Lá vou eu dedicar um pouquinho das minhas férias a Chico Buarque…
Em 1991, fiz uma resenha de Estorvo, o primeiro romance de Tchico. Quase ao mesmo tempo, Bruna Lombardi lançara Filmes Proibidos. Pediram-me uma resenha de ambos. Lembro que fiz uma piada mais ou menos assim: se é pelos belos olhos, o livro de Bruna é - e é mesmo! - muito melhor. Mas ela foi recebida com o ceticismo que se pode imaginar; ele, com o embevecimento costumeiro e a reverência injustificada da crítica. Estorvo é um livro chato e pretensioso. Desisti do “Chico-enquanto-romancista”. Cai em tentação, anos mais tarde, com Budapeste, ainda mais festejado. E ainda mais chato e mais pretensioso. E fiquei e ficarei nesses dois. Chico não sabe o que é romance — ou, mais amplamente, prosa de ficção. Não como autor ao menos. Ignora as ferramentas para construir uma personagem e tenta compensar a falta de carpintaria com uma linguagem supostamente densa, enfileirando metáforas que conferem à narrativa cediça uma aparência de profundidade filosófica, misturando doses de melancolia de apartamento, pessimismo blasé e desconstrução de moderno romance francês. A parada é indigesta. Sigamos. E vamos começar a desmisturar as coisas para desmitistificá-las.
Chico é um idiota político. Foi e ainda é propagandista de uma das ditaduras mais assassinas da terra: a de Fidel Castro, em Cuba. Não! Isso não faz dele um mau romancista. O que o torna um mau romancista são seus romances ruins. Sua parvoíce ideológica também não compromete a qualidade de suas músicas — das líricas, ao menos, não; as políticas são de doer. Já o critiquei aqui várias vezes e levei porrada de todo lado — e a mais usual, evidentemente, é o famoso “quem é você para criticar Chico Buarque?”. Como, para quem faz tal indagação, ninguém está à altura do ídolo, pouco importa o que ele diga ou faça, a única atitude aceitável é a reverência. Reitero: todas as vezes em que o critiquei, o que pode ser constatado no arquivo do blog, eu o fiz em razão de declarações políticas que ele deu. Não buli com o que chamam, tolamente, a sua “poesia”. Não que não pudesse fazê-lo. Como “poesia”, elas resistem pouco a um escrutínio. Mas o fato é que não o fiz. E, mesmo assim, veio a gritaria: “Quem é você para…?”
O que temos? Porque um ídolo é um letrista apreciado da MPB, um “poeta”, então não pode receber uma crítica de natureza política quando faz uma declaração… política? Tenham paciência! Sim, este texto integra, vamos dizer, o ambiente da gritaria que se seguiu à coluna de Diogo Mainardi na VEJA desta semana. O parágrafo que reproduzo parece dar conta, com eficiência, da questão:
Edna O’Brien conheceu “Chico” uma semana atrás, na Flip, em Paraty. Depois de participar de um debate, ela foi arrastada a um encontro entre Chico Buarque e Milton Hatoum. O que ela afirmou, assim que conseguiu escapar do encontro? Que Chico Buarque era uma fraude. O que ela afirmou em seguida, durante o jantar? Que se espantou com a empáfia e com o desconhecimento literário dos dois autores. E o que ela repetiu para mim, alguns dias mais tarde, em outro jantar, no Rio de Janeiro? Que Chico Buarque era uma fraude, que ela se espantou com sua empáfia e com seu desconhecimento literário, e que se espantou mais ainda com sua facilidade para enganar a plateia da Flip.
Qual é o ponto? Edna O’Brien era um dos medalhões da tal Feira de Livros de Paraty. Chico era outro. Resolveram juntar os dois. E ela expressou seu juízo sobre o ídolo brasileiro enquanto leitor e, sei lá como dizer, artífice da literatura. Claro, claro, pode-se dizer que a escritora irlandesa não é de nada, mas o fato é que era uma das grandes convidadas da Flip porque, no ambiente em que Chico decidiu transitar — que não é o do banquinho & violão —, ela é considerada, lamento pelos descontentes, uma autoridade.
De fato, ela foi até mais dura — e o foi publicamente: afirmou que Chico se aproveita também do fato de ser bonito, “como o Steve McQueen”. E revolveu uma polêmica de que os meios culturais brasileiros fogem como o diabo da cruz: “Música popular não é poesia. No Brasil ou em qualquer lugar do mundo”. E não é mesmo!
As reações que tenho lido são as mais estapafúrdias — como já escrevi aqui, estou apanhando por tabela porque publiquei, como faço toda semana, um trecho da coluna do Diogo. Há os nacionalistas furiosos: Edna teria sido indelicada ao falar mal de um brasileiro no Brasil! Santo Deus! Só agora me dei conta de que fui um malcriado quando falei mal de Saramago numa entrevista a uma revista cultural portuguesa! Qual é a regra geral? Devemos sempre exaltar os mitos locais por uma questão de decoro e etiqueta, é isso? Há quem afirme que Diogo bate em Chico “para aparecer”. Convenham: ele nem bateu tanto. O que fez foi reproduzir os bastidores de um encontro literário, o que deveria ser corriqueiro no jornalismo cultural se boa parte dele não vivesse de uma espécie de compadrio moral com os objetos da notícia, pautado por afinidades eletivas — isso na hipótese benevolente. Diogo também infoma que Edna está escrevendo um conto sobre “Tchico”, que recebe, na narrativa, o nome de “Harpo”. É espantoso que nenhum dos furiosos tenha comentado a provocação, que Diogo ainda faz questão de esclarecer: “Como em Harpo Marx”. Mais adiante: “Como Chico Marx”. Definitivamente, o “gauchismo” brasileiro é involuntariamente “grouchista”…
E há quem tenha observado que não podemos misturar as coisas; que Chico é, sim, um grande letrista etc. Não sei o que Diogo pensa a respeito. Jamais conversamos sobre MPB — e creio que jamais o faremos. Mas suas rimas ao violão passaram longe da coluna. O texto trata do Tchico como escritor e como personagem da cena cultural brasileira. E considera-o ao alcance da crítica terrena. Para muitos, esse foi o maior pecado da coluna de Diogo.
A indagação de uma leitora talvez expresse bem o espírito de uma época: “Diogo e você não podem suportar a existência de uma unanimidade? Vão logo partindo para o ataque? Afinal, qual o problema de vocês?”. Bem, a resposta poderia ser longuíssima, deixando claro que ele, eu ou qualquer pessoa intelectualmente honesta não damos pelota pra isso ao escrever; que esse critério não tem a menor relevância etc. Mas seria inútil. Então respondo assim:
“Isso, leitora! Você está certa! Diante das unanimidades, reivindicamos a condição de minoria. Você, como parte da maioria, não pode nos tolerar? Afinal, qual é a o seu problema?”









“tenta compensar a falta de carpintaria com uma linguagem supostamente densa, enfileirando metáforas que conferem à narrativa cediça uma aparência de profundidade filosófica, misturando doses de melancolia de apartamento, pessimismo…”
Ok, alguem ai tambem pensou em “Suave é a Noite” depois de ler isto?
Ate entendo nao gostar dos livros do Chico. Ou de como ele escreve. Mas fica parecendo que quer gerar polemica fazendo críticas em cima de celebridade. A la Nabokov criticando os cliches dos livros do Dostoievski (nao estou comparando Reinaldo a Nabokov muito menos Chico a Fiodor).
se pensar que para ser artista ou escritor romancista é preciso conhecer todas as obras literárias de Shakespeare à Bruna Surfistinha.Falar que Chico escreveu um livro ”chato” eu posso entender como sendo opinião pessoal sua e aceitá-la.Mas dizer que ele é um mau romancista porque desconhece obras de kafka,Platão,Oscar Wilde ou qualquer outro nome,como insinuou a prezada crítica,isso sim é ser chato.
Obrigado e tenha uma ótima semana.Estou me tornando um fã de seu trabalho,espero comprar seu livro o mais rápido possível.
conhecer TUDO sobre o tipo de arte com qual o indivíduo deseja se expressar.A arte é universal e está na percepção que cada um como ser humano pensante tem acerca do que vê ou faz.Falo isso como artista,sou médico e considero minha profissão como arte.Na história da medicina houveram casos de verdadeiros gênios,pessoas com diferenciais,que tinham facilidade de entender o corpo,a clínica e a cirurgia como nenhum outro.E sem nem mesmo ter visto ou lido obras de Galeno,Hipócrates e outros médicos,abrindo portas assim para novas abordagens científicas para o corpo humano.E enfim digo que concordo com sua liberdade de pensar o que quiser sobre Chico Buarque, mas protesto contra essa mania de
Caro Reinaldo…aplaudo sua atitude,argumentos e convicção.Vez ou outra vejo-me em situações como a que você apontou em seu texto.A unanimidade parece até religião no nosso Brasil,ficando o objeto de divergência quase intocável.Respeito sua opinião e acima de tudo, sua liberdade de apontar através de seus argumentos o que Chico representa para a literatura brasileira. Li ”Estorvo” e achei uma leitura agradável para mim,mesmo sendo leigo em relação aos critérios exigidos por vocês profissionais sobre o que deveria ser ou não um ótimo romance.Mas também acho falta de criatividade e até idiotice o que certos críticos pensam,como essa idéia de que para fazer uma boa arte seja necessário antes
O que acontece no mundo, e uma perda (ou será perca?) de perspectiva sobre o que as pessoas realmente são. Chico Buarque é um tremendo letrista, que teve um período de criatividade fantástica. Junto com uma massa que se sobressaiu no meio artístico universitário, graças ao estopim da repressão e da discussão ideológica, muitas vezes estéril. Eu participei deste movimento cultural. Fui um observador privilegiado. Passei a perceber que pessoas com qualidades específicas, passaram a ser endeusadas por pessoas sem nenhuma qualidade crítica; “Preciso de alguem em quem me espelhar”. Daí a serem entronizados foi um passo; só isso. O Chico é sua 1ª fase, o resto é reflexo, é purpurina.
Fico constrangido , pois qualquer comentário elogioso ao artista Chico é chover no molhado, porém a muito tempo acho o Chico a personificação do que costumo chamar de COMUNISTA DA ZONA SUL. Um tipo que é capaz de passar horas a fio falando sobre Comunismo, Socialismo, as teorias de Karl Marx, o fim da miséria a curto prazo, da desigualde social ( como se fosse vítima dela ) e da implementação Reforma Agrária, na beira da piscina de sua luxuosa casa, com um charuto cubana na mão direita e uisque escocês na esquerda, acusando seus vizinhos de porta de serem burgueses reacionário e ricos pela desigualdade social no país. O Marcos Valle compôs A Resposta onde descreve exatamente esse tipo.
Dá nojo ler essa burguesia mais reacionária ramelenta aqui … estes “deuses do olimpo reacionário” que se arvoram em mandar em tudo, devem meso tomar cuidado! Que os ChicosBuarques se multipliquem! E se miltiplicarão…queiram ou não!
Caro Reinaldo: Neste país medíocre comandado pelos comunas da USP e seu boneco de ventríloquo, é pelo menos alentador contar com uma cabeça iluminada que não se importa com a maioria estupidificada que tem comportamento de gnu. Sou grato por existires e não participares desta unanimidade grotesca que assola esta nação infeliz. Com relação ao Tchico, chamá-lo de cantor é ofender de morte a arte de Orfeu, o divino aedo. Desafina a todo momento. E mais: um canastrão que tem o desplante de arrotar democracia e glorificar o genocida Castro e sua caterva, só pode mesmo ser uma fraude. E como diz o Mané aqui de Floripa: Até 2003 ninguém prestava; só nóis. Hoje ninguém presta; nem nóis. Roberto
Perdoe Chico.
Eles sabem o que dizem e são perigosos.
Se dúvidas persistirem, sempre haverá a posteridade (sendo muito otimista, pois há quem ache que nem isso nos resta): no futuro, ninguém saberá quem foi Chico Buarque. No entanto, a contribuição do Reinaldo Azevedo ao jornalismo-verdade fará testemunho de épocas primevas, quando rastejávamos em estágios deploráveis de civilização.
Tio Rei, mantenha a verve (keep up the good work)!
(Ao Leandro do comentário das 3:24 pm)
“Gauchismo”, neste caso, vem de ‘gauche’ (esquerda em francês) e não de ‘gaúcho’.
(Eu sabia que ia aparecer conterrâneo meu reclamando…)
[...] um cara bom de bola. Depois que ele emendou um artigo sobre o Chico Buarque e sua mediocridade politica e de escritor virei seu fã, porque ninguém teve peito de dizer abertamente que o chico é mais uma das viúvas [...]
…leite derramado é a letra mais longa deste espertalhão…
Não gosto do Tchico nem como cantor e muito menos como romancista, como também detesto o Niemayer. Prá mim ambos são apenas grandes aproveitadores do sistema lula / fidel
Sou Publicitária de Teresina- Piauí.
Não gosto muito de Chico buarque como escritor, talvez um dia eu vá gostar. Ouço as suas músicas.Chico Buarque tem nas suas veias a palavra. E é isso q acredito q ele vai continuar fazendo!!
Até mais!!!
Chico é um dos melhores compositores deste país. Talvez o melhor nos últimos anos - o que não é pouco, já que dizem por aí que a música brasileira é rica.
Como romancista deixa a desejar. “Budapeste” é de doer, assim como “Estorvo”. “Fazenda Modelo” tem o álibi de ser uma novela de um sujeito imaturo literariamente.
O bom do Chico está nas peças. Ou numa: Gota D’água, que é genialmente bem armada. Intertextualidade, poesia, tragédia, samba, humor e tesão. Tudo junto.
Sim, letra de música não é, definitivamente, poesia. O que não a desmerece.
Mesma estratégia do Lula: quem são vocês para falar do Sarney?
[...] para ser menos pesado e nocivo ao planeta Terra. fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]
É… eu devo ser muuuuito burra, mesmo. Mas tenho um desconfiômetro que funciona… Em minha juventude - que NÃO FOI de militância nenhuma - gostava das músicas do Chico. Verdade é que ainda gosto. Para mim, essas músicas ficam no lugar que lhes é devido: o da música. E só. Jamais me encantei com a tal ideologia, aliás, palavra que detesto - ideologia.
Concordo com vocês que Chico não deveria cantar nem escrever romances. É isso mesmo: ‘não vá o sapateiro além das chinelas’.
Mas que o ‘homi’ é bonito, ah, isso é. Tá velho, mas tá bão! HEHEHE!!
cretinice é contagiante. . . Edna O`brien cujos livros foram banidos no seu País virou “cult” dos direitopatas.
Quando mais comentários chulos brotarem mais valorizado será o Sr. Chico Buarque. o comentários de “Mal naidi” e estes 300 e poucos que escreveram tantas bobagens não desmerecem ninguém, pelo contrário demonstra que as pessoas estão no rumo certo.
Caro REinaldo,
Com relação as músicas de tchico tem uma que , se fosse num país sério , seria processado .A música é Geni.Tenho uma tia que se chama Geni e imagina as gozações, as chacotas que sofreu na época por causa desta música.Ainda há tempo para se tomar uma providência séria contra esse arrogante(todo arrogante tem problema de caráter) ,é só arranjar um bom advogado.
Gente, estou com vergonha de ser fã de Chico. Qual é o nosso problema?
Tio Rei fui fã de Chico Buarque durante muito tempo, até achava ele o máximo, depois que comecei a analisar um pouco melhor sua postura passei a ter raiva dele.
Claro que ele gosta de ditadura, veja que depois que o Brasil deixou de ser ditadura chico não fez mais músicas e nem escreveu mais livros, portanto deixou de faturar alto.
Toda unanimidade é burra, já dizia
o velho Nélson. Nascer pra minoria
em ambientes autocráticos é o fim
da picada. No meu caminho tinha
uma pedra, já dizia o velho Drumond.
se vcs procurarem um disco de chico buarque na minha discoteca (que é bastante variada, por sinal, indo dos clássicos ao popular, passando pelo jazz, rock e big bands, etc,não vão encontrar mesmo.. detesto sua voz fanhosa e chata, detesto sua figura autoritéria e sempre bêbada.. aliás, sou testemunha ocular do estado lastimável em que esse cantor entrava nos palcos pernambucanos, quando por aqui aparecia, incluindo na televisão local, quando ainda não era mera repetidora de redes sulistas.. chapado é pouco ! e eu nunca acreditei em quem tem que encher a lata pra fazer alguma coisa.. seja chico buarque, ou lulla 51.. tenho dito..
fui roqueiro na juventude e nunca me arrependi dessa iniciação musical.. hj é chique ser roqueiro.. nos anos 60, era chique gostar de chico buarque et caterva… não nego algum valor em algumas das suas letras, muito bem embasadas em ricas melodias e harmonias de bons parceiros que tb rezavam na mesma cartilha.. hj, mais maduro, vejo que eu estava certo… nunca liguei pra essa turma e afora o rock, o que sempre fi, gostei e gosto de fazer foi música genuinamente pernambucana: sou músico e compositor de frevo, baião, ciranda, maracatu e outro ritmos menos votados mas muito importantes pra cultura do meu estado… sem exagero, se vcs procurarem um disco de chico buarque na minha discoteca,
A literatura de Chico é chata e a de Edna O’Brien é chatíssima.
Outra coisa curiosa: Tom Jobim , esse sim maravilhoso músico e compositor, foi duramente criticado pela esquedalha asquerosa, que não o perdoou por ter vendido os direitos de Águas de Março para uma campanha publicitária internacional da Coca-Cola, onde recebeu à época uma bolada. Tom falou: “a música é minha e eu faço o que bem entender com ela. Minhas contas quem paga sou eu.” Esse era o Tom, genial e independente em todos os sentidos.
Isso tudo me faz lembrar uma frase marcante da Marieta Severo por ocasião da eleição de 1989 em que participou o Ronaldo Caiado. Na casa do casal, os canditados, todos de esquerda, iam para aquela verborragia habitual e cantilena conhecida, com outros intectuais da área artística. O Caiado demonstrou vontade de ír num desses encontros, mostrar suas idéias e plataforma de governo. Foi rechaçado com a seguinte pérola: “a democracia na minha casa para nas esquerdas”, dita pela “sumidade” Marieta Severo. Esse casal tinha tudo para dar certo!!!!!!
Nossa, esse tema pegou mesmo, não dei conta de ler todos os comentários, mas, como sempre, voce e Diogo estão 100% certos.
Me dei ao Trabalho de ler as duas merdas que ele escreveu. Aquilo é pura porcaria…. para aqueles que se dizem itelectual,, porque leram e entenderam o livro desse eprsonagem.. aahahhaha
ele que fiquem com suas musiquinhas para os outros cantarem porque como interprete é igual ao escritor…. boas colocações as tuas.. até que fim alguém lúcido..
Bem se Saney esta na Academia.. logo.. logo ele tb.
um Abraço
Cláudia
Há muitos anos, descobri que Chico Buarque não faz literatura. O que ele faz é artesanato fino, que é uma imitação bem acabadinha, onde o autor tenta encobrir suas deficiências literárias reescrevendo trinta vezes cada frase, até que esta pareça chique e moderna. Artesanato fino não é arte, claro que não é, mas consegue enganar incontável número de otários. Edna O’Brien fez com que eu me sentisse menos só e menos marciano, neste mundo.
Ouvi todas as letras e músicas e li livros do Chico, Creio que você e o Diogo tem todo o direito de criticar quem quer que seja. Cabe a nós concordar ou não! Mas isso não retira o direito do seu comentário, que por sinal é muito bem feito. parabéns!!
É o que eu já disse antes e este post comprova. Se o Brasil tiver um líder sério, honesto, carismático e corajoso, apeia essa corja toda do poder. É só puxar a linha que o povo segue.
Bastante oportuna a lembrança que faz Yuri às 10:07 pm. Embora tenha estado mais distante do público nos últimos anos, Tchico continua participando ativamente de todo e qualquer abaixo-assinado e toda listinha de apoio a tiranos, tiranetes e aspirantes latino-americanos. Talvez tenha aperfeiçoado seus conhecimentos literários com os egrégios colegas de redação da America Libre. Nesse meio, ele é apenas conselheiro, diretor mesmo é Emir Sader. No mais, são os amigos de sempre.
http://www.nodo50.org/americalibre/consejo.htm
SOBRE BISCOITOS E CHICO
Ah, cara PERKELE, 12:36 am, (posso chamá-la assim, de cara, querida, pelo menos neste momento?) entendo desse seu gosto! É compreensível, perfeito, inatacável. Eu também tenho certos gostos, ainda que em um ou outro ninguém me acompanhe. Ou possa me entender. Gosto, por exemplo de cozido-e-assado e avoador, tipos de biscoitos de minha infância em Vitória da Conquista. São minhas “madeleines”. Quem haveria de saborear aqueles biscoitos como eu os saboreio? Pra cada um, um sabor. Inatingível por outros. Mesmo os meus amigos de infância e meus parentes mais próximos. O Glauber, por exemplo, que saboreava tantas coisas daquele mesmo tempo e local, talvez não os saboreasse mais se vivo ainda fosse. E, se os saboreasse, seria de forma muito diferente da minha. As “madeleines” são assim no sabor: Camaleônicas. Fugidias.
Weimar
Eu gosto imensamente de Chico compositor, mas o escritor é decepcionante. Eu ficava intrigada quando lia a critica falando maravilhas sobre seus livros. Agora descobri que sou normal, Chico nao é uma unanimidade nacional.
Sapateiro, às suas sandalhas !
É possível entender que queira aumentar o seu ego. Mas uma pena que o faça através da fama, vendendo livros que não consistência, fazendo difícil até chegar à metade. Seria ficar na dela, como músico
Fabio, o problema é justamente esse: os livros dele não são bons. Se não são bons, por que diabos ele é a estrela de um evento focado na literatura? Nesse ponto, ele é uma farsa. É pretensioso, tem uma pose de intelectual, mas de intelectual não tem nada. É um imbecil.
Caro Reinaldo e demais amigos direitistas,conservadores,cristãos etc,vejam esta SENSACIONAL notícia:
“MUSEU SOBRE O COMUNISMO É INAUGURADO - MUSEUM ON COMMUNISM IS INAUGURATED!
Graças a Deus, pessoas de capacidade e benevolência cristã, construiram e inauguraram em Nova York o Museu Global Sobre o Comunismo, ou Global Museum on Communism. O museu vem a trazer a público todas as atrocidades do sistema anarquista fundado e imposto por embaixadores do satanismo, os donos do sistema bancário e das guerras, os illuminati. Que o mesmo seja repetido em todo mundo! O sítio eletrônico do museu é http://www.victimsofcommunism.org/.
Fonte: http://alingua.blogspot.com/
Parabéns Tio pela bela aula de massinha … hehehe
Existem dois “escritores” que nunca li nada e nunca lerei, um é esse ser que foi desmascarado pela velhinha irlandesa você e o Mainardi, outro é o amigo do maluco beleza.
Sei que sempre que escuto as musicas do vermelhóide parisiense e não me dizem nada, e essa babaquice dizer que ele lutou contra ditamole, é piada né, o cara pelo contrário se deu muito bem com ela, talvez até o fim do ano que vem ele consiga uma indenização nos moldes do Jaguar e Ziraldo…
Outros safados que infelizmente contribui com eles, coisa que hoje me arrependo amargamente.
O que é beleza, jogar pedra na geni, ou cantar que jogam pedra na geni. Você sai cantando pela rua que é dessas mulheres que só dizem sim? Só se for petista da veia como Tchico.
O que seria do mundo fashion se ninguém gostasse da unanimidade, o que seria dos BackStreet boys, do grupo dominó, que fim teria a moda? Unanimidade é o consumo de massa, os comunistas gostam da unanimidade, então são ilógicos, pois gostam do consumo de massa, nem que seja na base da porrada, “consuma, idiota, pelo partido, pelo bem do Estado, senão tu morres”, o capitalismo dá ao menos o direito de escolha.
Chico é, antes de tudo, um chato.
Mais chato ainda é análise de letra de mpb em aula de Literatura.
Na minha imodesta, pessoal opinião, é minha não tem de ser modesta para ser válida, tampouco arrogante se quero dividir (nada de ser humilde dá um tédio quando as figuras referem às suas como humildes opiniões ao referirem-se a supostos ícones e lidarem com conflito de julgamento terem-lhe pedras atacadas, acredito) eu gosto de Chico, e creio que bastante, gosto da sonoridade (da voz de taquara, letra dele fica legal na voz dele)e da construção das letras nas canções que ouço, talvez tenha um quê de memória sensitiva, sabe quando não se pode visualizar aqueles domingos em família, mas a melodia parece trazer novamente as mesmíssimas sensações? É tão bom, que a canção com esse poder se torna magnífica seja lá o que for.Tem também aquelas que aconchegam em momentos tristonhos, depressivos. Do Chico devo me lembrar de mais de uma dúzia por uma razão ou outra, gosto e pronto.
A pauta aqui é a postura política, e produção literária de uma um indivíduo, não sobre a validade da compleição de sua obra musical.Não compreendo toda essa mobilização em torno do post, de ambas as vertentes. Se por um lado muitos de nós, e duvido que alguém possa vir a atirar a primeira pedra, já metemos o pau em pessoas, produtos que gostamos criticando, nos expressando, por vezes ajudando a construir, qual o problema em lidar com a crítica sem leva-la como insulto pessoal? Por outra, perdoem-me, parece que alguns simplesmente precisam de um suposto aval um comunicador com qualidades ímpares para se rebelar e começar a esculachar com um indivíduo inteiro. Será a sensação de poder emprestado? Talvez o erro seja minha compreensão diante de algumas expressões.
É bem torturante a leitura de um livro dele sim, mas por mais que enrole com outros livros ao lado para fugir de um e outro, tenho obrigação de ir ao final pufff…Após a leitura de estorvo na adolescência não me arrisquei novamente por medo. Já fugi de alguns livros antes, mas a tortura era outra, ao final você se sente acrescido, não apenas libertado. Bem, o problema Chico e ser idolatrado por outras criações, já o ilustre Paulo Coelho, mais conhecido em qualquer esquina do mundo é menos pior por que faz parte do fenômeno auto-ajuda, fantasia ou farsa assumida e assim já é largamente compreendido. Menos mal se não fosse a cadeira na academia, mas nada mais me surpreende aqui, coisas piores no governo ocorrem diariamente, são divulgadas, e ninguém sabe o que é vergonha na cara para ao menos renunciar.
Enfim, quer saber não gosto muito de ficar deprimida, e meu gosto musical, assim como literário pode altamente questionável, ou intrigante devido a complexidade hahah…o que curto mesmo é entrar elétrica aqui para ler o Reinaldo, vários comentários que me deixam ligada ouvindo Rammstein, Rage Against the Machine, Apulanta, e qualquer merda genial que Mike Patton fizer (fora bilhares de outras variando estilo, nacionalidade e propósito, pode ser que um dia desses vou estar aqui lendo ouvindo um Chico). Esse Blog me deixa feliz, juro, é incrível poder ler o material e me sentir entre tantas pessoas com ao menos um forte sentimento em comum, ojeriza à Lula e sua manada, ou seria matilha, e uma vontade doida de que todo o Brazil tivesse acesso a essas informações, ainda discordando de alguns pontos, acredito que não haveria como continuar poço abaixo se cada cidadão tivesse um Reinaldo como consultor. Talvez essa sensação de pertencer a grupo com causas em comum seja um dos motivos para certas reações que critiquei logo acima. Um grande abraço a todos.
É interessante o paralelo, muitos acham, até eu, as músicas de Tchico bonitas e o governo Lula bonitos, mas poucos vêem o mundo sórdido que eles escondem e que foram feitos. Que coisa.
Cadê as Armas ?
A notícia foi publicada no domingo pelo The New York Times on-line. Agitou os EUA e deixou Dick Cheney — o falcão que foi vice de George W. Bush — em situação delicadíssima. Pode sobrar até para Donald Rumsfeld, o ex-ministro da Defesa, defenestrado por mentiras e conflito de interesses.
Segundo o prestigioso jornal The New York Times, o atual diretor da Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA), Leon Panetta, descobriu ter Dick Cheney ordenado à CIA a execução de um programa secreto antiterror e determinado, expressamente, que não fosse informado ao Congresso americano. Esta sua determinação deveu-se ao fato de, por lei, haver obrigatoriedade de informação ao C
Me digas com quem andas, Chico Buarque, e te direis quem és.
“Gênio da música enquanto compositor” uma pitomba! Chico é um porre…daqueles que não passam nem com Engov antes e depois.
Li “Estorvo” no final de 91. O título faz jus ao texto, pois nem a “Eco 92″ foi pior. Lá pela pag 21 eu larguei e fui ler o Sandman de Neil Gaiman, uma história em quadrinhos que eu tinha comprado na rodoviária e que dava de 10 a 0 na porcaria do Chico. Ademais, como um leitor seu disse, é fácil ser comunista na sacada do duplex bebendo Uísque 30 anos. Quando o Buarque fizer shows de graça, eu começo a acreditar nas convicções do sujeito. Fora isso, a única grande contribuição dele para o comunismo mundial foi socializar a mulher dos outros.
Fábio e outros, dizer que as letras e as músicas que o Chico escreve são boas é simples, mas é preciso ver além do horizonte bonito e encantado, pois o mundo que elas descrevem é bem sórdido, rodeado de desocupados, bêbados, prostitutas, ladrões e assassinos. O mundo do Chico conheço bem, Lula e Chico são um só, Lula é feio e burro, Chico é bonito e inteligente, mas não vão além do horizonte, o barro de que foram criados é o mesmo, o berço é o mesmo, o resultado é o mesmo. O ódio em que foram forjados está lá.
Só não entendi ainda qual é o problema do Chico não ser um bom escritor? Os livros dele de fato são pretenciosos e muito chatos, e sas idéias políticas pararam no tempo, mas entre as músicas que ele compôs tem algumas muito boas.
O SITE QUE PAULO BOCCATO INDICA TRAZ FOTOS DA FAMÍLIA CHAVEZ DESFRUTANDO AS DELÍCIAS DO CAPITALISMO. MAS PARA MIM O DELICIOSO MESMO FOI A FRASE DE WINSTON CHURCHILL NO ALTO DA PÁGINA: “O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA, E SUA VIRTUDE INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA”. E PARA TERMINAR, CITANDO UMA FRASE POSTADA ABAIXO: “COMO É BOM SER COMUNISTA EM PARIS…”
O Problema do Tchico é o mesmo do Lula, ele gostava de ouvir a opinião dos seus colegas de salgadinhos no bar. Portanto …
Nacionalidade não é proteção para críticas. O jogo é bruto na crítica literária, sempre foi e sempre será. Tentei ler Budapeste, mas achei chato demais. Se um texto é divertido, o livro faz sucesso apesar da crítica. Harold Bloom desceu a ripa na J. Rowling, porque detestou Harry Potter, considerou a obra uma fraude. Não me lembro de ter lido ingleses a desacreditarem Bloom por ter criticado a inglesa. O livro vendeu porque é divertido. O mesmo Bloom considerou Machado de Assis um gênio pelo caráter universal de sua obra, jamais pela sua nacionalidade. Este culto à hegemonia tupiniquim só tem causado a total asfixia da produção cultural brasileira. É um atraso de vida.
Excelente!!! Parabéns à você e ao Diogo por ajudarem a desmascarar essa triste e ridícula figura.
E obrigado por sacrificar as suas férias para nos proporcionar momentos tão bons, ainda mais nos permitindo imaginar as reações histéricas e raivosas dos “tchiquitos” e “tchiquitas”!
Saudações.
Reinaldo,
Acho que está na hora de passarmos a limpo a história recente desse país, falar desses falsos “comunistas” e intelectuais, que se fizeram a custa do golpe de 1964. Ziraldo e Jaguar ficaram ricos com a Bolsa Anistia, fizeram a “revolução” tomando birita de bar em bar. Tropicália nunca existiu, foi um álbum de musicas gravado por 4 baianos. Gilberto Gil um grande oportunista, um grande comprador de musica e letra dos outros (não é Altayr Veloso?). Thico pegava versos de Sérgio Buarque e assumia a autoria em músicas, como se autor fosse. E assim essa turma foi “forjada”. Tem o sobrinho dedo-duro do Gal. Golbery que ainda hoje aparece cantando na Globonews.
Será que o Tchico,o príncipe das proparoxítonas, emprestaria seus fúlgidos olhos azuis para o ditador chefe inválido, esquálido e pútrido ,na cálida Cuba,pelo resto dos seus dias,cortando cana,ávido por uma champanhezinha francesa? Ora ,é para o bem universal!Vá, Tchico,Vá…
O Blog da CPI da Petrobras esta no ar, criado pelo PSDB e pelo DEM.
http://petrobrasblogdacpi.blogspot.com/
MUDANDO DE ASSUNTO, SERIA TÃO BOM SE OS ANÁRQUICOS FILMES DOS IRMÃOS MARX - GROUCHO, HARPO, CHICO - FOSSEM MAIS CONHECIDO E APRECIADOS NO BRASIL… ESSES SIM, MERECIAM SER “UNANIMIDADE”.
Unanimidade brasileira compra Jeans imprestáveis porque está na moda, tenis medíocres porque “tá” na moda, fuma maconha e morre porque também “tá”, come merda com a geni porque é “modinha”, quando ela a “rainha dos pequeninos põe um lacinho cor de rosa na “bunda” lá naquela emissora, meia hora depois duzentos milhões de “baixinhos” estarão abanando o “rabinho” com o lacinho, depois a “maioria” reclama quando a comparam com os macaquinhos que imita tudo o que os outros fazemah!ah!ah!
Seu Reinaldo
E quando a gripe suína chegar nas aldeias indígenas, quem vai pagar a conta? O homem “branco”? A Raposa Serra do Sol poderá ficar às moscas.
Papa Fox
Vou dar minha opinião sobre o Chico: poesia ou não, ele tem músicas que falaram ao coração,isso me importa.Uma coisa não gosto: da voz dele,às vezes,fico imaginando determinadas canções em outras vozes,ah!deliro…mas sei que para alguns, é apenas um delito de minha parte.Um intelectual como vc ou a tal Edna,sem dúvida alguma não terão tolerância com um ícone que falou ao coração mas que calou e concordou quando decretaram que falava para cérebros, isso é trapaça.Eu os entendo simplesmente porque a falastrice dói demais,eu sei disso em outras questões.Não se omita mesmo!
Quando li o artigo do Diogo pensei: enfim alguém escreve algo verdadeiramente apropriado e atual sobre Chico Buarque. Quantos anos de unanimidade e dormência… Ele é um narciso disfarçado, assim como outros tímidos de plantão, tal como Veríssimo.
“Estorvo” não é chato, é….chatíssimo, um estorvo mesmo!
Quanto às críticas que vocês têm recebido, eles tem razão, poxa! Afinal, vocês são Statler e Waldorf, como bem disse o Mainardi uma vez!
EXCELENTE,caro Reinaldo!!!Parabéns!!!
Caro Reinaldo,aproveito a oportunidade para sugerir aos demais amigos deste blog a audição do programa TrueOutspeak,com o filósofo Olavo de Carvalho,do dia 13/07/09,onde é tratado de algo muito sério:as tentativas de CENSURA CONTRA A INTERNET,usando inclusive novelas para ir acostumando a população quanto a isso.
http://www.blogtalkradio.com/olavo
Grato!
Estou às portas do meus 49 anos de idade… e minha vida tem sido repleta de reconhecimento de erros, de revisão de pensamentos e opiniões….
Mas ao que parece a maioria dos brasileiros se recusa a voltar atrás, a mudar de opinião, a reconhecer erros (OLHA AÍ… SOU MINORIA TAMBÉM!). É assim com o “Tchico” … vê lá se dá pra ficar elogiando Cuba hoje em dia…
Imagine então se eu afirmar que também não gosto do Paulo Coelho!! Devo ser linchada ou mandada para fogueira!
Não sei porque não se pode criticar… Mete o pau Diogo! Arrasa, Reinaldo!
caro reinaldo azevedo
quero informar que a revista BRAVO, edição de abril de 2009, traz na capa chico buarque e caetano veloso como chamada da matéria principal sobre os dois….. mas o que assusta mesmo é a propaganda dos cursos BRAVO, na página 63 da revista, onde estes dois músicos são classificados como inventores e “mestres cosmogônicos”…! é inacreditável… se puder leia esta matéria da BRAVO. estes dois já devem estar com superpoderes extragaláticos!
chega a ser hilariante!
Na minha juventude gostava muito da musicas do Chico. Hoje em dia tenho alguns CD´s dele, talvez para relembrar aqueles tempos, mas somente olhando-os, pois não tenho realmente saco de ouvi-los. Ficaram lá para tras. Sinto a mesma sensação quando vejo estes CD´s que sente o tio Rei ao ler os livros que ele escreveu. Não tiro o valor dele quanto tudo o que fez. Mas para mim é passado.
Me criei ouvindo MPB e também o Chivas Buarque. Mas faz teeemmmpooo que não sai uma musiquinha dali… Mas em política, ele é melhor jogando futebol no seu modesto campinho particular! Afinal, ele é POVÃO! Eu queria ser povão, mas com a grana dele. Ah, graças a Deus nunca perdi dinheiro ou tempo com os livros do Unânime!
Não sei analisar as qualidades musicais do Tchico, nem gosto de nenhuma de suas músicas e nunca li e nem lerei seus livros. Mas o que mais assusta são suas companhias. Existe uma publicação chamada America Libre, cujo “Consejo Editorial”, liderado por Emir Sader, é composto por Chico Buarque no vocal, Comandante Manuel Marulanda Vélez na bateria, João Pedro Stédile no baixo, Leonardo Boff na guitarra e um coro que é de tirar o sono: http://www.nodo50.org/americalibre/consejo.htm.
Esse Chico Buarque é um porre assim como todos os malas que gostam dele. Pois acredite que de todos os meus amigos, os mais “malas sem alça” são os que gostam deste mala. Acho que é uma coisa de identidade malística.
Falando sério, uma vez eu e minha mulher fomos expulsos da casa de uma mala destes porque começamos a criticar a música e a malísse do Chico Mala.
É por essas e outras que eu odeio esse Chico Mala e todos os malas que gostam deste mala.
É como se fosse um código secreto para mim: Se a pessoa gosta do Chico Mala, tenho certeza que não gostarei desta pessoa.
Para finalizar, Fodam-se todos vcs seus malas que gostam deste Chico mala.
Queria me juntar a vc e ao Diogo para defender o meu direito de nao querer sempre pensar como a maioria.
Maioria e coisa de rebanho!
Quanto ao Chico, adoro suas letras mas nao gostei de seus livros!
Diga-se, aliás, que Chico, como romancista, não era uma unanimidade. Wilson Martins (que falta faz), numa entrevista na própria Veja (páginas amarelas), já o reduzira às verdadeiras proporções, como romancista.
Não suporto os que sempre quiseram o melhor para mim. O que o “Tchico” quis para mim? Uma ditadura de esquerda.
ONDE ESTÁ ESSA TAL “UNANIMIDADE” QUE A LEITORA APREGOA? NAS ASSEMBLÉIAS DA USP? NOS BARES DA VILA MADALENA? OU NA DASLU? JÁ QUE TCHICO, COMO TANTOS OUTROS, SE DECLARA “DE ESQUERDA”, A FAVOR “DO POVÃO”, VÁ ALGUÉM PERGUNTAR AO VERDADEIRO POVÃO - AQUELE QUE MORA BEM LONGE DA USP E DA DASLU - O QUE ELE ACHA DOS LIVROS E DAS IDÉIAS DE TCHICO. TALVEZ NEM SAIBAM DE QUEM SE TRATA.
Reinaldo, uma palavra me chamou a atenção nesse artigo claro com o qual condordo: com.pa.dri.o, palavra que me lembra Sarney, ícone de um modus operandi que entorpece.
Reinaldo, uma palavra me chamou a atenção nesse artigo claro com o qual condordo: com.pa.dri.o, palavra que me lembra Sarney, íncone e um modus operandi que entorpece.
O Tchico merecia era um chute certeiro para Cuba.
Muito mais importante do que Chico é o link que Paulo Boccato nos cedeu… e se você não der um destaque, vai passar muito mais batido…
Chico é chatíssimo,Saramago insuportável e O’Brien muito gentil,que de bonito alí só se a autora for chegada numa uva passa.
Diante da burra unanimidade, as perguntas que não querem calar: Krupskaia lê Tchico? E Tchico, topa cortar cana para o Coma Andante? E este, cederia o poder ao porco fedorento? E Niemayer, que adora o jovem Stalin, toparia um tete a tete com a doce Heloisa Helena? Que mundo estranho… Entre assassinos e medíocres, NUM ISCAPA UM, MEURMÃO! (pequeno desabafo, não reparem. Hoje acordei com uma baita vontade de me equiparar a paquidermes e porcos). E recadinho aos grandes Rei e Diogo: mais respeito com os irmãos Marx. Eles tinham aquilo que os bolivarianos não têm: senso do ridículo.
Escapou um cachorro louco às 7:32 pm. Chama a carrocinha, Reinaldo!
Sou da geração que cresceu discutindo a seguinte questão: quem é melhor - Chico ou Caetano? O tempo encarregou-se de responder. O Caetano escreve muito melhor.
Rei, olha só:
“Lula diz que Renan e Collor ajudam governo”
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1229328-5601,00.html
Cara senhora das uninimidades:
Gostaria de relembrar o pensamento tão atual do Nelson Rodrigues, “Toda unanimidade é BURRA”, entendeu? O Tchico, calado deve ser um ótimo “cumpanheiro”.
Para mim, alguns “astros” brasileiros só fizeram (fazem) sucesso porque sofreram alguma censura no tempo da ditadura militar.
Basta dizer-se de esquerda, para ser idolatrado pelo brasileiro médio.
Chique Buarque, eu o considero um cantor de letras chatas, com voz feia e desafinada. Um pseudo-intelectual defensor de ditaduras genocidas, e que é cultuado justamente por isso…
Petralha asqueroso e analfabeto às 7:32 pm
Tio Rei,
Dizer para Tchico que o Brasil vai mal, é uma afronta, o Brasil só era ruim quando era uma ditadura, depois tudo passou, ou vai passar e até “cada paralelepípedo vai se arrepiar”!
Para esse Gênio Manco da “cultura popular”, sua obra já está completa, sua contribuição para democracia libertária já foi dada, e agora é a hora de angariar os dividendos que a sua fama pode lhe proporcionar, e dá-lhe romance requentado para fazer grana, e não digo nada se a “manada” colocar um safado desses no topo da lista dos livros mais vendidos.
Enquanto a banda passa, os ideologistas de araque faturam alto com a venda de seus Best sellers forjados.
Viva a debilidade cultural tupiniquim!
Ab
Caro reinaldo azevedo
As pessoas cofudem cada vez mais livros com literatura e por isso aceitam qualquer coisa que leêm como essa última. É preciso levar em conta que a literatura está além dos modismo, esse representado por chico buarque. Nunca li um livro dele e pode ter certeza q não pretendo de ler pois sempre desconfiei que os seus livros não passase de livrinhos, de modismo. Para mim é dificil entender como esse livros transitorios tenham ganhado cada mais importância no cenario mundial.
Se ser unanimidade é ser admirador da ditadura de Cuba e de seus irmãos sanguinários, eu prefiro continuar sendo um zero à esquerda.
Mas aceito participar de uma campanha de arrecadação para comprar passagens só de ida para o paraiso cubano para essa cambada de unanimidade que existe por aqui, inclusive para um tal de molusculo.
Rei,
Faço uma correção ao leitor “Bloco do Eu Sozinho”, às 7:18 pm: “VOCÊ NÃO GOSTA DE MIM, MAS SUA FILHA GOSTA” é o refrão de uma música cujo o título é JORGE MARAVILHA e não “Capadócia” como disse o leitor. Esta canção, Chico fez em 74 com o pseudônimo de “Julinho da Adelaide”.
Dear Uncle King,
Unanimidade os colete! Eu acho o cara um chato musical e literárianente falando!
Outra coisinha, Nelson Rodrigues já dizia que toda unanimidade é burra!!!
Na verdade, isso é embotamento ideológico do mesmo tipo daquele que, vendo a foto do Lula abraçado com o Collor, ainda tem peito para falar dos 80% de aprovação. No caso, existem duas leituras, esta e a de que nuncanestepaiz houve tantos bocós.
Abraços
Caro Reinaldo. Quando lí, imaginei estar diante de um texto de Afrânio Coutinho ou de Alceu de Amoroso Lima. Perfeito!Genial!
“Quem é você para criticar Chico Buarque?”.
Ora! é o Reinaldo.
O Reinaldo sabe porque bate e a corja que apanha também sabe porque.
Haja “chicos buarques”, “oscars niemayers”, “lucianas genros”, “idelis salvatis”,OEA, Unesco…
“Estorvo” é um sub-Rubem Fonseca.
Não é por nada, mas acho que escapou uma ironia do Bloco de Eu Sozinho às 7:18 pm. Tipo Chico escapou assim da censura dos militares, vou usar o mesmo artifício para escapar da “censura” (desculpe as aspas) do Reinaldo Azevedo.
Agora, 400% off-topic. Artigo interssantíssimo na Slate, que dificilmente pode ser taxada de direitista. É sobre a falta de atentados em Jerusalem. O “lede” (aspas de novo, desculpa): What Happened to the Suicide Bombers of Jerusalem? Nasty, fanatical old men, not human emotions, decided who died and when. Link: http://www.slate.com/id/2222734/
Os cubanos vão cantar “Apesar de você” quando acabar a ditadura da Famiglia Castro…
A babação de ovo em torno de patetas como Chico ou Caetano está ligada a uma característica da cultura brasileira que aplaude bovinamente indivíduos supostamente dotados de um dom que os distinguiria dos integrantes de um conjunto homogêneo conhecido como “povo” que nada teria a opinar, devendo se contentar com a própria mediocridade e apenas ouvir os ensinamentos dos “escolhidos”. O Brasil é um país tão insuportavelmente patrimonialista que há cidadãos “mais cidadãos”, como Chico e Caetano e cidadãos “menos cidadãos”, como você e eu. E se música popular não é poesia, artista também não é intelectual.
Outra farça gritante é Paulo Coelho. E foi vender seus
livros lá fora com suas histórias de suas “viagens” apológicas
de maconheiro barato.
Reinaldão,
Hj troquei e-mail com meu irmão sobre o texto do Mainardi. Escrevi a ele: “Faço coro ao que disse. Eu como admirador do Chico Compositor Buarque, acho que ele tá meio enjoado se si mesmo. Ele foi bem - como compositor de musicas -, até o final dos 80. Depois, resolveu bocejar… Eu, como vc, prefiro a fase lírica de 66 a 70, mas acho que seu melhor disco (LP) foi Meus Caros amigos de 77. Como escritor, estou “tentando” ler seu último romance “leite derramado”. Um livro cansativo e chato. Não consigo ir além dos primeiros capítulos. Mas não misturo suas obras. O Chico, escritor, calado e pensando em política é um grande compositor de músicas”. Depois li este artigo teu.
Só me exaspero com vc e o Diogo, me perdoem se estou enganado, (acompanho vcs há pouco tempo) por ainda não terem colocado em seus lugares outros escrevinhadores, a saber: Jô Soares, Lígia Fagundes Teles (jamais leria para meu filho um livro dela, ocupo sua cabeçinha com os contos de Musset), por exemplo. Parabéns pela competência, originalidade e compromisso com a inteligência alheia.
Nao é um idolo, mas mais umas dessas bonequinhas que lucram com a ditadura, tipo caetano, gil, etc…
Uns tociam para serem exilados e viverem as custas de outros e voltam como herois…ridiculo…
O Brasil é o Caribe do Seculo XV, so tem bandido e pirata…uma vergonha
“E como já dizia Jorge da Capadócia
Você não gosta de mim
Mas a sua filha gosta”
Bravo !
tem gente morrendo de inveja, e o pacato chico buarque enchendo a burra de dinheiro… alguém aí se preocupou em perguntar a ele se tem alguma pretensão à academia? ou será que, uma vez por ano, embalado pela necessidade de mudar de profissão, já que a outra não deu certo, quer mesmo é faturar alguns milhões com um livro novo ..? chico buarque e paulo coelho, ambos muito maltratados pelos críticos pela aventura literária, procuram conforto juntos em paris, onde o compositor tem um apartamentozinho que usa quando precisa de isolamento para escrever suas obras top ten…
fraude, mesmo, é a peruca lourinha daquela irlandesa. por favor, senhores, caiam na real…
Ao que parece, Chico Buarque somente montou no cavalo encilhado. O Brasil é o país dos Chicos Buarques: o primeiro talvez tenha sido Benjamim Constant, depois veio Ruy Barbosa, Rio Branco, a txurma do modernismo, todos os nossos gênios, até Nelson Rodrigues!
Lembrem que no país dos Chicos Buarques, nas arquibancadas os torcedores viam o futebol à sua frente, mas ouviam o radinho; agora acompanham o jogo com celulares de tela com tv.
Os brasileiros não dispensam o intérprete, precisam do intermediário. Chico Buarque só pode ser ídolo dos semialfabetizados.
Caro Rei.Penso que a musa de Tchico foi a ditadura.Acabou a ditadura o Chico ficou meio perdido.Suas músicas eram mesmo muito boas naquele período.
Mas chamar Chico de unanimidade já é demais.Ele teve seus bons momentos com compositor,mas é só.Nunca comprei ou tive curiosidade de ler qualquer livro dele e olhe que sou leitora voraz.
Média de um livro por mes.
Mas o que pesa em Chico é sua insistencia em falar bobagens.Falar bem de Cuba,uma ditadura sangrenta,pior do que aquela que tanto o inspirou,é mostrar uma maneira de ver o mundo muito estranha.Mas é o tal negócio,sentavam,ou sentam num boteco com suas bebidinhas e falam bobagens.
E os outros aplaudem.
Reinaldo eu, particularmente, adoro as letras do Chico, marcou a minha adolescência, aliás eu tirei muitos 10 em provas de português com as suas letras, músicas que acabavam em oxítonas, paroxítonas, que tinham mesóclise, próclise, enfim, ainda ontem, comentei com meu filho sobre isso, mas não posso deixar de concordar com v. Na minha ignorância tem uma coisa que me incomoda muito no Chico, ele ama Cuba, mas não mora lá, ele acha Fidel um cara legal, não gosto de julgar ninguém pela suas preferências, mas no mínimo ele com sua intelectualidade teria que ser pelo menos coerente com seus valores. É o que eu acho.
Estando no Rio nos anos de 1973 - de passagem e, hospedado com um primo - eis que no bate papo surge o nome do Chico Buarque. Logo depois, ele levantou-se colocou um CD de musica clássica na radiola - aquela época - pediu que eu escutasse e perguntou o que estava tocando. Fiquei pasmo. A Banda.
Boas férias.
Obs/ Rei,desculpe, náo lembro datas com precisao.
Estando no Rio nos anos de 1973 - de passagem e, hospedado com um primo - eis que no bate papo surge o nome do Chico Buarque. Logo depois, ele levantou-se colocou um CD de musica clássica na radiola - aquela época - pediu que eu escutasse e perguntou o que estava tocando. Fiquei pasmo. A Banda.
Boas férias.
Eu sempre que encontro um fanático por Chico Buarque pergunto: que música você gosta dele? A resposta: Carolina, Construção, etc. Ou seja: ele está artísticamente morto desde a década de 1960. Vive desde lá da fama e da puxação de saco de seus aduladores. Nunca li e nem pretendo ler nenhum de seus romances. Chico Buarque me dá nojo.
Um bom amigo me emprestou o Budapeste, sem que eu solicitasse. Pior ainda: queria que eu lesse e discutisse o livro com ele. Passei por um dilema moral dos mais sérios: leio o livro até o final ou perco o amigo?
Foram três meses de agonia me debatendo com o problema. Afinal, a amizade falou mais alto, e li valentemente até o final. Confesso que mal lembro o argumento (????) mas blefei muito debatendo o livro… hehe, dois dias depois já mal me lembrava de alguma coisa do livro. Se é que havia alguma coisa.
PS. Espero que O’Brien leve seu projeto até o fim. E você fica nos devendo um escrutínio mais severo nas letras do Monstro Sagrado.
Há tempos não comentava aqui. Continuo lendo o blog assiduamente, mas me abstinha de comentar. O tempo era apertado. Porém, tinha que parar para comentar este artigo. Devo dizer que concordo completamente com o que está sendo dito. Não discuto o mérito de Chico Buarque como compositor. Gosto, até, de algumas de suas músicas; mas quando se trata de política e literatura, esse senhor, considerado por alguns o deus da intelectualidade brasileira, revela sua real mediocridade. Muitas vezes falta alguém que lembre ao público sobre esse lado nada intelectual de Chico Buarque.
Continue o ótimo trabalho!
Chico está para a literatura assim como a capoeira está para as artes marciais.
Drummond fala sobre Chico Buarque:
” uma vez eu estava posto em sossego, cerca de meia-noite, e me telefonou o Chico Buarque de Holanda (…) o embaixador da Nicarágua no Brasil, que tinha lido uma crônica minha no jornal e achava que eu estava mal informado sobre o país dele. Ah, tenha paciência! Eu tenho noção do que escrevo, compreendeu? Não sou partidário dos Estados Unidos, longe disso, acho a agressão à Nicarágua uma coisa estúpida. Mas não se pode negar que a Nicarágua é uma ditadura. Eles fecharam o La Prensa, onde tenho amigo, o poeta Pablo, Antonio Cuadra. E então falei para o Chico: “Tenha paciência”!
http://www.geracaobooks.com.br/literatura/texto2.php
Oooops, qual unanimidade cara-pálida?
Eu tb detestei o Estorvo e jamais cai novamente em tentação.
AAAAARRRRRGGGGGHHHHHH!!!!!!!
Cara senhora, não misture novamente meu ídolo Steve com essa raça do PT! Por favor!
Esta leitora é demasiadamente burra, ou seja, se o Diogo e o Reinaldo são contra, logicamente a opinião favorável ao Tchico (ou tá de chico, sei lá…) não é unânime.
O fato é que estes esquerdopatas não suportam opiniões inteligentes e não tem como contra-argumentar, daí apelam para o inexistente… unânime!
Rei. Alguém disse a verdade sobre ele: sobra pretensão e ignorância e falta boa literatura. Música popular está para literatura tanto quanto Fernando Lugo está para o bispado….
Minha filha foi assistir a BUDAPESTE…..aguentou , tolerou…20 mtos…..saiu muito brava….se semtiu enganada;…dizer mais o quê?
A DO RE…..A DO REI…A DO REI…..Voce acabou com o deus, o mito, a personalidade literária do momento.hahahahaha…demais.
A mania popular de tipificar letra de música como sendo poesia vem do tempo em que Vinicius de Moraes entregava suas poesias a parceiros para serem musicadas, no meio musical só os manés afirmam que letra de música é poesia.
Adorei o texto, Reinaldo.
Concordo com você, mesmo sendo a minoria(que acho, não é), em se tratando do Chico político. Um lixo. Só de defender Fidel e a ditadura indecente de Cuba, já é o bastante para ser incoerente e, por isso mesmo, uma fraude.
Os nossos artistas e intelectuais deveriam ser um pouco mais cuidadosos. Incoerência, especialmente, nas posições políticas, é muito difícil de engolir. E o Sr. TChico já extrapolou.
Mais uma vez, você conseguiu abrir cortinas que derrubam equívocos que a maioria desatenta e, às vezes, burra nem nota e segue aplaudindo. O final do texto? Uma paulada na moleira!
Obrigada! Valeu!!!!!
Caro Reinaldo
Seu comentário sobre o compadrio dos críticos e seus objetos lembram o filme “Almost Famous” quando o garoto recebe conselhos do crítico de que ele não pode ser crítico e fã ao mesmo tempo, e lhe diz que se quiser ser respeitado, deve ser honesto consigo mesmo, justo e implácavel.
Abraço.
Reinaldo:
Estou com você e não abro - nem um milímetro.
Toda a entrevista está no blog http://resistensanleo.blogspot.com/
Apenas a remeti nesta série de comentários para que leias e divulgue o que achas sobre a entrevista.
Gostaria que você escrevesse uma nota de repúdio contra a infame homenagem que se fará a Cuba pelos 50 anos de ditadura na sessão magna da assembléia legislativa do RS.proposta do indigno deputado estadual Raul Carrion(PCdoB),dia 15 de julho ás 14 horas.Como Gaúcho sinto-me envergonhado.Como Brasileiro sinto-me ultrajado por esta infame homenagem.
Eu vibrei quando Diogo falou tudo sobre o Chico Buarque! Eu detesto ele! Todo Petralha que eu conheço curte o tal sujeito. Realmente ele é um idiota perfeito da América Latina! Saudações Tio Rei!!!
Ninguém discorda de que Construção é uma obra prima do cancioneiro popular. Da extrema-esquerda à extrema-direita, todos gostam desta canção. O problema é que o brasileiro costuma dar carta branca a quem quer que tenha feito algum sucesso na mídia, o que é mais comum na música, para falar o que bem entende mesmo em áreas sobre as quais o midiático desconhece solenemente.
O brasileiro precisa aprender a separar as opiniões por área de conhecimento, se é que sabe distinguir…
Gosto das músicas do Chico, mas nem por isso o acho um poeta. Detestei seus romances (Estorvo e Budapeste). Mas pagaria caro, caríssimo para ler um texto do Reinaldo sobre o Mainardi e vice-versa.
É muito azedume (tamarindo) junto, mas interesssante; é disso que eles gostam!
EMília
Entre Diogo Mainard e Chico Buarque, sou mais Chico, embora não concorde com a sua posição política. Mil vezes mais, Chico Buarque de Holanda.
Quanto a Edna O´Brien, para mim uma ilustre desconhecida, acho que ela foi extremamente deselegante. Pode ser que ela tenha emitido sua opinião numa conversa particular e não para ser publicada, só que Diogo publicou “para aparecer” como diz muitos…
Quanto ao seu questionamento acho que não precisa exaltar os mitos quando no seu país de origem, basta não atacar.
pois vc e o diogo ainda falaram pouco. ficou faltando o hatoum, que a tal edna tbem achou cheio de empafia. tirando dois irmaos, nao sobra nada do cara.
chico e hatoum. estamos bem servidos…
Cheguei a escrever no artigo de Chico Buarque na Wikipedia sobre a polêmica com a Edna O’Brien. Escrevi sabendo que poucos minutos depois minha contribuição seria “editada”. E foi o que aconteceu. pelo menos eu dei uma boa “carimbada” no artigo do “Tchico”. Quem quiser dar uma olhada é só entrar no artigo de Chico Buarque na Wikipedia e ir ao link “história”. Lá poderá ver a versão editada por mim.
Rei.
Este CHICO é apelido em português ou apelido em espanhol?
Não precisa responder.
Todos os CHICOS que conhecemos, sempre chegam em má hora.
Ninguém os convidam mas…Sempre aparecem apesar de não serem bem vidos nas hora mais sublimes.
Os originais, fazem parte da natureza.Este aí não.
É cara de pau e entroso mesmo.
Ufa.
Até que enfim apareceu alguem pra dizer o que sempre queria ter dito.
Não acho graça em Tchico, nem em suas músicas, pra não dizer o menos.
Ele é metido a ser galã de novela mexicana e suas músicas são enfadonhas.
Mais uma na mosca grande Rei!!
O sujeito no Brasil não pode ter “apenas” um dom. Se é um bom músico tem que ser também poeta, romancista, sambista, jogador de futebol, equilibrista, artista de circo, formador de opinião, intelectual, polemista, cineasta, coreógrafo………………. assim não dá!!! Como diria o aiatolá ali khamebebeviaja MENAS, MENAS COISAS!!!!
Deu nisso: VEXAME EM DESENCONTRO LITERÁRIO….Não dá para enganar todo mundo o tempo todo!!!!!
Há tantos reis nús andando por ai que comentar sobre suas partes púdicas a alguns parece sacrilégio. O que há na cabeça destes que vêem a roupa imaginária? Porquê tamanha idolatria cega?
Reinaldo,
Concordo com você em parte. Também acho os livros do Chico muito chatos. Mas discordo em relação à música. Acho que é um gênio em matéria de composição.
Nei Carlos - Belo Horizonte-MG
Reinaldo,
Também achei o romance “Buadapeste” extremamente enfadonho, afetado e pretensioso.
É, verdadeiramente, uma perda de tempo (deu muita vontade de parar no meio, mas acabei por desencargo). Contudo, gostei do “Leite Derramado”, apesar de não ser nada sensacional, diverte.
Este é mais um dos textos para emoldurar e guardar.
A “unanimidade”, que enriqueceu opondo-se à ditadura militar, gasta seu dinheiro na democracia cubana e escreve confortavelmente nos bares humanistas de Paris, é um chato.
Posso até admitir que não gostei de Benjamin, que achei Budapeste, assim, “mais ou menos” e que este “Leite derramado” é, sim, um bom livro. Não utilizo a avaliação “ótimo/a” para todo e qualquer livro ou autor.
Mas, a dona O’Brien já começa dando (êpa!) motivos para troças pelo nome!
Venha novamente ao Brasil, dona O’Brien (ri, ri, ri, ri,ri!) e traga dentro das suas “calçolas” algo da ‘qualidade literária’ que tem, por exemplo, “Construção”! Sim, para mim construção transcende a - arrá! - OBRA musical de Chico Buarque, dona O’Brien.
E passe bem, dona! Até, quem sabe, nunca mais.
Mas unanimidade pra quem? o amor/odio ao Tchico Buarque tem proporções iguais last time I checked.
Apesar de tudo, não deu para negar que a desvalorização da obra do Chico reside nas suas posições políticas, Reinaldo.
Reinaldo,
Acho importante mostrar a verdade sobre o falso poeta e escritor Chico.
Ele tem enganado muita gente, há muito tempo.
Poderia ser professor na mesma escola em que atua o apedeuta-Mor.
VEJA AQUI AS FOTOS QUE ‘HUGO TCHICO’ (OU SERIA CHAVEZ BUARQUE) NO QUER QUE NINGUEM VEJA ,A FOLHA NAO MOSTRA, O ESTADAO NAO PUBLICA, ETC,ETC,ETC…
http://venezolanoscapitalistas.blogspot.com/
TCHICO BUARQUE É O PERFEITO IDIOTA LATINO AMERICANO TÍPICO E ASSUMIDO: em política defende Lula, Fidel, Chavez e Cia, o “Socialismo do Século XXI”, a reestatização da Vale, nada de CPI da Petrobras; sua produção literária não passa de um realismo mágico tupiniquim bem pior que o original colombiano, e o Brasil é sua Macondo; em termos musicais, bem… “amanhã há de ser outro dia”.
Criada a CPI da PTBrás;
O petróleo é nosso, a CPI é gente nossa…
Fico feliz ao terminar o seu texto. E eu me sentia isolado por considerar Chico Buarque um escritor mediocre. Ele é mias do que isto. Um chato, que escreve arrastado, pousa de intelectual , e escreve romances horriveis de começo a fim. E isto nada tem a ver com suas musicas, algumas até aprecíaveis.
O que o torna insuportavel é o seu gosto por tiranos. Pior que seus romances.
Eu sei que eese meu comentário é meio fora de tópico, mas por falta de melhor espaço, vai aqui mesmo: Espero que esteja curtindo suas ferias, espero que volte com toda a energia para sua labuta, porque seu descanso certamente é merecido, mas a petralhada é incansável.
Hoje mesmo tava lá o seu Schopenhauer a berrar com plenos pulmões que não pode falar em eleições, mas que elegerá sua sucessora.
Tio Rei, socorro! Volte logo!
O primeiro romance de Chico Buarque não foi “Estorvo” e sim “Fazenda Modelo”.
E ainda diz que vota no Lula por que êle é pobre ( qual dos dois? e de que?
Grande Reinaldo,
Em relação ao Thico, eu já venho apanhando faz muito tempo. Não gosto nem das músicas, muito menos dos livros.
Agora não me sinto só. Vamos apanhar juntos. Tudo bem! Pelo menos não andamos pelo cabresto!
É com muito orgulho que gostaria de ser incluído nessa minoria. Tenho horror a essa “babação de ovo” da esquerda festiva - como Ferreira Neto chamava os “cumpanhero” - afinal o que Tchico trouxe de bom ao combalido literato tupiniquim? Está, acho eu, querendo herdar a cadeira de outro imor(al)tal, o bigode do Amapá! Até quando precisaremos engolir essa cambada que tudo que fazem é idolatrar um assassino como Fidel e fumar charutos cubanos? E na primeira oportunidade passam férias em Paris. Fora com essa escumalha intelectualóide
O tempo passou na janela e só o tio Chico não viu.
Chato, esse Chico.
Tchico, esse chato, sentou para escrever como se fosse o máximo. Mas as suas idéias, já trôpegas e embotadas pelo uísque e pela inclemência do tempo, feito pacotes flácidos,tropeçam na lógica como se fossem bêbadas. E morrem na contramão do tempo atrapalhando o público.
Deus lhe perdoe.
(corrgindo)
O tempo passou na janela e só o tio Chico não viu.
Chato, esse Chico.
Tchico, esse chato, sentou para escrever como se fosse o máximo. Mas as suas idéias, já trôpegas e embotadas pelo uísque e pela inclemência do tempo, feito pacotes flácidos,tropeçam na lógica como se fosse bêbadas. E morrem na contramão do tempo atrapalhando o público.
Deus lhe perdoe.
Prezado Reinaldo:tenho me esquivado de lhe escrever temerosa das suas críticas ,pois sou apenas uma dona de casa relativamente bem informada .Leio diariamente seu blog e aconselho amigos para que adotem este vício saudável.Partilhamos da mesma maneira de pensar.Alguns dizem que sou muito ácida nos meus julgamentos,mas como você ,não tenho medo de contrariar interesses ou de mitificar
ilusões. Hoje, não resisti ao ler o seu texto sobre o “monstro sagrado” do Chico Buarque.Não é só o brasileiro que exagera na criação de falsos mitos.De imbecilidade e de basbaques o mundo está pelas bordas.Endoideceram ou eu tenho cabulado as aulas de doutrinação .Um grande abraço
Rey, vc tem todas razão. Chico é, (ou foi), um excelente letrista. Mas é um mau escritor. Li seus livros. São ruins. Politicamente, deplorável. Qual o problema? Simples, como 2 e 2 são 4.
No Brasil padecemos de um suposto ‘habeas corpus’ cultural, um perigoso selo de qualidade, credencial para aventurar por outras searas, em que o sucesso anterior signifique perpetuidade qualitativa. Poderia citar inúmeros exemplos. Citarei apenas o seu colega de site, Tony Belloto. Ele e os Titãs, tiveram papel importantíssimo no cenário pop, na decada de 1980, principalmente em ‘Sonífera Ilha’ e ‘Cabeça dinossauro’. Sem dúvida, inovadores, representaram um marco de passagem…continua
ADORO as músicas de Chico Buarque e ODEIO os livros que ele “tenta” escrever.
Reinaldo - PARABÉNS, o raciocínio é bem este mesmo. Exatamente tudo que penso.
Brilhante desconstrução do Chico Buarque de Holanda (quem, como você disse, é um tremendo idiota político), de seus embevecidos e paspalhos críticos e daquela unanimidade imbecil de uma imprensa oca.
Parabéns, Reinaldo, faltava alguém com sua verve desmascarar ainda mais esse farsante que está mais para ser conhecido como Tchico Muarque.
Ele é aquele eterno morno de olhos azuis. Sua música não é poesia e nem sua poesia é música.
Sua glória só se explica pelo realismo socialista que impera nossa desnutrida cena cultural.
Na música, não vejo diferença entre ele e Frank Aguiar. E na literatura, um Coelho Neto batido no liquidificador com o Rolando Lero.
É isso aí, continue assim que não paro de ler seu blog.
Ei Reinaldo,
Concordo com você e li a coluna do Diogo. A escritora está certa, é bem isso mesmo.
Chico é cantor, compositor, mas romancista…??? Nem aqui e nem na China.
Só não entendi você mencionar uma aspecto negativo do povo brasileiro chamando-o de “gauchismo”.
Será que estou sendo grouchista por ser gaúcho???
Abraço pra você!!!
O Blog da CPI da Petrobras.
Vale a pena espiar.
http://petrobrasblogdacpi.blogspot.com/
Concordo, com o blog, o fato de um asno urrar como leão, não faz dele um leão, chico ou tchico pode ser um bom letrista popular, mas para o genero romance falta-lhe talento.
É isso aí.
Os coleguinhas da Imprensa andam tão distantes do mundo cultural que as redações já nem têm mais resenhistas. Bem ou mal, os resenhistas faziam seu trabalho após ler os livros enviados pelas editoras. Os críticos de arte também faziam crítica, não apresentação de exposições.
Outros tempos.
Hoje, a incompetência tomou conta das redações e, de algum modo, essa falha contaminou a sociedade; não se consegue analisar algo, sem misturar uma observação sobre um trabalho de alguém com a própria pessoa.
Uma lástima.
É um banho nesse pessoalzinho que não tolera ser contrariado, e o final para a leitora que defende as “unanimidades” - coisa rara pois nem Deus o é - foi simplesmente demais. Ela certamente não saberá o que responder !!! Muito bem, mais uma vez.
O Chico político é datado. Envelheceu mal. Vai ver é por isso que ele gosta de didatura: foi sob uma que viveu seus dias de glória.
Feliz férias.
Que bom lê-lo, senhor Reinaldo!!
Essa turma não aceita se não for unanimidade de 103%, pode ver, tem o DNA de petralha, não querem ser maioria.
Até nos roubos, eles batem “Recorde”, e na cara de pau, nem se fala.
Chico Buarque, unanimidade?
Quá, quá, quá.
Podem até ter lá o seu talento, mas gente que elogia Cuba, mas não sai de Paris (como Chico Buarque e Luiz Fernando Veríssimo), não merecem o meu respeito.
Chico Buarque,Caetano,Milton Nascimento e todos os que foram alguem algum tempo atrás no nosso país näo acompanharam o mundo da essencia cultural.Afinal é cruel dizer a verdade do nosso atraso em figuras representativas nos dias de hoje.Um bando ou será uma banda de cretinos culturais assolam esse país e näo tem nada a dizer de consistente ou valioso.Coisas como Paulo Coelho e Romero Britto,representando nossa cultura e fazendo sucesso,nos colocam no lixäo cultural que nos encontramos,reflexo de tanta merda politica,tanta safadeza covarde e tanta impotencia reacional.Näo é deixando de critica-los com clareza que vamos contribuir para tentar melhorar essa porra de país.
O brasil tem tornado suas letras cada vez mais minúsculas
Justamente por nao saber quem foi Melo Neto, que fez Guimarães, Drummond e Graciliano, contenta-se com chicos e conys
com patrocinio da patobras e apoio da rive gauche do tiete
Chico, como Luiz Fernando Veríssimo são dois comunistas-de-araque. Elogiar o coma, fazer que colhe cana na ilha-presídio e depois rumar para o apartamento em Paris é de uma panaquice total.
Sou fã do Chico desde o Pedro Pedreiro. Algumas de suas músicas são minhas preferidas.
Mas o Chico político está no mesmo nível do Luiz Ignácio como pensador.
Um tanto de talento para a música e letra não trás consigo uma só gota de moralidade.
Já fui até capaz de “perdoar” idiotices como O Meu Guri, Chama o Ladrão e outras que não lembro agora.
O guri é um baba ovo do Fidel e prematuramente já atingiu o grau de senilidade do Oscar, o comunista que ainda hoje detém o monopólio dos palácios em Brasília.
Acho que você, Reinaldo, é doce demais com essa canalha amoral que fatura e vive å sombra dos milhões de mortos do regime que eles enaltecem.
Como é bom ser comunista em Paris.
Concordo com o texto, tanto o do Diogo, como o do Reinaldo. Desde o lançamento, vivia ansiosa para compra Leite Derramado, mas o dinheiro nunca sobrava. Na primeira oportunidade que tive(uma amiga comprou em seu cartão de crédito)adquiri o livro. Que decepção! A narrativa é chata, confusa, por vezes me perco. Estou com o livro há duas semanas e ainda não cheguei na metada. A estória não é envolvente e não prendeu minha atenção.
Rei, essa é imperdível! Do site do Heitor de Paola:
AS FOTOS QUE CHÁVEZ NÃO QUER QUE NINGUÉM VEJA
A boa vida capitalista da família “socialista do séc XXI” dos Chavez.
http://venezolanoscapitalistas.blogspot.com/
QUE RIDICULO ISSO “CHUTE DEUS” …
ESSE PESSOAL BRINCA COM NOME DE DEUS, ACHAM QUE DEUS NAO TEM SENTIMENTOS , QUE É UMA PESSOA DISTANTE.
NAO POSSUEM UM PINGO DE TEMOR A Ele.
PARABÉNS REINALDO POR, MAIS UMA VEZ, DISCORDAR DAS UNANIMIDADES. O CHICO, COMO OUTROS “INTELECTUAIS” BRASILEIROS , CONSIDERADOS “DE ESQUERDA”, FEZ CARREIRA FAZENDO OPOSIÇÃO AO “REGIME MILITAR”. PELO QUE SE SABE, COMO OS OUTROS, NUNCA LEVOU UM PETELECO DA “REPRESSÃO” E COMO OS OUTROS, APESAR DE TUDO, ENRICOU. FAZIAM UMA OPOSIÇÃO, DIZIAM, INTELIGENTE, EXPRESSANDO-SE POR METÁFORAS, SEMPRE DENTRO DE LIMITES SUSPEITAMENTE CONVINIENTES. RESUMINDO: É UM “ARTISTA”.
Os indignados com o Reinaldo e o Diogo não têm senso crítico algum? Que triste!
E eu critico essa Flip por colocar na berlinda o Chico para chamar atenção para o evento. Da próxima vez levem alguém mais bonito, há tantas opções no “mercado”.
E não é o Chico que não fala em entrevistas. Lá ele falou?! Ou só desfilou?
Boas férias, Reinaldo!
Bom trabalho, Diogo!
Ótima a sua crítica. Adoro algumas músicas do Chico, mas ele se acha mesmo e, além do mais, viaja na ignorância do brasileiro, que MORRE de preguiça de pensar e repele uma opinião independente porque precisa da aprovação da maioria.
Muitas pessoas no Brasil se lançam à condição de escritores e acham que podem nos empurrar qualquer porcaria goela abaixo só porque fazem sucesso em alguma outra área.
Tio Rei,
No Brasil a palavra crítica é mais temida que muitos palavrões. Nada nem ningué pode ser criticado sem que tenha que aturar algumas pessoas questionando quem é você para criticar fulano.
Eu não acho que o Chico seja uma unanimidade, sim a maioria pode gostar dele, mas eu sempre me senti muito bem sendo minoria. Gosto de poder criticar, o que falta a muitos é perceber que a crítica não denigre ninguém e é válida para que haja aperfeiçoamento embora ela muitas vezes explicite conceitos que incomodam quem está acostumado a pensar sempre do mesmo modo.
Gosto muito de você e do Dioguildo e sou grata por vocês não agirem como grande parte da imprensa. Boas férias.
Beijo
Cont.
sinceramente gostaria de saber tanto de você (se puder pergunte ao Diogo) se estão consciente do fato de que o Chico não assinou nem apoiou o Fidel Castro naquele manifesto, fale com a redação da revista, se não acredita em mim?
Reinaldo, parabéns. excelente texto. Chico,Lula e o PT são todos uma fraude.
Reinaldo,
Confesso que já fui fã ardorosa do velho Chico, e era bem novinha quando me interessei pelas suas músicas…Mas fui amadurecendo e percebi como as mocinhas são tão tolinhas… Li o tal ‘estorvo’ e detestei. Depois questionei o politiquismo do velho Chico… Atualmente acho que ele só é bom naquelas músicas antigas. Como intelectual e escritor fico com a opinião da Edna O’Brien. O que tem de charlatão, vigarista e pretensioso nesse meio intelectual brasileiro…O Jabor é outro pateta.
Imagino que vais ter que explicar o que é ‘gauchismo’… Ou ao menos daremos boas risadas com os comentários dos ‘gauchóides’ gaúchos, que vão te acusar de discriminar-nos…
Continuando, por que a bem da verdade (é só buscar nos arquivos daqui) sempre vejo você, Diogo e os leitores que não gostam da posição política do Chico, sustentarem essa inverdade? É desconhecimento ou proposital? Acho que o Chico paga o preço de que quem não gosta dele se aborrece com os seus fãs (concordo que muitos são chatos) e confundem o Chico na pessoa de seus fãs. Pois, é inegável que se tem algo que o Chico não é “propagandista de si mesmo”, até a sua editora disse uma vez que ele não divulga os seus livros por saber que sua imagem de músico será explorada…
Reinaldo,
seu texto está perfeito.
(A rigor, ele não precisaria ser escrito se as pessoas soubessem ler).
Acho muito bom que certas “unanimidades”, certos mitos da cultura tupiniquim, sejam contestadas. É um arejamento cultural mais do que necessário. É a liberdade de expressão em ação. Ou será que a tal liberdade só se aplica aos mesmos suspeitos de sempre?
Parabéns!
O que mais eu poderia dizer? O sr. disse tudo o que eu pensava e muito mais. Apóio inteiramente.
Reinaldo, nunca li nada de Chico Buarque; logo, não tenho opinião formada. O Brasil sempre teve bons escritores, porém quem sobressai são os péssimos, como Paulo Coelho, J. Sarney, Jorge Amado. Sim, em minha opinião ler Jorge Amado e suas repetidas personagens de beira de praia é de uma chatice sem par.
Paulo Coelho e J. Sarney são autores do que de pior já se escreveu em língua portuguesa.
Curta as férias, prezado.
Como bem dizia Nelson Rodrigues: TODA UNANIMIDADE É BURRA!
Caro Reinaldo,
Apenas para registrar que o único reparo que eu faço a você e ao Diogo nessa discussão recente sobre o Chico Buarque é que vocês tenham (talvez por pena do rapaz, posso entender) deixado de lembrar que, a indicar o background literário de nosso craque da MPB, uma incursão mais antiga dele na área, “Fazenda Modelo - Novela Pecuária” (Civilização Brasileira, 1974), é um deprimente e patético plágio de “A Revolução dos Bichos”, de Orwell! De fato pecuária a expertise literária de nosso intelectual orgânico (mesmo!).
Saudações,
André Morandi, Rio de Janeiro - RJ
Concordo plenamente com a crítica. Os fãs (principalmente “as fãs”) de Chico são bastante intolerantes a ela. Apesar de ser um dos melhores “letristas” da MPB, as incursões de Chico pelo mundo da política são desastrosas, a ponto de ele dizer: ” se o Comandante decidiu está certo” (sobre os fuzilamentos de dissidentes há algum tempo). Corroboro também o entendimento de que ele e seus pares da MPB não fazem poesia, mas música. Sem falar que ele tropeça no imperativo (ver post do Professor Cláudio Moreno no site Sua Língua).
Até que enfim encontrei alguém com coragem para criticar esse chatérrimo do Chico Buarque!
Desconheço um músico tão arrogante, e com aquela cara blasê de quem está acima do bem e do mal.Mas também, o cara e fã do fidel, aquele da pobre ilha onde milhares de pessoas preferem se atirar ao mar a ter que aguentar os tiranos de plantão.
Parabéns Reinaldo, continue assim, sem medo das patrulhas.O tal do Chico Buarque é um chato mesmo!!
Reinaldo, me ajude por favor. Gosto de liberdade. Acho você e o Diogo pessoas sérias. Mas, percebo algo estranho quando falam do Chico. De cara o Chico não assinou o tal manifesto de apoio a Fidel (até aqui na Veja, nos arquivos tem essa história, inclusive diz que o Niemeyer andou chateado com a ausência dele nas reuniões), o ombudsmam da Folha detonou a reportagem em que o incluía e previu que mesmo desfazendo a errata da nota a imagem dele seria sempre ligada ao fato!! Todas a entrevistas que vi Chico se referindo a Cuba, os elogios eram sobre a arte cubana.
Reinaldo será que a mãe dela também brigava quando ela comia um pedaço do carpete verde. A ignorância “neztepais” é uma unanimidade. Tchico para presidente, e joga merda na Geni…..
Não li Chico… tenho tanto o quê ler. E nem é desprezo, é só que tenho tanto o quê ler…
Agora, falando sério? Acho que ele não se propõe a ser mais do que é, um cronista que dá seus palpites na política.
E os “jornalistas” o incensam porque não têm mais a quem incensar, as idéias que defende são mesmo “pobrinhas”, “antiguinhas”… e não acho que o problema seja dele. Acho que o problema é dos jornalistas presos ao passado, a idéias passadas e que nunca passaram a limpo, essa é que é a verdade.
Por isso sugiro que você e Diogo não o achincalhem. Quem precisa ser achincalhado é quem acha que tem por missão ser mosca da sopa de leitor, né?
Pois é Reinaldo, o problema remonta há algum tempo, quando confundiram Chico Buarque de Holanda com Aurélio Buarque de Holanda.
Caro Reinaldo
ADOREI o seu post sobre o tchico, peço sua permissão para linká-lo no meu blog. Estou eufórico pois ninguém ainda teve coragem de detonar esse arremedo-de-quinta-coluna-esquerdista, defensor de paredão para adversário dos ideiais cubanos, aquela ilha de prosperidade em que até as putas são universitárias. E mais, nem sei se é tão bom figurante da mpb também, tenho cá minhas dúvidas. Abraço, boa sorte !
Resposta genial.
Reinaldo, concordo com todas as críticas feitas a Chico Buarque. Não gosto dele como músico, letrista, poeta (?), romancista. Mas, sempre pensei que crítica literária fosse feita a partir da leitura de textos, não baseada em debates, encontros etc. Será que Edna O´Brien perdeu seu tempo lendo Chico Buarque? Bem provável que ela nem consiga ler português, ficando limitada a traduções (alguém daria bola para um crítico de Cervantes que não dominasse a língua espanhola, ou crítico de Racine que desconhecesse o francês?). Edna O´Brien pode ter tido uma péssima impressão de Chico Buarque, mas isso não a torna especialista em suas obras.
Também acho os livros do Chico bem fraquinhos, mas é muito barulho para pouca coisa. Se Marimbondos de Fogo foi best seller e o Sarney é da Academia Brasileira de Letrs ( isso aí merece uma longa reflexão sua, não é ? ), o Chico vai virar sério candidato….
Mas deixando isso de lado, o cara é um genio, e por isso gera tanta discussão ! Se eu fosse vc, me preocuparia com o nível de comentários de seus leitores. Alguns estão reagindo igualzinho aos “petralhas”, incluindo aí uma boa dose de grosseria. Sei não acho que o mix de leitores vem mudando….Espero que isso não influencie suas brilhantes análises. E o Diogo, fraquiiiiinhoooo!!!
O Chico que eu entendo que tenha que ser preservado é o Velho Chico (O Rio São Francisco).
Tchico Marx não é unanimidade. Se fosse, não haveria quem discordasse… E olha, quem discorda é muito mais do que se pensa. Além do mais, do povão, principalmente dos jovens, quase ninguém o conhece. E se a tal “unanimidade” - na verdade uma tara obsessiva compussiva dos fãs do totalitarismo - fosse possível, fico com Nelson Rodrigues: “_Toda unanimidade é burra”.
O título deste “post” é bem sugestivo e, também, provocativo! Tem a cara do blogueiro-mor!
Não se trata de “chutar deus!”, mas, por que chutar o Chico?
O grande problema nasceu, evidentemente, do, não propriamente chute, mas murro na mesa, da desconhecida dama: “O espaço é muito pequeno pra nós dois!”
Eu entendo que há espaço para todos!
Pronto! Já dediquei tempo demais à ilustre - pero no mucho - dama. Ela pretendia vender o seu peixe. Conseguiu. E como!
Seria uma estratégia?
Caro Reinaldo,
Eu gostaria de fazer coro com vc e o Diogo.
Nunca gostei do Chico, pelo simples fato, dele ser uma suposta unanimidade. Assim, ninguém nunca admitia que eu não pudesse gostar desse cara, o que me fazia gostar dele menos ainda.
Finalmente, vc e Diogo se manifesteram e vi que não sou o único.
Parabéns pela resenha.
Sem desejar magoar, seja quem for; sem desejar estabelecer o contraditório, lembro aos caros amigos, que tanto existem espinhos nas rosas, quanto nascem lírios nos pântanos. Se Chico encanta na música, desafina na ideologia politica; já Antonio Gramsci: comunistóide maluco, produziu um texto irretocável, com forte conotação democrática. Duvidam?… leiam abaixo, e vejam por sí….Vá lá, entender os homens, e suas mentes brilhantes?!…
- OS INDIFERENTES -
“ Odeio os indiferentes. Como Federico Hebbel, acredito que ´…viver quer dizer tomar partido`. Não podem existir os apenas homens, os estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário. Indiferença é abulia, é parasitismo, é covardia, não é vida. Por isso, odeio os indiferentes.
A indiferença é o peso morto da história. É a bola de chumbo para o inovador, é a matéria inerte na qual freqüentemente se afogam os entusiasmos mais esplendorosos. (…)
A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade; é aquilo com o que não se pode contar; é aquilo que confunde os programas, que destrói os planos mais bem construídos. É a matéria bruta que se rebela contra a inteligência e a sufoca. O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se deve tanto à iniciativa dos poucos que atuam, quanto à indiferença de muitos. O que acontece não acontece tanto porque alguns o queiram, mas porque a massa dos homens abdica de sua vontade, deixa fazer, deixa enrolar os nós que, depois, só a espada poderá cortar; deixa promulgar leis que, depois, só a revolta fará anular; deixa subir ao poder homens que, depois, só uma sublevação poderá derrubar. (…) Os fatos amadurecem na sombra porque mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia da vida coletiva e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões restritas, os objetivos imediatos, as ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens ignora, porque não se preocupa.”
Minha esposa adora assistir filmes nacionais. Belo (e infeliz) dia, fomos ao cinema para ver Estorvo, digo, Budapeste. Não deu para suportar mais de trinta minutos. Já li um livro do Chico. A obra era tão emocionante que nem lembro o nome. Quem vive de passado é Museu.
Tio Rei,
Essa semana li uma crônica de Alcântara Machado. ” Genialidade Brasileira”. Pensei logo no Tchico. Alcântara diz o seguinte:” Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura.Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima. Porém? Rima. Logo é literatura.
Abraços.
Obs: Já havia postado um comentário,vi muitos outros que também sumiram.
Reinaldo, vou contar uma historinha. Sou escritor, três livros publicados e o quarto à beira do prelo. Há uns anos, a editora-chefe de um jornal literário me pediu que assinasse uma coluna “genérica”. Achei tentadora a oportunidade. Afinal, teria o meu lote na chamada mídia especializada. Pensei, pensei e… Recusei o convite. Motivo: faltava legitimidade. Sou, sim, escritor, e me presumo sério. Mas não sou acadêmico, minha cultura literária é pífia, não freqüento rodinhas, sou um off-Caetano, off-Flips, Flops & Flups. A editora protestou, disse que “qualquer coisa servia”, exaltou meu talento e, polidamente, me tachou de otário. Ainda hoje me pergunto: e os leitores do tal jornal, são o quê
Ótimo texto, Reinaldo. Não sei se ocorre o mesmo em outros países,. Talvez seja algo puramente bananeiro, como a jabuticaba. O fato é que remar contra a maré, ou seja, ser do contra, neste país de ignóbeis é realmente desanimador, pois leva-se porrada de tudo quanto é lado. Que se dane a maioria. Que se dane “Tchico Bruaque”, o terror das mulheres casadas.
O choro de barriga cheia
Reinaldo, se você listar os quinze maiores, os quinze mais famosos sucessos do Chico vai ver que eles ocorreram na época que ele e outros esquerdistas chamam de “anos de chumbo” . Pergunto: um “chumbo ” desse quem não quer no bolso?
J.A.
Reinaldo,
Esta na hora de mudar a enquete. Vamos votar agora nas unanimidades culturais de nosso país.
DESCONSTRUÇÃO
Pisou no pé do Tchico vai levar porrada
sangrar até morrer no passeio público
o povo não entende mas apóia o lúdico
menestrel das meretrizes de beleza alada
Pisa no povo quem não apóia o passeio lúdico
sangrando fica até morrer de levar porrada
pois o povo não entende mas apóia o público
das meretrizes do menestrel de beleza alada
Mas que m… é essa que querem aprovar???
Senado tenta votar antes do recesso
O primeiro item da pauta do Senado a ser analisado é a proposta de emenda à Constituição (PEC 29/03) que determina que os OBJETIVOS IMPOSTOS À ORDEM SOCIAL passem a ser avaliados por meio de indicadores de responsabilidade social.
Quanto a tal leitora, o problema é que: a MAIORIA É BURRA.
Foi constatado o óbvio: Chico é um péssimo escritor, seu romance Estorvo é chato, cansativo é o anti-romance, não consegui chegar a metade do livro e com certeza NÃO desejo ler mais nenhum. Mas, quanto ao compositor, embora não sendo espírita, penso como Tom Jobim: ele serviu de CAVALO para alguém desencarnado. Só pode ter sido assim.
Chico eh do time do Jose Dirceu.
Eh necessario dizer algo mais ???
Pobre pais que venera gente (ops!) desse tipo.
Poís é : No Brasil existe mesmo essa mania (ou imbecilidade) de se escolher uma figura notável , ou tida como tal , para galgar a condiçao de INTOCÁVEL. Porém , para que isso aconteça , o escolhido precisa de um requisito indispensável : Ser ESQUERDOPATA . Sem esse atributo , jamais conseguira alcançar a “graça” de se tornar um intocável no Brasil , ou até mesmo em qualquer parte do Mundo.
Portanto , para consolo dos brasileiros , a imbecilidade é Global .
Tio Rei sempre certeiro.
Essa de que letra de música não é poesia é algo que o Brasil todo ignora. Vejam só, estudei em um dos melhores colégios do Brasil, saí da escola não faz muito tempo. No tal Colégio, tinhamos na aula de literatura uma infinidade de letras de Cazuza, Legião Urbana, Chico, tudo isso ao lado de Camões hehehe.
É o fim da picada.
Entrevista com Angelo Monteiro onde ele fala exatamente sobre isso:
Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=O-RdEZ9sIVI
Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=Danwdy-KG4k&feature=related
Parte3
http://www.youtube.com/watch?v=nZbPYGoWtx8&feature=related
Olá, Reinaldo Azevedo.
Que tal um comentário seu sobre o “prêmio internacional” que Serra ganhou da ONG WFO e sobre o comentário dele de que aquele foi o prêmio mais importante de sua vida?
Particularmente, apreciaria ver como você trataria desse assunto. Na verdade, acredito que há uma legião de internautas ansiosos pela sua opinião.
Hoje (14/07) na Folha de São Paulo, no Painel do Leitor, , em resposta ao colunista Ricardo Melo, que desdenhou do prêmio um dia antes, uma assessora de Serra sustentou a importância do prêmio e da ONG que o concedeu.
Em minha opinião, Serra dar destaque ao prêmio lhe gerou um mico. E na sua opinião?
Grato,
Eduardo Guimarães
como conseguem com a maior falta de respeito colocar um titulo que ofende explicitamente Deus e exalta um homem que nao tem nada pra oferecer nada pra ninguem?
Os mitos Lula Poço-de-Vaidade e Chico Poço-de-Timidez não resistiriam uma entrevista à queima-roupa, sem script.
No primeiro se comprovaria a ausência de qualquer arcabouço intelectual e no segundo se revelaria o falso arcabouço intelectual. O que dá na mesma.
Esses dois sobrevivem graças à propaganda e aos aplausos dos oportunistas, dos de má-fé, dos ignorantes, e dos falsos intelectuais à-toa na vida, aqueles que brindam com uma caninha ao ver a banda passar.
Se estes dois representam o apogeu da política, da ética, da moral e da arte que este caldo tropical consegue produzir, a história acabou para quem pensa.
A menos que a pouca massa que ainda pensa tire a bunda do sofá.
Ei, leitora: “toda unanimidade é burra”. Acho que foi Drummond que disse.
Muito bom o post, pra variar. Também tenho a mesma opinião e não consegui enxergar nada no artigo do Diogo que se referisse ao músico popular Chico. Gosto de algumas das letras de música e de algumas músicas, embora todas já me encham a paciência. Confesso:não tenho um saco eterno pra músicos. Confundir letra de música popular com poesia é um erro; músico popular com intelectual, então, é uma barbaridade. Quanto ao..arghhhh “escritor” Tchico; tentei Estorvo. Pra quê !? Pra nunca mais … É ruim de doer, fraquíssimo, uma estoriazinha vagaba, um tema maconhômetro psicótico intragável. Putz que horror de sub-literatice! Imagino o espanto da O´Brian com a parvoice geral na Flip. Never more !
Concordo: Chico Buarque é um idiota político.
Tem importância em um cenário específico da MPB, claro.
Mas é um idiota político, um Suplicy da música popular.
Outra:
14/07/2009 | 00:00
Caros amigos
O BNDES vai gastar US$ 300 milhões modernizando o porto de Mariel, em Cuba. E o contribuinte brasileiro jamais verá a cor desse dinheiro.
Reinaldo, acho que o problema é transformar um artista num porta-voz de uma causa e queimá-lo junto com essa causa. Por exemplo: Michael Jackson, Simonal,…
Chico sempre lutou contra a ditadura de forma pacífica. Ele não foi um guerrilheiro. Lembro-me duma entrevista onde ele se queixou de ser rotulado como o cantor da alma feminina. O tempo passa, os rótulos envelhecem e os artistas são queimados junto com os rótulos. Acho que, por cansaço, Chico não lutou pela classe média quando os traficantes incendiaram o Rio. Ficou na opinião padrão. E viu, no dia seguinte, que o padrão mudou. Ainda estamos cobrando ele por isso.
Do site do CH:
14/07/2009 | 00:00
Factóide do dia
Lula inaugura hoje, em Maceió, a urbanização da bela orla marítima. A obra está concluída há anos. Há tanto tempo que já precisa de reparos.
Finalizando:
por dizer-lhes algo que seus ouvidos e sobretudo o coração religioso não são capazes de ouvir sem despertar-lhes alguma mágoa.
Por favor, O Cartola compunha tão bem quanto o Tchico, pra mim infinitamente melhor, e enquanto cantor não é necessário nem dizer, mas digo, é inifinitamente superior!!!!
apenas para ficar num exemplo.
Não estava disposto a prosseguir com essa árida discussão mas, diante do presente “post”, ao tomar conhecimento de uma declaração da longeva dama, concluí com insuspeita alegria que ela como nós, pobres mortais, claudica, incorre em perdoáveis equívocos como na seguinte declaração: “Música popular não é poesia.”
Não é surpreendente isso?
Não me interessa saber em que sentido ela o aplicou. A poesia está presente em muitos atos e fatos de nossa vida.
Talvez isso que assegura seja meia verdade se estivéssemos falando “de música popular”, o que não é o caso, mas o que está sob discussão é o Chico, “a música do Chico” que é pura poesia.
Estamos em tempos de “Pratos Limpos”!
O que é, é!
O que não é, não é!
Prossigo:
pois os pobres não sabem quem é o Tchico e estão pouco le “lixando” com sua literatura enfadonha e com sua voz de mau cantor, como bem sublinhado pelo Reinaldo ele é temos de convir um letrista não cantor…
Me lembro da primeira vez que ouvi o Tchico, estava no primeiro ano da graduação, na casa de uma amiga: ela ficou chateada comigo porque de pronto eu naõ gostei das músicas e sobretudo da voz desse Tchico, mas como não sabia que era o ídolo das mulheres e também, infelizmente de alguns homens, pedi para que tirasse o som e colocasse algo mais agradável, no que ela me interrompeu bradando em desefa do Tchico, mais ou menos como estes adoradores que querem punir vc e o Diogo
Chico Buarque é um grande impostor. Vive do passado. Um grande tonto, assim com Caetano Veloso. Só dizem besteiras.
É mestre Rei, vivendo e aprendendo. Confesso que a crítica feita pelo Diogo foi a primeira que lí sobre tChico. Sei que é preciso muita coragem e honestidade para criticar o compositor das “trilhas sonoras das esquerdas brasileiras”. A contextualização das composições de Chico, no panorama político cultural, é perfeita. Nunca lí um livro de Chico, mas ouvi suas composições. Edna O’Brien deve saber o que fala. Já aprendemos que letra de música não é poesia. Vou buscar aprender mais.
Quanto à moça que não tolera minorias, podemos recomendar algumas sessões com analistas. Esse negócio de “quem é você para criticar Chico” parece uma daquelas carteiradas que se leva de “otoridades” e afins.
Unanimidade? perai…
o Lula é praticamente uma unanimidade e veja só as coisas que diz por aí…
primeiro, do ponto de vista ideológico, Tchico é um contrasenso: filho da aristocracia que flerta com o comunismo? por favor né! é como se um morador de favela fizesse músicas para contar a vida dos banqueiros.
O problema do Tchico é que ele gosta de agradar, especialmente as mulheres, das quais segundo reza uma lenda ele descobriu como tocar a alma, e num intelectual íntegro, Diogo e Reinaldo são exempos disso pra mim, agradar ou é uma consequência ou importa muito pouco.
Convenhamos: cantar a pobreza, quando se está longe delas, apenas para agradar a quem? aos pobres? não.
Edna O’Brien não é só uma excelente escritora. É também uma crítica deveras arguta. Só um leitor tão penetrante quanto a autora irlandesa poderia criticar com tanta propriedade um escritor sem ler seus livros.
OAB: Não basta anular ato secreto, tem de ‘ressarcir’
wwwjosiasdesouza.com. br
O presidente da OAB, Cezar Britto, disse que a simples anulação dos atos secretos do Senado “não encerra o problema”.
Não basta “RESSARCIR” se às instituições não tiverem capacidade de ‘PUNIR” não precisa EXISTIR é mais um órgão criado para LUDIBRIAR o povo.
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
Assim como a OAB, cuja finalidade é dar COBERTURA aos seus sócios, LEI Nº 8.906, DE 4 DE JULHO DE 1994. Dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e o Ministério Público, defensor da sociedade, ainda se presta para PACTUAR.
Hum milhão de ADVOGADOS subjugando CENTO E NOVENTA MILHÕES DE BRASILEIROS.
Cf./88, XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;
Diante do exposto não é admissível haver lei de EXCEÇÃO, LEI Nº 8.906, DE 4 DE JULHO DE 1994,ainda mais com a plausibilidade do guardião da Constituição.
2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
Embora o STF tenha avalizado esta bandalheira, não consta que o guardião da Constituição, tenha poderes para exercer as funções do Legislativo e possa modificar o que o constituinte determinou.
Caro Reinaldo!
Sua leitura sobre a “obra” de Chico Buarque é correta. Comecei a ler “Budapeste” uma vez e desisti (e olha que eu gosto de algumas músicas dele). O problema desse pessoal que faz música popular e se mete a fazer literatura - incluindo o Caetano, Tonny Belloto e outros - é achar que tudo é a mesma coisa. Não é. O resultado, como se vê, geralmente é um desastre. Agora peço licença para uma pequena informação: moro em Chapadinha, cidade pequena do interior do Maranhão. Mesmo sabendo que você não liga para essas coisas, queria dizer que aqui, nesse fim de mundo, tem muita gente, incluindo este pobre jornalista, que lê e aprecia seus textos. Um abraço!
Ivandro Coêlho
SINCERAMENTE, REINALDO… VOCÊ QUER DISCUTIR O LEITE DERRAMADO DO TCHICO COM ESSE BANDO DE PORRAS LOUCAS???
Seu e meu Rei
Mesmo concordando que o Chico é realmente um estúpido político, e mesmo não me empolgando com os romances que li (Estorvo e Budapeste), confesso que não é lá muito confortável pra mim vê-lo num paredón literário.
A gente torce pelo cara, afinal são 36 anos de vitrola. Dói, pô!
Abração.
Bob
Sempre desconfiei do tchico escritor razão pela qual nunca perdi tempo com seus “soi disant” romances. Ora bolas, tem muito mais coisa que merece ser lida, né não?
A polêmica corrobora o que eu intuia a respeito: o chico é mais um dos que escrevem porcaria e seus acólitos mediocres são aqueles que sempre querem elevar merda à condição de coisa a ser venerada!
Fiquem com ele e comam a sua obra.
O Chico Buarque é muito chato. Nunca li um livro dele. A opinião é sobre suas músicas, bem como sobre sua postura pessoal.
A unanimidade é sempre burra…no mínimo porque nega o obvio a diversidade, nunca quis ler nada do Chico, acho o texto chato e tem tanta gente que escreve bem e com boas histórias…fui num show dele para nunca mais fiquei constrangida com a timides do Chico achei melhor só ouvir as músicas…
DENÚNCIA - Do jornal Hoy Bolívia:
O proto-ditador comunista boliviano, Evo Morales está fazendo transferência maciça de famílias das etnias Aymaras e Quechuas, do oeste do país - e fiéis seguidores de seu partido, o MAS - para “colonizar” o departamento de amazônico de Pando, onde o partido de Morales é repudiado pela imensa maioria da população.
http://www.hoybolivia.com/Noticia.php?IdEdicion=437&IdSeccion=7&IdNoticia=17523
http://www.hoybolivia.com/Noticia.php?IdEdicion=437&IdSeccion=15&IdNoticia=17506
Excelente texto, Reinaldo. Parabéns a você e ao Diogo pela coragem em desmitificar esse cidadão, para mim incompreensivelmente endeusado, e tido como inatacável. Fato é que, após o término dos governos militares, ele e outros ficaram sem assunto. Ou seja, tornaram-se tristes, pretensiosos e chatíssimos (ainda mais do que já eram) sambas de uma nota só. Claro porém, que no caso de alguns - e dele especificamente - o marketing pessoal, tal e e qual esses balões de competição, continuou inflando de vapor, do que contrário cairiam.
Alô, Reinaldo, tudo ok? Como estão as férias?
Há muito tempo atrás li um livro do Chico, chamado “Fazenda Modelo”. Flagrantemente calcado em “A Revolução dos Bichos” de Orwell. Nunca mais li nenhum. Um pouco por desinteresse, outro pouco por ter outras coisas a ler. Chico, a exemplo de Caetano, não fazem um grande disco desde meados dos anos 80.
O fim da ditadura foi o fim da capacidade criativa dos dois e de muitos outros. Gil tem se saído um tanto melhor, apesar de ter sido ministro de Lula. Mesmo assim, Chico Buarque marcou a MPB com letras belíssimas e Caetano continua um excelente cantor. “Quem te viu, quem te vê” é um primor, tanto na letra quanto na música. Alí musicou um poema.
Muito bom !!! A unanimidade é feita por gente que tem preguiça de pensar.
Boas férias e obrigado por alimentar-nos de pequenas porções de sabedoria mesmo na sua temporada de descanso.
Reinaldo: parabens. Soberbo, magnifico!
Caro Rei,
O fechamento deste post é verdadeiramente sensacional. Arrasou…Arrasou…
Detestei: Estorvo e Budapeste. Emprestei “Leite derramado” que já passou pelo quarto leitor sem receber nenhum elogio.
Quando na juventude lembro de “ter de gostar” de Jorge Amado, Milton Nascimento e Chico Buarque para ser atualizada. Lá se foram 35 anos daqueles tempos e, como vê, nada mudou. Lamentável, não?
Eu sempre me divirto com seus artigos e opiniões. E claro, com o Diogo Mainardi também. Sei bem o quanto é sério tudo o que escrevem. Mesmo não concordando com tudo, ainda bem, não é… mas é um alívio saber que estão bravamente lutando contra a letargia que atinge a maioria. Com isso estou conseguindo sair um pouquinho da minha ignorância política e aprendendo a perceber coisas que antes não entendia nada. Escrevo poesias. São péssimas. Fico imaginando você perdendo tempo em lê-las… Sei que não passaria da primeira página. E então eu teria uma opinião embasada sobre a minha limitação nesta arte…ahhh ler é tão melhor do que escrever. Abraços e muita saúde para você e sua família.
Parte 2
Eu gosto de Euclides da Cunha, mas entendo quem não goste por motivos evidentes: o texto é árido, o vocabulário é rico etc. José Saramago é ótimo e eu gosto. Lobo Antunes é ótimo e eu não gosto. Isso passa longe de opiniões políticas, mas reconheço os méritos onde eles existem.
Chico Buarque é um ótimo escritor. Pode não ser para o seu gosto, mas é. Se Chico tivesse escrito “Flmes Proibidos”, talvez você o criticasse dizendo que é uma imitação rasteira de Rubem Fonseca. Se Bruna tivesse escrito Estorvo, talvez reconhecesse nela méritos literários que jamais imaginaria. Certo?
Bom, se isso ocorreria de fato é mistério, claro. Mas, salvo engano, acho que sim
Até.
Grande Tio Rei,
Chico “banquinho & violão” tem algumas coisas boas. Chico “peladeiro do Polytheam” não passa de um peladeiro. Chico militante político, uma bêsta ao quadrado. Chico “enquanto” ser humano, graças ao bom Deus não conheço mas parece tratar-se de um “bostuá” (como diria o ilustre Dr. Montezuma).
Quanto à pretensa unanimidade, serve apenas para justificar a máxima de outro tricolor: “Toda ela (unanimidade) é burra”.
No mais é agarra-los pelas ventas, Chico inclusive, sacudi-los e sentar-lhes o pé na bunda.
Saudações
Interessantíssimo comentário…fujamos da unanimidade. Muito usual por nós brasileiros.
Sou fã de Chico, mas apesar dos meus parcos conhecimentos sobre literatura, não tolero O Estorvo, ganhei de presente, o que me fez não comprar outros outros livros dele…..
Devemos aprender a separar o compositor, cantor do escritor e por ai afora…vamos ouvir as criticas dos entendidos no assunto, que espero que saibam tb separar…..quanto a beleza fisica de Chico deve ficar so na area fisica…cultura, inteligência, etc sao outros campos bem distintos…..
De tanto confundir as coisas e torná-las unanimes é que chegamos ao que chegamos a um Brasil, corrupto e sem vergonha…
<“Diogo e você não podem suportar a existência de uma unanimidade? Vão logo partindo para o ataque? Afinal, qual o problema de vocês?”.
Ótima pergunta a dessa fulana. Nenhuma unanimidade construída artificialmente, seja nos diretórios do PT, seja em gabinetes ou escritórios é sequer respirável. Infelizmente, o Brasil é o país da “rainha dos baixinhos”, do “rei Roberto” e outras boçalidades. Não que elas não existam nos outros países também; o inferno é que aqui se criam grupos paramilitares disfarçados de “çossiedadi” para legitimar a estupidez em uma terra de estúpidos. Afinal, estamos em uma nação que se orgulha de ter um residente analfabeto cuja candidata falsifica currículos.
Parte 1
Que há um preconceito contra Chico Buarque, é fato. Mesmo quando você realça o fato de que sua opinião é apenas em relação à política, meio que irreleva a importância musical, inegável. Nem a cita, ou a cita de leve, como se não tivesse importância. A localização de Chico Buarque no tempo e no espaço é obrigação. Ele é uma anta política, mas é um gênio da música e tem, bem ou mal, importância na histórica político-cultural brasileira. Isso tudo é fato.
O mesmo acontece quando você fala de José Saramago. Por algum motivo você considera ele um mau escritor. Não é necessário gostar para achar alguém bom. Eu não gosto de Guimarães Rosa, mas não lhe desconheço os méritos. (cont.)
ENTULHO AUTORITÁRIO???
O STF julgou inconstitucional a Lei de Imprensa aprovada à época dos
chamados governos militares. Vários argumentos foram utilizados e toda a
Imprensa estampou a vitória da democracia.
O mesmo STF julgou inconstitucional o decreto de 1969 (ENTULHO
AUTORITÁRIO?), que dizia que para exercer a profissão de jornalismo era
necessário possuir o Curso Universitário. Protesto dos Sindicatos, pois não
era possível o jornalismo ser uma profissão que não cursasse os bancos
universitários.
O GRUPO GUARARAPES ficou perdido nestas discussões. O que é ENTULHO
AUTORITÁRIO? Será uma legislação que tenha sido feita no tempo dos sérios
“governos militares”? Será uma legislação que, mesmo sendo produzida
naqueles governos, desejava defender a cultura e a Universidade?
O GRUPO GUARARAPES faz estas perguntas, pois sendo a Imprensa a alma da
Democracia, foi-lhe sempre uma preocupação definir responsabilidades e
cultura de parte dos militares. Os julgamentos do STF deixaram lacunas na
responsabilidade da Imprensa quando deixou livres os meios de comunicação
social; e, no caso da profissão jornalística, poderão ocorrer desvios
graves, inclusive com o aparecimento de falsas carteiras de jornalistas.
Outro dia, a Imprensa noticiou que, após deixar o governo, o Presidente
LULA irá passar a escrever em jornais. Será ele um jornalista? Poderá ser
jornalista quem não leu um livro? Será jornalista um cidadão que aluga um
escrevente e assina a matéria como sua?
A CONFUSÃO ESTÁ LANÇADA. E a última pergunta? O que fazer com os diplomas
dos que são possuidores e dos professores catedráticos? Poderá ser
professor de jornalismo quem não tem curso? O LULA será professor e irá
para ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS?
QUEM SOUBER RESPONDER QUE NOS DIGA?
Titio…você queria o quê???? num país em que artista de televisão é entrevistdo e tido como intelectal, não importa a besteira que diga, nada mais justo que esse pensamento bovino de se ter uma unanimidade em torno de Tchico. Eu particularmente li os seus livros e não gostei… é muita metáfora para pouco conteúdo, obras que se perdem em metonímias e visões gauchistas sem sentido que, quando se percebe, já se terminou a obra e não se chegou a lugar algum. Falo isso com a autoridade de um mestrado em Crítica Literária. Como literatura Chico é um excelente dormonid… Pontos para você, para o Mainardi e para a senhora O’brien que conseguiram ver e com dizer o que há tempos eum acalento em mim
Reinaldao,
Eu nao sei o que Chico anda dizendo por aí, fato é que ele tem sido uma espécie de modelo definidor do que há de fraudulento na cultura brasileira. No entanto, ele nao é o único a regozijar-se do encanto do público, sem merecimento. Os romances de Chico nao sao melhores que seu romantismo político, mas nisso ele nao está sozinho.
Totum unanimis est burrus…como diria o escritor latino Nelsum Rodriguerus.
Gosto de muitas músicas de Tchico. Nunca li uma linha do que ele escreveu. Nem quando fui esquerdista me sentia á vontade com suas declarações políticas rasas e amorais para alguém com a suposta preparação intelectual que ele tem.
Manda bala Reinaldo. O povo brasileiro precisa aprender o que é cobertura jornalística. Você, o Mainardi, o Garschagen e mais dois ou três no Brasil inteiro conseguem fazer jornalismo.
O resto faz panfletagem esquerdista. E noventa por cento de quem gosta de Tchico está incluso neste grupo.
Caro Reinaldo.
Ocorre algo semelhante quando se critica o ideário político do Oscar Niemeyer. A patuléia vem logo em sua defesa, com coisas do tipo:
“Mas ele é um grande arquiteto”. É, pode até ser. Porém, como dizem os filósofos de botequim, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Com quem não entende isso, não vale a pena nem iniciar o papo.
Boas férias.
Reinaldo e Turma da Patrulha.
Eu admiro o Chico como compositor e, neste ponto, acredito, quase todos concordem comigo. Agora, o Chico como uma pessoa que defende o regime do Fidel? A questão não é o Fidel, a questão é o que o seu regime fez com a liberdade dos seus filhos. Isso é uma verdade tanto para o Fidel, quanto para o Mao, o Stalin e tantos outros que massacraram suas populações no sentido de impor suas utopicas cartilhas. Se o comunismo fosse boa coisa, eles não proibiriam ninguém de sair do seu território. O Chico como compositor é um péssimo politico; um péssimo exemplo para a juventude burra do nosso Brasil que ainda estampa em suas camisetas a figura do sanguinário Che.
Lembro das cacetadas que o Bruno Tolentino levou, depois de uma entrevista nas páginas amarelas da Veja, quando falou que Caetanno não era poeta coisa nenhuma, etc… Valeria a lembrança, até para honrar o nome de um dos nossos maiores poetas contemporâneos, cuja morte acaba de completar dois anos.
Esqueceu do velho Nelson, Reinaldo:
“Toda unanimidade é burra”.
Pois é Tio Rei,
Também nunca entendi essa veneração pelo velho Chico (o Buarque, não o Rio).
Na verdade ele não é músico, pois só conseguiu fazer sucesso com parceiros como Francis Hime, Edu Lobo, Tom Jobim, etc., reconhecidamente melhores no quesito melodia.
Também não é poeta, pois como voce mesmo disse, musica popular não é poesia.
Em política também já vimos que suas posições são no mínimo questionáveis.
Então…Por que mesmo estamos falando dele???
Li o Estorvo e tambem achei chatíssimo e pretencioso…
Acho que a unanimidade neste caso vem daquela que nem leu o livro e aplaude porque é Chico!
É Reinaldo, esse pessoal se acha unanimidade e não suporta que alguns possam fazer leituras divergentes dos ídolos deles, dos quais, os nativos Chico e Niemeyer são os maiores. O Chico ainda acho melhor no que se propõe, pelo menos na música. Mas o Niemeyer, apesar do bom traço, não passa de um bom arquiteto de monumentos. O que ele faz não dá para habitar.
Essa turma tem horror ao debate, à polêmica argumentativa e tenta sempre desqualificar os que discordam das suas pretensas verdades. Não é para se chocar. Eles consideram Chaves um grande democrata.
Maravilha, caro Reinaldo!
Respeitem a minoria e os deixem falar!
Apesar de fã do letrista Chico Buarque, acho ele chatíssimo, principalmente, quando resolve ser cantor ou jogador de futebol…heheheehehe!
Ah, nunca li e nunca lerei um livro deste gênio da raça… a menos que o Presidente Luis Inácio recomende algum que ele tenha lido…hehehehe
sou leigo, mas na minha humilde insignificância venho parabenizar, pela coragem de sair da casca, o que penso; que todos os brasileiros deveriam ser críticos…um abraço!!!
Putz, Reinaldo. Não estou mais aguentando esse blog. Leio diariamente e a cada post, tenho um orgasmo… Parece quando eu abro uma caixa de chocolate Biss. Não consigo mais parar…
Reinaldo, creio que o primeiro romance do Chico seja o panfleto Fazenda Modelo, eu o li quando tinha 21 ou 22 anos, o livro fazia parte do acervo da biblioteca municipal de Guarulhos. Naquele ano li Estorvo, e confesso, só tive corragem de tocar em outro livo do Chico após uma década, foi justamente para ler Budapeste, certamente melhor que os dois primeiros, mas mesmo assim após a leitura deste livro, tão festejado pela Crítica, continuo reforçando o lembrete aos meus amigos que costumam presentear-me com livros. “Chico não, por favor!”
Ponto de encontro com Reinaldo:Chico não é escritor nem aqui e nem em Havana.Chico é daqueles esquerdistas do discurso,mas não abre mão de bebericar uísque 12 anos na piscina e muito menos abdicar de levar amigos( direitistas) pra jogar uma ”pelada” no seu campo particular de futebol.E tbm NUNCA foi um atuante das causas esquerdistas.
Ponto de desencontro com Reinaldo:Da geração dele. repito,da geração dele,foi um dos melhores letristas do M P B.Ou ele pode ser comparado com o REI Roberto Carlos com suas músicas açucaradas? E tbm não pode ser comparado com Gilberto Gil,porque pra entende-lo é necessário ter 3 dicionários nas mãos.
O leãozinho Caetano fica pra outro dia.
Concordo totalmente com você!
O TChico é um chato …. uma mala sem alça e sem rodinha!
Ele e outras “sumidades” inatacáveis da nossa música popular: todos uns chatos!
Nota dez, Reinaldo!!!
Reinaldo,
Não vou entrar no merito do escritor Chico,não li e não vou ler seus livros.Fico com o Chico da A Banda, A Rita, Carolina, Geni entre outras que fizeram parte da minha adolescencia.Nessa epoca o pessoal sempre via uma certa mensagem contra o regime em uma das suas letras.Alem disso são musicas deliciosas para se ouvir,como tambem faz parte de um pessoal que vivia uma fase romantica e sonhadora.Diogo Mainardi se deu mal ao fazer uma critica na veja a Claudia Leite,e dizendo que certo italiano era o certo.Esse negocio de gostar de algo é muito pessoal e cada um faça o que quer ou goste, simples asim… No seu caso você quase nunca deixa pista do que gosta, continue assim…….
REINALDO, O BRAVO:
Olha, o lance é o seguinte: eu adorei a coluna do Diogo, porque de certa forma expressa algo que eu sempre achei, i.e, Tchico é um chatoba, pé-no-saco, sem qualquer substância (inclusive musical), com aquela voz de pato rouco, e só abre a boca pra falar asneira. Tchico calado é um poeta! Mas é queridinho das esquerdas, e como as esquerdas dominam o campo cultural no Brasil… Outro bobalhão é o tal do Cetano. Mas desse os esquerdopatas nem gostam tanto assim, he, he.
Incrível: no Brasil sempre precisamos de choques externos para balançar nossos consensos. Pobre Brasil…
Mais uma vez, se confude sambistas com escritor. Escritor se faz através de conhecimento literário, de fundado conhecimento filosófico e não através de estórias emanadas da contestação de meios políticos. Pode-se através de um romance historiar o momento político, mas com reserva de valor literário, nunca misturar politica com escrita.Milan Kudera escritor político sem resvalar para contestação ou usufruir de valores misticos, mostrou em sua verve a Hmgria em seus dissabores comunistas e seus livros são maravilhosos, quem os leu sabe.Reinaldo, não se encomode com os OLHOS VERDES E AS CONTESTAÇÕES DE CHICO, o tempo o porá no seu devido lugar.UM ABRAÇO DO AMIGO.
Reinaldo,
Mais uma vez você e Diogo(você muito mais, já que Diogo limitou-se a, com sutileza, dar curso à opinião de Edna O’brien)lavaram-me a alma. Sempre achei o Chico um grande letrista, dos melhores, com imagens e alegorias que só muito trabalho e talento são capazes de gerar. Agora, como escritor, tenham santa paciência. Você resenhou o Estorvo, teve que lê-lo, tem minha simpatia. Eu, quando tentei ler qualquer dos livros do Chico (meu filho é de esquerda ainda, essas coisas passam lá por casa), na segunda página já me dava uma vontade louca de reler imediatamente qualquer coisa de P.D. James, Agatha Christie, Maigret. E sempre foi o que fiz. Jamais passei da segunda página do Chico.
Definitivamente, o “gauchismo” brasileiro é involuntariamente “grouchista”…
Reinaldo,
nesta tão curta quanto brilhante frase vc sintetiza toda a ridicularia da esquerda latino americana. O problema é que ela nos faz rir bem menos do que nos dá vontade de chorar.
Reinaldo: Genial. (desculpe a falta de acentuacao; estou escrevendo dos EUA em um teclado configurado para o idioma local). Nao li e nao pretendo ler o Tchico. O tempo e curto e prefiro dedica-lo a uma agenda positiva de leitura, por assim dizer. Nao me arrisco com aquilo que sei que havera de decepcionar-me. Alem disso, em meu “feeling” concordo com (amo os irlandese) Edna sobre a empafia de Tchico - isso para nao falar do famigerado caso de adulterio no qual ele se envolveu - alias, este e um tema interessante: quase todo esquerdista que conheco tem uma vida familiar muito erratica. Parece que dao muito pouco valor a estrutura familiar tradicional. Seria interessante ler sobre o tema.
Rei
Eu faço parte de uma comunidade do orkut denominada “Chico é chato pra cacete”,mas ainda acho que o nome deveria ser “Os fãs de Chico são chatos pra cacet”.
O que impressiona nos admiradores de Chico é a capacidade de se tornarem mais chatos do que o ídolo.Só é “cabeça” quem entende Chico ou finge entender.Eu diria que seus fãs são uma mistura de Lula alfabetizado, Gilberto Gil e Emília do Sítio:sabem ler e escrever,mas dali só sai asneira.Melhor que fazem é cantar Chico.Ai…Que chato.
Chico, como escritor, me lembra o personagem Pestana, do conto O homem célebre, de Machado de Assis
Pestana é um compositor de polcas muito popular no Rio de Janeiro, mas que não se sente realizado como tal. Na verdade não gosta de suas composições e tem a ambição de compor sonatas, do tipo compostas por Beethove e Mozart. Mas se frusta sempre, porque por mais que se esforce, sempre compõe uma nova polca.
Chico, na verdade, ao escrever romances, não compõe, sequer, uma canção. Aliás, as suas últimas composições não têm a espontaneidade e a honestidade de suas primeiras.
Chico já era.
Epa! Epa! Epa! Também faço parte da minoria, sabe como é, tomo às dores dos mais fracos(não é esse o caso), mas Tchico foi um cara bacana numa época romântica, depois disso não consigo apreciar uma musica nova dele também. Como comunista ele é uma fraude também, basta ver quanto custa um show do rapaz, basta ver onde mora. Se comunista fosse, moraria em Cuba, se comunista fosse seus shows seriam “de grátis”. Essa pinta é só para conferir mais aura de deus, a quem não passa de mais um que aborrece nesse mundo aborrecido.
Mario Arone
Reinaldo,
No último domingo, o Estado de São Paulo dedicou duas páginas no primeiro caderno a Julio de Mesquita Filho. O jornal enalteceu seu posicionamento político, sua participação na fundação da Universidade de São Paulo, sua defesa as instituições democráticas na era Vargas, o que lhe custou o exílio. Interessante foi a visão do jornalista e empresário que contestou as idéias políticas de Jean Paul Sartre, em visita ao Brasil. Sartre, na época, badalado internacionalmente, declarado defensor do regime maoísta, teria chamado Julio Mesquita de reacionário!
Veja como a história se repete…
Cada dia mais acredito naquela jocosa teoria que afirma ser constante a quantidade de inteligência sobre a Terra, mas sempre crescente, a quantidade de habitantes logo…
Sempre gostei das músicas de Chico pelo que são: músicas populares, ponto. Acho ele bonito, claro, mas acho também que, politicamente, é um estrupício. Dá para separar muito bem cada aspecto.
Há alguns anos, uma colega de trabalho sabendo do meu gosto, me deu de presente de aniversário o livro Budapeste. Com muito cuidado expliquei que iria ler - e li - mas que considerava o Chico como romancista, um ótimo compositor. Ela ficou surpresa, mas entendeu bem que uma coisa é uma coisa e que outra coisa é outra coisa.he he
Caro Rei,
É isso aí, nós temos que dar nome aos bois e chamar as coisas pelo nome. Parabéns.
Desde muito tempo não gosto do estilo de Chico Buarque. Nem sei bem porque. Mas todas as vezes que tentei colocar isso em alguma conversa, fui massacrado, como alguém que não entende nada de música e poesia. Bem, com estas novidades dos últimos dias, já não me considero, assim, tão isolado!
E FINALMENTE APENAS P. TERMINAR O DESABAFO, DIVIDO COM OS COLEGAS DO BLOG DO REINALDO MINHA TRISTEZA COM A IMAGEM QUE ESTE PAÍS TEM LÁ FORA E QUE É EM RESUMO, CULPA NOSSA :
ONTEM A NOITE , NA TV ,VI DOIS FILMES (SERIADOS)…EM UM,
A PERSONAGEM DIZ AO MARIDO “-INGRATO!EU TI APOIEI QUANDO VOCE SE ENVOLVEU COM AQUELA VADIA BRASILEIRA !”…
…NO OUTRO FILME, EXCLAMA A CIDADÃ CHOROSA PARA O HOMEM AO SEU LADO :
“-MEU MARIDO ME TROCOU POR UM GAROTÃO DOBRASIL !”
BRÁZIU, DE CELEIRO DO MUNDO NOS ANOS 70 A VIVEIRO E PUTEIRO DE SEXO FÁCIL COM ARES DE LATRINA INTELECTUIAL E COVIL INTERNACIONAL/PORTO SEGURO PARA BANDIDOS DE TODO TIPO !
CHOREMOS!
Caro Reinaldo,
Você, por coincidência, citou o livro de Chico que eu li, no início da década de 90. Estorvo. Não me pergunte nada, na memória ficou apenas aquela sensação de não ter sido uma boa leitura, só isso. Lembro que li, aos 16 anos, ainda na década de 70, São Bernardo de Graciliano Ramos. A capela da fazenda ainda faz parte da minha memória, e ainda tenho uma noção do enredo e das personagens. É impressionante como certas coisas ficam e outras não. Fiz apenas uma comparação. É covardia? Talvez seja. Talvez eu esteja comparando as canções de Chico com as de Claudinho & Bochecha. Não dá, não é mesmo?
Um abraço.
Êta trem bão! Começar o dia com churrasco de vaca sagrada!
Juca Chaves disse que intelectual brasileiro vai aplaudir democracia em Cuba, onde não existe democracia. Agnaldo Timóteo - sim, ele mesmo - também acertou: toda a esquerda brasileira gosta de ir passar férias em Nova Iorque. O caso é, pois, que “aqueles que me deram a ideia de uma nova consciência estão em casa, guardados por Deus, contando o vil metal”, como disse Belchior. E Chico Buarque, que vivia “sempre calado, distante, esperando o carnaval chegar”, ficou mais calado e distante ainda, vendo Roberto Jeferson regendo a banda do mensalão. Ah, esse meu guri…
Poderia ficar enchendo o espaço com um monte de blá-blá-blá, mas uma palavra resume tudo o que quero dizer a você e ao Diogo: PARABÉNS.
Só nestepaiz ignaro música popular é tida, ao contrário do que seu nome diz que é, como manifestação de cultura superior.
Sintomático.
Ai que preguiça de ídolos sagrados, intocáveis.
(HOJE ACORDEI ESCATOLOGICO )
DE OSWALD DE ANDRADE :
“A MASSA AINDA PROVARÁ DO BISCOITO FINO QUE FABRICO”
(FALANDO SOBRE SUA OBRA)
…POBRE OSWALDÃO !
O POVO QUER MERDA , ÓH ESCRITOR !
NAS MADRASSAIS UNIVERSOTÁRIAS , REDASSÕEZ, MÉRDIAS MIL (JORNAIS, CINEMA, TV, ETC) PRODUZEM-NA DIARRÉICAMENTE AOS BORBOTÕES !!
DE MINHA PARTE,
REINALDO AZEVEDO E OLAVO E CARVALHO NA VEIA !
…MELHOR QUE BUSCOPAN !
Excelente!
Por que tentam obrigar as pessoas a gostar de tudo o que o senhor Chico Buarque produz?
Eu, como minoria, digo: o Garcia Marquêz é um péssimo jornalista. O Oscar Niemayer é um intelectual duvidoso. E poderia não gostar dos livros de um nem das obras arquitetônicas do outro. Gostos não se discutem.
E a maioria que se lixe…
Por que os esquerdistas dependem tanto de ídolos?
É religião da pior espécie.
TCHICO É UM PÉ NO SACO…CALABAR ,ESCRITO COM RUY GUERRA, É OUTRO LIXO !
NO BRASIL ,JÁ FALEI AINDA NOS TEMPOS DO ANTIGO BLOG (SAUDADES) QUE TUDO O QUE É MERDA, É APRESENTADA AO PUBLICO COMO SE “CAVIAR” O FOSSE !!
…QUANDO UM DIA , FINALMENTE , O POVAO PUDER PROVAR CAVIAR DE VERDADE NA MUSICA ,LITERATURA, CINEMA, TEATRO, ETC., TAO ACOSTUMADOS QUE ESTAO A LHE SERVIREM MERDA GOELA ABAIXO COMO SE ALGO BOM O FOSSE , DIRÃO :
“-QUEREMOS ‘CAVIAR’…!”
É O BRASIL ,ENTERRRRRRRRRRRRADO INTELECTUALMENTE DE “CAVIAR” ATÉ O PESCOÇO !
Pois é, tio Rei,
quando eu dizia que achava uma cretinice de mau gosto colocarem aquelas letras idiotas de Caetano ou Gil como texto de livro didático, todo mundo a minha volta se revoltava, dizendo que eu não entendia de música, que eram dois dos melhores naiconais etc. Não gosto do escritor Chico Buarque, ainda que goste de algumas músicas, assim como não gosto do Paulo Coelho, mas peço aos meus alunos que leiam para apontarmos os problemas dos textos. Qualquer coisa que atinja algo de que um mentecapto goste é tomado como ofensa pessoal e o revide é “pensado” de forma a atingir a pessoa que critica, independente de a crítica ser ou não abalizada. Tristes e analfabetos tempos.
Reinaldão,
só um desses por dia é suficiente. Nas férias, bem entendido.
O que faz você (os seus textos) ser diferente e ponto de referência para nós, seus leitores, é a sua capacidade de estimular-nos a “pensar”. Essa técnica, de aprender a pensar, carece de exercícios diários. Por problemas de saúde, não posso paticipar de Academias de Ginástica (apesar de ser professor em Educação Física), entretanto faço “Ginástica Mental” diariamente, lendo o seu blog. Beijos na Dna Reinalda e meninas. Obrigado.
O comentario da leitora e’ um absurdo, uma contradicao de termos. Se ha’ alguem que discorda de uma unanimidade entao nao havia unanimidade! Eis ai’ uma eleitora de Lula, sem duvida!
Bom dia Reinaldo
Tchico e Suplicy são as vacas sagradas da esquerda psicótica e aproveitadora das benesses públicas. Tal como o Tchico, ele sempre foi um embusteiro pseudo-intelectual que a todos enganou; todos os crédulos inocentes. Ambos foram beneficiários de um discurso enganador e atento para as glórias que o futuro lhes reservava, veja o caso do Gilberto Gil e Caetano Veloso, para ficar em dois exemplos mais recentes. Na música Tchico é um bom letrista, com algumas reservas, na literatura é sofrível e pretencioso. Li Fazenda Modelo e não vi ali nada que o credencie a ser chamado de escritor. Ele deve se igualar na profundidade filosófica do Sarney que, graças a Deus, nunca li.
O que realmente surpreende é que a defesa da obra de Chico Buarque é sempre incidental. É sempre por um aspecto como “não pode um estrangeiro falar mal de um brasileiro no Brasil”, ou “Chico é uma unanimidade, logo ele não pode ser molestado” (é, por assim dizer, uma vaca indiana). Nunca se entra no mérito da questão. Os defensores da literatura de Chico nunca entram no mérito de obras quando tratam de defendê-las.
Reinaldo, Adorei a resposta à leitora! As pessoas não conseguem separar as coisas. O cara, na MPB, é, vamos dizer assim, dos grandes. Mas mesmo assim, passível de crítica. Sim, ele já fez músicas ruins. Falando em literatura então, ele é muito discutível. O que é isso? A unanimidade é, quase sempre, burra. Querem fazer patrulhamento? Dizer quem podemos criticar ou não? Isso é absurdo! Para quem não sabe, a Edna O’Brien foi descrita pelo norte-americano Philip Roth, ganhador do Pulitzer, como “a mais talentosa escritora em língua inglesa em atividade hoje”. Imagino, então, que ela possa, num tête-à-tête, descobrir se o Chico tem profundidade, se ele é ou não do métier. Se é ou não uma fraude!
Acho que escrever mal é mal de Tchico, Buarque ou Anízio. Lí um do Anízio, que foi muito elogiado - acho que era Telefone Amarelo - e achei horrível, mas era difícil falar isto para alguém.
Eles não são comuns, assim como o Sarney, o Lula, o Dirceu….
Reinaldo
Comprei e li Estorvo para me enturmar com as idéias daquele que eu admirava e julgava que tivesse algo a me dizer e me deleitar. Perdi tempo e dinheiro e de quebra ganhei frustração com tal peça. Mantenho Estorvo em minha biblioteca porque não me estorva. Por enquanto.
Quanto aos vermelhinos-festivos sugiro que eles permitam, a partir de já, que seus bens, móveis e imóveis, sejam aproveitados pela comunidade. Já pensou eu passando uns dias no apartamento do Chico no Leblon, com vistas para o mar ? No Comunismo os bens não são de todos ?
Afinal, qual foi o segredo que Edna descobriu de Tchico?
Bom Dia, Reinaldo
NÃO GOSTO do Chico Buarque, do Caetano Veloso e do Gilberto Gil….o fato é que o Zezé de Camargo disse que os verdadeiros cantores de MPB não é este trio e sim quem faz musica que o povão gosta e não a “elite” (como não gosto dessa palavra)…..
Quantos discos venderam este trio e quantos discos venderam os “sertanejos” e o Roberto Carlos?????
Boa, reinaldo!
Unanimidade é pra levar pau mesmo! A esquerdalha não gosta disso não. Será que é por causa do apoio do poeta ao barbudo da ilha?
E a opinião da escritora?
Já sei, ninguém pode mexer no poste-ídolo…sei.
Ué,ué, que mundo estamos vivendo?
A unanimidade só é valida quando o sujeito se torna um mito?
E o politicamente correto para o caso das minorias na sociedade?
O politicamente correto é valido somente para a unanimidade mítica?
É o caso do Lula?Nem o mensalão ,nem o Renanzão, nem o Sarneyzão com toda lama produzida mancharam as vestes brancas do mito Lula.
O Chico Barraco de Holanda também se tornou um mito?
Eu não sabia disto.
De agora em diante Reinaldo vou considerar você como o meu mito, não o sagrado , porque para mim isto seria uma blasfêmia, mas o mito das minorias políticamente incorreto.
Reinaldo, é por isso que eu gosto muito de ti! Tu desmascara a fantasia de artistas e politicos de uma forma tao perfeita e ataca aqueles que merecem ser atacados, nao se importando com a opiniao da maioria, quanta briga já peguei por falar mal tambem de tantos desses artistas e cantores que usam a melodia da sereia, pra seduzir o rebanho brasileiro.
Um povo que elege (e reelege, e dá 80% de aprovação) a um semi-analfabeto desonesto e antidemocrático não pode ter um ídolo como Chico Buarque? Até pelo contrário: penso que essa tendência ao endeusamento de artistas populares tem muito a ver com o advento do lulo-petismo, que não deixa de ser uma reação típica de manada — portanto irracional — a um fenômeno de massa: o sindicalismo assumindo o papel de quinto poder e solapando os demais, exaurindo-os.
Num futuro melhor (se a isso chegarmos), estes tempos em que vivemos se tornarão motivo das mais controversas teses de sociologia.
Reinaldo, peço que desconsidere o primeiro comentário. Nele, eu quis concordar tanto com Edna quanto com Diogo - o resultado foi ter concordado com “a o Diogo”, o que pode até ser curioso do ponto de vista psicológico, mas é inaceitável como comentário a textos tão bons quanto o seu e o do Diogo.
Falta de noção não tem cura, gente. Isso é sério. Podem falar o que quiser dos avanços da medicina, mas quando a ânsia ultrapassa a capacidade de expressão, os resultados são teratológicos: concorda-se com “a o Diogo”, reclama-se das “bonaças” dos políticos, e assim por diante! Eu até já “saí de si” algumas vezes, mas esse é um assunto muito íntimo em que não posso me demorar. Risos.
Caro Reinaldo;
Embora esse comentário não seja sobre o assunto do texto, gostaria de que você fizesse um estudo ou algum jornalista da área econômica sobre o impacto que as medidas adotadas hoje pelo governo contra a crise terão no futuro (4 ou 5 anos), uma vez que eu me pergunto como será a industria automobilistica nesse prazo, quando toda a classe média já tive carro e ainda estiver pagando as prestações? Como será que essa industria irá manter seus empregos e como ela irá gerar receitas para o governo futuro? A industria automobilistica no futuro não terá o mesmo efeito no setor bancário brasileiro como setor imobiliario americano teve na economia de lá?
Caro Reinaldo.
Também acho “thico” e suas letras políticas intocáveis; não deviam ser tocadas em lugar algum.
hehehehehehe
Realmente dizia Nelson Rodrigues!
” TODA UNANIMIDADE É BURRA ”
Tio Rei. sou seu novo sobrinho!
Abraço
Eu adoro as músicas do Tchico. As músicas!!!
E não passo um sábado sem ler o Diogo. E sempre assisto o Manhatan.
E leio esse blog todos dias.
Diogo é o cara.
Luck
Ora Reinaldo, a resposta é simples: o Chico não pode ser criticado porque não é um “homem comum”. Eu diria que no Brasil existe essa cultura do, digamos, “homem incomum” - acima de qualquer crítica, e, em alguns casos, acima da lei. E o ufanismo idiota do brasileiro? Definitivamente, acentua esse “traço cultural”. Quanto às unanimidades, o que dizer delas? Barrabás foi uma delas…
TIO REI ,VOCE E SIMPLESMENTE BRILHANTE NAQUILO QUE SE PROPOE A FAZER:ESCREVER.
DEVE SER MARAVILHOSO TRANSITAR ,COM TAMANHA COMPETENCIA E DESENVOLTURA,ENTRE AS PALAVRAS E AO MESMO TEMPO DESMISTIFICANDO,DESMASCARANDO ESSES FARSANTES DA INTELEKITUALIDADI BAIANISTICA CAEKITANISTA GILBERTIGISTICA DO BUTECO DO ZE ALI DA ESKINA.
LIVRO NELES!!!
PS:PODE FALA DE CHICO NAO.ELE E DEUS NE!!
Achei que não tinha capacidade para entender seus livros.Fiquei só no Estorvo(que faz jus ao nome).
Chico é patético,uma fraude mesmo.
Cáthia Zago
Chico Buarque serve para um pais sul americano. Intelectual na acepção da palavra nunca o foi. Compositor sim, porém do popular brasileiro. Esquerdista, sim, por conveniência de ter um rotulo diferfenciado no meio. Enfim, e uma farsa total. Hoje esta em voga qualquer tipo escrever um livro, sem ter cpacidade para tal.
O problema é que Chico Buarque tem um permanente séquito de puxa-sacos e pessoas assim não estão acostumadas a lidar com opiniões diferentes das suas. O mesmo acontece quando se trata de Caetano Veloso. No entanto, só para falar de música e sucesso, nenhum dos dois lotaria o Maracanã como faz o Roberto Carlos.
O mundo acontece. Gostei do livro “Estorvo”, mas concordo com o Diogo: há um fanatismo localista de viés político, ao ritmo das batucadas e de outros estrídulos, que celebra a aura de personalidades artísticas e despreza a cultura como dado universal.
Entender a cultura como dado universal que transcende idioletos literários, muletadas em clichês ou personalidades regionalmente canônicas é necessário para que obras e autores possam ser submetidos, ao longo do tempo, a críticas contundentes que ajudem a separar o que pertence à literatura daquilo que é mera escrita, às vezes agradável, fugaz passatempo, às vezes nem isso.
Até um “Estorvo” me agradou. E fugiu de mim tão logo o fechei!
O mundo acontece. Gostei do livro “Estorvo”, mas concordo com a o Diogo: há um fanatismo localista de viés político, ao ritmo das batucadas e de outros estrídulos, que celebra a aura de personalidades artísticas e despreza a cultura como dado universal.
Entender a cultura como dado universal que transcende idioletos literários, muletadas em clichês ou personalidades regionalmente canônicas é necessário para que obras e autores possam ser submetidos, ao longo do tempo, a críticas contundentes que ajudem a separar o que pertence à literatura daquilo que é mera escrita, às vezes agradável, fugaz passatempo, às vezes nem isso.
Até um “Estorvo” me agradou. E fugiu de mim tão logo o fechei.
Sempre haverá espíritos livres que se recusarão a se submeter à ditadura da maioria (no caso, da maioria politicamente correta).
Sem crítica, Reinaldo, não há democracia, não há arte, não há, enfim, o exercício da razão humana, aquilo Sir Karl Popper chamou no livro “A Sociedade Aberta e Seus Inimigos” de “centelha divina”.
Abs.
Só uma frase: Chico é muito chatooooo!!!!!! e esse povo que se faz de intelectual e idolatra o tal chiquinho também é muito chatoooo!!!!!!!
Parece que acontece com o Chico Buarque a idolatria burra que se aplica também ao monstro da chatice que é o Roberto Carlos. Convenhamos. Pior que o Chico Buarque só o Roberto Carlos. E pior que o Roberto Carlos só a sua platéia fanatizada que o idolatra mesmo que ele cantasse por mímica. E acho que isso acontece tb com o Chico Buarque. Quanto às suas posições políticas, elas estão tão velhas que já apodreceram.
O problema é que as pessoas acham que têm que gostar do que (quase!) todos gostam, caso contrário são excluídas. Ah! Que miséria de raciocínio!
Essas férias estão rendendo hein!?!!
Essa Flip é muito sem graça. Só o Chico? Por que não convidam o mago de Banânia, Paulo Coelho, e o imperador do Amapá e Maranhão, Zé Sarney? Aliás, tio Rei está nos devendo comentários sobre “Sentado à beira do Rio de Pedra sentei e….” e “Marimbondos de Fogo”.
Concordo com quase tudo. Mas acho que música popular é poesia, sim. Às vezes muito boa. Como não vejo a coisa com olhos de literato como você, a maior parte da poesia que conheço vem dai.
Mas isso já é outra discussão.
Rei,
gosto das músicas do Chico. Da sua batida leve do violão; das coisas que a bossa nova fez e ele também fez muito bem.
No que se refere a literatura, prefiro as músicas.
Tenho o direito de gostar, do mesmo modo que alguém pode detestar.
Acho que o pessoal não sabe o que é crítica. Literária ou musical.
Parece até que esqueceram das belas “brigas” musicais nas quais se engalfinharam Noel Rosa e Wilson Batista… e deram ótimos sambas.
Querido Mediador (te invejo por ter o privilégio de ser amigo do Reinaldo), quando ele anunciou dias atrás a retirada de férias, rapaz!, deu um aperto no coração, afinal íamos ficar 20 dias órfãos da lógica devastadora do elemento. Engano nosso, o homem postado diariamente, de forma mais econômica é certo, porém ainda mais brilhante. É um privilégio ser leitor do homem. Nestes dias, as análises que o Rei fez sobre a pequenina republiqueta bananeira de Honduras (agora República), onde desde o 1o. dia pregou sozinho no deserto, foram reveladoras.
Li o post sem muita paciência porque, covenhamos, esta idolatria do Chico já deu. Adoro o compositor mas quem beija mão de assassino pra mim é lixo. Mas pelo último parágrafo, valeu!
E aí filhinha, o mundo não aceita seus decretos e você não pode aceitar esta realidade,
Qual é a o seu problema?
Rei,
O cara posa de peladeiro também. Não joga nada. Perde de lavada sempre pro time do meu amigo. Engana no futebol também. Ha ha ha!
Aiai. Tchico. Bono Vox, Michael Jackson… Fã é bicho complicado, sabe, Rei?
Juro que não faço parte de nenhum fã clube.
Reinaldo,
já deu toda canja a esse embusteiro. Sim, os imbecis são os que idolatram.
Caro Reinaldo Azevedo,
sua observação sobre o livro Budapeste me fez lembrar o meu desapontamento quando o li e descobri que as “críticas” que se faziam dele na época era eram muito, muito mais bem escritas do que ele próprio. Fiquei com a nítida sensação de estar sendo enganado: eu estava nas mãos com um “romance” que parecia escrito por um colegial mediano… embora coberto de elogios dos ‘intelequituais’…
Parabéns pela coragem.
É difícil tratar um ídolo pelo que produziu nos diversos campos.
Roberto Carlos deu um show no Maracanã e mostrou que construiu uma carreira sólida que continua em sintonia com o seu público.
Foi fiel e firme em sua carreira. Ficou com a sua música.
Chico parou de fazer música (que ele sempre fez bem) para se enveredar pela política e pela literatura.
Na política o que ele defende foi desmoralizado pela história, o mundo mudou. Na literatura foi desmoralizado pelo que escreve. Alguém que entende de literatura e não é tiete disse o que muitos achavam mas não diziam porque afinal era o Chico Buarque que tinha escrito…
A minha resposta à leitora seria a mesma do grande Nelson Rodrigues:
TODA UNANIMIDADE É BURRA.
Digo como um poeta amigo meu: ainda bem que Vocês (Reinaldo e Diogo) existem! Do contrário, quem comandaria a resistência à fraude política do petismo??? Miguel Peixoto
Unanimidade? Que unanimidade?
Eu acho Chico Buarque um porre como músico. Acho que ele tem uma voz ruim (embora amigos meus que entendem de canto me dizem que tecnicamente ele é bom; não tendo outra ferramenta para julgar além do meu ouvido leigo, acho que ele soa meio fanho e desafinado), e que suas músicas são enfadonhas. Um monte de gente gosta? Ótimo para eles, não partilho da opinião.
Quanto ao Chico escritor, nunca li. Acho que minha opinião dele como músico me indispôs a tentá-lo como escritor. Não me parece que tenha perdido grande coisa…
Chico Buarque encarna para mim o período da existência de uma censura.
Tudo que se cantava e escrevia ganhava um significado subjetivo. Acidente de trabalho descrito em paroxítonas ganhava ares de protesto que “passou” pelo censor. Ei chico, faz o mesmo para o dedo mindinho do lulla.
Aliás, a censura e Tchico, criador e criatura. Esse é outro dano colateral da censura, faz o ouvinte ou leitor, imaginar algo grandioso, se não existisse a censura.
Aliás, Sarney também é o retrato dos tempos de censura, e como Tchico, também se quer escritor.
Reinaldo, admiro muito Chico Buarque por suas músicas; detesto-o por suas ideologias políticas; não o conheço, mas ele me passa a impressão de arrogância insuportável, nunca li seus livros, por um pecado mortal que está me atingindo nos últimos anos: preguiça de ler. (E por não dar muito crédito ao que ele escreve); no entanto, tenho uma dúvida que gostaria de que fosse esclarecida: por que uma pessoa com pouco conhecimento literário não pode tornar-se um bom romancista? Afinal, romance é criatividade, não teste de conhecimento. E se você se expressa bem, já está de bom tamanho. Estou errada?
“Cometi” há alguns meses este Réquiem para chico buarque:
Vou-me embora pra Havana
Lá, sou chapa do tirano
Lá tenho guapas e cana
E prossigo meu engano.
O Chico só pode ser unanimidade para esse bando de idiotas dos anos 60 e 70 e inimigos do regime militar. Desde o fim da ditabranda esse senhor não produza absolutamente nada que me convença.
Ele foi um fenomêno dito político, mas admirador de um Fidel Castro da vida.
Chico, o tempo passou na janela e só você não viu que o mundo mudou. Até o rusguneto português José Saramago caiu na real quando Fidel mandou ao paredão jornalistas contrário ao regime democrático vigente em Cuba.
Gente, paciência. Chico não é referência de coisa nenhuma. Referência, sim é o pessoal da Bossa Nova. Estes, sim deixaram sua marca mundo-afora.
Chico é um estorvo e estamos conversados.
Como poeta, o tchico é um latrinista! hehehe
Desenho: latrinista é o fazedor de latrinas!
Desenho 2: fazedor de latrinas é o comunista que finge que fabrica latrinas!
Minha modesta opinião: Chico é um excelente letrista (”poeta” da MPB, vá lá!), um bom compositor, um regular tocador de violão, e um péssimo cantor. Há quem arrisque afirmar que ele também “cisca pra dentro” de um arranjozinho, e dá lá seus palpites na produção. De qualquer maneira, o respeito como artista!
Já, como “pensador” político, definitivamente, é o cão! No fundo é o que o general Heleno chamou de comunista “18 anos”. O que resolve todos os problemas do Brasil chacoalhando um whisquinho 18 anos em um barzinho de Ipanema. Depois, ensaca a viola e vai pra Paris, zerar “socioQI” e receber os “direitos autorais”. Triste, mas são os Chicos!
Olá, Reinaldo. Cofesso que não concordei com o termo Buaraque, apesar do bom achado trocadilhesco. Não que tenha me sentido “ofendido”. Nada disso. Apenas entendi a coisa como uma negação ao talento. Talento Chico tem de sobra. E nada a ver com a comparação entre poesia de verdade e “letrinhas” de MPB, ou questões ideológicas. Falo de talento, aquela qualidade do espírito que um grande poeta pode ter, ao mesmo que um palhaço de circo mambembe também pode ter. Chico tem um talento exfusiante, assim como você. Se é poeta ou não, deixa pra lá. Quando morrer, sua obra (sim “letrinhas” de MPB. E daí?) nos assombrará eternamente. E, por fim, o Chico escritor é meio fraquinho, mesmo.
Abraço
Ola Reinaldo.
E triste que no pais de Machado de Assis a cultura literaria ficou perdida em um mundo paralelo. No Brasil as pessoas preferem caras e thico a um bom classico. Nas escolas, lugar aonde as criancas deveriam estar aprendendo a diferenciar e apreciar as diferentes faces da literatura estao aprendendo a ser adultos “inclusivos”.
Nao sei Reinaldo, eu estou fora do pais a 10 anos, nao sei oque ainda esta para vir e quanto tempo sera preciso para contruir um ponte sobre esse vale de sombras que e a educacao ai no Brasil.
Nuncaantesnestepaiz…..
Abracos
eu vou buli sim, gostei, adorei, ele é uma fraude.
A arte quando tem finalidade política deixa de ser arte para virar somente panfleto. Veja o que aconteceu com o Tchico, era um Deus da música até a ditadura acabar, depois sua música acabou. Fico feliz de outros acharem estorvo uma bobagem, pensei que era só eu.
E o que Gilberto Gil fez por nossa cultura alem de sua mulher agora ser dona do carnaval da Bahia? E o que a primeira dama fez por nosso país alem de botox e privatizar - sic - a reforma do palácio ? ela é muda, ela sabe falar ? E o grande Verissimo entao, que ama criticar a burguesia naciona principalmente quando passa ferias em sua casa em Paris bebendo vinho em compania de Chico. Mas Lulla salvou o Brasil, agora que não existe mais pobreza alguma, somos um G-20 mundial, aqui, nesse pais deles não existe mais um unico motivo que move os nacionalistas a nao ser acabar com a mídia. Como é belo e verdadeiro o lado romantico do Lullismo….
bonito era o Lord Byron..
Steve McQueen tinha um tremendo de um carisma, um olhar irresistível, mas bonito era o Lord Byron.
chega de chico.