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Mudar as palavras
Israel está novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a “ensinar” os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz.
Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão.
Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história.
Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.
Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.
Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.
Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.
É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.
Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos “dois Estados”. O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?
Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.
Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.
Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.
Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.
Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para “riscar o Brasil do mapa”.
Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está “Brasil”, leiam “Israel”. Onde está “Uruguai”, leiam “Gaza”. Onde está “Argentina”, leiam “Irã”. Onde está “América Latina”, leiam “Oriente Médio”. E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.









A “fábula”como nos é contada,é uma beleza,mas e o fundamento de quem conta uma história,é sempre o SEU fundamento,a SUA história.Agora,o divertido é ver a imensidão de comentários já misturando o lula,o chavez etc no assunto.São leitores despreparados que provavelmente não conhecem nem parte da história do Brasil.Grande abraço.
Israel só esta se defendendo!!
Tomara que essa gueraa acabe logo!!
Muito bom o texto!!
Estou do lado de Israel!!
Reinaldo
O texto é claro
pena que a imprensa não divulgue!!!
ninguem sabe ou finge não saber a historia real!!
A imprensa mostra crianças morrendo e faz com que todos fiquem contra israel
mas naop sabem que essas crianças são usadas como escudos!!!
Tomara que essa guerra acabe logo!!
Caro Reinaldo
Muito feliz a analogia exemplificada por vc para dar nome aos burros.
Apenas uma ressalva - Para torná-la mais verossímil,experimente alocar o Brasil no estado de Sergipe, por exemplo, ou qualquer lugar, cuja extensão geográfica seja a milésima parte do territorio nacioanl - Apenas para dar uma ilustração à verdadeira história.
Mas, cá p/nós, esperar o quê
daqueles que simpatizam com as FARC´S, os irmãos Castro e o alucinado do Chaves,vide: Lula e sua trupe abestalhada??
Ass. Anna Maria
Antes de 1948 a população da Palestina era muito pequena. E os 700 mil “refugiados” foram contabilizados pelos governos que declararam guerra logo após a criação de Israel.
Só no Iraque haviam 150 mil judeus estabelecidos e perfeitamente integrados a sociedade há centenas de anos. Todos foram expulsos e tiveram suas propriedades tomadas, o que não aconteceu em Israel. O mesmo aconteceu na Arábia Saudita, no Líbano, na Jordânia. Israel, que não expulsou ninguém, já que pouca gente havia por lá, abrigou estes judeus. Em Jerusalem a população judaica equivalia a 80% do total em 1948, ou seja, era uma terra predominantemente dos “palestinos” (entende-se como não judeus)?
E, pior ainda, os blogs e espaços para opinião nos jornais brasileiros abriram um perigoso espaço onde o antisemitismo cresce a olhos vistos… as pessoas simplesmente não entendem que há uma grande diferença entre os judeus e o Estado de Israel. Os que o dirigem erraram, como todos neste conflito e estes espaços estão criando um perigoso precedente para a volta do ódio - especialmente neste país onde a maior parte da população não entende o que lê.
Abraços fraternos,
Julio Cohen
Antes de 1948, a quase totalidade da população que habitava as terras que hoje são o Estado de Israel era formada pelo povo hoje chamado de Palestinos. Portanto, a história não é tão simples assim como quer a comparação feita pelo nosso simpático portuga, articulista da Folha. A ONU impôs àquela população a criação de um Estado que seria governado pelos judeus. Se os antigos habitantes da região aceitassem viver sob a nova ordem poderiam até se integrar e viver em paz. Mas, não foi o que aconteceu, e deu no que deu, no que vemos hoje.
Reinaldo, gostaria que você nos dissesse se a concordância a seguir está ou não meio carregada, meio lusitana:”começou a “ensinar” os analistas do sítio sobre a melhor forma de ACABAREM com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz”. Para mim, soa melhor ler/ouvir: “começou a “ensinar”/explicar Aos analistas do sítio sobre a melhor forma de ACABAR com o conflito.”.
Apesar da forma como foi criado Israel, tendo em vista o primitivismo dos palestinos, sou mais simpático aos israelenses.
Ainda bem que há gente esclarecida na imprensa brasileira. O texto é claro. Parabens tanto ao Pereira Coutinho quanto ao tio Rei.
Um abraço,
Jesus Ourives
certas situações pedem uma medida definitiva, a meia-medida é por definição incompleta, a emenda fica quase smepre pior que o soneto.
Trata-se de choque de civilizações e culturas: uma, a meu ver, tipicamente exploradora, nomade e decadente que no seu pretenso auge fez a cisão oriente/ocidente, fechou a rota da seda e tantas outros e culminou por jogar o mundo da sua época de ouro nas mais obsscuras trevas da idade média. Do outro lado uma pequeníssima minoria esforçada que estuda, trbalha e é autora de boa parte das maiores realizações, as boas e as ruins, desta civilização.
É triste perceber que o fim da coisa só se efetiva com o fim de um dos lados. Num embate, obviamente o lado doente perderia, assim como se retira o cancer p salvar o corpo todo.
Mas essa é aminha visão particular (que espero ser respeitada), os israleitas são muuuito mais comedidos que um decendente de italiano sangue-quente, pra sorte dos muçulmanos. Aaaah! se fosse com a minha gente! humpf, a coisa seria outra, e seria rápido, viu.
Brilhante analogia…
Caro Reinaldo; boa fábula, a do coutinho, especialmente pelo recordatório. Mas, o problema é, que chegamos a uma época em que as idéias, conceitos e ideologias obtusas vencem com facilidade a informação - o que resulta no fracasso do que seria a promissora era da comunicação global e imediata. O que fazer quandos os cegos preferem em não ver e, abrigar-se nos castelos de seus delírios fantasistas e ignorantes?
Alô “Rei Naldo”!
Eu tenho uma compreensão, sobre a natureza do comportamento do ser humano, que me deixa, profundamente, angustiado diante de uma situação como essa, pois tenho convicção de que nada do que se disser, ou fizer, abrandará o “ódio intrínseco” que envolve Israel e o Mundo Árabe!…
Entretanto, independentemente de discutirmos as razões desse impasse, que penso ter origem nos primórdios do cristianismo, deveríamos indagar, enfaticamente, àqueles que se consideram detentores da razão e da verdade sobre o assunto, se são capazes de responder, as questões abaixo, sobre eles e a humanidade:
A que grupo étnico deveríamos pertencer?
Qual deveria ser nosso idioma?
Quem cuidaria de nossas doenças?
Qual deveria ser nossa crença religiosa?
Seríamos bons ou maus?
Seríamos classe A, B, C, D, …?…
Seríamos Banqueiros ou Bancários?
Seríamos Burgueses ou Plebe?
Seríamos pobres do Terceiro, ou Elite do Primeiro Mundo?
Quem nos daria emprego?
Se com emprego seríamos patrões ou empregados?
Habitaríamos que País?
Não prestaríamos contas de nossos atos?
Não teríamos responsabilidades coletivas?
Quem produziria para nossas necessidades biológicas e sociais?
Como seriam os acessos aos bens disponíveis?
Como usufruiríamos os bens naturais?
Quem recolheria nossos lixos?
Quem abriria nossas covas?
Quem, ou o quê, abrandaria a “força natural” que nos impele?!…
…?…
Acrescentem as indagações que quiserem…
REINALDO: espero que muitos petralhas leiam o Seu artigo e o entendam. Espero que o desenvolvimento cerebral deles seja suficiente para entender a análogia. Será?
Fernando
Caramba,agora se os petralhaotarios nao entenderem só com um desenho da Pixar!
A história é boa, porém inútil. O mundo tomou partido não por ignorância mas por ideologia e preconceito.
Todo mundo sabe (aquele que conta, o que lê, decide, influencia -os formadores de opinião) que Israel toma bomba na cabeça todos os dias, há muito tempo, mas acha que isto é pouco, deveria é desaparecer do mapa. Esta é a questão: O mundo não aceita Israel. O mundo está do lado do bandido. Na brincadeira de bandido e mocinho, todo mundo quer ser bandido.
Marcos Gellis (7:14 PM),idependente de vc. estar certo ou não,o FATO é que Israel sabe muito bem com quem está lidando!
Vc. já comeu a sua cota diária de alfafa hoje?
Conheço uma família Gellis!Marcos Gellis é seu nome real ou é fictício?
Creio que deve-se mandar este texto para o Franklin Martins desenhar para o presidente. Ele vive dizendo que não gosta de ler. Assim, talvez, ele não saia por aí repetindo abobrinha que ouve dos seus “cumpanheiros” de cérebros não devidamente desenvolvidos.
Tio Rei,
Analogia por analogia e didatismo por didatismo, visite o site baluarte da esquerda brasileira, http://www.cartamaior.com.br.
Leia os textos do “eminente sábio” Emir Sader e, em particular, os comentários. Um energúmeno chega a propor a expropriação dos bens de judeus que moram no Brasil. Outros tantos dizem que o Holocausto foi culpa dos próprios judeus. Um suposto padre diz que Hitler fez o que fez porque, quando criança, seu pai, pequeno empresário, quebrou devido aos juros escorchantes cobrados por judeus, obrigando suas irmãs à prostituição … e que, por isso, Hitler quis “limpar a humanidade” (em tempo: o pai de Hitler era funcionário público e nunca foi empresário; só uma de suas irmãs sobreviveu à infância; e ninguém de sua família, ao que se saiba, esteve na prostituição).
A propósito, ao ler, troque a palavra “judeu” por “negro”. Se um site brasileiro falasse isso sobre negros (índios, gays, whatever), seria impedido de funcionar pelo Ministério Público e iria todo mundo em cana por crime de incitação ao racismo.
Que tal você escrever algo sobre isso?
“professor em Coimbra”
Por isso falava bobagem!
Eu estou com Israel; infelizmente os palestinos estão tendo que pagar pelos erros de seus governantes eleitos, a crueza da realidade não permite que só os diretamente culpados pelos erros do estado sejam punidos, os civis também pagam, muitas vezes com a vida.
Foi assim com os alemães… os russos lutavam para derrubar o governo nazista, mas se uma criança de 10 anos aparecia na frente das tropas russas com um fuzil para defender o governo nazista…bem…os russos lutavam para derrubar o governo nazista.
Um texto excelente, uma luz no meio das trevas do noticiário sobre este assunto milenar e complicado.
Porém temo que a história real seja bem mais complicada do que a analogia proposta por Coutinho.
Existem mais fatores neste conflito, um verdadeiro caldeirão religioso, étnico, etc.
Mas concordo com o Reinaldo: o cerne é o direito de existência destes povos: israelenses e palestinos. Não é simples resolver mas deve-se buscar a razão e diplomacia sempre q possível, e nunca contemporizar com terroristas.
Sds/Flavio
Não precisa nem desenhar…
Didático, sem dúvida. Mas alguns ainda vão sentir falta de ao menos um gráfico…
Tão didático que até o Lula e o Amorim são capazes de entender. Deveriam ler.
Pergunta idiota a um comentarista não petralha: “arborígene” é quem mora em árvores? (ai, essa doeu!!)
“o Brasil era atacado por três potências da América Latina”
“Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros”
Adoro seu humor!
Parábens João Pereira Coutinho pelo brilhante texto. Simples e objetivo. Vale acrescentar que o objetivo do exército é proteger o seu povo contra o exército inimigo. Quando o exército usa o seu povo como escudo algo de podre deve haver. Não pode ser um exército. Deve ser um bando de facínoras. Aquele que agride tem de esperar pela reação contrária. Ou este bando lançava foguetes esperando a complacência do mundo a sua molecagem? Deu-se mal. O grandão resolveu sentar a mão. E a mão é pesada. Não fui eu que chamei o grandão para a briga. Quem chamou que aguente as consequências.
Eu tinha imaginado, e comentava com meus amigos, algo parecido.
Só que o país agressor seria o Paraguai…
Abraços
Os esquerdopatas sempre apoiam o terrorismo, seja na Colombia, seja em Gaza. Que gentinha baixa e estúpida! Os argumentos então são de uma desonestidade incomparável.
O texto é brilhante. Estou contigo Reinaldo, e com Israel.
No exemplo do texto em análise só faltou dizer que o tal “Uruguai” queria sim ser um novo Estado, mas tendo “Brasília” (ou RJ) com a sua capital. Heheheheeh
FORA LULLA.
FORA PT.
TODOS PARA GAZA. OU CUBA.
Pessoal esta analogia boa até tem
no jornal israelense Haaretz na
coluna (a special place in the hell)cinco mais ou menos iguais mas
e muito bom a analogia.
Um outro exemplo didatico: Quando um policial mata um bandido em tiroteio, a policia esta protegendo a sociedade e o bandido teve um fim merecido. Mas se a mesma policia sai baleando qualquer carro em que supostamente há um criminoso e por isso mata civis inocentes, a policia, nesse caso, não age em nome da sociedade. Há muitos criminosos em favelas. Há nessas favelas pessoas que veem com bons olhos esses marginais quando suprem a ausência estatal. Mas somente loucos podem achar razoável combater a situação com artilharia, balas de tanques ou bombardeios.
Até caminhoneiro sem diploma algum tem mais sabedoria que o Governo Lula e suas hordas de petralhas:
O DINHEIRO É COMO A ELETRICIDADE:
BENEFICIA OS PRUDENTES E FULMINA OS INSENSATOS.
Fonte: Frase escrita no parachoque de um caminhão de Jundiaí - SP.
Veja mais sobre o genial JP Coutinho:
http://www.jpcoutinho.com/default.aspx
Detalhe: tem pouco mais de trinta anos…
César Danilo Ribeiro de Novais
Caríssimo,
agora só falta desenhar. Engraçado como o assunto não é tratado de forma tão clara pela imprensa. Podiam enviar uma cópia pra Seu Luiz, quem sabe assim entende.
Qual é Reinaldo. Você sabe que esse paralelo é totalmente furado.
Em primeiro lugar, Gaza não é outro país, Gaza é um gueto, onde moram 1,5 milhões de “indios” palestinos que fugiram do massacre, quando da criação do estado Brasil, onde perderam suas vidas e seus bens.
Os foguetes não partem de um dos 3 países que entraram em guerra contra Israel, mas sim desse gueto esquecido pelo mundo.
A proposta de paz oferecida aos silvículas não implicavam em devolução de suas terras e de seus bens confiscados, tampouco contempla indenização.
Dizem que os judeus são bons para negócios. Acho que não. Mais econômico para eles é indenizarem e reintegrarem esses “silvículas” nas suas terras e tentar uma convivência do que manterem por dezenas de anos uma guerra contra esses arborigenes.
Outra coisa. Você fala de democracia mas quero ver quando a população arborígene em Israel ficar maior do que a de judeus.
Poderemos ver, em pleno século 21 o ressurgimento do apartheid.
O buraco é mais embaixo, Reinaldo.
P.S. Não sou petralha.
Caro Reinaldo
Nada como ter cérebro e saber usá-lo.
Grande Abraço
Oswaldo Ramos
Seria bom que os petralhas não lessem o artigo ou, se lessem, não procurassem entender.
Como dizem no interior, se “puxarem muito pela cabeça” vão ficar ainda pior. Essa clareza para explicar o óbvio é uma agressão aos miolo-mole “anti-imperialistas” de paseata.
outro caso
nos podemos imaginal oq faria o brasil caso perdesse parte do seu território para assassinos que interferem no funcionamento de uma grande cidade , e lançam balas a esmo matando civis , além de manter grandes populações civis reféns nos territórios ocupados.
oq faria o o brasil em uma situação dessas ???
bom acho que quem ler saberá que trato do RJ , portanto não faria nada
sendo assim é coerente o governo brasileiro ser contra a ação de israel, caso contrário seria hipocrisia
Fantástico. Esse Coutinho escreve muito bem. Virei fã.
Ótimo texto. Poderia entrar para uma cartiha, com desenhos (para facilitar, é claro) para a petralhada, cujo título seria: “B A BÁ do terrorismo árabe, para petralhas”. Não esqueçam de mandar umas cópias ao Itamaraty.
É o que tenho dito para meus amigos sobre os atentados de 11/09. Supondo que morressem 3.000 brasileiros num atentado na Av. Paulista por obra de terroristas paraguaios, bolivianos e venezuelanos. Teríamos o direito de proibir sua entrada no Brasil? E o direito de caçá-los em seu próprio território? “Com certeza”.
O Bom dia Brasil está tentado melhorar as coisas para Israel. Hoje de manhã mostrou em audio um reporter falando de Askelon ( cidade de Israel ) ao mesmo tempo em que exibia um bairro cheio de prédios esburacados e escombros , que na verdade era do lado palestino. O assunto era a agressão do Hamas aos israelenses.
Muito bem lembrado neste trecho:
“Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.”
Caro Reinaldo,
Aqui vai mais uma vez: quem atacou primeiro em 1967 foi Israel. E atacou apenas o Egito, que estava disposto a uma solução diplomática.
O governo americano havia marcado um encontro em Camp David, ao qual o Egito compareceria, tendo seu representante viajado para os Estados Unidos. Acontece que, dois dias antes do encontro, Israel atacou o Egito ‘preventivamente’, alegando estar em perigo real de extinção, aumentando seus domínios.
Abraços,
Marcos Gellis
EXCELENTE!!!
Nesse Oriente em chamas, Israel cercado de inimigos, está sob o holofote irado da mídia de todo mundo, tal qual a desistória de Chapeuzinho Vermelho.
Não sei o que é píor, se o Hamas usando as crianças Palestinas como escudo covarde, ou o Hizbollah, levando às ruas, crianças libanesas. Tudo claramente patrocinado pelo Irã. Como tem jornalista cego e desinformado, é que não dá para acreditar.
Hoje no Globo News, uma dupla raivosa de âncoras, ao invés de informar, resolveu vociferar ao mostrar as manifestações de crianças no Líbano, comandada por nada menos que o Hizbollah.
Tio Rei
Este João Pereira Coutinho - definitivamente - é um dos nossos!!!
Ele - literalmente - desenhou o conflito.
Jânio de Freitas: recomendo a leitura do “desenho”.
Ainda bem que existem pessoas geniais: Olavo de Carvalho, JP Coutinho e, claro, dentre outros, Reinaldo Azevedo.
***
Rei, li seu livro. Você realmente é muito bom! Como escreve… meu Deus!
Parabéns!
Feliz 2009
..
Bá,
tem que desenhar pras toupeuras entenderem…
a gente critica aquelas metáforas idiotas e imbecis do Apedeuta, mas é apenas assim que os petralhas entendem.
..
Coitado do articulista. Dirão dele que é contra o Mercosul. hehehe!
Legenda da foto de capa do Estadão hoje: “… o Hamas disse que a morte de crianças legitima o assassinato de civis israelenses”. Caramba! Quer dizer que agora vão começar a assassinar civis israelenses?
Reinaldao,
E olha que deve ter um monte de ignorante por aí, admitindo sua estupidez.
O governo real, nao o imaginário do cronista, permanece estupido mesmo. Nao há fábula que ajude.
Anouk
Texto lucido e exclarecedor, mas a melhor parte”Esqueçam o presidente atual”, não precisa de comentários.
Mas uma coisa não ficou clara. O estado brasileiro foi criado artificialmente pela ONU em um território que historicamente está ligado tnato a uruguaios quanto a brasileiros? E Machu Pichu, relevante para a crença dos dos países, está sob domínio de qual nação?
Às vezes simplificar demais acaba complicando.
Poxa Reinaldo.
Ainda que você possa concordar com a conlusão do autor, o texto redigido como está empobrece o debate, coisa típica da doutrina Bush, na qual obriga-se o leitor a escolher entre o bem e o mal.
Fazendo uma analogia inversa, apenas pra mostrar que a coisa não é tão clara assim, poderiamos dizer:
Imaginem que houve uma guerra mundial, onde, digamos, a Venezuela sagrou-se como um dos vencedores. O Brasil acabou esfacelado e vários de seus antigos Estados declararam independência. O Estado de São Paulo, por ser um dos mais importantes, acabou sendo também um dos mais castigados. Porém, a população ainda mantém um sentimento de unidade, enxengando uma indentidade própria.
Ocorre que uma massade bolivianos começa a migrar pra cá, incentivados pela Venezuela. Os bolivianos contam com largo suporte financeiro de seus hermanos, o que faz com que eles se desenvolvam muito mais rapidamente que os nativos paulistas.
Com a economia cambaleante por conta da guerra, é óbvio que os paulistas não podem competir economicamente com os imigrantes, que são fartamente subsidiados pelos Venezuelanos. No processo, eles acabam comprando várias propriedades em São Paulo.
Daí que um dia eles resolvem, já que foi tão fácil tomar a Petrobrás mesmos, vamos tomar São Paulo logo de vez. A venezuela manda armamentos até os dentes para os invasores, e a comunidade internacional pressionada pela Venzuela reconhece um novo Estado independente Boliviano, em plena São Paulo, sendo que os paulistas remanescentes são expulsos à bála.
É claro que essa história é por demais absurda, mas serve apenas para ilustrar outro prisma da guerra que está acontecendo lá.
Um colega petista disse-me que o artigo não é bom, porque confunde melancia com melancolia. Disse-me ele:
– O Brasil não é Israel, Uruguai não Gaza, a Argentina não é o Irã e a América Latina não é o Oriente Médio.
Bem, se me permitem, parafraseio o autor do texto, João Pereira Coutinho: a estupidez parece não ter cura e nem limites.
Maravilhoso. Dizimar é o caminho. Avante Israel.
Caramba. Um COLUNISTA de verdade na Folha!?!
João Pereira Coutinho merece as maiúsculas. Passarei a atentar para seus textos.
G.
clap! clap! clap!
Quando é que o JP Coutinho vem pra Veja?
Texto perfeito. Caso os petralhudos não tenham entendido, que contratem um bom desenhista…
Meu, vai ser didático assim lá em Lissssboa. O Pereira Coutinho é muuuuito bom tb, Rei.
Caro Reinaldo,
Acho que não é preciso falar do que são o Hamas, a al-Fatah e o Hezbollah, no caso do Líbano.
A “genealogia” destes grupos os liga diretamente ao Grão Mufti de Jerusalém e ao dinheiro de François Genoud e do KGB. Pesquisem acerca disso e verás o quanto a história deles é mais sórdida do que os jornais fazem crer.
Mas é uma pena que a chamada direita entra no jogo dialético criado pelos senhores do mundo. Estes lançam povos contras povos e aumentam os seus poderes. Os servidores do poder adoram as situações de excepção.
Assim, aconselho também uma pesquisa acerca do que é o Estado de Israel. É verdade que há uma estrutura formal de poder que obedece os paradigmas do estado de direito, mas a realidade é que existe um governo sombra que tudo controla através dos orgãos de segurança e informação, para além do dinheiro.
Estes são, desde o princípio, subordinados aos interesses da casa de Rothschild. Não é por acaso que o símbolo de Israel é o mesmo desta poderosa casa. Pesquise acerca disso e descubra a forma como os Rothschilds controlam Israel desde os tempos do governador britânico Herbert Samuel(até antes…), que suspeitosamente foi sempre demasiado brando com o criador do moderno terrorismo palestino, Amin Al-Husseini.
Talvez o senhor venha também a ter uma nova perspectiva do Affair Altalena, do qual já li a sua opinião. A verdade é que os promotores do terror estavam, e estão, no poder.
Provavelmente isso também o ajudará a compreender o porquê de tantos acordos suicidas por parte de Israel. Não é por erro, é por cálculo. Maquiavel é uma criancinha ao lado desta gente.
Bonifácio
67 X 0
Já podemos dizer que o texto tem mais popularidade que “o cara que virou meleca”.
Coisa bonita de se ver é uma discusão através de letras e não de armas. Utilzar as palavras uma das maiores diferenças dos humanos quadrúpedes dos bípedes.
Parabéns
Irretocável.Creio que até os petralhas entenderam.
Perfeito! O pior, Reinaldo, é ver gente puxando o saco dos chineses (que mataram milhões de perseguição e de fome) e achacando Israel, como o Emir Sader.
Não devemos esperar que a esquerdalha entenda, pois a sua razão de ser é a morte. São vermelhos, vermelhos de sangue, de verme.
(R)
Magistral.
O Coutinho sabe mesmo exemplificar os fatos fazendo analogia. Sua visão é sensata e demonstra como os fatos são distorcidos pelos ditos de esquerda que preferem apoiar um grupo terrorista com raizes no extremismo/fanatismo ao enxergar a realidade. Só espero que o irã não declare soberania ao Hamas a ponto de o considerar uma força política, seria o fim dos palestinos.
É uma forma interessante de despir os leitores dos preconceitos!
Exelente!
Pegou a mão da esquerdalha e desenhou um círculo com um copo. O petralha, de língua de fora, babando e com os cabelos despenteados ainda assim não conseguiu entender.
Bem sei que não se combate o mal com argumentos porque a adesão ao mal se faz pelo avesso da razão. Mas posso, e devemos fazer, apontar os malignos às pessoas de bem.
(R)
Ele foi mais convincente do que você, Reinaldo.
O J.P.Coutinho só faltou desenhar…. Vai ver que nem assim certos tipo entenderiam o óbvio.
Como diz o tio Rei,
“quer que eu desenhe?”
Assim, talvez esses “porcos” entendam!
JOCA
Caro Rei, que bom tê-lo de volta.
Quanto ao texto… touché
Tá bom….o Uruguai com seus foguetes, que de tão potentes, poderiam figurar nas festas juninas do nordeste não mereceriam tamanha reação…
E outra, o Brasil adotando essa prática há décadas e nenhum resultado concreto….votaria em outro presidente.
Sempre achei esse português extremamente sensível e inteligente. Honra de verdade seus patrícios.
Adorei!
Abs
Bob
Brilhante, como sempre.
Excelente texto, Reinaldo.
Fico pensando como um texto daquele pôde ter sido publicado num jornaleco feito a Folha.
Lucidez é bom e nós gostamos muito.
Que os imbecis esquerdopatas (ou esquerdopatas imbecis?) - desculpem o pleonasmo - enfiem suas violas no saco e parem de culpar a vítima pela agressão sofrida.
Tenho dito.
Beijos a todos que buscam a verdade e o equilíbrio.
Mirian
BRILHANTE!!!!!!!!!!
Eu sugiro que “Amorim top-top” embarque no delirio megalomaniaco do excelentíssimo apedeuta E juntos embarquem para a faixa de Gaza, levando tambem aquele membros do PT que lançaram a nota de repudio a Israel,e lá colocarem em prática suas habilidades e resolverem o conflito.Confio na capacidade diplomatica e megalomaniaca deles.
Há uma hipótese não contemplada no brilhante e didático artigo de Coutinho, a possibilidade de o Brasil imaginário vir a ser governado por um partido simpático às teses do Uruguai e financiar seu armamento, sob alguns argumentos coitadistas aos quais nós, do Brasil real, já nos acostumamos.
NOSSA SENHORA!
PERFEITO ESTE TEXTO!
Baita texto.
Abraço.
Luís Felipe,
Porto Alegre - RS.
Reinaldo, por quê o João Pereira Coutinho não está na VEJA?
Ele é brilhante!
Alguem pode enviar esta materia ao apedeuta?? Da forma como foi escrita..leia-se desenhada, é capaz que ele entenda um pouco da questão. ” ignorância tem cura. A estupidez é que não”.
Reinaldo,
Há uma diferença importante. Israel tem 5 milhões de judeus no meio de 300 milhões de árabes. Cruza-se seu teritório em 45 minutos de ponta a ponta.
O medo de ser literalmente riscado do mapa é uam realidade na população de Israel. Isso é uma coisa que brasileiro nenhum que nunca esteve lá consegue entender.
É como se, na verdade, a cidade do Rio de Janeiro fosse ameaçada pelo resto do Brasil há 50 anos. É como se a missão declarada do, digamos, Paraná fosse eliminar a cidade do Rio. É como se São Paulo, Minas e o Espírito Santo já tivessem atacado a cidade do Rio.
Neste cenário, o Rio teria ocupado Nova Iguaçú até 2005. Desde então, Nova Iguaçú tem mandado foguetes que inicialmente só chegavam em Bangu, mas que já conseguem alcançar o Méier, a Tijuca e por aí vai. Estes foguetes atingem indiscriminadamente a população civil da cidade do Rio. Em paralelo, o Paraná, que desenvolve uma bomba atômica, fornece constantemente armamentos para os radicais de Nova Iguaçú (assim como já o faz para os terroristas de Niterói).
Finalmente, a cidade do Rio resolve atacar os terroristas de Nova Iguacú, matando 500 pessoas, sendo 80% terroristas. E o mundo inteiro chama os cariocas de genocidas.
PARABÉNS! Extendendo essa luta pela sobrevivência, na qual só basta uma justificativa ou moral. Que tal bombardearmos preventivamente o Equador, pela dívida que pode não pagar; a Bolívia, pelo gás e por nossas empresas e investimentos estatizados; o Paraguai, pelo contrabando e por ocultar terroristas, conforme já provou os EUA; a Argentina, por conta dos problemas comerciais e… por serem argentinos, ora!… e, é claro, a Venezuela, por sua falsa democracia que mancha a AL.
(Depor este governo corrupto para fortalecer nossa própria democracia também seria também possível.)
Devemos, sim, usar nossas forças armadas democráticas em prol da garantia de nossa liberdade e contra qualquer movimento contrário a ela.
Caro Rei,
Para explicar melhor para os petralhas só desenhando…e com manual de instruções junto. Hoje saiu no site do Globo, comentários que o Marcos Top-Top Garcia fez sobre a guerra. Este aí não tem jeito mesmo, só colocando no manicômio.
Parabéns!Mas é melhor fazer um desenho para os petralhas entenderem…
UAU!!! Que texto! Um verdadeiro desenho, não?
Vocês dois…precisam escrever tão magnificamente assim?
Perfeitos.
mais claro seria impossível!
Quando você falou que as fábulas chegam ao cerne moral da questão, Reinaldo, lembrei da defesa que Chesterton (”Ortodoxia”) faz da importância dos contos de fadas para a formação da humanidade e como esses se relacionam com a lógica da democracia.
Abraço,
Pedro Erik
esse JP é um fenômeno. sempre acerta na mosca.milimetricamente e sempre lindamente. Bravo
Até que enfim um bom artigo na dubiosa Folha sobre o conflito. Excelente artigo e só não entende quem não quiser. Mas ainda temos que aguentar declarações petralhas, bolivarianas, apedêuticas e simiescas insinuando culpas em Israel por se auto defender. Que coisa horrível um país se auto defender, deve ser o pensamento apedeuta e assemelhados.
Duvido que, mesmo como fábula, Amorim, o Pulha e seus petralharcas aceitem (sim, aceitem, pois entendem muito bem, mesmo sem fábulas).
Eles estão loucos para desmanchar o Brasil, para fazê-lo gloriosamente nivelado com a pulverizada América Latina de língua espanhola, já que, conforme se pode ler em “Império à Deriva”, de Patrick Wilcken, pág. 282, “o Brasil foi predominantemente poupado da violência que acompanhou a independência de seus vizinhos, e se manteve unido como a única nação gigantesca que sobrevive até hoje”.
Para, desmanchado o Brasil, como ressentidos, recalcados e complexados que são, se sentirem amados e aceitos pelos igualmente ressentidos, recalcados e complexados irmãos latinos. E todos viramos um caldo só de povos sem passado e livres dos grilhões da história que não é nossa, vez que nascemos do nada.
Amigos,
Havia necessidade desse gênero didático? A própria história de Israel, oriente médio e terrorismo árabe já explica isso tudo. Então temos que comparar, ainda que de forma fictícia, com o Brasil, Uruguai, Argentina e AL ? Isso foi para sacanear os jornalistas tupiniquins esquerdopatas ou para “desenhar” aos tolos leitores brasileiros? A verdade sobre o OM só não vê quem não quer. O problema é que tem muita gente não querendo ver.
Só faltava perguntar: “Entendeu ou quer que desenhe?”
Ah, o Apedeuta mandou avião com mantimentos e medicamentos para os palestinos, 10 dias depois do início dos bombardeios. Ou seja, o mesmo tempo que levou pra pensar em fazer algo mais que sobrevoar Santa Catarina, arrasada pela chuva. Enquanto o pessoal aqui se mobiliza pelos compatriotas, o Desgoverno manda pra lá remédios e comida. Por bondade? Não, para censurar Israel de forma “elegante”. Santa Hipocrisia, Batman!
AH, SIM!
A APENAS UM MINUTO ATRAS A FOLHA ON LINE RETIROU O “40 CRIANÇAS” DA MANCHETONA E COLOCOU “40 PESSOAS”…AOS POUCOS PARA QUEM ACOMPANHA A RIDICULARIA JÁ SABE QUE ATÉ O FINAL DO DIA, APOS TODOS OS “ERROS” QUE MOSTRAVAM UMA “MALVADA ISRAEL”, A VERDADE VAI APARECER !
ATÉ LÁ…GUENTA INFORMAÇÃO DETURPADA!
Reinaldão,
Caramba, isso eu chamo de aula!
Abraços,
Mauro Mendes
Formada na doutrina católica, aprendi e continuo diariamente aplicando na minha pessoa, na minha família, nos meus parentes, na minha vizinhança, na minha cidade, no meu país, no continente e no mundo a parábola de Jesus sobre o conhecimento da árvore através dos frutos.
O passar do tempo amplia o campo de observação através das experiências pessoais e do acesso à cultura em geral.
Hoje, para mim, não resta dúvida de que os EUA e Israel são os países - no mundo ocidental - a oferecer o melhor bem-estar para seus habitantes e para suas relações internacionais, através de um aprimoramento contínuo de suas leis e políticas de estado. Mesmo nos momentos de maior crise - econômica, ambiental, cultural, militar ou terrorista - sua forte infra-estrutura mantem o “moral” da população para superar os desafios e seguir adiante.
Lamento muito pelo que ocorre às pessoas no mundo islâmico encharcado de ódio ao próximo.
Lamento muito também pelo que ocorre às pessoas no mundo comunista encharcado de ódio à prosperidade do próximo.
Estimado Reinaldo, depois deste texto e dos seus acredito que falta somente vocês desenharem. Pois como sabemos boa parte da esquerdopatia brasileira e mundial não sabem ler, talvez com o desenho fique fácil de entender… Parabéns voltou afiado hein?!?!? feliz 2009
AH SIM…UM ALERTA!
NA ESQUERDOFILA E PANFLETARIA FOLHA (ON LINE INCLUSO) ONDE A NOTICIA SEMPRE É SUPERFICIAL MAS A MANCHETE SEMPRE ANTI-ISRAEL, CHOCAM A TODOS NESTE MOMENTO A NOTA SOBRE A TAL ESCOLA DA ONU ONDE TERIAM MORRIDO 40 CRIANÇAS, E MAIS UMA VEZ ,A PROFUSAO DE CORPOS INFANTIS É O COMBUSTIVEL DE TODOS ELES !
O QUE O JORNALISMO LEVIANO DA FOLHA NAO ESCREVE É QUE:
1-)NAO SE SABE AO CERTO O N. DE MORTOS…UNS FALAM EM 10,OUTROS 30,A BBC…LOGICO…40!
2-) NAO FOI BOMBAREDIO AEREO MAS SIM UM DISPARO DE TANQUE,NA VERDADE,DOIS DISPAROS, E PORQUE?
3-) O QUE A FOLHA ON LINE OMITE CANALHISTICAMENTE É QUE O TANQUE ESTAVA SOB ATAQUE E DAONDE OS “VALENTES” ATACAVAM O TANQUE DE ISRAEL?
SIM!!!!!!!!!!!!!
ABRIGADOS JUNTO A UM MURO DA TAL ESCOLA!
MAS ISTO, A FOLHA NAO DIZ, NAO CONTA ,E AI ENTAO VOCETBEM NAO VAI LER…
“MALVADOS JUDEUS! COMO MATAM KIACININHAS !!”
Infelizmente a maioria população brasileira é composta por ignorantes que não sabem nem interpretar o que leem, aprox.75%, índice próximo da aprovação desse desgoverno PeTralha(isso não é coincidência, é a realidade). Entre os políticos, sobram estúpidos e canalhas numa quase total ausência de pessoas cultas e honradas.
Esse texto vai ajudar apenas alguns desinformados a reverem seus conceitos a respeito desse conflito. Não vejo luz no fim desse túnel chamado Brasil, por isso vivo fora do país e so volto empurrado e xingando!
texto excelente!!! ontem li o comentario do excelentíssimo presidente do PT no site do PT e não pude deixar de pensar a mesma coisa (”Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.”).. bom, neste caso não precisamos nem imaginar, é só ver a situação de insegurança no Brasil
Faltou colocar o Itamaraty nessa história e, pelo que tudo indica, os mísseis também são financiados pelos nossos Cofres Públicos, já que nos tornamos arrimos de qualquer terrorista e genocida que apareça por aí se declarando de esquerda.
Perguntinha para o Reinaldo:e a “OLPT”, como se posicionaria,ou melhor, onde estaria?
Faltou apenas ele citar a área em que uruguaios e brasileiros se acham no direito de habitar.
Excelente e preciso.
Perfeito! Mais didático que isso, impossível.
Se o Lula fosse o presidente de Israel ele ficaria quieto e depois tiraria uma foto com o lider do Hamas dizendo que questões “territoriais” não influenciariam o relacionamento amistoso entre os dois países.
Rei,
Sensacional em todos os aspectos.
Só os bandidos, canalhas e petralhas vão precisar de alguém para ‘desenhar’ pra eles, já que a lógica dos imbecis não comporta a conclusão lógica e correta do texto.
DE BURRO,ESTE PORTUG TEM É NADA!
TEXTO IRRETOCAVEL!!
Uma fábula com ponto de vista claríssimo, pró-Israel. O articulista não gastou o latim mas gastou seu talento de “fabulista” para contar a historinha deixando bem claro quem ele pensa que tem razão.
Rei
Achei uma entrevista da VEJA com Ben Gurin, datada de maio/1948, muito interessante! É numa edição especial, sobre a independência de Israel.
Veja lá!
http://veja.abril.com.br/historia/israel/entrevista-david-ben-gurion.shtml
Simplesmente genial!
O portal G1 tem um link intitulado “Entenda o conflito Israel X Palestina” que tbem é bem simples, dirigido ao Homer Simpsom, como diria o Willian Boner.
O problema é que petralha nao consegue (e nao quer) entender nem se explicadinho assim…
Humm.. ja que petralha adora babar ovo pros indios que aqui estavam antes da chegada dos europeus, talvez funcionasse explicar pra eles que o povo judeu estava la no Oriente Médio ha alguns milhares de anos, antes mesmo de Jesus Cristo.
E que foram expulsos de la pelos romanos no século III d.C., e voltaram em massa, principalmente nos periodos das guerras mundiais.
E que tiveram que se defender militarmente das agressoes de varias naçoes arabes nos ultimos 60 anos. A expansao forçada de seu territorio foi consequencia dessas guerras. Estratégia militar, segurança nacional, essas coisas.
E que, se assim for necessario, vao até morrer lutando por seu direito inegociavel de VIVER.
E a gente ainda tem que aguentar esse nosso vizinho idiota do Chavez puxando o saco do assassino iraniano…
Petralha tem mais é que ir passar um tempo no inferno !
Ps: Berzoniev é um dos que poderia ficar la pra sempre
É, Reinaldão. A questão aparentemente é que todos os “defensores da paz” estão lendo o texto a partir do parágrafo “Os bombardeios, ao contrário dos foguetes…”.
Tudo o que aconteceu antes, parece ser irrelevante perante a ação de Israel. Como se a causa palestina estivesse sendo legitimada pelo contra ataque israelense e o ofensiva do Hamas não fosse nada mais que um direito do povo palestino, desses achados na rua pelos delinquentes morais.
hoje eu ouvi um idiota (com mestrado, existem muitos.)culpar as religiões (todas) por isso.
É assim, o texto só peca pela falta de proporção entre Brasil/Israel e seus vizinhos.
O Brasil é muito mais populoso, e armado, que quase todos os seus vizinhos.
Já Israel não é mais populoso que seus vizinhos (apenas mais armado), e conta com muito mais inimigos: a grande maioria dos países árabes mais o Irã.
Aí torna-se impossível uma vitória definitiva, pois seus inimigos ora vêm do Líbano, ora da Palestina, ora do Egito, ora da Síria, ora do Irã…
Só acusa de ataque desproporcional quem não tem imaginação para entender o que é um pequenos país sobreviver cercado de inimigos que, a qualquer reação, alistam-se aos milhares para realizarem ataques suicidas.
Caro Reinaldo,
mando abaixo o link de um texto que escrevi sobre o conflito entre o Estado democrático de Israel e os terroristas do Hamas. O texto foi publicado na página de opinião do Jornal O Globo.
Espero que ajude a construir o debate em torno dos valores morais e das premissas éticas que devem nortear qualquer discussão sobre o tema da guerra.
Abraços,
http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2009/01/05/a-falacia-da-reacao-desproporcional-de-israel-587885803.asp
SENSACIONAL!!!!
Pena que os mãos peludas da imprensa e os petralhas junto com o apedeuta e o arremedo de diplomata não vão entender, acho que seria necessário desenhar, pois só entendem quando lhes interessa.
Perfeito! Sem maiores comentários… aliás, tomei a liberdade de mandar para um monte de gente… esquerdopata inclusive!
Ótimo texto. João Pereira Coutinho soube sintetizar com exatidão o que ocorre na Faixa de Gaza. Por que é mais fácil seguir a maioria e ir contra Israel. Devemos procurar exercitar nossa capacidade de análise (imparcial) para sair do atoleiro em que nos encontramos.
Rei, o texto é muito bom e esclarecedor. Só me parece que o Coutinho esquece de uma premissa que complica a questão um pouco mais: Israel não é uma nação consolidada como o Brasil. A sua própria criação sobre o território palestino é discutida até hoje. Ou seja, a coisa vem de antes e isso não é mencionado no texto.
Ele começa o texto falando que “O Brasil é, de repente e sem motivo, atacado.” Não me parece que seja o caso de Israel, no que diz respeito ao “de repente e sem motivo”.
De resto, fico feliz de ler uma opinião sensata a favor de Israel neste conflito, já que a imprensa brasileira e internacional parece estar sempre do lado palestino.
um abraço
Perfeito!!
Principalmente: “Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.”
Muito boa essa do J.P.Coutinho. No começo é até engraçado.
Vou tentar a minha historinha do lobo mau e do cordeiro.
O problema do povo de Israel é que ele na realidade é “superior”, tem mais dinheiro, mais prêmio Nobel por pessoa, mais tecnologia etc… Na época de Hitler quase foi dizimado por esse motivo, para largar a mão de ser besta.
Os judeus acabaram atingindo esse nível tecnológico através dos séculos, por necessidade por serem perseguidos.
O esquerdismo que assola o mundo é antielite anti-rico. “Toda riqueza será castigada”. A Maioria se alinha automaticamente com o mais pobre que segundo o nosso senso de justiça social é sempre o mais fraco. (Se esquecendo que esse mais fraco pode cometer suicídio e levar um monte de gente para inferno enquanto ele vai para o paraíso)
Tão fácil de entender que até os petralhas conseguem. Se vão querer ou não é outro problema.
Uma pergunta: se a reação é desproporcional como o Hamas continua jogando foguetes?
Conteúdo irretocável e forma adequada quando se considera o nível intelectual da maioria dos 80% dos que aprovam o governo Lula e eleitores do PT. Jayme Guedes
Sem comentários.
Claríssima analogia!
Espero que os ignorantes se curem.. porque os estúpidos continuarão onde sempre estiveram!
Só tenho uma palavra para descrever o texto: EXCELENTE!
Se quem ler não entender, porfavor, procure o pasto mais próximo para se alimentar.
César Castro
Não tinha olhado por esse lado, o texto nos ajuda a entender toda essa situação.