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20/06/2012

às 3:29

Confiança em investir é a menor em 3 anos

Por Pedro Soares, na Folha:
Com mais ociosidade nas linhas de produção e lucros em queda, empresários da indústria indicam que a fase atual é a pior para investir desde o auge da crise, em 2009. Eles indicam dificuldade para alocar recursos próprios em projetos e demanda mais fraca.
O diagnóstico é da Sondagem de Investimentos da Indústria, realizada em abril e maio e divulgada ontem pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio. Foram ouvidos representantes de 879 indústrias, com vendas totais de R$ 531 bilhões.

De acordo com Aloisio Campelo, coordenador da FGV, o fraco crescimento econômico, a queda da produção industrial, o aumento da capacidade ociosa nas fábricas e a crise europeia diminuem o otimismo de empresários, que adiam investimentos diante das perspectivas mais pessimistas para os próximos meses.
(…)

Por Reinaldo Azevedo

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5 Comentários

  1. nitordo

    -

    20/06/2012 às 15:56

    Quando as coisas vão bem é fruto das medidas do governo, quando vão mal é culpa do exterior.

  2. RPC

    -

    20/06/2012 às 12:17

    Pessoal, mais uma vez, vamos fazer o compromisso de não comprar carro novo até o final de agosto de 2012, pois, só assim teremos preços internacionais de veículos novos. Não caíam na conversa fiada do Mantega e do ApeDELTA pois eles buscam apenas dividendos eleitorais. É a nossa chance não podemos deixar passar.

  3. Anónimo

    -

    20/06/2012 às 11:20

    O maior problema não é a retração dos mercados, já que é justamente nas crises que surgem as oportunidades. O problema é que não há perspectivas a curto, médio e longo prazo de nos livrarmos do petralhismo. Assim, a perspectiva é que teremos a curto, médio e longo prazo o aumento é da instabilidade jurídica, da corrupção e de toda sorte de maledicência que os petralhas são capazes de fazer.

  4. Jackson

    -

    20/06/2012 às 11:06

    Pois é. Será que vale a pena insistir na queda dos juros para estimular o crescimento?
    Os países do 1º mundo (para usar uma terminologia antiga) podem se dar ao luxo de ter taxas de juros negativas, como política anti-cíclica, porque sua inflação é próxima de zero, o que não é o nosso caso.
    Por outro lado, nada garante que algum investidor se interesse em tomar empréstimos para investir, pois a taxa de juros é apenas um dos fatores das decisões de investir.
    Como dizia Galbraith: – Os juros são como a corda que prende o cachorro; servem para detê-lo, mas não servem para fazê-lo andar.
    Em outras palavras, se aumentar a taxa de juros tem um efeito certo, mesmo que não imediato, na queda do ritmo de expansão da economia, o contrário não é necessariamente verdadeiro. Insistir nisso não garante o crescimento e, pior, complica o controle da inflação.

  5. roby

    -

    20/06/2012 às 10:10

    Será que esses empresários não ouviram a garantia presidencial de que estamos trezentos por cento assegurados contra a crise mundial?

 

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