
ja cabe um novo nome a “universidade”… UnitaleBan
Universitários mequetrefes esses que atuam em bando para escamotear as próprias fraquezas e frustrações. Não é novo, as falanges do ódio e as hienas da intolerância sempre se ajuntam para destruir reputações porque individualmente medíocres e de argumentos insustentáveis. Pior é professor que até fomenta a criação desses bandos para intifadas estudantis de natureza monstruosa, desgraçada e intolerável. Como essa que pode ter desgraçado os sonhos da jovem que foi covardemente apostrofada por “colegas”, e que se viu, enquanto cidadã, violada em seus direitos fundamentais previstos na CF. Minoria sem representação de movimentos mil e o diabo a 4, terá de se virar sozinha, sem eira nem beira.
O vestido não foi o problema, mas a questão crucial é a rampa. Ter subido a rampa não, foi demais.
Inacreditável, inadimíssivel e inaceitável a atitude grotesca, selvagem e repulsiva dos universotários da Unitaleban. E a justificativa então, ” a culpa foi da Geysi, por que ela foi subir pela rampa logo hoje”? A rampa da UniTaleBan dever ser somente para trogloditas e energúmenos em geral. Por lá só não pode subir mulheres de vestido curto… Esse é o mal que assola o Brasil nos últimos anos, uma mentalidade atrasada, reacionária e imbecil que predomina pela “çabedoria das ruas” e pelo culto a ignorância, “virtudes” inatas da esquerda ignorante e do Lullo-petismo putrefato. Mais alguns anos desse desgoverno e dessa mentalidade, e quase todos os brasileiros estarão de volta às cavernas…
Rei. É tudo muito simples: o deboche que vemos em Brasilia está indo para todos os outros lugares. Toffolli comemora sua nomeação para o STF com dinheiro da Caixa e o STF diz que está tudo bem. O Reitor da UNIBan não vai expulsar inúmeros de seus clientes, o serviço é claro: você fica 4 ou 5 anos na Universidade, fazendo e aprendendo nada e paga e pega o seu diploma depois. Se alguns por falta do que fazer - se tivessem estudando não teriam nem tempo para reparar a roupa da moça - resolvem agredir uma colega, é provável que ele expulse a moça. E eu lhe pergunto: estudar para que, quando vemos que alguém com um currículo como o de Toffolli com ” um saber” como o dele nomeado para o STF?
Gostei da lembrança dos chimpanzés. Como dizia o Nelson Rodrigues: “O homem só começa a ser homem depois dos instintos e contra os instintos”. Abraço.
Uma coisa é certa, a tal moça não podia subir a RAMPA. No Brasil RAMPA é para poucos, é imaculada, é pura.
Salve Rei, paz e saúde!
Tem gente que ta confundindo as bolas, têm gente que acha que quando falamos essas coisas estamos defendendo a promiscuidade o que é mentira, as pessoas que se sentiram ofendidas com a roupa da moça poderiam fazer de outro modo, não o linchamento ou o estupro. Quem disse que uma moça que usa vestido curto quer ser violentada? E aquilo nem é o primário hein.
Eu nem precisava falar isso por que o Tio Rei e seus leitores são civilizados, agora tem uma turma por ai que não sabe nem o que está fazendo nessa vida.
Assisti ao video do psiquiatra Içami Tiba respondendo a uma internauta sobre o caso. Sua colocação basiamente foi de que na sociedade cada grupo tem a sua maneira de vestir e que ao se diferenciar disso o indivíduo sabe os riscos que corre.
Em se tratando de um ambiente de trabalho, um cerimonial, uma sessão do judiciário, etc, concordo que haja regras pré-estabelecidas de comportamento e de vestimenta. Mas numa universidade?
Desde quando há vestuário para universidade? Os alunos vestem-se de qualquer forma, desde os formais (que vêm diretamente do trabalho) até os mais ‘descolados’ (bermuda, chinelo e camiseta).
Acho que o psiquiatra falou um amontoado de bobagens, isso sim.
Reinaldo, devo dizer que você escreveu os melhores textos sobre o caso da Uniban. Sou feminista, acompanho blogs feministas e nenhum deles, nenhum, foi tão incisivo na defesa aos direitos das mulheres como você. Agradeço muito.
Muito bom, concordo plenamente.
Não sei a nota que cabe à Uniban, mas acredito que permitir o ProUni apenas a universidades com notas altas seria um bom passo para garantir ensino superior de boa qualidade.
Contra o caso em questão (e mesmo em caso de universidades famosas), acredito que a punição dos “idealizadores” seria o ideal para trazer lei ao “planeta dos macacos”, mas certamente ela não seria bem vista pelos acadêmicos.
Basta lembrar da polícia no campus da USP, quantos professores não se revoltaram com a presença dos policiais?
Apesar de que quem está no meio sabe que a minoria barulhenta dos alunos e professores é unida com os sindicatos dos funcionários da USP.
Reinaldo,
Esta tal UNIBAN é a filial do botequim da esquina?Este são os futuros “Doutores” de porta de botequim,do Brasil atrasado do “bem comum” da era Lula.Estamos muito Mal, com esta proliferação de universidades ruins e verdadeiras caça-níqueis por todo país.
Tio Rei,
No seu comentário sobre Içami Tiba, você diz que quem fala demais dá bom dia a cavalo. Neste caso, considero uma tremenda ofensa… ao cavalo!!! Bichinho manso, simpático, inteligente, e incapaz de fazer essa selvageria que aconteceu com a moça da Uniban! Se o cavalo pudesse falar, acho que ele emitiria opinião como a sua: a moça teria o direito de ser punida pela lei, não por uma horda ensandecida!
Abraços!
Içami Tiba tem um livro chamado “Educando Meninos”, ou coisa assim. Comprei o livro e cheguei à conclusão que poderia se chamar “Fabricando Bandidos”. O sujeito ler dez mil livros e continuar tacanho é um fenômeno humano dos mais interessantes. Mas em uma coisa eu concordo com ele: é preciso estabelecer limites; inclusive para a charlatanice. O Estado Democrático (como tudo na vida) não suporta desequilíbrio entre deveres e direitos. Minha opinião, com a vênia dos recalcados de plantão. Universidade no Brasil foi até 1995, agora é uma teratologia inominável, um verdadeiro vai-quem-quer. Tão triste quanto o Brasil do jegue de Garanhuns.
rEI,O QUE OCORREU NÃO ME PARECE UM CASO ISOLADO,INFELIZMENTE.É A EXPRESSÃO DA DECADENCIA DOS VALORES.QUALQUER GOVERNANTE DE BOM SENSO FICARIA PREOCUPADO AO VERIFICAR QUE O TECIDO SOCIAL ENCONTRA-SE ESGARÇADO.NO ENTANTO,QUANDO OS PRÓPRIOS GOVERNANTES DÃO OS MAUS EXEMPLOS,APOIANDO CORRUPTOS E ATOS DESONESTOS,QUANDO UM PAÍS SONHA EM SE TORNAR UMA REPARTIÇÃO PUBLICA(TODOS QUEREM SER FUNCIONÁRIO DO GOVERNO,POR QUE SERÁ?),QUANDO HÁ UMA “BURRIFICAÇÃO” NOS DEBATES(SE É QUE EXISTM),NÃO SE PODE ESPERAR OUTRA COISA.VIVEMOS NUM PAÍS ILUDIDO,QUE POR SEMPRE TER TÃO POUCO SE ENTUSIASMA COM ALGUMAS PALAVRAS UFANISTAS ENQUANTO A REALIDADE É CRUEL.
…continuando
Esse é um dos motivos pelo qual um homicidio doloso não deveria ser punido com menos de 15 anos de prisão em regime fechado, precisa haver a sensação de proporcionalidade entre pena e crime. Num ambiente de impunidade como o que vemos, se os alunos forem punidos com uma pena forte, a escola vem abaixo, a maioria os colegas ficarão revoltados.
ahm, eu vi, errei a concordância…
Pois é, Graaaaaaande Reinaldo!
Cooncordo em gênero, número e grau com sua matéria ” De homens e chimpanzés”, apena mudaria o título para ” De homens a chimpanzés”, afinal, vivemos numa democracia e todos temos o direito de sermos e agirmos segundo nossos princípios observados os direitos alheios; é o velho mas sempre atual meu direito vai até onde inicia o direito alheio.
Mas reflito um pouco sobre o exemplo de certos políticos, que agem de forma até ilegal.
Tudo isso não será reflexo desses exemplos????
Forte abraço
Outro dia vi em uma vitrine um vestido(só que era verde) parecido com o de Geysi e pensei, por causa de um vestido desse, uma jovem quase foi linchada e morta. Depois de ver muitos jovens liberais e exibicionistas por aí (praticamente transando em lugares públicos), vejo que as coisas não são bem assim…Não sabemos o que rolou de fato na UNIBAN, se a moça frequentemente gostava de provocar e chamar atenção de seus colegas. Se ali de repente o instinto ancestral dos seres humanos aflorou, onde os machos disputavam aquela fêmea que só os provocava e nada mais e as outras fêmeas invejavam a “desenvoltura” da fêmea vistosa e provocativa? E todo mundo decidiu se vingar naquele dia? São um monte de “se isto ou aquilo”, porém NADA justifica a selvageria. Quanto as frases… “Mas ela é só o pior tipo de desassistido que há hoje no Brasil: mulher, branca, pobre e heterossexual. Ou seja: ela é o verdadeiro negro do Brasil.” ou “Se ela tivesse os olhos azuis, então seria acusada, também, de ser responsável pela crise econômica mundial.” A intenção de defender a moça é válida, mas as frases estão carregadas de preconceito. O mais importante é a Educação Familiar, não importa se a família é de origem européia, africana, asiática, rica, pobre, miserável, etc. Ou se a pessoa é hetero, homo, bi, tri. O que se vê são pessoas procurando desculpas para extravasar o que há de pior dentro de si. A selvageria prolifera pelo mundo e o Brasil não é o único em demonstrações “animalescas”.
Não haverá punição, ou será muito leve. Qual o motivo? Se ele tivesse sido assassinada por algum colega, sozinha em uma sala, qual seria a pena? O fulano não ficaria preso um ano e meio (depois viria aquela coisa de “progressão” que vocês sabem. Se fosse atropelada por um colega bêbado, qual seria a pena? Cestas básicas…
Note que a pena minúscula para assassinato impõe um certo “limite” (pelo menos em termos dos crimes mais visiveis, que aparecem na mídia). Se sair na mídia “Alunos condenados a três anos de cadeia por destratar loira do vestidinho vermelho”, milhões pensarão: Conheço um fulano que foi morto a tiros (ou atropelado em um racha) e o assassino ficou praticamente numa boa.
A UNE acordou!!
http://www.une.org.br/home3/movimento_estudantil/movimento_estudantil_2008/m_15563.html
Em 1975 estudei em uma faculdade privada em Brasilia.
Já naquela época sentia na escola privada um “cheiro” de tinta de dinheiro!!!!
Bah, Tio Rei !
Tô ficando afiado ! Tenho chegado a algumas conclusões muito semelhantes às suas ANTES de te ler !
Uhu ! ! !
Essa garotada, incentivada pela falta de cultura e educacao dos lideres do pais (leia-se lula), nao reclamam dos impostos, da violencia, das falcatruas dos politicos, da roubalheira generalizada, da falta de politica de educacao, da falta de incentivo a cultura, da falta de etica e ate mesmo do exorbitante custo da mensalidade “escolinha” (me nego a chamar aquilo de universidade).
O problema ,meu amigo, eh que o brasil (letra minuscula de proposito) esta sendo invadido e transformado em cultura evangelica e catolica onde o sexo ou mesmo erotismo eh proibido pelas liderancas religiosas (pastores e papa) que alegam ser coisa do diabo. Veja so essa tal de marcha de jesus. Ridiculo.
Içami Tiba? Bem, de um país cujos “especialistas” são magos da auto-ajuda o que se esperar?
E pelo visto a cretinice não tem fim. No Estadão, hoje:
“‘Como mulher me sinto constrangida com essa repercussão toda. Ela denegriu a imagem da faculdade. Por isso o retorno vai ser difícil’, disse a estudante de Moda Carolina Angeli.”
Essa moça que tenha cuidado, pois pelo andar da carruagem ela pode ter problemas com sua segurança. Na avaliação dos trogloditas, ela é culpada e o linchamento ainda não terminou.
Roma começou a cair quando os bárbaros já estavam infiltrados no Império.
Parece que está sendo impossível a universidade fazer o papel do padre Anchieta.
é içamitiba, she was asking for it…..
tsc tsc tsc
Tudo isso, na devida escala, me lembra um FILME que deu o Oscar a JODIE Foster, o The Accused (88), “ACUSADOS” no Brasil. Baseado em uma história real de 1983.
Os jugalmentos morais acabam caindo pro mesmo lado.
Se fosse no filme, Dr. Tiba seria chamado para livrar a barra dos rapazes no Tribunal.
TEORIA DO BANDO
Atacando em bando, unibando, cada um se protege. Se vinga de qualquer coisa, da sua mediiocridade individual. Quando peixes se protegem em bando, fica mais dificil ser escolhido. Fica mais facil pra o predador comer ou será que o confunde? É a teoria do bando. Quando um grupo de chimps ataca e a testosterona comanda, o efeito bando demonstrativo de força e raiva impera. Ja há um individualismo chimpista aí. Cada um assume seu terror. Isso difere o homem do chimpanze. Chimpanze assume, homem se esconde. Estamos mais perto dos peixes.
O espírito dessas escolas pode ser resumido assim:
— Se tudo o que compro é entregue, por que não o diploma? Se eu pago, quero a mercadoria.
Disso decorre o grande medo pessoal: quais, dentre elas, têm faculdade de medicina? Imediatamente depois, mas não menos sérios medos: quais, dentre elas, têm faculdade de direito, de engenharia, de química, farmácia, odontologia, entre outras? Em resumo: medo dos diplomados, porque têm privilégios na cadeia.
De um texto sensacional destaco a seguinte frase:
Houve um tempo, e havia certa ilusão naquilo, em que a universidade sonhava poder elevar o padrão de civilização das ruas; hoje, são as ruas que rebaixam o padrão das ditas universidades.
Isso define os tempos atuais do Brasiu-siu-siu: rebaixamento total das instituições, da ética, da moral, da vida cotidiana, da convivência, de tudo
Tristes trópicos…
TEMPESTADE
Em copo de agua. Coisa tao facil de ser resolvida.
Eu sei que muitos ja deram essa ideia. Basta adicionar
mais letras: UNIBANDO, UNIBANDALHEIRA, UNIBANDERNA (liberdade poetica), UNIBANIMAL, UNIBAN (fica assim mesmo), o nome ja é tao ruim como siglas comunistas.
Texto grande. Texto bom. E evidencia um novo tempo. Aliás, não tão novo assim. O tempo em que a universidade se tornou um lugar “anti-conhecimento”. Seja a pública, seja a privada. O saber está hostilizado. E isso é institucional. Afinal, vem do mais alto poder da república.
Se a universidade não está defendendo o (sub) marxismo e suas vertentes (mais) criminosas, defende essa grosseria da UNIBAN. E ela não vem apenas assim. Assume outras caras também. E, pode acreditar, o linchamento desta moça não é a pior delas.
Eu, que pretendia fazer um segundo curso superior, nessas horas fico reticente. Fiz o primeiro numa federal e agora pretendia fazer numa particular por comodidade. Tou desistindo.
Bom dia e parabens pelos comentários. O que aconteceu na Uniban é um reflexo de como nosso ensino superior esta podre. O aluno entra na Universidade somente tropeçando na porta e o que interessa a ele é somente tirar o diploma. Sem levar em consideração o aprendizado que deveria absorver durante o curso. E o metodo de muitas escolas é de aprovar o aluno para não perder o pagador de mensalidade. Uma sugestão que pode ser até irracional “GEYSI talvez voce devesse usar uma BURKA para mostrar principalmente a outras mulheres o que é ser oprimidade e não terem oportunidade de se vestir bem, pois a maioria dos comentarios de mulheres foram que voce estava vestida inapropriadamente para o local.
Se fosse lésbica ou negra não teria havido a manifestação dos “estudantes” pois eles já sabem o que acontece quando se cutuca alguém dessas “minorias”. Eles seriam massacrados, tando por ONGs quanto pela “mídia”.
Bom dia. Raramente leio algo assim. Senti-me compelido a comentar. Toda essa questão torna visível a ponta de um dos muitos icebergs nos anos recentes, nessa nova filosofia política de governar. Uma filosofia que prima pelo descaso com a verdadeira educação, aquela que realmente capacita o profissional, que o universaliza. A Educação verdadeira necessita que os postulantes ao ensino superior tenham uma base mínima de conhecimentos, a ser adquirido nos cursos fundamentais e médios. Ocorre que incapaz de prover qualidade a esses níveis (por diversas razões, entre as quais a má formação dos professores), optou-se, o governo, por facilitar o acesso, criando vias obtusas.. (falta espaço p/ escrev
Rei, novamente seu texto é um oásis nessa amplidão desértica…esses episódio da UNIBAN só deixou meu espírito num corpo de 33 anos mais combalido, mais descrente.
Lembro de uma comunidade do orkut chamada “mulher so f#de o trânsito” , tentei por várias vezes denunciá-la, inclusive havia ( não sei se há ainda) um site que se diz especializado em acolher agressões no mundo virtual.Pois bem, Reinaldo a forma de fazer a queixa era de certa forma restrita, você tinha algumas opções para caracterizar o tipo de agressão e veja só havia opções assim ( sem possibilidade de descrição livre ) : racismo, homofobia, incitação ao ódio, agressão aos animais etc…, e nada sobre : misoginia. (cont)
(cont) Após isso você podia especificar dentro as opções acima o tipo de agressão.
Nós, mulheres e homens brancos, pobres ou classe média somos os verdadeiros dalits nesse Brasil, não há ONGS que nos proteja, somos apedrejados verbalmente no mundo virtual pelos humanistas em prol do bem-estar social, já que tudo é culpa da “elite branca”.
Vivemos tempos sombrios.
ERRO DE DIGITAÇÃO.
Bom dia Dona Reinalda, está no terceiro parágrafo de “Voltando”
O fenômeno precisa ser mais bem-estudado, mas intuo que são pessoas que estavam [foram] do ensino(…).
PS. Que texto valioso!
Me choca saber que isso aconteceu no pais’ da mulher pelada, do carnaval, do samba, do calor escaldante, da sensualidade e da tolerancia. A muito a face da nacao brasileira vem se transformando para pior. Uma nacao de cinicos, hipocritas e, pior ainda, com diploma universitario. Realmente, “Tristes Tropicos”!
Na minha humilde visão o que ocorreu ali nada mais foi do que reflexos de um fenômeno que, ao que parece, não está muito bem entendido ainda pela sociedade. Trata-se do filho criado sem mãe. Ha cerca de 40 anos boa parte da sociedade brasileira entendeu que a mãe deveria também trabalhar fora para ajudar o sustento da casa e etc. Ótimo. Mas eu sabia que mais cedo ou mais tarde a propria sociedade sofreria as consequencias desse, digamos, avanço social. O que vemos hoje? Crianças educadas por babás ou em creches (sem nenhum preparo profissional) que quando se tornam adultas não trazem em sua formação nenhum ou quase nemhum resquício mais elementar dos valores familiares. (continua)
Não acho que o que ocorreu na UNIBAN seja exclusividade de Universidades particulares. Já vimos demonstrações de intolerância, por exemplo, no episódio da invasão da Reitoria da USP - onde os alunos ignoraram o diálogo, invadiram, depredaram e saquearam. Outro exemplo foi o dos formandos de medicina da Universidade Estadual de Londrina que resolveram fazer do hospital universitário um local para comemorações e baderna - numa demonstração de total desrespeito para com os pacientes que ali estavam. E ainda - o que não dizer do sadismo dos trotes que ocorrem nas Universidades públicas? De uma forma pessimista, acho que estamos diante de um padrão de comportamento universitário caracterizado por uma total alienação e desprezo pela Sociedade.
Será mera coincidência que o rebaixamento do padrão das universidades — e do ensino de um modo geral, bem como da ética e da moralidade que deveriam ser inerentes às instituições democráticas e do Estado de Direito — estejam acompanhando a evolução e a “hegemonia” do lulo-petismo? É possível que o bolivarianismo — que hoje grassa entre as incipientes “democracias” da América Latina —, na impossibilidade de medrar aqui como lá, tenha encontrado no Brasil uma forma (clandestina, é claro) de esquerdização da sociedade?
Estarei com mania de perseguição, só porque sou um liberal?
Reinaldo desculpe estar fora do contexto, a pergunta é retórica, mas por que o Marco Aurélio, já faz tanto tempo que não tenho mem mais certeza se está com ele, está chocando o processo do Cezari Battisti por tanto tempo? Se me lembro, ele prometeu seu voto publicamente para duas semanas.
Sinceramente, até agora eu não entendi lhufas do que aconteceu. Reagiram porque a moça estava de vestido curto, vermelho e sensual? Pô, Rei, no Brasil!!! Putz, esse ataque histérico de indignação postiça no país da sacanagem, da putaria, do carnaval orgíaco, do turismo sexual, dos tais “bailes” funk, onde as moças (inclusive de classes média e alta) vão sem calcinha, já preparadas para cruzar com uma penca de homens em uma noite?! E neguinho está histérico com o vesto da garota? NO BRASIL?!!! Sinceramente, eu não entendi… Até porque a, digamos, moda do bordel virou algo comum entre as descoladas, não é mesmo?, e não me consta que ninguém se incomode com isso. Esse país tem cada uma…
Esse comentário do Robes Mendes, retirando uma citção sua (Reinaldo) mostra-nos um dos pontos mais importantes nesta questão, que é o novo racismo atual e que ninguém vê, nem os “católicos” que citei acima.
“É ISSO AÍ!:
‘Mas ela é só o pior tipo de desassistido que há hoje no Brasil: mulher, branca, pobre e heterossexual. Ou seja: ela é o verdadeiro negro do Brasil.’
Se ela tivesse os olhos azuis, então seria acusada, também, de ser responsável pela crise econômica mundial.”
Augusto Primo
“Mas ela é só o pior tipo de desassistido que há hoje no Brasil: mulher, branca, pobre e heterossexual. Ou seja: ela é o verdadeiro negro do Brasil.”
Há como não te amar?
Somente os chimpanzés estão autorizados a subir aquela rampa?
Meu amigo!!!!
Eu fiz Engenharia da Computação e na minha sala havia 43 homens e 1 mulher. Era a maior tristeza olhar para os lados… A única coisa a fazer era olhar para o quadro e prestar atenção na aula… hehehe. Olha que teoria massa: “os alunos baderneiros são, na verdade, pessoas com baixa capacidade de concentração e que não queriam se distrair durante a aula. Por isto se revoltaram com a moça que estava trajando mini-saia….”
Abraxxxxxx
Se queres ver chipanzés exibindo seus instintos, então procure no youtube por ‘miss bixete’. Boa parte dos vídeos que retornam são da USP-São Carlos (Centro Acadêmico CAASO).
Quando ví aquele grupelho com narizes de palhaço me perguntei o que significava aquele protesto naquele contexto. Antes de ler o texto, achei que protestavam contra a universidade, que faz corpo mole pra identificar os responsáveis. Achei, ingenuamente, que eles queriam passar o episódio a limpo.
Qual não foi minha surpresa ao constatar contra o que protestavam. Concordo que a garota deveria voltar a faculdade e encarar o debate, seja com seu advogado ou com guarda costas, mas aquele grupelho fazer esse papel idiota? Aqueles são os que, ao tirarem os narizes vermelhos, tornam-se ainda mais palhaços.
Johnny
Outro tipo de questão é em relação ao tipo de edução que os pais estão dando aos filhos, veja os exemplos:
1) Professora manda aluno pintar para rabiscada! Pais se revoltam com a professora e a imprensa apoia os pais linchando moralmente a professora.
2) Professora pede aos aluns para limpar a sala a fim de entreguar a outro turma um ambiente limpo! Pais se revoltam, novamente a imprensa ajuda no linchamento moral dos professores.
E por ai vai cheio de exemplos onde alguns professores, não estou defendendo a classe que tem bons e maus exemplos como todas, tentam ensinar respeito e os demais desrespeito.
Tio Rei, pra mim está faltando algum detalhe nessa história. É presumível que várias outras moças da UNiban usem trajes mais ou menos sumários como a Geisy; alunos, professores e funcionários afirmam que a moça sempre se vestiu assim e se portava de forma provocativa. Por que só agora essa explosão de intolerância? Mais: por que professores, alunos e funcionários são unânimes em condenar a moça? Por que dentre tantas alunas (muitas bem mais atraentes) ela foi a escolhida para ser hostilizada? A imprensa pra variar está deixando de contar a história toda para transformar a moça numa mártir da liberdade de expressão. Alguma coisa não fecha, só temos a certeza de que houve um crime e nada mais.
Olá Reinaldo … Me considero conservador e valorizo e muito a modéstia, mas eu sou inteligente também e não só conservador, e sei que minha opinião é minha e ninguém pode ser julgado por ela a não ser eu mesmo. Concordo totalmente com o que o senhor vem dizendo acerca deste caso desde a outra matéria já publicada, aquilo foi uma barbaridade e não aceito em hipótese alguma a teoria de que a culpada foi a Geysi. Mas o que me deixou muito mais chocado foi encontrar em blogs e comunidades do orkut que se dizem católicas as pessoas justificando o acontecido e dizendo que ela realmente foi a culpada, ou seja, que porcaria (acho que não posso falar palavrão aqui neh) de católicos são esses?
O “conflito de “sombras” ou “o mecanismo vitimário”.
“Sombra” é a definição empregada por Carl Jung para designar “a parte inferior ou menos recomendável” do indivíduo; o “irmão oculto”. Com isto procura expressar que a sombra corresponde ao conjunto de nossas reações primárias, procedentes da época selvagem da humanidade. Seu significado é demoníaco e sinistro: é o Mefistófeles, de Fausto. É sempre pela violência, pela expulsão de alguém que se efetua a resolução da crise, o retorno à diferenciação. O grande repositório mítico da memória ocidental, quer dizer a Bíblia, está recheada por metáforas de crise, do “todos contra um” da violência coletiva. Em todas as grandes cenas do Gênesis e do Êxodo, existe um tema ou um quase tema da expulsão ou do “assassinato fundador”. É particularmente evidenciado, está claro, no caso da expulsão do paraíso terrestre; é Deus quem assume a violência e que funda a humanidade, expulsando Adão e Eva para longe dele. O mito de Caim se apresenta da maneira clássica. Um dos dois irmãos mata o outro e a comunidade cainita é fundada.
Na benção que Isac dispensa mais a Jacó do que a seu irmão Esaú, estamos ainda diante da resolução violenta do conflito entre irmãos inimigos, e o caráter sub-reptício da substituição, uma vez descoberto, não compromete a resolução. Esse traço sugere o caráter arbitrário desta resolução. Pouco importa, em definitivo, quem é a vítima, contanto que haja uma vítima. De vez que a única vítima traz a reconciliação e a salvação, já que ela devolve a vida à comunidade, compreende-se facilmente que o tema do único sobrevivente em um mundo onde todos perecem possa corresponder ao mesmo que o tema da única vítima extraída de um grupo onde ninguém, sem ser ela, perece. É a Arca de Noé, única salva pelo dilúvio, para assegurar o reinicio do mundo. O Dilúvio se situa no prolongamento de uma escalada que comporta, como sempre, a dissolução monstruosa de todas as diferenças. É Ló e sua família escapando sozinhos à destruição de Sodoma e Gomorra. A mulher de Ló transformada em coluna de sal reintroduz nessa história o motivo da vítima única. Porém a cegueira dos exegetas bíblicos é mais paradoxal ainda e mais total do que o das ciências humanas, pois eles têm diretamente sob os olhos, no texto que eles pretendem decifrar, a chave da interpretação correta, a chave de toda interpretação, e eles recusam obtê-la; eles nem mesmo se apercebem das possibilidades incríveis que lhe são ofertadas.
É o Amor, ou Compaixão, com efeito, aquilo que verdadeiramente desmistifica, pois ele restitui às vítimas sua humanidade. Mas, longe de se representar aí uma renúncia a toda racionalidade, um abandono ao não-saber, o amor é ao mesmo tempo divino e o fundamento de toda verdadeira sabedoria. Apenas o amor é verdadeiramente revelador, pois ele escapa ao espírito de “revanchismo” e de “vingança” ou das “projeções” que caracterizam ainda esta revelação em nosso universo e que lhe define os limites categoriais, exatamente para aí estabelecer uma arma contra a Sombra.
Uma vez, fui a unicamp conhecer o grêmio, fiquei decepcionado, só havia revistas pornográficas à exposição.
Depois os carica diz que paulistano é tudo provinciano e os mano fica de bico, meu.
Parabéns Reinaldo pelas palavras. Vendo situações como essa, me bate certo desanimo em relação ao ser humano. Uma vergonha isso acontecer em pelo século XXI, em uma universidade, num dos estados mais avançados do Brasil.
Entendo que os cursos desta “universidade” precisam com urgência de aulas de ética, sociologia, filosofia, enfim, de aulas de como se comportar em sociedade.
Poderiamos aprofundar essa discussão, afirmando que isso é reflexo de uma sociedade onde a justiça não julga, o legislativo não legisla e o Executivo… bem, o Executivo… “prefiro não comentar”, sairiamos do foco de tamanha intolerancia.
Nesse acontecimento lamentável que demonstrou, como voce assinala com incrível argúcia de sempre, o que falta nas nossas instituições de ensino, a algo que, para mim, ainda não está explicado: o motivo de fundo e, o clique momentaneo que levou à catarse do comportamento brutal, típico das manadas. O vestido ousado de uma moça poderia, por si só, gerar essa reação? A algo a mais, que, para mim, ainda não está perfeitamente identificado…
me admira muito esses mesmos estudantes que veneram “mulheres frutas” na TV pensarem que tem o direito e a moral de julgar um vestido vermelho!
Houve tempos em que a defesa de estupradores alegavam que a vítima tinha sua parcela de culpa por haver provocado o cliente acusado. Esses tempos estão de volta. Quem faz alguma consideração sobre a roupa da moça certamente tem essa mesma mentalidade.
Reinaldo,
A UNIBANBAN eh a cara do Brasil atual, que a eh cara do governo, que comecou no ABC.
Aluno da UNIBANBAN precisara de teste psicologico e psiquiatrico para conseguir emprego. Ou, como queiram, so de palhaco mesmo.
Parece que ja teem o uniforme. Eh isso mesmo?
Nunca me decepciono com você, infelizmente. Infelizmente porque muitas vezes me sinto tão desajustada que até gostaria de ler uma opinião sua contrária à minha, pelo menos assim eu conseguiria ver alguns bons argumentos contra aquilo que eu penso. Tenho a impressão de que as pessoas estão ficando cegas e surdas, não enxergam nem ouvem nada. Lamentavelmente, porém, não estão mudas, então saem por aí todas repetindo as mesmas bobagens.
Esse caso da Uniban até evito comentar. Até agora só ouvi condenações a Geysi e defesa dos agressores. Mas você disse tudo: A moça é branca, pobre e heterossexual. Só faltou o da zelite, Reinaldo, afinal de contas ela é universitária, esqueceu?
É como Paulo Francis dizia: “A função da universidade é criar elites, e não dar diplomas à pés-rapados”. O ensino brasileiro é guiado pelo “princípio do achatamento”, é “ensino de baixa qualidade para todos”.
Você disse tudo: “Mulher, branca e heterossexual”.
No Brasil de hoje, NÃO PODE.
Para poder e ter poder só se for “dos iscluido”.
Viramos um paiszinho de m*¨@a!
Reinaldo tenho 45 anos e voltei a estudar, estou fazendo o segundo ano de direito, conviver com aquela universalidade de pessoas e pensamentos é muito interessante, jovens que são, e pra variar jovens são na sua maioria bonitos, constumam despertar naqueles desprovidos, da dita beleza, muita inveja e outras coisas mais, o que eu vejo no ocorrido alguém é desafeto, por qualquer motivo, da moça e o resto é definido por José Ingenieros “O homem medíocre é uma sombra projetada pela sociedade; é, por essência, imitativo, e está perfeitamente adaptado para viver em rebanho, refletindo rotinas, preconceitos e dogmatismos reconhecidamente úteis para a domesticidade”.
Puta Texto!!!
Devia ser impresso e distribuido na Uniban…
Caro Rei,
Nem se estivesse usando burka. O que aconteceu na UNITALIBAN , na minha opinião, não foi somente uma quetão de tamanho ou cor do vestido, foi pura manifestação de selvageria. Se um começasse a chutar a menina, os outros fariam o mesmo, mesmo sem saber do que se tratava, eles querem é chutar na cara. A voz do povo é a voz da intolerância, da barbárie,do genocídio. Deus me livre da voz do povo.
Reinaldo,
Mas que baita “biçurldu” essa “piniãum” do “seu Tiba, sô”!
Aida que a matéria do Fantástico, da TV Globo, aqui reproduzida ontem sobre o mesmo tema não fosse assim “tão boa”, ao menos a socialite Glorinha Kalil se saiu muuuuuito melhor do que o psicanalista.
Como eu já imaginava que da “boca dele” não sairia boa coisa a tal respeito, nem dei bola para a chamada da matéria no UOL.
Só que Você, Reinaldo, parece ter um estômago “forte pra chuchu”, dedicando-se a ler, ver e ouvir tantas estultices para dar as devidas desconstruções nesses “çábeos”.
Por favor, não me ensine seu segredo, porque eu teria úlcera antes de saber praticá-lo.
Reinaldo! Costuma-se dizer que a corrupção e a imoralidade rebaixa o padrão moral de toda sociedade. Seja os politicos,religiosos,pobres,ricos,cultos e incultos,o povo geral.
Hoje! No Brasil vemos á classe dos Estudantes,mas precisamente os UNIVERSITÀRIOS se desmoralizando e conseguindo má fama por seu comportamento perverso e imoral.
Ficamos falando muito da desmoralização dos politicos e esquecemos de outros seguimentos sociais que estão também se desmoralizando ,se corrompendo como a CLASSE UNIVERSITÀRIA.
Não é de hoje que vemos um monte de absurdos e atos maus sendo feitos por universitários. Que sempre foram bem aceitos e admirados pelo País.
Opa Reinaldo….TENHO DE COMENTAR sobre a roupa…
Não há nada, NADA, NADA MESMO, NEM UM TIQUINHO, ABSOLUTAMENTE NADA de errado com a roupa dela.
E não digo do tipo “hum…é curta mas não é justificativa para yadda yadda yadda”
Não não. A roupa dela…chega ao meio das coxas. Não mostra ombros ou decote, nem nada do tipo. Uma roupinha que se estivesse no corpo de uma menina da Zelite branca seria considerada chique.
Mas nossa querida Geisy…faz o gênero, desculpe o linguajar, “boazuda da perifa”. E isso parece ser pretexto para que ela seja destratada.
Estudei na UFES. Num dia de calor vemos meninas com muito menos roupa. Nenhuma tentativa de estupro ainda, graças a Deus.
Caro Reinaldo,
Tristes trópicos, tristes tempos e alguns indivíduos deploráveis…
Parabéns pelo texto!
Perfeito! A questão fundamental, de princípio mesmo, é justamente essa: “o direito de ser punido pela lei, não por um bando”. Está virando ordinário já em diversos cenários brasileiros (áreas rurais, ruas da cidade, universidades) indivíduos, sempre aos bandos, é óbvio, adiantarem-se à lei como executores da mesma. Resultado: juízos e ações os mais injustos possíveis, que pisam no indivíduo em nome de um senso de coletividade bestial. Isso já está me lembrando da imagem da bota na cara de Orwell. E a bota é calçada pelo “povo”, ou por aqueles que acham que o representam mais que outros.
Outra estudante, Lilian Marques, disse que Geisy mereceu os xingamentos, e culpa a colega [Geisy] por eventuais problemas futuros. “Como eu vou procurar emprego? Vão achar que eu ando sem roupa por aí.”
Culpar a moça que usou minissaia como a causa de não achar emprego é culpar outra pessoa por suas fraquezas. Não é fundamentalismo, pois não existe uma religião por trás, mas é um fundamentalismo de matilha, de bando, de turba.
Incitação à violência é crime. A faculdade parece formar os petistas do futuro. As mulheres estudantes que incitaram a violência parecem que não têm conciência que ao sair dali, só acharão emprego no Comando Vermelho, ou no PT, PSOL etc.
Reinaldo,
sim, e as ONGs? Onde estão essas organizações fajutas e esfomeadas em dinheiro? Para defender bandidos e os que estão no governo, se manifestam logo. Onde estão os “intelectuais”, com seu discurso de “é proibido proibir” e defender também bandidos e vagabundos? Esses estudantes e essa universidade mostra a que ponto chegamos. Fui do tempo da mini saia e, por incrível que pareça, ficávamos alegre e feliz quando nossas colegas a usavam. Melhor ainda quando tinha pernas grossas e bem torneadas. Bem, os rapazes daquele centro de …, de estudo, devem gostar muito de pernas de “mulher”, para agirem daquela forma.
Isto, que está aqui, é abordagem sem mesclas indevidas.
Lévi-Strauss deve estar pairando por sobre tudo isso e lamentando por ver chipanzés onde deveriam transitar homens.
Muito lamentável!
A canalha que quer “limpar o nome” da TaleBAN vai ter muito trabalho. Haja água e dabão! A canalha estúpida deve aproveitar para limpar o diploma também. Imagine o cheiro do canudo dessa universidade de quinta classe. Que nojo!
Não poderia ser diferente. Tomar uma ou outra coisa mais relaxante, consumidor de alcool e drogas são dificeis de se controlar, Imagine um grupo de uns trezentos defendendo a moral e o bom custume? É como o reitor falou,se não fosse a maudita da cachaça o comportamento du mininus era outro, quem pode competir com um boteco? Us mininu mem istuda mais. kkkkkkkk
Prezado Reinaldo: não concordo com tudo que você escreve, mas leio o seu blog por causa desses (vários) momentos de lucidez. É isso mesmo: a questão aqui é a antiga luta civilização x barbárie. E, nesse caso, a civilização perdeu. Nada, nada, nada justifica a tentativa de linchamento da moça, que talvez realmente tenha tentando provocar os colegas, ou não. A lei se ocupa dos casos de atentado ao pudor. Tomara que não seja o nascimento de uma nova (velha) civilização, onde a intolerância e a justiça com as próprias mãos seja a regra. Olho por olho, dente por dente, aquela velha história. Tomara.
Resta uma pergunta aos trogloditas: se a Angelina Jolie, ou a Gisele Bünchen aparecessem na Uniban com o mesmo vestido vermelho, a reação seria a mesma?
Segue o método para o rapaz limpar o nome da faculdade em que estuda: enfrente a mesma turba de bebados que Geysi enfrentou, fora deste espectro de enfrentamento seria assumir a cara do nosso governo para quem o culpado é sempre o mesmo: o outro, que no caso é a tal minoria que não compactua com o seu enjoativo ôba-ôba de botequim.
O que se viu na Taliban é um bando de seguelados, agredindo gratuitamente uma mulher, que se não fosse um professor teria sido estuprada por um bando de animais que se dizem estudantes. O mais grave nisto tudo é que este tipo de atitude teve o apoio de mulheres, provavelmente recalcadas. Nas entrevistas veiculadas pela televisão um cidadão que foi identificado com professor, disse não ter visto a moça, mas achava que os seus alunos estavam corretos em agir da forma que agiram, diante das palavras do mestre, cheias de preconceito e desinformação, falta de ética, postura como homem, da para concluir que os alunos são resultados de tudo isto.
O melhor ou o mínimo a definir tal comportamento da turba: idiotas.
REI.
SELVAGENS É O QUE SÃO!!!!
ISSO QUE DÁ PROMOVER ENSINO UNIVERSITÁRIO A UMA MALTA ORIUNDA DE UM ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO QUE É UM DESASTRE ONDE A APROVAÇÃO É AUTOMÁTICA.
QUALQUER SELVAGEM ENTRA NUMA “FACULDADE” NOS DIAS DE HOJE, AINDA MAIS NESSAS AÍ E, VC ESTÁ CORRETÍSSIMO, NÃO ENCONTRARÃO OS RESPONSÁVEIS E, DIGO MAIS, SE ENCONTRAR ALGUÉM, ESTE NÃO SERÁ EXPULSO, POSTO QUE ALUNO E RENDA.
ME DECEPCIONEI COM O PSIQUIATRA IÇAMI, POR QUE NUTRIA RESPEITO; ELE, NO MÍNIMO DEVE SER PROFESSOR LÁ OU POSSUI OUTROS INTERESSES.
AGORA OS DEPOIMENTOS DOS ALUNOS….MEU DEUS!!! A MISOGINIA INFECTOU ATÉ AS MULHERES.
Rods
Reinaldo, bom dia.
Obrigado pela generosa referência aos leitores do blog.
VOLTO A INSISTIR! O que aconteceu É CRIME: 139, 140, 141-III, do C.Penal e, de quebra, toda legislação pertinente! Com um BO e um simples requerimento pedindo a apuração, a POLÍCIA se encarregará (Arts. 6o. etc. do CPP). A Universidade NÃO fará coisa alguma, mas A VÍTIMA DEVE AGIR!! CABE indenização MILIONÁRIA: Arts. 186, 935, 927, 932-VI, 933, 942, § único do 942, 944, 953, 954, etc., TODOS do C. Civil (dê uma olhada!). A moça precisa, COM URGÊNCIA, de orientação jurídica. Abraços.
A UNIBAN e fundamentalista. E inacreditavel o que la ocorreu. Jovens agredindo uma colega. E a milicia xiita em ação em um pais sem educação, sem finessse. Se preocupando com a vida do próximo, querendo adotar um manual de normas comportamentais. Içami Tiba pisou na bola ao se pronunciar sobre algo que não e de sua competencia. A rapaziada da UNIBAN deve enfileirar-se e penitenciar-se sobre o ato insano que cometeram. A agredida deve promover uma ação contra a a escola e retirar-se desse antro de marginais.
Reinaldo,
Texto excelente. Você está produzindo um debate essencial em torno desse caso. Poucos discutem educação e formação humana com tanta inteligência e sensatez quanto você, o que torna o seu papel e o papel de seu blog ainda mais relevantes para todos nós.
Abraço.
“Estamos usando as imagens e colhendo depoimentos de alunos, professores e funcionários. Se tiver sido cometida alguma falta grave, poderão ser aplicadas penalidades que vão desde advertência até o desligamento da faculdade.”
Palavras do assessor jurídico da Uniban, Décio Machado, que resolveu derrubar uma floresta de bom senso.
Ele deve ter se formado na Uniban, que provavelmente não ensina português, direito civil muito menos direito penal.
“Se tiver sido”?
“Poderão ser aplicadas”?
Onde esse cidadão esta com o miolo? no banho maria?
Por essa fala, ele que deveria ser expulso por justa causa.
Ou vai ver ele está no lugar certo.
bravo!
bravíssimo!
Reinaldo, estudei na PUC/RJ no início dos anos 80. Lá existiam (não sei se há ainda) 4 matérias obrigatórias (durante os dois primeiros anos): “O Homem e o Fenômeno Religioso”, “Cristianismo”, “Ética Cristã” e “Ética Profissional”. Hoje, aos 47 anos, vejo com este ocorrido na UNIBAN, o quanto matérias como essas eram importantes para nossa vida. Provocavam a discussão sobre questões fundamentais, princípios, entre alunos de bermudas, alunas de minisaias, uns da engenharia e fisíca, outros de psicologia, direito ou qualquer outro curso. Princípios que deveriam ter sidos ensinados pelos pais e pelos professores do ensino médio, ampliados na universidade. E no Brasil de hoje? Com PT e Lula …
Finalmente, a UNE entrou na jogada:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4080338-EI5030,00-UNE+condena+acao+de+estudantes+contra+aluna+na+Uniban.html
Um infeliz que quer limpar o nome da universidade e nao estudou tres anos para nao ser manchado por essa palhaçada, e outro infeliz, que ela deveria ficar sentada e que nao provocasse, os caras sao uns baitas hipocritas, que futuro se espera de estudantes que pensam em merdas assim?
É mais uma confirmação do nível “Universitário” da nossa população. Uma descarga de ignorância e suspeição sobre a própria sexualidade. Palhaços travestidos de intelectuais. Na minha época, uma moça que se vestisse assim, atrairía os olhares atentos de voyers que se poriam a devanear sobre o fato (semelhante a propaganda de uma sandália, procurada por uma manequim que ao se abaixar despreocupadamente com seu vestido curto, desperta a atenção do vendedor que a corteja de longe). Não me parece que neste caso, a nata da moralidade universitária tenha caído de vaias sobre a propaganda. Ou mesmo daquela cruzada de pernas de uma atriz, mostrando discretamente a genitália em uma cena de filme.
Sinal dos tempos.
Você acha que os oito anos de Lulla não iriam cobrar o seu preço?
Este é o país que o quis reeleito, não se espante, tudo tenda a piorar.
Fórum Social Mundial de 2003 Uma jovem índia mapuche tomou banho9 nua em pleno acampamento do Forum Social Mundial
http://tinyurl.com/yh4adjk
Logo, 400 manifestantes tiraram a roupa e foram contra a polícia. Existem muitas formas de mal, nem todas feitas só de intolerância. Ou melhor, é a mesma intolerância, só que a favor da tolerância… ah! vc entendeu…
Minha nossa!
Chatham House Prize 2009 Sponsors
Royal Dutch Shell plc (lead sponsor)
Anglo American plc
Banco do Brasil
Banco Itau
BG Group
Bloomberg
BNDES - Brazilian Development Bank
Bradesco
British American Tobacco
Chevron Ltd
Chivas Brothers
Eni S.p.A.
GlaxoSmithKline
HSBC
Petrobras SA
Rolls-Royce plc
Santander
TAM Airlines
Telefonica
HE Luiz Inácio Lula da Silva, President of the Federative Republic of Brazil, has been named as winner of the Chatham House Prize 2009
Assim, até euzinha, né, Rei?
http://www.chathamhouse.org.uk/events/special_events/chatham_house_prize/2009/
Boa, Rei! Tô com você e quero distância do “PS”, a não ser na parte em DESTAQUE com a qual concordo plenamente (óbvio!)…
Concordo c vc, tenho duas filhas, ambas universitárias, estudam na unesp, uma de 20, outra de 25, gostam de usar roupas curtas e decotadas, como todas as garotas dessa idade, são estudiosas, trabalham. Depois desse episódio fiquei muito assustada, imagine vc se a moda pega, fora todas as preocupações que já temos com violência, bebidas, baladas, etc. Achei esse episódio monstruoso e o jeito que a moça anda vestida é problema dela e citei aqui em casa o mesmo exemplo que vc deu, se uma pessoa sair sem roupa, ninguém tem nada com isso, ela se entenda com a justiça, voltamos a época de cristo, em que apedrejavam as pessoas na rua, absurdo, esse mal tem que ser cortado pela raiz.
Como sempre,Reinaldo,falou MUITO bem.
Aproveito para lhe comentar que na faculdade em que curso Direito (Fundação Universidade do Rio Grande - FURG),faremos um trabalho sobre os blocos econômicos.
Seu blog tem me ajudado em muito,nos mais diversos assuntos da faculdade, e não será diferente sobre o trabalho dos blocos (o meu é o Mercosul), em que meu foco será a adesão da Venezuela.
Obrigada por proporcionar a todos nós, leitores assíduos de seu blog, tanta cultura e tantos bons comentários.
Um grande abraço!!
Uniban e congêneres não passam de distribuidoras de canudos.
Agora fiquei curioso com o índice de repetência dessas espeluncas.
Se é que existe um índice…
Potresto Titio!!!!! As meninas ofendidas devem estar com raiva por causa - não sejamos hipócritas -, a Geisy é um espetáculo de mulher e aquele vestido a deixou mais sensual, o que causou a fúria das feministas de suvaco peludo. Quanto aos machos aquilo foi desprezível. Voltando à seriedade. A fogueira já foi armada. Falta só a nomeação do Torquemada universitário e pronto! A UNIBAm entrará vitoriosa no século XII. Esse pessoal da universidade deveria ter seu registro cassado por violar princípios humanos básicos. Parabéns Geisy por sua coragem, postura e serenidade. Fora Uniban, fora inquisidores da uniban, fora psudo-universidade formadora de intolerantes, madraçal da moral.
“Quem anda nu num lugar público tem o DIREITO DE SER PUNIDO PELA LEI, NÃO POR UM BANDO”. A frase precisa ser incluída no seu livro. Perfeita, inquestionável. Posso até entender que as vezes o chimpanzé reapareça e esqueçamos, por momentos, a nossa condição de seres pensantes. Voltando a razão, percebemos nosso erro e tentamos evitá-lo mais adiante. Creio que somos boa gente, simpática e generosa na maioria das vezes. Precisamos, porém, melhorar muito como cidadãos.
Nos meus 34 anos como professor, inclusive no ensino superior, nunca me deparei com tamanho absurdo. Mesmo lecionando numa instituição católica nunca soube de qualquer cerceamento por parte da direção universitária ou manifestação de repúdio por parte de alunos sobre qualquer forma de vestimenta dos alunos. O “linchamento” da tal estudante é coisa de outro mundo.
Comentário infeliz. O doutor Içami Tiba justifica por exemplo as agressões a prostitutas e travestis de rua por acaso? Como se os mesmos não tivessem o direito de terem a sua integridade física respeitada? Os linchadores da Uniban são todos maiores de idade e devem responder pelos seus atos. É assim que se faz em um estado de direito.
Santo Deus!
“Houve um tempo, e havia certa ilusão naquilo, em que a universidade sonhava poder elevar o padrão de civilização das ruas; hoje, são as ruas que rebaixam o padrão das ditas universidades. “O povo é isso aí, Reinaldo”.”
Começo a rezar para que possamos atravessar o “deserto” com pelo menos alguns sobreviventes e, que eles não pertençam nem ao Senado nem a Unibam ou não teríamos uma história civilizatória para contar.
UNIBAN ou TALIBAN- esta é a questão…
Cont: ficava evidente na matéria que os alunos não eram FORÇADOS a nada. A professora indicava uns dois a caa dia para passara vassoura na sala. Imagino que ela tenha dito algo como Vamos deixar a sala limpa, como encontramos, para a outra turma, pessoal . Bom, virou ofensa grave, “abuso”, com direito a “matéria” no G1.
E, Rei, eu não consegui ver NADA errado nisso. Se fosse com o meu filho, eu acharia BOM.
E assim criam-se os futuros alunos de unibans da vida. Cheios de direitos e sem nenhuma obrigação.
“Escrevi aqui desde o primeiro dia: quem anda nu num lugar público tem o DIREITO DE SER PUNIDO PELA LEI, NÃO POR UM BANDO.”
Correto!!!! Corretíssimo!!!!
O resto é tertulia placida ad bovinum adormentare. Aos PeTralhas, com amor: “conversa prá boi dormir.”
Rei
Ontem eu li uma “matéria” no G1, que me incomodou muito e diz algo a respeito da “educação” de hoje. Uma diretora de escola pública foi “denunciada” por permitir que as professoras fizessem os alunos varrerem a sala de aula no fim do periodo, a fim de entrega-la limpa para a próxima turma. Alguns pais dos pré adolescentes (11 anos) revoltaram-se. Não etendi nada!
O que tem de mais ensinar que a gente devolve uma “coisa” da forma como o encontrou? O que tem de mais ensinar a respeitar o espaço de estudo?
Houve aluno que disse se sentir “humilhado”, pois na escola há faxineiras para isso. Humilhado?! Santo Deus! Limpar a sua sujeira é humilhação? continuo
Ilustre Jornalista
Reinaldo Azevedo
Bravo!
A Uniban parece precisar de pedagogos para civilizar seu corpo discente.
Uma Universidade, antes de tudo, deve ser um centro de civismo, se não, deve ser interditada.
Mas, estamos em tempo de “guerra civil”. Isso, quem sabe, deve explicar os sinais explícitos dessa barbárie.
Abraços.
Reinaldo,
Acompanho seu blog a muito tempo, concordo em tudo que você comenta aqui (claro tem a margem de erro, 0,001%). Com relação a este post foi perfeito ao comentar: “é uma universidade sem vida universitária; uma universidade sem o cultivo da universalidade; uma universidade sem o devido debate de valores”. Isso foi sempre o que sempre esperei da Universidade, não pago nada, é estadual…mas infelizmente isso não ocorre. Moro em Ponta Grossa-PR, “estudo” na UEPG.
Grande abraço
A discussão que precisa ser feita é sobre o ensino profissionalizante. Basta ver a disputa acirrada pelas poucas vagas nas escolas técnicas do país. Juiz de Fora possui umas poucas e excelentes. O Colégio Técnico Universitário,o Senai e a Cãndido Tostes,que é a mais importante escola de laticínio da américa latina. Quem tem um diploma dessas instituições escolhe onde vai trabalhar. A maioria dos estudantes ,que estão na rede pública, nem mesmo conclui o ensino médio,convencida da inutilidade desse diploma. Depois fazem o “supretivo” e ingressam numa espelunca qualquer.Em Juiz de fora o MEC dá bolsa do prouni para a Universo do senador cabeludo,mesmo não tendo ainda reconhecido seus cursos.
O texto de Milton Campos a que me referi na mensagem anterior está na coletânea Testemunhos&Ensinamentos. Grato MB
Caro Chefe, esta moça representa a verdadeira minoria brasileira. A que trabalha para se sustentar, que quer alguma coisa da vida e que não tem nenhum tipo de apoio, seja governamental, seja da própria sociedade. E, quando sofre uma brutal agressão, os olhos e vozes da maioria (perdão, da minoria barulhenta), voltam-se contra ela. E por que? Porque sabem que ela não tem nenhum tipo de apoio. Sabem que não serão processados, porque ela não é negra, não é índia. Esta universidade, onde os palhaços não se importam em usar os narizes (verdadeiros), não deve ter grama por perto. Eles brigariam para ver quem pasta primeiro.
É ISSO AÍ!:
“Mas ela é só o pior tipo de desassistido que há hoje no Brasil: mulher, branca, pobre e heterossexual. Ou seja: ela é o verdadeiro negro do Brasil.”
Se ela tivesse os olhos azuis, então seria acusada, também, de ser responsável pela crise econômica mundial.
Reinaldo,ótimo texto,embora tocando levemente em temas que precisam ser aprofundados.Os EUA já estão reduzindo o número de vagas no ensino superior.Universidade não é para todos,ao contrário do slogan governamental.É,sim,para uma minoria que possui dois atributos:inteligência e disposição de pagar o preço.Minha filha está com 29 anos,ganha bem, e até hoje não constitiu família.É louca para ser mãe “mas só depois que completar minha formação”,e isso inclui PHD nos EUA.Nosso sistema educacional é um espanto:a criança entra na escola aos seis anos e doze anos depois não tem profissão alguma.Outro dado estarrecedor:já existem mais vagas no ensino superior do que alunos no segundo grau.
Para defender criminoso os intelectuais fazem manifesto. Onde estão eles quando acontece algo de grave que realmente lhes diz respeito: a violência de uma horda bestial e animalesca numa Universidade?
O interesse de certos setores da Universidade pela ignorância prepotente dos guetos e pela vida clandestina tem como óbvio resultado a marginalização dos estudantes e a perda da humanidade como horizonte da formação e da educação.
A Universidade não é mais o locus da humanidade.
Institutos inteiros se tornaram refúgios soberanos da bestialidade, do pensamento e comportamento marginais e criminosos e da ignorância que pretende reduzir seres humanos a autômatos de guetos.
Parabéns pelas palavras, porque concordo que o vestido da moça deve passar longe de qualquer discussão. E gostaria sim que você falasse mais sobre a proliferação do ensino universitário de baixa qualidade. Alguém deveria levantar a bandeira dos cursos técnicos.
Seria mais humano, do que vender a falsa ilusão de que haverá um bom emprego te esperando, só porque fez uma faculdade.
Bom dia Reinaldo,
A aluna poderia usar um pouco do momento político e ter dito que isso só ocorreu devido ao fato dela ser mulher, talvez assim pelo menos nossa toda poderosa ministra mãe do pac fosse solidária e a defendesse.
Abraços,
perfeita sua analise.
Os mesmos sujeitos que tentaram linchar essa moça são os mesmos sujeitos que idolatram atrizes pornô. Que se deliciam diariamente no Big Brother da Globo e suas cenas tórridas de mulheres comuns. Que endeusam as corajosas em seus ricos contratos de nudez explícita em revistas do gênero. Que passaram a escarnecer de mocinhas virgens aos 18 anos e adoram transar - e muito! - com as “experientes”. Por que essa raiva toda contra essa moça? Se ao menos fôssemos um povo de reconhecida moralidade, estaria explicado o despropósito. Aquilo foi um ato explícito de hipocrisia, antes mesmo de ser uma barbárie.
O país está hipnotizado, perdeu a noção do certo e do errado. A ascensão dos petistas ao poder, com sua amoralidade e imoralidade, contagiou a todos. A ignorância e a estupidez estão no poder. Voltamos à idade média. E, pior, não temos uma inteligentzia, para detectar e denunciar. Estão todos comprados, de alguma forma. Nem todos tem a sua coragem, Reinaldo.
Estivesse ela nua, náo justificaria o comportamento tanto dos estudantes como da faculdade. Foi intoleräncia pura o que ocorreu. E os alunos devem mesmo se preocupar com a “desvalorização” do diploma. Não contrataria um profissional de uma instituição que é conivente com essa situação. Os alunos deveriam pedir a punição dos que se comportaram dessa forma vergonhosa, assim mostrariam que há quem saiba, ao menos. reconhecer um erro grave para não dizer crime.
Colocando o nariz de palhaço, mostraram apenas um adereço que exterioriza o que levam por dentro de suas mentes.
O que eu não consigo entender é como uma mulher maravilhosa naquele vestido delicioso foi hostilizada. Esse povo não gosta mais de mulher? agora todo mundo tem que ser gay?
Só uma correção… o nome da faculdade é UNIBANBI…
[...] O psiquiatra e educador Içami Tiba comenta o caso da universitária que foi xingada por colegas da faculdade por vestir uma roupa muito curta DE HOMENS E CHIMPANZÉS [...]
Rei, não há o que acrescentar, seu comentário está correto. Cursei uma universidade entre 1981 e 1984 (faz tempo!). Depois disso não tive grande contato com a vida acadêmica, então há um grande choque quando comparo o ambiente com o qual eu convivi e o que existe hoje. O que aconteceu com nossa educação? O que aconteceu com este povo de Banânia?
Fazia tempo que eu nao assistia algo que me deixasse tao chocada. Que bestialidade…
Se amanha vier a ser provado que a tal garota é realmente uma prostituta e gracas ao ocorrido ela ganhou a capa da Playboy e aumentou muito a sua clientela, a minha indignacao nao mudaria em nada. A única coisa civilizada a ser feita neste caso seria a punicao exemplar dos responsaveis por esse linchamento.
Que intolerância!!!
Reinaldo,
Bom dia!
Fiquei pensando no que teria de fato ocorrido para justificar tamanha “estranheza” no comportamento da “moçada” da Uniban. Ora, as mulheres de hoje são muito diferentes das mulheres do meu tempo. Hoje elas escolhem seus parceiros que querem levar para cama, beijam 20 em uma festa, trabalham, vão às baladas, bebem, fumam, transam com mulheres, etc. Um vestido curto causaria tamanha confusão? Será que a confusão não foi causada por outras mulheres que não gostaram de ver uma das suas “concorrentes” chamar tanta atenção dos homens e, por conta disso, atiçaram os incautos para molestar a provocante loira?
“…Içami Tiba, colunista do UOL, que afirmou, numa entrevista em vídeo, que a roupa da Geysi era mesmo inadequada, sugerindo que ela despertou,…”
Como profissional, acho que Içami tem o direito de expressar sua opinião e também não entendi o porque das aspas em “psiquiatra e educador”. Um dos grandes erros das pessoas é quando interpretam palavras não ditas ou não escritas…talvez ele apenas tenha a mesma opinião que eu: o vestido era inapropriado mas isso não daria o direito de fazerem o que fizeram.
Quando aos 2 politicos em questão, eu é que não os contrataria para advogar .
Ola’ Reinaldo,
mais um texto brilhante e direto ao ponto.
Com este cenario, caro amigo, so’ nos resta lamentar os dias inglorios em que vivemos.
Abracos la’ do norte,
Bruno
Sobre o “especialista” do UOL:
Perguntas inconvenientes: Jânio Quadros tinha razão quando proibiu o bikini porque poderia provocar reações incontroláveis dos homens? A maioria dos estupradores podem alegar que o impulso provocado por roupas “inadequadas” é algum tipo de atenuante ou mesmo prova de culpa da vítima? A situação é comparável aos recentes tipos de censura prévia revisitados nos jornais e universidades da atual conjuntura, como diria Sergio Porto, na falta de argumentos elimina-se a imprensa.
Peço licença para sugerir ao senhor a leitura de notável conferência de Milton Campos sob o título “Em louvor da tolerância”, proferida em Belo Horizonte na Universidade Federal. Os conceitos que emite o saudoso mineiro ajustam-se perfeitamente aos seus comentários sobre o episódio da UNIBAN. Está publicada em volume contendo vários ensaios de M. Campos e em separatas. É peça de consulta permanente em Minas em períodos de crise moral semelhante ao que vivemos
O seu temor que esteja em formação uma nova civilização é o meu também, e isso não é de hoje. Tenho percebido essa nova tribo há uns dez anos, pelo menos. Ela é gerada nas universidades caça níqueis que vendem diploma para qualquer pé de chinelo intelectual.
Uma leva de desqualificados intelectualmente, munidos da licença para matar, que o diploma dá, inundam depois o mercado de trabalho sem os rigores exigidos pela profissão.
Considerando o baixíssimo nível do que é ensinado e cobrado dos alunos e a indefectível orientação marxista empregada nos currículos, os alunos saem da faculdade deformados mental e socialmente.
Brasil, o único lugar no mundo onde educação deseduca, emburrece e brutaliza.
Muito bem dito Reinaldo.
Desde quando a roupa influencia o que se vai aprender? Não dá para aceitar em nenhuma hipótese a conversa de que o vestido “não era adequado para sala de aula”.
Mas o problema não é da UNIBAN. Esses estudantes não têm elaboração mental suficiente para perceber por qual razão sua atitude foi errada. Nunca passaram por uma boa escola, nunca tiveram uma conversa inteligente com pais, amigos, professores. Se chegaram a ler algo no arremedo de escola que existe no Brasil, é certo que só passaram pelos textos errados.
Altamente preocupante que não sintam a mínima vergonha por um bando de 700 acossar uma única pessoa que não tinha como se defender. É deformação moral que a universidade não cura
Ora, a lei não vale no Campus, como querem ” alguns dos estudantes da USP”, ali é terra de ninguém. Não entra a PM, como na favela onde moram. Onde a moral deles mora. A favela é o Paraíso. Ali se pode tudo.
Na outra escola pobres diabos tentam agredir uma moça porque está vestida diferente dos demais, sejam homens ou mulheres: ela não se enquadra ao “estudante do ABC” (favor ler com língua presa).
Há ainda um tipo de desassistida ainda pior do que o descrito, mulher, branca, pobre, heteressexual e com limites físicos , como eu.
Conheço sua coluna e te admiro bastante, é realmente um absurdooooooooooooooo o que aconteceu.
Essa do Isami eu vi e fiquei chocado. Estava tratando jovens adultos como crianças de curso primário… viajou na maionese, Tiba.
O que rola solto por lá é rixa por um lado e uma óbvia pedagogia do lucro por outro.
[...] DE HOMENS E CHIMPANZÉS [...]